
Nome civil: Marcelo Bezerra Crivella · 69 anos
Bananômetro
89/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 89% dos deputados · média do partido: 76
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 98%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 85%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 86%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 71%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 78%das 745 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 96%das 401 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
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- dep.marcelocrivella@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5218
- Gabinete
- Gabinete 218, Anexo IV, 2º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
98%
Esteve em 382 de 391 sessões
Votou nas votações
85%
Registrou voto em 963 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
1
de 84 projetos apresentados (1%)
Alinhamento com o governo
78%
Em 745 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
59 discursos na tribuna · de 07/02/2023 a 28/05/2026.
- 10/12/2025
O Deputado elogiou o Presidente da República por permitir a votação da dosimetria das penas, lembrando que muitos réus ainda deverão cumprir longos períodos de reclusão. Informou ter apresentado uma emenda aditiva para impedir que réus primários, mesmo com penas ainda elevadas, sejam submetidos a medidas como tornozeleira eletrônica e indisponibilidade de bens, por considerá-las inadequadas. Por fim, fez um apelo para que o Plenário analise sua proposta e parabenizou a Presidência da Câmara por buscar aliviar o sofrimento de muitas famílias.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Dosimetria da pena,Reclusão,Emenda aditiva,Réu primário,Tornozeleira eletrônica,Indisponibilidade de bens
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O SR. MARCELO CRIVELLA (Bloco/REPUBLICANOS - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, hoje nós temos que enaltecer o ex-Presidente da República, que, num gesto nobre, aceitou que se votasse a dosimetria e ainda terá que cumprir, depois da dosimetria, 20 anos de pena. A Débora do batom, após a aprovação do projeto, vai ficar presa entre 3 anos e 8 meses e 7 anos e 5 meses; o pipoqueiro Carlos Antônio vai ficar ainda 1 ano em reclusão; o sorveteiro Otoniel Francisco da Cruz também. Sr. Presidente, eu apresentei uma emenda aditiva eu peço a V.Exa. que consulte o Plenário para ver se os Deputados concordam com ela para que as penas daqueles que são réus primários que, mesmo depois de aprovada a dosimetria, ainda ficarão altas não incluam o uso de tornozeleira eletrônica nem a indisponibilidade dos bens, que são cautelares que não cabem para... (Desligamento do microfone.) O SR. CORONEL ASSIS (Bloco/UNIÃO - MT) - Passemos à orientação, Presidente... A SRA. TALÍRIA PETRONE (Bloco/PSOL - RJ) - Peço a palavra para uma questão de ordem. O SR. MARCELO CRIVELLA (Bloco/REPUBLICANOS - RJ) - Eu peço a V.Exa. que depois consulte o Plenário acerca dessa emenda aditiva, para que ela possa ser votada. Este é o apelo que faço a V.Exa., parabenizando-o por estar dando fim ao sofrimento de tantas famílias. - 25/11/2025
O Deputado declarou que “a anistia chegou”, usando uma fala em tom de poesia para defender que o país faça justiça a seu ver “ampla” diante do que considera injustiças cometidas após o 8 de Janeiro. Citou símbolos usados pela base bolsonarista — como “o batom na estátua”, “a criança sem mãe”, “o vendedor de algodão” e “a idosa com a Bíblia na mão” — para afirmar que ninguém silencia quem, segundo ele, sente a dor desses envolvidos. Ao final, pediu ao Presidente da Câmara que coloque a anistia em votação, argumentando que seria uma forma de “redenção”.
Palavras-chave oficiais: Prisão,Ex-presidente da República,Tentativa (crime),Golpe de Estado (crime),Democracia,anistia,Pauta (processo legislativo),Bíblia,Poesia
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O SR. MARCELO CRIVELLA (Bloco/REPUBLICANOS - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, chegou agora: "A anistia chegou, é a justiça mais ampla. O batom na estátua não apaga a esperança. Uma criança sem mãe, um vendedor de algodão e até uma idosa com a Bíblia na mão. A anistia chegou, a voz do coração. Ninguém silencia quem sente a dor de um irmão". Vamos botar na pauta, Presidente, a anistia e passar no voto nesta Casa a redenção das injustiças cometidas pelo Brasil. Muito obrigado, Presidente. - 18/11/2025Breves Comunicações
O Deputado defendeu a imediata votação do Projeto de Lei nº 2.162, de 2023, de sua autoria, que concede anistia aos participantes das manifestações reivindicatórias de motivação política, ocorridas entre o dia 30 de outubro de 2022 e o dia de entrada em vigor da Lei. Ademais, afirmou que as normas do Poder Constituinte Originário não se submetem a controle judicial e que a concessão de anistia é competência exclusiva do Poder Legislativo. Além disso, recordou que a Assembleia Nacional Constituinte rejeitou proposta que pretendia impedir anistia para crimes relacionados ao Estado Democrático de Direito, o que revela a opção do Constituinte por não vedar esse benefício. Ao final, sustentou que a anistia é a máxima expressão da soberania democrática.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,anistia,Ato antidemocrático,Pauta (processo legislativo),Poder constituinte originário,Controle judicial,Competência exclusiva,Poder Legislativo,Assembleia Nacional Constituinte,Estado Democrático de Direito,Crime,Soberania popular
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O SR. MARCELO CRIVELLA (Bloco/REPUBLICANOS - RJ. Sem revisão do orador.) - Presidente Fred Costa, muito obrigado a V.Exa. Senhoras e senhores, povo brasileiro, peço o registro desta fala para reforçar a necessidade de pautarmos imediatamente o Projeto de Lei nº 2.162, de 2023, de minha autoria, que trata da anistia. Primeiro ponto: há uma orientação firme e histórica do Supremo Tribunal Federal, no sentido de que normas do poder constituinte originário não se submetem a controle judicial Segundo ponto: a concessão de anistia é uma competência exclusiva do Poder Legislativo. O próprio Supremo Tribunal Federal afirmou que nem mesmo ele pode reescrever a Lei de Anistia. Se mudanças da sociedade impuserem revisão, ela será feita ou não por nós, pois nesta Casa reside a soberania popular. Para aqueles que dizem que conceder anistia para crimes de golpe de Estado ou de tentativa de abolição do Estado Democrático e Direito é inconstitucional, a Assembleia Nacional Constituinte já enfrentou esse debate. O Deputado Carlos Alberto Caó, que era do meu Estado, chegou a propor a inclusão da expressão "insuscetível ao benefício da anistia" para esses crimes, e foi rejeitado, no plenário da Constituinte, por 281 a 120 votos. É clara a opção do Constituinte originário de não excluir a concessão de anistia para esses crimes, ainda que fossem de grupos armados, o que não é o caso atual. Isso demonstra, com absoluta clareza, que a arquitetura constitucional jamais quis vedar a anistia a esses delitos. Logo, o PL 2.162/2023, que teve aprovado o regime de urgência, por 311 votos nesta Casa, não afronta a Constituição. Ele cumpre a Constituição, reafirma a vontade consciente e madura do Constituinte de 1988. Terceiro e último ponto: anistia é a máxima expressão da democracia. O poder constituinte é a manifestação soberana do povo brasileiro. Este Parlamento é o guardião da soberania. Por isso, repito, não há democracia sem anistia, não há pacificação nacional sem coragem política, não há Constituição sem respeito ao Constituinte. Sr. Presidente, peço a V.Exa. e às Lideranças que pautem o PL 2.162/2023. Vamos devolver ao povo brasileiro o direito de virar a página e reconstruir a paz social. Muito obrigado, Presidente Fred Costa. - 25/08/2025Homenagem
O Deputado discursou na sessão solene em homenagem aos 20 anos de fundação do Partido Republicanos, recordando a fundação com José Alencar em um ato de fé e renúncia. Destacou a liderança de Marcos Pereira, que fortaleceu o partido nacionalmente, e agradeceu à Igreja Universal pelo apoio inicial. Além disso, reforçou os princípios de idealismo, solidariedade e fé que marcam a trajetória da sigla e afirmou que o futuro está nas mãos das novas gerações, encerrando com a frase de Edir Macedo: “Quem pensa nos outros pensa como Deus”.
Palavras-chave oficiais: Sessão solene,Republicanos (partido político),Homenagem,Aniversário de fundação,Igreja Universal do Reino de Deus (IURD),solidariedade
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O SR. MARCELO CRIVELLA (Bloco/REPUBLICANOS - RJ. Sem revisão do orador.) - Sr. Deputado Hugo Motta, Presidente da Câmara dos Deputados, obrigado. Saúdo o Deputado Marcos Pereira, Presidente do Republicanos; o Ministro Silvinho, Ministro dos Portos. Também saúdo o Governador Wanderlei Barbosa, do bravo Estado do Tocantins; a nossa Deputada Maria Rosas Deus te abençoe! ; a Senadora Damares Alves, nossa irmã do Senado; o Senador Antônio Mecias, que está indo embora agora para o Tribunal de Contas; e o Deputado Gilberto Abramo, meu irmão. Saúdo todos, neste momento de euforia dos 20 anos de trajetória do nosso partido Republicanos. Quero saudar minha esposa querida e, na pessoa dela, todas as lindas mulheres que hoje abrilhantam a Câmara dos Deputados. Deus abençoe vocês todas! O nosso Deputado Vitor Paulo lembrou bem: quando nós nascemos, havia uma expectativa, porque eu liderava a bancada do Partido Liberal, e Zé Alencar era Vice-Presidente da República. Meu Deus do céu! Deixar uma Liderança e colocar em risco a Vice-Presidência na reeleição parecia uma coisa irracional na política, por um partido sem fundo partidário, sem tempo de televisão. O Vice-Presidente foi convidado por todos os grandes partidos para fazer parte deles, porque ele e eu tínhamos decidido sair do PL. Como disse o Deputado Vitor Paulo, José Alencar Gomes da Silva foi no último dia, Deputado Marcos Pereira, no último momento, parece coisa de mineiro nos disse: "Vamos fundar esse partido". Antes de morrer, ele me disse: "Crivella, o nosso partido vai ser grande, porque ele começou com um ato de renúncia, de idealismo e de fé". Tenho certeza de que ele olha a gente agora do céu. Em 2011, o Deputado Marcos Pereira assumiu este partido também como um ato de fé. Ele não tinha mandato, era diretor da TV Record. Está ali o Deputado Cleber Verde, um dos fundadores do partido. Deus o abençoe! O Deputado Marcos Pereira tinha experiência na advocacia, na magistratura, mas conduziu este partido de maneira tão brilhante que, hoje, eu vejo este plenário repleto de Líderes, repleto de homens e mulheres que fazem da vida pública uma coisa honrada, digna e que enobrece o nosso partido e o Brasil. O Presidente disse que, nos próximos 20 anos, os jovens vão assumir. Eu creio nisso. Creio que farão mais do que nós. Creio, também, que nossa memória estará escrita no coração de cada um deles, para que mantenham os princípios da nossa fundação, que repito agora são raros na política: atos de renúncia e de pensamento no próximo. Quero também homenagear a Igreja Universal do Reino de Deus, porque, sem ela, este partido jamais existiria. Foi ela quem nos deu as assinaturas necessárias para sermos o Partido Republicano Brasileiro. (Palmas.) Para finalizar, eu lembro aqui, Senadora Damares, uma frase bonita dita pelo Bispo Macedo e que eu acho que deve ficar no coração de nós todos republicanos. Quem pensa nos outros... (Manifestação no plenário: Pensa como Deus!) Então, vamos pensar como Deus! Vamos ser Republicanos! Deus abençoe a todos! Obrigado, Presidente. - 03/07/2025Breves Comunicações
O Deputado celebrou a absolvição do Bispo Samuel Ferreira, declarada pela Justiça após dez anos de acusações. Também prestou homenagem à Justiça brasileira, classificando a decisão como um ato redentor que confirmou a inocência do líder religioso diante das acusações que, segundo ele, nasceram dos ódios e paixões da vida pública.
Palavras-chave oficiais: Igreja Universal do Reino de Deus (IURD),Bispo,Poder Judiciário,Absolvição
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O SR. MARCELO CRIVELLA (Bloco/REPUBLICANOS - RJ. Sem revisão do orador.) - Eu vim aqui para comemorar uma decisão do Judiciário que, depois de 10 anos, declarou inocente o Bispo Samuel Ferreira. Só quem já passou as angústias das injúrias, calúnias, difamações que nos arrogam os ódios e as paixões da vida pública pode dimensionar a dor que nós passamos. E ele, ainda na sua luta, perdeu a sua companheira fiel na Terra eu diria: no esplendor e também na angústia. Venho aqui, Sr. Presidente, prestar esta homenagem à Justiça brasileira e falar sobre esse ato redentor, que mostrou ao Brasil que esse servo de Deus era inocente... (Desligamento do microfone.) Ele era inocente, Sr. Presidente, de todas as injúrias, calúnias, infâmias que lhe arrogaram, na vida pública, os ódios e as paixões. Muito obrigado. - 02/07/2025
O Deputado manifestou preocupação com a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de aplicar retroativamente uma nova interpretação sobre as sobras eleitorais, alterando a composição da Câmara dos Deputados eleita em 2022. Criticou a cassação de sete mandatos obtidos com base nas regras vigentes à época do pleito, entre eles o do Deputado Gilvan Maximo, do Republicanos. Lamentou a rejeição da proposta do Ministro Ricardo Lewandowski, que previa a aplicação da mudança apenas a partir de 2024, e alertou para os riscos institucionais da retroatividade. Por fim, apelou ao Presidente da Câmara, Hugo Motta, para que articule diálogo com o STF em defesa da segurança jurídica, do Estado Democrático de Direito e da soberania do voto popular.
Palavras-chave oficiais: Decisão judicial,Supremo Tribunal Federal (STF),Eleições,Perda de mandato parlamentar,Câmara dos Deputados,Deputado federal,Republicanos (partido político),retroatividade,Presidente da Câmara dos Deputados,Segurança jurídica,Soberania popular,Estado Democrático de Direito
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O SR. MARCELO CRIVELLA (Bloco/REPUBLICANOS - RJ. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Parlamentares, povo brasileiro, ocupo esta tribuna hoje movido por um profundo sentimento de preocupação com os rumos da segurança jurídica e da estabilidade democrática em nosso País. Recentemente, como é de conhecimento de todos, formou-se maioria no Supremo Tribunal Federal para aplicar, de forma retroativa, a nova interpretação das regras de distribuição das chamadas sobras eleitorais, afetando diretamente a composição da Câmara dos Deputados, eleita em 2022. Com essa decisão, sete Deputados Federais legitimamente eleitos, com votos validados pela Justiça Eleitoral, estão sendo afastados dos seus mandatos. São eles os Deputados: Sonize Barbosa, do PL do Amapá; Professora Goreth; Augusto Puppio; Silvia Waiãpi; Gilvan Maximo, do meu partido; Lebrão, do União; e Lázaro Botelho, do PP do Tocantins. Esses Parlamentares, Sr. Presidente, foram eleitos com base nas regras em vigor no momento do pleito. A mudança da interpretação só veio posteriormente com a nova compreensão do Supremo a respeito da aplicação dos critérios para a distribuição das sobras eleitorais. Inicialmente o próprio Relator da matéria no Supremo, o então Ministro Ricardo Lewandowski, havia proposto que os efeitos da decisão valessem apenas a partir das eleições de 2024, em observância ao princípio constitucional da anterioridade eleitoral, consagrado no art. 16 da Constituição Federal. Essa foi inclusive a posição que prevaleceu, por 6 votos a 5. Contudo, numa reviravolta jurídica, decidiu-se que a modulação de efeitos não teria validade, sob o argumento de que não houve quórum qualificado de dois terços. E, assim, determinou-se a aplicação retroativa da decisão, afetando o mandato dos colegas anteriormente citados. Sr. Presidente, faço aqui um apelo respeitoso à Presidência desta Casa para que sejam envidados todos os esforços políticos e jurídicos cabíveis junto ao Supremo com o objetivo de preservar os mandatos até o final da legislatura, em 2026. Não se trata de proteger pessoas ou partidos, mas, sim, de proteger o processo democrático, a estabilidade das instituições e a vontade soberana do eleitor. É inaceitável que mudanças interpretativas, que não existiam à época da eleição, sejam aplicadas retroativamente para retirar mandatos. Isso gera insegurança para todos os atores políticos e abre precedente perigoso para o futuro da nossa democracia. A democracia se fortalece quando as regras são claras, previsíveis e respeitadas. Por isso, peço que o Presidente Hugo Motta convoque diálogo institucional com o Supremo, com vistas a buscar uma saída que respeite o Estado Democrático de Direito, a segurança jurídica e a soberania do voto popular. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 10/06/2025Homenagem
O Deputado discursou na sessão solene em homenagem ao centenário da Juventude Evangélica Luterana do Brasil (Jelb). Destacou a vinda dos primeiros luteranos (três pastores) ao Rio de Janeiro para formar a França Antártica, a primeira Santa Ceia do Brasil e das Américas. Relatou que esses luteranos, autores da Confissão de Fé da Guanabara, foram perseguidos e mortos pelos jesuítas, tornando-os mártires cuja fé permanece viva até hoje. Ademais, estabeleceu um paralelo da perseguição aos luteranos com a perseguição política sofrida quando se contrariam interesses. Por fim, defendeu a continuidade da missão de honrar a fé cristã e expressou admiração pela Igreja Luterana, mesmo sendo bispo da Igreja Universal, e reafirmou sua inspiração no legado desses pioneiros da fé no Brasil.
Palavras-chave oficiais: Sessão solene,Juventude Evangélica Luterana do Brasil (JELB),centenário,Homenagem,Igreja evangélica
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O SR. MARCELO CRIVELLA (Bloco/REPUBLICANOS - RJ. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Deputado Marcel van Hattem, Presidente desta sessão extraordinária, da qual tive a honra de ser coautor do requerimento. Cumprimento o nobre Deputado Evair Vieira de Melo; o Sr. Luiz Felipe Machado, Presidente da Juventude Evangélica Luterana do Brasil; o Sr. Geraldo Walmir Schüler, Presidente da Igreja Evangélica Luterana do Brasil está aqui conosco nos honrando; o Sr. Tiago José Albrecht, ex-pastor conselheiro e hoje Vereador em Porto Alegre; a Sra. Anne Karolline de Souza Figur, Vice-Presidente de Cultura da Juventude Evangélica Luterana do Brasil; e o Sr. Adriano Chiarani da Silva. Meus queridos irmãos, muito obrigado por vocês comparecerem aqui e honrarem o nosso plenário. O Deputado Sóstenes Cavalcante já falou da primeira igreja no Rio de Janeiro, 200 anos atrás, em Nova Friburgo. Se o Deputado permitir, eu vou voltar um pouquinho para trás. Os franceses dominaram a minha terra, o Rio de Janeiro. Eles fornicavam com as índias, mas queriam ter raça pura. Então, pediram aos luteranos que para cá viessem, e três pastores vieram para formar a França Antártica, a primeira Santa Ceia do Brasil, a primeira Santa Ceia das Américas. A gente olha para os Estados Unidos e vê a formação da igreja cristã lá, que é extraordinária, mas a primeira Santa Ceia feita nas Américas foi na minha cidade, o Rio de Janeiro. Vocês sabem que havia um jesuíta que não concordou com a maneira como aqueles pastores luteranos celebraram a Santa Ceia, achou uma blasfêmia e os acusou. E vocês sabem que eles foram condenados? E vocês acreditam que eles foram mortos? O primeiro sacrifício pelo Evangelho, Deputado Evair, neste País, foi sangue luterano derramado na minha cidade, o Rio de Janeiro, por aqueles heróis que escreveram a Confissão de Fé da Guanabara. Por que os jesuítas os inquiriram? Porque eles fizeram a Santa Ceia com pão comum ora! e usaram vinho sem água. Os jesuítas acharam que, quando feriram Jesus na cruz, jorrou sangue e água. Portanto, a Santa Ceia tinha que ser com sangue e água, e que o pão tinha que ser levedado. Meu Deus do céu, por isso eles foram mortos! Diziam, na Confissão de Fé da Guanabara, que tiveram apenas 3 dias para apresentar a defesa, que a presença de Cristo, quando disse "Este é o meu corpo, este é o meu sangue", era simbólica. A fé é que é importante. Portanto, quando prestamos esta homenagem a essa juventude, quero dizer a vocês que a inspiração para servirem a Deus, para prestarem o sacrifício, para serem perseguidos, injustiçados, Deputado Van Hattem, para serem desprezados, talvez até mortos, tem um princípio lá atrás. Eles não sabiam, quando foram lançados ao mar, que, 500 anos depois, estaríamos prestando homenagem a eles aqui e que a voz deles jamais se apagaria. Hoje, na política, sofremos a mesma coisa. Somos perseguidos eu já fui preso quando contrariamos interesses. E a missão continua de pé, ela nunca se apagará. É assim que, desde a fundação deste País, nós temos procurado honrar o nosso Senhor, a quem amamos e devotamos nossas vidas. Villegagnon foi derrotado, logo depois, pelos portugueses e expulso do Brasil para nunca mais voltar. Mas aqueles homens luteranos deixaram essa fé que hoje está no Evair, no Marcel e em todos nós eu sou da Universal, mas me inspiro neles , para prosseguirmos na nossa missão. Deus abençoe a Igreja Luterana! Deus abençoe o Brasil! Muito obrigado. - 02/06/2025
O Deputado defendeu a inclusão na pauta do requerimento de urgência para o Projeto de Lei nº 2.531, de 2021, que estabelece o piso salarial nacional para profissionais de apoio técnico, administrativo e operacional da educação básica pública. Destacou a importância do trabalho de merendeiros e agentes de educação, mencionando sua experiência como Prefeito do Rio de Janeiro (RJ) para reforçar a relevância desses profissionais no cotidiano das escolas. Também salientou que o pedido atende ao pleito apresentado pelo Movimento Nacional Sindical da categoria, que esteve presente na Câmara dos Deputados.
Palavras-chave oficiais: inclusão,Pauta (processo legislativo),Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Piso salarial,Quadro de pessoal,Cargo técnico,Cargo administrativo,Educação básica
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O SR. MARCELO CRIVELLA (Bloco/REPUBLICANOS - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Presidente. Nós estamos recebendo aqui na nossa Câmara o Movimento Nacional Sindical dos Profissionais de Apoio, Técnico, Administrativo e Operacional da Educação Básica do Brasil. Nós estamos falando de merendeiro, nós estamos falando de gente muito importante para nós, os agentes de educação. Eles estão nos pedindo, Sr. Presidente, que coloquemos em pauta a urgência do Projeto de Lei nº 2.531, de 2021, que trata do piso nacional para esses profissionais da educação básica pública, que exercem funções de apoio administrativo, técnico e operacional. Eu fui Prefeito do Rio de Janeiro e sei que essas são pessoas extraordinárias para as nossas crianças do ensino fundamental. Faço aqui o apelo, Presidente, para que a gente possa colocar em pauta a urgência do Projeto de Lei nº 2.531, de 2021. Presidente, muito obrigado. - 29/04/2025
O Deputado homenageou a Força Expedicionária Brasileira (FEB) ao relembrar a rendição de 15 mil soldados inimigos às tropas brasileiras em 29 de abril de 1945, nos arredores de Fornovo di Taro, na Itália. Destacou a atuação de mais de 25 mil combatentes brasileiros na Segunda Guerra Mundial, ressaltando tanto o valor militar quanto o impacto estratégico da participação do Brasil no conflito. Citou as perdas humanas sofridas pela FEB e defendeu a preservação da memória dos veteranos, dos quais apenas 43 ainda estavam vivos no País, segundo dados de março de 2025. Informou que o legado da FEB transcendeu ideologias e ajudou a impulsionar a redemocratização do Brasil em 1945.
Palavras-chave oficiais: Força Expedicionária Brasileira (FEB),Homenagem
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O SR. MARCELO CRIVELLA (Bloco/REPUBLICANOS - RJ. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Presidente Icaro de Valmir. Sr. Presidente, Sras. e Srs. Parlamentares, povo brasileiro, subo hoje a esta tribuna para lembrar um dos episódios mais impressionantes por vezes esquecido da nossa história: o dia 29 de abril de 1945, data em que o mundo assistiu à rendição de 15 mil soldados inimigos às tropas da Força Expedicionária Brasileira FEB, nos arredores de Fornovo di Taro, na Itália. Sob o comando do General João Batista Mascarenhas de Morais, os nossos pracinhas, soldados brasileiros corajosos, determinados e patriotas cercaram e derrotaram o que restava da 148ª Divisão de Infantaria Alemã, reforçada por unidades da 90ª Divisão Panzergrenadier e por duas divisões fascistas italianas. Um feito histórico! Um feito brasileiro! A FEB era composta de 25.334 combatentes patriotas, que atuaram de 1944 a 1945 ao lado das Forças Aliadas, libertando cidades, vencendo batalhas decisivas e dando ao mundo a prova inquestionável do valor do povo brasileiro. Mas a nossa contribuição não foi apenas militar. A decisão de entrar na Segunda Guerra Mundial representou também um reposicionamento estratégico do Brasil no cenário internacional. A aliança com os Estados Unidos, firmada durante a guerra, não só consolidou o nosso alinhamento ao lado dos aliados contra o fascismo, como também resultou na construção da Companhia Siderúrgica Nacional, um marco na industrialização do País e no início da modernização das nossas Forças Armadas. Dizia-se na época: "É mais fácil uma cobra fumar um cachimbo do que o Brasil entrar na guerra". Pois a cobra fumou. Isso virou o grito de guerra da FEB, o símbolo bordado no peito dos soldados e a marca indelével da coragem do Brasil diante da tirania. Mas a história da FEB não é feita apenas de glória. Ela também é feita de sacrifício humano. A participação na guerra contabilizou 1.577 brasileiros feridos em combate, 487 acidentados em combate, 658 acidentados fora de combate. Além disso, 457 nunca mais voltaram ao Brasil, morreram nos campos de batalha, 35 ficaram prisioneiros em poder dos inimigos e 23 irmãos desapareceram. Esses números não são estatísticas frias, são vidas, são famílias, são histórias que ecoam até hoje. Nós lhe devemos o respeito de lembrá-los nesta Casa de Leis. Graças ao trabalho minucioso do Censo Permanente da FEB, mantido por associações, como a Associação Nacional dos Veteranos da Força Expedicionária Brasileira e a Associação dos ex-Combatentes do Brasil, conseguimos manter viva essa memória. Segundo o último levantamento, de 1º de março de 2025, ainda temos 43 veteranos da FEB vivos em todo o País. A distribuição por Estados é a seguinte: em São Paulo, temos dez veteranos; no Rio de Janeiro, temos seis; em Minas e no Rio Grande do Sul, temos cinco; em Pernambuco, temos três; em Santa Catarina, Ceará, Paraíba e Paraná, temos dois em cada Estado. Há veteranos, ainda, no Distrito Federal, no Espírito Santo, em Goiás, em Mato Grosso, em Mato Grosso do Sul e no Pará. Esses homens, o mais novo com 97 anos e o mais velho com 107 anos, são testemunhas vivas de um Brasil que enfrentou o fascismo com coragem e muita honra. É justamente por isso que não podemos permitir que o tempo apague a sua memória. Esses heróis, que combateram bravamente as ditaduras de Hitler e Mussolini, voltaram ao Brasil carregando mais do que medalhas, voltaram com o peso simbólico da liberdade. Foi esse peso, essa cobrança silenciosa por coerência, que ajudou a empurrar o Estado Novo para o fim, abrindo caminho para a redemocratização do País ainda em 1945. Afinal, como aceitar que heróis da liberdade voltassem para um Brasil sem liberdade? Hoje, em tempos de polarização e revisionismos perigosos, é nosso dever lembrar que o fascismo foi real, brutal e letal e que a democracia foi conquistada, sim, com sangue brasileiro em solo estrangeiro. A memória da FEB não pertence a um partido nem a uma ideologia, pertence a todos os brasileiros. Que a coragem dos nossos soldados continue a nos guiar! Que a cobra nunca deixe de fumar, sempre que a liberdade estiver ameaçada! Presidente, peço a V.Exa. que coloque o meu pronunciamento no programa A Voz do Brasil. Muito obrigado. - 22/04/2025
O Deputado saudou o Deputado Bebeto, a quem chamou de “grande guerreiro” e referência do Estado do Rio de Janeiro, destacando sua atuação por São João de Meriti (RJ) e desejando-lhe bênçãos em sua trajetória. Em seguida, solicitou a inclusão na pauta da Proposta de Emenda à Constituição nº 5, de 2023, que trata da imunidade tributária concedida a organizações religiosas. Ressaltou que, apesar de haver 23 matérias relevantes em discussão, é essencial que essa proposta também avance no Plenário. Fez um apelo ao Presidente da Sessão e ao Presidente Hugo Motta para que priorizassem a matéria, defendendo seu impacto para a liberdade religiosa no país.
Palavras-chave oficiais: Deputado federal,Rio de Janeiro (Estado),São João de Meriti (RJ),Atuação parlamentar,Saudação Proposta de Emenda à Constituição,Imunidade tributária,Organização religiosa,Liberdade de religião,Pauta (processo legislativo)
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O SR. MARCELO CRIVELLA (Bloco/REPUBLICANOS - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Charles Fernandes, viva a Bahia! Quero saudar V.Exa. e, ao lado, o Deputado Bebeto, grande guerreiro do meu Estado do Rio de Janeiro, de São João de Meriti Deus o abençoe, Bebeto! Presidente, temos 23 matérias importantes na pauta, mas está faltando a PEC 5/2023, que amplia a imunidade dos templos religiosos. Faço este apelo a V.Exa. e também ao nosso Presidente Hugo Motta para que esteja na pauta a PEC 5, da imunidade dos templos religiosos. Muito obrigado, Presidente. - 09/04/2025
O Deputado solicitou que a Proposta de Emenda à Constituição nº 5, de 2023, que trata da imunidade tributária concedida a organizações religiosas, fosse pautada para votação durante a Semana Santa. Informou que a proposta visa fortalecer as instituições religiosas no Brasil, abrangendo diferentes crenças, como católica, espírita e evangélica. Ressaltou que a PEC já havia sido aprovada por unanimidade nas comissões, contava com 336 apoiadores e 43 coautores, incluindo os Deputados Ossesio Silva e Jorge Braz. Defendeu que o fortalecimento da fé no país passa por medidas que reconheçam e valorizem o papel das religiões na sociedade.
Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,Imunidade tributária,Templo religioso
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O SR. MARCELO CRIVELLA (Bloco/REPUBLICANOS - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Meu Presidente, muito obrigado. Eu queria pedir a V.Exa. que, na Semana Santa, a semana mais linda do ano, quando Jesus morreu por nós na cruz, coloquemos em votação a Proposta de Emenda à Constituição nº 5, de 2023, que fortalece as instituições religiosas: católicas, espíritas, evangélicas. Nós precisamos de fé neste País. Peço a V.Exa. que essa PEC seja pautada na segunda ou na terça-feira. Ela já passou por todas as Comissões, foi aprovada por unanimidade, tem 336 apoiadores e 43 coautores, inclusive o Deputado Ossesio Silva e o Deputado Jorge Braz, que estão aqui ao meu lado. Põe em pauta, Presidente! Muito obrigado. - 08/04/2025
O Deputado fez um apelo para que a Proposta de Emenda à Constituição nº 5, de 2023, que trata da imunidade tributária concedida a organizações religiosas, seja pautada durante a Semana Santa. Destacou que a matéria conta com o apoio de 336 parlamentares e 43 coautores, e afirmou que seu objetivo é fortalecer as instituições religiosas, como as igrejas católicas, evangélicas e espíritas; além disso, representa um gesto de reconhecimento ao papel social dessas entidades e contribuiria para valorizar a atuação do Congresso Nacional. Por fim, ao relacionar o tema ao simbolismo da Semana Santa, reforçou o pedido de atenção à matéria por parte da Presidência da Casa.
Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,Imunidade tributária,Organização religiosa,Semana Santa,Pauta (processo legislativo),Religião
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O SR. MARCELO CRIVELLA (Bloco/REPUBLICANOS - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu quero apenas fazer um apelo a V.Exa. Nós estamos chegando à semana mais linda do ano, que é a Semana Santa, quando Jesus morreu na cruz por nós. Presidente, vamos pautar a PEC 5, que fortalece as instituições religiosas católicas, evangélicas, espíritas. Elas precisam do apoio deste Congresso. Presidente, a Semana Santa está chegando! Coloque na pauta é o apelo que eu faço a V.Exa. a PEC 5, com 336 apoiadores e 43 coautores. Esta é a PEC que, eu tenho certeza, vai engrandecer, enobrecer e dignificar o Congresso Nacional. Muito obrigado, Presidente. - 08/04/2025
O Deputado prestou homenagem ao ex-goleiro Manga, ídolo do Botafogo e da Seleção Brasileira, que faleceu recentemente. Declarando-se botafoguense, expressou emoção e tristeza pela perda, destacando o legado do atleta no futebol nacional.
Palavras-chave oficiais: Jogador de futebol,Falecimento,Pêsames
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O SR. MARCELO CRIVELLA (Bloco/REPUBLICANOS - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, muito obrigado. Eu registro, como botafoguense, que hoje nosso coração está estraçalhado de saudade e que o nosso olhar está molhado de lágrimas. Morreu o Manga, grande goleiro do Botafogo e grande goleiro da Seleção. Que Deus o tenha no céu! Muito obrigado, Presidente. - 02/04/2025
O Deputado manifestou apoio ao Conselho Regional de Educação Física do Rio de Janeiro (CREF1), representado pelo Presidente Ernani Contursi e pela Vice-Presidente Eloisa Vilela. Argumentou que a atuação de personal trainers sem formação universitária tem gerado preocupação no setor, representando risco à saúde da população. Por final, defendeu a valorização da categoria e afirmou que o Congresso Nacional deve garantir a regulamentação da profissão e lutar pela definição de um salário-base para os profissionais de educação física.
Palavras-chave oficiais: Conselho Regional de Educação Física (CREF),Rio de Janeiro (RJ),Personal trainer,Formação acadêmica,Congresso Nacional,Regulamentação profissional,Salário base
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O SR. MARCELO CRIVELLA (Bloco/REPUBLICANOS - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Parabéns, Presidente. Muito obrigado. Eu quero mandar um abraço para o nosso mestre Ernani Contursi, que é o Presidente do Conselho Regional de Educação Física do Rio de Janeiro, o CREF1, e também para a Vice-Presidente Eloisa Vilela. Eles estão muito preocupados. Por quê? Porque, na área de educação física, precisamos de professor, de pessoa que tenha formação, que esteja registradas no Conselho Regional de Educação Física, e personal trainers sem formação universitária estão atuando nessa área. Isso é um risco para a saúde das pessoas. Quero parabenizar o Ernani e a Eloisa por essa luta. E nós, no Congresso Nacional, vamos velar pela profissão de vocês. Inclusive, estamos lutando pelo salário-base. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 27/02/2025
O Deputado manifestou o apoio do Partido Republicanos ao Projeto de Lei nº 3.124, de 2023, de autoria do Deputado Pompeo de Mattos, que institui diretrizes, estratégias e ações para o Programa de Atenção e Orientação às Mães Atípicas “Cuidando de Quem Cuida” e institui os Centros Especializados de Proteção Especial às Mães Atípicas e dá outras providências. Ademais, destacou a necessidade de valorização e cuidado das mães com filhos com deficiência.
Palavras-chave oficiais: Republicanos (partido político),Projeto de lei ordinária,Programa de Atenção e Orientação às Mães Atípicas,Mãe,Assistência psicossocial
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O SR. MARCELO CRIVELLA (Bloco/REPUBLICANOS - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Presidente Hildo, do Maranhão. Presidente, está na pauta da semana que vem um projeto do nobre Deputado Pompeo de Mattos, do Rio Grande do Sul: o Projeto de Lei nº 3.124, de 2023, que trata da implantação do programa Cuidando de quem Cuida. Esse projeto é para nós valorizarmos as mães dos autistas, das pessoas com Síndrome de Down, das pessoas com deficiência mental, e dar-lhes assistência psicossocial, além de colocá-las na frente dos programas socioassistenciais. Essas mãezinhas são um tesouro do Brasil e precisam do nosso apoio. Eu quero parabenizar o Deputado Pompeo por nos trazer a atenção a este grande projeto: Cuidando de quem Cuida. Está aqui o apoio do Republicanos estou falando em nome do meu partido a esse grande projeto. Muito obrigado, Presidente. - 26/02/2025
O Deputado propôs mudanças no Código de Processo Penal e na Lei de Abuso de Autoridade para garantir que o Ministério Público inclua em suas denúncias, provas exculpatórias que possam inocentar o investigado. Acrescentou que, muitas vezes, essas provas são omitidas, prejudicando a defesa dos acusados e influenciando juízes e a opinião pública. Argumentou que o Ministério Público deve agir com imparcialidade, assim como a magistratura, e que sua função não deve ser meramente a de um "escritório de advocacia de acusação", citando o caso Brady vs. Maryland, nos EUA, onde se estabeleceu a obrigação de compartilhar provas favoráveis ao réu. Por fim, defendeu que promotores que omitirem essas provas devem ser punidos com multas e até prisão, para evitar injustiças no sistema judiciário.
Palavras-chave oficiais: Investigado,Direito à ampla defesa,Código de Processo Penal (1941),Lei de Abuso de Autoridade (2019),Ministério público,imparcialidade,Magistratura,Acusação,Réu,Promotor de Justiça,Multa,Prisão,Poder Judiciário
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O SR. MARCELO CRIVELLA (Bloco/REPUBLICANOS - RJ. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Querido Presidente Altineu Côrtes, meus companheiros e todos que nos acompanham pela TV Câmara e pela Rádio Câmara, hoje eu venho à tribuna para tratar de um assunto de muita importância, venho fazer um apelo, através de uma iniciativa legislativa, aos bravos membros do Ministério Público do nosso País, para que nós mudemos o Código de Processo Penal e também a lei que trata dos crimes de abuso de autoridade. Sras. e Srs. Deputados, senhoras e senhores telespectadores, o que nós pretendemos com essa mudança na lei é que o Ministério Público, no sagrado dever de investigar, não tire da denúncia provas exculpatórias que porventura tenha achado durante a investigação. Uma investigação pode ter 50 mil, 70 mil, 80 mil páginas, com buscas e apreensões de celulares, com mensagens de um indiciado para outro. No final, depois de meses, às vezes de anos de investigação, o Ministério Público apresenta a sua denúncia à autoridade. Essa autoridade não vai ter como ler 80 mil, 100 mil páginas, então se baseia na denúncia do Ministério Público. E quantas e quantas vezes nós temos encontrado nos autos provas exculpatórias que não se encaixam na narrativa da denúncia do Ministério Público! Elas são retiradas, são esquecidas. Deixam por conta da defesa encontrá-las, deixam por conta do juiz. Mas até que ponto essa denúncia, que é página de jornal, que aparece na televisão e nas mídias sociais, não destrói, eu diria, a personalidade daquele cidadão que passou a ser, nas páginas da denúncia, culpado por aquilo que não fez? Este projeto meu está de acordo com o Estatuto de Roma foi incorporado, em 2002, à legislação brasileira , para que a verdade dos fatos, para que o alargar do inquérito e todas as provas pertinentes à determinação da responsabilidade criminal sejam incluídas. O Ministério Público tem as garantias da magistratura. Ele não é uma advocacia de acusação. Ele é um ente do Estado. É pago com recursos públicos, de tal maneira que cabe a ele também a sagrada imparcialidade do sistema judiciário. Parece óbvio que o poder investigatório do Ministério Público deve servir também para a absolvição de inocentes. Tal circunstância colocará o Ministério Público ao patamar de uma magistratura, porque lhe impõe a obrigação de ser imparcial, do mesmo modo que um juiz deve se conduzir com imparcialidade. Isso quer dizer que o Ministério Público ou bem se comporta como uma magistratura, ou se comporta simplesmente como uma advocacia pública, como um escritório de advogados de acusação. A pergunta é: se fazem assim, mereciam ter as garantias constitucionais de uma magistratura? Sr. Presidente, é com coragem e desprovido de paixões que este argumento deve ser levado às últimas consequências, à luz do princípio republicano. É cômodo ter as mesmas garantias e vantagens dos juízes e estar dispensado da crise de consciência diante de um caso difícil: "Ora, ficou em dúvida? Acuse. Não tem provas suficientes? Acuse. É para isso que você é pago. Deixe que o juiz resolva. Ele que se vire". É claro que não pode ser assim. Na regra geral, o Ministério Público não procede desse modo, mas trágicos episódios estão hoje a envergonhar o sistema judiciário brasileiro. Há episódios em número relevante que justificam a construção de blindagens ao agir estratégico do órgão acusador. Basta seguirmos o que acontece em países democráticos e adiantados. Veja-se que o direito do common law é cantado em prosa e verso no Brasil. Pois, então, por que não usar o que acontece nos Estados Unidos, como ficou estabelecido no caso Brady versus Maryland, no qual a acusação foi obrigada a entregar à defesa eventuais evidências que exoneravam o réu? Isso não denigre, não tira, eu diria, a grandeza do Ministério Público. Pelo contrário, isso o dignifica, honra e engrandece. Sr. Presidente, faço aqui este apelo para que a lei seja cumprida e também para que sejam estabelecidas penas de multa e penas de prisão para aqueles promotores que tirarem da acusação provas exculpatórias encontradas nos autos. Muito obrigado. - 25/02/2025
O Deputado defendeu e pediu apoio ao Projeto de Lei nº 634, de 2025, de sua autoria, que altera o artigo 313 do Decreto-Lei nº 3.689, de 3 de outubro de 1941 (Código de Processo Penal), para limitar a prisão preventiva de réus primários aos casos de flagrante delito.
Palavras-chave oficiais: Deputado federal,Autor (proposição legislativa),Projeto de lei ordinária,Código de Processo Penal (1941),Prisão preventiva,Réu primário,Prisão em flagrante
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O SR. MARCELO CRIVELLA (Bloco/REPUBLICANOS - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado pela deferência. Sr. Presidente, apresentei um projeto aqui que, tenho certeza, vai corrigir um horror que existe na vida pública brasileira e do qual fui vítima. A partir de agora, Sr. Presidente, prisão preventiva de réu primário só em flagrante. Chega de ver réu primário sendo colocado na prisão para fazer delação, para inventar história, para contar mentira e depois sair de lá. Sr. Presidente, só haverá prisão preventiva de réu primário, a partir deste projeto de lei, se houver o flagrante. Peço o apoio de todos os meus companheiros. Muito obrigado, Presidente. - 25/02/2025
O Deputado destacou a importância do pronunciamento do Presidente da Casa, afirmando que suas palavras deveriam ser registradas nos Anais do Parlamento por abordarem os ideais de esperança e liberdade. Defendeu que a função da Casa não deve ser de radicalização ou confronto, mas de luta pelos valores sagrados que unem os Parlamentares. Expressou confiança de que, com a liderança e a orientação divina, o Brasil alcançaria os objetivos expostos no discurso. Encerrou sua fala reafirmando apoio ao Presidente da Câmara e sua determinação em buscar o que é melhor para o País.
Palavras-chave oficiais: Presidente da Câmara dos Deputados,Pronunciamento,Elogio,Processo legislativo,Atuação parlamentar
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O SR. MARCELO CRIVELLA (Bloco/REPUBLICANOS - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, ainda há tempo. Eu queria apenas dizer que o pronunciamento de V.Exa., Deputado, deve ser escrito nos Anais desta Casa porque aponta para os horizontes sem fim da esperança, da liberdade. E esta Casa tem um papel fundamental, não de radicalizar, não de brigar, mas de lutar por esses ideais que, como o senhor disse, são sagrados e que nós todos, ao seu lado, vamos conquistar. Que Deus, nessa estrada ensolarada que o senhor tem à sua frente, com a nossa liderança, possa guiá-lo todos os dias nas suas decisões, e que alcancemos aquilo que o senhor, neste discurso tão lindo, falou para o Brasil! Muito obrigado, Presidente. - 20/02/2025
O Deputado informou ter participado de reunião com a União dos Vereadores do Brasil e apoiou a demanda da entidade por maior participação nas discussões de Propostas de Emenda à Constituição que afetem os Municípios. Defendeu que o Relator seja obrigado a consultar a instituição antes da análise dessas propostas na Câmara. Anunciou que apresentará uma alteração no estatuto para garantir essa medida e ressaltou a importância da colaboração dos Vereadores na construção de soluções para evitar controvérsias legislativas. Ao finalizar, reafirmou seu compromisso com o Presidente da entidade, Gilson, e com a causa municipalista.
Palavras-chave oficiais: participação,União dos Vereadores do Brasil (UVB),Debate,Proposta de Emenda à Constituição,Município,Processo legislativo
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O SR. MARCELO CRIVELLA (Bloco/REPUBLICANOS - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, quero apenas dizer que estive agora na União dos Vereadores do Brasil, e eles fizeram um pleito que acho muito justo. Eles querem que, quando uma PEC que tenha alcance municipal for discutida aqui na Câmara dos Deputados, seja obrigatório que o nosso Relator consulte a União dos Vereadores do Brasil para saber o que eles acham desse assunto. Sr. Presidente, vou propor essa mudança no nosso estatuto. Acho muito importante nós termos a participação desses ilustres cidadãos da política, que são os nossos Vereadores do Brasil inteiro, para nos ajudar na construção da solução pacífica das nossas controvérsias, sobretudo, quando se tratar de um projeto de emenda à Constituição. Aqui fica o meu compromisso com o Presidente Gilson, com a União dos Vereadores do Brasil. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 18/02/2025Breves Comunicações
O Deputado agradeceu ao Advogado-Geral da União por encaminhar ao Ministro do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, um parecer sobre a isenção na folha de pagamento de entidades religiosas e seus membros. Pediu ao Ministro para que o julgamento do tema fosse realizado, buscando uma definição sobre os valores que podem ser recebidos e as isenções aplicáveis a padres, freiras, pastores e bispos.
Palavras-chave oficiais: Advogado-Geral da União,Ministro do Supremo Tribunal Federal,Isenção tributária,Organização religiosa,Freira,Padre,Pastor evangélico,Bispo,julgamento,Igreja evangélica,Igreja católica
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O SR. MARCELO CRIVELLA (Bloco/REPUBLICANOS - RJ. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, utilizarei apenas 30 segundos. Agradeço ao Advogado-Geral da União, que nos recebeu hoje e encaminhou ao Ministro Dias Toffoli a quem faço um apelo parecer que trata da folha de pagamento das entidades religiosas, dos vocacionados, dos padres, das freiras, dos pastores, dos bispos, e do quanto eles podem receber e do quanto terão de isenção na folha de pagamento. Faço um apelo ao Sr. Ministro Toffoli: vamos julgar, Ministro! Vamos resolver essa questão! Muito obrigado, Presidente.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.