
Nome civil: Julia Pedroso Zanatta · 41 anos
Bananômetro
85/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 80% dos deputados · média do partido: 78
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 86%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 77%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 99%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 91%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 20%das 688 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ela votou
Vota com o próprio partido 88%das 652 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ela votou
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- dep.juliazanatta@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5448
- Gabinete
- Gabinete 448, Anexo IV, 4º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
86%
Esteve em 338 de 391 sessões
Votou nas votações
77%
Registrou voto em 863 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 118 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
20%
Em 688 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
210 discursos na tribuna · de 03/02/2023 a 01/09/2026.
- 23/11/2023Breves Comunicações
A Deputada expressou solidariedade à família do Clezão e criticou a situação judicial do Brasil, apontando o tratamento desigual entre criminosos e a falta de direitos humanos. Abordou a ausência de apoio do Governo Lula às enchentes em Santa Catarina, enfatizando a postura partidária do governo e a ineficiência na questão da segurança pública.
Palavras-chave oficiais: Poder Judiciário,parcialidade,Decisão judicial,Crítica Enchente,Inundação,Santa Catarina,omissão,Governo federal,Crítica Crise,Segurança pública,Política de segurança pública,Crítica
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente Icaro, nossa jovem Liderança do PL. Gostaria de me solidarizar com a família do Clezão. Estivemos, nesta semana, no velório dele. Foi um momento de muita tristeza, de muita revolta, de uma sensação de injustiça, que está implantada neste País. Era uma pessoa que não tinha uma passagem pela polícia, e tinha oito pedidos de soltura, justificados pela sua condição de saúde. Mas ele foi ignorado, foi tratado como um terrorista, foi tratado como nenhum criminoso neste País que tenha roubado os cofres públicos ou traficante foi tratado. Isso demonstra uma total ausência de direitos humanos. O que temos hoje, no Brasil, não é justiça. O que temos hoje no Brasil é vingança. É revanche. Falando de vingança e revanche, não posso deixar de citar o meu Estado de Santa Catarina, que enfrenta dificuldades com enchentes e com a ausência do Governo Lula. Aliás, pedimos uma audiência com Lula, mas ele respondeu que já tem muitas agendas, que não poderia receber o Fórum Parlamentar Catarinense. Que recado fica aí? Fica o recado de que Santa Catarina, um dos Estados que mais produz, que mais envia dinheiro para Brasília, não é importante para o Governo Lula, porque lá ele não foi bem votado. Então, esse Governo não é um Governo de todos. É um Governo que só pensa em fazer revanche, como estamos vendo na questão armamentista. Há pessoas que estão quebrando, há pessoas que estão falindo, porque esse Governo adota um regime desarmamentista, um regime que recebe a dama do tráfico, mas que diz que quer implantar o desarmamento, Deputado Pollon, para proteger o cidadão, para diminuir a violência. O que é que nós estamos vendo acontecer? A violência está aumentando. Os crimes violentos estão aumentando. Vejam a situação da Bahia, vejam tudo que está acontecendo no Brasil. Nós estamos vivendo sob um regime autoritário, desarmamentista, que não liga para o cidadão brasileiro. Temos um Ministro da Justiça que não se preocupa com segurança pública. Isso quem está falando não sou eu, é o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Especialistas já estão notando. É uma total ausência do Governo. O que temos é apenas um regime para acabar com os adversários, acabar com o Brasil, levar o Brasil para o caos econômico. É isso que vai acontecer. Obrigada. - 22/11/2023
A Deputada criticou o Projeto de Lei nº 1.768, de 2023, que reabre prazo para repactuação de dívidas de crédito rural abrangidas pela Lei nº 11.322, de 13 de junho de 2006 (Lei Eunício Oliveira), e estende as condições nela previstas a dívidas contraídas por Microempreendedor Individual. Reclamou que, historicamente, a região Sul e especificamente o Estado de Santa Catarina são relegados pelo Parlamento. Argumentou que a região Sul e Santa Catarina precisam de apoio em decorrência das intempéries climáticas e inundações. Por fim, lembrou que a reforma tributária foi recentemente aprovada sob o argumento de acabar com a guerra fiscal, sendo assim, deveria haver maior isonomia na concessão de incentivos fiscais para os Estados e regiões.
Palavras-chave oficiais: Santa Catarina,Região Sul,Inundação,Desastre ambiental,Parlamento,Reforma tributária,Princípio da isonomia,Projeto de lei ordinária,renegociação,Dívida,Incentivo fiscal,Empresa
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Eu só queria registrar aqui que historicamente regiões são deixadas de lado, e uma delas é a minha, e o meu Estado de Santa Catarina. Muitas vezes eu penso que aqui neste Parlamento o Sul e o meu Estado de Santa Catarina são invisíveis, porque não precisam de nada, têm tudo. Mas não é bem assim. Como dito pelo Deputado Pollon aqui, o meu Estado está debaixo d'água, e nós precisamos disso, sim, igualmente. Outra coisa, teve gente aqui que defendeu a reforma tributária, que eu fui contra, e um dos argumentos era acabar com a guerra fiscal, com as exceções. Agora estão aqui, criando mais, mais e mais exceções. Por isso, não concordo. Ou é igual para todo mundo, ou não é para ninguém. Obrigada. - 08/11/2023
A Deputada orientou a bancada na votação do requerimento de adiamento da discussão do Projeto de Lei n°2.721, de 2023, que dispõe sobre a prestação de serviços postais aos órgãos públicos federais da administração direta e indireta.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de adiamento da discussão,Projeto de lei ordinária,Partido Liberal (PL),Voto favorável
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, diante de todos os argumentos do colega Deputado Gilson Marques, quero dizer que nós também já orientamos pela retirada de pauta, porque somos a favor do livre mercado, da livre concorrência. É impressionante como passam nesta Casa, por acordos, coisas que vão prejudicar o Brasil. Nesse sentido, nós orientamos "sim", pelo adiamento da discussão. - 08/11/2023
A Deputada orientou a bancada a votação do requerimento de retirada da Ordem do Dia do Projeto de Lei nº 2.721, de 2023, que dispõe sobre a prestação de serviços postais aos órgãos públicos federais da administração direta e indireta.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei ordinária,Partido Liberal (PL),Voto favorável
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, o PL orienta "sim" à retirada de pauta, porque entendemos que existe nesse projeto uma reserva de mercado para os Correios, e nós somos a favor da livre concorrência, da livre iniciativa. Por isso, orientamos "sim" à retirada de pauta. - 08/11/2023
A Deputada apresentou questão de ordem referente às críticas injustas e ao tratamento hostil dispensados ao Deputado Federal Abilio Brunini.
Palavras-chave oficiais: Questão de ordem,Deputado federal,Atuação parlamentar
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Para uma questão de ordem. Sem revisão da oradora.) - Art. 73, inciso XII: Art. 73 ....................................................................................................... XII - nenhum Deputado poderá referir-se de forma descortês ou injuriosa a membros do Poder Legislativo ou às autoridades constituídas deste e dos demais Poderes da República, às instituições nacionais, ou a Chefe de Estado estrangeiro com o qual o Brasil mantenha relações diplomáticas; Gostaria de, nos meus 3 minutos, falar que é uma mentira o que estão dizendo sobre o Deputado Abilio. Ele foi lá pedir que retirassem os cartazes, e foi mal recebido, pelo que eu estou vendo em um vídeo postado pelo Poder360, porque eu não estava lá. Alguns Deputados inclusive quiseram empurrar o Deputado. E isso não é maneira de se tratar alguém. Todo mundo aqui é Deputado igualmente. Se lá era uma audiência em que pessoas que são contra terroristas não eram bem-vindas, aí é outra questão. Mas nós temos o direito de estar lá, o Deputado Abilio tinha o direito de estar lá, e outros Deputados não tinham o direito de tratar o Deputado Abilio daquela forma. O que é isso? Não podemos partir para a barbárie. Hoje nós tivemos aqui a presença do Embaixador de Israel, que nos mostrou um vídeo do que é terrorismo, do que é barbárie, dos terroristas do Hamas invadindo Israel, matando pessoas, decapitando civis, matando crianças, queimando crianças, abusando de mulheres. E vocês acham que têm o direito de tratar um Deputado assim porque ele está revoltado com o posicionamento de vocês? Vocês vão ter que aceitar que nós somos contra o terrorismo. Não defendemos quem defende barbaridades. E mais: chamar o Deputado de nazista? Chamar o Deputado de nazista? Está aqui na reportagem. Eu não estava lá, mas aqui está dizendo isso. Chamaram o Deputado Abilio de nazista. O que é isso? É o fim do mundo o que aconteceu hoje nesta Casa, e eu me solidarizo, sim, com o Deputado Abilio, que tem o direito de defender aquilo em que ele acredita. E se vocês não gostam, quem tem que se retirar são vocês. Vocês têm que aceitar o divergente aqui nesta Casa. Nós não vamos ser coniventes com quem quer defender o Hamas, que está fazendo terrorismo contra civis, contra crianças, contra mulheres. É uma vergonha que este Governo de hoje, o Governo Lula, seja incapaz de chamar o Hamas de terrorista. Obrigada, Presidente. - 24/10/2023
A Deputada expressou sua preocupação em relação ao retorno de práticas corruptas no Brasil, notadamente no contexto da PETROBRAS. Informou que o Conselho de Administração da empresa aprovou alterações na política de indicação de membros da alta administração e do Conselho Fiscal, o que poderia abrir espaço para a entrada de políticos. Mencionou as indicações políticas do PT no passado, que resultaram em corrupção e prejuízos para a estatal. Além disso, alertou sobre a criação de uma reserva direcionada a investimentos, em vez de remunerar acionistas, o que afetou negativamente as ações da PETROBRAS. Por fim, destacou que tais mudanças causam preocupação no mercado financeiro e podem ter impactos na economia nacional.
Palavras-chave oficiais: Petróleo Brasileiro (Petrobras),Conselho de administração,indicação,Corrupção,Prejuízo,Mercado financeiro
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. V.Exa. é sempre gentil conosco aqui no plenário. Eu venho a esta tribuna hoje falar da volta do petrolão no nosso País. O Conselho de Administração da PETROBRAS aprovou ontem, dia 23, a revisão da política de indicação de membros da alta administração e do Conselho Fiscal, nobres colegas Deputados. A mudança visa eliminar determinadas restrições para a indicação de membros para a alta cúpula, o que poderá abrir caminho para a entrada de políticos. Eu não sou contra indicações políticas, mas sabemos e a história mostra o que aconteceu com as indicações políticas do PT dentro da PETROBRAS. Era espaço somente para os companheiros fazerem campanha política dentro de uma estatal, que ficou deficitária nos Governos petistas e foi recuperada com o Governo Bolsonaro. Ela foi saqueada. Houve devolução inclusive de dinheiro. Mesmo gente tendo sido depois descondenada, como o Presidente Lula, isso a história não nega, porque houve devolução de dinheiro. Outra mudança que preocupa os brasileiros é a criação de uma espécie de reserva que seria direcionada para investimentos, e não para remunerar os acionistas. As ações da PETROBRAS com essa notícia caíram mais de 6% no dia de ontem. Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, nós já vimos esse filme de terror não seria propriamente de terror, mas de pega ladrão. Esse tipo de brecha na Lei das Estatais caiu como uma bomba no mercado financeiro. Alguns podem falar: "Ah, mas o que eu tenho a ver com o mercado financeiro?" Isso reflete na economia como um todo, que teme por interferências políticas que levaram a estatal a prejuízos bilionários num passado recente. Hoje vivemos um momento em que querem apagar esse passado, mas ele não será apagado. Com certeza, da maneira como caminham as coisas hoje no País, a história infelizmente irá se repetir. Obrigada, Presidente. - 24/10/2023Breves Comunicações
A Deputada ironizou o suposto amor dos petistas, especialmente das mulheres petistas, pelo ex-Presidente Jair Bolsonaro.
Palavras-chave oficiais: Ex-presidente da República,Esquerda política,Partido dos Trabalhadores (PT)
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Sem revisão da oradora.) - Presidente, enquanto o nosso colega, queridíssimo Deputado Osmar Terra, se dirige à tribuna, não posso deixar de falar que eu acho muito engraçado esse amor que os petistas, principalmente as mulheres petistas, têm pelo Presidente Bolsonaro. Como ela falou, ele está inelegível, é ex-Presidente, mas todos os dias estão aqui falando da importância do legado dele para o Brasil, que é causar esse ódio nos esquerdistas. Mas é claro, isso é normal, um homem bonito como o Bolsonaro, com aqueles olhos azuis, é natural que se apaixonem. Obrigada, Presidente. - 18/10/2023
A Deputada contestou discurso da Deputada Talíria Petrone sobre o combate à desigualdade, destacando que a parlamentar disputou as eleições, de acordo com dados do TRE (Tribunal Regional Eleitoral), com recursos superiores aos de outras candidaturas femininas lançadas pelo PSOL. A oradora enfatizou que é hipocrisia pregar combate à desigualdade e não haver divisão equitativa de recursos do partido com todas as mulheres que se candidataram.
Palavras-chave oficiais: Crítica,desigualdade,distribuição,Recursos públicos,Deputada federal,Candidato a cargo eletivo,Eleições,Partido Socialismo e Liberdade (PSOL)
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, se V.Exa. me permitir, eu gostaria de fazer um registro sobre desigualdade, porque havia uma Deputada aqui falando sobre isso. Eu olhei no site do TRE, e a Deputada Talíria Petrone ganhou 1,5 milhão de reais do partido dela para concorrer à eleição, enquanto as outras candidatas mulheres do PSOL ganharam os seguintes valores: Andrea Cassa, 67 mil reais; Juliana Drumond, 450 mil reais; Ivanete, 300 mil reais. É muita hipocrisia pregar que combate a desigualdade, mas não divide o seu dinheiro com as outras candidatas mulheres do seu partido. Obrigada, Presidente. - 10/10/2023
A Deputada informou que o funcionário da Casa que havia debochado de uma mulher estuprada atuava na assessoria do Deputado Márcio Jerry e pediu ao Parlamentar que o demitisse. Em seguida, orientou a bancada na votação da Emenda de Plenário nº 1 apresentada ao Projeto de Lei nº 2.012, de 2022, que altera as Leis nºs 12.608, de 10 de abril de 2012, e 12.340, de 1º de dezembro de 2010, para aprimorar os instrumentos de prevenção de desastres e recuperação de áreas atingidas, as ações de monitoramento de riscos de desastres e a produção de alertas antecipados.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Emenda de plenário,Projeto de lei ordinária,Obstrução parlamentar,Partido Liberal (PL) Servidor público,Câmara dos Deputados,declaração,Estupro,Organização terrorista,Demissão
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, o Sr. Sayid Marcos Tenório, de quem falou há pouco o Deputado Nikolas Ferreira, é funcionário desta Casa. Antes, era funcionário do Deputado Márcio Jerry. Ele debochou de uma mulher chego a me arrepiar que foi estuprada. Estuprada! Ele debochou dessa mulher e ele é funcionário desta Casa. Há outro post dele debochando da minha tiara, falando que é nazista. Eu vou falar: os nazistas, os autoritários, os que defendem terroristas são todos aqueles que falam da minha tiara. Eles dizem que defendem a mulher, mas são mentirosos. Seja homem agora, Márcio Jerry, e peça para esse cara ser demitido desta Casa, militante do PCdoB, Partido Comunista do Brasil! O PL orienta "obstrução", Presidente. - 20/09/2023Breves Comunicações
A Deputada criticou a gestão do Ministro da Justiça, Flávio Dino, com base em declaração do professor Rafael Alcadipani, da FGV de São Paulo, para o podcast Estadão Notícias. Enfatizou que o especialista, que é membro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, afirmou que a área, sob Flávio Dino, apresenta um cenário de inanição completa nos 9 meses de Governo Lula. Destacou o perfil lacrador de Flávio Dino nas redes sociais em contraste com a falta de ações concretas na área. Também mencionou uma suposta divergência interna no lulopetismo quanto à excessiva visibilidade do Ministro da Justiça. A oradora, por fim, questionou o histórico do PT no Governo da Bahia em relação à segurança pública.
Palavras-chave oficiais: Reportagem,Professor,Fundação Getúlio Vargas (FGV),Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP),Crítica,Política de segurança pública,Ministro de Estado da Justiça e Segurança Pública,Perseguição política,Arma de fogo,Armamento,População,Ofensa,Deputado federal,Influenciador digital,Rede social digital Crítica,Governo estadual,Partido dos Trabalhadores (PT),Bahia,Política de segurança pública
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Sem revisão da oradora.) - Presidente, nobres colegas Deputados, eu subo a esta tribuna hoje para trazer algo que saiu no Estadão. Está aqui, e eu vou ler para vocês: "Segurança pública sob Dino" e é bom que aqui há alguns amiguinhos bem próximos dele "vive cenário de inanição completa". É o que analisa um especialista. "A fritura que o Ministro da Justiça, Flávio Dino, vem sofrendo pela falta de um projeto mais robusto na segurança pública" conforme relatado pela coluna "ganhou o respaldo de especialistas do setor." Vejam, não é somente o Estadão falando, não é apenas a avaliação de um editorial de um jornal apenas. Essa avaliação que eu vou ler agora é do Rafael Alcadipani, professor da FGV de São Paulo e não sejam negacionistas de negar aqui um especialista, como os que V.Exas. muitas vezes trazem , membro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Diz ele que o Governo Lula 3 apresenta um cenário de inanição completa nestes 9 meses de gestão. A declaração foi dada ao podcast Estadão Notícias. Vejam, colegas, para perseguir cidadão de bem que quer ter sua arma para defender a vida, a família, a propriedade, o Ministro Flávio Dino é machão, mas, para gerir a segurança pública deste País... Está aqui, não sou eu que estou falando, é um especialista do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Diz ele ainda: "A gente não vê medidas efetivas sendo feitas pelo governo federal na segurança pública. É um governo que não tem uma articulação de esforços que seja minimamente convincente". Isso porque o Ministério da Justiça está sendo usado para perseguir, para fazer revanche e vingança. É só isso que está acontecendo. Parece também, nobres colegas, que está rolando uma ciumeira dentro do lulopetismo, pessoas que acham que o Dino aparece demais. Vejam aqui: "Apesar do perfil 'lacrador' nas redes" do Ministro Flávio Dino "e em depoimentos do Congresso, o que lhe deu status de 'ministro influencer' (...)." Vejam bem, nós temos um Ministro da Justiça influencer digital que não trabalha pela segurança pública, mas, sim, para aparecer e debochar de Deputados quando vem aqui. Vejam bem, ele debochou muito de muitos colegas nossos, mas agora está sendo chamado no Estadão de Ministro influencer, lacrador de redes sociais. É isso que nós temos à frente da segurança pública hoje no nosso País. Não esqueçam há quanto tempo o PT está no poder na Bahia e vejam como está a segurança pública de lá. Obrigada. - 12/09/2023Breves Comunicações
A Deputada comentou um discurso proferido na tribuna sobre a necessidade de revisão do pacto federativo, lembrando que o ex-Presidente Jair Bolsonaro distribuiu muitos recursos para Estados e Municípios e que o Presidente Lula concentra as verbas em Brasília. Abordou questões políticas, criticando a utilização do aparato estatal para perseguição a opositores do governo. Mencionou a investigação da Polícia Federal sobre fake news, que não é um crime tipificado no Código Penal. Também criticou o Ministro da Justiça e Segurança Pública por supostamente espalhar mentiras, mencionando a questão das armas e sua relação com a violência nas escolas. Acusou o Presidente Lula de não agir democraticamente ao não demitir o Ministro Flávio Dino após o desaparecimento das imagens das câmeras de segurança do dia 8 de janeiro. Questionou a falta de ação da Advocacia-Geral da União em casos envolvendo aliados do governo, mencionando que o ex-deputado Jean Wyllys acusou o Ministro o Paulo Pimenta de mau-caráter, mas nenhuma ação foi tomada. Concluiu acusando o governo de promover um regime autoritário e de perseguir adversários políticos.
Palavras-chave oficiais: Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Recursos orçamentários,gestão Governo federal,perseguição,oposição,Política,Polícia federal,Notícia falsa (fake news) Ministro de Estado da Justiça e Segurança Pública,Notícia falsa (fake news),Violência,Escola,manifestação,Brasília (DF),Imagem,Presidente da República,Demissão,Crítica Ex-deputado federal,Acusação,Ministro de Estado,Advocacia-Geral da União (AGU),atuação
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Sr. Presidente. Para iniciar, quero comentar o discurso do Parlamentar que me antecedeu, que falou que não devemos falar nem de "L", nem de "B". Mas é Lula que está tirando dinheiro dos Municípios, que está centralizando dinheiro aqui em Brasília, e foi Bolsonaro que mandou muito dinheiro para a ponta, para os Estados e para os Municípios, que nunca viram tanto dinheiro. Então, não há como não falar de Bolsonaro e de seu legado, do dinheiro que foi investido lá na ponta, porque é lá que se deve investir, e não centralizar, como foi feito, por exemplo, na reforma tributária, aqui em Brasília. Subo a esta tribuna para falar que hoje a Polícia Federal está investigando um crime que, segundo o Ministro da Justiça, Flávio Dino, é crime de fake news, crime que não se acha em nenhum lugar do Código Penal, Deputado. Não se acha! O que acontece é que estão usando o aparato estatal para perseguir opositores. Se for para prender e perseguir quem mente, vão ter que prender o próprio Presidente da República e seus Ministros. Se existe um cara que fala muita mentira, é o próprio Ministro da Justiça. Ele inventa mentiras, por exemplo, sobre atirador esportivo, sobre cidadão de bem armado. Ele relaciona, por exemplo, violência nas escolas com a questão armamentista, o que não tem nada a ver. Por exemplo, no caso de Blumenau, a mãe do rapaz, a mãe do criminoso disse que foram as drogas que potencializaram aquilo que aconteceu com o filho dela, que se tornou um criminoso. Eu não gosto quando inventam mentiras e não acho que vamos chegar a lugar nenhum compartilhando algumas bobagens, mas esse cara, esse Ministro da Justiça, não tem a mínima condição de apontar o dedo para alguém que supostamente mentiu. Se Lula quisesse ao menos fingir que estamos vivendo em uma democracia, que ele é um presidente democrático, ele demitira o Flávio Dino após o episódio de sumiço das imagens das câmeras do MJ feitas no dia 8 de janeiro. Se parte da imprensa estivesse preocupada em perseguir a verdade sobre o 8 de Janeiro, estaria falando desse assunto, do sumiço das imagens, dia e noite, até a derrubada do Ministro Flávio Dino. Mais uma coisa: cadê o órgão da Advocacia-Geral da União, a Procuradoria Nacional da União de Defesa da Democracia, para ir atrás do Jean Wyllys, que acusou um Ministro do Lula, o Paulo Pimenta, de mau-caráter? Não fui eu que disse isso. Foi o Jean Wyllys, aliado de Lula, que chamou o Paulo Pimenta de mau-caráter e disse que ele está usando o aparato da SECOM Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República. Mas a AGU não é acionada, o órgão de defesa da democracia não é acionado de companheiro para companheiro, ela não é acionada. O que estamos vivendo no Brasil é um regime autoritário, de perseguição aos adversários. Obrigada. - 15/08/2023Breves Comunicações
Inconsistência de declaração do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre a conduta covarde de pessoas armadas. Congratulações à Polícia Legislativa da Casa pela investigação sobre os autores de mensagens com ameaças enviada ao endereço eletrônico (e-mail) da oradora. Disseminação do ódio e ataques à democracia pelos apoiadores do Presidente da República.
Palavras-chave oficiais: Presidente da República,Porte de arma,declaração,Crítica
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Nobres colegas Deputados, como falou aqui o Deputado Abilio, que me antecedeu, nós temos que deixar que eles falem. O melhor é deixar Lula falar, porque toda hora ele fala uma coisa, depois lembra que falou outra. Esta semana, por exemplo, ele falou que a aquela pessoa que quer ter arma para se defender ou faz parte do crime organizado, ou quer fazer mal alguém e é um covarde. E aí nós recuperamos uma fala do próprio Lula em que diz que, antigamente, quando ele andava a pé e tal, tinha uma garruchinha 22 para se defender. Recuperamos também uma imagem do segurança dele andando com uma arma ostensivamente. Ele não abre mão do segurança armado dele. Então, ele quer dizer que quem quer ter uma arma para se defender, para defender a sua família, a sua propriedade é covarde. Eu vou dizer o que é covarde aqui para os lulistas e para o Presidente Lula: covarde é atacar uma mulher com mandato de Deputada Federal, como eu fui atacada por lunáticos que defendem esse cara, que mandaram mensagens no meu e-mail aqui da Câmara dos Deputados. Está tudo registrado. Fiz um B.O. na Polícia Legislativa aqui da Casa. Inclusive, quero parabenizá-los pelo trabalho. Já colheram depoimentos e, em menos de 48 horas, já descobriram quem eram esses caras que falaram em cortar a cabeça do meu marido, em estuprar minha filha de 3 anos. Como que quem quer ter uma arma para defender a sua vida, a sua família, a filha de 3 anos é covarde?! Covarde é quem profere ataques. Covarde é quem diz que quer extirpar o seu adversário político, como disse o Lula recentemente, que tem que extirpar os bolsonaristas. E não é a primeira vez que ele diz isso, não, pessoal aí do bem, do "O amor venceu"! Não é a primeira vez! Ele já disse isso lá atrás, quando o adversário dele era o DEM, o Jorge Bornhausen. Depois o Jorge Bornhausen foi tomar um uísque com o Zé Dirceu e ficou tudo certo, em nome da democracia, da harmonia entre os Poderes. Mas o Lula já chegou a dizer isso. Está muito claro quem é que prega o ódio, e a população está vendo. Por isso que eles querem acabar com as redes sociais, querem acabar, na verdade, com a democracia, que eles tanto dizem defender. Estão comemorando prisões políticas. Estão comemorando aqui, todo dia, sim. Parabéns aos lulistas superdemocráticos que querem ver a democracia do nosso Brasil ir para o buraco! Obrigada. - 10/08/2023
Natureza antidemocrática da celebração de acordo de Líderes para a votação de proposições. Protesto contra o não conhecimento prévio pelos Parlamentares de matérias incluídas na pauta. Contradição entre o caráter conservador do Parlamento brasileiro e a aprovação de matérias de cunho socialista. Promoção, pela Deputada Cris Tonietto, de reunião destinada ao debate da pretendida descriminação do aborto, no Auditório Nereu Ramos da Casa.
Palavras-chave oficiais: Processo legislativo,acordo,Colégio de líderes,Democracia,Proposição legislativa,Crítica Crítica,Esquerda política,Câmara dos Deputados,Aprovação,Projeto de lei ordinária,Lei de Cotas de Ingresso nas Universidades,Sistema de cotas raciais,caráter permanente,Ação afirmativa Crítica,Esquerda política,Câmara dos Deputados,Aprovação,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Cota,Empresa,População em situação de rua,Política Nacional de Trabalho Digno e Cidadania para População em Situação de Rua (PNTC PopRua) Apoio político,Conservadorismo,Seminário,Auditório Nereu Ramos (Câmara dos Deputados) (Brasília, DF),Crítica,Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental,legalização,Aborto,Supremo Tribunal Federal (STF),Usurpação de competência,Poder Legislativo
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. V.Exa. é sempre gentil. Nobres colegas Deputados, eu estou apavorada com a democracia no Parlamento brasileiro. Quando estamos aqui, a cada momento algo chega. Eu digo: "Como isso chegou?" E me respondem: "Chegou agora". Eu pergunto: "Mas o que é o texto?" "Ninguém sabe ainda, é acordo de Líderes." Eu quero dizer que o acordo de Líderes não é nada democrático. Temos a obrigação de saber o que está sendo votado aqui dentro, Deputado Adriana Ventura. Há representantes da Mesa que dão entrevista e dizem que este Parlamento é conservador. Vejam o que acontece aqui todos os dias aqui! Ontem passaram cotas raciais para egressos da educação pública. Eu disse que poderíamos corrigir a educação de base, mas, não, querem facilitar a entrada. É tudo ao contrário, tudo invertido. Passou ainda o requerimento de urgência para cota de moradores de rua em empresas. Por que não fazem como nos países abertamente socialistas, comunistas, e estatizam tudo? Aí mandam nas empresas, já que vocês sabem tudo, como se gera emprego e riqueza. Parece que para a Esquerda tudo vem do Estado. Meu amigos, isso aqui é loucura atrás de loucura. Não é fácil! Nós saímos de um Brasil do direito à vida, do direito à legítima defesa, para o direito ao porte de maconha. É isso aí, meus amigos! Eu, que tenho uma filha de 3 anos de idade, estou apavorada com tudo que está acontecendo no País. O sangue sobe, porque não tem nada bom. O Parlamento é conservador, mas só passa coisa de socialista. Vocês já viram isso? Cuidado, meus amigos! Tem gente que não mostra o que é na base, mas está aqui, quieto, com tudo que está passando. Está acontecendo agora, no Nereu Ramos, um evento promovido pela Deputada Chris Tonietto sobre a questão do aborto, que está no STF. Não é somente a questão do aborto. Se isso passar, é a questão do aborto à democracia, do embrião da democracia no País. Este Parlamento está sendo desrespeitado. Não é só uma vida, é o Parlamento sendo desrespeitado dia a dia. Deixo meu repúdio. - 10/08/2023
Não conhecimento prévio, pelos Parlamentares, de matérias incluídas na Ordem do Dia.
Palavras-chave oficiais: Pauta (processo legislativo),Liderança parlamentar,atuação,Crítica
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, eu só queria fazer aqui um salve, uma homenagem à democracia que acontece dentro desta Casa, porque há coisas que chegam de última hora, por acordo de Líderes, mas ninguém está sabendo. Muitas vezes nem sabemos o que estamos votando, por mais que seja requerimento de urgência. Então, viva a grande democracia brasileira! Obrigada, Presidente. - 09/08/2023
Discussão do Projeto de Lei nº 5.384, de 2020, sobre a alteração da Lei nº 12.711, de 2012, com vista à transformação, em caráter permanente, da reserva de vagas nas universidades federais e nas instituições federais de ensino técnico de nível médio.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Lei de Cotas de Ingresso nas Universidades,Ação afirmativa
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Sem revisão da oradora.) - Presidente, eu fui orientada pelos meus colegas a ceder meu espaço, mas eu queria registrar aqui o que eu já disse ontem para a Relatora, a Deputada Dandara. Por que os egressos de escola pública não conseguem acessar a universidade federal? Porque a qualidade da educação na escola pública está com algum problema. Nós poderíamos corrigir o ensino da escola pública, a base da educação, que, historicamente, é deixada para trás. Mas, não, continuamos errando e facilitando a entrada dos egressos da escola pública, a quem nós demos uma educação ruim, uma educação que, historicamente, tem índices ruins neste País. Outra coisa: ações afirmativas não deram certo. Os Estados Unidos acabaram de revogá-las, como disse o Deputado Marcel van Hattem. E ações afirmativas são atos ou medidas especiais e temporárias, mas, pelo que entendi, este projeto transforma ações afirmativas em algo permanente. Obrigada, Presidente. - 01/08/2023
Perplexidade ante o voto da Esquerda contrário ao requerimento de apreciação em regime de urgência do Projeto de Lei nº 1.037, de 2023, sobre a alteração da Lei nº 8.036, de 1990, com vista à movimentação da conta vinculada do trabalhador no FGTS. Propósito do governo petista de utilização de recursos do FGTS para financiamento de obras em países ditatoriais.
Palavras-chave oficiais: Apoio político,Aprovação,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,autorização,Saque,Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS),reforma,Imóvel,Mulher,Crítica,Base de apoio político,Governo federal
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, eu só gostaria de registrar que essa proposta cujo requerimento de urgência nós estamos votando é suprapartidária. E surpreende-me ou não, na verdade o Governo Lula estar contra, estar aqui orientando "não". Essa é uma proposta em defesa das mulheres. Por que eles estão orientando "não"? Escute, dona de casa, trabalhadora: eles querem usar o seu dinheiro do FGTS para financiar obras talvez em outros países, porque a prioridade não é o Brasil, e não obras dentro da sua casa; eles não querem que o FGTS volte para beneficiar a sua família, mas, sim, fazer politicagem com países onde existem ditaduras. - 07/07/2023
Orientação de bancada na votação do requerimento de destaque para supressão do art.19 do Substitutivo apresentado à Proposta de Emenda à Constituição nº 45, de 2019, sobre a reformulação do Sistema Tributário Nacional.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de destaque de votação em separado,Dispositivo legal,Substitutivo,Proposta de Emenda à Constituição,Reforma tributária,Segundo turno,Partido Liberal (PL),Obstrução parlamentar
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, o PL libera a bancada para cada um votar de acordo com o interesse de seus Estados, porém, a orientação é pela obstrução. Só tenho uma observação. É engraçado que dentro da reforma tributária, que tanto criticou a guerra fiscal... Está aqui uma guerra fiscal dentro da reforma tributária. Obrigada, Presidente. - 06/07/2023
Orientação de bancada na votação, em primeiro turno, do Substitutivo oferecido pelo Relator da Comissão Especial à Proposta de Emenda à Constituição nº 45, de 2019, sobre a reformulação do Sistema Tributário Nacional, ressalvados os destaques.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Proposta de Emenda à Constituição,Reforma tributária,Primeiro turno,Partido Liberal (PL),Voto contrário
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, o Partido Liberal sempre foi a favor de uma reforma tributária, mas de uma reforma tributária justa, que não deixasse ninguém de fora, injustiçado. Então, sobre esta reforma tributária, o Partido Liberal é contra. Hoje realmente é um dia histórico. Aqueles que votarem contra estarão tentando salvar o Brasil, e isso vai ficar registrado. E é um dia histórico também porque vemos aqui que a Esquerda virou "tchutchuca" de banqueiro. Então, por Deus, pátria, família e liberdade, o PL orienta contra, "não"! - 06/07/2023
Discussão da Proposta de Emenda à Constituição nº 45, de 2019, sobre a reformulação do Sistema Tributário Nacional.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Proposta de Emenda à Constituição,Reforma tributária,contrário
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente, nobres colegas. Vamos ser bem claros aqui: vai haver aumento de impostos, de carga tributária. Quando eles falam em aumentar arrecadação, é porque vai ser o Estado pegando a mão, colocando a mão no seu bolso e tirando o dinheiro da sua comida, do seu dia a dia. Além disso, querem criar um imposto seletivo, e eles vão escolher o que você vai pagar mais caro ou não. O Lula quer aumentar, repito, o preço da cervejinha que o cidadão trabalhador quer beber no final de semana. "Que saudade do Bolsonaro!", muitos dizem por aí. Eu, particularmente, pessoalmente, gosto dele. Mas não é saudade da pessoa do Bolsonaro. É saudade de um governo honesto, um governo que pensa no povo brasileiro, nos mais pobres. Há pessoas falando: "Não dá para ser contra uma reforma tributária". Claro, se a reforma tributária for boa para o povo, para os mais simples. Agora, dizer que é a favor só para dizer que é a favor? Muito obrigada. Bolsonaro, na pandemia, não se preocupou em ficar do lado de narrativa. Quem fica do lado de narrativa é a Esquerda. Bolsonaro enfrentou tudo e todos para não ver o povo mais simples passar fome, porque queriam que todo mundo ficasse em casa. Essa reforma tributária não sei para quem está boa, mas para o povo é que não é; para o pagador de imposto é que não é; para o consumidor é que não é; para o povo mais simples é que não é. Além de tudo, nós, nobres colegas, temos o direito de discutir com mais tempo. Briguem por isso! Lutem por isso! O Grupo de Trabalho dessa reforma excluiu três Estados do Sul: Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Por que nos alijaram do processo? Como eu vou votar num negócio que eu não tive o mínimo direito de discutir? E não estou falando que tinha que ter alguém do meu partido lá. Não tinha ninguém de nenhum partido, nem de direita, nem de esquerda, nem de ninguém! Bolsonaro foi o único Presidente que diminuiu imposto o único. E o que aconteceu? A arrecadação aumentou, porque, quando se diminui imposto, é mais dinheiro no bolso do povo, e o consumo aumenta. É uma coisa óbvia. Mas aqui em Brasília parece que pensam diferente. Querem aumentar, aumentar, aumentar. E isso nós não podemos mais admitir que aconteça. Eu fiz um compromisso: nunca votar pelo aumento de imposto. E assim vou fazer. "Ah! Vão dizer que você..." Não estou nem aí com o que vão dizer. Eu tenho a minha convicção e as minhas defesas. Além do mais, pessoal, tem gente querendo fingir uma normalidade democrática, após Bolsonaro ficar inelegível, e querendo aprovar logo uma reforma tributária que vai concentrar mais poder e mais dinheiro aqui em Brasília. O Presidente tem orgulho de dizer que é comunista. Sabem o que comunista gosta de fazer? Tirar a sua propriedade, e não estou falando de grandes propriedades, mas da sua casinha, do seu pedacinho de terra, que a sua família conquistou com muito trabalho honesto, com muito suor. Comunista gosta de tirar. E Lula não sou eu quem está dizendo, não é teoria da conspiração disse que tem orgulho de ser comunista. Vocês querem dar mais poder e dinheiro na mão de um cara que quer tirar tudo da população, que tem orgulho de ser comunista, que não pensa no povo, que está querendo buscar dinheiro para a Argentina, enquanto o povo aqui vive de migalhas? Acordem! Saiam das suas cadeiras, dos seus gabinetes, conversem com o povo! Ninguém aguenta mais pagar imposto neste País. Quem sabe a arrecadação maior será para a Argentina e a Venezuela? Eu sou contra. Obrigada. - 05/07/2023
Consulta à Presidência sobre o rito procedimental de discussão da Proposta de Emenda à Constituição nº 45, de 2019, relativa à alteração do Sistema Tributário Nacional.
Palavras-chave oficiais: procedimento,apreciação,Proposta de Emenda à Constituição,Reforma tributária,esclarecimento
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Não. Eu só queria pedir... Os colegas estão fazendo um pedido. Estávamos conversando aqui, tanto os colegas da Oposição quanto os da Base do Governo, e queremos um esclarecimento sobre como acontecerá amanhã a discussão da matéria. Todos terão oportunidade de falar? Que hora começará? É preciso deixar isso bem claro, porque há muita gente aqui com dúvida. Estávamos discutindo isso com os colegas. O SR. PRESIDENTE (Arthur Lira. Bloco/PP - AL) - A minha intenção, Deputada Julia Zanatta, é que o Relator não sei se isso vai ser possível, mas espero que seja , a partir do momento em que vá atualizando o texto, incutindo e colocando dentro do texto os acordos que forem sendo feitos, vá atualizando as coisas. O texto vai se atualizando, para que as pessoas tenham a segurança de que o que foi conversado estará no texto. A discussão, Deputada Júlia, ocorrerá a partir de 11 horas da manhã. Ela transcorrerá durante a manhã, passando à tarde. Eu quero iniciar a votação da PEC por volta das 18 horas. Espero que seja tempo suficiente para que as conversas sejam finalizadas e para que o texto definitivo esteja pronto para ir à votação em primeiro turno. O SR. DOMINGOS SÁVIO (PL - MG) - Presidente, quero apenas fazer uma questão de ordem... O SR. GLAUBER BRAGA (Bloco/PSOL - RJ) - Presidente... A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC) - Presidente, se todos concordarem, é claro, tem como começarmos a partir do meio-dia? Nós temos uma reunião do maior partido da Câmara, que tem 99 Deputados. O SR. PRESIDENTE (Arthur Lira. Bloco/PP - AL) - Deputada Julia, isso não vai atrapalhar. Tudo bem, o maior partido vai se reunir de 9 horas ao meio-dia. De meio-dia às 18 horas, ainda terão 6 horas para falar. Por acaso, os Deputados do PL que estiverem inscritos... A SRA. BIA KICIS (PL - DF) - V.Exa. não vai chamar então... O SR. PRESIDENTE (Arthur Lira. Bloco/PP - AL) - Se eu puder falar, Deputada Bia... A SRA. BIA KICIS (PL - DF) - Pode falar... (Risos.) O SR. PRESIDENTE (Arthur Lira. Bloco/PP - AL) - Os Deputados do PL que estiverem inscritos no período entre 11 horas e meio-dia eu garanto que terão a sua inscrição preservada para falarem a partir do meio-dia, quando todos deverão estar aqui. A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC) - Podemos começar ao meio-dia, então? O SR. PRESIDENTE (Arthur Lira. Bloco/PP - AL) - Não, eu vou começar às 11 horas. Eu preservarei as inscrições. A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC) - Entendi. Sem encerramento de discussão, não é?
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.