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Detector de Bananada
Foto de Márcio Jerry

Deputado · Câmara

Márcio Jerry

PCdoB · MA

Esquerdapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Márcio Jerry Saraiva Barroso · 59 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 89 de 100, Cara Bom0406080100

89/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 88% dos deputados · média do partido: 84

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 98%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 92%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 58%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 90%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

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Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 98%das 803 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou

Vota com o próprio partido 99%das 825 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou

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E-mail
dep.marciojerry@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5195
Gabinete
Gabinete 195, Anexo III – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

98%

Esteve em 382 de 391 sessões

Melhor que 78% dos deputadosMédia do partido: 96%

Votou nas votações

92%

Registrou voto em 1.033 de 1.128 votações nominais

Melhor que 85% dos deputadosMédia do partido: 89%

Iniciativas que viraram lei

0

de 13 projetos apresentados (0%)

3 avançaram · 9 em andamento · 1 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

98%

Em 803 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 92% dos deputadosMédia do partido: 96%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

408 discursos na tribuna · de 05/02/2019 a 01/09/2026.

  • 14/04/2026

    O Deputado registrou solidariedade ao Papa Leão XIV após declarações atribuídas ao ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump, classificadas pelo Parlamentar como ofensivas. Afirmou que o líder religioso respondeu com defesa da paz, destacando a gravidade do episódio diante da posição dos envolvidos no cenário internacional. Também ressaltou a importância de atenção pública ao caso. Aproveitou para registrar a realização, na Câmara dos Deputados, de seminário promovido pelo Centro de Estudos e Debates Estratégicos sobre direitos sociais e trabalhistas no contexto da pejotização, destacando o tema como relevante para o debate legislativo.

    Palavras-chave oficiais: Presidente,Estados Unidos,Ofensa,Papa Pejotização,Precarização do trabalho,Direito do trabalho

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    O SR. MÁRCIO JERRY (Bloco/PCdoB - MA. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Eu nunca imaginei que pudesse vir aqui hoje prestar solidariedade e fazer um desagravo à Sua Santidade, o Papa Leão XIV. A estupidez do Trump é tamanha que consegue dirigir palavras agressivas e ameaçadoras ao Papa, que retrucou, dizendo aquilo que é a sua missão evangelizadora, de defender sempre a paz. Portanto, isso é algo que a gente não pode minimizar, porque é algo de muita gravidade o chefe da maior nação do planeta Terra se dirigir de maneira tão agressiva e ofensiva ao Papa Leão XIV. Queria também, Presidente Charles Fernandes, registrar que, neste momento, acontece, num plenário da Casa, um seminário muito importante sobre os direitos sociais e trabalhistas no processo de pejotização, um debate de muita relevância, feito pelo Centro de Estudos e Debates Estratégicos da Casa.
  • 14/04/2026

    O Deputado manifestou repúdio às declarações preconceituosas, racistas, agressivas e injustas de Renan Santos, pré-candidato à Presidência da República. Destacou que problemas sociais existem em diversas regiões do País e condenou suas críticas dirigidas à comunidade do Coroadinho, em São Luís (MA). Ademais, manifestou solidariedade aos moradores da localidade, ressaltando sua relevância social e cultural.

    Palavras-chave oficiais: Discurso político,declaração,Pré-candidato a cargo eletivo,Partido Missão (MISSÃO),Presidência da República,São Luís (MA),solidariedade,Cidadão

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    O SR. MÁRCIO JERRY (Bloco/PCdoB - MA. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Jandira Feghali, boa tarde. É uma alegria falar sob vossa Presidência neste momento, em um dia muito festivo para nós do PCdoB, que receberemos aqui o nosso companheiro Inácio Arruda. Pegando um gancho no que falou meu colega da bancada do Maranhão Deputado Hildo Rocha, eu queria registrar o meu veemente repúdio às palavras preconceituosas, agressivas e absurdas desse que almeja ser Presidente da República, esse tal Renan. Em qualquer lugar do Brasil, infelizmente, ainda encontramos disparidades sociais, problemas sociais. Não foi justo o que ele fez com a nossa honrada comunidade do Coroadinho, lá em São Luís. Foram ditas palavras muito preconceituosas, palavras injustas. Eu deixo aqui um abraço fraternal a toda aquela comunidade, a todos aqueles que fazem aquela região muito viva na ilha de São Luís. Viva o Coroadinho! Abaixo os racistas e preconceituosos, como esse Renan!
  • 08/04/2026Breves Comunicações

    O Deputado criticou a atual Gestão do Governo do Maranhão e relatou denúncias relacionadas à condução política e administrativa no Estado. Relembrou avanços em políticas públicas durante gestões anteriores, ao mencionar melhorias nas áreas de saúde, educação, segurança alimentar e agricultura familiar. Também afirmou que haveria práticas de perseguição política e uso da máquina pública contra adversários. Por fim, informou que apresentou representação à Justiça sobre os fatos e citou manifestação do Ministério Público sobre a gravidade das denúncias.

    Palavras-chave oficiais: Maranhão,Governador,gestão,Perseguição política,Denúncia,Deputado federal,Ministério público,atuação

    Ler a transcrição oficial
    O SR. MÁRCIO JERRY (Bloco/PCdoB - MA. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Otoni e Presidente Charles — neste momento nós estamos na transição da Presidência da sessão. Deixo um abraço muito especial aos que nos acompanham agora no Brasil inteiro e, em particular, no meu querido Estado do Maranhão. É com o coração repleto de Maranhão que eu venho hoje a esta tribuna para, com muita indignação, relatar fatos que ocorrem em nosso Estado. O Maranhão, na última década, viveu experiências muito importantes, a partir de 2014, quando o povo maranhense pôs fim a uma estrutura oligárquica patrimonialista e elegeu Flávio Dino como Governador daquele Estado. A partir dali ocorreram momentos muito bons na vida do povo maranhense, com mudanças importantes nas políticas públicas; com mudanças importantes na estruturação do sistema de saúde, do sistema educacional e do sistema de segurança alimentar, em apoio à agricultura familiar; e com avanços fundamentais na segurança pública. Portanto, houve avanços inegáveis em todas as áreas das políticas públicas. Foram avanços tamanhos que, em 2018, o então Governador Flávio Dino foi reeleito para o segundo mandato, novamente, em primeiro turno. E, com mais avanços importantes, em 2022, conseguiu montar uma chapa que, mais uma vez, foi eleita em primeiro turno. Tínhamos, portanto, deixado um legado muito importante, que permanece no Maranhão. Mas o que de lá para cá aconteceu, Presidente, foram situações deploráveis, lamentáveis, vergonhosas: cenas de traição política e de traição ao povo do Maranhão; cenas para tentar reinstituir um Governo de família, patrimonialista, corrupto, como é o Governo de Carlos Brandão, que envergonha o povo maranhense; cenas de violência política, de perseguição a adversários, de utilização da máquina pública, inclusive da segurança pública, como aqui já denunciamos outras vezes eu e o Deputado Rubens Pereira Júnior, para intimidar, para coagir, para ameaçar, e, dessa forma, conseguir se manter no Governo. Nós estamos nos insurgindo contra tudo isso, para fazer com que se passe a limpo o Maranhão; para fazer com que se passe a limpo, neste ano de 2026, a política do Governo do Estado. Assim, poderemos ter momentos virtuosos importantes como vivemos em passado recente. Quero, por fim, Sr. Presidente, lembrar que, como resultado desse estado de coisas, nós, recentemente, fizemos uma representação à Justiça, e a Procuradoria-Geral da República manifestou-se sobre isso. Ao não acatar o pedido principal do nosso partido, o PCdoB, Presidente Charles Fernandes, a Procuradoria-Geral da República — e retransmito as palavras — manifesta-se sobre o que acontece em nosso Maranhão: "Como já afirmado, alguns dos fatos noticiados pelo PCdoB são inegavelmente graves e reclamam a devida apuração para eventual responsabilização dos envolvidos na seara cível (improbidade) e penal". Esse é o estado da arte, esse é o estado de coisas que temos no Estado. E é isso que nós estamos combatendo e trazendo aqui em relação ao Maranhão e ao Brasil. São denúncias graves dos desatinos, dos crimes, da irresponsabilidade cometida por este traidor chamado Carlos Brandão. Obrigado, Presidente.
  • 08/04/2026

    O Deputado destacou a realização de sessão solene no Senado Federal em alusão ao Dia Mundial da Saúde, por iniciativa conjunta com a Senadora Ana Paula Lobato. Ressaltou a importância do Sistema Único de Saúde e mencionou avanços na gestão federal na área. Também registrou o lançamento do Vade-mécum da Saúde 2026, com informações voltadas ao fortalecimento do SUS. Por fim, relembrou ações adotadas no Maranhão durante a pandemia sob gestão estadual anterior e criticou a condução atual da saúde no Estado, ao apontar descontinuidade de políticas públicas.

    Palavras-chave oficiais: Dia Mundial da Saúde,Sessão solene,Senado Federal,Legislação,Sistema Único de Saúde (SUS),fortalecimento Maranhão,Saúde,Política pública,continuidade

    Ler a transcrição oficial
    O SR. MÁRCIO JERRY (Bloco/PCdoB - MA. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, boa tarde. Muito obrigado. Hoje pela manhã, no Senado Federal, por iniciativa da Senadora Ana Paula Lobato e também por minha iniciativa, foi realizada uma sessão solene alusiva ao Dia Mundial da Saúde, comemorado ontem. Ali nós pudemos mostrar uma vez mais a importância do Sistema Único de Saúde e relatar os avanços importantes que temos tido na saúde pública no Brasil, em todo o território nacional, na gestão do Presidente Lula. Contamos também com a presença do Secretário-Executivo do Ministério da Saúde, Adriano Massuda, representando o Ministro Alexandre Padilha. Durante a sessão, foi lançado o Vade Mecum da Saúde 2026, uma iniciativa muito importante da Senadora Ana Paula Lobato. Ali estão reunidas as informações essenciais, fundamentais, imprescindíveis para que a gente possa, a cada dia, fortalecer o Sistema Único de Saúde e assegurar saúde de qualidade e universalizada. Isso o SUS está levando a todos os rincões da nossa Pátria, do nosso Brasil. Portanto, aquele foi um momento muito importante. Também pude relembrar ali, junto com o ex-Secretário de Saúde do Maranhão, o Deputado Estadual Carlos Lula, o que fizemos sob a gestão do ex-Governador Flávio Dino, no combate aos efeitos da Covid-19, no aprimoramento da saúde, na construção de uma potente rede estadual de saúde, que realmente fez a diferença. Infelizmente, Presidente, lamentamos muito que todos esses progressos obtidos na saúde, com essa rede tão importante, estejam hoje, pela negligência, pela irresponsabilidade, pela incapacidade do Governador Carlos Brandão, sendo completamente destruídos. Há no Maranhão uma situação muito grave, que se parece com a de um paciente cujo problema é identificado, recomenda-se um tipo de tratamento, mas esse tratamento é descontinuado. O problema do sistema foi diagnosticado, o sistema foi aprimorado, mas hoje está, infelizmente, abandonado pela irresponsabilidade do Governador Brandão. Obrigado, Presidente.
  • 08/04/2026Homenagem

    O Deputado discursou na Sessão Solene do Congresso Nacional destinada à comemoração do Dia Mundial da Saúde e ao lançamento do Vade Mecum da Saúde 2026. Na oportunidade, destacou a importância do Vade Mecum como instrumento para fortalecer políticas públicas e melhorar a efetividade do sistema de saúde. Além disso, prestou homenagem aos profissionais de saúde e defendeu o Sistema Único de Saúde (SUS), afirmando que sua relevância foi comprovada durante a pandemia. Ressaltou experiências positivas na saúde do Maranhão, especialmente durante a gestão estadual anterior, com ampliação da rede pública e bons resultados no enfrentamento da Covid-19. Aproveitou para criticar a descontinuidade dessas políticas no Estado. Por fim, apontou aumento recente de investimentos federais na saúde maranhense, com obras e repasses, e reforçou a necessidade de aperfeiçoamento contínuo do sistema para garantir o direito à saúde.

    Palavras-chave oficiais: Sessão solene,Congresso Nacional,Dia Mundial da Saúde,Publicação especializada,Saúde,Livro jurídico,lançamento,Sistema Único de Saúde (SUS),Pandemia do Coronavírus,Maranhão,Saúde pública,Rede pública de saúde,Administração estadual,Deputado federal,Pronunciamento parlamentar,Política de saúde

    Ler a transcrição oficial
    O SR. MÁRCIO JERRY (Bloco/PCdoB - MA. Para discursar. Sem revisão do orador.) - Bom dia a todos, bom dia a todas. É com imensa alegria e honra que participo deste evento. Quero parabenizar, de início, a Senadora Ana Paula Lobato pela condução dos trabalhos desta sessão. Fica a gratidão também por ter me convidado para que pudéssemos fazer conjuntamente esta sessão solene tão importante, tão significativa. Cumprimento todos os membros da Mesa: o Sr. Cristian Morales, da Opas, que está aqui conosco; nosso querido amigo de longa data Adriano Massuda, Secretário-Executivo do Ministério da Saúde; a Sra. Sandra Mara Campos Alves, da Fundação Oswaldo Cruz; meus colegas Parlamentares do Maranhão Carlos Lula, ex-Secretário de Saúde do Estado do Maranhão; Othelino Neto, ex-Presidente da Assembleia do Maranhão; Ricardo Rios e Júlio Mendonça. Eu queria, neste momento, iniciar fazendo uma saudação muito especial à Senadora Ana Paula pela tão importante iniciativa do Vade Mecum da Saúde 2026. Ele seguramente será um instrumento fundamental, indispensável, um guia essencial para que a gente possa, todos os dias, olhar os caminhos pelos quais nós poderemos alcançar uma política pública de saúde cada vez mais efetiva, cada vez melhor, ao conjugar este verbo já aqui pronunciado, que é o de cuidar. Ter cuidados com o povo brasileiro é fazer com que a saúde pública possa, a cada dia, ter uma performance melhor na garantia do direito humano à saúde. Então, parabéns, Senadora! Isto aqui é um instrumental valioso para todos os que estão empenhados nesta missão. Em segundo lugar, quero fazer uma menção e uma referência especialíssima também aos profissionais da saúde no Brasil inteiro. São esses profissionais que, todos os dias, cotidianamente, fazem valer este sistema de saúde tão desafiador que é o Sistema Único de Saúde. E, ao fazer referência a esses profissionais, quero dizer algo que dissemos muito nos últimos anos — e aqui eu pronuncio de maneira muito enfática: Viva o SUS! (Palmas.) Lembro que em 2019 havia aqui no Parlamento brasileiro — eu, na Câmara dos Deputados, pude contestar muito esta versão — a ideia de que o SUS tinha sido ultrapassado, de que ele não atendia mais aos seus propósitos, de que era preciso repensá-lo, de que era preciso extingui-lo, etc. e tal. Infelizmente, veio uma catástrofe, uma pandemia, e os mesmos que diziam, em seus editoriais e jornalões do Brasil, que era preciso rever o SUS começaram também a pronunciar esta frase "viva o SUS", que acabamos de pronunciar também aqui, mais uma vez. Isso mostra a vitalidade, o acerto, a correção que é o Sistema Único de Saúde em nosso País. Portanto, parabéns ao SUS e parabéns àqueles que fazem o SUS todos os dias! Quero, por fim, fazer também uma referência muito especial, Senadora Ana Paula, àquilo que V.Exa. já manifestou. Os nossos corações e mentes estão sempre postos para o Brasil, mas é evidente que, como maranhenses, sempre colocamos uma referência muito especial e carinhosa no nosso Estado do Maranhão. Vejo aqui compondo a Mesa o nosso companheiro Carlos Lula, que foi Secretário de Saúde do Governo Flávio Dino. Ali nós pudemos vivenciar o momento de afirmação do que é uma política pública de saúde, uma rede potente de saúde pública, com hospitais macrorregionais, com policlínicas, com a Clínica Sorrir, enfim, um conjunto muito arrojado, complementar de saúde pública para o povo maranhense. E tivemos os melhores resultados do Brasil — Adriano Massuda já até escreveu sobre isso — no combate aos efeitos da pandemia da Covid-19. Então, no Maranhão, nós tivemos a menor taxa de mortes, de óbitos, daquele período. E tivemos um resultado muito importante graças ao empenho do Secretário Carlos Lula, graças ao empenho e à determinação do nosso então Governador, hoje Ministro do Supremo Tribunal Federal, Ministro Flávio Dino, que, aliás, esses dias proferiu uma magnífica palestra na Universidade Federal do Maranhão sobre o direito constitucional à saúde para estudantes que estavam ingressando na residência médica. Esse evento foi uma verdadeira aula magna sobre este direito humano constitucionalizado no nosso País, que é o direito à saúde. Portanto, fica aqui também o registro desse momento. Enquanto a Senadora Ana Paula falava, eu me lembrava da metáfora de um paciente. Se você diagnosticar um problema num paciente, uma enfermidade, você identificará o caminho para tratá-lo. Mas, se você descontinuar o tratamento, aquela enfermidade voltará e se agravará. Nós vivemos, infelizmente, hoje — permitam-me um parêntese —, depois de um período de grandes avanços na saúde pública do Maranhão, uma lamentável descontinuidade — eu não poderia deixar de registrar isto aqui —, que faz com que a gente tenha perdas. A gente lamenta muito que isso ocorra, porque um sistema que foi erigido agora está fragilizado. E, ao mesmo tempo, quero agradecer muito, mas muito mesmo, ao Ministro Alexandre Padilha, ao Presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Nunca antes na história se investiu tanto, a partir do Governo Federal, ao mesmo tempo, na saúde do Maranhão como se investe agora: construção de policlínicas, de UBS, repasses extraordinários para a saúde. Enfim, há um conjunto imenso de ações. Eu queria, em referência a este Dia Mundial da Saúde, que agora celebramos aqui também, fazer esse recorte do nosso querido Estado do Maranhão. Parabéns, Senadora Ana Paula! Parabéns a todos os profissionais da saúde! Agradeço a vocês todos porque valorizam este momento e colocam o tema da saúde no lugar que tem que estar sempre, porque é um tema de prioridade. Como sabem os profissionais, quanto mais a gente aperfeiçoa a saúde, mais a gente tem que aperfeiçoá-la. É um desafio permanente, é um desafio que todos os dias nós temos para construir, realmente, a garantia efetiva, cotidiana, universal do direito humano à saúde. Viva o Dia Mundial da Saúde! Parabéns, Senadora Ana Paula! E viva o SUS!
  • 25/03/2026

    O Deputado destacou a autorização de funcionamento de um novo campus do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IFMA) no Município de Colinas (MA). Atribuiu a iniciativa ao Ministério da Educação, liderado por Camilo Santana, e à gestão do reitor Carlos Cesar. Também mencionou a presença do IEMA, implantado na Gestão do ex-Governador Flávio Dino, e afirmou que a ampliação da rede fortalece a oferta de ensino público e oportunidades para a população local.

    Palavras-chave oficiais: Colinas (MA),Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IFMA),Campus universitário,ampliação,Instituto Estadual de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IEMA),Ex-governador

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    O SR. MÁRCIO JERRY (Bloco/PCdoB - MA. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Que coincidência boa que, na tribuna, Presidente, esteja agora o Deputado Ricardo Galvão, porque é um assunto sobre ciência e tecnologia! Gostaria de parabenizar o Ministério da Educação, o Ministro Camilo, o Reitor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão — IFMA, o Prof. Carlos Cesar, porque, ontem, foi autorizada a portaria de funcionamento do campus do IFMA lá na minha querida cidade natal, Colinas, no Sertão do Maranhão. Então, Colinas já tinha um Centro de Referência do IFMA, e agora passa a ser um campus do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão, o que vai consolidar a minha cidade como polo educacional. A cidade já tinha recebido antes o Instituto Estadual de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão, o IEMA, que foi inaugurado à época pelo ex-Governador Flávio Dino. Agora nós temos o IEMA, temos o IFMA e temos, portanto, a oportunidade de dar educação de qualidade para os filhos do povo. Parabéns ao Ministro Camilo Santana e ao Reitor, o Prof. Carlos Cesar! Muito Obrigado, Presidente.
  • 25/03/2026Breves Comunicações

    O Deputado denunciou ações ilegais e uso indevido da estrutura do Estado no Maranhão, ao atribuir ao Governo Estadual práticas de perseguição a adversários políticos e constrangimento de agentes públicos. Ainda sobreo assunto, afirmou que o ambiente político sofreu retrocessos e apontou ameaças ao funcionamento democrático. Também relatou pressões sobre empresários, Prefeitos e Parlamentares, ao associar tais condutas a um projeto de poder familiar. Criticou ainda a tentativa de instaurar CPI contra o Vice-Governador Felipe Camarão, ao classificar a medida como instrumento político. Finalizou convocando as forças democráticas e a sociedade a reagirem em defesa da democracia e do livre exercício da atividade política.

    Palavras-chave oficiais: Governador,Maranhão,Ilegalidade,Perseguição política,Democracia,Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI),Vice-governador,Poder familiar

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    O SR. MÁRCIO JERRY (Bloco/PCdoB - MA. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Presidente Charles Fernandes. Cumprimento aqui os colegas Parlamentares e os que nos assistem pelas redes da Casa. Em outubro do ano passado, eu ocupei esta tribuna, e, no mesmo dia, o Deputado Rubens Pereira Júnior, também do Maranhão, para denunciar as ações ilegais, imorais, delinquentes, comandadas pelo Governador do Estado, Carlos Brandão, e por seu irmão, o já famoso, agora megaempresário, sabe-se lá como, Marcos Brandão. Pois, novamente, as mesmas ações, Presidente, estão ali acontecendo: a instrumentalização ilegal — absurdamente ilegal — do aparato do Estado, de um aparato, inclusive, da segurança pública, para tentar constranger, ameaçar adversários políticos. Trata-se de uma contaminação, como nunca se viu no Maranhão, do ambiente político. São situações de barbárie política, de perseguição explícita a adversários políticos, de negação do jogo democrático e republicano, que deve nortear a ação política. Portanto, há ali um retrocesso absurdo, lamentável, que repudiamos com muita energia, com muito vigor, e seguiremos combatendo firmemente. O Governador Carlos Brandão, neste momento, nada faz de positivo na agenda institucional, porque está ocupado, dia e noite, noite e dia, em perseguir o seu Vice-Governador, Felipe Camarão, do Partido dos Trabalhadores, os Deputados Estaduais, a nossa bancada de Deputados Federais, enfim, aqueles que se insurgem com coragem contra esse estado de coisas tão lamentável que hoje ocorre no Maranhão. O Maranhão, senhores e senhoras, em passado recente, superou uma forma de governo familiar, oligárquica, e instituiu um regime realmente democrático, com oportunidades para todos, com uma oxigenação do ambiente político, com respeito à atividade política. Sob o comando, à época, do ex-Governador Flávio Dino, o Maranhão viveu momentos muito bons, muito virtuosos. Infelizmente, aquele que o sucedeu colocou o Maranhão nessas páginas absolutamente vergonhosas. Quero aqui dizer ao Brasil, chamar a atenção para o Maranhão, para que haja uma reação a isso. Todos os dias, eu ouço reclamações de empresários que são extorquidos, que são fraudados, que são roubados — para usar a palavra que melhor define isso. Todos os dias, eu ouço reclamações de Vereadores, de Prefeitos, que também são chantageados, são ameaçados, para seguir o projeto de poder familiar, patrimonialista, liderado por Carlos Brandão e por seu irmão Marcos. E é para proteger esse estado de coisas que inventaram — ou tentaram reinventar — oligarquias no Maranhão, porque o Governador hoje trabalha de manhã, de tarde e de noite para tentar viabilizar o projeto de fazer seu sucessor o próprio sobrinho, sem que tal sobrinho, até hoje, tenha dado qualquer demonstração de capacidade ou de atributos para almejar, para disputar, para se colocar como candidato ao Governo do Maranhão. Eu trago, mais uma vez, essas denúncias e faço uma conclamação muito veemente aos maranhenses todos e às maranhenses todas. Nós não vamos aceitar esses retrocessos. Não ficaremos calados diante da utilização do aparato do Estado para perseguir adversários políticos, para agredir o exercício da política democrática. Não nos silenciaremos diante das arbitrariedades de Carlos Brandão e dessa verdadeira organização cheia de problemas criminosos que ele instituiu em nosso Estado. Portanto, é um momento de combate, e nós convocamos as forças democráticas, os movimentos sociais, aqueles que têm apego à democracia para que possamos superar este momento tão ruim da nossa história, protagonizado pelos desatinos, pelos desacertos, pelos crimes políticos cometidos pelo Governador do Estado. E quero, por fim, Presidente, deixar uma palavra de solidariedade ao Vice-Governador Felipe Camarão, que vem sendo vítima de perseguição pelo Governador. E essa perseguição é tão absurda que hoje, sem fato determinado, resolveram abrir uma CPI para investigar o Vice-Governador. Sr. Presidente, ontem o Governador chamou ao Palácio 24 Deputados — 23 compareceram — para obrigá-los, sob tacão, a assinar um requerimento de CPI, que já é a CPI da vergonha no Estado do Maranhão. Portanto, é esse estado de coisas que eu trago como denúncia e, ao mesmo tempo, como conclamação do povo do Maranhão e como manifestação de que esses atos serão respondidos sempre à altura. Nós vamos combater em defesa do Maranhão, em defesa da democracia e em defesa do livre exercício da atividade política em nosso Estado. Obrigado, Presidente.
  • 25/03/2026

    O Deputado registrou a passagem dos 104 anos de fundação do Partido Comunista do Brasil, ao relembrar sua criação em 1922, no Rio de Janeiro. Em seguida, destacou a trajetória histórica da legenda na defesa dos direitos do povo, da classe trabalhadora, da soberania nacional e da democracia, com ênfase em um projeto nacional de desenvolvimento. Além disso, mencionou lideranças que marcaram o partido ao longo das décadas, como Astrogildo Pereira, Luis Carlos Prestes, Maurício Grabois, Marighela, Lamarca, João Amazonas, e Renato Rabelo. Por fim, afirmou continuidade da atuação política do partido na defesa da Pátria e de um país mais justo.

    Palavras-chave oficiais: Aniversário de fundação,Partido Comunista do Brasil (PC do B),Homenagem,Participação política,Democracia,Direitos do trabalhador,Soberania nacional,Liderança partidária

    Ler a transcrição oficial
    O SR. MÁRCIO JERRY (Bloco/PCdoB - MA. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, em 25 de março de 1922, no Rio de Janeiro, foi fundado o Partido Comunista do Brasil, partido que eu tenho a honra de integrar. Nesse longo percurso de 104 anos, o partido, o tempo inteiro, defendeu e defende os direitos do povo, os direitos da classe trabalhadora, a soberania nacional, a democracia, enfim, um país melhor e justo para todos. Hoje, quando celebramos os 104 anos de fundação do PCdoB, orgulhamo-nos muito dessa trajetória. É um partido que coloca sempre como horizonte organizativo a defesa de um projeto nacional de desenvolvimento. E eu vou fazer aqui uma referência àqueles que, ao longo desse percurso de mais de 1 século, defenderam essas causas e mantiveram erguidas essas bandeiras. De Astrojildo Pereira, no início do nosso partido, passamos por Luís Carlos Prestes, por Maurício Grabois, por Marighella, por Lamarca, por João Amazonas, por Renato Rabelo, por muitos e muitos heróis da nossa Pátria que ergueram a bandeira do PCdoB e fizeram dele não apenas o partido mais antigo da história brasileira, mas também sempre um dos mais combativos em nosso País nessa longa trajetória. Portanto, viva o PCdoB pelos seus 104 anos! Seguiremos lutando muito em defesa da Pátria. Obrigado.
  • 18/03/2026

    O Deputado destacou a assinatura da ordem de serviço para a construção de três novos campi do Instituto Federal do Maranhão (IFMA), nos Municípios de Chapadinha (MA). Mencionou a presença do reitor e de diretores da instituição em Brasília (DF) e apontou o investimento como estratégico para expandir vagas e fortalecer o ensino técnico e superior. Também parabenizou o Ministério da Educação e o Governo Federal pela medida voltada ao desenvolvimento educacional do Maranhão.

    Palavras-chave oficiais: Chapadinha (MA),Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IFMA),ampliação,Governo federal,Congratulação,Campus universitário

    Ler a transcrição oficial
    O SR. MÁRCIO JERRY (Bloco/PCdoB - MA. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Presidente Charles Fernandes. O Maranhão hoje, com muita alegria, assiste à assinatura da ordem de serviço para a construção de três novos campi do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão — Ifma no Estado. O Reitor da instituição, Prof. Carlos Cesar, e mais quarenta diretores dos vários campi do Ifma estão aqui hoje em Brasília. Daqui a pouco, essas ordens de serviço serão assinadas e contemplarão os Municípios de Chapadinha, Amarante do Maranhão e Balsas, um incremento fundamental na oferta de educação de qualidade para a juventude do Estado do Maranhão. Dessa maneira, a gente vai ampliar bastante a oferta de vagas de uma educação de excelência. Quero aqui parabenizar toda a comunidade do Ifma, o Prof. Carlos Cesar, o Ministro Camilo Santana. Mais uma vez, o nosso muito obrigado ao Presidente Lula por essa página tão importante para a educação do Brasil e do Maranhão. Muito obrigado.
  • 11/03/2026Breves Comunicações

    O Deputado registrou a presença da Vereadora Awju Krikati, de Montes Altos (MA), destacando a representação da juventude na política local. Em seguida, contestou declarações de que haveria perseguição contra o grupo do Governador Carlos Brandão. Criticou a condução do Governo Estadual e afirmou que houve ruptura com o projeto político iniciado no Estado durante a gestão de Flávio Dino. Também apontou denúncias de patrimonialismo, desvio de recursos e uso do aparato estatal para pressionar adversários políticos e empresários. Ademais, acrescentou que aliados do Governador teriam levado à tribuna versão diferente dos fatos. Ao concluir, defendeu mobilização política para retomar políticas públicas e um projeto voltado a toda a população maranhense.

    Palavras-chave oficiais: Governo estadual,Maranhão,Governador,Perseguição política,Patrimonialismo,Política pública,Oposição política Saudação,Vereadora,Montes Altos (MA)

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    O SR. MÁRCIO JERRY (Bloco/PCdoB - MA. Sem revisão do orador.) - Boa tarde, Presidente. Boa tarde aos que nos acompanham pelas redes da Casa. Registro, para orgulho nosso, a presença da Vereadora Awju Krikati, lá do Município de Montes Altos, no nosso Maranhão. Essa jovem Vereadora, de apenas 21 anos, bem representa o povo de Montes Altos. Um grande abraço a toda a população de Montes Altos! Presidente, eu quero me ater a um assunto importante que se passa no Estado do Maranhão. Nesses dias passados, um colega Parlamentar esteve ocupando a tribuna para falar de supostas ameaças e perseguições feitas contra o grupo do Governador Carlos Brandão. Isso é um deslavado equívoco — não vou usar outra expressão para falar sobre este caso. O que se passa no Maranhão, infelizmente, é um estado de degradação institucional, promovido pelo Governador Carlos Brandão. Ele foi eleito num processo de renovação da política do Maranhão, num processo virtuoso, de grandes avanços. Ele foi recebido por um grupo político forte, coeso, unido, transparente, com perspectiva de futuro, que o fez Governador. No entanto, ele resolveu implodir tudo isso para tentar erguer — no lugar desse processo que vinha acontecendo desde a posse do ex-Governador Flávio Dino no primeiro mandato — um projeto familiar de poder no Maranhão. Esse projeto familiar ficou marcado, vergonhosamente, por um inédito processo de desvio de recursos, de denúncias muito graves, de patrimonialismo institucional no Estado do Maranhão. Isso é lamentável. Isso é uma traição histórica a todo esse processo. E o mais grave: o Governador terceirizou o Governo para o seu irmão, que quer fazer do próprio filho, o sobrinho do Governador, o próximo Governador do Maranhão — não o fará, pela força do povo. O que a gente vê é um misto de ameaças, de coerção, de perseguição, de uso ilegal e criminoso do aparato do Estado para tentar intimidar adversários políticos. Isso é o que, lamentavelmente, nós estamos vendo hoje no Estado do Maranhão. O comandante de tudo isso, desses absurdos, é o próprio Governador Carlos Brandão. Ele obriga alguns colegas Parlamentares a virem aqui dizer o contrário: que ele é vítima de perseguições. Não há perseguição alguma ao Governador. O que nós temos pleiteado sempre é que haja a retomada das políticas públicas fundamentais, que botaram o Maranhão no rumo certo. Nós queremos que haja um Governo para todas as famílias do Maranhão, não apenas para uma família que se locupleta, que, a olhos vistos, todos os dias, aumenta o seu patrimônio, compra fazendas, compra isso, compra aquilo, numa ação verdadeiramente acintosa. Nós lamentamos muito que isso esteja ocorrendo no Estado do Maranhão. Em face disso, temos nos organizado, procurado alternativas que sejam democráticas para o Estado, que sejam capazes de retomar aquele ciclo de mudanças que nós inauguramos com a eleição de Flávio Dino, em 2014, e com a sua reeleição, em 2018. Portanto, por mais que o Governador despache aliados para virem aqui desinformar sobre inexistentes casos de perseguição, o que há de verdade no Maranhão é um processo liderado pela família do Governador Brandão de ameaças, de intimidação, de coerção, de chantagem, não só aos políticos, mas também a muitos empresários. Por onde a gente anda no Maranhão hoje, ouve reclamação desse estado de coisas. Faço este esclarecimento em resposta a quem vem aqui trazer desinformação sobre inexistentes perseguições ao Governador. Não há! O que há é perseguição do Governador a quem ousa — como ousamos — levantar a voz contra esse lamentável estado de coisas que tem sido dirigido por ele e por sua família. O Maranhão é muito maior do que isso. O povo maranhense já derrotou oligarquias no passado recente e vai derrotar esse novo projeto oligárquico, que é liderado pelo Governador Brandão. As vozes do Maranhão estão se levantando e vão novamente escrever uma bela página de respeito ao povo do Maranhão, de respeito ao Maranhão de todos nós.
  • 03/03/2026

    O Deputado registrou o lançamento do livro Desconstruindo o atraso brasileiro: por que o Brasil ainda não é o que pode ser, de autoria do Deputado Emanuel Pinheiro Neto. Destacou que a obra apresenta reflexões sobre os desafios históricos e estruturais do País e reúne pesquisa e referências sobre o desenvolvimento nacional. Informou que o livro traz contribuições para o debate público e pode ser acompanhado por Parlamentares e pela sociedade interessada em discutir caminhos para o Brasil. Afirmou que a produção intelectual de integrantes do Parlamento fortalece o ambiente de reflexão e formulação de ideias na Casa. Também parabenizou o autor pela publicação.

    Palavras-chave oficiais: Livro,Economia,Deputado federal,Elogio

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    O SR. MÁRCIO JERRY (Bloco/PCdoB - MA. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, muito obrigado. Agradeço também aos nossos colegas que estão na tribuna agora. Faço um registro, com muita alegria, sobre a produção intelectual de um colega Parlamentar, o Deputado Emanuel Pinheiro Neto, que lança, neste momento, um livro muito provocativo, muito instigante, chamado Desconstruindo o atraso brasileiro: por que o Brasil ainda não é o que pode ser. Eu tenho certeza de que esse livro será muito apreciado pelos colegas Parlamentares, pela sociedade, porque ele traz reflexões importantes, lúcidas, com muita pesquisa, com muita referência. Trata-se de uma obra densa no seu conteúdo, mas de uma leveza imensa para a sua leitura. Portanto, acho que é motivo de alegria. Na condição de Presidente do Centro de Estudos e Debates Estratégicos aqui da Câmara dos Deputados, regozijo-me, fico muito feliz com a produção intelectual de colegas nossos. Quero saudar e parabenizar o nosso colega, Deputado Emanuel Pinheiro Neto. Obrigado, Presidente.
  • 24/02/2026Breves Comunicações

    O Deputado celebrou os 94 anos do voto feminino e apontou a sub-representação das mulheres nos espaços de poder, inclusive no Congresso, defendendo uma maior participação feminina na política. Também defendeu o fim da escala 6 por 1 e cobrou mobilização da sociedade para pressionar o Parlamento pela mudança na legislação trabalhista. Afirmou que a maioria da população apoiava a proposta e classificou a medida como avanço para a classe trabalhadora. Ademais, rebateu críticas ao Presidente Lula e declarou apoio ao Governo Federal, destacando ações de reconstrução nacional, fortalecimento da democracia e retomada de políticas públicas. Finalizou sustentando que o projeto político atual teria continuidade após 2026.

    Palavras-chave oficiais: Voto da mulher,Representatividade feminina Jornada de trabalho,redução,Trabalhador,Legislação trabalhista Governo federal,Presidente da República,Partido dos Trabalhadores (PT),Democracia,Eleição

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    O SR. MÁRCIO JERRY (Bloco/PCdoB - MA. Sem revisão do orador.) - Presidente Charles Fernandes, muito obrigado. Meus cumprimentos aos colegas aqui no plenário, aos que nos acompanham pelos meios de comunicação da Casa e, muito especialmente, ao meu querido povo do Maranhão. Em primeiro lugar, quero celebrar esta data, em que completa 94 anos o voto feminino. Ao mesmo tempo, entretanto, quero fazer referência ao fato de que, infelizmente, há ainda, nos espaços de poder, nos espaços da política, uma sub-representação do poder feminino. Este Plenário é um exemplo disso, porque o Congresso tem uma representação de mulheres muito aquém daquilo que precisamos para que a nossa representação, de fato, reflita a presença das mulheres na sociedade e a capacidade que elas têm de exercer todas as atividades plenamente. Presidente, eu gostaria também, neste momento, de fazer novamente referência a algo que é central na pauta de que nós queremos tratar nos próximos dias e semanas: o fim da escala 6 por 1. Infelizmente, a gente vê, Ministro Patrus Ananias, manifestação de partidos políticos com representação aqui na Casa já antecipando votos contrários ao fim da escala 6 por 1. É muito importante que o povo brasileiro preste atenção neste fato. Eu tenho certeza, tenho convicção plena de que a imensa maioria do nosso povo é favorável a esse avanço da legislação trabalhista. Nós precisamos nos associar a experiências que se realizam no mundo inteiro tendentes ao fim da escala 6 por 1. Hoje, mais cedo, eu lembrei que sempre que há uma mudança favorável à classe trabalhadora, favorável ao nosso povo, há quem queira colocar nela um defeito, como se ela nos levasse um passo atrás, quando, na verdade, significa vários e vários passos adiante. Então, é importante que o povo brasileiro se atente bem para que a gente dialogue com o Parlamento e para que a gente aprove no Congresso Nacional, a partir da Câmara, do fim da escala 6 por 1. Por fim, Presidente, àqueles que dizem que é preciso não ter vergonha na cara para defender o Presidente Lula, eu respondo, dizendo que é por ter vergonha na cara — para manter o linguajar chulo que a pessoa usou — que a gente defende o Governo do Presidente Lula. São 3 anos e quase 2 meses de trabalho intenso de reconstrução nacional, de garantia da plena liberdade e da democracia brasileira, de reerguimento de políticas públicas fundamentais na saúde, na educação, nos direitos do povo. Enfim, a gente tem hoje um conjunto vigoroso, forte de ações do Governo do Presidente Lula. Os membros da Oposição que gritam contra o Presidente Lula podem anotar: em 2026, o trabalho vai continuar e, a partir de 2027, igualmente, esse trabalho vai continuar, porque é um Governo aprovado pela maioria do povo brasileiro. Esse povo vai se mobilizar para que a gente possa dar continuidade a esse ciclo importante e virtuoso do nosso País, comandado pelo Presidente Lula e por sua equipe. Parabéns ao Presidente Lula e à sua equipe! Vamos seguir lutando sempre em defesa do povo brasileiro, em defesa do Brasil. Obrigado, Presidente.
  • 24/02/2026

    O Deputado criticou declarações do Presidente do União Brasil, Antonio Rueda, e do Presidente do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, que anunciaram mobilização de suas bancadas para impedir a tramitação e aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 8, de 2025, que extingue a escala 6x1. Destacou que as manifestações dos referidos líderes partidários são contrárias aos avanços em favor dos trabalhadores e comparou a resistência atual à redução da jornada de trabalho à oposição histórica à abolição da escravatura e à instituição do salário mínimo. Por fim, defendeu o fim da escala 6x1 como conquista trabalhista relevante e declarou que a bancada do Partido Comunista do Brasil (PCdoB) atuará unida para garantir a aprovação da proposta.

    Palavras-chave oficiais: declaração,Presidente,União Brasil,Partido Liberal (PL),Atuação parlamentar,Bancada parlamentar,Proposta de Emenda à Constituição,redução,Jornada de trabalho,Direito do trabalho,Partido Comunista do Brasil (PC do B),Trabalhador,Política trabalhista

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    O SR. MÁRCIO JERRY (Bloco/PCdoB - MA. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, hoje o Presidente do União Brasil, Antonio Rueda, e o Presidente do PL, Valdemar Costa Neto, disseram que vão mobilizar suas bancadas para travar a tramitação, a votação e a aprovação da PEC que encerra, no Brasil, a escala 6 por 1. Atenção, Brasil! Este é um debate fundamental. Esta posição é a expressão da visão de um pedaço da elite brasileira que é contra tudo aquilo que beneficia os trabalhadores e as trabalhadoras, o que é importante, portanto, para o País. Assim se deu lá trás, Presidente, na abolição da escravatura, quando apareceram aqueles que diziam que ela ia atrapalhar o País. Quando se instituiu o salário mínimo, apareceram aqueles que diziam que isso ia atrapalhar o País. Esta é a expressão de uma mesma corrente que, o tempo todo, se manifesta contra avanços na legislação. Neste caso, há um avanço importante na legislação trabalhista do nosso País. Eu tenho certeza de que a imensa maioria do povo brasileiro está aguardando, com muita expectativa, que esta Casa estabeleça definitivamente o fim da escala 6 por 1. Nossa bancada está unida para lutar até o fim, para que consigamos esta grande vitória para o Brasil. Obrigado.
  • 24/02/2026

    O Deputado celebrou a retomada dos trabalhos legislativos e agradeceu ao Presidente Lula e ao Ministro da Saúde Alexandre Padilha por ações no Maranhão. Destacou o anúncio de duas policlínicas em Balsas (MA) e Chapadinha (MA), que também receberam Institutos Federais de Educação. Informou ainda a viabilização de policlínicas em Codó (MA), São Luís (MA) e Timon (MA). Por fim, afirmou que as medidas representam ações estruturantes na saúde e na educação e integram a reconstrução do País.

    Palavras-chave oficiais: Presidente da República,Ministro de Estado da Saúde,Maranhão,Política de saúde,Saúde pública,Policlínica,Balsas (MA),Chapadinha (MA),Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (Instituto Federal),Codó (MA),São Luís (MA),Timon (MA),Política educacional

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    O SR. MÁRCIO JERRY (Bloco/PCdoB - MA. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, boa tarde. Muito obrigado. É uma importante volta aos trabalhos hoje aqui da Casa, e eu já aproveito para, uma vez mais, agradecer ao Presidente Lula e ao Ministro Padilha, da Saúde, pelas ações muito importantes realizadas em meu Estado, o Maranhão. Ontem, anunciaram mais duas ordens de serviços fundamentais: mais duas policlínicas serão construídas no Estado, uma na cidade de Balsas e outra, do outro lado do Maranhão, na cidade de Chapadinha. Inclusive, Presidente, essas duas cidades também já foram contempladas com Institutos Federais de Educação. Essas são ações estruturantes na educação e na saúde. As policlínicas já estão também sendo viabilizadas lá nos Municípios de Codó, de São Luís e também de Timon. Portanto, é um conjunto imenso de realizações que alcançam o Maranhão pelas mãos do Presidente Lula neste momento de reconstrução do nosso País, tão exitosamente conduzido pelo nosso Presidente. Parabéns a ele! Muito obrigado.
  • 26/11/2025Breves Comunicações

    O Deputado destacou a sanção do Presidente Lula ao projeto que isenta do Imposto de Renda quem ganha até 5 mil reais e reduz a tributação para quem recebe entre 5 mil e 7.350 reais, classificando a medida como justiça tributária e cumprimento de promessa de campanha. Celebrou também o funcionamento das instituições democráticas, afirmando que as prisões relacionadas às tentativas de golpe, incluindo a do ex-Presidente Jair Bolsonaro, refletem a aplicação rigorosa da lei. Concluiu exaltando a democracia e o sistema de Justiça brasileiro.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Isenção tributária,Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (IRPF),Trabalhador,Renda,Sanção presidencial,Justiça tributária Poder Judiciário,Democracia,Prisão,Ex-presidente da República,Tentativa (crime),Golpe de Estado (crime)

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    O SR. MÁRCIO JERRY (Bloco/PCdoB - MA. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Presidente. Dois assuntos me trazem à tribuna do Plenário Ulysses Guimarães nesta quarta-feira. O primeiro deles é a sanção do Presidente Lula ao projeto de lei da isenção de Imposto de Renda para quem ganha até 5 mil reais e da diminuição da alíquota desse tributo para quem ganha entre 5 mil reais e 7.350 reais. Isso é justiça tributária no Brasil e cumprimento de compromisso programático. O Presidente Lula, na campanha de 2022, disse que tomaria essa medida, e tomou. E esta Casa a aprovou. Muita gente da Oposição fez careta. Houve até quem quisesse jogar a aprovação do projeto de lei para o ano que vem, dizendo que ele impactaria o próximo resultado eleitoral. Ora, o que vai impactar o resultado das eleições não é uma medida, é o conjunto das importantes obras e ações que está fazendo o Presidente Lula nessa jornada de reconstrução nacional, de reconstrução do Brasil. Portanto, é motivo de muita alegria para todos os brasileiros e brasileiras a sanção presidencial desse projeto. E mais uma vez destaco o papel da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, o papel do Congresso Nacional na aprovação da proposta que o Presidente Lula nos encaminhou para que haja, a partir de 1º de janeiro do ano que vem, essa isenção e essa redução da alíquota do Imposto de Renda. O outro assunto, Presidente, é uma celebração, é a celebração da democracia brasileira. Eu não comemoro prisão de ninguém, mas eu celebro a democracia, eu celebro quando o sistema de Justiça age eficazmente, quando a Constituição e as leis são rigorosamente cumpridas, quando o nosso sistema de Justiça apura com rigor técnico, quando a Polícia Federal apura, quando o Ministério Público Federal consistentemente apresenta denúncias e, neste caso, quando o Supremo Tribunal Federal avalia e aplica a lei. Infelizmente, o ex-Presidente Jair Bolsonaro, nos 4 anos em que ocupou a Presidência, desonrou-a gravemente, e, além disso, tentou, ao final do seu Governo, liderar um golpe de Estado no Brasil. Isso tudo é reprovável aos olhos do Brasil, mas sobretudo é uma agressão à lei, é uma agressão à Constituição. Estamos vendo agora a aplicação da lei com a prisão do Jair Bolsonaro e dos cúmplices dessa armação golpista em nosso País. Portanto, viva a democracia brasileira! Viva o nosso sistema de Justiça! Obrigado, Presidente.
  • 29/10/2025Breves Comunicações

    O Deputado manifestou o apoio da bancada do Partido Comunista do Brasil (PC do B) à recondução de Edvaldo Nilo ao Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) e de Daiane de Lira ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Ademais, expressou solidariedade à população do Estado do Rio de Janeiro e às famílias das vítimas, especialmente policiais, da recente operação, que resultou em mais de 120 mortos. Classificou ainda a ação como desastrosa sob os pontos de vista técnico e humano, ressaltando que o Brasil não adota pena de morte e que há inocentes entre os mortos. Criticou também discursos que atribuem responsabilidade ao Supremo Tribunal Federal (STF), lembrando que a operação foi organizada pelo Governo Estadual e que a Polícia Federal poderia ter sido acionada. Ao final, defendeu a união entre Governo Federal, Estados e Municípios para enfrentar o crime organizado e as facções criminosas com firmeza, mas sem demagogia nem violência desmedida.

    Palavras-chave oficiais: solidariedade,Vítima,Família,Operação policial,Rio de Janeiro (Estado),Pena de morte,Discurso político,Supremo Tribunal Federal (STF),letalidade,Governo estadual,Polícia Federal (PF),Cooperação política,Governo federal,Estado (ente federado),Município,Política de segurança pública,Organização criminosa,Crime organizado Bancada parlamentar,Partido Comunista do Brasil (PC do B),Recondução (eleição),Candidato,Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP),Conselho Nacional de Justiça (CNJ)

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    O SR. MÁRCIO JERRY (Bloco/PCdoB - MA. Sem revisão do orador.) - Deputado Hildo Rocha, bom dia. Bom dia a todos os colegas Parlamentares presentes no Plenário Ulysses Guimarães e a todos que nos acompanham pelas redes da Câmara dos Deputados. Primeiro, quero registrar também o apoio da nossa bancada ao Edvaldo Nilo, que foi reconduzido ao CNMP, e também à Daiane de Lira, reconduzida ao CNJ. Esperamos que ambos continuem fazendo um trabalho realmente em defesa das leis, em defesa da correta aplicação das funções do Judiciário e também do Ministério Público do nosso País. Presidente, hoje é fundamental que a gente coloque algumas questões sobre violência. É preciso que haja sempre ações do Estado enérgicas, contundentes para desmontar e derrotar o crime organizado no Brasil. As facções criminosas, as milícias se associam, infelizmente, a setores da política para perpetrar seus crimes, para se organizar cada vez mais. Uma operação feita recentemente pela Receita Federal, pelo Ministério Público de São Paulo, pelo Ministério Público Federal, pela Polícia Federal e pela polícia de São Paulo mostrou, escancarou a profundidade da organização desse crime na associação do PCC com fintechs. E temos, no momento, páginas lamentáveis no Estado do Rio de Janeiro. Registro a nossa solidariedade ao povo do Rio de Janeiro, às famílias de todas as vítimas, especialmente às dos policiais que estavam em trabalho e foram vítimas nessa operação. Foi uma operação, Presidente Hildo, sob todos os aspectos, desastrada. Não é normal se admitir como correta uma operação que já contabiliza mais de 120 corpos. Há quem chegue aqui e, irresponsavelmente, diga: "Eram corpos só de bandidos". Mesmo que fossem, não há pena de morte no Brasil. Ali há muitas pessoas absolutamente inocentes, como em outras tantas operações desse tipo. Faço esse registro, mas a hora, contudo, não é de fazer demagogia em cima de cadáveres, não é de fazer disputa política em cima de fatos tão graves. A hora é de unir os entes federados, Município, Estado do Rio de Janeiro e Governo Federal, para uma ação firme, capaz realmente de derrotar o crime organizado, mas sem gerar cenas que hoje espantam o Brasil e o mundo. Infelizmente, temos visto essas cenas no Rio de Janeiro, um Estado tão especial para o nosso País, um Estado que merece todo o nosso respeito e solidariedade. Há discursos simplistas, absurdamente simplistas. Há quem venha aqui dizer que a culpa é do Supremo Tribunal Federal. Ora, o que tem a ver o Supremo Tribunal Federal com uma operação organizada pelo Governo do Rio de Janeiro?! Vale dizer que ele deveria ter convocado a Polícia Federal, que vem fazendo um trabalho muito importante de inteligência sobre o crime organizado e as facções criminosas no Rio. Então, é importante também que recuperemos esses fatos para que façamos uma reparação. Nós temos uma situação grave. Nós temos uma ação, sob todos os aspectos, repito, tecnicamente desastrada, humanamente desastrada, que não resolve o problema do combate ao crime organizado e às facções criminosas. Portanto, precisamos chamar todos à responsabilidade, para encontrarmos, sem demagogia, com racionalidade, soluções, caminhos seguros para resolver o problema do crime organizado no Brasil.
  • 28/10/2025

    O Deputado informou que, juntamente com o Presidente Hugo Motta, participou de um seminário do Centro de Estudos e Debates Estratégicos (CEDES) da Câmara, com o tema “Pejotização no Brasil: desafios jurídicos e econômicos para um futuro do trabalho inclusivo e sustentável”, que contou com a presença de autoridades como o Ministro Augusto César Leite de Carvalho, do Tribunal Superior do Trabalho, e o Subprocurador-Geral do Trabalho, Paulo Vieira. Destacou a relevância do debate e aproveitou para homenagear os servidores públicos pelo seu dia, reconhecendo sua importância na execução das políticas públicas e no atendimento à população.

    Palavras-chave oficiais: Seminário,Presidência. Centro de Estudos e Debates Estratégicos da Câmara dos Deputados (CEDES),Pejotização,Trabalho,Ministro do Tribunal Superior do Trabalho,Subprocurador-Geral do Trabalho Dia do Servidor Público,Homenagem

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    O SR. MÁRCIO JERRY (Bloco/PCdoB - MA. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Lula da Fonte, eu trago dois assuntos. O primeiro é uma informação. Hoje pela manhã, em companhia do Presidente Hugo Motta, nós realizamos um seminário muito importante do Centro de Estudos e Debates Estratégicos da Casa, o Cedes, para debate do tema Pejotização no Brasil: desafios jurídicos e econômicos para um futuro do trabalho inclusivo e sustentável. Além do Presidente Hugo Motta, estiveram presentes o Ministro Augusto César Leite de Carvalho, do Tribunal Superior do Trabalho, e o Subprocurador-Geral do Trabalho Paulo Vieira, do Ministério de Público do Trabalho, entre outros convidados de entidades e instituições da sociedade. Enfim, realizamos hoje um debate muito rico, promovido pelo Cedes. O segundo assunto é uma saudação a todos os servidores públicos do Brasil inteiro, que hoje celebram o seu dia. Renovo o nosso compromisso com todas as categorias do serviço público, essenciais para que o País possa, todos os dias, entregar as políticas públicas que atendem o nosso povo. Viva os servidores públicos e as servidoras públicas do Brasil nesta data especial! Um abraço, Presidente! Obrigado.
  • 22/10/2025Breves Comunicações

    O Deputado denunciou gravações ilegais que teriam sido usadas para coagir aliados e adversários do Governador do Maranhão. Afirmou que o irmão do Governador reconheceu a autenticidade dos áudios, enquanto o Governador Brandão tentou minimizar a situação, alegando que os envolvidos “se fizeram gravar”. Criticou a gestão estadual, apontando abandono de programas sociais como Minha Casa, Minha Vida, falhas na saúde e no sistema de segurança pública, além de concentração de poder e riqueza em estruturas familiares. Avaliou que o Governador traiu a confiança de aliados e do povo maranhense, transformando sua administração em um projeto patrimonialista, e classificou as gravações como imorais e ilegais, refletindo degradação política no Estado.

    Palavras-chave oficiais: Governador,Maranhão,Corrupção,Denúncia

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    O SR. MÁRCIO JERRY (Bloco/PCdoB - MA. Sem revisão do orador.) - Boa tarde, Presidente Charles Fernandes. Boa tarde aos que estão conosco no plenário e aos que nos assistem pelas redes de comunicação da Casa, muito especialmente ao querido povo do Maranhão. É pelo povo do Maranhão que eu volto a esta tribuna hoje, Presidente, para novamente abordar algo grave que está acontecendo no Maranhão. Refiro-me a gravações criminosas de conversas para constranger aliados e tentar coagir e ameaçar adversários do Governador. O assunto voltou hoje com o irmão do Governador, o Sr. Marcus Brandão. É impressionante como ele manda no próprio irmão, no Governador. Muitos perguntam no Maranhão por que o Governador Brandão é refém do irmão, a ponto de levá-lo a cometer sucessivos desatinos. Diz o irmão do Governador sobre os áudios: "O áudio que circula tem o mesmo teor de conversa presencial que manteve comigo". Ele diz que o áudio tem o mesmo teor da conversa que ele manteve com o Deputado Rubens Pereira Júnior. É uma confissão gravíssima de uma gravação absolutamente imoral e ilegal. Como eu disse ontem, isso não é da política, é coisa de bandido. O Governador, em nota toda esquisitona, cheia de problemas, também faz uma confissão gravíssima: "Eu não gravei, meu governo não gravou. Eles se fizeram gravar". O irmão diz que conversou e que o áudio é o mesmo. Já o Governador diz que eles se fizeram gravar. Ora, qual a lógica em alguém se gravar para gerar uma acusação contra si próprio? Isso é ridículo. O Governador ainda diz na nota que, em política, tem que se ter coerência. Governador Brandão, tem que ter coerência, tem que ter decência, tem que ter respeito pela palavra e pelos compromissos, tem que ter respeito pelo povo. O Governador reclama que o grupo político que saiu em 2022 tentou permanecer mandando no Governo dele. É mentira — e mentira deslavada, ele sabe disso. O que se queria dele era que mantivesse o ciclo virtuoso iniciado pelo Governador Flávio Dino em 2015, que cuidasse bem das políticas públicas implantadas naquele período, e não que tivéssemos, como acontece hoje, um descuido absoluto com programas fundamentais, o abandono do Programa Minha Casa, Minha Vida, a desconstrução do sistema de saúde, que, a duras penas, foi construído naquele Estado, e o caos na segurança pública. Enfim, há um descuido geral. No Governo de Brandão só se pensa em manter uma estrutura familiar e patrimonialista, algo que nós tínhamos denunciado ao povo do Maranhão e derrotado. Nesse período, desde que assumiu o Governo, o que mais cresceu no Maranhão foram holdings e outros empreendimentos familiares, lamentavelmente. Eu não trago o assunto aqui com alegria e satisfação, mas com sentimento de frustração, porque Brandão só é Governador porque nós fizemos campanha. Nós tínhamos confiança nele. Jamais acharíamos que haveria essa sequência absurda de erros e de traição ao povo do Maranhão. Presidente, eu concluo dizendo que o Governador Brandão chegou agora a um ponto de degradação total com essas gravações imorais e ilegais. Faltou coerência ao Brandão. Faltou decência ao Brandão. Ele sairá do Governo para um panteão muito ruim: o de maior traidor da política no Maranhão até hoje, porque traiu os que o apoiaram e tentou instituir um projeto familiar de poder, e porque, sobretudo, traiu a confiança da maioria do povo do Maranhão. Portanto, a opinião pública tomou conhecimento agora de mais duas notas: a do irmão do Governador, que confessa o cometimento de uma ilegalidade grave, e a do Governador, meio destrambelhada, que diz que eu, o Deputado Rubens Pereira Júnior e o Diego Galdino “nos fizemos gravar”. Ora, conte outra, porque essa é absolutamente ridícula. Viva o Maranhão!
  • 21/10/2025Breves Comunicações

    O Deputado denunciou uma “arapongagem criminosa” envolvendo o Governo do Maranhão, que teria realizado gravações ilegais contra ele, o Deputado Rubens Pereira Júnior e o Secretário-Executivo do Ministério do Esporte, Diego Galdino. Afirmou que a ação teria coparticipação direta do irmão do Governador Carlos Brandão e possível envolvimento do próprio Governador. Classificou o episódio como um “ato de gangsterismo político” e criticou Brandão por ter se aliado ao bolsonarismo no Estado, usando um de seus representantes para atacar antigos aliados. Lembrou que o Governador foi eleito com apoio de Flávio Dino e Lula, mas agora estaria traindo o legado político que rompeu com as oligarquias locais. Também citou a demissão de Robson Paz, Secretário das Cidades do Maranhão e filiado ao Partido Comunista do Brasil (PC do B), como sinal da incompatibilidade entre o partido e a atual gestão estadual. Encerrando, afirmou que Carlos Brandão “escreve seu nome no pior lugar da política — o da traição”, não apenas aos aliados, mas ao povo do Maranhão, e defendeu investigação pela Polícia Federal (PF) para apurar o caso e punir os responsáveis.

    Palavras-chave oficiais: Candidatura,Escuta telefônica,Governo estadual,investigação,Cargo político,Maranhão,Candidato a cargo eletivo,Política,Administração estadual,Gestão pública,Oligarquia,incompatibilidade,Polícia Federal (PF),Filiação partidária,Partido Comunista do Brasil (PC do B),Acordo político,Governador,Irmão,Secretário executivo,Ministério do Esporte

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    O SR. MÁRCIO JERRY (Bloco/PCdoB - MA. Sem revisão do orador.) - Presidente Charles Fernandes, gravações ilegais, clandestinas, imorais não fazem parte da política. Isso é coisa de bandido. Nesta tribuna, hoje, nós ouvimos a fala indignada, justa e correta do nosso colega Deputado Rubens Pereira Júnior, que é Vice-Presidente do PT e Vice-Líder do Governo. S.Exa. está no terceiro mandato nesta Casa e foi Deputado Estadual no Maranhão, portanto, uma liderança consolidada em nosso Estado. Juntamente comigo e com o Secretário-Executivo do Ministério do Esporte, Diego Galdino, fomos vítimas de uma armação feita pelo Governo do Maranhão, com coparticipação direta do irmão do Governador, mas há suspeita até sobre o próprio Governador Carlos Brandão. Um caso lamentável! Hoje, na tribuna da Assembleia, o Governador designou, para repercutir esses atos indecentes de gangsterismo político, o porta-voz do bolsonarismo no Maranhão. Logo Carlos Brandão, que foi eleito puxado pelas mãos do então Governador Flávio Dino e do então candidato a Presidente Lula, e que hoje usa um bolsonarista para fazer acusações infundadas contra mim, contra o Deputado Rubens Júnior e contra Diego Galdino. Eu me solidarizo com as palavras firmes e fortes do Deputado Rubens Pereira Júnior, reiterando aqui a nossa indignação, Presidente, contra esses atos de retrocesso na política do Maranhão. O Governador Brandão recebeu o Estado do Maranhão das mãos honradas do então Governador Flávio Dino, que construiu uma grande vitória, em 2014, para romper com o poder familiar oligárquico-patrimonialista. E agora, para nosso espanto, infelizmente, vemos o Governador querer reintroduzir no Maranhão exatamente esse poder oligárquico que o povo já repudiou. Para impedir a eleição do atual Vice-Governador, Felipe Camarão, companheiro do PT, o Governador resolveu inventar a candidatura do próprio sobrinho. E, no curso de tentar viabilizar essa candidatura, pratica os atos lamentáveis que são vistos hoje no Estado. Há pouco, recebi o telefonema de Robson Paz, nosso Secretário das Cidades do Maranhão, anunciando o seu desligamento do Governo. Ele entregou o cargo hoje ao nosso partido, o PCdoB, que se reunirá na quinta-feira próxima para ouvir todo o coletivo, mas já se vê a absoluta incompatibilidade da gestão do Governador Carlos Brandão com a nossa visão de mundo, com aquilo que nós construímos para o Estado do Maranhão. Portanto, Presidente, para concluir, eu queria reiterar aquilo que disse ao Deputado Rubens Pereira Júnior. O Governador Brandão está escrevendo o nome dele no pior lugar da política, que é o da traição. E a traição do Brandão não é só àqueles que o elegeram. É mais grave, é mais profunda, é a traição absurda ao povo do Maranhão. E disso não se sai impunemente na política. Por isso, mais uma vez, quero denunciar ao Brasil a ocorrência dessas arapongagens criminosas e manifestar a nossa indignação. Vamos cobrar a reparação, através de investigação, que já foi encaminhada por esta Casa à Polícia Federal, para que a verdade venha à tona e saibamos claramente de todo esse processo de arapongagem para tentar intimidar, coagir e constranger, inclusive, aliados. Mas isso não acontecerá, e seguiremos juntos, firmes e fortes, erguendo a bandeira do Maranhão, de todos nós, contra a traição. Viva o Maranhão!
  • 15/10/2025Breves Comunicações

    O Deputado informou as mudanças promovidas no Brasil sob o Governo Lula, ressaltando avanços como o fortalecimento da democracia, a retomada de programas sociais como o Minha Casa, Minha Vida, os investimentos em ciência, tecnologia e inovação, e a ampliação da rede de institutos federais, com 100 novos campi em todo o País, incluindo três no Maranhão. Ainda, enfatizou a estabilidade econômica, a redução do desemprego e a recuperação do prestígio internacional do Brasil. Por fim, criticou a atuação da extrema direita, classificando-a como desqualificada e ineficaz no trato das questões nacionais, bem como responsável por ataques à democracia e aos seus defensores.

    Palavras-chave oficiais: Governo federal,Partido dos Trabalhadores (PT),fortalecimento,Democracia,retomada,Programa social,Programa Minha Casa, Minha Vida (PMCMV),Investimento,Pesquisa,Ciência e tecnologia,Instituto federal,Universidade,Maranhão,redução,Desemprego,Relações internacionais,Campus universitário Crítica,Extrema direita,Democracia,ineficácia

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    O SR. MÁRCIO JERRY (Bloco/PCdoB - MA. Sem revisão do orador.) - Boa noite, Presidente, Deputado Dr. Zacharias Calil. Boa noite, colegas Parlamentares aqui no plenário da Câmara dos Deputados, nesta sessão. Gostaria, Presidente, de dialogar aqui com quem faz a seguinte pergunta: no Governo Lula, o que mudou no Brasil? Basta ter o mínimo de honestidade na avaliação para perceber que muita coisa mudou, que muita coisa tem sido reconstruída sob o comando do Presidente Lula, a começar pelo compromisso com o fortalecimento da democracia em nosso País e com a defesa da democracia em nosso País; com a volta de programas fundamentais e importantes que levam justiça para milhões de pessoas, como o que garante o direito humano à moradia, o Minha Casa, Minha Vida; com a volta de investimentos fundamentais na ciência, tecnologia e inovação; e com a volta de investimentos importantes nos institutos federais de educação do Brasil. O Brasil, sob o comando do Presidente Lula, está, neste momento, com uma experiência fantástica: tem cem novos campi dos institutos federais em todo o País, três dos quais no nosso querido Estado do Maranhão; economia equilibrada; desemprego com taxas recordes; e o restabelecimento do respeito nas relações com outras nações mundo afora. Portanto, nós temos hoje uma agenda de muita força de desenvolvimento do País, uma agenda que incomoda a Direita brasileira, a extrema direita, porque, em passado recente, eles perderam a oportunidade de, por 4 anos, servirem ao Brasil. Desperdiçaram essa chance e o que fizeram foi só realmente gerar muitos problemas graves para o nosso País. Por fim, Presidente, infelizmente, o que nós vemos aqui é que, de fato, a extrema direita tem um baixo nível na abordagem das questões, nas proposições que trazem, nos ataques recorrentes à democracia, nos ataques recorrentes a quem defende e protege a democracia brasileira, enfim, uma desqualificação absurda. De fato, realmente não há como classificá-la de outro modo, a não ser como uma extrema direita bolsonarista de baixíssimo nível — nem é de baixo nível, eu até superlativo, é de baixíssimo nível. E, ao identificá-la como de extrema direita, o Presidente Lula está também coberto de razão. Obrigado, Presidente.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 17/12/2019 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.