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Foto de Jefferson Campos

Deputado · Câmara

Jefferson Campos

PL · SP

Direitapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Jefferson Alves de Campos · 61 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 82 de 100, Cara Bom0406080100

82/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 68% dos deputados · média do partido: 78

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 95%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 89%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 46%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 56%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

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Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 30%das 775 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou

Vota com o próprio partido 96%das 641 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou

Fale com Jefferson Campos

Este é o canal oficial para você cobrar seu representante.

E-mail
dep.jeffersoncampos@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5346
Gabinete
Gabinete 346, Anexo IV, 3º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

95%

Esteve em 373 de 391 sessões

Melhor que 57% dos deputadosMédia do partido: 92%

Votou nas votações

89%

Registrou voto em 1.003 de 1.128 votações nominais

Melhor que 77% dos deputadosMédia do partido: 80%

Iniciativas que viraram lei

1

de 11 projetos apresentados (9%)

0 avançaram · 7 em andamento · 3 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

30%

Em 775 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 14% dos deputadosMédia do partido: 33%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

55 discursos na tribuna e 80 entregues por escrito (não contam no Bananômetro) · de 20/03/2019 a 11/08/2026.

  • 25/06/2025entregue por escrito

    O Deputado celebrou os 40 anos do Partido Liberal (PL), destacando sua trajetória de lutas e compromisso com os valores da liberdade econômica, individual e de expressão. Ressaltou a defesa da família, da vida e da soberania nacional como pilares do partido, e o papel do presidente Valdemar da Costa Neto na condução do PL. Enalteceu a influência do presidente Jair Bolsonaro e da primeira-dama Michelle Bolsonaro na renovação da energia patriótica e conservadora da legenda. Afirmou que a celebração é também um olhar para o futuro, com a expectativa de um Brasil mais justo, livre e próspero, reafirmando o compromisso do PL com o trabalho, as raízes e os valores tradicionais da sociedade brasileira.

    Palavras-chave oficiais: Aniversário de fundação,Partido Liberal (PL),Homenagem

    Ler a transcrição oficial
    DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO JEFFERSON CAMPOS (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). O Sr. JEFFERSON CAMPOS (PL-SP) pronuncia o seguinte discurso: Hoje é com grande honra e profunda gratidão que subo a esta tribuna para celebrar uma data histórica, os 40 anos do nosso Partido Liberal - PL. Quatro décadas de lutas, conquistas e compromisso com os valores que sustentam a verdadeira liberdade. O PL nasceu com uma missão clara: defender um Brasil onde a liberdade não seja apenas um ideal, mas uma prática diária. Liberdade econômica, para que o cidadão tenha o direito de empreender, gerar riqueza e viver com dignidade. Liberdade individual, para que cada brasileiro seja respeitado em suas crenças, escolhas e responsabilidades. Liberdade de expressão, para que a verdade jamais seja silenciada. Um partido que acredita na força da família, no valor da vida e na soberania nacional. E é com base nesses pilares que temos enfrentado os grandes desafios da política brasileira, sempre com coragem, coerência e fé no nosso país. Ao longo dessas quatro décadas, o PL cresceu, amadureceu e mostrou ao Brasil que é possível fazer política com princípios, colocando o povo em primeiro lugar. Nossos parlamentares, governadores, prefeitos e vereadores têm levado essa bandeira com seriedade, e eu me orgulho de fazer parte dessa história. E não posso deixar de reconhecer o papel fundamental do nosso presidente Valdemar da Costa Neto, que tem conduzido o partido com firmeza e visão de futuro, e a contribuição decisiva do presidente Jair Bolsonaro, que trouxe ao PL uma nova energia patriótica e conservadora, ao lado da primeira-dama Michelle Bolsonaro, cuja atuação inspira milhares de mulheres cristãs em todo o país. Mas o que celebramos hoje não é apenas o passado. Celebramos também o futuro. O futuro de um Brasil que queremos ver mais justo, mais livre e mais próspero. Um Brasil que acredita no trabalho, que respeita suas raízes e que honra os seus compromissos com Deus, com a Pátria e com a família. Que venham mais 40 anos de realizações. Seguiremos firmes, lado a lado com o povo, defendendo a verdade e lutando pelo Brasil que sonhamos. Parabéns ao Partido Liberal. Solicito a Vossa Excelência, que autorize a divulgação do meu pronunciamento nos meios de comunicação da Casa e no programa A Voz do Brasil. Muito obrigado.
  • 17/06/2025entregue por escrito

    O Deputado homenageou a União de Oração da Igreja do Evangelho Quadrangular (UNIORA), destacando a atuação silenciosa e espiritual de seus integrantes em prol do Brasil. Ressaltou o papel da oração intercessora como instrumento de transformação e esperança. Citou a liderança da Reverenda Dionízia J. G. Luvizotto e agradeceu aos membros da organização por sua dedicação em orar pelas autoridades, famílias, jovens e pela paz no País. Por fim, reafirmou a importância de valorizar instituições religiosas que promovem valores morais e espirituais.

    Palavras-chave oficiais: Igreja do Evangelho Quadrangular,Oração,Organização religiosa,relevância,Homenagem

    Ler a transcrição oficial
    DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO JEFFERSON CAMPOS (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). O Sr. JEFFERSON CAMPOS (PL-SP) pronuncia o seguinte discurso: Hoje, quero homenagear uma força silenciosa, mas extremamente poderosa, que tem sustentado espiritualmente nossa nação e intercedido por cada família brasileira: refiro-me à UNIORA – União de Oração da Igreja do Evangelho Quadrangular. Celebramos no próximo 28 de junho o Dia Nacional da UNIORA, uma data que não apenas marca a história de um departamento, mas reverencia o papel essencial da oração intercessora como instrumento de transformação, consolo e esperança. Em nome da Revª. Dionízia J. G. Luvizotto, líder nacional da UNIORA, cuja vida é um exemplo de fé e compromisso com a intercessão pelo Brasil, parabenizo todos os membros desse departamento de oração. A UNIORA é composta por milhares de homens e mulheres de fé que, de joelhos dobrados, têm se colocado na brecha pela nossa nação. São intercessores que oram pelas autoridades, pelas famílias, pelos enfermos, pela juventude, pela paz e pela Igreja. Eles não aparecem nos holofotes, mas sua atuação silenciosa reverbera nos céus e toca a realidade de todos nós. Num tempo de tanta agitação, intolerância e desesperança, a UNIORA nos lembra que ainda há um povo que ora. Que acredita. Que clama a Deus por dias melhores. E é por isso que esta Casa precisa reconhecer e valorizar o papel das organizações religiosas que, como a UNIORA, promovem valores eternos e sustentam princípios morais tão necessários em nossa sociedade. Como deputado federal e como homem de fé, deixo aqui a minha gratidão a cada integrante da UNIORA – por sua fidelidade, por sua dedicação e por sua intercessão constante pelo Brasil. Que Deus continue levantando intercessores nesta terra. E que o dia 28 de junho seja sempre lembrado como uma data de honra, respeito e gratidão àqueles que escolheram lutar de forma espiritual pelos destinos do nosso país. Que Deus abençoe a UNIORA, a Igreja do Evangelho Quadrangular e o Brasil! Solicito a Vossa Excelência, que autorize a divulgação do meu pronunciamento nos meios de comunicação da Casa e no programa A Voz do Brasil. Muito obrigado.
  • 27/05/2025

    O Deputado prestou homenagem ao Reverendo Pastor Osmar José da Silva, líder do campo do Ministério Belém em Sorocaba (SP) desde 1987, que faleceu recentemente. Destacou o legado missionário do Pastor Osmar e sua dedicação à evangelização e ao trabalho religioso na cidade. Também registrou sua presença no culto fúnebre realizado na Assembleia de Deus de Sorocaba.

    Palavras-chave oficiais: Sorocaba (SP),Pastor evangélico,Pêsames

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    O SR. JEFFERSON CAMPOS (Bloco/PL - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu gostaria de fazer uma manifestação. Esta semana, com o coração muito triste, a cidade de Sorocaba perdeu um grande homem de Deus, o Reverendo Pastor Osmar José da Silva, que desde 1987 presidia o campo do Ministério Belém, na cidade de Sorocaba, um grande campo missionário. Ele ganhava almas para o Senhor Jesus. Fez um grande trabalho naquela cidade e partiu para o Senhor. Estivemos, ontem, em um culto de ofício fúnebre, na Assembleia de Deus de Sorocaba. Ele deixa esposa, filhos, a irmã Claudete de Melo, sua linda família com seus filhos, Salete, Osmar Goulart Júnior e Jackson Goulart, a quem deixamos aqui o registro do nosso carinho e das nossas orações pelo conforto do Espírito Santo, e para que toda a comunidade dos irmãos da Assembleia de Deus de Sorocaba e do campo do Ministério Belém também sejam confortados. Muito obrigado pela oportunidade, Presidente.
  • 26/05/2025entregue por escrito

    O Deputado alertou para os altos índices de mortes no trânsito no Brasil, em discurso alusivo à campanha Maio Amarelo. Nesse contexto, destacou que em 2023 foram registradas 34.881 mortes no País, com o Estado de São Paulo somando 5.594 vítimas entre janeiro e novembro de 2024, o maior número desde 2015. Além disso, defendeu a união entre os Poderes, a sociedade civil e os órgãos de trânsito para promover uma cultura de paz e responsabilidade nas vias. Em seguida, defendeu políticas públicas de educação, infraestrutura segura e fiscalização rigorosa. Por fim, conclamou os colegas à mobilização em defesa da vida.

    Palavras-chave oficiais: Maio Amarelo,Segurança no trânsito,Vítima,Paz,São Paulo (Estado),Educação para o trânsito,Política pública,Fiscalização de trânsito

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    DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO JEFFERSON CAMPOS (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). O Sr. JEFFERSON CAMPOS (PL-SP) pronuncia o seguinte discurso: Excelentíssimo senhor Presidente, nobres colegas parlamentares e cidadãos brasileiros, o mês de maio é marcado por uma campanha muito importante, o Maio Amarelo. A campanha chama a atenção de todos para uma tragédia silenciosa que assola nosso país, a violência no trânsito. Em 2023, o Brasil registrou 34.881 mortes causadas por sinistros de trânsito, mantendo uma tendência de alta observada desde 2020, após anos de redução consistente. No estado de São Paulo, a situação é igualmente alarmante. Em 2024, foram registradas 5.594 mortes em acidentes de trânsito entre janeiro e novembro, o maior número desde 2015. Esses números nos mostram que ainda há muito a ser feito para garantir segurança nas ruas e estradas do nosso país. É hora de unirmos forças entre os Poderes, a sociedade civil e os órgãos de trânsito para promover uma verdadeira cultura de paz e responsabilidade no trânsito. Precisamos de políticas públicas que promovam a educação no trânsito desde as escolas, investimentos em infraestrutura viária segura e uma fiscalização rigorosa que coíba comportamentos de risco. O Maio Amarelo nos convida à reflexão e à ação. Não podemos aceitar que milhares de vidas sejam perdidas anualmente por causas evitáveis. Cada número representa uma história interrompida, uma família enlutada, um futuro ceifado. Precisamos lembrar que segurança no trânsito não é apenas uma responsabilidade do Estado, é um compromisso de todos nós. Seja respeitando a faixa de pedestres, evitando o uso do celular ao volante ou reduzindo a velocidade, cada atitude consciente contribui para salvar vidas. Conclamo, meus pares, a união em prol de um trânsito mais seguro, onde a vida seja prioridade. Que possamos transformar o luto em luta e a dor em ação concreta. Solicito a Vossa Excelência, que autorize a divulgação do meu pronunciamento nos meios de comunicação da Casa e no programa A Voz do Brasil. Muito obrigado.
  • 21/05/2025

    O Deputado registrou em Plenário a visita do Deputado Estadual Gilson de Souza e do primeiro suplente de Deputado Federal do PL do Paraná, Pastor Itamar Paim. Destacou a atuação dos dois como amigos e representantes comprometidos, que estiveram em Brasília em busca de recursos e em visita à Câmara dos Deputados.

    Palavras-chave oficiais: Paraná,Deputado estadual,Suplente de deputado,Plenário,Saudação

    Ler a transcrição oficial
    O SR. JEFFERSON CAMPOS (Bloco/PL - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, agradeço-lhe a deferência. Muito obrigado pela oportunidade. É só para registrar a presença aqui do Deputado Estadual Gilson de Souza, do Paraná, e também do primeiro suplente de Deputado Federal do PL do Paraná, o Pastor Itamar Paim. Trata-se de dois amigos e grandes Parlamentares que estão aqui em Brasília, trabalhando, buscando recursos também e visitando a nossa Casa hoje. Eu agradeço a V.Exa., Presidente, a oportunidade de registrar a presença deles aqui. Obrigado.
  • 21/05/2025entregue por escrito

    O Deputado defendeu o direito fundamental à saúde e rejeitou a possibilidade de que a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) nº 7265, com julgamento previsto para 5 de junho, modifique o rol de procedimentos da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Ressaltou que o rol deve permanecer exemplificativo, pois a saúde é um direito dinâmico que exige flexibilidade para incorporar avanços médicos e novas terapias. Além disso, afirmou que a Lei nº 14.454, de 2022, representa um avanço ao permitir a cobertura de procedimentos não listados, desde que comprovados cientificamente e autorizados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Alertou que transformar o rol em lista taxativa tornaria os pacientes reféns da burocracia, negando-lhes tratamentos essenciais. Por fim, enfatizou que a Constituição assegura acesso universal e igualitário à saúde, e que o sistema suplementar deve complementar, não restringir, esse direito.

    Palavras-chave oficiais: Ação Direta de Inconstitucionalidade,Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde,Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS),caráter exemplificativo,caráter taxativo,Direito à saúde,Saúde pública,Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)

    Ler a transcrição oficial
    DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO JEFFERSON CAMPOS (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). O Sr. JEFFERSON CAMPOS (PL-SP) pronuncia o seguinte discurso: Excelentíssimo senhor Presidente, nobres colegas parlamentares e cidadãos brasileiros, hoje discurso sobre o direito fundamental à saúde, à vida digna e à proteção contra práticas excludentes no sistema de saúde suplementar. A Ação Direta de Inconstitucionalidade 7265, movida contra a Lei nº 14.454/2022, está prevista para ser julgada no próximo dia 5 de junho, e visa definir se o rol de procedimentos da ANS deve ser um limite ou uma referência. E é nesse ponto que precisamos ser firmes: o rol da ANS deve continuar exemplificativo. Estamos diante de uma escolha que define muito mais do que o entendimento sobre uma lei. A ADI 7265 nos coloca frente a uma decisão sobre a própria concepção de saúde como direito fundamental no Brasil. A saúde não pode ser engessada por uma lista burocrática que, por sua própria natureza, está sempre atrasada em relação aos avanços da medicina. Os tratamentos evoluem, novas terapias surgem, medicamentos inovadores são aprovados, e tudo isso precisa ser considerado no cuidado ao paciente. Reduzir o rol da ANS a uma lista taxativa é desconsiderar essa realidade dinâmica. É ignorar que cada paciente tem uma condição única, que não pode ser tratada com base em padrões rígidos e excludentes. A Lei 14.454/2022 representa um avanço. Ela reconhece que o rol da ANS é uma referência, um guia técnico, mas não uma barreira intransponível. Ela estabelece critérios objetivos e seguros para que procedimentos não incluídos no rol possam ser considerados cobertos pelos planos de saúde, desde que tenham eficácia comprovada, autorização pela Anvisa e respaldo técnico-científico. Isso garante segurança jurídica, responsabilidade, e sobretudo, respeito ao ser humano. Transformar o rol da ANS em um instrumento de exclusão é dar um passo na contramão da evolução do direito à saúde no Brasil. Um rol exemplificativo, como prevê a lei, não é sinônimo de descontrole, mas sim de flexibilidade responsável. Ele permite que tratamentos modernos, cientificamente validados e ainda não incorporados à lista formal da ANS, possam ser utilizados quando necessário – desde que respeitados critérios objetivos, como aprovação pela Anvisa e recomendação por entidades médicas reconhecidas. A tese do rol taxativo, ao contrário, transforma o paciente em refém. Refém da morosidade administrativa. Refém da negação automática de tratamentos. Refém de um sistema que, ao invés de promover o cuidado, se torna um obstáculo à cura. A quem interessa esse retrocesso? Certamente não ao cidadão comum, que contribui mensalmente para ter acesso a um plano de saúde Companheiros, o ordenamento jurídico brasileiro não pode ser moldado exclusivamente pela lógica financeira! O que está em jogo aqui são vidas. São mães buscando tratamento para seus filhos com doenças raras. São idosos com condições crônicas para as quais há novas terapias. São pacientes oncológicos com medicamentos inovadores que não podem esperar. A Constituição Federal, em seu artigo 196, é clara: a saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços. Essa diretriz se estende à saúde suplementar, que deve ser complementar e não restritiva, subsidiária e não excludente. Declarar a inconstitucionalidade da Lei 14.454/2022 seria um grave golpe contra milhares de brasileiros e brasileiras que dependem dos planos de saúde para tratamentos muitas vezes urgentes, inovadores e vitais. Manter o caráter exemplificativo do rol da ANS é preservar o espírito da Constituição, é reconhecer a dignidade da pessoa humana, é garantir que o sistema de saúde suplementar sirva, antes de tudo, às pessoas, e não apenas às planilhas das operadoras. Pela vida, pela dignidade, pela saúde: NÃO ao rol taxativo. Solicito a Vossa Excelência, que autorize a divulgação do meu pronunciamento nos meios de comunicação da Casa e no programa A Voz do Brasil. Muito obrigado.
  • 07/05/2025Breves Comunicações

    O Deputado destacou a importância do Dia Internacional da Família, celebrado em 15 de maio, reafirmando seu compromisso com os valores cristãos e o modelo tradicional de família. Relacionou a proteção da instituição familiar a políticas públicas que garantam renda, moradia e dignidade às famílias brasileiras. Além disso, homenageou as mães pelo Dia das Mães, enaltecendo a maternidade biológica e adotiva como pilares fundamentais na formação do caráter e dos valores das crianças. Por fim, citou o Projeto de lei nº 243, de 2025, que propõe combater conteúdos que incentivem crimes e drogas em eventos públicos.

    Palavras-chave oficiais: Dia Internacional das Famílias,Dia das Mães,Homenagem Projeto de lei ordinária,Entorpecente,Conduta criminosa,Apologia,Crime contra a criança e o adolescente

    Ler a transcrição oficial
    O SR. JEFFERSON CAMPOS (Bloco/PL - SP. Sem revisão do orador.) - Agradeço-lhe imensamente, Deputado Charles Fernandes, que com muito brilhantismo conduz esta sessão. Aliás, V.Exa. sempre tem demonstrado essa competência dos grandes homens públicos. Muito obrigado pela oportunidade. Eu me dirijo agora às Sras. e aos Srs. Parlamentares e a todos que nos acompanham pelos meios de comunicação desta Casa. É com muita honra e também com muito orgulho que venho a esta tribuna, mais uma vez, prestigiar uma data da mais alta relevância para nós, cidadãos que respeitamos os valores cristãos e familiares: o Dia Internacional da Família, celebrado todo dia 15 de maio. A data foi proclamada pela ONU em 1993, confirmando a importância que esse organismo internacional confere a esta instituição familiar. A família, senhoras e senhores, é a célula-mãe da nossa sociedade. Nela são formados o caráter, a personalidade e os valores de cada indivíduo. Por isso, não podemos deixar que os princípios familiares se percam em meio a um oceano de discursos afrontosos e, muitas vezes, deturpados. Como homem público e, sobretudo, como cristão, temente a Deus e obediente às Escrituras Sagradas, não medirei esforços para que os próprios papéis sociais de cada um dos integrantes do seio familiar sejam respeitados e enaltecidos. Minha trajetória como pastor evangélico não se separa da minha trajetória política. Por isso, como representante da fé cristã e do povo brasileiro que confiou a mim o seu voto, defenderei a família brasileira contra qualquer ameaça em forma de filosofias, doutrinas ou práticas que possam afetá-la ou atentar contra ela. Inclusive, o País está em fase de elaboração do Plano Nacional de Educação, que norteará as políticas educacionais do Brasil no decênio 2025 a 2035. E nós estamos aqui vigilantes contra possíveis distorções ideológicas que desejem adentrar nossas escolas para desvirtuar nossas crianças e adolescentes das boas convicções morais que sustentam o seio familiar. É a família, em seu modelo tradicional, que melhor permite o desenvolvimento cognitivo, emocional e social dos filhos. Tal formato fortalece os laços entre diferentes gerações dos integrantes dessas famílias, perpetuando de forma mais consistente a transmissão da história e cultura de cada núcleo familiar e do legado de cada geração. Considero que a valorização da família também passa pelo empenho para que todas as famílias brasileiras tenham dignidade e boas condições de vida. Isso inclui políticas que favoreçam a que todo homem e mulher, pai e mãe de família, tenham fonte de renda para sustentar os seus filhos, oferecendo a eles o necessário para um bom crescimento. Também é preciso, senhoras e senhores, que as famílias tenham condições de moradia com conforto e segurança. E por falar em família, Sr. Presidente, aproveito este momento de fala para homenagear as mães, as mulheres que são também esteios de suas casas. Celebro aqui todas as mães brasileiras pelo Dia das Mães, comemorado no segundo domingo de maio, que, neste ano de 2025, cairá no próximo dia 11. A presença materna é de extrema importância na formação de qualquer criança. A maternidade é um dom divino que se expressa desde a natureza do corpo feminino, que dispõe de um órgão cuja finalidade específica é gerar e gestar um feto, que se desenvolve com todo acolhimento e conforto que o útero materno oferece ao bebê desde a sua gênese. Na chegada de todo bebê ao mundo, as mães são, em geral, a primeira pessoa que oferece carinho e afeto a esse recém-nascido, dando a ele as primeiras impressões positivas sobre a vida. São elas que costumam ser, também, as primeiras educadoras dos filhos, apresentando a eles valores éticos, princípios de convivência e respeito, dando-lhes alicerce da formação do caráter e das emoções. Enfatizo que, embora estejamos tratando aqui da dádiva que a natureza conferiu às mulheres, que é o dom de gerar a vida, isso não exclui o papel, igualmente materno, daquelas mulheres que são mães por adoção, aquelas cujos filhos o coração escolheu. A maternidade adotiva é uma decisão corajosa e norteada por uma entrega decisiva, que transforma vidas a partir da oferta de um lar, do carinho, da dedicação e do afeto a um filho que aguardava por isso. Por isso, senhoras e senhores, devemos todo o nosso reconhecimento a essas mulheres brasileiras que assumem a complexa e decisiva tarefa de cuidar, amar, proteger e educar os seus filhos. Todos nós somos filhos de uma mãe que nos gerou ou nos adotou e todos chegamos ao lugar onde estamos, também, pelo acolhimento materno de quem nos educou e preparou para os desafios da vida. Às mães, portanto, nossa profunda gratidão e honraria. Voltando a discorrer sobre o valor que eu confiro à instituição familiar e a fim de ilustrar o meu compromisso com os valores da família tradicional, destaco aqui alguns projetos de lei cuja autoria eu assino juntamente com outros colegas Parlamentares. Merece relevo, neste âmbito de preservação dos costumes familiares, o Projeto de Lei nº 243, de 2025 — e já vou partir para o encerramento, Sr. Presidente, com a sua vênia —, que visa estabelecer medidas de combate ao incentivo e à apologia ao consumo de drogas, ao crime organizado e à prática de condutas criminosas em eventos de qualquer natureza, contratados ou incentivados pelos Governos Federal, Estadual e Municipal, bem como estabelecer o crime de exposição de crianças e adolescentes a esses tipos de conteúdos. Encerro aqui, Sr. Presidente, agradecendo a vênia de V.Exa. em relação ao tempo e destacando o nosso combate a todo e qualquer mal, toda e qualquer ação nefasta que possa tentar desagregar a família brasileira. Renovo aqui, já pelo oitavo mandato Parlamentar, sendo seis deles nesta Casa, o nosso compromisso em trabalhar e lutar pela família brasileira, pelos cidadãos desta Nação, para que tenhamos um futuro ainda melhor. Muito obrigado. Que Deus abençoe o Brasil! Deus abençoe todos os brasileiros!
  • 23/04/2025entregue por escrito

    O Deputado homenageou os diáconos e diaconisas da Igreja do Evangelho Quadrangular pela passagem do Dia do Diaconato Quadrangular, celebrado em 1º de maio. Reconheceu o papel essencial desses servidores no apoio aos cultos, ao acolhimento de fiéis e às ações evangelísticas. Destacou que o diaconato é uma vocação de serviço, baseada na humildade e no compromisso com a fé cristã, e não uma função de prestígio. Ressaltou a importância histórica e bíblica do ministério diaconal, e expressou gratidão àqueles que sustentam silenciosamente as atividades da Igreja. Registrou seu respeito à dedicação desses fiéis, reforçando seu valor na construção de uma sociedade mais justa e solidária.

    Palavras-chave oficiais: Igreja do Evangelho Quadrangular,Dia do Diaconato Quadrangular,Homenagem

    Ler a transcrição oficial
    DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO JEFFERSON CAMPOS (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). O Sr. JEFFERSON CAMPOS (PL-SP) pronuncia o seguinte discurso: Excelentíssimo senhor Presidente, nobres colegas parlamentares e cidadãos brasileiros, hoje quero discursar com gratidão no coração e respeito profundo na alma, para homenagear homens e mulheres que silenciosamente sustentam a obra do Senhor com zelo, amor e dedicação, os diáconos e diaconisas da Igreja do Evangelho Quadrangular. No próximo 1 de Maio celebramos o Dia do Diaconato Quadrangular, quero saudar cada servo e serva que, com humildade, serve à Igreja, aos pastores e principalmente ao povo de Deus. O diaconato não é um cargo de vaidade, mas uma vocação de serviço. É ministério de joelhos dobrados, mãos estendidas e coração disposto. A Bíblia nos mostra em Atos dos Apóstolos que o diaconato surgiu da necessidade de cuidar dos necessitados para que os apóstolos se dedicassem à oração e à Palavra. E desde então, os diáconos seguem firmes nessa missão: cuidar do corpo para que o espírito possa crescer. Na Igreja do Evangelho Quadrangular, esse chamado é ainda mais visível. O diaconato é coluna da Igreja, sustentando com firmeza os cultos, a logística, o acolhimento dos fiéis e até mesmo os bastidores das campanhas evangelísticas. São esses irmãos e irmãs que chegam cedo, saem tarde e não buscam aplausos — buscam almas. Como deputado federal e também como pastor, quero deixar registrado nos anais desta Casa a minha homenagem: Parabéns, diáconos e diaconisas quadrangulares! Vocês são exemplos de fé viva, de obediência ao chamado e de amor à missão. Que o Senhor vos recompense, pois está escrito: “Deus não é injusto para se esquecer da vossa obra e do amor que para com o seu nome mostrastes, servindo aos santos” (Hebreus 6:10). Que neste dia 1 de Maio seja de celebração, mas também de renovação do compromisso com o Reino. E que este Parlamento saiba que há servos fiéis que, mesmo longe das câmeras e dos palanques, edificam uma nação mais justa, solidária e cristã. Deus abençoe o diaconato quadrangular. Deus abençoe a Igreja do Evangelho Quadrangular. Deus abençoe o Brasil! Solicito a Vossa Excelência, que autorize a divulgação do meu pronunciamento nos meios de comunicação da Casa e no programa A Voz do Brasil. Muito obrigado.
  • 09/04/2025

    O Deputado registrou a presença do Prefeito Helinho Zanatta na Câmara dos Deputados, destacando sua atuação à frente da cidade de Piracicaba, São Paulo. Aproveitou a oportunidade para cumprimentar também o Presidente da Câmara Municipal, Rerlison; o Pastor Toninho, da Igreja Quadrangular; os Vereadores, com menção especial a Bertaia; e o Secretário Paulo Nardino. Reconheceu o trabalho desenvolvido por autoridades municipais e lideranças locais.

    Palavras-chave oficiais: Prefeito,Piracicaba (SP),Saudação

    Ler a transcrição oficial
    O SR. JEFFERSON CAMPOS (Bloco/PL - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Eu só quero fazer um registro, Sr. Presidente. Obrigado pela deferência. Eu quero registrar a presença na Casa do Prefeito Helinho Zanatta, grande companheiro, Prefeito da cidade de Piracicaba, onde tem realizado um grande trabalho, apesar dos desafios. Na pessoa dele, eu quero cumprimentar o Presidente da Câmara Municipal de Piracicaba, o Rerlison; o querido Pastor Toninho, da Igreja Quadrangular de Piracicaba; todos os Vereadores, especialmente o Bertaia; e o Secretário Paulo Nardino. Um grande abraço! Obrigado, Presidente.
  • 09/04/2025entregue por escrito

    O Deputado destacou o Dia Nacional de Combate ao Bullying e à Violência na Escola, celebrado em 7 de abril, e alertou para a crescente insegurança no ambiente escolar. Defendeu a valorização da autoridade, da disciplina e do papel das famílias na formação moral dos estudantes. Também criticou a postura da esquerda em relação à educação e afirmou que a escola cívico-militar pode contribuir para restaurar a ordem, o respeito e a qualidade do ensino. Ao final, propôs o fortalecimento de programas de segurança e apoio pedagógico nas unidades escolares.

    Palavras-chave oficiais: Dia Nacional de Combate ao Bullying e à Violência na Escola,segurança,Disciplina,Família,valorização,Escola cívico-militar,Defesa

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    DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO JEFFERSON CAMPOS (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). O Sr. JEFFERSON CAMPOS (PL-SP) pronuncia o seguinte discurso: Senhor Presidente, nobres colegas parlamentares e cidadãos brasileiros, essa semana celebramos uma data de extrema importância para o presente e o futuro do nosso país, o Dia Nacional de Combate ao Bullying e à Violência na Escola. A data, comemorada no dia 7 de abril, nos convoca a olhar com seriedade para uma realidade que tem afetado nossas crianças e adolescentes em todo o Brasil. O ambiente escolar, que deveria ser um lugar de aprendizado, respeito e desenvolvimento, tem se tornado, muitas vezes, um cenário de medo, agressão e desrespeito. Nós, como representantes do povo, precisamos assumir nossa responsabilidade diante desse cenário. O bullying não é apenas uma “brincadeira de mau gosto”. É um comportamento cruel que fere emocionalmente, destrói a autoestima e compromete o futuro de nossas crianças. E quando falamos de violência nas escolas, falamos também de algo ainda mais grave: agressões físicas, ameaças, depredações e até tragédias que poderiam ter sido evitadas. É hora de dar um basta nisso. Precisamos restaurar a ordem e a autoridade nas escolas. Precisamos dar às famílias o protagonismo na educação moral de seus filhos e reforçar os valores que verdadeiramente constroem uma nação: respeito, disciplina, responsabilidade e amor ao próximo. A esquerda insiste em relativizar tudo: relativiza a violência, relativiza a autoridade dos pais, relativiza até o papel da escola. Mas nós, da direita, sabemos que não há sociedade forte sem valores sólidos. Não há segurança sem autoridade. Não há educação sem disciplina. Por isso, defendo a criação e o fortalecimento de programas de segurança nas escolas, com presença de profissionais capacitados para garantir a integridade de alunos e professores. A escola cívico-militar é uma ferramenta para resgatar a disciplina, o respeito à autoridade e a excelência no ensino, oferecendo às nossas crianças um ambiente seguro e propício ao verdadeiro aprendizado. Defendo a valorização dos educadores, o envolvimento das famílias e a implantação de medidas pedagógicas sérias, que eduquem pelo exemplo e pelo respeito. Solicito a Vossa Excelência, que autorize a divulgação do meu pronunciamento nos meios de comunicação da Casa e no programa A Voz do Brasil. Muito obrigado.
  • 08/04/2025entregue por escrito

    O Deputado defendeu a inclusão dos Defensores Públicos no Projeto de Lei nº 4.015, de 2023, que altera o art. 121 do Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940- Código Penal - para prever como homicídio qualificado aquele praticado contra membros do Ministério Público e Magistratura, no exercício de sua função ou por causa dela e dá outras providências. Argumentou que esses profissionais atuam em condições semelhantes ou mais perigosas que outros operadores do Direito, enfrentando ameaças em presídios, comunidades vulneráveis e audiências criminais. Destacou ainda o papel essencial da Defensoria Pública no acesso à justiça para a população mais vulnerável e criticou a exclusão da categoria do texto do PL. Reconhece o risco da função é uma questão de justiça e paridade institucional.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Defensor público,Atividade perigosa,Situação de risco,inclusão

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    DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO JEFFERSON CAMPOS (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). O Sr. JEFFERSON CAMPOS (PL-SP) pronuncia o seguinte discurso: Senhora Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, tomo a palavra nesta tribuna para defender uma causa que não é apenas justa, mas essencial para a manutenção da equidade no sistema judiciário brasileiro, a inclusão dos Defensores Públicos no Projeto de Lei nº 4015 de 2023, que reconhece atividades de risco. Como podemos ignorar o trabalho hercúleo realizado diariamente pelos defensores públicos em nosso país? Estes profissionais estão presentes nos contextos mais desafiadores do serviço público. Eles adentram presídios, comunidades vulneráveis, fóruns e audiências onde enfrentam ameaças, pressões e intimidações constantes. Os defensores públicos atuam diretamente com pessoas em situação de rua, usuários de drogas, mulheres vítimas de violência doméstica, crianças em situação de abandono, indígenas, quilombolas, pessoas com deficiência, e famílias inteiras vivendo em ocupações urbanas ou áreas rurais em disputa. Estão expostos, com frequência, a situações de alto risco pessoal. No âmbito criminal, assumem a defesa de acusados que não têm condições de constituir advogado, incluindo, muitas vezes, indivíduos ligados ao crime organizado. Isso exige atuação em ambientes com grande tensão, dentro e fora dos tribunais. Realizam inspeções em presídios de diferentes níveis de segurança, mantendo contato direto com detentos, suas famílias e agentes do sistema carcerário. Na esfera trabalhista, sua intervenção se estende ao acompanhamento de operações que libertam pessoas mantidas sob condições degradantes de trabalho, em situações que frequentemente envolvem resistência, violência e ameaças. O artigo 134 da nossa Constituição Federal é claro: a Defensoria Pública é função essencial à Justiça. Como podemos, então, criar uma assimetria inaceitável entre os operadores do Direito, incluindo magistrados e membros do Ministério Público no reconhecimento de risco, mas excluindo os defensores que enfrentam os mesmos perigos ou até mais? Caros colegas, não estamos falando de privilégio, mas de uma questão de segurança, reconhecimento e paridade. Não se trata de custo financeiro, mas de valorização mínima diante da complexidade e periculosidade do trabalho desempenhado. Estamos falando de proteger aqueles que protegem os mais vulneráveis. A Defensoria Pública é o único órgão constitucionalmente incumbido de garantir o acesso à justiça para milhões de brasileiros que não podem arcar com os custos de um advogado particular. O tratamento equânime entre os órgãos que compõem o sistema de justiça é um princípio básico da democracia. A Defensoria Pública integra esse sistema de forma plena, com atribuições constitucionais bem definidas. Não há justiça verdadeira sem acesso à defesa, especialmente para aqueles que vivem à margem da cidadania. Desproteger os defensores é desamparar milhões de cidadãos brasileiros que dependem exclusivamente deste serviço para terem seus direitos fundamentais respeitados. A exclusão da Defensoria Pública do texto seria uma afronta não apenas à categoria, mas sobretudo à população brasileira que dela depende para ter voz e vez diante das instituições. Por fim, lembro aos nobres pares que manter os Defensores Públicos no texto do Projeto de Lei nº 4015 de 2023 é honrar o compromisso que todos nós assumimos ao tomar posse nesta Casa: defender a Constituição e trabalhar pelo bem-estar do povo brasileiro. Defender a inclusão da Defensoria no PL 4015/2023 é defender o direito de milhões de pessoas de seguirem tendo acesso à justiça — e o direito de quem as atende de fazê-lo com dignidade e proteção. Por isso, conclamo todos a apoiarem a inclusão dos Defensores Públicos no PL 4015/2023, reconhecendo oficialmente o que já é realidade, a atividade de defensor público é, sim, uma atividade de risco real. Solicito a Vossa Excelência, que autorize a divulgação do meu pronunciamento nos meios de comunicação da Casa e no programa A Voz do Brasil. Muito obrigado.
  • 20/03/2025entregue por escrito

    O Deputado criticou as decisões econômicas do Governo Federal, que têm prejudicado a vida do trabalhador brasileiro, especialmente os mais pobres. Destacou o aumento da projeção da inflação para 2025, que ultrapassa o limite da meta estabelecida, evidenciando a falha das políticas econômicas. Ademais, enfatizou os impactos da inflação, principalmente no preço dos alimentos, tornando mais difícil o acesso a bens essenciais. Além disso, criticou o aumento da taxa de juros, que afeta os pequenos empreendedores e as famílias de baixa renda. Por fim, conclamou a Câmara dos Deputados a fiscalizar o Poder Executivo e cobrar medidas para reverter esse cenário econômico desfavorável, em defesa da justiça social e do desenvolvimento econômico sustentável.

    Palavras-chave oficiais: Política econômica,Governo federal,Inflação,Taxa de juros,Pobre,Trabalhador,Alimento,Câmara dos Deputados,Atuação parlamentar,fiscalização,Poder Executivo,Desenvolvimento sustentável,Justiça social,Economia

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    DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO JEFFERSON CAMPOS (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). O Sr. JEFFERSON CAMPOS (PL-SP) pronuncia o seguinte discurso: Expresso minha profunda preocupação com os rumos que o atual governo tem imposto ao nosso país. As recentes decisões econômicas têm impactado diretamente a vida do trabalhador brasileiro, especialmente os mais pobres, que já enfrentam enormes desafios para sustentar suas famílias. Recentemente, o Ministério da Fazenda elevou a projeção da inflação para 2025, passando de 4,8% para 4,9%. Essa revisão indica que o governo não está conseguindo controlar a escalada dos preços, afetando diretamente o poder de compra dos cidadãos. É importante lembrar que a meta de inflação estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional para 2025 é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos, ou seja, um teto de 4,5%. A nova estimativa do Ministério da Fazenda, portanto, supera o limite superior da meta, evidenciando a ineficácia das políticas econômicas adotadas. Além disso, o Banco Central, em uma tentativa desesperada de conter a inflação, aumentou a taxa básica de juros, a Selic, para 14,25% ao ano. Essa medida encarece o crédito, dificulta investimentos e penaliza, sobretudo, os pequenos empreendedores e as famílias de baixa renda, que já sofrem com a alta dos preços. A inflação corrói o salário do trabalhador, tornando cada vez mais difícil o acesso a bens e serviços básicos. Produtos essenciais, como alimentos e medicamentos, têm seus preços elevados, obrigando famílias a fazerem escolhas dolorosas entre alimentar-se adequadamente ou adquirir remédios necessários. Estudos demonstram que a inflação afeta de maneira mais intensa as famílias de baixa renda, ampliando as desigualdades sociais. O aumento dos preços dos alimentos, que representam uma parcela significativa dos gastos das famílias mais pobres, tem sido particularmente preocupante. Economistas preveem que, em 2025, a inflação percebida por essas famílias será maior do que a do ano passado, devido à contínua pressão nos preços dos alimentos. Isso significa que milhões de brasileiros enfrentarão ainda mais dificuldades para colocar comida na mesa, além do agora tão sonhado cafezinho. É inadmissível que o governo atual permaneça inerte diante dessa realidade. As políticas públicas devem ser direcionadas para proteger os mais vulneráveis, garantindo que a inflação seja controlada e que o poder de compra do trabalhador seja preservado. Precisamos de uma gestão econômica responsável, que priorize o bem-estar da população e não permita que os erros do passado voltem a assombrar nosso presente e futuro. Conclamo esta Casa a fiscalizar rigorosamente as ações do Executivo e a cobrar medidas eficazes que revertam esse cenário. O povo brasileiro merece respeito e comprometimento com políticas que promovam justiça social e desenvolvimento econômico sustentável. Que Deus abençoe o nosso país e que possamos continuar lutando por uma sociedade mais segura e justa para todos. Solicito a Vossa Excelência, que autorize a divulgação do meu pronunciamento nos meios de comunicação da Casa e no programa A Voz do Brasil. Muito obrigado.
  • 18/03/2025entregue por escrito

    O Deputado anuncio a assinatura, juntamente com outros colegas, de requerimento para a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) com o objetivo de investigar a situação da Previdência Social no Brasil. Destacou os graves problemas enfrentados pelos trabalhadores, aposentados e pensionistas, como os atrasos e a burocracia no sistema, que resultam em longas filas de espera para a concessão de benefícios. Defendeu, ainda, que a CPI seja um instrumento para investigar as causas desses problemas, propor soluções e garantir um atendimento mais eficiente e transparente. Por fim, pediu para apoio para a instalação da CPI em favor dos direitos dos brasileiros.

    Palavras-chave oficiais: requerimento,Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI),investigação,Previdência social,Lista de espera,Trabalhador,Beneficiário,Aposentado,Benefício previdenciário

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    DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO JEFFERSON CAMPOS (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). O Sr. JEFFERSON CAMPOS (PL-SP) pronuncia o seguinte discurso: Assinei, juntamente com outros colegas desta Casa, o requerimento para a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) com o objetivo de investigar a real situação da Previdência Social no Brasil. Este é um passo fundamental para darmos respostas concretas aos milhões de brasileiros que dependem dos benefícios previdenciários e que, infelizmente, enfrentam um sistema marcado por atrasos, burocracia e falta de transparência. É inaceitável que trabalhadores, aposentados e pensionistas aguardem por meses – e, em alguns casos, até anos – para terem seus direitos reconhecidos. São cidadãos que contribuíram durante toda a vida e, no momento em que mais precisam, encontram um sistema lento e ineficiente. Não podemos permitir que essa realidade continue. A criação desta CPI é uma medida urgente e necessária. Precisamos investigar as causas das longas filas de espera, identificar os gargalos na concessão de benefícios e cobrar do governo soluções concretas para garantir um atendimento ágil e eficiente. Queremos saber por que os brasileiros estão sendo penalizados com tanta demora e quais medidas estão sendo tomadas para resolver essa situação. Nosso compromisso é com a verdade e com a população que não aguenta mais esperar. Essa CPI será um instrumento importante para trazer à luz as falhas do sistema, corrigir distorções e propor mudanças que garantam mais justiça e eficiência na Previdência Social. Não se trata de um ataque a qualquer governo, mas de um compromisso com o cidadão brasileiro. Estamos aqui para fiscalizar, cobrar e garantir que a Previdência Social funcione de maneira justa e transparente para todos. Portanto, conclamo os colegas desta Casa a apoiarem a instalação dessa CPI. É nosso dever investigar, esclarecer e, acima de tudo, buscar soluções que façam a diferença na vida de milhões de brasileiros. Solicito a Vossa Excelência, que autorize a divulgação do meu pronunciamento nos meios de comunicação da Casa e no programa A Voz do Brasil. Muito obrigado.
  • 12/03/2025entregue por escrito

    O Deputado expressou sua preocupação com o crescente número de pedidos pendentes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que atingiu 1,985 milhão em novembro de 2024. Argumentou que a demora na concessão de benefícios, agravada pela greve dos servidores, tem impacto direto nas famílias brasileiras que dependem desses recursos. Também destacou a ineficiência do Governo em resolver o problema, apontando a falta de planejamento e políticas públicas adequadas. Por fim, pediu a contratação de novos servidores, a modernização dos sistemas e a valorização dos profissionais do INSS para resolver a situação e garantir os direitos dos cidadãos.

    Palavras-chave oficiais: Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Fila de atendimento,Benefício previdenciário,Greve

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    DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO JEFFERSON CAMPOS (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). O Sr. JEFFERSON CAMPOS (PL-SP) pronuncia o seguinte discurso: Manifesto minha profunda preocupação com a alarmante situação que assola milhões de famílias brasileiras, a crescente fila de espera por benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Em novembro de 2024, o número de pedidos em análise atingiu 1,985 milhão, o maior patamar desde o início de 2020. Esse cenário desolador reflete a ineficiência e a omissão do governo federal em gerir uma questão tão sensível. O tempo médio de espera para a concessão de benefícios, que era de 34 dias em julho de 2024, aumentou para 39 dias em novembro do mesmo ano. Em algumas regiões, como o Nordeste, esse prazo chega a 66 dias, agravando ainda mais o sofrimento daqueles que dependem desses recursos para sua subsistência. Entre julho e setembro de 2024, a fila do INSS cresceu em 445 mil requerimentos, resultado direto da greve dos servidores do órgão. Nos meses subsequentes, outubro e novembro, houve um acréscimo de mais 186,2 mil pedidos pendentes. Esses números evidenciam a falta de planejamento e de medidas efetivas por parte do governo para solucionar o problema. Além disso, o aumento no número de requerimentos, que em 2024 alcançou uma média de 1,4 milhão de novos pedidos mensais, bem acima da média de 2023, que estava abaixo de um milhão, demonstra a ausência de políticas públicas capazes de atender à demanda da população. Em alguns meses, os novos pedidos ultrapassaram a marca de 1,6 milhão, sobrecarregando ainda mais o sistema. A morosidade na análise dos benefícios tem consequências devastadoras para as famílias que dependem desses recursos para sobreviver. A demora na concessão de aposentadorias, pensões e auxílios emergenciais coloca em risco a dignidade e a qualidade de vida de milhões de brasileiros. É inadmissível que, em um momento de fragilidade, nossos cidadãos sejam submetidos a tamanha negligência. É necessário que o governo federal adote medidas urgentes e eficazes para reduzir a fila do INSS e agilizar a análise dos benefícios. A contratação de novos servidores, a modernização dos sistemas de atendimento e a valorização dos profissionais do INSS são passos fundamentais para reverter esse quadro caótico. Não podemos permitir que a inércia governamental continue a penalizar aqueles que mais necessitam. É nosso dever, como representantes do povo, cobrar ações concretas e imediatas para garantir que os direitos dos cidadãos sejam respeitados e que a justiça social prevaleça em nosso país. Solicito a Vossa Excelência, que autorize a divulgação do meu pronunciamento nos meios de comunicação da Casa e no programa A Voz do Brasil. Muito obrigado.
  • 11/03/2025entregue por escrito

    O Deputado homenageou as vítimas do terrorismo no Dia Internacional dedicado a elas, ressaltando que o terrorismo atenta contra a liberdade, a democracia e os valores fundamentais das sociedades. Condenou os ataques do Hamas a Israel em outubro de 2023, defendendo o direito de Israel se defender e afirmando que os terroristas são assassinos, não militantes. Também defendeu o fortalecimento das leis antiterrorismo, com punições mais rigorosas para os responsáveis por financiar ou executar atos terroristas. Concluiu pedindo maior segurança nas fronteiras e posicionamento claro do Brasil contra o extremismo.

    Palavras-chave oficiais: Dia internacional,Vítima,Terrorismo,Homenagem,Legislação,punição Hamas,Israel,Agressão,Terrorismo

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    DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO JEFFERSON CAMPOS (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). O Sr. JEFFERSON CAMPOS (PL-SP) pronuncia o seguinte discurso: Hoje, no Dia Internacional das Vítimas do Terrorismo, rendemos homenagem àqueles que perderam suas vidas ou sofreram consequências irreparáveis por causa desse mal covarde que assola o mundo. Terrorismo não é apenas um ataque contra indivíduo, é um ataque contra a liberdade, contra a democracia e contra os valores que sustentam nossas sociedades. Nos últimos anos, temos testemunhado atentados brutais em diferentes partes do mundo, ceifando vidas inocentes em nome de ideologias extremistas que não respeitam os direitos humanos nem a dignidade da pessoa. E, senhoras e senhores, não podemos fechar os olhos para um dos maiores horrores dos tempos atuais: os atos terroristas cometidos pelo Hamas contra Israel. No dia 7 de outubro de 2023, o mundo assistiu estarrecido a um massacre brutal promovido por esse grupo terrorista, que assassinou crianças, mulheres e idosos, sequestrou inocentes e espalhou o terror contra uma nação soberana. Quem se cala diante disso ou tenta justificar esses atos está do lado errado da história! Israel tem todo o direito de se defender. Nenhum país pode ser obrigado a conviver com a ameaça constante de ataques terroristas. O Brasil deve estar ao lado de Israel na luta contra o extremismo e pelo direito de seu povo viver em segurança. Terroristas não podem ser tratados como militantes ou resistência—são assassinos, e devem ser combatidos com toda a força da lei e da justiça. A impunidade é o combustível do terror. Por isso, defendo o fortalecimento das nossas leis antiterrorismo, com penas mais severas para aqueles que financiam, planejam ou executam atos dessa natureza. Não podemos admitir que ONGs ou movimentos políticos escondam criminosos sob o pretexto de ativismo social. Quem apoia terroristas, direta ou indiretamente, deve ser tratado como cúmplice! Além disso, precisamos reforçar a segurança nas nossas fronteiras, impedir a entrada de facções estrangeiras e, principalmente, não ceder à chantagem ideológica daqueles que tentam justificar a barbárie como "resistência". Nenhuma causa pode justificar a morte de inocentes! A solidariedade às vítimas do terrorismo deve ser mais do que palavras, deve se traduzir em ação. Por isso, reafirmo meu compromisso de lutar, aqui nesta Casa, para que o Brasil seja uma nação firme no combate ao terrorismo, protegendo seus cidadãos e se posicionando de forma clara no cenário internacional ao lado das democracias que repudiam essa prática. Que Deus conforte todas as famílias que perderam entes queridos para essa tragédia e que nos dê força para continuar defendendo a paz, a justiça e a segurança de nossa nação! Solicito a Vossa Excelência, que autorize a divulgação do meu pronunciamento nos meios de comunicação da Casa e no programa A Voz do Brasil. Muito obrigado.
  • 26/02/2025

    O Deputado elogiou o programa de reconhecimento facial Smart Sampa, parabenizando o Prefeito Ricardo Nunes, o Governador Tarcísio de Freitas e o Secretário de Segurança, Guilherme Derrite e destacando o aumento da segurança pública com mais de 1.900 identificações pelo programa. Ademais, criticou a Defensoria Pública de São Paulo por sugerir a suspensão das operações de reconhecimento de procurados pela Justiça durante o carnaval.

    Palavras-chave oficiais: Reconhecimento facial,Prefeito,São Paulo (SP),Governador,Secretário de segurança,Defensoria pública,suspensão,Carnaval,Política de segurança pública

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    O SR. JEFFERSON CAMPOS (Bloco/PL - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, muito obrigado. Eu quero elogiar o Programa Smart Sampa. Mais de 1.900 pessoas já foram identificadas através de reconhecimento facial, o que tem aumentado, e muito, a segurança na nossa capital e também no Estado de São Paulo. Quero parabenizar o Prefeito Nunes, o Governador Tarcísio e o nosso grande Deputado e hoje Secretário de Segurança Derrite. No entanto, quero registrar meu estranhamento à Defensoria Pública de São Paulo, que recomenda que sejam suspensas as operações de reconhecimento de procurados pela Justiça durante o carnaval e manifestações. Isso é algo que nos causa estranheza. Quando estamos trabalhando pelo aumento desse sentimento de segurança, vemos a Defensoria Pública com uma ação como essa. Aqui fica o nosso registro e questionamento que estamos fazendo nesta Casa a essa Defensoria Pública. Obrigado, Presidente.
  • 26/02/2025entregue por escrito

    O Deputado fez um discurso em defesa das famílias que enfrentam doenças raras e degenerativas, denunciando a recente decisão do Supremo Tribunal Federal que exclui a obrigatoriedade do SUS em fornecer tratamentos de alto custo. Criticou a medida, afirmando que nega o direito básico à saúde e impõe sofrimento às famílias que já lutam contra o tempo. Também questionou o valor de uma vida e reafirmou seu compromisso cristão e legislativo em buscar alternativas para garantir que nenhum brasileiro seja abandonado pelo Estado. Por fim, reafirmou que saúde é um direito, não um privilégio, e que continuará lutando para que nenhuma família precise escolher entre lutar por tratamento ou aceitar o abandono.

    Palavras-chave oficiais: Supremo Tribunal Federal (STF),Sistema Único de Saúde (SUS),Doença rara,Medicamento,obrigatoriedade,Decisão,Saúde pública

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    DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO JEFFERSON CAMPOS (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). O Sr. JEFFERSON CAMPOS (PL-SP) pronuncia o seguinte discurso: Hoje dou voz a milhares de famílias que enfrentam diariamente uma luta silenciosa e dolorosa. São mães e pais que veem seus filhos padecerem de doenças raras e degenerativas, sem o amparo necessário do Estado. São cidadãos brasileiros que, por um capricho cruel do destino, foram acometidos por enfermidades que exigem tratamentos caríssimos – medicamentos que custam milhões de reais, mas que significam o que há de mais valioso: a vida. Com o recente julgamento do Supremo Tribunal Federal, que excluiu a obrigatoriedade do atendimento pelo SUS para casos em que os medicamentos e tratamentos possuem valores milionários, os pacientes, agora, vão perder ainda mais tempo com a justiça tentando comprovar de forma reiterada o diagnóstico e tratamento. Um duro golpe para essas famílias. A decisão, nobres colegas, não apenas nega o direito básico à saúde, mas impõe a essas pessoas uma sentença de sofrimento e, muitas vezes, de morte prematura. E aqui faço uma pergunta a esta Casa, ao Poder Público e a cada um que tem a responsabilidade de legislar e governar: qual é o valor de uma vida? Quanto custa o direito de um pai ver seu filho crescer? Qual é o preço do sorriso de uma criança que luta todos os dias para viver? Eu digo com toda convicção: não há cifra que possa justificar a omissão do Estado! Não há justificativa moral, ética ou cristã que nos permita virar as costas para esses brasileiros. Como deputado, como pastor, e acima de tudo como cristão, afirmo que toda vida importa – desde a concepção até seu último suspiro – e deve ser protegida! Por isso, já estou estudando alternativas constitucionais, com a finalidade de garantir que nenhum brasileiro seja abandonado pelo Estado quando mais precisar. Nossa luta é para colocar um ponto final nessa injustiça e assegurar que ninguém fique sem tratamento por falta de recursos. Saúde é direito, não privilégio! Senhoras e senhores, para que compreendam o impacto humano dessa questão, permitam-me contar uma história. Em um hospital, uma criança lutava contra uma doença rara. Já estava desinflamado, havia vencido a pior fase, e tinha um sonho simples, mas grandioso: queria ser bombeiro. Seu desejo chegou aos ouvidos dos bombeiros locais, que decidiram fazer algo especial. Eles foram até o hospital, o vestiram com um uniforme, colocaram um capacete e o levaram em uma ambulância, com as sirenes ligadas, como se já fosse um dos seus. Por um dia, aquela criança não foi um paciente – foi um herói. Essa história nos ensina que o verdadeiro valor da vida está na esperança que ela carrega. Se aqueles bombeiros puderam fazer um gesto tão simples e tão significativo, por que nós, enquanto Estado, não podemos garantir que essa esperança seja real para todos? A nossa missão aqui é proteger a vida, dignificar cada cidadão e garantir que nenhuma família precise escolher entre lutar por tratamento ou aceitar o abandono. E eu digo com fé e compromisso: essa luta não termina aqui! Que Deus abençoe o Brasil! Solicito a Vossa Excelência, que autorize a divulgação do meu pronunciamento nos meios de comunicação da Casa e no programa A Voz do Brasil. Muito obrigado.
  • 25/02/2025entregue por escrito

    O Deputado criticou a solicitação da Defensoria Pública de São Paulo para suspender o uso do reconhecimento facial no programa Smart Sampa durante o Carnaval. Defendeu a tecnologia como ferramenta eficaz para localizar criminosos, encontrar desaparecidos e prevenir delitos. Destacou que, somente na região central de São Paulo (SP), 1.086 foragidos foram capturados entre janeiro e agosto de 2024, um aumento de 84% em relação a 2022. Informou que a medida da Defensoria representou um retrocesso na segurança pública, colocando em risco a população. Argumentou ainda que eventuais falhas no sistema deveriam ser corrigidas, e não descartadas. Por fim, fez um apelo às autoridades para que mantenham o uso da tecnologia e reforçou seu compromisso com políticas de segurança e fortalecimento das forças policiais.

    Palavras-chave oficiais: Reconhecimento facial,Carnaval,suspensão,Defensoria pública,São Paulo (Estado),Crítica

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    DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO JEFFERSON CAMPOS (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). O Sr. JEFFERSON CAMPOS (PL-SP) pronuncia o seguinte discurso: Venho a esta tribuna hoje com profunda indignação diante da postura da Defensoria Pública do Estado de São Paulo, que solicitou à Prefeitura da capital a suspensão do uso do reconhecimento facial no programa Smart Sampa durante os blocos de Carnaval. Esta decisão afronta a segurança da população e ignora a realidade das ruas, colocando em risco a vida de cidadãos de bem. Estamos falando de uma tecnologia moderna e eficaz, utilizada em diversas cidades do mundo para identificar criminosos, localizar foragidos, encontrar pessoas desaparecidas e prevenir delitos. O que a Defensoria propõe é um verdadeiro retrocesso na segurança pública, um desserviço àqueles que dependem do trabalho das forças de segurança para viverem em paz. O Carnaval é um evento de grande porte, onde a criminalidade aumenta consideravelmente. Assaltos, furtos, agressões e até crimes mais graves se tornam frequentes em meio às multidões. O reconhecimento facial permitiria às autoridades agirem de forma preventiva, garantindo que criminosos com mandados de prisão em aberto não fiquem impunes. Pergunto aos senhores: quem ganha com essa suspensão? O cidadão de bem ou o criminoso? Para ilustrar a gravidade da situação, apresento alguns números alarmantes. No Brasil, há cerca de 10 mil criminosos procurados pela Justiça há mais de 10 anos, segundo levantamento realizado no Banco Nacional de Mandados de Prisão (BNMP). Somente na região central de São Paulo, entre janeiro e agosto de 2024, foram capturados 1.086 procurados pela Justiça, representando um aumento de 84% em relação ao mesmo período de 2022. Esses dados evidenciam a necessidade urgente de ferramentas tecnológicas que auxiliem na identificação e captura desses indivíduos. O argumento de que essa tecnologia pode resultar em abordagens discriminatórias ou violações de direitos não pode servir de desculpa para enfraquecer a segurança pública. Se há falhas, que sejam aprimoradas, mas jamais abandonadas! Em vez de trabalhar contra a segurança da população, a Defensoria Pública deveria estar ao lado daqueles que cumprem a lei, protegendo os cidadãos e não dificultando o trabalho das autoridades. Diante disso, faço um apelo às autoridades competentes para que não cedam a essa pressão infundada. O povo brasileiro clama por mais segurança, por políticas públicas que garantam ordem e proteção, e não por medidas que deixam a sociedade refém da criminalidade. Reafirmo aqui o meu compromisso com a segurança da população, com a aplicação de tecnologias que ajudam a combater o crime e com o fortalecimento das forças policiais. Não permitiremos que decisões ideológicas ou descoladas da realidade comprometam a vida dos brasileiros. Que Deus abençoe o nosso país e que possamos continuar lutando por uma sociedade mais segura e justa para todos. Solicito a Vossa Excelência, que autorize a divulgação do meu pronunciamento nos meios de comunicação da Casa e no programa A Voz do Brasil. Muito obrigado.
  • 04/02/2025entregue por escrito

    O Deputado parabenizou o Conselheiro Roque Citadini pela posse na presidência do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP), destacando sua vasta experiência e competência nas áreas jurídicas, administrativas e contábeis. Ressaltou que o Conselheiro, com uma carreira iniciada em 1988, já presidiu o TCE-SP em cinco ocasiões distintas e demonstrou notável capacidade de liderança. Ademais, expressou confiança de que, sob sua presidência, o TCE-SP continuará a exercer seu papel fiscalizador com rigor, promovendo transparência e probidade na Administração Pública. Ao final, desejou uma gestão bem-sucedida e repleta de avanços para a sociedade paulista.

    Palavras-chave oficiais: Conselheiro,Tribunal de contas estadual,São Paulo (Estado),Presidente,gestão

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    DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO JEFFERSON CAMPOS (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). O Sr. JEFFERSON CAMPOS (PL-SP) pronuncia o seguinte discurso: É com imensa honra que parabenizo o Conselheiro Roque Citadini pela sua merecida posse na Presidência do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP). A trajetória do Conselheiro Citadini é marcada por uma vasta experiência e notório saber jurídico, administrativo e contábil, qualidades que o habilitam plenamente para conduzir os trabalhos do TCE-SP com excelência e proficiência. Com uma carreira iniciada em abril de 1988 no TRIBUNAL, o Conselheiro Citadini já ocupou a presidência em cinco ocasiões anteriores, demonstrando sua capacidade de liderança e profundo conhecimento. Sua experiência e visão serão fundamentais para enfrentar os desafios que se apresentam na fiscalização e no aprimoramento da administração pública em nosso Estado. Tenho convicção de que, sob a sua presidência, o Tribunal de Contas de São Paulo continuará a desempenhar com rigor e presteza o seu papel de guardião da coisa pública, fiscalizando a aplicação dos recursos públicos e zelando pela probidade administrativa. Desejo ao Presidente Antonio Roque Citadini e à nova Mesa Diretora uma gestão profícua, marcada por conquistas e avanços em prol da sociedade paulista. Que este novo ciclo seja repleto de realizações e que o Tribunal de Contas do Estado de São Paulo continue a desempenhar seu papel essencial na construção de uma administração pública mais eficiente, transparente e justa. Em nome da sociedade paulista, expresso os meus sinceros votos de sucesso ao Conselheiro Roque Citadini nesta nova etapa de sua carreira. Solicito a Vossa Excelência, que autorize a divulgação do meu pronunciamento nos meios de comunicação da Casa e no programa A Voz do Brasil. Muito obrigado.
  • 18/12/2024entregue por escrito

    O Deputado refletiu sobre o significado do Natal, ressaltando a celebração do nascimento de Jesus Cristo como um convite à prática de valores como humildade, amor e solidariedade. Citou o ensinamento de Cristo sobre o amor ao próximo e destacou a importância de transformar o espírito natalino em ações concretas, especialmente diante das desigualdades sociais no Brasil. Encorajou gestos de acolhimento e compaixão para com os mais necessitados, e defendeu que o exemplo de Cristo inspire a construção de uma sociedade mais justa e unida, com esperança para os desafios do próximo ano.

    Palavras-chave oficiais: Dia de Natal,Cristianismo

    Ler a transcrição oficial
    DISCURSO NA ÍNTEGRA ENCAMINHADO PELO SR. DEPUTADO JEFFERSON CAMPOS (SEM REGISTRO TAQUIGRÁFICO). O Sr. JEFFERSON CAMPOS (PL-SP) pronuncia o seguinte discurso: Ao nos aproximarmos do Natal, quero trazer à memória o verdadeiro significado dessa data tão especial. O Natal é muito mais do que um feriado ou uma troca de presentes; é a celebração do nascimento de Jesus Cristo, nosso Salvador, que veio ao mundo para trazer esperança, luz e redenção. A figura de Jesus nos ensina lições valiosas: humildade, amor e entrega ao próximo. Ele nasceu em uma manjedoura, viveu entre os mais simples e nos deixou o mandamento mais precioso: “Amai-vos uns aos outros, assim como eu vos amei” (João 13:34). Neste momento de reflexão, somos chamados não apenas a celebrar, mas a praticar os valores que Ele nos ensinou. O Natal nos convida à fraternidade, à solidariedade e à compaixão. Diante das desigualdades sociais que ainda assolam nosso país, que possamos transformar o espírito natalino em ações concretas. Este é o tempo de estender a mão ao que sofre, de alimentar o faminto, de acolher o que se sente só. Não podemos permitir que o brilho das luzes de Natal ofusque o olhar para aqueles que mais precisam. Que o exemplo de Cristo nos inspire a construir um Brasil mais justo, mais humano e mais unido. Que o amor seja a nossa bandeira e a esperança, a nossa força para enfrentar os desafios que virão no próximo ano. Desejo a todos os brasileiros um Natal abençoado, cheio de paz e significado, e um Ano Novo de realizações, guiados pelo propósito de sermos luz no mundo. Solicito a Vossa Excelência, que autorize a divulgação do meu pronunciamento nos meios de comunicação da Casa e no programa A Voz do Brasil. Muito obrigado.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 18/12/2003 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.