
Nome civil: Joseildo Ribeiro Ramos · 69 anos
Bananômetro
76/100
Trabalha bem, com espaço para melhorar.
Nota maior que a de 48% dos deputados · média do partido: 80
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 97%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 82%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 0%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 87%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 97%das 722 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 98%das 736 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
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- Telefone
- (61) 3215-5728
- Gabinete
- Gabinete 728, Anexo IV, 7º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
97%
Esteve em 378 de 391 sessões
Votou nas votações
82%
Registrou voto em 926 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 2 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
97%
Em 722 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
501 discursos na tribuna e 1 entregues por escrito (não contam no Bananômetro) · de 20/03/2019 a 26/05/2026.
- 28/02/2024
O Deputado orientou a bancada na votação da Subemenda Substitutiva Global ao Projeto de Lei nº 9.543, de 2018, que cria a Tarifa Social de Água e Esgoto.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Subemenda substitutiva global,Projeto de lei ordinária,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto favorável
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O SR. JOSEILDO RAMOS (Bloco/PT - BA. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, é preciso que entendamos que o recurso destinado à universalização dos serviços de saneamento vai fazer com que a saúde gaste menos, muito menos. É preciso enxergar isso. Outra coisa: na regulamentação da reforma tributária, está-se estudando a devolução do imposto pago nos serviços de saneamento para aqueles que vão pagar tarifa social. Isso está sendo estudado. O que se propõe aqui é um caminho para apressar a universalização dos serviços de saneamento. Eu ouvi algumas falas relacionadas com os números daqueles que não têm esgotamento sanitário. O quantitativo é menor. Apenas e tão somente 12% não têm coleta e tratamento de esgoto neste País. Quem falou isso foi o IBGE, no seu censo de 2022. Nós votaremos "sim". - 28/02/2024
O Deputado discutiu o Projeto de Lei nº 9.543, de 2018, que cria a Tarifa Social de Água e Esgoto.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,favorável
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O SR. JOSEILDO RAMOS (Bloco/PT - BA. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados, é importante trabalharmos uma questão sobre a qual recentemente esta Casa se debruçou para discutir e votar. O dados divulgados até então criavam um ambiente mais caótico do que na verdade o que existe no saneamento deste País. Agora, com o levantamento domiciliar do IBGE, as coisas ficaram claras. Os dados mostram que, nos últimos 20 anos, o poder público e as empresas públicas de saneamento investiram, e não foi pouco, na universalização dos serviços de saneamento básico. O Brasil também é signatário da resolução da ONU que dispõe que a água e o esgotamento sanitário são direitos humanos. Portanto, tem que se trabalhar política pública para servir a esse propósito, como fazem aqueles que são signatários desse mandamento. Conforme ouvimos aqui, uma fossa séptica é uma tecnologia que já tem muito tempo, que é segura. Quem tem uma fossa séptica está tratando de verdade o esgoto e não vai contaminar nenhum lençol freático, desde que tecnicamente bem conduzida. Mas os institutos que faziam esse levantamento não levavam isso em consideração. Portanto, esse projeto vem em bom momento. E é por isso que nós estamos alinhados, sabendo que o subsídio que virá é uma política pública que tem cabimento, do ponto de vista da ONU. Então, nesse sentido, a nossa posição é de abraçar esse projeto. O detalhe no projeto é muito bom. E, acima de tudo, nós vamos a partir de agora saber efetivamente a quantas andam o serviço de esgotamento sanitário, o serviço de abastecimento de água, coleta e tratamento de resíduos sólidos em nosso País. Portanto, a nossa manifestação é amplamente favorável a essa matéria. - 28/02/2024Breves Comunicações
O Deputado abordou a manifestação na Avenida Paulista, apontando seu propósito de animar a extrema direita. Destacou as autoincriminações do ex-Presidente da República e reforçou a importância de preservar a democracia.
Palavras-chave oficiais: manifestação,São Paulo (SP),Apoio político,Ex-presidente da República,Extrema direita
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O SR. JOSEILDO RAMOS (Bloco/PT - BA. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Srs. Deputados, Sras. Deputadas, eu gostaria de falar sobre o evento do dia 25, domingo passado, mas eu gostaria de falar de fatos e não de entrar na disputa rasa de opiniões que não contribuem para absolutamente nada. Para que foi feito aquele evento? Para animar a turma dos desinformados a USP fez um levantamento e constatou isso e da extrema direita. Qual era o duplo objetivo do evento? Seguir conflitando com o STF e buscar uma suposta pacificação. Ora, que pacificação, se a normalidade democrática sobrevive até hoje no País independentemente da intentona de golpe, frustrado, cujo ápice foi o 8 de janeiro? O ex-Presidente se autoincriminou. Ficou calado quando foi depor à Polícia Federal e se autoincriminou, na condição de réu confesso. Por que réu confesso? Porque, no discurso, ele revelou que tinha conhecimento do processo de construção da intentona golpista através do decreto. O pedido de anistia feito pelo ex-Presidente também é uma confissão. Só se dá anistia a quem cometeu crimes, irregularidades ou ilegalidades. Por que anistia? O Presidente sabe que existe materialidade do crime na mão da Polícia Federal, e o Presidente sabe que o cerco está fechando. É farta a comprovação que está sob o radar da Polícia Federal. Quem comete crime contra a democracia, mesmo quando eleito por ela, comete crime sempre, diversas vezes, se houver anistia, porque o autoritarismo está na genética, está no DNA. Felizmente, setores importantes que apoiavam o ex-Presidente não estiveram naquele evento, como boa parte do empresariado e o povo do agronegócio. Estavam ausentes. No Brasil de hoje, não há mais espaço para aventura golpista! O crime está previsto no texto constitucional, e quem apostou na construção do golpe de Estado tem que pagar de forma exemplar, para que outros não o tentem. As instituições da nossa jovem democracia deram e darão respostas tempestivas e com o devido rigor. Viva o Brasil democrático! - 27/02/2024
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para apreciação do Projeto de Lei nº 5.350, de 2023, que altera a Lei nº 13.153, de 30 de julho de 2015, que institui a Política Nacional de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca, para inserir o Programa Emergencial de Distribuição de Água ("Operação Carro-Pipa") entre as atribuições do poder público e ampliar sua atuação.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto favorável
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O SR. JOSEILDO RAMOS (Bloco/PT - BA. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sra. Presidente, este requerimento de urgência é para projeto de lei que pretende alterar a Lei nº 13.153, de 2015, que trata da Política Nacional de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca e seus instrumentos, para incluir o Programa Emergencial de Distribuição de Água onde se precisa no País. Essa é uma estruturação emergencial e necessária, em função dos problemas climáticos. O Ministério do Meio Ambiente tem total atenção a essa matéria, e o Brasil tem que ficar atento aos extremos climáticos. Isso tem que ser combatido, principalmente a desertificação, que está se ampliando no Norte e no Nordeste. Por isso, este requerimento de urgência é meritório, e nós o estamos apoiando. - 27/02/2024
O Deputado orientou a bancada na votação do Requerimento de urgência para apreciação do Projeto de lei nº 4.932, de 2023, que estabelece requisitos para a autorização do funcionamento de prestadores de serviços de ativos virtuais, obriga a transferência de recursos entre usuários e prestadores de serviços de ativos virtuais por meio de contas de depósito ou de pagamento individualizadas, dispõe sobre a segregação patrimonial entre prestadores de serviços de ativos virtuais e seus usuários, e proíbe a oferta ou a negociação de derivativos por prestadores de serviços de ativos virtuais sem a autorização da Comissão de Valores Mobiliários.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Maioria parlamentar,Voto favorável
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O SR. JOSEILDO RAMOS (Bloco/PT - BA. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sra. Presidenta, mesmo sendo a regulamentação atual muito recente, de 2022, em vista da amplitude do que está ocorrendo nas atividades, seu aperfeiçoamento nas linhas propostas pelo projeto de lei é meritório e deve ser feito o quanto antes, razão pela qual se sugere posição favorável ao pedido de urgência. - 21/02/2024Breves Comunicações
O Deputado abordou o depoimento do ex-Presidente Jair Bolsonaro sobre a suposta orquestração de um golpe. Ressaltou o envolvimento do Partido Liberal (PL) e defendeu a posição do Presidente Lula sobre Israel.
Palavras-chave oficiais: Ex-presidente da República,Tentativa (crime),Golpe de Estado,Depoimento,Partido Liberal (PL) Presidente da República,declaração,Guerra,Israel,Hamas,Faixa de Gaza,Genocídio
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O SR. JOSEILDO RAMOS (Bloco/PT - BA. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Ouçam a qualidade do debate que se estabelece nesta Casa. É uma brincadeira. Vocês que nos assistem precisam analisar o que é que deve estar acontecendo. Na realidade, amanhã, o ex-Presidente, cumprindo determinação da Justiça brasileira, vai depor perante a Polícia Federal acerca da orquestração, da arquitetura de um golpe, depois que o Presidente Lula já tinha sido empossado. Ou seja, Lula já estava como Presidente, no momento em que isso aconteceu, no dia 8 de janeiro. O que também resta ficar estabelecido é por que na sede nacional do PL, em Brasília, onde o ex-Presidente dava audiências, estava o rascunho. O PL, partido que tem o maior número de Deputados e Deputadas nesta Casa, eleitos de maneira democrática, atestou, através de documentação, que estava indo contra a democracia, participando de um golpe de Estado. Isso também será matéria de arguição, em algum momento, porque aquele que é votado democraticamente vai receber o peso da Justiça, no momento em que tiver que dizer por que estava abominando a própria democracia, quando a maior parte dos Deputados aqui pertence a esse partido que estava tentando golpear, acabar com a nossa jovem democracia. Vamos seguir adiante. Observem que quem está no isolamento pela matança que está sendo feita no Oriente Médio é exatamente o Estado de Israel, o Governo de Israel, e não o povo judeu, e não o israelense, que não quer a guerra. Na realidade, o Netanyahu está promovendo e mantendo a guerra por questões inclusive políticas, porque ele pretende continuar o seu Governo, e não há a menor condição para isso hoje, pelo nível de rejeição que ele tem. Então ele está usando a necropolítica, a política da morte. É contra isso que Lula colocou a sua fala, e nenhum outro país, a não ser Israel, contestou Luiz Inácio Lula da Silva. - 19/12/2023
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência ao Projeto de Lei nº 4.449, de 2023, que institui o Programa Renda Básica Energética.
Palavras-chave oficiais: Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Orientação de bancada,Voto favorável,Maioria parlamentar
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O SR. JOSEILDO RAMOS (Bloco/PT - BA. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sra. Presidenta, a Maioria vota a favor, porque o Brasil é um dos países que tem o maior potencial, escala e possibilidade de fazer um novo tempo em um empreendimento, principalmente dos pequenos produtores, dos agricultores familiares, exatamente no Nordeste e no Norte, por conta dessa janela de oportunidade na transição energética. Por conta disso, a Maioria vota "sim" à urgência. - 19/12/2023Breves Comunicações
O Deputado destacou os avanços econômicos do Brasil ao longo do ano. Ressaltou o crescimento acima do esperado, destacando medidas como políticas de transferência de renda, de renegociação de dívidas, a valorização do salário mínimo, a atualização do Bolsa Família e a retomada do programa Minha Casa, Minha Vida. Enfatizou que o país tem a 9ª maior economia do mundo, com um desempenho nas exportações acima da média das nações mais desenvolvidas. Previu mais investimentos em 2024 com o novo PAC, contribuindo para o crescimento contínuo da economia.
Palavras-chave oficiais: Crescimento econômico,Transferência de renda,valorização,Salário mínimo,Programa social,Exportação
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O SR. JOSEILDO RAMOS (Bloco/PT - BA. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, todos os que nos assistem pela TV Câmara, estamos chegando ao final do ano. Eu me lembro muito bem de que, ainda antes de começar o primeiro dos 4 anos deste Governo Lula, ele teve que se utilizar dos préstimos desta Casa para ter aprovada a PEC da Transição, porque o orçamento que seria herdado não dava a mínima condição de se fazer um Governo minimamente coerente e de acordo com aquilo que foi discutido lá atrás na campanha. E este Governo, ao entrar, acabou com o teto de gastos, uma medida que impossibilitava a administração de qualquer país do mundo, por conta das contradições, das travas que continha. Tudo bem. O mercado então estimou que, neste ano que acaba daqui a alguns dias, a economia brasileira cresceria tão somente de 0,5% a 1%. Pois é, acabaremos o ano com crescimento de, no mínimo, 3%, em que pese à incongruência do Banco Central, que manteve os juros na estratosfera. Imaginem o Brasil hoje praticando o maior juro real do mundo e, mesmo assim, crescendo, por conta de medidas importantes, tais como as políticas públicas de transferência de renda; o programa de valorização do salário mínimo, que voltou; a atualização do Bolsa Família; a retomada do Minha Casa, Minha Vida, que significa dignidade para quem não tem chão nem teto para morar; a renegociação das dívidas, principalmente daqueles que têm renda mais baixa, o que fez com que o consumo aumentasse; e a diminuição consistente do desemprego. São esses anúncios que diferenciam o Governo Lula. E no próximo ano será melhor, porque nós temos o arcabouço fiscal, que ficou no lugar do teto dos gastos, que não prestava. Com o aumento consistente do consumo das famílias, o Brasil hoje é a 9ª maior economia do mundo, como cravou o FMI. Observem que o desempenho das exportações brasileiras está acima da média do desempenho das exportações das nações mais desenvolvidas. E, em 2024, deveremos ter grandes investimentos com o novo PAC, que, com capilaridade, fará investimentos produtivos em tudo quanto é lugar. E a economia vai crescer ainda mais, para desespero dos nossos opositores. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 13/12/2023Breves Comunicações
O Deputado expressou pesar pelo falecimento do ex-Deputado Federal Luiz Alberto. Elogiou a regulamentação da Lei Padre Julio Lancellotti por parte do Presidente Lula, destacando o trabalho meritório do Padre na pastoral que cuida das pessoas em situação de rua em São Paulo. Enfatizou a importância da lei, que modifica o Estatuto da Cidade para abordar as necessidades dessa população vulnerável e elogiou o plano de aproximadamente 1 bilhão de reais lançado por Lula para enfrentar a desigualdade social e a tragédia humana vivida pelas pessoas em situação de rua, destacando a sinergia entre 11 Ministérios em sete eixos setoriais para abordar a questão de forma abrangente.
Palavras-chave oficiais: Homenagem póstuma,Ex-deputado federal Pessoa em situação de rua,Estatuto da Cidade (2001),Padre,Política social,Governo federal
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O SR. JOSEILDO RAMOS (Bloco/PT - BA. Sem revisão do orador.) - Antes mesmo da minha manifestação, eu expresso aqui o que estamos aqui comungando, o pesar pelo passamento do nosso colega Luiz Alberto. Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, na segunda-feira, Lula regulamentou a Lei Padre Julio Lancellotti. Esse padre coordena uma pastoral que cuida do povo de rua na Capital do Estado de São Paulo. Faz um trabalho meritório. Há muita atenção e muito cabimento. Eu estive lá, fiz visitas. Relatei na Comissão de Desenvolvimento Urbano CDU a proposição que deu origem à Lei Padre Julio Lancellotti , uma lei que modifica o Estatuto da Cidade, que trata dos cuidados que esse povo precisa ter, um povo que não tem chão e não tem teto, não tem, portanto, dignidade no seu todo. Lula inicia um plano, neste momento, de mais ou menos 1 bilhão de reais para enfrentamento do efeito colateral que denuncia a profunda desigualdade social que infelizmente nos caracteriza. Essa política pública colocará em sinergia 11 Ministérios, trabalhando sete eixos setoriais: saúde; violência institucional; cidadania; educação e cultura; habitação; trabalho e renda; produção e gestão de dados. Presidente Lula, receba os nossos parabéns. Quanto a essa tragédia humana, principalmente nas grandes cidades, em cidades turísticas, o poder público, por incrível que pareça, trabalha para invisibilizar essa população, que vive além das franjas da sociedade. É um absurdo que convivamos com essa tragédia humana. O País é desigual, mas poderia tratar disso. Essa população é de 220 mil a 240 mil pessoas. Inclusive, famílias inteiras vivem na rua, experimentando tudo o que é ruim do ponto de vista da violência institucional. Parabéns, Padre Julio Lancellotti, pelo seu trabalho! - 12/12/2023Breves Comunicações
O Deputado expressou sua alegria com a regulamentação da Lei Padre Júlio Lancelotti, que veda o emprego de técnicas construtivas hostis em espaços livres de uso público. Defendeu justiça social e a política pública para a população em situação de rua.
Palavras-chave oficiais: Lei Padre Júlio Lancelotti (2022),Projeto de lei ordinária,alteração,Estatuto da Cidade (2001),Arquitetura hostil,População em situação de rua,regulamentação
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O SR. JOSEILDO RAMOS (Bloco/PT - BA. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Srs. Deputados e Sras. Deputadas, subo a esta tribuna com uma alegria muito grande. Ontem foi regulamentada a Lei nº 14.448, de 2022, Lei Padre Júlio Lancelotti. O aumento da população que vive nas ruas deste País, nos últimos 6 anos, até 2022, cresceu assustadoramente. E agora nasce uma perspectiva de termos uma política pública que dê dignidade àqueles brasileiros e brasileiras que estão vivendo nas ruas deste País, mais especificamente naquelas médias e grandes cidades, incluindo todas as capitais, pois não há política pública para conferir dignidade a esse povo que está nas ruas não pela sua própria vontade. Eu fui o Relator dessa matéria. O proponente foi o Senador Fabiano Contarato. Dessa forma, nasce a perspectiva de termos uma política pública que dê uma despesa social, para além de dar dignidade a esse povo, trazer a possibilidade de fazermos justiça social. É preciso que técnicas construtivas hostis não sejam utilizadas, como até então está acontecendo nos espaços públicos das médias e grandes cidades, para afastar as pessoas que vivem na rua e que não estão lá porque querem. É desumano! É preciso que olhemos para essas pessoas que não vieram aqui para Brasília para fazer atos de terrorismo por não aceitar um regime democrático. São pessoas que estão muito aquém da obtenção da tão sonhada dignidade. Elas não têm chão, não têm teto, mas é preciso que tenham dignidade e política pública para poderem trabalhar, seguir adiante e viver com saúde plena. Isso é possível! A população do povo de rua ou das ruas está entre 220 mil e 240 mil pessoas. São brasileiros e brasileiras que não estão tendo a chance de ter a dignidade que este País pode lhes dar. Por isso, está prestes a nascer mais uma política pública social para resgatar este Brasil. Sr. Presidente, para concluir, quero dizer que essa manifestação é importante por conta daquilo que o Brasil deve àqueles que estão nas ruas das nossas cidades tendo nas costas todos os tipos de violências. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 29/11/2023Breves Comunicações
O Deputado defendeu o serviço público de saneamento básico, destacando que os monopólios ou oligopólios da iniciativa privada tendem a extorquir a sociedade. Criticou a privatização da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) e os problemas com a concessionária de energia elétrica Enel, em São Paulo. Sustentou que o acesso à água potável limpa é um direito humano fundamental e que a busca pelo lucro prejudica a universalização desse serviço. Reprovou a qualidade do saneamento básico em Manaus, onde uma empresa privada atua há anos, mas apenas uma pequena porcentagem do esgoto é coletada e tratada. Por fim, ressaltou a importância do serviço público de saneamento básico para prevenir doenças e promover a saúde da população.
Palavras-chave oficiais: Política de saneamento básico,Privatização,Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp),Enel Distribuição São Paulo,Setor público,Universalização,Água potável,Direitos humanos,Manaus (AM),Saúde pública,Monopólio,Setor privado
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O SR. JOSEILDO RAMOS (Bloco/PT - BA. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, povo que nos acompanha pela TV Câmara, subo à tribuna no dia de hoje para dizer que o serviço público que só pode ser tocado em regime de monopólio ou oligopólio, se estiver nas mãos da iniciativa privada, vai extorquir a sociedade brasileira. Isso não se coaduna... Neste exemplo, todo brasileiro tem o direito humano à água potável limpa. Aliás, este é um direito de todo ser humano na Terra, um direito proclamado pela ONU. Enquanto o saneamento buscar o lucro, não virá a universalização do serviço. Por isso, nós consideramos um crime a privatização da SABESP, especialmente em vista da qualidade do serviço que presta ao povo de São Paulo. Nós vimos o que aconteceu com a ENEL no momento em que o rigor climático recaiu sobre o povo da Região Metropolitana de São Paulo. O caos tomou conta, e não houve reação nenhuma à altura da necessidade do povo de São Paulo. Portanto, essa história de desmoralizar o que é público, o serviço público, serve tão somente para colocar uma camisa de força, como se fosse algo mágico a iniciativa privada dar resultado. Observem o que aconteceu em Manaus. Lá, a Aegea faz o serviço de saneamento há mais de 25 anos, e apenas e tão somente 12% do esgoto é coletado, e só 20% do que é coletado é tratado. A água está nas bordas da Capital do Amazonas portanto, a captação é barata , e a tarifa de distribuição que é cobrada em Manaus, por conta do relevo daquela cidade, da topografia, entretanto, é a quinta maior. Então, é preciso reagir, e o povo de São Paulo está tomando essa direção, porque é necessário. Nem tudo que é privado é bom. Com o lucro não virá a necessária universalização. Sem saneamento só sobra para o nosso povo a doença, e tratar a doença é muito mais caro do que fazer saneamento. É por isso que nós defendemos o saneamento público. - 28/11/2023Breves Comunicações
O Deputado destacou a importância dos investimentos da PETROBRAS para a soberania energética do País e defendeu a revisão das privatizações no parque de refino. Enalteceu o financiamento da PETROBRAS a projetos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) relativos à indústria naval na Bahia. Além disso, elogiou a política de controle de preços dos combustíveis e o investimento em energia renovável, como a energia eólica e a fotovoltaica, que favorecerá especialmente as Regiões Norte e Nordeste. Por fim, parabenizou a gestão da PETROBRAS pelo seu Presidente Jean Paul Prates.
Palavras-chave oficiais: Presidente,Petróleo Brasileiro (Petrobras),Governo federal,Presidente da República,Investimento,Indústria naval,Bahia,Privatização,Refinaria,Matriz energética,Fonte alternativa de energia,Energia eólica,Energia solar fotovoltaica,Região Nordeste,Região Norte,Programa de Aceleração do Crescimento (PAC),Geração de emprego,Estaleiro
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O SR. JOSEILDO RAMOS (Bloco/PT - BA. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. Deputadas e Srs. Deputados presentes, vocês que nos veem e nos assistem pela TV Câmara, subo a esta tribuna para tratar da nossa querida PETROBRAS, a nossa estatal. A PETROBRAS pegou para valer a recomposição dos investimentos em exploração e produção, mas também pensa em rever as privatizações que ocorreram no parque de refino. Precisamos da soberania energética. Qualquer país que pensa em desenvolvimento não pode abrir mão dessa situação. Não deveremos priorizar o pagamento de altos dividendos, em detrimento dos investimentos em exploração e produção. Inclusive, lá na Bahia, no Delta do Rio Paraguaçu, que deságua na Baía de Todos-os-Santos, o Estaleiro de São Roque do Paraguaçu, talvez o maior do nosso País, está às moscas, e a PETROBRAS vai financiar 47 projetos do Programa de Aceleração do Crescimento, tem uma encomenda pronta de 25 navios, além do afretamento de mais 11 embarcações especializadas. Isso tudo para gerar dezenas de milhares de empregos, como fez no passado. Observem V.Exas. como, 1 ano e tanto atrás, estavam os preços dos derivados de petróleo. O Senador licenciado Jean Paul Prates está colocando em seguimento uma política extraordinária, que está fazendo com que os preços dos combustíveis tenham controle, sem que esse controle venha em detrimento dos interesses da soberania e de uma empresa que tem vitalidade, como a PETROBRAS. Observem V.Exas. que o país que potencialmente tem capacidade de produzir energias renováveis e, portanto, sustentabilidade na produção é exatamente o nosso País, pela sua diversidade, pela sua matriz energética, que avança na direção da energia fotovoltaica e também da energia eólica. Essa janela de oportunidades oferece às Regiões Nordeste e Norte uma posição invejável na próxima década. Então é neste momento que a PETROBRAS deve ser defendida. O Governo Lula prioriza exatamente essa vertente, essa empresa poderosa que tem alto poder de investimento para criar empregos de alta qualidade, com salários médios muito acima dos que são praticados no mercado de trabalho em nosso País. Portanto, por esta situação queremos parabenizar Jean Paul Prates, o Presidente da PETROBRAS, pelo seu acerto, pela sua atitude, pelo seu agir cirúrgico. Nós, desta tribuna, rendemos homenagens seguras para aquele que está colocando em bom rumo a PETROBRAS, para os petroleiros, para o povo brasileiro e para a energia sustentável. Obrigado, Sr. Presidente. - 21/11/2023Breves Comunicações
O Deputado destacou a melhoria dos indicadores econômicos no Brasil, incluindo a redução das taxas de desemprego e o aumento do consumo das pessoas. Mencionou o retorno de políticas públicas que beneficiaram a população, especialmente durante a pandemia. Citou a política monetária do Banco Central e ressaltou que, apesar das previsões conservadoras do mercado, a economia brasileira está crescendo de forma consistente e que o País está subindo no ranking mundial das maiores economias. Elogiou o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva por seu papel na recuperação econômica e afirmou que Lula está devolvendo ao povo brasileiro a esperança de uma vida melhor.
Palavras-chave oficiais: Recuperação econômica,Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN),Geração de emprego,Inflação,Política econômica,Câmbio,ranking,Mercado internacional,Banco Central do Brasil (Bacen),Política monetária,Presidente da República,Governo federal,Consumo,Política pública,Pandemia
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O SR. JOSEILDO RAMOS (Bloco/PT - BA. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. Deputadas e Srs. Deputados, todos os que nos acompanham pela TV Câmara, estamos próximos do fim do ano e estamos vendo a economia brasileira dar resultados diferentes daqueles que o chamado mercado precificou. Aqueles que povoam a FEBRABAN diziam que o Brasil cresceria, no máximo, 0,5%. O Brasil deve crescer em torno de 3%, em que pesem os juros escorchantes pilotados pelo Presidente do Banco Central, que trabalha para a Faria Lima e a FEBRABAN, mesmo porque ele também é banqueiro. Neste momento, nós vemos indicadores favoráveis, a exemplo da diminuição dos índices de desemprego no nosso País. Hoje o número é o menor em 8 anos. Amplia-se o consumo das pessoas que, ao longo da pandemia, deixaram de se alimentar como deveriam. Neste País, que tinha acabado com a fome, as políticas públicas prioritárias chegam e aumentam o consumo na ponta, nas freguesias de cada canto do Brasil. Vemos claramente o retorno de mais de 40 políticas públicas para amparar o povo brasileiro, que viveu uma angústia terrível, uma infelicidade enorme, mas agora vive um dos momentos mais felizes do mundo. Observemos, neste momento, que, no próximo ano, o mercado precifica, mais uma vez, que nós iremos crescer tão somente 2%. O Banco Central não pode segurar mais os juros escorchantes, porque a inflação é decrescente. Hoje o preço do dólar está abaixo do patamar, também precificado pelas casas de câmbio e pelo mercado. Percebam os senhores que, neste momento, o Brasil, de forma tranquila, projetada e séria, abre caminhos para a economia no ranking mundial, quando sai da 12ª posição de grande economia e volta a ser a 9ª economia do mundo. É neste momento que Luiz Inácio Lula da Silva, o melhor Presidente que este País já teve em todo o período republicano, está devolvendo ao povo brasileiro a marca de como viver melhor, para sair da angústia que foi o desgoverno passado. Muito obrigado. - 08/11/2023Breves Comunicações
O Deputado discorreu sobre a situação do financiamento público do saneamento no Brasil. Destacou que a Lei nº 14.026, de 2020, conhecida como novo marco legal do saneamento, desestruturou as políticas anteriores, que tinham sido estabelecidas através de um diálogo amplo com a sociedade. Ademais, criticou as restrições do Conselho Monetário Nacional ao financiamento de empresas e autarquias públicas. Além disso, censurou o BNDES por favorecer Parcerias Público-Privadas e modelos de privatização em detrimento do financiamento público. Citou ainda a reação da população de São Paulo contra a privatização da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo - SABESP pelo Governador Tarcísio de Freitas, enfatizando que até setores conservadores estão preocupados com a soberania nacional sobre o acesso à água potável. Por fim, reforçou a necessidade de apoio político para o financiamento público do saneamento básico.
Palavras-chave oficiais: Financiamento público,Saneamento básico,Marco Legal do Saneamento Básico,Lei federal,Conselho Monetário Nacional (CMN),Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES),Privatização,Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp),Água potável,Saúde pública
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O SR. JOSEILDO RAMOS (Bloco/PT - BA. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, hoje, neste momento, há uma conjuntura ligada ao financiamento público dos serviços de saneamento que jamais pensamos que iria haver. Segue uma advertência inclusive para o nosso Governo, o Governo Federal. A Lei nº 14.026, de 2020, apelidada de novo marco legal, na realidade, desestruturou o marco legal que foi estabelecido através de conferências, através de diálogos livres da sociedade brasileira, que inclusive resultaram na criação do Ministério das Cidades, com o qual o Governo anterior acabou, mas que retornou agora com o Governo Lula. Observem que, no final da década de 90, naquele período privatista do Presidente Fernando Henrique Cardoso, o Conselho Monetário Nacional fazia graves restrições para não financiar empresas públicas e autarquias públicas municipais e estaduais, mesmo que estivessem saneados o seu orçamento e a sua condição financeira; que tivessem baixa alavancagem e capacidade de pagamento, digamos, extraordinária. Essa situação prevalece até hoje. O BNDES está acolhendo PPPs e fazendo modelagens de privatização em detrimento do financiamento público, feito inclusive com muitas empresas extraordinárias, a exemplo da SABESP. A população em São Paulo está reagindo à sanha privatista do atual Governador, o Tarcísio de Freitas. Como privatizar a SABESP? Até setores bolsonaristas estão contra isso, dizendo que a Direita também reclama, para a manutenção da soberania nacional. Ou seja, acordaram para o fato de que água potável, limpa, cristalina é um direito humano. O ser humano, para ter higidez, para ter saúde, precisa ter acesso a água de qualidade, o que permite a sua própria nutrição. Aliás, a nutrição de todos os seres vivos depende de água. Então, é por isso que neste momento fazemos essa advertência publicamente, para que a situação convirja para o financiamento público. Obrigado, Sr. Presidente. - 07/11/2023Breves Comunicações
O Deputado abordou a questão da privatização dos serviços públicos, destacando a situação da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (SABESP). Enfatizou a importância de consultar a sociedade antes de decidir sobre a privatização de uma empresa estatal tão respeitada internacionalmente. Criticou a abordagem do Governo Bolsonaro em relação à privatização, utilizando o exemplo da Refinaria Landulpho Alves, na Bahia. Apontou que, apesar da promessa de preservar a soberania, efetuou a privatização da refinaria por um valor inferior ao praticado no mercado. Criticou o Novo Marco Legal do Saneamento, alegando que prioriza a iniciativa privada em detrimento dos serviços públicos. Encerrou pedindo uma atitude do Governo Federal.
Palavras-chave oficiais: Privatização,Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp),População,consulta,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Refinaria Landulpho Alves (RLAM) (1957-2021) Marco Legal do Saneamento Básico,Setor privado,favorecimento,Governo federal,atuação
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O SR. JOSEILDO RAMOS (Bloco/PT - BA. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados, venho à tribuna para falar da privatização ou não dos serviços públicos. Esse é um tema que hoje precisa ser olhado, em função da situação da SABESP Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo, uma das empresas estatais que melhor prestam o serviço de saneamento público neste País, respeitada internacionalmente. O povo de São Paulo coloca de maneira clara que essa empresa não pode passar pelo processo de privatização sem consulta social. Hoje a imprensa publica que a Direita se diz a favor da soberania e contra a privatização da SABESP. Poderíamos aplaudir essa atitude. Entretanto, não foi o que o Governo Bolsonaro fez quando estava governando este País. Tenho aqui alguns exemplos. Lá na Bahia, a Refinaria Landulpho Alves, a única no País que produz todos os derivados de petróleo, foi privatizada pela metade do seu valor de mercado, ou seja, foi vendida na bacia das almas. Nós sabemos o que deveria estar acontecendo e hoje acontece. Os Estados da Bahia e de Sergipe pagam por combustíveis o maior preço do País. Mas também a refinaria comprou uma briga com um gigante, que é a PETROBRAS, que não será mais vendida, fatiada, desmoralizada, como foi no passado recente. A PETROBRAS, mesmo sem estar na Bahia e em Sergipe, coloca seus produtos com preços mais competitivos, faz com que essa refinaria privada produza praticamente só óleo diesel e esteja com a sua tancagem transbordando, porque o mercado não consegue absorver, por conta da falta de competitividade desse monopólio privado frente à PETROBRAS. Do mesmo jeito, o Novo Marco Legal do Saneamento, a Lei nº 14.026, de 2020, portanto votada há pouco tempo, tem seus prazos para a universalização dos serviços de saneamento inexequíveis. É um péssimo texto. Apenas foi votado nesta Casa para priorizar a iniciativa privada. Vejam o exemplo das cidades de Manaus e Uruguaiana, do Estado de Tocantins, cujos serviços foram privatizados na década de 70. Os indicadores são terríveis! A iniciativa privada busca dinheiro público do BNDES e faz, através do Conselho Monetário Nacional, restrições ao financiamento das empresas públicas deste País. É uma vergonha nacional. O Governo Federal tem que tomar atitude. Obrigado, Sr. Presidente. - 25/10/2023
O Deputado criticou o caráter regressivo do sistema tributário atual, defendido por alguns Deputados. Ademais, manifestou-se favorável ao Projeto de Lei nº 4.173, de 2023, que dispõe sobre a tributação da renda auferida por pessoas físicas residentes no País em aplicações financeiras, entidades controladas e trusts no exterior.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Tributação,População rica,Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (IRPF),Aplicação financeira,Investimento,País estrangeiro,Truste,Conta offshore,Justiça tributária,Princípio da capacidade contributiva
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O SR. JOSEILDO RAMOS (Bloco/PT - BA. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, são impressionantes as falas de alguns Deputados. Alguns eu acho que perderam a vergonha, ficam repetindo que são a favor da regressividade do atual sistema tributário. Esta é uma oportunidade grande de botarmos os pingos nos is. Quem ganha mais tem que meter a mão no bolso e contribuir com tributação majorada, porque pode pagar. Vamos isentar até o limite do razoável aqueles que estão sendo espoliados por este sistema arcaico e regressivo. - 24/10/2023Breves Comunicações
O Deputado compartilhou visão otimista sobre a economia brasileira, destacando melhorias perceptíveis nos últimos meses. Afirmou que, apesar dos altos juros, o crescimento econômico supera as previsões iniciais, ultrapassando os 3,5% do PIB. Ressaltou a importância da segunda etapa da reforma tributária, que visa beneficiar aqueles que têm capacidade de contribuir mais. Apontou sinais positivos, como a redução da inflação, a diminuição do desemprego, o aumento do consumo das famílias e a revisão do endividamento, incluindo programas governamentais bem-sucedidos como o Desenrola Brasil. Enfatizou que o Brasil está testemunhando um ambiente de negócios favorável e expressou confiança de que o desemprego continuará reduzindo. O orador elogiou o Presidente Lula por suas ações e lembrou seu papel na viabilização da PEC da Transição, essencial para o orçamento atual do País.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,Crescimento econômico,Reforma tributária,redução,Inflação,Desemprego,Programa Emergencial de Renegociação de Dívidas de Pessoas Físicas Inadimplentes (Desenrola Brasil),Congratulação Proposta de Emenda à Constituição,Programa Auxílio Brasil,Despesa pública,Financiamento Projeto de lei complementar,Arcabouço fiscal,Orçamento fiscal
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O SR. JOSEILDO RAMOS (Bloco/PT - BA. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, o sentimento do povo brasileiro em relação à economia brasileira, quando faltam 2 meses e 1 semana para acabar o ano, é o de que o Brasil melhorou, e as oportunidades na economia, também. Baseado em quê? Independentemente do patamar em que se encontram até hoje os juros, pilotados por Campos Neto que faz um desserviço enorme para o crescimento do PIB brasileiro neste ano , o chamado mercado precificou que a economia cresceria em torno de 0,5%, quando, neste momento, as previsões destacam que o crescimento vai passar dos 3,5% do PIB ou mais, em que pese os juros estarem em patamar estratosférico, puxando a economia para trás. A segunda etapa da reforma tributária é muito importante, porque mexe naquele ambiente dos que podem pagar mais, daqueles que não são alcançados hoje pelo sistema tributário nacional. Olhe bem o conjunto de informações positivas: a inflação decresce; o desemprego diminui; o consumo das famílias avança; há a revisão do endividamento o Programa Desenrola Brasil é uma decisão do Governo com que 7 entre 10 brasileiros estão satisfeitos. Com isso, aumentam a liquidez e o consumo, e o final do ano será muito bom. O otimismo cresce e o pessimismo diminui. No final do ano, nossa querida Presidenta, nós vamos testemunhar um ambiente para negócios muito bom neste País e, com certeza, o Brasil vai seguir diminuindo o desemprego. Mas também não haverá nenhuma justificativa para que o Banco Central não diminua os juros reais, que estão totalmente descolados da realidade da macroeconomia nacional. Nesse sentido, está na hora de o povo verificar que Lula tem feito o dever de casa. É bom lembrar que, antes de tomar posse, Lula viabilizou nesta Casa a PEC da Transição, sem a qual não poderíamos executar o orçamento, que seria um orçamento de faz de conta no País. Portanto, parabéns ao Governo! - 17/10/2023Breves Comunicações
O Deputado elogiou a gestão do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, destacando os avanços econômicos sob sua liderança. Ele ressaltou a melhora na economia, a desaceleração da inflação, a queda dos juros e a redução do desemprego, além do sucesso de políticas públicas, como o Programa Desenrola. Enfatizou que o Brasil está prestes a se tornar a nona maior economia do mundo, e isso trará benefícios significativos, especialmente para as camadas mais vulneráveis da sociedade. Parabenizou o Governo Lula por sua responsabilidade fiscal e pelos benefícios que está proporcionando ao povo brasileiro.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,Inflação,Juros,Emprego,Programa Emergencial de Renegociação de Dívidas de Pessoas Físicas Inadimplentes (Desenrola Brasil),Política pública,Congratulação
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O SR. JOSEILDO RAMOS (Bloco/PT - BA. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, colegas Deputados e Deputadas, povo que nos assiste pela TV Câmara, eu me lembro muito bem, no ocaso daquele Governo de triste memória, que terminou no final do ano passado, de que nem sequer tínhamos a possibilidade de construir um orçamento. Se não fosse a PEC da Transição, este País não estava rodando com políticas públicas para aquelas parcelas mais fragilizadas da sociedade brasileira. Que bom para o País foi Luiz Inácio Lula da Silva ter voltado à Presidência da República! Ele fez muito bem para o País. Observem como está a nossa economia. Observem que a desaceleração da inflação segue de maneira consistente e que a queda dos juros, mesmo com esse Presidente do Banco Central, está acontecendo de maneira natural. Observem também que a queda do índice de desemprego é outra coisa palpável, assim como o aumento do consumo das famílias e o sucesso das medidas para a redução do endividamento pessoal, com o Programa Desenrola. Fora isso, há mais outras 42 políticas públicas, algumas implantadas e outras reimplantadas. Este, sem sombra de dúvida, será o ano mais penoso do Governo Lula. Imaginem com seria, se não fosse o Governo Lula para colocar a economia de maneira reestruturada. Então, para o ano, nós teremos a possibilidade de imprimir um ciclo virtuoso na economia local. Olhem o que o FMI disse: "O Brasil passa novamente a constituir a nona maior economia do mundo". Observem quanta coisa virtuosa está acontecendo. Quem tange a política é a economia, e o Brasil está prestes a melhorar, principalmente, a vida daqueles que estão nas franjas da sociedade. Logo, logo, aquela história da picanha será vista como natural, porque o preço da carne, o preço dos alimentos está caindo. Quando foi que nós vimos isso? Então, é importante mudar um pouco a prosa aqui nesta Casa. É importante falar daquilo que faz bem ao povo brasileiro: uma economia sadia voltando para o lugar. Eu quero parabenizar o Governo Lula por conta da responsabilidade fiscal e por tudo que está trazendo para o alento do povo brasileiro. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 10/10/2023Breves Comunicações
O Deputado destacou a liderança do Brasil no cenário global de desenvolvimento da matriz energética limpa, principalmente através de hidrelétricas, parques eólicos e usinas fotovoltaicas. Ressaltou o papel pioneiro do País nas tecnologias para a produção de biocombustíveis, especialmente o etanol, destacando a importância da sustentabilidade na produção. Enfatizou o potencial da Bahia para atrair investimentos na área de energia verde, mencionando a inauguração da maior fábrica da BYD no Município de Camaçari. Parabenizou os governadores baianos pela atração desse investimento significativo, com potencial de criar empregos de alta qualidade e impulsionar a produção de veículos elétricos e híbridos movidos a etanol e energia elétrica. O orador expressou otimismo sobre as oportunidades históricas para o Nordeste, especialmente na área de energia sustentável, e elogiou as políticas de sustentabilidade ambiental do Brasil, a despeito de problemas ocorridos nos últimos 4 anos.
Palavras-chave oficiais: Brasil,Matriz energética,Energia eólica,Energia hidrelétrica,Energia solar fotovoltaica,relevância Bahia,Biocombustível,Investimento,Veículo elétrico,Camaçari (BA),Região Nordeste,sustentabilidade,Governador,Congratulação
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O SR. JOSEILDO RAMOS (Bloco/PT - BA. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Colegas Deputados e Deputadas, o Brasil perante o mundo é aquele país que tem a matriz energética mais limpa do globo. O seu parque de produção de energia é majoritariamente através de hidrelétricas. E agora, em tempos de transição ecológica, o Brasil também desponta na criação, na implantação em quase todo o País, mas principalmente no Nordeste, de parques eólicos e usinas fotovoltaicas, imprimindo ainda a essa estrutura de energia limpa e sustentável mais esse adendo tão importante. Então, observem que o Brasil é pioneiro no mundo nas tecnologias para a produção de biocombustíveis, principalmente do etanol. É nesse sentido que o nosso Governo Lula tem como prioridade absoluta produzir com sustentabilidade. Portanto, o Brasil talvez seja o país com o potencial mais elevado para essa situação. E a Bahia desponta com grande potencialidade para atrair investimentos para a sua reindustrialização, ancorada na vocação que tem para a produção de energia verde. Nesse sentido, o volume de investimentos na implantação de parques eólicos e usinas fotovoltaicas no Estado é uma das três dimensões mais importantes do País. Não é à toa que a BYD, grande empresa de tecnologia de ponta, que tem no seu quadro de pessoal nada mais, nada menos do que 90 mil engenheiros, tornando-se junto com a Tesla uma das maiores e mais automatizadas empresas na produção de automóveis elétricos e híbridos, ontem, no dia 9 de outubro, lançou a maior fábrica da empresa fora da China, no Município de Camaçari, na Bahia. A partir da década de 70, este Município se beneficiou da implantação da indústria petroquímica, exatamente pela sua localização, produziu insumos para a indústria petroquímica de toda a América Latina, tornando-se o maior polo desse lado da América. Tem infraestrutura, tem logística, além de contar com a localização mais importante para exportar os seus produtos. Portanto, queremos parabenizar o ex-Governador Rui Costa e o atual Governador, Jerônimo Rodrigues, pela atração desse investimento em torno de 3 bilhões de reais, abrindo, durante a implantação de três fábricas, empregos de elevada qualidade, além de impulsionar a vinda de empresas outras para produzir insumos visando atender a produção de chassis de ônibus, de caminhões elétricos, de automóveis elétricos e híbridos movidos a etanol e energia elétrica. Portanto, é energia com sustentabilidade. Está provado agora que o Nordeste tem a sua vez, a sua janela de oportunidades histórica, porque é exatamente no Nordeste, Deputada Alice, que todos nós conhecemos, que essa energia sustentável tem um vasto caminho a ser perseguido. Então, o Brasil neste Governo não vai faltar, porque os investimentos prioritários na sustentabilidade, na proteção ambiental este País tem. Em que pese os problemas dos últimos 4 anos, este País tem a maior e mais moderna lei de amparo à sustentabilidade ambiental. É nesse sentido que nós vimos à tribuna render homenagens ao quinto Governo do PT e dos seus aliados na Bahia e ao destino, que será a reindustrialização da Bahia, que detém cerca de um terço da economia nordestina. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 09/10/2023Breves Comunicações
O Deputado discursou sobre a importância da PETROBRAS no contexto da industrialização e desenvolvimento do Brasil. Ressaltou que a empresa, criada há 70 anos, continua sendo uma das maiores petroleiras do mundo, com tecnologia única em exploração de óleo e gás em águas profundas. O Parlamentar destacou o papel crucial da PETROBRAS na economia da Bahia e afirmou que a empresa será um dos grandes atores na transição para uma matriz energética mais sustentável. Finalizou parabenizando a PETROBRAS por sua trajetória e contribuição ao desenvolvimento do País.
Palavras-chave oficiais: Homenagem,Aniversário de fundação,Petróleo Brasileiro (Petrobras),Bahia,Transição energética
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O SR. JOSEILDO RAMOS (Bloco/PT - BA. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Eu quero falar para os colegas Deputados e Deputadas e para todos que nos assistem pela TV Câmara. Há 70 anos, mais precisamente no dia 3 de outubro de 1953, nasce a PETROBRAS. Naquele momento houve grande impulso o outro foi o da siderurgia para o início da industrialização brasileira. Havia um lema, à época, que aglutinou multidões Brasil afora: O petróleo é nosso! E isso aconteceu na antessala de implantação do segundo Governo de Getúlio Vargas. Pois bem, de lá para cá, a PETROBRAS tornou-se uma das maiores petroleiras do mundo. A empresa tem um parque de refino para petróleo que pouquíssimos países têm muito poucos. E a PETROBRAS atua ainda hoje, apesar das vendas que fizeram de parte do seu ativo, do poço ao posto. E a empresa é considerada importante para a constatação, pelo mundo, da tecnologia que pode ser gerada aqui dentro do nosso País. A PETROBRAS explora óleo e gás em águas profundas e ultraprofundas. Praticamente, a PETROBRAS é a única empresa que detém essa tecnologia, com todo seu detalhamento. Ela ocupa um espaço muito importante nesse segmento, pois é a segunda maior empresa do continente americano. Então, ela atua desde a exploração, a produção, o refino, o transporte e produz subprodutos importantes, verticalizando o óleo e o gás que ela retira do nosso mar. Para nós, isso tem uma significância enorme, porque na Bahia nós temos os campos maduros que estão com produção declinante, mais ainda vão, por algum tempo ainda por um bom tempo , articular o desenvolvimento do nosso Estado, que responde por um terço da economia nordestina. Mas também a PETROBRAS será um dos grandes players para a transição energética, para a produção de energia com sustentabilidade, porque não tem outro País no mundo cujo potencial se assemelhe com o do nosso País. E a PETROBRAS, uma sociedade de economia mista que, do ponto de vista geral, atende aos mandamentos de Estado, tem compromisso com o desenvolvimento socioeconômico do nosso País. Parabéns à PETROBRAS! Muito obrigado pela tolerância, Sra. Presidenta.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 17/12/2019 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.