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Foto de Junio Amaral

Deputado · Câmara

Junio Amaral

PL · MG

Direitapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Geraldo Junio do Amaral · 39 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 83 de 100, Cara Bom0406080100

83/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 74% dos deputados · média do partido: 78

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 91%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 84%

    Vota quando precisa?

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 68%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 74%

    discursos na tribuna (percentil)

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E-mail
dep.junioamaral@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5302
Gabinete
Gabinete 302, Anexo IV, 3º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

91%

Esteve em 333 de 367 sessões

Melhor que 30% dos deputadosMédia do partido: 92%

Votou nas votações

84%

Registrou voto em 873 de 1.038 votações nominais

Melhor que 59% dos deputadosMédia do partido: 80%

Iniciativas que viraram lei

0

de 37 projetos apresentados (0%)

4 avançaram · 28 em andamento · 5 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

20%

Em 659 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 1% dos deputadosMédia do partido: 33%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

124 discursos na tribuna · de 14/02/2019 a 11/08/2026.

  • 11/08/2026breves comunicaçõesBreves Comunicações

    O Deputado criticou o Governo Lula e o Deputado Solla, ao afirmar que houve tentativa de ligar o escândalo do INSS a Flávio Bolsonaro sem relação factual. Além disso, apontou supostos vínculos entre pessoas próximas ao Presidente e, segundo ele, o “Careca do INSS”, mencionou repasses financeiros a assessor presidencial e associou o caso a desvios de recursos de aposentados. Por fim, defendeu reação do eleitorado nas urnas para interromper a corrupção e punir criminosos de colarinho branco.

    Palavras-chave oficiais: Governo federal,Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Fraude,Corrupção

    Ler a transcrição oficial
    O SR. JUNIO AMARAL (PL - MG. Sem revisão do orador.) - Deputado Luiz, eu estava pensando aqui se a gente não tem que dar uma assistência ao Deputado Solla. Eu estou desconfiado seriamente de que ele está com um problema sério de cabeça, ou então o eleitorado dele é muito burro — se bem que, para votar nele, não há como ser muito diferente disso. Mas como o cara sobe a esta tribuna e faz esses vínculos absurdos, como se estivesse num set de gravação, no sentido artístico da coisa, em que ele pode falar o que quiser, sem conexão com a realidade, como em uma peça de ficção? Ele tenta vincular o escândalo do INSS, em que o Governo Lula está atolado até o pescoço, com Flávio Bolsonaro. O que tem a ver? Agora, nos últimos dias, depois de tantas outras evidências, de tantos outros apontamentos, e de pessoas vinculadas à Lula, direta ou indiretamente, terem sido flagradas com mensagens, depósitos, indicações, vem a relação com Roberta Luchsinger, quase irmã siamesa do Lulinha, ou melhor, do "Careca do INSS" — são tantos personagem envolvidos com os esquemas que a gente até se perde. Ela é unha e carne com o "Careca do INSS", o personagem central dos escândalos, um dos responsáveis por desviar mais de 6 bilhões de reais dos aposentados do Brasil. Roberta foi flagrada, pelo que aponta o portal Poder360, fazendo repasses financeiros para Marcola, não o Marcola do tráfico, não, que é outro bandido — sempre vinculados ao Lula os bandidos —, mas o Marcola assessor pessoal do atual Presidente. O cara, que é unha e carne dele e que está compartilhando momentos íntimos com o Presidente, assessor há muito tempo, petista raiz, agora foi flagrado recebendo dessa mulher, dessa lobista, a parceira do "Careca do INSS", tanto dinheiro. Foram muitos repasses em on, oficiais, tanto é que ele próprio, quando perguntado, assumiu, falou que recebeu mesmo bastante dinheiro dessa senhora, mas, segundo ele, era empréstimo. Cidadão comum, quando vai recorrer ao empréstimo, pelo que eu conheço, procura uma instituição financeira, procura familiares próximos. Mas ele foi procurar quem? Uma das lobistas mais famosas negativamente, que também está envolvida em todo esse escândalo de roubo dos aposentados. Isso que nós estamos falando de dinheiro oficial. Imagina as malas! Por falar em malas, o Sr. Geddel Vieira Lima, o homem das malas de 50 milhões de reais, esses dias estava lá na Bahia recebendo o Lula. Sem nenhuma vergonha na cara, Lula bota esse pessoal para perto dele, sabe por quê? Porque essa é uma conduta natural. Ele se enxerga em cidadãos como esses, em bandidos como esses. São da mesma laia. E aí sobe o Deputado ali para tentar fazer com que o eleitorado dele, como eu disse, desprovido, sim, de inteligência — isso é uma evidência —, caia numa conversa dessas. Que bom que esta Casa aqui tem espaço para que a gente possa usar a tribuna e restabelecer a verdade tão evidente até no noticiário que tanto puxa-saco do Lula. Então, Presidente, eu tenho certeza de que a maior parte do eleitorado deste País está atenta. Não precisa ser estudante de política, não precisa acompanhar os noticiários a fundo, não precisa compreender o básico de lógica, lá do primário, não precisa, é só ser um animal racional que se chega à conclusão de que não dá mais para essa facção criminosa continuar comandando o Brasil, não dá mais para tanta gente subir nesta tribuna aqui falando mentira, tentando inverter os fatos, como se fosse a coisa mais natural do mundo. O eleitorado tem que dar resposta, dar um basta neste tratamento para que a classe política que está ao lado desse bandido que hoje ocupa o poder o trate como imbecil. É por isso que eu tenho a convicção de que a maior parte do povo brasileiro vai dar as respostas nas urnas, e nós vamos retomar esta Nação para estancar a sangria do roubo dos aposentados, para colocar bandidos do colarinho branco na cadeia, o que, infelizmente, passou a ser normal. Há tanta podridão, tanto crime escancarado. Até a imprensa, infelizmente, está se acostumando com essa inversão de valores e com essa cobertura do alto escalão do Judiciário a tanta gente bandida, a tanta gente sem vergonha, que não está nem aí para o povo brasileiro. Obrigado, Presidente.
  • 07/07/2026breves comunicaçõesBreves Comunicações

    O Deputado criticou o projeto da Prefeitura de Itajubá (MG) que pretende regulamentar o transporte por aplicativo com regras que, na avaliação do Deputado, contrariam a legislação federal e podem gerar desemprego, citando punições como suspensão de 30 dias de atividade e exigência de estacionamentos próprios para motos. Também relatou episódio ocorrido em Cambuí (MG), no qual um professor teria exibido imagens pornográficas a alunos da rede pública estadual e se referido a um estudante de forma ofensiva. Apontou que a diretora da escola teria acobertado a conduta e ameaçado pais que divulgaram o ocorrido, além de mover ação judicial pedindo indenização de R$ 200 mil contra quem denunciou o caso. Por fim, reafirmou o compromisso de defender os direitos das crianças e anunciou a intenção de requisitar à Justiça as imagens gravadas pela escola.

    Palavras-chave oficiais: Itajubá (MG),Transporte por aplicativo,regulamentação,Desemprego,Crítica Cambuí (MG),Escola,Professor,Pornografia,divulgação,Diretor,Ação judicial,Deputado federal,atuação

    Ler a transcrição oficial
    O SR. JUNIO AMARAL (PL - MG. Sem revisão do orador.) - Presidente, o povo de Itajubá está sem acreditar no projeto que a Prefeitura Municipal apresentou para a Câmara nos últimos dias. Ontem houve uma mobilização significativa de cidadãos indignados com essa proposta inconstitucional que pretende regulamentar o transporte por aplicativo na cidade. Inclusive, essa proposta é cheia de regras e atropela a legislação federal. Parece que o Prefeito, na verdade, quer desempregar centenas de trabalhadores que ajudam o desenvolvimento econômico da cidade e levam o sustento para suas casas. Caso se infrinjam as regras locais que a Prefeitura está inventando, haverá punições, como ficar 30 dias sem realizar seu trabalho, o que empurra o cara para a miséria, e exigir das empresas de transporte por aplicativo que haja locais próprios para o estacionamento das motos, não as permitindo nas portas das empresas. Isso é inconstitucional, pois estão sendo criadas regras que só o Congresso Nacional poderia criar. Por isso, ontem centenas de trabalhadores estavam lá na Câmara Municipal. Eu quero parabenizar aqueles que se mobilizaram — parceiros nossos na cidade —, que se preocupam com a economia local e não querem esse abuso por parte da Prefeitura. Para mim, isso só se justificaria se o Prefeito tivesse algum interesse pessoal no sistema de transportes da cidade. Mas isso só a população de Itajubá vai saber falar muito melhor do que eu. Outra situação, Presidente, desta semana: recentemente, em Cambuí, um professor apresentou imagens pornográficas para alunos da rede pública de ensino. Ainda bem que, quase sem querer, havia um registro de gravação e vídeo desse fato. Ninguém está inventando: é um fato. O professor apresentou imagens pornográficas a alunos da rede pública estadual, em Cambuí. E, nas conversas gravadas, ele ainda se refere a um aluno como, abre aspas, "viadinho". Isso lá é postura de um agente público? Há direito dessas crianças sendo violados. E a ativista Marília Amaral, minha esposa, divulgou e denunciou a situação, apresentando documento ao Governo do Estado. E, de maneira muito estranha, a diretora da escola, a Sra. Ivone... Sra. Ivone, eu estou na tribuna do Congresso Nacional, amparado pelo art. 53 da Constituição! Sra. Ivone, a senhora prevaricou e acobertou uma conduta imoral de um professor sob sua direção em sala de aula. O caso nem era com a senhora, mas a sua conduta foi ainda pior, porque, além de acobertar a conduta de um professor que apresentou pornografia aos alunos, ainda foi ameaçar os pais por terem divulgado o vídeo, por estarem reclamando da situação e por exigirem o direito dos seus filhos. E, pior do que isso, agora, em uma segunda denúncia, a senhora move a justiça contra Marília para que ela pague uma indenização de 200 mil reais. Duzentos mil reais é o que a Sra. Ivone, diretora da escola, acha que nós temos que pagar para exercer o direito de defender as crianças em sala de aula! Nós não vamos parar! Pelo contrário, o assunto já estava sendo tratado na esfera do Governo e seria tratado posteriormente na esfera judicial. Mas, que bom que a senhora se revelou, reagindo, querendo cercear, inclusive, as pessoas que denunciaram isso. Agora, a gente pode voltar a alertar os pais, porque isso não é só na escola de Cambuí, não. Isso acontece em diversas escolas do Brasil, e, em Minas Gerais, nós temos muitos casos. Os relatos que têm chegado são ainda mais assustadores! Hoje, às 10 e meia da manhã, uma mensagem de uma mãe de Cambuí chegou para mim: "Minha filha está há seis meses sem ir à escola" — a mesma escola — "por perseguição, por intimidação, pela situação insalubre em que se encontra a Escola Estadual de Cambuí". E é por isso, Presidente, que a gente não pode se calar. Nós devemos defender as crianças, defender a inocência das crianças em sala de aula a qualquer custo, ainda que sob ameaça de processo judicial, ainda que sob pedido de indenização de 200 mil, que nunca vão ser pagos se nós estivermos em um país com um resquício de democracia em defesa das crianças e em defesa dos nossos alunos acima de qualquer coisa. E as imagens, Dona Ivone, que a escola grava — eu sei —, nós vamos requisitá-las à Justiça. Lá, vão ficar muito mais claras a sua conduta e a do seu professor.
  • 20/05/2026pela ordemOrdem do Dia

    O Deputado criticou o decreto do Governo Lula que, sob pretexto de regulamentar o Marco Civil da Internet, impõe maior vigilância às redes sociais. Apontou que o Governo já controla instituições como a Controladoria-Geral da União (CGU), o Tribunal de Contas da União (TCU), o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e agora busca dominar o principal instrumento de fiscalização popular. Relatou ter sido multado em R$ 10 mil em 2022 por questionar a isonomia eleitoral e o uso de urnas eletrônicas. Por fim, manifestou confiança de que o Congresso Nacional derrubará o decreto.

    Palavras-chave oficiais: Decreto presidencial,regulamentação,Marco Civil da Internet (2014),Rede social digital,controle,Controladoria-Geral da União (CGU) (2003-2016),Supremo Tribunal Federal (STF),Tribunal de Contas da União (TCU),Tribunal Superior Eleitoral (TSE),fiscalização,Multa,questionamento,Princípio da isonomia,Eleições,Urna eletrônica,Congresso Nacional

    Ler a transcrição oficial
    O SR. JUNIO AMARAL (PL - MG. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, quero manifestar minha preocupação com mais uma medida autoritária desse desgoverno Lula. Nós acompanhamos, todo mundo viu em 2022 como foram instrumentalizadas as instituições para que a disputa não fosse isonômica. Agora, Lula, nesse desespero, porque está em descenso, em queda livre na aprovação popular, toma mais uma medida em relação ao seu decreto que, a pretexto de regulamentar o marco civil da Internet, impõe às redes sociais uma vigilância ainda maior — já não era adequada para o que se diz um país democrático. Ora, o Lula já tem domínio da CGU, de grande parte do TCU, do STF, do TSE, e agora quer dominar a ferramenta de fiscalização que o povo tem, a ferramenta mais nobre dos tempos modernos que o povo tem para acompanhamento. Todo mundo sabe como isso tem sido usado, principalmente na perseguição à Oposição. Em 2022, eu fui multado em 10 mil reais simplesmente por questionar a isonomia daquele processo e falar de urnas eletrônicas. Agora temos mais essa medida preocupante. Tenho certeza de que o Congresso Nacional vai dar um basta nisso. Esta Casa vai reagir e derrubar esse decreto da forma que ele está. Censura não!
  • 29/04/2026pela ordemOrdem do Dia

    O Deputado orientou a bancada na votação do substitutivo ao Projeto de lei nº 2.841, de 2024, que institui o Programa Nacional de Fomento às Escolas Resilientes e dá outras providências. Além disso, classificou a rejeição da indicação de Jorge Messias ao STF como um marco para a retomada da tripartição de Poderes e da independência entre eles, e agradeceu aos Senadores por atenderem ao anseio popular. Por fim, pediu liberdade para os presos do 8 de Janeiro e para todos os cidadãos do País.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Minoria parlamentar,Voto contrário Presidente da República,Supremo Tribunal Federal (STF),indicação,Senado Federal,Rejeição,Princípio da independência dos Poderes Brasília (DF),manifestação,participante,Preso,anistia

    Ler a transcrição oficial
    O SR. JUNIO AMARAL (PL - MG. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Tanto faz. Presidente, primeiro, eu quero que fique registrada no painel a orientação de voto "não", o mesmo "não" que Jorge Messias recebeu hoje, o que lavou a alma do brasileiro honrado que defende a liberdade. Hoje nós retomamos a tripartição de Poderes, hoje retomamos a independência, e se iniciou a mudança do Brasil. Todos os brasileiros de honra, neste momento, estão agradecidos aos Senadores que enfim fizeram o gosto do povo, fizeram valer a sua representação aqui no Congresso, Deputado Sargento Fahur, representação que V.Exa. sabe muito bem como se faz. Eu estou sabendo que muita carne para churrasco está sobrando, além de muita bebida. Se venderem pela metade do preço, nós compramos, porque nós hoje precisamos, para comemorar pelo Brasil. Liberdade já para os presos do 8 de Janeiro e para todos os cidadãos do País!
  • 14/04/2026pela ordemBreves Comunicações

    O Deputado registrou a presença de lideranças políticas de Minas Gerais em visita ao Parlamento. Deu boas-vindas ao Sargento Leomar, de Patos de Minas (MG), e ao Sargento Prates, de Bocaiúva (MG), destacando suas trajetórias na segurança pública e atuação no combate ao crime. Informou que ambos deixaram a carreira ativa para ingressar na política e seguir representando suas comunidades. Ressaltou o compromisso dos convidados com a população mineira e agradeceu a atuação e o empenho demonstrados em suas regiões de origem.

    Palavras-chave oficiais: Sargento da polícia militar,Patos de Minas (MG),Bocaiúva (MG),Saudação

    Ler a transcrição oficial
    O SR. JUNIO AMARAL (PL - MG. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, obrigado. Quero só fazer uso da palavra brevemente aqui, Presidente, para desejar boas-vindas a dois parceiros políticos que temos no Estado, dois irmãos, o Sargento Leomar, de Patos de Minas, e o Sargento Prates, de Bocaiúva, pessoas honradas, que estiveram na linha de frente do combate ao crime com um histórico exemplar e, assim como eu, encerraram a carreira da ativa para participar da política também, representando-a em alto nível; nesse caso, também combatendo o crime — não é, Sargentos — de outra forma. Sejam bem-vindos! Obrigado pela lealdade e empenho pelos mineiros de Bocaiúva e de Patos de Minas.
  • 07/04/2026breves comunicaçõesBreves Comunicações

    O Deputado relatou o caso de um cidadão idoso condenado por associação criminosa para golpe de Estado, destacando que a acusação teria se baseado em uma transferência financeira a terceiro. Em seguida, criticou decisões do Judiciário e questionou a proporcionalidade da pena aplicada. Além disso, apontou omissão do Congresso Nacional no enfrentamento do tema e associou o episódio a um contexto mais amplo de restrições a manifestações políticas. Por fim, manifestou solidariedade ao cidadão e defendeu mudanças no cenário político e institucional.

    Palavras-chave oficiais: Condenação judicial,Idoso,Associação criminosa,Golpe de Estado (crime),Pagamento Instantâneo (Pix),Pena injusta,Poder Judiciário,omissão,Congresso Nacional

    Ler a transcrição oficial
    O SR. JUNIO AMARAL (PL - MG. Sem revisão do orador.) - Presidente, obrigado. O Sr. Alcides, 71 anos, brasileiro honrado, que nunca teve uma condenação, uma acusação criminal sequer, cidadão que carrega o Brasil nas costas, pagando certinho seus impostos, cometeu o crime horrendo de ter um lado político. Cometeu o crime horrendo de fazer um Pix de 500 reais para um conhecido que, posteriormente, veio a Brasília no fatídico dia 8 de janeiro. Vou repetir: o Sr. Alcides tem 71 anos. É pai, avô, cidadão comum. O Sr. Alcides não veio a Brasília no dia 8 de janeiro, o Sr. Alcides não quebrou vidraça, não fez vandalismo na Praça dos Três Poderes, ele fez um Pix de 500 reais a um conhecido. Agora fazer Pix de 500 reais a alguém que veio a Brasília ganhou status de associação criminosa para golpe de Estado. Ontem o Sr. Alcides foi condenado a 14 anos de prisão, pela desgraçada caneta de Alexandre de Moraes, o ditador do Brasil, que tomou conta deste País e que, infelizmente, conta com a omissão do Congresso Nacional, em especial do Senado, que é a Casa responsável por dar fim às arbitrariedades desse ditador. Estaria o Sr. Alcides numa situação muito melhor, numa condição muito mais favorável se fosse juiz e fizesse parceria com criminosos, colocasse a própria esposa para ser advogada desses criminosos, embolsasse 80 milhões de reais desses criminosos, passeasse no jatinho desses criminosos. Aí sim o Sr. Alcides seria uma pessoa com honras neste País, protegido por aquela Casa, que tem sido omissa, o Senado Federal. Seria muito mais feliz, estaria muito mais tranquilo o Sr. Alcides se fosse Senador da República, para dar cobertura, para blindar a autoridade pública que usa a toga para cometer crime, a autoridade pública que, com sua toga, utiliza o seu prestígio para fazer essas parcerias escusas e roubar o povo brasileiro. Sr. Alcides, eu sinto muito pelo que o senhor e outros milhares de pessoas estão passando no Brasil neste momento, nas mãos desse ditador da toga que humilha as pessoas de bem que, de algum modo, estão sendo acusadas de golpe de Estado. Mas pode esperar, Sr. Alcides, a espada da justiça vai passar por este País. Estou certo de que, em outubro, vai ser dado o primeiro grande passo para que isso aconteça. Muitos Senadores omissos vão vazar daqui. Não vai continuar esse infinito de impunidade. Eu tenho certeza de que vamos "impeachmar" esse ditador e, na sequência, prender todo mundo que se valeu do prestígio de usar toga para fazer essas covardias contra o cidadão que paga imposto, contra o cidadão que se manifesta politicamente de forma pacífica. A nossa alma será lavada. Sr. Alcides, segure as pontas, porque o senhor ainda vai ser honrado nesta Casa. Obrigado, Presidente.
  • 04/03/2026pela ordemOrdem do Dia

    O Deputado orientou a bancada na votação, em segundo turno, da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 18, de 2025, que altera os art. 21, art. 22, art. 23, art. 24 e art. 144 da Constituição, para dispor sobre competências da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios relativas à segurança pública. Ademais, destacou que o texto aprovado da PEC é bastante superior à proposição original encaminhada pelo Governo Federal. Por fim, condenou o Governo Lula e o Partido dos Trabalhadores (PT) por terem impedido a inclusão da redução da maioridade penal na PEC.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Segundo turno,Proposta de Emenda à Constituição,Minoria parlamentar,Voto favorável Proposta de Emenda à Constituição,Segurança pública,Proposição original,Partido dos Trabalhadores (PT),Governo federal,redução,Maioridade penal

    Ler a transcrição oficial
    O SR. JUNIO AMARAL (PL - MG. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, o texto final que foi aprovado em primeiro turno, que agora a gente vai aprovar em segundo turno, não tem nada a ver com o que foi proposto pelo Governo. Basta ter uma dedicação mínima e entender a essência. O texto do Governo era leniente. Parabéns ao Relator! Parabéns à bancada da segurança pública desta Casa, que se mobilizou! Parabéns à Presidência também, que abriu espaço para que a gente dê resposta à sociedade nesse cenário de impunidade. Ainda está muito longe do que o Brasil precisa, mas é necessário reconhecer o avanço. Pena que o Governo se mobilizou e exigiu que a redução da maioridade penal não viesse com esta PEC. Esta, sim, seria mais uma resposta importante. Mas é bom que o representante do Governo, o representante do PT, salvo engano, deixou bem claro que se fizesse isso o PT não votaria junto. Então, mais uma vez, está na conta deles o impedimento de avançarmos e reduzirmos a impunidade no Brasil. A Minoria orienta "sim".
  • 03/03/2026pela ordemOrdem do Dia
    Ler a transcrição oficial
    O SR. JUNIO AMARAL (PL - MG. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, está faltando no painel a orientação do STF. Esta é só mais uma das votações que a gente faz nesta Casa em que a gente percebe a influência total de outro Poder. Influência, não! A gente percebe a imposição. Infelizmente, o povo que está assistindo tem que ter a dimensão disso. Os Deputados aqui estão se curvando a qualquer coisa que vem do Supremo, a qualquer coisa mesmo, inclusive votar contra si, ou melhor, votar contra o colega, como no caso do Daniel Silveira. De lá para cá, praticamente toda semana vem coisa do Judiciário, do STF, e os Deputados se curvam. Essa é só mais uma vergonha para a gente. Não tem que aumentar cargo no CNJ nada, não. É ano de eleição. Pensando estrategicamente, vocês estão fazendo lambança. O PL orienta "sim" à retirada de pauta.
  • 25/11/2025breves comunicaçõesBreves Comunicações

    O Deputado reafirmou seu repúdio ao que considerava injustiças e perseguições políticas no País, usando o caso do Presidente Bolsonaro como símbolo de um conjunto maior de situações semelhantes. Defendeu que a anistia não era apenas uma questão de justiça, mas uma necessidade urgente para encerrar um processo que gerou perdas irreparáveis a centenas de pessoas. Criticou também o Congresso por, ao longo dos anos, ter permitido o avanço de decisões que colocaram um Poder acima dos outros e violaram garantias constitucionais. Disse ainda que o Brasil já vivia uma ditadura e conclamou a Câmara a dar uma resposta rápida aprovando a anistia, reiterando que essa era a principal pauta dos conservadores e do Partido Liberal.

    Palavras-chave oficiais: Perseguição política,Prisão,Ex-presidente da República,Repúdio,anistia,violação,Garantias fundamentais,Ditadura,Conservadorismo,Partido Liberal (PL),Pauta (processo legislativo),Projeto de lei ordinária

    Ler a transcrição oficial
    O SR. JUNIO AMARAL (PL - MG. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. É uma satisfação ver V.Exa. conduzir o encerramento desta sessão. Nós estaremos juntos amanhã, na querida Montes Claros, que é o farol do norte de Minas. E eu tenho certeza de que... O SR. PRESIDENTE (Domingos Sávio. PL - MG) - Estaremos juntos na sexta-feira. O SR. JUNIO AMARAL (PL - MG) - Amanhã, não, estaremos juntos na sexta-feira. É verdade. Como nós viemos para cá ontem, já estou achando que hoje é quarta-feira. Mas, Presidente, não será na sexta-feira, não, será na quinta-feira. O SR. PRESIDENTE (Domingos Sávio. PL - MG) - Sim. Desculpe-me... O SR. JUNIO AMARAL (PL - MG) - Não, será na sexta-feira mesmo. Perdão. Vamos ficar nesta discussão aqui até o final da sessão. O SR. PRESIDENTE (Domingos Sávio. PL - MG) - É bom que vamos divulgar para o povo de Montes Claros e do norte de Minas que, na sexta-feira, dia 28, estaremos lá. O SR. JUNIO AMARAL (PL - MG) - Confirmada a sexta-feira, dia 28. Agora sim! Não há como a gente deixar de se manifestar por justiça de maneira insistente, e eu faço isto aqui novamente. A questão do Presidente Bolsonaro é o caso mais simbólico de todo este processo, mas é um dentre outras centenas de casos de injustiça, covardia e perseguição que estão acontecendo neste País. Peço que me conceda pelo menos mais 1 minuto e meio, Presidente, para eu poder concluir o raciocínio. Agora a gente tem a oportunidade de votar o projeto de anistia aqui nesta Casa. A gente insiste, cobra, ocupa a Mesa, vai a um e outro Presidente e conversa com Lideranças. A anistia não é mais questão de justiça, não, a anistia é uma necessidade, para impedir que as injustiças continuem. Justiça de fato não vai ser feita mais. Ninguém traz o Clezão de volta, ninguém tira o tempo que estas pessoas ficaram na prisão, ninguém tira todo o desgaste emocional, familiar e financeiro do Presidente Bolsonaro. O tempo não volta mais. A anistia é para a gente dar um fim a todo este processo de injustiça. É uma pena que o Congresso Nacional, nos últimos anos, não só agora — eu falo com propriedade desta Casa, porque nela estive nos últimos 7 anos —, tenha se curvado cada vez mais e aberto brecha e espaço não apenas para Alexandre de Moraes promover todas estas covardias, mas também para outros que, a exemplo dele, vieram e colocaram um Poder acima do outro. Isto está completamente dissonante da nossa Constituição. Pior: não só infringe a regra constitucional da equivalência entre os Poderes como, também, diversas outras, ao cercear a defesa de investigados, ao iniciar processos de maneira ilegal, sem previsão legal, com vítima julgando aqueles que acusa de autores do delito. Presidente, o Brasil espera uma resposta. A população brasileira nos cobra muito isso. Nós já estamos numa ditadura. Lamento muito por não conseguir ir além do que eu, individualmente, falando como Parlamentar, já tenho feito, mas, em conjunto, esta Casa pode dar uma resposta. Em maioria, nós conseguiremos dar um basta a esta série de ilegalidades, a este estado de exceção em que se tornou o nosso País. Em nome do Presidente Bolsonaro e de todas as outras centenas de vítimas desse processo, a gente clama por justiça. Esta Casa pode dar a resposta, que precisa acontecer com urgência, antes tarde do que nunca. A gente espera que isso aconteça nos próximos dias. Vamos continuar empenhados. Nós, do Partido Liberal, conservadores desta Casa, temos uma pauta apenas: anistia. A anistia é para ontem, para a gente pôr fim a essas injustiças com tanta gente que só quis o melhor para o seu País. Obrigado, Presidente.
  • 05/11/2025pela ordemOrdem do Dia

    O Deputado orientou a bancada na votação da subemenda substitutiva oferecida ao Projeto de Lei nº 347, de 2003, que altera a Lei dos Crimes Ambientais, tipificando como crime a comercialização de peixe ornamental e a venda, exportação, aquisição e guarda de espécimes da fauna silvestre quando praticado de forma permanente, em grande escala, em caráter nacional ou internacional, aumentando a pena quando houver tentativa de evitar o flagrante. Na oportunidade, defendeu a derrubada da resolução do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), que, segundo ele, cria uma “legislação abortista”.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Subemenda substitutiva,Projeto de lei ordinária,Partido Liberal (PL) Aborto,Resolução,Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. JUNIO AMARAL (PL - MG. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, vou parafrasear o Deputado José Medeiros. O Deputado Glauber agrediu um animal do MBL um dia desses e não deu em nada. Então, é importante esse avanço de legislação. Presidente, eu vi há pouco uma Deputada de esquerda dizer que é importante a gente preservar toda forma de vida. Eu fico feliz em ouvir isso. Quer dizer que daqui a pouco, quando a gente for votar o PDL para derrubar a resolução abortista do Conanda, ela vai votar conosco, não só por uma questão moral, porque cabe a todos nós aqui defender a vida em qualquer circunstância, desde a concepção, defender a vida dos bebês brasileiros, como também por uma questão de independência desta Casa, para que o Conanda não usurpe a nossa função, porque o que o Conanda fez recentemente nada mais foi do que usurpar a nossa função, ao trazer uma nova legislação sobre o tema. Obrigado à Deputada de esquerda que me antecedeu e que vai votar conosco para derrubar essa resolução abortista. O PL orienta... (Desligamento do microfone.)
  • 22/10/2025breves comunicaçõesBreves Comunicações

    O Deputado homenageou o Cabo Castro, da Polícia Militar de Minas Gerais, morto em combate ao tentar salvar vítimas durante um assalto, destacando sua bravura mesmo estando de folga. Ressaltou o empenho da corporação em defender a população e relatou que o Grupo Especializado em Recobrimento (GER) localizou e abateu um dos criminosos envolvidos. Apontou ainda o cansaço da população diante da impunidade e da leniência com marginais. Parabenizou os militares pela operação e criticou os Parlamentares defensores de criminosos. Ao final, enalteceu a honra da Polícia Militar e do povo mineiro diante do sacrifício do policial.

    Palavras-chave oficiais: Policial militar,Minas Gerais,Homenagem póstuma,Assalto,Operação policial,Criminoso,Impunidade,Parlamentar,Atuação parlamentar

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    O SR. JUNIO AMARAL (Bloco/PL - MG. Sem revisão do orador.) - Presidente, ainda ontem esta Casa fez, no plenário, 1 minuto de silêncio em homenagem ao Cabo Castro, um herói da Polícia Militar de Minas Gerais que morreu em combate ao tentar salvar várias vítimas em meio a um assalto. Mesmo de folga, ele atuou e, infelizmente, foi alvejado. Presidente, a Polícia Militar de Minas Gerais tem tradição, não admite criminoso em seu território e, mais do que isso, vai até às últimas consequências para lavar a alma do povo mineiro. Hoje, em perseguição e em confronto, os nossos amigos do GER, aos quais eu presto aqui a minha continência, identificaram, enfrentaram e abateram um dos criminosos responsáveis pela morte do Cabo Castro. Presidente, o senhor sabe por que o povo lá fora, muitas vezes, vibra com isso? Não é porque ele quer ver um ser humano perder sua vida, outro ser humano perder sua vida. É porque o cidadão lá fora já está cansado de tanta injustiça. Ele já está cansado de ver marginal saindo pela porta da frente de delegacia, saindo pela porta da frente de presídio depois de 2 ou 3 semanas, mesmo após ter cometido crimes graves, mesmo após ter atentado contra a vida de profissionais da segurança pública. Então, quando um cidadão vê, em um confronto, que marginais como esses partem para o outro mundo, o cidadão vibra mesmo, porque é só assim neste País que tem havido justiça. Meus parabéns aos militares do GER! Assim não tem volta. A carreira do sujeito, que ontem matou um colega nosso, acabou. E aos defensores de marginais que costumam sentar do outro lado ali do plenário, faço um convite a eles. Recorram agora ao STF para tirar esse marginal da prisão em que ele foi colocado. Agora acabou! Agora não tem jeito. Aos amigos do GER, aproveitando o tempo que me resta aqui, eu quero prestar uma singela homenagem, aquilo que se tornou um hino informal, mas que muito representa a bravura dos senhores e também a nossa satisfação neste momento em ver esse resultado. Nada traz o colega de volta, mas a honra, não só dos policiais militares de Minas Gerais, mas também do povo mineiro, não será destruída. (Exibe música pelo celular.) A vocês, o meu muito obrigado e a minha continência. Vocês honram o povo mineiro.
  • 21/10/2025discussãoOrdem do Dia

    O Deputado discutiu as Emendas do Senado Federal ao Projeto de Lei (PL) nº 6.256, de 2019, que institui a Política Nacional de Linguagem Simples nos órgãos e entidades da administração pública direta e indireta de todos os entes federativos. Além disso, apontou preocupação com decisões do Supremo Tribunal Federal que, ao usurpar funções do Legislativo, interferem em iniciativas municipais relacionadas à linguagem simples e à questão de gênero, particularmente quanto à linguagem neutra, que gera confusão entre crianças e adolescentes em processo de alfabetização. Destacou ainda emenda ao PL que proíbe o uso de novas formas de flexão de gênero e número em desacordo com as regras gramaticais, o Vocabulário da Língua Portuguesa (VOLP) e o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa.

    Palavras-chave oficiais: Discussão,Emenda,Senado Federal,Projeto de lei ordinária,favorável Supremo Tribunal Federal (STF),Usurpação de competência,Linguagem simples,Linguagem inclusiva de gênero,Município Emenda,Projeto de lei ordinária,Linguagem inclusiva de gênero,Língua portuguesa,Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (Volp),Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa (1990)

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    O SR. JUNIO AMARAL (Bloco/PL - MG. Sem revisão do orador.) - Presidente, é muito importante que a gente avance nesta matéria, que já foi ao Senado Federal e retorna com algumas alterações. Este não é um projeto perfeito, mas ele tem grandes méritos. Quando a matéria esteve neste plenário pela primeira vez, eu trabalhei muito, até de madrugada, para fazer um ajuste muito importante no texto. O STF vem, nos últimos anos, usurpando a função do Legislativo, e, se usurpa a função do Legislativo federal, imaginem o que não está fazendo nos Municípios. O Supremo Tribunal Federal vem atropelando iniciativas dos Legislativos municipais no que se refere à linguagem simples, mais especificamente à questão de gênero, a essa linguagem neutra que foi inventada recentemente e vem causando confusão na cabeça das nossas crianças, dos nossos adolescentes e de todo aquele que pretende se alfabetizar. Quero deixar claro o meu posicionamento a favor da aprovação desta matéria, mas chamo a atenção do Plenário para a emenda que nós conquistamos aqui: “Art. 5º A administração pública observará as técnicas de Linguagem Simples na redação de textos destinados ao cidadão, que são: XVII - não usar novas formas de flexão de gênero e de número das palavras da língua portuguesa, em contrariedade às regras gramaticais consolidadas, ao Vocabulário da Língua Portuguesa (VOLP) e ao Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa (Decreto nº 6.583, de 29 de setembro de 2008) Portanto, Presidente, este Parlamento avança neste momento e coloca para todo o País a necessidade de repudiar essa aberração linguística chamada "linguagem neutra" neste projeto que trata da simplificação da linguagem na administração pública e que, é claro, não poderia prescindir desse dispositivo, para evitar muita confusão, principalmente nas escolas, principalmente para os nossos jovens. "Não" à linguagem neutra! Eu agradeço a todos os Parlamentares que naquela ocasião votaram amplamente a favor da emenda, para incluirmos no texto esse dispositivo tão importante. Quero ver agora se o STF vai, mais uma vez, usurpar a função deste Poder em algo que vai, a partir da sanção presidencial — se o Presidente vetar esse trecho, a gente derruba o veto, tenho certeza disso —, integrar o nosso arcabouço jurídico. Muito obrigado, Presidente.
  • 21/10/2025pela ordemBreves Comunicações

    O Deputado manifestou solidariedade à família e aos colegas do Cabo Vinícius de Castro Lima, policial militar assassinado em Belo Horizonte (MG), na região do Barreiro. Destacou que o cabo, lotado na Companhia Tático Móvel do 39º Batalhão, morreu ao intervir em um assalto, mesmo estando de folga, demonstrando bravura e compromisso com a defesa da sociedade. Lamentou profundamente a perda, afirmando que Minas Gerais e o Brasil perdem um herói, e pediu 1 minuto de silêncio em homenagem ao policial.

    Palavras-chave oficiais: Homicídio,Cabo (militar),Belo Horizonte (MG),Homenagem póstuma,Batalhão de polícia,Policial militar,Polícia militar,Assalto,Minas Gerais,Agente de segurança,Profissional da segurança pública

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    O SR. JUNIO AMARAL (Bloco/PL - MG. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, obrigado. Quero fazer neste momento uma manifestação de solidariedade à família e aos amigos do Cabo Vinícius de Castro Lima, que há poucas horas foi vítima de homicídio. Ele trabalhava na minha cidade, Contagem, e isso aconteceu na cidade vizinha, Belo Horizonte, na região do Barreiro. Ainda ontem eu tive oportunidade de estar com vários de seus amigos da Companhia Tático Móvel, do 39º Batalhão, que está de luto neste momento. A sociedade mineira perde um herói, perde um guerreiro dos seus quadros, que não se furtou à sua missão. Mesmo com o sacrifício da própria vida, ele quis defender a sociedade. Estava ocorrendo um assalto, ele foi intervir e acabou sacrificando a própria vida, mesmo estando de folga. Registro a minha solidariedade aos seus familiares e amigos. Sr. Presidente, peço a V.Exa. que façamos 1 minuto de silêncio em homenagem a esse herói brasileiro, esse herói de Minas Gerais.
  • 30/09/2025pela ordemBreves Comunicações

    O Deputado apoiou o discurso de Mauricio Marcon, afirmando que o Presidente Lula não estaria preocupado com a soberania nacional, mas apenas com interesses eleitorais e ideológicos. Ressaltou que essa narrativa serve para reforçar sua base política. Em seguida, registrou a presença de Vereadores e visitantes de Bueno Brandão (MG), Pedralva e Pouso Alegre (MG), destacando a importância de a população acompanhar e fiscalizar o trabalho parlamentar.

    Palavras-chave oficiais: Soberania nacional,Campanha eleitoral,Presidente da República Bueno Brandão (MG),Pedralva (MG),Pouso Alegre (MG),Câmara dos Deputados,Vereador

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    O SR. JUNIO AMARAL (Bloco/PL - MG. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, só quero corroborar o discurso do meu colega. O Deputado Mauricio Marcon faz uma leitura muito própria. O Lula não está preocupado com o Brasil. Ele está preocupado é com a eleição. Essa questão de soberania nacional, na verdade, é um pretexto para acentuar a disputa política e ele sair como vencedor para o seu público, para o seu público ideológico nessa história toda. Aqui, Presidente, tenho a mesma opinião dos meus colegas do sul de Minas que aqui estão. Quero destacar que a gente está recebendo aqui o Vereador de Bueno Brandão, o Lucas, e também os nossos amigos de Pedralva, Ana Maria, Francisco, Tainara, que estão nos visitando hoje aqui. Quem dera se nós tivéssemos 10% da população brasileira preocupados com o rumo do País, participando efetivamente, Deputado Igor Timo, dos trabalhos desta Casa, acompanhando-nos e fiscalizando quem eles colocam aqui dentro. É muita honra para mim recebê-los aqui. Cumprimento também o Dentinho, de Pouso Alegre, cara que vai na mesma linha. A gente tem muita honra de recebê-los aqui nesta Casa. Sejam sempre bem-vindos! Obrigado, Presidente.
  • 30/09/2025pela ordemBreves Comunicações

    O Deputado relatou que recebeu uma comitiva do sul de Minas para tratar das concessões da EPR na região, em uma audiência pública considerada importante. Registrou a presença da Vereadora Tati, de Santa Rita do Sapucaí (MG), do Vereador Dito, do Vereador Godoy, de Cambuí (MG), e do Secretário de Administração Davi, representando a Prefeita Cinthia. Destacou que, embora muitos problemas estejam fora da alçada local, os representantes utilizam seus mandatos para influenciar decisões e buscar soluções, minimizando os impactos das concessões. Afirmou que seu mandato permaneceu à disposição do povo do sul de Minas, ressaltando a relevância da região para a economia do País e a necessidade de atenção às demandas locais.

    Palavras-chave oficiais: Vereadora,Santa Rita do Sapucaí (MG),Vereador,Cambuí (MG),Saudação

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    O SR. JUNIO AMARAL (Bloco/PL - MG. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, obrigado. A gente está vivendo, no País, demandas de tamanho gigantesco, como, por exemplo, a nossa batalha por anistia. Mas outros problemas no interior do Brasil acontecem, e no meu Estado de Minas Gerais não é diferente. Estou aqui com uma comitiva do sul de Minas. Hoje, a gente realizou uma importante audiência pública para tratar principalmente das concessões da EPR Sul de Minas. Vou deixar registrada a presença da Vereadora Tati, de Santa Rita do Sapucaí, assim como a do Vereador Dito, que trabalham muito para solucionar esses problemas por lá — infelizmente, fora da alçada de prerrogativa deles — e que usam o mandato como influência e como instrumento de luta, para que se possam minimizar os impactos das concessões naquela região. Ao meu lado também estão o Vereador Godoi, de Cambuí, e o Secretário de Administração, David, representando a Prefeita Cinthia, todos muito preocupados com os problemas do sul de Minas. O nosso mandato está à disposição de todo o povo do sul de Minas, que tanto trabalha para carregar este País nas costas. Obrigado, Presidente.
  • 20/08/2025pela ordemBreves Comunicações

    O Deputado celebrou a vitória da Oposição no controle da CPMI dos aposentados, destacando que esse instrumento é essencial para fiscalizar o Governo e que sua condução pelo Executivo comprometeria a imparcialidade. Elogiou a liderança do Deputado Sóstenes Cavalcante e do Senador Carlos Viana, afirmando que a atuação da CPMI permitirá revelar escândalos, especialmente relacionados a supostas irregularidades no manejo de recursos dos aposentados pelo Governo Lula.

    Palavras-chave oficiais: Oposição política,controle,Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI),Fraude,Aposentado,Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),fiscalização,Governo,Poder Executivo,Governo federal

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    O SR. JUNIO AMARAL (Bloco/PL - MG. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, a minha fala é breve. Eu quero só aqui comemorar publicamente a vitória da Oposição, que neste caso é a vitória do Brasil, para o controle da CPMI. Por quê? A CPMI, Presidente, é um instrumento da Oposição de fiscalização. Não faria sentido algum a CPMI fiscalizar atos do Governo sendo controlada pelo próprio Governo. É claro que ela já começaria errada, começaria contaminada. E que chapelão que este Governo tomou! É do tamanho do chapéu do Deputado Zé Trovão. Parabéns à Oposição! Parabéns ao nosso Líder Sóstenes Cavalcante! Parabéns pela resiliência dos Deputados e dos Senadores que trabalharam nisso e do Senador Carlos Viana, que vai comandar a CPMI. Eu tenho certeza de que escândalos serão revelados, muitos outros, porque o principal todo mundo já sabe: Lula e seus comparsas meteram a mão no dinheiro dos aposentados. E isso agora vai ficar ainda mais claro para o Brasil.
  • 19/08/2025pela ordemBreves Comunicações

    O Deputado concluiu sua denúncia sobre a gestão do Partido dos Trabalhadores (PT) em Contagem (MG), reiterando que o contrato de compra de leite em pó apresenta graves inconsistências. Classificou a situação como altamente lesiva à população e desafiou os Vereadores aliados da Prefeita a assumirem publicamente o erro ou justificarem o sobrepreço. Por fim, afirmou que a defesa do Governo Municipal expõe mais interesse em proteger a gestão do que em fiscalizar, incomodando quem, de fato, cumpre esse papel, como ele próprio e o Vereador Mauricinho.

    Palavras-chave oficiais: Contagem (MG),Gestão pública,Partido dos Trabalhadores (PT),Leite em pó,Sobrepreço,Prefeita,Administração municipal,Vereador

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    O SR. JUNIO AMARAL (Bloco/PL - MG. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, quero só concluir a minha mensagem anterior, porque o tempo foi curto. Vamos supor que eu não conhecesse o jeito PT de governar e que eu fosse extremamente ingênuo para acreditar que, na redação daquele contrato a que me referi aqui, Presidente, tivesse acontecido um erro formal. Coincidentemente, esqueceram-se de colocar ali que a unidade de peso era quilo. Então, pelo menos, assumam o erro formal que cometeram, assumam! Ainda assim, está muito alto o preço pelo qual está sendo comprado leite em pó na cidade. O preço está 20%, 30% mais alto do que na maioria dos lugares. Se formos comparar com os preços mais baixos, encontraremos diferenças de até 60%. Isso é extremamente lesivo ao povo de Contagem. Digo aos Vereadores que estão defendendo o Governo do PT: postem isso na rede de vocês. Eu duvido que vocês tenham essa coragem. Que pena, que pena que os eleitores de vocês não podem saber o real motivo de vocês se comportarem assim, em defesa deste desgoverno, incomodados com quem está fiscalizando de verdade, como eu e o Vereador Mauricinho! Obrigado, Presidente.
  • 19/08/2025pela ordemBreves Comunicações

    O Deputado denunciou um contrato da Prefeitura de Contagem (MG) para compra de leite em pó com valores considerados abusivos e ausência de clareza nas especificações. Afirmou que o documento previa embalagens de 400 gramas, mas aliados da gestão afirmaram tratar-se de pacotes de 1 quilo, o que não consta no contrato. Criticou a Prefeita por não esclarecer a população e acusou os Vereadores de atuarem como “tropa de choque” em defesa do Governo Municipal. Por fim, desafiou-os a se manifestarem publicamente nas redes sociais e sustentou que não há como provar a versão apresentada pela base do Partido dos Trabalhadores (PT).

    Palavras-chave oficiais: Contagem (MG),Leite em pó,Prefeita,Administração municipal

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    O SR. JUNIO AMARAL (Bloco/PL - MG. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, lá em Contagem, a gente revelou, nos últimos dias, um esquema de compra de leite em pó com valores extremamente altos. E muito me surpreende que a Prefeita não fez questão nenhuma de explicar para a população o que significa aquele contrato e mobilizou a sua tropa de choque lá na Câmara Municipal em sua defesa. Os Vereadores afirmaram, de pés juntos, mesmo com o contrato dizendo o contrário, que o leite em pó foi adquirido em embalagens de 1 quilo, e não de 400 gramas, conforme está no contrato. Ora, o contrato não tem a especificação de quilo. Basta ler o contrato. Então, eu desafio os Vereadores que estão defendendo o Governo do PT na cidade a postarem essa defesa nas redes sociais, afirmando para a população que quem está mentindo sou eu. Suponhamos que eu não conheça o jeito como o PT governar e que eu seja tão ingênuo, a ponto de acreditar que foi um erro formal, que se esqueceram milagrosamente de colocar a unidade quilo. Então, eles têm que vir a público e admitir esse erro. Não dá para ficarem enrolando a população. Eu duvido que consigam provar o que estão dizendo. Obrigado, Presidente.
  • 13/08/2025pela ordemBreves Comunicações

    O Deputado repudiou a violência sofrida por professores em sala de aula, citando um caso ocorrido em Camanducaia (MG). Afirmou que a crise de autoridade nas escolas é nacional e defendeu o modelo cívico-militar como alternativa mais segura e eficaz que o ensino convencional. Também, criticou o PT por judicializar o tema em Minas Gerais e declarou que seguirá atuando para ampliar esse modelo, garantindo opção aos pais. Por fim, reiterou solidariedade aos professores da rede pública e cobrou medidas contra a violência escolar.

    Palavras-chave oficiais: Vítima,Partido dos Trabalhadores (PT),Professor,contrário,Violência,Crítica,Camanducaia (MG),Defesa,Escola cívico-militar

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    O SR. JUNIO AMARAL (Bloco/PL - MG. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, obrigado. Presidente, mais um caso de agressão, de violência, contra um professor em sala de aula, neste caso no Estado de Minas Gerais, em Camanducaia, cidade do sul de Minas, região pela qual tenho muito apreço. Mas não é só lá que isso ocorre, não. No Brasil inteiro acompanhamos a crise de autoridade. Dentro das escolas, os professores estão à mercê dessa violência. Em Minas Gerais, estamos trabalhando junto do Governo do Estado e da Assembleia Legislativa para transformar as escolas da rede pública ou pelo menos um grande número delas em escolas com o modelo cívico-militar, que é, como provado, o modelo mais seguro e com muito melhor resultado do que esse modelo convencional, que está falido. Infelizmente, o PT está judicializando essa questão lá no Estado e travando essa transformação, que já é exemplo em outros Estados. Mas nós não vamos descansar enquanto não virmos essa transformação ou pelo menos o maior número possível de escolas transformadas, para que os pais dos alunos tenham opção. Manifesto o meu repúdio à violência que acontece dentro das escolas e o meu apoio e a minha solidariedade aos professores da rede pública de ensino.
  • 12/08/2025breves comunicaçõesBreves Comunicações

    O Deputado declarou orgulho por participar, na semana anterior, de movimento que, segundo ele, buscou resgatar a autonomia da Câmara e a democracia no país. Defendeu a urgência de pautar o fim do foro privilegiado, que considera condição essencial para a anistia de investigados pelos atos de 8 de janeiro. Criticou o Presidente do Senado, Davi Alcolumbre, por afirmar que não pautaria o impeachment de Alexandre de Moraes, mesmo com apoio total dos Senadores, e associou essa postura a supostos processos e interesses pessoais no Supremo Tribunal Federal (STF). Argumentou que o foro especial permite “chantagem” entre poderes, enfraquecendo a independência institucional. Por fim, disse que trabalhará para que o tema seja votado e que a democracia seja restabelecida.

    Palavras-chave oficiais: Foro privilegiado,anistia,Tentativa (crime),Golpe de Estado (crime),Impeachment,Ministro do Supremo Tribunal Federal,Supremo Tribunal Federal (STF),Pauta (processo legislativo),Democracia

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    O SR. JUNIO AMARAL (Bloco/PL - MG. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu quero deixar registrado aqui, brevemente, o meu orgulho de ter feito parte de um movimento tão importante para esta Casa, na semana passada. Esse movimento foi importante para retomarmos a força desta Casa, para retomarmos a autonomia que esta Casa tem para exercer as suas atribuições constitucionais e, por consequência, para retomarmos a verdadeira democracia neste País. Lá fora, Presidente, as pessoas não estão entendendo a relevância e a urgência — isto é condição sine qua non para a anistia — de pautarmos aqui o fim do foro de prerrogativas ou o fim do foro privilegiado, como muitos conhecem. Vou usar como exemplo o que disse o Presidente do Senado na última semana. Mesmo após captarmos 41 assinaturas de apoiamento ao impeachment de Alexandre de Moraes, para se iniciar o processo, ele, no auge da sua arrogância, veio a público e disse: "Nem com 81 assinaturas eu vou pautar". O que está por trás disso? O que faz um homem se sentar naquela cadeira, que lhe dá o poder de restabelecer a democracia neste País, e enfrentar a opinião pública; enfrentar os seus colegas; curvar-se a outro Poder; e dar uma declaração desastrosa como essa? Eu vou sugerir algumas coisas aqui. Segundo a própria imprensa, o Senador Davi Alcolumbre já teve dois inquéritos arquivados pelo STF, que investigam o uso de documentos falsos na prestação de contas da campanha eleitoral. Isso vai parar na mão do Supremo. O Senador Alcolumbre é alvo de um processo que corre em sigilo no Supremo, envolvendo o recebimento de 2 milhões de reais de rachadinha. O processo tramita em sigilo e tem como Relator o Flávio Dino. Está lá no Supremo! O Senador Alcolumbre também é um dos maiores beneficiados com emendas pagas pelo Governo Lula, o qual, claramente, tem interesse no regime autoritário encampado por Alexandre de Moraes. É investigado também pelo MP Federal pelo suposto uso de um jatinho particular em nome da empresa Saúde Link, que tem contratos com o Governo do Amapá. Outros processos são do interesses do Senador Alcolumbre. Os Poderes não podem colocar uma faca no pescoço uns dos outros. Os agentes de cada Poder devem ter liberdade para atuar dentro das suas prerrogativas. O fim do foro vai tirar a faca do pescoço do Senador Davi Alcolumbre, como eu estou expondo aqui, e de outros Deputados que têm processos lá. Estima-se que mais de quarenta Deputados já foram indiretamente ameaçados por outro Poder por terem processos envolvendo rachadinha. Eles vão votar contra os interesses do Supremo? Por isso, nós vamos nos empenhar nos próximos dias para que seja pautado nesta Casa o fim do foro. A autonomia dos Poderes tem que ser respeitada. Freios e contrapesos não podem ser motivo de rabo preso de agentes de um Poder. Freios e contrapesos estão se resumindo ao poder que um agente tem de chantagear outro agente. Isso não existe em nenhuma democracia. Nós vamos restabelecer a democracia no Brasil. Que Tagliaferro seja mencionado pela imprensa também! A imprensa está se omitindo. Por que nós não podemos tratar desse assunto? É tudo, Presidente.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. Primeiro registro: 17/12/2019. Como calculamos: metodologia.