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Detector de Bananada
Foto de Lindbergh Farias

Deputado · Câmara

Lindbergh Farias

PT · RJ

Esquerdapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Luiz Lindbergh Farias Filho · 56 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 88 de 100, Cara Bom0406080100

88/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 86% dos deputados · média do partido: 80

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 97%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 88%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 58%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 93%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

Personalizar pesos

Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 97%das 767 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou

Vota com o próprio partido 98%das 789 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou

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E-mail
dep.lindberghfarias@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5227
Gabinete
Gabinete 227, Anexo IV, 2º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

97%

Esteve em 381 de 391 sessões

Melhor que 76% dos deputadosMédia do partido: 95%

Votou nas votações

88%

Registrou voto em 996 de 1.128 votações nominais

Melhor que 75% dos deputadosMédia do partido: 83%

Iniciativas que viraram lei

0

de 53 projetos apresentados (0%)

3 avançaram · 45 em andamento · 5 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

97%

Em 767 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 90% dos deputadosMédia do partido: 98%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

270 discursos na tribuna · de 07/02/2023 a 02/09/2026.

  • 11/12/2025

    O Deputado manifestou solidariedade ao filho da Deputada Carla Zambelli, presente em plenário. Ademais, explicou seu posicionamento em relação ao parecer adotado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania à Representação nº 2, de 2025, que conclui pela procedência da representação e pela perda do mandato da Deputada Carla Zambelli. Sustentou ainda que houve decisão judicial com trânsito em julgado, inclusive com duas condenações criminais superiores a quatro anos, o que impossibilitaria o exercício do mandato parlamentar, cabendo à Mesa Diretora determinar o afastamento. Ao final, defendeu a importância de atingir o quórum necessário.

    Palavras-chave oficiais: solidariedade,Filho,Deputada federal,Representação contra deputado,Perda de mandato parlamentar,cassação,Condenação criminal transitada em julgado,Mesa Diretora da Câmara dos Deputados,Quórum,Parecer (proposição legislativa),Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LINDBERGH FARIAS (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, Deputado Julio Lopes, eu falo de coração que, quando vi o filho da Deputada aqui, um jovem de 18 anos, conversei com ele e lhe desejo sucesso e que Deus abençoe sua vida e sua trajetória. Na verdade, falo isso de verdade. Aqui ninguém está feliz, e falo de coração mesmo. É porque, neste caso, eu quero até explicar o posicionamento nosso. Na verdade, houve, neste caso, uma decisão judicial que havia tido trânsito em julgado. E há um entendimento. V.Exa. sabe que a Constituição tem o § 2º e o § 3º. O § 3º fala de afastamento pela Mesa Diretora da Casa, e há um ponto lá que é incontestável, que foi a decisão da Justiça. É o seguinte: como houve uma condenação, no caso, duas condenações com trânsito em julgado por mais de 4 anos, não tinha como ela exercer o mandato. Então, houve a determinação do afastamento obrigatório dela. Eu digo isso com muito respeito, porque ninguém aqui fica feliz com cassação. Na verdade, não existe mais nenhuma forma de exercer o mandato. Nesse caso, é um desgaste para a Câmara. Nós temos Deputados que não estão aqui. E falo isso com o espírito desarmado, mas eu acho que é muito importante a gente conseguir atingir o quórum necessário. Acho que isso é importante para o Parlamento brasileiro, porque é difícil o entendimento de como ter o mandato parlamentar. Então, era esse o registro que eu queria aqui fazer. Como disse a Deputada Benedita da Silva, já passamos da meia-noite. Já é 0h24min. A gente pede a todos os nossos Deputados que votem. Peço um pouco mais de tempo porque as pessoas, a esta hora... Nós estamos fazendo contatos aqui. Ainda há alguns poucos Deputados... (Pausa.) Mas é importante. Como eu sou Líder, de verdade, eu tenho preocupação com que minha bancada vote. Então, eu faço este registro aqui, Presidente, pedindo a todos que votem nesta matéria.
  • 10/12/2025

    O Deputado discutiu a Representação nº 2, de 2025, em desfavor da Senhora Deputada Carla Zambelli, em razão de condenação criminal transitada em julgado. Na oportunidade, lembrou que o controle de constitucionalidade é atribuição do Supremo Tribunal Federal (STF), e o Parlamento não deve agir como instância revisora da Corte.

    Palavras-chave oficiais: Discussão,Representação contra deputado,favorável,Deputada federal,Condenação criminal transitada em julgado

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LINDBERGH FARIAS (Bloco/PT - RJ. Sem revisão do orador.) - Presidente, na verdade, não precisaria estar havendo esta votação agora, porque a decisão judicial, no caso da Deputada Carla Zambelli, é uma decisão expressa, manda a Mesa afastar a Deputada Carla Zambelli do mandato. Eu posso ler a decisão judicial. Está aqui. Sei que muita gente aqui quer ser revisor do Supremo, mas o controle de constitucionalidade é do Supremo. A decisão transitou em julgado. Está aqui a condenação da Deputada Carla Zambelli. Vou ler este trecho do voto do Ministro Alexandre de Moraes: Determino, ainda, a imediata comunicação ao Exmo. Sr. Presidente da Câmara, Deputado Federal Hugo Motta, para fins do art. 55 da Constituição Federal, conforme consta do item 12 da ementa do acórdão (...): (...) 12. Perda do mandato parlamentar da ré Carla Zambelli (...) decretada, com comunicação, após o trânsito em julgado, à Mesa da Câmara dos Deputados, nos termos do art. 55, inciso IV (...). Então, o que ele determina é que seja afastada. Houve aqui, não sei o porquê, outro processo, que mandaram para a Comissão de Constituição e Justiça. Não era para se ter feito isso. Eu espero que dê certo, que hoje consigamos os 257 votos. Agora, o Presidente tem que saber que, ao não fazer diretamente, pela Mesa, o afastamento e trazer esta questão para o Plenário, ele trouxe um problema. Espero que tenhamos os 257 votos. Estamos aqui para votar. O que vai acontecer? Vai ser descumprida uma decisão judicial? Não, isso não poderia ter sido colocado em votação! A decisão era da Mesa, era do Presidente Hugo Motta, assim como deve ser a decisão no caso do Deputado Ramagem. Estamos comprando um problema, por um erro de avaliação da Mesa da Câmara dos Deputados. Eu quero registrar essa minha posição. Tenho dito isso ao longo de 6 meses — é muito tempo já —, porque tenho um entendimento. Há o § 2º e o § 3º do art. 55 da Constituição. O § 2º fala em votação pelo Plenário da Câmara, e o § 3º, em afastamento pela Mesa. E, no caso dela, o inciso III é claro. Há decisão transitada em julgado, e a pena é de mais de 4 anos. Ela não tem como exercer o mandato parlamentar. Nós estamos aqui para votar pela cassação, que já devia ter acontecido há muito tempo.
  • 10/12/2025
    Ler a transcrição oficial
    O SR. LINDBERGH FARIAS (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, nós orientamos “não” à retirada de pauta, e eu quero explicar aqui o motivo. Veja bem: existem duas condenações transitadas em julgado da Deputada Carla Zambelli — duas condenações. Na decisão final de uma das condenações, o Ministro Alexandre de Moraes diz: "Determino ainda a imediata comunicação ao Sr. Presidente da Câmara, Hugo Motta, para fins do art. 55 da Constituição Federal." Fala: "Perda do mandato parlamentar, decretada após trânsito em julgado, à Mesa da Câmara." E diz o seguinte: "Cabe à Mesa da Câmara afastar a Deputada Carla Zambelli." É por isso que eu disse. A Deputada Carla Zambelli já tinha que ter sido afastada há 6 meses. É o mesmo caso do Deputado Ramagem. Então, não tem como postergarmos mais isso. A nossa posição aqui, neste momento, é contra a retirada de pauta. O voto é “não”.
  • 10/12/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de encerramento da discussão do Projeto de Resolução nº 86, de 2025, que declara a perda do mandato do Deputado Glauber Braga, por procedimento incompatível com o decoro parlamentar.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de encerramento de discussão,Projeto de resolução da Câmara dos Deputados,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto contrário

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LINDBERGH FARIAS (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, a nossa federação indica o voto "não". Acho que está havendo um amadurecimento para a gente tentar uma solução. A agressão que ocorreu, que foi um chute, pelo Código Penal, seria uma lesão corporal leve. Não enseja cassação uma coisa como essa. Não foi um homicídio. Acho que deve haver ponderação. Eu queria dar um testemunho. Eu estava no Rio de Janeiro, Presidente, e um cara me esperou sair da Assembleia Legislativa, arrumou uma treta comigo e me filmou. Quando eu fui atrás, Deputado Sóstenes, descobri que era o mesmo do episódio com o Deputado Glauber. É um método a provocação. Tem gente da Esquerda que faz isso com o outro lado também, e a gente repudia. Esse cara fez isso comigo. É o seu método de ação. A gente quer discutir mais.
  • 10/12/2025

    O Deputado expressou indignação diante da inclusão na pauta da cassação do Deputado Glauber Braga (Representação nº 5, de 2024), considerando a medida uma injustiça. Declarou que a atitude representa um ato de retaliação pela atuação crítica do Deputado, que apenas denunciou o envolvimento de Parlamentarem em operações. Por fim, acusou a Presidência de promover ações autoritárias, como a expulsão de jornalistas da TV Câmara, e classificou a cassação do Deputado Glauber Braga como canalhice.

    Palavras-chave oficiais: Crítica,Indignação,Presidente da Câmara dos Deputados,Pauta (processo legislativo),Representação (processo legislativo),cassação,Perda de mandato parlamentar,Deputado federal,Partido Socialismo e Liberdade (PSOL),retaliação,Autoritarismo,expulsão,Jornalista,TV Câmara,Representação contra deputado

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LINDBERGH FARIAS (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu, sinceramente, não acredito no que está acontecendo: que V.Exa. teve coragem de pautar essa cassação do Deputado Glauber. Nós todos aqui estamos dilacerados, Sr. Presidente. Cassar o Deputado Glauber é cassar uma parte de cada um de nós. Sabe o que nos deixa indignados? É uma brutal injustiça o que o senhor está fazendo, assim como o que o senhor fez ontem cassando a TV Câmara, expulsando jornalistas à força, conduzindo a votação para diminuir a pena de generais golpistas. Hoje, o que o senhor está fazendo aqui é porque o Deputado Glauber falou. Aqui está cheio de problema, está cheio de gente envolvida em operação. E vão cassar o Deputado Glauber? Deveriam ter vergonha! Isso é uma canalhice!
  • 10/12/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação da redação final do Projeto de Lei nº 2.162, de 2023, que dispõe sobre a dosimetria das penas.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Redação final,Projeto de lei ordinária,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LINDBERGH FARIAS (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, a gente quer votar “obstrução”, mas aqui no Infoleg não está aparecendo. Então, eu estou orientando "obstrução". Nessa última votação, eles demoraram muito para conseguir 257 votos. O SR. SÓSTENES CAVALCANTE (PL - RJ) - Dez minutos. O SR. LINDBERGH FARIAS (Bloco/PT - RJ) - Eu quero novamente lamentar que a votação de um tema como este esteja acontecendo às 3h40min da manhã. E digo, por fim, que eles estão envergonhados. Eles não conseguem comemorar porque, novamente, estão fazendo o que fizeram na PEC da blindagem, vão ganhar aqui e perder na sociedade. O Deputado Rogério Correia tem razão: o bolsonarismo se vendeu barato para o Centrão. Eles se venderam, entregaram a candidatura e estão sem papel. Então, não conseguem comemorar. Nós, novamente — afirmo aqui —, vamos sair vitoriosos deste debate.
  • 10/12/2025

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Dispositivo legal,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LINDBERGH FARIAS (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - "Obstrução", eu quero pedir a todos. Este é o último destaque. Orientamos "obstrução" porque eles vão ter que colocar 257 votos, e nós vamos lutar até o fim. O que está sendo votado aqui é um golpe contra o Estado Democrático de Direito, é uma vergonha. Nós vamos resistir até o fim. E depois, na redação final, a gente vota "não". Então, agora, é "obstrução".
  • 10/12/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação da expressão "previstos nos Títulos I e II da Parte Especial do Código Penal", constante do inciso I do art. 112 da Lei de Execução Penal, contido no art. 1º do Substitutivo apresentado ao Projeto de Lei nº 2.162, de 2023, que dispõe sobre a dosimetria das penas. Ademais, criticou o ex-Presidente Bolsonaro por mudar de opinião quanto à aprovação da proposição da dosimetria, após passar 18 dias preso, demonstrando descaso com os manifestantes presos durante dois anos.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Expressão textual,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto contrário Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Voto favorável,Proposição acessória,Dosimetria da pena,Prisão,Ato antidemocrático,Preso

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LINDBERGH FARIAS (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Eu quero começar lamentando. São 2h48min da manhã. Presidente, é um absurdo a gente estar votando uma matéria dessa importância na calada da noite. Isso é escandaloso! A Federação do PT, PCdoB e PV vai indicar o voto "não". Concordamos com o Deputado Pedro Campos. O Deputado Sóstenes disse que o Bolsonaro está pedindo para votarmos "sim", só que, enquanto aquela turma do 8 de Janeiro ficou 2 anos presa, Bolsonaro era contra. Não aguentou 18 dias de prisão e mudou de opinião. É uma posição covarde. A Federação do PT, PCdoB e PV indica o voto "não".
  • 10/12/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do Substitutivo ao Projeto de Lei nº 2.162, de 2023, que dispõe sobre a dosimetria das penas e concede anistia aos participantes das manifestações reivindicatórias de motivação política ocorridas entre o dia 30 de outubro de 2022 e o dia de entrada em vigor desta Lei.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto contrário

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LINDBERGH FARIAS (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, a Federação do PT, PCdoB e PV vota contra. O que está acontecendo aqui, no dia de hoje, é uma vergonha, um atentado contra a democracia, mais um esforço de impunidade. Só que essa vitória que os senhores cantam é derrota. Eu lembro que os senhores fizeram o mesmo: aliança entre o Centrão e o bolsonarismo na PEC da blindagem. Foram derrotados nas ruas. Fizeram o mesmo ao tentar evitar a taxação de bancos, de fintechs, das bets, e foram derrotados. Agora, novamente, é a mesma aliança de uma parte do Centrão com esse bolsonarismo. Não adianta, vocês não vão libertar Jair Bolsonaro. Vocês não vão libertar os generais golpistas. O PT encaminha o voto "não".
  • 10/12/2025

    O Deputado encaminhou a votação do requerimento de adiamento de discussão do Projeto de Lei nº 2.162, de 2023, que dispõe sobre a dosimetria das penas. Além disso, criticou a condução do Presidente da Câmara por pautar o referido projeto, acusando-o de favorecer a redução de penas de generais golpistas e do ex-Presidente Jair Bolsonaro, mesmo com julgamentos ainda em curso no Supremo Tribunal Federal. Ademais, relembrou casos históricos de impunidade, como os de Rubens Paiva e Vladimir Herzog, e mencionou o General Mário Fernandes como participante de plano de assassinato do Ministro Alexandre de Moraes e do Presidente Lula e Vice-Presidente Alckmin. Por fim, acusou o Presidente Hugo Motta de autoritarismo, incluindo repressão a Deputados e à imprensa, e afirmou que aqueles que aprovarem o projeto mancharão suas trajetórias políticas.

    Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Requerimento de adiamento da discussão,Projeto de lei ordinária,favorável Crítica,Presidente da Câmara dos Deputados,favorecimento,Diminuição da pena,Ex-presidente da República,General de exército,Golpe de Estado,julgamento,Supremo Tribunal Federal (STF),Impunidade Crítica,Presidente da Câmara dos Deputados,Autoritarismo,Polícia legislativa,repressão,Deputado federal,Imprensa

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LINDBERGH FARIAS (Bloco/PT - RJ. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, isto aqui é uma vergonha! Eu lamento que V.Exa. tenha colocado este projeto em votação. V.Exa. Sabe quanto tempo, na história, nós levamos para que generais golpistas fossem julgados e condenados? V.Exa., no discurso de posse, falou de Ulysses Guimarães e ainda disse “ainda estamos aqui”, fazendo referência ao filme Ainda Estou Aqui, que conta a história de Rubens Paiva. Presidente Hugo Motta, a família de Rubens Paiva não conseguiu ver os militares que ordenaram aquela execução serem julgados, assim como a família de Vladimir Herzog também não. E vem V.Exa. e coloca aqui um projeto, de forma oportunista, que tem um único objetivo: reduzir as penas de generais golpistas, reduzir a pena do ex-Presidente Jair Bolsonaro. O senhor está cometendo um crime; está interferindo em um julgamento que ainda está em curso. Quero chamar a atenção dos senhores: ainda há núcleos que estão sendo julgados. Aquele General Mário Fernandes — e esse pessoal esconde isso — participou de uma tentativa de golpe de Estado violento. O General Mário Fernandes não foi julgado. Quem é o General Mário Fernandes? É aquele que imprimiu, no Palácio do Planalto, nove cópias da Operação Punhal Verde e Amarelo, com o plano de assassinato de Alexandre de Moraes, com o plano de assassinato de Lula e de Alckmin. Eles colocaram o plano em execução; chegaram até a porta da casa do Ministro Alexandre de Moraes. Que decepção, Presidente Hugo Motta! Na verdade, quem vota a favor disso está escrevendo sua biografia da pior forma possível. Diante daquela turma que ocupou a Mesa, que sequestrou a Mesa, o senhor se calou, não respondeu, não enfrentou, não fez nada; o senhor não teve a força nem fez um discurso como o de hoje. Colocou a Polícia Legislativa para bater em Deputados e censurar a imprensa. Essa é uma política autoritária. Nós vamos continuar defendendo a democracia. Se vocês acham que ganharam, estão enganados. É igual à PEC da blindagem: comemoraram, mas foram derrotados... (Desligamento do microfone.)
  • 10/12/2025

    O Deputado apresentou questão de ordem com base nos arts. 95 e 137 do Regimento Interno, alegando que o art. 359-MA, incluído no substitutivo ao Projeto de Lei nº 2.162, de 2023, é materialmente inconstitucional por violar a separação dos Poderes e a cláusula pétrea da individualização da pena. Argumentou que o dispositivo obriga o Judiciário a aplicar o concurso formal entre os crimes de golpe de Estado e de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, anulando uma das penas, conforme tese defendida pelo Ministro Luiz Fux e já rejeitada pelo Supremo Tribunal Federal. Além disso, sustentou que tal medida interfere indevidamente na autonomia judicial, configurando imposição legislativa sobre a forma de dosimetria penal.

    Palavras-chave oficiais: Questão de ordem,Inconstitucionalidade material,violação,separação,independência,Poderes da União,Cláusula pétrea,individualização,Pena,Projeto de lei ordinária,Anistia política,Dosimetria da pena

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LINDBERGH FARIAS (Bloco/PT - RJ. Para uma questão de ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu formulo esta questão de ordem em cima dos arts. 95 e 137 do Regimento Interno da Câmara dos Deputados. E quero explicar ao Plenário. O Relator pegou a tese do Ministro Fux, a tese que foi derrotada no julgamento do Supremo. O que diz o Relator? Ele cria o art. 359-M-A, que determina a obrigatoriedade de aplicação do concurso formal dos crimes golpe de Estado e abolição violenta do Estado Democrático de Direito, aí só vale a pena mais grave, anula-se a outra. Essa foi a defesa do Ministro Fux derrotada no Supremo Tribunal Federal. Sr. Presidente, o art. 359-M-A é materialmente inconstitucional, porque viola a separação dos Poderes, que consta do art. 2º da Constituição Federal, ao impor ao Poder Judiciário uma fórmula obrigatória de aplicação do concurso formal próprio, mesmo quando presentes elementos fáticos e jurídicos que caracterizam concurso material e desígnios autônomos. A Constituição assegura que a individualização da pena é cláusula pétrea, Sr. Presidente. Nós estamos aqui atacando frontalmente a decisão e a autonomia judicial. Os incisos ligados a golpe de Estado e a abolição violenta do Estado Democrático de Direito continuam existindo; eles só querem obrigar o juiz a decidir daquela forma. É uma vergonha! Isso foi derrotado pelo Supremo Tribunal Federal. E é neste sentido que eu faço a minha questão de ordem, para que essa Presidência, diante de evidente inconstitucionalidade do texto, determine a devolução do texto ao seu autor, arquivando-se, em consequência, a referida proposta legislativa. O Sr. Presidente Hugo Motta está hoje conduzindo um atentado à democracia em nosso País, está rasgando a nossa Constituição.
  • 09/12/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei nº 2.162, de 2023, que dispõe sobre a dosimetria das penas.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei ordinária,Voto favorável,Partido dos Trabalhadores (PT)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LINDBERGH FARIAS (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu acho um absurdo esta votação estar acontecendo agora, na calada da noite. O senhor está colocando em votação um tema de extrema importância às 11h38min da noite, com votação pelo Infoleg. Pelo menos tenham coragem de votar de dia, à luz do sol. É escandaloso! Esta Câmara está abraçando o golpismo. A gente sabe da chantagem do Flávio Bolsonaro. Flávio Bolsonaro disse que pode retirar a candidatura, mas que ele tem um preço. A decisão de fazer esta votação hoje aconteceu ontem à noite, numa reunião com o Presidente do PP, o Senador Ciro Nogueira, e com o Presidente do União Brasil, o Antonio Rueda. Como disse o Líder do PL, este é o primeiro passo nessa negociação para a retirada da candidatura. Sinceramente, Sr. Presidente, nós estamos rasgando a Constituição e interferindo num julgamento ainda em curso. Há um núcleo ainda sendo julgado, com o General Mário Fernandes. Isto é uma vergonha, é um escândalo, é um atentado à democracia do nosso País! O PT vota "sim".
  • 09/12/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do Projeto de Lei Complementar nº 125, de 2022, que institui o Código de Defesa do Contribuinte.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei complementar,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LINDBERGH FARIAS (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Orienta o voto "sim", Presidente. É muito importante esta votação. A gente sabe que este projeto surge de uma Comissão de Juristas no Senado e foi apresentado em 2022. Depois de um tempo no Senado, o projeto foi em frente. É muito importante para o Governo. O Ministro Haddad considera um dos projetos prioritários do Governo Federal, este do devedor contumaz, porque nós temos que estimular o bom pagador, o bom contribuinte. Aqui há muito crime de lavagem de dinheiro, de evasão de divisas. O que está acontecendo no Brasil, como mostram as operações da Receita Federal, é justamente isso. Pela primeira vez na história, está-se combatendo o crime organizado do andar de cima. Portanto, quero dizer que toda a bancada da Federação do PT, PCdoB e PV encaminha voto "sim".
  • 09/12/2025

    O Deputado afirmou que o dia representou um ataque ao Estado Democrático de Direito. Acusou o Presidente da Câmara de não agir durante a ocupação da Mesa em agosto e de envolver o Deputado Glauber Braga em um procedimento irregular, ao mesmo tempo em que teria postergado decisões sobre a Deputada Carla Zambelli e o Deputado Delegado Ramagem. Afirmou ainda que a Mesa deveria ter aplicado diretamente decisões judiciais já transitadas em julgado e criticou o que chamou de criação de prerrogativas para Parlamentares foragidos. Também mencionou a não cassação de Eduardo Bolsonaro e acusou a condução da sessão de interferir em julgamentos do Supremo. Encerrou defendendo a permanência de Glauber Braga no mandato.

    Palavras-chave oficiais: Deputado federal,Partido Socialismo e Liberdade (PSOL),Rio de Janeiro (Estado),ocupação,Presidência da Câmara dos Deputados,Mesa Diretora da Câmara dos Deputados,Violência,Perda de mandato parlamentar,Deputada federal,Decisão judicial,Supremo Tribunal Federal (STF)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LINDBERGH FARIAS (Bloco/PT - RJ. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, subo a esta tribuna tomado pela mais profunda indignação. Este dia vai entrar para a história como um dia da infâmia, como um dia de ataque ao Estado Democrático de Direito. Eu pego emprestadas as palavras de Émile Zola, no caso Dreyfus, quando dizia que o processo era uma fraude, para dizer o seguinte: eu acuso V.Exa., Sr. Presidente, pelo que aconteceu aqui no dia de hoje. Não adianta V.Exa. falar em garantir rito, ordem e respeito. V.Exa. teve oportunidade. Naquela ocupação da Mesa, nos dias 5 e 6 de agosto, o que V.Exa. fez? Nada! Eu acuso V.Exa. de envolver o Deputado Glauber em uma fraude processual, porque V.Exa. está cometendo crime de responsabilidade e prevaricação no caso da Deputada Carla Zambelli e no caso do Deputado Delegado Ramagem. A decisão do Supremo é clara: havendo condenação transitada em julgado, a Mesa — V.Exa. — tinha que assumir a responsabilidade. Isso não deveria sequer ter sido votado em plenário. V.Exa., eu o acuso, enrolou por 6 meses o caso da Carla Zambelli. Eu acuso V.Exa. de ajudar a construir uma bancada de Deputados foragidos. Eu acuso V.Exa. e seus aliados de não cassarem Eduardo Bolsonaro, de absolverem Eduardo Bolsonaro como tática para que ele não perdesse as condições de elegibilidade. Eu acuso essa fraude que está acontecendo aqui no dia de hoje. V.Exa., quando assumiu, fez um discurso citando Ulysses Guimarães. V.Exa. falou, em referência ao filme Ainda Estou Aqui: "Ainda estamos aqui". V.Exa. deveria lembrar que os assassinos de Rubens Paiva não foram presos; os assassinos de Vladimir Herzog não foram presos nem julgados. O que V.Exa. está fazendo aqui — eu o acuso — é querer relaxar a prisão de generais golpistas e criar uma farsa para interferir no julgamento independente do Supremo Tribunal Federal, que ainda nem acabou, ainda está sendo julgado o núcleo 2. Sem anistia! Glauber fica!
  • 09/12/2025

    O Deputado afirmou que o Presidente da Câmara havia perdido as condições de continuar no cargo, classificando como gravíssimos os acontecimentos do dia. Acusou o Presidente de agir com dois pesos e duas medidas, lembrando que, quando um grupo invadiu e ocupou a Mesa por 48 horas, não houve uso de força nem punições, ao passo que agora a reação teria sido desproporcional. Responsabilizou também a Presidência pelo tumulto, criticou a inclusão repentina de um projeto que atendia a interesses políticos articulados por aliados de Jair Bolsonaro, e denunciou que a pauta teria sido decidida em reunião entre Flávio Bolsonaro, Ciro Nogueira e Rueda. Afirmou ainda ser vergonhoso colocar o Deputado Glauber na mesma situação de Carla Zambelli, acusou o Presidente de descumprir determinações do Supremo Tribunal Federal quanto ao afastamento de Parlamentares e criticou a suposta proteção a Eduardo Bolsonaro e Alexandre Ramagem. Por fim, condenou o corte da transmissão da TV Câmara e o impedimento de acesso da imprensa, dizendo que o episódio revelava um viés autoritário e contrariava a democracia, pedindo que a matéria não fosse votada.

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    O SR. LINDBERGH FARIAS (Bloco/PT - RJ. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Presidente, vou falar uma coisa com muita sinceridade: V.Exa. está perdendo as condições de continuar na Presidência desta Casa. (Manifestação no plenário.) O que aconteceu no dia de hoje foi muito grave. V.Exa. foi tolerante quando uma turma invadiu e sequestrou a Mesa por 48 horas. V.Exa. não usou da força, não usou a Polícia Legislativa. São dois pesos e duas medidas. Agora, o que V.Exa. fez aqui no dia de hoje foi uma vergonha. Eu pergunto aos senhores: os golpistas que tomaram conta da Mesa foram cassados? Alguém foi suspenso? Alguém foi afastado por 1 dia sequer? Eu digo: a responsabilidade por essa confusão que aconteceu aqui no dia de hoje é do senhor, é da Presidência desta Casa. Digo mais: é revoltante, depois de um julgamento histórico no Supremo Tribunal Federal, em que pela primeira vez militares que tentaram dar um golpe neste País e um ex-Presidente foram condenados, V.Exa., de surpresa, surpreendendo a todos, pautar este projeto. Para nós, isso não é por acaso. Flávio Bolsonaro disse no domingo que poderia retirar a candidatura, mas que tinha um preço. Eu quero dizer, porque eu tenho informação, que esta sessão e esta pauta foram decididas numa reunião de Flávio Bolsonaro com o Presidente do PP, o Senador Ciro Nogueira, e com o Presidente do União Brasil, o Antonio Rueda. E mais, Sr. Presidente: o senhor colocar o Glauber Braga na mesma situação da Deputada Carla Zambelli é vergonhoso. Eu quero até dizer ao senhor que o senhor poderia responder por crime de responsabilidade. Sabe por quê? Porque a decisão do Ministro Alexandre de Moraes... (Manifestação no plenário.) Eu espero que recomponham o meu tempo. (O Sr. Presidente faz soar as campainhas.) O SR. PRESIDENTE (Hugo Motta. Bloco/REPUBLICANOS - PB) - Há um orador na tribuna. Vamos respeitar o Deputado, por favor! O SR. LINDBERGH FARIAS (Bloco/PT - RJ) - A decisão do Ministro Alexandre de Moraes, quando foi condenada a Deputada Carla Zambelli — duas condenações com trânsito em julgado —, era a seguinte: "A Mesa tem que afastar a Deputada Carla Zambelli". O senhor mandou para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, enrolou uns 6 meses. Cadê o Deputado Eduardo Bolsonaro, que está foragido, tramando contra o nosso País? Os senhores pensam que nos enganam. Quando os senhores o absolveram no Conselho de Ética, foi porque tinham combinado com ele que ele ia perder o mandato por faltas. Sabe para quê? Para ele ser elegível novamente. Em relação ao Deputado Delegado Ramagem, a decisão do Ministro também foi pelo seu afastamento pela Mesa. O senhor está se esquivando, fugindo das suas responsabilidades! Colocar alguém como o Deputado Glauber para ser cassado? O Glauber foi provocado. Falaram da mãe dele, que tinha Alzheimer. Então, senhores, é uma vergonha o que está acontecendo aqui. O senhor está abraçando definitivamente a pauta do golpismo com este projeto aqui. Eu faço um apelo a esta Casa: que ele não seja apreciado no dia de hoje. Eu vi o que os senhores fizeram com a imprensa. Parar a transmissão da TV Câmara? Impedir que a imprensa entrasse aqui? Parecia uma visão autoritária, à força, contra mulheres, como a mulher do Deputado Glauber, a Deputada Sâmia Bomfim. O senhor hoje mostra, para quem tem alguma dúvida, a sua verdadeira feição. O senhor hoje, aqui, ao tentar votar este projeto, está definitivamente enterrando qualquer história vinculada à democracia. Hoje querem construir aqui na Câmara mais um capítulo do ataque ao Estado Democrático de Direito.
  • 09/12/2025

    O Deputado criticou o Presidente da Câmara por conduzir a sessão normalmente após os conflitos ocorridos no dia, destacando que nenhum dos responsáveis por “sequestrar a Mesa” em episódio anterior havia sido punido. Denunciou o uso desmedido da força contra um Deputado e acusou a Presidência de adotar dois pesos e duas medidas, além de ter criado uma pauta “explosiva” e “golpista”, que representava anistia disfarçada.

    Palavras-chave oficiais: Presidente da Câmara dos Deputados,comportamento,Crítica,uso abusivo,Polícia legislativa,Deputado federal,desproporcionalidade,incoerência,Pauta (processo legislativo),anistia,Tentativa (crime),Golpe de Estado (crime),Atuação parlamentar

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    O SR. LINDBERGH FARIAS (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, quero pedir a V.Exa. o tempo de Liderança. Sinceramente, depois de tudo o que aconteceu hoje, acho que não dá para o senhor vir aqui e se sentar a essa mesa como se nada tivesse acontecido. Até hoje nenhum daqueles que sequestraram a Mesa foi punido, nem afastado por 1 dia. O SR. ALBERTO FRAGA (PL - DF) - Ninguém quebrou nada. O SR. LINDBERGH FARIAS (Bloco/PT - RJ) - O senhor é responsável pelo que aconteceu aqui no dia de hoje. O SR. CORONEL ASSIS (Bloco/UNIÃO - MT) - Ninguém quebrou nada. O SR. ALBERTO FRAGA (PL - DF) - Ninguém quebrou nada. Vocês quebraram tudo. O SR. LINDBERGH FARIAS (Bloco/PT - RJ) - Agora, o uso desmedido da força contra um Deputado... O SR. ALBERTO FRAGA (PL - DF) - Vocês quebraram tudo lá. O SR. LINDBERGH FARIAS (Bloco/PT - RJ) - O uso da força, como foi feito hoje, dois pesos e duas medidas, Sr. Presidente: nós precisamos de uma explicação. O senhor é responsável por ter construído esta pauta explosiva, uma pauta golpista. Porque isso não é dosimetria, isso é anistia. Isso é anistia! (Manifestação no plenário: Ah, para! Que conversa é essa, rapaz?) Isso é anistia! Eu quero dizer que o senhor deveria ponderar sobre se segue à frente com esta sessão. O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ) - Parabéns, Polícia Legislativa! O SR. LINDBERGH FARIAS (Bloco/PT - RJ) - E nós queríamos a mesma paciência que V.Exa. teve com aqueles que sequestraram a Mesa.
  • 02/12/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do Projeto de Lei de Conversão nº 11, de 2025, relacionado à Medida Provisória nº 1.308, de 2025, que dispõe sobre o licenciamento ambiental especial, visando à consecução eficiente e eficaz de atividades e empreendimentos estratégicos, nos termos que especifica.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei de conversão,Medida provisória,Voto favorável,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL)

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    O SR. LINDBERGH FARIAS (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, a nossa posição aqui é muito clara. O Presidente Lula, com a Ministra Marina, fez todo um processo de recuperação das instituições de proteção ambiental. Nós fomos contra o PL da devastação, fomos contra os vetos. Reafirmo o que disse aqui: esta medida provisória foi mandada pelo Governo e nós vamos votar, nos três destaques, a favor do PSOL e contra os outros dois destaques. Agora, as pessoas têm que entender que, se essa medida provisória não for aprovada, nós vamos ter um brutal retrocesso. Quem trabalhou nela na Comissão Especial conseguiu avanços. Então, se cai a medida provisória, aquela exceção do licenciamento ambiental especial para atividades e empreendimentos minerários volta; para as terras indígenas, volta; para as áreas quilombolas, volta. A federação vota "sim", sabendo que esse é o melhor caminho. Como disse, vamos votar a favor do destaque do PSOL e contra os outros dois destaques apresentados.
  • 02/12/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do parecer apresentado à Medida Provisória nº 1.308, de 2025, que dispõe sobre o licenciamento ambiental especial, visando à consecução eficiente e eficaz de atividades e empreendimentos estratégicos, nos termos que especifica.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Medida provisória,Parecer (proposição legislativa),Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto favorável

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    O SR. LINDBERGH FARIAS (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, V.Exa. sabe que a nossa bancada se posicionou com firmeza, desde o começo, contra o PL da devastação e, depois, contra a derrubada dos vetos do Presidente Lula. Mas eu digo, alto e bom som, com toda certeza: derrubar a medida provisória do Governo é um erro. Isso abrirá espaço para uma autodeclaração ainda maior. Assim, a posição do Governo é defender esta medida provisória. Vamos votar a favor de um destaque do PT, de um destaque do PSOL e contra outros dois destaques apresentados. Agora, se alguém disser aqui que é bom derrubar a medida provisória, está errado. Eu digo abertamente que é um erro votar “não”. Conversei com várias pessoas do Governo. Sei que existe uma questão simbólica, de falar para fora, mas isso é um retrocesso. Estarão ajudando um grupo de mineradoras e setores do agronegócio que não têm compromisso com a questão ambiental. Por isso, nós da federação votamos “sim”.
  • 02/12/2025

    O Deputado explicou que buscou contato com o Líder Reginaldo Lopes e com integrantes da Casa Civil após ser informado de que o Projeto de lei nº 737, de 2025, em discussão, poderia gerar impacto fiscal elevado. Afirmou ter sido surpreendido pela inclusão do tema e citou alertas do Governo sobre possíveis benefícios indevidos a mineradoras. Por fim, declarou não haver segurança para votar a urgência da matéria e defendeu o adiamento da deliberação.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Minério de ferro,Lavra mineral,Descarbonização,Transição energética,Debênture incentivada,apreciação,adiamento

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    O SR. LINDBERGH FARIAS (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu confesso que estou tentando ligar para o nosso grande Líder e amigo, Deputado Reginaldo Lopes, mas eu conversei com algumas pessoas da Casa Civil, que disseram que há um impacto fiscal grande. Eu mesmo fui surpreendido, porque sempre há uma discussão, antes, sobre o que vai ser pautado. Eu, numa situação como esta, estou tentando falar com o Deputado Reginaldo Lopes. Eu conversei com outras pessoas do Governo também aqui, que disseram que há um impacto alto e que nós estamos beneficiando algumas mineradoras. Nós não estamos com segurança para votar essa urgência, não, Sr. Presidente. O SR. RODRIGO DA ZAELI (PL - MT) - Sr. Presidente, eu acho que deveria ser nominal para "não", já que há insegurança lá e insegurança aqui. O SR. PRESIDENTE (Lula da Fonte. Bloco/PP - PE) - Deputado Rodrigo e Líder Lindbergh, tendo em vista a divergência em relação à matéria, vamos adiar essa votação e passar para a apreciação da medida provisória. V.Exa. tem algum óbice? O SR. LINDBERGH FARIAS (Bloco/PT - RJ) - Agradeço muito. Muito obrigado.
  • 18/11/2025

    O Deputado questionou se a votação poderia ocorrer de forma simbólica e afirmou que a proposta em discussão parecia antecipar a suspensão de direitos políticos para casos de prisão provisória, interpretando isso como uma tentativa de impedir o voto de Jair Bolsonaro. Observou que, se esse entendimento fosse aplicado, deveria também atingir a Deputada Carla Zambelli, presa provisoriamente na Itália, o que implicaria sua cassação imediata. Apesar de considerar a medida inconstitucional, declarou que não haveria oposição da bancada e sugeriu a votação simbólica.

    Palavras-chave oficiais: Emenda de plenário,Projeto de lei ordinária,Segurança pública,combate,Crime organizado,alteração,Legislação,Prisão temporária,Voto,Ex-presidente da República,Inconstitucionalidade,Votação simbólica

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    O SR. LINDBERGH FARIAS (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, esta votação não pode ser simbólica? Veja bem, parece que o Partido Novo já abandonou Bolsonaro, quer tirar o voto dele. Hoje, acontece o seguinte: quem tem trânsito em julgado não vota. Agora, já estão querendo antecipar para a prisão provisória, a fim de impedir o voto de Bolsonaro. Mas nós não vamos nos opor a isso. Só quero chamar a atenção da Casa para o fato de que, se estamos tratando de direitos políticos, há uma Deputada Federal exercendo mandato presa na Itália, que é Carla Zambelli. No mínimo, ela teria que ser imediatamente cassada, porque é uma presa provisória na Itália. Nós não vamos nos opor. Achamos que é inconstitucional, mas podemos votar simbolicamente a matéria.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 18/12/2003 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.