
Nome civil: Jose Antonio dos Santos Medeiros · 56 anos
Bananômetro
89/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 90% dos deputados · média do partido: 78
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 92%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 79%
Vota quando precisa?
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 100%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 97%
discursos na tribuna (percentil)
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- dep.josemedeiros@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5335
- Gabinete
- Gabinete 335, Anexo IV, 3º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
92%
Esteve em 361 de 391 sessões
Votou nas votações
79%
Registrou voto em 896 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 309 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
27%
Em 684 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
630 discursos na tribuna e 1 entregues por escrito (não contam no Bananômetro) · de 06/02/2019 a 02/06/2026.
- 02/06/2026como líderBreves Comunicações
O Deputado criticou declarações do Presidente Lula e afirmou que houve tratamento desigual entre aliados e opositores no sistema político e judicial brasileiro. Mencionou falas atribuídas ao Presidente sobre o Senador Flávio Bolsonaro e comparou a repercussão do episódio com casos envolvendo integrantes da Oposição. Também questionou decisões judiciais relacionadas ao ex-Deputado Daniel Silveira e criticou a condução do Governo Federal em temas econômicos e diplomáticos. Atribuiu ao Governo dificuldades enfrentadas pelos Correios, pelo agronegócio e por Estados como Mato Grosso, citando obras de infraestrutura, endividamento do setor rural e impactos da reforma tributária. Por fim, defendeu maior atuação do Senado diante do que classificou como insegurança jurídica e falta de direção do País.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,atuação,gestão,Crítica
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O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente. Sr. Presidente, não é novidade que o Lula tem dificuldade com a história. Hoje ele se superou. Hoje ele disse que Joaquim Silvério dos Reis, aquele delator de Tiradentes, foi enforcado. E, na esteira, já que vinha embalado em falar besteira, ele sugeriu que o Senador Flávio Bolsonaro fosse enforcado. Você que está me ouvindo agora tente imaginar, se o Senador Flávio Bolsonaro fizesse uma menção pelo menos próxima disso, o que estaria acontecendo. Já estaria com denúncia em Cortes internacionais, ou o Procurador-Geral da República, a esse momento, já estaria abrindo algum procedimento administrativo, e, provavelmente, já estaria inserido em algum daqueles inquéritos ali no STF. É um momento muito difícil quando você vive numa ditadura, mas ela não se retrata, ela não se mostra, ela é sabor democracia. Na ditadura sabor democracia, um lado pode tudo, e o outro lado se depara com os rigores da lei, com os grilhões, com as algemas, com as grades; e é isso o que nós estamos vivendo. Quem não se lembra de Daniel Silveira, preso até hoje porque foi descortês, porque exprimiu o seu pensamento, a sua opinião. Ele disse, na parte mais grave do seu discurso: "Ministro, o senhor, por tudo o que tem feito, merece uma surra com um gato morto até ele miar". Qualquer adolescente, Ministro Osmar Terra, qualquer adolescente do fundamental saberia que isso é uma inflexão, uma forma de dar ênfase ao que se está dizendo. Pode falar que ele foi grosseiro, pode falar que ele foi tudo, mas dizer que ele queria um golpe, que ele queria isso ou aquilo... E, mesmo que ele pedisse um golpe, a democracia pode tudo em termos de liberdade de expressão, porque há o contraponto, mas não. Cadeia, flagrante no meio da noite... Eu nunca vi flagrante sobre um vídeo que estava na Internet. Criaram a figura do flagrante para quê? Para propiciar uma humilhação pública no meio da noite. Pois bem, esse é o Brasil em que nós estamos vivendo. Tiram um presidiário da cadeia, porque eles disseram que era conveniente naquele momento, porque se convencionou, palavras do Ministro Barroso à época, que havia um perigo para a democracia. Ah, convencionou-se que havia um perigo. Então, vamos tirar o Presidente do cargo porque há um perigo. Bom, é o mesmo que você apitar uma falta por perigo de gol, se fôssemos fazer uma analogia com o futebol. Hoje o Lula, que é famoso por seus arroubos, sugeriu o enforcamento do seu principal adversário político. Vociferou diversos impropérios e mentiu, mentiu bastante. Ele não conseguiu imprimir no seu Governo o que prometeu na campanha e passou em determinado momento a provocar o Donald Trump, até que em dado momento ele chamou a atenção do Governo dos Estados Unidos quando ele começou a fazer uma menção a tirar o dólar como moeda padrão. Naquele momento, o Brasil foi tarifado. E eles jogaram isso no lombo do Eduardo Bolsonaro. Muita gente caiu. Agora, novamente, após tantas promessas, ele não fez nada que foi acordado com os Estados Unidos. E, como resultado daquela investigação da Seção 301, começa a se falar em tarifas. E ele, de boca cheia, começa a dizer que é culpa da família Bolsonaro. O que aconteceu neste País até agora de fracasso deste Governo que ele não jogou em cima de Bolsonaro? Tudo. Agora mesmo, eu ouvi um discurso em que eles conseguem jogar para cima de Bolsonaro a quebra dos Correios. Ora, os Correios foram entregues com superávit, as estatais todas em superávit. Mas contam essas "estórias", porque quem não tem o que apresentar conta "estória" com "e". E eu volto a dizer, os Estados brasileiros estão na penúria em termos de desenvolvimento, em termos do que recebem deste Governo. Por exemplo, o Ministro dos Transportes teve a coragem de ir ao Mato Grosso inaugurar 12 quilômetros de rodovia de um total de 120 quilômetros. E eles tiveram o desplante de prometer que vão terminar aquela rodovia. Não vão. Na velocidade que eles estão fazendo a BR-158, o contorno da BR-158, precisariam de mais uns dez mandatos do Lula. Mato Grosso tem sido enganado, tem sido prejudicado, porque tem sido a locomotiva do agronegócio. Mas este Governo odeia o agronegócio e faz o pior tipo de sabotagem ao agro, que é através do asfixiamento no aspecto financeiro, no escoamento e na facilidade de produção. Hoje a maior parte do agronegócio brasileiro está extremamente endividado. Batem-se recordes e mais recordes de pedido de recuperação judicial. Eu estou lá no Mato Grosso, tenho andado e eu vejo a dificuldade. Todos eles estão dizendo "Medeiros, nós estamos rolando as dívidas, mas vai chegar um momento que a gente não vai conseguir". E vem uma outra coisa pior. Eu tenho conversado com os Prefeitos. Logo, logo, nós vamos ter que falar em securitização de Prefeituras, Deputado Osmar Terra. Muito em breve, as Prefeituras não vão conseguir fechar suas contas, porque estão chegando os efeitos da reforma tributária, que nem diminuiu, nem simplificou imposto. Este ano eu sou candidato ao Senado e tenho dito que a população brasileira tem que refletir, porque tudo isso passa um pouco pelo Senado. Há falta de ação do Senado. O Senado tem sido o Pilatos da República, porque esse consórcio que se firmou entre o Governo Federal e alguns Ministros do STF é que tem propiciado insegurança jurídica, falta de investimento e uma falta de rumo para o País. O Governo Lula tem sido errático, assim como tem sido errático agora em relação aos Estados Unidos, porque, ao invés de fazer uma diplomacia pragmática, quer o caos para poder culpar o seu adversário e obter dividendos políticos. Mas a mentira é como as nuvens em relação à luz do Sol, e a verdade é como a luz do Sol. Embora as nuvens em determinado momento a tampe, a luz aparece em um momento. Eu só espero que a verdade possa se aclarar antes do período eleitoral, antes da eleição, para que os brasileiros acordem. Este Governo que diz salvar o Brasil vem falando em salvar o Brasil há décadas. - 02/06/2026pela ordemBreves Comunicações
O Deputado atribuiu ao Governo Federal a responsabilidade por controvérsias envolvendo o sistema financeiro e a segurança pública, criticando tentativas de associar integrantes da Oposição a investigações e organizações criminosas. Citou reuniões entre o Presidente da República e o empresário Daniel Vorcaro, mencionando debates sobre a condução de instituições financeiras. Também relembrou discussões relacionadas a projetos de combate ao crime e episódios envolvendo facções criminosas, além de mencionar fatos ligados à gestão pública em São Paulo. Informou que a tentativa de responsabilizar a Oposição por problemas enfrentados pelo País buscou desviar o foco de questões que deveriam ser esclarecidas pelo próprio Governo.
Palavras-chave oficiais: Organização criminosa,Terrorista,Estados Unidos,Política de segurança pública,Governo federal,Crítica
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O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, estou percebendo uma vontade imensa desse Governo de tentar enlamear isso é próprio dele o outro, de jogar a culpa no outro. A culpa é de Lula, e ele a joga em quem quer. Estão tentando ligar o Senador Flávio ao PCC, estão tentando ligar o Senador Flávio a Vorcaro. O que aconteceu foi que Lula se reuniu várias vezes com Vorcaro. Inclusive, disse a ele para não vender o banco, porque ele ia trocar o Presidente. Agora, Sr. Presidente, vem com essa história das facções. Ora, há muito tempo o PT se refestela, ladeia o alambrado junto com essas facções. Quem não se lembra daquele áudio, daquele diálogo cabuloso? Quem não se lembra da ligação do advogado que inclusive, defendeu Dilma pediu para arrefecer a questão do crime? Quem não se lembra daquele projeto anticrime que votamos aqui, que tratou da questão sobre as visitas íntimas? Eles sempre estiveram ali por perto. Quanto ao Vice-Presidente da República, é importante que isto seja esclarecido. Quando o PCC tocou o terror em São Paulo, a informação que ficou a imprensa, inclusive, divulgou isto, mas nunca foi esclarecido foi a de que Geraldo Alckmin negociou com o PCC para que terminasse aquele levante. Então, vir jogar a culpa em cima da Oposição é coisa de quem não tem o que apresentar. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 02/06/2026breves comunicaçõesBreves Comunicações
O Deputado criticou o Governo do Presidente Lula, afirmando que ele não cumpriu promessas de campanha e passou a buscar inimigos externos, especialmente os Estados Unidos, para justificar seus próprios fracassos. Afirmou que Lula teria provocado Donald Trump, adotado uma diplomacia pouco pragmática e depois responsabilizado a família Bolsonaro pelo tarifaço imposto ao Brasil, medida que prejudicaria especialmente Estados como Mato Grosso e Pará. Acusou também o Presidente de fazer declarações irresponsáveis contra o Senador Flávio Bolsonaro, que poderiam estimular violência política, e afirmou que Lula tenta se vitimizar para esconder rejeição e fraqueza política.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,Presidente da República,descumprimento,Plataforma política,culpabilização,Estados Unidos,Diplomacia,Família,Ex-presidente da República,Tributação,Produto nacional,Prejuízo,Mato Grosso,Pará (Estado),declaração,Incitação à violência,Senador,Rejeição,caráter político
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O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente. Este mandato do Presidente Lula começou com grandes expectativas, creio que até dele próprio. E o que é que aconteceu? Não aconteceu. A grande verdade é que ele prometeu picanha, cerveja e nem abóbora está entregando. E o que a gente sente é o seguinte: desde o momento que ele percebeu que não ia ter como entregar o paraíso prometido, ele passou a buscar uma justificativa, um inimigo, como fez Hugo Chávez, Nicolás Maduro, Daniel Ortega, Rafael Correa, que se espelharam num inimigo comum, buscaram os Estados Unidos como bode expiatório. Mostra-se como perseguido para, então, justificar o seu fracasso. O Lula começou a provocar o Donald Trump. Não é de hoje que ele faz isso. Depois, conseguiu atenção com aquele discurso, dizendo que o dólar não devia ser mais a moeda padrão. Naquele momento, houve uma rebordosa, e os Estados Unidos tarifaram o Brasil em quase 50%. O que fez o Lula? Culpou os Bolsonaro, porque a culpa nunca é dele. Ele sempre é a vítima. Prejudicou o Brasil e culpou os outros. E assim continuou. Disse depois que havia pintado um clima e, na verdade, ele abdicou de fazer uma diplomacia pragmática, de fazer uma diplomacia que funcionasse. Agora, ele faz a mesma coisa. Ele, após se reunir com o Presidente Trump e os Estados Unidos colocarem o que queriam e não atender, ele agora sugere inclusive o enforcamento do seu adversário. Hoje, num discurso para lá de irresponsável, ele sugeriu o enforcamento do Senador Flávio Bolsonaro. Ora, um desavisado, um maluco que acredite nas falas do Lula, Presidente, vai simplesmente cometer um atentado, porque ele acha que está salvando o Brasil de um traidor. Flávio corre risco de vida, aliás, corre risco de morte, não é? E o responsável está aí. Hoje ele está todo açodado dizendo que o tarifaço é culpa dos Bolsonaros. Presidente, só peço mais um tempinho. Prejudica diretamente o Brasil essa fala de Lula, porque, ao abdicar de fazer um discurso responsável, ao abdicar de fazer a defesa, porque esse tarifaço é fruto daquela investigação que começou da sessão 301... Mas hoje o Mato Grosso e o Pará, Deputado Delegado Éder Mauro, são Estados extremamente prejudicados por essas medidas de Lula, porque os prejudicados são esses Estados que precisam se desenvolver. Mas o Lula não está nem aí. O Lula quer saber de se vitimizar e de passar uma ideia de que ele é vítima. Na verdade, o que nós temos aqui é o seguinte: um Presidente fraco, desesperado, porque não tem como diminuir a sua rejeição, que busca se salvar criando narrativa. Agradeço, Presidente. Aproveito para comunicar ao Brasil inteiro que o nosso Presidente aqui, e lhe cai a cadeira muito bem, o nosso Deputado Da Vitoria está simplesmente completando mais 1 aninho de vida. Que Deus o abençoe! Quero dizer que V.Exa. está muito bem nesta cadeira de Presidente hoje, neste dia histórico para o Parlamento e para V.Exa. Muito obrigado. - 02/06/2026pela ordemBreves Comunicações
O Deputado manifestou preocupação com exonerações promovidas por corregedorias, especialmente na Polícia Rodoviária Federal (PRF), argumentando que servidores estariam sendo afastados por motivos que considera pouco relevantes e que, com isso, as vagas acabam se perdendo. Citou o caso do ex-superintendente Aristóteles Cadidé, em Mato Grosso, exonerado após suposto uso de viatura para ir para casa, e comparou a situação ao uso de aviões da FAB por autoridades. Concluiu que há uma “guerra política” contra superintendentes da PRF, que estariam em situação permanente de risco de exoneração, e pediu ao Diretor-Geral Antônio Fernando que corrija essas injustiças.
Palavras-chave oficiais: Polícia Rodoviária Federal (PRF),Exoneração,Superintendente,perda,Vaga,Cargo público,motivo,Perseguição política,Diretor-Geral,correção
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O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Quando os concursos são feitos, são criadas vagas, inclusive com a autorização do Congresso Nacional. Isso se dá para todas as categorias existentes no País, inclusive a das polícias. Eu tenho observado algo, ao longo dos anos, nas corregedorias e eu defendo o trabalho das corregedorias. É bom lembrar que, quando uma vaga é findada, vamos dizer assim, quando a corregedoria exonera um servidor, aquela vaga se perde. E a minha preocupação é que eu estou vendo cada vez mais as corregedorias mandando embora servidores por quase nada, Sr. Presidente. E eu digo isso principalmente sobre os superintendentes da Polícia Rodoviária Federal. Peço só mais 30 segundos, Sr. Presidente, e eu concluo. O que acontece? Vou citar um caso concreto em Mato Grosso. O ex-superintendente Aristóteles Cadidé foi exonerado pelo Ministro Flávio Dino porque se diz que ele utilizou a viatura para ir para casa. Ora, os postos ficavam no caminho da casa dele. Mandaram-no embora por isso. Agora eu estou vendo o Ministro utilizar o avião, por exemplo, da FAB. Já termino, Presidente. A gente vê superintendentes sendo exonerados porque usaram uma viatura, sendo que, agora, a gente vê que a própria instituição já legalizou isso. O que vejo é que há uma guerra política na qual ser Superintendente hoje, na Polícia Rodoviária Federal, é quase ser um exonerado em potencial. Isso tem que acabar. Deixo essa reflexão para o Diretor-Geral Antônio Fernando, para que corrija essas injustiças. - 21/05/2026pela ordemOrdem do Dia
O Deputado criticou o Governo por falta de transparência, citando três mil pedidos de informação negados e colocados sob sigilo entre 2023 e 2024, conforme reportagem do jornal O Globo. Além disso, rebateu declarações sobre o caso do Banco Master, afirmando que o Governo mantinha relações próximas com os envolvidos.
Palavras-chave oficiais: Governo,Sigilo,Dados,Jornal,Transparência pública,comprometimento,Banco Master
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O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, em termos de transparência, esse Governo não poderia nem abrir a boca, nem ele, nem os seus representantes, caso quisessem ter alguma coerência. Segundo o jornal O Globo, de 2023 até 2024, 3 mil pedidos de informações foram negados, porque as informações foram colocadas sob sigilo. Um Governo que tem como tônica a mentira, que tem como tônica encobrir tudo, jogar tudo para debaixo do tapete, não tem a mínima moral para vir falar aqui sobre transparência. Sobre essa questão do Banco Master, foi falado agora há pouco que se sabia que o presidente era um condenado... Não, não se sabia, não! Ninguém aqui sabia que o presidente do banco tinha algum problema. A grande verdade é que quem sentava e jantava com eles era esse Governo. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 21/05/2026pela ordemOrdem do Dia
O Deputado criticou o que classificou como contradição entre os discursos da Esquerda e a realidade, apontando que 1.390 pautas solicitadas pelo jornal O Estado de S. Paulo foram colocadas em sigilo, incluindo registros do cartão de Janja e informações do Palácio do Planalto e do Alvorada. Além disso, argumentou que o Governo atual não apresenta resultados próprios e recorre a fatos do período de 2015 a 2022 porque os dados de 2023 permanecem sob sigilo.
Palavras-chave oficiais: Esquerda política,Governo,Sigilo,Informação,O Estado de S. Paulo (Estadão),Transparência pública
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O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Olhem, os discursos da Esquerda simplesmente não fazem sentido diante da realidade. São peças de ficção. Eles ignoram a realidade e simplesmente tentam jogar para o outro lado toda a mentirada que eles produzem. Vejam só, em matéria de sigilo, 1.390 informações pedidas pelo jornal O Estado de S. Paulo foram colocadas sob sigilo. Quando O Estadão fez o pedido, ele se deparou com sigilos de 100 anos. Há sigilo para tudo, do cartão da Janja a tudo o que se pedir de informação em relação ao Palácio do Planalto e ao Alvorada. Mas eles querem jogar tudo isso para cima de Bolsonaro. Aliás, este Governo não apresentou nada, vive de Bolsonaro. Foi citado no discurso anterior um dado de 2015 a 2022. Sabem por quê? Porque desde 2023 eles não contabilizam nada, está tudo em sigilo. - 21/05/2026pela ordemOrdem do Dia
O Deputado criticou o que classificou como incoerência de setores ligados ao Governo em relação ao empresário Daniel Vorcaro e ao Banco Master. Afirmou que aliados do Governo que antes exaltavam a atuação do banqueiro no sistema financeiro passaram a atacá-lo diante de recentes controvérsias envolvendo a instituição. Também levantou suspeitas sobre supostas relações entre representantes do banco e integrantes do Governo Federal, mencionando encontros no Palácio do Planalto, além de questionar a influência política em temas ligados ao Banco Central. Ao final, acusou o PT de tentar distanciar-se do caso e de transferir responsabilidades políticas.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,Banco Master,Proprietário,relacionamento,Palácio do Planalto (Brasília, DF),Reunião,Partido dos Trabalhadores (PT),Responsabilidade,transferência,Crítica
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O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) Sr. Presidente, dissonância cognitiva é o que eu vejo aqui. É bom lembrar que, até alguns meses atrás, essa galera que hoje fala mal do Daniel Vorcaro endeusava o Daniel por ser uma luz no sistema financeiro, que iria enfrentar os grandes bancos, que o PT diz tanto odiar. Mas a grande verdade é que o PT... (Soa a campainha.) O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT) ... enxota esses bancos em público, mas, no privado, chama para a alcova, essa que é a grande verdade. O Daniel, do Banco Master, esteve quantas vezes no Planalto? Gente, o cara ia vender o banco por R$1 para o André Esteves, e o que o Lula disse: "Espere aí, eu estou trocando esse Presidente do banco, o Roberto Campos". Já termino Presidente. "Estou trocando o Presidente do Banco Central, e aí a gente ajeita isso", o cara ia passar a bronca. O Ministro de Lula participou, e inclusive recebeu milhões desse banco, quer dizer, estava tudo... Então, como disse o Líder do Governo no Senado... Na verdade, eu digo o seguinte: esse bicho que está na sala come rato, bebe leite... (Soa a campainha.) O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT) ... todo mundo diz que é gato, mas o PT diz que é cachorro. A grande verdade é que foi sempre essa prática que eles fizeram. O PT é dono do Banco Master e correu para dizer que o Banco Master era do Bolsonaro. Ora, começa na Bahia e termina no Palácio do Planalto. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 19/05/2026pela ordemBreves Comunicações
O Deputado criticou o Partido dos Trabalhadores (PT) e relacionou integrantes do Governo Federal e autoridades ao caso envolvendo o Banco Master e o empresário Daniel Vorcaro. Afirmou que membros do Governo teriam mantido proximidade com Vorcaro e acusou o PT de tentar desgastar politicamente adversários, especialmente o Senador Flávio Bolsonaro, diante do avanço dele nas pesquisas eleitorais. Questionou também a associação feita entre investimentos privados ligados à produção de um filme sobre o ex-Presidente Jair Bolsonaro e supostos atos ilícitos, argumentando que haveria tratamento desigual por parte de adversários políticos.
Palavras-chave oficiais: Partido dos Trabalhadores (PT),Governo federal,Banco Master,Adversário político,Senador,Pré-candidato,Presidência da República,Pesquisa eleitoral,questionamento,Investimento privado,Filme,Ex-presidente da República,desigualdade,tratamento
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O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Mão Santa dizia: "O PT, quando não está mentindo, está roubando. Quando não está roubando, está mentindo. E quando está no Governo, mente e rouba". Nesse caso do Master, vários Ministros eram funcionários do Vorcaro. O Lula recebeu diversas vezes o Vorcaro. Inclusive, o Vorcaro, quando anunciou para o Lula que iria vender o banco por 1 real para o BTG assumir a bronca toda, ele o aconselhou, na frente do Galípolo, com quem o Vorcaro se encontrou 41 vezes: "Nós estamos trocando o Presidente do Banco Central. Espera, não venda não". Essa é a relação do PT. O Ministro Alexandre de Moraes esteve diversas vezes na casa do Vorcaro. Agora, o negócio com o banco ninguém sabia o que estava acontecendo com o banco era para um filme totalmente privado. Flávio não estava com o pai na Presidência, não é do Governo. Eles dizem que é propina. É fácil jogar para os outros a lama. Mas qual é a estratégia? Como estão derrotados nas pesquisas, tentam enfraquecer e enlamear. É jogar todo mundo para a vala comum. A corrupção é o DNA do PT. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 29/04/2026pela ordemBreves Comunicações
O Deputado destacou a presença dos Vereadores Kiki e Neguinho do Lava-Jato, do Município de Alto Garças (MT). Ademais, registrou reconhecimento aos convidados e mencionou a relevância da participação política local. Em seguida, manifestou solidariedade a Vereadores que foram ofendidos por um Parlamentar da Casa ao longo da semana.
Palavras-chave oficiais: Saudação,Vereador,Alto Garças (MT),Ofensa,Parlamento
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O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu quero só agradecer a presença aos Vereadores Kiki e Neguinho do Lava-Jato, de Alto Garças, em Mato Grosso, cidade de Vanessa da Mata. Aproveito para homenagear, mais uma vez, os Vereadores, que foram extremamente ofendidos, infelizmente, por um Deputado da nossa Casa, nesta semana. Muito obrigado. - 29/04/2026pela ordemBreves Comunicações
O Deputado fez referência a denúncias envolvendo um Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), apontando que sua esposa teria recebido valores milionários, mencionando cifras que variariam entre R$ 3 milhões e R$ 10 milhões mensais, de um empresário investigado por corrupção, com parte dos recursos supostamente direcionada a um Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ). Cobrou da Procuradoria-Geral da República (PGR) a apuração dos fatos e, no contexto da sabatina de um novo Ministro para a Corte, lamentou o posicionamento do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) favorável à indicação.
Palavras-chave oficiais: Ministro do Supremo Tribunal Federal,Denúncia,Esposa,Empresário,Corrupção,Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ),Procuradoria-Geral da República (PGR),apuração,Banco Master indicação,Ministro do Supremo Tribunal Federal,Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) (1980),favorável
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O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente. Há um ditado que aprendi na faculdade, até um pouco jocoso, falando sobre os advogados, que dizia o seguinte: O advogado é o cavalheiro que protege os seus bens contra terceiros e os toma para si. Obviamente, era uma piada uma das tantas que se fazem sobre profissões; há piadas para todo tipo de atividade. Mas o que eu tenho achado interessante é o seguinte: há um ministro da Corte que tem defendido como ninguém, que defende a democracia, que defende este País, e eis que, de repente, descobre-se que recebia, por meio de sua esposa, milhões de um homem que talvez tenha batido o recorde do maior achaque; nem o assalto ao trem pagador foi tão grande. O Ministro da Corte estava envolvido com isso. Agora, eu deixo para a Procuradoria-Geral da República investigar o que se está dizendo por aí que não eram só 3 milhões por mês, mas 10 milhões, e parte ia para o CNPJ. No momento em que se faz uma sabatina de um novo Ministro, eu fico lamentando muito de ver o PMDB votando para encaminhar mais uma pessoa com esse pensamento. - 29/04/2026pela ordemBreves Comunicações
O Deputado manifestou insatisfação com o que apontou como assimetria no tratamento judicial de casos envolvendo Parlamentares e membros do Poder Judiciário. Citou a prisão de um Deputado por declarações consideradas ofensivas e contrastou essa situação com indícios de advocacia administrativa atribuídos a um Ministro, cuja esposa receberia valores que, segundo informações apresentadas, superariam R$ 3 milhões por mês. Por fim, dirigiu-se ao Ministro Edson Fachin e pediu a suspensão do Ministro Alexandre de Moraes do cargo, em nome da credibilidade das instituições e da Constituição.
Palavras-chave oficiais: Poder Judiciário,Poder Legislativo,Princípio da separação dos Poderes,Imunidade parlamentar,Liberdade de expressão,Prisão,Deputado federal,Advocacia administrativa,Ministro do Supremo Tribunal Federal,Esposa,Suspensão (penalidade),Constituição Federal (1988),Princípio da moralidade administrativa,Princípio da simetria
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O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, nós vimos no passado recente diversos brasileiros irem para a cadeia por causa de bobeira. Um Deputado foi grosseiro acerca de alguns Ministros e fez uma inflexão: "Ministro tal, por tudo que faz, merece uma surra de gato morto". Pronto. Polícia Federal, às 11 horas da noite, explodiu a porta, foi preso. E está preso até hoje. E por aí vão tantos. Aí nós pegamos um Ministro com sérios indícios de advocacia administrativa, cuja esposa recebe milhões. Agora eu tenho a notícia de que não são só 3 milhões de reais por mês. Não verificaram o CNPJ. Diz-se que é muito mais. Então, o que eu digo aqui, agora, é o seguinte: Ministro Fachin, em nome dessa instituição que vocês tanto dizem defender, em nome da democracia, suspendam o Ministro Alexandre do cargo. Não há condições! Não estou falando para vocês o expulsarem. Suspendam-no, simplesmente. A bem da verdade, se fosse ele julgando a si mesmo, já estaria preso. Já estaria preso! Mas nós não queremos o "Código Alexandrino"; nós queremos a nossa boa e velha Constituição. - 29/04/2026pela ordemBreves Comunicações
O Deputado registrou apoio aos Vereadores presentes na Marcha dos Vereadores em Brasília (DF) e manifestou solidariedade diante de críticas dirigidas à categoria. Também ressaltou o papel dos Vereadores na representação direta da população, destacando a proximidade com as demandas locais e a responsabilidade no atendimento às comunidades.
Palavras-chave oficiais: Brasília (DF),Vereador,Evento,solidariedade
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O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Excelência, quero parabenizar os Vereadores que estão participando da Marcha dos Vereadores e me solidarizar com eles. Dizem que tem doido para tudo, e a Câmara não fica imune a isso. Dia desses, um Deputado aqui disse que os Vereadores valem menos do que merda. Depois, colocou na frente de seu gabinete um aviso: "Proibida a entrada de Vereadores". Eu acho isso um desrespeito aos Vereadores. Eu parabenizo o Deputado Charles, que acabou de falar sobre os Vereadores. Este é um dos cargos mais difíceis para a pessoa se eleger. Quando a coisa aperta, quando as coisas não acontecem em Brasília, o povo reclama a quem está mais perto, reclama ao Vereador, que é quem está perto do povo. Portanto, eu tenho o maior respeito ao cargo de Vereador. Quero parabenizar todos os que hoje estão lutando, assim como nós, por um Brasil melhor. Muito obrigado. - 08/04/2026pela ordemBreves Comunicações
O Deputado registrou a visita do Vereador Francy, de Nova Xavantina (MT), ao Plenário da Câmara dos Deputados. Destacou a importância do Município para a produção no Estado e mencionou a destinação de recursos já encaminhados para a área da saúde e para obras de infraestrutura, como a construção de unidade de saúde e a pavimentação no Assentamento Banco da Terra. Afirmou que continuará apoiando o Município com novos repasses. Também ressaltou a solicitação apresentada pelo vereador durante a visita e registrou cumprimento à população local, com menção ao desenvolvimento regional.
Palavras-chave oficiais: Vereador,Nova Xavantina (MT),Saudação
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O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, encontra-se visitando a gente aqui no plenário o Vereador Francy, da cidade de Nova Xavantina, no Estado de Mato Grosso. Esse é um Município que representa muito bem a essência da produção no Estado. Tenho orgulho de ter encaminhado recurso para a saúde dali, para a construção da unidade de saúde; de ter encaminhado recurso para o asfalto do Assentamento Banco da Terra. E quero dizer que vou continuar encaminhando recurso. O Vereador Francy veio hoje aqui justamente pedir recurso para o Município de Nova Xavantina. Quero lhe parabenizar, Vereador, e aproveito para cumprimentar todos daquele Município. Agradeço a oportunidade de podermos aqui transmitir este recado para esse importante Município do Estado de Mato Grosso. - 08/04/2026pela ordemBreves Comunicações
O Deputado registrou homenagem póstuma ao Parlamentar Odílio Balbinotti, destacando sua atuação ao longo de cinco mandatos e trajetória vinculada aos Estados do Paraná e de Mato Grosso.
Palavras-chave oficiais: Homenagem póstuma,Ex-deputado federal,Atuação parlamentar
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O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, com a tolerância da nossa Deputada Duda Salabert, quero utilizar o espaço apenas para destacar e solicito que conste nos Anais da Casa a figura do Deputado Odílio Balbinotti, que exerceu cinco mandatos nesta Casa. Era do Estado do Paraná, mas fez toda uma história no Estado de Mato Grosso, onde construiu suas empresas. Sua família também mora lá. Agora, nesse último mês, infelizmente nos deixou. Faço este registro porque Odílio Balbinotti foi um grande Deputado. Muitos dos Deputados que ainda estão hoje aqui tiveram a oportunidade de conviver com ele. Inclusive, era conterrâneo do nosso Deputado Fahur. Faço esta menção em memória dos seus feitos e dos seus trabalhos pela agricultura brasileira. Muito obrigado. - 07/04/2026pela ordemOrdem do Dia
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei Complementar nº 109, de 2025, que dispõe sobre o acesso da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) às informações fiscais dos agentes regulados, para fins de fiscalização e regulação do setor, nos termos do art. 145, § 1º, da Constituição Federal.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei complementar,Minoria parlamentar,liberação,Bancada parlamentar
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O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, na linha do que disse agora há pouco o nosso Líder da Oposição, o Deputado Cabo Gilberto Silva, ou o Presidente da República do Brasil está com alguma dificuldade cognitiva ou a sua saúde não está boa, porque o que ele tem feito com o País tem sido realmente uma coisa impressionante, de forma negativa. Para acabar de arrebentar com tudo, ele, que é o Presidente de honra do partido que diz defender o meio ambiente, está comendo paca. Imagine o exemplo que ele deu ao comer uma paca e anunciar isso nas redes sociais. A paca, que já é um animal em extinção, agora é que vai acabar de vez. A Minoria libera a bancada. - 05/03/2026pela ordemOrdem do Dia
O Deputado orientou a bancada na votação do Projeto de lei nº 793, de 2026, que estabelece medida excepcional de proteção social a ser adotada no contexto do estado de calamidade pública reconhecido na Zona da Mata do Estado de Minas Gerais em decorrência dos graves eventos climáticos que atingiram a região. Além disso, registrou a visita da Vereadora Cássia, do Município de Gaúcha do Norte (MT), destacando a atuação da representante municipal, classificando-a como uma liderança em ascensão na política mato-grossense.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei ordinária,Minoria parlamentar,Voto favorável Gaúcha do Norte (MT),Vereadora,Plenário,Saudação
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O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sra. Presidente. Quero aproveitar a oportunidade para agradecer a presença à Vereadora Kássia, do Município de Gaúcha do Norte, que está nos visitando. É a política mato-grossense se renovando, com uma grata revelação. Trata-se de uma Vereadora muito atuante. Nós agradecemos a ela visita. Ela veio solicitar recursos para o Município. É uma satisfação recebê-la. A Minoria, Sra. Presidente, vota "sim". - 04/03/2026pela ordemOrdem do Dia
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O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, trata-se só de um informe. Acaba de morrer uma testemunha-chave do caso do Banco Master. Segundo dizem, suicidou-se na prisão. Eu acho imprescindível que a Polícia Federal e o Judiciário deixem bem claro a causa dessa morte, para que não paire nenhuma dúvida. É muito estranho que uma testemunha ou acusado morra nessas circunstâncias, sob a guarda do Estado. Muito obrigado. - 25/02/2026pela ordemBreves Comunicações
O Deputado agradeceu a presença, na Câmara, de representantes do movimento pela contagem pública de votos, vindos de diversos Estados. Informou que o grupo está dialogando com os Líderes partidários para tentar pautar e aprovar o projeto que trata da contagem pública dos votos.
Palavras-chave oficiais: Movimento político,Apuração de votos,Representante,Presença,Câmara dos Deputados
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O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, deixe-me só agradecer a visita do pessoal da contagem pública de votos. São representantes de todos os Estados que estão aqui neste momento e estão conversando com os Líderes para ver se a gente consegue pautar e aprovar o projeto da contagem pública de votos. Muito obrigado, Presidente. - 24/02/2026pela ordemBreves Comunicações
O Deputado criticou o discurso de Parlamentares do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) e de partidos alinhados ao Partido dos Trabalhadores (PT) contrários à ampliação do acesso a armas. Relatou ter participado da Campanha do Desarmamento, mas afirmou que deixou a iniciativa após tentativa de invasão de sua residência por quatro criminosos armados, ocasião em que só conseguiu proteger a esposa e a filha recém-nascida porque possuía arma em razão de sua atividade policial. Ao final, defendeu o direito de o cidadão possuir arma legal para defesa da própria vida e condenou a demagogia de quem dispõe de segurança estatal.
Palavras-chave oficiais: Discurso parlamentar,Partido Socialismo e Liberdade (PSOL),Partido dos Trabalhadores (PT),Desarmamento,Legítima defesa,Arma de fogo
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O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, o discurso dessa turma do PSOL e dos demais puxadinhos do PT é só coisa boa, só coisa linda, mas é totalmente impossível de se praticar no dia a dia. Eu participei da Campanha do Desarmamento, da qual era um dos coordenadores na minha cidade. Certa feita, às 2 horas e meia da manhã, quando eu era recém-casado, com minha esposa nova ainda e minha filha de 3 meses de idade, apareceram quatro bandidos armados que já iam arrombar a porta. Eu trabalhava na Campanha do Desarmamento. Se eu não tivesse, por força do ofício, uma arma dentro de casa, provavelmente não estaria aqui. Eles iam descobrir que eu era um policial e sabe lá o que teriam feito com a minha família. Eu pude atirar de dentro de casa, e estou hoje aqui. No outro dia já, eu pedi para sair da Campanha do Desarmamento, porque passei a entender que cada brasileiro deveria ter o direito de possuir uma arma em casa. Ninguém defende a arma indiscriminadamente, ninguém defende a arma ilegal, mas defende o direito de a pessoa ter a proteção da sua vida. Naquele dia, a polícia demorou 45 minutos para chegar à minha casa. Se eu não estivesse armado, quando a polícia chegasse lá, iria só recolher os cadáveres. Então, é muito fácil falar quando eu tenho acesso à segurança aqui, quando, se eu me sentir ameaçado, posso pedir quatro ou cinco seguranças. É muito fácil fazer demagogia e dizer que as pessoas que estão lá na vila ou onde estiverem não podem ter uma arma para se defender. Eu sou totalmente contra, porque o Estado não pode fazer isso com a população. O discurso é bonito, o discurso é lindo, quando a pimenta é nos olhos dos outros... Muito obrigado, Sr. Presidente. - 24/02/2026pela ordemBreves Comunicações
O Deputado criticou a Proposta de Emenda à Constituição nº 8, de 2025, afirmando que partidos como PT e PSOL estão defendendo a medida com finalidade eleitoral. Sustentou que a eventual mudança aumentará encargos para empregadores e trabalhadores, além de estimular a informalidade e reduzir a oferta de empregos. Ademais, destacou que o principal problema do País é a falta de postos de trabalho e afirmou que os dados oficiais do IBGE sobre emprego são manipulados. Além disso, declarou que o ambiente econômico de altos custos e encargos, criado pelo Ministro da Economia no País, está levando empresas a se instalarem no Paraguai. Por fim, afirmou que trabalhadores priorizam renda e estabilidade no emprego, e não medidas eleitoreiras que comprometem a geração de trabalho formal.
Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,Jornada de trabalho,Escala de revezamento de trabalho,Direitos do trabalhador,Empregador,Empregado,Trabalho informal,Desemprego,Crítica,Partido dos Trabalhadores (PT),Partido Socialismo e Liberdade (PSOL),Eleição,Demagogia Crítica,Ministro de Estado,Ministério da Economia. Assessoria Especial de Assuntos Estratégicos,Partido dos Trabalhadores (PT),manipulação,Dados estatísticos,Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE),Emprego,Trabalho
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O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Atenção, trabalhadores brasileiros, empresários de toda sorte! O PT e o PSOL querem fazer bondade com o chapéu de vocês. Fique alerta, trabalhador! É ano eleitoral, e a grande maioria aqui provavelmente não vai ter coragem de falar a verdade e de votar contra este projeto. Mas não esqueçam: esses, na verdade, querem só se eleger e colocar o encargo nas suas costas, para vocês pagarem. Cada vez mais, o emprego vai ficar escasso. Cada vez mais, os trabalhadores irão para a informalidade, porque o problema do Brasil não é essa questão da escala, o problema do Brasil é justamente a falta de emprego. Hoje eles já precisam maquiar os dados no IBGE para dizer que há pleno emprego. A grande verdade é que o Ministro da Economia do Brasil já se tornou o principal Ministro de Desenvolvimento do Paraguai, porque as empresas estão indo para lá, e nós estamos ficando sem empregos aqui; estamos ficando totalmente à mercê... Por quê? Porque os bacanas aqui, por falta de trabalho legislativo, precisam de uma bandeira para se eleger, com demagogia e fazendo festa com o dinheiro de vocês. É dar bom dia com o chapéu alheio. O que o trabalhador quer é dinheiro no bolso; não é ficar em casa sem dinheiro. Obrigado.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. Primeiro registro: 11/12/2019. Como calculamos: metodologia.