
Nome civil: José Nelto Lagares das Mercez · 66 anos
Bananômetro
77/100
Trabalha bem, com espaço para melhorar.
Nota maior que a de 53% dos deputados · média do partido: 74
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 88%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 59%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 81%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 93%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 83%das 532 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 94%das 457 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
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Este é o canal oficial para você cobrar seu representante.
- dep.josenelto@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5703
- Gabinete
- Gabinete 703, Anexo IV, 7º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
88%
Esteve em 345 de 391 sessões
Votou nas votações
59%
Registrou voto em 665 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 66 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
83%
Em 532 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
721 discursos na tribuna e 40 entregues por escrito (não contam no Bananômetro) · de 05/02/2019 a 07/07/2026.
- 07/07/2026
O Deputado registrou a ação do Governador Daniel Vilela, que assinaria protocolo de intenções para a compra de um hospital em conclusão, com obras de 500 milhões de reais, a fim de substituir o antigo Hugo e entregar a Goiás, no ano seguinte, uma unidade nova e referência em saúde. Além disso, relatou audiência com o Governador e com o Ministro Bruno Moretti, do Planejamento, voltada à busca de financiamento junto ao BNDES para o Estado de Goiás.
Palavras-chave oficiais: Governador,Goiás,atuação,Elogio
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O SR. JOSÉ NELTO (Bloco/UNIÃO - GO. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Evair, eu quero registrar aqui na Câmara dos Deputados a ação do nosso Governador do Estado de Goiás, o Daniel Vilela. Amanhã, ele irá assinar um protocolo de intenções para a compra de um hospital, que já está sendo concluído, com obras no valor de 500 milhões de reais. Esse hospital vai permitir que o atual Hugo, um hospital já antigo, um hospital que não atende mais a população de Goiânia e do Estado de Goiás... O Governador Daniel Vilela toma a atitude política de mudar o hospital e entregar para Goiás, no ano que vem, um hospital novo, que será referência na saúde do nosso Estado e do Brasil. Também estivemos numa audiência com o Governador Daniel Vilela e com o Ministro Bruno Moretti, do Planejamento, que também está contribuindo para que o Estado de Goiás possa buscar financiamento junto ao BNDES. Peço que meu discurso conste no programa A Voz do Brasil e em todas as redes sociais da Câmara. - 07/07/2026
O Deputado condenou os crimes de feminicídio e estupro no Brasil, classificando-os como uma epidemia que assola o País, e destacou a gravidade dos casos em que as vítimas são crianças e os agressores são familiares próximos. Denunciou também a existência de autoridades com mandato que seriam pedófilas, defendendo que o silêncio diante dessa realidade é inaceitável. Como solução, propugnou pelo endurecimento das leis penais e declarou apoiar, sem ressalvas, a castração química como punição para pedófilos, estupradores e autores de feminicídio, afirmando não se identificar com extremismos políticos de Direita ou Esquerda, mas sim com a necessidade de o Brasil tomar uma atitude firme contra esses crimes.
Palavras-chave oficiais: Feminicídio,Estupro,Violência contra a mulher,Autoridade,Pedofilia,Aumento da pena,Castração química,Direita política,Esquerda política
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O SR. JOSÉ NELTO (Bloco/UNIÃO - GO. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sra. Presidente, esse crime de feminicídio é terrível. É uma epidemia que pegou no Brasil. Outro crime que está mexendo com o Brasil, um crime terrível, horrível, é o estupro. Imagine, Sra. Presidente, um cidadão estuprar uma criança e matar a criança de 1 ano. Muitas das vezes é o próprio pai, é o avô, é o tio. O estuprador, o criminoso está dentro de casa. Temos que reagir a isso. Lamentavelmente, nós temos autoridades pedófilas neste País, autoridades com mandato que são pedófilos. Podemos aceitar? Ficar calados? Não. Temos que reagir, temos que endurecer as leis penais neste País, sem dó nem piedade. Não sou extremista. Nunca fui extremista. Não sou de direita. Não sou de esquerda. O Brasil tem que tomar uma atitude. Nesta Casa, sem dó nem piedade, eu defendo a castração química para pedófilos, para estupradores e para os que cometem feminicídio. Presidente, peço a V.Exa. que faça publicar o meu pronunciamento no programa A Voz do Brasil. - 17/06/2026
O Deputado defendeu projeto de lei que prevê a castração química para condenados por pedofilia, estupro de crianças e feminicídio, apontando esses crimes como inaceitáveis para a sociedade brasileira. Argumentou que o aumento de penas não tem sido suficiente para conter a criminalidade, e convocou o povo goiano, o povo brasileiro e o Congresso Nacional a apoiar a proposta.
Palavras-chave oficiais: Proposição legislativa,Pedofilia,Condenado,Castração química,Defesa
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O SR. JOSÉ NELTO (Bloco/UNIÃO - GO. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, há três crimes que o Brasil não tolera mais. Trata-se de três crimes, Sr. Presidente. V.Exa. vai concordar comigo e vai apoiar o meu projeto, vai assinar o meu projeto. O primeiro é estupro de criança. Isso é inadmissível, Sr. Presidente. Inaceitável! E ainda, logo em seguida, matar, tirar a vida de uma criança. Outro crime inaceitável no Brasil não adianta a gente aumentar penas, não, porque isso não muda, a criminalidade continua aumentando, os pedófilos. Imagine, Sr. Presidente, um pedófilo mexendo com a família, com uma criança de 2 anos de idade. Esse crime é inaceitável. V.Exa. concorda? Outro crime inaceitável é o feminicídio, e não param de morrer mulheres inocentes . Não param. Eu tomei uma decisão, Sr. Presidente. Quero pedir ao povo goiano, ao povo brasileiro, apoio para o nosso projeto. O cidadão que cometer um desses três crimes será levado à castração química, Sr. Presidente. Não há mais saída: castração química para o criminoso que cometeu pedofilia, estupro de crianças e feminicídio, Sr. Presidente. É inaceitável. Temos que ter a mão dura do Parlamento brasileiro e tomar as decisões. Eu estou muito consciente, eu preciso do apoio deste Congresso Nacional, mas o apoio que nós precisamos neste projeto de lei é o apoio da Nação brasileira. O projeto já está apresentado. Muito obrigado. - 17/06/2026Breves Comunicações
O Deputado defendeu a instalação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Banco Master, questionando a resistência do Presidente do Congresso Nacional, Senador Davi Alcolumbre, em determinar sua abertura. Sustentou que a investigação deve apurar a participação de Deputados, Senadores e dirigentes partidários em esquema de corrupção envolvendo o banco e prejuízos a fundos públicos de previdência. Ademais, defendeu a aprovação do Projeto de Lei nº 5.122, de 2023, já aprovado pelo Senado Federal, que dispõe sobre a liquidação, anistia, renegociação e rebate de dívidas originárias de crédito rural para agricultores, pecuaristas, piscicultores, pescadores e carcinicultores, em geral, e dá outras providências, a fim de evitar a quebra de produtores e o encarecimento dos alimentos. Por fim, apelou ao Presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, pela votação imediata da proposição.
Palavras-chave oficiais: Presidente do Congresso Nacional,Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI),Banco Master,instalação,investigação,Corrupção,Prejuízo,Previdência complementar,Fundos,Servidor público Projeto de lei ordinária,renegociação,Dívida agrária,Crédito rural,anistia,liquidação,Rebate financeiro,Política agrícola,Agricultor,Produtor rural,Presidente da Câmara dos Deputados,Pauta (processo legislativo),Votação
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O SR. JOSÉ NELTO (Bloco/UNIÃO - GO. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, muito obrigado. Também quero falar sobre a CPMI do Banco Master. Eu fico perguntando: por que o Presidente do Senado, do Congresso Nacional, Senador Davi Alcolumbre, faz uma nota dura dizendo que o dinheiro não entrou na conta dele, e quem acusou tem o ônus de apresentar a prova? E eu deixo a ressalva, Sr. Presidente: já que ele foi enfático, dizendo que aquele dinheiro, 30 milhões de dólares, não entrou na conta dele, o dinheiro não é dele, por que ele não abre a CPMI do Banco Master? É o grande questionamento. Há um ditado popular que diz: "que quem não deve, não teme". E o que fica para a sociedade? É que há neste Parlamento, neste Congresso Nacional, um grupo de Parlamentares, Deputados, colegas nossos, Presidente, envolvido na maracutaia, na roubalheira do Banco Master, Senadores da República! Agora, eu, V.Exa., quando sairmos nas ruas, alguém pensa: "Olha, aquele Deputado pegou dinheiro do Vorcaro, aquele deputado participou das festas do Vorcaro, viajou com o cartão de crédito do Vorcaro". Presidente, isto tem de ser apurado. Não dá mais para ficarmos neste jogo de empurra. O que eles querem? Ganhar tempo e chegar no período eleitoral, com o Congresso em recesso branco, e vai passando; alguém tenta salvar o Vorcaro para ele não abrir a boca. O Vorcaro tem que abrir a boca. Ou o Vorcaro abre a boca ou o Davi abre a CPMI que é o grande problema, é o grande nó. Presidente Davi Alcolumbre, abra a CPMI. V.Exa. não deve. A sua nota de ontem foi uma nota dura, de quem realmente questionou o acusador. Então, para acabar com tudo isso, abra a CPMI, e aí não haverá mais dúvida. Vamos investigar e saber quem são os corruptos, quem pegou o dinheiro. Essa grana era do Poder Público, de vários fundos de previdência de Estados, inclusive do Estado dele, do Estado do Senador Davi Alcolumbre. A grana sumiu, os servidores ficaram na mão. E aí, ninguém vai pagar nada? Vai ficar por isso mesmo? Não podemos aceitar, Sr. Presidente. Outro assunto também de fundamental importância é o projeto de lei que vai renegociar a dívida dos produtores rurais. Essa é a maior necessidade. O endividamento é muito grande no Brasil, a conta não fecha. Eu falo com muita propriedade, sabe por quê, Sr. Presidente? Eu também sou proprietário rural, também sou produtor, e sei o quanto custa produzir 1 litro de leite; eu sei o quanto custa sustentar um bezerro até ele virar boi; eu sei o quanto custa produzir 1 quilo de feijão, 1 quilo de arroz, 1 quilo de soja. Sr. Presidente, juros de 15%, de 20% quebram todos! E os preços de fertilizante, calcário, adubo estão subindo. Essa conta não fecha. E a conta apresentada pelo Governo não é verdadeira, Sr. Presidente. O Governo terá que renegociar 40 bilhões de reais em dívidas. Então, faço um apelo: vou entrar com requerimento em regime de urgência para que o Presidente Hugo Motta possa pautar essa matéria e discuti-la com seriedade. Vamos chamar o Ministro da Fazenda e discutir com ele de onde vai sair o dinheiro, porque o que não podemos é quebrar o agronegócio. Se quebrarmos o agronegócio, o preço da comida vai ficar mais caro. O preço da carne, da picanha, do arroz, do feijão pesa na mesa do consumidor, porque é ele quem paga a conta no final. Então, já encerrando, peço que conste no programa A Voz do Brasil a minha fala quanto à CPMI e também ao projeto de lei que já está nesta Casa, que já foi aprovado pelo Senado da República. Basta o Presidente Hugo Motta pautá-lo, nós discutirmos com seriedade e mostrarmos os números para a sociedade, que precisa saber que é necessária a renegociação das dívidas dos produtores rurais brasileiros. Muito obrigado. - 27/05/2026
O Deputado orientou a bancada na votação da Proposta de Emenda à Constituição nº 221, de 2019, que altera o Art. 7º da Constituição Federal, reduzindo a jornada de trabalho.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Proposta de Emenda à Constituição,União Brasil,Voto favorável
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O SR. JOSÉ NELTO (Bloco/UNIÃO - GO. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, o União Brasil indica o voto favorável a esta emenda, emenda importante para todos os trabalhadores brasileiros. Esta emenda vai permitir que o pai e a mãe de família possam ter mais 4 horas tempo que levariam para ir ao trabalho para ficar com a família, passear com a família e também dar apoio a todos os filhos. Isso é importante para o Brasil, já que países aqui da América Latina, como o Chile, conseguiram reduzir em 2 horas a jornada semanal de trabalho. Hoje, neste dia histórico, a Câmara dos Deputados aprova a PEC que põe fim à escala 6 por 1 e aprova a escala 5 por 2! É pelo Brasil, é pelos trabalhadores! Não podemos votar aqui por demagogia e apresentar escalas como queriam alguns Parlamentares como a 4 por 3, para quebrar a economia brasileira. Por isso, o voto do nosso bloco é pelo fim da escala 6 por 1. Sr. Presidente, só para complementar, digo que, a partir de hoje, esta matéria vai para o Senado da República, e a Câmara chancela 40 horas semanais para todos os trabalhadores brasileiros. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 05/05/2026Breves Comunicações
O Deputado criticou o entreguismo das terras raras brasileiras e comparou o debate atual à exploração colonial do ouro por Portugal. Ademais, afirmou que o Brasil está em disputa entre americanos e chineses e rejeitou qualquer tentativa de entrega desses minerais aos Estados Unidos. Além disso, alertou que a exportação de níquel leva consigo cobre, cobalto, platina, paládio e ferro, sem cobrança de imposto sobre esses outros minerais. Ao final, destacou sua atuação parlamentar na defesa das terras raras de Minaçu (GO) e de Nova Roma (GO).
Palavras-chave oficiais: Terras raras,Brasil,disputa,Estados Unidos,China,Política externa,Política mineral,Exportação,Níquel,Tributação,Minério,Atuação parlamentar,Deputado federal,Minaçu (GO),Nova Roma (GO)
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O SR. JOSÉ NELTO (Bloco/UNIÃO - GO. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Parlamentares e imprensa brasileira, o debate do momento chama-se "terras-raras". Este é o debate no Brasil e é o debate no planeta. Está em jogo uma queda de braço entre americanos e chineses. O Brasil é o segundo país hoje em terras-raras no planeta. Nós voltamos ao período colonial, quando Portugal saqueava o ouro das Minas Gerais, o ouro do Brasil. Daí surgiu a Inconfidência Mineira, e vieram o mártir Tiradentes e toda a história contada na escola. Agora o Brasil está nessa encruzilhada entre chineses e americanos. O Presidente Lula, parece-me, vai para os Estados Unidos, e também o Senador da República Flávio Bolsonaro. Eu quero saber quem vai lá para uma audiência com o Trump e para entregar as terras-raras para os americanos. Nós queremos deixar claro, com a nossa voz bem forte, Deputado Otoni de Paula, que somos contra o entreguismo das nossas terras-raras. Se no passado houve a entrega do ouro para os portugueses, nós brasileiros, nós Congressistas não vamos permitir que nenhuma ideologia, de direita, de extrema direita ou de esquerda, entregue o nosso minério, as terras-raras brasileiras para o Trump, para os americanos. Sras. e Srs. Parlamentares, nós fizemos um estudo sobre o níquel, um minério com o qual vem junto... (Desligamento do microfone.) O SR. JOSÉ NELTO (Bloco/UNIÃO - GO) - Sr. Presidente, eu peço mais 3 minutos, para que eu possa concluir a minha fala. O SR. PRESIDENTE (Charles Fernandes. Bloco/PSD - BA) - Concedo a V.Exa. mais 30 segundos, nobre Deputado. O SR. JOSÉ NELTO (Bloco/UNIÃO - GO) - Sr. Presidente, quando se exporta níquel para a China ou para os americanos, junto com ele, dentro dele vão o cobre, o cobalto, a platina, o paládio e o ferro também. Acontece que o Governo só cobra imposto sobre o níquel, não cobra imposto sobre esses outros minerais, Srs. Parlamentares. Então, nós vamos levantar a nossa voz daqui e dizer: o Governo americano não vai meter a mão nas terras-raras brasileiras! Sr. Presidente, daqui eu falo em nome do povo goiano. O SR. PRESIDENTE (Charles Fernandes. Bloco/PSD - BA) - Conclua, Deputado. O SR. JOSÉ NELTO (Bloco/UNIÃO - GO) - Nós temos terras-raras lá no Município de Minaçu, que eu tenho a honra de defender neste Parlamento. Eu falo em nome também do povo de Nova Roma, onde nós temos terras-raras. Eu tenho a honra de defender neste Parlamento o Município de Nova Roma. Presidente, solicito a V.Exa. que faça constar a minha fala no programa A Voz do Brasil. - 29/04/2026
O Deputado informou ter apresentado projeto de lei com objetivo de regularizar a situação de imigrantes que residem no Brasil e exercem atividades laborais. Destacou a contribuição histórica de diferentes povos estrangeiros para a formação econômica e cultural do País. Também mencionou a participação recente de imigrantes em setores como agricultura e comércio.
Palavras-chave oficiais: Proposição legislativa,Imigrante,Trabalhador,legalização
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O SR. JOSÉ NELTO (Bloco/UNIÃO - GO. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu quero comunicar a esta Casa que acabei de dar entrada a um projeto que garante a todos os estrangeiros que vieram para o Brasil trabalhar honestamente que sejam legalizados. Nós brasileiros devemos aos imigrantes bons costumes em todas as áreas os árabes que vieram para o Brasil, os italianos que vieram para o Brasil e trouxeram também as suas culturas, os japoneses, os ucranianos, enfim, todas as partes do planeta. E quem já está no Brasil há 2 anos, trabalhando honestamente, ajudando a construir uma grande pauta, como recentemente os venezuelanos, que ajudam muito na agricultura, no comércio, que esses imigrantes possam ser legalizados, desde que não tenham cometido nenhum crime. Se cometeram crimes, que sejam expulsos do Brasil. Agora, quem está trabalhando honestamente merece ser legalizado e viver bem aqui com suas famílias. Muito obrigado. Peço que meu pronunciamento conste no programa A Voz do Brasil. - 28/04/2026
O Deputado defendeu o Projeto de Lei nº 1.961, de 2026, que restringe progressivamente a venda de derivados de tabaco para pessoas nascidas a partir de 1º de janeiro de 2009. Afirmou que a proposta buscava proteger a saúde da juventude, reduzir doenças ligadas ao cigarro e aliviar gastos do SUS, citando aumento do número de fumantes e avanço dos cigarros eletrônicos. Associou o tema à experiência britânica e fez alerta contra o consumo de tabaco. Ao final, também ampliou o discurso para criticar o Governo Federal, defender a instalação da CPMI do Banco Master e reiterar posicionamentos sobre mudanças no cenário político nacional.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Política pública,restrição,Venda,Produto fumígeno,Cigarro,Cigarro eletrônico,Juventude,Saúde,Sistema Único de Saúde (SUS),Tabaco Governo federal,Crítica,Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI),Banco Master,alteração,caráter político
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O SR. JOSÉ NELTO (Bloco/UNIÃO - GO. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, muito obrigado por me conceder a palavra para falar pela Liderança do meu partido, o União Brasil. O Brasil começou uma campanha belíssima há mais de 20 anos, no Governo de Fernando Henrique Cardoso, com o propósito de ensinar à juventude que o tabagismo traz muitas doenças, principalmente doenças pulmonares, além de cânceres. Quantas pessoas perderam suas vidas devido ao tabaco! Eu estava observando decisão do Parlamento Britânico de votar projeto de lei de um Parlamentar que proíbe a compra de tabaco e o uso do tabagismo a partir de certa idade. Quando o projeto é bom, nós o copiamos ou o melhoramos. Ultimamente, o Brasil parou de fazer propaganda sobre o tabagismo, sobre o uso de tabaco, e nossa população, nossa juventude voltaram a fumar. Nós sabemos que o fumo causa doenças respiratórias e prejuízos para o SUS. Diante deste fato, eu apresentei um projeto de lei sobre a restrição progressiva ao consumo e à comercialização, por pessoas nascidas a partir de 2010, de derivados do tabaco. Nosso projeto de lei está sendo analisado pela Comissão de Saúde, pela CCJ, e o jovem que nasceu de 2010 para cá não poderá mais comprar cigarros no Brasil. Nada está sendo inventado: trata-se de uma decisão do Parlamento britânico. Nós estamos apresentando um projeto de lei semelhante. Para que criar essa proibição progressiva, Sr. Presidente? Para as pessoas já começarem a se preparar para não mais entrar num bar ou numa loja e comprar uma carteira de cigarros, porque esta prática será proibida no Brasil. Será crime para quem vender e crime para quem comprar. Não se trata de proibir o presente, mas sim de proteger o futuro da nossa juventude e da nossa população. Sr. Presidente e Srs. Parlamentares, esta lei está fundamentada no direito constitucional à saúde, a uma política pública moderna, aliada aos padrões internacionais, como os do Reino Unido. Com ela, nós teremos a redução do custo para o SUS, que é muito alto para o povo brasileiro. Temos o melhor SUS, mas não podemos permitir, neste momento, que a prática do tabagismo ou o consumo de tabaco aumente no Brasil, o que tem ocorrido por falta de competência do Governo, por falta de políticas públicas e de propagandas, como tínhamos no passado, propagandas que proibiam e alertavam a população para o uso do tabaco. É necessário olharmos para a redução do custo SUS no Brasil. Hoje o País gasta 153 milhões de reais ao ano com o tratamento de doenças relacionadas ao tabagismo. O número de fumantes no nosso País, que estava em queda, voltou a subir novamente: hoje chega a 11,6% da população adulta, que se declara fumante. Tudo isso é culpa do Governo. Ultimamente, tem crescido muito o uso dos chamados cigarros eletrônicos, um crime contra a saúde pública. O Governo precisa alertar e até mesmo proibir quem ganha dinheiro com a desgraça do povo. São criminosos que colocam produtos nesses cigarros eletrônicos. Não podemos aceitar isso! Temos que reagir! Portanto, pessoas nascidas a partir de 1º de janeiro de 2010 não poderão mais comprar cigarro no Brasil, se nosso projeto de lei for aprovado. Eu faço este alerta ao Governo Federal, aos Governos Estaduais, aos Governos Municipais e à sociedade civil organizada. Quem realmente defende a saúde, quem realmente defende a vida não use cigarro. Já está mais do que nunca demonstrado que o Governo voltou novamente a gastar dinheiro e a usar o SUS para cuidar de pacientes com doenças pulmonares e respiratórias devido ao tabagismo no nosso País. Este é o alerta que eu faço aqui, o alerta de quem está preocupado com sua saúde. Se você hoje tem um maço de cigarro no bolso, arranque-o e jogue-o fora, coloca fogo nessa desgraça que acaba com a sua vida. Este é o alerta que nós estamos fazendo, porque nós Parlamentares estamos preocupados, primeiro, com sua saúde e, segundo, com os gastos do SUS. É dinheiro que sai do bolso do povo brasileiro para pagar a irresponsabilidade de empresas de tabagismo no nosso País. Vamos voltar às propagandas para a sociedade, por meio das redes sociais! Todos contra o cidadão que compra uma carteira de cigarro, porque ele está comprando um veneno para que este veneno tire sua vida. Este é o apelo que estamos fazendo nesta tarde no Parlamento brasileiro. Srs. Parlamentares e imprensa nacional, nós trabalhamos em todas as áreas, nós discutimos a saúde brasileira. Aliás, eu faço parte da Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados. Aqui, Sr. Presidente e Srs. Parlamentares, nós discutimos a educação brasileira; nós discutimos a infraestrutura do nosso País; nós discutimos a ciência e a tecnologia. Todos os assuntos de interesse do povo brasileiro nós levamos para discussão e debatemos com autoridade política e moral de quem realmente é brasileiro, de quem realmente sabe o que é melhor para nosso País. O melhor para o nosso País hoje é "impeachmar" os Ministros que transformaram o STF num balcão de negócios. Eu quero dizer que, se hoje a CPMI do Banco Master ainda não foi instalada, o culpado disso sabe quem é, Deputados? O Presidente do Senado! Ele sentou em cima da CPMI, engavetou a CPMI. Por quê? Porque há muita gente enrolada, a CPMI vai pegar muita gente. Como nós queremos essa CPMI! O povo brasileiro está do lado do ex-Governador de Minas Gerais Romeu Zema, porque ele falou a verdade. Zema disse que são intocáveis. Ninguém é intocável, ninguém está acima da lei! A lei é para todos e terá que ser cumprida. Impeachment já! Muito obrigado. - 22/04/2026Breves Comunicações
O Deputado defendeu a realização de uma ampla reforma do Poder Judiciário, com críticas ao funcionamento atual de tribunais superiores. Cobrou a instalação de comissão parlamentar para investigar denúncias envolvendo o sistema financeiro e mencionou suspeitas sobre integrantes de diferentes Poderes. Também questionou o modelo de indicação e a vitaliciedade de Ministros do Supremo Tribunal Federal, propondo mandatos com limite de idade e mudanças nas regras de escolha. Sugeriu ainda restrições à atuação de familiares de magistrados e criticou mecanismos disciplinares da magistratura. Ao final, pediu que o Congresso Nacional liderasse a reforma, com participação do Executivo no envio de propostas.
Palavras-chave oficiais: reforma,Poder Judiciário,instalação,Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI),Banco Master,Sistema financeiro,suspeita,participação,Autoridade,indicação,Ministro do Supremo Tribunal Federal,Vitaliciedade,Limite de idade,alteração,critério,escolha,Congresso Nacional,Poder Executivo
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O SR. JOSÉ NELTO (Bloco/UNIÃO - GO. Sem revisão do orador.) - Sra. Presidente, Deputada Erika Kokay, Srs. Parlamentares e imprensa do Brasil, nós temos que reformar a Justiça brasileira. Não dá mais para aceitar que Ministros do Supremo Tribunal Federal continuem fazendo negociatas. A palavra é esta: "negociatas". Eu lamento muito que até hoje o Presidente do Congresso Nacional, o Senador Davi Alcolumbre, não tenha instalado a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do Banco Master. Quem tem medo da CPMI do Banco Master? Deve haver muitos Senadores envolvidos, deve haver Deputados envolvidos, deve haver muitos Ministros do Supremo Tribunal Federal envolvidos. Eu pergunto: e a cara do povo brasileiro como vai ficar? Que moral tem alguém que é acusado de corrupção, de receber propina, de negociar, de transformar o STF? O STF merece respeito, o STF é uma instituição que tem que ser respeitada. Agora, aquele Ministro corrupto, aquele que transformou o STF num balcão de negócios tem que ser colocado para fora. Vejam que agora o Ministro Flávio Dino diz ter uma proposta de reformar o STF. Nós temos, Ministro, é que reformar toda a Justiça brasileira! Não dá mais para aceitar que um juiz corrupto, um juiz ou um desembargador corrupto julgue um brasileiro assalariado, um brasileiro desempregado. Temos que mudar aqui também. Aqui há uma proposta de emenda à Constituição de nossa autoria que acaba com as indicações políticas. É inaceitável que o STF pertença a Presidentes da República. O STF é do povo brasileiro, e não de Presidente, de ex-Presidente. A fórmula para indicar está errada, assim como a vitaliciedade no exercício do cargo de Ministro. Vivemos a antiga Roma, dos Senadores vitalícios? Isso acabou! Essa era já era! Então, vamos votar a PEC e dar mandato para todos os Ministros do Supremo e de todas as Cortes brasileiras. Além disso, deve ser definida a idade: de 65 anos a 75 anos de idade. Nessa PEC, Deputado Cabo Gilberto Silva, nós devemos também limitar a idade para se concorrer a Governador e Presidente da República. Com todo o respeito aos idosos, Deputada, não podemos permitir que um governador com 80 anos de idade venha a disputar o mandato de Presidente da República. Não falo de agora, porque o atual Presidente Lula tem direito, mas vamos olhar para a frente, vamos avançar, vamos dar oportunidade para forças jovens chegarem ao Parlamento, aos Governos e também à Presidência da República, para não ficar eternamente a política sem renovação no nosso País. Então, Srs. Parlamentares, vamos votar a PEC que não vai mais permitir que um Ministro entre lá com 35 anos de idade e fique até os 75 anos de idade. Aí já começa lá o conluio, aí cada Ministro já começa a ter a sua escola, já começa a fazer negócios, e a sua família já começa a advogar lá. Podem advogar. Não sou contrário a isso. Mas quem é Ministro do STF não pode ter um filho, a esposa, um parente de primeiro grau advogando lá no STF. Isso é inaceitável, isso é uma pouca vergonha, isso é um escárnio, e o povo brasileiro tem que reagir, tem que colocar limite. Vamos fazer esta grande mudança, a reforma do Poder Judiciário brasileiro! Já passou da hora essa reforma. Srs. Deputados, se um juiz comete um crime, pensamos: "O juiz vai ser punido". O único que foi punido foi aquele "Juiz Lalau", que todo mundo conheceu no Brasil. Hoje, se um juiz comete um crime, ganha um prêmio. É isso mesmo: ele ganha um prêmio. Sabem qual é o prêmio? Ele é aposentado com salário de 44 mil reais. Esse é o prêmio que ganha esse juiz. Vai um Deputado cometer um crime, vai um Prefeito cometer um crime, vai um Vereador cometer um crime! Ele realmente perde o cargo, perde o salário e ainda vai para a cadeia. Sr. Presidente, eu peço mais 2 minutos, até porque o Deputado Cabo Gilberto não quer falar. Ele pode esperar um pouco mais, é muito novo neste Parlamento e pode esperar mais ainda. (Risos.) É brincadeira, Deputado. Já estou concluindo a minha fala. Quero dizer que chegou a hora da reforma do Poder Judiciário. O STF bate cabeça! O Presidente, o Ministro Edson Fachin, veio com o Código de Ética. Cadê o Código de Ética? Apresente o Código de Ética! Agora, quem tem que fazer a reforma do Poder Judiciário é o Parlamento brasileiro, é a Câmara dos Deputados, é o Senado da República, é o Congresso Nacional brasileiro. Eu faço um apelo ao Presidente da República: prepare um projeto, mande um projeto, mande uma PEC para o Parlamento. Porque, para a opinião pública, o Presidente Lula está mancomunado com o Supremo Tribunal Federal. "Reforma já do Poder Judiciário brasileiro!" Sr. Presidente, peço que o meu pronunciamento seja divulgado nos meios de comunicação da Casa, em especial no programa A Voz do Brasil. - 22/04/2026
O Deputado destacou operação de segurança pública realizada em Goiás durante o feriado de Tiradentes, sob coordenação do Governador Daniel Vilela, com atuação integrada de diferentes forças e uso de recursos aéreos e terrestres. Afirmou ainda que a ação teve foco no combate à criminalidade e mencionou resposta rápida a uma tentativa de rebelião, contida pela polícia penal. Informou também que a estratégia contou com apoio institucional e respaldo da população, com orientação para atuação rigorosa das forças de segurança no Estado.
Palavras-chave oficiais: Operação policial,Segurança pública,Goiás,Feriado,Governador,Órgão de segurança pública,combate,Criminalidade,Tentativa (crime),Rebelião,Preso,Polícia penal
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O SR. JOSÉ NELTO (Bloco/UNIÃO - GO. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, neste fim de semana de feriado de Tiradentes, o nosso Governador do Estado de Goiás, Daniel Vilela, do MDB, juntamente com todas as forças de segurança pública, realizou a maior operação das forças de segurança pública no combate à criminalidade no nosso Estado de Goiás. Havia helicópteros por todos os lados, agentes por terra, por água, além nossa Polícia Militar. Desta forma, a inteligência das nossas forças de Goiás agiu rapidamente numa operação, demonstrando que em Goiás bandido não tem vez. O Governador Daniel Vilela tem a mão tão dura quanto à do Governador Ronaldo Caiado, ou mais dura ainda. Foi tentada lá uma pequena rebelião, Sr. Presidente, por parte de alguns amotinados, mas a polícia penal agiu rapidamente, e, diante desse fato, agirá com muito mais dureza, com mais força, para esmagar qualquer tipo ou pensamento de rebelião no Estado de Goiás. Peço mais 1 minuto para concluir. Quero dizer que a nossa polícia tem autorização do povo goiano, da bancada goiana e também do Governador Daniel Vilela, para agir duramente no combate à bandidagem. O bandido fica ou corre, mas, se trombar com a polícia, ele não vai bem. Ele vai ter que acertar as contas lá em cima, porque o povo será protegido em Goiás. Que conste no programa A Voz do Brasil o meu pronunciamento. - 15/04/2026Breves Comunicações
O Deputado abordou o Projeto de Lei nº 5.122, de 2023, de autoria do Deputado Domingos Neto, que trata sobre o perdão de parte das dívidas dos produtores rurais para que eles possam se recuperar das perdas por secas, enchentes e outros desastres, reduzindo o risco da falência e o êxodo rural. Informou que o texto está sob relatoria no Senado e relatou diálogo com o Senador Renan Calheiros para ampliar a proposta. Além disso, defendeu medidas mais abrangentes diante do endividamento no setor agrícola, citando juros elevados e dificuldades financeiras enfrentadas por pequenos, médios e grandes produtores. Por fim, comparou a situação ao endividamento do consumo e afirmou que o cenário ameaça a continuidade da produção rural e pode intensificar o êxodo do campo.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Renegociação extraordinária,Crédito rural,Desastre ambiental,Produtor rural
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O SR. JOSÉ NELTO (Bloco/UNIÃO - GO. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Parlamentares, imprensa brasileira, eu quero falar de um projeto de lei do nosso colega, Deputado Federal Domingos Neto, que é o Projeto de Lei nº 5.122/2023. Esse projeto de lei trata de perdoar parte das dívidas dos produtores rurais para que eles possam se recuperar das perdas por secas, enchentes e outros desastres, reduzindo o risco da falência e o êxodo rural. Esse projeto tem como Relator no Senado da República o Senador Renan Calheiros. Ontem, eu tive uma conversa com o Senador Calheiros. Nós precisamos ampliar esse projeto. Já que o Governo Federal está perdoando dívidas, refinanciando dívidas do cartão de crédito e também do cheque especial, Srs. Parlamentares, hoje os produtores rurais estão falidos. Quem não faliu vai falir, diante dos juros astronômicos. Os maiores juros hoje cobrados no planeta acontecem aqui no Brasil, pelo Banco do Brasil e também pela Caixa Econômica Federal. A agricultura brasileira está falida, produtores perdendo as suas propriedades rurais, pequenos produtores, médios produtores, grandes produtores. É preciso que o Ministro, que o nosso Senador da República possam ter um encontro com a Frente Parlamentar da Agropecuária para que a gente possa fazer um projeto amplo. Sr. Deputado, no período do ex-Presidente Fernando Henrique Cardoso, houve o perdão de grande parte das dívidas, porque é juros sobre juros. Vejam, Srs. Parlamentares, que a Constituição Brasileira garante juros de 12%. Mas, no Brasil, pasmem, Srs. Parlamentares, juros são compostos, chegando de 16% a 20%. Srs. Deputados, há juros chegando a 20%! A conta não fecha! O Governo já está preocupado com endividamento pessoal, cartão de crédito e também cheque especial, porque os juros chegam a 350%. Nós não podemos aceitar o que acontece no Brasil. O Brasil é o País dos banqueiros. Quem manda no Brasil são os banqueiros. O Presidente da República, o inquilino do Palácio do Planalto, e o Ministro da Fazenda também são comandados pelos banqueiros, que ditam as normas. Então, Srs. Parlamentares, vamos agir na defesa dos produtores rurais endividados. Gostaria que meu pronunciamento constasse no programa A Voz do Brasil. - 07/04/2026
O Deputado apelou ao Líder do Governo, prestes a ser Senador, e ao Presidente da Câmara dos Deputados para pautar projeto de securitização de dívidas de pequenos e médios produtores rurais e agronegócio, assim como para perdoar parte das dívidas, à semelhança do aprovado no Governo Fernando Henrique Cardoso, que baixava juros e alongava prazos. Ademais, assinalou que o Brasil registra os juros mais caros do planeta, com agricultura e pecuária em crise, produtores vendendo propriedades e bancos como Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal tomando fazendas, o que ameaça o abastecimento de alimentos, sem ações do Governo ou da Casa.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Securitização,Dívida,Desenvolvimento e Aproveitamento Sustentável da Amazônia Azul (Pro Amazônia Azul),Agronegócio,Pecuária,Juros,abastecimento,Alimento,Pauta (processo legislativo)
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O SR. JOSÉ NELTO (Bloco/UNIÃO - GO. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, quero fazer um apelo. Aproveito que o Líder do Governo ainda está nesta Casa ele vai ser Senador da República para pedir a ele que coloque em pauta o projeto da securitização das dívidas dos pequenos e médios proprietários do agronegócio. O Brasil paga os juros mais caros do planeta. A agricultura brasileira está na UTI, Sr. Presidente. A pecuária está na UTI. Não há alternativa, se esta Casa não votar um projeto sobre perdão de parte das dívidas dos produtores rurais do nosso País. O País está à venda, Sr. Presidente. Os produtores rurais estão vendendo as suas propriedades. Daí o apelo que eu faço a todos os Líderes deste Parlamento, para que votem um projeto de lei como o que foi votado no Governo do Fernando Henrique Cardoso, para baixarem os juros e alongarem as dívidas dos nossos produtores, que estão com a corda no pescoço, que estão pagando juros compostos. Sr. Presidente, eu não vejo o Governo preocupado com a situação da agricultura. Nós não comemos papel, nós comemos arroz, feijão, macarrão e carne. Hoje é impossível para o produtor rural pagar as suas dívidas com o Banco do Brasil e com a Caixa Econômica Federal... (Desligamento do microfone.) O SR. DELEGADO CAVEIRA (PL - PA) - Peço 1 minuto, Sr. Presidente. O SR. JOSÉ NELTO (Bloco/UNIÃO - GO) - Sr. Presidente, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal estão tomando propriedades rurais. Não vai haver alimento para o povo brasileiro, porque temos hoje os maiores juros do planeta, e eu não vejo nenhuma ação desta Casa nem do Governo Federal. Presidente Hugo Motta, faço este apelo a V.Exa. Muito obrigado. - 07/04/2026
O Deputado denunciou o aumento da violência nas rodovias federais e estaduais do país. Apontou que parte dos acidentes está relacionada a motoristas de caminhão dirigindo sob efeito de álcool ou drogas, além de condutores de carros de passeio em alta velocidade. Por fim, fez um apelo à Polícia Rodoviária Federal (PRF) para intensificar a fiscalização, inclusive com uso de tecnologia, a fim de reduzir acidentes e preservar vidas.
Palavras-chave oficiais: Segurança viária,Rodovia,Acidente de trânsito,Polícia Rodoviária Federal (PRF),Fiscalização de trânsito,Caminhão,Veículo de passageiro,Velocidade incompatível com a segurança,ingestão,Álcool,Droga ilícita,Motorista alcoolizado,Motorista de caminhão
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O SR. JOSÉ NELTO (Bloco/UNIÃO - GO. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu quero denunciar a violência nas rodovias federais e nas rodovias estaduais do nosso País. E quero fazer um apelo à nossa gloriosa PRF, para que aja na fiscalização. Motoristas de caminhões, claro que não são todos, uma pequena parcela, estão dirigindo embriagados, dirigindo drogados, dirigindo com rebite, provocando acidentes, tirando vidas de pessoas inocentes. É muito grave o que está acontecendo. Mas também motoristas de carros pequenos, carros de passeio estão dirigindo em alta velocidade, tirando vidas de pessoas inocentes. É preciso que a nossa PRF possa gir rapidamente no Brasil, para salvar vidas, usando a inteligência artificial, a fiscalização. É preciso que aconteça esta fiscalização em todo o Brasil, multando aqueles irresponsáveis que estão, hoje, na direção de veículos grandes, caminhões, carros pequenos, na maior irresponsabilidade, porque a vida é uma só, Sr. Presidente. É o apelo que eu faço e a denúncia para que a PRF possa agir na defesa da vida. Peço que divulgue no programa A Voz do Brasil. - 17/03/2026
O Deputado criticou possíveis práticas de cartel em postos de combustíveis e questionou aumentos nos preços ao consumidor. Orientou que consumidores solicitem notas fiscais para verificar valores cobrados por distribuidoras e fornecedores, incluindo empresas como a Petrobras e a Shell. Também associou os reajustes ao cenário internacional e defendeu atuação de órgãos como a Polícia Federal, o Procon e o Ministério Público para investigar irregularidades.
Palavras-chave oficiais: Combustível,Preço,Posto de combustível,Cartel,Consumidor,Nota fiscal,Ministério público,Instituto de Defesa do Consumidor (PROCON),atuação
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O SR. JOSÉ NELTO (Bloco/UNIÃO - GO. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, nós queremos condenar o cartel dos postos de combustíveis no Brasil. Não há justificativa para aumentos exagerados. É preciso que o consumidor, quando for abastecer, peça a nota fiscal da distribuidora. Por qual valor o posto comprou da distribuidora? Por qual valor também a distribuidora comprou da Petrobras ou da Shell, da iniciativa privada? O que existe hoje são aproveitadores! Aproveitam-se da guerra dos Estados Unidos e Israel com o o Irã. É muita gente ganhando dinheiro. É preciso uma reação do Governo, através da Polícia Federal, dos órgãos, como o Procon, e também do Ministério Público, para fazer realmente uma investigação para mostrar que há aproveitadores. Como sempre, o cartel dos postos de gasolina ganha dinheiro em cima dos nossos consumidores. Então, eu peço o apoio da Polícia Federal para investigar esse cartel poderoso. Eu peço que seja divulgado este pronunciamento no programa A Voz do Brasil. - 10/03/2026
O Deputado registrou a presença do Prefeito de Minaçu (GO), Carlos Alberto Leréia, ex-Deputado Federal e ex-Deputado Estadual, que exerceu três mandatos na Câmara. Destacou a relevância do Município goiano pela presença de terras raras e por ser banhado pelo Lago Serra da Mesa, apontado como o maior lago artificial do Brasil. Também saudou a presença do Prefeito de Niquelândia (GO), Eduardo Moreira, e mencionou o potencial mineral da cidade, com ocorrência de níquel, ouro e terras raras, além da localização às margens do mesmo lago. Solicitou que as presenças fossem registradas como visitas honrosas ao Parlamento e informou que os gestores estiveram em Brasília (DF) em busca de recursos para seus Municípios.
Palavras-chave oficiais: Minaçu (GO),Prefeito,Niquelândia (GO),Saudação
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O SR. JOSÉ NELTO (Bloco/UNIÃO - GO. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Quero registrar a presença do ex-Deputado Federal, ex-Deputado Estadual, Carlos Alberto Leréia, que neste plenário foi Deputado Federal por três mandatos, muito respeitado, hoje é Prefeito da cidade de Minaçu, uma cidade que tem terras raras. O Município tem terras raras. Veja a importância do Município. É banhado também pelo Lago Serra da Mesa, o maior lago artificial do Brasil. O Eduardo está aqui, o Prefeito Eduardo Moreira, de Niquelândia, também um Município banhado pelo Lago Serra da Mesa, que tem muito níquel, muito ouro e tem também terras raras. Que sejam consideradas visitas honrosas a este Parlamento. Vieram buscar recursos para os seus Municípios. Muito obrigado. - 10/03/2026
O Deputado denunciou a existência de cartel no setor de combustíveis e criticou o aumento do preço do óleo diesel no Brasil. Afirmou que a elevação ocorreu em meio ao cenário internacional marcado pelo conflito envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel. Informou que o reajuste traria impacto na inflação e no custo de produtos essenciais, como alimentos, frutas e transporte público e rodoviário. Solicitou a atuação da Polícia Federal, do Cade, do Procon e do Ministério Público para investigar e coibir o que classificou como aumento criminoso no preço do diesel.
Palavras-chave oficiais: Cartel,Combustível,Óleo diesel,aumento,Preço
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O SR. JOSÉ NELTO (Bloco/UNIÃO - GO. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sra. Presidente, nós queremos denunciar o cartel dos combustíveis. Passamos por um momento crítico no planeta, devido à invasão do Irã pelos americanos e israelenses, o que eu apoio. O regime tem que ser derrubado. Aquele regime comandado pelos aiatolás precisa ser extirpado do planeta. São pessoas inescrupulosas, é um regime que tira a vida das pessoas. Aproveitando este momento agora, há um aumento de combustível, principalmente do óleo diesel, em todo o Brasil. Espero que a Polícia Federal, o Cade, o Procon, o Ministério Público possam agir para não permitirem esse aumento criminoso do óleo diesel, que irá impactar na inflação do Brasil, no preço dos alimentos, no preço das frutas e também no preço do transporte público e rodoviário. Sr. Presidente, peço que conste no programa A Voz do Brasil e em todas as redes sociais o meu repúdio contra o aumento dos combustíveis. - 25/02/2026
O Deputado parabenizou a condução da votação do Projeto de Lei nº 5.582, de 2025, o chamado Projeto Antifacção, considerado uma medida no enfrentamento ao crime organizado no Brasil. Em seguida, solicitou que fosse pautada a Proposta de Emenda à Constituição nº 18, de 2025, a PEC da Segurança Pública, apresentada como demanda de interesse nacional. Destacou a relevância do debate sobre o tema para o fortalecimento das políticas de segurança e para a resposta institucional às preocupações da população. Reforçou o pedido para que a proposta fosse levada à discussão no Plenário, mencionando a expectativa de avanço legislativo na área.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,alteração,Lei de Combate ao Crime Organizado (2013),Código Penal (1940),Código de Processo Penal (1941),Lei dos Crimes Hediondos (1990),Lei de Execução Penal (1984),Segurança pública Pauta (processo legislativo),Ordem do Dia do Plenário,Proposta de Emenda à Constituição,Segurança pública,Política Nacional de Segurança Pública e Defesa Social (PNSPDS),Sistema Único de Segurança Pública (Susp)
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O SR. JOSÉ NELTO (Bloco/UNIÃO - GO. Pela ordem.) - Sr. Presidente, eu quero parabenizar V.Exa. que colocou ontem em votação o PL antifacção. Foi uma vitória desta Casa contra o crime organizado no Brasil. Eu quero fazer um apelo ao Deputado, Presidente desta Câmara, Deputado Hugo Motta, que coloque em discussão também outra matéria de interesse do povo brasileiro, que é a PEC da Segurança Pública. V.Exa. vem tratando esse assunto de segurança pública com muita seriedade à frente da Câmara dos Deputados. É um apelo que eu faço em nome do povo goiano, em nome do povo brasileiro, coloque em votação a PEC da Segurança Pública. Muito obrigado, Sr. Presidente, peço que meu discurso seja divulgado no programa A Voz do Brasil. - 25/02/2026Breves Comunicações
O Deputado informou que assinou pedidos de instalação de CPMIs para investigar denúncias envolvendo o Banco Master e o Instituto Nacional do Seguro Social. Defendeu a apuração dos fatos e cobrou da Mesa Diretora da Câmara e do Presidente do Senado, Davi Alcolumbre, a adoção das providências para instalação das comissões. Também citou questionamentos sobre decisões atribuídas ao Ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, e pediu esclarecimentos públicos sobre os fatos mencionados.
Palavras-chave oficiais: Banco Master,Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Fraude,Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI),Apoiamento,Ministro do Supremo Tribunal Federal,esclarecimento
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O SR. JOSÉ NELTO (Bloco/UNIÃO - GO. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, peço que se acrescente 1 minuto ao meu tempo. Sras. e Srs. Parlamentares, quero comunicar a esta Casa e ao povo brasileiro, especialmente ao povo goiano, que coloquei minha assinatura em três pedidos de CPIs que devem ser instaladas por este Parlamento, por esta Mesa Diretora da Câmara dos Deputados. O primeiro pedido que assinei foi para a CPMI do Banco Master, que já foi protocolado, além do pedido para a criação da CPMI do INSS. A CPMI do INSS está colocando muita gente na cadeia e deixando careca muita gente deste País, está deixando muita gente sem cabelo, está deixando muita gente preocupada. A CPMI do Banco Master é um tapa na cara do povo brasileiro. Se o Congresso Nacional não instalá-la, vai ficar parecendo que nós Deputados e Senadores da República temos alguma culpa, algum conluio com o Ministro Toffoli. Todo mundo sabe do esquema de Toffoli com o Banco Master. Está claro o que aconteceu: ele estava protegendo todas as apurações, tentando parar a Polícia Federal, que hoje é uma polícia de Estado, uma polícia respeitada no nosso País. Eu quero fazer um clamor para que esta Mesa Diretora instale a CPI, e o Sr. Davi Alcolumbre, Senador da República, instale a CPMI do Banco Master. Isso é a maior roubalheira da história do Brasil, mais até que a Lava-Jato, mais que o petrolão! Muita gente grande envolvida: figurões da República, figurões do Congresso Nacional brasileiro, figurões do STF! Por que não a CPMI? Qual é o medo? Eu coloquei minha assinatura, estou cobrando e vou continuar cobrando todos os dias, desta tribuna, a criação da CPMI do Banco Master. O STF precisa ser investigado, aliás, não o STF, mas os Ministros do STF. É um escárnio o que está acontecendo no Brasil! A população brasileira me pergunta: "Deputado, qual é a sua posição? Você vai cobrar a criação da CPMI? O que está acontecendo no Supremo?" Isso é horrorizante, algo inaceitável. A população brasileira cobra investigação. O SR. PRESIDENTE (Charles Fernandes. Bloco/PSD - BA) - Peço que conclua, Deputado. O SR. JOSÉ NELTO (Bloco/UNIÃO - GO) - A população brasileira quer saber quem tinha relação com Vorcaro. Está claro que hoje há uma blindagem, todo mundo está tentando blindar Vorcaro. Por que ele não foi depor no Congresso Nacional, no Senado da República? Qual foi o motivo? Por que esse medo de ele abrir a boca? Vorcaro, abre a boca! - 10/02/2026
O Deputado registrou pesar pela morte do ex-Prefeito de Catalão (GO) Haley Margon. Relembrou a trajetória do ex-Prefeito e ex-Deputado Federal, a quem atribuiu defesa do Estado e atuação em cargos como o Ministério da Agricultura e a Secretaria da Fazenda no Governo de Iris Rezende. Também mencionou o empenho de Margon na criação da Universidade Federal de Catalão, para a qual destinou esforços e recursos ao longo da vida.
Palavras-chave oficiais: Manifestação de pesar por falecimento,Homenagem póstuma,Ex-prefeito,Ex-deputado federal,Catalão (GO),Atuação parlamentar pregressa
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O SR. JOSÉ NELTO (Bloco/UNIÃO - GO. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, muito obrigado. Quero aproveitar este momento para registrar, em todas as redes sociais e no programa A Voz do Brasil, que Goiás perdeu um grande goiano, que Catalão perdeu o seu filho ilustre, o ex-Prefeito Haley Margon. Sr. Presidente, Haley Margon foi Deputado Federal nesta Casa, um Parlamentar brilhante, que defendeu o nosso Estado de Goiás e o Brasil. Ele foi Secretário do Ministério da Agricultura, Ministro da Agricultura do Brasil, Secretário da Fazenda no Governo de Iris Rezende Machado. Goiás e Catalão perderam este grande filho. Haley Margon, no final da sua vida, trabalhou e dedicou todos os seus recursos para a criação da Universidade Federal de Catalão UFCAT. Perdem este grande filho Catalão, Goiás, o Brasil. Peço a V.Exa. que coloque este pronunciamento nas redes sociais e no programa A Voz do Brasil. Muito obrigado. - 02/02/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do artigo 7º-D da Lei 14.237, de 2021, alterada pelo art. 3º do Projeto de Lei de Conversão nº 12, de 2025, apresentado à Medida Provisória nº 1.313, de 2025, que altera a Lei nº 14.237, de 2021, para modificar a denominação do Auxílio Gás dos Brasileiros para Auxílio Gás do Povo, e criar modalidades de operacionalização do auxílio e instituir o Programa de Acesso ao Cozimento Limpo.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Dispositivo legal,Lei,Medida provisória,Projeto de lei de conversão,União Brasil,Voto favorável
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O SR. JOSÉ NELTO (Bloco/UNIÃO - GO. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente Lulinha, eu estou muito à vontade para falar deste projeto do vale-gás. Eu sei o quanto é triste ver uma família cozinhar com lenha e álcool, sob o risco de um incêndio em casa. Isso é muito grave! Por isso, este é um grande programa do Governo Federal. Vejam a situação que nós vivemos neste Parlamento. No ano em que ocorreram as eleições passadas, o ex-Presidente Jair Bolsonaro mandou para esta Casa um projeto de lei que diminuía de 34% para 18% o ICMS dos combustíveis. Houve um prejuízo enorme para Estados e Municípios, e eu votei favoravelmente ao projeto. Ainda que se tratasse de um período eleitoral, eu votei a favor, e a turma do PT votou contra. Agora, acontece o contrário nesta Casa! É preciso coerência. Naquele projeto, eu votei a favor do PL, Sr. Presidente. Agora se trata de um projeto para o Brasil, para combater a miséria e a pobreza, com a entrega de vale-gás. E a turma do PL quer votar contra! Por coerência política, nós do União Brasil, PP, MDB e Republicanos vamos votar favoravelmente à matéria. Sr. Presidente, trata-se de coerência política. Eu mantenho a coerência: nem o extremismo da Esquerda, nem o extremismo da turma do PL, que está contra a matéria. Na época de votarmos aqui a diminuição do ICMS, eles foram favoráveis. Eu votei com o PL, e o PT votou contra. Portanto, nós vamos votar "sim", a favor do texto. Muito obrigado.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2020 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.