
Nome civil: Julia Pedroso Zanatta · 41 anos
Bananômetro
85/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 81% dos deputados · média do partido: 78
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 86%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 77%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 99%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 91%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 20%das 688 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ela votou
Vota com o próprio partido 88%das 652 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ela votou
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- dep.juliazanatta@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5448
- Gabinete
- Gabinete 448, Anexo IV, 4º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
86%
Esteve em 338 de 391 sessões
Votou nas votações
77%
Registrou voto em 863 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 118 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
20%
Em 688 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
210 discursos na tribuna · de 03/02/2023 a 01/09/2026.
- 03/12/2025
A Deputada criticou reportagem do Fantástico que atacou Prefeitos de Santa Catarina ao retratar ações relacionadas à população em situação de rua. Afirmou que a matéria tentou caracterizar gestores como desumanos e ignorou o aumento de moradores de rua durante o Governo Lula, destacando impactos no centro de Florianópolis (SC) e episódios de violência relatados por moradores. Defendeu que os Prefeitos mencionados buscavam soluções para o problema e registrou repúdio ao enfoque adotado pela emissora. Expressou solidariedade aos gestores municipais que enfrentavam desafios na gestão da assistência e da segurança urbana.
Palavras-chave oficiais: Santa Catarina,Prefeito,Pessoa em situação de rua,População em situação de rua,Violência
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - O Deputado Pompeo de Mattos usou o 1 minuto dele e o meu também. Presidente, eu uso este 1 minuto para me solidarizar com os Prefeitos catarinenses que foram atacados numa matéria leviana feita pelo Fantástico. Quiseram dizer que três Prefeitos catarinenses, a Juliana Pavan, o Topázio Neto e o João Rodrigues, que inclusive nem são do meu partido, mas do PSD, são desumanos com os moradores de rua, que, em sua maioria, são usuários de drogas, muitos deles, com passagens pela polícia. Eu quero saber por que o Fantástico não mostrou o problema causado pelo aumento no número de moradores de rua durante o Governo Lula. O centro de Florianópolis se tornou uma zumbilândia. Ninguém mais quer alugar sala no local devido ao perigo causado pela presença dos moradores de rua. O Fantástico, na tentativa de romantizar o problema do morador de rua, ataca os Prefeitos que estão, pelo menos, tentando fazer alguma coisa. Por que o programa não mostrou o caso de uma moça que estava passeando com seu cachorrinho em Florianópolis e, do nada, um morador de rua drogado deu um soco no meio da cara dela? Fatos como esse, que acontecem todos os dias, o Fantástico não mostrou. Então, registro o meu repúdio a essa matéria e o meu respeito aos Prefeitos de todo o Brasil que tentam resolver o problema chamado morador de rua. - 02/12/2025
A Deputada afirmou estar satisfeita com a votação de uma proposta que não aumenta impostos. Destacou a Proposta de Emenda à Constituição nº 72, de 2023, do Senador Cleitinho, que prevê imunidade de IPVA para veículos com mais de 20 anos, considerando a medida positiva, embora defenda que o IPVA deveria ser totalmente extinto. Criticou a cobrança do imposto sobre a propriedade de veículos e comemorou que, ao menos, haja um avanço na direção de reduzir essa tributação.
Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,Imunidade tributária,Veículo,Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA),Tributação
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Estou muito feliz e até perplexa, eu diria, porque temos uma coisa boa que vai passar hoje aqui, que vai à votação e que não é aumento de impostos. Pela primeira vez, vamos falar de impostos sem ser para aumentar impostos. Eu toda vez voto contra o aumento de impostos, diferentemente da maioria desta Casa. A PEC do Senador Cleitinho é para conceder imunidade do imposto IPVA aos veículos que especifica, aos veículos antigos, com mais de 20 anos. Não é tão boa porque deveria ser uma PEC para acabar, eliminar o IPVA. Não deveria existir mais o IPVA de maneira alguma. Você compra o carro e tem que pagar porque tem a propriedade do carro. Isso é um completo absurdo que a gente foi aceitando ao longo dos anos, mas já é alguma coisa isentar de IPVA os veículos com mais de 20 anos, dar imunidade a eles. Belo e moral. - 26/11/2025
A Deputada orientou a bancada na votação do substitutivo apresentado ao Projeto de Lei nº 2.829, de 2025, que dispõe sobre o Quadro de Pessoal e o Plano de Carreira do Tribunal de Contas da União e dá outras providências. Além disso, defendeu que a prioridade deveria ser a pauta da anistia, criticando a prisão do ex-Presidente Bolsonaro e acusando o Supremo Tribunal Federal de interferência política. Alegou que a Mesa Diretora estaria evitando pautar o tema para impor um texto alinhado ao Supremo Tribunal Federal, o que feriria a autonomia do Parlamento. Concluiu cobrando que a anistia seja votada rapidamente e que o plenário decida soberanamente sobre o assunto.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei ordinária,Substitutivo,Minoria parlamentar,liberação,Bancada parlamentar prioridade,Pauta (processo legislativo),Projeto de lei ordinária,anistia,Prisão,Ex-presidente da República,Supremo Tribunal Federal (STF),interferência,caráter político,autonomia,Parlamento
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, a Minoria libera a bancada. É admirável o que vemos aqui, quando o Brasil passa por diversos problemas. Nada contra os servidores do Tribunal de Contas da União, mas certamente esta não é uma matéria de urgência, não é uma matéria de interesse da sociedade civil como um todo e, de fato, não é de interesse do Brasil democrático e justo por que a gente tanto luta. Nós precisamos, urgentemente, pautar a anistia. Hoje o maior líder de direita deste País está preso! Conseguiram o que queriam: tirar Bolsonaro do jogo político de maneira sorrateira e baixa. Esta Presidência, esta Mesa Diretora tem o compromisso de pautar a anistia, e não está fazendo porque quer que a gente aceite um texto que foi submetido ao Supremo Tribunal Federal. Isso não é defender a autonomia deste Parlamento, é um absurdo completo! Nós precisamos deixar que este Plenário seja soberano e decida sobre a anistia. Que tenham a coragem de pautar a anistia o quanto antes! - 29/10/2025
A Deputada orientou a bancada na votação do parágrafo 3º do artigo 17 da Lei 9.430/96, constante no artigo 32 do substitutivo apresentado ao Projeto de lei nº 458, de 2021, que institui o Regime Especial de Atualização e Regularização Patrimonial (Rearp) para atualização, por pessoa física, do valor de bens móveis e imóveis adquiridos com recursos de origem lícita e localizados no território nacional, e regularização, por pessoa física ou jurídica, de bens ou direitos de origem lícita que não tenham sido declarados ou tenham sido declarados com omissão ou incorreção em relação a dados essenciais.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Dispositivo legal,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Minoria parlamentar,Voto contrário
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, a Minoria orienta "não". É engraçado ouvir alguns aqui falarem em fraude e antifraude, mas há narcoterrorista usando drone com bomba, e o pessoal da Esquerda querendo abolir o apoio tático de aeronave. Há projeto de lei do PSOL para proibir o apoio tático de aeronave em operações, como essa que aconteceu no Rio de Janeiro. E esse mesmo pessoal olhem, esta é a própria fraude que fala em combater fraude fica gritando "sem anistia" para velhinhas que não cometeram crime algum, mas está defendendo bandidos e criminosos. Cadê vocês aqui gritando "sem anistia" para narcoterroristas? Porque esses, sim, precisam ser enquadrados na lei que trata do crime de abolição violenta do Estado Democrático de Direito. Sem anistia para narcoterroristas! - 29/10/2025
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, eu gostaria de registrar o que aconteceu com um cara, um cidadão vendedor de espetinho essa notícia é de agosto. A facção tinha aumentado o valor da cobrança dessa venda para mil reais, e o comerciante só pagou 400 reais. Isso foi no Ceará, não foi no Rio de Janeiro. A facção matou o comerciante que não conseguiu pagar os mil reais. O nosso Brasil está dominado por narcoterroristas, e a Esquerda está toda hora dizendo que dá para combater o crime sem uma bala. Imaginem os policiais chegando num território dominado pelo tráfico para prender traficante, sendo que eles gastam 5 milhões de reais por mês com munição está lá no relatório da Polícia dessa última operação , muito mais do que a Polícia. Então é um absurdo. Eu quero que o Brasil veja quem de fato defende os narcoterroristas. - 29/10/2025
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, quem deveria responder pelo crime de abolição violenta do Estado Democrático de Direito são os narcoterroristas, que estão cada vez mais dominando o Brasil, com apoio inclusive de políticos, e não as velhinhas, como foi no caso do dia 8 de janeiro. Os narcoterroristas têm que ser enquadrados no crime de abolição violenta do Estado Democrático de Direito. E o Brasil tem que enxergar quem é que defende os narcoterroristas aqui. É a Esquerda, é o PT, é o PSOL, é o PCdoB, que estão reclamando da operação policial. Isso é um absurdo, Presidente. Sobre essa matéria agora, no mérito, o meu partido orienta "sim". - 28/10/2025
A Deputada criticou discursos que responsabilizavam as forças policiais pelas operações de combate ao crime no Rio de Janeiro (RJ). Afirmou que a violência era causada por narcoterroristas que espalhavam medo e atacavam policiais com explosivos, e não pelas ações de segurança. Reprovou o que classificou como tentativa de proteger criminosos e ironizou a possibilidade de culparem os colecionadores, atiradores e caçadores (CACs) pelos ataques. Destacou que cerca de um quarto da população brasileira vivia sob o domínio de facções criminosas e defendeu a atuação das Forças de Segurança como resposta necessária à escalada da criminalidade no País.
Palavras-chave oficiais: Violência,Rio de Janeiro (RJ),Crime organizado,CAC (Caçador, Atirador e Colecionador),Polícia
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A SRA. JULIA ZANATTA (Bloco/PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, é estarrecedor o que nós estamos vendo hoje acontecer no Brasil, mas principalmente nos discursos neste plenário. A Esquerda culpa a polícia, a operação policial, e não os narcoterroristas, que espalham medo, violência e jogam bombas na polícia. Certamente vão dizer que as bombas também vieram dos CACs, dos colecionadores, atiradores, caçadores. É um absurdo esse tipo de discurso, que quer dizer que os narcoterroristas têm que ser superprotegidos, que têm que estar blindados. É uma vergonha! Ressalto que 26% do povo brasileiro vive sob o domínio de facções criminosas. Que enxerguem o porquê estão vivendo sob o domínio de facções criminosas. É porque aqui dentro existe quem defenda isso, e não as forças de segurança. - 15/10/2025
A Deputada defendeu a liberdade de expressão dos Parlamentares, criticando o que classificou como perseguição por palavras a colegas como Gustavo Gayer, Carla Zambelli, Eduardo Bolsonaro e Daniel Silveira, e afirmou que silenciar Deputados é calar o povo e a própria democracia.
Palavras-chave oficiais: Liberdade de expressão,Parlamentar,Imunidade material,Perseguição política,Deputado federal,Silêncio,Democracia
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A SRA. JULIA ZANATTA (Bloco/PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, eu gostaria de agradecer por termos a oportunidade de recuperar a dignidade desta Casa. Não é possível que se persiga por palavras um Deputado, seja hoje o Deputado Gustavo Gayer, sejam outros Deputados que estão sendo perseguidos por palavras, como a Deputada Carla Zambelli, o Deputado Eduardo Bolsonaro, o Deputado Daniel Silveira, que não é mais Deputado, mas foi perseguido. Nós não podemos permitir que calem a voz do Parlamentar, dos representantes do povo, porque isso seria calar o povo e a própria democracia. - 15/10/2025
A Deputada registrou a presença do Bispo Pedro Flori, fundador da Palavra Viva, reconhecido por sua atuação espiritual em Santa Catarina, no Brasil e no exterior. Destacou a relevância do trabalho do líder religioso, que tem impactado vidas e inspirado comunidades por meio da fé e da formação de lideranças. Expressou também gratidão pela visita do Bispo à Câmara dos Deputados e afirmou que a Casa deve permanecer aberta ao diálogo com aqueles que contribuem para transformar realidades sociais e espirituais. Desejou bênçãos a todos os Parlamentares e reafirmou o papel da fé como força de união e serviço à população.
Palavras-chave oficiais: Bispo,Pastor evangélico,Igreja evangélica,Homenagem
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A SRA. JULIA ZANATTA (Bloco/PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Deputado Bohn Gass. Obrigada, Presidente. Quero celebrar a presença aqui no plenário, conosco, do Bispo Flori, fundador da Palavra Viva. Ele é um líder espiritual, conhecido não só no nosso Estado de Santa Catarina, mas em todo o Brasil e também internacionalmente. Obrigada, Bispo Flori, pelo seu trabalho. Estamos muito honrados de recebê-lo aqui na Casa do Povo, que deveria ser a Casa do Povo. Que Deus nos abençoe na nossa missão aqui enquanto Parlamentares e na sua missão de mudar vidas! Seja sempre bem-vindo aqui. - 14/10/2025Breves Comunicações
A Deputada abordou a situação do Hospital Materno-Infantil Santa Catarina, em Criciúma (SC), após o caso ganhar repercussão nacional. Afirmou que está acompanhando o tema e destacou o trabalho do Secretário de Saúde, Diogo, e do Governador Jorginho Mello, que, segundo ela, têm atuado para melhorar a saúde no Estado.
Palavras-chave oficiais: Criciúma (SC),Hospital,atendimento,Notícia jornalística,Deputada federal,Governador,atuação
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A SRA. JULIA ZANATTA (Bloco/PL - SC. Sem revisão da oradora.) - Presidente, nobres colegas Deputados, venho aqui hoje falar de uma demanda local do Município de Criciúma, em Santa Catarina. Quero dizer que estamos atentos ao que está acontecendo no Hospital Materno-Infantil Santa Catarina, em Criciúma, e que foi tema de matéria no noticiário nacional. Eu conversei com o Secretário da Saúde de Santa Catarina, Diogo Demarchi Silva, que trabalha com o nosso Governador Jorginho Mello, que tem defendido muito esse setor e tem melhorado a saúde dos catarinenses. Ele me disse que, desde 2023, estão revisando o monitoramento dos contratos de hospitais por OS e que todos foram renovados porque venciam em 2023 e não se poderia correr o risco de haver desassistência. Ele disse que estão remodelando as estruturas, a fiscalização, entre outras ações. Já foram feitos três editais. As publicações continuarão. Um dos próximos, para que talvez outra entidade administre o Hospital Materno-Infantil Santa Catarina, diz respeito justamente a esse contrato. Vemos pessoas da Oposição ao Governador Jorginho Mello que perderam a eleição e talvez nunca governem Santa Catarina querendo utilizar isso para atacar o Governador, mas nós estamos, sim, atentos ao que está acontecendo no Hospital Materno-Infantil Santa Catarina. Esse contrato precisa ser revisto. As pessoas precisam ser bem atendidas. As mães precisam ser bem atendidas. Não é possível que fiquem esperando com o filho no colo. Houve, ainda, denúncias de erros médicos graves. Tudo isso precisa ser olhado com carinho. Tenho certeza de que isso está sendo olhado com carinho pelo Secretário Diogo, que faz um excelente trabalho no Estado de Santa Catarina. Vamos fazer justiça a quem precisa usar, lá na ponta, o Hospital Materno-Infantil Santa Catarina. Muito obrigada. - 08/10/2025Breves Comunicações
A Deputada repreendeu os sucessivos aumentos de impostos promovidos pelo Governo Federal, argumentando que a população brasileira já não suporta mais essa carga tributária. Reprovou a tributação sobre ativos virtuais, criticando o discurso de que apenas os ricos seriam afetados pela Medida Provisória (MP) nº 1.303, de 2025, e relatando o caso de um trabalhador comum que investe em bitcoin e que será tributado. Ainda, destacou que o Governo, com essa MP, busca punir quem poupa, trabalha e é bom pagador, ao mesmo tempo em que estimula a dependência estatal, associando essa política à teoria de Cloward-Piven. Por fim, afirmou que a MP é prejudicial à economia e à classe produtiva, e defendeu a rejeição da proposta.
Palavras-chave oficiais: Crítica,aumento,Imposto,Carga tributária,Governo federal Crítica,Medida provisória,aumento,Imposto,Tributação,Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (IRPF),Ganho de capital,Criptomoeda,Criptoativos,Bitcoin
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A SRA. JULIA ZANATTA (Bloco/PL - SC. Sem revisão da oradora.) - Colegas Deputados, não vamos admitir mais aumento de impostos. A população não aguenta mais. Muito se fala em vício de bets, que é um problema que estamos enfrentando no Brasil, mas esse Governo é viciado em aumentar impostos para a população. É um vício sem cura. Pelo amor de Deus! O que é isso? Há pessoas dizendo aqui que vão aumentar só os impostos dos ricos, daqueles malvadões dos ricos: "Não se preocupem!" Nós estamos falando aqui em aumentar impostos sobre ativos virtuais. Vou contar uma história que aconteceu comigo. Um rapaz que mora em Santa Catarina ele se mudou de Manaus para Santa Catarina cuida de um estacionamento no centro de Criciúma. Ele disse para mim que investe em bitcoins. Esse é o rico que vocês querem taxar? É uma vergonha! O trabalhador brasileiro não consegue guardar dinheiro. A taxa de inadimplência está altíssima. E, quando ele consegue guardar, é punido por conseguir guardar, porque esse Governo tem a sanha, a vontade de deixar todo mundo dependente do Estado. O que quer é aplicar a teoria de Cloward-Piven para quebrar tudo de uma vez, para todos nós ficarmos dependentes de uma renda básica universal! O grande problema é que esse discursinho fácil de que tudo é de graça engana muitos ainda, infelizmente, sobretudo os mais vulneráveis. Tudo que é 13 é ruim. Esta MP já está caduca, já nasceu caduca, pune quem produz, pune quem trabalha, pune quem guarda dinheiro, pune quem é bom pagador e sabe fazer conta. Não podemos admitir isso. É uma vergonha para este Parlamento ser conivente com mais esta tentativa de aumento de impostos. O Governo Lula aumentou impostos a cada 37 dias! Não vamos mais aceitar. Vamos impor essa derrota ao Governo. Não é o Governo que nós queremos derrotar. O povo é que precisa sair pelo menos uma vez vitorioso dessa batalha. - 01/10/2025
A Deputada orientou a bancada na votação do Recurso Contra Apreciação terminativa de comissão à Emenda de Plenário nº 94, apresentada ao Projeto de Lei nº 1.087, de 2025, que altera a legislação do imposto sobre a renda para instituir a redução do imposto devido nas bases de cálculo mensal e anual e a tributação mínima para as pessoas físicas que auferem altas rendas, e dá outras providências.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Recurso (proposição legislativa),Apreciação conclusiva,Emenda de plenário,Projeto de lei ordinária,Minoria parlamentar,Voto favorável
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A SRA. JULIA ZANATTA (Bloco/PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, a Minoria orienta "sim", mas é preciso registrar que a expressão da moda agora qual é? é justiça tributária. O Imposto de Renda surgiu no mundo para financiar guerras, mas a única guerra que o Imposto de Renda financia hoje é a guerra do Estado, que gasta muito e contra o próprio cidadão contribuinte. Por isso, eu apresentei um projeto de lei que, aí, sim, faz justiça com todo mundo, pois visa a extinguir o Imposto de Renda no Brasil nós somos tributados na renda, no consumo, na propriedade, em tudo. Então, é importante frisar que corrigir a tabela é necessário, mas vender isso como presente é enganar a população. Não há presente quando o Estado apenas devolve parte do que tirou por meio do imposto inflacionário. O Estado continua gastando mais do que arrecada, desvalorizando a moeda e, ao mesmo tempo, criando novos tributos para manter a própria máquina, ou seja... (Desligamento do microfone.) - 23/09/2025
A Deputada fez um apelo no plenário em defesa dos vigilantes e demais profissionais da segurança privada. Destacou que esses trabalhadores arriscam a própria vida para proteger a sociedade e o patrimônio privado, mas recebem salários injustos e benefícios insuficientes. Defendeu também a criação de um piso salarial, melhores condições de trabalho, vale-alimentação e porte de arma para a categoria, pedindo que o Congresso Nacional dê mais atenção e reconhecimento a esses profissionais.
Palavras-chave oficiais: Vigilante,Segurança privada,Patrimônio privado,Piso salarial,melhoria,Condições de trabalho,Vale-alimentação,Porte de arma
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A SRA. JULIA ZANATTA (Bloco/PL - SC. Como Líder. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Nobres colegas Deputados, é com muita alegria que a gente retorna a esta Casa, agora oficialmente. Estive por 4 meses de licença maternidade e mais 2 meses votando e cumprindo com as minhas obrigações a distância. Para a alegria de alguns e a tristeza de muitos, estamos de volta no combate diário contra esses absurdos que a gente vem vendo aqui no Brasil por conta de uma centralização de poder e dinheiro em Brasília, seja com a PEC da segurança pública, seja com a reforma tributária, que já passou. O desgoverno Lula está assanhado e cada vez mais vingativo. Pois bem, hoje tivemos o pronunciamento do descondenado Lula na ONU e também o do Presidente Trump, que deu uma aula de política e dobrou Lula ao meio. Em recente entrevista à BBC, a repórter perguntava ao Lula: "O senhor já ligou para o Trump para tratar das tarifas?" E Lula falava: "Mas ele não quer negociar!" E a repórter perguntou duas ou três vezes: "Mas o senhor já ligou para o Trump para resolver o problema das tarifas que afetam o emprego no Brasil em setores como o madeireiro, por exemplo?" E Lula falava: "Mas o Trump não quer negociar!" Acabou a narrativa de Lula, que dizia que era o Trump que não queria negociar. Hoje, o Trump disse: "Eu vou negociar com você, esteja lá comigo na semana que vem". Vamos ver qual vai ser a desculpa de Lula agora. Janja, naquele momento, ouvia, incrédula, com uma cara de nojo. É bom Lula não levar Janja para esse encontro, porque pode ser que ela fale algum palavrão para o Trump e ferre mais uma vez com as negociações entre Estados Unidos e Brasil, porque esse é o nível da diplomacia desse Governo do descondenado. O discurso de Lula hoje na ONU demonstrou e confirmou aquilo que a gente já vem falando há muito tempo: a radicalização de Lula. Isso ninguém precisa confirmar, porque ele mesmo tem falado que vai radicalizar. Ele foi eleito por muitos daqui com uma promessa de base ampla, de base democrática, e tem se radicalizado cada vez mais. Lula demonstrou que estará ao lado de países como o Irã e ainda foi lá afrontar o Trump. Trump, por outro lado, disse: "Vamos negociar", fez brincadeirinha. Percebam o que aconteceu hoje, pessoal, percebam o que aconteceu hoje. Trump falou do autoritarismo do Judiciário brasileiro, Trump falou sobre a farsa da pauta verde que esta Casa aprovou, do mercado de carbono. Eu votei contra, graças a Deus! Então, a gente precisa observar o que tem acontecido no cenário geopolítico econômico e social do mundo, porque Lula está indo na contramão dos países democráticos. Outra coisa que Lula disse me chamou muita atenção. Não basta, meus senhores, meus amigos e os cúmplices dele aqui, aumentar impostos a cada 37 dias neste Brasil, como fazem Lula e Haddad, o "Taxad". Agora ele quer defender já não é de hoje, mas ele reafirmou isso no discurso da ONU o imposto global. Sabem por quê? Porque ele taxa até o ar que a gente respira aqui no Brasil, e os caras que conseguem o pobre, a classe média não consegue se mudam do Brasil, vão para o Uruguai, para o Paraguai, para outros países. Com o imposto global, isso não seria possível, porque o cidadão não teria para onde fugir dessa sanha arrecadatória do Estado. Portanto, Lula quer taxar não só aqui no Brasil, mas no mundo todo. Ele é defensor de um imposto global. É esse cara que está dizendo que defende a soberania do Brasil que quer agora impor, junto com líderes internacionais, um imposto global. Outro assunto de relevância que eu não poderia deixar de mencionar aqui é que hoje nós tivemos uma reunião, a bancada do PL, com o Relator, que era para ser da anistia, mas que se desvirtuou totalmente. Nós comemoramos aqui a vitória do requerimento de urgência da anistia, mas logo depois o Presidente Hugo Motta nomeou o Deputado Paulinho da Força com um discurso de que ia combater os extremos, que não era mais PL da Anistia, mas, sim, PL da Dosimetria. Isso, sim, é um golpe. Isso, sim, é um golpe no processo legislativo e no voto popular de mais de 300 Deputados ao requerimento de urgência do PL da Anistia. Nós falamos hoje com o Sr. Deputado Paulinho da Força, e eu fiz um desafio para o Deputado Paulinho. Ele consultou Alexandre de Moraes, foi jantar na Casa do Temer com vinho caro, com comida boa, ele e o Deputado Aécio Neves, mas nenhum deles, infelizmente, foi visitar as famílias inocentes do dia 8 de Janeiro. Nenhum deles se preocupou em visitar os presídios, como eu fiz desde o início do meu mandato, tendo ido à Colmeia, onde eu olhei no olho de cada mulher que estava separada de seus filhos, sequestrada pelo Estado. Esta Casa precisa olhar para esse assunto com misericórdia. Aqueles que usaram da anistia, em 1979, para crimes, não querem dar anistia àqueles que não cometeram crimes. Nem deveria ser anistia, deveria ser anulação. Nós não vamos aceitar nada menos do que anistia ampla, geral e irrestrita. É uma vergonha! Eu estive nas ruas bem naquele dia em que saiu aquele vídeo de Paulinho, Temer e Aécio. As pessoas estão extremamente revoltadas e decepcionadas. Há outro assunto de extrema importância hoje. Eu voltei para esta Casa e imediatamente consegui alcançar 172 assinaturas, que estou recolhendo desde novembro do ano passado. Agora alcançamos o número mínimo de 171 até passamos, com 172. Protocolei a PEC Antidrex, a Proposta de Emenda à Constituição nº 35, de 2025, que diz que o Banco Central não vai poder impor uma moeda digital centralizada sem passar por aqui, pelo Congresso Nacional, nem mesmo extinguir o papel-moeda no Brasil sem passar por esta Casa também. V.Exas. sabem o que é uma moeda digital centralizada pelo Banco Central, o CBDC? Ela pode controlar todos os nossos passos, o que a gente consome e quando a gente consome. É um dinheiro programável. E já existem projetos de lei aqui muito autoritários para extinguir o dinheiro físico. Eu tenho o Projeto de Lei nº 3.341, de 2024, para proibir a extinção do dinheiro físico. Também agora há essa PEC Antidrex, que é uma grande conquista. Temos que lutar para que ela seja discutida nesta Casa, para que se traga a discussão para dentro do Parlamento, para que não seja feita à revelia do povo e dos representantes do povo. Então, é uma grande vitória para a nossa liberdade financeira hoje protocolarmos a PEC Antidrex. Leiam a motivação, que está muito clara na justificativa. Também quero convidar todos os que estão nos acompanhando para que assinem a nossa petição em naoaodrex.com. Isso importa, e muito, inclusive para a população mais vulnerável. Existe um grande número de pessoas "desbancarizadas" no Brasil, que não têm acesso a conta no banco, que não têm uma conta no banco por não quererem ou por não poderem, que não têm acesso à Internet, e querem implementar uma moeda digital! De que forma isso vai ser benéfico? Vai ser benéfico para o Estado. Vai ser benéfico para aqueles que querem nos taxar. Vai ser benéfico para aqueles que querem dizer o que a gente pode consumir, como ditadores fizeram durante a pandemia. Houve um Governador que proibiu a população de comprar certos itens. Então, é uma grande vitória, não só da liberdade financeira, mas da liberdade individual. Muito obrigada. - 10/09/2025
A Deputada afirmou que o Brasil só será verdadeiramente rico quando a população deixar de acreditar na filantropia da Esquerda, criticando o Presidente Lula por ostentar luxo enquanto se apresenta como pai dos pobres. Além disso, declarou que dois Deputados do PT de Santa Catarina tentaram impedir seu mandato por meio de manobras jurídicas, em vez de debaterem politicamente. Ainda, acusou a Esquerda de se basear em mentiras, tentar eliminar a Oposição e sustentar um Estado ineficiente, com impostos altos e programas que geram dependência, como o Bolsa Família. Ademais, contestou o discurso oficial de soberania, apontando que quem domina o País é o crime organizado, e que o Governo se alia a regimes autoritários como Irã e Venezuela. Outrossim, rejeitou o rótulo de extremismo à Direita, atribuindo à Esquerda atos violentos recentes, como as tentativas de assassinado do ex-Presidente Jair Bolsonaro e do Presidente Trump e o assassinato de Charlie Kirk. Por fim, defendeu o direito à liberdade e à autodefesa, informando que a Esquerda quer desarmar a população para ter o monopólio das armas e um povo refém.
Palavras-chave oficiais: Deputado federal,Partido dos Trabalhadores (PT),Santa Catarina,Oposição política,Mandato parlamentar,Debate Presidente da República,Governo federal,Despesa pública,Imposto,Bolsa Família,Esquerda política Soberania nacional,Soberania popular,Crime organizado,Ditadura,Irã,Venezuela,Governo federal,Presidente da República,Esquerda política Extrema direita,Extrema esquerda,Radicalismo político,Tentativa (crime),Homicídio,Ex-presidente da República,Presidente da República,Estados Unidos,Influenciador digital
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A SRA. JULIA ZANATTA (Bloco/PL - SC. Como Líder. Sem revisão da oradora.) - Bom, agradeço aos colegas que me antecederam, que não ficaram muito contentes com o meu pronunciamento, com a menção. Nas democracia é assim, você goste ou não goste. A Deputada Erika Kokay disse que é um absurdo a Deputada Julia dizer que a Esquerda é uma doença. E ela disse que doença se mata. Meu Deus! Não, Deputada Erika Kokay, não se mata a doença; cura-se a doença. Então, se você abrir a mente, se as pessoas que ainda acreditam na bondade, na filantropia da Esquerda se curarem, a gente pode se libertar, a gente pode libertar o Brasil, a gente pode fazer do Brasil um País rico realmente o povo rico, e não os governantes ricos, como o Lula, que diz que é o pai dos pobres, mas diz também que é um absurdo a classe média ter mais de uma geladeira ou TV em casa, enquanto ele só usa grife de marca estrangeira, caríssima, inacessível. Coloque aí no Google você que está em casa nos acompanhando: Lula usa gravata de 4 mil reais, tênis de 8 mil reais, da Hermès, da Ermenegildo Zegna, dessas grifes que o povo nem sequer conhece. Esse é o pai dos pobres? Curem-se dessa doença, dessa mentira que é a Esquerda não só aqui no Brasil, mas no mundo todo! A Esquerda não quer o debate democrático. Ela quer acabar com os adversários, como disse aqui anteriormente. Agora eu vou provar para todos como a Esquerda quer acabar com os seus adversários. Vejam só algo sobre dois Deputados do PT de Santa Catarina, a Deputada Ana Paula Lima e o Deputado Pedro Uczai, o qual inclusive disse: "Com todo respeito à Deputada catarinense que me antecedeu...". É mentira, Deputado Pedro Uczai! O senhor não tem respeito por mim! Eu achei realmente que tivesse, mas saiu no jornal O Globo desta semana que o senhor e a Deputada Ana Paula Lima, de quem eu não esperava nenhum respeito mesmo, entraram contra mim na PGR porque eu fiz a entrega de uma viatura à Polícia Civil, o que é um dos trabalhos do Deputado, embora não seja o principal. Inclusive, eu sempre digo que emenda não é favor de Deputado. E eu não dependo de emendas para me eleger, tanto é que consegui 111 mil votos e não era Deputada; não dependi de emendas para obter esses votos. Vocês entraram na PGR contra mim porque entreguei essa viatura e disseram que isso era promoção pessoal. Vocês não querem que eu trabalhe, que eu exista. Vocês querem impedir o livre exercício do meu mandato. Vocês não aguentam debater comigo, debater frente a frente comigo; têm que ficar usando manobras jurídicas, usando o Judiciário, fazendo essa baixeza. Enfim, eu tenho, sim, a minha opinião, e vocês têm que aturá-la! Se não gostarem, vão lá e concorram de novo! Então, é mentira essa historinha, esse papinho de respeito. Vamos dizer a verdade: vocês não têm respeito pela Oposição. Vocês gostariam de viver num mundo sem oposição, porque se baseiam em mentiras. Vocês não se baseiam em fatos empíricos, em dados; vocês se baseiam em mentiras, sempre enganando o povo, dizendo que vão tirar tudo dele: "Vem cá, me paga mais imposto!" A cada 37 dias, vocês aumentaram os impostos no Brasil, dizendo que iam dar tudo para o pobre, que iam dar gás para o pobre, que iam ajudar com não sei o quê, mas nós vemos o pobre cada vez ficando mais pobre. Vejam que 94 milhões de brasileiros são dependentes do Bolsa Família. Isso não é dignidade. Ninguém quer ficar dependendo de ninguém. As pessoas, principalmente se se curarem dessa doença, vão entender o que é ter dignidade quando puderem prover o sustento da sua família com o trabalho, com o dinheiro que ganham do trabalho ficando mais no seu bolso, e não tendo que pagar cada vez mais para um Governo inchado. Vocês são defensores de uma máquina pública inchada e ineficiente. Não conseguem governar, não conseguem fazer contas e ficam dizendo que vão isentar o brasileiro do Imposto de Renda. Eu apresentei um projeto de lei para acabar com o Imposto de Renda no Brasil. Se cada um economizar um pouquinho, dá para fazer isso. Ou será que têm que bancar gastos essenciais, como dizem? Vocês tratam gastos como se fossem cláusulas pétreas. Quais são os gastos essenciais? Seria a sala VIP para Ministros do Tribunal Superior do Trabalho? Seriam os lençóis egípcios da Janja? Seriam as viagens da Janja? Seriam as viagens de pessoas sem cargo no Governo, que aumentaram 214% durante o Governo Lula? Seriam os gastos do cartão corporativo, com cujo sigilo o Lula dizia que ia acabar, mas aumentou ainda mais? Esses são os gastos essenciais que vocês defendem? Continuam dizendo para o pobre que o Lula é o pai dos pobres, mas deixam o pobre cada vez mais dependente e humilhado. É isso que vocês fazem. Vocês estão falando em soberania. Qual seria a soberania? O Deputado petista disse que os Estados Unidos atrapalham o emprego, que querem quebrar as empresas no Brasil. Não, a gente não precisa pedir apoio para nenhum país do mundo para fazer isso. O PT já está fazendo isso com o Brasil. Não precisa de apoio nenhum. Qual é a soberania que vocês defendem? Nunca defenderam a soberania! São defensores de financiamento estrangeiro a ONGs brasileiras para, isso, sim, acabar com a nossa soberania, apoiando o aborto. Essas ONGs apoiam o aborto, apoiam o desarmamento. Vocês falam em idolatria às armas. Nós queremos ter armas para nos defender da soberania que vocês defendem. Sabem qual é a soberania que vocês defendem? A soberania do crime organizado. Vinte e seis por cento dos 50 milhões de brasileiros vivem hoje sob as ordens do crime organizado. É a soberania do crime organizado que vocês defendem? Esta é a que está vigente no Brasil, esta é a verdade. Os seus aliados cantam o hino da Internacional Socialista. Até mesmo o Vice-Presidente Alckmin canta o Hino da Internacional Socialista em evento do PSB. É isso que é soberania? O Partido dos Trabalhadores está federado com o Partido Comunista do Brasil, que foi criado como um braço aqui no Brasil para defender interesses de outra nação, uma nação comunista. O comunismo, por si só, matou muitas pessoas muitas pessoas! , aniquilou seus adversários. Todo comunista tem vontade de assassinar os seus adversários políticos, e não de debater com eles. Eu acho engraçado que, quando sai uma notícia nossa, é assim: Deputada bolsonarista"; "Deputado bolsonarista! Eu sou bolsonarista, e podem dizer isso. No entanto, por que não fazem igual, dizendo: Deputada comunista"; "Deputado comunista diz tal coisa?" É porque estão fazendo exatamente como fizeram hoje: após o assassinato do Charlie Kirk, disseram que ele era um influenciador de extrema direita. Todo esse mecanismo serve para nos eliminar; para que, daqui a pouco, alguém seja incendiado por esse tipo de falácia. O extremismo fica bem claro hoje com tudo que tem acontecido: tentativa de assassinato do Bolsonaro, tentativa de assassinato do Trump, do Uribe e, agora, assassinato do Kirk. Fica bem claro que o extremismo não vem da Direita; vem da Esquerda. E vem ainda disfarçado, porque eles gostam de falar bonitinho, gostam de falar de democracia. Fux deixou bem claro hoje que o Estado foi o mensalão. E repito aqui o que disse anteriormente: eu temo pela vida do Ministro Fux, porque ele disse verdades. E quem tem falado a verdade no Brasil e no resto do mundo tem sofrido perseguições. Quem combate o establishment, o status quo, quem combate a Esquerda, que hoje é dominante, tem sofrido, e muito, no mundo. E é por isso que o Trump, quando assumiu, disse que iria lutar pelo restabelecimento da liberdade de expressão não só nos Estados Unidos, mas no mundo todo. E vocês vêm falar em soberania? Estão aliados ao Irã, estão aliados à Venezuela. Não tiveram coragem de dizer que na Venezuela não existe democracia. Vocês são apoiadores de narcoditadores e querem falar de ditadura. Eu nunca defendi ditadura nenhuma! Falem de mim e mostrem quando eu alguma vez defendi perseguição e ditadura, ou quando eu fui mal educada com algum de vocês dentro desta Casa! Desde o primeiro dia do meu mandato, eu fui atacada de maneira baixa, de maneira agressiva. Falam de nazismo e fascismo porque não têm argumentos. Têm que falar isso de mim porque não têm argumentos. Sabem do meu trabalho e da minha coragem. Por isso me viram como um alvo a ser eliminado. Mas não vão conseguir. Não vão conseguir, porque eu não vou me abaixar para vocês. Falam em amor às armas. Nós queremos armas para nos defender. Vocês, muitas vezes, dizem que não gostam de armas, mas querem o monopólio da força pelo Estado para conseguir mandar em tudo, para conseguir subjugar o povo brasileiro, que hoje vive de joelhos repito para o crime organizado no Brasil. A criminalidade aumentou muito durante o Governo Lula, inclusive com o crescimento do feminicídio. Vocês dizem defender as mulheres, mas quando uma mulher quer ter o direito de se armar vocês a chamam de nazista, igual fazem comigo. Vamos voltar para o debate político democrático! Vençam no debate! Vocês não conseguem, porque se baseiam na mentira. - 10/09/2025Breves Comunicações
A Deputada manifestou indignação com a Esquerda Política em razão do assassinato do influenciador conservador norte-americano Charlie Kirk, relacionando o episódio aos atentados contra o ex-Presidente Jair Bolsonaro, o Presidente Trump e o candidato a Presidente Miguel Uribe. Ademais, rejeitou comparações entre Direita e Esquerda, argumentando que, enquanto a Direita busca vencer pelo debate, a Esquerda recorre à censura e até ao assassinato de adversários. Além disso, relatou ter sido alvo de ataques pessoais, inclusive envolvendo sua filha. Ao final, declarou temer pela vida do Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, que, em seu voto, apontou o mensalão como verdadeiro golpe de Estado.
Palavras-chave oficiais: Esquerda política,Homicídio,Vítima,Militante político,Conservadorismo,Estados Unidos,Atentado,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Presidente da República,Candidato a cargo eletivo,Direita política,Censura,Violência política (crime) Ministro do Supremo Tribunal Federal,Voto,Golpe de Estado,Corrupção,Esquerda política
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A SRA. JULIA ZANATTA (Bloco/PL - SC. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Boa noite a todos. Vim aqui fazer este pronunciamento porque estou absolutamente chocada com o que aconteceu ao influenciador conservador dos Estados Unidos Charlie Kirk, fundador do Turning Point USA, que fazia debates nas universidades. Estou chocada, mas não surpresa, porque a gente não pode se surpreender. Bolsonaro levou uma facada por ser chamado de extremista, de nazista, de fascista. Trump sofreu uma tentativa de assassinato também, assim como Bolsonaro. O mesmo ocorreu com Uribe, na Colômbia. O que isso tudo tem em comum? É a Esquerda querendo, mais uma vez, matar os seus adversários. Sim, nós corremos risco de vida. Que fique muito claro para aqueles que são isentos e querem comparar a Direita com a Esquerda: não existe comparação. Enquanto a Direita quer ganhar no debate, a Esquerda quer ganhar no cerceamento das liberdades e da censura. Se não consegue escravizar e subjugar os seus adversários, quer matá-los. Eu não tenho dúvidas disso. Fica muito claro hoje que a Esquerda nos colocaria em um paredão de fuzilamento, como aqueles que ela idolatra até hoje Che Guevara, Fidel Castro faziam e continuariam querendo fazer. E vou dizer mais: hoje eu vi manchetes dizendo que um influenciador de extrema direita estava querendo acirrar ainda mais o debate. Que fique muito claro de onde vem o extremismo: não é da Direita; é justamente daqueles que nos acusam de discurso de ódio, para tentar nos calar e nos censurar. No dia em que eu fui eleita, nobres colegas Deputados que vivem, a todo o momento, acusando-me usaram até a minha filha para tentar me atacar da última vez em que estive no plenário amamentando , uma moça da minha cidade que tinha todo o perfil esquerdista falou nas redes sociais que, se me encontrasse na rua, ia me encher de porrada. É isso que vocês querem. Querem instigar as pessoas a chegar a esse ponto. Isso é lamentável! Nós temos que voltar para a seara política, para o debate político justo. Mas, com vocês, isso não é possível, porque não é o que vocês querem. São autoritários, ditadores. É isso que vocês são. Eu temo pela vida do Ministro Fux, que hoje deu um voto corajoso e realista e afirmou que o verdadeiro golpe de Estado foi o mensalão, ocasião em que se utilizaram de sua posição e da chamada democracia para se manter no poder, com as falácias que contam para as pessoas mais pobres. É chegada a hora de dar um basta, de uma vez por todas, na Esquerda no Brasil, porque a Esquerda é uma doença. - 27/08/2025Breves Comunicações
A Deputada anunciou o recuo do Banco Central em relação ao lançamento do Drex, moeda digital inicialmente planejada como uma CBDC. Lembrou que apresentou o Projeto de Lei nº 3.341, de 2024, que proíbe a extinção do dinheiro físico, considerado por ela uma garantia de liberdade financeira. Acrescentou que o Banco Central mudou o discurso: primeiro afirmou que seria uma CBDC, depois negou e, mais recentemente, anunciou que também não usará blockchain. Por fim, alertou que o Drex representa risco de vigilância e controle estatal sobre a vida dos cidadãos e comemorou o que considera uma vitória parcial nessa luta.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,proibição,Papel-moeda,Banco Central do Brasil (Bacen),Dinheiro,Moeda digital,extinção
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A SRA. JULIA ZANATTA (Bloco/PL - SC. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, colegas, pela gentileza. Eu venho aqui anunciar um recuo do Banco Central na questão do lançamento do Drex, uma moeda digital centralizada pelo Banco Central, na qual venho batendo há muito tempo. E tenho aqui nesta Casa o Projeto de Lei nº 3.341, de 2024, que proíbe a extinção do dinheiro físico, que é a garantia da nossa liberdade financeira, porque o Drex, essa moeda digital, essa CBDC que seria centralizada pelo Banco Central, rastrearia todos os nossos passos. Então, isso é muito perigoso. Algumas pessoas estão dizendo que o Banco Central vai lançá-lo no ano que vem. Ainda estamos esperando o anúncio oficial do Banco Central. E qual foi o recuo do Banco Central? Começaram dizendo que seria uma CBDC. No entanto, quando entrou o Gabriel Galípolo, disseram que não seria mais uma CBDC, que é uma moeda digital centralizada pelo Banco Central. Por último, anunciaram em um evento que não vai mais ser blockchain também. Então, o que o Drex vai ser? Não vai ser nada. E por que aconteceu esse recuo? Porque o nosso mandato e as pessoas que aderiram à nossa petição, que está em http://naoaodrex.com, foram para cima, entenderam. Quando falávamos nas ruas que acabariam com o dinheiro físico existem projetos de lei do PT, aqui nesta Casa, tramitando sobre isso , as pessoas entenderam que era para nos vigiar, para nos perseguir. Houve um cara, inclusive, do Banco Itaú, Eric Altafim, que disse: "Se nós tivéssemos tido o Drex durante a pandemia, teríamos controlado onde o cidadão compraria. Poderíamos tê-lo controlado e o obrigado a comprar num raio de 5 quilômetros, senão o bloquearíamos". Então, o Drex não é inovação, como foi vendido; ele é para o Estado controlar ainda mais a nossa vida e taxar até o ar que respiramos. E esta é a boa notícia: houve um recuo no discurso. É óbvio que as coisas ruins não são implantadas da noite para o dia. Então, se realmente lançarem o Drex no ano que vem, eles começarão comendo pelas beiradas, implantando, dizendo que não será CBDC, que não haverá blockchain. Precisamos ficar vigilantes! Eu quero aqui comemorar essa vitória de recuo do discurso do Banco Central, que nega que é CBDC e nega que vai haver blockchain na questão do Drex. Drex, meus amigos, prestem atenção, é o Estado nos vigiando ainda mais. Então, acessem http://naoaodrex.com! A nossa petição está nesse site. Essa vitória também é de vocês, que estiveram conosco nessa luta. Muito obrigada. - 18/02/2025
A Deputada celebrou a aprovação de proposição de sua autoria, o Projeto de Lei Complementar nº 223, de 2023, que altera a Lei Complementar 123, de 14 de dezembro de 2006, para dispor sobre a prorrogação do prazo para o recolhimento de impostos para as Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, em situação de decretação de estado de calamidade pública estadual ou distrital. Explicou que a matéria beneficia os brasileiros afetados por enchentes, especialmente na Região Sul. Agradeceu à Câmara, à Relatora Franciane Bayer e aos colegas da Oposição e do Partido Liberal (PL) pelo apoio. Além disso, destacou que a proposta oferece soluções concretas, evitando a cobrança de impostos em momentos de calamidade, ao contrário de medidas simbólicas.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,alteração,Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte (2006),prorrogação,Prazo,recolhimento,Imposto,Microempresa,Pequena empresa,Município,Calamidade pública,Aprovação,Enchente,Região Sul,Relatora,Oposição política,Partido Liberal (PL),agradecimento
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A SRA. JULIA ZANATTA (Bloco/PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente Lula da Fonte. Está aí um Lula de que eu gosto. Eu queria agradecer, e não podia deixar de fazê-lo, a todos os colegas da Câmara dos Deputados que hoje aprovaram o projeto de lei de minha autoria que vai beneficiar todos os brasileiros, e não só os Estados doa Região Sul do Brasil, que sofrem com enchentes. Como bem pontuado pela Relatora, a Deputada Franciane Bayer, que foi uma grande parceira eu, que estou em casa grávida de 34 semanas e com quem conversei muito sobre o relatório, nós não estamos propondo um dia inócuo de ação climática, nós estamos dando um resultado de fato para as pessoas que sofrem quando acontece uma enchente e o Estado ainda quer arrecadar impostos nessa hora difícil. Então, parabéns a todos da Câmara dos Deputados, a todos os partidos que apoiaram o projeto, ao próprio Governo que também o apoiou e aos meus colegas Deputados da Oposição e do PL que estiveram junto comigo. Obrigada, e fiquem com Deus. - 18/02/2025
A Deputada discutiu o Projeto de Lei Complementar nº 223, de 2023, que altera a Lei Complementar 123, de 14 de dezembro de 2006, para dispor sobre a prorrogação do prazo para o recolhimento de impostos para as Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, em situação de decretação de estado de calamidade pública estadual ou distrital.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei complementar,favorável
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A SRA. JULIA ZANATTA (Bloco/PL - SC. Participação por videoconferência. Sem revisão da oradora.) - Boa noite, colegas Deputados. Venho aqui pedir o voto de cada um de V.Exas. para este projeto, para este PLP tão importante, não só para os Estados aqui do Sul do Brasil, que recentemente foram atingidos por catástrofes, como é o caso do Rio Grande do Sul e também de Santa Catarina, mas para todos os Estados brasileiros que sofrem com catástrofes devido às mudanças da natureza. Hoje 90% das empresas do Brasil são micro e pequenas empresas. E este projeto vai diretamente afetar, de forma positiva, os pequenos empreendedores que, quando sofrem uma catástrofe, precisam de um prazo maior para pagar seus impostos. É claro que o ideal seria que eles pudessem ser isentos de impostos. Mas, pensando num projeto possível, eu apresentei essa prorrogação automática de 6 meses, segundo a legislação, após aprovarmos o projeto, para dar um alívio financeiro a essas pessoas que têm um mercadinho, uma padaria, como eu disse, que representam 90% das empresas no Brasil. Nós precisamos criar um ambiente favorável para que eles consigam continuar empreendendo. Aquele que é menor, quando é atingido por uma catástrofe, sempre é o que mais sofre para se reerguer, se recuperar. Recentemente, aqui em Santa Catarina, nós tivemos uma enchente, e eu falei com um dono de mercadinho que, infelizmente, não conseguiu se reerguer. Por isso, falo da importância deste projeto, porque não vai mais se precisar da deliberação do Comitê Gestor do Simples Nacional. Isso vai, sim, estar garantido em lei. Por isso, peço a aprovação do projeto pelos nobres colegas. Muito obrigada. - 05/02/2025
A Deputada criticou a atuação da Agência de Desenvolvimento Internacional dos EUA (USAID), mencionando o fim do financiamento para ONGs que promovem militância e políticas questionáveis. Destacou o financiamento de projetos como uma ópera transgênero na Colômbia e uma história em quadrinhos transgênero no Peru. Também levantou suspeitas sobre a interferência da agência nas eleições brasileiras, com financiamento de ações envolvendo o Tribunal Superior Eleitoral. Afirmou que interesses externos, apoiados por ONGs, têm influenciado a política interna do Brasil e pediu investigação sobre o tema.
Palavras-chave oficiais: Agência,Estados Unidos,Financiamento,Militância política,interferência,Eleição,Brasil
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A SRA. JULIA ZANATTA (Bloco/PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Deputado Cabo Gilberto Silva. Nobres colegas Deputados, eu vi o tuíte do Deputado do PSOL Ivan Valente reclamando e dizendo que há um descaso, porque o Musk e o Trump querem destruir a vida no planeta. E por que eles querem destruir a vida no planeta? Porque pretendem fechar aquela agência dos Estados Unidos de que a imprensa pouco está falando, a USAID. Eu vou resumir para vocês o que isso significa. A mamata internacional acabou, não vai mais haver dinheiro do Governo americano para muitas ONGs, por trás das quais existem políticos aqui no Brasil. E o que ele fala sobre essa agência, sobre destruir a vida no planeta? Vamos analisar algumas informações reveladas recentemente pelo governo Trump sobre os patrocínios dessa agência eles falam que isso vai destruir o planeta. Ela patrocinava ONGs que transformavam militância em carreira, criando profissionais da "lacração". Vejamos alguns exemplos: 47 mil dólares foram destinados para ópera transgênero na Colômbia. Isso vai acabar com o mundo, segundo o Deputado. Foram destinados 32 mil dólares para uma história em quadrinhos transgênero no Peru, como se esse fosse o maior problema da América Latina. Recentemente, Elon Musk também revelou que essa agência contribuiu com o financiamento de pesquisas com armas biológicas, incluindo a COVID-19. É por isso que havia toda aquela história de negacionismo. Foi revelado ainda que essa agência financiou algumas coisas sobre liberdade de expressão e democracia que, na verdade, era censura aqui no Brasil. Ou seja, há denúncias internacionais apontando que essa agência teria interferido nas eleições brasileiras. E, se você fizer uma busca no site do Tribunal Superior Eleitoral, verá que pessoas do Tribunal, incluindo o Ministro Luís Roberto Barroso, que em 2020 era Presidente daquela Corte, participaram de ações patrocinadas por essa agência, sob o argumento de defesa da democracia. Isso precisa ser investigado com urgência. Não é de hoje que eu falo sobre a interferência internacional em nossa política interna. Há interesses internacionais financiados por organismos estrangeiros interferindo na democracia brasileira e no desenvolvimento econômico do Brasil, para manter o País na situação em que está. Quem usa bonezinho "O Brasil é dos brasileiros" mas, por trás, aceita essa interferência externa na nossa política interna... Existe praticamente um mundo paralelo de ONGs, um governo paralelo das ONGs, o que é uma vergonha. Houve, sim, interesses externos para tirar o Presidente Jair Bolsonaro da Presidência da República. Mais e mais coisas serão reveladas a cada dia! Por que há tão poucos Deputados falando sobre esse tema? Por que a imprensa não fala tanto disso? Trump veio para revelar os fatos. "Conhecereis a liberdade, e a liberdade vos libertará." Obrigada. - 18/12/2024
A Deputada orientou a bancada na votação do requerimento de encerramento de discussão da Proposta de Emenda à Constituição nº 31, de 2007, que altera o Sistema Tributário Nacional, unifica a legislação do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação, dentre outras providências. Além disso, criticou o PSOL, afirmando que o partido mudou sua posição sobre a PEC em votação e acusando-o de se posicionar contra os brasileiros mais vulneráveis. ambém rebateu alegações de déficit no Governo Bolsonaro e sugeriu que a saída de Lula da Presidência resolveria problemas econômicos, como a alta do dólar.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de encerramento de discussão,Proposta de Emenda à Constituição,Oposição política,Voto contrário
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, eu não sei o que aconteceu com o PSOL. De repente, eles mudaram de opinião. Até agora, eles estavam discursando que isso era contra o povo. Não sei se foi a chamada do Líder do Governo do PT que os fez ficarem submissos, se houve emenda. Nós não sabemos. Acontece que o PSOL acabou de se posicionar contra o povo brasileiro mais humilde, mais vulnerável, mais sofrido. (Manifestação no plenário.) E é mentira que essa PEC vai cortar gastos, vai cortar supersalários. Ela vai cortar do miserável que depende do BPC para viver, que recebe abono salarial. É uma vergonha o que está acontecendo aqui neste momento, porque o PSOL mudou de posição de última hora, sabe-se lá por quê! E há Deputado aqui falando de rombo no Governo Bolsonaro. Ele nem sabe o que é rombo! Ele sabe muito bem que, mesmo com a pandemia de COVID-19, nós estávamos melhores do que com este COVID-13... (Desligamento do microfone.) A SRA. TALÍRIA PETRONE (Bloco/PSOL - RJ) - A amiguinha é desprovida de algum conhecimento? Estamos votando o encerramento de discussão, e não o mérito, minha querida. O SR. PRESIDENTE (Arthur Lira. Bloco/PP - AL) - Deputadas... Tem a palavra a Deputada Jandira Feghali, que orientará pelo Governo. A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC) - Presidente, a Oposição orienta "não" ao encerramento da discussão. Não precisa cortar nada, não. É só tirar o Lula da Presidência que o dólar cai!
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.