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Detector de Bananada
Foto de Julia Zanatta

Deputada · Câmara

Julia Zanatta

PL · SC

Direitapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Julia Pedroso Zanatta · 41 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 85 de 100, Cara Bom0406080100

85/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 80% dos deputados · média do partido: 78

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 86%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 77%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 99%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 91%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

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Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 20%das 688 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ela votou

Vota com o próprio partido 88%das 652 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ela votou

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Este é o canal oficial para você cobrar seu representante.

E-mail
dep.juliazanatta@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5448
Gabinete
Gabinete 448, Anexo IV, 4º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

86%

Esteve em 338 de 391 sessões

Melhor que 15% dos deputadosMédia do partido: 92%

Votou nas votações

77%

Registrou voto em 863 de 1.128 votações nominais

Melhor que 34% dos deputadosMédia do partido: 80%

Iniciativas que viraram lei

0

de 118 projetos apresentados (0%)

31 avançaram · 67 em andamento · 20 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

20%

Em 688 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 1% dos deputadosMédia do partido: 33%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

210 discursos na tribuna · de 03/02/2023 a 01/09/2026.

  • 18/06/2024Breves Comunicações

    A Deputada expressou solidariedade às pessoas nascidas de gestações resultantes de estupro, criticando fortemente o Presidente Lula por chamá-las de "monstros". Denunciou a desumanização das crianças por Lula e refutou sua visão de que a genética determina a criminalidade. Defendeu o Projeto de Lei nº 1.904, de 2024, destacando seu equilíbrio ao estabelecer um limite de 22 semanas para o aborto, considerando a saúde física e mental das mulheres. Criticou a desinformação em torno do projeto e contestou a posição da OAB, comparando-a ao tratamento dado a animais em situações similares.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Aborto provocado,Crime contra a vida,Idade gestacional,Gestante,penalidade,Presidente da República,declaração,Ordem dos Advogados do Brasil (OAB),Contestação

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Venho aqui me solidarizar com todas aquelas pessoas que nasceram, pessoas cujas mães optaram por não abortar, não assassinar um bebê no ventre, não punir um crime com outro crime, pessoas que nasceram e que são filhas de uma relação como o estupro, de uma coisa horrorosa. Vocês não são monstros. O único monstro que existe é quem chamou vocês de monstro. Será que a mãe do Lula, se tivesse pensado que ia nascer esse monstro, teria pensado melhor? Então, minha solidariedade a vocês, que não são monstros. Monstruosa, revoltante e desumana é a fala do Presidente Lula, que disse aqui: "Que monstro vai sair do ventre dessa menina? Diz Lula, ao falar sobre estupro de adolescentes". É muito curioso, porque, ao aduzir que "filho de monstro monstrinho é", Lula desumaniza os bebês decorrentes de estupro e estabelece que a genética é um fator determinante para a criminalidade, por exemplo. É um pensamento estúpido, comum a grandes ditadores da História. É diabólico, é sujo, é raivoso o que o Presidente da República fez hoje para defender a sua agenda abortista. Há essa história de que "sou contra o aborto, mas...". Na defesa da vida não existe "mas", e a quantidade de mentiras, de desinformação, de inverdades que estão propagando a respeito do PL 1.904/24 é, sim, uma atitude diabólica. O PL 1.904/24 é um projeto equilibrado, moderado, que apenas coloca um limite de 22 semanas, de 5 meses, para justamente considerar a saúde da mulher, inclusive na sua saúde mental, porque quanto mais avançada a gravidez maiores os riscos psicológicos, de trauma profundos, na vida dessa mulher. Isso sem contar que ninguém está falando no bebê, na vida do bebê dentro do ventre. Ninguém está falando! Quero mostrar aqui uma coisa para vocês que me chocou muito hoje: "OAB diz que PL do aborto é flagrantemente inconstitucional e atroz". Primeiro que ninguém pediu a opinião da OAB. Eu peguei outra notícia, de 2020, que fala: "A luta pela vida da égua Flor e pelo direito de seu filhote nascer. OAB ingressa com recurso em nome do animal para evitar a eutanásia por causa de doença crônica não transmitida para humanos". É claro que os animais também são obras de Deus e merecem o nosso cuidado, mas hoje, infelizmente, aquilo que não se pode fazer em animais, a injeção de cloreto de potássio, estão defendendo que se possa fazer em bebês de mais de 5 meses dentro do ventre. Então, é uma vergonha artistas, militantes, imprensa estarem desinformando, porque o que está por trás disso, na verdade, é uma agenda da morte, uma agenda abortista, porque o que esse pessoal de esquerda, de PSOL, de PT querem é o aborto até o 9º mês de gravidez, se deixarem. Não vamos retroceder nem um milímetro na defesa da vida de bebês inocentes!
  • 12/06/2024

    A Deputada denunciou agressões feitas pela Deputada Erika Hilton na Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher, mencionando insultos à sua aparência. Criticou a Ministra das Mulheres por não defendê-la e destacou o Deputado Nikolas Ferreira como defensor das mulheres na Câmara. Afirmou que o movimento trans está sobrepondo os direitos das mulheres e pediu que outras mulheres se levantem contra tais agressões, informando que apresentará uma representação contra Erika Hilton por violência política de gênero.

    Palavras-chave oficiais: Agressão,Decoro parlamentar,Deputada federal,Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher (CMULHER),Ministra de Estado da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos,Mulher,Defesa,Atuação parlamentar,Transgênero,Representação (processo legislativo),Violência política de gênero

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Como Líder. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Esta Deputada que vos fala é a Deputada ultrapassada. Semana passada, na Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher, esta Deputada foi xingada, agredida por uma pessoa que se acha no direito de chamar outra Deputada de feia; de me mandar hidratar o cabelo, de me chamar de ridícula. Acha que está livre para proferir as piores ofensas porque usa saia e um cabelo que não é dela. Mas o mais absurdo dessa violência política de gênero — e eu vou, sim, após ler esta notícia, para cima dessa pessoa que fez isso comigo, a Deputada Erika Hilton — está aqui: "Erika Hilton aciona MPF contra Nikolas Ferreira por transfobia e pede indenização de R$ 5 mi. Deputado saiu em defesa de colega bolsonarista (...)" — eu, uma mulher que está invisível para o Ministério das Mulheres. A Ministra Cida não sabe sequer definir o que é mulher. Vejam bem, o Deputado Nikolas Ferreira é o grande defensor das mulheres nesta Casa, porque mulheres, infelizmente, se calam ou defendem essa pessoa que se acha no direito de agredir todo mundo e depois sair acusando outros de praticar transfobia. O que o Deputado Nikolas falou? "Ela é ela." A causa trans parece que está acima do direito das mulheres. Eu defendo que todas as pessoas sejam respeitadas, mas essa pessoa não defende isso. Tanto é assim que não é a primeira vez que agride, que levanta a voz contra mulheres aqui dentro desta Casa. Ora, está ocupando um espaço de mulher para agredir outra mulher?! Aonde vamos chegar com esse absurdo? Se uma mulher levantasse a voz, se eu respondesse no mesmo nível para essa pessoa, eu seria acusada de cometer transfobia ou racismo. Imaginem se eu disser que alguém tem que hidratar o cabelo! Hoje, uma mulher me abordou aqui na Câmara. Ela disse: "Deputada, eu sou negra e periférica, e essa pessoa não me representa, porque ela está aqui no Parlamento, mas pensa que está no São Paulo Fashion Week para ficar medindo a aparência das pessoas, ficar avaliando se o cabelo está hidratado ou não". O que é isto aqui, um cabeleireiro ou a Câmara dos Deputados? Eu não vou admitir essas ofensas! Se isto aqui for para a frente, contra o Deputado Nikolas, ficará provado que vidas de mulheres não importam mais — o que importa são vidas de trans. O movimento trans tem deixado mulheres invisíveis. E a Ministra do Lula tem que cair, porque, se a Ministra das Mulheres não sabe dizer o que é mulher, ela não serve para implantar políticas públicas para as mulheres. Desde que eu assumi o meu mandato, eu sou acusada de tudo aqui. E eu desafio alguém a provar que eu fui mal educada com alguém, grosseira ou agredi alguém, diferentemente do que eu passo todo dia aqui. A Ministra das Mulheres saiu em defesa de quem? Da Deputada Erika Hilton. A Deputada Julia Zanatta não existe para a Ministra das Mulheres. Eu nem sou considerada mulher, talvez, para essa Ministra. E ela avalia que a violência política de gênero no Congresso Nacional tem aumentado de forma significativa. Eu sei que é bom para V.Exas. brigarem com o Deputado Nikolas, porque ele é gigante. E ele está ficando cada vez maior, porque é o maior defensor das mulheres aqui dentro desta Casa. Foi muito agredido, quando vestiu uma peruca. Mas vocês, homens, se quiserem agredir mulher daqui para frente ou chamar uma mulher de feia, basta botarem uma peruca e uma saia, e isso estará liberado para a Ministra das Mulheres do Governo Lula. Mas eu sei que V.Exas. não querem fazer isso, porque V.Exas. são gentis, diferente dessa Ministra e dessa pessoa que me atacou, que acha que está livre para falar da aparência de outras mulheres. Você não representa as mulheres, e eu sou ultrapassada. Sou bem ultrapassada. Eu sei muito bem o que é uma mulher e o que é um homem. E eu sei muito bem o que é defender as mulheres de verdade deste País, que, assim como eu, amamentaram. Eu amamentei a minha filha, que tem 4 anos, até o início deste ano. E é verdade, isso nos faz perder cabelo. Isso faz o nosso cabelo ficar mais fraco. Talvez essa pessoa que me acusou não saiba o que é isso. Aliás, eu tenho certeza de que ela não sabe. Eu tenho certeza de que ela não sabe. Eu tenho certeza de que ela não se coloca de verdade no lugar de uma mulher e que ela está, única e exclusivamente, preocupada com a aparência das pessoas. Que futilidade! Podia melhorar, podia debater no campo das ideias, e não no campo da agressão. Mas, assim, vai ficando muito claro aquilo que eu falo várias vezes na minha rede social: existe um movimento trans e existe o movimento das mulheres. Já não importa a vida da mulher. Já não importa mais para esse debate de minorias, porque foram surgindo outras minorias mais importantes que as mulheres. Agora, se uma mulher é mulher de verdade ela é ultrapassada. Então, sim, eu sou mulher, eu sou mãe, eu sou esposa, eu sou ultrapassada. E não, eu não tenho tempo para hidratar o meu cabelo, porque eu trabalho, e muito, aqui neste Plenário, nas Comissões. E se compararmos as faltas de uma ou de outra, V.Exas. vão ver, eu estou aqui para ser Deputada. E, antes de tudo, estou representando muitas mulheres do Brasil. Não consigo representar todas, porque ninguém é unanimidade. Mas essa pessoa que diz defender negros, periféricos, mandar alguém hidratar o cabelo... Fica muito claro que ela não está preocupada com pessoas periféricas, porque as pessoas periféricas não têm tempo de hidratar o cabelo. As mulheres de verdade estão preocupadas em como vão chegar em casa e amamentar os seus filhos, em como vão ter tempo, após chegar do trabalho, para realizar suas tarefas em casa. Isso aconteceu aqui dentro, na Comissão da Mulher, e eu peço a todos os colegas, homens e mulheres, que se levantem contra esse absurdo que aconteceu. Ninguém está livre para agredir outra pessoa dessa maneira. Uma pessoa que ocupa nesta Casa um espaço de mulher não pode se levantar para agredir outra mulher e chamá-la de feia, ridícula, ultrapassada. Eu sou ultrapassada, sim, com muito orgulho. E sou também muito educada com todos os Deputados aqui dentro desta Casa, até com os Deputados com os quais eu não concordo. Contra esse tipo de agressão vou ter que apresentar representação, porque é violência política de gênero sim. Não foram vocês que aprovaram essa lei, essa mudança no Código Eleitoral, incluindo a violência política de gênero? Então, ela agora vai ser usada contra quem a apoiou. E cuidado: se tudo é transfobia, nada é transfobia. Se querem respeito, respeitem. Não imponham sua visão de mundo e essas coisas de mal-educados para cima dos outros, porque nós não vamos nos calar. Mulheres, levantem-se! Muito obrigada.
  • 11/06/2024Breves Comunicações

    A Deputada criticou o leilão do arroz, cancelado após a descoberta de que o filho de um Secretário do Ministério da Agricultura e Pecuária era sócio de um dos vencedores. Acusou o Governo Lula de criar uma crise falsa para prejudicar produtores nacionais e importar arroz com selo federal para propaganda eleitoreira. Questionou o uso de 7 bilhões de reais para o leilão, sugerindo que deveriam ter sido investidos no Rio Grande do Sul. Por fim, destacou que a Oposição, a Internet e as denúncias populares são essenciais para expor o "desgoverno" e afirmou que a participação popular é fundamental para a democracia.

    Palavras-chave oficiais: Arroz,Leilão (licitação),cancelamento,Rio Grande do Sul,Oposição política,Rede social,Propaganda eleitoral,Governo federal,irregularidade,Produtor rural

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Sem revisão da oradora.) - Presidente, muito obrigada. Eu queria dizer a todos que, para surpresa de zero pessoa, deu ruim no leilão do arroz, infelizmente. Lula poderia ter usado para outra coisa esses 7 bilhões de reais que seriam para o leilão do arroz, uma crise fake criada por esse Governo para prejudicar os produtores de arroz daqui do Brasil e importar arroz com o selo do Governo Federal, para fazer propaganda eleitoreira. Deu ruim! Tiveram que anular o leilão, porque descobriram que o filho de um dos Secretários do Ministério da Agricultura e Pecuária era sócio de um dos ganhadores do leilão do arroz, Presidente. Então, essa iniciativa não era por amor, não era por se pensar no povo do Rio Grande do Sul — nunca foi! Por que não deram esses 7 bilhões de reais para se fazerem investimentos ou para as pessoas reconstruírem suas vidas no Rio Grande do Sul? Quem poderia imaginar que no Governo Lula haveria uma falcatrua tão grande como essa da falácia do leilão de arroz? A Oposição tinha razão. Graças à Oposição, graças à Internet, que eles tanto odeiam, graças às nossas denúncias, às nossas lives, que eles querem calar, graças à voz do povo brasileiro, nós vamos denunciar, cada dia mais, o desgoverno Lula, porque isso, sim, é o exercício pleno da cidadania. As pessoas estão participando e vendo tudo o que acontece aqui dentro desta Casa, porque nós não temos nada para esconder. As pessoas não querem ver só pela TV Câmara ou pela Globo, elas querem ver pelas nossas redes sociais, Deputado Zé Trovão. Elas querem e elas estão participando. Isso é a democracia. Aceitem ou renunciem aos seus mandatos!
  • 28/05/2024outros

    A Deputada criticou o veto do Presidente Lula à Lei que visa acabar com as "saidinhas", argumentando que isso desconsidera as vítimas de criminosos reincidentes. Também defendeu a manutenção do Veto nº 46, imposto pelo ex-Presidente Bolsonaro, que trata da censura e da liberdade de expressão. Questionou, ainda, quem deve definir o que é fake news e alertou para o risco de repressão sob o que chamou de "regime ditatorial". Por fim, destaco o dia como um teste decisivo para identificar quem está a favor ou contra a censura e a perseguição política.

    Palavras-chave oficiais: Veto presidencial,Projeto de lei ordinária,Saída temporária,Preso,Criminoso,Reincidência,Derrubada de veto manutenção,Veto presidencial,Ex-presidente da República,Liberdade de expressão,Censura,Projeto de lei ordinária,Perseguição política,Estado Democrático de Direito

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Para discursar. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Estamos anunciando, desde ontem, dois assuntos que merecem muita atenção não só dos Deputados e dos Senadores, mas também de todo o povo brasileiro. Temos o veto referente às "saidinhas", que precisamos derrubar, um veto do Governo Lula. Para começar, o Líder do Governo, o Deputado José Guimarães, no dia da aprovação pela Câmara dos Deputados, afirmou que Lula não iria vetar a saidinha, mas, no fim, infelizmente, vetou-a. Foi dito, na justificativa, que isso prejudica o vínculo dos criminosos com seus familiares, mas quem está preocupado com o vínculo das vítimas de criminosos que reincidem em crimes quando muitas vezes estão nas saidinhas? Portanto, é um absurdo completo o Governo Lula ter vetado justamente a parte que mais importava nesta questão que visa acabar com benefícios para criminosos! Outra matéria que temos para hoje é o Veto nº 46, aposto pelo Presidente Bolsonaro, um veto que precisa ser mantido. Aliás, o dia de hoje é muito marcante. Vamos ver, no Senado e na Câmara, quem é quem: quem está a favor da censura e "paga de democrata", e quem está contra a censura, ou seja, a favor da liberdade de expressão. Quem vai definir o que são fake news? Quem vai dizer o que é mentira? Ora, se nós tivéssemos este crime criado já agora, durante esta tragédia que está acontecendo no Rio Grande do Sul, várias pessoas poderiam estar presas, porque estão sendo acusadas de fake news! Tudo o que desagrada a este regime — não é mais um Governo: é um regime ditatorial — tem sido tachado de fake news, até mesmo o que foi publicado pela Folha de S.Paulo. Outrora aliados, agora estão brigando por versões. Se existe alguma mentira, eu sou a favor de que ela seja combatida com a verdade, com informação, e não com repressão, ameaça e prisão. Nós não podemos esquecer que hoje temos presos políticos no Brasil. Outro dia, eu recebi a notícia de que o Ministro Alexandre de Moraes decretou a prisão preventiva de Dirce Rogério, uma senhora catarinense que está com tornozeleira. Por que ele decretou novamente a prisão preventiva? Porque outros que estavam com tornozeleira fugiram, foram para fora do País! Então, por uma atitude de terceiros, foi novamente decretada a prisão desta senhora. O dia de hoje será um marco, pois saberemos quem está a favor da censura, a favor desse regime de perseguição. Hoje um Deputado do PT disse: "Ah, é para evitar que alguém pegue em armas". Citaram o Estado Democrático de Direito. Quem pegou em armas aqui foram os guerrilheiros da época do regime militar! Eles é que pegaram em armas para ir contra a ordem que estava instaurada. Outro dia, na CCJ, outro Deputado do PT disse que pegou em armas, com muito orgulho. Portanto, eles não são a favor do desarmamento para acabar com a criminalidade. Eles são a favor do desarmamento porque querem o monopólio da força, para perseguir seus adversários políticos. Muito obrigada.
  • 23/05/2024Breves Comunicações

    A Deputada expressou sua indignação com a aprovação, pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado, do projeto de lei que permite a liberdade condicional para condenados por crimes sexuais que optarem pela castração química. Ela enfatizou que a medida não é adequada, pois concede uma pena alternativa a criminosos que cometeram atos monstruosos, como estupros de bebês e abusos contra crianças. Ressaltou a necessidade de aplicar penas severas para esse tipo de crime, afirmando que a punição é fundamental para a prevenção. Ela rejeitou a ideia de ressocialização para esses criminosos, destacando a importância de proteger as crianças, adolescentes e mulheres da sociedade. A Deputada concluiu seu discurso pedindo o apoio de todos no combate ao abuso sexual e enfatizando que é necessário enfrentar esse problema com determinação.

    Palavras-chave oficiais: Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC),Senado Federal,Projeto de lei ordinária,Castração química,Criminoso,Estupro,Abuso sexual,Liberdade condicional,punição,Ressocialização,Criança,Adolescente,proteção

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Eu sou mãe de uma menina de 4 anos. Cada vez que vejo a notícia de que um predador sexual, um criminoso vagabundo, nojento, abusa de crianças, sinto dor no meu coração, assim como deve sentir qualquer outro brasileiro normal, de bem. Ontem, a Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou, de maneira terminativa, o Projeto de Lei nº 3.127, de 2019, que prevê o cumprimento da pena em liberdade condicional para condenados por crimes sexuais que optarem pelo tratamento hormonal de redução de libido, que é a chamada castração química. Isso seria uma alternativa para reincidentes em crimes de estupro, violação sexual mediante fraude e estupro de vulnerável. À primeira vista, eu pensei, bom, castração química para os criminosos, algo a se comemorar. Mas, observando mais atentamente o texto, isso não me pareceu adequado, aliás, não é adequado. Quer dizer que o cidadão que optar por tomar hormônios, isto é, por fazer a chamada castração química, vai poder ficar em liberdade, vai poder sair da cadeia, vai cumprir uma pena alternativa? Esse cidadão — Deus me perdoe! — que estuprou um bebê de 5 dias, como foi denunciado pela Senadora Damares outro dia e pode ser encontrado no Google, esse cidadão que estuprou um bebê que ainda não tinha nem perdido o cordão umbilical, ele merece pena alternativa? Ele merece a castração química, sim, e merece ficar preso para sempre! Este País precisa começar a aplicar, de fato, penas severas para criminosos. É apenas a punição que vai funcionar nesses casos. Não existe ressocialização para esse tipo de crime. Fiquei muito triste, porque fui ler a notícia quando eu soube da aprovação da matéria, mas, quando me deparei com a verdade, constatei que esses crimes vão continuar acontecendo, até que tomemos uma atitude para punir esses criminosos que abusam não somente de crianças, mas principalmente delas. Imaginem que outro dia eu deparei com a notícia de que um pai tinha sido flagrado — há vídeo disso, todo mundo pôde ver na Internet — abusando da filha de 8 anos de idade! A esse sujeito não tem que ser dada pena alternativa. Ah, o sujeito vai fazer um tratamentozinho de castração química e vai poder ficar em liberdade? Outra coisa: a castração química é voluntária, o sujeito vai escolher fazer. Pois eu quero que tudo seja feito com esse sujeito, para que ele entenda. O criminoso não é burro, ele faz cálculos. Se ele tiver essa mão leve do Estado, é óbvio que ele vai continuar cometendo crimes, crimes os mais bárbaros, como o abuso de crianças. Não sei se esses crimes sempre aconteceram e agora apenas chegam mais ao nosso conhecimento, porque temos mais acesso a informação. É muito abuso sexual de criança! É um absurdo! Por isso eu sempre falo que não podemos sexualizar precocemente as nossas crianças. Nobres colegas, esse é um assunto suprapartidário, em que pese alguns defenderem o desencarceramento, dizerem que cadeia não resolve e quererem colocar criminosos nas ruas, juntos com o cidadão cumpridor da lei. Vivem falando que cadeia não resolve, mas também não apresentam outra solução. Dizem que é preciso educação, saúde... Vocês acham que um cidadão que abusa sexualmente da própria filha, ou de um bebê de 5 dias, vai melhorar se tiver educação? Ele pode ter doutorado, que vai continuar cometendo essas atrocidades. Precisamos enfrentar esse problema. Predadores sexuais estão à solta na nossa sociedade. Nossas crianças correm perigo. As mulheres correm perigo. Não podemos continuar tratando isso com o discurso de "Meu Deus! Eles precisam de tratamento. Vamos dar uma pena alternativa a eles". Conto com o apoio de todos no combate ao abuso sexual de crianças, de adolescentes e de mulheres. Muito obrigada.
  • 15/05/2024Breves Comunicações

    A Deputada relatou que mães de Santa Catarina estão preocupadas com a guarda dos filhos devido à pressão para vaciná-los contra a COVID-19. Explicou que a obrigatoriedade da vacina foi incluída no Programa Nacional de Imunizações (PNI) por uma nota técnica inadequada. Afirmou que pais que se recusam a vacinar seus filhos estão sendo perseguidos pelo Conselho Tutelar e pelo Ministério Público, enfrentando ameaças de sanções e perda de benefícios sociais. Criticou a inclusão da obrigatoriedade da vacina e a falta de ação Parlamentar para sustar a nota técnica.

    Palavras-chave oficiais: Santa Catarina,Programa Nacional de Imunizações (PNI),Criança,Vacinação,obrigatoriedade,Conselho tutelar,perseguição,Nota técnica,Atuação parlamentar

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Sem revisão da oradora.) - Presidente, já faz alguns dias que um grupo de mães de Santa Catarina me procurou porque elas estão com medo do que pode acontecer com a guarda dos seus filhos. Está em curso uma perseguição a pais que estão optando por não vacinar seus filhos com a vacina contra a COVID. E lembro aqui a V.Exas. que essa vacina foi colocada no PNI — Programa Nacional de Imunizações, por meio de uma nota técnica. O que é uma nota técnica? Nada. Não é o meio adequado para se colocar a obrigatoriedade de uma vacina no PNI. Nós apresentamos um PDL no ano passado, o Projeto de Decreto Legislativo nº 486, de 2023, para sustar os efeitos dessa obrigatoriedade, e a Mesa da Câmara o devolveu. A Mesa disse que projeto de decreto legislativo, que serve quando o Poder Executivo exagera no seu poder regulamentar, não é o instrumento adequado para sustar uma nota técnica. Então nós não temos como sustar uma nota técnica vinda do Governo Lula, da Ministra Nísia Trindade. E o que está acontecendo lá na ponta? Pais estão sendo perseguidos pelo Conselho Tutelar, pelo Ministério Público. Isso aconteceu em Presidente Getúlio, em Tangará, em Capivari de Baixo. Eles chegam ao posto de saúde e falam que querem vacinar o filho com todas as vacinas, menos a contra COVID, porque não confiam nessa vacina. É o que os pais falam; é direito deles. Então, é encaminhada essa negativa para o Conselho Tutelar, que a encaminha para o Ministério Público, e os pais recebem uma cartinha do Ministério Público dizendo que eles vão sofrer consequências, como multa ou outras sanções. Muitas famílias não conseguem resistir, porque, inclusive, está sendo tirado o direito dessas famílias que recusam essa vacina de ter acesso a benefícios sociais. Estão querendo impor, estão querendo, não, estão impondo uma obrigatoriedade, com ameaças. E repito aqui: essa obrigatoriedade foi incluída no PNI por meio de uma nota técnica, que não é o meio adequado. Não é o meio adequado, e sequer este Parlamento pode reagir, porque a Mesa da Câmara disse que o PDL não serve para derrubar essa nota técnica. Essas famílias de Santa Catarina estão sendo, sim, perseguidas, humilhadas, com essa tentativa absurda de impor uma obrigatoriedade, porque a Ministra socióloga da Saúde apenas assim quis, por uma vingança e não por uma questão de ciência, como tanto falaram. Aliás, o Brasil é o único país que está obrigando a vacinação em bebês de 6 meses a crianças de 5 anos de idade. É sobre isso que nós estamos tratando aqui. Obrigada.
  • 14/05/2024

    A Deputada orientou a bancada na votação do art. 9º do Substitutivo apresentado ao Projeto de Lei nº 6.235, de 2023, que institui a Letra de Crédito do Desenvolvimento (LCD).

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Dispositivo legal,Projeto de lei ordinária,Minoria parlamentar,Voto favorável

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, fiquemos atentos aos discursos. Aqueles que incutem o pânico climático das fundações e ONGs estrangeiras que usam a descarbonização como instrumento para destruir o desenvolvimento de países emergentes o fazem para destruir a concorrência, são aqueles que querem prejudicar as áreas produtivas, o campo, esmagando as pessoas em metrópoles e cidades de 15 minutos. Não aceitem esse tipo de chantagem! Estaremos atuantes e vigilantes. A Minoria orienta "sim" ao texto.
  • 14/05/2024

    A Deputada orientou a bancada na votação do Projeto de Lei nº 6.235, de 2023, que institui a Letra de Crédito do Desenvolvimento e altera a Lei nº 13.483, de 21 de setembro de 2017.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei ordinária,Minoria parlamentar,Voto contrário

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, a Minoria orienta o voto "não". Sabemos o que foi feito do BNDES no passado, durante os outros Governos do PT, em que somente os amigos do rei tinham acesso ao financiamento. Além disso, as mudanças na metodologia da TLP, que substituem a TJLP, podem reduzir sua eficácia e transparência — coisa de que o PT não gosta —, introduzindo complexidade e incertezas fiscais de longo prazo. Por isso, a Minoria orienta o voto "não".
  • 14/05/2024

    A Deputada manifestou sua preocupação com a situação no Rio Grande do Sul, destacando que a tragédia deve ser a prioridade absoluta do Parlamento. Ela criticou a inclusão de outros assuntos na pauta, acusando o Governo de negligenciar a crise no Rio Grande do Sul e de tentar aprovar projetos controversos, como o relatado pelo Deputado André Figueiredo, que, segundo ela, beneficiaria a Rede Globo e aumentaria impostos, além de promover censura. A Deputada defendeu que o PL deve obstruir essas pautas e enfatizou a necessidade de focar na assistência às vítimas da tragédia no Rio Grande do Sul.

    Palavras-chave oficiais: Rio Grande do Sul,Enchente,Inundação,prioridade,Congresso Nacional,Governo federal,Pauta (processo legislativo),Proposição legislativa,Censura,aumento,Imposto,Partido Liberal (PL),Obstrução parlamentar

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    A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Sem revisão da oradora.) - Presidente, eu ouvi vários discursos aqui de Parlamentares se mostrando preocupados com a situação no Rio Grande do Sul. Mas, como já dito pelo colega Deputado Marcel van Hattem, se o Governo realmente estivesse preocupado, de fato, com o problema do Rio Grande do Sul, votaríamos primeiro essa questão. Não é o que está acontecendo aqui. Primeiro, antes de tudo, nós deveríamos tratar hoje aqui sobre a tragédia no Rio Grande do Sul. Esse, com certeza, é o assunto prioritário. Mas, não, em meio a uma tragédia, nós vemos outros assuntos aparecerem, como, por exemplo, o que foi agora levantado pelo Relator André Figueiredo. Segundo ele, o que nós estamos falando é mentira. Assim como, ao tratarmos de outras coisas, nos acusaram de falar mentiras. Disseram que a reforma tributária não ia aumentar tributos. E agora nós vemos o quê? Com a regulamentação, ela irá, sim, aumentar tributos. Então, os assuntos que pipocam aqui nesta Casa precisam ser mais bem debatidos. Nesta semana, assim como na semana passada, a Casa deveria estar preocupada, única e exclusivamente, em ajudar os gaúchos que estão passando extrema necessidade. Não deveria haveria outras pautas, senão essa pauta, Presidente. É um absurdo, então, em meio a uma tragédia, o Governo tentar passar censura, perseguir seus adversários e não fazer o bem pelos irmãos gaúchos. É um completo absurdo. Nós não podemos admitir isso aqui. Por isso, o PL tem que ficar em obstrução, para que essas pautas absurdas... E, sim, esse projeto de que acabaram de falar aqui — o Relator é o Deputado André Figueiredo — beneficia, sim, a Rede Globo de Televisão. E é, sim, monopólio, aumento de impostos e censura. Obrigada.
  • 08/05/2024

    A Deputada apresentou uma questão de ordem com base no artigo 73, inciso XII, do regimento interno, destacando a proibição de referências descorteses a membros do Poder Legislativo ou autoridades constituídas. Expressou sua indignação com tentativas de censura e falta de respeito à sua opinião, citando um incidente recente durante seu discurso.

    Palavras-chave oficiais: Questão de ordem,Atuação parlamentar,Plenário,Liberdade de expressão,Censura

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    A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Para uma questão de ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, tenho uma questão de ordem com base no art. 73, inciso XII: Art. 73...................................................................................... XII - nenhum Deputado poderá referir-se de forma descortês ou injuriosa a membros do Poder Legislativo ou às autoridades constituídas deste e dos demais Poderes da República (...). Eu só queria dizer que, mais uma vez, aqui neste plenário, corroborando o que faz o Governo Federal, tentam nos calar, não respeitam a nossa opinião. Subi à tribuna, usei o tempo da Liderança e fui atacada por esse ser que fala fora do microfone agora. (Intervenção fora do microfone.) A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC) - Quem não respeita os gaúchos neste momento é você, porque há muito catarinense ajudando os gaúchos. Não é o momento de fazer essa cena que você fez aqui. Desculpe-me. Eu não vou aceitar esse tipo de censura ao meu discurso. Todos aqui somos Parlamentares. Eu estou farta de ofensas, de narrativas, de acusações e de fake news. Quando não gostam de algo, é fake news, mas, gostem ou não gostem das redes sociais, o povo está usando as redes sociais para se mobilizar em prol do povo gaúcho. Portanto, vamos parar de acusar os outros. Isso, sim, o povo gaúcho não merece. Ninguém está lá, nenhum voluntário está lá olhando em quem o outro votou ou o que defende. Neste momento, são todos seres humanos precisando uns dos outros. Tenho certeza de que todos os que estão lá neste momento — inclusive, alguns poderiam estar lá ajudando — sentem isso, e é o que estão nos relatando. Por isso, gostaria de deixar, mais uma vez, a minha solidariedade ao povo gaúcho e meu repúdio a esse tipo de ataque baixo, vil, imoral, covarde e antidemocrático!
  • 08/05/2024

    A Deputada elogiou a formação da Comissão Externa e expressou solidariedade ao Rio Grande do Sul diante das enchentes. Criticou a atuação do Ministro Paulo Pimenta, questionando sua priorização da perseguição sobre a ajuda às vítimas. Denunciou o Governo como divisivo e ideológico, destacando a censura às críticas à ineficiência estatal. Apelou à solidariedade e criticou o desequilíbrio financeiro entre tributos pagos e investimentos recebidos nos Estados. Condenou a censura e perseguição aos voluntários, pedindo foco na ajuda às vítimas. Conclamou Paulo Pimenta a abandonar a censura e se concentrar em salvar vidas gaúchas, apelando ao espírito solidário em meio à tragédia.

    Palavras-chave oficiais: Rio Grande do Sul,Enchente,Inundação,solidariedade,Comissão externa,Ministro-Chefe,Comunicação social,atuação,perseguição,Voluntário

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    A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Como Líder. Sem revisão da oradora.) - Presidente, gostaria de parabenizar os Deputados pela criação dessa Comissão Externa. Obviamente, o PL orienta "sim". Quero dizer que estou muito triste com tudo o que está acontecendo no nosso Estado vizinho, o Rio Grande do Sul, e mais triste ainda com a postura de um Governo que se mostra, sim, o Governo da divisão e da destruição. Ministro Paulo Pimenta, o senhor então invocou a Polícia Federal para perseguir quem está ajudando e quem está divulgando o que está acontecendo no Rio Grande do Sul? Por que o senhor não convoca a Polícia Federal para ir ao Rio Grande do Sul ajudar a resgatar vidas? É disso que nós precisamos agora, de solidariedade e organização em prol de toda e qualquer vida, não de algumas vidas, como quer a Ministra Anielle Franco. Para ela, algumas vidas, de quilombolas ou de algumas minorias, têm prioridade. Até parece piada, mas não é. Este é um Governo ideológico, que não se preocupa com a realidade dos brasileiros, com as necessidades de um povo que está sofrendo uma catástrofe, mas sim com a propagação das suas agendas nefastas, da sua ideologia. Dizem que a primeira baixa em uma guerra é a verdade. O Rio Grande do Sul está travando uma verdadeira guerra para salvar as vítimas das enchentes e, além de tudo isso, tem que lutar contra o Ministro Paulo Pimenta, que é do Rio Grande do Sul, que se preocupa em perseguir pessoas que estão nas redes sociais tentando ajudar o próximo e divulgar informações. Se existem fake news, elas devem ser combatidas com a verdade e com mais informação, e não com censura. Ora, se não fossem as redes sociais, será que milhares de voluntários teriam conseguido se mobilizar para estar lá no Rio Grande do Sul, como estão agora? Ou será que o Estado daria conta de tudo? Sabem qual foi um dos comentários ontem que o Paulo Pimenta, o Governo Lula, tentou censurar? Tenta censurar, porque está processando. A influenciadora Steh Papaiano falou assim: "O Estado é ineficiente". Ora, ela não tem liberdade de expressão para achar que o Estado é ineficiente? Ela não citou sequer o nome de alguém ou qualquer governo. Ela disse, de forma genérica, que o Estado é ineficiente. Mas o Paulo "Pimentinha", muito engraçadinho, mandou para o Ministério da Justiça ofício querendo calar essa mulher que falou uma verdade: o Estado é ineficiente. O poder centralizado em Brasília é um câncer no Brasil. Disseram que era fake news. E hoje a ANTT emitiu uma portaria dizendo que, se houve excessos, que não mais aconteçam. Venho aqui pedir a todos espírito solidário, voluntário. Precisamos ajudar, e não atrapalhar quem está ajudando. Deixem o povo se ajudar. Parece que alguns burocratas socialistas odeiam perceber que o povo se vira, que o povo não precisa depender do Estado, que o povo é autossuficiente. E seria muito mais, seria muito mais! Vamos ver aqui quanto o Rio Grande do Sul pagou ao Poder Central de Brasília em tributos em 2021 — 57,4 bilhões de reais. Quanto os gaúchos receberam de volta? Receberam 13,3 bilhões de reais — um saldo negativo de 44,2 bilhões de reais, que poderiam ser usados para reconstruir o Rio Grande do Sul. Santa Catarina, o meu Estado — com muito orgulho, sou catarinense —, pagou, em 2021, 71,6 bilhões de reais, e recebeu apenas 11,6 bilhões de reais, um saldo negativo de 60 bilhões de reais. E por que discutir isso em meio a essa calamidade que o Rio Grande do Sul vive? Porque nós precisamos discutir e rever esse modelo centralizado de poder e dinheiro e de tomada de decisões aqui em Brasília. Não deu certo. Agora, então, precisa a ANTT emitir uma portaria para facilitar para o povo que está ajudando do próprio bolso? Isso parece não ter o mínimo de bom senso, alguém querer atrapalhar as pessoas que estão ajudando voluntariamente. Amigos meus pegaram seus barcos, seus jet skis, e donos de clubes de tiro foram para o Rio Grande do Sul salvar com equipamentos próprios. Então, o Estado não pode ser um entrave. Seja lá o Governo que for não pode atrapalhar o povo que está organizado para arrecadar doações, para fazer salvamentos. Isso é um absurdo! E mais absurdo ainda é querer calar o povo. O povo brasileiro paga meio ano de imposto e não pode sequer criticar e dizer que o Estado é ineficiente. Isso é um fato. E o que fazem agora? Em vez de refutar os dados, os números, eles atacam o mensageiro, atacam a pessoa, porque os números são irrefutáveis, os fatos são irrefutáveis, então precisam perseguir, censurar e calar. Paulo "Pimentinha", você é muito engraçadinho tentando perseguir as pessoas que estão fazendo um bom trabalho em meio a essa calamidade que está acontecendo no seu Estado. Peço ao senhor para que coloque a mão na consciência e pare com essa "bobajada" de censura e de ir atrás de quem está se organizando para salvar vidas e para evitar que mais coisas ruins recaiam sobre o povo gaúcho. Todo o Brasil está unido em solidariedade ao povo gaúcho, ao que está acontecendo lá. E parece que tem mais chuva por vir. Então, não podemos tirar o foco número um, que é ajudar o próximo. Isso não é momento para fazer politicagem, censura, para ir atrás de adversário político e dizer que fez fake news. O Prefeito te ligou, de Canoas, e falou que tinham morrido "x" pessoas na UTI. Se ele errou, cobre dele. Foi um erro dele, e não de quem divulgou uma ligação entre o Prefeito e o próprio Ministro. Isso é um absurdo! Querem calar o povo até num momento tão triste como esse.
  • 17/04/2024Breves Comunicações

    A Deputada expressou preocupação com a recente visita de uma delegação do Partido dos Trabalhadores (PT) à China, destacando uma foto onde ostentavam a bandeira com a foice e o martelo. Apontou que, embora seja parte do jogo geopolítico manter relações com outros países, o elogio do partido ao processo político chinês levanta questionamentos. Ressaltou que, embora a China tenha se desenvolvido, o progresso econômico não está necessariamente ligado à democracia, o que contradiz os ideais socialistas frequentemente invocados. Criticou o sistema de crédito social chinês, que prevê punições severas por comportamentos considerados contrários ao Governo, destacando a falta de eleições livres e a perseguição a minorias como os praticantes do Falun Gong. Questionou a coerência do PT em apoiar regimes autoritários, enquanto afirma defender valores democráticos no Brasil.

    Palavras-chave oficiais: Partido dos Trabalhadores (PT),China,Economia,Eleição,perseguição,Minorias,incoerência,Ideologia política

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    A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Recentemente, o PT enviou uma delegação para a China, que não poupou esforços em registrar, muito sorridente, uma foto ostentando a bandeira com a foice e o martelo. Manter relações com países faz parte do jogo geopolítico, onde, como em um tabuleiro, existem mais interesses do que amizade em jogo. Contudo, a Presidente do PT avaliou em postagem recente ser positivo o processo político chinês de governança, tendo em vista o que ele proporcionou à China. Que a China se desenvolveu e virou uma potência, é incontestável. No entanto, o progresso econômico não está relacionado com a democracia, uma palavra frequentemente invocada por socialistas, que, paradoxalmente, são os principais adversários desse sistema. O socialismo é um modelo perpetuamente inacabado por um motivo muito simples. Em nome do futuro, aniquila-se o presente e se reescreve o passado. Somente em nome do paraíso terrestre é que as pessoas são enganadas e incitadas a cultivar o verdadeiro inferno na terra. O Partido Comunista chinês já planejava implementar em 2020 um sistema de crédito social. Nele, pontos seriam retirados para quem escrevesse mensagens antigoverno nas redes sociais ou participasse de cultos. Com a queda do score, restrições como menor acesso ao crédito, restrições aos serviços públicos, indeferimento de licenças, exclusão de viagens e até mesmo exposição on-line ou na TV estavam previstos. Muitos desses itens já são realidade no presente. O Partido Comunista chinês é o único partido do País. Logo, não existem eleições livres. Por falar em liberdade, a petista fez uma grande postagem no X, que é bloqueado na China. Será que ela usou VPN? Vale lembrar que alguns casos de corrupção são punidos com a morte na China. Como ficaria toda a cúpula petista? Por fim, mas não menos importante, a China persegue minorias como os praticantes do Falun Gong, uma prática espiritual. As Nações Unidas já se mostraram alarmadas pelas denúncias de prisão e extração ilegal de órgãos dos praticantes perseguidos. Aliás, a China tem reprimido o movimento feminista, e são raríssimos os casos de mulheres que chegam à cúpula do governo. O que será que o PT e a Esquerda acham disso? Enquanto o PT e seus membros podem escolher livremente apoiar regimes autoritários, resta perguntar até que ponto essa escolha é coerente com os valores que afirmam defender em solo brasileiro. Obrigada.
  • 12/03/2024

    A Deputada orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei nº 81, de 2024, que assegura a atualização automática da faixa de isenção do Imposto de Renda das pessoas físicas (IRPF) ao valor de 2 (dois) salários mínimos.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei ordinária,Voto favorável,Minoria parlamentar

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    A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, nós orientamos "sim" à retirada de pauta, porque precisa melhorar. Na campanha, o Lula promete tudo e, na realidade, entrega nada, como fez com a questão das minorias. Falou que defendia as mulheres, e agora só se vê demissão, exoneração de mulher. Falou que ia isentar até 5 mil reais, agora até 2 mil reais. Então, nós não admitimos esse estelionato eleitoral. Por isso, precisamos melhorar. E a Minoria orienta "sim" à retirada de pauta.
  • 12/03/2024

    A Deputada orientou a bancada na votação do requerimento de urgência do Projeto de Lei nº 545, de 2024, que atualiza e aprimora o regime jurídico a que se submete a Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo - Embratur.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Minoria parlamentar,Voto contrário

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    A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, a Minoria tem absoluta certeza de que não há necessidade alguma de esse projeto já estar em plenário com requerimento de urgência. Não há urgência nenhuma neste projeto. Não houve a discussão necessária, até porque este projeto, senhoras e senhores, foi apresentado no dia 5 de março deste ano. Nada como ser Líder do Governo para dar agilidade a projetos, como a que este projeto está tendo. Olhem quanto tempo demorou para tratarmos do fim das "saidinhas" — este, sim, é um projeto que merece urgência. Então, não há necessidade de urgência para este projeto. Por isso, a Minoria vai orientar "não". Além disso, o PT, o partido que mais quer burocratizar a vida do cidadão brasileiro, fala em desburocratizar. É por isso que a Minoria orienta "não".
  • 05/03/2024

    A Deputada criticou as declarações do Vice-Presidente da República, Geraldo Alckmin sobre o homeschooling, considerando-as preconceituosas. Leu uma nota da Associação Nacional de Educação Domiciliar (ANED), condenando os comentários de Alckmin e destacando que o homeschooling não é racista, mas uma opção educacional legítima. Convidou o Vice-Presidente a se retratar e conhecer a realidade das famílias educadoras, enfatizando que o homeschooling é um direito humano garantido pela Declaração Universal dos Direitos Humanos. Mencionou a intenção da ANED de processar as declarações do Vice-Presidente e defendeu a eficácia histórica do homeschooling na formação de indivíduos talentosos.

    Palavras-chave oficiais: Vice-presidente da República,Educação domiciliar,declaração,Retratação,Defesa

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    A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Nobres colegas Deputados, venho aqui hoje, em nome das famílias educadoras da educação domiciliar, repudiar a fala do Vice-Presidente da República, Geraldo Alckmin, que foi algo absurda, totalmente preconceituosa, e que demonstra falta de conhecimento sobre o tema. Vou ler a nota da ANED — Associação Nacional de Educação Domiciliar, porque quero dar voz a essas famílias. Nota de repúdio da ANED em face da declaração do Vice-Presidente da República de que o Homeschooling seria uma proposta racista. A Associação Nacional de Educação Domiciliar — ANED, com todo o respeito que sempre pautou e mantém às autoridades públicas brasileiras, repudia a fala contra o Homeschooling proferida pelo excelentíssimo Sr. Vice-Presidente da República, Geraldo Alckmin, afirmando injustamente que o Homeschooling é uma proposta racista criada nos Estados Unidos: "Uma coisa atrasada que nasceu nos Estados Unidos por orientação racista". Vejam o absurdo, a falta de respeito, a agressividade. A ANED declara que a fala acima citada revela-se preconceituosa e propagadora de inverdades, pois não faltam evidências — a seguir referenciadas —, demonstram que há muitas famílias que praticam educação domiciliar justamente para ensinar seus filhos a serem mais tolerantes e gentis com todos ao redor. Inclusive muitos optam pelo homeschooling em razão de bullying e preconceito no ambiente escolar. É exatamente o oposto. É exatamente o oposto do que o Sr. Geraldo Alckmin disse. A ANED está convidando o Sr. Geraldo Alckmin a se despir desse preconceito. Convidamos o Sr. Geraldo Alckmin a conhecer de fato as famílias educadoras esperando que retrate sua fala para que um discurso de ódio não se instale contra as famílias educadoras, pois a impropriedade da fala, que poderia até ser cômica por lhe faltar qualquer fundamento lógico, mas termina por ser trágica, pois vincula essas famílias ao racismo no inconsciente coletivo. Esse tipo de postura de uma autoridade pública não pode se tornar comum e esperamos que haja a reparação ao dano causado coletivamente às famílias protetivas e educadoras brasileiras. Eu recomendei à associação que processe essa fala absurda do Sr. Geraldo Alckmin. O homeschooling ou educação domiciliar é um modelo educacional e que se enquadra como direito natural diretamente relacionado à dignidade da pessoa humana, previsto expressamente na Declaração Universal de Direitos Humanos, onde se garante que "Os pais têm prioridade de direito na escolha do gênero de instrução que será ministrada aos seus filhos". Historicamente, o homeschooling foi a primeira forma de educação humana, antes do advento das escolas privadas e públicas, e, muito anteriormente, à educação escolar atual. Tem mais tempo de existência, e já formou inúmeros gênios, cientistas, inventores, artistas e atletas. Antes mesmo dos Estados Unidos ou outro Estado moderno ser formado, o homeschooling já existia. (...) Sr. Vice-Presidente Geraldo Alckmin, já estamos acostumados às falas do Presidente Lula, que nos envergonha inclusive internacionalmente. Essas famílias educadoras esperam que o senhor se retrate e venha conhecer a realidade do homeschooling no Brasil. Obrigada.
  • 21/12/2023

    A Deputada discutiu as Emendas do Senado Federal ao Projeto de Lei nº 3.626, de 2023, que regulamenta as apostas esportivas on-line.

    Palavras-chave oficiais: Discussão,Emenda,Senado Federal,Projeto de lei ordinária,contrário

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    A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Na verdade, logo que eu cheguei a esta Casa, os meus irmãos da bancada evangélica — eu sou católica — me perguntaram sobre essa matéria. O Deputado Pastor Eli me fez vários questionamentos, e um deles era sobre os jogos. Eu falei "Pastor Eli, sobre essa questão dos jogos eu tenho um posicionamento diferente, eu tenho a tendência a ser favorável". Eu sou muito transparente nos meus posicionamentos. Da mesma forma, fico um pouco chateada com o posicionamento de alguns irmãos evangélicos que não entendem que a questão das armas tem tudo a ver com a defesa da vida, Presidente. Nós temos essas divergências, isso é normal no Parlamento. Um tenta convencer de um lado, outro tenta convencer do outro, não é, Senador Girão? Mas este projeto aqui eu acho que não tem nada a ver com ser a favor ou contra jogos. Para mim, na minha ideia, se olharmos sob uma perspectiva libertária, é somente o Governo Lula querendo arrecadar mais impostos, porque, como foi falado aqui, esse tipo de jogo já está acontecendo. Há emenda para tudo que é lado, há emenda para aumentar imposto inclusive de quem ganha, na hora que joga, um dinheirinho ali, sei lá, 2 mil reais ou 2.500 reais. Vai ter que pagar imposto. Então, estamos prestes a votar, e eu ainda não decidi o meu voto. O Presidente Lira até me perguntou ali, mas não decidi o meu voto. Olhando sob esse viés de que vai tirar mais dinheiro das pessoas para dar para este Governo fazer sei lá o quê — pagar Lei Rouanet ou financiar MST ou outras coisas —, eu estou tendente a votar contra. Pensando sob esse viés mais libertário, não quero que o cara que joga e ganha ali 2 mil reais ou 2.500 reais tenha que pagar até nessa hora. Ô, tristeza! Obrigada.
  • 21/12/2023

    A Deputado discutiu o Projeto de Lei nº 2.148, de 2015, que estabelece redução de tributos para produtos adequados à economia verde de baixo carbono.

    Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,contrário

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    A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Sem revisão da oradora.) - Presidente, pode restabelecer meu tempo, por favor? (Pausa.) Obrigada, Presidente. Peço a atenção dos colegas aqui para o tema de que nós estamos tratando, que é de suma importância. Eu vi o Relator subir a esta tribuna e comemorar, dizer que o Brasil é um dos maiores emissores do mundo. O Relator, que é do Partido Verde, demonstra um desconhecimento gigantesco sobre a matéria. Só por esse motivo, já não deveríamos votar isso hoje. O Brasil emite apenas 2%; China, 30%; Estados Unidos, 18%. Estão cumprindo o Acordo de Paris? Não. Quem é que vai cumprir? O Brasil. Atenção, meus colegas Deputados. Tem gente muito graúda ganhando dinheiro com essa pauta verde, que é uma pauta extremamente vermelha, de controle e de ataque à nossa soberania, de ataque à nossa soberania. O Relator subiu a esta tribuna e falou mentiras. Não tenho nada contra ele pessoalmente, mas é mentira que o Brasil é um dos maiores emissores. Ou é mentira, ou é desconhecimento. O Relator não estudou a matéria. Outro Deputado que subiu à tribuna disse: "Nossa! É muito bom, porque é muito bom. Alguém falou para mim que é muito bom. Eu não estudei, mas é muito bom". Respeito aos povos indígenas. Isso aqui já dá um gatilho: é ONG financiada por organismos internacionais se metendo. E aqui o Relator aluga três carros. Eu alugo dois. Eu já fiz muito mais pela pauta verde do que ele. Gasta 5 mil reais em combustível. É que nem os bilionários que vão de jatinho para a COP e querem controlar o que você vai emitir. Na verdade, isso aqui, essa pauta verde que nós estamos tratando aqui vai aumentar o preço de tudo no nosso País. E quem é que vai pagar a conta? O pobre trabalhador que, no final de semana, quer beber sua cervejinha e relaxar com a sua família. Esse cidadão não vai mais ter liberdade com a sua família. Obrigada.
  • 21/12/2023

    A Deputada encaminhou a votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei nº 2.148, de 2015, que estabelece redução de tributos para produtos adequados à economia verde de baixo carbono.

    Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei ordinária,favorável

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    A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Sem revisão da oradora.) - Pode restabelecer o meu tempo, Presidente? Eu também sou iniciante. Estou aprendendo, assim como o Deputado Sargento Gonçalves. (Pausa.) Obrigada, Presidente. É importante que todos prestem atenção no que vai acontecer esta noite nesta Casa. Sabemos que esta pauta, a pauta verde, é prioritária não somente para o Governo Lula, mas também para a Presidência desta Casa, que tem falado muito sobre esta pauta. Segundo reportagem do jornal Valor Econômico, "a demanda mundial por crédito de carbono já é crescente e pode aumentar 15 vezes ou mais até 2030 (...). E está no Brasil a melhor condição de desenvolver esse mercado, já que 15% do potencial de captura de carbono por meios naturais do planeta está aqui, com chances de atender a 48,7% da demanda global (...)". Senhoras e senhores, os países grandes, mais desenvolvidos do que o Brasil, com economia mais sólida e sem um demagogo na chefia de Estado, não cumprem o Acordo de Paris, e contam com o Brasil para cobrir os seus prejuízos relacionados às emissões. Na prática, o Brasil está se oferecendo para criar esse mercado, prejudicando a economia nacional, que já se encontra fragilizada pelas políticas arrecadatórias — metem a mão no bolso do povo trabalhador, produtor — insanas deste Governo; pelo baque da pandemia e do lockdown, do "fique em casa" de vocês, que afundou ainda mais os empresários. Alega-se que a criação desse sistema vai gerar empregos. É claro que existe gente muito grande ganhando dinheiro com essa pauta verde, que de verde não tem nada. A pauta verde que será votada hoje nesta Casa é vermelha, muito vermelha. Quem vai ganhar dinheiro com isso são os grandes, os bilionários, os bancos. Então, quem votar a favor dessa pauta — atenção, pessoal de esquerda! — vai ser "tchutchuca" de banqueiro. Obrigada.
  • 20/12/2023

    A Deputada discutiu o Projeto de Lei nº 5.867, de 2023, que dispõe sobre a criação do "Dia do Rei Pelé". Na oportunidade, expressou sua preocupação com a falta de previsibilidade na divulgação das pautas de votações na Câmara dos Deputados. Além disso, ressaltou a importância de preservar a civilidade e o respeito nas discussões políticas e pediu providências em relação ao episódio ocorrido no Plenário, onde o Deputado Messias Donato foi agredido fisicamente pelo Deputado Quaquá.

    Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,favorável Projeto de resolução da Câmara dos Deputados,Regimento Interno da Câmara dos Deputados,Ordem do Dia Deputado federal,Violência física,Plenário,Indignação

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    A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente, pela palavra. Nós temos ainda muitas pautas para votar. Nada tenho contra o mérito deste projeto, mas está havendo um verdadeiro descaso com os Deputados que estão esperando as pautas prometidas. Foi anunciado que nesta semana nós teríamos votações desde a segunda-feira, Deputada Adriana. Eu vim para Brasília na segunda-feira, para que nós votássemos pautas importantes. Estou longe, Deputado Cabo Gilberto, da minha filha Helena, de 4 anos, mas, enfim, este é o meu trabalho. Não estou reclamando, mas já passaram vários dias — segunda-feira, terça-feira, quarta-feira —, e nada das pautas prometidas! Isso é um descaso, sim, com os Deputados, com nossos mandatos, com os votos que recebemos, um descaso com nossos eleitores, com a democracia brasileira. Isso muito me entristece, porque já estamos falando disso faz 1 ano. Durante todo o mandato, temos visto isso ser dito, Deputado Marcel van Hattem, Deputada Adriana Ventura, Deputado Cabo Gilberto Silva, Deputado André Fernandes. Eu apresentei um projeto de resolução para que possamos ter previsibilidade. Acho que deve haver outras proposições também, no mesmo sentido, de diversos colegas. Nós precisamos ter previsibilidade. Não estamos pedindo nada demais, apenas que possamos ler o que constará na pauta. Bem, este é um dos assuntos urgentes nesta Casa, para que, de fato, a democracia possa acontecer. Digo isso porque não é possível que se inicie a Ordem do Dia e a pauta chegue somente naquele momento. Para concluir, Presidente — peço a V.Exa. que não corte meu microfone —, o segundo assunto que quero abordar é a cena lamentável de agressão que ocorreu hoje. Eu fico pensando por que um Deputado, o Deputado Quaquá, se sentiu livre para meter a mão na cara do Deputado Messias Donato, que é um Deputado da paz. Aconteceu esse ato, o que é algo totalmente absurdo, dentro desta Casa, ato que deve, sim, ter consequências. Esse Deputado deve, sim, ser punido! Além disso, o Deputado também chamou o Deputado Nikolas Ferreira de (expressão retirada por determinação da Presidência). Portanto, eu espero que sejam tomadas as providências contra esse Deputado. (Palmas.)
  • 20/12/2023

    A Deputada expressou solidariedade ao Deputado Messias Donato e criticou a agressão física ocorrida na Casa. Manifestou preocupação com a escalada de violência no ambiente parlamentar.

    Palavras-chave oficiais: solidariedade,Deputado,Vítima,Violência física,Plenário da Câmara dos Deputados,Violência,Parlamento

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    A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, gostaria de registrar a minha solidariedade ao Deputado Messias Donato. Eu estava aqui presente e sei o quanto ele é uma pessoa da paz. Eu estou chocada, porque nesta Casa agora já está consagrado que pode encoxar Deputada mulher; pode dar na cara de Deputado; pode chamar de (expressão retirada por determinação da Presidência). Qual será o próximo passo? O que poderá ser feito nesta Casa? Todos aqui nos respeitamos. Não é possível que um Deputado se sinta livre para dar um tapa na cara de outro Deputado. E uma Deputada do PT, do meu Estado, subiu à tribuna para defender a agressão. Logo eles, que se dizem contra a violência, Presidente. A mesma coisa aconteceu comigo, naquele episódio, quando feministas subiram à tribuna para defender o agressor. (Desligamento do microfone.)

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.