
Nome civil: Jose Antonio dos Santos Medeiros · 56 anos
Bananômetro
89/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 90% dos deputados · média do partido: 78
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 92%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 79%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 100%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 97%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 27%das 684 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 95%das 594 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
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- Telefone
- (61) 3215-5335
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- Gabinete 335, Anexo IV, 3º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
92%
Esteve em 361 de 391 sessões
Votou nas votações
79%
Registrou voto em 896 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 310 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
27%
Em 684 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
630 discursos na tribuna e 1 entregues por escrito (não contam no Bananômetro) · de 06/02/2019 a 02/06/2026.
- 24/02/2026
O Deputado mencionou que a Proposta de Emenda à Constituição nº 8, de 2025, foi discutida com diversos setores, com o objetivo de construir texto que não comprometesse empregos nem prejudicasse os próprios trabalhadores. Sustentou que parte dos defensores da proposta está mais interessada em ganhos eleitorais do que nos impactos econômicos da medida. Ainda, argumentou que eventual redução da jornada gerará repasse de custos, demissões e aumento de preços em diferentes setores. Além disso, afirmou que a legislação deve considerar limites econômicos e viabilidade prática. Por fim, declarou que mudanças dessa natureza podem estimular a migração de empresas para o Paraguai, em razão da menor carga tributária e da segurança jurídica do país.
Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,Jornada de trabalho,Escala de revezamento de trabalho,Direitos do trabalhador,Direito do trabalho,Impacto econômico,Prejuízo,redução,Migração,Empresa,Paraguai,Carga tributária,Segurança jurídica
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O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, o Deputado Reginaldo, há muito tempo, apresentou esta PEC de que o meu colega acabou de falar há pouco. Ele apresentou esta PEC e teve a maturidade de discutir com todos os setores a possibilidade de um texto que não venha a acabar com o emprego, que não venha a prejudicar quem a PEC diz querer ajudar. Mas o que a gente nota é que há gente aqui que se diz ser pelo trabalhador, mas está se lixando para o trabalhador. Ele quer os votos do trabalhador. O discurso que diz "Você vai ganhar sem trabalhar" é muito doce. Quem não quer ficar, no final de semana, em casa, tranquilo? Todo mundo quer, mas existe um negócio: esses custos serão repassados. O borracheiro, por exemplo, não vai pagar mais hora extra: ou ele demite, ou ele aumenta o serviço. E é assim por diante em todos os setores. Hoje nós já temos liberdade. Quem quiser pode pôr a escala que quiser, até descansar 6 dias e ficar só 1 dia trabalhando. A legislação que fizermos aqui tem que ser a legislação do possível. Mas o que eu estou vendo é que o que está sendo feito é uma legislação eleitoreira, e quem vai pagar o pato é quem dizem ser o beneficiário. O discurso é fácil. E o Governo, que está aí desesperado com o crescimento do Senador Flávio Bolsonaro nas pesquisas, o próprio Governo já comprou a ideia: vai fazer a panaceia. Eu estou vendo já uma nova leva de empresas indo para o Paraguai, porque é isto que está acontecendo conosco: nós estamos perdendo empresas e empresas para o Paraguai, porque lá o imposto é baixo, e segurança jurídica eles têm. Muito obrigado. - 24/02/2026
O Deputado abordou o processo histórico de divisão do Estado de Mato Grosso em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul na década de 1970 e destacou o crescimento econômico do Mato Grosso do Sul decorrente da expansão da soja no Cerrado, destacando que o Estado responde por parcela significativa da produção e das exportações agrícolas do País. Entretanto, sustentou que a competitividade está comprometida por limitações logísticas e deficiência de infraestrutura para escoamento da produção. Ademais, mencionou a paralisação das obras de diversas rodovias e da Ferrovia do Ferrogrão há quase 5 anos devido a um pedido do PSOL ao STF, o qual foi atendido pelo Ministro Alexandre de Morais. Por fim, criticou a judicialização de projetos de infraestrutura que são importantes para o País, e o fato de esses processos estarem sendo decididos por quem sequer vive no Estado que está sendo prejudicado com a decisão.
Palavras-chave oficiais: Crítica,Partido Socialismo e Liberdade (PSOL),Ministro do Supremo Tribunal Federal,paralisação,Obra pública paralisada,Infraestrutura,Rodovia,Ferrovia do Ferrogrão,Judicialização da política
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O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente. O Estado de Mato Grosso, que antes era apenas um Estado, foi dividido em dois na década de 70: Mato Grosso do Sul e Mato Grosso. O meu Estado, na época, ficou extremamente prejudicado. Porém, depois, com o advento da soja no Cerrado, houve um boom de desenvolvimento, e mais da metade do que se colhe hoje no País e do que se exporta sai de Mato Grosso. Acontece, Sr. Presidente, que nós temos problemas. A competitividade fica bastante prejudicada devido à dificuldade de escoamento da produção, pela falta de infraestrutura. Nós estamos aqui praticamente mendigando que nos permitam ajudar o Brasil. Essa é a grande verdade. O que acontece? Nós temos hoje várias rodovias no Estado e uma ferrovia que, neste momento, está parada há quase 5 anos. Sabem por quê? Porque um partideco aqui dentro, uma facção ligada ao PT, entrou com um pedido junto ao STF, e o Ministro Alexandre de Moraes não deixou que esse projeto fosse à frente. Trata-se da Ferrogrão. Esse partido deve ter alguém que preste para alguma coisa quando eu digo "prestar", falo em termos de prestação de serviços ao País , mas a grande maioria vive de travar o País. Esse partido recorreu à Justiça, e nós estamos prejudicados, perdendo empregos e perdendo vidas nas rodovias. Sabem por quê? Porque o PSOL, que não sabe sequer onde fica Mato Grosso, resolveu fazer brincadeira com um Estado que produz tanto. Aqui, infelizmente, nós temos hoje esse processo de judicialização de temas importantíssimos para o País. E aparece um sujeito tomando vinho Pêra-Manca, fumando a maconha dele lá no Leblon ou em Ipanema, e quer decidir a vida de quem vive na Bahia, de quem vive nos Estados do Nordeste, de quem vive na Amazônia, de quem vive em Mato Grosso. Isso é realmente lamentável, e eu espero que a gente possa mudar isso em breve. - 24/02/2026Breves Comunicações
O Deputado manifestou preocupação com o início da vigência da nova reforma tributária e seus possíveis impactos sobre Estados e Municípios, especialmente aqueles com menor população e baixa arrecadação, como Mato Grosso e diversos entes do Nordeste. Argumentou que a centralização de receitas poderá comprometer a autonomia financeira municipal, ao sustentar que o fundo de compensação anunciado poderá não se concretizar, a exemplo do que ocorreu com a Lei Kandir e o Fundo de Apoio às Exportações (FEX), que acabaram por não assegurar repasses regulares aos Estados exportadores. Além disso, alertou que a queda de receitas afetará o pagamento de despesas correntes e impedirá a execução de emendas parlamentares nos Municípios. Ademais, assinalou que, apesar dos recordes de arrecadação federal, Estados enfrentam dificuldades para investimentos em infraestrutura, citando problemas vividos do Mato Grosso. Por fim, criticou entraves administrativos e exigências que contrariam a lei criados pelo Ibama e pela Funai do Governo do PT e protegidos pelo STF, e defendeu revisão de normas infralegais que limitam o desenvolvimento regional e nacional.
Palavras-chave oficiais: Crítica,Reforma tributária,Impacto econômico,Impacto fiscal,Município,Estado (ente federado),Mato Grosso,Arrecadação tributária,repasse,Lei Kandir (1996),Fundo de Apoio às Exportações (FEX),Infraestrutura,Investimento,Emenda,Licenciamento ambiental,Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama),Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai),Burocracia,Governo federal,Partido dos Trabalhadores (PT),Supremo Tribunal Federal (STF)
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O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, nós estamos vivendo um momento ímpar na história do Brasil. Está se avizinhando o início da vigência da nova reforma tributária, que foi feita aqui. Eu não sei como os Municípios vão sobreviver. Por exemplo, o Estado de Mato Grosso não tem uma grande população. Essa também é a realidade de Estados do Nordeste, que têm muitos Municípios com uma pequena população. Com essa reforma tributária, as fontes de alimentação desses Municípios, que têm pequena arrecadação, vão se acabar, e vai estar tudo aqui em Brasília. Dizem o seguinte: "Vai haver um fundo de compensação". Ora, essa história é conhecida. Eu não falo deste Governo ou daquele outro. O Governo, por si só, tem natureza arrecadatória, tem muita voracidade arrecadatória. Eu digo isso pelo seguinte: quando foi criada, a Lei Kandir dizia que Estados como Mato Grosso, por exemplo, que têm vocação exportadora, teriam à disposição um fundo de compensação, o chamado "FEX". Ora, para receber verba do FEX era preciso enfrentar a demora, e você tinha que judicializar. Por fim, ninguém recebia mais. Diziam: "Ah, compensou, fez indenização, não precisa mais". Agora dizem que vai haver uma câmara de compensação. Conversa fiada! Na verdade, os Municípios vão ficar a pão e água. Eu tenho dito aos Prefeitos e aos Vereadores que vêm aqui, porque o advento das emendas que existe hoje no Governo Federal também existe nos Municípios, o seguinte: "Esqueçam. A primeira coisa que vai ter que ser cortada são as emendas, porque a Prefeitura não vai ter nem como pagar a folha". Então, nós precisamos fazer aqui um exercício de reflexão, independentemente de cor partidária ou de viés ideológico, porque a água vai bater no queixo logo, logo. Eu estou vendo as empresas já desesperadas porque não sabem o que vão fazer em relação a isso, e essa é só a fase de transição dessa reforma tributária. Eu encerro aqui, Sr. Presidente, trazendo uma preocupação muito grande. Apesar de, em todos os meses, a arrecadação bater recorde, a gente não está vendo o dinheiro chegar aos Estados. Mato Grosso vive de infraestrutura. Mato Grosso está à míngua, com atoleiros, com rodovias que não saem. E há ainda o problema das licenças. Este Governo tem um problema sério, Sr. Presidente, em relação ao viés ideológico para emitir licença. Eu acho que eles tinham que separar: até aqui se faz política governamental ideológica; depois daqui, não. E quais são esses limites de que eu falo? Quando se trata de desenvolvimento regional, quando se trata de desenvolvimento do País, tinha que haver uma visão mais pragmática. Por quê? Porque a nossa lei autoriza, mas as filigranas das portarias que ficam dentro de Ibama, Funai e tudo não deixam que o País avance. Esse próprio Presidente que está aí disse uma coisa com que eu concordo. Ele falou: "Se fosse hoje, Juscelino Kubitschek, em 5 anos, não faria nem a cabeceira do Aeroporto de Brasília". E não faria mesmo, por causa também das licenças. Esses são só entraves, só entraves. Em que pese haver um Congresso, em que pese haver uma estrutura aqui para destravar isso, nós não conseguimos fazê-lo, Sr. Presidente. Nós não conseguimos destravar porque o funcionário que está lá atrás da mesa esbarra em uma portaria que foi colocada totalmente fora da concordância deste Parlamento. Isso passa a virar cláusula pétrea, porque hoje o Supremo entende que qualquer revisão de uma portaria que seja já é retrocesso ambiental. Vão criando isso, que é a cara do PT. Isso é da criação petista. Obrigado. - 24/02/2026
O Deputado criticou o uso de recursos públicos em campanhas eleitorais antecipadas no Rio de Janeiro, mencionando a participação do Presidente da República em escola de samba vinculada ao PT. Além disso, destacou a situação da infraestrutura em Mato Grosso, apontando que trechos da BR-158 enfrentavam cerca de quatro quilômetros de atoleiros e que obras como a BR-242 e a Ferrogrão ainda não estavam concluídas. Afirmou ainda que o crescimento da agricultura brasileira não poderia ser comemorado enquanto o Estado sofria com a paralisação de projetos estratégicos de transporte. Por fim, conclamou o Ministro responsável a destravar o desenvolvimento de Mato Grosso e garantir a conclusão das rodovias essenciais para escoamento da produção agrícola.
Palavras-chave oficiais: Escola de samba,Rio de Janeiro (RJ),Homenagem,Presidente da República,Ano eleitoral,Campanha eleitoral,Crítica Infraestrutura,Mato Grosso,Rodovia,Agronegócio
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O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente. Enquanto o Presidente da República faz campanha eleitoral antecipada no Rio de Janeiro, com dinheiro público, através de uma escola de samba que é praticamente um panfletário do PT, nós temos em Mato Grosso, ali na BR-158, praticamente 4 quilômetros de atoleiros. Essa rodovia já deveria ter saído há anos. Nós sofremos com a falta da BR-158, da BR-242, da Ferrogrão, infelizmente. Não dá para o Governo comemorar os índices da agricultura brasileira e, ao mesmo tempo, com a outra mão, segurar o desenvolvimento no que tange à infraestrutura. Mato Grosso não pode ser tratado dessa forma. A gente pede encarecidamente ao Ministro Renan que destrave o desenvolvimento de Mato Grosso. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 11/02/2026
O Deputado afirmou que propostas do PSOL teriam prejudicado projetos de desenvolvimento e infraestrutura em Mato Grosso. Declarou que ações judiciais atribuídas ao partido resultaram na paralisação de uma ferrovia no Estado, com impactos na logística e na economia regional. Também criticou propostas relacionadas à jornada de trabalho, citando o debate sobre o modelo 6 por 1.
Palavras-chave oficiais: Partido Socialismo e Liberdade (PSOL),atuação,Mato Grosso,Ferrovia,paralisação,Crítica Proposta de Emenda à Constituição,Jornada de trabalho,redução,Crítica
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O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Amém! Sr. Presidente, em nome do meu Estado de Mato Grosso, eu posso dizer que vejo muita gente fazendo olas a um certo partido e posso afirmar com certeza: esse partido, com suas propostas, na sua grande maioria, é um câncer para o País. Essa é a verdade. O PSOL, ao longo do tempo, tem só prejudicado o País. As propostas de desenvolvimento, aquelas que poderiam trazer à população brasileira maior acesso à alimentação e melhor qualidade de vida, são todas destruídas pela ideologia desse partido. Em Mato Grosso, a sua malha viária, a sua infraestrutura está parada, Sr. Presidente. Sabe por quê? Por causa desse partido, que nem sabe onde fica o Estado de Mato Grosso, e que entrou com ação, aceita pelo Ministro Alexandre de Moraes, e a ferrovia está lá parada, sendo que ela traria muitos ganhos. Peço mais 30 segundos, Sr. Presidente. Para além disso, qual é a grande proposta? Ah, 6 por 1. É uma demagogia sem tamanho, porque nossa carga horária hoje praticamente já não é mais essa de 6 por 1. No sábado, deu meio-dia, começou a tarde, ninguém mais trabalha. O fato é o seguinte: esse partido, de concreto para o País, não traz nada, e o Estado de Mato Grosso tem sido muito prejudicado por essa facção. - 10/02/2026
O Deputado afirmou que a principal reparação aos povos indígenas deveria ter sido a garantia de propriedade plena sobre suas terras, como forma de enfrentar a fome e promover autonomia econômica. Citou a experiência dos Parecis, em Mato Grosso, que cultivaram cerca de 20 mil hectares, movimentaram R$ 160 milhões por ano e estruturaram cooperativa com recursos próprios, apesar de multas e embates com o Governo. Criticou restrições à exploração das terras, a atuação de ONGs e a situação de aldeias que enfrentaram miséria. Também relacionou impasses ambientais à paralisação de obras como a Ferrovia e a BR-158 e apontou problemas de segurança pública, defendendo mudança política em 2026.
Palavras-chave oficiais: Direitos indígenas,Terras indígenas,Exploração econômica,Política ambiental
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O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, hoje eu estou vendo aqui muita gente falando sobre reparação aos povos indígenas. A melhor reparação que poderia ser feita às aldeias espalhadas por este País todo seria acabar com a fome. Sabe de que jeito? Autorizando os indígenas a serem legítimos proprietários de suas terras. Sabe o que os indígenas brasileiros são hoje? São guardas ambientais sem remuneração. Eles não podem explorar nada, essa é a grande verdade. Sabe por quê? Porque essa mentalidade de que eles têm que ficar apenas como usufrutuários não lhes permite fazer mais do que uma plantação de mandioca ou outra pequena plantação. Numa aldeia brasileira, ousaram fazer diferente e têm sido perseguidos por esse Governo como nunca. Chegaram a ser multados em 130 milhões. Eu falo dos parecis, no Estado de Mato Grosso. Eles não ficam mendigando essa ou aquela reparação. Eles têm aberto o seu caminho com a força do seu braço e do seu conhecimento. Nessa aldeia, eles plantam em torno de 20 mil hectares com várias culturas. Eles têm um giro em torno de 160 milhões por ano. Lá eles têm formado médicos e advogados. Toda a estrutura para manter a cooperativa deles foi feita com seu próprio dinheiro. Nessa aldeia, eles têm bons carros, boa comunicação, telefonia. Eles fazem tudo. Enquanto isso, nas outras aldeias dos seus parentes onde a bondade do PT tem chegado, sabe qual é o resultado? É prostituição infantil, drogadição e fome. Eu pergunto: como as crianças dessas aldeias desamparadas vão chegar a essas universidades? Não vão chegar nunca, talvez um ou outro chegue. Eu vou falar uma coisa que o Brasil não sabe. Todo mundo pensa que o cacique Raoni vive no bem bom. O cacique Raoni não passa fome por causa das pessoas ao seu redor que gostam dele. Ele é usado por esse Governo, principalmente, pelo Lula, nas COPs da vida. Sua aldeia vive numa miséria sem tamanho. Reparação é dar dignidade e principalmente cidadania para que eles possam explorar suas terras. Mas fale isso aqui para ver o que acontece. As ONGs que vivem ganhando dinheiro em cima deles não querem nem saber disso. Isso é dignidade. Sr. Presidente, no Estado de Mato Grosso os indígenas têm sido usados como pano de fundo para impedir o desenvolvimento daquele Estado. Nós temos hoje uma ferrovia que poderia dar grande avanço à competitividade brasileira com o escoamento dos produtos. Não, não pode, porque, segundo eles, vai afetar uma aldeia. Os indígenas querem desenvolvimento. A BR-158 no Mato Grosso não sai sabe por quê? "Ah, porque vai dar problema para a aldeia dos xavantes." Os xavantes querem a rodovia. A população está morrendo nos acidentes, e os indígenas estão socados dentro do mato, sendo que podiam receber uma recompensa pelo empreendimento que fosse feito. "Não, não pode." Todos os mato-grossenses precisam da saúde, mas uma ambulância demora a chegar porque a estrada é de terra. Dizem que isso é para quê? Para a proteção dos indígenas. Os indígenas têm pagado uma conta muito cara. A galera se elege na conta dos indígenas, a galera ganha dinheiro na conta dos indígenas, e as aldeias estão uma miséria. O que a gente vê, pelo menos no meu Estado, é um País que está sem segurança. Enquanto o Governo fala de segurança, vê-se um quadrilhão misturado com gente importante do Judiciário, e não chega aos Estados aquilo de que se precisa. Hoje nós não temos saúde, nós não temos segurança, nós não temos praticamente nada. Sr. Presidente, peço só mais 30 segundos para terminar. Aqui o que se vê é um País em total dissonância cognitiva com o que acontece nos Estados. Deputado Delegado Caveira, V.Exa. que é da segurança sabe muito bem que cada rua, cada bairro está dominado por essa ou aquela facção. E descobre-se que essas facções estão se relacionando com o alto clero da política brasileira. Os escândalos se conectam. Nós precisamos mudar isso em 2026. Flávio vem aí. Muito obrigado. - 10/02/2026
O Deputado criticou o Projeto de Lei nº 6.132, de 2025, que cria a Universidade Federal Indígena, afirmando que a iniciativa promove segregação e que os indígenas deveriam estudar junto aos demais. Além disso, declarou que o Governo Lula e o Partido dos Trabalhadores (PT) buscam dividir o País, colocando uns contra os outros.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Universidade Federal Indígena (Unind),Segregação educacional,Governo federal,Partido dos Trabalhadores (PT)
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O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, é incrível como, dependendo deste Governo e do PT, eles fatiam a sociedade, querem dividir o Brasil, colocando uns contra os outros. É incrível como fazem demagogia com coisa séria. Ora, se os nossos irmãos indígenas são brasileiros, por que fazer uma segregação? Por que eles não podem estar na universidade junto com os outros? Tem que se criar uma coisa separada? É incrível como, ao mesmo tempo em que dizem que protegem os indígenas, eles os enxotam. Os indígenas querem produzir? Não, não podem. Os indígenas não podem nada. E agora dizem que vão fazer uma universidade só para indígenas. E aí eu pergunto: com que dinheiro? E assim eles fazem também com os negros. Há poucos dias, eu vi um curso de matemática afro. Esse é o PT. - 10/02/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do Substitutivo oferecido ao Projeto de Lei Complementar nº 14, de 2026, que dispõe sobre a redução de alíquotas da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins incidentes sobre a indústria química e petroquímica, e altera a Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005, e a Lei nº 10.865, de 30 de abril de 2004.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei complementar,Partido Liberal (PL),Voto favorável
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O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, o partido, por acordo na Liderança, orienta "sim". Eu quero deixar a minha impressão sobre este projeto. Eu ainda estava no Senado quando foi aprovada uma legislação muito similar, com argumento muito parecido, de que era pelo bem da indústria petroquímica. Depois se descobriu que, na verdade, aquela tinha sido uma legislação para beneficiar a Braskem, e todo mundo passou por bobo. Depois se descobriu o que estava por trás. Eu tenho muito medo de deixar minha digital neste projeto, porque ele é muito similar. Naquele momento, prejudicando a maioria das outras empresas que tinham benefício fiscal sobre produtos importados, cortou-se tudo e a grande beneficiária foi a Braskem. Agora, no momento em que o Governo do PT aprova uma reforma tributária que vai arrebentar todo mundo, de repente está se jogando uma boia aqui para a Braskem. O texto, obviamente, não fala da Braskem. Ele trata do setor petroquímico. Mas eu tenho medo de que amanhã estoure alguma coisa, e eu não quero minha digital nisso. Mas o partido orienta "sim". - 10/02/2026
O Deputado solicitou 1 minuto de silêncio em homenagem a Leo Messias, seu chefe de gabinete por cerca de 12 anos, que faleceu após um AVC fulminante. Destacou a proximidade pessoal com seus assessores, mencionou que o homenageado era jovem e deixou dois filhos pequenos, e agradeceu à Presidência pela concessão do momento de homenagem.
Palavras-chave oficiais: Homenagem póstuma,Chefe de Gabinete,Deputado federal,Falecimento,Acidente Vascular Cerebral (AVC)
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O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu gostaria de pedir, se fosse possível, 1 minuto de silêncio. O meu chefe de gabinete já estava comigo há cerca de 12 anos. Todos nós aqui temos assessores, que vão praticamente se tornando da família da gente. O Leo Messias, que trabalhava conosco era jovem, tinha um filho de 3 meses e uma filhinha de 3 anos teve um AVC fulminante e acabou falecendo, deixando-nos. Presidente, se possível, gostaria de pedir um minuto de silêncio. Obrigado, Presidente. (O Plenário presta a homenagem solicitada.) - 10/02/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de adiamento da discussão do Projeto de Lei nº 6.133, de 2025, que cria a Universidade Federal do Esporte.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de adiamento da discussão,Projeto de lei ordinária,Oposição política
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O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - O PT, quando não está mentindo, está roubando; quando não está roubando, está mentindo. É o que o Mão Santa dizia e que, a cada dia, se confirma. Um Deputado falou há pouco e esse é useiro e vezeiro em fazer esse tipo de fala e mudou totalmente a compreensão de quem ouve sobre a Oposição. O fato é que nós estamos simplesmente levantando o seguinte problema: todas as universidades estão em situação de penúria. Estão aí os reitores com pires na mão, em busca de emendas dos Deputados e dos Senadores. A pergunta que a gente está fazendo é: vocês estão criando mais uma universidade, e o dinheiro vai vir de onde? É isso que a gente está questionando. Mas, como sempre, eles vêm aqui distorcer a verdade, mentindo, para dizer que nós somos contra a universidade. Nós somos contra as cracolândias que existem por aí, como disse o Deputado Gilson. Nós somos contra isso. - 09/02/2026
O Deputado comentou o caso citado sobre a retirada de crianças da família em Arroio Grande (RS) e afirmou que a situação poderia gerar impactos nacionais. Declarou preocupação com o que considerou relativização do pátrio poder e questionou a atuação de agentes do Estado em decisões familiares ligadas a cuidados de saúde. Defendeu que o Congresso acompanhasse o tema, com atenção da Comissão de Direitos Humanos, e solicitou posicionamento de outros colegas. Ao final, afirmou que o Estado possui limites na intervenção sobre famílias e reconheceu que há situações legais para afastamento de menores, mas avaliou o episódio como inadequado e pediu debate parlamentar sobre o assunto.
Palavras-chave oficiais: Arroio Grande (RS),Criança,Ministério público,Acolhimento institucional,Congresso Nacional,atuação
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O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, o que a Deputada Julia Zanatta trouxe aqui é muito grave e pode ter impacto em todo o País. A relativização do pátrio poder da família por filigranas de entendimentos é muito complicado. Veja só: os pais perceberam que alguma coisa estava errada, não quiseram que aplicassem algum medicamento e, de repente, vem algum agente do Estado e simplesmente tira as crianças da família. Isso é muito grave. O Congresso precisa observar isso, especialmente a Comissão de Direitos Humanos. O Estado jamais terá capacidade maior de criar ou cuidar de uma criança do que os pais, que a amam. É um absurdo. Existem casos em que o Estado pode fazer isso, mas, nesse caso de Arroio Grande, eu acho um absurdo e peço a todos os colegas que se manifestem a respeito deste tema. Muito obrigado. - 09/02/2026
O Deputado encaminhou a votação Projeto de lei nº 509, de 2020, que institui a Semana Nacional de Retiros Culturais.
Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Projeto de lei ordinária,favorável
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O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, esta é uma matéria importante, principalmente para os cristãos que nessa época costumam fazer retiro espiritual. Mas só quero fazer um parênteses. Sobre a matéria anterior, eu quero lembrar aos nossos colegas que nós precisaremos falar sobre a OAB uma hora dessas. Eu tenho visto que o STF tem legislado sobre esse tema e não tem ficado para nós a mínima nesga de discussão sobre o assunto. Voltando ao que nós estamos tratando aqui, no Brasil inteiro há, nesse período, retiros tanto da Igreja Católica quanto dos evangélicos. É uma manifestação muito grande. É lógico que há pessoas que preferem os festejos de carnaval, mas, se há um projeto que vem prestigiar esses eventos, a gente não pode ficar contra. Não quero me delongar e simplesmente vou encerrar. Com certeza, o Plenário deve votar por unanimidade esta matéria devido a sua meritocracia. - 09/02/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do Recurso nº 2, de 2026, contra parecer terminativo da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania referente à Emenda de Plenário nº 3 oferecida ao Projeto de Lei nº 1.743, de 2024, que altera o artigo 55 da Lei nº 8.906, de 4 de julho de 1994 - que dispõe sobre o Estatuto da Advocacia e a Ordem dos Advogados do Brasil - OAB, para fins de alterar a nomenclatura da Secretaria-Geral Adjunta, bem como a composição da Diretoria do Conselho Federal da OAB, e acrescenta o parágrafo único ao artigo 57.
Palavras-chave oficiais: Emenda de plenário,Projeto de lei ordinária,Recurso (proposição legislativa),Orientação de bancada,Oposição política,Voto favorável
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O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu creio que vários colegas aqui estão equivocados a respeito disso. Não estou querendo dizer que sei mais do que ninguém. É que eu acompanho essas gambiarras que a OAB tem feito tanto em nossa Casa quanto no órgão vizinho STF para se dar bem. Veja bem, o que é a OAB? Ela nada mais é que um conselho como qualquer outro. Fizeram essa gambiarra lá no STF para dizer: "Ela é sui generis". Temos dois regimes de personalidade jurídica no País: o público e o privado. E se vem dizer que a OAB é uma coisa diferente e que ela tem regime próprio? Que regime próprio é esse? É um regime próprio, privado, para não ter que se submeter, como os outros conselhos, ao TCU e não prestar contas de nada, e é um regime público, para não ter que pagar imposto. Como não vai pagar imposto? Ela recebe bilhões pela aplicação do exame, ela recebe bilhões pela cobrança das anuidades. Ela não quer se submeter? Ao mesmo tempo, ela julga com peneira fina esta Casa, com peneira fina. Eu quero que os colegas ponham na cabeça que isso não tem nada a ver com Governo ou Oposição, isso é uma coisa que precisamos corrigir. Ela não quer que se metam na questão da formação e de suas eleições, não quer que o público se meta em nada, mas ela interfere nos interesses das pessoas. Ora, ela tem que ser um conselho como qualquer outro. - 09/02/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do Projeto de Lei de Conversão nº 13, de 2025, referente à Medida Provisória nº 1.317, de 2025, que altera a Lei nº 13.709, de 14 de agosto de 2018, para tratar da Agência Nacional de Proteção de Dados, a Lei nº 10.871, de 20 de maio de 2004, para criar a Carreira de Regulação e Fiscalização de Proteção de Dados, transforma cargos no âmbito do Poder Executivo federal, e dá outras providências.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei de conversão,Medida provisória,Voto contrário,Oposição política
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O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, volto a mencionar o que Mão Santa já dizia: quando não estão mentindo, estão roubando; quando não estão roubando, estão mentindo. É bom ir lá aos primórdios. Qual era o lema dessa gente? Combater a corrupção e melhorar a vida das pessoas. Logo em 2004, em fevereiro de 2004, eles já estavam andando pelos cantos e procurando debelar a primeira CPI que se avizinhava. Quem não se lembra do caso Waldomiro? De lá para cá, as mentiras foram muitas dos roubos eu não vou nem falar! Mas o que nos causa mais espécie é que nesta semana, Sr. Presidente, um membro de alta plumagem desse partido fez a montagem de uma foto do Presidente Jair Bolsonaro com o cara do Banco Master. O PT está atolado até a tampa nisso e quer jogar para os outros. Eles querem regular a vida do povo. Não podemos... (Desligamento do microfone.) - 09/02/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta da Medida Provisória nº 1.317, de 2025, que altera a Lei nº 13.709, de 2018, para tratar da Agência Nacional de Proteção de Dados, a Lei nº 10.871, de 2004, para criar a Carreira de Regulação e Fiscalização de Proteção de Dados, transforma cargos no âmbito do Poder Executivo federal, e dá outras providências. Ademais, citou o Senador Flávio Bolsonaro e o livro 1984 para criticar a ânsia do Partido dos Trabalhadores (PT) de controlar a vida social por meio de um Estado grande, com mais cargos e gastos.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Medida provisória,Minoria parlamentar,Voto favorável Senador,Partido Liberal (PL),Pré-candidato a cargo eletivo,Presidente da República,Partido dos Trabalhadores (PT),Controle social,Totalitarismo
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O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, nesta semana, o nosso pré-candidato à Presidência da República, o Senador Flávio Bolsonaro, falou justamente sobre esse assunto. O PT tem uma ânsia em regular a vida das pessoas que é uma coisa impressionante. Eles nos chamam de fascistas, mas querem um Estado grande, querem um Estado que controle tudo. No livro 1984, eu penso que o autor, na verdade, descreveu o PT, a alma do PT. Querem, a todo momento, controlar tudo controle total. Mais uma agência significa mais cargos, mais gastos. É por isso que, a todo momento, precisam ir ao bolso dos brasileiros, para fazer frente a essa farra de gastança. O voto é "sim". - 09/02/2026
O Deputado citou declaração do Senador Flávio Bolsonaro ao afirmar que o Ministro Fernando Haddad se tornou o principal responsável por impulsionar o desenvolvimento do Paraguai em razão de medidas do Governo brasileiro. Em seguida, avaliou que a gestão federal atuava contra o setor produtivo e relatou a saída crescente de empresas do País. Além disso, relatou uma conversa com o Senador Eduardo Nakayama, destacando que o total de brasileiros que passaram a empreender no território paraguaio triplicou em relação ao ano anterior. Por fim, atribuiu o movimento ao peso da burocracia e disse que custos administrativos passaram a superar investimentos na atividade principal.
Palavras-chave oficiais: Senador,Economia,Paraguai,Setor produtivo,Burocracia,Empresa nacional,Governo federal
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O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, há poucos dias o pré-candidato à Presidência da República, o Senador Flávio Bolsonaro, disse o seguinte: "O melhor Ministro do Desenvolvimento Econômico do Paraguai de todos os tempos já é o Haddad e, por extensão, todas as ações deste Governo". Eu nunca vi um Governo ser tão contra o setor produtivo. Faz de tudo para emperrar, para amarrar, e não à toa as empresas brasileiras estão indo em levas para o Paraguai. Eu conversava com o Senador Eduardo Nakayama há poucos dias. Em relação ao ano passado, o número de brasileiros que vão desenvolver suas atividades no Paraguai já triplicou neste ano. Por quê? Por causa desse tipo de coisa. Hoje a atividade meio das empresas já está quase gastando mais do que a atividade fim, só para fazer frente a essa burocracia. O nosso voto é "não". - 09/02/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para apreciação do Projeto de Lei Complementar nº 14, de 2026, que dispõe sobre a redução de alíquotas da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins incidentes sobre a indústria química e petroquímica, e altera a Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005, e a Lei nº 10.865, de 30 de abril de 2004.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei complementar,Minoria parlamentar,Voto contrário
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O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, o ex-Senador Mão Santa dizia que o PT, quando não está mentindo, está roubando; quando não está roubando, está mentindo. Independentemente da opinião do ex-Senador Mão Santa, é bom lembrar que, quase nos mesmos termos, foi aprovada, neste Congresso, a Medida Provisória nº 613, de 2013, que, segundo apurações feitas na Lava-Jato, por meio de várias delações, tinha sido vendida para a Braskem. A Lei nº 12.859 teve o mesmo roteiro. Surgiu, a partir dela, uma planilha com apelidos de muita gente que está aqui, neste momento. Não dá para repeti-los, porque citar aqueles apelidos agora dá problema, apesar de todos eles negarem os apelidos. o Deputado Gilvan disse o apelido e ganhou 3 meses de gancho. Então, eu não vou nominar os acusados, mas o fato é que foi pelos mesmos motivos. Assevero aqui aos meus colegas: quando estourar a bomba, não venham dizer que não foram avisados. Não venham dizer: Ah, eu não sabia!" É de se desconfiar, porque, às vezes, aqui entra jabuti em lei, apesar de que isso não é nem jabuti, é um elefante do tamanho do mundo. O voto é "não". - 09/02/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência ao Projeto de Lei nº 3.278, de 2021, que institui o marco legal do transporte público coletivo urbano e altera a Lei nº 10.257, de 10 de julho de 2001 (Estatuto da Cidade), a Lei nº 10.336, de 19 de dezembro de 2001, a Lei nº 10.636, de 30 de dezembro de 2002, e a Lei nº 12.587, de 3 de janeiro de 2012 (Lei de Mobilidade Urbana).
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Minoria parlamentar,Voto contrário
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O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, o tema transporte há tempos é problema no Brasil. E é bom lembrar que a situação do transporte chegou a esse ponto não foi por culpa do trabalhador, do empresário, de ninguém. As próprias empresas de transporte cavaram o inferno delas. Por quê? Geralmente, via de regra, a relação entre as empresas de transporte e as Prefeituras sempre foi incestuosa. Transporte de qualidade pressupõe regularidade, pressupõe qualidade. O que aconteceu? Com o tempo, os sujeitos ganhavam a licitação quando participavam de licitação; às vezes, era só contrato mesmo , subornavam Câmara, subornavam Prefeitura para subsidiar partido A ou B. Quem não se lembra do caso de São Paulo, da morte de Celso Daniel? E o que acontecia? Eles passavam a rodar só nos horários filés. Então, hoje, a conta está vindo para todos nós pagarmos. Não dá! O voto é "não". - 16/12/2025
O Deputado salientou preocupação apresentada pela Liderança sobre declarações do Presidente da República desde o início do Governo e levantou dúvidas sobre a capacidade de seguir conduzindo o País. Disse que o Brasil tinha papel relevante no cenário internacional e que era preciso atenção a sinais de desgaste ao longo do tempo em qualquer função pública. Comparou a situação a episódios envolvendo o ex-Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e citou notícias sobre viagens de familiares e autoridades, questionando quem estaria no comando das decisões. Por fim, alertou que o País poderia estar à deriva e defendeu que partidos e eleitores passassem a refletir sobre o tema diante da proximidade das eleições.
Palavras-chave oficiais: Presidente da República,Eleições,Função pública,Cognição,Estados Unidos,Administração federal,Gestão pública
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O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - O Deputado Cabo Gilberto, aliás, nosso Líder Sargento Gilberto trouxe-nos uma preocupação aqui. O Presidente Lula tem feito, desde o início do seu Governo, algumas declarações que nos assustam. Cada vez mais aparece uma interrogação sobre a capacidade dele de continuar dando os rumos deste País. O Brasil, um país muito grande, tem uma importância extraordinária no mundo. E o nosso Presidente, a meu ver, está com algum problema cognitivo. A gente tem que se preocupar com isso, porque o tempo passa a gente tem que ter ciência disso. Isso vale para os jogadores de futebol, para todas as profissões. Isso vale também para a política. Em determinado momento, a pessoa já não nutre mais a vitalidade para exercer determinado cargo. Eu tenho tido essa preocupação, porque o que acontece com o Lula se assemelha muito ao que aconteceu com o Biden. Vejam que o filho do Biden era cheio de problema. E o Lulinha eu li isso hoje nos jornais , além de ter viajado naquele avião, viajou junto com o careca do INSS na classe executiva. A pergunta é: quem está comandando o País? A gente tem que se preocupar em saber se o País não está à deriva. Aproximam-se as eleições. E eu penso que os partidos políticos têm que começar a ter essa preocupação. Por quê? Nós estamos vendo acontecerem coisas de que até Deus duvida. A gente se pergunta: "Será que o Presidente está ciente disso?" Sr. Presidente, eu encerro a minha fala, agradecendo este momento em que damos este importante alerta para que não só os partidos mas também o eleitor brasileiro possam ter em mente essa preocupação. Muito obrigado. - 16/12/2025
O Deputado expressou preocupação com declarações recentes e outras manifestações anteriores inadequadas do Presidente da República. Ademais comparou o conjunto de falas e episódios envolvendo familiares à situação à vivida pelo ex-Presidente Joe Biden, nos Estados Unidos. Por fim, levantou questionamento sobre as condições físicas e cognitivas do Presidente para continuar governando o País.
Palavras-chave oficiais: preocupação,Discurso político,declaração,Presidente da República,Partido dos Trabalhadores (PT),Família,Filho,Saúde mental,Aptidão física,Aptidão psicológica,Cognição,Idoso
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O SR. JOSÉ MEDEIROS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, agora há pouco, o Deputado Gilberto disse uma coisa muito preocupante: ouvimos mais uma fala do atual Presidente da República totalmente desarrazoada, que se junta a muitas outras que ele já fez. Olhando o conjunto da obra tudo o que ele disse até agora, junto com os casos que aconteceram com os seus familiares, principalmente seu filho , vemos que se assemelha muito à situação do Biden nos Estados Unidos. Uma coisa é certa: a grande realidade é que o tempo chega para todos. E o grande ponto de interrogação que fica é: o atual Presidente ainda nutre condições físicas e cognitivas e tem capacidade de tocar este País? Essa é uma preocupação. A orientação é "sim", Presidente.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 11/12/2019 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.