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Detector de Bananada
Foto de Lucas Abrahao

Deputado · Câmara

Lucas Abrahao

REDE · AP

Centro-esquerdapor que esse rótulo?Fora de exercício

Nome civil: Lucas Abrahao Rosa Cezario de Almeida · 34 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 81 de 100, Cara Bom0406080100

81/100

Cara Bom

período curto: nota baseada em 95 votações

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 65% dos deputados · média do partido: 77

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 100%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 92%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 28%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 47%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

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Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 96%das 67 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou

Vota com o próprio partido 94%das 77 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou

Redes oficiais de Lucas Abrahao

Fora de exercício: o gabinete não atende mais. Restam as redes informadas à Câmara.

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

100%

Esteve em 24 de 24 sessões

Melhor que 94% dos deputadosMédia do partido: 95%

Votou nas votações

92%

Registrou voto em 87 de 95 votações nominais

Melhor que 86% dos deputadosMédia do partido: 84%

Iniciativas que viraram lei

0

de 31 projetos apresentados (0%)

1 avançaram · 27 em andamento · 3 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

96%

Em 67 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 85% dos deputadosMédia do partido: 93%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

22 discursos na tribuna · de 12/11/2025 a 19/03/2026.

  • 18/11/2025Breves Comunicações

    O Deputado afirmou que o modelo de segurança pública do Amapá pode servir de referência nacional. Disse que dados divulgados pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) mostram que o Estado é o que mais investe per capita na área, resultado que atribuiu à integração entre forças de segurança, ao uso de inteligência, a investimentos contínuos e à autonomia técnica das corporações. Citou reduções registradas no Estado: queda de 28,7% nos homicídios dolosos, 30% nos Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI) e 50% nos feminicídios. Reforçou que os Estados da Amazônia enfrentam avanço de facções que utilizam a região como rota logística, o que exige fortalecimento das políticas federais e estaduais de fronteira. Na continuidade, anunciou o Projeto de Lei nº 5.890, de 2025, que dispõe sobre a classificação e fornecimento do uniforme operacional como Equipamento de Proteção Individual – EPI aos profissionais dos órgãos de segurança pública previstos no art.144 da Constituição Federal. Defendeu que a medida permitiria aos Governos Estaduais acessar recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) para aquisição desses itens, considerados essenciais para a proteção de servidores. Por fim, pediu celeridade na tramitação da proposta e destacou que o enfrentamento ao crime depende dos profissionais que atuam diretamente nas ruas, inclusive nas áreas mais vulneráveis da Amazônia.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP),Uniforme operacional,Equipamento de proteção individual,Órgão de segurança pública,Profissional da segurança pública,Dispositivo constitucional,Segurança pública,Pauta (processo legislativo),Amazonas Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP),Amapá,Homicídio,Crime violento letal intencional (CVLI),Feminicídio,Segurança pública

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUCAS ABRAHAO (Bloco/REDE - AP. Sem revisão do orador.) - Presidente, Deputada Jandira Feghali, Srs. Deputados, Sras. Deputadas, todos os que nos assistem pela TV Câmara, povo brasileiro, em especial povo amapaense, na semana passada, no meu primeiro discurso, feito logo após a minha posse, dentre outros assuntos, eu falei da importância do tema da segurança pública para nós e disse que o Brasil pode aprender com alguns exemplos do Estado do Amapá, com a política de segurança do Amapá, que tem sido efetiva, política essa conduzida pelo Governador Clécio Luís. Eu fiquei feliz, Presidente, porque logo após essa minha fala, no dia seguinte, o Fórum Brasileiro de Segurança Pública apontou que o Amapá é o Estado brasileiro que mais investe per capita em segurança pública. Isso se reflete nos investimentos e numa filosofia que envolve integração, inteligência, investimentos e liberdade técnica — e eu quero frisar a importância da liberdade técnica, de deixar os técnicos trabalharem —, o que fez com que o Amapá reduzisse em 28,7% o número de homicídios dolosos, em 30% o número de CVLI — Crimes Violentos Letais Intencionais e em 50% o número de feminicídios. Este momento, para nós da Região Norte, é muito importante, Presidente, porque as facções entraram também na Amazônia, não apenas por causa do mercado consumidor, mas também porque ela é rota logística. Nós precisamos trazer este debate para cá. Os Estados da Amazônia, bem como os Estados de fronteira em geral, são rota do tráfico. Nós precisamos fazer um debate sério sobre isso e fortalecer os Governos que estão nessa trincheira, na nossa fronteira. Mas nós não podemos fazer este debate, Presidente, somente a partir da filosofia ou da legislação. Não podemos esquecer quem vai para a rua combater as facções. Por isso, deixo aqui registrado que o nosso mandato fez uma contribuição. Acabo de protocolar projeto de lei que regulamenta ou oficializa o uniforme operacional das polícias como Equipamento de Proteção Individual. Com todo o respeito a cada colega Parlamentar aqui presente, não é nenhum de nós que vai aos morros enfrentar as facções, não é nenhum de nós que vai às palafitas da Amazônia ou à fronteira profunda do Brasil. O nosso mandato apresentou projeto de lei que institui ou institucionaliza o uniforme operacional das polícias, das forças de segurança, como EPI — Equipamento de Proteção Individual. Isso é importante porque vai permitir aos Governos acessarem o Fundo Nacional de Segurança Pública, Presidente. Hoje os Governos, com muito esforço, dão auxílio-fardamento aos militares, mas não podem acessar o Fundo Nacional de Segurança Pública para comprar aquilo que é segurança, que é proteção para o servidor, mas é, oficialmente, uniforme. Sabemos que o uniforme operacional das forças de segurança é, sim, um equipamento de proteção individual. Eu quero agora, quando a Casa para a fim de debater segurança pública, pedir à Mesa Diretora, à Secretaria-Geral da Mesa que rapidamente faça a distribuição desse projeto de lei, para que possamos dar uma resposta também aos servidores, aos profissionais da segurança pública, porque são eles que vão efetivar o que esta Casa aprovar. Muito obrigado, Presidente.
  • 12/11/2025Breves Comunicações

    O Deputado tomou posse destacando sua trajetória política, marcada por três candidaturas e duas suplências, e agradeceu o apoio da família, de líderes do Amapá e de aliados no Congresso. Afirmou que pretende defender a educação e contribuir com as pautas do Estado. Reagiu à declaração do Presidente do Partido Missão, que sugeriu que Amapá, Acre, Roraima e Rondônia voltassem a ser territórios federais, classificando a fala como ofensiva e incompatível com os avanços da Região Norte. Citou indicadores de preservação ambiental, geração de empregos e redução da violência no Amapá, atribuindo os resultados ao Governo estadual. Declarou que atuará pela boa política e pelo desenvolvimento da Amazônia.

    Palavras-chave oficiais: Deputado federal,Atuação parlamentar,Balanço

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LUCAS ABRAHAO (Bloco/REDE - AP. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Presidente, Deputado José Nelto. É com muita alegria, satisfação e honra que eu estou aqui neste momento. Quero dizer que V.Exa. já faz parte da minha trajetória política por ser o Presidente desta sessão tão especial e hoje me dar posse. Eu quero iniciar, Sr. Presidente, Sras. Deputadas e Srs. Deputados que participam presencialmente ou on-line desta sessão, agradecendo a Deus por este momento. Eu acredito que faço parte de uma geração que cumpre os desígnios de Deus, as promessas de Deus. Eu creio que estou aqui por causa de um chamado, Deputado Otoni — é bom encontrá-lo aqui —, da nossa geração para fazer a diferença, independentemente da religião. A gente tem que ter fé no Brasil e fé de que as coisas vão sempre melhorar a partir do posicionamento de homens e mulheres que trabalham por isso. Eu quero deixar um abraço carinhoso ao Deputado Paulo Lemos, que hoje se licencia e está aqui. Juntos já temos uma trajetória, uma história de amizade, de fraternidade. O Deputado vai ser Secretário de Educação do Amapá. Lembro que este Congresso aqui, a Casa ao lado, o Senado, Presidente José Nelto, já colocou o Amapá como um dos Estados que mais está avançando na educação. Deputado Paulo Lemos, V.Exa. vai dar continuidade a esse trabalho junto com o Governador Clécio Luís, meu grande líder, a quem eu mando um abraço carinhoso. Em breve também estarei lá ajudando o Governo do Estado da Amapá. Agradeço novamente a Deus, acima de tudo, ao povo da Amapá, ao Deputado José Nelto e a todos que estão aqui. Talvez vocês não saibam, mas eu fui candidato a Deputado Federal três vezes. Apesar de o rosto demonstrar alguma juventude, desde 2014 disputo a eleição e fui primeiro suplente duas vezes. Hoje, chego aqui para honrar os votos dos amapaenses e espero fazer isso com muita dedicação, da forma como o povo do Amapá merece. Não posso deixar de agradecer à minha família. Está aqui presente o meu pai, representando toda a minha família. Quero deixar um registro carinhoso ao meu avô, Abrahao, que, com certeza, ficaria muito feliz de estar aqui. Agradeço a todas as mulheres da minha família também, em nome da minha avó, Sulamir Monassa. Eles são figuras muito importantes para a gente. Eu quero lhe agradecer, pai. Ontem foi o seu aniversário, eu já estava aqui, e o senhor ainda estava em Macapá. Espero que a minha atuação aqui seja um presente para o senhor, porque vai ser baseada nos princípios que o senhor me ensinou. Deixo um abraço carinhoso aos nossos líderes políticos no Amapá, ao Senador Randolfe Rodrigues, ao nosso Presidente do Senado, o Senador Davi Alcolumbre, e a toda a bancada amapaense, que pode contar comigo, na pessoa do Deputado Dorinaldo Malafaia. Feitos os cumprimentos de praxe, o cumprimento mais importante nesta primeira sessão é à minha esposa, Eluany. Com muito carinho, quero dedicar essa vitória a ela também, que já sofreu comigo nas três eleições que perdi. Ela é sempre uma companheira, está sempre ao meu lado. Não está aqui presente, mas deixo esse registro. Cumprimento todos os amigos e amigas. As minhas campanhas sempre foram feitas por amigos e amigas, sem muita estrutura. Foram campanhas universitárias. Meu primeiro lema, Deputado José Nelto e Deputado Otoni de Paula, foi Vai ter um estudante em Brasília, porque eu ainda era aluno da Universidade Federal do Amapá. Hoje isso está se concretizando. Já não sou mais aluno da universidade, mas continuo, como diria o grande poeta, com o coração de estudante. Então, agora há mais um para defender as pautas da educação aqui em Brasília. Presidente, eu queria falar apenas de coisa boa aqui hoje, mas subo à tribuna com um quê de indignação. Hoje pela manhã, assisti a um vídeo em que o Presidente Nacional do Partido Missão, recém-criado, sugere, na verdade, é muito enfático ao dizer que Estados como Amapá, Acre, Roraima e Rondônia deveriam voltar a ser territórios. Refiro-me aqui a Renan Santos, Presidente do Partido Missão e pré-candidato à Presidência da República. Não posso deixar que este dia de posse seja apenas festivo, enquanto o povo do Amapá é ofendido por uma fala dessas. "Voltar a ser território federal" é uma frase que carrega ignorância e preconceito, é uma fala que cheira à naftalina política e vem impregnada da arrogância de quem enxerga o País somente pela ótica do eixo Sul-Sudeste. Acho difícil o Renan Santos conseguir ser pré-candidato à Presidência da República com essa visão sobre os Estados da Região Norte. Sei que o Deputado Kim Kataguiri vai se filiar ao MISSÃO e quero acreditar que a visão dele é diferente daquela expressa por Renan Santos. O que mais me espanta é que estamos na semana da COP 30, que está sendo realizada no coração da Região Norte, na Amazônia brasileira. O mundo todo está discutindo como valorizar e respeitar o seu território, enquanto um brasileiro — e eu tenho muito respeito pelos bons liberais, pelos bons patriotas — que se intitula liberal e patriota anda na contramão do mundo, querendo diminuir a Amazônia e submeter os Estados da região a um regime colonial. Essa é uma contradição vergonhosa, uma insensatez histórica. E, mais do que um erro de opinião, é uma ofensa à história do Brasil. Um partido que nasce agora e se diz moderno mostra-se refém de um Brasil ultrapassado, preso à lógica de um país de dois andares: um centro que manda e um norte subjugado, em caricatura. Por isso, é importante dizer, neste meu primeiro dia — e não por clichê —, que a Amazônia é o futuro do planeta, e o Amapá é exemplo disso. Somos o Estado mais preservado do Brasil, com 97% da nossa cobertura florestal intacta. Somos o Estado mais protegido, mais de 70% do território é protegido por algum tipo de ordenamento jurídico. Somo o Estado que mais gerou empregos no Brasil nos últimos 2 anos, segundo dados do Caged, o que reputo ser fruto das políticas acertadas de economia do Governador Clécio Luís. Não é possível ouvir que um dos Estados que mais se desenvolve no Brasil, um dos que mais gera emprego, deva voltar a ser território federal. Quero dizer que, independentemente do tempo que eu aqui ficar — não sei por quanto tempo —, não vou aceitar que emita opinião sobre o Amapá quem nunca cruzou o Rio Jari, quem não conhece a realidade do nosso povo e quem jamais entendeu o que é viver às margens da floresta e no coração da Amazônia profunda. Eu espero que não comecem a surgir aqui no Parlamento ou na sociedade insinuações de que o Amapá deve voltar a ser território federal, porque agora temos o petróleo e, nos próximos anos, seremos um dos Estados que mais vai se desenvolver. Presidente, expressada minha indignação, quero dizer que, se esta Casa, sob decisão do Presidente Hugo Motta e do Colégio de Líderes, colocar em votação a lei antifacção, eu gostaria de contribuir com o exemplo e o resultado que o Amapá tem dado. O Amapá é um dos Estados, novamente digo, sob a liderança do Governador Clésio, que mais reduziu a violência no Brasil. Reduziu em 33% os crimes violentos letais intencionais — CVLI. O Amapá conseguiu integrar as suas polícias e aplicar inteligência à sua segurança pública. Nós vivemos hoje um momento de maiores investimentos na segurança pública do Estado do Amapá, em viaturas e em armamentos. Vivemos um momento, obviamente, de respeito aos direitos humanos. Com muita firmeza, enfrentamos o crime organizado. Eu sei que esta Casa pode aprender muito com o exemplo que o Amapá está dando no combate ao crime organizado, especialmente com a política prisional que o Governador Clésio Luiz implantou, que é uma revolução positiva dentro do nosso Instituto de Administração Penitenciária e reduziu os crimes aqui fora. Em razão dessa política, o Governador, o nosso Secretário de Justiça e Segurança Pública e o Diretor do Instituto foram ameaçados de morte e precisaram ter segurança reforçada. O Governador Clésio estará na Casa ao lado, na CPI do Crime Organizado, como caso de sucesso de um Estado que conseguiu avançar tanto nas políticas de segurança pública. Neste último minuto, Presidente, sendo fiel ao tempo que V.Exa. me deu, agradeço novamente a Deus, ao povo do Amapá, à minha família e a todos aqueles que já acreditaram em mim, independentemente de ter sido na eleição de 2014, de 2018 ou de 2022. Isso não importa, pois todos contribuíram para que eu estivesse aqui. E digo a V.Exa. e ao Presidente Hugo Motta que podem contar com um jovem disposto a debater os bons temas do Brasil, a lutar pelos interesses do meu Estado e a mostrar para a população que vale a pena acreditar na política, na boa política, porque, quando negamos a política, abrimos espaço para oportunistas, abrimos espaço para quem quer se usar da política para os seus interesses pessoais. Então, esta Casa, eu sei, vai continuar debatendo a boa política. Que Deus abençoe o Brasil! Que Deus abençoe o Amapá! Um abraço a todo o povo do Amapá. Obrigado, Presidente.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 17/12/2025 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.