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Foto de Marcelo Crivella

Deputado · Câmara

Marcelo Crivella

REPUBLICANOS · RJ

Direitapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Marcelo Bezerra Crivella · 69 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 89 de 100, Cara Bom0406080100

89/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 89% dos deputados · média do partido: 76

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 98%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 85%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 86%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 71%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

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Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 78%das 745 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou

Vota com o próprio partido 96%das 401 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou

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E-mail
dep.marcelocrivella@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5218
Gabinete
Gabinete 218, Anexo IV, 2º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

98%

Esteve em 382 de 391 sessões

Melhor que 78% dos deputadosMédia do partido: 94%

Votou nas votações

85%

Registrou voto em 963 de 1.128 votações nominais

Melhor que 62% dos deputadosMédia do partido: 80%

Iniciativas que viraram lei

1

de 84 projetos apresentados (1%)

6 avançaram · 71 em andamento · 6 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

78%

Em 745 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 43% dos deputadosMédia do partido: 75%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

59 discursos na tribuna · de 07/02/2023 a 28/05/2026.

  • 28/05/2026

    O Deputado homenageou o Presidente da Frente Parlamentar Evangélica e destacou a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição nº 5, de 2023, que trata da imunidade tributária concedida a organizações religiosas, como um marco para entidades religiosas e assistenciais. Além disso, afirmou que a medida ampliaria recursos disponíveis para igrejas e organizações vinculadas a diferentes tradições religiosas, fortalecendo ações sociais voltadas ao atendimento de pessoas em situação de vulnerabilidade. Também ressaltou a importância de iniciativas como creches, asilos e demais obras assistenciais mantidas por instituições religiosas. Por fim, agradeceu aos Parlamentares que apoiaram a proposta e manifestou expectativa pela confirmação da aprovação da matéria, destacando seu impacto para o trabalho social desenvolvido pelas igrejas no País.

    Palavras-chave oficiais: Frente Parlamentar Evangélica,Proposta de Emenda à Constituição,alteração,Constituição Federal (1988),Imunidade tributária,Organização religiosa,Templo religioso,Igreja,Assistência social,Cidadania,Creche,Exoneração tributária,Autor (proposição legislativa)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. MARCELO CRIVELLA (Bloco/REPUBLICANOS - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, está escrito na Bíblia que aquele que é nascido de Deus não sabe de onde vem nem para onde vai. V.Exa. nunca planejou estar sentado nessa mesa presidindo o Congresso Nacional nesse momento supremo, em que o reino de Deus, católicos, espíritas e evangélicos passam a ter recursos, para prestar a missão que Deus disse que coloca o reino em primeiro lugar. "Tive fome e não me deste de comer, tive nu e não me vestiste, tive preso e enfermo e não me visitaste. Senhor, quando é que eu te vi nessa situação?" Eu era aquele desgraçado. E, sob a sua direção, nós das 9 horas da manhã até as 17 horas enfrentamos tantas injúrias, tantas difamações, tantas calúnias, tantas controvérsias. O senhor desceu da mesa, veio aqui e tentou arduamente, com a humildade. Aquilo que Jesus falou "Quando tiver caminho com teu adversário, faz acordo". O senhor desceu daí e tentou acordo. Não houve acordo, não porque não quiséssemos dar a outra face, andar outra milha, dar a túnica e as vestes, tudo que Jesus nos ensinou, por amor ao reino, ao reino de Deus. Quanto é que vai ser o lucro do meu irmão Deputado Gilberto? É um tesouro lá no céu. Nós não somos pastores, nós não temos creche, nós não temos asilo, nós estamos aqui por amor de quem precisa e para nós é Jesus. Então, eu e meus colegas prestamos agradecimento a Deus e reverente homenagem a V.Exa., Presidente da nossa frente, que nos guia como uma luz no horizonte. Deus abençoe o Deputado Gilberto! E que lá, na hora que o senhor abrir aquele painel, a gente possa comemorar junto uma grande vitória pela igreja do Brasil. Muito Obrigado, Presidente.
  • 28/05/2026

    O Deputado celebrou a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição nº 5, de 2023, que trata da imunidade tributária concedida a organizações religiosas. Além disso, afirmou que a medida concretiza princípios previstos na Constituição de 1988 ao estender a desoneração tributária também ao consumo de bens e serviços utilizados por igrejas, creches e obras sociais. Por fim, destacou o papel das instituições religiosas no fortalecimento da família, da cidadania e das ações de assistência social, homenageando os Parlamentares que apoiaram a proposta.

    Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,alteração,Constituição Federal (1988),Imunidade tributária,Organização religiosa,Templo religioso,Igreja,Assistência social,Família,Cidadania,Creche,Exoneração tributária

    Ler a transcrição oficial
    O SR. MARCELO CRIVELLA (Bloco/REPUBLICANOS - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Deus abençoe o meu Presidente da Frente Parlamentar Evangélica, Deputado Gilberto Nascimento, que, com seu exemplo, tem sido uma inspiração para todos nós. Olha, eu quero dizer ao senhor que, no dia 13 de novembro de 2024, nós estávamos para votar esta PEC quando um brasileiro cometeu suicídio na Praça dos Três Poderes — uma fatalidade. Fizemos um momento de silêncio, prestamos homenagem e pesar, e agora, Sr. Presidente, estamos já com 456 Deputados e Deputadas que votaram no segundo turno para uma PEC redentora, uma PEC que vai trazer realmente aquilo que os nossos irmãos constitucionalistas, em 1988, sonharam para o Brasil: que é a igreja imune. Igreja forte é crime fraco; igreja forte é pátria forte, é família forte. Hoje, a imunidade dos templos religiosos vai começar a acontecer, porque ela só incidia sobre os impostos, sobre os tributos que incidem sobre a renda e sobre o patrimônio, mas agora também sobre o consumo. Quando lá na igreja for comprar microfone, instrumentos de som, quando for pagar conta de luz, conta de água, comprar material de limpeza, não se paga mais impostos. Quando na creche for comprar uma geladeira, um fogão, panelas, alimentos, roupa para as crianças, roupa de cama, vai comprar e pagar tudo, mas não se paga mais impostos. E o constitucionalista lá no céu vai dizer: “Poxa vida, aquilo que votamos em 1988, agora esses nobres Deputados e Deputadas estão fazendo se tornar realidade no Brasil”. E repito: as grandes nações do mundo, como Estados Unidos, Alemanha e várias outras que fortalecem suas igrejas, têm o melhor IDH, o maior desenvolvimento. Parabéns ao Congresso. Esta Casa hoje se enobrece, se engrandece e se dignifica, fazendo com que a imunidade dos templos religiosos se torne uma realidade. Deus abençoe o Brasil! Deus abençoe as igrejas!
  • 28/05/2026

    O Deputado defendeu a isenção de produtos e serviços destinados ao culto religioso, esclarecendo que a Proposta de Emenda à Constituiçã nº 5, de 2023, não abrange bens de luxo, como helicópteros ou transatlânticos. Além disso, recordou episódio envolvendo o Deputado Glauber, que teria feito acusações graves sobre o tema e, posteriormente, enfrentou consequências políticas. Por fim, assinalou que a Receita Federal é o órgão competente para julgar e restituir tributos, sendo improvável que aprovasse isenções para aquisições de itens supérfluos.

    Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,Isenção tributária,Imunidade tributária,Culto religioso,Organização religiosa,Bens de luxo,Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil,competência Deputado federal,atuação

    Ler a transcrição oficial
    O SR. MARCELO CRIVELLA (Bloco/REPUBLICANOS - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Eu queria, por favor, tranquilizar o Deputado Pedro Uczai antes que ele tenha um problema cardíaco. Nós não vamos comprar helicóptero, avião, transatlântico, submarino. Por quê? Porque nós estamos falando de isentar produtos e serviços para o culto. Não me consta que um padre, um pastor ou um líder espírita vai comprar um helicóptero para ficar dentro da igreja — tu-tu-tu-tu-tu. Isso é só para o culto. E, olhem, eu quero lembrar aqui uma coisa que aconteceu no dia 13 de novembro de 2024, com todo o respeito ao meu companheiro coestaduano, Glauber. O Glauber veio aqui e falou: "Isso é roubalheira! Vocês vão lavar dinheiro, não sei o quê, blá, blá, blá". Sabem o que aconteceu? O meu amigo Glauber, depois, sofreu um revés duro, triste. Ele ficou fazendo jejum por 10 dias deitado no chão. E, depois, sofreu uma punição e nos deixou durante 6 meses. E eu fiquei pensando: Meu Deus do céu, puxa vida, o Glauber não deveria ter feito tantas acusações, tantas injúrias, tantas infâmias, tanta calúnia! Por quê? Porque essas coisas são frutos que a gente planta e depois vêm, são sementes que a gente planta e dão frutos amargos. Então, eu só quero lembrar isso: não existe compra de nada de luxo. E há outra coisa só para terminar. Quem vai devolver o dinheiro é a Receita. Eu já falei, e o Pedro Uczai sabe disso. Nós temos que obedecer a dez mandamentos, coronel: "Não matarás, não roubarás, não adulterarás", etc., e o pessoal da Receita, a doze: "Não restituirás, não isentarás". Eles é que vão julgar. Você acha que eles vão devolver impostos de quem compra helicóptero, transatlântico ou qualquer coisa de luxo, ou joias, ou coisa desse tipo? Nunca! Muito obrigado.
  • 28/05/2026

    O Deputado estendeu aos Deputados José Airton Félix Cirilo e Vander Loubet a homenagem prestada anteriormente a Parlamentares do PT que apoiaram a Proposta de Emenda à Constituição nº 5, de 2023, que trata da imunidade tributária para organizações religiosas. Além disso, destacou que ambos atuaram como coautores da matéria, reconhecendo a contribuição dos Parlamentares para a elaboração e tramitação da proposta.

    Palavras-chave oficiais: Homenagem,Deputado federal,Partido dos Trabalhadores (PT),Coautor,Proposta de Emenda à Constituição,Imunidade tributária,Organização religiosa

    Ler a transcrição oficial
    O SR. MARCELO CRIVELLA (Bloco/REPUBLICANOS - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Fiz uma homenagem aos que apoiaram, mas também há dois Deputados do PT que são coautores: do Ceará, o Deputado Cirilo, do Mato Grosso do Sul, o Deputado Loubet.
  • 28/05/2026

    O Deputado registrou apoio suprapartidário à Proposta de Emenda à Constituição nº 5, de 2023, que trata da imunidade tributária para instituições vinculadas a templos religiosos. Em seguida, relatou que apresentou e explicou o conteúdo da proposta a diversos Parlamentares, destacando a adesão de integrantes do PT. Além disso, agradeceu nominalmente aos Deputados Rogério Correia, Pedro Uczai, Tadeu Veneri, José Airton Félix Cirilo, Dimas Gadelha e Vander Loubet pelo apoio e pelas assinaturas na proposição. Por fim, afirmou que a colaboração desses Parlamentares contribuiu para o avanço na tramitação da matéria.

    Palavras-chave oficiais: Apoio político,Deputado federal,Partido dos Trabalhadores (PT),Proposta de Emenda à Constituição,Imunidade tributária,Templo religioso,Igreja,Suprapartidarismo

    Ler a transcrição oficial
    O SR. MARCELO CRIVELLA (Bloco/REPUBLICANOS - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Eu quero só fazer um esclarecimento. Quando eu escrevi esta PEC, eu pedi a vários companheiros que apoiassem a nossa PEC e a expliquei para eles. Vários companheiros do PT estiveram ao meu lado. Eu gostaria muito de prestar a eles uma homenagem neste momento que estamos votando: Deputado Rogério Correia, do PT de Minas Gerais; Deputado Pedro Uczai, que eu respeito muito, do PT de Santa Catarina, que assinou comigo esta PEC; Deputado Tadeu Veneri, do PT do Paraná, que assinou também comigo esta PEC; o Deputado José Airton Félix Cirilo, companheiro querido do PT do Ceará, que assinou conosco esta PEC; o Deputado Dimas Gadelha, do meu Rio de Janeiro, de São Gonçalo, um líder muito bacana, também assinou conosco esta PEC; e o Deputado Vander Loubet, do Mato Grosso do Sul. Então, a todos esses Deputados do PT eu quero aqui agradecer, porque assinaram esta PEC, apoiando-a. Muito obrigado, Sr. Presidente.
  • 28/05/2026

    O Deputado homenageou o embaixador do Brasil na Jordânia, Márcio Fagundes do Nascimento, presente na sessão, e destacou o papel decisivo desempenhado pelo diplomata na retirada de brasileiros — em sua maioria turistas religiosos — que se encontravam em Israel durante o conflito no Oriente Médio, com passagens canceladas e sob risco de bombardeios.

    Palavras-chave oficiais: Jordânia,Diplomata,Plenário,Saudação

    Ler a transcrição oficial
    O SR. MARCELO CRIVELLA (Bloco/REPUBLICANOS - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, quero apenas registrar uma presença muito ilustre, o embaixador na Jordânia, Márcio Fagundes do Nascimento, que está aqui ao meu lado, e eu quero ressaltar o papel extraordinário que ele teve por ocasião daquele conflito, quando diversos, centenas, milhares de brasileiros que estavam fazendo excursão a Israel, a maioria religiosa, tiveram suas passagens de volta canceladas. Foram para abrigos aéreos, havia bombardeios ali em Jerusalém, em Tiro, enfim, em Tel Aviv, e nós tivemos que fazer uma saída de Israel alternativa. Por onde? Pela Jordânia. E quem nos ajudou? O nosso embaixador, querido Márcio. Ele hoje está visitando a gente, mas eu gostaria que ficasse registrado nos Anais desta Casa o papel extraordinário que ele teve para a retirada dos brasileiros do conflito do Oriente Médio, que saíram pela Jordânia, viajaram para os Emirados Árabes e de lá voltaram para São Paulo e foram recebidos em Guarulhos pelas famílias eufóricas. Não teria acontecido se não fosse o trabalho extraordinário do nosso embaixador, o embaixador do Brasil na Jordânia, Márcio Fagundes do Nascimento. E que me disse: "Crivella, lá perto de casa, vários mísseis caíram e graças a Deus, Deus nos guardou".
  • 28/05/2026

    O Deputado alertou para os impactos da reforma tributária sobre entidades sem fins lucrativos, explicando que a unificação do ICMS, do ISS, do IPI e da Contribuição sobre o Lucro Líquido no Imposto sobre Valor Agregado (IVA) eliminará, na prática, as imunidades tributárias que essas entidades possuíam sobre renda e patrimônio. Além disso, defendeu atenção especial aos vocacionados — padres e pastores —, que, em sua maioria, recebem baixa remuneração e carecem de proteção previdenciária adequada, citando o modelo espanhol como referência. Por fim, reafirmou o apoio à isenção tributária para instituições religiosas, em discussão, e destacou o exemplo dos Estados Unidos, onde contribuições como dízimo e oferta são dedutíveis do Imposto de Renda.

    Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,Igreja,Templo religioso,Imunidade tributária,Defesa,Reforma tributária,Impacto financeiro Proposta de Emenda à Constituição,Reforma Tributária (2023),Sistema Tributário Nacional,alteração

    Ler a transcrição oficial
    O SR. MARCELO CRIVELLA (Bloco/REPUBLICANOS - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, nós já fizemos uso da palavra nesta discussão, na qual estamos desde as 9 horas da manhã. Faço apelo a todos os nossos companheiros que estão espalhados na vastidão do nosso território para que tenham tempo e também possam se manifestar. São agora um quórum de 364 que já votaram e eu tenho certeza que vamos passar dos 400, se Deus quiser, e vamos tomar uma posição muito responsável. É importante a gente dizer que existe a imunidade dos tempos religiosos no que concerne aos impostos quanto à renda e também quanto ao patrimônio, mas não sobre o consumo, que é o imposto mais importante dentro desse modelo arrecadatório do Governo. E há outra questão, por que nos preocupamos com as entidades sem fins lucrativos? É porque elas têm, sim, imunidade, como disse, sobre a renda e sobre o patrimônio, mas não têm sobre o consumo. E, agora, nós, na reforma tributária, fizemos com que o ICMS, o ISS, o IPI e a Contribuição sobre o Lucro Líquido se transformassem num imposto só, que é o IVA, Imposto Sobre Valor Agregado. Esse imposto vai trazer todos os outros numa alíquota só. Então, aquelas entidades que tinham imunidade sobre a renda, imunidade sobre o patrimônio, agora vão voltar a pagar, porque elas não têm imunidade sobre o IVA, e se vai acrescentar a todas elas. Essa é a preocupação, meu querido Deputado Chico Alencar, que, V.Exa., tenho certeza, já percebeu. As entidades sem fins lucrativos tinham essa imunidade que V.Exa. disse, em todas as vezes que eu o vi no plenário ou na tribuna. Mas agora nós fizemos a reforma tributária e, no IVA, aquelas que tinham imunidade serão cobradas. Olha, meu companheiro, Chico Alencar, elas vão voltar a pagar! O IVA inclui aquelas imunidades antigas. Daí a importância, Chico, de a gente rever isso e fazer com que essa imunidade, na prática, aconteça. Bem verdade que os padres têm, não todos, a maioria tem um salário mínimo. Aqui em Brasília, a situação é melhor, um salariozinho melhor. Pastores, não. Pastor não tem casa do padre. Quando eles envelhecem, se não tiverem feito uma poupança, eles vão pagar aluguel, eles vão ter que pagar o seu sepultamento. De tal maneira que esse povo chamado de – nós temos, aqui no Congresso Nacional, que nos debruçar sobre isso – os vocacionados, nós precisamos tratar deles, precisamos cuidar dessas pessoas. Em outros países como a Espanha, eles têm um tratamento previdenciário completamente diferente, e eu vou ter a oportunidade de subir nesta tribuna para falar sobre isso. Espero, Sr. Presidente, que a gente consiga um quórum que dê a oportunidade de todos os companheiros se manifestarem. Já estamos com 412, e espero que logo, logo, a gente chegue aos 500. Querido Presidente, muito obrigado pelo tempo. E reafirmo, igreja forte, crime fraco; Igreja forte, família forte; pátria forte, sociedade progressiva e também próspera. Vamos olhar os países que não cobram impostos às igrejas. Inclusive, nos Estados Unidos, dão isenção a quem paga dízimo e oferta, eles abatem do valor do Imposto de Renda. Olha que lição nos dá a maior Nação do mundo! Muito obrigado, Sr. Presidente.
  • 28/05/2026

    O Deputado defendeu a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 5, de 2023, que estende a imunidade tributária de entidades religiosas e suas organizações aos tributos incidentes na compra de bens ou serviços. Ademais, ressaltou a atuação social de creches, orfanatos, asilos, seminários e outras instituições vinculadas às igrejas, argumentando que a proposta beneficia atividades de interesse público. Apontou ainda que religiosos exercem funções vocacionais sem as garantias trabalhistas aplicáveis a outras categorias profissionais. Por fim, sustentou que as igrejas contribuem para o fortalecimento das famílias e para a redução da criminalidade.

    Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,Imunidade tributária,Organização religiosa,Bens,Serviços,Igreja,Entidade filantrópica,Assistência social,Sacerdote,Direito do trabalho,Família,Criminalidade

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    O SR. MARCELO CRIVELLA (Bloco/REPUBLICANOS - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, há 25 anos eu estou na vida pública. Fui Senador por dois mandatos, fui Ministro, fui Prefeito e agora sou Deputado Federal. Eu nunca vi o Congresso Nacional votar contra creches, asilos, orfanatos. Eu nunca vi encontrar argumentos para dizer que essas entidades farão desvios disso. Pode ser que uma ou outra seja exceção, mas aqui nós temos que fazer as leis pela regra geral. Nós não podemos fazer leis para beneficiar as exceções, senão não vamos fazer nada. Eu pergunto a V.Exas.: é justo nós negarmos às creches, aos orfanatos, aos seminários? Puxa vida! A esta hora, há tantas mulheres no convento orando por nós. Eu não sou católico, mas eu admiro mulheres que renunciam a tudo para viverem clausuradas, orando pelo Brasil, orando pelo nosso País, por cada um de nós. Meu Deus! É de lá que nós vamos arrecadar impostos? Eu pergunto isso a V.Exas. Nós pagamos os juros mais altos do planeta. Não! Não! Eu faço um apelo veemente ao Partido dos Trabalhadores, ao NOVO, ao PSOL: não fiquem contra as creches, não fiquem contra os orfanatos, não coloquem nas freiras a culpa da despesa excessiva que fazemos no setor público. Deputado Chico Alencar, deixe-me lembrar isto a V.Exa.: os pastores, os padres, as freiras, os bispos, eles são vocacionados, eles não têm carteira assinada. Se a igreja não pagar salário, eles não têm a quem reclamar. Eles não têm 13º. Não há aposentadoria. Vocacionado não tem direito nenhum na lei! Zero! Zero! Não há direito. Puxa vida! O pastor foi mandado embora da igreja. Ele tem direito ao Fundo de Garantia ou à indenização? Não tem direito a nada. A igreja não pagou o salário, ele não vai reclamar para ninguém, ele não tem carteira assinada, ele é um vocacionado. E o padre, se a igreja não pagar para ele seja lá o alimento, não pode reclamar, nem a freira, nem o bispo. A lei os considera vocacionados. Não há carteira assinada nem para pastor, nem para padre, nem para freira, nem para bispo. Não existe, na legislação trabalhista, alguém que seja tão desprotegido como essas pessoas. E o que nós queremos é que o Governo não cobre impostos dela. Permitam que elas trabalhem, permitam que elas prestem a sua vocação — só vou concluir, Presidente —, permitam que esses vocacionados, que abriram mão de tudo, possam prestar serviços à Nação sem ter que pagar impostos. É só isso que hoje pedimos. E lembramos que igreja forte significa crime fraco. Igreja forte significa família forte, pátria forte, sociedade próspera e muito feliz. Vamos cuidar das nossas igrejas, que eu tenho certeza que Deus há de abençoar o nosso País! Muito obrigado, Sr. Presidente. Agradeço muito o tempo que V.Exa. me concede.
  • 28/05/2026

    O Deputado discutiu, em primeiro turno, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 5, de 2023, que estende a imunidade tributária de entidades religiosas e suas organizações aos tributos incidentes na compra de bens ou serviços.

    Palavras-chave oficiais: Discussão,Primeiro turno,Proposta de Emenda à Constituição,favorável

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    O SR. MARCELO CRIVELLA (Bloco/REPUBLICANOS - RJ. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, demais Parlamentares, querido Deputado Luciano, do bravo PSDB de São João de Meriti, eu gostaria de esclarecer algumas coisas importantes. Quando o Governo diz: "Olha, se vocês reduzirem os impostos, na hora em que a Igreja for comprar um microfone, um púlpito, cadeiras, na hora em que a igreja for fazer uma creche, um asilo, um orfanato, esse imposto vai cair na arrecadação do Governo, que vai ter que recompor cobrando imposto de outras pessoas.", isso é considerar parte da medida, porque quando a Igreja faz asilo, creche, orfanato, cuida dos pobres, ela diminui a despesa do Governo. O Governo deixa de ter despesas. As comunidades terapêuticas cuidam de milhões de pessoas viciadas. As igrejas tratam de orfanatos, de asilos, de albergues, o que deveria ser feito pelo Governo. De tal maneira, se o Governo não cobra imposto para que as Igrejas prestem serviço público, ele está ganhando. Jesus disse: "Se você tem bons olhos, o seu corpo está todo em luz, mas, se os seus olhos são maus, o seu corpo estará em trevas". Por favor, o Governo precisa, a sociedade brasileira precisa das Igrejas. Nós, lá no passado, quando éramos só Igreja Católica e só havia escola católica no País, na época do Império, éramos como um ministério da educação. Nós tínhamos acesso à terra, nós recebíamos recurso do Governo, até que veio o Estado laico. O Governo não dá mais ajuda às igrejas, mas não deve arrancar os impostos da igreja. Quem paga imposto é o padre, é o pastor, são os membros da igreja. Todos nós pagamos impostos sobre a nossa renda, sobre o nosso patrimônio — quem tem carro paga IPVA, quem tem imóvel paga IPTU — e sobre tudo que nós consumimos no supermercado, na loja de materiais de construção, onde for, mas o dinheiro que sobra e a gente coloca no altar da Igreja não é para pagar imposto de novo. Eu já paguei o imposto, o padre já pagou, o bispo, os membros da igreja já pagaram. Já pagamos impostos. Agora, é o altar. O que Cristo nos ensinou? "Dai a César o que é de César" — hoje, seria "Dai a Lula o que é de Lula" —; "Dai a Deus o que é de Deus". O que está no altar é oferta, é dízimo. Vamos deixar que as igrejas possam fazer o seu serviço. Igreja forte é crime fraco. Igreja forte é família forte, é pátria forte. Vamos acabar com o tráfico de drogas, vamos acabar com crianças trabalhando em boca de fumo. Vamos fortalecer as igrejas, vamos deixar que as igrejas comprem instrumentos. Vamos deixar que as igrejas tenham um campinho de futebol, e, ali, as crianças possam treinar, nadar, fazer atletismo ou fazer ginástica olímpica. É isso o que estamos pedindo. Hoje, depois de 3 anos, nós estamos votando a PEC 5. Já era para ter sido aprovada. Inclusive, naquela ocasião, o Governo, o Líder do Governo encaminhou favoravelmente. Infelizmente, um senhor se suicidou, em 13 de novembro de 2024. Já faz 1 ano e meio. Agora, tínhamos acordo com o Governo, mas há hesitação do Líder da bancada do PT, que é um homem que conhece a Bíblia. O que está escrito lá na Bíblia? "Buscai, em primeiro lugar, o reino de Deus e a sua justiça", e as demais coisas serão acrescentadas. Por que os Estados Unidos são uma grande nação? Porque apoiam suas igrejas. Lá nos Estados Unidos, quem paga dízimo e paga oferta abate esse valor que pagou do imposto que tem que pagar. Vejam como as igrejas nos Estados Unidos crescem! As pessoas falam: "Poxa, como é bonita a Universidade de Harvard". Nasceu de igreja. "Ah, como é bonita, na Inglaterra, a Universidade de Cambridge, a de Oxford". Nasceram das igrejas. É isso que nós precisamos saber. Quando nós olhamos para os grandes países, vemos que são países que incentivam a sua fé. E qual é o apoio de que precisamos do Governo? Não tirar dinheiro da igreja — não tirar dinheiro da igreja. Temos, hoje, sim, imunidade quanto à renda, quanto ao patrimônio. Mas não a temos quanto ao consumo. E é isso o que nós estamos pedindo. Não é pedir muito. Eu faço aqui um apelo ao nobre Deputado de Santa Catarina, o Deputado Pedro Uczai, para que possa votar conosco e apoiar o trabalho das igrejas. Repito: igreja forte é crime fraco, em todo o Brasil! Muito obrigado.
  • 28/05/2026

    O Deputado defendeu a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição nº 5, de 2023, que trata da imunidade tributária concedida a organizações religiosas.

    Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,Imunidade tributária,Organização religiosa,Defesa

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    O SR. MARCELO CRIVELLA (Bloco/REPUBLICANOS - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Por favor, eu peço a atenção do Deputado Uczai. Deputado Uczaiy, por favor, há 3 anos, nós discutimos isso com o Governo. Realmente, a Constituição fala de imunidade, mas ela não existe na prática. O Governo arrecada sobre renda, patrimônio e consumo. Sobre renda, sim, nenhum padre, nenhum pastor, nenhum líder espírita precisa declarar à Receita Federal quanto foi a oferta, os dízimos. Ele simplesmente põe o dinheiro na conta e vai ganhar. Quanto ao patrimônio, nós já corrigimos. Antigamente, só havia imunidade de IPTU para igreja própria. Depois, corrigimos por meio da Emenda Constitucional nº 116, igrejas alugadas... Deputado Uczai, por favor, eu peço a sua atenção. Por favor, minha secretária querida, você tem o tempo todo para conversar com ele, deixe-me falar agora só 1 minutinho. Com relação ao patrimônio, quem tem imóvel paga IPTU, quem tem veículo paga IPVA. Corrigimos isso por meio da Emenda Constitucional nº 116. Antes, só os prédios das igrejas evangélicas tinham imunidade, mas ficou faltando o imposto sobre o consumo de bens e de serviços. Quando você vai ao Supremo — e nós já fomos —, compra um microfone para a igreja, igual a este aqui. Sabe o que o Supremo diz? Que, na fábrica, o dono pagou IPI para o Governo Federal e tirou a nota fiscal para a loja do shopping. Contratou também uma transportadora, que pagou ICMS para a sede do Município, onde está sediada, e ela fez o transporte para o shopping. Ela pagou ICMS para o Município. E eu, a igreja, o padre, o pastor, o bispo foi lá ao shopping e comprou o microfone, e o dono da loja fez uma nota fiscal e pagou ICMS para o Estado. Deputado Uczai, quando V.Exa. vai ao Supremo, diz assim: "Igreja tem imunidade. Eu comprei o microfone e preciso receber o imposto de volta". Ele disse: "Não, você não pagou o imposto. Quem pagou o imposto IPI foi a fábrica, o transportador pagou ISS e a loja pagou ICMS para o Governo do Estado, você pagou o preço". Não é assim. A Receita Federal diz que eles são contribuintes primários, e nós somos os contribuintes verdadeiros. É só isso, Deputado Uczai, que nós estamos falando. E é coisa do púlpito, da atividade da igreja ou da prestação de serviço. É só isto que nós queremos: que a imunidade prevista na Constituição aconteça na prática. Não é nenhuma benfeitoria para as igrejas. É o que a Constituição prevê: imunidade. Já existe sobre a renda, já existe sobre o patrimônio, e agora vamos corrigir, sobre o quê? Sobre o consumo. Agora pense bem: o padre paga imposto sobre renda, patrimônio e consumo. O pastor também. Todo mundo paga, mas o dinheiro que sobra e colocamos no altar, Jesus já ensinou: "Dai a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus". Eu já paguei imposto. Eu já paguei imposto sobre tudo. O dinheiro que eu dou para a igreja não é para pagar imposto de novo. E outra coisa: se comprar um avião, um helicóptero, o senhor acha que a Receita Federal vai devolver isso? Nós vamos pagar imposto como todos pagam e vamos requerer à Receita de volta, e ela vai verificar se aquilo ali é plausível ou não. E digo mais: nós temos Dez Mandamentos a obedecer: não matarás, não roubarás, não adulterarás... Mas o pessoal da Receita tem doze: não isentarás, não restituirás... Confiem na Receita e vamos aprovar esse projeto.
  • 28/05/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do substitutivo do Projeto de Lei nº 1.822, de 2024, que garante aos pais ou responsáveis a imediata internação de jovens e adolescentes, viciados em substancias psicoativas, em vulnerabilidade social, ou ameaçados de morte por traficantes e facções criminosas para tratamento da dependência química em entidades que tratem desta doença, legitimadas pelos poderes públicos Municipais, Estaduais e Federais e que comprovem ter em seus quadros profissionais do sistema único de assistência social como: psicólogos, assistentes sociais, e se possível de psiquiatria.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Republicanos (partido político),Voto favorável

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    O SR. MARCELO CRIVELLA (Bloco/REPUBLICANOS - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - O Republicanos, representando o Bloco, vota "sim", Sr. Presidente, com todas as esperanças de que esse projeto possa trazer mais segurança no combate às drogas, sobretudo na adolescência.
  • 28/05/2026

    O Deputado manifestou apoio ao Projeto de Lei nº 1.822, de 2024, que trata de internação compulsória ao relatar sua experiência pessoal com o alcoolismo do pai, afirmando identificar-se com o relato do Deputado Tarcísio Motta sobre os impactos da dependência química na família. Destacou ainda o papel das instituições religiosas na recuperação de dependentes, atribuindo à atuação de igrejas e entidades de apoio a superação do problema vivido por seu pai. Defendeu também a imunidade tributária de templos religiosos e entidades beneficentes, argumentando que essas organizações contribuem para o combate às drogas, ao alcoolismo e à criminalidade. Por fim, declarou apoio ao projeto do Deputado Pastor Sargento Isidório, sustentando que a internação compulsória deve ser aplicada apenas a pessoas sem capacidade de discernimento, com acompanhamento adequado e sem práticas abusivas, visando proteger indivíduos que possam representar risco para si mesmos.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Internação compulsória,Dependente químico,Jovem,Adolescente,Alcoolismo,Pai,Organização religiosa,recuperação,Igreja,Entidade beneficente,combate,Entorpecente,Criminalidade Proposta de Emenda à Constituição,Imunidade tributária,Templo religioso

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    O SR. MARCELO CRIVELLA (Bloco/REPUBLICANOS - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Eu gostaria aqui de dizer que ouvi o discurso do Deputado Prof. Tarcísio. E fiquei muito emocionado, porque ele citou o pai dele, que tinha problema com alcoolismo. Foi exatamente a minha infância: o tempo todo buscando o meu pai na porta do bar. O Deputado Tarcísio tinha um irmão, eu sou filho único. Era um drama tremendo. Eu me lembro de ficar ajoelhado toda noite, pedindo a Deus que meu pai parasse de beber. E o Prof. Tarcísio disse que a Igreja Católica, por meio da pastoral, ajudou muito o pai dele. A Igreja Evangélica ajudou muito o meu pai. O próximo projeto que a gente vai votar aqui, sobre a imunidade dos templos religiosos, é uma coisa importante para todos os pais, para todos os filhos que hoje vivem esse drama do alcoolismo. Igreja forte significa álcool e droga fracos. Igreja forte significa crime fraco. E a imunidade dos templos religiosos e das entidades beneficentes será um grande projeto que vamos votar em seguida. Quero também prestar minha homenagem ao nosso Sargento, ao nosso Capitão, ao nosso Deputado Isidório, que tem um trabalho lindo lá na Bahia e que hoje precisa do nosso apoio para aprovar o seu projeto. É bem verdade que nós não queremos internações compulsórias mantendo pessoas em jaulas ou celas. Por isso o Ministério Público deu apoio a este projeto, porque não é o caso dele. Nós vamos fazê-lo com aquelas pessoas que não têm consciência de si e que podem amanhã praticar, inclusive, algo contra si mesmas. Parabéns. Nós, do Republicanos, apoiamos e vamos votar a favor.
  • 28/05/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei nº 1.822, de 2024, que garante aos pais ou responsáveis a imediata internação de jovens e adolescentes, viciados em substancias psicoativas, em vulnerabilidade social, ou ameaçados de morte por traficantes e facções criminosas para tratamento da dependência química em entidades que tratem desta doença, legitimadas pelos poderes públicos Municipais, Estaduais e Federais e que comprovem ter em seus quadros profissionais do sistema único de assistência social como: psicólogos, assistentes sociais, e se possível de psiquiatria.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei ordinária,Republicanos (partido político),Voto contrário

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    O SR. MARCELO CRIVELLA (Bloco/REPUBLICANOS - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, o Republicanos orienta o voto "não". É muito importante que a gente assuma o compromisso de resgatar essas vidas que hoje caíram nas armadilhas traiçoeiras e venenosas das drogas. São muitas cracolândias espalhadas por todo o nosso País. Há comunidades carentes onde esses jovens, se não forem cuidados e, às vezes, de maneira compulsória, poderão perder a vida. Portanto, é importante este projeto. Eu peço, eu oriento o Republicanos a votar "não" à retirada de pauta.
  • 20/05/2026

    O Deputado fez um apelo para que a Proposta de Emenda à Constituição nº 5, de 2023, seja incluída na pauta de votações da Câmara dos Deputados, destacando que a matéria aguarda deliberação há cerca de um ano e meio. Também defendeu a relevância da proposta, que trata da imunidade tributária dos templos religiosos, e ressaltou o papel das igrejas como espaços de formação ética, social e educacional para crianças, jovens e famílias.

    Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,Templo religioso,Imunidade tributária,Pauta (processo legislativo)

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    O SR. MARCELO CRIVELLA (Bloco/REPUBLICANOS - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, faço um apelo a V.Exa., do fundo do meu coração: que seja colocada na pauta matéria que é fundamental para nós, a Proposta de Emenda à Constituição nº 5, de 2023. Aguardamos há 1 ano e meio que ela entre na pauta. A Igreja é a escola das crianças, é a escola da juventude, é a escola das famílias. Hoje, quando saudamos nossos professores com o piso nacional da educação básica, precisamos lembrar também da PEC 5/2023, que prevê a imunidade tributária dos templos religiosos. Presidente, conto com V.Exa.
  • 06/05/2026Breves Comunicações

    O Deputado manifestou preocupação com o julgamento em curso no Supremo Tribunal Federal sobre a redistribuição dos royalties do petróleo, defendendo que os Estados produtores não devem ser privados dessas receitas. Traçou um paralelo com outros recursos naturais, como minerais raros, questionando a coerência de uma eventual mudança nas regras. Por fim, destacou o desequilíbrio fiscal do Estado do Rio de Janeiro, que, segundo afirmou, envia cerca de 180 bilhões de reais anuais à União em impostos e recebe de volta apenas 10 bilhões nas áreas de saúde e educação.

    Palavras-chave oficiais: Supremo Tribunal Federal (STF),Ação Direta de Inconstitucionalidade,Royalty,Petróleo,distribuição,Rio de Janeiro (Estado),Desequilíbrio fiscal,Receita,permanência,Defesa

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    O SR. MARCELO CRIVELLA (Bloco/REPUBLICANOS - RJ. Sem revisão do orador.) - Presidente Tiago Dimas, muito obrigado pela sua atenção. Quero chamar a atenção do Plenário e do Brasil para o fato de que hoje, na pauta do Supremo Tribunal Federal, temos um assunto de imensa relevância. Trata-se dos royalties do petróleo. Quando eu era Senador, essa discussão já havia sido deflagrada no Brasil. Desde então, nós não conseguimos um consenso. Como é que vamos tirar dos Estados produtores os royalties que não tiramos dos Estados produtores, por exemplo, de minério de ferro ou de qualquer outro minério, como Minas Gerais, Pará, ou de qualquer outra parte do Brasil? Como é que nós vamos tirar os royalties, por exemplo, dos minerais raros? Os minerais raros valem muito mais do que o petróleo. Os minerais raros são, eu diria a vocês, o material mais importante para o mundo da tecnologia da informação. Estão em cada chip que está no celular, que está no computador, que está no satélite. Nós vamos discutir também esses royalties, que não são os de petróleo, dos Estados produtores? Isso vai ser uma confusão extraordinária! Portanto, eu peço o bom senso. Eu peço a ponderação de todos os Ministros que estão lá, principalmente do Ministro Fux, que é do Estado do Rio de Janeiro. Lembro o passado, querido Deputado Gurgel, quando fomos a Capital do Brasil. Nós perdemos esse posto para que ela fosse para Brasília, quando saíram todos os Ministérios, o Banco Central, o Banco do Brasil, todos os grandes órgãos da administração federal. O Rio de Janeiro perdeu tudo isso. Eu pergunto: vamos perder agora os royalties, que Deus nos deu, da Bacia de Santos e da Bacia de Campos? Não, isso não é uma coisa justa, não é bom senso. O Rio de Janeiro tem graves problemas de segurança, com os quais o Brasil inteiro se preocupa, e precisa de recursos para a sua polícia. Presidente, para terminar, registro que o Rio de Janeiro, cidade da qual eu fui Prefeito, manda todos os anos para Brasília cerca de 180 bilhões de reais de Imposto de Renda das nossas empresas e das pessoas. Sabe quanto ele recebe de volta na área da educação e da saúde? Mandamos 180 bilhões, e voltam 10 bilhões... São recursos de saúde e recursos de educação. Meu Deus do Céu! Se já contribuímos tanto para a União, ainda vamos perder o petróleo?! Deus abençoe o Brasil! Deus abençoe o Supremo! Que essa decisão não seja tomada hoje! Muito obrigado, Presidente.
  • 30/04/2026

    O Deputado discursou em defesa da derrubada do veto ao Projeto de Lei nº 2.162, de 2023, que trata da dosimetria da pena, questionando a proporcionalidade das penas aplicadas a condenados pelos atos de 8 de janeiro. Argumentou que, na ausência de aprovação da anistia ampla, geral e irrestrita, o projeto representa um passo intermediário para garantir que as penas não sejam somadas indevidamente, que crimes mais graves não sejam dobrados e que a progressão de regime siga a lei. Encerrou declamando uma música de sua autoria sobre o tema da anistia.

    Palavras-chave oficiais: Veto total,Projeto de lei ordinária,Dosimetria da pena,anistia,Golpe de Estado,Derrubada de veto

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    O SR. MARCELO CRIVELLA (Bloco/REPUBLICANOS - RJ. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente. Que momento histórico na Casa do Povo, aqui com os Senadores e Deputados! No dia 24 de abril de 2023, eu apresentei este projeto. E havia no meu coração a inspiração de um judeu chamado Miqueias, que há 2 mil anos escreveu na Bíblia, Senador Esperidião Amin: "O que Deus espera de um homem? Que pratique a justiça, mas que ame a misericórdia". Porque não existe justiça sem misericórdia. Eu pergunto: há justiça em condenar uma idosa a 15 anos de prisão? Em separar uma senhora dos seus filhos por ter escrito a frase de um Ministro numa estátua? Em condenar um pipoqueiro? Eu pergunto a vocês: qual é a justiça em se considerar trocas de mensagem no WhatsApp como golpe de Estado, sem armas, sem um tiro, sem derramamento de sangue? Por isso, eu apresentei este projeto. E lutei muito para que ele entrasse em pauta. E ele entrou. E nós tivemos a alegria de o Paulinho da Força poder conversar com todos os Líderes e criar uma situação que é, eu diria a vocês, a vocação desta Casa: encontrar a solução pacífica para as controvérsias. Se ainda não é a hora da anistia ampla, geral e irrestrita, que todos sonhamos e haveremos de alcançar, então, vamos fazer com que as penas não sejam somadas; vamos fazer com que os crimes mais graves não sejam dobrados; vamos fazer com que a progressão de regime seja de acordo com a lei. É isso que nós estamos votando hoje! E eu imploro a todos os companheiros que votem "não", em memória do Clezão, que passou a ser um herói da dor de tantos brasileiros que não suportam mais ver a injustiça na Papuda. Eu fiz uma música com a qual eu queria encerrar a minha participação e vou declamá-la aqui no plenário. Ela diz o seguinte: O choro da tristeza pode até cair na madrugada O silêncio da noite pesa, mas a esperança não se acaba Pode até tardar, mas não falha A verdade sempre se revela E o sol da liberdade rompe os muros, brilha em centelhas Raios fúlgidos de coragem cortam o céu com claridade São vozes de um povo sofrido que clama solidariedade Quando o amanhã desperta, a história começa a brilhar A anistia renasce forte, ninguém pode mais parar A anistia chegou É a justiça mais ampla O batom na estátua não apaga a esperança Uma criança sem mãe, um vendedor de algodão e até uma idosa com a bíblia na mão A anistia chegou A voz do coração Ninguém silencia quem sente a dor de um irmão (...) A anistia chegou! O voto é "não"!
  • 08/04/2026Homenagem

    O Deputado discursou na Sessão Solene do Congresso Nacional destinada à comemoração do Dia Mundial da Saúde e ao lançamento do Vade Mecum da Saúde 2026. Na oportunidade, destacou a importância de priorizar a saúde pública nas decisões políticas, com base em sua experiência como Prefeito do Rio de Janeiro (RJ). Relatou que encontrou a rede hospitalar com graves deficiências estruturais e defendeu a necessidade de investimentos em equipamentos. Citou a compra de equipamentos médicos por meio de importação direta como estratégia para reduzir custos e ampliar a capacidade do sistema. Afirmou que esses investimentos foram fundamentais durante a pandemia, permitindo ampliar leitos, realizar exames e apoiar outros Municípios com equipamentos e estrutura hospitalar. Além disso, defendeu que gestores públicos devem tratar a saúde como prioridade absoluta, por se tratar da preservação de vidas, e sugeriu mudanças nas regras de compras públicas para facilitar aquisições internacionais. Por fim, fez um apelo para que o Congresso avance na análise de pautas pendentes, reforçando a necessidade de atuação conjunta para enfrentar os desafios do País.

    Palavras-chave oficiais: Sessão solene,Congresso Nacional,Dia Mundial da Saúde,Publicação especializada,Saúde,Livro jurídico,lançamento,Sistema Único de Saúde (SUS),Pandemia do Coronavírus,Saúde pública,Rio de Janeiro (RJ),Ex-prefeito,Equipamento médico,Gestão pública,Deputado federal,Importação

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    O SR. MARCELO CRIVELLA (Bloco/REPUBLICANOS - RJ. Para discursar. Sem revisão do orador.) - Cumprimento a Senadora Ana Paula Lobato; o Deputado Federal Márcio Jerry; o representante da Organização Pan-Americana da Saúde no Brasil, Sr. Cristian Morales; o Secretário-Executivo do Ministério da Saúde Adriano Massuda, que hoje representa o Ministro de Estado de Saúde; os líderes que vieram do Maranhão, os Deputados Estaduais Carlos Lula e Othelino Neto; a Coordenadora do Programa de Direito Sanitário da Fundação Oswaldo Cruz, Sra. Sandra Mara Campos Alves, que é da minha terra. Senadora, eu não poderia deixar de vir aqui, neste dia tão solene, para falar um pouquinho sobre a atuação que nós Parlamentares precisamos ter em defesa da saúde e sobre a experiência que tive quando fui Prefeito do Rio de Janeiro, uma cidade com 6,5 milhões de habitantes que investia mais no carnaval e em publicidade do que em equipamentos médicos. Ao visitar os hospitais da minha cidade, encontrei só um tomógrafo a válvula, e ele estava quebrado. Anestesistas, senhoras muito experientes, diziam: "Crivella, várias vezes eu adiei uma cirurgia porque o carrinho de anestesia não era confiável". Meu Deus do céu, eu não tinha noção disso! Eu fui Senador por dois mandatos e não sabia que a capital do meu Estado era tão carente. Quando eu vejo a Senadora Ana Paula Lobato aqui, acredito que ela veio para cá pela mão de Deus, porque o Senador Flávio Dino foi ser Ministro do Supremo, e fico pensando em falar também da mão de Deus no Rio de Janeiro. Durante o meu mandato, a minha esposa acordava todos os dias de madrugada para fazer uma oração. Em 2019, eu chamei a minha equipe de saúde e disse: "Nós precisamos reequipar os hospitais". "Ah, mas não há recursos. Isso é difícil. O Tribunal de Contas, depois o Ministério Público...". Eu disse: "Vamos enfrentar!". Encomendamos equipamentos que custaram 300 milhões de reais. Comprei da China. Aliás, quero dizer que eu tenho um projeto de lei, Senadora — e vou precisar do seu apoio —, que estabelece que as compras de equipamentos médicos sejam obrigatoriamente feitas por meio de licitações internacionais. Se compramos um tomógrafo no Brasil, que veio da China ou da Alemanha, pagamos Imposto de Importação, mas se eu como Prefeito comprar direto, é muito mais barato, e posso comprar dois equipamentos, porque não pago Imposto de Importação. Foi isso o que eu fiz: 300 milhões de reais em equipamentos da China. Quando chegou a pandemia de Covid, acho que eu era o único Prefeito que tinha 2 mil monitores, 150 carrinhos de anestesia e 27 tomógrafos, de 512 canais, megas. Eu consegui oferecer, durante a pandemia Covid, exames de tomografia do pulmão, padrão gold standard, em todas as minhas comunidades carentes. Eu fiz um hospital de campanha com quinhentos leitos, sendo cem leitos de UTI e centro cirúrgico. Eu emprestei equipamentos para as cidades de Duque de Caxias, Campos dos Goytacazes, Niterói, São Gonçalo. Vinte e seis Prefeitos vieram buscar leitos de UTI no Rio de Janeiro. Muitos diziam: "Os chineses não vão entregar, porque um respirador agora custa muito mais caro". Não só me entregaram — eu tinha comprado de navio —, como também mandaram de avião. Tivemos que fazer um acordo com a Holanda, porque, se o avião parasse em qualquer outro país da Europa, pegariam os equipamentos — era uma questão de saúde pública. Foi a Holanda que aceitou que os aviões parassem lá, que a tripulação continuasse no avião, que não saísse, apenas para abastecimento. Trocavam a tripulação dentro do avião, voavam para a China, outra tripulação assumia, enchiam o avião de equipamentos, reabasteciam e voltavam para o Brasil, para o Rio de Janeiro. Essa experiência que tive eu gostaria muito de deixar no coração de vocês. É preciso que cada gestor público entenda a importância de olharmos para o setor de saúde com olhos diferentes. Não estamos falando de construir pontes, estradas, hidrelétricas ou de exploração de petróleo, estamos falando de salvar vidas. Tem que haver prioridade para isso em nossas agendas. Eu tenho certeza de que, se nós abrirmos o coração, como minha santa esposa fazia todos os dias de madrugada na hora da pandemia, nós teremos aquilo de que precisamos. Acho que foi também a mão de Deus que trouxe para cá uma enfermeira, a que hoje preside esta sessão, que conhece o assunto de que estamos falando. Fica também registrado o meu apelo ao Senador Davi Alcolumbre, para que convoque sessão do Congresso Nacional, para discutirmos temas importantes, leis e vetos que estão aguardando deliberação, para que possamos construir juntos o Brasil com que sonhamos. Muito obrigado, Presidente.
  • 07/04/2026

    O Deputado lamentou a morte do bispo Jodenir, destacando sua trajetória de mais de 40 anos na Igreja Universal do Reino de Deus (IURD). Ressaltou sua atuação religiosa e política, afirmando que teve conduta exemplar, dedicação à fé e vida simples, sem bens materiais. Por fim, prestou solidariedade à família e afirmou que o legado deixado foi de fé, devoção e exemplo cristão.

    Palavras-chave oficiais: Bispo,Falecimento,Igreja Universal do Reino de Deus (IURD),Homenagem póstuma

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    O SR. MARCELO CRIVELLA (Bloco/REPUBLICANOS - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente. Sras. e Srs. Parlamentares, povo brasileiro, hoje na Igreja Universal do Reino de Deus, espalhada pela vastidão do nosso território, há em cada olhar uma lágrima e em cada coração, uma saudade. Partiu para a eternidade o servo de Deus, amigo de todos com conduta cristã exemplar, o Bispo Jodenir. Foram mais de 40 anos servindo a Deus como membro, obreiro, pastor auxiliar e, finalmente, como pastor e bispo. Foi nosso patriarca, na Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro, onde, em 1977, surgia a Igreja Universal, que seria o altar da sua vocação, tão linda, tão sagrada, tão devotada e tão Imaculada ao Reino de Deus e à sua justiça. Nunca me consta que, ao longo de sua vitoriosa trajetória, que começou no Rio de Janeiro e se estendeu por diversos Estados do Brasil, inclusive como líder político eleito para a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, onde teve a atuação destacada, sem nenhuma mácula, tenha ele se preocupado em ajuntar tesouros na Terra. Não possuía sequer um automóvel ou um imóvel. Seu tesouro sempre esteve no Céu, que hoje abre as portas para recebê-lo, com as honras concedidas àqueles que não vivem para si, mas vivem por um grande amor que os conduz, em todo o tempo. A herança que deixa para sua família amada — dois filhos, uma filha e sua esposa querida, Eliana, companheira fiel, na tormenta e no esplendor — é aquela que o dinheiro não compra, nem se adquire em universidades, é a fé que o ladrão não rouba, nem a traça corrompe. (Desligamento do microfone.) ... de forma exemplar, com absoluta devoção, resignação, vocação e infinito amor. Que Deus o tenha no Céu! Que o exemplo de sua extraordinária conduta e de seu caráter ungido continue para sempre inspirando, fortalecendo e renovando todos aqueles que tiveram a graça de ser seus amigos e companheiros na pregação do Evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo! Muito obrigado.
  • 18/03/2026

    O Deputado destacou a celebração do Dia Nacional da Imigração Judaica, em 18 de março, ressaltando a relevância histórica e cultural da comunidade no Brasil. Afirmou que a presença judaica no País remonta ao período colonial, marcada pela busca por liberdade diante de perseguições, e ressaltou contribuições nas áreas da ciência, cultura, economia e política. Também alertou para a persistência do antissemitismo e defendeu o compromisso com a democracia, o respeito à diversidade e o enfrentamento de todas as formas de intolerância.

    Palavras-chave oficiais: Dia Nacional da Imigração Judaica,Judeus,Contribuição,Antissemitismo,intolerância,combate

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    O SR. MARCELO CRIVELLA (Bloco/REPUBLICANOS - RJ. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Presidente. Eu venho à tribuna hoje para prestar uma homenagem ao Dia Nacional da Imigração Judaica. Celebrado em 18 de março, esta é mais do que uma data no calendário, é um reconhecimento à história, à memória, à contribuição de uma comunidade que ajudou a construir o nosso Brasil. A data foi instituída por meio de um projeto de lei do então Deputado Federal Marcelo Itagiba, sancionado em 2009. O número 18 foi escolhido por seu significado especial na tradição judaica. Em hebraico, ele corresponde à palavra "chai", que significa "vida", símbolo que representa bem a trajetória dos judeus no País, marcada por resiliência, esperança e renovação. A presença judaica no Brasil remonta aos primeiros tempos da colonização. Muitos vieram para o Brasil fugindo da perseguição e da inquisição, em busca de liberdade e novas oportunidades. Hoje, com cerca de 120 mil judeus, o Brasil abriga uma das maiores comunidades judaicas da América Latina. Ao longo de mais de 5 séculos, essa presença se traduziu em contribuições relevantes na área da ciência, da cultura, da economia, da educação e na vida política do Brasil. Celebrar o Dia Nacional da Imigração Judaica é, portanto, reconhecer o valor da diversidade que compõe a sociedade brasileira e homenagear uma comunidade cuja história está profundamente entrelaçada com a própria história do País. Ao mesmo tempo, a data nos convida à reflexão sobre os desafios do presente. Em diferentes partes do mundo e no Brasil, o antissemitismo ainda se manifesta por meio do discurso do ódio, da desinformação e de ataques à memória histórica. Reafirmar a importância da imigração judaica para o Brasil é também reafirmar o compromisso com a democracia, com o respeito à diversidade e com o enfrentamento firme de todas as formas de intolerância e preconceito. A presença judaica no Brasil segue sendo um símbolo de vida, reconstrução e contribuição para o futuro da Nação. Muito obrigado, Presidente. Que Deus abençoe todos os judeus que vivem aqui! E que haja paz em Israel!
  • 24/02/2026

    O Deputado alertou para os impactos das mudanças climáticas e defendeu a aprovação do Projeto de Lei nº 2.457, de 2011, de sua autoria, que obriga responsáveis por áreas impermeabilizadas, tais como escolas, fábricas, igrejas, entre outros, a captar e armazenar, em reservatórios, toda a água da chuva incidente nesses espaços ao longo do ano. Sustentou ainda que a medida contribuirá para reduzir inundações nas cidades. Por fim, informou que a proposição já foi aprovada pelo Senado Federal e apelou à Comissão de Finanças e Tributação (CFT) para que inclua a matéria em pauta de modo a agilizar sua aprovação pela Câmara dos Deputados.

    Palavras-chave oficiais: Mudança climática,Projeto de lei ordinária,Autor (proposição legislativa),coleta,armazenamento,Recursos hídricos,Chuva,reutilização,Reservatório d'água,Senado Federal,Comissão de Finanças e Tributação (CFT),Câmara dos Deputados,Inundação,Cidade

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    O SR. MARCELO CRIVELLA (Bloco/REPUBLICANOS - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, nós estamos sofrendo com a mudança climática. Desde 2007, eu defendo um projeto para que todas as pessoas, pode ser uma escola, uma universidade, uma fábrica, uma igreja, se responsabilizem pela área que elas impermeabilizarem. Onde elas impermeabilizarem, que seja recolhida toda a água de chuva que cai durante o ano e colocada em um reservatório. Isso vai acabar com as inundações nas nossas cidades. Eu faço um apelo à CFT para colocar em pauta. O projeto já foi aprovado no Senado. Ele precisa ser aprovado aqui. Vai acabar a inundação no Brasil. Muito obrigado, Presidente.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.