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Foto de José Medeiros

Deputado · Câmara

José Medeiros

PL · MT

Direitapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Jose Antonio dos Santos Medeiros · 56 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 89 de 100, Cara Bom0406080100

89/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 90% dos deputados · média do partido: 78

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 92%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 79%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 100%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 97%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

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Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 27%das 684 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou

Vota com o próprio partido 95%das 594 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou

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E-mail
dep.josemedeiros@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5335
Gabinete
Gabinete 335, Anexo IV, 3º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

92%

Esteve em 361 de 391 sessões

Melhor que 37% dos deputadosMédia do partido: 92%

Votou nas votações

79%

Registrou voto em 896 de 1.128 votações nominais

Melhor que 43% dos deputadosMédia do partido: 80%

Iniciativas que viraram lei

0

de 310 projetos apresentados (0%)

68 avançaram · 218 em andamento · 24 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

27%

Em 684 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 10% dos deputadosMédia do partido: 33%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

630 discursos na tribuna e 1 entregues por escrito (não contam no Bananômetro) · de 06/02/2019 a 02/06/2026.

  • 16/12/2025

    O Deputado denunciou a violência contra a mulher como problema recorrente no País, relatando que, em razão de pressões familiares ou dificuldades financeiras, muitas vítimas retiram denúncias, o que pode levar ao agravamento da violência e até à morte. Ademais, criticou a tentativa de constranger o posicionamento público do cantor Zezé de Camargo e afirmou que artistas, independentemente de orientação política, têm legitimidade para se manifestar, pois exercem influência sobre seu público.

    Palavras-chave oficiais: Violência contra a mulher,Denúncia,Homicídio,omissão Artista,Cantor,Ideologia política,Denúncia,Manifestação pública,influência,Problema social,omissão

    Ler a transcrição oficial
    O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, em todos os Estados do Brasil nós vemos um problema crônico, que o Congresso Nacional tem tentado evitar, que é a violência contra a mulher. Muitas vezes acontece o seguinte — e eu trabalhei na polícia por muitos anos: a mulher denuncia e daí a pouco ela volta atrás, ou incentivada por parentes ou mesmo por causa de dificuldades financeiras, e retira a queixa. Às vezes o silêncio dela escala, Sr. Presidente, para a sua morte. Acontecia isso e continua acontecendo no Brasil. Eu estou dizendo isso, Sr. Presidente, porque acabei de ouvir uma música que o cantor Eduardo Costa fez, na qual exorta o cantor Zezé Di Camargo a ficar calado, porque o Zezé se posicionou recentemente. O artista, seja ele de direita, seja ele de esquerda, eu acho salutar que se posicione. Sabe por quê, Sr. Presidente? Ele tem aqueles que o acompanham, e é importante que saibam o posicionamento dele. Silêncio não significa união, silêncio não significa paz, silêncio por muitas vezes significa omissão, e omissão esconde uma coisa: que só um lado está falando, e o outro está quieto. Então, eu acho importante todo mundo se posicionar. Muito obrigado, Sr. Presidente.
  • 04/12/2025outros

    O Deputado criticou o Governo do Partido dos Trabalhadores (PT) ao afirmar que seu legado combina corrupção, incompetência e gastança, ressaltando que o fim do teto de gastos eliminou a principal âncora fiscal do País. Ademais, condenou o novo arcabouço fiscal e declarou que o orçamento debatido pelo Congresso é uma peça de ficção diante da ausência de compromisso fiscal do Governo Federal. Além disso, recriminou a defesa pela Ministra da Secretaria das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, da emissão de moedas em caso de falta de recursos. Criticou ainda a suplementação orçamentária recente e a atuação governista na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), apontando inconsistências entre discurso e prática. Por fim, condenou a decisão do Ministro Gilmar Mendes que restringiu pedidos de impeachment contra Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), conclamando o Presidente do Senado a restabelecer o equilíbrio institucional e a reafirmar as prerrogativas do Poder Legislativo.

    Palavras-chave oficiais: Governo federal,Partido dos Trabalhadores (PT),Legado,Corrupção,Política fiscal,Despesa pública,Arcabouço fiscal,Orçamento,Crédito suplementar,Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI),Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) Ministra de Estado,Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República,emissão,Moeda Decisão judicial,Ministro do Supremo Tribunal Federal,Impeachment,Supremo Tribunal Federal (STF),Presidente do Senado Federal,prerrogativa,Poder Legislativo

    Ler a transcrição oficial
    O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Para discursar. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, o legado que este Governo do PT vai deixar — além, obviamente, daquele que deixa toda vez que ele governa, que é grande, o da corrupção — é o legado da incompetência e da gastança, e já está sendo traçado de forma a bater recordes. O que a gente tem visto? Logo após assumir, o que eles fizeram? Acabaram com a principal âncora fiscal deste País. O teto de gastos, que eles demonizaram, substituíram pelo que a gente chama de "calabouço fiscal". A grande verdade é que eles não têm âncora nenhuma. O Governo do PT gasta como se não houvesse amanhã. Isso que nós estamos aprovando aqui, sobre o que os técnicos competentes tanto do Senado quanto da Câmara se debruçaram e que os Parlamentares levaram a sério, é só uma peça de ficção quando se trata do PT. Volto a dizer, eles não têm o menor compromisso com a questão fiscal. Certa feita, a atual Ministra da Secretaria de Relações Institucionais, conterrânea do Deputado Sargento Fahur, do Paraná, a Deputada Gleisi disse que eles iriam acabar com o teto de gastos. E eu falei: se vocês vão acabar com o teto de gastos, como vão fazer? Daqui a pouco, os juros sobem, a gastança vai para a estratosfera e diminui o crédito. Como vai ser? Ela disse: "Se faltar dinheiro, a gente imprime". Então, para mim, isso resume o que é o Governo do PT. O que nós estamos vendo hoje aqui, por exemplo? Eu estava andando aqui pelos corredores e acho que eles já devem ter protocolado a questão do dinheiro dos Correios. O Governo não teve a coragem de fazer a previsão para isso e aí, nesse momento, ao apagar das luzes, ele coloca o tema de afogadilho. Isso, para ele, já é normal. Recentemente, votamos aqui mais de 40 bilhões de reais de suplementação orçamentária de algo que já estava previsto no Orçamento, mas eles gastaram o dinheiro e aí vieram aqui dizer, como pano de fundo: "Não, mas é para pagar o Bolsa Família". Ainda vêm com essa faca na garganta ao dizer que quem não votar está contra os mais necessitados. Então, é muita desfaçatez. Assim como é muita desfaçatez o que nós vimos agora há pouco na CPI do INSS, Deputado Sargento Fahur. Até agora, o discurso deles sempre foi: "Olha, essa turma do Bolsonaro, essa turma da Direita é toda a favor da Faria Lima, é toda a favor dos bancos e tal". Pois bem, fomos votar os requerimentos, na CPMI do INSS, para ouvir os representantes dos bancos, devido à questão dos consignados, e sabem quem votou contra? O Governo, o Governo do PT. Então, na verdade, há uma retórica, há uma realidade que é e há outra que deveria ser. São muito bons nos discursos. Vejam só que estão tentando desenhar, desde o início dessa CPMI, que o responsável por esse roubo do INSS era o Governo Bolsonaro. Pois bem, vamos começar por ordem. O principal responsável, o Sr. Stefanutto, orgulhou-se de dizer que era do PT, que era da Esquerda e agora se descobre que ele já recebeu uma mesada de 500 mil reais. Depois, havia o Sindnapi, o sindicato do irmão do Presidente Lula, do Frei Chico. O Governo blindou, não deixou chamar o Frei Chico. Esse é um dos principais sindicatos que tungaram os aposentados e é ligado ao PT; a Contag é ligada ao PT. E aí, hoje, para surpresa de ninguém, sabe-se que uma testemunha, em depoimento, disse que tinha uma mesada do careca do INSS para ninguém mais, ninguém menos do que o Lulinha. Os sindicatos eram do PT, o roubo estratosférico foi no Governo do PT, mas eles dizem que o roubo é do Bolsonaro. Então, a grande verdade é que só falta, daqui a pouco, o Lula dizer que o Lulinha é filho do Bolsonaro e que o Frei Chico é irmão do Bolsonaro. É o que está faltando. O que nós estamos vendo é que está tudo de cabeça para baixo. E, pegando um tema que desde ontem foi muito caro a todos nós, eu penso que agora o nosso Presidente do Senado, o Senador Davi Alcolumbre, tem a oportunidade de deixar um legado. Ele, que já foi Presidente do Senado, tem a oportunidade agora de retomar a autonomia do Legislativo às prerrogativas, porque, ontem, eu acho que chegamos ao ápice. Um Ministro do STF, inclusive, é meu conterrâneo, o Ministro Gilmar Mendes, decidiu que o Senado Federal, Senadores, Deputados ou qualquer um do povo não pode mais entrar com o pedido de impeachment de um Ministro, por exemplo, só o Procurador-Geral da República pode fazê-lo. O Ministro legislou, e o fez de uma forma humilhante. E tenho certeza que, com a experiência que tem, o Senador Davi Alcolumbre vai restabelecer o equilíbrio no País. Vai fazer o que precisa ser feito para o Senado Federal não agredir o STF, mas, acima de tudo, colocar as coisas no seu devido lugar. Aquele ovo de serpente que o Ministro Barroso fez chocar no STF contaminou todos os Ministros. O Ministro Barroso chegou ao STF com a seguinte teoria — ele disse isso em uma das várias entrevistas que deu: "O papel do STF é contramajoritário, iluminista e representativo". Não há coisa mais arrogante do que isso, Senador Randolfe — e eu sei que V.Exa. é um constitucionalista. Dizer que o STF é iluminista é dizer que a sociedade vai ser moldada ao que algum Ministro entender que é o correto. Dizer que é representativo é dizer que eles têm poder de legislar, e a Constituição não lhes dá esse direito. Eu não tenho dúvida de que, na semana que vem, o Presidente do Senado, o Senador Davi Alcolumbre, amapaense, que vai fazer jorrar petróleo ali no litoral do Amapá, vai também fazer jorrar equilíbrio nesta Nação, para que os Ministros fiquem no lugar deles. E qual é o lugar deles? Dentro da Constituição. Muito obrigado, Sr. Presidente.
  • 03/12/2025Breves Comunicações

    O Deputado afirmou que Mato Grosso respondeu por parcela expressiva da produção agropecuária nacional, mas enfrentou obstáculos decorrentes de decisões em Brasília (DF). Citou a paralisação da Ferrogrão após ação judicial acolhida pelo Supremo e mencionou entraves em rodovias e projetos devido ao licenciamento ambiental. Declarou que esses bloqueios elevaram custos logísticos, reduziram competitividade e ampliaram a insegurança jurídica, o que afetou investimentos e agravou o endividamento no setor. Também criticou decisões do STF que, em sua avaliação, anularam legislações aprovadas pelo Congresso. Afirmou que o Senado teria a responsabilidade de restabelecer o equilíbrio entre os Poderes e cobrou posicionamento da Presidência da Casa.

    Palavras-chave oficiais: Produção agropecuária,Mato Grosso,Agronegócio,Prejuízo

    Ler a transcrição oficial
    O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, o meu Estado de Mato Grosso tem produzido, nos últimos anos, boa parte da produção agrícola deste País. Mais de 30% do que se produz hoje no agronegócio é produzido lá. No entanto, o Estado, infelizmente, tem tido o desprazer de ver Brasília atrapalhá-lo o tempo inteiro. A Ferrogrão era para ter iniciado há 5 anos, mas uma ação foi perpetrada por um partido cujos integrantes, em sua maioria, não sabem nem onde é Mato Grosso. O Ministro Alexandre aceitou, e a Ferrogrão, até agora, está paralisada. Boa parte das rodovias é impactada, e os projetos não saem por causa do licenciamento ambiental, porque Ibama, ICMBio e os demais nunca permitem. É um travamento só. Como se não bastasse, isso acaba encarecendo o preço do frete e baixando a competitividade dos nossos produtos. Além da queda, o coice, porque agora, com esse jeito exótico da política aqui em Brasília, em que Ministros da Suprema Corte tomaram o poder, a insegurança jurídica passou a ser o medo de todos aqueles que querem investir. Nós estamos tendo baixo investimento, nós estamos tendo dificuldade de toda sorte e, como se não bastasse, também temos o alto endividamento dos produtores. Nós lamentamos muito. E digo isso porque não começou agora, eu ainda estava no Senado e avisei. O Ministro Barroso dizia a plenos pulmões que o papel do STF é contramajoritário, iluminista e representativo. Eu disse à época: "Esse discurso é perigosíssimo, porque 'representativo' significa poder legislar". E é o que fazem hoje, direta ou tacitamente, por exemplo, quando nós aprovamos uma legislação aqui, e eles simplesmente anulam lá. Anulam com que argumento? "Ah, porque anulei." Os 513 Deputados e os 81 Senadores aprovam uma lei aqui, a população comemora, e um Ministro só, um Ministro só torna isso nada. O grande desafio do próximo Senado é decidir que tipo de Brasil nós teremos: uma terra arrasada como hoje é a Venezuela, em que o Congresso foi fechado pela Corte de lá; um Senado acanhado, um Senado de cócoras; ou um Senado que vai dar equilíbrio aos Poderes. O Presidente Davi Alcolumbre tem hoje a opção de escolher que tipo de legado ele quer deixar. Até agora, tudo que aconteceu na sua gestão foi aquele ajeitamento, tentando acomodar, e cada vez mais Ministros ganhando espaço sobre as prerrogativas do Congresso Nacional. Presidente Davi Alcolumbre, o senhor tem à sua disposição a oportunidade de deixar um legado decente.
  • 02/12/2025

    O Deputado denunciou o silêncio do Partido dos Trabalhadores (PT) e do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) diante do episódio em que mulheres negras foram alojadas em uma estrebaria, sustentando que tais partidos denunciariam internacionalmente o fato caso tivesse ocorrido durante o Governo Bolsonaro. Ademais, afirmou que o Governo Lula utiliza causas sociais apenas como instrumento de poder. Além disso, contestou as críticas sobre as joias atribuídas ao ex-Presidente Bolsonaro, citando decisão do Tribunal de Contas da União que as reconheceu como patrimônio privado e comparando a situação aos presentes recebidos por ex-Presidentes da República.

    Palavras-chave oficiais: Partido dos Trabalhadores (PT),Partido Socialismo e Liberdade (PSOL),omissão,Mulher,Negros,Movimento social,Alojamento,Governo federal,Presidente da República Joia,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Decisão,Tribunal de Contas da União (TCU),Patrimônio privado,Oferta ou recebimento de presente

    Ler a transcrição oficial
    O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente. Eu estava pensando sobre o tema de que falei há pouco. Se fosse o Governo Bolsonaro que tivesse colocado mulheres negras numa cocheira, num estábulo, numa estrebaria, podem ter certeza de que o PSOL e os demais puxadinhos do PT já teriam denunciado o ocorrido em todos os tribunais internacionais. Vejam bem, nem uma mísera ou humilde crítica vem daquele lado, para oferecer um mínimo de solidariedade a essas mulheres que foram colocadas na estrebaria. Assim é o Governo! Esse é o tipo de gente para quem a causa não é a causa, mas apenas o pano de fundo para chegar ao poder. Eu ouvi há pouco falar sobre as joias. Lula ganhou joias que não tinha nem onde colocar. Nada se fala sobre Lula. O Tribunal de Contas da União chegou à conclusão de que joias sauditas não são patrimônio público, são patrimônio de Bolsonaro. É óbvio! Lula, Dilma, Temer e FHC ficaram com os presentes que ganharam, mas Bolsonaro não pode. O Lula ostenta para cima e para baixo um relógio de 70 mil reais. É uma incoerência, é uma narrativa o tempo inteiro. E querem ser levados a sério. Muito obrigado, Presidente.
  • 02/12/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação da Proposta de Emenda à Constituição nº 72, de 2023, que altera o art. 155 da Constituição Federal para conceder imunidade do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) aos veículos que especifica. Em seguida, criticou a ausência de posicionamento de Parlamentares que defendem o combate ao racismo após denúncias de que mulheres participantes da Marcha das Mulheres Negras teriam sido acomodadas em instalações inadequadas em Brasília (DF). Também questionou a postura do Governo Federal ao celebrar o contato do Presidente Lula com Donald Trump para tratar de cooperação contra o narcotráfico, comparando a iniciativa às críticas recentes feitas ao Governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, por buscar apoio externo em segurança pública.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Proposta de Emenda à Constituição,Voto favorável,Partido Liberal (PL) Marcha das Mulheres Negras,Racismo,Mulher,acomodação,inadequação,Brasília (DF) Presidente,Estados Unidos,Diplomacia,Tráfico de droga,comparação,Governador,Rio de Janeiro (Estado),Política de segurança pública,Segurança pública,País estrangeiro

    Ler a transcrição oficial
    O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, até agora eu não vi nenhuma das pessoas que aqui vivem dizendo ser a favor do combate ao racismo se pronunciar sobre o fato de terem colocado as mulheres que vieram para a Marcha das Mulheres Negras aqui em Brasília numa cocheira. Como é que essas mulheres aqui, que vivem reclamando... Colocaram as mulheres no estábulo! Na época da escravidão tinha, ao menos, senzala; agora é no estábulo. Há outra falta de coerência, Sr. Presidente. Eu estou vendo os petistas e o próprio Lula batendo muita lata e festejando o fato de que ele ligou para o Trump pedindo ajuda para o combate ao narcotráfico. Mas esperem aí! Até 3 semanas atrás estavam acusando o Cláudio Castro de ser um entreguista, de ser um sujeito que lutava contra o... De repente, a favor da soberania do Brasil, passou-se a pedir a interferência do Trump? Oxe! Cláudio Castro não pode, mas Lula pode? Então, viva o Trump! O voto é "sim", Sr. Presidente.
  • 02/12/2025

    O Deputado registrou a visita de Vereadores de Poxoréu (MT) à Câmara e destacou a importância histórica do Município mato-grossense, conhecido como “rainha do diamante”. Pediu que o Prefeito concluísse a construção da Ponte do Areia, afirmando que a obra é essencial para pequenos agricultores. Também declarou que, caso o impasse seja financeiro, está disposto a destinar recursos por emenda.

    Palavras-chave oficiais: Poxoréu (MT),Vereador,Plenário,Saudação,Prefeito,Ponte,Deputado federal,Emenda,Recursos orçamentários

    Ler a transcrição oficial
    O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu quero agradecer a visita aos seguintes Vereadores da cidade de Poxoréu: Zilma, Profa. Gisa Hair, Dr. Carlinhos Valim, Buguinho e Welinton Cris. Poxoréu, Sr. Presidente, é uma das cidades mais tradicionais do interior de Mato Grosso, a rainha do diamante. Os diamantes mais raros do mundo foram achados ali em Poxoréu. Trata-se de uma cidade pela qual todos os mato-grossenses têm muito carinho. Aproveito a presença dos Vereadores e peço encarecidamente ao Prefeito de Poxoréu que termine a construção da Ponte do Areia, que vai ajudar muito os pequenos agricultores. Se o problema for falta de dinheiro, a gente arruma o dinheiro, via emenda ao Orçamento. Se a questão for dar o mérito para o atual Ministro da Agricultura, eu não tenho problema em não ficar com a autoria da obra. Eu quero é que a ponte saia. Muito obrigado, Sr. Presidente.
  • 27/11/2025

    O Deputado relatou que o Deputado Ramagem estava nos Estados Unidos quando sua família, que viajava ao seu encontro, passou por uma revista rigorosa, com apreensão de telefone e computador dos filhos. Questionou a legalidade e a moralidade do procedimento, lembrando que, segundo a legislação, a responsabilidade é pessoal, vinculada ao CPF do acusado, e que familiares não devem sofrer constrangimentos por processos que envolvam outro indivíduo. Em seguida, orientou a bancada na votação do Substitutivo apresentado ao Projeto de Lei do Congresso Nacional nº 14, de 2025, que abre ao Orçamento da Seguridade Social da União, em favor dos Ministérios da Previdência Social e do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, crédito suplementar no valor de R$ 42.228.328.634,00, para reforço de dotações constantes da Lei Orçamentária vigente, e dá outras providências.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei do Congresso Nacional,Minoria parlamentar,Voto contrário Deputado federal,Estados Unidos,Família,Revista manual (segurança pública),Processo judicial,Constrangimento

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    O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Para orientar a bancada. Sem revisão do orador.) – Presidente, só complementando o assunto de que eu falei agora há pouco, para ficar mais claro, o Deputado Ramagem está nos Estados Unidos, e sua família estava indo também ao seu encontro, esposa e filhos, e simplesmente sofreram uma revista como aquele chamado baculejo, simplesmente confiscaram o seu telefone, o computador dos filhos... E aí eu pergunto: até quando isso vai acontecer? Porque a nossa lei é clara: quem responde um processo responde no CPF. Amanhã ou depois, qualquer um de nós aqui estamos sujeitos a responder um processo. Imagine a sua família, Sr. Presidente, sofrer um constrangimento por V. Exa. estar respondendo um processo. Isso não está correto. Da Minoria, Sr. Presidente, a orientação é "não".
  • 27/11/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do Projeto de Lei do Congresso Nacional nº 14, de 2025, que abre ao Orçamento da Seguridade Social da União, em favor dos Ministérios da Previdência Social e do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, crédito suplementar no valor de R$ 42.228.328.634,00, para reforço de dotações constantes da Lei Orçamentária vigente, e dá outras providências. Ademais, criticou a solicitação de crédito suplementar pelo Governo Federal, afirmando que a medida representa burla às regras fiscais e caracteriza gasto fora do teto. Além disso, condenou a Proposta de Emenda à Constituição que ampliou despesas no início do mandato e afirmou que o novo arcabouço fiscal não garantiu controle efetivo das contas públicas. Ao final, lamentou a agressão ocorrida no aeroporto de Roraima envolvendo a família de Parlamentar e criticou a atuação do Ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei do Congresso Nacional,Partido Liberal (PL),liberação,Bancada parlamentar Governo federal,Crédito suplementar,Projeto de lei do Congresso Nacional,Despesa pública,Política fiscal,Proposta de Emenda à Constituição,Arcabouço fiscal Agressão,Família,Parlamentar,Aeroporto,Roraima Ministro do Supremo Tribunal Federal,Processo penal

    Ler a transcrição oficial
    O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Para orientar a bancada. Sem revisão do orador.) – Sr. Presidente, na verdade, antes mesmo de este Governo tomar posse, a gente já sabia que eles iam burlar a questão fiscal. E, de cara, chegaram aqui pedindo a PEC da gastança, né? Todo mundo se lembra. Depois disseram que ia ter uma âncora fiscal com o arcabouço, que não virou nada, virou calabouço. Isto aqui, sob o pano de fundo de atender os aposentados... (Soa a campainha.) O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT) – ... e o Bolsa Família, é uma burla, é uma burla, é um bypass, é uma pedalada no Congresso Nacional! Eles têm esse dinheiro, mas querem uma suplementação para gastar fora do teto. Para quê?! Talvez para viagem da Janja, talvez para gastar nos cabos eleitorais da próxima campanha, mas, enfim, eu lamento que o Congresso Nacional fique dando cheque em branco para um Governo perdulário. E encerro aqui, Sr. Presidente, lamentando o que aconteceu no aeroporto em Roraima com a esposa do nosso colega aqui, que não responde a processo nenhum. Foi agredida ela – e seus filhos – na sua liberdade, sem responder a processo algum. O Ministro Alexandre está passando dos limites com o que está fazendo nesse processo. Muito obrigado. E o PL libera.
  • 27/11/2025outros

    O Deputado celebrou a derrubada de dispositivos relacionados ao Veto Parcial nº 29, de 2025, aposto ao Projeto de Lei nº 2.159, de 2021, que dispõe sobre licenciamento ambiental, afirmando que a decisão resgata a confiança dos brasileiros que vivem e produzem em regiões remotas do País, onde a precariedade de infraestrutura prejudica vidas, patrimônio e competitividade econômica. Ademais, criticou órgãos ambientais por dificultarem obras estratégicas, citando portarias que criam normas ilegais e permitem a destruição de máquinas e propriedades. Além disso, lamentou a paralisação de projetos, como a BR-158, a BR-319, a BR-174 e a exploração de petróleo na Região Norte, responsabilizando o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e grupos ideológicos pelo atraso. Por fim, defendeu que o Congresso deve recuperar suas prerrogativas e recriminou o Ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, por interferir na pauta legislativa.

    Palavras-chave oficiais: Derrubada de veto,Dispositivo legal,Veto parcial,Projeto de lei ordinária,Licenciamento ambiental,Órgão ambiental,Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama),Portaria,Ilegalidade,paralisação,Projeto (administração),Rodovia federal,exploração,Petróleo,Região Norte,Ideologia política,Congresso Nacional,Atuação parlamentar,Prerrogativa constitucional Ministro do Supremo Tribunal Federal,interferência,Pauta (processo legislativo)

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    O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Para discursar. Sem revisão do orador.) – Sr. Presidente, neste momento, nós estamos fazendo história. Baixou aqui. Espere aí. (Pausa.) Baixou a plataforma. Sr. Presidente, neste momento, o Senado, a Câmara, o Congresso brasileiro está fazendo história, porque nós temos rincões por este país, Sargento Fahur, em que um caminhão atolado, uma ambulância que não passa, uma safra que perde por causa do atoleiro... Isso custa muito caro, custa em vidas, custa em patrimônio, custa na competitividade dos produtos do país. Eu sei que, para quem vive na orla do mar, para quem não conhece esse Brasil, para quem vive no asfalto, para quem só conhece o Eixo Monumental, Asa Sul, Asa Norte, Lago Sul, é difícil compreender e é até fácil comprar essas narrativas vindas de quem tem interesse comercial e quem tem interesse de mercado em frear o desenvolvimento do país. Mas, para aquele nordestino, para aquele paranaense, para aqueles brasileiros que foram para o Amazonas, para o Mato Grosso, para o Pará, que dão o sangue, que já pegaram cinco, seis malárias e que hoje contribuem, Senador, Deputado Fraga, para o grande equilíbrio da balança comercial brasileira, para esse brasileiro custa muito caro. Para esse brasileiro, essa votação significa o resgate de uma confiança há muito abalada pelos votos do Congresso, mas, principalmente, pelas decisões de órgãos que deveriam ajudar o Brasil, mas que freiam, que travam. E travam de forma criminosa, porque eu posso lhe dizer, Presidente Davi, Presidente do Congresso Nacional, boa parte da legislação hoje que rege o nosso arcabouço ambiental é de portarias, de filigranas, que, em vez de regulamentar, na verdade, criam nova legislação, impedindo... Eu vou dar aqui um exemplo de um caso escabroso. Nós temos hoje uma anomalia que foi criada a partir de uma portaria, em que ela queima equipamentos, ela queima propriedades, até aviões, e dizem que isso é uma coisa legal. Não é! O Código Florestal não diz isso, o decreto que o Lula fez em 2008 não dizia isso, mas aí veio uma portaria que se diz regulamentando o decreto, e aí o agente ambiental chega e toca fogo em dez, quinze máquinas. Depois, se a pessoa provar a inocência, quem vai pagar isso? Não paga. Mas esse é um particular que podemos ver depois. O importante agora é comemorarmos, porque eu já estou comemorando, eu sei que o Senado brasileiro não vai faltar ao Brasil. Por quê? Cito, por exemplo, só o caso de Mato Grosso: BR-158, BR-080, BR-242, travessia da Ilha do Bananal. Cito, por exemplo, as obras da BR-174, a Ferrogrão. Só isso vai destravar muito o Brasil. Cito, por exemplo, a questão do seu estado, em que há tempos era para o Brasil estar explorando o petróleo. O Brasil está perdendo riqueza por causa de quê? Por causa de alguns ideológicos do Ibama. E aí, Sr. Presidente, nós temos mais para poder louvar essa votação que vai derrubar esses vetos e vai ajudar a destravar o Brasil. Há quanto tempo Roraima – eu estou aqui na frente do Senador Romero Jucá – não depende ou de térmicas ou da Venezuela para ter iluminação? Há quanto tempo não travam o linhão? Há quanto tempo não travam, por exemplo, a BR-319, Senador Romero Jucá? Porque muita gente acha bonito bater palma para maluco dançar. Quem nos colocou nessa situação é esse tipo de gente que acha bonito colocar um cocar e fazer discurso contra o Brasil nas COPs por aí. Não foi diferente essa COP: gastaram-se R$5 bilhões. Para quê? Para ajudar a França a falar mal do Brasil. Eu, neste momento, estou muito contente e é um dos momentos importantes da minha passagem aqui por Brasília, de ver, de saber que o nosso trabalho aqui, meu caro colega Fraga, está ajudando, neste momento, o Brasil a se livrar de muito prejuízo. Então, Senador Davi, essa vai para o seu currículo. Eu não tenho dúvida de que o Congresso hoje está prestando um ótimo serviço ao Brasil. E digo mais: agora só nos falta fazer uma votação aqui, em breve, para a gente colocar o Congresso no seu devido lugar, de volta onde deve estar, que é tendo suas prerrogativas garantidas. Porque se V. Exa., que está aqui hoje nos assistindo, Senador Romero Jucá, estivesse aqui hoje, o senhor iria estar de cabelo arrepiado de ver que aquela autonomia de quando o senhor passou por aqui não existe mais. Hoje, até agente de trânsito, se quiser entrar aqui e sair revirando gaveta de Deputado, pode, porque, infelizmente, nós perdemos aqui até o poder da pauta, já que hoje quem rege a pauta do Congresso Nacional, infelizmente, é um tirano chamado Alexandre de Moraes. Muito obrigado, Sr. Presidente.
  • 27/11/2025

    O Deputado defendeu a derrubada do veto dos dispositivos 29.25.01 a 29.25.05, 29.25.14, 29.25.15, 29.25.20 a 29.25.31, 29.25.43 a 29.25.49, 29.25.56 e 29.25.59 do Veto Parcial nº 29 de 2025, apostos ao Projeto de Lei nº 2.159, de 2021, que dispõe sobre o licenciamento ambiental; regulamenta o inciso IV do § 1º do art. 225 da Constituição Federal; altera as Leis nºs 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, e 9.985, de 18 de julho de 2000; revoga dispositivo da Lei nº 7.661, de 16 de maio de 1988; e dá outras providências.

    Palavras-chave oficiais: Derrubada de veto,Dispositivo legal,Veto parcial,Projeto de lei ordinária,Licenciamento ambiental,Mato Grosso,Voto contrário

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    O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) – Presidente, enquanto o Senador chega lá, quero só dizer novamente da importância dessa votação para a região do Araguaia, no Mato Grosso. Eu peço a cada colega que ainda não votou que possa votar "não" e confirmar a derrubada do veto.
  • 27/11/2025

    O Deputado agradeceu ao Presidente da sessão pela inclusão, na pauta, dos vetos ao Projeto de Lei nº 2.159, de 2021, que dispõe sobre o licenciamento ambiental, afirmando que a região do Araguaia (MT), sofre há anos com entraves no licenciamento ambiental gerados, segundo ele, por órgãos “ideologicamente atrelados”. Por fim, disse que a apreciação dos vetos representa um avanço esperado pela população local, que há muito se sente prejudicada pela burocracia ambiental.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Veto presidencial,Licenciamento ambiental,Araguaiana (MT),Burocracia,Pauta (processo legislativo)

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    O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) – Presidente, em nome da região do Araguaia, em Mato Grosso, agradecemos a V. Exa. por ter colocado esses vetos aqui para serem apreciados. A região toda é martirizada há muito tempo pela falta de licenciamento ambiental por parte dos órgãos atrelados ideologicamente. Muito obrigado.
  • 27/11/2025outros

    O Deputado afirmou que a decisão do STF na ADPF 464 representava uma ampliação indevida das competências do Judiciário sobre o Congresso Nacional. Citou o princípio constitucional da separação entre os Poderes e questionou como o Poder Legislativo, cuja legitimidade emanava do voto popular, poderia depender de determinações de um Poder não eleito. Mencionou relatos de interferência do STF na definição de pautas e criticou declarações e ações atribuídas a ministros, citando impactos sobre a autonomia do Parlamento. Argumentou que a decisão permitiria incursões policiais no Congresso sem comunicação prévia, o que classificou como grave. Ao final, alertou para os riscos de concentração de poder e para a perda de autonomia institucional.

    Palavras-chave oficiais: Poder Judiciário,interferência,Poder Legislativo,Princípio da separação dos Poderes,Supremo Tribunal Federal (STF)

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    O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Para discursar. Sem revisão do orador.) – Sr. Presidente, V. Exa., recentemente, entrou com a ADPF nº 464, que versava sobre incursões policiais aqui dentro do Congresso Nacional. Sr. Presidente, a Constituição brasileira não deixa margem para interpretações diferentes do que está lá. A Constituição é muito clara. Os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário são independentes e harmônicos entre si. E o parágrafo único, do art. 1º, diz o seguinte: "Todo poder emana do povo, que o exerce através dos seus representantes eleitos..." Pois bem, Sr. Presidente, isso significa que o Congresso Nacional é a mais expressiva representação desse poder. Agora eu pergunto, diante do quadro que estamos aqui, principalmente da decisão que foi dada, na ADPF que V. Exa. impetrou no STF, como pode o STF alargar os seus limites e dar a si poderes que a Constituição não lhe dá? Porque a pergunta que fica e que nos dá um nó no cérebro é a seguinte: se todo poder emana do povo, como diz a Constituição, como pode o poder que emana diretamente do povo depender da vontade de um Poder que não emana do voto? Isso está sendo relativizado, e eu vejo que – tanto Câmara e Senado – nós vamos deixando, deixando, deixando e daqui a pouco nós não vamos poder nem votar. Aliás, já não podemos, porque a notícia que se tem aqui é que, em reuniões do Colégio de Líderes, não sei lá no Senado, mas daqui da Câmara, já se recebeu, o Presidente, um telefonema de um Ministro dizendo que tal projeto é para votar ou não votar; quer dizer, é para pôr na pauta ou não é para pôr na pauta. Então, nem a pauta do Congresso é mais livre. E, obviamente, esse ovo que eclodiu não começou de hoje, começou com as ideias do ex-Ministro Barroso, e eu até disse, há poucos dias, que ele não deveria sair, que ele deveria ficar para ver a sua catedral desmoronando, para ver o mal que ele causou a este país, porque, se hoje Ministros resolvem se arvorar de legisladores, é porque ele plantou esse ovo de serpente lá. Eu ainda estava no Senado quando eu disse... Em uma entrevista que ele deu à Folha, disse que o poder do STF era contramajoritário, iluminista e representativo. E eu disse: Ministro, se contenha; se o senhor quer ter poder representativo, o senhor renuncie, coloque uma botina e peça voto. Mas isso prosperou e outros gostaram. E hoje esse poder que emana do povo não está nas mãos do povo; ele se concentra na mão de um único homem da República, que faz dos outros Poderes o que quer. Hoje eu vejo a ala petista comemorando isso, mas eles também sabem que são reféns; qualquer gracinha que fizerem, eles vão ser colocados no lugar deles pelo Ministro que hoje manieta a todos. Então, essa decisão dessa ADPF é gravíssima, porque qual seria o normal, Sr. Presidente? Seria acompanhar o que já existe em outros países em que se leva a sério. Se vai fazer uma incursão aqui no Poder, o Presidente do Congresso tem que, minimamente, ser comunicado. Agora, na ADPF que eles decidiram, não; o ministro vai mandar chegar aqui, revirar gavetas e fazer o que quiser. Agora, eu pergunto: por que a jurisdição do STF, numa decisão deles, unilateral, foi alargada ao universo? Porque eles disseram que, com a expansão da tecnologia e o advento da internet, qualquer ofensa e qualquer crítica ao STF eram como se fossem feitas dentro dos cancelos do STF. Portanto, os cancelos do STF vão às galáxias, mas os cancelos do Congresso nem a dentro destas paredes estão mais limitadas, porque ele deixou bem claro – e já encerro, Presidente – que um ministro pode mandar invadir aqui, e está tudo certo, e o Presidente do Congresso e da Câmara não precisam saber de nada. Muito obrigado.
  • 26/11/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de retirada da Ordem do Dia do Projeto de lei nº 2.829, de 2025, que altera dispositivos da Lei nº 10.356, de 27 de dezembro de 2001, que dispõe sobre o Quadro de Pessoal e o Plano de Carreira do Tribunal de Contas da União e dá outras providências. Revoga expressamente a Lei 11.854/2008. Além disso, afirmou que Mato Grosso enfrentava pressão do Governo Federal, citando uma “sanha” por novas demarcações de terras e expansão de reservas ambientais. Também destacou que o Estado respondia por mais de 31% da safra nacional e sustentava parte significativa da arrecadação que financiava a gestão petista, mas estaria sendo prejudicado por medidas que, segundo ele, restringiam a produção.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei ordinária,Minoria parlamentar,Voto favorável Mato Grosso,Governo federal,Preservação ambiental,Demarcação de terra,expansão,Crítica

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    O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Mato Grosso está sob ataque. O Estado de Mato Grosso produz mais de 31% de toda a safra nacional, é um Estado que tem se desenvolvido muito, mas agora o Governo do PT tem colocado âncoras nesse Estado. Mato Grosso está sob o ataque do Governo Federal, de uma verdadeira sanha por demarcação de terras e expansão de reservas. Eu não entendo por quê. Este Governo tem sustentado a sua gastança até agora devido ao agronegócio e quer justamente atar, pear o Estado que tem contribuído tanto. Nesta semana o Deputado Reimont foi à minha cidade para "bater lata" por uma nova expansão, por uma reserva que não estava demarcada. É difícil para o Estado produzir desse jeito. O voto é "sim", Sr. Presidente.
  • 26/11/2025

    O Deputado registrou a visita do Prefeito de Cuiabá (MT), Abilio Brunini, à Casa. Em seguida, destacou a relevância do trabalho de Brunini e elogiou sua iniciativa de reforçar o ensino de português nas escolas. Ao encerrar, registrou repúdio às declarações do Deputado Reimont sobre expansão de reserva indígena.

    Palavras-chave oficiais: Saudação,Prefeito,Cuiabá (MT),Educação,Língua portuguesa,Escola,Gestão administrativa Repúdio,declaração,Deputado federal,expansão,Reserva indígena

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    O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, enquanto o Deputado se dirige à tribuna, permita-me apresentar aqui o Prefeito. Está aqui presente o Prefeito da nossa capital Cuiabá, Abilio Brunini. Abilio Brunini tem feito um trabalho extraordinário na nossa capital e está aqui nos visitando, é nosso ex-colega. Inclusive, tem puxado um assunto muito interessante, que o Presidente Lula até copiou. Abilio começou a defender nas escolas de Cuiabá o nosso português oficial. Há poucos dias, um projeto da nossa colega Deputada Erika Kokay, sancionado pelo Presidente Lula, foi justamente na linha do que Abilio tem defendido lá: para as crianças, português oficial. Parabéns, Abilio! Você orgulha muito esta Casa e orgulha muito o povo cuiabano. Vou concluir, Presidente, com um repúdio ao Deputado Reimont, que foi à minha cidade esta semana falar de um assunto sobre o qual não tem a mínima ideia, a expansão de reserva indígena. Para nós, isso é a mesma coisa de falar de corda em casa de enforcado.
  • 26/11/2025

    O Deputado parabenizou o Deputado Sargento Fahur pela sua absolvição no Conselho de Ética e Decoro Parlamentar.

    Palavras-chave oficiais: Congratulação,Deputado federal,Absolvição,Conselho de Ética e Decoro Parlamentar

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    O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, quero só parabenizar o Deputado Sargento Fahur, que foi absolvido no Conselho de Ética, por ter feito a mesma homenagem que o Ministro Alexandre tinha feito à torcida. Foi absolvido. Parabéns!
  • 26/11/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do Substitutivo apresentado ao Projeto de Lei nº 331, de 2020, que autoriza o Poder Executivo federal a doar duas aeronaves de asas rotativas à República do Paraguai. Ademais, afirmou que a democracia do Partido dos Trabalhadores (PT) consiste em taxar o contribuinte, tomar terras de produtores, restringir prerrogativas do Poder Legislativo, dominar por meio do Poder Judiciário e prender adversários políticos.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Oposição política,Voto favorável Democracia,Partido dos Trabalhadores (PT),Política fiscal,Tributação,Contribuinte,Política fundiária,Produtor rural,Usurpação de competência,Poder Legislativo,Poder Judiciário,Prisão,Perseguição política,Oposição política

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    O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente. Continuando na democracia do PT, digo: a democracia do PT é taxar até o último centavo do bolso do brasileiro; a democracia do PT é tomar terra de quem produz; a democracia do PT é acabar, cada vez mais, com as prerrogativas do Legislativo; a democracia do PT é dominar através do Judiciário; a democracia do PT é colocar na prisão os seus adversários. A democracia do PT só atende aos próprios anseios. Sr. Presidente, o voto da Oposição é "sim". Falando direto com o nosso Embaixador, que está no Paraguai e pediu encarecidamente ao Congresso que aprovasse a doação dessas aeronaves, deixo aqui o recado: o Congresso fez a sua parte. Muito obrigado.
  • 26/11/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do § 5º do art. 310 do Decreto-Lei nº 3.689, de 1941, alterado pelo art. 2° do Substitutivo apresentado ao Projeto de Lei nº 4.333, de 2025, que altera o Código de Processo Penal para dar mais celeridade e eficiência aos processos penais decorrentes de prisão em flagrante, e dá outras providências. Ademais, criticou a prisão de um delegado reconhecido por apreensões de drogas no Brasil no mesmo presídio onde se encontra um dos líderes de uma das maiores organizações criminosas do mundo. Ao final, condenou a cela inadequada e a exposição indevida do ex-Presidente Bolsonaro.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Dispositivo legal,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Oposição política,Voto favorável Prisão,Delegado de polícia,Presídio,Líder,Organização criminosa Prisão,Cela,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Direitos humanos

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    O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu queria aqui fazer uma denúncia muito grave. Não é possível que um dos delegados que mais apreendeu droga no País esteja preso no mesmo presídio em que está um dos presidiários que é chefe de uma das maiores organizações criminais do mundo. É um absurdo! Isso já se tornou escândalo internacional. Eu queria agradecer ao próximo Presidente de Portugal, Sr. André Ventura, que levantou esse fato e deu destaque a esse absurdo que está acontecendo no Brasil. Como se isso não bastasse, ainda temos esse descalabro que está acontecendo, em termos de direitos humanos, contra o Presidente Jair Bolsonaro, que está enfiado numa cela e exposto, como mostra aquele vídeo sorrateiro, gravado lá na polícia. O voto é "sim". Muito obrigado, Sr. Presidente.
  • 25/11/2025

    O Deputado apresentou questão de ordem para cobrar a inclusão, na pauta do Plenário, da decisão do Conselho de Ética que condenou o Deputado Glauber Braga, ressaltando que o envio à Mesa Diretora ocorreu há mais de 60 dias e que a demora viola o rito regimental, a celeridade e a segurança jurídica. Ademais, criticou o Deputado Glauber e Parlamentares do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) por agressões e ataques reiterados a colegas e à Casa. Ao final, defendeu que o Plenário delibere imediatamente sobre a decisão do Conselho.

    Palavras-chave oficiais: Questão de ordem,Pauta (processo legislativo),Plenário da Câmara dos Deputados,Decisão,Conselho de Ética e Decoro Parlamentar,Condenação,Deputado federal,Partido Socialismo e Liberdade (PSOL),Ofensa,Parlamentar,Mesa Diretora da Câmara dos Deputados,Votação

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    O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Para uma questão de ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, com fundamento no art. 58, § 1º, da Constituição Federal, e nos arts. 15, 160 e 218, do Regimento Interno desta Casa, apresento esta questão de ordem. O Conselho de Ética deliberou, apreciou e condenou o Deputado Glauber Braga. Essa decisão foi regularmente encaminhada à Mesa Diretora e, conforme o rito previsto, depende exclusivamente de deliberação do Plenário. Já se passaram mais de 60 dias desde o envio da decisão e o processo ainda permanece sem inclusão na pauta, Presidente. Isso viola o princípio da celeridade, compromete a segurança jurídica e transmite ao País a impressão de que o Plenário só delibera quando convém, e não quando é devido. Esta questão de ordem é uma necessidade, Presidente, para que se possa cumprir o Regimento e o rito. Solicito que a Presidência determine, imediatamente, a inclusão da decisão do Conselho de Ética na pauta, sob pena de esvaziamento do próprio sistema de responsabilização parlamentar. O Deputado Glauber e a maioria de seus companheiros são useiros e vezeiros em ataques muito ferozes aqui, por meio de descortesia com os colegas e agressões físicas, Presidente. O Deputado Glauber já me agrediu neste plenário, faltando apenas 2 semanas para terminar a legislatura. Por isso, não houve como julgá-lo, passou em aberto. Logo em seguida, ele agrediu um transeunte na Casa. Mas essa prerrogativa não é só do PSOL. Vimos o que aconteceu no Paraná, na semana passada, quando um conhecido maloqueiro, que tem feito do mandato um exercício de agressão, agrediu a socos um popular e, depois, ainda teve a cara de pau de se vitimizar, dizendo que aquilo era racismo. Tem sido essa a tônica aqui. Essas pessoas atacam, agridem a Mesa, agridem a Presidência, e depois se vitimizam, posam de minoria. Eles se arrogaram de estilingue e de palmatória do mundo. O PSOL, aqui, em sua maioria, têm se pautado em fazer do mandato, em fazer da atuação Parlamentar, um exercício de desgaste da honra dos colegas e da honra desta Casa. Isso não pode continuar, Presidente. Ou se diz que a decisão do colegiado do Comitê de Ética não vale, ou, então... (Desligamento do microfone.)
  • 25/11/2025

    O Deputado criticou a decisão política de retirar o ex-Presidente Bolsonaro da disputa eleitoral. Ademais, criticou o Advogado-Geral da União, Jorge Messias, indicado ao Supremo Tribunal Federal (STF), alegando que sua identificação como evangélico é conveniente e que ele não tem demonstrado solidariedade aos evangélicos presos injustamente. Ao final, afirmou que o Advogado-Geral da União segue a agenda do Presidente Lula e foi indicado para atacar os adversários do Governo Federal.

    Palavras-chave oficiais: Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Eleições,Política Advogado-Geral da União,indicação,Presidente da República,Ministro do Supremo Tribunal Federal,Cristão,Prisão,Cristianismo evangélico,Governo federal

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    O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, a decisão que ocorreu há pouco foi uma decisão política. Eu digo isso com toda a certeza, porque não é de hoje que querem tirar o Presidente Jair Bolsonaro da seara política. Agora eu vejo aqui uma discussão sobre a indicação do Messias. O Messias está usando essa história de ser evangélico porque é conveniente. Eu não o vi enviando condolências ou se manifestando a favor de nenhum dos evangélicos que foram presos injustamente. O Messias não tem religião. O Messias tem uma agenda. A agenda que ele segue é a agenda do Lula. Ele está sendo indicado porque vai ser obediente ao Lula e vai atacar os seus adversários, assim como estão fazendo com Jair Bolsonaro.
  • 18/11/2025

    O Deputado mencionou o aniversário de seu pai, que era um trabalhador rural aposentado e analfabeto. Relatou que, ao participar da CPMI do INSS, recordou histórias antigas sobre problemas com empréstimos consignados, vividas por seu pai no Nordeste, e afirmou ver situação semelhante ocorrer atualmente com aposentados.

    Palavras-chave oficiais: Homenagem póstuma,Pai,Aposentado,Trabalhador rural,Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI),Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Fraude,Crédito consignado,Região Nordeste,vulnerabilidade

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    O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado. Sr. Presidente, eu gostaria de falar rapidamente sobre um tema. Hoje é um dia que me causa muita reflexão. Hoje seria o aniversário do meu pai. Eu saí agora da CPMI do INSS. Toda vez que entro ali, eu me lembro um pouco do meu pai. Ele era aposentado, analfabeto. Nasci no Rio Grande do Norte, e nós fomos para Mato Grosso. Ele foi uma pessoa que lidou a vida inteira na roça, uma pessoa que era totalmente hipossuficiente. Ele me contava uma história. Às vezes, os fatos se repetem. Ele me contava uma história sobre consignados de bancos. E vejo isso acontecendo aqui no dia em que ele completaria 79 anos. Com saudade, faço esta homenagem ao meu pai, mas relembrando a triste história que ele contou sobre o Nordeste há muitos anos e que se repete agora, infelizmente, com nossos aposentados. Muito obrigado.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 11/12/2019 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.