
69 anos
Bananômetro
90/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 92% dos deputados · média do partido: 84
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 97%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 95%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 58%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 96%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 97%das 835 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ela votou
Vota com o próprio partido 98%das 852 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ela votou
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- dep.jandirafeghali@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5622
- Gabinete
- Gabinete 622, Anexo IV, 6º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
97%
Esteve em 378 de 391 sessões
Votou nas votações
95%
Registrou voto em 1.077 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
1
de 17 projetos apresentados (6%)
Alinhamento com o governo
97%
Em 835 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
1.291 discursos na tribuna · de 12/02/2019 a 13/10/2026.
- 13/10/2026breves comunicaçõesBreves Comunicações
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A SRA. JANDIRA FEGHALI (Bloco/PCdoB - RJ. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Quero me dirigir inicialmente ao Estado do Rio de Janeiro, e quero agradecer a reeleição para o meu mandato, que será o nono nesta Casa. É meu nono mandato de Deputada Federal, ocupando essa tribuna, ocupando as lutas, ocupando os debates. E eu quero agradecer muito aos eleitores que me reconduziram, reconhecendo e confiando no meu trabalho. Aliás, é bom dizer que foram reconduzidos para o nono mandato apenas eu e mais dois Parlamentares, que terão nove mandatos nesta Casa. E eu quero deixar esse agradecimento com muita força, com muito carinho e com muita emoção, porque não foi uma campanha tranquila; foi uma campanha dura, de muito debate. Sou uma Deputada de opinião, não tenho máquina, não tenho esse tipo de sustentação. Então, para mim, é um reconhecimento. Eu tive voto em todas as urnas do Estado do Rio de Janeiro. Eu quero deixar aqui este agradecimento. Em segundo lugar, quero dizer da minha empolgação com o segundo turno, Deputada Benedita da Silva. Este é um segundo turno que está virando bonito. E eu quero aqui elogiar a juventude brasileira, que ocupou as ruas pedindo futuro. A juventude brasileira pede futuro e ela enxerga o futuro com Luiz Inácio Lula da Silva. É uma ocupação de centenas de milhares de jovens na rua, que fazem o debate político aberto, pacífico, bonito. É um levante neste País o que está acontecendo e, obviamente, muitos outros setores vão acompanhando essa onda. É uma onda linda de virada, nas ruas e nas redes. E eu tenho muita convicção de que nós ganharemos esta eleição para a Presidência da República com o nosso Presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Todo mundo já enxergou a falta de isenção do Presidente do TSE é muito grave o que está acontecendo, muito grave , todo mundo já enxergou os riscos de uma eleição de Flávio Bolsonaro, porque todo mundo sabe o que ele é capaz de fazer contra o Brasil, contra os direitos do povo, contra a Constituição brasileira e, consequentemente, contra a democracia brasileira. É um risco muito grande! Esse cheque em branco nós não vamos dar, o povo brasileiro não vai dar, para alguém que trama lá fora contra o Brasil, contra a economia brasileira, contra o povo brasileiro, alguém que sustenta a posição do pai, que está condenado por tentativa de golpe, como comandante da tentativa de golpe, na operação Punhal Verde e Amarelo, e de assassinato de lideranças políticas no Brasil, como o Presidente Lula, o seu vice e o Presidente do TSE à época, o Ministro Alexandre de Moraes. Ele é um filho, um filhinho de papai. Não sei que trabalho teve o Flávio Bolsonaro. Eu só sei que no Senado ele não trabalha, porque em 8 anos não teve uma lei aprovada para este País. Pode ser que agora, na disputa da 6 por 1 que não faz uma eleição , ele dê um voto para não pegar mal. Eleição às vezes faz isto: a pessoa muda de opinião rapidinho, oportunisticamente, para não ficar mal com os trabalhadores brasileiros. Flávio Bolsonaro foi à Argentina sustentar a reforma trabalhista de Milei, de uma jornada de 12 horas por dia sem direitos, e qualquer redução com redução de salário . É muito importante que a gente esteja atento a tudo isso, até porque no papel e no discurso cabe tudo. O problema é a história, é o que fez, o que vota, o que decide, que opinião de fato tem e o que realizou no Brasil. Eu acabei de falar ali do microfone que eu endosso o discurso do Deputado Otoni de Paula na relação dele com a milícia. No mapa eleitoral, é nítido de se ver onde majoritariamente ele teve voto no Rio de Janeiro: nos territórios dominados pela milícia. Então, não precisamos ter dúvidas sobre isso. E os riscos? Quando ele diz: "Nós vamos mudar a Constituição", ao mesmo tempo fala de um tesouraço de 250 bilhões de reais. Isso vai recair sobre quem? Sobre os ricos que estão aliados com eles? Certamente não será. O risco de perda de direitos constitucionais na saúde, na educação da vinculação constitucional, a perda da vinculação da aposentadoria com o salário mínimo, a perda de benefícios sociais, isso está na mira; isso não é mentira, não é fake news. Fake news é o que está nas páginas do Deputado Nikolas e do Pablo Marçal, e o Tribunal Superior Eleitoral não toma nenhuma medida. Essa falta de isenção nós não podemos mais aceitar. Nós vamos ter que denunciar o Tribunal Superior Eleitoral. Muita coisa que está acontecendo, e nós vamos, com certeza, virar este processo na rua, nas redes, na luta política, porque o povo brasileiro sabe o valor da democracia, sabe o valor das suas conquistas, sabe o valor do SUS, sabe o valor da ampliação da educação pública neste País, sabe o valor da farmácia popular que não adianta dizer que vai manter, porque não há uma linha no seu programa de Governo sobre farmácia popular. São 170 páginas, e nós sabemos o que Bolsonaro fez com a farmácia popular. Isso é sério! E nós precisamos eleger finalmente Luiz Inácio Lula da Silva para conduzir este País para o futuro, com medidas estratégicas, com medidas na área da segurança pública, com medidas de aumento de emprego qualificado com a industrialização, com aumento de investimento na defesa, com a soberania digital, com a soberania cultural e com a soberania nacional. Nós não somos quintal de ninguém. Não vamos abaixar a cabeça nem para Trump nem para Governo nenhum, porque o Brasil é o Brasil potente, diverso, com liberdade religiosa. E é isso que nós queremos. - 13/10/2026pela ordemBreves Comunicações
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A SRA. JANDIRA FEGHALI (Bloco/PCdoB - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, eu quero apenas endossar e reafirmar o discurso do Deputado Otoni de Paula. Ele fala de fatos. O mapa eleitoral é explícito. Não temos como negar fato. Contra fato não há argumento. Tudo o que o Deputado Otoni de Paula falou sobre a relação do Senador Flávio Bolsonaro com a milícia é absolutamente verdadeiro, relação direta com Adriano da Nóbrega e sua turma, como no caso das rachadinhas, que vinham inclusive da nomeação deles, e da votação territorial em áreas dominadas pela milícia. Aliás, o Recreio, perto da Barra da Tijuca, tem muita milícia. É bom que se diga isso. Também é bom dizer e reafirmar a vinculação dele com o comando dos hospitais federais no Rio, que foram destruídos, pois os serviços foram desativados. Houve muito desvio de dinheiro. É isso que está indicado em toda a investigação. Então, eu quero endossar a palavra do Deputado Otoni de Paula. - 02/09/2026pela ordemOrdem do Dia
A Deputada registrou apoio à Medida Provisória nº 1.357, de 2026, que dispõe sobre tributação simplificada das remessas postais internacionais, conhecida como “taxação das blusinhas”. Além disso, afirmou que a isenção até 50 dólares, equivalente a cerca de R$ 250, beneficiou consumidores de menor renda que compraram pela internet, enquanto faixas superiores passaram a ter tributação progressiva, com posterior regulamentação pelo Governo.
Palavras-chave oficiais: Medida provisória,Taxa das Blusinhas (2024),alteração,Tributação,Compra internacional,Aprovação,Defesa
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A SRA. JANDIRA FEGHALI (Bloco/PCdoB - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Apenas, Presidente, para registrar aqui que nós vamos votar uma medida provisória do Governo Lula sobre a tributação das compras internacionais, mais conhecida como a taxação das blusinhas. E eu quero dizer aqui da importância da votação favorável dessa medida provisória, porque isso beneficia a população de menor poder aquisitivo, que é a taxa de isenção para as compras até 50 dólares e faz uma progressão posterior até 3 mil dólares, com tributações progressivas. Isso, obviamente, vai ter regulamentação, o Governo vai regulamentar, vai adaptar, vai acompanhar. Mas essa isenção até US$ 50, ou seja, até R$ 250 no Brasil, é muito importante para a população que faz suas compras pela Internet e que não serão tributadas. Então, todo o nosso apoio e nosso voto favorável! Obrigada, Presidente. - 02/09/2026pela ordemOrdem do Dia
A Deputada criticou o silêncio de Parlamentares da extrema direita sobre o encontro secreto de André Mendonça com Vorcaro, afirmando que o episódio teria revelado parcialidade e possível interferência no processo eleitoral. Além disso, contestou as tentativas de associar o Presidente Lula ao caso e cobrou explicações sobre a conduta do Ministro, que teria recebido Vorcaro de forma sigilosa, sem a presença do Ministério Público e da Polícia Federal.
Palavras-chave oficiais: Ministro do Supremo Tribunal Federal,Banco Master,Banqueiro,Reunião,esclarecimento
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A SRA. JANDIRA FEGHALI (Bloco/PCdoB - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Enquanto S.Exa. vai à tribuna, Presidente, eu só gostaria de registrar aqui que o Cabo Gilberto até agora não falou do encontro secreto do André Mendonça com o Vorcaro. Eu estou esperando desde cedo que alguém da extrema Direita fale sobre esse assunto, e ninguém fala sobre esse assunto, porque não importa falar, porque o esquema deles é interferir parcialmente na eleição, a partir desse esquema. Então, é bom que se fale: ao invés de acusarem o Presidente Lula, que não tem nada a ver com isso, por que eles não falam da atitude de André Mendonça, que parcialmente atual como Ministro. Recebeu Vorcaro sigilosamente, fora do Supremo, em São Paulo, no seu instituto, e depois o recebeu sem o Ministério Público e sem a Polícia Federal isso eles não falam. O SR. PRESIDENTE (Alberto Fraga. PL - DF) - Obrigado, Deputada. A SRA. JANDIRA FEGHALI (Bloco/PCdoB - RJ) - Aí, fica muito estranho que neste plenário haja um silêncio absoluto sobre a parcialidade de André Mendonça. - 02/09/2026pela ordemOrdem do Dia
A Deputada orientou a bancada na votação do substitutivo oferecido ao Projeto de Lei nº 4.952, de 2026, que transforma os Cefets de Minas Gerais e do Rio de Janeiro em universidades federais. Além disso, ressaltou a qualidade dos docentes, técnicos e funcionários, celebrou a conquista como histórica e vinculou a aprovação ao projeto do Presidente Lula. Por fim, agradeceu ao Presidente Hugo Motta pela inclusão da matéria na pauta.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (CEFET-MG),Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (CEFET/RJ),Universidade federal,transformação,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto favorável,agradecimento
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A SRA. JANDIRA FEGHALI (Bloco/PCdoB - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - A Federação Brasil da Esperança, Presidente, vota "sim" com convicção, porque nós sabemos a quantidade de anos em que esse pleito foi colocado aqui pelos Cefets. Como aqui já foi dito, são escolas de excelência e estavam no limbo. Nem era instituto federal, nem era universidade, ficava no limbo, inclusive orçamentário. Então, é muito importante essa integração que o Cefet faz, os professores de altíssima qualidade, os técnicos, os funcionários. Aqui, os reitores, tanto do Rio quanto de Minas, vêm comemorar essa celebração histórica de uma conquista fundamental de um projeto do Presidente Lula, que vem à Casa e garante a sua aprovação. Eu quero agradecer ao Presidente Hugo Motta, com quem nós articulamos a entrada na pauta no dia de hoje. O projeto entra, será votado, rapidamente será votado no Senado, nós teremos essa vitória dos Cefets do Rio e Minas Gerais virando universidades. A Federação vota "sim". - 02/09/2026como líderBreves Comunicações
A Deputada informou que a Federação Brasil da Esperança apoiou a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Banco Master e atribuiu a não instalação da investigação a acordo político relacionado à redução das penas dos condenados pelo 8 de Janeiro. Além disso, apontou possível interferência externa no processo eleitoral e questionou a atuação do Ministro André Mendonça no caso Master, ao mencionar encontros com Daniel Vorcaro e tratamento distinto nas investigações. Por fim, defendeu a apuração de todos os envolvidos, a quebra dos sigilos de Flávio Bolsonaro e o afastamento de André Mendonça da relatoria, sob o argumento de que seria necessária isonomia na investigação antes das eleições.
Palavras-chave oficiais: Banco Master,Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI),Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Ministro do Supremo Tribunal Federal,interferência,Processo eleitoral,investigação,Quebra de sigilo,Eleições
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A SRA. JANDIRA FEGHALI (Bloco/PCdoB - RJ. Como Líder. Sem revisão da oradora.) - Sra. Presidenta da sessão, colegas Parlamentares, sociedade brasileira, eu quero abrir a minha fala hoje, usando o tempo de Líder da federação, por delegação do Deputado Pedro Uczai, a quem agradeço, para dizer que todos nós da Federação Brasil da Esperança, do PT, PCdoB e PV, assinamos o pedido de CPI do Banco Master. E essa CPI não foi instalada por quê? Porque houve um grande acordo com a extrema direita da Casa: para se votar a dosimetria, ou seja, a redução da pena para os condenados pela tentativa de golpe do 8 de Janeiro, não se instalaria a CPMI. Houve um grande acordo, e a sociedade precisa ser lembrada disso todos os dias. Esta semana aconteceram coisas que a gente já esperava, do ponto de vista político uma tentativa de intervenção no processo eleitoral, num esquema que me parece absolutamente articulado e grande, que envolve o Ministro André Mendonça, no Supremo Tribunal Federal, e com uma suspeição muito clara nossa de ingerência externa neste acordo. Aliás, quem é que não esperava que o Governo americano e o Trump tentassem interferir nas eleições brasileiras? Eu estou me lembrando aqui da Lava-Jato. A Lava-Jato foi isso: um juiz parcial, articulado num grande esquema, inventando, a partir de suposições, falsas provas para prender o Presidente Lula e tirá-lo do pleito. E a gente sabe que esse esquema tinha articulação no Departamento de Estado norte-americano. Antes que esse esquema explodisse naquela época, Eduardo Cunha e Michel Temer deram um golpe aqui. Isso tudo foi um planejamento muito bem articulado. Tiraram a Presidenta eleita e botaram um Governo golpista, o que deu o caminho para que Bolsonaro ganhasse as eleições. Eu quero dizer aqui que nós não vamos aceitar ingerência externa nas eleições brasileiras e que vamos abrir essa denúncia com força. Vejam, se há Ministro do Supremo envolvido com Vorcaro, que se investigue, seja ele quem for pode ser Alexandre de Moraes, pode ser Toffoli, pode ser quem for. Isso é necessário agora, mais do que nunca, diante das notícias que foram para a imprensa hoje sobre André Mendonça, que faz a apologia da ética. Ele simplesmente se encontrou, de forma clandestina, no seu instituto em São Paulo, com Daniel Vorcaro. E o assunto, segundo Ciro Soares Rocha, advogado que articulou a reunião, era Banco Central e Banco Master, a possibilidade de fechamento do Banco Master. Eles iam pedir ajuda a André Mendonça. Essa reunião foi feita no seu instituto, em São Paulo, e depois ele recebeu Daniel Vorcaro, que já estava preso, sem a presença da Polícia Federal, sem a presença do Ministério Público. Ora, esse Ministro do Supremo deveria ter isonomia nas investigações. Se ele mandou quebrar o sigilo, por fora de todos os ritos do Supremo, do Ministro Alexandre Moraes, por que até agora não quebrou o sigilo de Flávio Bolsonaro? Não é Alexandre Moraes candidato a Presidente, não é André Mendonça candidato a Presidente, nenhum Deputado envolvido é candidato a Presidente. De todos esse, o único candidato a Presidente envolvido com o Banco Master chama-se Flávio Bolsonaro, e André Mendonça sentou em cima do processo, não quebrou o seu sigilo nem fiscal nem bancário nem telefônico. Não investiga os 73 milhões de reais do banco de Vorcaro para Flávio Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro e o advogado de Eduardo, que dirige o fundo para onde esse dinheiro foi. É preciso que, a 30 dias das urnas, a sociedade saiba qual é o envolvimento direto e indireto, e a profundidade desse envolvimento, de Flávio Bolsonaro. Nós estamos a 30 dias das urnas. A sociedade não pode ir para as urnas sem a quebra desses sigilos. André Mendonça perdeu a condição de ser o Relator desse processo. Da mesma forma que Toffoli saiu da relatoria em momento anterior, André Mendonça tem que sair agora, para que essas investigações sejam aprofundadas. O Senador Flávio Bolsonaro quer dirigir este País e está até o pescoço envolvido nesse esquema com Vorcaro. Isso a sociedade precisa ter nas mãos para tomar decisões, se é que o Senador Flávio Bolsonaro pode continuar elegível com essas investigações. Que se investigue com isonomia! Obrigada, Presidenta. - 02/09/2026pela ordemOrdem do Dia
A Deputada orientou favoravelmente o Partido Comunista do Brasil (PC do B) na votação do Projeto de Decreto Legislativo nº 995, de 2026, que indica o Senador Rodrigo Pacheco para o cargo de Ministro do Tribunal de Contas da União (TCU). Além disso, destacou a trajetória do indicado na Presidência do Senado Federal e do Congresso Nacional, sua capacidade de diálogo e sua atuação em defesa da estabilidade democrática e dos direitos. Por fim, defendeu um TCU comprometido com o desenvolvimento do País e aberto ao diálogo com o Parlamento e a sociedade.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de decreto legislativo,indicação,Senador,Cargo público,Ministro do Tribunal de Contas da União,Atuação parlamentar,Ex-,Presidente do Senado Federal,Voto favorável,Presidente do Congresso Nacional,Diálogo político,Tribunal de Contas da União (TCU),Partido Comunista do Brasil (PC do B)
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A SRA. JANDIRA FEGHALI (Bloco/PCdoB - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, penso que neste momento do Brasil, momento em que tentam gerar uma grande instabilidade institucional mas o Brasil sabe o que isso significa , é muito simbólico e é muito importante eleger uma pessoa como o Senador Rodrigo Pacheco para uma estrutura que é ligada ao Poder Legislativo, que já foi o Presidente do Senado, o Presidente do Congresso Nacional e que tem essencialmente a visão da estabilidade da democracia e dos direitos. É um homem do diálogo, é um homem sensível às pautas da sociedade e uma pessoa que certamente não fechará suas portas ao Parlamento brasileiro nem ao Brasil, até porque o Tribunal de Contas precisa ser um órgão que pensa o Brasil, e não que impede o desenvolvimento do Brasil. Então, eu penso que é muito simbólico, é muito importante que a gente, neste momento, eleja uma pessoa do tamanho, da qualidade, do histórico do Senador Rodrigo Pacheco para estar no TCU. O voto da bancada do PCdoB é "sim". - 01/09/2026pela ordemOrdem do Dia
A Deputada discutiu o Projeto de Lei nº 5.894, de 2025, que institui o Plano Nacional de Cultura para o decênio 2025-2035. Celebrou a votação do Plano Nacional de Cultura, ressaltando seu caráter decenal e sua importância como instrumento estratégico para a soberania e a diversidade cultural brasileira. Agradeceu ao Deputado Pedro Uczai pela incorporação de emendas e reafirmou que cultura é campo de luta, economia e trabalho. Também criticou o governo anterior por não ter elaborado o plano, recorrendo a uma medida provisória para adiá-lo. Por fim, declarou que a aprovação representa uma vitória do povo brasileiro, do Governo e do Parlamento.
Palavras-chave oficiais: Discussão,favorável,Projeto de lei ordinária,Plano Nacional de Cultura (PNC),Diversidade cultural,Relator,incorporação,Emenda,Economia,Trabalho,Governo,Ex-presidente da República,adiamento,Crítica
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A SRA. JANDIRA FEGHALI (Bloco/PCdoB - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente Hildo Rocha, em exercício neste momento, quero cumprimentar a Ministra Margareth Menezes e quero cumprimentar também o Deputado Pedro Uczai. Eu estou muito feliz de ver V.Exa. firme e forte, recuperado, relatando um projeto tão importante no plenário da Câmara dos Deputados. Que Santa Catarina o veja aqui, recuperado e atuante. O Plano Nacional de Cultura, como já foi dito aqui, é um plano decenal. Portanto, ele tem diretrizes estratégicas estruturantes para a cultura brasileira. Teve a contribuição de muitas pessoas. Quero agradecer, inclusive, ao Deputado Pedro Uczai por ter incorporado três emendas nossas, porque é muito importante demarcar, neste plano, o que significa a cultura como um campo de luta. A cultura é um campo de luta, como é a educação. Não é algo superficial, que se baseia apenas em eventos. Cultura é economia, é trabalho. É disputa, é compreender o Brasil profundo, é entender do que ele é capaz, que potências ele tem, de que forma a gente faz a integração civilizatória de toda a sociedade, na sua diversidade. Não há nenhuma luta de resistência e luta por independência em que a cultura não tenha sido um fator fundamental. E, no momento em que tentam nos recolonizar, aprovar este plano é um instrumento de resistência para dizer que o Brasil não é quintal de ninguém. Nós somos nós e podemos ser nós de cabeça erguida, altiva, afirmando o que nós somos como povo. Mas eu quero aqui lembrar uma coisa que as pessoas não registraram. Eu quero lembrar que, no Governo anterior, tiveram que fazer uma medida provisória para adiar o plano, porque não tiveram a capacidade, Ministra Margareth, de elaborar um Plano Nacional de Cultura, porque cultura, para eles, é coisa negativa, é para ser censurada, para ser tutelada, para ser uma cultura oficial, como se isso fosse possível. E eles não conseguiram elaborar esse plano. Tiveram que editar a medida provisória para adiá-lo, porque o plano terminava no Governo Bolsonaro e eles não conseguiram elaborar nem uma linha sequer. Então, votar esse Plano Nacional de Cultura hoje é uma vitória do povo brasileiro, é uma vitória do Governo Lula, é uma vitória do Ministério da Cultura, é uma vitória deste Parlamento, é uma vitória de todos aqueles que afirmam o Brasil, que não entregam o Brasil, mas afirmam o Brasil na sua diversidade, na sua soberania, na sua capacidade de entregar para o mundo a nossa cara. E a nossa cara é misturada, a nossa cara é diversa. E essa é a nossa beleza e essa é a nossa riqueza. Viva a cultura brasileira! Viva o Plano Nacional de Cultura! Estamos juntos! - 01/09/2026pela ordemOrdem do Dia
A Deputada orientou a bancada na votação do Projeto de Lei nº 1.400, de 2015, que propõe a criação de novas Varas do Trabalho e de cargos e funções vinculados ao Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região, no Rio de Janeiro. Destacou a importância de garantir aos trabalhadores uma estrutura judicial capaz de atender às suas demandas. Também esclareceu que os recursos destinados ao Judiciário não pertenciam ao orçamento do Executivo, não havendo, portanto, contradição entre o investimento na Justiça do Trabalho e recursos destinados à saúde. Ao final, informou que a Federação Brasil da Esperança orientaria voto favorável à proposta.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei ordinária,criação,Vara do trabalho,Tribunal Regional do Trabalho (TRT),Rio de Janeiro (Estado),Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto favorável,recursos,Poder Judiciário,Justiça do trabalho,Orçamento
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A SRA. JANDIRA FEGHALI (Bloco/PCdoB - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Pela segunda vez, a gente vê questionamentos aqui ao reforço da Justiça do Trabalho. Isso é uma concepção, é uma visão ideológica do que deve ser esse recorte da Justiça brasileira. Os trabalhadores precisam de um tribunal que defenda suas causas. E mais importante ainda é dizer que não há nenhuma contradição entre esse recurso e o recurso da saúde, como foi dito aqui, porque isso é orçamento do Poder Judiciário, não é orçamento do Executivo. Então, não há nenhuma contradição. Isso reforça a Justiça do Trabalho no Estado do Rio de Janeiro, particularmente, no Sul Fluminense, que é uma região que precisa, de fato, ser reforçada, porque tem empresas importantes para a indústria brasileira. Obrigada, Presidente. A nossa federação vota "sim". - 01/09/2026pela ordemOrdem do Dia
A Deputada reagiu à matéria mencionada pelo Deputado Bohn Gass e declarou que, apesar de concordar com a necessidade de investigação sobre o Banco Master, apontou contradição naqueles que, vinculados ao PL ou à extrema direita, não cobram a conduta do Ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), por supostamente paralisar investigações relacionadas ao Senador Flávio Bolsonaro. Além disso, afirmou que nova reportagem evidenciou que Flávio Bolsonaro teria recebido recursos de Vorcaro em setembro de 2025, contrariando declarações anteriores. Por fim, cobrou imparcialidade nas avaliações feitas no Plenário.
Palavras-chave oficiais: investigação,Banco Master,Partido Liberal (PL),Extrema direita,incoerência,Ministro do Supremo Tribunal Federal,paralisação,Senador,recebimento,recursos,Banqueiro,contradição,imparcialidade
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A SRA. JANDIRA FEGHALI (Bloco/PCdoB - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, eu acabei de ler a matéria a que o Deputado Bohn Gass se referiu agora na tribuna e fiquei metabolizando aqui tudo o que houve hoje neste plenário. Obviamente, tudo o que envolve o Banco Master tem que ser investigado, não temos dúvida disso, seja quem for. No entanto, eu não vejo essas figuras do PL ou da extrema direita defenderem a investigação sobre a atitude do Ministro André Mendonça também, que sentou em cima do caso Senador Flávio Bolsonaro. É preciso investigar a atitude do Ministro também do Supremo, que não permite a investigação de Flávio Bolsonaro e atua parcialmente a favor da eleição dele. Isso também não é a atitude de um Ministro do Supremo. Então, é preciso parar com a hipocrisia, porque Flávio Bolsonaro está enfiado até o pescoço no escândalo do Banco Master e pegou dinheiro pessoalmente. Essa matéria mostra que ele, mais uma vez, mentiu. Ele disse que tinha parado de pegar dinheiro de Vorcaro em maio, e essa parcela foi em setembro de 2025. Então, o dinheiro continuou sendo enviado para Flávio Bolsonaro, depois do escândalo, depois de prisão, depois de tudo. E o Ministro André Mendonça senta em cima desse caso e cria fatos parcialmente, para interferir nas eleições favorecendo o Flávio. Isso também precisa ser cobrado e dito aqui. Vai investigar todo mundo? O.k., mas não pode ser parcial nas avaliações que são feitas aqui. Obrigada, Presidente. - 01/09/2026encaminhamento de votaçãoOrdem do Dia
A Deputada encaminhou a votação do Art. 7º apresentado ao Projeto de Lei nº 287, de 2024, sobre a Estratégia Nacional de Controle e Avaliação da Qualidade da Assistência à Saúde no setor privado. Defendeu a fiscalização estatal sobre serviços de saúde públicos e privados, com base no mandamento constitucional de que a saúde é dever do Estado e direito de todos. Também argumentou que a lei deve alcançar também os estabelecimentos públicos, e afirmou que retirar a multa enfraquecia a punição a quem descumpria padrões de qualidade.
Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Dispositivo legal,Projeto de lei ordinária,Estratégia Nacional de Controle e Avaliação da Qualidade da Assistência à Saúde Prestada pela Iniciativa Privada,fiscalização,Atendimento ao público,Saúde
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A SRA. JANDIRA FEGHALI (Bloco/PCdoB - RJ. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, existe um mandamento constitucional que diz que saúde é dever do Estado e direito de todos. Houve um limite, inclusive, nesse embate na Constituição, quando exatamente se buscou fazer o controle absoluto de toda assistência à saúde, seja ela pública ou privada, da sociedade brasileira. Cabe ao Estado fiscalizar o oferecimento de serviços de saúde, seja ele público ou privado. O art. 6º aqui é claro: os padrões de qualidade e atributos de qualificação decorrentes desta lei aplicam-se também aos estabelecimentos públicos de saúde, os quais também devem ser alvo de avaliação, com a divulgação dos resultados na forma do regulamento. Essa lei está extensiva ao serviço público. E quem não cumpre padrões de qualidade na defesa da saúde da população tem que ter punição. Quando eu tiro a multa, eu vou punir como? Quer o quê? Que feche o serviço? Pode fechar também. Quer piorar a punição? A gente piora. O que não pode é uma instituição privada querer prestar serviço à sociedade sem nenhuma fiscalização pública. Isso é o quê? Defesa de quem? Que empresa vocês estão querendo defender aqui? Interesse de quem? Do povo aqui não é. Vocês estão defendendo o interesse aqui de empresário da saúde quando querem suprimir esse texto. O povo aqui é que vocês não estão defendendo. Então é papel, sim, do Estado fiscalizar a saúde do Brasil, seja ela pública ou privada. O SUS é um sistema absolutamente controlado, inclusive pelo controle social, além da avaliação do próprio Ministério. Então, é papel, sim, do Estado fiscalizar a saúde do Brasil, seja ela pública ou privada. O SUS é um sistema absolutamente controlado, inclusive pelo controle social, além da avaliação do próprio Ministério. Mas o setor privado é o que tem menos fiscalização e é onde mais há erros de atenção à saúde da população, onde mais se contrata sem critério, onde mais se atende mal é no setor privado, inclusive em muitos planos de saúde. Então, a fiscalização é fundamental. E vocês querem tirar a única penalidade que tem no... Lei que não pune, ninguém cumpre. Tem que punir. Se vai fiscalizar, tem que punir, Presidente. Nós somos contrários a este destaque. Queremos garantir o texto na íntegra. - 01/09/2026pela ordemOrdem do Dia
A Deputada defendeu a ratificação da Convenção 156 da Organização Internacional do Trabalho - OIT, contida na Mensagem nº 85, de 2023, relatada pela Deputada Benedita, que busca incorporar ao arcabouço legal brasileiro o reconhecimento da economia do cuidado. Destacou que esse trabalho, exercido majoritariamente por mulheres, não é formalmente reconhecido e que, segundo estudo da OIT, sua remuneração custaria 11 trilhões de dólares. Por fim, ressaltou a relevância de incluir no ordenamento jurídico nacional a valorização de atividades como maternidade, cuidado familiar e mediação escolar.
Palavras-chave oficiais: Mensagem do Poder Executivo,Organização Internacional do Trabalho (OIT),Convenção (ato internacional),Homem,Mulher,Trabalhador,tratamento,Igualdade de oportunidade,Economia do cuidado
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A SRA. JANDIRA FEGHALI (Bloco/PCdoB - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, a Convenção 156 da OIT, que a Deputada Benedita relatou, é uma mensagem do Presidente da República para transformar essa convenção em arcabouço legal no Brasil. É bom dizer que a economia do cuidado está concentrada e nas costas das mulheres. Segundo o estudo da OIT, se fosse remunerar esse trabalho, que sequer é reconhecido como trabalho, ou fosse pagar esse trabalho, custaria 11 trilhões de dólares. Isso é muito dinheiro, não são reconhecidos como trabalho nem a maternidade, nem o cuidado que a mulher tem com todos, com a família, com os vizinhos, com os idosos, inclusive fazendo o papel de mediadora de um filho atípico dentro de uma escola. Então, é muito importante votar essa matéria e a gente garantir que entre para o arcabouço legal brasileiro. Viva as mulheres brasileiras! Viva a Convenção 156 da OIT. - 01/09/2026pela ordemOrdem do Dia
A Deputada orientou a bancada na votação do requerimento de urgência ao Projeto de Lei nº 4.921, de 2026, que dispõe sobre a transformação de cargos vagos no quadro permanente do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 18ª Região, sem aumento de despesas. Na oportunidade, defendeu a importância da Justiça do Trabalho e do Tribunal Superior do Trabalho (TST) na proteção dos trabalhadores. Por fim, rejeitou comparações com modelos adotados em outros países e ressaltou a necessidade de considerar as particularidades institucionais brasileiras.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Governo,Base de apoio político,Voto favorável Justiça do trabalho,Tribunal Superior do Trabalho (TST),Direitos do trabalhador
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A SRA. JANDIRA FEGHALI (Bloco/PCdoB - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Sra. Presidente, o Governo orienta a favor. É importante realçar para a sociedade como é que a Justiça do Trabalho é combatida aqui. A Justiça do Trabalho só é combatida por quem defende patrão, porque a Justiça do Trabalho é uma trincheira de defesa das mulheres e dos homens que produzem neste País. Então, o TST é importante, e essa inovação, como chamaram aqui, a Justiça Eleitoral, também não existe nos Estados Unidos. Ela é fundamental para nós aqui. Então, a gente não pode ter parâmetros de modelos dos outros; nós temos que entender o papel da Justiça do Trabalho no Brasil. O Governo, em geral, não orienta outro Poder, mas eu fiz questão de orientar para defender a existência da Justiça do Trabalho e dar o "sim" ao projeto, Presidente. - 01/09/2026breves comunicaçõesBreves Comunicações
A Deputada destacou a expectativa de votação, no Senado Federal, das Propostas de Emenda à Constituição nº 221, de 2019, que extingue a escala 6 por 1 e reduz a jornada de trabalho, e nº 18, de 2025, relativa à segurança pública. Além disso, criticou o tratamento dado por parte da imprensa à campanha presidencial e cobrou maior atenção às acusações envolvendo o Senador Flávio Bolsonaro. Ademais, afirmou que o consultor político argentino Fernando Cerimedo seria contratado pela campanha do Senador para disseminar notícias falsas e desacreditar as urnas eletrônicas. Por fim, defendeu a reeleição do Presidente Lula em nome da democracia, da soberania e do desenvolvimento do País.
Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,redução,Jornada de trabalho,Segurança pública,Votação,Senado Federal,Agenda legislativa Imprensa,Campanha eleitoral,Presidência da República,Eleições,Acusação,Senador,Partido Liberal (PL),Candidato a cargo eletivo,Notícia falsa (fake news),Urna eletrônica Reeleição,Presidente da República,Partido dos Trabalhadores (PT),Democracia,Desenvolvimento nacional
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A SRA. JANDIRA FEGHALI (Bloco/PCdoB - RJ. Sem revisão da oradora.) - Presidente, colegas, nesta semana de esforço concentrado, dia 1º de setembro de 2026, terça-feira, nós estamos aqui acompanhando as principais pautas da Câmara dos Deputados, que já estão postas na mesa para a nossa discussão. A MP da taxa das blusinhas, que são exatamente as compras internacionais da sociedade brasileira, é a medida provisória enviada pelo Presidente Lula para que a gente vote aqui a isenção para compras de até 50 dólares, para que as pessoas não sejam taxadas por essas compras. Essa é a marca mais importante dessa medida provisória. Mas nos chama atenção, principalmente agora, a pauta do Senado, onde estão quatro matérias fundamentais. O acordo do Presidente Lula com o Presidente Davi Alcolumbre foi destravar a votação do fim da escala 6 por 1 é a vitória histórica que a sociedade brasileira, as mulheres e homens que trabalham, está aguardando. Eu conversava hoje com a Líder do Governo no Senado, a Senadora Teresa Leitão, e ela me disse que a Comissão de Constituição e Justiça votará a matéria amanhã o texto da Câmara, que foi a nossa grande vitória, por mais de quatrocentos votos e, posteriormente, o esforço é levá-la, ainda amanhã, para o Plenário do Senado para que seja finalizada essa votação. Da mesma forma, a PEC da Segurança Pública, uma proposta do Governo Federal, proposta do Presidente Lula, para garantir competência à União na política de segurança pública e, em seguida já é proposta do Presidente , criar o Ministério da Segurança Pública, para finalmente enfrentarmos de forma conjunta, com os Estados e com os Municípios, o crime organizado. Essa é uma pauta importante. Estamos acompanhando no Senado Federal, estamos articulando com o Senado Federal, e a palavra da Líder do Governo é "esforço maior para garantir a votação". Os projetos do Redata, do Terras Raras e Minerais Críticos já estão na pauta de hoje do Plenário. Portanto, esse esforço já deu resultado no Senado Federal. Mas quero aproveitar os meus 2 minutos e 45 segundos restantes para observar uma questão maior da conjuntura brasileira, que é como a grande mídia está tratando o processo eleitoral pelo menos parte dela. Estou sentindo muita falta de a grande mídia tratar de todas as sujeiras de Flávio Bolsonaro, que é candidato a Presidente. Não há nenhum ponto de comparação entre o que é o filho do Presidente Lula que é um cidadão comum, que é um empresário, que não tem cargo público, não assinou nenhum contrato com o Governo e não é candidato a Presidente da República e o Flávio Bolsonaro, e me parece que a mídia está mais preocupada com ele do que com quem quer ser Presidente da República com um conjunto de acusações e de provas de corrupção junto a Vorcaro, junto ao Master, rachadinha, relação com miliciano, imóveis comprados com dinheiro vivo. Há um conjunto de acusações de que me parece ninguém mais pede explicação. É preciso que a grande mídia brasileira dê, de fato, os fatos à sociedade brasileira. Quem é candidato a Presidente tem que se explicar, tem que provar. Tudo que se levanta para ele, diz: "Ah, eu não sabia; eu não conhecia; eu não vi". Ridículo, porque, quando falta o argumento, prevalece o cinismo! Ontem, aquele argentino Fernando Cerimedo, que fazia a descredibilização da urna eletrônica em 2022 articulada pela equipe de Bolsonaro, ia agora ser contratado pela equipe de Flávio Bolsonaro exatamente para fazer de novo fake news, fábrica de bots, de robôs, para fazer notícia falsa, para usar deepfake e fazer novamente a campanha para descreditar a urna eletrônica. Só faz isso quem tem perspectiva de derrota, porque quem vai ter derrota é que quer dizer que foi fraude, porque quem acha que vai ganhar a eleição não vai carimbar a urna eletrônica como uma urna fraudulenta. Portanto, é preciso que a mídia brasileira encare esse processo. Está em jogo o Brasil; está em jogo o Brasil que se afirma, que levanta a cabeça, que defende os direitos, a democracia, a soberania, o desenvolvimento; e o Brasil que está de joelhos, que é capacho dos americanos, como é Flávio Bolsonaro. Não dá para aceitarmos mais que a mídia se esconda atrás dos fatos. É preciso tratar as coisas com o tamanho que elas têm. E o tamanho do problema de Flávio Bolsonaro precisa ser trabalhado na grande mídia. É preciso denunciar, é preciso cobrar, é preciso fazer a disputa, porque Lula vai ganhar essa eleição. Muito obrigada, Presidente. - 12/08/2026pela ordemOrdem do Dia
A Deputada orientou a base de apoio político do Governo favoravelmente ao Substitutivo do Projeto de Lei Complementar nº 114, de 2026, que reduz as alíquotas de tributos federais sobre a importação, a produção e a comercialização de óleo diesel rodoviário, biodiesel, gasolina, etanol e querosene de aviação. Além disso, destacou a alteração do art. 14 para preservar os recursos destinados à saúde, à educação, à ciência e à cultura pelo Fundo Social do Pré-Sal. Ademais, ressaltou que a matéria possibilita a manutenção ou redução dos preços dos combustíveis e prevê investimentos na produção nacional de fertilizantes e na pesquisa de terras raras e minerais críticos.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei complementar,Renúncia fiscal,Combustível,Combustível de aviação,Alíquota,Tributo federal,Dispositivo legal,Recursos públicos,Fundo Social (FS),Camada pré-sal,Investimento,Produção nacional,Fertilizante,Terras raras,Mineral crítico,Base de apoio político,Governo,Voto favorável
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A SRA. JANDIRA FEGHALI (Bloco/PCdoB - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, o Governo orienta "sim", até porque esse projeto foi construído pelo e com o Governo. A Relatora sentou, negociou, discutiu, e o Governo também agora ajudou a ajustar o texto no art. 14, o que possibilitou à Relatora alterá-lo para não corrermos o risco de tirar recursos da saúde, da educação, da ciência, da cultura, ou seja, das destinações do Fundo Social do Pré-Sal. Esse projeto possibilita a manutenção dos preços dos combustíveis, a redução, inclusive, e a diferenciação com o etanol, que também é constitucional, e possibilita investimentos nacionais na área de fertilizantes e pesquisa de terras raras e minerais críticos. Portanto, o Governo vota "sim" e espera a aprovação do projeto com pelo menos 157 votos. Obrigada, Presidente. - 12/08/2026discussãoOrdem do Dia
A Deputada discutiu o Projeto de Lei Complementar nº 114, de 2026, que dispõe sobre regras para renúncias de receita com o objetivo de mitigar os impactos econômicos causados pelo choque no mercado internacional de energia decorrente do conflito no Oriente Médio. Contudo, rejeitou o art. 14, por considerar inaceitável retirar recursos do Fundo Social do Pré-Sal para cobrir superávit primário em prejuízo da saúde, da educação, da ciência, da tecnologia e do meio ambiente. Por fim, pediu à Relatora a supressão do dispositivo e avisou que apoiaria destaque caso a alteração fosse mantida.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei complementar,Renúncia fiscal,Petróleo,Guerra,Oriente Médio,Discussão,favorável
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A SRA. JANDIRA FEGHALI (Bloco/PCdoB - RJ. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, esse projeto era originalmente um projeto de subsídio à gasolina. Obviamente, a conjuntura se altera, e o projeto agora incorporou um conjunto de outras possibilidades de isenção para o etanol, que é justa, correta e segue um parâmetro constitucional. Mas também incluiu para o Programa de Desenvolvimento da Indústria de Fertilizantes Profert , espero que para a indústria nacional, estímulo tributário à exploração e à pesquisa de terras raras e minerais críticos, também espero que por empresas nacionais, sem que os estrangeiros coloquem a mão nas nossas riquezas estratégicas. Ao mesmo tempo, faz uma alteração no campo dos fundos constitucionais, dos fundos legais, que são prejudiciais a algumas áreas de políticas públicas. Nesse caso, Presidente, nós não temos como concordar com esse acréscimo no texto do projeto. O conjunto do projeto a gente acha importante, acha que tem cabimento na conjuntura brasileira. No entanto, nós não podemos aceitar que um aumento de arrecadação, mesmo que ocasional, do Fundo Social do Pré-Sal FSP, da arrecadação nesse campo, prejudique, no caso de déficit para fazer superávit primário , a saúde, a educação, a ciência, a tecnologia ou o meio ambiente. Isso não é aceitável, porque são políticas fundamentais para o Brasil, e nós não aceitamos essa inclusão. O apelo que faço é que isso seja retirado do texto. Que fique claro que não há nenhuma mexida com fundos constitucionais da saúde e da educação, mas não podemos aceitar que esse acréscimo de arrecadação seja retirado dessas políticas para cobrir superávit primário. Eu peço à Relatora que reveja esse texto, retire o art. 14 e seus incisos, e que a gente consiga evoluir para uma votação tranquila naquilo que, de fato, cabe na realidade da conjuntura brasileira. Assim não sendo, se não for retirado, nós vamos acompanhar destaque que possa suprimir o art. 14 do texto, porque nós não vamos aceitar essa inclusão que foi feita de última hora, num texto que foi explicitado às 14h30min com essa alteração. Portanto, Presidente, nós somos a favor do conjunto do projeto, excetuando o acréscimo do art. 14, seus incisos I e II, porque a minha vida inteira eu fiz a defesa da saúde e da educação. Nós ajudamos a construir esse plus do Fundo Social do Pré-Sal para essas políticas públicas, e nós não vamos aceitar que isso seja inserido. Nós votaremos contrário a essa inclusão, se a Relatora não excluir isso do texto. É isso, Presidente. Muito obrigada. - 12/08/2026pela ordemOrdem do Dia
A Deputada orientou a bancada na votação do requerimento de urgência na apreciação do Projeto de Lei Complementar nº 42, de 2023, que regulamenta o art. 201, § 1º, inciso II, da Constituição Federal, para dispor sobre os requisitos e critérios diferenciados para a concessão de aposentadoria aos beneficiários do Regime Geral de Previdência Social, nos casos de atividades exercidas sob condições especiais que prejudiquem a saúde, e dá outras providências. Além disso, afirmou que a reforma da Previdência de 2019 retirou a aposentadoria especial e agravou a situação desses profissionais, razão pela qual defendeu a correção dessa perda e a proteção da saúde e da vida dos trabalhadores.
Palavras-chave oficiais: Requerimento de urgência,Projeto de lei complementar,Aposentadoria especial,Regime Geral de Previdência Social (RGPS),Atividade penosa,Atividade insalubre,Orientação de bancada,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto favorável
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A SRA. JANDIRA FEGHALI (Bloco/PCdoB - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, na verdade, quero registrar que este projeto do Deputado Alberto Fraga, que tramita na Casa há 2 ou 3 anos, trata dos trabalhadores de transporte de valores, cujo risco é a vida, a integridade física, para além de outros agentes nocivos à vida e à saúde. Portanto, é muito importante que a gente consiga sanar essa dificuldade desses trabalhadores que perderam a sua aposentadoria especial. Eles já tinham esse direito e o perderam por conta da reforma da Previdência do Sr. Jair Bolsonaro, no ano de 2019. Eles também já enfrentavam dificuldades antes, porém tinham garantidos os seus direitos quanto aos agentes nocivos. Com a reforma da Previdência, a situação deles piorou muito. É importante votar este projeto, corrigindo esse processo e defendendo a vida e a saúde desses trabalhadores. Portanto, nós somos favoráveis à urgência e depois votaremos o mérito. - 12/08/2026breves comunicaçõesBreves Comunicações
A Deputada reagiu ao que considerou abuso e ingerência dos Estados Unidos sobre as Américas e o Brasil, criticando a atualização da Doutrina Monroe, as tarifas e as tentativas de influenciar a democracia brasileira, inclusive por meio de ataques às urnas eletrônicas. Além disso, repudiou a atuação de aliados de Jair Bolsonaro no exterior, afirmou que o País não aceita ser tratado como quintal de nenhuma nação e defendeu a soberania nacional, o Governo Lula e a construção de uma bancada comprometida com o projeto nacional e os direitos do povo brasileiro.
Palavras-chave oficiais: Estados Unidos,atuação,contra,Soberania nacional,Doutrina política,Tributação,Produto nacional,influência,Democracia,Urna eletrônica,Aliança política,Ex-presidente da República
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A SRA. JANDIRA FEGHALI (Bloco/PCdoB - RJ. Sem revisão da oradora.) - Deputada Benedita da Silva, Presidenta da sessão, repito aqui, futura Senadora do Brasil pelo Rio de Janeiro, subo a esta tribuna hoje, novamente, para reagir ao abuso e à arrogância do império norte-americano. Não sei se todos aqui viram o vídeo do Departamento de Estado norte-americano no qual eles reafirmam o seu domínio sobre as Américas a partir da Doutrina Monroe. Aliás, James Monroe, que era o autor da doutrina, dizia: "Tudo da América para os americanos". Essa atualização da Doutrina Monroe na mão de Trump tem feito um estrago absurdo na democracia, nas economias e nos direitos do povo de todo o nosso continente e também da América Central, incluindo Cuba. Nós reagimos neste momento com a cabeça erguida, com a altivez de quem entende o que é o Brasil e reforça a potencialidade do nosso País. Não podemos aceitar, de modo algum, que nenhum Governante, muito menos do império norte-americano, queira novamente nos colocar na posição de seu quintal. O Brasil não é quintal de ninguém, de país nenhum, de nação nenhuma. Nós somos o Brasil e precisamos nos afirmar como tal. Precisamos dizer a esses americanos arrogantes, abusados, desrespeitosos e desqualificados que eles não têm o direito de se dirigir a nenhuma nação, e muito menos ao Brasil, para falar o que estão falando. Não aceitamos Doutrina Monroe, não aceitamos ingerência nem interferência direta ou indireta neste País até porque, indiretamente, eles já estão tentando meter a mão no processo eleitoral brasileiro. Já levantaram novamente aquela mesma história que o condenado Jair Bolsonaro, que está preso, levantava, ao desconfiar da urna eletrônica, tese que Flávio Bolsonaro repete porque é seu capacho. Flávio Bolsonaro é capacho dos norte-americanos! Ele não tem nenhuma condição moral, nem respeito ou credibilidade para ser Presidente do Brasil. Eles repetem essa história de desconfiança das urnas eletrônicas, estimulam o ódio e tentam gerar o caos na democracia brasileira. Já vimos algumas lideranças militares aposentadas, viúvas da ditadura, ensaiando discursos inaceitáveis. Esse filme o Brasil não aceita mais. Interferem diretamente na nossa economia, com as tarifas solicitadas por Flávio Bolsonaro e seu irmãozinho, que está lá foragido nos Estados Unidos, junto com aquele outro, Paulo Figueiredo, junto com Ramagem e junto com Ricardo Bravo. Os Estados Unidos, ao invés de mandar essa turma para cá, deportar para cá, para serem julgados e condenados todos aqui, ficam lá dando guarida aos criminosos, contra a democracia e contra o povo brasileiro, e ainda sabemos como eles vão atuar nas redes digitais. São estratégias que a gente sabe e já conhece, que interferiram nas eleições do Peru, da Colômbia, interferiram na realidade da Venezuela, de Honduras, do Equador, da Bolívia. Eles se metem em todo este continente, porque eles querem que nós, de fato, voltemos ao Brasil Colônia, de mandar as nossas riquezas, superexplorar o trabalho do povo brasileiro e desenvolver o capitalismo deles, sob o olhar deles. E para dentro dos Estados Unidos há uma crise econômica e social brutal. Isto ninguém divulga, que os Estados Unidos hoje vivem uma decadência dentro do seu país, não só da democracia, mas da economia, do desemprego, povo em situação de rua, ciência censurada, cultura censurada, os migrantes vivendo a pior crise da sua vida dentro daquele país, e eles querem dar exemplo para nós, para o nosso continente e para o mundo eles são exemplo do que há de pior. E nós vamos levantar a nossa cabeça. O Presidente Lula tem uma postura altiva, é respeitado no mundo inteiro, e vou repetir: nós não somos quintal de ninguém, de nenhuma nação, e nós não somos colônia de ninguém, porque nós já fomos e sabemos o que isso significa. O Brasil é um país independente, potente, diverso em todos os aspectos, é assim que ele vai se firmar e é assim que nós vamos reeleger o Presidente Lula, fazer bancada neste Congresso e fazer a defesa do Brasil, do seu projeto nacional e dos direitos do nosso povo. Obrigada, Presidenta. - 11/08/2026breves comunicaçõesBreves Comunicações
A Deputada afirmou que a eleição definiria se o País se afirmaria ou se voltaria à condição de dependência externa, e defendeu a reeleição do Presidente Lula como caminho para um projeto nacional de desenvolvimento, soberania, inovação e empregos de qualidade. Além disso, criticou Jair Bolsonaro e Flávio Bolsonaro, apontou suspeitas de corrupção, rachadinhas, lavagem de dinheiro e compra de imóveis com dinheiro vivo, e pediu resposta da Justiça contra ataques à democracia e à mulher.
Palavras-chave oficiais: Eleição geral,Interferência externa,País estrangeiro Senador,Partido Liberal (PL),Candidato,Presidente da República,Repúdio Justiça agrária,atuação,Violência contra a mulher
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A SRA. JANDIRA FEGHALI (Bloco/PCdoB - RJ. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, nossa futura Senadora Benedita da Silva. Eu subo à tribuna neste momento em que as convenções partidárias já terminaram, e, portanto, as chapas já estão montadas, tanto majoritárias como proporcionais, para dizer que, mais uma vez, sou candidata à reeleição como Deputada Federal pelo PCdoB do Rio de Janeiro. E penso que nós temos grandes desafios, e o maior deles significa o destino do nosso País. Eu tenho falado em todo lugar que, no dia 4 de outubro, nós vamos definir se nós queremos um Brasil que se afirma ou um Brasil que se entrega. Esse é o recorte mais explícito na medida em que a família Bolsonaro e a sua turma só querem entregar o Brasil, querem nos colocar de novo na posição de Brasil Colônia, do Brasil quintal do império norte-americano. Nós temos água doce. Nós temos terras raras e minerais críticos. Nós temos a maior diversidade ambiental e biológica. Nós temos aqui petróleo e gás, somos um país multimatricial em energia. Nós temos 16 mil quilômetros de fronteira seca e 8 mil quilômetros de fronteira molhada. Nós precisamos entender que este Brasil é uma potência, como sempre foi, mas, muitas vezes, asfixiada, afogada, maltratada por Governos que tentaram entregar o nosso País. Este é o momento de a gente afirmar um projeto nacional de desenvolvimento. Que a gente aposte na inovação, na nossa soberania, na nossa estabilidade democrática, na nossa soberania cultural, na nossa soberania digital. Que a gente garanta empregos de qualidade com a indústria brasileira. Que a gente garanta que este País seja não apenas um país primário na economia, mas também um país sofisticado e competitivo no mundo inteiro. Hoje, esta é a posição do Presidente Lula, que nós precisamos reeleger. Olhar para trás é olhar para o pior Presidente que este País já teve, que foi o Sr. Jair Bolsonaro. E o filho dele, o Sr. Flávio Bolsonaro, cujo pai, condenado, está preso por um conjunto de processos, particularmente por atentar contra a democracia brasileira esta Casa soube o que foi o 8 de Janeiro , acha que tem condição de comandar o Brasil. Diz que vai fazer uma transição com o Governo americano! Ele tinha que estar preso, porque é crime de lesa-pátria dizer um absurdo desses. E diz que vai entregar tudo, para que o Brasil independa da China, que faz a grande polarização geopolítica mundial. Além disso de patriótico já não tem nada, e os direitos do povo não defende, até porque assinou a PEC contra o fim da escala 6 por 1 e vota contra os trabalhadores , ainda tem uma ficha corrida! Não tem serviços prestados. Em 8 anos de Senado, não tem uma lei em vigor. Aprovou um projeto que não conseguiu que virasse lei. Nem sequer trabalha como Senador. Isso significa que não tem nenhuma competência, nenhuma condição de dirigir este País. Hoje ouvi o blog investigativo da Juliana Dal Piva. Ela faz um histórico sobre o cofre de uma agência bancária no Rio de Janeiro onde eles colocavam dinheiro vivo! Entre 2015 e 2020, comprou dezenove imóveis, em dinheiro vivo, no Rio de Janeiro, fora a mansão aqui em Brasília, cujo pagamento foi feito metade em dinheiro vivo. Como é que um ex-Deputado Estadual, como é que um Senador tem dinheiro para comprar vinte imóveis em dinheiro vivo, em pouquíssimos anos? Que patrimônio é esse? Acumulou como? As denúncias são muitas contra a família. Além das rachadinhas, dos "micheques", de tudo que já se conhece, a gente ainda vai vendo cada vez mais esquemas de corrupção de Jair, de Flávio, de Carlos Bolsonaro, de todo mundo da família, dessa família que empregava familiares conhecidos tudo fantasma! para pegar o salário de todo mundo e acumular patrimônio, fora outros esquemas que virão à tona. O Banco Master é um! Não adianta tentar equilibrar um ou outro nome, uma ou outra entidade, porque o esquema do Banco Master e da corrupção no INSS começou no Governo Bolsonaro. E a gente também sabe que a lavagem de dinheiro para os Estados Unidos foi feita por Flávio Bolsonaro, junto com Eduardo Bolsonaro e aquele tal de Paulo Figueiredo, que é um escroque criminoso que faz vídeos dizendo quais são as mulheres "estupráveis" no Brasil. Já entrei na Justiça contra ele. Espero que a Justiça responda com um grande exemplo de como se pune um misógino daquele. Obrigada. - 14/07/2026pela ordemBreves Comunicações
A Deputada criticou manifestações de Parlamentares da oposição, afirmando que foram baseadas em informações falsas e interpretações incompatíveis com o texto do Projeto de Lei nº 896, de 2023, que dispõe sobre crimes praticados em razão de misoginia. Além disso, declarou que a proposta não tratava de liberdade de expressão nem de liberdade religiosa e defendeu que a prioridade da votação fosse a proteção da vida das mulheres. Por fim, assinalou que o tema não deveria ser tratado como instrumento eleitoral diante dos índices de violência contra as mulheres.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Violência contra a mulher,Discriminação religiosa,Misoginia,Mulher,Religião,Eleições,Oposição política,Liberdade de expressão,Liberdade de religião
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A SRA. JANDIRA FEGHALI (Bloco/PCdoB - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, infelizmente, daquela tribuna da extrema direita só saem mentira, desrespeito, baixaria, debate sem qualidade e uma falsa narrativa sobre o que está se votando aqui. Nós não estamos fazendo de conta que não sabemos o que está no texto, não, porque a gente estuda, a gente debate com densidade, com qualidade, com compromisso e com dedicação. Eu tenho oito mandatos aqui e sei exatamente o que eu estou fazendo nesta Casa. Então, ficar ali dizendo coisas que o projeto não tem, dizendo que envolve liberdade de expressão e liberdade religiosa é mentira. Isso não existe no texto. O que a gente quer aqui é defender a vida das mulheres. A vida das mulheres não é moeda eleitoral. Nós estamos defendendo vidas! Não estou preocupada com a eleição neste momento, quando eu defendo a vida das mulheres. A vida das mulheres não é moeda eleitoral. Estou vendo muito Deputado dizer: "Eu posso até votar depois, mas na eleição não dá porque tem narrativa e fake news". Por favor! As mulheres estão morrendo! Não dá!
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. Primeiro registro: 15/10/2003. Como calculamos: metodologia.