
Nome civil: José Nelto Lagares das Mercez · 66 anos
Bananômetro
77/100
Trabalha bem, com espaço para melhorar.
Nota maior que a de 52% dos deputados · média do partido: 74
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 88%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 59%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 80%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 93%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 83%das 532 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 94%das 457 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
Fale com José Nelto
Este é o canal oficial para você cobrar seu representante.
- dep.josenelto@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5703
- Gabinete
- Gabinete 703, Anexo IV, 7º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
88%
Esteve em 345 de 391 sessões
Votou nas votações
59%
Registrou voto em 665 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 66 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
83%
Em 532 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
721 discursos na tribuna e 40 entregues por escrito (não contam no Bananômetro) · de 05/02/2019 a 07/07/2026.
- 19/12/2025
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O SR. JOSÉ NELTO (Bloco/UNIÃO - GO. Como Relator. Sem revisão do orador.) Sr. Presidente, o PLN 6 ainda não se encontra em minhas mãos. Poderia votar outros PLNs? Porque nós estamos no ajuste final, e, logo em seguida, eu posso esclarecer, Sr. Presidente. O SR. PRESIDENTE (Davi Alcolumbre. Bloco/UNIÃO - AP) Deputado José Nelto, nós vamos passar à discussão em globo de todos os PLNs, como foi acordado, e V. Exa. terá o tempo adequado para fazer a manifestação... O SR. MARCEL VAN HATTEM (NOVO - RS) Sr. Presidente. O SR. PRESIDENTE (Davi Alcolumbre. Bloco/UNIÃO - AP) ... porque o que eu percebi, pela orientação da Secretaria da Mesa, é que V. Exa. poderia ter feito alguma correção, ou redacional, ou... O SR. JOSÉ NELTO (Bloco/UNIÃO - GO) Sim, sim, Sr. Presidente, nós fizemos a correção, inclusive atendendo vários ministérios do Governo Federal, acertada na CMO, acertada com o Líder do Governo no Congresso Nacional, Senador Randolfe, e também acertada com V. Exa. e acertada com o Presidente Hugo Motta, que atendeu, neste final de ano, para o fechamento das contas, principalmente do Ministério da Fazenda, do Ministério da Agricultura. E acolhi, porque é importante para a administração pública do Brasil, Sr. Presidente. Acolhemos, fizemos as mudanças necessárias, acertadas também com o Presidente Efraim e também acertadas com o nosso Relator Isnaldo Bulhões. - 16/12/2025
O Deputado criticou a atuação de Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), ao afirmar que decisões recentes não garantiram a transparência esperada das investigações. Além disso, questionou a conduta do Ministro Dias Toffoli em relação ao Banco Master e defendeu apuração rigorosa dos fatos. Sustentou que o papel do STF deveria assegurar publicidade e responsabilização em casos sob suspeita. Ao concluir, declarou que eventuais irregularidades precisariam ser investigadas e que os responsáveis deveriam ser punidos.
Palavras-chave oficiais: Supremo Tribunal Federal (STF),Ministro do Supremo Tribunal Federal,transparência,Princípio da publicidade,Banco
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O SR. JOSÉ NELTO (Bloco/UNIÃO - GO. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, é uma vergonha a ação dos Ministros do STF, guardiões da Constituição. A ação do Ministro Dias Toffoli é vergonhosa quando brinda o Banco Master. Nós sabemos que o Banco Master não é banco, é um tamborete, um grupo de empresários banqueiros espertalhões que têm a classe política, parte da elite política aqui do Congresso Nacional brasileiro, da Câmara dos Deputados, dos partidos políticos, do Senado da República e também aqui de Brasília, envolvida nessa maracutaia, envolvida nessa roubalheira. Peço 30 segundos para concluir. A Nação brasileira tem que saber que o papel do Supremo Tribunal Federal, dos Ministros é dar transparência a todas as investigações. O Banco Master haverá de ser investigado, e todos os culpados, os ladrões, serão punidos. Peço que o meu discurso conste do programa A Voz do Brasil. - 16/12/2025Breves Comunicações
O Deputado afirmou que o Congresso encerrou o ano sem votar dois projetos centrais para a segurança pública: o Projeto de lei nº 5.582, de 2025, antifacção, e a Proposta de Emenda à Constituição nº 18, de 2025, da Segurança Pública. Defendeu que o PL antifacção deveria ter sido apreciado ainda neste ano, por considerar que seu adiamento representou prejuízo ao enfrentamento do crime organizado. Também destacou a necessidade de fortalecer as Polícias Militares, investir em inteligência integrada e ampliar o orçamento e os concursos da Polícia Federal, elogiada como polícia de Estado. Por fim, cobrou a votação da PEC da segurança, alertando para a expansão do crime organizado em diversos Estados e para crimes financeiros, defendendo maior rigor do sistema financeiro e do Banco Central.
Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,Segurança pública,União,Competência federativa,Defesa Projeto de lei ordinária,Organização criminosa,enfrentamento,Polícia militar,Polícia federal,fortalecimento
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O SR. JOSÉ NELTO (Bloco/UNIÃO - GO. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente no exercício da Presidência, Deputado Icaro, Srs. Parlamentares, imprensa brasileira, boa tarde. Sr. Presidente, nós encerramos o ano sem votar dois projetos da maior importância para a segurança pública do Brasil. O primeiro projeto é o PL antifacção. É preciso que o Congresso Nacional brasileiro ouça a sociedade civil organizada, ouça todos os setores do Governo e os Governadores, porque esse PL antifacção precisa fortalecer todo o sistema das forças de polícias preventivas, as Polícias Militares de todos os Estados. Também ressalto a importância da inteligência das Polícias Civis, Militares, Ministério Público e também da Polícia Federal. Eu quero elogiar a nossa Polícia Federal. Trata-se de uma polícia de Estado que está trabalhando para enfrentar o crime organizado no Brasil. Srs. Parlamentares, nós devemos dobrar a receita, o orçamento da Polícia Federal do Brasil. Devemos apoiar novos concursos para toda a Polícia Federal do nosso País, porque esta está agindo na defesa da Pátria, na defesa do Brasil. Se o PL antifacção ficar para o ano que vem, será um prejuízo para a Nação brasileira. Eu falo também da PEC da segurança. A proposta foi relatada por um Deputado do meu partido, Mendonça Filho, que é respeitado neste Parlamento, mas deveria ter sido apreciada pelo Plenário, votada no plenário da Câmara, e ido para o Senado, porque a segurança pública brasileira passa por uma situação crítica. Em alguns Estados, o crime organizado já delimitou territórios: nos morros do Rio de Janeiro, na Bahia. Quando eu falo em crime organizado, também falo dos criminosos da Faria Lima, dos criminosos de colarinho branco. Nesse último escândalo do Banco Master, quantos criminosos políticos aqui desta Casa, da Câmara Federal, do Senado, aqui de Brasília, estavam envolvidos? Aliás, eu nem chamo isso de banco, isso é um tamborete. O sistema financeiro brasileiro não pode permitir que gatunos, que banqueiros de meia-tigela... Eu me refiro a banqueiros que vivem ostentando dinheiro, que não merecem ter banco no Brasil. O Banco Central precisa tomar iniciativas para não aceitar que esse tipo de banqueiro continue dando prejuízo para o povo brasileiro. Por isso, eu quero fazer um apelo para que essa pauta do PL antifacção, que a pauta da PEC da segurança pública, no ano que vem, seja a pauta debatida pelo Congresso Nacional brasileiro. O País só cresce quando tem, Presidente, duas coisas: segurança jurídica e segurança pública. É isso que o povo brasileiro cobra do Parlamento brasileiro. Peço que conste no programa A Voz do Brasil o meu pronunciamento. Muito obrigado. - 16/12/2025
O Deputado denunciou atraso no pagamento de salários de trabalhadores da Dolp Engenharia, terceirizada da Equatorial, em Morrinhos, Goiás. Informou que os funcionários estavam há 40 dias sem receber, situação que se agravava próximo às festividades de Natal e Ano-Novo. Apelou à Equatorial para que intercedesse junto à Dolp Engenharia e garantisse o pagamento imediato aos trabalhadores, responsáveis por serviços essenciais de fornecimento de energia à população local. Registrou solidariedade aos empregados e cobrou providências rápidas, reforçando a necessidade de responsabilidade das empresas terceirizadas com os direitos dos profissionais.
Palavras-chave oficiais: Trabalhador terceirizado,Concessionária de serviço de energia elétrica,atraso,Pagamento,Goiás
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O SR. JOSÉ NELTO (Bloco/UNIÃO - GO. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, foi divulgada agora, em um site do Estado de Goiás, o Mais Goiás, noticia sobre uma empresa que é terceirizada da Equatorial. Está sendo realizada uma manifestação nesta terça-feira, na cidade de Morrinhos, porque os trabalhadores da empresa Dolp Engenharia estão há 40 dias sem receber os seus salários. Ainda mais no final do ano, com o Natal e o ano-novo, isso é um absurdo. Eu quero fazer um apelo à empresa Equatorial para que chame a empresa Dolp Engenharia e faça com que ela efetue o pagamento dos trabalhadores que prestam serviço justamente para fornecer energia segura para o povo de Morrinhos e para o povo goiano. Registro a minha solidariedade aos trabalhadores da empresa Dolp Engenharia. E espero que a Equatorial faça o mais rápido possível o chamamento dessa empresa para que ela realize o pagamento de todos os trabalhadores da região de Morrinhos. Solicito que este pronunciamento conste no programa A Voz do Brasil. - 16/12/2025
O Deputado defendeu a regulação de leitos de UTI no SUS. Afirmou que a proposta estabeleceu prazo de 24 horas para que pacientes sem vaga em unidade pública fossem encaminhados à rede privada. Informou que o custeio ficaria a cargo do Governo Federal, diante da concentração de recursos da União. Criticou a existência de filas para acesso a UTIs e mencionou impactos sobre pacientes idosos.
Palavras-chave oficiais: regulação,Unidade de Terapia Intensiva (UTI),Sistema Único de Saúde (SUS),Leito hospitalar
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O SR. JOSÉ NELTO (Bloco/UNIÃO - GO. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, quero comunicar a esta Casa que foi aprovado um projeto da nossa autoria na CCJ. Hoje, nós temos o chamado Doutor Regulação em todo o Brasil para regular os pacientes que necessitam de um leito de UTI, pacientes do SUS. E V.Exa. sabe que hoje tem uma fila para morrer no Brasil, principalmente se for idoso, 80 anos, 75 anos. A preferência é para os mais jovens. Um absurdo, uma vergonha, inaceitável, um País rico, e o povo morrendo na fila do SUS, porque o Dr. Regulação não regula. Mas o nosso projeto de lei foi aprovado na CCJC, e agora o SUS tem o prazo de 24 horas para encaminhar esse paciente para uma rede particular. Sabe quem vai pagar a conta? É o Governo Federal, porque 70% dos recursos da União, do povo brasileiro, fica na União. Então, eu quero fazer um apelo para que todos os Deputados possam aprovar o nosso projeto, que vai salvar milhares e milhares de vidas no Brasil. Coloque no programa A Voz do Brasil, Sr. Presidente. - 03/12/2025
O Deputado destacou o papel do IBGE e afirmou que o País estaria mais pobre e desigual sem o trabalho da instituição. Defendeu que o Congresso destinasse recursos ao órgão no orçamento de 2026 para garantir a continuidade das pesquisas que revelavam a realidade social do País e fortaleciam Estados e Municípios.
Palavras-chave oficiais: Congresso Nacional,Orçamento anual,Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE),destinação,Recursos orçamentários
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O SR. JOSÉ NELTO (Bloco/UNIÃO - GO. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu quero, nesta tarde, parabenizar o trabalho do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE. Sem o IBGE, o Brasil estaria muito mais pobre, muito mais desigual. Então, nós temos o dever, Sr. Presidente, e eu quero conclamar todo o Parlamento brasileiro, para que no orçamento de 2026, o Congresso Nacional, a CMO, para que na LOA nós possamos colocar recursos para que o IBGE possa continuar esse trabalho para todo o povo brasileiro, fortalecendo os Municípios e os Estados, mostrando a verdadeira cara do Brasil. Então, o meu apoio ao IBGE do Brasil e de Goiás. Solicito que o meu pronunciamento seja divulgado no programa A Voz do Brasil. - 03/12/2025
O Deputado questionou o Presidente da sessão sobre a legalidade de um Parlamentar permanecer 30 dias sem registrar presença e ainda assim receber salário. Ademais, comparou a situação ao trabalhador da iniciativa privada, que não tem direito à remuneração quando falta injustificadamente, e afirmou que, se aceitasse receber sem trabalhar, estaria sendo desonesto. Ao final, destacou que, na condição de empresário, não pagaria a um funcionário que deixasse de trabalhar sem justificativa.
Palavras-chave oficiais: Ausência (processo legislativo),Deputado federal,Pagamento,Subsídio (remuneração),Presidente da Câmara dos Deputados,legalidade,Atuação parlamentar,Trabalhador,Setor privado,Falta ao trabalho,Empresário,Salário
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O SR. JOSÉ NELTO (Bloco/UNIÃO - GO. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, se eu ficasse 30 dias sem bater ponto neste Parlamento, V.Exa. teria coragem de pagar meu salário? Se eu ficasse 30 dias sem bater ponto, se eu fosse gazeteiro, se não comparecesse a esta Casa, V.Exa. teria coragem de pagar meu salário? Se um operário, um trabalhador faltar 30 dias ao trabalho numa empresa de V.Exa. ou em qualquer empresa privada, este trabalhador terá direito a receber salário? O SR. PRESIDENTE (Dr. Zacharias Calil. Bloco/UNIÃO - GO) - Peço que conclua, Deputado. O SR. JOSÉ NELTO (Bloco/UNIÃO - GO) - Sr. Presidente, eu fiz uma pergunta a V.Exa. Eu quero saber apenas sim ou não. Eu sou empresário. Se, na minha empresa, algum trabalhador não trabalhar, se ele ficar ausente 30 dias sem estar doente, eu não pago salário para ele. Por outro lado, eu também não tenho coragem de receber meu salário, já que eu não trabalhei. Do contrário, eu estarei sendo desonesto e corrupto. O SR. PRESIDENTE (Dr. Zacharias Calil. Bloco/UNIÃO - GO) - Está bem, mas que ele apresente o atestado com o CID. (Risos.) O SR. JOSÉ NELTO (Bloco/UNIÃO - GO) - Sr. Presidente, eu fiz uma pergunta a V.Exa. Eu quero saber o seguinte... O SR. MARCEL VAN HATTEM (NOVO - RS) - Trata-se de uma questão de ordem, Presidente? O SR. JOSÉ NELTO (Bloco/UNIÃO - GO) - Eu quero saber, Sr. Presidente, apenas isto: se eu ficar 30 dias sem comparecer ao Parlamento, eu posso continuar recebendo salário? Isso é legal, ou é inconstitucional? - 22/10/2025
O Deputado registrou a presença da Vereadora Patrícia, da Secretária de Saúde Thalita e do Diretor do hospital de Rubiataba (GO), Bruno. Informou que a comitiva esteve em Brasília em busca de recursos para concluir a reforma do hospital municipal, que ainda necessita de R$ 1,2 milhão. Também destacou a importância de Rubiataba, cidade moveleira localizada no Vale de São Patrício, que atende a toda a região e ao Estado de Goiás.
Palavras-chave oficiais: Rubiataba (GO),Vereadora,Plenário,Saudação
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O SR. JOSÉ NELTO (Bloco/UNIÃO - GO. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu tenho a honra de receber nesta Casa, neste plenário, a Vereadora da nossa cidade de Rubiataba, região em que já morei longo tempo da minha vida. A Vereadora Patrícia está presente aqui, a Secretária da Saúde Talita e também o Diretor do hospital, o Bruno. Eles vieram aqui buscar recursos para concluir a reforma do hospital. Eu estive pessoalmente na região. Uma parte já está concluída, mas são necessários ainda R$ 1,2 milhão. Nós iremos ao Ministério da Saúde para garantir a verba para o Prefeito, Padre Weber, e também para toda a população de Rubiataba. Nós entregamos uma escavadeira hidráulica no Município. Hoje, esta delegação está presente aqui, no plenário, para pedir esses recursos para a saúde de Rubiataba, uma cidade moveleira que atende todo o Estado de Goiás, o Brasil, localizada no Vale de São Patrício. Eu gostaria, Sr. Presidente, que V.Exa. faça constar nos Anais da Casa a visita honrosa da Vereadora Patrícia, que luta muito pela saúde, é enfermeira, e também da Secretária de Saúde, a Thalita, e do Bruno, que é o diretor do hospital. Então, nós vamos trabalhar para liberarmos 1,2 milhão de reais para a saúde. Que esse pronunciamento conste no Programa A Voz do Brasil e em todos os meios de comunicação da Casa. - 15/10/2025Breves Comunicações
O Deputado criticou o processo de indicação política de Ministros para o Supremo Tribunal Federal (STF). Argumentou que o atual modelo faz com que o STF represente ex-Presidentes da República, e não o povo brasileiro, já que cada chefe do Executivo indica aliados e compadres para a Corte. Defendeu uma reforma estrutural, com a qual os Ministros não tenham cargos vitalícios, mas mandatos de 10 a 12 anos sem recondução, garantindo renovação e independência. Afirmou que o STF perdeu credibilidade perante a população e que o país precisa de Ministros de carreira, oriundos da magistratura ou do Ministério Público, e não escolhidos por critérios políticos, religiosos ou ideológicos. Concluiu dizendo que o Brasil precisa de um STF que represente o povo, e não o Presidente de plantão.
Palavras-chave oficiais: indicação,Presidente da República,Ministro do Supremo Tribunal Federal,influência,Supremo Tribunal Federal (STF),Poder Judiciário
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O SR. JOSÉ NELTO (Bloco/UNIÃO - GO. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu quero chamar a atenção desta Casa para o seguinte: chegamos ao momento em que o Senado da República vai sabatinar o novo indicado para o Supremo Tribunal Federal. É uma vergonha esse processo da escolha e da indicação de Ministros do Supremo Tribunal Federal. Nós temos hoje um STF que pertence aos ex-Presidentes da República. O STF não representa o povo brasileiro, pelas indicações políticas. Todo Presidente da República nomeia para lá seus compadres, nomeia seus amigos. Deveria ser diferente a indicação em todas as Cortes brasileiras. O Ministro que foi indicado pelo Collor de Mello vai votar com o Collor de Mello. Ele recebe um bilhete do Collor de Mello. O mesmo acontecerá com o Ministro indicado pelo Michel Temer, com o Ministro indicado pela Dilma ou pelo Presidente Lula. O STF de hoje é rejeitado por metade da Nação brasileira. Nós somos contra o STF? Não! Queremos uma instituição forte, uma instituição respeitada, e não um espetáculo, como acontece. No STF, deveria ser usado o mesmo método, o mesmo termo que usam outras Cortes brasileiras: vem apenas o resultado daquele julgamento. Hoje, no Brasil, nós temos um espetáculo. O Congresso Nacional deveria mudar este modelo, acabar com os Ministros vitalícios e estabelecer um mandato de 10 anos ou 12 anos, sem o direito de recondução ao cargo. Seria a renovação da Suprema Corte brasileira. Este modelo adotado pelo Brasil ataca seriamente a consciência do povo brasileiro, porque o Ministro não representa o Brasil, o Ministro representa o Presidente da República. Nós queremos um STF de carreira, tanto da magistratura quanto do Ministério Público, e não indicações políticas, porque sabemos que eles estão lá a serviço do Presidente de plantão. Por isso, deixo o nosso repúdio a esse modelo que vivemos no Brasil. É por causa dele que o povo brasileiro hoje repudia o Supremo Tribunal Federal, porque acha que faz e não acho, tenho certeza o jogo de todo Presidente de plantão no Palácio do Planalto. Portanto, deixo aqui registrada a minha revolta contra esse modelo de indicação de Ministros para o Supremo Tribunal Federal. Eu escuto dizerem: "Não, eu quero um Ministro negro, eu quero uma Ministra negra". Outro diz: "Não, para mim, serve um Ministro católico". E o outro quer um Ministro evangélico, terrivelmente evangélico. Eu quero um Ministro que seja do povo brasileiro e que não represente um segmento da sociedade. Muito obrigado. - 15/10/2025
O Deputado prestou homenagem aos professores brasileiros no Dia do Professor, lembrando especialmente sua professora Yolanda Vaz, responsável por sua alfabetização. Destacou a importância dos educadores para o desenvolvimento nacional, citando uma frase da ex-Primeira-Ministra Angela Merkel, que teria afirmado não poder conceder aumento a juízes e promotores antes de garantir aumento aos professores, reconhecendo seu papel essencial no progresso da Alemanha e da Europa. Concluiu reafirmando seu compromisso pessoal e político de sempre votar a favor dos professores e de sua valorização no Congresso Nacional.
Palavras-chave oficiais: Dia do Professor,Homenagem,Aumento salarial,Poder Judiciário,Ex-,Primeira-ministra,Alemanha,Professor,valorização,Atuação parlamentar
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O SR. JOSÉ NELTO (Bloco/UNIÃO - GO. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente em exercício, Deputado Dr. Zacharias Calil, quero prestar uma homenagem a todos os professores do Brasil, mas o faço na pessoa de uma professora que me alfabetizou. Eu não posso esquecer a Profa. Yolanda Vaz, que mora aqui em Brasília. Presto uma homenagem a todos os professores, na pessoa dessa querida professora. Quero também usar as palavras da ex-Primeira-Ministra Angela Merkel. Quando foi procurada pelos juízes, pelos promotores e pelos advogados para aumento salarial, esta foi a palavra desta mulher, Angela Merkel, ex-Primeira-Ministra da Alemanha: "Senhores profissionais, promotores e procuradores, eu não posso conceder aumento salarial para os senhores antes de conceder aumento salarial para os meus professores da Alemanha, que hoje representam uma alavanca no processo de crescimento de toda a Europa". O SR. PRESIDENTE (Dr. Zacharias Calil. Bloco/UNIÃO - GO) - Peço que conclua, Deputado. O SR. JOSÉ NELTO (Bloco/UNIÃO - GO) - Minha homenagem, Sr. Presidente, a todos os professores do Brasil! E a minha professora me pediu, no meu primeiro mandato: "Deputado, quando você for votar lá no Congresso Nacional brasileiro, não vote contra os professores". Eu estou assumindo este compromisso de continuar apoiando os professores do nosso País. Sr. Presidente, solicito que o meu pronunciamento conste do programa A Voz do Brasil. - 14/10/2025
O Deputado criticou o sistema financeiro brasileiro, apontando que cinco grandes bancos concentram 85% dos depósitos e influenciam o Parlamento, impedindo reformas e mantendo juros altos, especialmente em cheque especial e cartão de crédito. Defendeu a abertura do mercado bancário a instituições internacionais e cobrou a taxação de jogos de azar, fintechs, bebidas alcoólicas, cigarros e armamentos, criticando a redução da alíquota das bets de 18% para 12,5%. Por fim, afirmou que a prioridade do País deve ser apoiar o setor produtivo, não o lucro de bancos e jogatinas que prejudicam famílias e trabalhadores.
Palavras-chave oficiais: Banco,Cheque especial,Cartão de crédito,Juros,Congresso Nacional,Lobby,Concorrência internacional,Abertura comercial,Defesa,Sistema financeiro,Sistema bancário Jogo de azar,Fintech,Bebida alcoólica,Cigarro,Arma,Taxa,Defesa
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O SR. JOSÉ NELTO (Bloco/UNIÃO - GO. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, peço a V.Exa. que acrescente os 3 minutos do meu tempo de inscrição. O SR. PRESIDENTE (Hugo Motta. Bloco/REPUBLICANOS - PB) - Peço para que seja adicionado ao tempo da Liderança do Deputado José Nelto o seu tempo de inscrição, por favor. O SR. JOSÉ NELTO (Bloco/UNIÃO - GO) - Muito obrigado, Sr. Presidente Hugo Motta. Srs. Parlamentares, imprensa nacional, o assunto de que nós vamos falar aqui já foi diversas vezes abordado por vários Líderes e outros Deputados. Trata-se da crise econômica, trata-se da reforma bancária, trata-se da reforma tributária, e nada acontece neste Parlamento. A vida do povo não tem melhorado. Essa é a realidade. A carga tributária tem aumentado. Srs. Parlamentares, a primeira reforma que o Brasil tem que fazer é a reforma do sistema financeiro brasileiro. Hoje, aproximadamente cinco instituições financeiras não vou falar aqui o nome dos bancos, mas todos sabem muito bem quais são detêm 85% dos depósitos. Por que o Brasil não abre espaço para o mercado internacional, para que bancos americanos, bancos europeus e bancos asiáticos venham para o País? O cartel de cinco bancos no Brasil compra tudo, compra todos. E fica por isso mesmo! Aqui não passa uma reforma do sistema financeiro. E não passa por quê? Chegam com dinheiro e compram Parlamentares, compram Senadores da República. Assim, os cinco bancos continuam dando as cartas, aumentando as taxas de juros. As nossas taxas são as maiores do planeta. Os juros do cheque especial, que já está acabando, e os juros do cartão de crédito chegam a 400%. Isso é uma vergonha! Sabem por que não temos reformas? Porque esse mercado abastece os corruptos do Brasil, os corruptos de todos os governos. Ninguém fala disso. Deputada Julia Zanatta, quero dizer a V.Exa. que hoje o Brasil paga a maior taxa trabalhista. O trabalhador do sistema bancário trabalha 6 horas e recebe por 8 horas. Isso não está correto! Por isso, vários bancos já foram embora do Brasil. Quando ocorre uma pendência judicial nos Estados Unidos, em 2 anos ela está resolvida. Aqui no Brasil, são necessários 18 anos para resolvê-la. Tudo isso tem envolvimento do sistema financeiro com o Poder Judiciário; tem envolvimento com as leis trabalhistas, que são draconianas. Nessas leis, a cada dia que passa, ninguém tem coragem de mexer. Esses cinco bancos pagam a conta para cobrar juros altos, para cobrar cartão de crédito. É uma vergonha o que acontece no Brasil. Isso ocorre em todos os governos. Ocorreu nos Governos Temer, Sarney, Fernando Henrique Cardoso, Fernando Collor de Mello, Lula, Dilma, Bolsonaro. Muda o Parlamento, mas não muda o esquema financeiro, que é mantido por esses bancos para que não se aceitem as reformas trabalhistas, as reformas do Judiciário. O Judiciário brasileiro é atrasado. Uma ação contra um devedor leva anos e não é resolvida. Esse é o Custo Brasil. É o custo mais alto. Nós temos os juros mais altos porque todo esse esquema é patrocinado por cinco bancos. É melhor dar dinheiro para Deputado, dar dinheiro para Senador, dar dinheiro para a equipe econômica dos governos e cobrar juros altos do povo. É assim que eles fazem. Eu já estou há 7 anos nesta Casa, e nunca ouvi falar em reforma do sistema financeiro. Na hora em que falarem, vão chegar aqui o Itaú, o Bradesco, o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal, e nada será feito contra esses bancos. É por isso que o Brasil não anda. É por isso que a nossa economia está sendo corroída. O empresariado está quebrando. Empresas estão fechando as portas em todo o País. Ninguém consegue pagar esses juros de judeus nada contra os judeus, pelo amor de Deus, mas essa é uma expressão usada aqui no Brasil. Vamos fazer reforma. O Governo quer reforma, eu quero reforma. E qual é a reforma que nós queremos? Quem deve pagar mais imposto no Brasil hoje? Os bancos, as fintechs, que são usadas pelo crime organizado para lavar dinheiro. As fintechs são usadas pelo crime organizado, inclusive pelo PCC, para lavar dinheiro no Brasil. E digo mais: por que o Governo não manda para esta Casa uma proposta de aumento da taxação de toda essa jogatina? Se dependesse da minha vontade, não teríamos loteria esportiva, não teríamos jogo do tigrinho, não teríamos jogo nenhum no Brasil. Sabem quem ganha com essa jogatina no Brasil? É só a banca, são só os banqueiros. O povo pobre brasileiro tira dinheiro da cesta básica, do supermercado, para jogar nas bets, para jogar no tigrinho, para jogar na loteria. O povo brasileiro tira dinheiro do dízimo, principalmente nas igrejas evangélicas. O dízimo, segundo me disse um pastor que é meu amigo, caiu 50%, porque o cidadão acha que, se jogar nessas bets, nessa corrupção, nessa jogatina brasileira, vai ganhar dinheiro e vai ter prosperidade na vida. Prosperidade na vida vem através do trabalho, do suor; não da jogatina. O Governo deveria mandar para esta Casa uma proposta de taxação de toda esta jogatina: jogos de azar, loteria esportiva, bets. Também deveria taxar as fintechs, os banqueiros brasileiros. É isso que nós queremos. Estava em 18% a taxação das bets. No relatório, baixaram para 12,5%. É claro que houve negociata, que houve acordo para proteger os comandantes, os barões das bets brasileiras. Jamais deveriam ter baixado a alíquota de 18% para 12,5% no relatório. Vamos deixar de hipocrisia! Mandem para esta Casa uma PEC ou uma medida provisória taxando também bebidas alcoólicas, armamentos, cigarros. Assim o Governo não precisa taxar a pecuária, a agricultura, não precisa taxar o setor imobiliário. Vamos taxar, cobrar impostos, sim, de quem hoje não trabalha, de quem vive do jogo. Quem trabalha e luta merece ser respeitado e preservado no Brasil, para gerar riqueza para o nosso povo. O Brasil tem que escolher: ou cobra imposto das jogatinas, das fintechs, dos banqueiros, do armamento, do cigarro, da bebida alcoólica; ou fica na contramão, querendo cobrar juros de quem produz riqueza. Sr. Presidente, peço que este pronunciamento conste nas redes sociais deste Parlamento e no programa A Voz do Brasil. Ou o Brasil fica do lado do setor produtivo brasileiro; ou o Brasil fica do lado da jogatina, daqueles que trazem maldição e desespero para as famílias brasileiras. Muito obrigado. - 14/10/2025
O Deputado homenageou o empresário Felipe Barroso, presente na sessão com sua família, destacando sua trajetória no setor de academias e em negócios empresariais e sua atuação em prol do anel viário de Anápolis (GO), com a entrega de um abaixo-assinado da população e do setor empresarial em apoio à obra. Ainda, assinalou os prejuízos causados à mobilidade urbana em razão de acidentes na rodovia e relatou que a obra beneficiará diversos Municípios, como Goianápolis (GO), Senador Canedo (GO), Goiânia (GO), Aparecida de Goiânia (GO) e Hidrolândia (GO). Por fim, enfatizou a importância do envolvimento de lideranças como Felipe Barroso e incentivou sua eventual candidatura a cargo eletivo, ressaltando suas qualidades como empreendedor e cidadão comprometido com o Estado de Goiás.
Palavras-chave oficiais: Empresário,Academia de ginástica,entrega,Abaixo-assinado,Obra pública,Anel rodoviário,Anápolis (GO),Goianápolis (GO),Senador Canedo (GO),Goiânia (GO),Aparecida de Goiânia (GO),Hidrolândia (GO),Candidato a cargo eletivo
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O SR. JOSÉ NELTO (Bloco/UNIÃO - GO. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente Charles Fernandes, eu tenho a honra de receber na Câmara dos Deputados este jovem empresário, que eu praticamente vi nascer: o Felipe, que está aqui com a filha Sofia, a esposa, Patrícia, e o filho Henrique. Esse empresário começou no ramo de academias e vem crescendo, com os seus negócios, no segmento empresarial. Ele travou uma grande luta, no nosso Estado de Goiás, pelo anel viário de Anápolis, que passa por Goianápolis, Senador Canedo, Goiânia, Aparecida de Goiânia e Hidrolândia. O povo goiano tem sofrido muito, pois, quando ocorre um acidente na rodovia entre Anápolis, Goiânia e Aparecida de Goiânia, a mobilidade fica praticamente travada. Esse empresário me entregou um abaixo-assinado com os nomes de vários moradores e de representantes de setores da classe empresarial que pedem o anel viário. Felipe, nós ouvimos a sua reivindicação e vamos lutar por ela. Você é um jovem talentoso e trabalhador, que tem feito muito por Goiás. Sr. Presidente, o Felipe é um empresário de talento, que gera muitos empregos no nosso Estado de Goiás. Eu quero fazer um convite a ele. Não sei se ele aceitará, mas quero convidá-lo a entrar para a política, seja como candidato a Deputado Estadual, seja como candidato a Deputado Federal, porque ele é um homem que tem talento, honra e credibilidade. Sr. Presidente, peço que conste no programa A Voz do Brasil e nas redes sociais este meu pronunciamento, no qual enalteço a luta do empresário Felipe pelo anel viário de Goiânia e Aparecida de Goiânia. Muito obrigado. - 08/10/2025
O Deputado defendeu a duplicação da BR-020, destacando sua importância para o escoamento da produção agrícola do oeste baiano até o Porto de Santos (SP). Relatou reuniões com a Secretária Nacional de Transporte Rodoviário, Viviane Esse, com o Presidente da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Guilherme Theo Sampaio, e com o Ministro dos Transportes, Renan Filho. Ao final, sustentou que a obra seja viabilizada por meio de concessão à iniciativa privada e pediu apoio das bancadas de Goiás, Bahia, Piauí e Ceará para a execução do projeto.
Palavras-chave oficiais: duplicação,Rodovia federal,escoamento,Produção agrícola,Bahia,Porto de Santos,Deputado federal,Atuação parlamentar,Reunião,Secretária Nacional,Transporte rodoviário,Presidente,Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT),Ministro de Estado,Ministério dos Transportes,Bancada estadual,Goiás,Piauí,Ceará
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O SR. JOSÉ NELTO (Bloco/UNIÃO - GO. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu estou tratando da duplicação de uma BR que vai atender ao seu Estado, a Bahia. Já conversei com o Senador Otto Alencar Filho, com o Senador Jaques Wagner e também com o próximo Senador Rui Costa. Trata-se da duplicação da BR-020, que sai de Brasília; de Formosa, ela vai para a cidade de Posse, no nosso Estado de Goiás; e para a cidade de Luís Eduardo Magalhães. Essa rodovia precisa ser privatizada, levada a leilão, porque o Governo não tem dinheiro para duplicá-la. Nós estamos pedindo o apoio de toda a bancada da Bahia. Sabe por quê, Deputado? Toda a safra e a riqueza do oeste baiano é transportada pela BR-020, passa por Brasília e vai para o Porto de Santos. Quero pedir o apoio também de toda a bancada federal da Bahia para essa importante duplicação, porque a BR-020 vai do Piauí até o Estado do Ceará. Então, vamos lutar Goiás, Bahia, Piauí e Ceará pela duplicação da BR-020. Ontem, eu estive com a Secretária Nacional de Transporte Rodoviário, a Sra. Viviane Esse. E já está acontecendo a modelagem. Peço que conste no programa A Voz do Brasil... (Desligamento do microfone.) O SR. PRESIDENTE (Charles Fernandes. Bloco/PSD - BA) - Peço que conclua, Deputado. O SR. JOSÉ NELTO (Bloco/UNIÃO - GO) - Presidente, ontem eu estive com a Secretária Nacional de Transporte Rodoviário, a Sra. Viviane Esse. Já conversei com o Presidente da ANTT e também com o Ministro Renan Filho. E queremos uma grande reunião entre o Ministro, o Estado de Goiás, da Bahia, do Piauí e do Ceará. Todos juntos pela duplicação da BR-020! - 30/09/2025
O Deputado criticou decisão judicial que concedeu liberdade a um homem acusado de agredir uma mulher dentro de um elevador, classificando a Justiça brasileira como leniente. Atribuiu a situação à falta de rigor do Congresso Nacional na atualização das leis e defendeu a necessidade de rever a Constituição de 1988. Por fim, defendeu a criação da pena de prisão perpétua para determinados crimes, especialmente os relacionados à violência e ao crime organizado.
Palavras-chave oficiais: Crítica,Decisão judicial,Liberdade condicional,Agressor,Violência contra a mulher,Mulher,Elevador,Revisão constitucional,Pena,Prisão perpétua,Crime organizado,Impunidade,Organização criminosa
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O SR. JOSÉ NELTO (Bloco/UNIÃO - GO. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, olhe esta manchete: Justiça solta homem que espancou mulher com socos dentro de elevador. A Justiça brasileira virou uma mãe. É uma vergonha isso a que estamos assistindo! Tudo isso é culpa do Parlamento brasileiro, do Congresso Nacional, que não endurece as leis. Nós temos que repensar o que está acontecendo no Brasil. Ninguém mais respeita a Justiça brasileira. E, mais ainda, os crimes estão aumentando, sobretudo aqueles praticados pelo crime organizado. O Brasil tem que repensar a Constituição de 1988. Nós temos que votar a possibilidade de prisão perpétua no nosso País. Há vários crimes que nós temos que classificar como crimes puníveis com prisão perpétua nesta Nação. Temos que ter coragem para isso, e eu estou pronto para votar, Sr. Presidente. - 30/09/2025
O Deputado comentou os desgastes recentes da Câmara com a PEC da blindagem (Proposta de Emenda à Constituição nº 3, de 2021) e sugeriu que a responsabilidade sobre os debates da anistia (Projeto de Lei nº 2.162, de 2023) e do projeto de lei da dosimetria seja transferida ao Senado, uma vez que essa Casa mantém diálogo mais próximo com o Supremo Tribunal Federal. Por fim, defendeu que a Câmara priorizasse a votação do Projeto de Lei nº 1.087, de 2025, assegurando maior tributação para quem tem maior capacidade econômica, como forma de estimular o crescimento do País.
Palavras-chave oficiais: Crise institucional,Câmara dos Deputados,Supremo Tribunal Federal (STF),Proposta de Emenda à Constituição,blindagem,Prerrogativa constitucional,Projeto de lei ordinária,anistia,Dosimetria da pena,Senado Federal priorização,Projeto de lei ordinária,Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (IRPF),Isenção tributária,Câmara dos Deputados
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O SR. JOSÉ NELTO (Bloco/UNIÃO - GO. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, nesse tema de anistia, a Câmara já se desgastou agora com a PEC da blindagem. Eu estou propondo para os Srs. Parlamentares: vamos entregar para o Senado cuidar da questão da anistia, até porque o Senado conversa com o Supremo Tribunal Federal. É o Senado que indica os Ministros do Supremo. Também a questão do PL da Dosimetria vamos entregar para o Senado. Depois que o Senado votar, manda a matéria para a Câmara dos Deputados, até porque nós sofremos um desgaste do tamanho do Brasil. Esta Casa aprova aqui uma PEC, e o Senado rejeita essa PEC. E rejeitou com razão. O Senado está correto. A Câmara errou. Então, quanto ao PL da Dosimetria... (Desligamento do microfone.) O SR. PRESIDENTE (Charles Fernandes. Bloco/PSD - BA) - Obrigado, Deputado. Peço que conclua, Deputado. O SR. JOSÉ NELTO (Bloco/UNIÃO - GO) - Deputado Eli Borges, eu lhe peço paciência. Eu só digo o seguinte: entreguem para o Senado. Deixem lá o Davi Alcolumbre os Senadores votar; o que for votado vem para esta Casa, e a Câmara dos Deputados vai aceitar ou não. A minha posição é bem clara: vamos primeiro votar o imposto de renda. Vamos fazer este Brasil crescer e fazer quem tem dinheiro pagar mais imposto. - 30/09/2025
O Deputado saudou a presença, na Câmara dos Deputados, do Vereador de Goiânia (GO), Dr. Gustavo Gomide, médico cardiologista e Presidente da Comissão de Saúde e Assistência Social. Ressaltou sua trajetória política promissora e sua atuação na área da saúde, onde já salvou milhares de vidas. Ademais, informou que participarão de audiência com o Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, para cobrar recursos para as famílias mais vulneráveis que dependem do Sistema Único de Saúde (SUS) em Goiânia (GO).
Palavras-chave oficiais: Vereador,Goiânia (GO),Médico cardiologista,Saúde,Reunião,Ministro de Estado da Saúde,Recursos públicos,Sistema Único de Saúde (SUS),Deputado federal,Atuação parlamentar,Câmara dos Deputados
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O SR. JOSÉ NELTO (Bloco/UNIÃO - GO. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente Hugo Motta, estou recebendo neste Parlamento o Vereador de Goiânia Dr. Gustavo Gomides, que é médico e filho do meu chefe de gabinete há mais de 35 anos, Dr. Benedito. O Vereador Dr. Gustavo é um jovem promissor na política, um grande cardiologista, homem que já salvou milhares e milhares de vidas em Goiânia. Gostaria que pudesse constar nos meios de comunicação desta Casa e no programa A Voz do Brasil a presença aqui do Vereador Gustavo Gomides, que vem buscar recursos justamente para a saúde de Goiânia. Vereador, leve o nosso apoio! Amanhã, nós teremos uma audiência com o Ministro da Saúde Padilha e cobraremos recursos para atender as famílias mais vulneráveis, o cidadão que precisa do SUS na nossa capital Goiânia. Parabéns pelo seu trabalho! O Vereador Dr. Gustavo é Presidente da Comissão de Saúde e Assistência Social da Câmara Municipal de Goiânia. Leve o nosso abraço a todos os Vereadores de Goiânia. - 30/09/2025Breves Comunicações
O Deputado alertou para o aumento do crime organizado, afirmando sua influência sobre setores do Estado e da sociedade. Atribuiu a responsabilidade ao Congresso Nacional, à Presidência da República, a ex-Presidentes e ao Poder Judiciário. Citou como exemplo as mortes de 22 pessoas no Estado de São Paulo devido ao consumo de bebida alcoólica falsificada. Defendeu uma reação firme contra os criminosos, envolvendo todos os Poderes, inclusive o Judiciário, o Ministério Público, as Polícias, os Estados e os Governadores. Criticou a influência da ideologia nos debates sobre segurança pública e pediu união entre Governadores e o Presidente Lula para enfrentar o problema. Ao final, cobrou endurecimento da legislação penal.
Palavras-chave oficiais: Crime organizado,Poder público,Congresso Nacional,Presidente da República,Poder Judiciário,Ex-presidente da República,Falecimento,Vítima,falsificação,Bebida alcoólica,Envenenamento,Ideologia,Política de segurança pública,Governador,Diálogo político,Aumento da pena,Criminoso,Legislação penal
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O SR. JOSÉ NELTO (Bloco/UNIÃO - GO. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente Deputado Hugo Motta, Sras. e Srs. Deputados, imprensa nacional, o Brasil está doente, o Brasil está apodrecendo. O crime organizado está no Estado. O crime organizado manda hoje em vários setores da sociedade. Lamentável! E tudo isso é culpa deste Parlamento, do Congresso Nacional, é culpa da Presidência da República, é culpa dos ex-Presidentes da República, e é culpa também do Poder Judiciário. Chegou o momento de dizer chega! A última agora é bebida alcoólica falsificada. Em São Paulo, nós tivemos, só até agora, a morte de 22 pessoas! Vinte e duas pessoas perderam a vida! Não há mais temor pela vida. As leis não são mais respeitadas. Qual é a saída? Nós temos que dar um recado muito forte para os fora da lei, para os criminosos. E essa reação não pode ser só do Parlamento, ela tem que ser de todos os Poderes, do Judiciário, do Ministério Público, que está se acovardando, e das Polícias, dos Estados, dos Governadores. Chegou a hora de acabar com essa questão ideológica quando se fala em segurança pública. É preciso que haja um entendimento dos Governadores com a Presidência da República que não coloque a ideologia à frente de um processo tão sério como esse que estamos atravessando. Vejo que a sociedade está doente. Ninguém mais respeita as leis neste País. É preciso endurecer as leis penais! É preciso mostrar autoridade! E preciso mostrar que o Estado é forte, e não as organizações criminosas. Reação urgente! Não podemos mais esperar. O País cobra deste Parlamento e de todas as instâncias governamentais uma solução. Sr. Presidente, peço que o meu pronunciamento seja divulgado no programa A Voz do Brasil. - 30/09/2025
O Deputado defendeu a votação imediata do Projeto de Lei nº 1.087, de 2025, que altera a legislação do imposto sobre a renda para instituir a redução do imposto devido nas bases de cálculo mensal e anual e a tributação mínima para as pessoas físicas que auferem altas rendas do Imposto de Renda. Ressaltou que a ampliação da faixa de isenção de R$ 2.500 para R$ 5.000 beneficiará 20 milhões de trabalhadores e injetará mais recursos no mercado, fortalecendo a economia nacional. Ao final, sustentou a prioridade da proposição sobre qualquer outra matéria.
Palavras-chave oficiais: Pauta (processo legislativo),Votação,Projeto de lei ordinária,Isenção tributária,Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (IRPF),Economia,prioridade
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O SR. JOSÉ NELTO (Bloco/UNIÃO - GO. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, muito obrigado. Amanhã esperamos votar o PL do Imposto de Renda. Há 7 anos o Imposto de Renda não é corrigido no Brasil. E a isenção de 2.500 reais para 5 mil reais irá atender 20 milhões de trabalhadores. Haverá mais dinheiro no mercado. Esse PL irá fomentar o mercado brasileiro. Isso é o que nós queremos. Não podemos ser reféns de nenhuma outra matéria neste Parlamento para votar o Imposto de Renda. Imposto de Renda já! Outras matérias, do meu ponto de vista, não têm prioridade nesta Casa! Por isso, faço um apelo para que a Mesa Diretora coloque em votação o Imposto de Renda. - 02/09/2025
O Deputado comunicou, com pesar, o falecimento do ex-Prefeito de Formosa (GO), Jair de Paiva. Recordou sua trajetória como homem trabalhador, dedicado à família e à construção de uma história reconhecida no município. Ao final, manifestou votos de conforto divino aos familiares enlutados.
Palavras-chave oficiais: Homenagem póstuma,Ex-prefeito,Formosa (GO),Pêsames
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O SR. JOSÉ NELTO (Bloco/UNIÃO - GO. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu quero comunicar a esta Casa, com muita tristeza, o falecimento do ex-Prefeito da nossa cidade de Formosa, o Sr. Jair de Paiva. Ele tinha uma família conceituada, foi um homem trabalhador, que lutou muito na vida para construir uma família e uma história na cidade de Formosa. Então, é com muita tristeza que eu comunico o falecimento do ex-Prefeito de Formosa, o Sr. Jair de Paiva. Espero que a família enlutada possa ser confortada por Deus. Presidente, peço a V.Exa. que seja divulgado o meu pronunciamento no programa A Voz do Brasil. Muito obrigado. - 02/09/2025
O Deputado alertou para o avanço do crime organizado no Brasil, criticando a omissão do Congresso Nacional e do Governo Federal. Ademais, destacou os dados da Polícia Federal e de estudo da Universidade de Cambridge que apontam 60 milhões de brasileiros vivendo sob tutela direta ou indireta de facções criminosas. Além disso, defendeu classificar o narcotráfico como terrorismo. Adicionalmente, denunciou que facções já controlam setores econômicos, como fintechs, imobiliárias e distribuidoras de combustíveis, além de influenciarem campanhas eleitorais. Rejeitou ainda a Proposta de Emenda à Constituição nº 3, de 2021, conhecida como “PEC da blindagem”, que dispõe sobre as prerrogativas parlamentares, chamando-a de proteção a corruptos e mafiosos. Ao final, defendeu penitenciárias de segurança máxima, a autonomia dos Estados no acesso ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF) e o fortalecimento do Poder Público para enfrentar o narcotráfico e preservar a soberania nacional.
Palavras-chave oficiais: Crime organizado,Congresso Nacional,Atuação parlamentar,Governo federal,Tráfico de droga,Terrorismo,Polícia Federal (PF),Organização criminosa,Estudo,Universidade estrangeira,Economia,Eleições,Presídio,Política de segurança pública,autonomia,Estado (ente federado),Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF),Poder público,Soberania nacional Proposta de Emenda à Constituição,Prerrogativa constitucional,Parlamentar,Corrupção
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O SR. JOSÉ NELTO (Bloco/UNIÃO - GO. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente Lula da Fonte, peço a V.Exa. que incorpore ao tempo da Liderança o tempo das Breves Comunicações a que faço jus por estar inscrito. Sr. Presidente, eu faço, nesta tarde, talvez um dos pronunciamentos mais duros que já fiz, para chamar a atenção do Brasil para o crime organizado. É inadmissível, diante da última operação da Polícia Federal, juntamente com o Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas Gaeco e o Ministério Público do Estado de São Paulo, este Parlamento brasileiro, o Congresso Nacional brasileiro não reagir. É lamentável que o Congresso Nacional continue adormecido. O que está acontecendo no País é muito grave. Vou passar agora alguns dados para o povo brasileiro, da tribuna desta Câmara Federal. Eu ocupo aqui esta tribuna para fazer um alerta. E esse alerta é grave, para não dizer gravíssimo, e necessário ao Brasil. Trago neste pronunciamento não apenas a voz do Parlamento. Eu trago, Srs. Deputados e Sras. Deputadas, a voz das ruas brasileiras, que exigem uma ação real no combate ao crime organizado. É o clamor de milhões de pessoas sequestradas por uma tragédia silenciosa: a expansão territorial. Não é a expansão do Brasil invadindo o Uruguai, invadindo a Bolívia. É a expansão do crime organizado, tomando territórios em todo o Brasil. É a expansão econômica e institucional do narcotráfico no nosso País. Sr. Presidente, recente estudo da Universidade de Cambridge revelou um dado alarmante. Eu não tinha conhecimento dele, tomei conhecimento ontem. Por isso, hoje eu tenho dados concretos para apresentar na tribuna do Parlamento brasileiro. Pasmem, Deputados! Deputado Hildo, sabe quantos brasileiros estão sob a tutela direta e indireta do crime organizado? São 60 milhões de brasileiros. Quase um terço dos brasileiros está sob a tutela direta e indireta das facções criminosas. Não temos apenas PCC, Comando Vermelho, Família do Norte, nós temos de 64 a setenta facções. Cada dia que passa, aumentam as facções nas barbas do Governo Federal, nas barbas dos Governos Estaduais e, o que é mais grave, nas barbas do Congresso Nacional. E não há reação. Sr. Presidente, nós estamos falando de pessoas que vivem em comunidades dominadas por comandos paralelos, onde o Estado já foi mandado para fora. Meteram o pé na bunda do Estado. A palavra é essa. "Aqui o Estado sou eu". O crime impôs a sua própria ordem. O crime tem as suas leis e faz justiça muito mais rápido do que a Justiça brasileira. Diante desse cenário, faço um apelo público ao Ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, e ao Presidente da República: é preciso enfrentar o narcotráfico com a maior seriedade possível de quem reconhece a verdade. O crime organizado no Brasil é terrorismo. Então, Srs. Deputados, nós temos que votar aquela PEC que chegou aqui e classificar o crime organizado como terrorismo, porque temos que pensar no futuro das nossas famílias, dos nossos filhos, dos nossos netos, dos nossos vizinhos. Não se trata mais de quadrilhas isoladas, mas de um sistema mafioso que já se infiltrou em setores da economia, como as fintechs. É uma vergonha o que está acontecendo, as fintechs sendo dominadas pelo crime organizado, imobiliárias sendo dominadas pelo crime organizado, bem como distribuidoras de combustíveis, como ocorreu em São Paulo. Lá no meu Estado de Goiás, dezenove postos de gasolina estão envolvidos. O crime organizado também está infiltrado nas campanhas eleitorais. Se votarmos a PEC da blindagem... Eu não vou votar. Estou aqui criticando: a PEC da blindagem é para os corruptos, para os fora da lei. "Não" à PEC da blindagem! Deputados, se for aprovada a PEC da blindagem, nós não voltaremos para cá. O crime organizado vai comprar toda a eleição e tirar os Deputados que têm ideologia, que trabalham com honestidade. Aí o crime organizado vem para cá essa é a realidade , porque sabe que aqui vai ter guarida, que haverá aqui um cobertor para cobrir os corruptos. Por isso, "não" à PEC da blindagem. Essa é a PEC dos corruptos, é a PEC dos mafiosos, e esta Casa não vai aprová-la com meu voto e com os votos de V.Exas. Sr. Presidente, o que é mais grave: o crime organizado já toma conta do transporte público em São Paulo e em outras cidades do Brasil. O crime organizado está nos escritórios, nos contratos, nos lobbies. Agora o crime organizado chegou à Faria Lima, está nos grandes escritórios de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte. Isso é grave! Cadê a reação do Congresso Nacional? É lamentável que vivemos e temos visto por parte do Governo Federal uma omissão. O Governo Federal tem que reagir. O Presidente da República tem que dizer em cadeia nacional: "Eu estou mandando para o Congresso Nacional uma PEC considerando como terrorismo o narcotráfico e o crime organizado no Brasil". Aí, sim, nós estaremos votando uma matéria que é o desejo do povo brasileiro. O que nós estamos vendo é uma complacência. O Governo não pode deslocar o debate para narrativas políticas. Chega! A segurança pública não tem ideologia. Não há ideologia de direita ou de esquerda. O Estado é o Estado. O Estado não pode sofrer arranhões e não pode ser enfraquecido. Pelo contrário, o Estado tem que ser forte para defender a sociedade quando o que está em jogo é a soberania nacional. Nós aqui não aceitamos Trump botar as mãos no Brasil, não aceitamos chineses, não aceitamos japoneses, porque a soberania nacional também está em jogo. Quero dizer aos senhores: trata-se da segurança do povo brasileiro. Sr. Presidente, é inaceitável que Estados da Federação não tenham acesso direto aos dados do Conselho de Controle de Atividades Financeiras Coaf. Nós temos que descentralizar, entregar para os Estados o direito de ter acesso rápido ao Coaf. E aí, sim, os Estados ajudarão o Governo Federal no combate ao crime organizado. Esse é o principal instrumento de rastreio de operações financeiras suspeitas e de lavagem de dinheiro. Os Governadores são obrigados a percorrer um labirinto burocrático. O Brasil é o país da burocracia quando se trata de ter acesso a dados que poderiam salvar vidas e desarticular redes criminosas com mais celeridade. Sr. Presidente, é urgente que esta Casa discuta e aprove uma proposta que garanta autonomia operacional dos Estados no acesso ao Coaf. Repito: no acesso ao Coaf. Essa não é apenas uma demanda administrativa, é uma medida de sobrevivência institucional. O crime avança com tecnologia, agilidade e articulação internacional. Nós temos que desarticular também as organizações internacionais. Os Estados brasileiros não podem continuar de joelhos, pedindo autorização para agir. Por isso, eu defendo o reconhecimento legal do narcotráfico como crime equiparado ao terrorismo, nos termos da Constituição e das convenções internacionais das quais o Brasil é signatário. Defendo também a criação de penitenciárias de segurança máxima específicas para lideranças dessa turma de quadrilha, de quadrilheiros lá da Faria Lima. Esse povo precisa ser colocado no seu devido lugar: atrás das jaulas. O SR. PRESIDENTE (Lula da Fonte. Bloco/PP - PE) - Peço que conclua, Deputado Zé. O SR. JOSÉ NELTO (Bloco/UNIÃO - GO) - Sr. Presidente, e os 3 minutos? Eu pedi para incorporar mais tempo. O SR. PRESIDENTE (Lula da Fonte. Bloco/PP - PE) - Mas foi incorporado, Deputado José Nelto. O SR. JOSÉ NELTO (Bloco/UNIÃO - GO) - Não, não foi, Sr. Presidente. Peço mais 1 minuto, então, por favor. O SR. PRESIDENTE (Lula da Fonte. Bloco/PP - PE) - Concedo 30 segundos para V.Exa. concluir. O SR. JOSÉ NELTO (Bloco/UNIÃO - GO) - Mais 1 minuto, Sr. Presidente. O SR. PRESIDENTE (Lula da Fonte. Bloco/PP - PE) - V.Exa. já teve 10 minutos do tempo de Liderança do partido e mais 3 minutos: 13 minutos. O SR. JOSÉ NELTO (Bloco/UNIÃO - GO) - Mais 1 minuto, e eu termino. O SR. PRESIDENTE (Lula da Fonte. Bloco/PP - PE) - Por favor, Deputado Zé. O SR. JOSÉ NELTO (Bloco/UNIÃO - GO) - Sr. Presidente, então, por gentileza, reponha o tempo. Muito obrigado. Defendo ainda a aprovação de um marco legal que permita o acesso direto com garantias legais e supervisão judicial aos dados do Coaf pelos órgãos de segurança pública dos Estados. Sr. Presidente, eu posso dizer que, no nosso Estado de Goiás, sob a liderança do Governador Ronaldo Caiado, nenhum centímetro do território estadual é controlado por facção criminosa, nenhuma rua, nenhuma comunidade, nenhuma penitenciária... (Desligamento do microfone.)
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2020 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.