
Nome civil: Julia Pedroso Zanatta · 41 anos
Bananômetro
85/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 81% dos deputados · média do partido: 78
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 86%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 77%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 99%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 91%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 20%das 688 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ela votou
Vota com o próprio partido 88%das 652 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ela votou
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- dep.juliazanatta@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5448
- Gabinete
- Gabinete 448, Anexo IV, 4º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
86%
Esteve em 338 de 391 sessões
Votou nas votações
77%
Registrou voto em 863 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 118 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
20%
Em 688 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
210 discursos na tribuna · de 03/02/2023 a 01/09/2026.
- 27/05/2026
A Deputada orientou a bancada na votação da Proposta de Emenda à Constituição nº 221, de 2019, altera o Art. 7º da Constituição Federal, reduzindo a jornada de trabalho.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Proposta de Emenda à Constituição,Oposição política,liberação,Bancada parlamentar
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, infelizmente, a gente queria colocar um destaque para que a transição fosse imediata, para que não houvesse espera. Já que querem tanto, para que esperar 14 meses para fazer uma transição? Não há sentido algum nisso, a não ser demagogia política. A Oposição libera, Presidente, libera porque infelizmente há divergência dentro da Oposição. Mas não há divergência comigo. Eu tenho coragem de defender a verdade, de defender o que eu acredito. Mas o Sr. Presidente Hugo Motta atropelar tudo e não deixar a gente votar o nosso destaque para se fazer uma transição imediata, para provar que não é só na eleição que estão pensando, é um completo absurdo. - 27/05/2026
A Deputada criticou o sistema de votação remota implementado na Câmara dos Deputados pelo Presidente Hugo Mota, argumentando que a possibilidade de Parlamentares votarem à distância, sem presença física no Plenário, prejudica o debate político. Além disso, relatou que Deputados de diversos espectros políticos confirmaram que o debate democrático era mais qualificado antes dessa modalidade. Por fim, defendeu a revisão urgente dessa prática.
Palavras-chave oficiais: Votação remota,Sistema de Deliberação Remota (SDR),Crítica
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Quero falar a todos que estão nos assistindo e vão nos assistir hoje, nesse debate, hoje, aqui na Câmara dos Deputados, que o Presidente Hugo Motta colocou a sessão como à distância, ou seja, o Parlamentar não precisa estar aqui para dar presença em Plenário. Então, é a democracia acontecendo neste Parlamento desta forma em que Deputados podem vir para cá, como os que estão aqui, ou podem ficar nos seus Estados para votar. Isso tem acabado com o debate político nesta Casa. Eu nem conheço esta Casa antes de ter essa possibilidade de votação remota, mas vários outros Deputados de diversos espectros políticos já me relataram que existia um debate democrático muito melhor. A gente precisa, urgentemente, rever essa questão da votação à distância. Muito obrigada. - 19/05/2026
A Deputada orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta do Recurso nº 5, de 2024, que recorre contra apreciação conclusiva das Comissões sobre o Projeto de Lei nº 364 de 2019, que dispõe sobre a utilização e proteção da vegetação nativa dos Campos de Altitude associados ou abrangidos pelo bioma Mata Atlântica.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Recurso (proposição legislativa),Apreciação conclusiva,Projeto de lei ordinária,Minoria parlamentar,Voto contrário
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Sim, eu quero só registrar, Presidente, que a Minoria orienta "não" à retirada de pauta deste recurso. A gente votou e debateu muito, como disse outro Deputado aqui, este tema na Comissão de Constituição e Justiça. Então, precisamos avançar para que o texto aprovado na Comissão de Constituição e Justiça seja preservado. Por isso, nosso voto é "não" à retirada de pauta do recurso, porque somos favoráveis ao texto que veio da CCJ. - 19/05/2026
A Deputada criticou a condução da sessão ao apontar a ausência do parecer no sistema, questionando como seria possível votar matéria sem acesso ao texto. Além disso, classificou a situação como antidemocrática e cobrou a disponibilização do documento com tempo suficiente para leitura e avaliação pelos Parlamentares.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Órgão partidário,Multa administrativa pecuniária,Responsabilidade pessoal,Texto legislativo,ausência
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, eu estava conversando com diversos Deputados aqui, e a preocupação é uma só: o texto do parecer ainda não está no sistema. Como nós vamos votar algo que ainda não está no sistema? Aqui se fala tanto em ataque à democracia, em ato antidemocrático, etc. Isto, sim, é um ato antidemocrático, Presidente Hugo Motta: querer que a gente vote algo que ainda não está no sistema. Nós precisamos que o texto esteja no sistema e que seja disponibilizado tempo para ser lido, para que a gente possa avaliá-lo. Isto que vocês estão vendo aqui, vocês que estão em casa assistindo, é a forma como eles lidam com a democracia. Não pode ser assim. - 12/05/2026
A Deputada orientou a bancada na votação do substitutivo oferecido ao Projeto de Lei nº 1.054, de 2019, que regula a realização de testes de aptidão física por candidata gestante ou em fase puerperal em concurso público para provimento de cargos e empregos públicos da administração pública direta e indireta de todos os Poderes da União. Além disso, criticou o Deputado Jorge Solla por ter direcionado os créditos ao Presidente Lula, em vez de reconhecer seu trabalho como Relatora do projeto.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Partido Liberal (PL),Voto favorável Atuação parlamentar,Deputado federal,Partido dos Trabalhadores (PT),Presidente da República,Relatora
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - O PL orienta "sim", Presidente. Acho que já está registrado o voto "sim" para todos, não é? O PL orienta "sim". Este é um projeto importante e que vai facilitar a vida das gestantes que prestam concurso público. Eu tive o prazer de ampliar o projeto, como já disse na tribuna, porque ele previa a proteção às gestantes somente durante o teste de aptidão física. Nós conseguimos ampliá-lo. Então, foi um grande prazer ser Relatora deste projeto. É lamentável que o Deputado que me antecedeu, o Deputado Jorge Solla, tenha sido um pouco deselegante, porque falou do Presidente Lula. Poderia ter falado de uma mulher que foi a Relatora do projeto, mas preferiu transferir o centro das atenções para o Presidente Lula. Outros colegas de esquerda foram supereducados comigo, inclusive dando sugestões. Nós estamos tratando aqui de questões relativas à mulher, e há uma mulher relatando o projeto. Eu não sou invisível, Deputado Jorge Solla. O Presidente Lula vai sancionar a lei, claro, mas eu sou a Relatora. - 12/05/2026
A Deputada proferiu parecer ao Projeto de Lei nº 1.054, de 2019, que regula a realização de testes de aptidão física por candidata gestante ou em fase puerperal em concurso público para provimento de cargos e empregos públicos da administração pública direta e indireta de todos os Poderes da União.
Palavras-chave oficiais: Parecer (proposição legislativa),Projeto de lei ordinária,regulamentação,exame,Aptidão física,Candidato,Concurso público,Mulher,Gestante,Puérpera
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Para proferir parecer. Sem revisão da oradora.) - Presidente, nobres colegas Deputados, peço licença para ir direto ao voto, se me permitem. "No exame da matéria em Plenário, impõe-se analisar a proposição sob a ótica da Administração Pública, bem como quanto à sua constitucionalidade, juridicidade, técnica legislativa e mérito. Verifica-se que a matéria se insere diretamente nos princípios que regem a atuação administrativa, previstos no art. 37 da Constituição Federal, especialmente os princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. A atual ausência de disciplina clara sobre a situação de candidatas gestantes, parturientes ou puérperas nos concursos públicos tem gerado insegurança jurídica, decisões administrativas divergentes e elevado grau de judicialização. A proposição, ao estabelecer critérios objetivos para a remarcação de etapas, promove maior previsibilidade, padronização de condutas e eficiência administrativa, evitando soluções casuísticas e reduzindo litígios. Sob a ótica da legalidade, a proposta fornece base normativa clara para a atuação da administração pública. No que se refere à impessoalidade, assegura tratamento isonômico entre candidatos, evitando discricionariedade indevida. Quanto à moralidade administrativa, impede que candidatas sejam prejudicadas por condição biológica legítima. No aspecto da publicidade, favorece a transparência ao exigir regras previamente estabelecidas. E, sob a perspectiva da eficiência, contribui para a racionalização dos certames e redução de judicialização. A solução adotada, remarcação da etapa, sem qualquer dispensa de requisitos, preserva integralmente o caráter competitivo do concurso público, assegurando igualdade material entre os candidatos, sem criação de privilégios. Importante destacar que o substitutivo adotado por esta Relatora amplia corretamente o alcance da norma, deixando claro que a proteção não se restringe ao teste de aptidão física (TAF), mas se estende a todas as etapas do concurso público. Isso porque a condição biológica da maternidade pode impactar diferentes fases do certame, sendo necessário que todos os concursos públicos respeitem essa realidade. O objetivo da norma é preservar a saúde da mãe, do nascituro e do recém-nascido, sem prejuízo da igualdade material, garantindo que a candidata seja avaliada nas mesmas condições, apenas em momento adequado. Nesse contexto, é fundamental explicitar que a proteção conferida à gestante no âmbito dos concursos públicos não se limita à esfera individual da candidata, mas se projeta diretamente sobre a tutela constitucional da vida, alcançando o nascituro e o recém-nascido. A proteção da gestação representa, portanto, a concretização do direito à vida desde a sua formação, bem como a promoção do melhor interesse da criança, princípio que orienta toda a ordem jurídica brasileira. A garantia de condições adequadas à gestante durante o certame não apenas evita prejuízo indevido, mas assegura que a criança, ainda no ventre ou nos primeiros meses de vida, não seja exposta a riscos desnecessários decorrentes de exigências incompatíveis com a condição materna. Proteger a gestante é, portanto, proteger a criança, o nascituro e a própria família, promovendo o melhor interesse da criança em sua dimensão mais ampla. Além disso, entende-se essencial assegurar expressamente o direito à amamentação, garantindo à candidata lactante condições adequadas durante a realização das etapas do certame, com intervalo mínimo de 30 (trinta) minutos a cada 3 (três) horas de prova, não computado no tempo de realização da etapa e sem prejuízo à regularidade do concurso, como forma de proteção direta ao recém-nascido. A matéria encontra pleno amparo na Constituição Federal, especialmente nos princípios da proteção à maternidade (art.6º), da proteção integral à criança e ao nascituro (art. 227), da dignidade da pessoa humana (art.1º, III) e da proteção à família (art.226). Também se fundamenta no direito à vida, inclusive sob a perspectiva da proteção ao nascituro, e na necessidade de concretização da isonomia material. O fundamento correto da proposição não é ideológico, mas constitucional e biológico, assentado na proteção da vida intrauterina, na proteção da saúde da gestante, na proteção do recém-nascido e na proteção da família como núcleo essencial da sociedade. A presente proposição tem por objetivo a positivação legislativa do direito que, na ausência de norma expressa, vinha sendo reconhecido pelo Poder Judiciário de forma casuística e pulverizada. O Supremo Tribunal Federal, no julgamento do Recurso Extraordinário nº 1.058.333/PR, fixou, sob o regime de repercussão geral, a tese de que é constitucional a remarcação do teste de aptidão física de candidata gestante independentemente de previsão no edital do concurso, assentando o fundamento constitucional da proteção na tutela reforçada da maternidade, da família e da vida intrauterina. Ao positivar este direito em lei geral, o Poder Legislativo cumpre sua função precípua de conferir normatividade estável, previsível e de alcance universal a uma proteção que, até então, dependia da provocação jurisdicional caso a caso, que é uma solução estruturalmente inadequada para reger relações de massa como os concursos públicos. Registre-se, por oportuno, que esta Relatora considerou a possibilidade de incorporar os presentes dispositivos à Lei nº 14.965, de 9 de setembro de 2024, que estabelece as normas gerais sobre concursos públicos. Todavia, tal opção mostrou-se tecnicamente inviável, pois a referida lei somente entrará em vigor em 1º de janeiro de 2028, nos termos do seu art. 13, sendo juridicamente impossível extrair efeitos imediatos de alteração a diploma ainda não vigente. A adoção dessa via resultaria na paradoxal situação de uma proteção formalmente positivada, mas materialmente ineficaz por quase 2 anos, período durante o qual centenas de concursos públicos serão realizados e candidatas gestantes continuarão desamparadas pela ausência de norma expressa. Diante disso, optou-se pela edição de lei autônoma, assegurando vigência imediata, alcance nacional compulsório e aplicação uniforme a todos os certames em andamento e futuros. Nesse sentido, apresenta-se o substitutivo que trata da matéria de forma completa e saneia a questão. II.2 - Da constitucionalidade, juridicidade e técnica legislativa. No âmbito da Comissão da Constituição e Justiça e de Cidadania, observo que não há objeções quanto aos pressupostos de constitucionalidade do Projeto de Lei nº 1.054, de 2019, e do Projeto de Lei nº 6.129, de 2023, apensado. As referidas proposições atendem aos preceitos constitucionais formais concernentes à competência legislativa da União, às atribuições do Congresso Nacional e à legitimação de iniciativa parlamentar, nos exatos termos dos arts. 22, I e XXVII, 48 e 61, todos da Constituição da República. No que respeita à constitucionalidade material, também há harmonia entre as alterações propostas e as disposições da Lei Maior. Com relação à juridicidade, os mencionados projetos, assim como o substitutivo da Comissão de Administração e Serviço Público, revelam-se adequados. O meio escolhido é apropriado para atingir o objetivo pretendido. O respectivo conteúdo possui generalidade e se mostra harmônico com os princípios gerais do Direito. Por outro lado, o substitutivo aprovado na Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher não deve prevalecer, uma vez que adota fundamentação que se afasta da base constitucional objetiva da matéria, incorporando elementos desnecessários à adequada técnica legislativa, fugindo do objetivo do projeto original. Por outro lado, o Projeto de Lei nº 1.054, de 2019, e o Projeto de Lei nº 6.129, de 2023, apensado, mostram-se compatíveis com a Constituição, com a boa técnica legislativa e com os princípios da administração pública, devendo ser aprovados na forma do substitutivo, que amplia a proteção, assegura critérios objetivos, garante a proteção à maternidade, à criança e ao nascituro e preserva a igualdade material no certame. Registre-se ainda que, após diálogo intenso com várias categorias, sobretudo da segurança pública, com as Forças Armadas e ainda com a Liderança do Governo na Câmara, optou-se por inserir dispositivo para que as questões operacionais sejam regulamentadas de acordo com cada especificidade dos certames. II.3 - Conclusão do voto Diante do exposto, no âmbito da Comissão de Administração e Serviço Público, voto pela aprovação do Projeto de Lei nº 1.054, de 2019, do Projeto de Lei nº 662, de 2024, e do Projeto de Lei nº 6.129, de 2023, apensados, na forma do substitutivo ora apresentado, e pela rejeição do substitutivo apresentado na Comissão da Mulher. No âmbito da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, voto pela constitucionalidade, juridicidade e boa técnica legislativa do Projeto de Lei nº 1.054, de 2019, do Projeto de Lei nº 6.129, de 2023, do Projeto de Lei nº 662, de 2024, e do substitutivo da Comissão de Administração e Serviço Público CASP, na forma do substitutivo da CASP aqui apresentado, bem como pela constitucionalidade, boa técnica legislativa e injuridicidade do substitutivo da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher. É o voto." Presidente, quero agradecer imensamente pela oportunidade de relatar este projeto, porque consegui, inclusive, ampliá-lo, já que o projeto tratava das regras para concurso público, especialmente em relação ao Teste de Aptidão Física TAF. Enquanto Relatora, conseguimos ampliar essas regras para todas as etapas do concurso e incluir também a questão da amamentação. Eu acabei de ter uma filha; faz 1 ano. Não fiz concurso público, mas sei o quanto, muitas vezes, nós mulheres somos julgadas por amamentar. Inclusive, aconteceu comigo aqui, na cadeira do Presidente desta Casa, e eu faria mil vezes tudo de novo, porque fiz da cadeira do Presidente desta Casa uma cadeira de amamentação. Existe coisa mais bonita para ficar marcada na história desta Casa? Infelizmente, alguns não gostaram daquilo porque odeiam as mães e a maternidade. Também tive a oportunidade de colocar neste projeto o quanto é importante, sim, defender a gestante, mas também defender a gestação e a vida intrauterina. Muito obrigada. - 28/04/2026
A Deputada leu nota sobre posicionamento da Presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher em caso envolvendo Cássia Kis e debate sobre acesso a espaços femininos, defendendo presunção de inocência e direito ao contraditório. Afirmou haver tratamento desigual em discussões sobre denúncias e criticou o que classificou como reação antecipada. Em seguida, abordou ações do Governo Federal em Santa Catarina, citando demarcações de terras e estudos para criação de unidades de conservação, com questionamentos sobre impactos em propriedades privadas e segurança jurídica. Também mencionou debates sobre atos de 8 de janeiro, decisões judiciais e atuação de órgãos públicos, e declarou solidariedade a Parlamentares investigados.
Palavras-chave oficiais: Artista,Mulher,Violência política de gênero Santa Catarina,Governo estadual,atuação,Defesa
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Como Líder. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Eu venho aqui ler uma nota em nome das mulheres brasileiras. Presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher, Erika Hilton, manifestou-se publicamente em defesa de um homem biológico que se declara mulher trans, antes da apuração completa dos fatos, das imagens, das testemunhas e da versão de Cássia Kis. É impossível ignorar a seletividade de certas agendas. Durante anos, repetiram que a palavra da mulher deveria ser levada a sério. Mas, quando uma mulher questiona uma situação envolvendo banheiro feminino, intimidade e privacidade, ela passa a ser tratada como culpada antes mesmo de qualquer conclusão oficial e pela Presidente da Comissão da Mulher. Só as mulheres e os homens de direita aqui se manifestaram contrariamente a isso. Cássia Kis foi exposta a uma condenação pública antecipada. E o ponto central não pode ser escondido: mulheres têm o direito de discutir quem pode acessar espaços reservados à sua intimidade, ao seu corpo e à sua segurança mas não no Governo Lula, que diz defender as mulheres. Fiquem atentas, mulheres brasileiras! Isso não autoriza ofensa, humilhação ou violência contra ninguém não é sobre isso que estamos falando aqui. Mas também não autoriza transformar qualquer questionamento em crime antes da apuração dos fatos. A seletividade da Presidente da Comissão da Mulher aparece justamente aí: quando a narrativa interessa à agenda identitária, a mulher deixa de ser ouvida e passa a ser descartada. É isto que a Esquerda está fazendo: descartando as mulheres, enquanto diz defendê-las. Mas a mãe de família, a dona de casa, a mulher real, do Brasil profundo, sabe o que a Esquerda e o Governo Lula estão fazendo: apoiam Erika Hilton na Comissão da Mulher, enquanto mais de 84% dos brasileiros são contra ela. Cássia Kis tem direito ao contraditório, à presunção de inocência e a não ser condenada por militância digital. E as mulheres brasileiras têm o direito de debater esse tema sem intimidação política sem censura, sem perseguição e sem serem acusadas de crime. Esta é a primeira parte do meu pronunciamento. Agora eu quero falar sobre outra desgraça do desgoverno Lula, que está acontecendo em várias regiões do Brasil, mas especificamente em Santa Catarina, de cujo povo ele tem ódio ele tem ódio dos catarinenses porque os catarinenses enxergam tudo muito rapidamente. Está sendo feito confisco de terra pelo Governo Lula, por decreto, sem ouvir a população afetada e interessada. Primeiro foi feita a demarcação da Terra Indígena Morro dos Cavalos. A Funai está tirando de sua residência pessoas que moram lá há muito tempo, amparada por um decreto, uma canetada. A espoliação da nossa propriedade privada, da nossa terra, já está acontecendo, e há Deputado do PT de Santa Catarina que ainda aplaude, que se cala, que deixa o catarinense sofrer, que não liga para o sofrimento do catarinense, que não liga para a espoliação do catarinense! Já somos espoliados pelos impostos! Quero dizer para quem está me ouvindo: quem concentra poder e dinheiro de todo brasileiro, mas principalmente de Santa Catarina um Estado pequeno, mas que dá muita contribuição para o Brasil e, por isso, tem sido tão atacado , se cala, sai de fininho. Agora, meus amigos, o ICMBio avança com estudos para a criação de novas unidades de conservação em locais como Quiriri e Araçatuba, novamente sem ouvir a população local, sem considerar o impacto sobre o desenvolvimento regional e sem garantir segurança jurídica mínima. O Lula está impondo restrições totais sobre propriedades privadas, sem assegurar previamente a indenização, como exige a Constituição. O Lula tem demarcado terras indígenas, terras quilombolas, áreas de preservação ambiental em tudo que é canto do País, mas, mais especificamente, em Santa Catarina, porque odeia os catarinenses, porque quer vingança. Eles estão dizendo aqui que nós defendemos bandidos. A Esquerda sempre votou a favor de liberar bandido da cadeia, e nós sempre fomos pelo rigor da lei. Mas, quando é sobre os coitados que estavam protestando no dia 8 de janeiro, se eles pudessem, seria pena de morte. Eles não têm pena daquelas mulheres, das idosas, que Alexandre de Moraes agora botou em prisão domiciliar, depois de 3 anos eu visitei essas mulheres. Cadê os defensores dos direitos humanos aqui? Mentirosos, hipócritas! Se vocês pudessem, colocariam toda a Oposição, todos os que divergem politicamente de vocês na cadeia, como fez Che Guevara, como fizeram os seus ídolos comunistas. Vocês colocariam todos os seus opositores na cadeia. E o que foi o 8 de Janeiro, o que foi a prisão dos coitadinhos do 8 de Janeiro, se não a desculpa para perseguir e calar todo mundo? Foi para isso que serviu o 8 de Janeiro para eles. Vocês são falsos defensores da democracia e têm medo de Jair Bolsonaro. Vocês têm medo de concorrer a mais uma eleição com Jair Bolsonaro, porque vocês sabem que a Justiça estava do lado de vocês em 2022. Não tivemos uma Justiça imparcial. Para tudo que se postava sobre o Lula ser amigo do Maduro, vinha uma decisão do TSE, e, se não fosse retirada a postagem, era aplicada multa de 30 mil reais. Essa é a democracia que eles defendem. Quero me solidarizar aqui com colegas meus como o Deputado Gustavo Gayer, perseguido pelo Supremo Tribunal Federal por postar uma foto de Lula. Eles podem nos chamar de nazistas. Todo mundo pode nos chamar das maiores barbaridades. Quando o Gilmar Mendes fala uma coisa sobre homossexualidade, a PGR entende que é só ele pedir desculpas, e está tudo certo. Mas nós não temos nem o direito de pedir desculpas; por tudo viramos réu; é prisão, prisão. Não sabem conviver, de fato, numa democracia. Este é o ano de resgatar o Brasil. O brasileiro está de olhos bem abertos e sabe que o Governo Lula foi um governo vingativo, censurador, um governo de aumento de impostos. É isso. Boa noite. Fiquem com Deus. - 28/04/2026
A Deputada registrou voto contrário ao requerimento de urgência do Projeto de Lei nº 3.071, de 2015, que Altera a Lei 12.288, de 20 de julho de 2010 (Estatuto da Igualdade Racial) para acrescentar a ''Violência Racial''. Afirmou que a proposta tratou de violência racial em dimensões moral, física e psicológica e avaliou que a medida poderia ampliar a insegurança jurídica. Mencionou que já existiam instrumentos legais, como a Lei Maria da Penha, para tratar de violência, e apontou que a votação ocorreu de forma simbólica. Declarou posição contrária ao racismo, mas afirmou que a proposta poderia gerar divisão entre brasileiros e ser utilizada pelo Estado em disputas políticas.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Violência racial,contrário
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, se a Deputada me permitir, eu só queria registrar o meu voto. Obrigada, Deputada Melchionna. Presidente, eu queria registrar o meu voto contrário ao requerimento de urgência ao PL 3.071/2015... O SR. PRESIDENTE (Hugo Motta. Bloco/REPUBLICANOS - PB) - Deputada Julia Zanatta, a palavra está concedida à Deputada Fernanda Melchionna, que está na tribuna. A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC) - Ela me cedeu para que eu pudesse fazer um registro antes. O SR. PRESIDENTE (Hugo Motta. Bloco/REPUBLICANOS - PB) - Pois não. V.Exa. dispõe de 1 minuto. A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC) - Peço que volte o meu tempo, Presidente. Gostaria de registrar o meu voto contrário ao requerimento de urgência, que foi votado aqui simbolicamente, sobre a questão de violência racial moral, violência racial física e violência racial psicológica, porque eu entendo que a gente não deve separar os brasileiros. Estão colocando algo aqui que pode gerar uma insegurança jurídica enorme. Hoje, por exemplo, essas questões de violência contra a mulher já existem no âmbito da Lei Maria da Penha. Então, nós estamos abrindo aqui um precedente muito grande, além de ter sido uma votação simbólica, motivo pelo qual estou registrando o meu voto contrário. Eu defendo todo o povo brasileiro, sou contra o racismo, mas o que estão querendo fazer aqui é usar o Estado para, mais uma vez, perseguir adversários políticos. A gente sabe onde isso termina, a gente sabe muito bem. O Brasil está virando o berço da insegurança jurídica; é cada lei que passa aqui, pelo amor de Deus! Então, isso só divide ainda mais os brasileiros. O meu voto é contrário. - 07/04/2026
A Deputada orientou a bancada na votação da expressão "ou entidade representativa da pesca artesanal credenciada", contida no inciso II do § 1º do art. 7º do Projeto de Lei de Conversão nº 1, de 2026, apresentado à Medida Provisória nº 1.323, de 2025, que altera a Lei nº 10.779, de 2003, que dispõe sobre a concessão do benefício de seguro-desemprego, durante o período de defeso, ao pescador profissional que exerce a atividade pesqueira de forma artesanal. Ademais, registrou seu voto contrário à Medida Provisória e a vinculou a uma tentativa de empoderar certas entidades em ano eleitoral para fazer campanha para o Presidente Lula.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Expressão textual,Projeto de lei de conversão,Medida provisória,Partido Liberal (PL),Voto contrário Voto contrário,Medida provisória,Seguro-defeso,associação,Pescador profissional,Pescador artesanal,Campanha eleitoral,Presidente da República,Eleições,Partido dos Trabalhadores (PT)
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, primeiro eu gostaria de registrar o meu voto contrário à medida provisória, já que o senhor fez simbólica a votação. O PL orienta "não". A gente apoia o destaque do NOVO, que é superimportante para pelo menos tentarmos evitar fraudes como a do INSS. Isto é mais um conluio dos petistas, dos esquerdistas, para permitirmos que aconteça a mesma coisa que aconteceu no roubo dos aposentados. Está muito claro que isto é uma tentativa, em ano eleitoral, de empoderar certas entidades que fazem campanha para Lula, para que o povo continue na pobreza e dependente do Estado. - 18/03/2026
A Deputada discutiu o Projeto de Lei nº 3.880, de 2024, que altera a Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006 (Lei Maria da Penha), para incluir a violência vicária dentre as definições de violência doméstica e familiar contra a mulher de que trata o respectivo art. 7º.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,contrário
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Como Líder. Sem revisão da oradora.) - Vou falar bastante. Srs. Parlamentares, Presidente, este voto me faz lembrar, literalmente, George Orwell, em A revolução dos bichos. Conhecem esse livro? "Todos os animais são iguais, mas alguns são mais iguais do que outros". Essa frase não é sobre animais; é sobre como a igualdade pode ser proclamada e desmontada na prática. E é exatamente isso que a gente discute hoje aqui. A lei de alienação parental caiu após pressão política da Esquerda e do feminismo, que nunca aceitaram uma norma que colocava pai e mãe no mesmo nível de responsabilização. A lei dizia: "qualquer genitor pode manipular o filho". Ela criava simetria, exigia prova, retirava presunções automáticas e, justamente por isso, incomodou. Construiu-se, então, a narrativa de que a lei era um instrumento de proteção de abusadores. Repetiu-se isso até virar verdade política. Agora, surge a chamada violência vicária, formalizada no Projeto de Lei nº 3.880, de 2024, logo após terem votado na CCJ o fim da alienação parental. E aqui está o ponto central, Sras. e Srs. Parlamentares: o projeto insere esse conceito diretamente na Lei Maria da Penha, ou seja, ele transforma o uso da criança como instrumento em uma modalidade de violência doméstica enquadrada no regime especial da Maria da Penha, com medidas protetivas automáticas, prioridade processual, competência específica e todo o aparato jurídico diferenciado previsto na Lei Maria da Penha. Citando o próprio texto do projeto, a violência vicária é "entendida como qualquer forma de violência praticada contra o filho, dependente ou mesmo outro parente ou pessoa da rede de apoio da mulher visando atingi-la". O fenômeno é o mesmo usar a criança para atingir o outro genitor , mas o enquadramento muda. Quando parte do homem contra a mulher, há enquadramento específico da Lei Maria da Penha, com medidas protetivas imediatas, rito especial e aparato reforçado. Quando parte da mulher contra o homem canalhice, cretinice, não têm sexo , e o Deputado Carlos Jordy trouxe aqui diversos exemplos, não é violência vicária. Aí não importa. Aí se pode fazer isso com a criança. É isso que vocês estão defendendo aqui, Sras. Deputadas e Srs. Deputados! E não adianta chorinho! Esta é a verdade: não se aplica a Lei Maria da Penha! A conduta é idêntica, e a resposta jurídica, não. Ao estruturar o conceito de forma unilateral, o projeto ignora que mulheres também podem exercer manipulação e violência psicológica por meio dos filhos. Eu não vou nem dizer aqui que as mulheres não sofrem mais com isso do que os homens. Pode ser. Mas por que eliminar o conceito de igualdade que está previsto na nossa Constituição Federal? Por que só para um lado é que vira crime? E, ao se ignorar essa realidade, cria-se um problema grave: certas condutas deixam de ter enquadramento equivalente. Isso significa risco de impunidade, o que a gente não quer. A gente queria ajudar no projeto de vocês para que ele ficasse fechado, perfeito e não desse brecha para a impunidade! Isso significa dar tratamento desigual para o mesmo fato; significa que a lei deixa de proteger a criança de forma integral, que deveria ser a preocupação aqui, e passa a protegê-la apenas quando o roteiro se encaixa na premissa ideológica do texto. Conseguem colocar a ideologia até na proteção à criança! Não se trata de negar a violência contra as mulheres! Não! Há muita e os feminicídios têm aumentado neste Governo, no Governo Lula. Trata-se de perguntar se o Parlamento quer uma norma baseada em realidade fática ou em pressuposto político. Se o uso da criança como instrumento é errado e é muito errado! , repugnante, então, deve ser errado independentemente de quem o pratique, se homem ou mulher! Se a lei só o enxerga quando convém à narrativa, ela deixa de ser instrumento de justiça e passa a ser instrumento de seleção. E, quando a seleção substitui a igualdade, meus senhores, a frase de Orwell que eu trouxe aqui deixa de ser literatura e vira retrato da nossa própria realidade. Vou ler de novo: "Todos os animais são iguais, mas alguns são mais iguais do que os outros". Não no que depender de mim. Por isso, o meu voto é contrário, por entender que é necessário reformular esse projeto. Havia um acordo entre o Deputado Carlos Jordy e a Deputada Silvye Alves para incluir homem e mulher, mas o acordo foi descumprido. E eu não vou julgar aqui, nem dizer que não houve uma tentativa da Deputada Silvye de cumprir o acordo, mas o que a gente não pode admitir é que, diante da mínima discordância, se suba à tribuna para chamar um colega de machista. Acho que a Deputada Silvye, inclusive, deveria pedir desculpas, numa boa, ao Deputado Carlos Jordy, que, a todo momento, foi muito educado na condução da conversa e eu disse-lhe, naquele dia, que não era para fazer esse acordo e cedeu, como um bom Parlamentar do diálogo que é. E o que ele recebe? É chamado de machista. Não, nós mulheres não somos assim. Não precisamos disso para lidar com a realidade. Agora, vocês negam a realidade de que homens e mulheres cometem crimes, homens e mulheres podem ser agressores, homens e mulheres podem usar a criança para atingir o outro. Isso é um completo absurdo! Isso demonstra que vocês não estão preocupados com o crime em si, com essa coisa repugnante que é usar o filho para atingir o outro; vocês estão preocupados com uma pauta ideológica. Vocês não querem igualdade; vocês querem superioridade. É disso que se trata. E essas mesmas pessoas apoiam Erika Hilton na Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher, que tem tratado Deputados com agressividade e com desdém; que disse, na hora em que assumiu a Comissão, que não iria discutir biologia e que era preciso procurar o departamento de biologia, ou seja, não podemos dizer que somos homens ou mulheres. Chamou de imbecis, com "cis" em letra maiúscula, para dizer que o homem e a mulher normais, que se identificam com o sexo com que nasceram como Deus os fez , são imbecis, esgoto da sociedade. Era para isso que vocês queriam a superioridade das mulheres? Para, no fim, chegarem a esse ponto de serem humilhadas e ainda baterem palminhas? No dia em que essa pessoa me chamou de feia, de ultrapassada, havia várias mulheres ao lado do PT, da Esquerda rindo, dando aquelas risadinhas: "ha, ha, ha". Está rindo do quê, minha filha? Estavam vendo um indivíduo daquele me chamar de feia, de ultrapassada; faltar com respeito e com decoro na própria Comissão da Mulher; e estavam rindo. Rindo do quê? Elas estão rindo a Esquerda, o PT, o PSOL, essas mulheres que não enxergam o que está acontecendo do quê? Rindo porque estão silenciando as mulheres? Rindo porque a gente está ficando para trás mais uma vez? O Brasil está vendo. Mulheres brasileiras, o PT, o Lula, a Esquerda, o PSOL usam vocês como massa de manobra! Este ano, mulheres, levantem-se! Lula disse que ia cuidar das mulheres. Demitiu quase todas para colocar homens do Centrão, que ele criticava. O Ministério da Mulher não consegue definir o que é mulher, para que a gente saiba se o dinheiro destinado às mulheres está, de fato, indo para as políticas públicas para as quais deveria ir. Disse que iria tirar o sigilo do cartão corporativo e gastou 1,4 bilhão de reais. Mas era o Bolsonaro que gastava demais gastou só 27 milhões de reais. Perto de 1,4 bilhão de reais... Na verdade, não deve haver sigilo. Mulheres brasileiras que estão nos ouvindo, chega de vocês serem enganadas! O PT odeia as mães e a maternidade. Olhem o que fizeram comigo ali na cadeira da Presidência, quando eu estava amamentando a minha filha de 4 meses: chamaram o Conselho Tutelar. Agora, inclusive a Esquerda tem divulgado que eu faltei a não sei quantas sessões no ano passado. Sabem o que estão fazendo com isto? Eles pegam a minha licença-maternidade para dizer que eu faltei ao trabalho. É isso que eles fazem. São mentiras propagadas. Mas vocês podem ter certeza de que as mulheres brasileiras, neste ano, vão se levantar e vão ver que foram enganadas pelo PT e pela Esquerda. Muito obrigada. - 18/03/2026
A Deputada reagiu a fala de Parlamentar do PT sobre violência, contestando generalizações sobre homens como agressores. Em seguida, relatou um episódio pessoal envolvendo acionamento do Conselho Tutelar enquanto amamentava sua filha no plenário, classificando a situação como forma de agressão. Argumentou que casos individuais não deveriam ser utilizados para caracterizar todo um grupo e defendeu distinções no debate.
Palavras-chave oficiais: Violência contra a criança e o adolescente,Homem,Debate,Conselho tutelar,Agressão,divergência,Partido dos Trabalhadores (PT),Mulher
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, o Deputado do PT que subiu à tribuna agora quase me convenceu de que realmente são os homens os agressores. Se tirar por ele, realmente os homens são os agressores; ele que usou a minha filha, quando eu a estava amamentando, no colo, para chamar o Conselho Tutelar e me agredir. Quase me convenceu. Mas os homens não são que nem o senhor, Deputado! - 18/03/2026
A Deputada orientou a bancada na votação do requerimento de adiamento da discussão do Projeto de Lei nº 3.880, de 2024, que altera a Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006 (Lei Maria da Penha), para incluir a violência vicária dentre as definições de violência doméstica e familiar contra a mulher de que trata o respectivo art. 7º.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de adiamento da discussão,Projeto de lei ordinária,Oposição política,Voto favorável
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, eu reitero as palavras do meu colega Deputado Sargento Gonçalves. Ninguém aqui está contra o projeto, nós estamos é contra a falsa ideia de igualdade. Está no art. 5º da Constituição que todos somos iguais perante a lei. Havia um acordo aqui. Eu vivenciei esse acordo, vi o acordo acontecer, então quero me solidarizar com o colega Deputado Carlos Jordy, que foi atacado pela Relatora do projeto, lá da tribuna. Não é hora para vitimismo. A gente entende e respeita a história de cada um, mas não é assim que se aprova um projeto de lei. Havia um acordo, Presidente, feito pelo Deputado Jordy, para que se votasse o requerimento de urgência se fossem incluídos os homens, porque a violência, a canalhice, a cretinice não tem sexo. Homens e mulheres fazem isso com os filhos. É um absurdo! Então, isso é uma distorção... (Desligamento do microfone.) Por todos esses motivos, a Oposição orienta "sim". - 17/03/2026
A Deputada comentou sobre o Projeto de Lei nº 5.803, de 2023, que proíbe a fabricação de sacos de cimento com peso superior a 25 (vinte e cinco) quilogramas.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Cimento,Embalagem do produto,Saúde do trabalhador
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, o autor do projeto, o meu colega de Santa Catarina, Deputado Cobalchini, está dizendo que esse projeto é para nós mulheres, para a gente conseguir carregar um saco de cimento. São 25 quilos. A mulherada vai poder carregá-los, mas eu passo, Deputado Cobalchini. Eu não quero carregar saco de cimento, não. - 17/03/2026
A Deputada orientou a bancada na votação do requerimento de urgência ao Projeto de Lei nº 5.803, de 2023, que proíbe a fabricação de sacos de cimento com peso superior a 25 (vinte e cinco) quilogramas.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Minoria parlamentar,Voto contrário
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, é estranho ter um projeto para isso. Enfim, é meio vergonhoso até para a Câmara dos Deputados. Mas a Minoria, a Oposição e o PL orientam "não". Por favor, eu queria que se registrasse ali. - 17/03/2026
A Deputada orientou a bancada na votação da subemenda substitutiva ao Projeto de Lei Complementar nº 6, de 2024, que disciplina o processo de desmembramento simplificado de Municípios com o fim exclusivo de solucionar conflitos territoriais.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Subemenda substitutiva,Projeto de lei complementar,Voto favorável,Oposição política
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, a Oposição orienta "sim", porque entendemos que é um projeto que vai evitar conflitos no Judiciário e dar mais autonomia para que se decidam os problemas na localidade onde existem esses conflitos. Queria registrar aqui também, Presidente, que estou profundamente decepcionada, mas eu já previa que isso aconteceria. O Ministro do Governo Lula Renan Filho e o Governo Lula prometeram que iriam resolver um problema do meu Estado: o Morro dos Cavalos. Propagandearam durante os 4 anos que isso aconteceria, Deputado Pedro, e agora não vai acontecer. A obra não vai acontecer este ano. Mas o Ministro Renan Filho continua fazendo seus videozinhos atacando o Governador Jorginho Mello. Decerto, este é o único problema que ele vai resolver: a briga dele com o Jorginho Mello. Ele tem, cada vez mais, acirrado essa briga dele com o Jorginho Mello, desrespeitando nosso Estado, desrespeitando a bancada catarinense inteira de Senadores e Deputados que ficaram 4 anos fazendo reuniões e reuniões sobre o Morro dos Cavalos. Chega ao último ano, ano eleitoral, e dize que não vamos ter Morro dos Cavalos. Isso é uma vergonha para o Governo Lula! É um desrespeito do Governo com Santa Catarina. - 10/03/2026
A Deputada criticou o apagamento da palavra “mulher” em projetos tramitando na Câmara dos Deputados, destacando o texto original do Projeto de Lei nº 3.946, de 2021, que dispõe sobre o exercício da profissão de doula, ao utilizar a expressão “pessoas que gestam”. Ademais, condenou o Governo Lula e o Ministério das Mulheres por não saberem definir o conceito de mulher e defendeu o Projeto de Lei nº 5.275, de 2023, de sua autoria, que estabelece o sexo biológico como critério único de definição de "sexo" para fins de definição, coordenação e execução de políticas públicas, altera o art. 38 da Lei nº 14.600, de 19 de junho de 2023, e estabelece outras providências. Além disso, alertou que homens biológicos estão buscando ocupar os espaços femininos. Repudiou também setores da Esquerda por tratar criminosos como vítimas da sociedade e atribuiu o aumento dos feminicídios no País às políticas de desencarceramento e à falta de rigor penal. Por fim, defendeu o direito de mulheres à legítima defesa, inclusive com acesso a armas.
Palavras-chave oficiais: Mulher,Expressão textual,Projeto de lei ordinária,Regulamentação profissional,Doula,Proposição legislativa,Câmara dos Deputados,definição,Sexo biológico,Governo federal,Presidente da República,Ministério das Mulheres,Autora (proposição legislativa),Política pública Esquerda política,Criminoso,Vítima,Política de segurança pública,Feminicídio,Direito penal,Direito processual penal,Prisão Mulher,Legítima defesa,Arma de fogo,Armamento
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Como Líder. Sem revisão da oradora.) - Presidente, eu ia fazer uma questão de ordem para lembrar à senhora que o tempo de Líder é concedido a qualquer momento. Não é preciso esgotar uma lista de oradores. Peço que não conte o meu tempo ainda, porque eu vou me dirigir ao Plenário depois. Eu estava fazendo uma questão de ordem a V.Exa., já que a senhora demorou um pouco para me conceder o tempo de Liderança, que não precisa esperar nenhuma lista, como eu falei. (Pausa.) Presidente, nobres colegas Deputados, estamos em mais uma semana das mulheres, e o que vemos, a cada dia que passa, é um silenciamento, um apagamento da palavra "mulher" dentro desta Casa, em que pese o trabalho de muitas Parlamentares conservadoras aqui. O texto original do projeto que fala das doulas e as doulas têm a minha admiração, o meu respeito citava "pessoas que gestam". Eu já vi projetos aqui citarem "pessoas que menstruam". No Governo Lula, no atual Governo, o Ministério das Mulheres não sabe definir o que é mulher. Isso é importante, sim. Eu tenho um projeto de lei que define o que é mulher. Estamos em tempos sombrios, em tempos difíceis, em que é preciso existir um projeto de lei para definir o que é mulher. Por que é importante definir o que é mulher? Para saber se o dinheiro das políticas públicas que seria destinado às mulheres está, de fato, sendo investido em mulheres. O que vemos muitas vezes são homens biológicos querendo ocupar espaços femininos. Qualquer mulher que tenta se levantar contra isso é tida como preconceituosa, como criminosa. Inclusive, feministas historicamente alinhadas à Esquerda foram perseguidas no Brasil. Eu também quero falar sobre feminicídio. O Brasil registra o maior número de feminicídios da história. Mais de 1.500 mulheres foram assassinadas em um único ano. E a gente não vê as mesmas que culpavam o Governo X ou Y, o Governo Bolsonaro, dizerem que é culpa da Esquerda, sim, e que é culpa do Governo Lula, sim, o número de feminicídios. Isso significa quatro mulheres mortas por dia. Esse recorde acontece justamente durante esse desgoverno do Lula, que passa o tempo todo dizendo que defende mulheres, minorias e mais vulneráveis. A realidade é outra. Por que a violência continua crescendo? Eu vou explicar para vocês. Durante décadas, setores da Esquerda passaram a tratar o crime como algo que precisa ser explicado, relativizado e quase sempre justificado. Sim, tratam bandidos como vítimas da sociedade. O criminoso virou produto da sociedade. A responsabilidade individual foi sendo empurrada para o segundo plano. Chegamos ao ponto de ouvir o próprio Presidente da República afirmar que traficantes seriam vítimas dos usuários. Foi isso mesmo, meus amigos. Essa frase diz muito sobre como parte da Esquerda passou a enxergar o crime. A Esquerda também passou a defender políticas de desencarceramento sempre defendeu isso , pressionando por redução de prisões e por um sistema penal cada vez mais brando. Por que matam cada vez mais mulheres? Porque criminoso que mata mulher, homem ou qualquer coisa não é punido com o devido rigor no Brasil. Por quê? Por causa de quem defende desencarceramento, de quem diz que bandidos são vítimas da sociedade. Segundo estudo do Ipea em parceria com o CNJ, a taxa de reincidência criminal no Brasil é de aproximadamente 24% é altíssima, se comparada com a de outros países. Estamos falando apenas daqueles que foram presos, cumpriram pena e voltaram a delinquir, porque, na maioria dos crimes, ninguém nem sabe o que aconteceu. Existe um fenômeno que qualquer policial, qualquer delegado, qualquer cidadão conhece bem: criminosos com dezenas de passagem pela polícia continuam soltos. Quantas vezes já vimos isso? O que oferecem para as mulheres na semana da mulher? "Ah, agora a mulher vai poder andar com spray de pimenta!" (Palmas.) Meu Deus, um spray de pimenta, um produto controlado pelo Exército! Tem que passar um projeto de lei aqui para dizer que a mulher pode andar com spray de pimenta para se defender de um agressor, de um abusador? Sabem o que igualaria de verdade as forças de um homem e as de uma mulher, e que vocês não têm coragem de dizer? Eu vi Deputadas de esquerda, que são contra a legítima defesa, contra o armamento, batendo fotinho e comemorando o spray de pimenta, mas, quando a gente diz que a mulher deveria ser livre inclusive para ter porte de arma ou uma arma em casa, no mínimo, para se defender se algum agressor adentrar a residência dela, não pode. Por quê? Porque não querem a verdadeira independência das mulheres brasileiras. Querem viver com este discurso falso e ideológico: "Os feminicídios aumentaram, mas a gente não pode fazer nada". Assim, continuam defendendo bandido, continuam sendo contra o armamento para as mulheres, porque precisam alimentar a ideologia e a falsa defesa das mulheres, inclusive quase apagando a palavra "mulher" do dicionário. Obrigada. - 10/03/2026
A Deputada apresentou notícia sobre decisão judicial que determinou o bloqueio de valores ligados ao Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos da Força Sindical (Sindnapi). Mencionou que a entidade teria relação com irmão do Presidente Lula e afirmou que o caso estaria ligado a denúncias envolvendo descontos em benefícios de aposentados do INSS.
Palavras-chave oficiais: Notícia,Decisão judicial,bloqueio,Valor,Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos da Força Sindical (Sindnapi),Irmão,Presidente da República,Denúncia,Desconto fraudulento em benefício previdenciário,Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Aposentado
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, permita-me compartilhar aqui uma notícia de última hora. INSS: Justiça bloqueia até meio bilhão de Sindnapi de irmão de Lula. Meio bilhão de reais foram bloqueados do Sindnapi, ligado ao irmão de Lula. Não vejo indignação aqui da Esquerda quanto ao roubo dos aposentados. A verdade é que querem blindar os verdadeiros envolvidos nesse roubo dos velhinhos, que não conseguem nem comprar remédio, gente! Dói muito o coração ao ver isso. Obrigada. - 10/03/2026
A Deputada registrou a presença de duas Vereadoras de Morro da Fumaça, em Santa Catarina: Jorgia Guglielmi e Silvana. Destacou a atuação das representantes municipais, que classificou como jovens, cristãs e atuantes, e afirmou que ambas representam o Partido Liberal.
Palavras-chave oficiais: Vereadora,Morro da Fumaça (SC),Partido Liberal (PL),Jovem,Cristianismo,Saudação
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Rapidamente, Presidente, eu queria mencionar a presença aqui, já que estamos na semana da mulher, de duas Vereadoras lá de Santa Catarina, do Município de Morro da Fumaça, onde tenho raízes familiares: a Vereadora Jorgia Guglielmi e a Vereadora Silvana Vasconcelos, que, inclusive, é filha de ex-Prefeito lá de Morro da Fumaça. São duas Vereadoras jovens, cristãs, atuantes, que orgulham o Partido Liberal. Sejam muito bem-vindas à Casa do Povo! Muito obrigada. - 10/03/2026
A Deputada orientou a bancada na votação do requerimento de urgência do Projeto de Lei nº 533, de 2024, que institui a Política Nacional “Mais Cultura nas Escolas” e dá outras providências.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Voto contrário,Oposição política
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, é engraçado ver gente aqui falando sobre imperialismo americano, quando são melhores amigos do George Soros. Complicado também é acreditar em um projeto que diz Mais Cultura nas Escolas, vindo de uma Deputada do Partido Comunista do Brasil. Esse povo nem sabe o que é cultura! Olhem aqui, eu vou mostrar o que é cultura para vocês. Degustação do uísque Macallan em Londres. Quando? Em 25 de abril de 2024, patrocinado pelo Banco Master, com Daniel Vorcaro, Alexandre de Moraes, Chefe da Polícia Federal, Andrei Rodrigues. Uma degustação desse uísque é 443 mil libras esterlinas, ou seja, 3 milhões de reais. É esse tipo de cultura aqui que estão defendendo nas escolas? E se esse dinheiro fosse usado para educação de verdade, não é mesmo? E tem gente que defende isso aqui e diz defender os pobres, diz defender a cultura. Isso aqui realmente é a alta cultura, não acessível para meros mortais como nós não é, Deputado Sargento Fahur? graças a Deus! A Oposição orienta "não". - 10/03/2026
A Deputada registrou a presença do Vereador Flávio Linhares no Plenário da Câmara dos Deputados. Ressaltou que o jovem Vereador, eleito no Município de Blumenau (SC), integrou anteriormente sua equipe como assessor e conquistou mandato no legislativo municipal. Por fim, destacou a importância da formação de novas lideranças políticas e incentivou a participação de jovens na vida pública, mencionando a possibilidade de futuras trajetórias na política nacional.
Palavras-chave oficiais: Vereador,Blumenau (SC),Assessor Parlamentar,Juventude,Jovem,Vida pública,Participação política
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A SRA. JULIA ZANATTA (PL - SC. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Quero saudar aqui a presença do jovem Vereador Flávio Linhares, de Blumenau, que era meu assessor e conquistou a vaga lá de Vereador por essa cidade tão querida, que é Blumenau. Então, seja bem-vindo aqui à Câmara dos Deputados. É muito importante que a gente forme novas lideranças para que um dia, quem sabe, estejam aqui ocupando uma vaga de Deputado Federal. Muito obrigada.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.