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Foto de Lafayette de Andrada

Deputado · Câmara

Lafayette de Andrada

PL · MG

Direitapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Lafayette Luiz Doorgal de Andrada · 60 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 74 de 100, Tá no Caminho0406080100

74/100

Tá no Caminho

Trabalha bem, com espaço para melhorar.

Nota maior que a de 42% dos deputados · média do partido: 78

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 90%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 57%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 68%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 81%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

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Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 71%das 501 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou

Vota com o próprio partido 94%das 314 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou

Fale com Lafayette de Andrada

Este é o canal oficial para você cobrar seu representante.

E-mail
dep.lafayettedeandrada@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5208
Gabinete
Gabinete 208, Anexo IV, 2º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

90%

Esteve em 353 de 391 sessões

Melhor que 28% dos deputadosMédia do partido: 92%

Votou nas votações

57%

Registrou voto em 642 de 1.128 votações nominais

Melhor que 7% dos deputadosMédia do partido: 80%

Iniciativas que viraram lei

0

de 16 projetos apresentados (0%)

4 avançaram · 11 em andamento · 1 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

71%

Em 501 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 33% dos deputadosMédia do partido: 33%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

256 discursos na tribuna · de 12/02/2019 a 15/07/2026.

  • 15/07/2026Breves Comunicações

    O Deputado alertou para o aumento das apostas on-line no País e associou esse cenário ao endividamento das famílias brasileiras. Além disso, defendeu o Projeto de Lei nº 3.577, de 2026, de sua autoria, que proíbe a publicidade de casas de apostas em qualquer meio de comunicação e determina a veiculação de advertências sobre os riscos do vício em jogos, em medida semelhante à adotada para cigarros e bebidas alcoólicas.

    Palavras-chave oficiais: endividamento,Família,Aposta em evento virtual de jogo online,Projeto de lei ordinária,Autor (proposição legislativa),proibição,Publicidade,Agente operador de apostas,Mídia,Advertência,Ludopatia,Vício (comportamento),Saúde pública

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LAFAYETTE DE ANDRADA (PL - MG. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados, o motivo que me traz à tribuna é algo sério que está acontecendo no País referente às apostas on-line. Hoje nossa sociedade está diante de uma pandemia, eu diria assim, de apostas on-line. Nós estamos vendo a cada minuto — na televisão, nos meios de comunicação, no rádio, na Internet — as propagandas das bets convidando as famílias a fazerem apostas a todo minuto. Nós somos bombardeados com propagandas de incentivo a apostas on-line. Isso virou uma verdadeira praga, Sr. Presidente! E o que é pior? As famílias estão se endividando. Os dados oficiais informam que 80% das famílias brasileiras estão endividadas, grande parte delas por motivo de apostas, jogos, jogatinas. Hoje, as bets se transformaram na grande praga nacional! Eu apresentei um projeto de lei, protocolei-o na semana passada, que proíbe propaganda de bets em qualquer meio de comunicação! Se a pessoa quiser jogar, problema dela. Mas, sermos bombardeados por propagandas que incentivam as famílias a fazerem apostas, isso não! O tratamento tem que ser semelhante ao de bebida e ao de cigarro. Não se pode fazer propaganda de cigarro. E mais: no maço de cigarro há uma advertência. O nosso projeto propõe que seja proibida propaganda em qualquer tipo de meio de comunicação, seja na Internet, na TV, no jornal, em qualquer lugar. E as casas de apostas têm que trazer advertência sobre o perigo do vício no jogo, porque isso está destruindo as nossas famílias. Sr. Presidente, precisamos discutir com profundidade a questão das apostas e a propaganda convidando as famílias a fazerem apostas. Eu tive a oportunidade de olhar rapidamente aqui os dados oficiais. Só na Copa do Mundo, neste ano, as famílias brasileiras gastaram 750 milhões de reais em apostas! No primeiro trimestre de 2026, as famílias brasileiras torraram 30 bilhões de reais em apostas! Isso é gravíssimo, Sr. Presidente! Temos que tomar uma providência. É por isso que eu apresentei o projeto de lei que proíbe, terminantemente, qualquer tipo de propaganda, de anúncio de casas de apostas e de bets na televisão ou em qualquer tipo de meio de comunicação. É urgente que isso seja feito, assim como se faz com cigarros e com bebidas, porque isso gera um grande malefício para as famílias brasileiras. Peço que esta minha fala seja inserida no programa A Voz do Brasil. Muito obrigado, Sr. Presidente.
  • 15/07/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência ao Projeto de Lei nº 3.381, de 2015, que dispõe sobre a comercialização de sinalizador náutico em todo o território nacional.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Partido Liberal (PL),Voto favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LAFAYETTE DE ANDRADA (PL - MG. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Só um esclarecimento, Sr. Presidente. Nós estamos votando aqui hoje a urgência. Esse projeto é de 2015 e tramitou em todas as Comissões, inclusive na Comissão de Constituição e Justiça. É um projeto que tem vários apensados, fruto de amplo diálogo com vários segmentos. E hoje estamos votando aqui a urgência. Nós não nos opomos a aperfeiçoar o projeto, mas é importante que ele ande. Portanto, o PL vota favoravelmente.
  • 15/07/2026

    O Deputado encaminhou a votação do requerimento de urgência ao Projeto de Lei nº 3.381, de 2015, que dispõe sobre a comercialização de sinalizador náutico em todo o território nacional. Na oportunidade, afirmou que a proposta disciplina aspectos relacionados aos níveis de ruído, à proteção de animais, de pessoas com transtorno do espectro autista e de locais específicos, bem como estabelece regras para comercialização, armazenamento e segurança.

    Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,favorável,Fogo de artifício,Ruído,Poluição sonora

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LAFAYETTE DE ANDRADA (PL - MG. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu solicito o voto favorável dos Srs. Deputados porque esse é um projeto importante que, na verdade, procura dar toda uma roupagem e uma legislação à questão de fogos de artifício, não só quanto à questão dos decibéis, do barulho, considerando os animais, considerando os autistas, considerando os locais, mas também quanto a toda a estrutura de comercialização, de armazenamento, ou seja, de segurança. É um projeto muito amplo, que merece ser debatido. Portanto, peço aos Srs. Deputados o voto favorável à urgência. Muito obrigado, Sr. Presidente.
  • 15/07/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do substitutivo oferecido ao Projeto de Lei nº 3.839, de 2023, que autoriza o uso de fotografia de identificação com elemento de indumentária tradicional que exprime a identidade da pessoa, bem como altera as leis nº 7.116, de 29 de agosto de 1983, nº 9.503, de 23 de setembro de 1997 (Código de Trânsito Brasileiro) e o Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943 (Consolidação das Leis do Trabalho).

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Minoria parlamentar

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LAFAYETTE DE ANDRADA (PL - MG. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - A minoria, Sr. Presidente, entende que nós devemos, sim, respeitar a cultura indígena, respeitar os afrodescendentes, a sua cultura, mas a identificação civil, para ser efetiva, precisa ser sem adornos. Algumas vezes eu fui atualizar a minha identidade e me solicitaram que eu tirasse meus óculos. A identificação civil precisa ser efetiva, tem que ver todos os sinais da pessoa. E, na hora em que você coloca um adorno, embora ele seja uma expressão de cultura muito válido, no documento de identificação civil, ele acaba atrapalhando sua visualização. Se eu colocar aqui um cocar, por exemplo, você não vai ver mais o meu cabelo, a cor do meu cabelo. Então, isso tudo atrapalha. Se a pessoa colocar um turbante, você não vai ver a cor do cabelo dela. Embora respeitemos e achemos que devamos cultuar as nossas origens, é importante que a identificação civil seja sem adornos, sem óculos, sem tiara, sem turbante. Por isso, a Minoria entende que esse projeto não pode prosperar e vai liberar a bancada, Sr. Presidente. Muito obrigado.
  • 14/07/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência ao Projeto de Decreto Legislativo nº 171, de 2026, que susta os efeitos do Decreto nº 12.887, de 23 de março de 2026, que amplia a Estação Ecológica de Taiamã, localizada nos Municípios de Cáceres e Poconé, Estado de Mato Grosso.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de decreto legislativo,Minoria parlamentar,Voto favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LAFAYETTE DE ANDRADA (PL - MG. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, a Minoria orienta "sim", vota favoravelmente à urgência do PDL que cancela o decreto que alargou em 60 mil hectares a reserva em Mato Grosso. A Minoria orienta "sim".
  • 14/07/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência ao Projeto de Decreto Legislativo nº 171, de 2026, que susta os efeitos do Decreto nº 12.887, de 23 de março de 2026, que amplia a Estação Ecológica de Taiamã, localizada nos Municípios de Cáceres e Poconé, Estado de Mato Grosso.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de decreto legislativo,Partido Liberal (PL),Voto favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LAFAYETTE DE ANDRADA (PL - MG. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, o PL orienta "sim". Não é possível haver um decreto que amplie em 57 mil hectares essa área. Portanto, o PL vota favoravelmente ao requerimento de urgência.
  • 08/07/2026

    O Deputado homenageou o povo da Bahia pelo 2 de Julho e afirmou que a data marcou, de fato, o encerramento da guerra da Independência, com a vitória das tropas brasileiras sobre o Exército português em 1823. Além disso, sustentou que o 2 de Julho mereceria ser reconhecido como a data oficial da Independência do Brasil.

    Palavras-chave oficiais: Dia da Consolidação da Independência do Brasil,Data comemorativa,Independência do Brasil (1822),Bahia,Homenagem,História do Brasil

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LAFAYETTE DE ANDRADA (PL - MG. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu quero aqui cumprimentar o altivo povo da gloriosa Bahia pelo transcurso do 2 de julho. O 2 de julho é o dia em que acontece a grande batalha final, na época da Independência. No ano de 1823, as tropas brasileiras comandadas pelo general Labatut vencem as tropas portuguesas comandadas pelo general Madeira. Portanto, no dia 2 de julho de 1823, de fato, termina a guerra da Independência. Eu ouso dizer que a data real da nossa Independência é o 2 de julho com o encerramento e vitória das tropas brasileiras sobre o Exército português. É uma data expressiva, na Bahia, comemorada com grandes festividades e merecia, talvez, ser a data oficial da Independência do Brasil. Portanto, eu quero aqui homenagear o altivo povo da gloriosa Bahia por essa data passada. Muito obrigado, Sr. Presidente.
  • 08/07/2026

    O Deputado agradeceu aos colegas pela aprovação da Medida Provisória nº 1.324, de 2026, em discussão, que destina R$ 2 bilhões às famílias atingidas pelas chuvas intensas que, no início do ano, devastaram a Zona da Mata mineira, com destaque para os Municípios de Ubá (MG), Juiz de Fora (MG) e entorno. Ressaltou que a Casa já havia aprovado projeto de ajuda emergencial anteriormente e que o novo aporte representa reparação às vítimas do desastre.

    Palavras-chave oficiais: Medida provisória,Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome,Ministério das Cidades,Crédito extraordinário,agradecimento

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LAFAYETTE DE ANDRADA (PL - MG. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, quero apenas agradecer aos Deputados pela aprovação dessa medida provisória, que é muito importante para Minas Gerais. No início do ano, Minas Gerais sofreu intensas chuvas que realmente dizimaram a região da Zona da Mata mineira, especialmente os Municípios de Ubá, Juiz de Fora e seu entorno. Nós aprovamos aqui no início do ano um projeto de ajuda emergencial para dar socorro àquelas vítimas. E o Governo Federal vem agora fazer um reparo importante, concedendo 2 bilhões de reais para fazer justiça àquelas pessoas que sofreram tanto. Portanto, quero aqui agradecer, Sr. Presidente, aos Deputados que votaram favoravelmente, porque estão fazendo um ato de extrema justiça com o povo de Minas Gerais. Muito obrigado.
  • 08/07/2026

    O Deputado fez um apelo contra a propaganda de bets, afirmando que a exposição em eventos como a Copa do Mundo incentivou apostas entre famílias brasileiras e agravou o endividamento, sobretudo entre as mais pobres. Além disso, anunciou que apresentaria projeto de lei para proibir qualquer publicidade desse tipo em televisão, Internet, celular e demais meios, em modelo semelhante ao adotado para o cigarro.

    Palavras-chave oficiais: Aposta esportiva,Propaganda comercial,Copa do Mundo,endividamento

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LAFAYETTE DE ANDRADA (PL - MG. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, de maneira muito breve, eu queria fazer aqui um apelo e trazer uma reflexão sobre essa questão das bets. Nós assistimos aos jogos na Copa do Mundo. Todos eles tinham propagandas de bets, incentivando as famílias brasileiras a fazerem apostas. Isso me parece o fim do mundo, Sr. Presidente! Nós temos que tomar uma previdência urgente! As pesquisas indicam que a grande maioria das famílias brasileiras, principalmente as pobres, está endividada, geralmente por apostas on-line. Isso é um grande absurdo! Nós precisamos, Sr. Presidente, tomar uma posição enérgica contra isso. Eu vou apresentar um projeto de lei proibindo qualquer tipo de propaganda de bets, seja na televisão, na Internet, no celular, em qualquer tipo, como é feito com o cigarro. Não podem fazer propaganda de cigarro, e o cigarro não pode patrocinar nada. Com as bets, tem de ser do mesmo jeito, porque o malefício que isso está fazendo para o povo brasileiro é algo indiscriminado. Eu não tenho palavra para dizer. Portanto, Sr. Presidente, eu quero dizer que vamos lutar até a medula, até o fim, contra a propaganda de bets em qualquer tipo de meio de comunicação. Muito obrigado. Eu peço que a nossa fala seja levada ao programa A Voz do Brasil.
  • 17/06/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação das emendas do Senado Federal ao Projeto de Lei nº 2.119, de 2019, que cria o Título de "Cidade Amiga do Idoso", a ser conferido às cidades que se destacarem na adoção de políticas e iniciativas que visam assegurar um tratamento mais digno as pessoas idosas. Além disso, protestou contra a decisão do Governo de esvaziar a Barragem da Caatinga, no Município de Bocaiúva (MG). Ressaltou que a barragem abastece mais de 800 famílias em região de escassez hídrica e que, diante de tentativa anterior semelhante, recorreu à Justiça para impedir o esvaziamento. Por fim, anunciou que adotará todas as medidas cabíveis para reverter a decisão.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Título de Cidade Amiga do Idoso,Título de topônimo,Partido Liberal (PL),Orientação de bancada,Voto favorável,Emenda,Senado Federal Bocaiúva (MG),Justiça federal,Barragem,esvaziamento,Deputado federal,atuação

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LAFAYETTE DE ANDRADA (PL - MG. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, o PL encaminha favoravelmente ao projeto. É importante dar esse incentivo às cidades que reconheçam a importância de favorecer a vida dos idosos. Eu queria, Sr. Presidente, também aproveitar esses momentos que me são concedidos para fazer aqui um protesto veemente contra a decisão de se esvaziar a Barragem da Caatinga, no Município de Bocaiúva, no norte de Minas, na localidade de Engenheiro Dolabela. É uma barragem que alimenta mais de 800 famílias, uma região seca, uma região que precisa de água, o Governo agora decide esvaziar essa barragem. Há 2 anos ou há 3 anos, quando quiseram esvaziar a barragem, nós chegamos a entrar na Justiça para impedir que isso ocorresse. Agora, novamente, este Governo, de maneira insensível, decide esvaziar a barragem. Fica aqui o nosso protesto e vamos até as últimas consequências para evitar.
  • 16/06/2026

    O Deputado assinalou que o Projeto de Lei Complementar nº 337, de 2017, esteve em debate na Câmara dos Deputados desde 2017 e resultou de um esforço coletivo até alcançar amplo entendimento e aprovação quase unânime do parecer em plenário. Além disso, agradeceu aos Deputados que apoiaram seu parecer e parabenizou a advocacia pública brasileira e os convidados presentes nas galerias.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei complementar,Lei Orgânica da Advocacia-Geral da União (1993),alteração,Aprovação,agradecimento

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LAFAYETTE DE ANDRADA (PL - MG. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Quero apenas assinalar que essa matéria estava em debate aqui na Câmara dos Deputados desde 2017, portanto, há quase 10 anos. Foi um grande esforço conjunto, coletivo para que chegássemos a um entendimento e para que finalmente aprovássemos o texto, quase por unanimidade, no plenário da Câmara dos Deputados. Agradeço aos Srs. Deputados que compreenderam a importância do projeto e aprovaram o nosso parecer. Muito obrigado, Sr. Presidente. Parabéns à advocacia pública brasileira! Parabéns aos nobres convidados que estão nas galerias!
  • 16/06/2026

    O Deputado proferiu parecer à emenda de plenário apresentada ao Projeto de Lei Complementar nº 337, de 2017, que altera a Lei Complementar nº 73, de 10 de fevereiro de 1993, que institui a Lei Orgânica da Advocacia-Geral da União.

    Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei complementar,favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LAFAYETTE DE ANDRADA (PL - MG. Para proferir parecer. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados, passarei a ler o parecer sobre as emendas, mas, antes de fazer a leitura, apenas a título de esclarecimento — e é importante que eu o faça —, responderei aos questionamentos trazidos aqui pelo Deputado Kim Kataguiri, juntamente com o Deputado Cabo Gilberto Silva. Ao longo da semana, saíram algumas matérias no noticiário, matérias alarmistas inteiramente descoladas da realidade, claramente escritas por quem não leu o projeto e apenas ficou ouvindo o ti-ti-ti que ocorre em projetos como esse. Alguns jornalistas, levados por essas falsas informações, sem ler o projeto, publicaram algumas matérias alarmistas dizendo que este projeto confere poderes agigantados ao Advogado-Geral da União, o que não é verdade. O que esse projeto traz, na verdade, é a incorporação no escopo da AGU das carreiras que hoje, na prática, já são comandadas pelo AGU, que são a Procuradoria da Fazenda Nacional e a Procuradoria do Banco Central. O Procurador da Fazenda Nacional e o Procurador do Banco Central, o Procurador-Chefe, de fato, por um lapso de redação e por culpa única e exclusiva de erro material deste Relator... No caso da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, o projeto traz que a indicação do Procurador é do AGU, em conjunto com o Ministro da Fazenda. Dentro dessa mesma lógica, a indicação do Procurador-Geral do Banco Central deveria ser — e assim está agora no texto — indicação do AGU, juntamente com o Presidente do Banco Central. Trata-se da indicação, pois a nomeação é feita pelo Presidente da República. No texto original, saiu que a indicação era somente do AGU, e esse artigo deu margem para manchetes altamente afastadas da realidade. Essa situação está plenamente corrigida neste texto, nesta subemenda substitutiva que estou aqui apresentando. Sr. Presidente, passo a ler o voto do parecer sobre emendas. "Durante a discussão da matéria em Plenário, foi apresentada uma emenda de plenário (...) que se mostra adequada e merece ser acolhida. Quanto à constitucionalidade, juridicidade e boa técnica legislativa da Emenda ao PLP nº 337/2017, não há reparos a fazer. No que diz respeito ao mérito, a emenda do eminente Deputado Paulo Abi-Ackel contribui para o aperfeiçoamento do projeto sem desvirtuar o mérito da matéria, que objetiva, a priori, solucionar inadequações organizacionais de maneira que a reorganização da Advocacia-Geral da União proposta no PLP 337/2017 permita o aprimoramento da defesa da União em juízo e um melhor desempenho das atribuições constitucionais conferidas a esse relevante órgão jurídico da Administração Pública Federal. Importa salientar que foi inserida no substitutivo que ora apresentamos uma alteração no art. 23 da Lei Complementar nº 73, de 1997, para dirimir eventuais invasões de competências entre os membros cujas lotações observarão as competências legais próprias de cada cargo." Eu passo a lei agora a nova redação do art. 23, porque isso era motivo de preocupação, e nós estamos esclarecendo uma possível incompreensão. O art. 23 ficará assim: Art. 23. Os membros das carreiras jurídicas da Advocacia-Geral da União serão lotados conforme as competências legais próprias de cada cargo. Isso é para evitar que haja um confronto ou uma mistura de carreiras. "Por fim, urge esclarecer que todos os ajustes ora propostos visam esclarecer pontos que foram objeto de discussão e aperfeiçoar o projeto de alteração da Lei Orgânica da AGU, de maneira a garantir que a nova lei atenda aos anseios das categorias sem desvirtuar as características específicas de cada categoria. Ante o exposto, no âmbito da Comissão de Administração e Serviço Público, somos pela aprovação da Emenda de Plenário nº 1, na forma da subemenda substitutiva da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania; no âmbito da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, somos pela constitucionalidade, juridicidade e boa tecnologia legislativa da emenda de plenário e, no mérito, pela sua aprovação, na forma da subemenda substitutiva anexa." Para concluir, Sr. Presidente, esclareço, sobretudo à bancada do PT, que nesta subemenda foi suprimido o inciso I do art. 28, atendendo a uma reivindicação da bancada do PT que foi acolhida nesse substitutivo. É o nosso parecer, Sr. Presidente.
  • 20/05/2026

    O Deputado encaminhou a votação da Emenda de Plenário nº 2, apresentada ao Projeto de lei nº 1.625, de 2026, que altera a Lei nº 8.137, de 27 de dezembro de 1990, para tipificar a conduta de elevar, sem justa causa, o preço dos bens de utilidade pública de que trata o art. 1º, § 1º, da Lei nº 9.847, de 26 de outubro de 1999, e dá outras providências.

    Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Emenda de plenário,Projeto de lei ordinária,favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LAFAYETTE DE ANDRADA (PL - MG. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, o projeto foi aprovado. É um projeto leonino. De qualquer forma, como redução de danos, há este Destaque nº 2. Este Destaque é importantíssimo, pois, em síntese, o projeto diz que passa a ser crime elevar preços de bens ou serviços de utilidade pública, de forma artificial e sem justa causa, mediante conduta anticoncorrencial grave, com o fim específico de obter vantagem econômica indevida. Em síntese, é crime você aumentar artificialmente o preço. Mas é um conceito muito subjetivo. Ele está muito solto. O destaque que nós estamos apresentando — e o projeto está aprovado — buscou a lei de liberdade econômica. O Governo Federal tem um órgão, o Cade, que pertence ao Ministério da Justiça. É o conselho que trata exatamente das concorrências, o que pode, o que não pode. Existe ainda a lei anticoncorrencial. O Cade é o órgão especialista em dizer se um aumento foi abusivo ou não, se tinha realmente fundamento ou não. É um órgão específico do Governo vinculado ao Ministério da Justiça que trata somente disso. Este destaque traz, pelo menos, uma ressalva, em vez de se chegar de maneira arbitrária a um posto de gasolina para dizer: "O senhor aumentou arbitrariamente o preço; então, vai preso". Temos o seguinte: "A configuração do delito depende de prévia decisão definitiva do Conselho Administrativo de Defesa Econômica — Cade, que reconheça a prática de infração à ordem econômica, nos termos do § 1º". O que nós estamos querendo dizer é que há um órgão do Governo especializado em crimes contra a economia popular, que é o Cade. Como está, se um agente fiscalizador imagina que um posto de gasolina aumentou artificialmente o preço, ele autua o posto de gasolina. Espera lá! É o Cade que vai dizer se esse aumento de fato foi abusivo ou se tinha justa causa. Aí, sim, se o Cade disser que não tinha justa causa, que o aumento foi abusivo, que se puna esse posto de gasolina, mas é uma ressalva necessária. Portanto, eu conclamo os Srs. Deputados, em nome do bom senso, a aprovarmos este Destaque nº 2. Muito obrigado, Sr. Presidente.
  • 20/05/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação da Subemenda Substitutiva apresentada ao Projeto de Lei nº 1.625, de 2026, que tipifica a conduta de elevar, sem justa causa, o preço dos bens de utilidade pública de que trata o art. 1º, § 1º, da Lei nº 9.847, de 1999, e dá outras providências (criminaliza o aumento abusivo do preço dos combustíveis).

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Subemenda substitutiva,Projeto de lei ordinária,Partido Liberal (PL),Voto contrário

    Ler a transcrição oficial
    O SR. LAFAYETTE DE ANDRADA (PL - MG. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, o PL orienta "não". Este projeto precisa ser não aprovado. Além de ser um projeto inócuo, é uma ferramenta leonina que o Congresso está aprovando contra o empresariado, contra o empreendedor, contra quem trabalha no Brasil. O Governo Federal está sabotando o povo. O Governo Federal está deixando de importar óleo diesel, para que o empresário faça essa importação diretamente — e não vai fazer. Isso vai causar aumento no preço do combustível, vai causar desabastecimento, pela inoperância do Governo. Ele quer terceirizar a culpa disso tudo, que é do próprio Governo. Portanto, temos que votar "não" a este projeto, Sr. Presidente. O PL encaminha "não".
  • 20/05/2026

    O Deputado discutiu o Projeto de Lei nº 1.625, de 2026, que tipifica a conduta de elevar, sem justa causa, o preço dos bens de utilidade pública de que trata o art. 1º, § 1º, da Lei nº 9.847, de 1999, e dá outras providências (criminaliza o aumento abusivo do preço dos combustíveis).

    Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,contrário

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    O SR. LAFAYETTE DE ANDRADA (PL - MG. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados, nós estamos diante de um projeto de lei que, claramente, foi elaborado em um momento de pressão, em razão da contingência do momento. Os fatos estão aí: está havendo a guerra no Irã, o Golfo está fechado, os países produtores de petróleo não estão conseguindo vender a produção e, por conta disso, o preço internacional do petróleo subiu. Subindo o preço do petróleo, é claro que aumenta o preço do combustível. Não tem como fugir disso. Mas estamos em ano de eleição, e o aumento do preço da gasolina, do combustível, na bomba, é ruim para o Governo, é algo que estraga a popularidade do Governo. Quando o cidadão encosta num posto de combustível e vê o litro da gasolina a 8 reais, a consequência é um desastre para o Governo. Como estamos em ano de eleição, o Governo tem que fingir que está fazendo alguma coisa — e não está. Na verdade, está querendo enganar a população. O PT, com todo respeito, é mestre em esfumaçar a verdade, em lançar meias-verdades. Este projeto aqui pode se tornar mais uma lei que permite que se prenda o dono do posto de gasolina, mas, no fim das contas, é um projeto inócuo. No Brasil, já temos a lei da concorrência industrial, a lei dos crimes contra a economia popular, a lei de defesa do consumidor, a lei de defesa da ordem econômica. Já existem instrumentos. Nós já cansamos de ver o Ministério Público e a Polícia Federal lacrando posto de gasolina, independentemente desta lei que nós vamos votar hoje. Esta lei aqui serve simplesmente para que o Governo tenha uma fotografia e possa dizer: "Olhem como nós estamos agindo contra o aumento abusivo do preço dos combustíveis. Aprovamos uma lei para que possamos prender o dono do posto de gasolina". Já pode. Já existe um conjunto de leis que permite que isso aconteça. O mais grave, Sr. Presidente, é que o Governo, em vez de trabalhar efetivamente para reduzir o preço, está, na verdade, sabotando as distribuidoras. A Petrobras é a grande importadora de óleo refinado. O Brasil produz muito petróleo, mas não refina todo o seu petróleo. O Brasil compra óleo diesel pronto. Quem faz essa grande compra é a Petrobras. O Governo está fazendo o quê? Está mandando a Petrobras parar de importar óleo diesel, que agora está mais caro e, obviamente, vai chegar mais caro à bomba. Para dizer que não é culpa do Governo, a Petrobras, que é a grande importadora — sempre foi — e que vende para as distribuidoras, cruzou os braços e está forçando as distribuidoras a importarem diretamente esse óleo diesel mais caro. Como as distribuidoras vão ter que vender mais caro na bomba, o Governo vai falar: "Estão vendo? É o empresário. Esses empresários são criminosos. Eles é que estão aumentando o preço da gasolina. Eles é que estão aumentando o preço do combustível". Na verdade, não é nada disso. Portanto, este projeto é inócuo e serve puramente para enganar a população. Este projeto é demagógico e, na prática, não terá resultado nenhum.
  • 20/05/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de adiamento da discussão do Projeto de Lei nº 1.625, de 2026, que tipifica a conduta de elevar, sem justa causa, o preço dos bens de utilidade pública de que trata o art. 1º, § 1º, da Lei nº 9.847, de 1999, e dá outras providências (criminaliza o aumento abusivo do preço dos combustíveis).

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de adiamento da discussão,Projeto de lei ordinária,Minoria parlamentar,Voto favorável

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    O SR. LAFAYETTE DE ANDRADA (PL - MG. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, quero apenas fazer uma reflexão importante. O que está acontecendo como pano de fundo? Com a crise no Golfo Pérsico — estamos em ano eleitoral —, o valor internacional do petróleo subiu. O Governo brasileiro importa óleo diesel, a Petrobras é o grande importador. Ocorre que, como aumentou lá fora o preço, a Petrobras deixou de importar diesel. Vejam que 30% do nosso abastecimento é importado. A Petrobras é que importava. Qual é a manobra do Governo para fingir que está colaborando para não aumentar o preço dos combustíveis? A Petrobras, que era o grande importador de óleo diesel, que revendia para as distribuidoras, as quais revendiam para os postos de gasolina, parou de importar e está forçando as distribuidoras a fazer a importação com o preço mais caro lá fora. Quando aumenta o preço nas bombas, o Governo diz: "São as distribuidoras. Elas é que estão aumentando o preço. O Governo é contra". Ora, o grande importador sempre foi a Petrobras, que agora cruzou os braços! Nós estamos correndo o risco de desabastecimento, estamos correndo o risco, sim, de aumento do preço, e o Governo quer lavar as mãos: "Não somos nós, não! São essas distribuidoras que estão fazendo maldade com o povo". O voto é "sim". A Minoria orienta "sim".
  • 20/05/2026

    O Deputado encaminhou o requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei nº 1.625, de 2026, que altera a Lei nº 8.137, de 27 de dezembro de 1990, para tipificar a conduta de elevar, sem justa causa, o preço dos bens de utilidade pública de que trata o art. 1º, § 1º, da Lei nº 9.847, de 26 de outubro de 1999, e dá outras providências.

    Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei ordinária,favorável

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    O SR. LAFAYETTE DE ANDRADA (PL - MG. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, este projeto de lei, na nossa visão, é um projeto inócuo. Veio um projeto muito ruim do Governo. O eminente Relator, o Deputado Merlong, de maneira muito elegante, democrático, como ele é, conversou conosco e nos atendeu. Nós fizemos alguns ajustes, alguns aperfeiçoamentos, que parcialmente ele acatou, mas, no globo, no mérito, nós entendemos que é um projeto inócuo. Está se criando, na prática, mais uma possibilidade de incriminar posto de gasolina, de prender dono de posto. Hoje nós já temos um sem-número de leis que defendem a liberdade econômica, que defendem o consumidor, que dão um conjunto de ferramentas para o Ministério Público e a Polícia Federal, de alguma forma, deterem, dificultarem e até mesmo prenderem qualquer agente que promova aumentos abusivos. Este projeto de lei é um projeto que cria uma nova fiscalização, baseado em conceitos que já existem. Na prática, no mundo real, no dia a dia, ele vai chover no molhado, porque as ferramentas já estão aí. Portanto, no mérito, o PL acha que este é um projeto que não merece prosperar. Daí o nosso pedido de retirada de pauta. Muito obrigado, Sr. Presidente.
  • 13/05/2026Breves Comunicações

    O Deputado criticou o leilão de energia promovido pelo Governo Federal para contratação de usinas termoelétricas e afirmou que a medida ampliaria os custos da conta de luz para os consumidores. Questionou mudanças nos preços do certame, citou decisões do Tribunal de Contas da União e pedidos do Ministério Público Federal para suspensão do leilão, além de apontar falta de transparência no processo. Também contestou proposta da Codevasf relacionada ao Projeto Jaíba, no norte de Minas Gerais. Ressaltou que o edital previa a retirada de cerca de 2 mil famílias assentadas há décadas na região para concessão da área à iniciativa privada. Afirmou que acionaria órgãos competentes para barrar a medida.

    Palavras-chave oficiais: Leilão,Energia elétrica,Usina termelétrica,Conta de energia elétrica,aumento

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    O SR. LAFAYETTE DE ANDRADA (PL - MG. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente e Srs. Deputados, há cerca de uma semana, desta tribuna eu alertei os Srs. Deputados para o leilão que o Governo atual está fazendo: a compra de 500 bilhões de reais de energia termelétrica, energia suja. Logo depois da COP 30, o Brasil, que anunciou ao mundo que se esforçaria para descarbonizar e reduzir a poluição, faz um leilão em que o Governo compra 500 bilhões de reais de energia suja, termoelétricas a carvão, termoelétricas a gás. Há mais de 4 anos, o Governo sabe que é necessário fazer esse Leilão de Reserva de Capacidade. Este Governo enrolou, enrolou 4 anos e não fez esse leilão. Agora, no apagar das luzes, de maneira atabalhoada, fez o leilão. O Tribunal de Contas questionou esse leilão. Poucos dias antes do leilão, em que o Governo ia comprar 500 bilhões de reais de energia, o Governo resolveu dobrar o valor da energia para comprar mais caro ainda, o que gerou um impacto para o consumidor de mais de 10% na compra de energia. Eu alertei isso aqui da tribuna. O G1 traz a seguinte notícia hoje: "MPF pede suspensão imediata do maior leilão de energia da história do Brasil". Diz o UOL hoje: "Justiça dá 48 horas para governo explicar mudanças nos preços-teto”. Da noite para o dia, mudaram o preço. Curiosamente, os grupos econômicos que venceram, todos eles são muito próximos do Palácio do Planalto. São 500 bilhões de reais sem nenhuma transparência. Essa é a grande questão que vai impactar o bolso de todos os brasileiros, a continha final do trabalhador, a conta de luz no fim do mês. O pobrezinho vai pagar mais 10% por conta desse leilão feito ao apagar das luzes, um leilão extremamente malfeito. Explicações precisam ser dadas ao povo brasileiro. Nós queremos reduzir a conta de luz do povo, e o Governo Federal faz compra de maneira pouco transparente — para ser aqui menos agressivo —, de forma que o próprio Tribunal de Contas questiona os métodos. Existe nesta Casa já um PDL para desfazer esse leilão, porque a maneira como ele foi feito ninguém pode aceitar. Sr. Presidente, o segundo ponto que eu quero trazer aqui tem muito a ver com o norte de Minas, o Projeto Jaíba. Alguns aqui o conhecem. O Projeto Jaíba é o maior projeto de irrigação feito na América Latina, com assentamento de reforma agrária de milhares de famílias no norte de Minas. É uma coisa fantástica e que merece ser visitada. O Projeto Jaíba produz toneladas de frutas e de alimentos por dia para todo o Brasil. É um projeto de assentamento exitoso. Precisa de melhorias, é claro, sempre precisa, mas é um projeto exitoso. Agora, a Codevasf, que organiza o Projeto Jaíba, anunciou que está lançando um edital para contratar uma concessionária para gerir parte do Projeto Jaíba. E, para isso, vai desalojar cerca de 2 mil moradores assentados lá há 40 anos. É o inverso da reforma agrária. Vai expulsar os assentados para uma concessionária tomar conta. É a reforma agrária às avessas. Este Governo Federal teve a coragem de levar para uma audiência pública na cidade de Jaíba, onde se localiza o grande Projeto Jaíba, uma minuta de edital para tirar assentados que estão lá há 40 anos, para colocar uma concessionária para tomar conta do Projeto Jaíba. É uma verdadeira loucura! Nós não vamos admitir que isso aconteça. Vamos questionar a Codevasf, vamos questionar os canais competentes, porque o que está sendo feito é exatamente o contrário do que o "Governo do amor" sempre prega. Estão desalojando os pobres, estão desalojando os assentados, estão desalojando a agricultura familiar para uma concessionária ficar com todo o território. Sr. Presidente, nós não vamos admitir isso. Vamos lutar até a medula para não deixar isso acontecer. Muito obrigado.
  • 06/05/2026Homenagem

    O Deputado discursou na sessão solene em homenagem aos 200 Anos da Câmara dos Deputados. Destacou o papel histórico do Parlamento na preservação da unidade nacional, da democracia e das liberdades públicas. Além disso, ressaltou que a Casa foi responsável pela consolidação do Parlamentarismo brasileiro, pela abolição da escravatura e pela conquista do voto feminino. Adicionalmente, relembrou períodos de fechamento ou restrição do Congresso Nacional durante os Governos de Deodoro da Fonseca, Getúlio Vargas e o regime militar, sustentando que o Parlamento resistiu a tentativas autoritárias e preservou a continuidade institucional do País. Defendeu ainda a independência do Poder Legislativo, condenou interferências em suas prerrogativas e afirmou que a estabilidade democrática depende de Parlamento forte, altivo e independente. Ao final, homenageou Parlamentares e seus antepassados que atuaram na Câmara dos Deputados ao longo da história.

    Palavras-chave oficiais: Sessão solene,Homenagem,Aniversário de fundação,Câmara dos Deputados,Parlamento,Atuação parlamentar,Democracia,Parlamentarismo,Abolição da escravidão (1888),Voto da mulher,Ditadura militar,Autoritarismo,Poder Legislativo,independência,Prerrogativa de poder

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    O SR. LAFAYETTE DE ANDRADA (PL - MG. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente da Câmara dos Deputados, eminente Deputado Hugo Motta; Sra. Primeira-Dama, D. Luana; Exmo. Sr. Presidente do Senado Federal, Senador Davi Alcolumbre; eminente Presidente do Supremo Tribunal Federal, Ministro Edson Fachin; Ministro de Estado da Secretaria de Relações Institucionais, Deputado José Guimarães; Sr. ex-Presidente da República e ex-Presidente desta Casa Michel Temer; minha colega Deputada Laura Carneiro, 1ª Coordenadora Adjunta da Secretaria da Mulher na Câmara dos Deputados; Srs. ex-Presidentes da Câmara dos Deputados; Srs. Ministros de Estado; autoridades diplomáticas; autoridades militares; minhas senhoras e meus senhores; ao celebrarmos os 200 anos da instalação da Câmara dos Deputados, nascida Assembleia Geral em 1826, a primeira legislatura brasileira, celebramos o nascimento do Poder que representa a voz do povo, celebramos o nascimento do que viria a ser, pouco mais tarde, a primeira experiência de parlamentarismo brasileiro. No Segundo Reinado, vivemos um sistema parlamentar que, apesar de suas imperfeições e da tutela do Poder Moderador, foi o palco onde aprendemos o rito da convivência democrática. Foi nesta Casa que o debate civilizado evitou que o Brasil se fragmentasse como nossos vizinhos hispânicos. Foi aqui que a abolição da escravatura foi gestada, não pelo sangue, mas pela força da retórica e do convencimento. Foi dos debates desta Casa que surgiu o voto feminino, muito antes de importantes democracias do Ocidente. Celebrar 200 anos da Câmara dos Deputados, Sr. Presidente, e, por conseguinte, do Parlamento, é reconhecer que esta Casa é a instituição que garante a sobrevivência da Nação acima das tempestades políticas. Desde 6 de maio de 1826, quando iniciamos a nossa jornada sob o signo do parlamentarismo monárquico, esta Casa aprendeu que a política é a arte de evitar o caos. Como dizia José Bonifácio, Patriarca da Independência — abre aspas: "A sã politica é filha da moral e da razão". Durante o Império, fomos o porto seguro que, repito, não apenas impediu a fragmentação do território brasileiro, mas também garantiu que a liberdade fosse conquistada por meio da lei, e não da espada. Senhores, a história deste Parlamento é, acima de tudo, uma história de resistência contra autoritarismos. Esta Casa sempre foi, como bem disse o Presidente Temer, o primeiro alvo daqueles que desejam o poder absoluto. Sofremos quando o Congresso foi fechado em 1891, pela espada do Marechal Presidente; sofremos em 1937, pela ditadura Vargas, que silenciou a voz do povo para impor o caudilhismo e o controle estatal; e sofremos no regime militar por alguns meses, com o chamado "recesso legislativo". Ao olharmos para o século XX, a história exige de nós uma visão de Estado, desprovida de paixões ideológicas superficiais. Nos anos de 1960, quando as instituições brasileiras foram testadas ao limite, lideranças lúcidas nesta Casa entenderam que o papel deste Parlamento era garantir a continuidade institucional do País. Mesmo nos períodos de maior tensão, a presença no Parlamento de homens públicos comprometidos com a ordem evitou que o Brasil mergulhasse na mais absoluta desordem. Mesmo naqueles dias de luto, o Parlamento nunca deixou de ser o fórum onde a legalidade era preservada e onde o futuro da Nação era pactuado, possibilitando que o Brasil continuasse crescendo e se modernizando. Sr. Presidente, minhas senhoras e meus senhores, o balanço desses 200 anos revela uma verdade fundamental: o Parlamento brasileiro é o baluarte das liberdades contra as ingerências que desequilibram o pacto republicano. A nossa história nos ensina que a liberdade não sobrevive sem a ordem, e a ordem não se sustenta sem um Legislativo altivo. Quando se tenta avançar sobre prerrogativas desta Casa, fere-se o direito do cidadão de ser governado e defendido por aqueles que ele escolheu. Honrar, portanto, o legado dos que nos antecederam é defender a independência absoluta desta Casa e o Poder Legislativo. Somos o poder que legisla, que fiscaliza, que protege a família e a propriedade contra o arbítrio, venha ele de onde vier. Não aceitamos mordaças nem tutelas. A história prova que, quando o Parlamento é forte, o Brasil é estável e a democracia viceja. Neste bicentenário, estendo aqui minhas homenagens a todos os Parlamentares que, desde o início, passando pelas difíceis décadas de 1930 e de 1960 até os dias atuais, tiveram a coragem de manter este Plenário como o centro nervoso da República. Que possamos seguir legislando com um olhar na segurança jurídica, na liberdade política e econômica e na soberania do povo brasileiro! Nesta ocasião, Sr. Presidente, presto também uma humilde homenagem aos meus antepassados que estiveram presentes de forma contínua e ininterrupta nesta Casa desde a sua instalação, vivendo as tensões de cada momento histórico e sofrendo, muitas vezes, com o próprio sacrifício — alguns presos, outros exilados —, por lutarem pelo Brasil e pela nossa Pátria. Que os próximos 200 anos, Sr. Presidente, nos encontrem como sempre estivemos: altivos, vigilantes, independentes e inabaláveis na defesa do Brasil e da democracia! Viva o Poder Legislativo! Viva o Brasil! Viva o povo brasileiro! Muito obrigado.
  • 30/04/2026

    O Deputado contestou questão de ordem apresentada contra o Projeto de Lei nº 2.162, de 2023, o chamado PL da dosimetria, e defendeu a constitucionalidade da proposta com base nas prerrogativas do Congresso Nacional previstas no artigo 48 da Constituição. Argumentou que, se a Constituição conferiu ao Legislativo competência para conceder anistia, haveria respaldo para a aprovação da matéria. Sustentou ainda que a medida teria impacto sobre condenados pelos atos de 8 de janeiro, classificando as prisões como injustas e afirmou que os acontecimentos não configuraram tentativa de golpe, mas manifestação sem uso de armas, e reiterou posicionamento contrário à interpretação jurídica que fundamentou as condenações relacionadas aos episódios.

    Palavras-chave oficiais: Contestação,Questão de ordem,Projeto de lei ordinária,Dosimetria da pena,Condenado,Ato antidemocrático,Janeiro,Brasília (DF),Derrubada de veto,Constitucionalidade,prerrogativa,Congresso Nacional,anistia,Tentativa (crime),Golpe de Estado (crime),ausência,Arma,Hermenêutica jurídica

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    O SR. LAFAYETTE DE ANDRADA (PL - MG. Para contraditar. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, questão de ordem, art. 131. Primeiramente, é preciso destacar que não há procedência na questão de ordem levantada pelo Líder do PT. A Constituição é muito clara, no art. 48, que trata das atribuições do Congresso Nacional, em seu inciso VIII, sobre concessão de anistia. Quem pode mais pode menos. Sr. Presidente, o Congresso Nacional decidiu fazer a Lei da Dosimetria, que vai servir, na prática, para libertar os presos que estão mofando injustamente em presídios por causa do dito golpe de 8 de janeiro, que, como é sabido, jamais existiu. Era um conjunto de pessoas que estavam aqui, no Congresso, fazendo, sim, uma manifestação sem armas. Isso não é possível!

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 17/12/2019 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.