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Foto de Julia Zanatta

Deputada · Câmara

Julia Zanatta

PL · SC

Direitapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Julia Pedroso Zanatta · 41 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 85 de 100, Cara Bom0406080100

85/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 81% dos deputados · média do partido: 78

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 86%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 77%

    Vota quando precisa?

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 99%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 91%

    discursos na tribuna (percentil)

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E-mail
dep.juliazanatta@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5448
Gabinete
Gabinete 448, Anexo IV, 4º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

86%

Esteve em 338 de 391 sessões

Melhor que 15% dos deputadosMédia do partido: 92%

Votou nas votações

77%

Registrou voto em 863 de 1.128 votações nominais

Melhor que 34% dos deputadosMédia do partido: 80%

Iniciativas que viraram lei

0

de 118 projetos apresentados (0%)

30 avançaram · 68 em andamento · 20 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

20%

Em 688 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 1% dos deputadosMédia do partido: 33%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

210 discursos na tribuna · de 03/02/2023 a 01/09/2026.

  • 01/09/2026pela ordemBreves Comunicações

    A Deputada recriminou Parlamentares de Esquerda por questionarem o Senador Flávio Bolsonaro e não se manifestarem sobre as recentes revelações envolvendo o Ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Além disso, destacou que as conversas entre Moraes e Vorcaro comprometem o discurso de defesa da democracia e sustentou que as críticas dirigidas a Flávio Bolsonaro buscam prejudicar sua candidatura à Presidência da República.

    Palavras-chave oficiais: Parlamentar,Esquerda política,Crítica,Senador,Partido Liberal (PL),Candidato a cargo eletivo,Presidência da República,Ministro do Supremo Tribunal Federal,relacionamento,Ex-,Banqueiro,Banco Master,Democracia,Candidatura,Eleições

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Eu estou vendo aqui os Parlamentares de esquerda falando do Flávio, mas não dizerem nenhuma palavra sobre o que domina o noticiário brasileiro hoje, que é o escândalo de Alexandre de Moraes com Daniel Vorcaro, as conversas cabulosas, as conversas promíscuas entre eles, que expõem o verniz da democracia brasileira que eles tanto defendem. E então têm que requentar coisas do Flávio, têm que inventar. Estão desesperados porque vão perder a eleição, o Flávio já empatou com Lula. E não há nenhuma palavra dos defensores da democracia. Quem sabe, para eles, o Vorcaro pedir ajuda a Alexandre de Moraes seja democracia?
  • 01/09/2026como líderBreves Comunicações

    A Deputada criticou o Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes em razão de reportagens sobre sua relação com o banqueiro Daniel Vorcaro e defendeu seu afastamento. Além disso, anunciou novo pedido de impeachment do Ministro e condenou membros da Corte por protegê-lo. Ademais, questionou a atuação da Polícia Federal e acusou Alexandre de Moraes de perseguição política contra apoiadores do ex-Presidente Jair Bolsonaro e de tentar afastá-lo do jogo político. Por fim, recriminou a atuação do Senado Federal e de seu Presidente, Davi Alcolumbre, diante do caso e cobrou explicações do Ministro.

    Palavras-chave oficiais: Ministro do Supremo Tribunal Federal,Reportagem,relacionamento,Mensagem,Banqueiro,Banco Master,Impeachment,Polícia Federal (PF),Perseguição política,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Presidente do Senado Federal,esclarecimento

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Como Líder. Sem revisão da oradora.) - Presidente, nobres colegas Deputados, Alexandre de Moraes, o senhor tem 48 horas para explicar todo esse escândalo que está sendo exposto na imprensa brasileira e que expõe qualquer verniz que a nossa democracia possa ter. Nem a imprensa aguenta mais o escárnio desse escândalo e diz que o senhor, Alexandre de Moraes, tem, sim, que se afastar e dar explicações ao povo brasileiro. A Justiça brasileira não pode continuar com essa vergonha. E não adianta correr para o Lula, seu maior aliado. Ele não vai, agora, parar tudo, parar a campanha que está quase perdida, que já está empatada com o Senador Flávio, para salvar o senhor. O Vorcaro, que queria que o senhor o salvasse, está preso, e as mensagens estão expostas na imprensa, em todos os portais, absolutamente todos os portais de notícias do Brasil. "Moraes e Mendonça batem boca e quase chegam às vias de fato no Supremo Tribunal Federal.", isso está no Metrópoles. Por que está acontecendo isso? Mendonça tirou o sigilo do celular de Daniel Vorcaro, e tudo veio à tona. Posso ler várias notícias que saíram no dia de hoje, como a da Globo News: "Vorcaro diz a Moraes que tem 'dívida de vida' com ministro e agradece por 'tudo', aponta PF". Agradece por tudo! Alexandre de Moraes, o que seria esse tudo que Vorcaro tem a agradecer ao senhor? Meus amigos, está na capa do UOL: "Moraes exposto". "Josias de Sousa pede investigação contra Moraes." "Mendonça tira sigilo de Moraes." "Vorcaro autorizou cartões de crédito com limite de R$ 300 mil para filhos de Moraes." "Vorcaro transferiu cotas de jato Legacy 650 para Viviane Barci de Moraes." "Na véspera da prisão, Vorcaro voltou a questionar Moraes: 'Você acha que existe alguma chance disso acontecer amanhã de manhã?, perguntou em 16 de novembro, quando a ordem de prisão ainda não havia sido assinada pela 10ª Vara Federal do Distrito Federal." "'Acha que segunda já tenho que estar fora?', escreveu Vorcaro, em 15 de novembro." O Vorcaro escrevia no bloco de notas e mandava para o Alexandre de Moraes, segundo apontam a investigação da Polícia Federal e as reportagens. Meus amigos, isto aqui é um escândalo! Se não existe ninguém aqui nesta Casa nem naquela Casa de tapete azul, o Senado da República, com coragem de colocar finalmente o impeachment do Ministro Alexandre de Moraes, eu tenho coragem de dizer: Alexandre de Moraes, explique-se para o povo brasileiro, afaste-se do seu cargo. Hoje nós vamos pedir mais uma vez o seu impeachment. Já passou da hora de os outros Ministros do Supremo pararem de se meter nesta lambança de proteger o Alexandre de Moraes! Isso está acabando, meus senhores, com qualquer verniz de democracia que este País ainda tem. Lula recebe Vorcaro em agenda não oficial, junto com o Presidente do Banco Central. Há mensagens de Vorcaro pedindo a alguém que a Polícia Federal supostamente indica que seja o Alexandre de Moraes que veja se Andrei, o chefão da Polícia Federal, e o Gonet poderiam ajudá-lo. Essa é a separação dos poderes da República? Isso não é justiça. Isso é injustiça. Isso é uma vergonha para o povo brasileiro! Igor Gadelha, do Metrópoles, escreveu hoje que, se fosse em qualquer país sério, o próprio Ministro Alexandre de Moraes já teria pedido o seu afastamento, por vergonha. Mas não, ele continua. E, ainda segundo o Metrópoles, ele pediu um encontro com o Ministro André Mendonça, e eles quase saíram na porrada. Olha o absurdo que nós estamos vivendo! Não dá mais para fingir que esta Casa não vê o que está acontecendo. Os amiguinhos do Ministro Alexandre de Moraes, que sentam ali do lado esquerdo desta Casa, não têm vergonha? O Senado da República, o Presidente Davi Alcolumbre, que se reuniu, parece-me, recentemente com o Lula, com o Ministro Alexandre de Moraes, não tem vergonha do que acontece? "Ah, mas calma que a Polícia Federal está investigando". Outro dia houve uma operação no sul de Santa Catarina, com dezesseis ou dezenove caminhonetes da Polícia Federal. Eu falei: "Nossa, é um negócio espetacular!" Eles foram prender quem vende Mounjaro! Por que não pegam essas dezesseis, dezenove caminhonetes potentes da Polícia Federal e colocam para investigar a banda podre da República, que fica aqui por Brasília pregando democracia — mandando prender velhinha, mandando prender quem escreve com batom, mandando prender quem quer viver num Brasil livre —, querendo tirar Bolsonaro do jogo político? Porque aqui existe uma amizade, ao que tudo indica. Repito, se esta Casa ainda tiver honradez, se o Senado da República ainda quiser ser respeitado, está na hora de Davi Alcolumbre e Hugo Motta fazerem o mesmo que a Deputada Julia Zanatta está fazendo aqui: dar 48 horas para o Ministro Alexandre de Moraes — e é muito tempo, inclusive — se explicar em relação a tudo o que está saindo na imprensa. Ou ele vai querer censurar todos os veículos de comunicação? Obrigada.
  • 15/07/2026pela ordemOrdem do Dia

    A Deputada anunciou a apresentação do Projeto de Lei Complementar n° 211, de 2026, para proibir supersalários e penduricalhos no comitê gestor criado pela reforma tributária. Argumentou que a reforma não simplificou nem reduziu a carga tributária e que a criação de cargos com remuneração acima do teto constitucional no referido comitê representa um ônus adicional ao contribuinte brasileiro.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei complementar,Exercício de cargo público,Remuneração,Teto salarial,ampliação,proibição

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Eu quero anunciar aqui no plenário que eu protocolei um projeto de lei para proibir supersalário e penduricalho ao comitê gestor criado pela reforma tributária. Ele foi criado para simplificar, facilitar, mas não vai fazer nada disso. Além de arrecadarem mais imposto, porque a reforma tributária vai aumentar imposto, agora eles querem dar supersalário a quem vai trabalhar no comitê gestor. É uma vergonha, é um escárnio isso que fazem com a população brasileira! Nós não podemos permitir isso! A gente sabe que toda a discussão da reforma tributária aqui foi uma grande mentira, porque não simplificou nem diminuiu imposto. Além de aumentarem imposto, agora querem criar cargos com salários acima do teto no "comitê soviético". Então, aqui fica a minha denúncia desse absurdo, mais um contra o povo brasileiro, contra aquele que paga tudo isso aqui. Muito obrigada.
  • 14/07/2026pela ordemBreves Comunicações

    A Deputada questionou a aplicação das normas regimentais sobre o uso de cartazes no Plenário da Câmara dos Deputados, defendendo que as regras fossem observadas de forma igual para todos os Parlamentares. Além disso, afirmou que a orientação deveria ter sido aplicada antes de pronunciamentos que utilizaram esse tipo de material e criticou o que classificou como tratamento desigual durante a sessão.

    Palavras-chave oficiais: Plenário da Câmara dos Deputados,Debate,Cartaz,Regimento Interno da Câmara dos Deputados

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, eu ia lembrá-lo exatamente dessa normativa que proíbe as plaquinhas. Já vemos mais gente chegando aqui com plaquinha. Eu não concordo com essa normativa, eu acho que deveria ser livre, mas, se fôssemos nós... (Intervenção ininteligível fora do microfone.) Ai, meu Deus do céu! Não precisa de plaquinha, mas ela trouxe plaquinha para o plenário. Sou contra essa normativa, mas, se fosse conosco, já teriam lembrado. Eu não quis ser deselegante com a Deputada que estava na tribuna, nem V.Exa., mas essa recomendação deveria ter sido lembrada antes de a Deputada começar o discurso, porque, se vale para um, tem que valer para todos. E tem gente já desesperada aqui que não está mais com a plaquinha. Prisão para o filho do Lula, o Lulinha, que viajou com o careca. (Intervenção ininteligível fora do microfone.) Quem é nazista? Quem é nazista? Quem é nazista, Deputada Maria do Rosário? Quem é nazista, Deputada Maria do Rosário? Fale, se a senhora tiver coragem! Está com medo? A Maria do Rosário perdeu a plaquinha, e agora está com medo, está com medo.
  • 14/07/2026breves comunicaçõesBreves Comunicações

    A Deputada criticou o Projeto de Lei nº 896, de 2023, o chamado PL da Misoginia, afirmando que a proposta restringiria críticas a agentes públicos e limitaria a liberdade de expressão. Além disso, contestou políticas do Governo Federal relacionadas ao uso de terminologias em documentos oficiais voltados à mulher e associou o debate à fiscalização de gastos públicos atribuídos à Primeira-dama Rosângela da Silva. Também sustentou que o Congresso Nacional deveria priorizar medidas de endurecimento penal para crimes de estupro e reforço da segurança pública. Por fim, declarou oposição ao projeto, afirmando que a iniciativa não atenderia às principais demandas das mulheres.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Tipificação de conduta,Misoginia,Liberdade de expressão,Mulher,Governo federal,Primeira-dama,Despesa pública,Congresso Nacional,Legislação penal,Aumento da pena,Estupro,Segurança pública

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Sem revisão da oradora.) - Presidente, colegas Deputados, vamos falar de misoginia. Sabem quem é misógino? O Governo Lula é misógino, porque não tem coragem de escrever a palavra "mulher" na caderneta da gestante; escreve "pessoas que gestam". Pelo amor de Deus! Como é que um Governo desses, como é que pessoas como essas, que defendem que mulher seja chamada de "pessoa que gesta", podem defender a mulher? Houve agora, aqui no Salão Verde, uma coletiva de imprensa das mulheres com um showzinho de sentimentalismo. Mulher forte não faz isso, debate de igual para igual, não fica dando showzinho de sentimentalismo! "Ah, quem for contra o PL da Misoginia quer a morte das mulheres!" O Deputado Marcel van Hattem acabou de dizer aqui que, quando é para deixar estuprador na cadeia, vocês votam contra, vocês votam para soltá-los, vocês votam pelo desencarceramento. Agora, que vexame, que vergonha que eu tenho quando eu vejo uma mulher, como a Relatora do PL da Misoginia, dizer que crianças e adolescentes estão se chamando de "betinha". Olhe, eu tive até que pesquisar esse termo, porque eu sou cringe mesmo. Fui pesquisar para saber o que é "betinha": "Na gíria adolescente atual, 'betinha' é um termo pejorativo, usado para definir uma pessoa que não tem moral, que é sem aura, insegura ou que pagou mico. É o oposto de alguém confiante, o alfa ou sigma, ou de quem é muito estiloso e admirado". Ora, então eu vou concluir aqui que quem está defendendo esse PL da Misoginia é um bando de "betinha" que não aguenta a crítica. O que vai valer? A gente já descobriu. Eu adoro quando eles cometem sincericídio. A Janja entregou tudo, entregou o jogo. Eles querem aprovar o PL da Misoginia para censurar. Aliás, isso eu já havia dito. Mas a Janja está muito interessada nisso, porque dessa forma vocês não vão mais poder criticar os mais de 117 milhões de reais em gastos da Sra. Janja, sem ter cargo público. Ela não foi eleita para nada, mas tem gabinete paralelo, assessores, diárias em hotéis de luxo, etc. E o que ela diz? Que é misoginia pura a gente fiscalizar isso, seja Deputado, seja alguém do povo. Então, está tudo muito claro. As cartas estão na mesa, só não enxerga quem não quer. Eles estão desesperados porque esse PL não teve apelo popular nenhum. A mulher que sofre de verdade está preocupada com a sua segurança, e a criminalidade aumentou no Governo Lula. A mulher sabe que vocês são a favor dos bandidos, dos estupradores, porque votaram contra o Projeto de Lei nº 1.112, de 2023, que ia dificultar a progressão de regime para estuprador. Essa é a verdade. Então, não adianta fazer aquela reunião, aquela "choraçada", aquele sentimentalismo ali no Salão Verde e dizer: "Ah, quem estiver contra é porque é contra as mulheres!" Ninguém cai mais nesse papinho. Vocês querem é perseguir, inclusive as mulheres que pensam de forma diferente da caixinha ideológica de vocês. Essa é a verdade. A mulher sabe muito bem que a vida dela está difícil porque falta segurança, e vocês defendem a bandidagem. Ela vai ao mercado, e a comida está cara. O salário dela não vale mais nada. E ela ainda tem que ser chamada de "pessoa que gesta", "pessoa que menstrua", porque vocês defendem uma agenda de identidade de gênero que nega o que é ser mulher. Ser mulher não é performar, não é botar peruca, não é fazer nada disso, não! "Não" ao PL da Misoginia! "Não" à censura!
  • 01/07/2026como líderOrdem do Dia

    A Deputada se posicionou contra o Projeto de lei nº 8.996, de 2023, conhecido como PL da Misoginia, argumentando que o projeto cria um conceito amplo e subjetivo de misoginia, o que pode transformar opiniões, críticas e convicções religiosas em matéria penal, gerando insegurança jurídica e censura. Ressaltou que o ordenamento jurídico já dispõe de instrumentos para proteger as mulheres, como a Lei Maria da Penha e os crimes contra a honra. Além disso, criticou a Esquerda por defender o desencarceramento e por ter votado contra a redução da maioridade penal e contra medidas que dificultam a progressão de regime para crimes hediondos, apontando contradição com o discurso de defesa das mulheres.

    Palavras-chave oficiais: Proposição legislativa,Violência contra a mulher,Misoginia,Crime,Preconceito,contrário Projeto de lei ordinária,Condenado,Homicídio,Progressão de regime prisional,Pena,cumprimento,exigência,Deputado federal,Esquerda política,contrário,Crítica Proposta de Emenda à Constituição,Acusado,Crime hediondo,Maioridade penal,redução,Deputado federal,Esquerda política,contrário,Crítica

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Como Líder. Sem revisão da oradora.) - Presidente, nobres colegas Deputados, enquanto os colegas Deputados estão votando neste importante requerimento de urgência sobre a APA da Baleia Franca, que afeta muitas famílias no sul catarinense, eu quero falar aqui e fazer justiça à votação anterior do PL da Misoginia, porque a Esquerda vende uma narrativa — as Deputadas de Esquerda vendem uma narrativa — de que nós somos favoráveis à violência contra a mulher. E isso não é verdade. Toda mulher que sofre ameaça, perseguição e agressão precisa ser protegida com o rigor da lei. Esse é um compromisso de todos nós, menos dos Parlamentares da Esquerda, porque, recentemente, na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, a Esquerda, PT, PCdoB, PSOL, inclusive a Relatora do PL da Misoginia, foi contra a redução da maioridade penal. E números do CNJ mostram que estupro de vulnerável por menores de idade tem aumentado. Esse número aumentou em 25%. E aí? Elas não estão preocupadas com esse problema que as mulheres ou as meninas enfrentam? A Esquerda é abertamente a favor do desencarceramento em massa. Têm falas aqui de várias Deputadas dizendo que "cadeia não funciona", mas, incrivelmente, hoje, nessa questão do PL da Misoginia, elas querem dizer que "querem punição para quem falar contra a coletividade das mulheres". O problema deste PL 8.996 é que ele cria um conceito amplo e subjetivo de misoginia, abrindo espaço para uma interpretação que pode transformar opinião, crítica, manifestação política e até convicções religiosas em matéria penal. Em um Estado Democrático de Direito, o direito penal exige precisão. Não podemos aprovar tipos penais vagos que dependam da interpretação ideológica de quem acusa ou julga. E, surpreendentemente, somente 158 Deputados notaram isso aqui. Depois, colegas Deputados, principalmente os homens, quando vocês forem acusados de misoginia por dizer que futebol feminino é ruim, não venham reclamar para mim, não venham chorar, sentar aqui do lado da cadeira e chorar, porque vocês não têm hombridade nem coragem de enfrentar esse tema. Ou vocês agora vão se unir e também criar o crime de "misandria"? Daqui a pouco, os homens vão unir-se contra nós também numa coletividade abstrata, subjetiva, e a gente não poderá mais falar aquela famosa frase de mulher, de que homem não presta. Aliás, toda generalização é muito ruim, mas qual é a rodinha de mulher em que essa frase não roda, que homem não presta, não é? Então, pessoal, pelo amor de Deus, isto aqui não é jardim de infância. O que eu vejo aqui, às vezes, algumas Deputadas fazerem... A Deputada Relatora estava conversando com a bancada evangélica e um homem falou assim para ela, um Deputado falou: "Ah, mas eu não concordo com isso". Faz uma carinha de vítima e fala: "A quem essa intransigência serve? Não serve à vida das mulheres". Epa, epa, epa, vocês não representam a maioria das mulheres. Eu tenho certeza que a maioria das mulheres brasileiras defende que bandido tem que estar na cadeia, agressor, estuprador. E vocês, em votação aqui do PL 1.112, de 2023, que dificultava a progressão de regime para crimes hediondos, ou seja, para estuprador, vocês votaram contra. Vocês não querem que dificulte o bandido sair da cadeia, vocês querem que eles sejam liberados. Como vocês podem dizer que defendem as mulheres dessa forma? O que vocês querem com esse PL é, sim, criminalizar a opinião, derrubar a conta de influenciador na rede social. Eu não sou a favor de influenciador babaca que fica falando uma coisa ou outra, mas, pelo amor de Deus, se a gente for criminalizar a babaquice, então vai faltar cadeia. Vai faltar cadeia no Brasil. E vocês querem, sim, perseguir líderes religiosos, isso está muito claro. A Deputada Sâmia Bomfim pegou a minha fala no GT da Misoginia, não foi unânime a votação, foi bem como o Deputado Luiz Lima falou, não foi unânime. Eu estava na reunião de líderes, cheguei depois e registrei o meu voto oralmente, dizendo que eu votei contra e outras Deputadas também, ou vão tirar o meu direito de dizer que eu votei contra no GT da Misoginia? Isso vai ser misoginia daqui a pouco, tirar o meu direito de dizer que eu votei contra. O próprio ordenamento jurídico, meus amigos, já possui instrumentos para punir quem ameaça, persegue, injuria, difama, constrange ou agride as mulheres. Temos a Lei Maria da Penha, crime de perseguição, violência psicológica, crimes contra a honra e diversos outros mecanismos que permitem responsabilizar quem pratica violência real. O que esse projeto faz é ampliar conceitos sem a necessária objetividade, criando insegurança jurídica e incentivando a censura preventiva, porque a todo momento a Relatora falou discurso de ódio na Internet, discurso de ódio na Internet. Desde que eu entrei aqui nesta Casa, quando tentaram passar o PL 2630, e nós não permitimos que fosse pautado em plenário, e se pautasse iriam perder, fatiaram todos os temas, mudaram a estratégia e colocaram um manto de defesa das crianças com a Lei Felca, defesa das mulheres com pele da misoginia. Estão tirando a nossa liberdade de expressão a cada dia aqui, com a anuência da maioria desta Casa, que tem medo de ser tachada de ser contra as mulheres, disso e daquilo. Deputados, V.Exas. se levantem e tenham coragem de explicar para a população o que está acontecendo neste País! O povo não é bobo. Agora, claro, se só meia dúzia tentar explicar, fica mais difícil. Se mais gente se levantar e enfrentar os debates importantes, fica mais fácil. Ou, então, amanhã, isso vai ser com o Frei Gilson, os pastores, os líderes religiosos. Eles sempre quiseram atacar a nossa fé, mas é claro que não vai vir como um decreto. "Proíbo que o pastor ou o padre fale isso". Eles vêm com jeitinho, eles vêm com carinha de inocência, de defesa das crianças e de defesa das mulheres. Aqui eu podia estar dizendo o seguinte: não aprovo isto aqui porque todo dia eu sou chamada de tudo por membros da Esquerda, como fascista, nazista e outras palavras que não vou nem citar, porque não se deve falar para nenhuma mulher, seja de esquerda ou de direita. Mas eu estou aqui defendendo que a gente seja livre. Alguns eu processo, inclusive, porque a lei já dispõe sobre isso. Mas os ataques são tantos que, às vezes, eu não dou conta. Babaca tem em todo lugar. Agora, o que estão tentando fazer aqui é amanhã, ao dizer que futebol feminino é ruim, isso pode afetar a coletividade feminina, uma ONG feminista entrar e ser crime de misoginia. Mas, na hora em que um dos senhores falarem isso — e eu sei que falam que também não gostam de mulher narrando futebol, pois já ouvi —, eu vou dizer para que sejam punidos pelo PL da Misoginia porque não tiveram a coragem de se levantar e falar do caos que isso vai gerar, da insegurança jurídica que isso vai gerar e tudo o mais. Então, meus amigos, é preciso coragem para ser... (Desligamento do microfone.)
  • 01/07/2026pela ordemOrdem do Dia

    A Deputada orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para apreciação do Projeto de Lei nº 849, de 2025, que reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia Franca, no Estado de Santa Catarina.

    Palavras-chave oficiais: Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Orientação de bancada,Partido Liberal (PL),Minoria parlamentar,Oposição política,Voto favorável

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Nós orientamos "sim" a esta matéria, que é urgente para Santa Catarina como um todo e para o sul do Estado. Isso serve de exemplo para o Governo, que tem demarcado áreas de proteção ambiental altamente questionáveis, impedindo o direito de moradia. Isso não faz sentido algum na área demarcada de Floripa para baixo. Nós somos a favor da preservação ambiental, mas não faz sentido impedir as famílias que têm título, que têm tudo certinho há muitos anos, de viver naquela região. Eu trabalhei sobremaneira para que este tema viesse para o Plenário, participei de reunião de Líderes, não nesta semana, mas na semana passada, e trouxe temas importantes para Santa Catarina, como a demarcação da terra indígena Morro dos Cavalos, além do tema referente à APA da Baleia Franca. Há um projeto sobre o mesmo tema, já aprovado na Comissão do Agro, que agora segue para a Comissão de Meio Ambiente. Entendemos a necessidade de aprovar a urgência desta matéria, Deputada Geovania, Deputado Ismael e todos os nossos colegas Deputados de Santa Catarina que estão nos assistindo, bem como os Deputados Guidi e Daniel, que são da nossa cidade e sabem que este é um assunto de extrema importância. Mas nós também temos que aprovar, o quanto antes, o mérito, porque essas famílias não podem mais esperar. Eu agradeço a V.Exa., Presidente, a disponibilidade em colocar este tema em pauta, o que também foi pedido pelo PL quando eu tive a oportunidade de liderar a bancada do partido na reunião de Líderes. Agradeço à Deputada Geovania de Sá, autora do requerimento. Seguimos firmes em busca de justiça para as famílias afetadas pela APA da Baleia Franca.
  • 01/07/2026pela ordemOrdem do Dia

    A Deputada orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para apreciação do Projeto de Lei nº 896, de 2023, que altera a Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, e o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal), para dispor sobre crimes praticados em razão de misoginia.

    Palavras-chave oficiais: Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Orientação de bancada,Voto contrário,Oposição política

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, a Oposição orienta "não" ao requerimento de urgência. Eu vi alguns colegas Parlamentares da bancada evangélica conversarem com Deputadas aqui e, quando eles se posicionam dizendo que não estão de acordo com o texto, elas fazem uma cara e dizem: "Para que essa intransigência? Quem ganha com isso? Não são as mulheres brasileiras". Eu digo e afirmo: as Deputadas de esquerda que aqui tentam passar um projeto de lei para censurar e afetar a questão religiosa não representam 100% das mulheres brasileiras. O que vai mudar a vida da mulher é quando bandido, agressor, estuprador ficar na cadeia; quando esta Casa tiver a coragem, e V.Exa., Presidente Hugo Motta, instalar a Comissão Especial para tratar da redução da maioridade penal, para a gente enfrentar esse tema que eu sei que V.Exa. também concorda que é supernecessário para o Brasil. Obrigada.
  • 01/07/2026pela ordemOrdem do Dia

    A Deputada orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para apreciação do Projeto de Lei nº 896, de 2023, que altera a Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, e o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal), para dispor sobre crimes praticados em razão de misoginia.

    Palavras-chave oficiais: Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Orientação de bancada,Voto contrário,Partido Liberal (PL)

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, esta é uma semana esvaziada nesta Casa. Não é a semana adequada para tocar para frente um tema desse. E mulher não quer isso. Sabe o que mulher quer? Mulher quer a redução da maioridade penal, ao qual as Deputadas aqui favoráveis ao PL da Misoginia votaram contra a admissibilidade e a constitucionalidade na CCJ. Apesar de a Relatora ter acatado pedidos de algumas bancadas, ainda temos termos muito vagos que deixam a critério do juiz. Isso acaba em uma perseguição. Nós podemos ter o absurdo de que matar uma mulher não é um crime imprescritível, mas falar contra a coletividade, a dignidade da coletividade da mulher é um crime imprescritível. Então, sim, parece-me que isso é para perseguição religiosa, para calar opositores. Mulher quer bandido na cadeia! Isso é o contrário do que as Deputadas aqui defendem e votam. Então, é um completo contrassenso. Mais uma coisa. Há um negócio no texto, que não existe, é fictício, mas eu tive acesso porque a Relatora me passou, dizendo que é "condição de mulher". O que é "condição de mulher"? É botar peruca, usar saia, mesmo se for homem? A gente tem que ver bem esse artigo. O SR. PRESIDENTE (Hugo Motta. Bloco/REPUBLICANOS - PB) - Deputada Julia Zanatta, já prorroguei o tempo de orientação de V.Exa. Eu peço que conclua. A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC) - Para concluir, Presidente, o PL orienta "não" à urgência porque não é o momento adequado de tratar desse tema que ainda não está maduro, há várias divergências. E as mulheres precisam, sim, de proteção. E proteção para a mulher é bandido na cadeia!
  • 01/07/2026pela ordemBreves Comunicações

    A Deputada parabenizou o Deputado Sargento Fahur e criticou a mudança de posição da Esquerda e do Governo Lula sobre as bets, afirmando que o tema foi trazido pelo próprio grupo e que a regulamentação buscou arrecadação. Além disso, apontou incoerência de Parlamentares que se declararam contrários, mas não votaram contra a matéria, e sustentou que o PT apoiou a proposta, enquanto PL e ela própria votaram contra.

    Palavras-chave oficiais: Aposta esportiva,Apostas de Quota Fixa,Governo federal,Esquerda política,incoerência,regulamentação,Arrecadação tributária

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    A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Quero parabenizar o Deputado Sargento Fahur pela fala. Eu não estou entendendo esse mi-mi-mi agora, falando contra a bets, se foram eles que a trouxeram. Eles trouxeram o assunto das bets. O Governo Lula quis regulamentar as bets, porque quer money, money, quer arrecadar dinheiro. E agora quer se colocar contra? Pois foram eles que colocaram isso no brasileiro, que permitiram as propagandas das bets que estão aí para os brasileiros. Foram eles: a Esquerda! Há Deputado aqui que diz que é contra, mas, no dia, não apareceu para votar. Votou nos outros itens, mas não apareceu para votar no negócio das bets. O PT todo foi a favor. O PL foi contra. Eu fui contra, o Deputado Sargento Fahur foi contra. E agora, em ano eleitoral, querem dizer que são contra? É uma grande mentira! Obrigada.
  • 30/06/2026como líderBreves Comunicações

    A Deputada afirmou que o Presidente da República desrespeitou Santa Catarina durante visita ao Estado, ao contestar declarações sobre a população local, inclusive a referência ao racismo. Na oportunidade, destacou indicadores de desenvolvimento, segurança e geração de empregos. Em seguida, defendeu a autonomia dos Estados, criticou políticas econômicas e fiscais do Governo Federal e mencionou o pacto federativo. Por fim, elogiou a gestão estadual e sustentou que o modelo catarinense deveria servir de referência para outras unidades da Federação.

    Palavras-chave oficiais: Santa Catarina,Visita oficial,Presidente da República,declaração,População,Geração de emprego,Governo federal,Política econômica,Pacto federativo,Administração estadual,Governo estadual,Racismo

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    A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Como Líder. Sem revisão da oradora.) - Presidente, colegas Deputados, a gente recebeu em Santa Catarina, infelizmente, a visita do Presidente Lula. Ele pisou em solo catarinense. A gente tem muito orgulho de ser catarinense. Eu gostaria que todos, de todos os Estados, tivessem orgulho das suas raízes, das suas tradições. Aliás, Lula pisou em solo catarinense para dizer que tem orgulho de ser pernambucano. Que legal! Mas ele não quer que o povo catarinense tenha orgulho e que fale dos seus índices. Ele falou que o catarinense tem mania de grandeza, e é o contrário. Temos muita humildade. Nós somos o destino preferencial de migrantes dentro do País, superando São Paulo, que, historicamente, sempre foi o maior destino de migrantes. E assim você lê uma reportagem, como eu li, que mostra que o cidadão saiu lá do Maranhão, com família, cachorro, levou máquina de lavar, e foi de ônibus até Florianópolis. Desceu mais ao sul do Estado, para a minha cidade, Criciúma, em busca de emprego, de possibilidade de ascensão social, em busca de segurança, em busca de serviços públicos que funcionem, o que demonstra a grandeza, sim, do nosso Estado. Nós sempre recebemos as pessoas com muita educação e muito acolhimento. Há muito emprego e desenvolvimento e possibilidade de ascensão social, e isso irrita o Lula. O Lula, que ontem falou que nunca foi esquerdista, disse que tinha relação com os sindicatos da Alemanha — Lula e a Esquerda adoram falar de nazismo e de Hitler. Mas eles não contam que são eles que usam os métodos de Hitler para chamar os outros de inimigo do povo, como Hitler fazia: quando se era contra o regime, era inimigo do povo, como quiseram fazer com quem votou contra o fim da escala 6 por 1. Eu votei contra o fim da escala 6 por 1, e votaria dez vezes. O povo está empobrecido, e querem vender que isso vai melhorar a vida deles, mas não vai, porque o que o povo precisa é de dinheiro no bolso, de menos impostos e ser menos roubado. Quem defende o aumento de imposto desenfreado e os gastos desenfreados é o Lula, é o PT. E aí ele pisa em Santa Catarina e diz que lá não pode continuar com o racismo. Que racismo? Está chamando o povo catarinense de racista! Pois Hitler fez isso, tentando colar o estigma que influenciadores de esquerda, políticos de esquerda vivem vomitando contra o nosso Estado. Mas eu vou contar uma coisa para vocês: Hitler era desarmamentista, assim como são todos os regimes autoritários e o comunismo. Pois o Lula, mesmo dizendo ontem que nunca foi esquerdista, já falou em evento que tem orgulho de ser comunista, porque o comunista é assim: nem sabe o que fala, ele é o que precisa ser. Contudo, ele já falou que tem orgulho de ser comunista, e o comunismo matou tanto quanto, ou até mais, que o nazismo, que o fascismo. E todos esses regimes autoritários tinham em comum o desarmamento, tinham em comum que nada é das pessoas, que nada é do indivíduo, que tudo é do Estado. Eles tinham em comum ser contra a propriedade privada, eles tinham em comum controlar inclusive o que é cultura. Controlavam tudo, tudo dentro do Estado, nada fora do Estado, isso era o que dizia Mussolini do fascismo. E quem defende que tudo tem que ser do Estado, que tudo tem que ser controlado, que a propriedade privada não deve existir e pune quem prospera, ou seja, quem defende esse tipo de argumentação é justamente a Esquerda. Então, Lula, você vai ter que aceitar que Santa Catarina não vota em você, que a maioria de Santa Catarina não vota em você. Respeite isso! E, em vez de o cara ir para lá tentar melhorar isso, ele piora ainda mais a situação dele no Estado. E digo ainda que, em 2002, a maior vitória proporcional do Lula foi em Santa Catarina! Será que ele se esqueceu disso? Mas, logo, o catarinense, que não é bobo nem nada, viu que era um Governo falido, um Governo socialista, um Governo de muitos escândalos, de corrupção, que não ia para frente, que não valorizava Santa Catarina e que retirava a autonomia dos Estados e dos Municípios. A gente tem, sim, que rever o pacto federativo, pois tem muito Estado dando muito e recebendo pouco e muito Estado dando pouco e recebendo muito, facilitando inclusive algumas patotinhas que existem dentro do Congresso e que só favorecem alguns Estados. O Brasil é um país lindo, um país rico, um país que pode ser próspero, mas nós precisamos enfrentar os verdadeiros problemas. É criminoso um Presidente da República pisar em solo catarinense e desrespeitar e ofender a nossa gente. Isso é um absurdo, é abjeto, não é postura de um Líder de Estado — não é postura! E toda vez que ele pisa naquele solo, ele aproveita para falar de Jorginho Mello e chora que Jorginho Mello não o recebe. Supera, Lula! O Jorginho Mello não quer recebê-lo, e não vai recebê-lo! Supera isso, para de chorar! Que coisa mais chata! Ninguém é obrigado a recebê-lo. Existe alguém te impedindo de ir para Santa Catarina? Não existe, mas o Governador Jorginho Mello não quer receber você, cara, e pronto. Você somente disse que ia ter o maior orçamento para estradas; depois foi lá e cortou. Não precisa. Ninguém quer te receber lá. O Jorginho não quer receber o Lula e deu. Toca a tua vida. Agora, faltar com respeito ao povo catarinense, inclusive àqueles que acabam por apoiar o Lula em Santa Catarina, porque ele também tem eleitor lá... Então, o nosso Biden brasileiro, que é o Lula, tem falado muita porcaria por aí. Já não tem mais condição nenhuma de ser Presidente da República, nenhuma. Ele radicalizou totalmente, gastou demais: 1,4 bilhão de reais no cartão corporativo e botou em sigilo por não sei quantos anos, sendo que falava do sigilo da época do Bolsonaro, coitado, que gastou bem pouco perto desses 1,4 bilhão de reais. Então, Lula, aprenda a respeitar Santa Catarina. Você e sua turma já não é de hoje que estão tentando estigmatizar o povo catarinense, que é um povo acolhedor, um povo trabalhador e um povo que recebe, sim, os migrantes com muita alegria, aqueles que vão para contribuir, para respeitar a nossa cultura, para viver lá em meio aos catarinenses de maneira ordeira. São muito bem recebidos e estão felizes. Perguntem a eles, porque, senão, não haveria tanta gente indo para Santa Catarina, se fosse tão ruim. Por que estão indo para Santa Catarina, se é tão ruim? É óbvio que é bom. Nós temos índices de desenvolvimento invejáveis, de países da Europa, e deveríamos ser modelo para o Brasil. Deveríamos ser exaltados: "Olhem só Santa Catarina como é legal! Vamos repetir, vamos replicar isso nos outros Estados do País?" Não. Mas o invejoso, o esquerdista, o socialista é assim: tudo o que é bom eles têm que detonar. Eles não gostam de ninguém que prospera, de ninguém que dá certo, de ninguém que trabalha, de ninguém que empreende, que dá certo e que não fica esperando pelo Estado, porque o sonho do Lula é que todos nós sejamos dependentes do Estado e mendiguemos migalhas. Pois nós, os catarinenses, nunca seremos isso, Lula. Pode ter certeza.
  • 30/06/2026pela ordemBreves Comunicações

    A Deputada apoiou o pedido da Deputada Soraya Santos pela correção do registro de licença-maternidade no sistema de frequência e relatou ter sido alvo de críticas da Oposição com base nessa classificação equivocada. Também contestou a postura da Esquerda em relação à maternidade, citando a substituição do termo "mãe" por "pessoa que gesta". Além disso, defendeu o governo anterior, afirmando que a descentralização de recursos beneficiou todos os Estados e Municípios brasileiros, inclusive o Rio Grande do Sul, cujas contas foram regularizadas durante a pandemia. Por fim, criticou o Governo Lula por concentrar poder e recursos em Brasília e direcionar verbas a aliados políticos.

    Palavras-chave oficiais: Deputada federal,ausência,justificativa,Licença à gestante,Esquerda política,Mãe,Parlamentar,Vocábulo,Crítica,alteração Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Recursos orçamentários,Governo federal,gestão,Crítica

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    A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, eu quero apoiar aqui o que a Deputada Soraya Santos falou, porque eu sofri com essas acusações de faltas pela Esquerda, que é baixa, vil, nojenta e não respeita as mulheres e a maternidade. Tanto não respeita as mulheres e a maternidade que agora não é mais "mãe", é "pessoa que gesta". E pegaram lá, como aparece no site, uma falta justificada para dizer que eu faltei enquanto estava de licença maternidade. Então, para mim não vai mais resolver, e tudo bem, eu aguento tomar pancada, mas, talvez, para outras Deputadas que vão ainda tirar licença maternidade isso seja muito importante. E sobre a questão do Governo Bolsonaro, os Municípios brasileiros, todos, os Estados brasileiros, todos, nunca viram tanta descentralização de dinheiro como no Governo Bolsonaro. Houve Estado que, durante a pandemia, inclusive, estava com as contas atrasadas, com a folha de pagamento atrasada e conseguiu pagar essa folha graças à descentralização de dinheiro do Governo Bolsonaro, como é o caso do Rio Grande do Sul. O Governador Eduardo Leite, que nem era aliado do Bolsonaro, conseguiu colocar as contas do Estado em dia por causa dessa descentralização de poder e dinheiro. E no Governo Lula ocorre o contrário. É muita centralização de poder e dinheiro aqui em Brasília, para eles liberarem dinheiro só para os amiguinhos deles. Isso está claro, sim, quando se vai ao mercado. O povo brasileiro sabe do que eu estou falando.
  • 30/06/2026pela ordemOrdem do Dia

    A Deputada criticou o aumento da dívida bruta para 81% do PIB e contrastou esse cenário com o período do Governo anterior, no qual, segundo ela, a dívida era menor e havia responsabilidade fiscal. Além disso, apontou a elevação dos juros e o encarecimento de alimentos, combustível, saúde e educação como consequências diretas da Gestão atual. Por fim, afirmou que o Governo omite a verdade sobre a situação econômica do País, enquanto a população sente, no cotidiano, a perda do poder de compra.

    Palavras-chave oficiais: Governo federal,Dívida bruta,Taxa de juros,aumento,Alimento,Combustível,Preço,Crítica,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),gestão

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    A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, é bom fazer o registro de algo que diz respeito a todos os brasileiros: a dívida bruta subiu para 81% do PIB. Enquanto no Governo Bolsonaro tivemos a menor dívida, quando o Governo foi entregue com responsabilidade fiscal; agora, temos um Governo com dívida, déficit e juros altos — juros mais altos. Na época do Bolsonaro, quando os juros eram menores, eles ficavam aqui berrando e gritando. Eu ainda não era Deputada, mas acompanhava tudo o que eles falavam. Então, o que isso significa para o povo brasileiro? Mais dívida, mais juros, menos sobra no bolso do povo brasileiro. Fica tudo mais caro. Os alimentos estão mais caros. Enquanto Lula falava que o povo ia comer picanha, o preço da picanha subiu mais de 10%. O preço da carne — qualquer corte, do mais simples ao mais sofisticado — subiu, assim como subiu o preço do combustível, da saúde e da educação. E há obras paralisadas. Enquanto isso, nós temos um Governo que mente descaradamente ao dizer que o Brasil vai bem. Esse Governo não tem a coragem de falar a verdade. Digo isso porque o povo brasileiro sente que está tudo mais caro. O povo brasileiro vai ao mercado e sente isso. Ele não sabe quanto que é a inflação ou qual é a taxa de juros, mas ele sente que o dinheiro dele não vale mais nada. É sobre isso que temos que falar aqui diariamente, não sobre as narrativas que a Esquerda todo dia tenta emplacar.
  • 30/06/2026pela ordemOrdem do Dia

    A Deputada afirmou que a bancada não teve tempo suficiente para discutir os temas com profundidade e relatou que, embora a assessoria tenha considerado o Projeto de Lei nº 5.695, de 2023, que tipifica penalmente a alteração de fotos, vídeos e som com o uso de sistema de Inteligência Artificial para praticar violência contra a mulher meritório, houve reclamações sobre a falta de previsibilidade da pauta. Além disso, observou que essa cobrança já havia sido feita por partidos da Câmara durante a campanha de Hugo Motta à Presidência da Casa e sustentou que a instabilidade da agenda impediu a análise cuidadosa e responsável das proposições.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Violência contra a mulher,Crime de manipulação de fotos e vídeos com o uso de sistema de inteligência artificial

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    A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, o que está sendo debatido aqui na nossa bancada é que não temos nem tempo para discutir os assuntos com profundidade. Por exemplo, a minha Assessoria orientou que esse projeto é um projeto meritório, mas os colegas estão reclamando da falta de previsibilidade da pauta, que era uma necessidade de todos os partidos da Câmara na oportunidade da campanha do Deputado Hugo Motta para a Presidência da Câmara. Essa é uma reclamação que é feita. Passa Presidente — e olhe que eu não estou há muito tempo aqui —, e continua essa falta de previsibilidade, o que nos impede de analisar os projetos com calma e com a responsabilidade que o cargo de Deputado Federal necessita.
  • 17/06/2026encaminhamento de votaçãoOrdem do Dia

    A Deputada encaminhou a votação do requerimento de urgência para o Projeto de Decreto Legislativo nº 717, de 2024, que susta o art. 2º do Decreto nº 1.775, de 1996, que “dispõe sobre o procedimento administrativo de demarcação das terras indígenas e dá outras providências”, o Decreto nº 12.289, de 2024, que “homologa a demarcação administrativa da terra indígena Toldo Imbu, localizada no Município de Abelardo Luz, Estado de Santa Catarina”, e o Decreto nº 12.290, de 2024, que “homologa a demarcação administrativa da terra indígena Morro dos Cavalos, localizada no Município de Palhoça, Estado de Santa Catarina”.

    Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Requerimento de urgência,Projeto de decreto legislativo,favorável

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    A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Sem revisão da oradora.) - Presidente, vou fazer o encaminhamento geral da matéria. Eu tenho quantos minutos? (Pausa.) São 3 minutos. É muito importante este requerimento de urgência que vai ser votado agora. Quero pedir a atenção de todos os Parlamentares: dos que estão no plenário, dos que não estão no plenário. Nós tivemos o apoio da Liderança do PL, da Liderança do blocão, com a assinatura do Deputado Pedro Lucas, com a assinatura do Líder do Republicanos também, o Deputado Coutinho, enfim. Temos ampla maioria para aprovar este requerimento de urgência. Esse é um PDL do Senador Esperidião Amin, que já foi aprovado no Senado e veio a esta Casa, que trata da sustação de um decreto do Presidente Lula da demarcação da Terra Indígena do Morro dos Cavalos, em Santa Catarina. É preciso garantir a propriedade privada e a segurança jurídica. Esse decreto tem problemas gravíssimos, laudos antropológicos muito questionáveis. A população local não foi ouvida, o decreto não foi feito de maneira adequada. Inclusive, a Consultoria do Senado apoiou o PDL do Senador Esperidião Amin e disse que ele estava correto, na época em foi aprovado no Senado, no Plenário do Senado. A gente precisa enfrentar esse tema. Hoje estamos votando somente o requerimento de urgência de minha autoria, que lutamos muito para colocar em pauta aqui no plenário. Trabalhamos, articulamos, conversamos com líderes políticos. Fomos até o Colégio de Líderes pedir ao Presidente Hugo Motta para pautar a matéria. Também trabalhamos com o entendimento das outras lideranças. Vamos encaminhar "sim" ao requerimento de urgência. Obrigada, Presidente.
  • 17/06/2026pela ordemOrdem do Dia

    A Deputada orientou a bancada na votação do Substitutivo ao Projeto de Lei º 4.133, de 2023, que dispõe sobre diretrizes para a formulação da política industrial, tecnológica e de comércio exterior brasileira. Aproveitou para defender a importância do debate presencial no Plenário da Câmara dos Deputados como elemento central da democracia e manifestou críticas ao uso do Sistema de Tramitação e Informação Legislativas (Infoleg), argumentando que a modalidade remota teria contribuído para o esvaziamento das discussões parlamentares.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Partido Liberal (PL),Voto contrário Plenário da Câmara dos Deputados,Democracia,Sistema de Tramitação e Informação Legislativas (Infoleg),Atuação parlamentar

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    A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, a gente vê como é necessário o debate aqui no Plenário da Câmara dos Deputados. A gente consegue, de fato, debater, argumentar, ouvir os colegas Deputados. E é disso que é feita a democracia. Infelizmente, o Plenário da Câmara dos Deputados, que deveria ser o centro da democracia, está cada vez mais silenciado e esvaziado desde a pandemia, quando instituíram o Infoleg. Gostaria que voltasse, porque a gente quer ouvir o que os outros Deputados têm a contribuir. O PL vai orientar "não" a esta matéria. É um projeto altamente intervencionista, como dito aqui por outros Deputados, que só prejudica a liberdade econômica e a indústria como um todo. Vai beneficiar alguns, aqueles que governam junto com o rei. Então, o PL orienta "não" nesta matéria.
  • 17/06/2026pela ordemOrdem do Dia

    A Deputada orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei º 4.133, de 2023, que dispõe sobre diretrizes para a formulação da política industrial, tecnológica e de comércio exterior brasileira.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei ordinária,Partido Liberal (PL),Voto favorável

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    A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, o PL orienta "sim" à retirada de pauta. É necessário que a gente tenha mais tempo para talvez até melhorar esse texto, se é que isso é possível. Se é para tratar de algo da indústria brasileira, esse PL necessita de questões que tratem sobre entraves à competitividade brasileira, burocracia excessiva, insegurança jurídica, carga tributária elevada e dificuldades para investir e empreender. Esse projeto é altamente intervencionista e vai prejudicar ainda mais a competitividade brasileira. Por isso, há necessidade de se retirar de pauta, por hora, esse projeto. É "sim".
  • 17/06/2026pela ordemOrdem do Dia

    A Deputada manifestou solidariedade à Vereadora Ada Munaretto, de Passo Fundo (RS), e afirmou que a Parlamentar estaria sendo alvo de perseguição política em razão de declarações sobre a representação das mulheres. Além disso, assinalou que situações semelhantes estariam ocorrendo em Estados e Municípios brasileiros. Por fim, criticou a atuação de integrantes do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) em ações contra mulheres que ocupam cargos de poder e sustentou que essas iniciativas buscariam restringir a atuação política dessas representantes.

    Palavras-chave oficiais: Vereadora,Passo Fundo (RS),Perseguição política,Representatividade feminina,Mulher,Participação política,solidariedade Partido Socialismo e Liberdade (PSOL),Mulher,Cargo político,Participação política

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    A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Quero saudar a Vereadora Ada Munaretto, de Passo Fundo, no Rio Grande do Sul, e dizer que sinto muito porque ela está sendo perseguida por membros do PSOL. Ela foi processada por ter falado que Erika Hilton não a representa como mulher. Isso está acontecendo em diversos Estados brasileiros e em Municípios brasileiros. Aqueles que dizem defender as mulheres, do Partido Socialismo e Liberdade, entram com representações contra mulheres que ocupam espaços de poder para tirar a sua voz e os seus mandatos. Isso é um completo absurdo, insano, que a gente vive no Brasil. Minha solidariedade!
  • 17/06/2026pela ordemOrdem do Dia

    A Deputada orientou a bancada na votação da expressão "pública" constante após a palavra "instituição", no inciso XII do art.3º da Lei nº 10.972, de 2004, incluído pelo art. 2º da subemenda substitutiva apresentada ao Projeto de Lei nº 424, de 2015, que acrescenta o Inciso XXXII ao art. 24 da Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993, e altera o art. 3º da Lei nº 10.972, de 2 de dezembro de 2004, permitindo a dispensa de licitação para aquisição de hemoderivados pelo Sistema Único de Saúde - SUS.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Expressão textual,Dispositivo legal,Subemenda substitutiva,Projeto de lei ordinária,Partido Liberal (PL),Oposição política,Voto contrário

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    A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, só um minuto. É que o microfone caiu ali. Vou orientar pelo PL e pela Oposição. Nós vamos acompanhar o destaque do NOVO. Estava ouvindo aqui o debate, muito bem explicado pelo Deputado Gilson Marques, do meu Estado de Santa Catarina, e reforço que o Deputado Jorge Solla acabou contribuindo na formação da nossa opinião para orientar "não" e para ir conforme o destaque do NOVO. Como o próprio Deputado afirmou que está na Constituição a proibição de que o sangue se torne mercadoria, não há por que ter medo desse destaque do NOVO. É somente tirar uma palavra desnecessária, que é a palavra "público", lá no projeto. Portanto, vamos acompanhar o destaque do NOVO com a explicação do Deputado Gilson Marques. (Palmas.)
  • 16/06/2026como líderOrdem do Dia

    A Deputada criticou a condenação de Eduardo Bolsonaro pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por coação no curso do processo. Afirmou que houve perseguição política contra a Direita, com falhas no devido processo legal e abuso de autoridade do STF. Além disso, defendeu a atuação de Eduardo no exterior, mencionou a recepção na Casa Branca e a articulação para classificar Comando Vermelho e PCC como organizações narcoterroristas. Por fim, manifestou solidariedade a Bolsonaro, a presos do 8 de janeiro e a outros aliados, sustentando que a Direita resistiria às tentativas de silenciamento.

    Palavras-chave oficiais: Supremo Tribunal Federal (STF),Condenação,Ex-deputado federal,Coação,Perseguição política,Direita política,atuação,País estrangeiro

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    A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Como Líder. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Subo a esta tribuna para falar sobre mais um absurdo. Eduardo Bolsonaro, que está em exílio nos Estados Unidos — não vivemos numa democracia plena aqui no Brasil, e ele teve que ficar lá —, foi condenado no Supremo Tribunal Federal por coação no curso do processo. Mas vejam só, senhores: o art. 344 do Código Penal prevê pena no caso de uso de violência ou grave ameaça. Eduardo não ameaçou ninguém. Ele articulou politicamente, deu entrevistas e denunciou no exterior os abusos cometidos contra a Direita no Brasil, coisa que a Esquerda fez a vida toda. E agora eles se mordem de inveja porque Eduardo é recebido na Casa Branca; porque o Flávio Bolsonaro, por articulação de Eduardo Bolsonaro, é recebido pelo Presidente Trump. Vocês se mordem de inveja porque vocês viviam denunciando o Bolsonaro fora do País e tramando contra o País, como vocês gostam de dizer, em organismos internacionais. A Direita aprendeu a fazer isso, e vocês odeiam o fato de que Eduardo Bolsonaro é bem relacionado fora do País. E não é somente nos Estados Unidos, não. Semana passada, o Brasil passou mais uma vergonha. A Corte da Itália falou que isto aqui é uma zona, com outras palavras, porque Alexandre de Moraes é um juiz que tem todos os papéis do processo: vítima, acusador, promotor, tudo que ele quiser ser. Foi isso que a Corte da Itália falou na decisão, quando liberou a Deputada Carla Zambelli. O que vocês chamam de "bandidos de estimação", como eu vi aqui um Deputado falando... Que bandidos? Quem diz que temos criminosos é o Lula, "os nossos criminosos". O próximo Presidente da República, o Flávio Bolsonaro, foi para lá para classificar Comando Vermelho e PCC como organizações narcoterroristas, que é o que eles são, e o povo sofre com isso. Enquanto isso, a Esquerda vai fazer lobby para defender as organizações terroristas para que elas não sejam assim classificadas. E o Governo Lula vem falar em soberania. Não deixou dinheiro nem para o Ministério da Defesa cuidar das fronteiras brasileiras... Essa notícia é recente. Soberania do quê? Só se for soberania das organizações narcoterroristas, que perseguem, que estupram mulheres, que tratam mulheres como moedas de troca. Minha solidariedade ao Eduardo Bolsonaro, que não se acovarda. E todo mundo fica falando dele, que ele tem um comitê lá nos Estados Unidos, que ele quer decidir a eleição. Ora, se o irmão do candidato a Presidente da República não pode opinar, quem eles têm que ouvir? A GloboNews? Ou algum órgão de imprensa? Ou a Esquerda? A gente tem que parar de ser pautado pelos nossos adversários, por quem sempre nos odiou. A gente tem que ter coragem de ouvir aquilo que a nossa base fala. A gente tem que ter essa coragem de ouvir. Temos que parar de... Eles dão uma sapateada, e todo mundo já corre. Bando de covardes! Nós estamos vendo muitos dos que se diziam apoiadores já correrem. Alguns vão conforme o vento vai: onde está mais legal, onde está mais famoso, onde está melhor. Política e conservadorismo não são coisas para "homens de geleia". Fidelidade, constância e firmeza! Eu tenho a certeza de que o nosso maior líder, Bolsonaro, vai voltar. Vocês fizeram isso, a corja fez isso, para tirar a maior liderança da Direita, para prender Bolsonaro. Ainda prenderam um monte de inocentes do 8 de janeiro, que têm restrição de liberdade. Alguns estão presos até hoje, como a D. Dirce, que está lá em Ituporanga. Isso é uma vergonha completa. Quero deixar a minha solidariedade aqui ao meu amigo Deputado Eduardo Bolsonaro; meu amigo, sim, nas horas boas e nas horas ruins. Além de tudo isso que eu já falei, houve falhas graves no devido processo legal. Eduardo deveria ter sido citado por carta rogatória, e não por edital, mesmo com seu endereço conhecido nos Estados Unidos. Tanto é assim que Paulo Figueiredo, no mesmo inquérito, foi notificado por carta. O mais grave é que o STF puniu um brasileiro por decisões soberanas de outro país, nesse caso, dos Estados Unidos. Tarifas e sanções aplicadas por outro país viraram prova contra Eduardo, como se ele mandasse no Governo americano e como se ele tivesse usado isso para coagir no curso do processo. Essa é só mais uma dentre tantas aberrações jurídicas que a gente vê no nosso Brasil. Quando tivemos o vazamento das conversas do gabinete de Moraes, o Juiz Airton, se não me engano, juiz auxiliar de Alexandre de Moraes, falava: "Temos que pegar o Eduardo Bolsonaro". Em outra conversa, ele falava que tinha que usar criatividade para pegar Revista Oeste, entre outros veículos de comunicação. É isso que vocês apoiam? Vocês fizeram de tudo para eliminar a Direita brasileira, mas a Direita brasileira vive. O povo não é bobo. A Direita brasileira resiste. Vocês não vão calar a nossa voz, vocês não vão nos eliminar politicamente. Nós vamos voltar, com certeza, e vamos voltar com tudo, sem dó nem piedade, não fazendo o governo da vingança, como o Governo Lula faz, mas, de maneira firme, vamos tratar de quem fez maldade com inocentes. Podem esperar! Registro minha solidariedade a todos os presos políticos: Eduardo Bolsonaro, um exilado; Presidente Jair Bolsonaro, um dos maiores injustiçados; Dona. Dirce; Darisa; Camila, de Tubarão; Dona Fátima, de Tubarão; Clezão, que morreu depois de ser sequestrado pelo Estado brasileiro; Ramagem; Daniel Silveira, entre tantos outros. Vocês estão acumulando prisões de adversários políticos. Quando alguém disser que a Esquerda é incompetente, lembrem-se de uma competência que ela tem: calar, perseguir e prender seus adversários políticos. Muito obrigada.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. Primeiro registro: 22/12/2023. Como calculamos: metodologia.