
Nome civil: Jose Antonio dos Santos Medeiros · 56 anos
Bananômetro
89/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 90% dos deputados · média do partido: 78
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 92%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 79%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 100%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 97%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 27%das 684 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 95%das 594 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
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- Gabinete 335, Anexo IV, 3º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
92%
Esteve em 361 de 391 sessões
Votou nas votações
79%
Registrou voto em 896 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 310 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
27%
Em 684 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
630 discursos na tribuna e 1 entregues por escrito (não contam no Bananômetro) · de 06/02/2019 a 02/06/2026.
- 12/11/2025
O Deputado condenou o Governo Federal por mentir ao afirmar preocupação com segurança pública e sustentou que, apesar dos sucessivos Governos do Partido dos Trabalhadores (PT), a violência só aumentou. Ademais, criticou a declaração de Lula de ter solicitado ao ex-Presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, a soltura dos sequestradores de Abílio Diniz. Além disso, afirmou que o Relator, Deputado Guilherme Derrite, endurece as penas previstas no Projeto de Lei nº 5.582, de 2025, que dispõe sobre o combate às organizações criminosas, enquanto o Governo tenta enfraquecer o combate ao crime. Ao final, criticou o PT por atacar o Congresso Nacional e desrespeitar o Presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, quando contrariado em votações.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,Política de segurança pública,Partido dos Trabalhadores (PT),Violência,Presidente da República,soltura,Criminoso,Sequestro Relator,Projeto de lei ordinária,Organização criminosa,Aumento da pena,Governo federal Partido dos Trabalhadores (PT),Presidente da Câmara dos Deputados,Congresso Nacional,desrespeito
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O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, se eu fosse mais elegante um pouco, eu poderia dizer que a galera do Governo está faltando com a verdade, mas não dá, eu tenho que falar a palavra correta: o Governo está mentindo na cara dura e mentindo de todas as formas. Primeiro, essa história de preocupação com segurança pública é história da carochinha. Nas últimas seis eleições, o PT governou cinco vezes no Brasil, e a segurança só piorou de lá para cá. Aliás, o nascedouro do Comando Vermelho foram aqueles caras das Farc que tinham sequestrado Abílio Diniz. Lula se jactou de dizer que foi a Fernando Henrique e pediu para soltá-los. E agora vem dizer que está preocupado com facções, que está endurecendo para facções. Conversa fiada! O Deputado Derrite fez mais de 90%, com sua polícia, naquela operação em São Paulo. Como havia crimes interestaduais, a PF foi chamada, e o Governo disse: "Nossa! A operação é minha". Na verdade, o projeto que o Deputado Derrite está tocando está endurecendo as penas, Deputado Fraga, está endurecendo as penas. E querem enfraquecer o projeto, querem enfraquecer o combate ao crime e o recrudescimento das penas. Eles vêm com essa cantilena para tentar colocar uma cortina de fumaça. O que acontece? Neste momento, o Deputado Derrite está reunido... Ele já se reuniu com várias bancadas. O PT quer discutir com o Relator? Não. Quer estar nas redes enxovalhando este Congresso. Eu faço uma denúncia grave aqui, Deputado Hugo Motta. O SR. PRESIDENTE (Hugo Motta. Bloco/REPUBLICANOS - PB) - Peço que conclua, Deputado José Medeiros. O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT) - O PT e estendo isso a Sidônio tem vivido da honra desta Casa, porque, cada vez que o Governo está em dificuldade ou não gostam de algum projeto, começam a dizer: "Congresso da bandidagem, Congresso inimigo do povo". E ainda atacam o Presidente desta Casa. Ora, se pintar estátua de batom é crime, imaginem fazer acusação ao Presidente de um Poder. Muito obrigado. - 12/11/2025
O Deputado declarou que ouviu nos corredores da Câmara que Ministros do Judiciário teriam enviado um recado ao Parlamento para impedir a votação da proposta que equipara organizações criminosas a grupos terroristas. Disse que essa suposta interferência significaria barrar o Projeto de Lei nº 2.428, de 2025, que altera a Lei Antiterrorismo, antes mesmo de sua análise em Plenário. Além disso, afirmou que, em votações anteriores, o Congresso ao menos registrava sua posição antes de decisões judiciais derrubarem normas aprovadas. Agora, segundo ele, haveria tentativa de bloquear a tramitação ainda na fase inicial. Por fim, afirmou não acreditar em rumores, mas sugeriu que as “bruxas” mencionadas nos bastidores poderiam estar agindo.
Palavras-chave oficiais: Votação,Princípio da separação dos Poderes,Projeto de lei ordinária,Poder Judiciário,Impedimento,Poder Legislativo,Organização criminosa,Decisão judicial,Inconstitucionalidade,Pauta (processo legislativo),Terrorismo,influência,Ministro do Supremo Tribunal Federal
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O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Só um minuto, Presidente. Eu queria fazer uma denúncia muito grave. Geralmente, o que circula nos corredores desta Casa é a verdade em Brasília, e eu recebi a informação de que a Casa que manda no Brasil hoje aliás, não vou dizer a Casa, são alguns Ministros mandou um recado para cá dizendo que não aceita que nós votemos a equiparação de organização criminosa com terrorismo. Pelo andar da carruagem, parece que vai ser isso que vai acontecer. Antes, nós tínhamos pelo menos uma satisfação. Nós votávamos um projeto aqui, Deputado Coronel Meira, e eles metiam a caneta lá, anulando tudo o que tínhamos votado. Mas, nesse interregno, nós tínhamos uma satisfação: "Aprovamos o projeto". Agora, não! Agora fazem o aborto do projeto, agem no útero, e o projeto nem chega a ser colocado em votação. Eu não acredito em bruxa, mas dizem que elas existem. Muito obrigado. - 12/11/2025
O Deputado rebateu críticas ao relatório do Deputado Guilherme Derrite sobre o Projeto de Lei nº 5.582, de 2025, que altera a Lei nº 12.850, de 2013, o Código Penal, o Código de Processo Penal, a Lei nº 8.072, de 1990, a Lei nº 7.960, de 1989, e a Lei nº 7.210, de 1984, para dispor sobre o combate às organizações criminosas no País, o chamado PL Antifacção. Afirmou que o Partido dos Trabalhadores (PT) “não tem legitimidade” para questionar políticas de segurança, lembrando que o partido governou o país em cinco das últimas seis eleições. Por fim, ao comentar a acusação de que o projeto buscaria proteger interesses da Faria Lima, ironizou o argumento e disse que, caso haja irregularidades no setor financeiro, a responsabilidade não recai sobre a Direita.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,alteração,Código Penal (1940),Código de Processo Penal (1941),Organização criminosa,Crime organizado,Polícia Federal (PF),Trânsito em julgado,Relatório (processo legislativo),Governo federal,Política de segurança pública,Partido dos Trabalhadores (PT),Direita política,Avenida,Mercado financeiro
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O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, ouvi há pouco e, como diz o ditado, é bem melhor ouvir do que ser surdo uma cantilena dirigida ao Deputado Derrite sobre o projeto que estamos discutindo aqui. Mas, como eu disse há pouco também, o Governo do PT não tem moral nenhuma para falar de segurança pública, porque, nos últimos seis mandatos presidenciais, eles estiveram governando o Brasil em cinco. O que aconteceu? Vieram aqui, com a cara lavada, apresentar a seguinte desculpa: "Estão querendo proteger a Faria Lima". Olhem, se há criminoso na Faria Lima, quem pariu Mateus que o embale, porque se estão querendo jogar a Faria Lima para o PL, para a Direita, eu quero dizer e podem procurar no Google que a Faria Lima em peso apoiou o Lula. Os economistas mais influentes, os Presidentes de bancos, todos são Lula. Então, se a Faria Lima é uma organização criminosa, é uma organização criminosa do PT. - 12/11/2025
O Deputado afirmou que o Governo Federal não teria legitimidade para tratar de segurança pública, citando indicadores negativos nos Estados administrados pelo Partido dos Trabalhadores (PT), como Bahia e Rio Grande do Norte. Disse que a população desses locais viveria sob forte pressão do crime organizado. Na continuidade, defendeu a proposição relatada pelo Deputado Guilherme Derrite, o Projeto de Lei nº 5.582, de 2025, que altera a Lei nº 12.850, de 2013, o Código Penal, o Código de Processo Penal, a Lei nº 8.072, de 1990, a Lei nº 7.960, de 1989, e a Lei nº 7.210, de 1984, para dispor sobre o combate às organizações criminosas no País; o chamado PL Antifacção. Por fim, afirmou que partidos de esquerda resistem às mudanças e se opõem às iniciativas de enfrentamento às facções em Estados governados pela oposição.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,alteração,Código Penal (1940),Código de Processo Penal (1941),Organização criminosa,Crime organizado,Polícia Federal (PF),Trânsito em julgado,Relatório (processo legislativo),Governo federal,Política de segurança pública,Bahia,Rio Grande do Norte,Partido dos Trabalhadores (PT),Esquerda política
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O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente. Sr. Presidente, eu vejo que recentemente o Governo do PT começou a tentar falar de segurança pública. Se há um governo que não tem moral para falar de segurança pública, é este Governo do PT. Das últimas seis eleições, o PT ganhou cinco e governou este País nos últimos anos. O que aconteceu? No Governo da Bahia o PT tem quase o mesmo tempo. Sabe como é a segurança pública na Bahia? É uma lástima. Lá o cidadão é refém, nas ruas, nos bairros. O Estado do Rio Grande do Norte o PT também governa, e a população vive aterrorizada, é refém da criminalidade. Aí eles vêm dizer que nós estamos a favor de organização criminosa. Ora, nós estamos tentando, em todos os lugares onde somos governo, combater as organizações criminosas. E quem sempre se insurge contra? O PT e o PSOL. Sr. Presidente, eu agradeço por este minuto e digo o seguinte: nós estamos, apesar do PT, buscando dar segurança ao Brasil. Agora, V.Exa. sabe por que eles estão tão preocupados com esse projeto? Porque o Deputado Guilherme Derrite definiu um conceito para organização criminosa, porque eles querem que seja mantido os termos "organização criminosa", para poderem prender velhinhas e gente que pinta estátua com batom. Nesse tipo de organização criminosa o PT é mestre. Muito obrigado. - 12/11/2025
O Deputado registrou a presença de lideranças do Rio de Janeiro e de uma comitiva de Sorriso (MT). Na continuidade, apresentou Elma e Vanderleia, de Rio das Ostras (RJ), ligadas ao mandato do Deputado Carlos Jordy, e saudou o Presidente da Câmara de Sorriso, o Vereador Rodrigo Matterazzi, acompanhado de seu assessor. Por fim, destacou o papel de Sorriso como maior produtor de soja do mundo e afirmou que o Mato Grosso se orgulha da atuação das lideranças locais.
Palavras-chave oficiais: Rio das Ostras (RJ),Sorriso (MT),Câmara Municipal,Soja,Vereador,Câmara dos Deputados,Saudação,Mato Grosso,Administração municipal
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O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, primeiramente, quero apresentar as lideranças do nosso colega Deputado Carlos Jordy no Rio de Janeiro, a Elma e a Vanderleia, do Município de Rio das Ostras. Quero também apresentar um colega Vereador da cidade de Sorriso, em Mato Grosso, o Presidente da Câmara de Vereadores, o Vereador Rodrigo Matterazzi, e seu assessor, que estão nos visitando hoje. É uma satisfação recebê-los aqui na Câmara. O Município de Sorriso é o maior produtor de soja do mundo, e Mato Grosso tem muito orgulho de tê-lo como Presidente da Câmara em Sorriso, Rodrigo. Muito obrigado pela visita. Obrigado, Presidente. - 12/11/2025Breves Comunicações
O Deputado declarou que o crescimento das organizações criminosas coincidiu com períodos de Governo do PT e defendeu a atuação do Governo de São Paulo na área de segurança pública. Citou ações conduzidas pelo Secretário Derrite, como o fim da Cracolândia e operações integradas que envolveram a Polícia Federal por iniciativa do Estado. Afirmou que o Governo federal tentou atribuir a si o mérito dessas ações. Mencionou episódios que mostram falta de enfrentamento ao crime organizado por parte do Governo.
Palavras-chave oficiais: Política de segurança pública,Governo federal,comparação,São Paulo (Estado),enfrentamento,Crime organizado
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O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Excelência. O Mão Santa, certa feita, disse da tribuna: "Existem três coisas que o homem só pode fazer no máximo uma vez: nascer, morrer e votar no PT". Nascer até que a gente... O que acontece? O Mão Santa também tinha uma pérola que dizia: "O PT, quando não está mentindo, está roubando; quando não está roubando, está mentindo". Ele é um filósofo! Não é à toa que o povo de Parnaíba o adora, porque é um homem que só fala a verdade. Vejam só, das últimas seis eleições para Presidente da República no Brasil, o PT ganhou cinco; governou este País por cinco vezes. Essas organizações criminosas, nesse tempo todo, só cresceram. Aí vem um colega Deputado nosso, uma grata revelação da Polícia de São Paulo, um homem da Rota, meu Presidente José Nelto, que começou a trabalhar na segurança de São Paulo e deu fim à Cracolândia que o PT cultivava com tanto esmero. Por que eu disse que PT cultivava a Cracolândia? Porque havia até um padre para cuidar de lá. Quando o Governador Tarcísio, através do Secretário Derrite, acabou com a Cracolândia, sabe o que aconteceu? Um monte de gente do PSOL e do PT e até o diabo do padre porque ele se diz padre protestaram porque tinham acabado com a Cracolândia. Pois bem, o Governo de São Paulo começou um trabalho na segurança pública, que há tempo vinha fazendo, asfixiou o crime organizado ao redor da Cracolândia, começou a estudar as organizações criminosas e fez uma operação, Coronel Fraga, monstruosa. Obviamente, como havia criminosos de outros Estados, havia crime interestadual, o Secretário Derrite convidou a Polícia Federal para participar da operação. A Polícia Federal foi convidada a participar da operação. Aí o Governo do PT, que nada tinha feito até então contra as organizações criminosas, se adonou do trabalho da Polícia de São Paulo e disse: "A operação é nossa. Nós é que estamos combatendo o crime organizado!". É a mesma receita, caro Presidente goiano quase mato-grossense José Nelto, é a mesma cantilena que eles usam na CPI do INSS. Durante cinco mandatos, não fizeram nada. Em 2010, a Contag já tinha começado a passar a mão no bolso dos aposentados; e o PT, quieto. Em 2019, quando o Presidente Jair Bolsonaro ainda estava na transição, o Senador Izalci levou a ele as denúncias dos peritos do INSS, avisando que havia uma bandalheira no órgão. Ele montou grupos de trabalho e mandou passar um pente-fino no INSS. A partir daí, começou-se a perceber o que estava ocorrendo e a suspender associações, sindicatos. Foi só o PT assumir que explodiu. Foram bilhões e bilhões de reais. O que o PT disse? "Não! Isso começou no Governo Jair Bolsonaro, e nós do Governo Lula é que derrubamos o esquema". Derrubaram o esquema? Derrubaram o esquema?! Na verdade, quase findando o Governo, depois de denúncias de advogados, do site Metrópoles, é que eles foram agir. Sabem por quê? Porque isso já tinha sido denunciado pela Defensoria, pela CGU, e nada. Mas esse é o PT. E o que aconteceu? Nada foi feito contra organizações criminosas. Porque, se quisessem, no momento em que o Governador Tarcísio mexeu em São Paulo, a Polícia Federal não estava de mãos atadas e poderia ter agido no Rio. Sabe o que aconteceu, Deputado Dr. Zacharias Calil? O Governador do Rio pediu ajuda para a Polícia Federal, mas não a recebeu. Pediu ajuda para a Marinha, mas não a recebeu. Não recebeu ajuda. Agora, veio o projeto para cá, e projeto aqui nós discutimos. Vocês os viram querendo discutir projeto aqui? Não. Estão todos na rede, dizendo que este é o Congresso da bandidagem quem não tem conteúdo vive da honra dos colegas e da própria Casa. O projeto, com certeza, vai sair, contrariando o PT, porque quem tem diálogos cabulosos com facções não somos nós. E o advogado que defendeu a Dilma foi contratado por mais de 1 milhão de reais, pagos pelo PCC a uma ONG, para enfraquecer aqui o projeto do crime que o Senador Moro tinha apresentado. Quem fez isso? Pois é, na operação, a polícia descobriu: o chefão do PCC contratou o advogado do PT para enfraquecer o projeto. Muito obrigado, Sr. Presidente. Eu só queria registrar esses fatos, porque a mentira aqui tem sido a tônica, e essas narrativas vão ficando, vão ficando. Como eles dizem a mesma coisa mais de mil vezes, acaba virando verdade, e nós não podemos deixar isso acontecer. Eu agradeço a V.Exa., Presidente, que é de um Estado que tem dado exemplo na segurança pública. Bandido lá não se cria. Eu espero que o PT aprenda. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 11/11/2025Breves Comunicações
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O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente. O Brasil hoje, sem sombra de dúvida por mais que a gente queira torcer, queira achar que não , não tem diferença alguma da Venezuela, mas nenhuma. Neste momento, o ex-Presidente Jair Bolsonaro está sequestrado sequestrado. Por quê? Não há processo, não há inquérito, não há nada que justifique o fato de ele estar preso. "Ah, ele foi condenado." Não há nenhum mandado de prisão referente àquele processo de condenação. "Ah, mas havia um mandado de prisão domiciliar por causa do inquérito sobre a estadia do Eduardo lá." Pois bem, aquele inquérito terminou, e Bolsonaro não foi indiciado. Eu pergunto: por que ele está em prisão domiciliar? Porque o "Procurador-Geral da República" Lindbergh Farias tinha pedido. É isso. Quer comparação mais clara, mais nítida do que a situação da Venezuela? Não existe. Alguém pediu, o Líder do Governo pediu, o Líder do partido do Presidente pediu, a Corte aceitou, ele está preso. "Eu quero que se coloque um policial lá no quintal dele." "Está bem, está atendido." Isso é tudo, menos Estado Democrático de Direito. Pode chamar do que quiser. Às vezes, quando se quer muito algo, perde-se isso. Tudo que o Ministro Alexandre quis na vida era deixar um legado. Ele escreveu um livro, foi para o Ministério Público, foi para o Ministério da Justiça e chegou ao STF. Chegando ao STF, ele não se contentou. Quando lhe deram aquele inquérito ilegal nas mãos, aquele ovo de serpente eclodiu e o envenenou de vez. A grande verdade é que o Ministro Alexandre de Moraes, hoje, não teme nada nem ninguém, não responde a lei nenhuma, muito menos à Constituição. Senão, ele não teria a pachorra de engaiolar dentro de casa um ex-Presidente da República sem que houvesse nem inquérito. Nem inquérito! Hoje, Deputado Cabo Gilberto Silva, não é de se admirar que mais da metade de nós estejamos em processos e em inquéritos ali. Há um verdadeiro consórcio. Esse descondenado que você acabou de mencionar foi tirado da cadeia para concorrer à Presidência, porque era o único que eles achavam que tinha condições de derrotar o Presidente Jair Bolsonaro. Eles vêm aqui dizer que ele é inocente. Inocente! Olhe o que eles precisaram fazer para tirar o Presidente Jair Bolsonaro daquela disputa. Dia e noite, a Globo e demais bocas do inferno batiam nele. Além disso, o Ministro Alexandre reprovava tudo que a gente ia colocar no programa eleitoral. Lula era a favor do aborto, mas nós não podíamos dizer isso. Lula era a favor de ditadores, mas nós não podíamos dizer isso. Tudo era dado a eles, e nada era dado a Bolsonaro. Presidente Sanderson, logo em seguida, eu disse desta tribuna: "Ministro Alexandre, a eleição foi fraudada. Eu não estou falando de máquinas, eu estou falando que o senhor interferiu no devido processo da eleição, no processo eleitoral. E o 8 de Janeiro é da sua lavra. Se o processo tivesse tido transparência, ninguém tinha ido para a rua. O povo brasileiro não se importa." Depois, não contente, cria-se essa narrativa safada e sem vergonha do golpe. Mas já havia precedente, essa Câmara ajudou a criar esse precedente quando arrombaram a casa do Deputado Daniel Silveira no meio da noite. Então, hoje, ele pode tudo. Presidente, há mais um ovo de serpente aqui. Esse autoritarismo, esse intervencionismo do STF começou a ser plantado em 2017 pelo ex-Ministro Barroso, mas agora ocorreu uma coisa muito pesada, que vem lá da sua casa, Deputado Sanderson: o Diretor da PF hoje está se metendo em projetos que nós estamos votando aqui. Antes, era só o STF; agora, até o delegado se mete. Muito obrigado. - 11/11/2025
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O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, vou na mesma linha do que disse o Deputado Cabo Gilberto. A COP serviu só para enfiar dinheiro no bolso de alguns e para o PT passar vergonha. Como eu disse, há duas COPs: a do Lula e do Sidônio e a que realmente aconteceu. Cuidado com o meio ambiente não houve. Encostaram logo dois navios lá movidos a diesel, com 12 cilindros. E o que aconteceu? Agora eu leio na imprensa acho que para que a gente não ficasse sabendo que vão colocar os gastos em sigilo, Sr. Presidente. Esse cara falou durante a campanha inteira que era contra o sigilo e não sei o quê, mas agora tudo está em sigilo. Não quer que os gastos dele e da Janja sejam publicados. Como dizia o Senador Mão Santa, quando não está mentindo, está roubando; quando não está roubando, está mentindo. - 11/11/2025
O Deputado destacou que o ex-Presidente Jair Bolsonaro encontra-se preso de forma ilegal, sem respaldo em inquérito ou justificativas legais, e afirmou que tal situação compromete a legitimidade do Congresso, e do País, para debater direitos humanos e respeito à Constituição. Além disso, criticou a atuação do Ministro Alexandre de Moraes, acusando-o de agir de forma arbitrária ao determinar prisões, solturas e manutenções na cadeia conforme sua vontade. Por fim, apontou que o Brasil estaria vivendo um cenário de desordem institucional.
Palavras-chave oficiais: Crítica,Ministro do Supremo Tribunal Federal,Ilegalidade,Inconstitucionalidade,Prisão ilegal,Ex-presidente da República,Direitos humanos,desrespeito,Constituição Federal
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O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Eu queria fazer uma denúncia gravíssima, Sr. Presidente, já que nós estamos tratando aqui de cláusulas pétreas e de Constituição. Sr. Presidente, hoje, Jair Bolsonaro está preso. Trata-se de uma prisão ilegal, sem inquéritos. Nada há que justifique que ele esteja preso. Então, eu pergunto: neste momento, este País tem moral para discutir qualquer coisa em relação a direitos humanos ou obediência à Constituição? A grande verdade é que o Brasil se tornou terra de ninguém. O Ministro Alexandre Moraes prende quem quer, deixa na cadeia quem quer, solta quem quer. É nessa linha que nós estamos. - 11/11/2025
O Deputado parabenizou o Relator, Senador Eunício Oliveira, e o autor do Projeto de lei nº 980, de 2024, em discussão, Deputado Nikolas Ferreira. Afirmou que não havia sentido o Governo tributar valores considerados irrisórios provenientes dos prêmios, posição alinhada aos que apoiaram o projeto. Por fim, reiterou apoio à iniciativa e destacou a importância do reconhecimento aos atletas brasileiros.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Atleta,Competição esportiva internacional,premiação,Valor,Imposto de renda,Isenção tributária,Defesa
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O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, quero parabenizar o Relator, o eterno Senador Eunício Oliveira, e o autor, o Deputado Nikolas. Eu gostaria também, Sr. Presidente, por medida de justiça, de nominar os Deputados coautores: Nikolas Ferreira, Delegado Paulo Bilynskyj, Marcos Pollon, Helio Lopes, André Fernandes, Fred Linhares, Delegado Ramagem, Gláucia Santiago, Evair Vieira de Melo, Cristiane Lopes, Dayany Bittencourt, José Medeiros, do Mato Grosso, Gilvan da Federal, Luiz Philippe de Orleans e Bragança, Capitão Alberto Neto e Cabo Gilberto Silva. Por medida de justiça, neste projeto, Sr. Presidente, não fazia sentido o Governo abocanhar esses centavos, que não fazem a menor diferença. Faço coro com todos os que votaram este projeto. Parabéns, mais uma vez, Relator, Senador Eunício Oliveira! Muito obrigado. - 11/11/2025
O Deputado criticou a realização da Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP30) e a forma como o Governo Federal divulgou o evento. Afirmou que havia uma diferença entre a versão apresentada pelo Governo e a realidade observada, citando problemas de infraestrutura e falta de resultados concretos. Também classificou a conferência como um fracasso e declarou que a ausência de líderes e soluções refletia a marca do atual Governo. Em seguida, orientou a bancada na votação do Substitutivo apresentado ao Projeto de Lei Complementar nº 124, de 2022, que altera a Lei nº 5.172, de 25 de outubro de 1966 (Código Tributário Nacional), para dispor sobre normas gerais para solução de controvérsias, consensualidade e processo administrativo em matéria tributária e aduaneira.
Palavras-chave oficiais: Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP30) (30: 2025, Belém (PA)),Governo federal,Infraestrutura,fracasso,Meio ambiente,Evento Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei complementar,Minoria parlamentar,Voto favorável
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O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, essa COP e a propaganda que o Governo está fazendo dela parecem-me muito com os números apresentados na imprensa sobre a economia e a situação do Brasil. Há duas COPs, a COP do Sidônio e a COP real. A COP real é a das salas alagadas, dos banheiros quebrados, das pessoas sem achar o que comer, um verdadeiro flop, o flop do Governo do PT. A COP está sendo uma vergonha, mas eles dizem que está tudo ótimo, que é um sucesso. É uma COP esvaziada, pois não vieram líderes, e também não apresentaram nada de solução, como a gente já esperava. Essa tem sido a constante no Governo. O voto é "sim". - 05/11/2025
O Deputado elogiou a aprovação do Projeto de Lei nº 4.357, de 2023, que altera a Lei da Reforma Agrária, impossibilitando a desapropriação por interesse social para fins de reforma agrária de propriedade produtiva por descumprimento da função social. Destacou a importância da renovação política e elogiou a atuação dos Deputados Tião Medeiros e Lupion pela condução de propostas voltadas à pacificação no campo. Defendeu que o País caminhasse para o reconhecimento do MST como organização terrorista, afirmando que o projeto em debate seguia essa direção. Mencionou ainda a ligação do jornalista Rodrigo Rodrigues, que recordou as 22 vítimas de suicídio na Reserva Suiá-Missu, no Mato Grosso. Citou o colega Valtenir como um dos que atuaram em defesa das famílias afetadas pela situação que, segundo ele, foi consequência de uma ideologia destrutiva.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,impossibilidade,Desapropriação,Propriedade produtiva,descumprimento,Função social,Reforma agrária,Aprovação,Elogio,Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST),Terrorista
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O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Quero parabenizá-lo pela condução dos trabalhos. Como é bom ver a política se renovando com pessoas tão competentes, como é o caso do Deputado Tião Medeiros e do Deputado Lupion. Esses brasileiros se empenharam para que pudéssemos chegar a este momento histórico, para, de uma vez por todas, começarmos a ter paz no campo, sem ser esbulhado por essa organização criminosa. Espero que, em breve, votemos para decretar também o MST como organização terrorista. Esse projeto vem nesse caminho. Encerro, informando que agora mesmo o jornalista Rodrigo Rodrigues me ligou lá do Mato Grosso lembrando das 22 vítimas de suicídio da Reserva Suiá-Missu. Vejo aqui o Deputado Valtenir, que lutou muito por aquelas famílias que foram vítimas dessa ideologia necrófila. - 05/11/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do § 5º do art. 9º da Lei nº 8.629/1993, contido no art. 3º da Subemenda Substitutiva, apresentado ao Projeto de Lei nº 4.357, de 2023, que altera a Lei da Reforma Agrária, impossibilitando a desapropriação por interesse social para fins de reforma agrária de propriedade produtiva por descumprimento da função social.
Palavras-chave oficiais: Dispositivo legal,Subemenda substitutiva,Projeto de lei ordinária,Orientação de bancada,Minoria parlamentar
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O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, por se falar em família, eu gostaria de dizer que minha família era bastante pobre, mas lá na minha casa era o seguinte: a minha mãe e o meu pai não aceitavam que um irmão pegasse alguma coisa de outro irmão, não. Se era do outro, era do outro. Disseram que estamos desenterrando coisas. O Deputado não pode falar muito sobre desenterrar, não, porque conseguiu desenterrar D. Pedro Casaldáliga, que está enterrado em São Félix do Araguaia. O D. Pedro se amolda ao que o Deputado Gilson Marques falou aqui: "Eu quero que haja alguma apropriação na terra dos outros, na minha, não". Havia um assentamento em Mato Grosso que ele estava formando e era a época da Dilma ainda. O que aconteceu, Presidente? A Funai começou a achar ossadas lá, disse que tinha que demarcar a reserva indígena lá, e D. Pedro falou: "Aqui, não! A terra indígena é daqui para lá". Resumindo: lá havia um Município já formado, com escola, com tudo, com 8 mil pessoas. A turma do Deputado Nilto e da Gleisi esteve lá, para atender D. Pedro, e tomou 100 mil hectares de terra de produtores terra registrada, com escritura e tudo... (Desligamento do microfone.) O SR. PRESIDENTE (Altineu Côrtes. PL - RJ) - Deputado, finalize. O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT) - Eu finalizo, Presidente. Sobre a terra que era indígena disseram: "Não, lá não pode, porque é do D. Pedro". Era indígena, e se tomou. Não havia nem ossada de cachorro indígena lá na Suiá-Missu! Lembro que 22 pessoas já se suicidaram por causa disso. Muito obrigado. - 05/11/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do Projeto de Lei nº 4.357, de 2023, que altera o art. 2º da Lei nº 8.629, de 25 de fevereiro de 1993 para garantir que não será possível a desapropriação por interesse social, para fim da reforma agrária, da propriedade produtiva que não cumprir sua função social de terras produtivas.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei ordinária,Partido Liberal (PL),Voto favorável
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O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, na verdade, o que houve aqui hoje foi uma série de argumentos que completou toda a lista: argumento do espantalho, argumento ad hominem. Enfim, houve todo tipo de argumento em que vocês puderem pensar, menos a verdade. O que a gente tem visto no País e nas condutas do PT não é a defesa da reforma agrária nem o combate ao tráfico não é. O tempo inteiro, eles se dizem a favor dessas pautas, mas hoje se disseram contrários para justificar o injustificável. A grande verdade é que temos a fala mansa do orientador, que, eu diria, está bem trabalhado no plenário para tentar convencer a sua plateia, mas estamos convictos de que o nosso trabalho na proteção do agronegócio irrita o PT. O Partido dos Trabalhadores é contra o agronegócio, porque produz trabalho e carteira assinada, e o PT odeia carteira assinada. O voto é "sim", Presidente. - 05/11/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de adiamento de votação do Projeto de Lei nº 4.357, de 2023, que altera o art. 2º da Lei nº 8.629, de 25 de fevereiro de 1993 para garantir que não será possível a desapropriação por interesse social, para fim da reforma agrária, da propriedade produtiva que não cumprir sua função social de terras produtivas.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de adiamento da votação,Projeto de lei ordinária,Oposição política,Voto contrário
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O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - A Oposição também orienta "não", Sr. Presidente. A gente, hoje, ouviu muitos números aqui, mas os números do PT o Lula já disse como são originados: na pura criatividade mesmo. Isso me faz lembrar muito de um Deputado antigo lá do Mato Grosso. Nós fomos a uma reunião política, e ele foi soltando números sem parar. Parecia impossível o sujeito ter aquele tanto de números na cabeça. Eu lhe perguntei na viagem: "Rapaz, como é que você fala aqueles números todos? Você tem tudo na cabeça?" Ele disse: "Não, eu invento na hora". O mesmo acontece com o PT aqui: é na hora. Na hora saem números fresquinhos. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 05/11/2025
O Deputado, durante a votação do requerimento de adiamento de discussão do Projeto de Lei nº 4.357, de 2023, que delimita os critérios de verificação do cumprimento da função social da propriedade produtiva, ironizou a postura de partidos como PSOL e PT, ao afirmar que estavam adotando posições inesperadas sobre temas como maconha e tráfico de drogas. Além disso, criticou a inconstância do PT, alegando que o partido altera seus posicionamentos conforme a conveniência política. Por fim, ressaltou que as listas de desapropriação por atividades ilícitas são baseadas em critérios subjetivos e têm servido como instrumento para desapropriação de terras.
Palavras-chave oficiais: Crítica,Partido Socialismo e Liberdade (PSOL),Partido dos Trabalhadores (PT),Ideologia política,conveniência Direito constitucional,Desapropriação por interesse social,Atividade ilícita,critério,subjetividade
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O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu queria que o senhor pedisse a alguém que verificasse o que foi que puseram na água hoje, porque eu estou vendo de tudo, e só pode ser por causa da água. Estou vendo o PSOL falar contra maconha. Estou vendo o PT falar contra traficantes. Alguma coisa está errada na água. Agora, sabem o que está errado mesmo? A causa alegada pelo PT não é a causa. Para eles mudarem o entendimento sobre a causa, é daqui para ali, só depende da conveniência. Sabe por que nós somos contra, Relator? Porque essas listas de trabalho escravo digamos que fosse esse o caso são feitas com base em achômetro. Isso aí é uma forma de tomar a terra para virar bezerro... (Desligamento do microfone.) - 05/11/2025
O Deputado criticou o Partido dos Trabalhadores durante a discussão do Projeto de lei nº 4.357, de 2023. Afirmou que o partido, embora historicamente defensor da liberação das drogas, estaria agora adotando um discurso oposto por conveniência eleitoral. Também acusou o PT de incoerência em temas como reforma agrária e combate ao narcotráfico, afirmando que o partido teria “ojeriza ao agronegócio” e ao trabalho formal.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Propriedade produtiva,Reforma agrária,Desapropriação,impossibilidade Partido dos Trabalhadores (PT),Reforma agrária,Tráfico de droga,combate,incoerência,Crítica
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O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu não tenho alternativa, senão fazer alusão ao filósofo contemporâneo que já esteve nesta Casa e no Senado, o Mão Santa. Ele dizia: "O PT, quando não está mentindo, está roubando; quando não está roubando, está mentindo". Nesse Governo, eles também estão taxando muito. Eu gostaria de acrescentar um ponto. O PT está se assemelhando àqueles vírus mutantes, porque não importa o anticorpo que esteja agindo, ele sempre faz um processo de mutação. O PT é a favor da liberação das drogas, mas, como é conveniente usar este argumento do espantalho, ele está se portando aqui como se fosse contra as drogas. Eu até não acho isso muito ruim, não, porque assim ele está perdendo seus eleitores, já que maconheiro gosta de votar no PT. Sr. Presidente, encerro dizendo o seguinte: é importante ter um mínimo de honestidade intelectual, mas eu sei que isso é muito para o PT. Eles dizem que nós somos contra a reforma agrária. Ora, quando nós estivemos no Governo, fizemos a maior distribuição de títulos de propriedade para a reforma agrária. Eles estão tomando da reforma agrária. Na verdade, eles não são a favor de combater o narcotráfico, eles não são a favor de fazer reforma agrária. Como dizia Antônio Carlos Magalhães, o PT gosta é de dinheiro. Acho que essa história de eles estarem contra o agronegócio ocorre porque o agronegócio produz muita carteira assinada, e o PT tem ojeriza disso. - 05/11/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de adiamento da discussão do Projeto de Decreto Legislativo nº 3 de 2025, que susta os efeitos da Resolução nº 258, de 2024, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda). Também aproveitou para ironizar uma suposta “especialista” que estaria dando aulas de segurança pública na Academia da Polícia Rodoviária Federal (PRF), afirmando que o tema exige preparo técnico. Por fim, satirizou a situação com uma peruca vermelha, sugerindo que “no Brasil, basta ter o cabelo dessa cor para ser considerado especialista em segurança pública”.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de adiamento da discussão,Projeto de decreto legislativo,Partido Liberal (PL),Voto contrário Polícia Rodoviária Federal (PRF),Segurança pública,Peruca,especialidade,Sátira
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O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, há pouco o Líder Sóstenes Cavalcante falou sobre um tema importantíssimo, e eu quero repercutir isso aqui mais uma vez. Eu recebi há pouco uma informação de que aquela aspas "especialista" do cabelo vermelho estaria dando aula de segurança pública na Academia da Polícia Rodoviária Federal. Eu fico muito preocupado com isso porque segurança é coisa séria, Sr. Presidente. O currículo para que uma pessoa seja especialista em segurança pública inclui direção defensiva e ofensiva, gestão de risco, ação contra o terrorismo, etc. Agora, o que eu estou vendo é que, no Brasil, para ser especialista em segurança pública, basta ter o cabelo desta cor! (O orador coloca uma peruca.) Basta colocar uma peruca que você vira especialista em segurança pública! Não pode ser esse o critério. Segurança pública é coisa séria e não pode ser essa a formação. O voto é "não", Sr. Presidente. O SR. PRESIDENTE (Altineu Côrtes. PL - RJ) - Deputado, peço a V.Exa. que respeite o ato da Mesa que veda o uso desse tipo de apetrecho. O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT) - Presidente, eu fui induzido pelo Deputado Fahur! - 05/11/2025
O Deputado pediu aos colegas que incluíssem em suas orações o Deputado Nelson Barbudo, que enfrentava um momento delicado de saúde. Em seguida, citou o Projeto de Lei nº 347, de 2003, sobre a proteção de animais silvestres.
Palavras-chave oficiais: Oração,Deputado federal,Saúde Projeto de lei ordinária,Lei dos Crimes Ambientais (1998),Fauna silvestre
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O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu só queria pedir aos colegas, independentemente de posição política, que pudessem se lembrar em suas orações do nosso colega Deputado Nelson Barbudo, que está passando por um momento bastante difícil, lutando pela vida. Já vou encerrar, Presidente. Trago só uma dúvida que surgiu sobre o projeto anterior. Estavam falando aqui que não se poderia mais maltratar petista. Perguntaram se, juridicamente, animal em cativeiro vai ter excludente de ilicitude. Então, está liberado. - 05/11/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei nº 2.947, de 2025, que altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), aprovada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943, para atribuir à Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e de Assédio (Cipa) o dever de promover a educação climática voltada à prevenção e à resposta a desastres. Ademais, afirmou que o Brasil preserva as matas ciliares e protege encostas, destacando que, nas áreas de reserva legal, proprietários rurais só podem usar 20% de suas terras e ainda enfrentam demora para obter autorização de limpeza. Ao final, condenou o Governo Federal por agir contra o País e os produtores, apreciando o dinheiro de quem produz, mas desprezando-os em público.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei ordinária,Minoria parlamentar,Voto favorável Preservação ambiental,Encosta,Mata ciliar,Reserva legal,Propriedade rural,Política ambiental,Governo federal,Produtor rural
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O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Na mesma linha do Deputado Gilson, Sr. Presidente, eu vivo num mundo em que há um país chamado Brasil que preserva as matas ciliares, que é o único do mundo que tem proteção de encostas, que tem reserva legal. Ali, as pessoas, em determinadas regiões, compram uma propriedade e só podem utilizar 20% dela e, mesmo quando precisam limpar esses 20%, têm que pedir autorização, que só vai sair após 4 anos ou 5 anos. Eu vivo num mundo em que há um país, o Brasil, que é controlado por um partido que trabalha o tempo inteiro contra ele e contra aqueles que produzem. Adora o dinheiro dos que produzem, mas tem ojeriza por eles em público. É como dizia Aluísio Azevedo, autor do livro O Mulato: em público, enxotam, mas, no privado, chamam para a alcova. O voto é "sim", Presidente.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 11/12/2019 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.