
Nome civil: Julia Pedroso Zanatta · 41 anos
Bananômetro
85/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 80% dos deputados · média do partido: 78
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 86%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 77%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 99%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 91%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 20%das 688 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ela votou
Vota com o próprio partido 88%das 652 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ela votou
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- dep.juliazanatta@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5448
- Gabinete
- Gabinete 448, Anexo IV, 4º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
86%
Esteve em 338 de 391 sessões
Votou nas votações
77%
Registrou voto em 863 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 118 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
20%
Em 688 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
210 discursos na tribuna · de 03/02/2023 a 01/09/2026.
- 12/11/2024
A Deputada posicionou-se contrariamente aos requerimentos de urgência ao Projeto de Lei nº 1.958, de 2021, que reserva às pessoas pretas e pardas, indígenas e quilombolas o percentual de 30% (trinta por cento) das vagas oferecidas nos concursos públicos para provimento de cargos efetivos e empregos públicos no âmbito da administração pública federal direta, das autarquias, das fundações públicas, das empresas públicas e das sociedades de economia mista controladas pela União e nos processos seletivos simplificados para o recrutamento de pessoal nas hipóteses de contratação por tempo determinado para atender a necessidade temporária de excepcional interesse público para os órgãos da administração pública federal direta, as autarquias e as fundações públicas; e ao Projeto de Lei nº 6.606, de 2019, que dispõe sobre a Política Nacional de Economia Solidária e os empreendimentos econômicos solidários, cria o Sistema Nacional de Economia Solidária e dá outras providências. Ademais, reclamou que a pauta tem sido feita mediante a imposição de uma agenda ideológica prejudicial ao País.
Palavras-chave oficiais: acordo,Pauta (processo legislativo),Votação,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Cota,Setor público,Concurso público,Política Nacional de Economia Solidária,Agenda do Plenário,Ideologia política,Agenda legislativa
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, nós estamos em uma divergência porque muitos não se sentem contemplados por este acordo que fez a pauta de hoje, como sempre. Nós não concordamos com o requerimento de urgência do projeto de cotas que está hoje em pauta, o item 11. Não concordamos também com o item 1, que trata da economia solidária. Esta pauta não tem sido feita de maneira a contemplar todos os posicionamentos políticos manifestados nesta Casa. Existe uma imposição de uma agenda ideológica que tem provocado uma cisão no seio da sociedade, brigas, rusgas, o que tem prejudicado, e muito, o desenvolvimento e a economia deste País. - 15/10/2024
A Deputada orientou a bancada na votação do requerimento de urgência ao Projeto de Lei nº 2.597, de 2024, que estabelece normas gerais em contratos de seguro privado e revoga dispositivos do Código Civil, do Código Comercial Brasileiro e do Decreto-Lei nº 73 de 1966.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Oposição política,Voto contrário
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Com certeza há pontos muito positivos neste projeto, não é essa a questão. A questão é que estamos dizendo que não tivemos tempo para ler. Realmente, a Deputada Erika deve ter tido mais de 20 anos para ler o projeto, mas eu não tive. Há 20 anos, eu tinha menos de 20 anos de idade e nem imaginava ser Deputada como sou hoje. Então, eu realmente não tive 20 anos para ler o projeto. Há 20 anos, eu não imagina estar aqui. Existe outro detalhe, Presidente: há 20 anos, eu já combatia o PT. Muito obrigada. A Oposição orienta o voto "não". - 15/10/2024
A Deputada orientou a bancada na votação do requerimento de urgência ao Projeto de Lei nº 2.597, de 2024, que estabelece normas gerais em contratos de seguro privado e revoga dispositivos do Código Civil, do Código Comercial Brasileiro e do Decreto-Lei nº 73 de 1966.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Partido Liberal (PL),Voto contrário
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, o PL orienta "não" à urgência. Eu não quero fazer nenhuma crítica precipitada ao projeto, até porque, como bem falou a nobre colega Deputada Erika Kokay, realmente não foi lido o projeto, de mais de 50 páginas e que chegou agora à tarde, e não deu para ver se é bom ou se é ruim. Parece-me que há muitas coisas boas, mas, quando cheguei ao Plenário, a nossa assessoria do Partido Liberal prontamente nos alertou que poderia haver algumas coisas ruins, e por isso acreditamos que é importante um maior debate sobre o tema, porque esse é um projeto que vai afetar milhares de brasileiros, que talvez possam pagar mais caro por seus seguros. - 15/10/2024
A Deputada expressou preocupação com a inclusão repentina de um projeto de lei que trata da regulamentação do mercado de seguros na pauta, destacando que o projeto pode impactar um setor de bilhões de reais e, potencialmente, aumentar o custo dos seguros para os consumidores. Mencionou que não havia conhecimento prévio sobre o tema, o que dificulta o estudo adequado da proposta, especialmente em um momento em que poucos Deputados estavam presentes fisicamente. Reforçou a necessidade de consenso antes de prosseguir com o requerimento de urgência.
Palavras-chave oficiais: Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Marco regulatório,Seguro privado,Pauta (processo legislativo),Ordem do Dia do Plenário
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, eu também gostaria de fazer um registro. Esta matéria entrou na pauta de repente, e nós não tínhamos conhecimento disso. Eu sempre gosto de estudar muito o que está na pauta. Então, são mais de 50 páginas. Muita coisa parece meritória nessa questão do seguro, mas esse é um projeto que vai mexer com um mercado de bilhões, que pode afetar diretamente o consumidor. Tudo o que está aqui pode deixar o seguro mais caro. Então, isso é muito preocupante, mesmo o requerimento de urgência. "Ah, é só o requerimento de urgência." Não. Depois do requerimento de urgência vem o atropelo. Precisamos de consenso. Eu, como Líder do PL, não estou sabendo se há consenso. A SRA. ADRIANA VENTURA (NOVO - SP) - Não há consenso. A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC) - Então, eu acho que isso seria prudente, até porque estamos numa semana quem está em casa assistindo à sessão precisa saber em que há meia dúzia de Deputados presentes. O resto participa da sessão remotamente. Este é um assunto que mexe com um mercado de bilhões e pode acarretar um custo maior para o mais hipossuficiente da relação, que é o consumidor. - 15/10/2024
A Deputada orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para apreciação do Projeto de Lei nº 1.743, de 2024, que altera o artigo 55 da Lei nº 8.906, de 4 de julho de 1994, que dispõe sobre o Estatuto da Advocacia e a Ordem dos Advogados do Brasil - OAB, para fins de alterar a nomenclatura da Secretaria-Geral Adjunta, bem como a composição da Diretoria do Conselho Federal da OAB; e acrescenta o parágrafo único ao artigo 57.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Oposição política,Voto favorável
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - A Oposição orienta "sim". E, no mesmo sentido da Deputada Adriana, é interessante que a OAB... Eu sou advogada. Falaram tanto em democracia aqui aqueles que estão açoitando a democracia neste momento, para usar a mesma palavra, mas seria interessante nós termos... O SR. PRESIDENTE (Sóstenes Cavalcante. PL - RJ) - Deputada, eu lhe peço só 1 minutinho para corrigir o seu tempo, aqui está marcando 10 minutos. A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC) - V.Exa. pode me dar 10 minutos, não tem problema. O SR. PRESIDENTE (Sóstenes Cavalcante. PL - RJ) - Eu vou dar a palavra a V.Exa., pelo tempo da Liderança, conforme solicitado, a seguir. Ainda não chegou o requerimento. Então, peça à Assessoria, porque ainda não foi lançado. Conclua, Deputada, por favor. A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC) - Seria interessante que a OAB tivesse eleição direta. Isso é algo que nós escutamos muito de todos os advogados, pelo menos no meu Estado de Santa Catarina. Então, a Oposição orienta "sim". - 15/10/2024
A Deputada parabenizou os professores brasileiros, mas criticou aqueles que utilizam as salas de aula para fazer proselitismo político. Afirmou que seu gabinete está aberto para denúncias e citou um caso recente em São Bonifácio (SC) para ilustrar o problema. Além disso, expressou preocupação com a invisibilidade das mulheres e criticou o transativismo que prejudica a defesa dos direitos femininos. Destacou proposições de sua autoria, incluindo o Projeto de Lei nº 3.923, de 2024, que proíbe a mudança de nome e gênero para condenados por crimes hediondos; e o Projeto de Lei nº 3.914, de 2024, que veta cotas para pessoas trans em instituições de ensino superior e concursos públicos.
Palavras-chave oficiais: Professor,Proselitismo político,São Bonifácio (SC),Dia do Professor Militância política,Transexualidade,Mulher Projeto de lei ordinária,proibição,criação,Cota,Instituição de ensino superior privada,Instituição de ensino superior pública,Concurso público,Setor público,Transgênero,Princípio da isonomia Projeto de lei ordinária,proibição,alteração,Nome,Gênero,Registro Civil,Condenado,Crime hediondo,Trânsito em julgado
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Como Líder. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Colegas Deputados, é sempre um prazer estar aqui com V.Exas. e trazer assuntos interessantes. Primeiramente, eu gostaria de deixar registradas aqui as minhas felicitações a todos os professores de verdade deste País, e não aos militantes travestidos de professores que vão para a sala de aula isso é uma minoria, tenho certeza fazer proselitismo político e militância política. Inclusive, o nosso gabinete está aberto para denúncias sobre isso. Outro dia, tivemos êxito em uma situação no Município de São Bonifácio. Um professor foi para a sala de aula e disse que ia chamar a Polícia Federal, porque os alunos estavam chamando o Lula de ladrão, sendo que ele começou falando do Bolsonaro. Esse assunto de Lula e Bolsonaro não é para a sala de aula. Então, esse tipo de militante travestido de professor, que desonra tantos professores honestos que vão para a sala de aula para realmente passar o que tem que ser passado para os nossos alunos, não merece o nosso respeito. Eu quero trazer outro assunto aqui que está me incomodando muito. Falam tanto em defesa das mulheres, mas as mulheres estão ficando invisíveis não só neste País, mas também em outros. A invisibilidade das mulheres está sendo promovida justamente por aqueles que dizem defender as mulheres. Vocês sabiam que está para ir para a pauta amanhã do Supremo Tribunal Federal uma proposta para que não se use mais o termo "mãe"? Essa é uma ação do Partido dos Trabalhadores. Graças ao PT, podemos não ver mais o termo "mãe", assim como eles não gostam de falar "mulher". Eles defendem tanto as mulheres que têm vergonha de falar "mulher"; falam "pessoas que menstruam". Pois bem, no pacote da invisibilidade, existe o transativismo. Eu quero mostrar aqui para V.Exas. estas manchetes de notícias: Ex-deputado condenado por abusar de menores troca de gênero e dificulta buscas da PF; 'Catarina da Lapa': o disfarce na web do ex-Deputado Duduco um ex-Deputado Estadual do meu Estado, Santa Catarina , condenado por estuprar crianças. O que aconteceu? Esse cidadão aqui, que foi condenado por estuprar crianças, tinha uma creche. Ele mudou o seu documento, passou de "Duduco" para "Catarina da Lapa", e a polícia não o encontrava mais, porque agora ele tinha uma nova identidade. Em 2018, quem permitiu essa falsificação de documento sim, eu chamo de falsificação de documento foi o Supremo Tribunal Federal. E aqui está o resultado, esse é um dos problemas que isso pode gerar. Por isso, eu apresentei um projeto de lei na semana passada, o PL 3.923/24, que proíbe que indivíduos condenados por crimes hediondos e graves alterem nome e gênero no registro civil. E a pergunta que um grupo de mulheres feministas inclusive com as quais eu tive reunião me fez foi a seguinte: "Deputada, onde esse cidadão vai ser encarcerado, num presídio masculino ou num presídio feminino?" Este livro aqui que vocês estão vendo, da Tatiana Dornelles, PrisioneirXs Transmulheres nos presídios femininos e o X do problema, é muito interessante. Ela conta, inclusive, que, quando começou a escrever, a academia, o meio acadêmico, queria impedi-la de escrever: "Não, esse tema, não". Por quê? Porque o transativismo hoje está acima do direito das mulheres, da segurança das mulheres. E aqui ela conta casos de vários países onde homens, após serem condenados, resolveram se declarar mulheres para serem encarcerados em presídios femininos. E o que ela diz aqui? Que ninguém perguntou a opinião das mulheres nesses presídios, se elas se sentem seguras com essa situação ou não. E isso é, sim, um problema que está tornando as mulheres invisíveis, a nossa opinião já não vale mais. V.Exas. sabiam que uma mulher, por ter retuitado, no Twitter, em 2020, que a Vereadora mais votada de São Paulo era homem, está sofrendo um processo hoje que inclusive pode acabar em prisão? Então, isso é defender as mulheres? Dentre essas mulheres feministas que fizeram reunião comigo, não há uma Deputada sequer declarada de esquerda, feminista, para defender os seus direitos. Por quê? Porque o transativismo está acima da importância da luta das mulheres feministas que ocupam cadeiras aqui nesta Casa. E isso é muito grave! Outra questão que quero trazer é outro projeto de lei que apresentei, que já ganhou repúdio da ANTRA Associação Nacional de Travestis e Transexuais, o PL 3.914, que veda a reserva de vagas específicas para pessoas transgênero em instituições de ensino superior públicas e privadas. Muitas universidades, inclusive a UFSC Universidade Federal de Santa Catarina, o meu Estado, está garantindo cotas para transgêneros. Eu queria saber qual é a dívida histórica nesse caso? Sobre as cotas raciais, a discussão é que existe uma dívida histórica. Alguém aqui tem alguma dívida histórica com trans em instituições de ensino superior públicas e privadas? E o meu projeto veda reserva dessas vagas específicas também em concursos públicos, para ingresso no serviço público federal, estadual e municipal. Não existe qualquer justificativa para esse tipo de cota, seja nas universidades, seja nos concursos públicos. Mais uma vez, as mulheres estão ficando para trás. Já não basta nos esportes, onde ocupam os nossos espaços, ou aqui dentro desta Casa, onde alguns, que se sentem mulheres, passam a atacar mulheres e se sentem no direito de atacar mulheres, como já fui atacada. Não tem problema, aguentamos e temos couro grosso! No entanto, se eu me levantar para responder às ofensas na mesma medida em que recebo as ofensas, aí eles usam o argumento de crime de transfobia. Então, é ruim ir para um debate em que um lado pode falar tudo e o outro lado, a mulher e falam tanto que existe uma defesa da mulher! , não pode falar o óbvio. Eu não posso falar o que os meus olhos enxergam porque é crime. No entanto, eles podem inventar as maiores barbaridades sobre nós, que nós nos transformamos automaticamente em criminosas. Aqui, no nosso mandato, nós vamos, sim, fazer a verdadeira defesa das mulheres. Obrigada. - 08/10/2024
A Deputada criticou o PT por, segundo ela, estar desconectado da realidade e ter derretido politicamente. Comentou a condenação do influenciador Monark por injúria contra o Ministro Flávio Dino, destacando o que considera ser um tratamento desigual em casos semelhantes. Defendeu a liberdade de expressão, criticou o que considera injustiças seletivas. Além disso, ressaltou o Dia do Nascituro, posicionando-se contra o aborto e denunciando o que vê como uma tentativa de controle populacional disfarçado de direitos reprodutivos. Enfatizou a importância da defesa da vida, principalmente dos nascituros.
Palavras-chave oficiais: Partido dos Trabalhadores (PT),redução,caráter político,atuação Influenciador digital,Condenação,Injúria,Ministro do Supremo Tribunal Federal,Liberdade de expressão Dia Nacional do Nascituro,Aborto,Controle populacional,Direitos reprodutivos,Vida,Defesa
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Como Líder. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Nobres colegas Deputados, eu ouvi aqui de algum Deputado do PT que o PT saiu vitorioso das eleições apesar de tantos ataques dirigidos a ele. A verdade é que o PT derreteu, e a negação da realidade estou dizendo isto como um conselho aos petistas é muito ruim para vocês. Vocês não podem negar a realidade. Mas o PT não derreteu porque sofre muitos ataques. Nós também sofremos muitos ataques. Eu, todo dia, sou chamada pela turma aí de vocês de nazista, disso e daquilo, e nem por isso o meu partido derreteu. O PT derreteu porque está em total desconexão com a realidade do cidadão brasileiro. O PT não sabe mais conversar com o povo. O PT não sabe mais acessar o povo brasileiro. É por isso que ele vai ficar cada vez mais para trás. Bom, esse era um dos recados, agora na volta dos trabalhos, aos nobres colegas da Esquerda. Mas eu queria comentar outra coisa com vocês, como já fez o Deputado Nikolas Ferreira. Está no noticiário: Justiça condena Monark a um ano de detenção..." Monark vive no exterior, porque já teve tudo bloqueado. Está em outro país, para não ser mais uma vítima da ditadura aqui. Justiça condena Monark a um ano de detenção por injúria contra Flávio Dino. O que ele fez? Chamou o Ministro Flávio Dino de "gordola" e de outra coisa que não vou mencionar aqui, porque temos mães e crianças assistindo a esta sessão. Eu queria trazer um ponto que é uma defesa do próprio Ministro Flávio. Ele diz, Deputada Adriana Ventura, que chamar alguém de "nazista" e de "fascista" não é crime. Decidiu e afirmou isso o Ministro Flávio Dino. Então, são dois pesos e duas medidas. Como é que chamar alguém de "nazista", como eu sou chamada todos os dias pela Esquerda, por qualquer coisa, por causa da minha tiara sem argumento nenhum, ficam nos chamando de coisas absurdas , como é que isso não é crime? Imaginem a minha filha de 4 anos ouvir na escola alguém dizer que ela é filha de nazista. Será que isso não a ofende? Mas, não, o que ofende, para o Ministro Flávio Dino na verdade, não foi ele que decidiu , é alguém chamá-lo de "gordola". Neste País, está muito claro que alguns podem falar tudo e outros não podem falar nada. Muitas vezes, nem o óbvio podemos dizer. Isso é uma contradição. Aliás, isso é o que cada vez mais vemos. Porque, sim, estamos todos os dias conversando com as pessoas, com o povo, aquele do qual muitas pessoas dos partidos de esquerda se distanciaram. Ficam dizendo que defendem minorias, mas não conhecem a realidade da vida das tais minorias. Não estão nem aí! Só as usam como massa de manobra. A sensação entre o povo brasileiro é que não existe mais justiça, ou que existe só para alguns. Faço questão de deixar outro registro nesta data. Hoje comemoramos o Dia do Nascituro, Deputada Adriana. É muito importante deixarmos registrado isso, porque travamos batalhas gigantescas sobre essa pauta, contra pessoas que dizem defender o direito das mulheres, ou os direitos reprodutivos. A revolução trabalha inclusive mudando as palavras, para que soem como algo bom, mas o que acontece na verdade é um verdadeiro genocídio de bebês, um verdadeiro assassinato de bebês, bancado por organizações bilionárias. Eles já não disfarçam mais. No começo tinham que disfarçar, mas hoje já estão, infelizmente, entranhados na mente de muitos brasileiros. Ainda temos a maioria. Eu, que estou grávida de 15 semanas, preciso dizer que nós temos que defender a maior minoria de todas, que são aqueles que nem nasceram ainda. Então, importam-se com o corpo da mulher, mas não se importam com a mulher que está para nascer. Quero trazer essa reflexão aos colegas Deputados, porque esse não deveria ser um assunto de direita nem de esquerda. Defender a vida não deve entrar nesse embate entre direita e esquerda. Defender a vida é essencial para nós todos. Todo cidadão deveria defender a vida, e não defender a não vida, a morte, o assassinato. É importante registrar o Dia do Nascituro nesta Casa. Com certeza, vamos avançar com essa pauta, sim. Fizeram de tudo contra e mentiram sobre o Projeto de Lei nº 1.904, de 2024, cujo autor é o Deputado Sóstenes Cavalcante, e com a ajuda pesada da grande mídia. Inclusive, descredibilizaram as mulheres que estavam nessa luta. Não importa se você é mulher, não importa se você defende as mulheres, mas se você resolve pensar fora da caixinha ideológica dos que mandam na pauta ideológica de esquerda, você já não serve mais como minoria. Você é tratada como alguém que pode ser humilhada, xingada e sofrer os mais diversos absurdos. Não vamos permitir que essa pauta do assassinato de bebês, que não tem apoio da maioria do povo brasileiro, vá para frente nesta Casa de maneira alguma, nem mesmo de maneira velada, com palavrinhas bonitinhas. A maioria dos Deputados nesta Casa não apoia essas atrocidades. Então, quero que fique registrado aqui o Dia do Nascituro. Todo ano, mais de 70 milhões de bebês são abortados. É um genocídio silencioso disfarçado sob o rótulo de "direitos reprodutivos", como acabei de dizer, e de "bem-estar social". O que não dizem é que, na verdade, tudo isso é uma ferramenta de controle populacional. Sim, pesquisem e saberão! A verdade nos libertará! Muito obrigada. - 10/09/2024
A Deputada fez uma questão de ordem com base no art. 86 do Regimento Interno da Câmara, criticando a organização da Ordem do Dia e a falta de previsibilidade das pautas. Alegou que a sessão foi iniciada para boicotar a discussão do Projeto de Lei nº 2.858, de 2022, sobre a anistia de manifestantes na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, um tema que, segundo ela, visa libertar pessoas inocentes perseguidas pelo Estado. Criticou, também, a atuação do Ministro Alexandre de Moraes e afirmou que a situação prejudica a democracia e a justiça no Brasil. Expressou descontentamento com negociações políticas em curso e pediu mais transparência nas pautas legislativas.
Palavras-chave oficiais: Questão de ordem,Falta,Pauta (processo legislativo),Ordem do Dia do Plenário,Impedimento,Discussão,anistia,Brasília (DF),Perseguição política,Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC),Ato antidemocrático,Projeto de lei ordinária,participante,manifestação Ministro do Supremo Tribunal Federal,Democracia,transparência
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Para uma questão de ordem. Sem revisão da oradora.) - Formulo questão de ordem, com base no art. 86 do Regimento Interno, que determina que o Presidente deve organizar a Ordem do Dia em conformidade com a agenda mensal prevista na alínea "s" do inciso I do art. 17, em observância ao art. 83 e ao inciso III do art. 143, a qual deve ser publicada no Diário da Câmara dos Deputados e distribuída até a semana anterior à sessão correspondente. Repito aqui: o início desta sessão do Plenário foi um boicote à nossa pauta da anistia na Comissão de Constituição e Justiça. Acabei de receber a informação do Deputado Fraga, que estava presidindo se sessão, que determinaram que ele iniciasse a sessão naquele exato momento, sem nem sequer termos uma pauta. Vivemos um cenário de completa imprevisibilidade na Câmara dos Deputados, o que prejudica de forma significativa o trabalho parlamentar. A ausência de previsibilidade sobre a pauta, as proposições que estarão na Ordem do Dia e as urgências que serão apreciadas impede que os Parlamentares possam propor soluções efetivas para o País. Ninguém aqui sabe do que se trata este projeto, a não ser os amiguinhos do rei, que sabem o que vai para a pauta. Pelo que estão dizendo, o projeto de fato é bom, mas nós não tivemos tempo para estudá-lo. Repito, iniciaram esta sessão somente para boicotar o nosso projeto de anistia que vai tirar pessoas inocentes da cadeia e da persecução do Estado contra elas, um Estado perverso. Presidente, não há tempo hábil para uma análise aprofundada da matéria que estamos tratando aqui. Além disso, o clima de tensão crescente entre os Poderes da República é agravado pela conduta autoritária do Ministro Alexandre de Moraes, que, ao agir de forma tirânica, tem posto em risco os avanços democráticos conquistados no Brasil. Por isso, Presidente, é um absurdo o que estamos vendo aqui hoje: uma maneira de boicotar a pauta mais importante deste País. Quando temos inocentes livres sendo perseguidos pela Justiça, não há justiça, não há liberdade, não há democracia, não há Estado Democrático de Direito. Eu vi pessoas hoje que eu sei que acham injusto o que aconteceu no dia 8 de janeiro, ou após o dia 8 de janeiro, que votaram "obstrução" na CCJ só porque estão fazendo negociata para a Presidência desta Casa, uma eleição que ocorrerá no ano que vem! Então, querem o nosso voto, mas tratam pessoas inocentes como lixo. Querem o nosso apoio? Vão ter muito apoio. Fiquem tranquilos! - 10/09/2024
A Deputada orientou a bancada na votação do requerimento de urgência do Projeto de Lei nº 658, de 2021, que dispõe sobre a classificação, tratamento e produção de bioinsumos por meio do manejo biológico on farm; ratifica o Programa Nacional de Bioinsumos e dá outras providências.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Partido Liberal (PL),Obstrução parlamentar
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, eu gostaria de mudar a orientação do PL para "obstrução" e de dizer que é um absurdo ter que ouvir coisas de pessoas que votaram contra a prorrogação da dívida do pessoal do próprio Estado que sofreu com as enchentes. E é um absurdo também ter que ouvir isso daqueles que estão aumentando o preço de absolutamente tudo no Brasil com o aumento de impostos. Então, o PL orienta a "obstrução". - 10/09/2024
A Deputada solicitou à Presidência que a votação do requerimento de urgência para apreciação do Projeto de Lei nº 658, de 2021, fosse nominal. Criticou o início da Ordem do Dia às 17 horas, considerando-o um boicote ao trabalho da Comissão de Constituição e Justiça sobre a anistia dos presos políticos. Alegou que essa mudança de horário reflete negociações internas para a eleição da Presidência da Casa no próximo ano, o que estaria prejudicando pautas importantes.
Palavras-chave oficiais: Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Votação nominal,Ordem do Dia,anistia,Presidência da Câmara dos Deputados,Campanha eleitoral,Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC)
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, eu quero que seja nominal a votação. Há possibilidade? Eu considero que o início desta Ordem do Dia foi um boicote ao que nós estávamos fazendo lá na Comissão de Constituição e Justiça: votando a anistia dos presos políticos que existem hoje no Brasil, pessoas que nem sequer cometeram crimes e que foram presas e perseguidas. Nunca a Ordem do Dia, num dia tranquilo como o de hoje, começou às 17 horas. Então, isso é um boicote à nossa pauta. Negociatas estão acontecendo nesta Casa para a eleição à Presidência da Casa no ano que vem, e isso está afetando coisas importantes. Então, precisamos que a votação seja nominal. Obrigada, Presidente. - 09/09/2024
A Deputada criticou a Esquerda e defendeu a obstrução do Partido Liberal (PL) como uma forma de combater as mentiras e as ações que, segundo ela, impedem o desenvolvimento do Brasil. Destacou a importância do Projeto de Lei nº 3.010, de 2019, que institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Fibromialgia. Em seguida, apontou questões como: censura, prisões políticas e supostas omissões do Governo em relação a escândalos sexuais envolvendo Ministros. Afirmou que o Governo não se preocupa verdadeiramente com as minorias e criticou o Ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, defendendo seu impeachment e incentivando a mobilização popular.
Palavras-chave oficiais: Esquerda política,Partido Liberal (PL),obstrução,esclarecimento Projeto de lei ordinária,Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Fibromialgia,Paciente,Fibromialgia Censura,Perseguição política,Preso político,Assédio sexual,Ministro de Estado,Ministro do Supremo Tribunal Federal,Impeachment,mobilização,Política social,Minorias,Governo federal,avaliação negativa
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Como Líder. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Nobres colegas Deputados, há gente aqui falando que estamos em obstrução na apreciação de uma matéria muito importante. Eles não precisam obstruir em plenário, porque eles são a própria obstrução do desenvolvimento do Brasil. Eles obstruem a vida de cada brasileiro com atitudes, com propostas legislativas, com mentiras que divulgam. Não se enganem, brasileiros! Nós sabemos, sim, da importância desse projeto. Eu vou ler o relato de uma paciente sobre as dores que sofre com fibromialgia. "É uma dor invisível, intensa, que, por muitas vezes, nem nós conseguimos identificar de onde vem; já ouvi que não teria tratamento disponível para mim; fui encaminhada para um psiquiatra e posteriormente internada com depressão", conta Cristina, emocionada, fazendo questão de estar na Universidade do Extremo Sul Catarinense UNESC, que tem um centro de referência para atender quem tem fibromialgia. A UNESC é a universidade da minha cidade, Criciúma, em Santa Catarina. Nós temos, sim, noção da importância dessa proposição. Mas também temos noção da importância de tomarmos posições sobre outras dores invisíveis que hoje acometem os brasileiros: a dor da censura, a dor da prisão política, a dor do medo de se manifestar, a dor do denuncismo, a dor gerada por aqueles que obstruem o desenvolvimento do Brasil, que é um país rico, um país de povo trabalhador. Infelizmente, uma parte do povo acredita nas mentiras desses que estão aqui falando que nós estamos obstruindo. O que nós queremos é desobstruir o País, para que ele possa verdadeiramente crescer, para que o povo entenda que essas palavrinhas bonitas de V.Exas. não passam de mentiras. Viviam falando que o Presidente Bolsonaro era isso, que o Governo dele era aquilo. Cadê as mulheres que dizem defender mulheres? Não vi nenhuma subir à tribuna para falar disto: Processos internos por atos sexuais aumentam sob Lula e somam 764 na gestão, sendo 75 em Ministérios. Eu já sabia disto, mas agora posso falar: isso não é um Governo, é uma zona. É uma zona! Cadê as feministas para defender as assediadas pelo Ministro dos Direitos Humanos? Mais uma coisa: há um boato de que o Lula já sabia e de que o AGU já sabia. Por que não tomaram providências? Porque é assim que eles funcionam. Se é sobre os aliados deles, não é crime, não é preciso punir, botam para debaixo do tapete. Isso é uma vergonha. Entendam, de uma vez por todas, que esse papo de minorias, de defesa de mulheres, de negros, de gays... Vocês não passam de massa de manobra. Nunca estiveram preocupados com vocês. Igualmente, não estão preocupados com as pessoas com fibromialgia hoje, porque não pensam nas pessoas, só pensam em projeto de poder, em como vão aumentar mais os impostos para a população, em como vão deixar as pessoas, o povão, com menos dinheiro no bolso, porque eles acham que vocês não têm capacidade de saber onde gastar o seu próprio dinheiro. Eles falam: "Deixem tudo para nós, na mão do Governo bonzinho só que não , que nós vamos distribuir, nós vamos dar auxílio, nós vamos fazer isso, nós vamos fazer aquilo, nós vamos fazer rodovias". Não fazem nada! Só sabem falar mentiras, enganar o povo brasileiro. Mas, a cada dia que passa, nós estamos acordando mais pessoas. É por isso que hoje a pauta principal da Esquerda, dos ditadores e de políticos sem relacionamento com o que o povo quer é a censura, porque percebem que conseguimos nos organizar por lá. Digo mais uma coisa, para finalizar: nós temos o poder de colocar pessoas nas ruas, coisa que a Esquerda não tem mais. Então, você, brasileiro, pode ter certeza de que a sua indignação e a sua participação nos nossos movimentos de rua fazem, sim, a diferença. Para finalizar, já que eu falei do taradão do planalto, agora eu vou falar do ditador Alexandre de Moraes, o "muso" da Esquerda, o amiguinho de Lula. Já está na hora de nós recompormos a nossa democracia. É por isso que eu falo: impeachment de Alexandre de Moraes! Muito obrigada. - 14/08/2024Breves Comunicações
A Deputada criticou o Ministro Alexandre de Moraes, comparando-o ao chefe da polícia secreta de Stalin, Beria. Alegou que Moraes estaria inventando crimes para perseguir opositores, citando exemplos de jornalistas e políticos, como Eduardo Bolsonaro. Afirmou que o impeachment de Moraes não deve ser visto como uma questão ideológica, mas sim como uma defesa do Estado Democrático de Direito. Chamou outros Parlamentares a se unirem na demanda pelo impeachment, afirmando que o comportamento do Ministro e seus apoiadores reflete uma tentativa de silenciar a Oposição e subverter a democracia.
Palavras-chave oficiais: Ministro do Supremo Tribunal Federal,Impeachment,Perseguição política,Estado Democrático de Direito
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. "Mostre-me o homem, e eu encontrarei o seu crime". Era isso o que Beria, chefe da polícia secreta de Stalin, fazia e falava. Não é mera coincidência a semelhança dessa frase que eu acabei de citar com o escândalo do Xandão que saiu publicado ontem no jornal Folha de S. Paulo. O que juízes auxiliares falam em conversas não está do agrado do Ministro. "Use sua criatividade." Se não há crime, use sua criatividade, porque ele já escolheu os homens que quer perseguir. Agora você tem que inventar um crime para censurar, perseguir, cancelar passaportes de jornalistas que estão fora do País, como Paulo Figueiredo, Rodrigo Constantino e Allan dos Santos. Ele disse: "Tem que pegar o Eduardo Bolsonaro. Se prender o Eduardo Bolsonaro este País vai colapsar". Claro! Vai prender por qual crime? Nenhum! Simplesmente por ser um Deputado atuante e ser filho de Jair Bolsonaro. Por isso o impeachment de Alexandre de Moraes não é uma questão de ser de direita ou de esquerda, é uma questão de quem defende realmente o Estado Democrático de Direito. Nós sabemos que a Esquerda jamais defendeu isso, que toda a luta da Esquerda é contra a democracia, porque, se pudesse vejam que nós temos o Partido Comunista do Brasil , ela nos colocaria no paredão. Os outros Parlamentares precisam se levantar e gritar pelo impeachment do Ministro Alexandre de Moraes, se quiserem poder pronunciar a palavra democracia. Ou, então, como já imaginamos, é só hipocrisia. Hoje já se levantaram Messias, da AGU: "Não, o Ministro defende a democracia", e Flávio Dino, o comunista que está no STF. O que mais me impressiona são os cachorrinhos de Alexandre de Moraes rindo quando conversavam: "Hahaha! Agora o bicho vai pegar. Agora não sei o quê". Riam porque estavam perseguindo pessoas. Quem tem prazer em perseguir alguém, meu Deus do céu?! Tem que ser muito psicopata, muito demoníaco, muito antidemocrático. Hoje eu escrevi com batom na janela do meu gabinete: "Perdeu, mané!" Isso não é antidemocrático nem crime contra a democracia. Isso é a vontade popular. Perdeu, mané! - 13/08/2024
A Deputada discutiu o Projeto de Lei Complementar nº 108, de 2024, que institui o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços - CG-IBS, dispõe sobre o processo administrativo tributário relativo ao lançamento de ofício do Imposto sobre Bens e Serviços - IBS, sobre a distribuição para os entes federativos do produto da arrecadação do IBS, e sobre o Imposto sobre Transmissão Causa mortis e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos - ITCMD, e dá outras providências. Ademais, criticou o Presidente Lula e o Ministro Fernando Haddad por aumentarem a carga tributária, prejudicando o poder de compra da população.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei complementar,contrário Governo federal,Presidente da República,Ministro de Estado da Fazenda,Política fiscal,Arrecadação tributária,Carga tributária
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Vou ler aqui, nobres colegas Deputados, uma frase do Senador Oriovisto Guimarães: "O comitê que nós estamos prestes a votar agora quebra a espinha dorsal do pacto federativo. Você tem uma Federação quando tem Estados independentes". E o que vocês estão prestes a fazer agora é tirar a pouca independência, a pouca autonomia que os nossos Municípios e os nossos Estados têm. "Qual a independência de um Estado que não tem poder para fazer a sua própria política tributária e fica na mão de um conselho que centraliza tudo?" Podemos pegar como exemplo o CONFAZ. Qualquer mudança, qualquer tipo de aprovação, só passa no CONFAZ com unanimidade. E nós já sabemos quem vai ganhar e quem vai perder: aqueles mesmos Estados que carregam muitas vezes o Brasil nas costas. Então, isso é justiça? Isso é justo com o Brasil? Isso é justo com o trabalhador catarinense, com o empreendedor catarinense ou de qualquer outro Estado? É justo com quem faz o dever de casa, manda muito para Brasília e recebe pouco? Esse comitê que os senhores estão prestes a votar agora vai ficar para a história. É, sim, um comitê soviético. É ruim, sim, quando centraliza mais poder e mais dinheiro aqui em Brasília para poucos burocratas decidirem. Isso é um dos maiores absurdos que eu já vi. E eu vejo pessoas felizes em votar um tipo de coisa dessas. Não pensam, como já falei hoje aqui, nem nos próprios filhos, nos netos, nas próximas gerações. Afinal, como disse o Ministro Haddad, herança é ruim até para o herdeiro. É cada absurdo que temos que ouvir neste País por causa da sanha arrecadatória do Lula, do Haddad e de sua turma, que querem tirar cada vez mais o poder de compra do pobre brasileiro. Querem impedir o pobre até de tomar uma cervejinha. É isso que todo esse trabalho desse desgoverno vem fazendo, e, hoje, essa é uma das coisas mais graves aqui nesta Casa. Muito obrigada. - 13/08/2024Breves Comunicações
A Deputada expressou preocupação com a reforma tributária e requerimento de urgência para apreciação do Projeto de Lei Complementar nº 108, de 2024, que institui o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços - CG-IBS, que, segundo ela, deveria ser chamado de "Comitê Soviético", pois ameaça o pacto federativo e retira a autonomia dos Estados e Municípios. Afirmou que a centralização de poder em Brasília resultaria em maiores impostos e impactos negativos para a população, especialmente para os mais vulneráveis. Também criticou declarações recentes do Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, sobre heranças, e acusou o Governo de buscar apenas aumentar a arrecadação sem considerar as consequências para as famílias. Reiterou sua insatisfação com a forma como a reforma foi aprovada e lamentou a falta de resistência da Casa Legislativa.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei complementar,regulamentação,Reforma Tributária (2023),Comitê gestor,Imposto sobre Bens e Serviços (IBS),Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos (ITCD),Crítica,Pacto federativo Ministro de Estado,Ministério da Fazenda,Herança,Arrecadação tributária
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Nobres colegas Deputados, venho aqui falar mais uma vez sobre a pior tragédia que vai acontecer no Brasil, ou melhor, está acontecendo: a reforma tributária. Não me canso de falar sobre isso, ainda mais porque tenho andado pelo meu Estado, Santa Catarina, conversado com as pessoas, e muitas delas não sabem da gravidade do que está acontecendo no Brasil. Há coisas que estão me tirando o sono. Ontem aqui passou o requerimento de urgência para uma coisa que vai se chamar Comitê Gestor, mas cujo nome deveria ser Comitê Soviético, porque vai acabar com o pacto federativo do nosso País, vai tirar a pouca autonomia que os Estados e os Municípios do nosso Brasil têm. O que mais me choca é ver Deputados desta Casa vendendo isso como se fosse algo bom! O que me deixa triste é ver a imprensa vendendo isso como algo bom! A nossa chance de barrar isso e eu avisei lá atrás era a PEC, o texto-base, mas ninguém deu bola ao que eu disse. Os Deputados votaram sem saber quais seriam as complementações da reforma. E agora nós vamos centralizar mais poder e mais dinheiro aqui em Brasília, fazendo com que a população que vive em cada Município deste Brasil sofra ainda mais, com o Governo arrancando muito mais dinheiro do nosso bolso, do bolso do povo! E, claro, quem sofre primeiro é o mais vulnerável, é o mais pobre, porque vai aumentar o preço de tudo! Quiseram negar isso no começo, mas agora não dá mais para negar, não dá mais para evitar a realidade. Vejam só a perversidade de algumas pessoas. Outro dia, o Ministro Haddad deu uma entrevista, dizendo que herança é ruim para o herdeiro. Ele disse que herança é ruim! Não se trata só de herança, de dinheiro, como se falássemos de pessoas que têm bilhões. Trata-se do cara que tem uma propriedade e muitas vezes não consegue fazer um inventário porque é caro. E é doloroso para a família ter que pagar por algo que já é dela, que já é da família, por anos e anos. Então, estamos vivendo sob um Governo perverso! O Lula, o Haddad e sua turma só pensam em arrecadar dinheiro! Eu tenho vergonha de ver Deputados desta Casa deixarem passar tudo o que eles querem nesta pauta econômica. "Não, vejam bem, nós votamos os costumes com vocês, mas temos a pauta econômica, nós precisamos fazer o Brasil andar." Andar ou falir?! São canalhas, canalhas que não olham para o futuro das próximas gerações, não olham para o futuro dos próprios filhos. Isso é uma vergonha! "Ah, mas você vota os costumes com a bancada conservadora." Com esse comitê gestor, com essa centralização de poder e de dinheiro, eles não precisam que nós votemos nada, porque esse comitê gestor vai ter mais poder que um Senador da República ou um Deputado ou um Governador. Eu avisei. Muito obrigada. - 10/07/2024
A Deputada orientou a bancada na votação da Emenda de Plenário nº 104 apresentada ao Projeto de Lei Complementar nº 68, de 2024, que regulamenta a reforma tributária, institui o Imposto sobre Bens e Serviços - IBS, a Contribuição Social sobre Bens e Serviços - CBS, o Imposto Seletivo - IS e dá outras providências.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Emenda de plenário,Projeto de lei complementar,Minoria parlamentar,Voto contrário
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, há uma obsessão incrível em dizer que armas matam. Citar aqui o Instituto Sou da Paz é uma piada. A pessoa disse que é preciso comida, mas estão taxando até a carne, até a cervejinha! Agora querem taxar as armas. Obviamente não estão preocupados com mortes de mulheres, porque armas salvam vidas. Se essas mulheres periféricas pudessem estar armadas para se defender, elas não estariam morrendo! A verdade é que querem controlar o povo. Os mesmos que dizem que não querem arma na mão do cidadão têm seguranças armados. Por isso, a Minoria orienta "não". - 10/07/2024
A Deputada discutiu o Projeto de Lei Complementar nº 68, de 2024, que regulamenta a reforma tributária e institui o Imposto sobre Bens e Serviços - IBS, a Contribuição Social sobre Bens e Serviços - CBS e o Imposto Seletivo - IS e dá outras providências.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei complementar,contrário
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Sem revisão da oradora.) - Presidente, nobres colegas Deputados, está prestes a acontecer o estupro no bolso do povo trabalhador. Quem está aqui negando que vai haver aumento de impostos são os mentirosos que querem vender isso e já venderam assim no ano passado como uma reforma tributária, mas não é. Reforma tributária é o que diminui ou o que simplifica a tributação. Essa aberração que nós estamos votando não faz nem uma coisa nem outra. Pelo contrário: esse projeto aumenta impostos e tira o poder de compra do povo trabalhador. Estão acabando com a classe média, porque, claro, querem os muito ricos, os amigos do rei, que tudo ganham olhem os irmãos da JBS , e os muito pobres, que vão viver dependentes do Estado. Então, isso aqui aumenta tudo. A gasolina já aumentou; agora colocaram os carros no Imposto Seletivo; a carne e a cervejinha vão aumentar. O Governo Lula quer decidir o que você pode ou não pode comer. Tudo o que ele pregou é mentira. E agora ele vai ser culpado por aumentar o preço das coisas e diminuir o poder de compra do pobre. Cada um dos Deputados que colocar sua digital nesse projeto vai ser cúmplice cúmplice do aumento de impostos. Isso que nós estamos votando não beneficia ninguém, a não ser esse Governo, que vai deixar um rombo gigantesco. Esse é o Governo da gastança, que não tem responsabilidade. Eu gostaria de saber se os senhores têm prazer em aumentar impostos. Eu acho que alguns aqui dentro têm prazer em ferrar o povo. Saem daqui e devem ficar dando risadinha, porque aumentar imposto é a coisa mais nociva ao estímulo do consumo. Basta fazer conta. Basta fazer conta! "Ah, vai acabar a informalidade." Pelo contrário, quando o Estado se agiganta, as pessoas dão um jeito de tentar sobreviver. Então, elas vão querer ficar na informalidade para não ter que fazer parte desse absurdo. Vai ser insustentável viver neste País, ser classe média neste País, ter poder de compra neste País. Repito: aumentar preço de remédio é uma monstruosidade! É isto que o Governo Lula, que disse que ia colocar o pobre no orçamento, está fazendo: tirando do pobre o direito de comprar as coisas mais básicas a cervejinha, a carne, a picanha tão prometida, os remédios. Vai aumentar 100% o imposto sobre a venda de imóveis. O brasileiro já paga tanto imposto: paga IPTU, paga na hora que compra o imóvel, paga na hora que vende o imóvel, paga na hora que morre. Então, essa reforma repito não é reforma, é aumento de imposto e estupro tributário. - 10/07/2024
A Deputada orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei Complementar nº 68, de 2024, que regulamenta a reforma tributária, institui o Imposto sobre Bens e Serviços - IBS, a Contribuição Social sobre Bens e Serviços - CBS, o Imposto Seletivo - IS e dá outras providências.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei complementar,Partido Liberal (PL),Voto favorável
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente e colegas Deputados, vai começar a sessão que dá início ao estupro do bolso do povo brasileiro. Gravem cada um dos que participarão do aumento de impostos e do empobrecimento do Brasil. Vão acabar com a classe média e deixar os pobres mais pobres. O PL orienta "sim" à retirada de pauta. - 03/07/2024Breves Comunicações
A Deputada criticou o Governo do Presidente Lula em seu discurso, destacando diversos pontos negativos de suas políticas. Acusou o Governo de irresponsabilidade econômica, atribuindo ao Presidente a culpa pelo aumento do dólar e da inflação. Mencionou a taxação de produtos como carne e bebidas como prejudicial aos mais pobres, sugerindo que tais medidas aumentam o custo de vida e restringem o acesso a alimentos básicos.Criticou a suposta falta de transparência e eficiência em decisões como a importação de arroz, enfatizando a importância de valorizar a produção nacional.
Palavras-chave oficiais: Presidente da República,Política econômica,Responsabilidade,Dólar,Inflação,aumento,Reforma tributária,Carne,Taxa,Arroz,Importação Projeto de lei complementar,Imposto sobre Bens e Serviços (IBS),Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS),Imposto seletivo
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Trouxe aqui para todos alguns prints. Este aqui é de um post de 1º de janeiro de 2023 do Deputado Lindbergh Farias: "Diziam que, se o Lula ganhasse, o Brasil ia afundar, que o dólar ia subir e as pessoas iam passar fome". Pois é o que está acontecendo agora. O Brasil derrete, e o dólar sobe, com todas as irresponsabilidades deste Governo revanchista e vingativo, que não pensa no povo brasileiro trabalhador, só pensa em uma coisa: censurar as redes sociais para que o povo não possa nem sequer reclamar do que está acontecendo. Taxou as blusinhas, quer taxar até as carnes nobres, mas é muito burro. Diz ele: "Vamos taxar as carnes mais nobres, porque o povo, o povo pobre, não tem acesso a elas". Quanto mais você taxar, Lula não sabe fazer conta? , menos acesso as pessoas vão poder ter. Prometeu picanha, mas está entregando o quê? Abóbora e pé de galinha. Lula vai taxar a cervejinha do fim de semana, com o imposto do pecado". O pobre não vai mais poder nem beber a sua cervejinha e fazer a sua carninha em paz, porque Lula não quer. Lula quer você dependente do Estado, meu amigo, com migalhas, para pisar em cima de você e fazer videozinho programado, como fez lá no Rio Grande do Sul. Não vemos Lula com o povo, só o vemos como se fosse em novela do PROJAC, programando, botando para lá, botando para cá. Vamos trazer outro print aqui, porque print é eterno. Simone Tebet, em 20 de setembro de 2022, escreveu: Toda vez que a gente vê o Presidente falar besteira ela estava se referindo a Bolsonaro; que saudade! , vemos o dólar subir, a inflação. Precisamos devolver a segurança jurídica e institucional ao nosso País para atrair investimentos. Presidência é lugar de dar exemplo! Vamos mudar o Brasil de verdade! Está aqui. Será que Simone Tebet está vendo o dólar a 5,60 reais? Está em 5,60 reais pelas besteiras que o Lula fala diariamente, pela irresponsabilidade dele. Cadê o decoro do cargo? Cadê os Ministros do STF dando 48 horas para o Presidente se explicar, como fizeram com Bolsonaro? Mas está tudo certo, porque o amor venceu. Porém, à picanha, à cervejinha, o pobre não vai poder ter acesso. Diz um militante lulista: "Dólar a quase 6 reais é política do Governo Bolsonaro". Não, é politica do Governo Lula. O dólar está caro, está alto no Governo Lula, e isso se reflete na vida da população brasileira, nos preços dos produtos importados, etc. Além disso, Presidente, há os gastos. Este é um Governo que gasta muito. Ele diz que está gastando para botar o pobre no Orçamento, mas o pobre está sentindo na pele que as coisas estão todo dia mais caras, mais inacessíveis, porque, repito, o objetivo do Governo Lula não é que o pobre coma carne ou tome cerveja. O que ele quer é dar ao povo ração, como já quis dar arroz importado. Hoje o Ministro da Agricultura disse que o Governo não vai mais fazer leilão, porque pressionamos, porque deu errado. Alguém estava querendo ganhar alguma coisa com aquele leilão para a compra de arroz importado. E ele teve que falar o óbvio, aquilo que nós estamos falando desde o começo: não é preciso importar arroz, basta valorizar a produção nacional. Nosso arroz é suficiente, e quem falou isso foram os próprios produtores de arroz. Então, meus amigos, quem fez o L deve estar muito arrependido. - 19/06/2024
A Deputada agradeceu à Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC) e à Reitora Luciane Ceretta pela resposta rápida a uma postagem ofensiva feita por um colaborador da universidade. Explicou que o indivíduo publicou nas redes sociais sua foto com comentários violentos e ameaçadores. Além disso, criticou aqueles que se dizem defensores da democracia, mas não aceitam opiniões contrárias e perseguem mulheres que não seguem pautas feministas. Revelou que tem sofrido perseguição em razão de sua defesa do Projeto de Lei nº 1904, de 2024, que equipara ao homicídio o aborto de feto com viabilidade de vida a partir da 22ª semana de gestação. Adicionalmente, defendeu a Reitora da UNESC, que tem sofrido ataques de militantes por tomar providências contra o autor da postagem ofensiva. Por fim, encorajou os estudantes a resistirem contra grupos agressivos que tentam impor suas ideologias.
Palavras-chave oficiais: agradecimento,Reitor,Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc),providências,Colaborador,Rede social digital,postagem,Ameaça,Ofensa,Violência,Radicalismo político,Militância política,Ideologia política Perseguição política,Projeto de lei ordinária,Aborto,Idade gestacional,Homicídio,Feto,Estupro,Feminismo,Deputada federal,Atuação parlamentar,Liberdade de expressão
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Venho aqui registrar neste plenário o meu agradecimento à nota da UNESC Universidade do Extremo Sul Catarinense, uma universidade comunitária da minha cidade, Criciúma. A Reitora Luciane Ceretta prontamente respondeu ao que um colaborador da universidade fez, durante o horário de trabalho, nas redes sociais. Ele postou a minha foto e disse: "Essa fascistinha tinha que ser pendurada em um posto de gasolina igual os italianos fizeram com Mussolini". O que os italianos fizeram com o Mussolini? Colocaram o corpo dele em exposição ao público, amontoado com outros em uma pilha, em um posto de gasolina, como ele mesmo disse, e uma multidão chutou, baleou, cuspiu e urinou nos corpos, que depois foram pendurados de cabeça para baixo em uma viga de metal. Foi isso o que esse cidadão que, nas redes sociais, prega o amor, disse que queria que fizessem comigo. Por que é importante registrar isso aqui? Porque essas pessoas que pregam hoje que são as ditas defensoras da democracia, do amplo debate democrático, não aceitam o contraditório, não aceitam sequer que pensem de forma diferente delas. Após nós defendermos o PL 1.904/24, do qual eu sou coautora, e darmos várias entrevistas, o inferno, literalmente, como eu tenho dito, levantou-se contra nós. Afinal de contas, parece que as mulheres não são livres para defenderem o que elas querem. Se você é mulher, mas não defende as pautas feministas, você é excluída, você é perseguida, você é xingada. Eis a hipocrisia de uma ideologia política que diz defender as mulheres, mas acaba perseguindo aquelas que ousam pensar fora da caixa. Eu venho registrar meu agradecimento público à Reitora da UNESC, que, após publicar uma nota de repúdio e tomar providências em relação a este caso, foi atacada. Ela está sendo atacada pelos militantes, que são uma minoria dentro da universidade, tenho certeza, porque ela, sim, está tentando, pelo menos, defender uma universidade plural e democrática. É por isso que eu digo que nós temos que ocupar estes espaços, sejam os centros acadêmicos, sejam os DCEs. Senão, eles vão acabar querendo impor a ditadura das minorias. A todos os estudantes eu digo: não se calem, não se deixem levar por esses grupos agressivos que querem impor o que pensam em cima do que as famílias ensinaram em casa. Muito obrigada. - 19/06/2024Breves Comunicações
A Deputada saudou a presença no Plenário da Câmara dos Deputados do seu amigo Robson Pizzolo, do Município de Timbé do Sul (SC).
Palavras-chave oficiais: Assessor Parlamentar,Timbé do Sul (SC),Plenário da Câmara dos Deputados
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Gostaria de registrar a presença aqui em Plenário do nosso amigo e grande parceiro Robson Pizzolo, famoso Tainha, lá da cidade de Timbé do Sul, no extremo sul catarinense. Seja muito bem-vindo à Câmara, Robson! Com certeza, este é um ano muito importante para todos os Municípios do Brasil e para Timbé do Sul.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.