
Nome civil: Luiz Carlos Gomes dos Santos Junior · 47 anos
Bananômetro
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240 discursos na tribuna e 1 entregues por escrito (não contam no Bananômetro) · de 27/03/2019 a 14/09/2026.
- 17/09/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para a apreciação do Projeto de Lei nº 2.162, de 2023, que concede anistia aos participantes das manifestações reivindicatórias de motivação política, ocorridas entre o dia 30 de outubro de 2022 e o dia de entrada em vigor desta Lei, e dá outras providências.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Podemos (PODE) (2016)
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O SR. LUIZ CARLOS HAULY (Bloco/PODE - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente Hugo Motta, quero parabenizar V.Exa. Com sua juventude e seu talento, começa a pacificar a Casa. V.Exa. está dando hoje uma grande contribuição ao País, ao Congresso Nacional e ao Governo. Esta matéria é do Congresso. Não é do Governo, é matéria do Congresso e, dentro do Congresso, é de foro íntimo, de cada um de nós. O nosso partido, o Podemos, libera a bancada. Nós somos moderados. Estamos vendo que o contencioso aqui dentro está ficando pior a cada dia. Olhem a sessão de hoje. Queremos que V.Exa. designe um Relator moderado. Primeiro, vamos discutir uma anistia pontual para o dia 8. Depois vamos pensar nos outros casos, considerando anistia modulada, pagamento de penas pecuniárias. É muito simples. A história do Brasil, no Império e na República, está cheia de anistias concedidas pelo Parlamento. Nós não estaremos fazendo nada mais do que pacificar a Nação. A Nação pede por isso. E é o que nós queremos fazer. - 17/09/2025
O Deputado afirmou que votaria a favor da Medida Provisória nº 1.300, de 2025, reconhecendo seu benefício à população pobre. No entanto, criticou a medida como demagógica, ressaltando que, apesar de ser positiva, não resolve problemas estruturais do País e chamou por governantes que promovam mudanças duradouras no Brasil.
Palavras-chave oficiais: Medida provisória,redução,Tarifa,Energia elétrica,Pobre,Demagogia,Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE),Voto favorável
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O SR. LUIZ CARLOS HAULY (Bloco/PODE - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu estou votando a favor porque é um benefício para a população pobre, mas é véspera de eleição, 24 anos depois da criação do Programa Bolsa Escola, pelo Presidente Fernando Henrique, e depois de o Lula ter mudado o nome para "Bolsa Família", que foi sendo ampliado, ampliado, ampliado. Nesse período, a economia não cresceu, os pobres ficaram mais pobres, os ricos, mais ricos, e nós estamos aqui de novo ampliando o benefício. É bom? É bom. Vou votar a favor? Vou. Eu não sou louco para votar contra um programa social. Só que isso é uma demagogia. Não é disso que precisa o Brasil. Chega de jogar para a torcida! O Brasil precisa de governante sério, que mude o Brasil para sempre. - 17/09/2025
O Deputado criticou a Proposta de Emenda à Constituição nº 3, de 2021, que altera os arts. 14, 27, 53, 102 e 105 da Constituição Federal, para dispor sobre as prerrogativas parlamentares, a chamada “PEC da blindagem”. Disse que, em oito mandatos, nunca precisou dessas proteções e que a Câmara deveria focar em pautas de real interesse nacional, pois decisões como essa só aumentam a rejeição popular ao Parlamento.
Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,Prerrogativa constitucional,Imunidade parlamentar,Opinião pública,Congresso Nacional
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O SR. LUIZ CARLOS HAULY (Bloco/PODE - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, o Brasil amanheceu estarrecido com a decisão da Câmara dos Deputados de ontem à noite sobre a ampliação dos privilégios e das prerrogativas que foi votada aqui. Trata-se de uma blindagem. Eu sou testemunha viva disso. Estou aqui há oito mandatos e nunca precisei nem das prerrogativas que existem hoje na Constituição brasileira. Jamais o Parlamento deveria ter votado essa matéria. Aqui, nós temos que votar matérias da maior importância, que estão paradas. O Brasil não gosta do Parlamento, e o Parlamento dá razão para o Brasil não gostar dele. Nós estamos cada dia mais nos afundando nessas bobagens de querer proteger quem não deve ser protegido. Vamos voltar à pauta necessária do Brasil. Queremos votar os pontos... (Desligamento do microfone.) - 16/09/2025
O Deputado manifestou-se contrariamente à Proposta de Emenda à Constituição nº 3, de 2021, que altera os arts. 14, 27, 53, 102 e 105 da Constituição Federal, para dispor sobre as prerrogativas parlamentares e dá outras providências. Ademais, recordou sua trajetória parlamentar desde 1991, mencionando sua liderança no impeachment do ex-Presidente Collor e da ex-Presidente Dilma Rousseff, a atuação como Líder e Vice-Líder do Governo Fernando Henrique Cardoso e a sua atuação como Oposição aos Governos Lula e Dilma. Ao final, ressaltou que nunca precisou de leis especiais de prerrogativa para exercer seu mandato e que sempre defendeu o interesse público como Parlamentar honesto.
Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,Prerrogativa constitucional,Parlamentar Deputado federal,Atuação parlamentar pregressa,Impeachment,Ex-presidenta da República,Ex-presidente da República,Oposição política,Líder do governo,Vice-líder do governo,Mandato parlamentar
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O SR. LUIZ CARLOS HAULY (Bloco/PODE - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, prerrogativa do que e para quê? Cheguei a esta Casa em 1991. Liderei o impeachment do Presidente Collor, fui Líder e Vice-Líder do Governo Fernando Henrique, defendendo o Governo contra a oposição mais radical da história do Parlamento, que era o PT. Fui oposição ao Governo Lula 1 e 2, ao Governo Dilma 1 e 2. Liderei o impeachment contra a Presidente Dilma e nunca precisei de nenhuma lei de prerrogativa para o exercício do meu mandato. Sempre fui um Parlamentar autêntico, um verdadeiro brasileiro na defesa do interesse público. Nunca precisei da proteção da lei mais do que o cidadão tem. Por isso, eu estou contra qualquer privilégio ou qualquer prerrogativa, de que o Parlamentar honesto não precisa. - 03/09/2025
O Deputado criticou a falta de investimento em educação integral no Brasil e afirmou que o País não avançou nesse tema nas últimas décadas. Acrescentou que apenas 22% dos 48 milhões de estudantes da educação básica estavam em tempo integral, deixando 38 milhões de crianças fora desse modelo. Por fim, defendeu que a prioridade nacional deveria ser garantir escola em tempo integral, com merenda, uniforme e tecnologia, e lançou o desafio para União, Estados e Municípios implementarem essa mudança estrutural.
Palavras-chave oficiais: Educação em tempo integral,Investimento público,Defesa
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O SR. LUIZ CARLOS HAULY (Bloco/PODE - PR. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Deputado Altineu Côrtes, Sras. e Srs. Parlamentares, a minha fala nesta noite de quarta-feira é sobre a educação brasileira. Eu quero falar em alto e bom som que os governantes do Brasil, nesses últimos 50 anos, não foram competentes podemos colocar mais anos: nos últimos 70 anos. O Brasil não tem educação em período integral para todas as suas crianças. O Brasil só tem educação em período integral para uma parte das suas crianças. Esse é o grande nó, essa é a grande vergonha deste País. Dos 48 milhões de estudantes do Brasil, hoje 38 milhões de estudantes dos ciclos básicos não estão no período integral. Menos de 10 milhões de estudantes, ou seja, 22% do total estão no período integral. Como é que o Brasil vai ser uma grande nação com crianças, estudantes, futuros adultos profissionais, sem educação em período integral? Isso é essência, e tudo o mais é cosmético. Discussão dos fundos e tudo o que fazemos aqui não chegam a fazer nenhuma mudança significativa na educação brasileira. O uso da tecnologia é quase nada na escola pública brasileira. Há 48 milhões de estudantes, quase 50 milhões, em escolas públicas, e 38 milhões não têm educação em período integral. O que nós poderíamos fazer com essas crianças? Qual é o custo da transformação do ensino dessas 38 milhões de crianças em ensino de período integral? Eu tenho esse custo. Seriam 112 bilhões de reais por ano. De onde sairia esse dinheiro? Pelos estudos que faço do Orçamento, dos gastos públicos, a maior despesa que o Brasil tem hoje é com a dívida pública, da União, de Estados e Municípios, cujos juros são, em média, de 1 trilhão e 200 bilhões de reais por ano. Quanto a banca paga de juros por ano? De 7% a 8%. Que tal o Governo, o País, o Congresso Nacional tomarem vergonha na cara e tirarem esses 112 bilhões de juros e, com uma tributação exclusiva, bancarem o ensino em período integral para todas as crianças em escolas públicas do Brasil? Faríamos uma revolução educacional no Brasil! Não estou aqui defendendo remendo, meia-sola, meia-boca. Estou falando de uma mudança integral da educação brasileira para 38 milhões de crianças que não têm escola em período integral! Podem olhar o sucesso dos Estados Unidos, da Coreia, da Alemanha, da França, da Inglaterra, dos países do Sudeste Asiático. O sucesso vem da educação em período integral: as crianças vão para a escola às 8 horas ou 9 horas da manhã e voltam às 5 horas da tarde. Lugar de criança é na escola, não é na rua, e com uniforme, sem governante fazendo demagogia com entrega de uniforme. Governante que faz demagogia com entrega de uniforme é canalha! É obrigação do Estado fornecer tudo, não é favor. É obrigação dele fornecer merenda e escola em período integral. A proposta está lançada. O desafio é para todos os governantes do Brasil da União, dos Estados e dos Municípios , é para o Congresso Nacional, para as Assembleias Legislativas e para as Câmaras Municipais. O desafio é para as três esferas de governo: com 10% dos juros, nós bancamos toda a educação em período integral. Orçamento há, solução há. Falta vergonha a este País! - 26/08/2025
O Deputado defendeu a anistia para os envolvidos nos acontecimentos de 8 de janeiro. Afirmou que a medida ajudará a curar as feridas das famílias e da sociedade, além de contribuir para o funcionamento do Parlamento. Destacou que a anistia deveria ser tratada de forma restrita e exclusiva, sem interferência de outros processos em andamento, e reforçou a necessidade de resolver o tema de forma célere. Ressaltou ainda que a anistia representa um passo importante para a Nação brasileira.
Palavras-chave oficiais: anistia,Golpe de Estado,participante,Ato antidemocrático
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O SR. LUIZ CARLOS HAULY (Bloco/PODE - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu oriento com o meu partido, mas quero dizer a V.Exa. que está na Presidência, ao Presidente Motta e aos Líderes: vamos votar já essa anistia para os envolvidos no dia 8 de janeiro! Essa é uma recomendação do decano aqui. Esse é um assunto pendente com a Nação brasileira. É preciso começar a curar as feridas das famílias, da sociedade e aqui dentro. Será possível ver como vai ajudar muito o Parlamento e o Brasil esta decisão de votar já, independentemente dos outros processos em curso, Presidente. Vamos liquidar esse assunto. O projeto está aí na Mesa, sugestão do Líder Sóstenes, sugestão que eu acompanho, estrita, modulada, restrita e exclusiva. Anistia já! - 20/08/2025Breves Comunicações
O Deputado criticou a condução do Governo Lula, afirmando que o Brasil enfrenta prejuízos econômicos em razão de atritos diplomáticos com os Estados Unidos, que impactariam indústria, exportações, empregos e crescimento. Declarou que, nos últimos 25 anos, especialmente sob administrações do PT, o País deixou de avançar em áreas como educação, saúde e infraestrutura, citando a falta de recursos até para manutenção das rodovias federais. Por fim, concluiu que o Brasil está sem rumo há mais de duas décadas e precisa de mudança nas próximas eleições, rejeitando governos de extrema esquerda ou extrema direita e defendendo uma agenda de desenvolvimento, crescimento econômico e esperança para o futuro.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,Partido dos Trabalhadores (PT),Crise econômica,Relações diplomáticas,Estados Unidos,Eleições,Extrema esquerda,Extrema direita,Desenvolvimento econômico
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O SR. LUIZ CARLOS HAULY (Bloco/PODE - PR. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Pompeo de Mattos, do grande Rio Grande do Sul. Sras. e Srs. Parlamentares, povo brasileiro, às 18h11min49seg ainda não temos a pauta de hoje. O Parlamento está sem relevância na economia nacional. O Governo está refém de uma crise que ele criou com o Governo americano. O Presidente Lula procurou e achou uma encrenca de gente grande que ele não tem capacidade de enfrentar sozinho. Está pedindo ajuda aos universitários. O fato é que o Brasil está sendo prejudicado na sua economia: na indústria, na exportação, na geração de empregos, e isso vai impactar o crescimento econômico. Eu olho esses últimos 25 anos de Governos do Lula e do PT, incluindo outros eleitos nesse período, e vejo que não há o que comemorar, não há. O Brasil deixou de ser uma grande potência mundial, e nada foi feito para aumentar o seu potencial. Terminando mais um Governo de Lula, o quinto Governo do PT eles vão completar 18 anos de Governo, porque 2 anos foram de Governo Michel Temer, que tentou consertar muitos erros do Governo anterior , infelizmente, não há o que comemorar. Na educação, não há o que comemorar; na saúde, não há o que comemorar; na infraestrutura, pior ainda. A negligência do Governo é tão grande que ele nem aportou o recurso necessário para a manutenção da segurança nas estradas federais, que somam 45 mil quilômetros. Aqui há um desfile de ataques a líderes do quê? São líderes brancaleones, que levaram o Brasil para o caos, para a dicotomia ideológica falida? O Brasil está sem rumo, e está sem rumo há mais de 20 anos. É hora de mudança, é hora de olhar para o futuro, e a mudança e o futuro estão nas eleições do ano que vem, democráticas, livres. Eu não tenho dúvidas em dizer que não suportamos mais, não toleramos mais esse tipo de governo radicalizado de extrema esquerda e de extrema direita. Nós, os brasileiros de verdade, não queremos isso para o Brasil. Queremos a esperança de dias melhores, de crescimento econômico, de desenvolvimento e de felicidade. Não podemos olhar para o passado; temos que olhar para frente. Viva o Brasil! - 05/08/2025Homenagem
O Deputado discursou na sessão solene do Congresso Nacional destinada a comemorar os 90 anos do programa histórico A Voz do Brasil. Destacou o papel histórico do programa na promoção da unidade nacional por meio da informação oficial dos três Poderes. Enalteceu o rádio como meio de comunicação fundamental, que antecedeu a televisão e permanece essencial, especialmente em áreas remotas do País. Defendeu ainda a retomada do horário fixo das 19h para a transmissão do A Voz do Brasil, argumentando que essa medida reforça a coesão informativa nacional. Por fim, fez um apelo à proteção das crianças frente aos conteúdos veiculados na mídia e nas plataformas digitais, enfatizando o papel do Estado e da sociedade nesse compromisso.
Palavras-chave oficiais: Sessão solene,Congresso Nacional,Aniversário,Programa A Voz do Brasil,Homenagem Mídia,Conteúdo impróprio,Plataforma digital,proteção,Criança
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O SR. LUIZ CARLOS HAULY (Bloco/PODE - PR. Para discursar. Sem revisão do orador.) - Caríssimo amigo e Presidente Jorge Kajuru, é uma honra muito grande estar aqui nesta sessão solene do Congresso Nacional comemorando os 90 anos do programa A Voz do Brasil, programa que faz com que o Brasil tenha unicidade, com que o Brasil seja unido em torno da voz do Brasil, a voz dos três Poderes. O Senador Jorge Kajuru, que tem uma trajetória maravilhosa no rádio, onde começou, na televisão, nos meios de comunicação em geral, é testemunha dessa história. O rádio no Brasil começou há um século, precisamente há 103 anos, com a primeira emissora no Rio de Janeiro, no Corcovado. Essa emissora, em 1935, iniciou o programa A Voz do Brasil e transmitia os grandes programas que influenciaram e influenciam a população brasileira. O que eu reclamo hoje do programa A Voz do Brasil é a liberalidade de horário. É preciso que a sua transmissão seja obrigatoriamente às 19 horas para todo o Brasil, sem colher de chá para nenhuma emissora. O Brasil tem que estar unido na informação dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Faz parte da nossa história, como elemento de unicidade do território, da população, da língua, do idioma, a palavra do Presidente da República e dos seus Ministros, a palavra dos Deputados e Senadores, a palavra dos Ministros dos Tribunais Superiores do Superior Tribunal de Justiça, do Tribunal Superior do Trabalho e do Supremo Tribunal Federal. Esse é o programa que mais impacta a população brasileira e mais atende aos seus interesses. O programa A Voz do Brasil, tanto a parte da Câmara dos Deputados quanto a do Senado Federal, é feito pelos mais competentes profissionais de rádio deste País, que trabalharam e trabalham nos dois programas. Com certeza, assim também fazem os profissionais do Executivo e do Judiciário. Quero dizer que a comunicação do mundo se divide em antes e depois da introdução do rádio. Do rádio veio a televisão, na década de 50. A televisão ocupa um grande espaço, mas o rádio permanece valente em todo o território brasileiro. Nos mais longínquos recantos deste País e do mundo, há emissoras de rádio, chegam as frequências, as vozes, as músicas, as palavras, o conforto, o cristianismo imaginem se Jesus Cristo, há 2 mil anos, tivesse as emissoras de rádio para difundir a Palavra. Sem dúvida alguma, todo o mundo seria cristão. Eu vejo hoje o avanço das telecomunicações com a Internet, essa rede mundial de difusão tanto de palavras quanto de escrita e de imagem, como outra revolução. O rádio, a televisão e a Internet têm uma influência decisiva na vida e na formação das pessoas. Por isso, Presidente Kajuru, é importante preservar e proteger os menores de 12 anos, que são suscetíveis aos ataques da sanha de vender, de impregnar as nossas crianças. Proteger as crianças dos maus programas, dos maus exemplos na televisão, no rádio e na Internet é uma obrigação. Já temos, como legislação para a televisão, uma resolução do Conanda era um projeto de minha autoria e não foi aprovado por esta Casa, mas se transformou numa resolução do Conanda. Falta a regulamentação da Internet quanto à proteção da criança, de até 12 anos, que não tem o seu cognitivo pronto. É dever do Parlamento, do Executivo, do Judiciário, da sociedade e dos proprietários de emissoras zelar pela proteção da criança. Isso vale também para as grandes e famosas redes da Internet, como Instagram, Facebook, TikTok, todas essas espécies e subespécies da comunicação mundial. É dever do Estado, da sociedade, da família e da Igreja proteger as nossas crianças. É para isso que eu venho apelar neste momento dos 90 anos do programa A Voz do Brasil. Viva! Vida longa ao programa A Voz do Brasil! Que volte ao horário fixo, para que todos os brasileiros tenham o seu horário de comunicação com os Poderes da República! Que Deus abençoe este País, o unifique, acabe com a divergência e com o radicalismo e que inauguremos, nas eleições do ano que vem, uma nova era de progresso e prosperidade para o Brasil! - 16/07/2025Breves Comunicações
O Deputado expressou preocupação com o impasse nas negociações entre Brasil e Estados Unidos, afirmando que os canais diplomáticos do Executivo estão “interditados”. Sugeriu que o Parlamento assuma a liderança nas tratativas por meio de uma delegação suprapartidária. Além disso, defendeu uma abordagem pragmática, afastada de ideologias antiamericanas, e ressaltou os laços históricos e econômicos entre Brasil e Estados Unidos. Por fim, afirmou que o Legislativo pode ser a via eficaz para restabelecer o diálogo com Washington.
Palavras-chave oficiais: Estados Unidos,Tributação,Taxa,Produto nacional,Importação,Diplomacia,Congresso Nacional,Delegação legislativa,negociação
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O SR. LUIZ CARLOS HAULY (Bloco/PODE - PR. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente Márcio Jerry, Sras. e Srs. Parlamentares, infelizmente não estamos vendo saída nas negociações do Brasil com os Estados Unidos no atual Governo. O Presidente Lula e o Vice-Presidente Alckmin estão se esforçando, assim como o Itamaraty. A minha avaliação é a de quem tem mais de 30 anos de experiência em diplomacia parlamentar na Comissão de Relações Exteriores, a qual eu presidi. Eu conheço muito bem a diplomacia internacional, especialmente a questão americana, o Congresso americano, o Governo americano, porque presidi o Parlamento das Américas, com sede em Ottawa, por 4 anos e também participei do Grupo de Amizade Brasil-Estados Unidos, assim como participei de inúmeros outros grupos com países da Europa. Eu acredito que os canais do Governo estão interditados. E quem pode resolver essa parada? Mais uma vez, o Parlamento. Eu vi hoje a entrevista rápida do Vice-Presidente Geraldo Alckmin com o Presidente da Câmara, Deputado Hugo Motta, e com o Presidente do Senado, Senador Davi Alcolumbre. Se os canais do Executivo brasileiro, do Itamaraty, estão impedidos, interditados, a negociação só cabe agora ao Parlamento. Eu vi numa reportagem, agora há pouco, que o Governo está tentando achar um interlocutor. Quem poderia ser, se não o Parlamento, com uma delegação suprapartidária, formada por aqueles que têm mais afinidade com a questão? E é claro que não pode haver entre eles os famosos antiamericanos, que são os também famosos pró-Rússia e pró-China. Isso não funciona. É preciso tirar a ideologia dessa conversa e fazer entrar nela o pragmatismo da aliança e da amizade de mais de 200 anos que temos com os Estados Unidos. O Brasil recebeu, depois da Guerra de Secessão, 45 mil confederados, que vieram morar no País, na região em torno de São Paulo. Os americanos estavam presentes na Proclamação da República, tanto que a Constituição brasileira é uma cópia da americana. Dentro do Brasil existem mais de duas mil empresas de capital americano, e também existem muitas empresas brasileiras dentro dos Estados Unidos. Nossos parceiros preferenciais são Estados Unidos, Europa, Canadá, os 35 países das Américas e, secundariamente, nossos novos parceiros Rússia e China. Embora a China seja a maior compradora do Brasil, nós sempre fomos aliados do Ocidente: da Europa Ocidental e dos Estados Unidos e Canadá. Estivemos juntos na Segunda Guerra Mundial e em tantos outros eventos. Então, nós somos parceiros. Meu conselho é que se entregue a diplomacia para o Parlamento resolver essa parada, porque o Governo não vai resolver! - 15/07/2025Breves Comunicações
O Deputado fez um histórico das crises econômicas brasileiras desde 1981, associando-as à queda de Governos. Criticou o Presidente Lula por sua aliança com China e Rússia via Agrupamento Brasil-Rússia-Índia-China-África do Sul (BRICS) e pela tentativa de criar uma moeda alternativa ao dólar, o que teria motivado o tarifaço de 50% imposto pelos Estados Unidos. Além disso, alertou que a retaliação poderia prejudicar empresários e trabalhadores brasileiros. Afirmou que Lula compromete a economia e pediu sua saída: "Vá para casa, Presidente Lula. Chega!".
Palavras-chave oficiais: Política econômica,Brasil,Economia,Crise econômica,Governo Presidente da República,Governo federal,Política externa,Dólar,Agrupamento Brasil-Rússia-Índia-China-África do Sul (BRICS),Estados Unidos,Tributação,Brasil,Taxa,Importação,Produto nacional,retaliação,Empresário,Trabalhador,Política econômica,Economia
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O SR. LUIZ CARLOS HAULY (Bloco/PODE - PR. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente Hugo Motta, eu farei um pequeno relato da economia brasileira nos últimos 45 anos. De 1981 a 1983, o PIB brasileiro caiu 8,7%. Com isso, o Governo Figueiredo foi obrigado a fazer a abertura política com os políticos moderados deste País. De 1989 a 1991, Collor de Mello quebrou o País, com a redução do PIB em 7,7%. Houve o impeachment do Presidente Collor. De 2014 a 2016, a Presidente Dilma quebrou a economia brasileira, com a redução do PIB em 8,5%. O que muda o Governo é a economia. Já dizia Clinton quando ganhou a eleição de Bush: "É a economia, estúpido!" Neste momento, eu, com a experiência de mais de 30 anos na Comissão de Relações Exteriores, depois de presidir o Parlamento das Américas com sede em Ottawa por 4 anos e de participar do Grupo de Amizade do Parlamento Brasileiro e Americano por mais de 20 anos, quero dizer a V.Exas. que este é um dos momentos mais dramáticos que o Brasil está vivendo. Essa aliança do Lula com a China e com a Rússia deu no que deu: criaram o BRICS e estão querendo criar uma moeda. Ele é o artífice disso. Os Estados Unidos não perdoam os inimigos dos americanos. Eu posso falar de vários casos. Eu não gosto do Trump, não vou com a cara dele, não gosto do Governo dele, mas o que está colocado aí é uma encrenca. Se o Governo se meter a tarifar em dobro o que foi taxado em 50%, vai se dar mal. Já está havendo prejuízo. Quem vai pagar o prejuízo das empresas, dos empresários, dos trabalhadores brasileiros? O Lula quer fazer discurso pensando na próxima eleição. O que eu recomendo como decano desta Casa? O Presidente Lula já deu o que tinha que dar e foi muito ruim. Ele criou a Dilma, e a Dilma destruiu o País. Os Governos dele foram razoáveis. Neste último, que estava razoável, agora a coisa embicou mesmo, com essa confusão que ele arrumou. Vá para casa, Presidente Lula! Chega! Chega! Vamos mudar esse disco. - 14/07/2025
O Deputado questionou se o Projeto de Lei nº 351, de 2019, que cria a Força Nacional do Sistema Único de Saúde (FN-SUS), apenas transforma em lei o Decreto da Força Nacional do SUS, criado em 2011. Em seguida, ao ser confirmado que o assunto seria o mesmo, criticou a proposta por supostamente não trazer novidades e servir apenas como estratégia de promoção eleitoral em ano de eleição.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Força Nacional do Sistema Único de Saúde (FN-SUS),Decreto,Eleição,Eleições,Sistema Único de Saúde (SUS),Propaganda eleitoral
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O SR. LUIZ CARLOS HAULY (Bloco/PODE - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Pela ordem, Sr. Presidente. Este projeto é o mesmo do Decreto da Força Nacional de Saúde de 2011? Ele só está transformando em lei o que já existe? O SR. PRESIDENTE (Hugo Motta. Bloco/REPUBLICANOS - PB) - Ele trata do mesmo assunto. O SR. LUIZ CARLOS HAULY (Bloco/PODE - PR) - Então ele não tem nada de novo. É só um projeto para fazer alegoria eleitoral em véspera de eleição. - 14/07/2025
O Deputado criticou o baixo valor destinado à Lei de Incentivo ao Esporte, estimado em R$ 1 bilhão, comparando-o aos R$ 260 bilhões movimentados anualmente por casas de apostas, que mantêm uma relação promíscua com o futebol. Defendeu mais investimentos no esporte escolar, amador, olímpico e paraolímpico, afirmando que o atual aporte é insuficiente frente à importância do setor. Manifestou o apoio da Presidente do Podemos, Deputada Renata Abreu, e do Líder Rodrigo Gambale à lei, mas reiterou que o valor atual não condiz com as conquistas do esporte nacional.
Palavras-chave oficiais: Lei de Incentivo ao Esporte (2006),Investimento público,Aposta esportiva,Esporte educacional,Esporte amador,Esporte paralímpico,Esporte olímpico,Podemos (PODE) (2016),Presidente,Líder do partido,Apoio político
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O SR. LUIZ CARLOS HAULY (Bloco/PODE - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente Hugo Motta, Sras. e Srs. Deputados, 1 bilhão de reais foi o que disseram que foi investido no ano passado pela Lei de Incentivo ao Desporto. Só as bets estão levando 260 bilhões de reais por ano das famílias que têm uma relação promíscua com o futebol. Isso é 260 vezes maior do que a Lei de Incentivo ao Esporte. Só os juros, Sr. Presidente, são mil vezes maiores do que este incentivo. Vamos criar vergonha neste País e investir no esporte escolar, no esporte amador, no esporte olímpico, no esporte paraolímpico, com vontade, com determinação, para construir uma grande nação! Deixo o abraço da nossa Presidente, da Presidente do Podemos, a Deputada Renata Abreu, e do nosso Líder, o Deputado Rodrigo Gambale, que são favoráveis à lei. Mas nós entendemos que 1 bilhão de reais é uma mixaria para o esporte olímpico e paraolímpico, que tantas glórias já nos proporcionou. - 14/07/2025
O Deputado discutiu o Projeto de Lei Complementar nº 234, de 2024, que dispõe sobre incentivos e benefícios para fomentar as atividades de caráter desportivo e dá outras providências.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei complementar,favorável
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O SR. LUIZ CARLOS HAULY (Bloco/PODE - PR. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, como a minha primeira profissão é educação física, sempre apoiei todos os projetos de incentivo ao desporto, a criação do Conselho Federal de Educação Física, a Lei Zico, a Lei Pelé, a Lei de Incentivo Fiscal e tantas outras. Entendo que o esporte começa na escola. Todavia, lamentavelmente, o esporte escolar que forma atleta, que forma cidadão, é uma decepção no Brasil. Estados, Municípios e Governo Federal não têm interesse e não têm investido. O que nós fazemos, o esporte de rendimento, apoiamos, vai bem, mas poderia ser o dobro se este País tivesse vergonha na cara, os seus governantes, e investissem no esporte. "Sim" ao projeto. Apoiamos o esporte olímpico e o esporte paraolímpico do Brasil. - 14/07/2025
O Deputado afirmou que o Brasil vive um dos momentos econômicos mais graves da sua história, marcado por tensão com os Estados Unidos. Criticou a proposta do Presidente Lula de criação de uma moeda dos BRICS, destacando que isso gerou atritos ideológicos e comerciais com a maior potência econômica mundial, responsável por 12% das importações de produtos brasileiros. Também alertou para o risco de sobretaxa de 50% sobre exportações nacionais e comparou a postura do Governo a “agir como um elefante em casa de louças”.
Palavras-chave oficiais: Estados Unidos,Tributação,Taxa,Produto nacional,Importação,Presidente da República,Agrupamento Brasil-Rússia-Índia-China-África do Sul (BRICS),Moeda,Crítica
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O SR. LUIZ CARLOS HAULY (Bloco/PODE - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente Hildo Rocha, Sr. Deputado Charles Fernandes, senhoras e senhores, o Brasil vive um dos momentos econômicos mais dramáticos da sua história, um momento que se torna um ponto de inflexão na economia brasileira face à gravidade da situação. E por que é grave? Porque há um contencioso econômico e ideológico entre o Brasil e os Estados Unidos. O Presidente do Brasil e o Presidente dos Estados Unidos estão se estranhando por questões ideológicas, mas, no fundo, no fundo, estão se estranhando por questões econômicas. Na reunião dos BRICS no Brasil e nas reuniões anteriores das quais o Presidente Lula participou, ele, Luiz Inácio Lula da Silva, tomou a iniciativa de propor a criação da moeda dos BRICS. Segundo informou o representante russo, quem a propôs foi o Presidente Lula. Os Estados Unidos, que são a maior potência econômica do mundo, têm quase 30% do PIB mundial, têm um PIB quatorze vezes maior que o PIB do Brasil, têm um PIB per capita oito vezes maior que o nosso, são um dos grandes clientes do Brasil. Eles importam 12%, principalmente, dos nossos produtos manufaturados, como peças de aeronave, lâminas de aço, laminados, laranja, café e tantos outros produtos. Estamos na iminência de perder o mercado americano com a sobretaxa de 50%, enquanto o Presidente Lula está agindo como um elefante na casa de louças, quebrando tudo, colocando a sua tropa de partidários, MST e os seus puxadinhos para bater no Presidente americano e nos Estados Unidos, fazendo discursos insanos. Não se briga com gigante. Qual rei vai combater um inimigo com 10 mil homens quando, no campo de batalha, o adversário tem 1 milhão de soldados? Isso é bíblico. O Presidente Lula está, neste momento, levando o Brasil para um abismo sem saída. Não se briga nem se faz campanha contra os Estados Unidos, goste-se ou não do dólar, que é a moeda americana. Eu não tenho nenhum apreço pelo Presidente americano, mas tenho apreço pelo povo americano e pelo estilo de vida americano. Não concordo com a conduta do Presidente Lula nesse episódio. Ele está errado, seus líderes estão errados, pois estão levando o Brasil para o abismo. Com a economia não se brinca. Se o Brasil fosse uma empresa, o Governo estaria fazendo o País ir rumo à falência. Dessa maneira, S.Exa. o Presidente Lula pode estar colocando em risco o País e o seu mandato. Estou avisando: não publique o decreto, senão nós vamos derrubá-lo, como derrubamos o IOF aqui! Não insulte a inteligência e a economia brasileiras! - 14/07/2025Breves Comunicações
O Deputado saudou a presença de ídolos do esporte olímpico e paraolímpico na Câmara, reunidos em apoio à urgência da votação Projeto de Lei Complementar nº 234, de 2024, que fortalece a Lei de Incentivo ao Esporte. Criticou a histórica falta de investimento em esporte e educação básica por parte dos Governos municipais, estaduais e federal, destacando a ausência de programas estruturados de iniciação esportiva nas escolas. Lamentou ainda a redução das aulas de educação física e afirmou que o preparo físico desde a infância é essencial para a qualidade de vida. Relembrou sua atuação como Prefeito pioneiro na criação de escola em período integral e como Relator de legislações importantes do desporto nacional. Encerrou exaltando os atletas como referências para a juventude e defendeu a aprovação imediata da matéria.
Palavras-chave oficiais: Atleta olímpico,Atleta paralímpico,Câmara dos Deputados,Requerimento de urgência,Projeto de lei complementar,Lei de Incentivo ao Esporte (2006),Investimento,Esporte,Educação básica,Educação física,Atuação parlamentar
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O SR. LUIZ CARLOS HAULY (Bloco/PODE - PR. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente Charles Fernandes, Sras. e Srs. Parlamentares, o Governo livrou-se da minha fala, porque eu ia tratar do Governo do Presidente Lula, mas vou falar do esporte nacional. É um prazer e uma honra muito grande para a Câmara dos Deputados receber grandes ídolos do esporte olímpico e paraolímpico, que estão aqui em comitiva nacional, representando o Comitê Olímpico do Brasil, para apoiar a urgência de um projeto que dá vida à Lei de Incentivo ao Esporte. O Brasil, infelizmente, é um país que não investe no esporte, não investe na educação básica, não treina as crianças nas escolas. Essa é uma chaga, uma vergonha para os governantes municipais, os governantes estaduais e o Governo Federal, que nunca se preocupou com a escola. É na escola, no Município, onde tudo se concretiza. É lá que deve ser feito o preparo das crianças à iniciação esportiva, com as escolinhas de prática desportiva. No mundo todo, isso ocorre no contraturno. Infelizmente, aqui se promete e não se cumpre. Há 40 anos, como Prefeito de uma cidade pequena do interior, eu tive a honra de ser o primeiro Prefeito do Brasil a criar uma escola pública de período integral e o primeiro a implantar a educação física nas escolas da 1ª à 4ª série. Infelizmente, têm diminuído nas últimas décadas as aulas de educação física nas escolas públicas do Brasil. Isso é uma vergonha! A nação que não investe no esporte, no treinamento, na capacitação física da população, não tem sobrevida. Nós chegamos a uma longevidade maior, mas sem o condicionamento físico necessário. Então, aproveito aqui para fazer essa crítica aos governantes do Brasil, que falam, prometem, mas não cumprem. Digo isso com autoridade. Fui Relator das principais leis de incentivo ao desporto nacional, como a Lei Zico, a Lei Pelé a primeira lei de incentivo ao desporto nacional e a lei que criou o Conselho Federal de Educação Física. Agradeço a presença aos grandes líderes do esporte olímpico e paraolímpico do País, que são espelhos para essa juventude que está abandonada com o jogo do azar das bets, Sr. Presidente, e parte dela tomada pelas drogas, pelo vício do alcoolismo. Graças a Deus, temos os nossos ídolos em quem nos espelharmos. Eu sempre me espelhei em grandes atletas nacionais, como a Hortência, que está aqui, o Oscar, o Carioquinha, o Marquinho Abdala e tantos líderes do basquetebol, que é o esporte da minha vida. Um grande abraço! Bem-vindos! Vamos aprovar a urgência já! - 09/07/2025
O Deputado criticou os altos juros praticados no Brasil, classificando-os como os mais escorchantes do mundo e responsáveis por sugar 20% do PIB nacional. Destacou que essa carga afeta diretamente o Governo, as empresas e, sobretudo, as famílias brasileiras. Além disso, cobrou do Presidente do Banco Central a redução da taxa de juros em até 3% na próxima reunião da instituição. Também desafiou o Governo Lula a aprovar seu projeto que prevê a taxação de lucros excessivos com IOF sobre os rentistas. Finalizou conclamando coragem ao PT e ao Presidente Lula.
Palavras-chave oficiais: Taxa de juros,Produto Interno Bruto (PIB),Banco central,Governo federal,Presidente da República,Projeto de lei complementar,criação,Sistema Nacional de Proteção da Economia contra Juros Abusivos (SNPEJA),Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF)
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O SR. LUIZ CARLOS HAULY (Bloco/PODE - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente Icaro de Valmir, Sras. e Srs. Parlamentares, o que une bolsonaristas e petistas e nós, os verdadeiros brasileiros centrados? Somos todos vítimas da mais escorchante vassalagem do mundo, que são os juros cobrados pelos bancos, juros que nos escravizam e que levam 20% do Produto Interno Bruto em juros, 10% do Governo e 10% das empresas e pessoas físicas. Esses juros são pagos pelas famílias, pelas pessoas da classe média, pelas pessoas de classe baixa, por todas as famílias. Eu disse há pouco ao Presidente do Banco Central, numa audiência pública, alto e bom som, que, na próxima reunião do Banco Central, ele seja um brasileiro de verdade e reduza a taxa de juros em 2% ou 3%. Caso não o faça, se o Governo Lula tiver vergonha na cara, aprove meu projeto para tributar o excesso de juros com o Imposto sobre Operações Financeiras IOF, diretamente para os rentistas, que ganham 15% de juros, a mais alta taxa de juros do mundo. Tenha vergonha, tenha coragem, Lula! Coragem, PT! - 08/07/2025
O Deputado alertou para o avanço de interesses internacionais ligados ao setor de jogos de azar no Brasil, criticando o avanço no Senado do Projeto de Lei nº 442, de 1991, que legaliza os cassinos e as novas modalidades de apostas. Ademais, afirmou que a legalização das bets comprometeu parte significativa da renda dos brasileiros e tem causado sofrimento às famílias. Por fim, denunciou a submissão do País a interesses antipatrióticos e defendeu a rejeição dessas propostas.
Palavras-chave oficiais: Jogo de azar,Projeto de lei ordinária,Senado Federal,legalização,Cassino,Aposta,Aposta esportiva,Processo legislativo,Lobby
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O SR. LUIZ CARLOS HAULY (Bloco/PODE - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente Charles Fernandes, o Brasil está novamente sob ataque do interesse internacional da jogatina do azar. Agora, ataca-se Senado, pois se quer aprovar o funcionamento de cassinos e novas formas de jogatina. Eles são insaciáveis. Eles introduziram as bets no Brasil, e 5% da renda dos brasileiros é destinada para pagar as contas da jogatina de azar, infelicitando a família brasileira, além dos juros. O Brasil é o paraíso para os rentistas internacionais. Hoje, as famílias brasileiras comprometem até 35% da renda com o pagamento de dívidas, com os juros mais escorchantes do mundo. O Brasil está dominado pelos interesses exclusos antipatrióticos. Precisamos pôr um fim nisso. - 01/07/2025
O Deputado defendeu seu voto pela aprovação do Projeto de Decreto Legislativo (PDL) nº 214, de 2025, que sustou os efeitos do decreto responsável pela majoração do IOF, afirmando que o Parlamento agiu corretamente ao impedir um abuso do Governo. Criticou a decisão do Governo Federal de recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) e afirmou que o Congresso está de costas para o Planalto por este não responder ao clamor das ruas. Destacou que o IOF é regressivo e prejudica alimentos, micro e pequenas empresas e a população em geral. Reprovou a tentativa de vincular o IOF ao debate sobre o Imposto de Renda e defendeu o Projeto de Lei Complementar (PLP) nº 139, de 2025, de sua autoria, que institui o Sistema Nacional de Proteção da Economia contra Juros Abusivos - SNPEJA, com incidência imediata sobre rendimentos de aplicações financeiras de renda fixa que excedam a taxa real média de juros praticada por países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e pelos Estados Unidos da América (EUA), como forma eficaz de tributar os mais ricos. Por fim, acusou os defensores do decreto de fazerem uso político e eleitoreiro da proposta.
Palavras-chave oficiais: Projeto de decreto legislativo,Decreto federal,Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF),Parlamento,Governo federal,Política fiscal,Supremo Tribunal Federal (STF),Ação judicial,Congresso Nacional,Imposto de renda,Isenção tributária,Eleições Projeto de lei complementar,Autor (proposição legislativa),Sistema Nacional de Proteção da Economia contra Juros Abusivos (SNPEJA),Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF),Aplicação financeira,Taxa de juros,Tributação,População rica
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O SR. LUIZ CARLOS HAULY (Bloco/PODE - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, quero manifestar que votei correta e tecnicamente pela derrubada do decreto do IOF. Como economista tributário e veterano desta Casa, digo que o Parlamento agiu corretamente ao impedir um abuso do Governo. É uma decisão política, e eu tenho certeza de que o Supremo Tribunal Federal não vai se meter nessa briga. O Governo errou, e continua errando, ao entrar com reclamação no Supremo. O Congresso está de costas para o Governo neste momento, porque não entendeu o reclamo das ruas: o IOF é regressivo, atinge os preços dos alimentos, a microempresa, a pequena empresa, enfim, atinge toda a população. É diferente do Imposto de Renda, é outra conversa. O Governo e seus partidários estão misturando os assuntos politicamente, Sr. Presidente. Eles estão misturando o Imposto de Renda com o IOF. Querem tributar rico? Querem tributar os milionários da Faria Lima? Basta olhar o meu projeto de lei sobre o IOF, sobre os ganhos de 15% da taxa Selic. Dá para tirar 2%, 3% com o IOF. Esse, sim, é contra os ricos do andar de cima. O resto é demagogia eleitoreira. - 16/06/2025
O Deputado criticou a condução da política econômica pelo Ministro Fernando Haddad e manifestou preocupação com a instabilidade fiscal. Mencionou prejuízos causados pela greve na Receita Federal, que teria afetado a liberação de mercadorias nos portos e gerado perdas bilionárias. Apontou a falta de diálogo do Governo com auditores e analistas, defendendo a concessão de reajustes salariais para encerrar o movimento. Sugeriu também a atualização patrimonial de pessoas físicas e jurídicas como forma de arrecadação sem aumento de impostos. Rejeitou as propostas de elevação do IOF e do Imposto de Renda, e criticou o Ministro por tirar férias em meio à crise. Destacou a necessidade de uma gestão focada no equilíbrio das contas públicas, no combate aos juros altos e na proteção ao emprego e à renda no País.
Palavras-chave oficiais: Política econômica,Política fiscal,Ministro de Estado da Fazenda,aumento,Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF)
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O SR. LUIZ CARLOS HAULY (Bloco/PODE - PR. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Parlamentares, venho à tribuna para manifestar a minha insatisfação com a conjuntura econômica atual, especialmente, com relação ao aumento de impostos. Se a situação estivesse sob controle, e não está... Eu não pude falar algo para o Ministro Haddad na semana passada. Eu era o orador da vez, quando foi encerrada a sessão porque houve lá um conflito entre Oposição e Governo. Nós, os verdadeiros brasileiros, estamos preocupados com a estabilidade econômica, com o crescimento econômico, com a inserção do Brasil no mundo. Eu venho de reuniões importantes no Paraná, aqui e em São Paulo, e há uma reclamação recorrente. Empresários, importadores e exportadores estão com as suas mercadorias paradas nos portos. Por que elas estão paradas? Porque a Receita Federal, no Brasil, está com um movimento paredista. A greve foi suspensa por medida judicial. Imaginem a boa vontade dos auditores e dos analistas! Então, não está funcionando nem 20% da Receita Federal. E isso se deve ao Ministro Haddad, que há 6 meses, desde dezembro, não se dignou a resolver um pequeno problema do Fisco brasileiro e conceder 9% de reposição de perda inflacionária neste ano e 9% de reposição no ano que vem. Lembro que o Governo, com autorização dele, deu reposição salarial para todas as demais categorias e não a concedeu para o Fisco. Ele merece apoio ao aumento do IOF, ao aumento de impostos e ao aumento do Imposto de Renda? Não, ele não o merece. Ele está, aliás, tão preocupado com a votação, com o desenrolar na Câmara e no Senado, que tirou férias. Ora, quem comanda a economia do Brasil é como um comandante de um exército. Nós estamos em guerra contra a pobreza e a miséria, para poder gerar riqueza no País, para diminuir as dificuldades, para pagar a aposentadoria de 40 milhões de pessoas, para melhorar o gerenciamento do dinheiro no SUS há 165 milhões de brasileiros e brasileiras que são usuários desse sistema , para melhorar a educação de 43 milhões de estudantes das escolas públicas da União, dos Estados e dos Municípios, para melhorar a assistência social dos mais de 20 milhões de beneficiários do Programa Bolsa Família e dos 5 milhões de beneficiários do BPC e de outros programas sociais. E S.Exa., o Ministro Haddad, entra de férias. Eu, um homem público com mais de 30 anos nesta Casa, confesso que eu estou estarrecido. Eu estava até emprestando apoio ao controle da economia, mas não há como continuar a emprestar o meu apoio a essa instabilidade econômica. Ele quer levantar 30 bilhões de reais em aumento de impostos, já perdeu 40 bilhões de reais com a greve e vai perder outros 40 bilhões de reais até o final do ano. Há três soluções. Conceda-me o tempo... (Desligamento do microfone.) O SR. PRESIDENTE (Charles Fernandes. Bloco/PSD - BA) - Peço que conclua, Deputado. O SR. LUIZ CARLOS HAULY (Bloco/PODE - PR) - V.Exa. me concede o meu tempo de 3 minutos, por gentileza? Aí eu concluo meu raciocínio e não atrapalho mais a sessão. Eu dei três sugestões ao Ministro, que não pude falar naquela sessão, porque ele teve um destempero, a Oposição se aproveitou do destempero dele e a audiência pública acabou cancelada bem na hora em que eu ia falar. O SR. PRESIDENTE (Charles Fernandes. Bloco/PSD - BA) - Deputado Hauly, eu vou agregar o tempo das Breves Comunicações. V.Exa. pode continuar a usar da palavra. O SR. LUIZ CARLOS HAULY (Bloco/PODE - PR) - V.Exa. é um cavalheiro, um gentleman. Então, Sr. Presidente, há três sugestões. A primeira é fazer um entendimento com auditores e analistas, propondo 9% de aumento de perdas de inflação este ano já estamos no meio do ano e 9% de aumento ano que vem. Todo mundo sai pacificado. Assim o Ministro vai ter o Fisco trabalhando para ele até dezembro do ano que vem. Vamos à segunda sugestão. Há na pauta um projeto de autoria minha e do Deputado Roberto Rocha que trata da atualização patrimonial do Imposto de Renda das pessoas físicas e jurídicas. Trata-se de uma redução de alíquota para que todos os brasileiros que têm os seus patrimônios congelados pela inflação desde 1995 possam abrir, pelos próximos anos, a atualização patrimonial de acordo com o poder aquisitivo de cada um. Essa medida pode dar, só este ano, mais de 20 bilhões de reais para equilibrar as contas. Nós sabemos que, se não há equilíbrio das contas, acontece o que vem acontecendo desde o ano passado. O juro está a 15% falta 0,25% para chegar a 15%! E esse juro está comendo o dinheiro do Orçamento da União, dos Estados e dos Municípios. Trata-se de um come-come que destrói as finanças públicas das empresas e das famílias. São mais de 2 trilhões de reais de juros que o Governo, as famílias e as empresas têm que pagar por ano. São as mais altas e absurdas taxas de juros do mundo! Então, o Ministro Haddad, que tirou férias... É claro que todo mundo tem direito a férias, mas não no meio da tempestade. Tenha um pouco de paciência, ferreiro! Haddad em árabe é ferreiro. Ele devia estar aqui estruturando a economia, porque a responsabilidade dele não é com o Governo Lula, é com o Brasil, é com os empregos, é com as empresas, é com o crédito. É isto que se exige de um Ministro da Fazenda: responsabilidade na hora da alegria e da tristeza e da dificuldade que o Brasil vem enfrentando. A taxa de juros, sob a mão dele, é uma das mais altas: 14,75%. Isso é juro para lá de Bagdá! Então, o que deve ser considerado, Sr. Ministro, são atitudes simples que não custam muito para colocar o Brasil no rumo do equilíbrio fiscal. V.Exa. fica devendo ao País. - 10/06/2025
O Deputado celebrou os 111 anos de emancipação política de Foz do Iguaçu (PR). Destacou o simbolismo da cidade como Marco das Três Fronteiras entre Brasil, Paraguai e Argentina, além de ressaltar seus atrativos turísticos, como o Parque Nacional do Iguaçu, uma das sete maravilhas naturais do mundo; e a Usina de Itaipu, reconhecida como uma das sete maravilhas da engenharia. Ademais, enfatizou a integração regional e o dinamismo econômico da cidade, marcada por forte intercâmbio comercial e cultural com os países vizinhos.
Palavras-chave oficiais: Aniversário de emancipação política,Foz do Iguaçu (PR),Turismo,Usina Hidrelétrica de Itaipu,integração,Comércio,Paraguai,Argentina,Parque Nacional do Iguaçu
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O SR. LUIZ CARLOS HAULY (Bloco/PODE - PR. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Deputado Lula da Fonte, é um prazer muito grande estar aqui comemorando com toda a Casa e o Brasil 111 anos de emancipação política da belíssima cidade de Foz do Iguaçu, no Paraná. Hoje com mais de 300 mil habitantes, Marco das Três Fronteiras Brasil, Paraguai e Argentina , a cidade tem o Parque Nacional do Iguaçu, uma das sete belezas naturais da humanidade, escolhido uma das mais bonitas paisagens da natureza do mundo, e também abriga uma das sete belezas artificiais do mundo, escolhida pela Sociedade Americana de Engenharia Civil, a Usina de Itaipu. É uma cidade turística, uma cidade irmã de dois países irmãos, o Paraguai e a Argentina. É uma cidade vibrante, com um comércio vibrante entre os três países, cujas populações vão e vêm, e ali sela-se o laço do Marco das Três Fronteiras e há uma integração total. Parabéns ao povo de Foz do Iguaçu e às autoridades do Município! Que Deus os abençoe abundantemente e que possam continuar prosperando pelos próximos 111 anos! Que Deus abençoe. Viva Foz do Iguaçu, no Paraná!
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 14/12/2011 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.