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Detector de Bananada
Foto de Julia Zanatta

Deputada · Câmara

Julia Zanatta

PL · SC

Direitapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Julia Pedroso Zanatta · 41 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 85 de 100, Cara Bom0406080100

85/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 80% dos deputados · média do partido: 78

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 86%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 77%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 99%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 91%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

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Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 20%das 688 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ela votou

Vota com o próprio partido 88%das 652 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ela votou

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E-mail
dep.juliazanatta@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5448
Gabinete
Gabinete 448, Anexo IV, 4º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

86%

Esteve em 338 de 391 sessões

Melhor que 15% dos deputadosMédia do partido: 92%

Votou nas votações

77%

Registrou voto em 863 de 1.128 votações nominais

Melhor que 34% dos deputadosMédia do partido: 80%

Iniciativas que viraram lei

0

de 118 projetos apresentados (0%)

31 avançaram · 67 em andamento · 20 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

20%

Em 688 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 1% dos deputadosMédia do partido: 33%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

210 discursos na tribuna · de 03/02/2023 a 01/09/2026.

  • 18/12/2023outros

    A Deputada registrou voto contrário ao requerimento de urgência para a proposição que trata do Tribunal de Contas da União. Justificou sua posição por não querer diferenciar ainda mais o trabalhador brasileiro comum do funcionalismo público. A Parlamentar afirmou que também será contra o mérito da proposta.

    Palavras-chave oficiais: Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Tribunal de Contas da União (TCU),Voto contrário

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, eu só queria registrar o meu voto contrário ao requerimento de urgência sobre o Tribunal de Contas da União, porque todos os benefícios — não é o mérito, eu sei — concedidos serão levados juntos na aposentadoria. Nós não podemos diferenciar ainda mais o trabalhador brasileiro comum do funcionalismo público. Por isso sou contra o requerimento de urgência e serei contra o mérito. Obrigada.
  • 14/12/2023

    A Deputada orientou a bancada no Destaque nº 3 para votação em separado do Parágrafo 2º, Art. 30A, apresentado à Medida Provisória nº 1.187, de 2023, que altera a Lei nº 14.600, de 2023, para criar o Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Dispositivo legal,Medida provisória,Obstrução parlamentar,Oposição política

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - É até uma piada dizer que quem adora acabar com emprego e renda e diz que quer distribuir riqueza e socializar tudo quer fortalecer o empreendedor. Quem verdadeiramente fortaleceu o pequeno, o médio, o micro, todos os empreendedores do Brasil, foi o Presidente Jair Bolsonaro com o PRONAMPE, que foi uma ideia do então Senador Jorginho Mello, que recebeu grande apoio, que foi sancionado também pelo Presidente Jair Bolsonaro. Não é a criação de um Ministério ou de mais um ente burocrático que vai ajudar, que vai estimular o empreendedorismo — não! O Estado não cria nada, não gera nada. Vejam lá na Argentina! O Presidente Milei cortou Ministérios. Por isso, a Oposição também orienta "obstrução".
  • 14/12/2023

    A Deputada orientou a bancada na votação da expressão "incluído o poder de compra governamental para o desenvolvimento dos territórios", constante do inciso XII, art. 30-A, da Medida Provisória nº 1.187, de 2023, que cria o Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte. Expressou sua indignação com a declaração do Presidente Lula e destacou que é impossível aceitar um tratamento que ignora metade da população brasileira.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Expressão textual,Dispositivo legal,Medida provisória,Obstrução parlamentar,Partido Liberal (PL)

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, nós até estávamos conversando com o Deputado Helder Salomão, que gentilmente tentou fazer um acordo conosco. Deputado Helder, como falei para V.Exa., depois de ouvir a declaração do Presidente Lula, é impossível aceitar que ele trate metade dos brasileiros dessa forma, ignorando que metade da Nação não concorda com ele. Ele prometeu pacificar o País, e tudo que está fazendo é jogar mais gasolina. Eu acho um absurdo quem faz qualquer tipo de acordo ou quem vive da expectativa de piedade dos seus inimigos, que estão perseguindo, calando. Por isso, o PL está em obstrução neste momento e, se depender de mim, de hoje para a frente.
  • 14/12/2023

    A Deputada orientou a bancada na votação do Caput do art. 30-A, da Medida Provisória nº 1.187, de 2023, que cria o Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Dispositivo legal,Medida provisória,Partido Liberal (PL),Obstrução parlamentar

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, é lamentável o Governo criar mais um Ministério para acomodar uma pessoa que ficou desempregada, como falou o Deputado Mendonça. Lula, além de dizer claramente que se orgulha de ter conseguido colocar um companheiro comunista no STF, agora cria mais um Ministério. Se passar, esta MP vai prejudicar setores produtivos. Por isso, nós estamos revoltados — a palavra é essa. Se pudéssemos, escreveríamos ali "revolta" no lugar de "obstrução". O PL está em obstrução. Se for preciso, vamos ficar aqui em obstrução até o Natal. Obrigada, Presidente.
  • 14/12/2023

    A Deputada criticou a falta de previsibilidade nas votações do Congresso Nacional, destacando a votação surpresa da Medida Provisória 1.185, de 2023, que trata da subvenção de ICMS. Expressou preocupação com a ausência de planejamento para as sessões, prejudicando a participação dos parlamentares e a compreensão das propostas em votação. Também se opôs à criação de mais Ministérios, apontando para a contradição entre a decisão de Lula contra a desoneração da folha de pagamento e a aprovação de novas despesas. Além disso, criticou a falta de autonomia para os estados na reforma tributária em discussão.

    Palavras-chave oficiais: Medida provisória,Subvenção,Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS),Votação,Crítica criação,Ministério,aumento,Despesa pública,Exoneração tributária,Folha de pagamento Proposta de Emenda à Constituição,Reforma tributária,Falta,autonomia,Estado (ente federado)

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Como Líder. Sem revisão da oradora.) - Boa noite, Presidente. São 22h21min. Hoje foi um dia de sessão do Congresso Nacional, quando Deputados e Senadores votaram diversas pautas importantes. Hoje se abriu a Ordem do Dia com um item na pauta, a MP 1.187/23, que acabou de ser votada e que cria mais um Ministério. E, do nada, do nada, do nada, recebemos a notícia de que também seria votada a MP 1.185/23. Antes, essa MP 1.185, em tese, teria ficado para amanhã, mas, nesta Casa, nós não temos previsibilidade de absolutamente nada! Sempre subo a esta tribuna para falar que eu não tenho problema nenhum em perder, Deputado Brito. Não tenho problema nenhum em perder. Agora, precisamos de um mínimo de previsibilidade para nos programarmos, para comprarmos o nosso voo, para sabermos que dia as votações irão acontecer. Creio que todos os Deputados aqui querem ter o direito de ser Deputados, mas dessa forma não é o que sentimos. Hoje o plenário, mais uma vez, está esvaziado no momento em que vamos votar uma MP. Essa MP 1.185 trata de tirar a subvenção de ICMS, ou seja, quem gera emprego e renda lá nos nossos Estados vai ter que pagar mais e mais. Por quê? Justamente pelo motivo que nós votamos antes — eu fui contra, obviamente —, pela criação de mais Ministérios, pela criação de mais despesas. Lula foi contra a desoneração da folha de pagamento para 17 setores e, ao mesmo tempo, é a favor da criação de mais Ministérios, de mais gastos, de mais despesas. Um Deputado do PT estava aqui conversando comigo e disse: "Deputada, vamos fazer um acordo. Vocês tiram o destaque". Com muita educação, ele estava falando comigo. E acabamos de ver Lula dando uma declaração de que tem orgulho porque colocou um companheiro comunista no STF. Não há como fazer acordo nenhum! Desculpem-me. Tem gente que ri, que acha lindo ser base do Governo Lula, que acha que os radicais somos nós, que falamos que o comunismo está mais vivo do que nunca. Lula fala isso todo dia, ri da nossa cara. Nós aprovamos leis aqui — sempre com o meu voto contrário, com muito orgulho — que tratam de espoliação legalizada, que tratam de mais socialismo neste País, que tratam de mais burocracia, que tratam praticamente de estatizar empresas, de cotas para empresas. Todo dia este Parlamento está tirando daquele que trabalha e produz, seja daquele que gera empregos ou do povo trabalhador. Amanhã, uma sexta-feira, será votado o que falta da reforma tributária, à qual fui veementemente contra, graças a Deus. Desço no meu Estado, e falam: "Muito obrigado, Deputada, por você votar contra a reforma tributária". Povo que me dá orgulho é o povo catarinense, povo esclarecido, povo que vive verdadeiramente livre, que sabe como votar, que acompanha as votações aqui desta Casa e que sabe que a reforma tributária vai tirar a autonomia dos nossos Estados. Eu sou uma grande defensora de mais autonomia para todos os Estados do Brasil, porque o Brasil é um país do tamanho de um continente. Não é possível que a legislação para o Estado do Amazonas seja a mesma que a do Estado de Santa Catarina ou a do Estado do Rio Grande do Sul. Nós precisamos rever essa questão. Não é possível que queiramos centralizar mais poder e mais dinheiro aqui em Brasília, enquanto a vida que acontece nos nossos Municípios, nos nossos Estados, esteja em frangalhos. Muitos não se importam com as coisas que são votadas aqui, nem com a forma. Isso é muito decepcionante para mim, que sou Deputada e vim aqui honrar cada voto recebido, como muitos que estão aqui. Graças a Deus, encontramos vários colegas nessa mesma pegada, mas muitos não se importam, muitos aceitam a maneira como as coisas estão acontecendo aqui já faz algum tempo, de nem sequer saber o que está sendo votado, de coisas que não estavam programadas entrarem na pauta. Não é porque eu não concordo, é porque não estava programado. A nossa assessoria não tem sequer tempo de ler. Na hora em que abrem a Ordem do Dia, sobe a pauta, e corre todo mundo para o plenário para ver o que é e ler um monte de coisa. Não tem a mínima condição! Assim vamos acabar o ano: com mais um atropelo. E mais: esse não é um atropelo da Deputada Julia Zanatta, da Direita, do meu espectro político. O que acontece aqui dentro é o atropelo da democracia. Obrigada.
  • 14/12/2023

    A Deputada discutiu a Medida Provisória nº 1.187, de 2023, que cria o Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte. Sugeriu que a proposta visa apadrinhar aliados do governo e acusou o governo de buscar arrecadação constante.

    Palavras-chave oficiais: Discussão,Medida provisória,contrário

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Sem revisão da oradora.) - Boa noite, nobre Presidente e colegas Deputados ainda remanescentes aqui no plenário. Mais um Ministério: 40. No primeiro ano de Governo, há 40 Ministérios. Em 4 anos de Governo, haverá o que, 80 Ministérios? Quantos Ministérios o povo brasileiro suporta nas costas? Quantos mais impostos o bolso do povo trabalhador suporta? Quantos mais lençóis egípcios de 89 mil reais o povo suporta? Quantas viagens mais — foi gasto 1 bilhão de reais em viagens — o povo suporta? Quantas mentiras mais o povo suporta? Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte. Nunca um microempreendedor precisou do Estado para criar alguma coisa. Muito pelo contrário, quanto menos o Estado se intrometer, criar burocracia, tirar dinheiro e impedir a liberdade do microempreendedor, mais nós vamos gerar negócios, renda, desenvolvimento. Isto aqui é a maior falácia. (Exibe documento.) Quem votar a favor disto aqui está votando a favor de uma mentira. É mais uma mentira deste Governo. Sejam verdadeiros! Vocês têm que assumir, chamar as coisas pelos nomes. Isto aqui é para apadrinhar mais um amigo do Lula, para apadrinhar mais alguém que vai passar a apoiar este Governo. Chamem as coisas pelos nomes verdadeiros, aí estaremos sendo mais honestos, mais sinceros com a população brasileira. Agora, dizer que vai criar um Ministério para ajudar o empreendedor?! Estou falando de um Governo que hoje, aqui, foi contra a desoneração de 17 setores da economia e que, a todo o momento, só quer arrecadar, arrecadar, arrecadar. Isso é uma verdadeira piada. Esse Governo do amor é uma verdadeira piada, uma verdadeira mentira.
  • 06/12/2023

    A Deputada expressou sua insatisfação pela derrota na votação sobre a urgência do Projeto de Decreto Legislativo nº 3, de 2023, que susta o Decreto nº 11.366, de 1º de janeiro 2023, que limita o registro e a aquisição de armas de fogos. Destacou a importância da pauta da legítima defesa e criticou a condução da sessão, alegando que o tempo de Líder não foi respeitado. Além disso, enfatizou a necessidade de reagir aos "abusos autoritários desarmamentistas" do Governo Lula, que não visam à redução da violência, mas ao controle social. Compartilhou histórias de mulheres que compraram armas para se protegerem de agressores e mencionou pesquisa sobre feminicídios em Santa Catarina. Contrapôs as alegações mentirosas de que as armas de Colecionadores, Atiradores e Caçadores (CACs) vão para o crime organizado. Por fim, prometeu apresentar novo requerimento e mobilizar mais votos para a próxima votação sobre o tema.

    Palavras-chave oficiais: Requerimento de urgência,Projeto de decreto legislativo,sustação,Decreto,restrição,Arma de fogo Pauta (processo legislativo),Legítima defesa,procedimento,Sessão deliberativa Governo,Presidente da República,Desarmamento,Controle social Mulher,Arma de fogo,Legítima defesa CAC (Caçador, Atirador e Colecionador),Arma de fogo,Crime organizado

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Como Líder. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Perdemos por três votos e por um atropelo da Presidência, com todo respeito, Deputado Sóstenes. Eu pedi o meu tempo de Líder para falar. Em outras votações menos importantes, o tempo é dado, mas conosco tudo ocorre no atropelo. Perdemos por três votos, votos de alguém que talvez estivesse dormindo, de alguém que talvez estivesse em um restaurante, em uma festa ou sei lá onde. Por três votos, Deputado Marcos Pollon, Deputado Zucco, Deputado Sargento Fahur, nós perdemos a oportunidade de dar um fôlego para a pauta da legítima defesa e, mais do que isso, de impor uma derrota ao Governo Lula, 1 semana antes da sabatina de Flávio Dino. Então, esta derrota vai para a conta de quem não votou e supostamente defende esta pauta. Esta semana não precisaríamos estar aqui dando presença em plenário, mas estamos aqui, cumprindo o nosso dever. Eu quero que filmem o plenário e mostrem quantos Deputados estão aqui cumprindo com as suas obrigações, Deputado Ismael. Além disso, Deputado Sanderson e Deputado Marcel, muitos dos que estão aqui estão ligando para outros Parlamentares para conquistar mais votos, porque nós precisamos reagir. Nós precisamos reagir aos abusos autoritários desarmamentistas deste Governo. É a minha liberdade como mulher, é a liberdade da família de V.Exas., é o direito à propriedade que está em jogo quando falamos da legitima defesa. A derrota foi por três votos! E isso aconteceu porque esta Presidência não me deu o tempo de Liderança. Nós fomos derrotados, mas com mais votos, mostrando a força desta pauta e o apoio que temos, mesmo de partidos que são aliados deste desgoverno. Quero agradecer aqui aos Deputados do meu Estado de partidos de centro para os quais eu liguei e que votaram: o Deputado Carlos Chiodini, o Deputado Cobalchini, o Deputado Darci de Matos, a Deputada Geovania de Sá, todos unidos por esta pauta. E vou dizer mais: nós voltaremos. Nós faremos um novo requerimento e, desta vez, nós vamos mobilizar muito mais votos. Esses decretos do Lula não são para redução da violência, minhas colegas Deputadas, mas para controle social. V.Exas. nunca viram que mulheres fazem milhões de BOs, e os agressores, às vezes um ex-companheiro, voltam a atacá-las porque estão impunes? Eu conheço, eu sei de histórias de mulheres que resolveram comprar uma arma para se defender de um agressor. V.Exas. vivem falando desses agressores aqui, mas, quando é para a mulher poder se armar para ter liberdade, V.Exas. são contra. É puro suco de hipocrisia! Mulheres estão morrendo, famílias inteiras! Naquele caso de Sorriso, em que uma das vítimas, a mãe, era inclusive uma catarinense, a única coisa que poderia igualar as forças e salvar a vida daquelas mulheres era uma arma em casa para se defenderem de um predador sexual. Então, o papel, muitas vezes, não adianta. Meus amigos, nós precisamos estar atentos a esta pauta. O decreto de Lula e de Dino é um decreto mentiroso, porque ele inviabiliza totalmente o esporte do tiro e desarma as pessoas. Nós poderíamos dizer: "Mas é um Governo desarmamentista". Mas, além de ser um Governo desarmamentista, Dino e Lula mentem todo dia sobre esta pauta. Nós estávamos conversando aqui com Deputados de esquerda. As coisas que são propagadas são mentirosas. "As armas do CAC vão para o crime organizado." Mentira! Isso é uma mentira! Todo mundo — 99% das pessoas — recadastrou suas armas, Deputado Ismael! Isso acabou com a mentira do Flávio Dino. E o que ele fez? Continuou propagando mentiras, mentiras. Para quê? Para lacrar, porque ele é um Ministro lacrador. Quem falou isso foi o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. É um Ministro lacrador, que agora vai para o STF implantar seu regime desarmamentista lá. Como é que vai lacrar, estando no STF, se tem que ser imparcial? Não vai ser. Vai ser um Ministro comunista. Precisamos estar atentos a essa pauta da legitima defesa. Armas salvam vidas! A vida inteira foi propagado que arma serve para matar. Jornal nenhum fala quando a arma salva uma vida, nunca fala quando ela salva as vidas de uma família inteira ou de mulheres. Temos vários casos que podemos citar. Eu fiz uma pesquisa rápida e básica e vi que, lá em Santa Catarina, a maior causa de feminicídio não é arma de fogo, Deputadas. E Santa Catarina é um dos Estados mais armados, com mais clubes de tiro. Posso mostrar esse dado para V.Exas. O maior número de feminicídios é cometido com armas brancas. Posso mostrar esse dado para V.Exa., Deputada Melchionna. Eu fui atrás dos números de feminicídios com armas de fogo. Apenas dois foram cometidos com armas legalizadas. É óbvio que não queríamos nenhum. Foram apenas dois. E, na época do Governo Bolsonaro, caiu o número de feminicídios com armas legalizadas em Santa Catarina. Estou falando do meu Estado. Caiu. Com a maior flexibilização, caiu. Vou concluir, Presidente. Quem tem uma arma legalizada não se mete em confusão, é cidadão de bem, que tem que comprovar aptidão, passar por todas as burocracias e por diversos testes. Então, vamos botar a mão na consciência e ficar atentos a essa pauta, porque nós voltaremos. Obrigada.
  • 06/12/2023

    A Deputada destacou uma experiência pessoal envolvendo o Deputado Márcio Jerry e mencionou que, apesar da aprovação do protocolo "Não é Não", a prática nem sempre reflete o discurso, apontando para situações em que colegas da Casa podem não apoiar a causa da mulher. No entanto, elogiou a Deputada Soraya Santos por ser um exemplo de alguém que defende a causa das mulheres independentemente de afiliações partidárias.

    Palavras-chave oficiais: Protocolo Não nos Calaremos,Assédio político,Deputado federal,Deputada federal,Atuação parlamentar,Filiação partidária

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, obrigada por me conceder a palavra. Infelizmente, não é protocolo que adianta. É muito bonito ver aqui a Câmara dos Deputados aprovar o Protocolo Não é Não. No entanto, quando foi o caso do Deputado comunista Márcio Jerry, que invadiu o meu espaço íntimo, colegas do PT foram ao Conselho de Ética desta Casa, algumas... Vejo uma delas aqui, a Deputada Jack Rocha, que votou pela não abertura do processo contra o Deputado Márcio Jerry. Ela não deu nem a oportunidade de se investigar, aqui dentro desta Casa, o que aconteceu comigo. É muito lindo subir à tribuna e dizer que não importa se a mulher está de um lado ou de outro, e, na prática, fazer diferente. Na prática, infelizmente, na hora do vamos ver, algumas defendem os seus colegas de partido e esquecem a causa da mulher. Aquilo que falamos no discurso tem que ser aplicado também na prática. Queria parabenizar a Deputada Soraya, que está aqui presidindo a sessão. Ela, sim, defende a causa da mulher independentemente do lado em que esteja. Ela sempre está pronta para defender, para estar do lado das mulheres, independentemente se é de esquerda ou de direita. A senhora é um grande exemplo. Parabéns!
  • 30/11/2023

    A Deputada denunciou a falta de tempo para análise de projetos, destacando a importância de compreender o que se vota. Defendeu o respeito aos eleitores, exigindo transparência nas votações. Reforçou o papel do Legislativo, ressaltando a necessidade de representação e diálogo responsável. Afirmou a importância do voto consciente e criticou a votação sem conhecimento do teor dos projetos. Instigou os colegas a zelarem por seus votos, independentemente de sua orientação política, para manter a integridade democrática na Casa Legislativa.

    Palavras-chave oficiais: Proposição legislativa,apreciação,Votação,Responsabilidade,Atuação parlamentar

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Como Líder. Sem revisão da oradora.) - Boa noite, meus queridos colegas Parlamentares remanescentes no plenário. Eu gostaria de dar boa noite ao Deputado Tarcísio Motta, do PSOL, que está aqui. Bom dia, não é? Não tem problema. Ficamos aqui até tarde. Vou falar em meu nome e em nome dos outros Deputados que protestaram aqui por essa falta de tempo. Quero dizer que, se não importa o que está escrito, se não for para lermos, eu quero ler aqui uma receita de uma sobremesa que eu gosto muito de fazer em casa quando eu estou de folga com a minha filha, de 4 anos. Eu sacrifico muito o tempo com a minha família, mas, quando eu estou junto com ela, eu aproveito muito. O nome da sobremesa, que eu recomendo muito para V.Exas... Isto aqui é um protesto. Se não importa o que está escrito, é isso. O nome da sobremesa é Delícia de Uva. Ingredientes: 500 gramas de chocolate ao leite em pedaços, 1 caixa de creme de leite, 4 colheres de sopa de margarina, 2 latas de leite condensado, 500 gramas de uva verde sem caroço. É bem rapidinho de fazer. Você pode usar o micro-ondas ou mesmo o seu fogão para derreter o chocolate ao leite junto com o creme de leite. Faz uma camada de chocolate ao leite, outra de leite condensado mexido, bota a uva. É rápido e prático, fica maravilhoso. O meu marido ama essa receita, a minha família, a minha filha ama essa receita. O Deputado Gustavo Gayer gosta muito de receita de bolo. Ele só responde a imprensa dessa forma. Não dá para ser assim. Temos que saber o que está no papel, com todo o respeito ao Relator, que é do meu partido e está substituindo o Relator oficial, que quis ir para casa. O Relator teve a postura de ir para casa. Há Deputados que ficam aqui até ao final e que têm interesse. Eu, sinceramente, não fui eleita para não saber o que está escrito numa lei que eu vou votar. Eu admito perder, eu admito perder, mas não saber o que vou votar eu não admito. Eu vou protestar. Eu vou protestar, mesmo que eu fique isolada neste Parlamento. Já me falaram que eu vou ficar isolada no Parlamento. Desde que eu não fique isolada daqueles que me elegeram... Deputado Marcos Pollon, o senhor esteve comigo nessa luta, e aproveito fazer um agradecimento público. Deputado Gilson Marques, o povo catarinense nos cobra muito, cobra o nosso posicionamento, cobra a nossa responsabilidade. Eles confiaram em nós. O voto tem que ser valorizado no País, o voto tem que ser valorizado. Muitas vezes, falamos que outros Poderes estão querendo usurpar competência do Poder Legislativo. Mas nós também temos que falar, se alguém tentar nos calar aqui dentro. Eu não estou fazendo só a minha defesa. Eu estou defendendo desde o PL até o PSOL. Todos os Parlamentares aqui têm voto, todos merecem ser ouvidos e todos merecem saber o que estão votando. Então, se for preciso ficar aqui até 5 horas da manhã para dar garantia de como estou votando para o meu eleitor, eu fico. Eu posso ficar aqui lendo receita de bolo, posso passar várias receitas que eu gosto de fazer para meu marido. O SR. GILSON MARQUES (NOVO - SC) - O leite é importado ou é nacional? A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC) - É nacional. O SR. PRESIDENTE (Sóstenes Cavalcante. PL - RJ) - Por favor, não existe aparte. A palavra está garantida à oradora. A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC) - Então é só isso. Respeito os Líderes, respeito esta Casa, respeito este Parlamento. E por respeito ao Parlamento, eu tenho certeza que a primeira coisa que tem que ser respeitada aqui dentro é cada voto depositado em cada Deputado desta Casa. (Palmas.) Não vamos esquecer os votos depositado em cada um, seja de esquerda, seja de direita. Vamos lutar pelos nossos direitos. Ou então, o que vamos fazer? Marcar presença e ir para casa? Não, não foi para isso que votaram em nós. Votaram para sermos vigilantes, para sermos combatentes, para sermos corajosos, para termos coragem, inclusive, para mudar as coisas com as quais não concordamos dentro desta Casa, com nossos pares, com muito diálogo, com certeza, mas não no atropelo, não na falta de respeito. Eu acho muito linda a democracia de A, de B, de C, de todo o mundo, e a democracia tem que acontecer dentro do Parlamento. Nós vamos dizer para o nosso eleitor que o que está acontecendo aqui é democracia? É isso que nós vamos dizer que é democracia, quando não se sabe o que está votando no relatório, às 00h35min? Eu desafio qualquer Deputado a falar pontos específicos e a saber se não entrou nada de última hora, como já aconteceu aqui nesta Casa. Sou Deputada de primeiro mandato, mas há vários Deputados que não são de primeiro mandato, como o Deputado Evair Vieira de Melo e o Deputado Gilson Marques, que também estão com as mesmas dúvidas que eu estou. Ninguém aqui está contra o projeto, contra o mérito. Certamente, pelo que o assessor, muito gentil, do União Brasil me explicou, é um projeto meritório. É um projeto meritório, mas, se não sabemos o que está lá, ele vira uma receita de bolo. Então, eu vou pegar o meu momento aqui para ler receita de sobremesa, receita de bolo. Já podemos aqui separar e fazer o momento de Breves Comunicados e os encaminhamentos. Podemos separar por região, inclusive, com receitas regionais, típicas, deliciosas, como arroz com pequi, que estão falando aqui. Nosso Brasil é um País muito rico culturalmente, gastronomicamente, e temos muito a oferecer. Agora, eu sei que há vários Deputados que chegaram a esta Casa e querem fazer valer seu voto. E não é só de direita, não. Não é só do meu viés político, é de todos. Obrigada.
  • 30/11/2023

    A Deputada expressou sua disposição para permanecer no plenário até altas horas da noite, criticando a falta de previsibilidade nos horários anunciados. Protestou contra a restrição do direito dos colegas de contribuir com conhecimentos sobre o Projeto de Lei nº 2.228, de 2022, que autoriza os Municípios a aderirem a atas de registro de preços municipais, uma vez que impacta gestores municipais.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,gestão,Município,Atuação parlamentar

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    A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Sem revisão da oradora.) - Boa noite, colegas Deputados ainda remanescentes no plenário, à meia-noite e 8 minutos. Já que muda a toda hora, vamos ficar mais um pouquinho aqui. É tão boa a companhia de vocês aqui, Deputado Gilson, que também fica sempre até o fim, e Deputado André Fernandes. Eu não vou falar contra ou a favor do mérito. Imaginem se eu vou falar contra o mérito de algo que veio da Senadora Tereza Cristina. Sobre o que estamos aqui protestando é contra essa forma de anular os nossos mandatos, o mandato individual de cada um. Isso não pode acontecer. Deputados de vários partidos, como MDB e Podemos, gostariam de contribuir com esse projeto com seus conhecimentos. Alguns já foram Prefeitos e entendem muito bem da legislação. Mas esse direito está sendo tirado deles neste momento. Foi anunciado, eu li aqui certinho antes o horário: às 19 horas e alguma coisa, o Presidente Lira disse que ia encerrar a sessão. Mudou, veio um acordo. Depois, foi falado que ia acabar às 23 horas. Mudou de novo. Os Deputados vêm até aqui e se dispõem a ficar até tarde, e muitos escolhem votar a distância. Mas precisamos olhar com muito cuidado e com muito tempo para as coisas que acontecem no plenário. Nós vamos modificar uma lei que vai mudar a vida de várias pessoas, de vários gestores municipais. Estamos aqui confiando nos assessores, como o assessor do União Brasil, que nos explicou com calma a matéria, e os assessores do PL. Nós não estamos duvidando dos assessores, nós não estamos duvidando se o projeto é bom. Nós só queríamos ter a oportunidade de contribuir. Mas já que esse é o entendimento, é a maneira como tem sido feito nesta Casa, então, vamos ficar até mais tarde, não tem problema. Para mim, não tem problema ficar aqui até às 2 horas, 3 horas, 4 horas da manhã. Eu fui eleita para aqui fazer valer a voz do meu eleitor. E eu prometi na minha campanha que eu estaria sempre pronta para o combate, por mais que muitas vezes tentem calar minha voz, que o meu mandato seja perseguido nesta Casa, com gente me chamando de nazista, de fascista. Até me acusam de não gostar de diálogo. Mentira! São eles que não gostam de diálogo. Eu sempre ouço todos aqui e os respeito muito. Eu continuarei aqui sempre pronta para o combate, mesmo que precise ficar até às 5 horas da manhã nesta Casa, porque eu gosto de saber o que estou votando. Obrigada.
  • 29/11/2023

    A Deputada enfatizou a importância de respeitar o tempo necessário para análise e debate adequados antes da votação de projetos importantes.

    Palavras-chave oficiais: Pauta (processo legislativo),procedimento

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    A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Nós temos que ler tudo o que não está em pauta, porque pode entrar de última hora, por acordo de Líderes, então? O que não está em pauta, aliás, que vem do Senado, nós temos que saber de tudo? Eu acho que foi muito sensata a manifestação anterior à minha. Há Parlamentares que, como ele, entendem de licitação, e não puderam contribuir. O povo está assistindo, de casa, manda mensagem para nós e pergunta: "Isso é a democracia? Esse é o processo eleitoral que esperamos, de 4 anos em 4 anos, para o voto que depositamos no nosso Deputado ser eliminado de última hora?". Isso não está certo. Se isso está acontecendo faz tempo, nós temos, como oposição, o dever de pelo menos reclamar, para tentar mudar, para que a democracia de fato aconteça nesta Casa, Sr. Presidente. V.Exa. é um democrata. A democracia precisa acontecer. Como? Nós precisamos ter tempo para ler. Requerimento de urgência, e já pauta a urgência, porque foi um acordo de quem tem mais poder nesta Casa? Não pode ser assim. Cada Parlamentar tem que ser respeitado aqui dentro.
  • 29/11/2023

    A Deputada questionou a forma como a Sessão estava sendo conduzida e as mudanças nos acordos entre os Líderes, tornando difícil para os Deputados entenderem o que estava sendo votado.

    Palavras-chave oficiais: Acordo de lideranças,Pauta (processo legislativo)

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    A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, esta sessão está muito desgastante, porque foram feitos dois anúncios de que ela iria acabar, um do Presidente Lira, outro de V.Exa. V.Exa. ainda falou: "Ah, porque é acordo de Líderes". Mas esse acordo de Líderes muda a toda hora! É complicado. Eu estou com dificuldade de entender. A todo minuto muda o acordo de Líderes, e os Deputados que ficam aqui até tarde, trabalhando, vendo o que está no texto, estão sendo desrespeitados! Como disse o Deputado Gilson, então vamos fazer tudo a distância, e os Líderes decidem tudo. Porque a toda hora muda. Estava escrito aí um negócio, já mudou. Aí mudou de novo, aí voltou a mudar. Qual é o limite da mudança dos acordos de Líderes? Isso é complicado, porque deixamos de representar o nosso eleitor. Como disse o Deputado Gilson Marques, do meu Estado, nós não sabemos o que estamos votando. Eu não posso nem ser contra, nem a favor, porque nós não sabemos... (Desligamento do microfone.)
  • 29/11/2023

    A Deputada orientou a bancada na votação do Projeto de Lei Complementar nº 205, de 2023, que altera a Lei Complementar nº 195, de 8 de julho de 2022 (Lei Paulo Gustavo), para prorrogar até 31 de dezembro de 2024 o prazo de execução dos recursos por Estados, Distrito Federal e Municípios. Também anunciou a retirada do kit obstrução pelo PL.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei complementar,Voto contrário,Partido Liberal (PL) retirada,Obstrução parlamentar,Partido Liberal (PL)

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    A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, eu sou Vice-Líder do PL e recebi um pedido do meu Líder, o Deputado Altineu Côrtes. Eu ainda estou me acostumando com essa questão de Líderes aqui. Em homenagem a esse grande Deputado, que é o Deputado Marcelo Queiroz, do PP do Rio de Janeiro, que trata todo mundo bem, que conversa dentro desta Casa com todo mundo, diferentemente de outros que ficam chamando de desonesto intelectual o colega, só porque não concorda com ele; chamando de fascistas as colegas Deputadas da Comissão... Enfim, essa é outra história. É um pessoal que não é do diálogo. Então, seguindo as orientações do Líder Altineu e em homenagem ao Presidente da Comissão de Cultura, o Deputado Marcelo Queiroz, o PL vai retirar o kit obstrução. O SR. PRESIDENTE (Sóstenes Cavalcante. PL - RJ) - Como orienta o PL? A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC) - O PL orienta "não".
  • 29/11/2023

    A Deputada levantou Questão de Ordem, alegando que o Presidente anterior da Sessão, Arthur Lira, havia anunciado que encerraria a Sessão após a deliberação da última matéria e que isso prejudicou a mobilização da Oposição.

    Palavras-chave oficiais: Questão de ordem,encerramento,Sessão deliberativa

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    A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Para uma questão de ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, eu gostaria de registrar que, às 19h51min29s, o Presidente Lira, quando estava na cadeira em que a senhora está agora — nós recuperamos o vídeo —, falou que após aquela ultima matéria, antes de V.Exa. se sentar à mesa, ele iria finalizar os trabalhos e encerrar a sessão. Por que isso nos prejudica? Esse anúncio público nos prejudicou porque esvaziou um pouco o plenário. Era somente isso que eu queria registrar, Deputada Maria do Rosário. Isso desmobilizou a Oposição. Esse é o meu registro. Inclusive, foi retirada a obstrução quando isso aconteceu. Não conseguimos ter um mínimo de previsibilidade quando é anunciado pela Presidência desta Casa — não pela senhora, mas pelo Presidente Lira — que se encerraria a sessão, mas agora temos a continuidade dos trabalhos. Não faço nenhuma objeção, porém o Plenário foi desmobilizado. Os Deputados ouviram o que foi falado, inclusive eu falei sobre isso aqui antes. Eu pedi a palavra por um momento, porque ele iria encerrar a sessão, e eu quis parabenizar o Deputado Zé Vitor, que tinha sido Relator de um projeto. Então, nós não podemos continuar aqui dessa maneira, quando se fala uma coisa... Nesta Casa há histórico de cumprimento de acordos, de palavra. Isso prejudicou o trabalho da Oposição. A senhora já foi Oposição, Deputada Maria do Rosário, e sabe como é. Eu queria registrar que isso não estava nas notas taquigráficas, mas recuperamos o vídeo. Ocorreu às 19h51min29s, e o Presidente Lira falou: "Após essa matéria, irei encerrar a sessão". Obrigada. A SRA. PRESIDENTE (Maria do Rosário. Bloco/PT - RS) - Prezada Deputada, o Deputado Arthur Lira é o Presidente da Casa e dialoga diretamente com os Líderes. Pelo que me consta, o seu Líder, inclusive, participou da reunião e pediu a votação da urgência da matéria nº 116, a próxima. Portanto, senhores e senhoras, não se tira a prerrogativa do Presidente da Casa, que fez um anúncio breve aqui, conversou com os Líderes e atendeu o pedido dos Líderes. Talvez o Presidente Lira pensasse em concluir a matéria, mas ele atendeu a bancada negra, atendeu o Líder do PL, atendeu a Maioria, atendeu a Minoria, atendeu o Progressistas. O Presidente da Casa merece um elogio de minha parte pelo seu espírito democrático, por escutar os Deputados e incluir o tema da cultura nesta noite. Nós estamos aqui para trabalhar. Eu gostaria que não interrompêssemos mais a votação da matéria, porque nós queremos também que a Câmara tenha um ritmo de trabalho. (Palmas.) Então, peço licença para não lhe passar a palavra. (Manifestação no plenário.) A Mesa não vai dialogar neste momento. Temos ritmo de trabalho. Em votação o Projeto de Lei nº 3.268, de 2021. Passamos à orientação das bancadas. As bancadas, portanto, passam a orientar. Como vota o Bloco do União Brasil, PP?
  • 29/11/2023

    A Deputada discutiu o Projeto de Lei nº 3.268, de 2021, que declara feriado nacional o Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra.

    Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,contrário

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    A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Finalmente tenho a minha palavra, que me foi cortada ali no plenário, mas subo a esta tribuna para ter que defender algo que o Presidente de vocês disse: que mais feriado não adianta de nada, que isso prejudica a economia. Teve gente que falou que feriado fomenta a economia, o turismo, sei lá o que foi falado, mas isso não é verdade. O Presidente de vocês reclamou dos feriados, e até estou me surpreendendo, porque, geralmente, as mulheres de esquerda, as mulheres do PT, são muito submissas ao Lula. Por exemplo, quando o Lula demite as mulheres de seus Ministérios, exonera-as, não há nenhuma reclamação das feministas, das mulheres que defendem o Presidente Lula. Elas aplaudem: "Uhull! Parabéns, Presidente, por demitir mulheres. Parabéns, Presidente, por colocar um homem na vaga de uma mulher, da Ministra Rosa Weber". O Presidente Lula não colocou nem negro, nem mulher na vaga do STF. Cadê o pessoal que diz aqui que quer combater o racismo, que quer dar mais espaço, que quer a diversidade? É muita hipocrisia, gente. Na posse do Presidente de vocês, houve a foto com a diversidade, com cada minoria ali representada, havia até cachorro, mas, no aniversário dele, só havia homens brancos! Vocês precisam se levantar. Chega de submissão ao Presidente Lula. Vocês têm que cobrar isso dele. Cadê a diversidade na prática? Aqui nesta Casa querem instituir leis para as empresas. Aqui nesta Casa passa muita lei para mandar nas empresas. Além da espoliação legalizada, que já existe, por meio de leis, querem estatizar também as empresas por meio de tantas leis que colocam, de tanta burocracia, cota para isso, cota para aquilo, mas, na hora de cobrar de quem defende a diversidade no discurso — na prática, não —, não cobram, ficam quietinhos, ficam quietinhas. Isso é um absurdo. Isso é um absurdo! Mais um feriado não vai ajudar na luta contra o racismo. Obrigada.
  • 29/11/2023

    A Deputada orientou a bancada na votação do inciso VI do art. 32 da Subemenda Substitutiva Global apresentada ao Projeto de Lei nº 7.082, de 2017, que dispõe sobre a pesquisa clínica com seres humanos e institui o Sistema Nacional de Ética em Pesquisa Clínica com Seres Humanos.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Dispositivo legal,Subemenda substitutiva global,Projeto de lei ordinária,Partido Liberal (PL),Voto favorável

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    A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, o PL orienta "sim", pela manutenção do texto. É engraçado que todos os dias, em todos os assuntos, Deputadas de esquerda venham aqui e levantem o nome do Presidente Jair Bolsonaro. Até ontem, era vacina, vacina, vacina para todo mundo. Agora, num projeto como este, estão sendo, sim, negacionistas. Quem apoia destruição de empregos, quem está apoiando essas coisas não somos nós, é o Governo que elas defenderam. O PL orienta "sim", pela manutenção.
  • 29/11/2023

    A Deputada orientou a bancada na votação da Subemenda Substitutiva Global ao Projeto de Lei nº 7.082, de 2017, que dispõe sobre a pesquisa clínica com seres humanos e institui o Sistema Nacional de Ética em Pesquisa Clínica com Seres Humanos. Além disso, agradeceu ao Relator Deputado Zé Vitor pela inclusão de dispositivo relacionado à transição energética do uso do carvão mineral no Projeto de Lei nº 11.247, de 2018, que disciplina o aproveitamento de potencial energético offshore. Agradeceu também ao Líder do PSD, Deputado Antônio Brito, e ao Deputado Isnaldo Bulhões, pelo acordo para retirada do Destaque nº 4.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Subemenda substitutiva global,Projeto de lei ordinária,Partido Liberal (PL),Voto favorável Relator,Projeto de lei ordinária,Política Energética Nacional,Carvão mineral,Transição energética,Energia offshore

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    A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, já que V.Exa. anunciou que vai acabar a sessão, eu gostaria de parabenizar o Deputado Zé Vitor, que relatou o projeto aprovado, o PL 11.247, por ter nele incluído o art. 23. Então, muito obrigada, Deputado Zé Vitor, porque o uso do carvão mineral não pode acabar do dia para a noite, precisa haver uma transição energética. Gostaria também de agradecer ao Líder do PSD, que sempre nos atende muito bem, é uma pessoa que gosta do amplo debate democrático, que atende nossas ligações — obrigada, Deputado Brito, Líder do PSD. Também agradeço ao Deputado Isnaldo. Nós fizemos um acordo, e eles retiraram o Destaque nº 4. Muito obrigada. Parabéns pela aprovação deste projeto! O PL orienta "sim".
  • 28/11/2023

    A Deputada expressou preocupações em relação à "pauta verde" e ao que chama de internalização do globalismo. Argumentou que o Brasil, com sua extensão territorial e rica biodiversidade, estaria sendo pressionado a seguir diretrizes internacionais, comprometendo a soberania nacional. Criticou a adaptação da indústria a demandas globais e lamentou a falta de debate democrático na Câmara sobre essas questões. Destacou a fala da Ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, sobre a participação do Brasil na Conferências das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas para cobrar e não para ser cobrado.

    Palavras-chave oficiais: Meio ambiente,Relação internacional,Brasil,atuação,Preservação ambiental

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    A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Sem revisão da oradora.) - Presidente, volto aqui para falar da minha preocupação com a chamada pauta verde, que tem tomado os noticiários e, inclusive, tem sido parte de muitos discursos aqui dentro da Câmara dos Deputados. É evidente que esse ambientalismo que pregam aqui é a internalização do globalismo, é o Parlamento aceitando ser mandado por pessoas de fora do Brasil, dizendo o que fazer e como fazer com o nosso País, com o nosso ambiente e a nossa Amazônia. O globalismo, por sua vez, é composto por uma série de iniciativas que visam unificar o mundo em torno de uma única vertente de pensamento, que vai acabar engolindo o Brasil para encobrir as falhas dos demais. Agora, o Brasil, que possui a maior reserva natural do mundo, o pulmão do mundo, com dimensões continentais, tem que aplicar em todo o seu território coisas que países pequenos, nações menores e mais ricas que nossos Estados não conseguem aplicar. Agora, a indústria tem que adaptar os carros. As refinarias, a distribuição, o setor aeronáutico, todo mundo precisa se ajoelhar para as pautas globalistas internacionais. É inacreditável que esta Casa, representante do povo, aceite seguir orientações internacionais. Em matéria do programa G1 de ontem, a Ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, afirmou que o Brasil vai à Conferências das Nações Unidas sobre mudanças climáticas para cobrar e não ser cobrado. Vai cobrar, mas estamos nos ajoelhando e nos rebaixando para interesses internacionais sem o devido debate dentro desta Casa, sem o amplo debate democrático, sem a devida discussão. E isso é muito perigoso. É isso, vamos nos dobrar hoje aqui para atender — nesta semana, na verdade — demandas de nações que não detêm as maiores reservas naturais, para depois falar no Senado que não vamos para a COP para sermos cobrados. Não tem cabimento nenhum. O Brasil precisa manter a sua soberania, elaborar as suas próprias políticas e lembrar sempre que somos uma República Federativa e não um bolo só, igual. Obrigada.
  • 28/11/2023

    A Deputada encaminhou a votação do requerimento de urgência do Projeto de Lei nº 11.247, de 2018, que dispõe sobre a ampliação das atribuições institucionais relacionadas à Política Energética Nacional com o objetivo de promover o desenvolvimento da geração de energia elétrica a partir de fonte eólica localizada nas águas interiores, no mar territorial e na zona econômica exclusiva, e da geração de energia elétrica a partir de fonte solar fotovoltaica.

    Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,contrário

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    A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Eu sei que tem sido prioridade de muitos Líderes desta Casa a chamada pauta verde, mas eu considero que não houve o debate necessário acerca do tema. Eu conversava com meu colega Deputado Ricardo Salles, que já foi Ministro do Meio Ambiente, sobre o perigo de aprovarmos, sem um amplo debate dos pares, questões que dizem respeito à sociedade. Nós vamos entrar numa discussão, como a discussão do mercado de carbono, quando o mundo não está discutindo este tema. Nós não podemos ser submissos aos interesses internacionais. Nós precisamos preservar a soberania deste País, que tem sido atacada, num universo paralelo, num Estado paralelo, por ONGs, com claros interesses de organismos internacionais que financiam muitas atividades no nosso País. Por isso, eu acho muito preocupante a aprovação, desta maneira, via requerimento de urgência, o que acaba com os debates nas Comissões e com a possibilidade de os Deputados, muitas vezes, saberem o que estão votando, diante de relatórios que chegam na última hora. Esta é uma pauta que, uma vez que se entra na pauta verde, na pauta ambientalista, não volta mais atrás. Por isso, peço a atenção de todos os Deputados para que não aprovemos estes requerimentos de urgência e, sim, consigamos debater de modo mais amplo e democrático, pensando, de fato, no futuro do nosso País, na preservação do meio ambiente e, igualmente, na preservação da nossa soberania. Muito obrigada.
  • 23/11/2023

    A Deputada expressou preocupação com um tweet da jornalista Eliane Cantanhêde, referente a um suposto conflito entre Ministros do Supremo e líderes políticos, sugerindo uma possível interferência indevida no cenário político.

    Palavras-chave oficiais: Crise política,Ministro do Supremo Tribunal Federal,interferência,Política

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Só queria fazer o registro aqui de um post no Twitter da jornalista Eliane Cantanhêde: "Ministros do Supremo classificam como 'traição rasteira' o voto do Líder do Governo no Senado, Jaques Wagner, contra eles, depois de toda a resistência ao golpe bolsonarista. O recado é: 'ou o Jaques Wagner sai, ou não tem mais papo do STF com o Planalto e o Governo'". Como há representantes aqui da ala lulista lá do Maranhão, que são sabidinhos, talvez eles saibam explicar o que seria esse recado mandado e o que significaria o Jaques Wagner não sair. Isso aqui me parece uma ditadura escancarada. Será que algum representante do Governo pode explicar esse tuíte aqui de uma jornalista falando que houve resistência a um golpe bolsonarista? Quer dizer, é a confissão de que há pessoas mancomunadas com o Judiciário e o Governo para eliminar uma parte da política brasileira. Obrigada.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.