
Nome civil: Helio Fernando Barbosa Lopes · 57 anos
Bananômetro
81/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 63% dos deputados · média do partido: 78
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 88%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 73%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 89%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 62%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 28%das 614 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 97%das 532 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
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- dep.heliolopes@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5405
- Gabinete
- Gabinete 405, Anexo IV, 4º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
88%
Esteve em 346 de 391 sessões
Votou nas votações
73%
Registrou voto em 822 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 102 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
28%
Em 614 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
52 discursos na tribuna · de 06/02/2019 a 18/11/2025.
- 11/03/2025
O Deputado expressou indignação em relação a uma recomendação de cinco mulheres do Ministério Público que sugerem a realização de aborto até os nove meses de gestação. Defendeu que o Ministério Público deveria se concentrar em outras questões e deixar as mulheres em paz, sem autorizar ou recomendar o aborto em gestação avançada.
Palavras-chave oficiais: Ministério público,recomendação,Aborto,Gravidez,Mulher
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O SR. HELIO LOPES (Bloco/PL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, um absurdo está acontecendo aqui no Distrito Federal: cinco mulheres do Ministério Público recomendam aborto até os 9 meses. Graças a Deus, elas estão vivas! Imaginem se a mãe delas tivesse pensado em abortá-las! Deixem as nossas crianças em paz! Eu espero que façam o serviço que estão lá para fazer. Há muita coisa para o Ministério Público, Deputado Pastor Eli Borges, preocupar-se em vez de autorizar ou recomendar uma mulher a fazer o aborto aos 9 meses de gestação. Deixem as mulheres em paz! - 26/02/2025
O Deputado criticou a falta de acesso da defesa do General Braga Netto, do ex-Presidente Jair Bolsonaro e de outros 32 acusados a todas as provas nos processos judiciais, questionando a diferença de prazos entre acusação e defesa. Mencionou a ida de advogados à Primeira Turma, defendendo que é necessário apresentar provas concretas e garantir o direito ao contraditório. Afirmou que as acusações se baseiam apenas em ilações, sem materialidade.
Palavras-chave oficiais: Processo judicial,Ex-presidente da República,General de exército,Direito à ampla defesa,Garantia ao contraditório,Supremo Tribunal Federal (STF)
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O SR. HELIO LOPES (Bloco/PL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Presidente. O Deputado José Medeiros é formado em direito. Aqui está o Deputado Marcos Pollon. Eu sempre bato nesta tecla: os acusados não estão tendo acesso a todas as provas. Na hora de acusarem, o prazo é de oitenta e poucos dias. Quando é para pedir uns dias para a defesa, só podem dar 10 ou 15 dias. Cadê a ampla defesa e o contraditório? Hoje foram à Primeira Turma os advogados do General Braga Netto, do meu irmão Jair Messias Bolsonaro e de mais 32 acusados. Tem que haver prova, tem que haver materialidade! Eles têm o direito de se defender. Por que não há prova? Porque não há nada para mostrar como acusação. Apenas ilações. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 26/02/2025
O Deputado defendeu os taxistas, ironizando a justificativa de que um taxista teria impedido um suposto golpe no Brasil. Classificou as acusações contra o ex-Presidente Jair Bolsonaro como um "crime impossível", já que ele não estava no País no dia 8 de janeiro, e questionou a imparcialidade do julgamento. Além disso, mencionou a vinda de uma comissão dos Estados Unidos para acompanhar a situação e sugeriu possíveis restrições a autoridades brasileiras no exterior. Por fim, reforçou que um golpe exigiria o envolvimento das Forças Armadas, o que não ocorreu, e afirmou que "o chicote vai mudar de mão".
Palavras-chave oficiais: Acusação,Ex-presidente da República,Tentativa (crime),Golpe de Estado (crime),imparcialidade,julgamento,Comissão,Estados Unidos,restrição,Autoridade,Forças Armadas,Alternância no poder
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O SR. HELIO LOPES (Bloco/PL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Deputado Coronel Chrisóstomo, eu vou criar nesta Casa um prêmio para os taxistas, já que disseram que não houve golpe no Brasil porque um taxista não passou no local combinado. Ora bolas! Os taxistas fazem um bom trabalho e ajudam este País, transportando o cidadão de bem. Agora querem colocar o taxista como culpado. Deputado Sargento Fahur, eu quero saber se V.Exa. consegue pegar uma pedra aí onde o senhor está e acertar alguém no Paraná. Existe possibilidade de se fazer isso? O SR. SARGENTO FAHUR (Bloco/PSD - PR) - Não! O SR. HELIO LOPES (Bloco/PL - RJ) - Esse é um crime impossível. E é assim que querem acusar meu irmão Jair Messias Bolsonaro. Ele não estava no Brasil no dia 8 de janeiro. O mundo todo está vendo. Isso é um absurdo! Esse é um crime impossível! Eu sempre digo: o chicote vai mudar de mão! Nenhum homem é maior do que a função que ocupa. Eu bato nesta tecla: o Ministro da Defesa, José Mucio, disse que as Forças Armadas já estavam no comando do desgoverno Lula. Que golpe é esse? A minha preocupação é com a ampla defesa e o contraditório. Como pode uma pessoa que vai julgar também ser vítima e acompanhar a oitiva de um cidadão que está fazendo uma delação? Disseram eu não vi que houve ameaça. Essa pessoa vai fazer o relatório e vai julgar? Só no Brasil! Vai vir para cá uma comissão dos Estados Unidos. Aí eu quero ver! Disseram eu não sei que tem gente aí que corre o risco de não poder mais pisar nos Estados Unidos. Aí, meus amigos, como se diz lá em Austin, no Morro do Tempero, a chapa vai ficar quente. Deputado Coronel Chrisóstomo, V.Exa. é militar e sabe que, para se fazer golpe, tem que ter o uso das Forças Armadas. Estão fazendo ilações, falando coisas sem fundamento. Não encontraram uma arma. Eu vejo alguns dizerem que foi golpe. Golpe por quê? Como? Quando? Onde? Por quem? Não há resposta. "É porque eu quero." Volto a dizer: o chicote vai mudar de mão! Muito obrigado, Presidente. - 26/02/2025
O Deputado saudou a presença na Câmara dos Deputados dos Deputados Estaduais de São Paulo, Gil Diniz, Lucas Bove e Carlos Cezar. Ademais, criticou a exigência do Governo Lula de obrigatoriedade de vacinação e destacou que 13 Ministros não estão com o cartão de vacinação em dia.
Palavras-chave oficiais: Deputado estadual,Assembleia Legislativa,São Paulo (Estado),Câmara dos Deputados Governo federal,Presidente da República,Atestado de vacinação,Caderneta de vacinação,Ministro de Estado,obrigatoriedade,Política de saúde,Saúde pública
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O SR. HELIO LOPES (Bloco/PL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, quero parabenizar três Parlamentares da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo ALESP: Gil Diniz, Lucas Bove e Carlos Cezar, que estão aqui hoje prestigiando esta Casa. Parabéns! Sintam-se em casa! Vão ser sempre bem-vindos! Sr. Presidente, descobrimos o motivo por que a Ministra Nísia foi demitida. Dizem que, nos 100 dias de Governo, Lula disse que quem não estivesse com o cartão de vacinas em dia não iria entrar no Palácio do Planalto. Saiu uma reportagem hoje, e olhem o número: 13 Ministros não têm cartão de vacinas de acordo com a orientação. Mandam que minha mãe, com 94 anos, seja vacinada, e meus filhos gêmeos, com 2 anos, também. Não cuidam nem da casa deles e querem cuidar da casa dos outros. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 25/02/2025
O Deputado criticou o Ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, por impor sigilo de 100 anos ao seu cartão de vacinação, enquanto, quando Ministro do STF, exigiu transparência no exame de Jair Bolsonaro. Denunciou perseguição contra Bolsonaro, questionando a falta de ampla defesa e contraditório. Afirmou que o mundo observa essa situação e que a verdade prevalecerá, citando João 8:32: "E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará".
Palavras-chave oficiais: Ministro do Supremo Tribunal Federal,Caderneta de vacinação,Sigilo Ex-presidente da República,Garantia ao contraditório,Direito à ampla defesa,Perseguição política
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O SR. HELIO LOPES (Bloco/PL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, é um absurdo a atitude do Ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski. Ele colocou sigilo de 100 anos para o cartão de vacina dele. Quando era Ministro do STF, cobrou resultado do exame de meu irmão Jair Messias Bolsonaro, que, sempre perseguido, não teve um dia de paz para governar este País. A eleição já acabou. O meu irmão Jair Messias Bolsonaro não estava no Brasil. As Forças Armadas, conforme o Ministro da Defesa, José Mucio Monteiro, já estavam sob comando desse desgoverno Lula. Cadê a ampla defesa e o contraditório? O mundo está vendo essa perseguição. O chicote um dia muda de mão. Sr. Presidente, nenhum homem neste País e no mundo é maior do que a função que ele ocupa. A verdade vai aparecer. João 8:32 diz: "E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará". Muito obrigado, Sr. Presidente. - 05/02/2025
O Deputado criticou a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que não reconheceu o racismo em declarações feitas por um negro contra um branco, sustentando que não há racismo reverso. Ademais, defendeu o Projeto de Lei nº 298, de 2025, de sua autoria, que dispõe sobre a aplicação objetiva do crime de injúria racial, assegurando sua interpretação conforme o princípio da igualdade constitucional. Por fim, argumentou que o racismo deve ser reconhecido independentemente da cor da pele.
Palavras-chave oficiais: Decisão judicial,Superior Tribunal de Justiça (STJ),Racismo,Negros,Brancos,Projeto de lei ordinária,Autor (proposição legislativa),Injúria racial,Princípio da igualdade
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O SR. HELIO LOPES (Bloco/PL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Meus senhores, Deputada Chris Tonietto, pasmem com o que aconteceu no julgamento de uma liminar no Superior Tribunal de Justiça: foi parar lá um pedido de liminar porque uma pessoa negra chamou uma pessoa branca de cabeça branca, italiana e racista. O juiz entendeu ou o colegiado do STJ entendeu que não existe racismo reverso. Concordo com o STJ: não existe racismo reverso. Racismo é racismo, não importa a cor da pele. Deputado Sanderson, meu amigo, se V.Exa. disser a uma pessoa negra "negro de cabeça preta, africano e racista", V.Exa. vai ser preso. Vejam que absurdo! Eu protocolei o Projeto de Lei nº 298, de 2025, que diz que racismo é racismo, não importa a cor da pele. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 19/12/2024Breves Comunicações
O Deputado manifestou-se contra a condenação do ex-assessor do Governo Bolsonaro, Filipe Martins, por racismo. Ademais, defendeu-o, afirmando que ele estava apenas arrumando o paletó, que é judeu e que jamais faria um gesto associado à supremacia branca. Ao final, prestou solidariedade a Filipe Martins e sua família.
Palavras-chave oficiais: Ex-,Assessor Administrativo,Ex-presidente da República,Condenação criminal,Racismo,Gesto,solidariedade
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O SR. HELIO LOPES (PL - RJ. Sem revisão do orador.) - Venho chamar a atenção desta Casa para o absurdo da punição que deram ao meu amigo Filipe G. Martins, acusado de racismo. Ele simplesmente estava arrumando o paletó. "O que é isso, Deputado? Não estava, não." Estava. O Senador Randolfe disse que o ato foi obsceno e que ele estava desrespeitando o Senado. Isso andou, e ele foi acusado de ter feito um gesto associado à supremacia branca. Eu tenho uma dúvida, Deputado Sargento Fahur: como pode um cidadão judeu defender o gesto de um supremacista branco? Eu fui depor, quando disse que ele é meu amigo, que ele não é racista, que eu conheço a família dele. Mesmo assim, ele foi condenado. Filipe G. Martins e família, deixo para vocês o que está escrito no livro de Salmos, capítulo 30, versículo 5: "O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã". E para o povo brasileiro eu deixo um aviso: o chicote um dia muda de mão. Muito obrigado, Sr. Presidente. Que Deus abençoe a sua vida, rica e poderosamente. - 19/11/2024
O Deputado parabenizou a condução dos trabalhos da Casa e destacou a atuação do Partido Liberal (PL) na discussão sobre cotas raciais. Informou que, apesar de o partido ter se posicionado contra o tema, considerou uma vitória a retirada do termo "banca de heteroidentificação" do texto do Projeto de Lei nº 1.958, de 2021, e a redução do critério de avaliação de 10 para 5 anos, para medir a efetividade da política. Por fim, reafirmou a defesa do PL pela igualdade e sua preferência por cotas sociais em vez de raciais, posicionando-se pessoalmente nessa linha.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,alteração,Texto legislativo,Sistema de cotas,Sistema de cotas raciais,Sistema de cotas sociais,Banca examinadora
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O SR. HELIO LOPES (PL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, parabenizo V.Exa. pela forma como conduz esta Casa, sempre preocupado com todos os Parlamentares, independentemente do viés ideológico. Aqui, nós do PL votamos contra esta pauta, mas quero relatar uma vitória muito grande, porque conseguimos retirar do texto o termo "banca de heteroidentificação", e o critério de avaliação de 10 anos vai passar para 5 anos, para realmente se saber se houve efetividade, a fim de que seja verificado realmente se isso está evoluindo ou não. Então, parabéns novamente, Sr. Presidente! O PL sempre vai defender a igualdade. Nós somos contra a cota racial. No meu caso em particular, Hélio Negão, eu sou a favor da cota social. Muito obrigado, Presidente. - 19/11/2024
O Deputado discutiu o Projeto de Lei nº 1.958, de 2021, que reserva às pessoas pretas e pardas, indígenas e quilombolas o percentual de 30% (trinta por cento) das vagas oferecidas nos concursos públicos para provimento de cargos efetivos e empregos públicos no âmbito da administração pública federal direta, das autarquias, das fundações públicas, das empresas públicas e das sociedades de economia mista controladas pela União e nos processos seletivos simplificados para o recrutamento de pessoal nas hipóteses de contratação por tempo determinado para atender a necessidade temporária de excepcional interesse público para os órgãos da administração pública federal direta, as autarquias e as fundações públicas.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,contrário
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O SR. HELIO LOPES (PL - RJ. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu sou contrário a este projeto. Aqui quem está falando é o Helio Negão. Eu olho daqui de cima e não estou vendo ninguém mais preto do que eu. Então, como diz a Esquerda, estou no meu lugar de fala. Ou não? Não pode, nesta Casa do Povo. Todo mundo tem que ter voz aqui. Volto a falar: vocês têm que gostar de pobre, não é só gostar da cor da pele. Aí falam que é reparação histórica. Vamos tentar por parte: reparação histórica. Como reparar historicamente? Deputado Cabo Gilberto, V.Exa. tem um dedinho lá na África; Deputado Chico Alencar, V.Exa. tem um dedinho na África; Deputada Erika Kokay, mesmo que V.Exa. não olhe, V.Exa. tem um dedinho na África. Logo, isso diz o quê? O Brasil é um país miscigenado. Não adianta tentar dividir o povo brasileiro entre pessoas negras e não negras. Gilberto Freyre disse: "Todo brasileiro traz no corpo a sombra do indígena e do negro". É isso aí! Meus amigos, vamos refletir. Este projeto segrega. Eu quero que me provem tecnicamente que este projeto não segrega. Está segregando, sim. Está botando o negro numa caixa, e os outros fora dessa caixa. Não está levando em consideração a vulnerabilidade, a pobreza. Alguém conhece favela? Quando se chega à favela, vê-se que há pobre branco e há pobre preto. "Ah, por que você fala isso, Deputado?" Porque eu fui nascido e criado no Morro do Tempero. Minha mãe ainda mora lá. Em 2021 foi chegar água encanada. Então, não venham falar daquilo que vocês não conhecem, não. Não venham beneficiar só por causa da cor da pele. Vão beneficiar quem precisa, que é o povo brasileiro. E o povo brasileiro é um país miscigenado. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 19/11/2024
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de adiamento da discussão do Projeto de lei nº 1.958, de 2021, que reserva às pessoas pretas e pardas, indígenas e quilombolas o percentual de 30% (trinta por cento) das vagas oferecidas nos concursos públicos para provimento de cargos efetivos e empregos públicos no âmbito da administração pública federal direta, das autarquias, das fundações públicas, das empresas públicas e das sociedades de economia mista controladas pela União e nos processos seletivos simplificados para o recrutamento de pessoal nas hipóteses de contratação por tempo determinado para atender a necessidade temporária de excepcional interesse público para os órgãos da administração pública federal direta, as autarquias e as fundações públicas.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de adiamento da discussão,Projeto de lei ordinária,Oposição política,Voto favorável
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O SR. HELIO LOPES (PL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, esse projeto segrega, sim. A prova é que, se não segrega, por que não aceitar o pobre, por que não ir para dentro da vulnerabilidade social, esquecer a cor da pele? A SRA. CAROL DARTORA (Bloco/PT - PR) - A maior parte da população negra é pobre. O SR. PRESIDENTE (Arthur Lira. Bloco/PP - AL) - Por favor, Deputada Carol. Pode prosseguir, Deputado Helio Lopes. O SR. HELIO LOPES (PL - RJ) - Sr. Presidente, peço desculpas pela interrupção, não vai acontecer novamente, ela é inteligente. Esse projeto de lei segrega, sim, porque está dividindo o Brasil entre negros e não negros. Tanto segrega que, se um pobre lá do Sol Nascente, pobre e branco, fizer concurso, ele não entra. Por quê? É por causa da cor da pele. Então, está segregando, sim. Quando o pessoal está falando, eu não fico interrompendo, pode ficar à vontade. Educação nós trazemos de casa. Apesar de a minha mãe ser negra, e de eu ser negro, a educação veio de casa, e eu jamais vou interrompê-la. Pode ficar tranquilo, Sr. Presidente. Peço desculpa por ela, isso não vai acontecer novamente. É um projeto de lei que está segregando o Brasil, sim. A orientação é "sim". - 19/11/2024
O Deputado criticou o debate sobre cotas raciais no Congresso, argumentando que questões de raça não deveriam pautar a Casa do Povo. Comparou a medida à tentativa de Hitler de julgar pessoas com base em raça e defendeu a substituição das cotas raciais por cotas sociais, voltadas para os mais pobres, independentemente de cor. Além disso, afirmou que o Projeto de Lei nº 1.958, de 2021, transforma ressentimento em ódio nas comunidades menos favorecidas e ressaltou sua origem humilde para questionar a legitimidade de quem defende o tema sem conhecer as dificuldades enfrentadas por pessoas pobres, independentemente da cor da pele.
Palavras-chave oficiais: Debate,Cota,Situação social,Grupo racial,Projeto de lei ordinária,Pobre
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O SR. HELIO LOPES (PL - RJ. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Parlamentares, seria de bom gosto e muito importante que na data de hoje não estivesse este Parlamento discutindo cotas raciais, raça. O Hitler tentou, na Europa, julgar as pessoas de acordo com a sua raça. Sabemos no que deu. Aqui, gente, é a Casa do Povo. Quero dar um recado ao povo da Esquerda, que é a favor da cota racial: quando vocês defendem esse projeto de lei, vocês transformam ressentimento em ódio naqueles que estão na favela, que estão na comunidade e não entendem que um projeto como esse deve ser alcançado. Vamos defender a cota social. Vamos pensar no pobre, em quem precisa. Deputada Erika Kokay, V.Exa. está me olhando? Eu fico muito feliz, porque sou nascido e criado no morro. Eu conheço a pobreza. Muita gente que está defendendo esse projeto vem de berço. Nada contra, mas não venham aqui defender cor da pele sem saber as dificuldades por que passam as pessoas. Onde há um preto pobre há um branco pobre também. Parem de tentar dividir o Brasil entre pessoas negras e não negras! Muito obrigado, Sr. Presidente. - 19/11/2024
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei nº 1.958, de 2021, que reserva às pessoas pretas e pardas, indígenas e quilombolas o percentual de 30% (trinta por cento) das vagas oferecidas nos concursos públicos para provimento de cargos efetivos e empregos públicos no âmbito da administração pública federal direta, das autarquias, das fundações públicas, das empresas públicas e das sociedades de economia mista controladas pela União e nos processos seletivos simplificados para o recrutamento de pessoal nas hipóteses de contratação por tempo determinado para atender a necessidade temporária de excepcional interesse público para os órgãos da administração pública federal direta, as autarquias e as fundações públicas. Ademais, defendeu o Projeto de Lei nº 2.105, de 2022, de sua autoria, que altera a Lei nº 12.288, de 20 de julho de 2010, que institui o Estatuto da Igualdade Racial e cria o Estatuto da Oportunidade Social, posicionando-se favoravelmente às cotas sociais e contrariamente às cotas raciais.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei ordinária,Oposição política,Voto favorável Projeto de lei ordinária,Autor (proposição legislativa),Estatuto da Igualdade Racial (2010),Estatuto da Oportunidade Social,Cota
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O SR. HELIO LOPES (PL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, a Oposição orienta "sim" à retirada de pauta. Tentaram fazer um acordo, mas a Oposição defende que esse projeto tem que ser mais discutido, mais elaborado, mesmo sendo totalmente contrário a ele. Ele estava em uma Comissão e já veio para cá. Nós temos o entendimento de que a cota racial está dividindo a população brasileira entre pessoas negras e não negras. Eu tenho um projeto nesta Casa a favor da cota social. Eu peço a todos que votem a favor da cota social. A Oposição não tem como concordar com um projeto desses. Deputado Eli Borges, em Gênesis 1:26-28, consta que Deus fez o homem conforme sua imagem e semelhança. Não temos que dividir as pessoas e levar em consideração quem é preto e quem não é preto. A Oposição é a favor da retirada de pauta. - 13/11/2024
O Deputado criticou as cotas raciais, defendendo que sejam substituídas por cotas sociais, argumentando que o Brasil é uma nação miscigenada e que a divisão racial perpetua desigualdades. Compartilhou sua experiência pessoal de superação da pobreza e defendeu que o mérito deve prevalecer sobre critérios raciais. Também criticou a autodeclaração e as bancas de heteroidentificação, chamando-as de divisivas, e elogiou o Conselho Federal de Medicina por rejeitar cotas raciais na residência médica. Afirmou que o foco deve ser na inclusão dos pobres, independentemente da cor, para promover a verdadeira justiça social.
Palavras-chave oficiais: Sistema de cotas raciais,Sistema de cotas sociais,Desigualdade étnico-racial,Mérito,autodeclaração,Heteroidentificação,Conselho Federal de Medicina (CFM),Rejeição,Residência médica,Inclusão social,Pobre,Justiça social
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O SR. HELIO LOPES (PL - RJ. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente. Deputada Silvia Waiãpi, você, que contempla, ao meu lado, o que eles dizem aqui; você que é uma indígena que não se vitimiza... Por favor, Deputado Capitão Alden. Quero mostrar que somos negros, indígenas e não somos preconceituosos. Esse negócio de reparação histórica, de que o Brasil precisa reparar... Reparar como? Somos um Brasil miscigenado! Eu, quando tinha 12 anos, 13 anos, 14 anos, pegava resto de comida na casa das pessoas. Estudei em escola pública e passei em concurso para a escola militar. Se vocês querem resolver essa questão, acabem com esse negócio de raça. Vão a quem interessa, que é o pobre. Setenta e dois por cento dos moradores das favelas são pessoas negras. Se vocês dizem que a pobreza é negra, por que não contemplar essas pessoas com uma cota social? Existiu um negro muito próspero chamado Barão de Guaraciaba. Ele foi banqueiro e tinha escravos, porque escravo, naquela época, infelizmente não estou dizendo que era certo ou errado , era visto como mercadoria. O branco não pegava o negro no laço. Havia conflitos entre negros, conflitos tribais, e o mais forte derrotava o mais fraco e o vendia como peça para trabalho. Eu não estou dizendo que foi boa a escravidão, mas a Esquerda diz coisas que não condizem com a verdade. Eu faço um desafio aqui. Sabe quem criou a Academia Brasileira de Letras, Deputada Erika Kokay, que está me olhando? Machado de Assis! Ele era branco ou preto? E não é só ele, não! Vamos parar com essa divisão entre preto e branco! Outro detalhe que muita gente não sabe: a cota em concurso público, gente vocês têm que estar alerta para isso! Julia Zanatta, o pessoal não fica alerta! , diferentemente da cota para as universidades, é só para raça! Quem tentou dividir o mundo por raça, na Europa, foi Hitler, e não ficou uma coisa muito bacana. Como é que vai haver reparação histórica? Se você, Julia Zanatta, fizer exame, vai ver que tem um dedinho na África, sim, porque somos um Brasil miscigenado. Mas a Esquerda sempre quer dividir as pessoas entre brancas e não brancas. E há a tal banca de heteroidentificação, que muitos chamam de comissão de heteroidentificação. Eu vou além: é um tribunal racial, o que é proibido. Quando você passa no concurso, uns ungidos da banca de heteroidentificação dizem que você não vai passar, porque você tem a pele negra, mas tem um nariz fino. "Você não vai passar." Julia Zanatta, sabe o que eles dizem lá? Veja o absurdo! Não é o seu caso, mas eles pegam a pessoa negra e dizem que sim ou que não. E a autodeclaração? Eu não posso criar uma lei para prejudicar outra. Parabéns ao Conselho Federal de Medicina, que foi contra as cotas raciais para residência médica! Uma salva de palmas para o Conselho Federal de Medicina! (Palmas.) Sabem por quê? Porque já houve cota para a pessoa entrar na universidade e se formar médico. "Ah, mas tem que ter cota também para ela fazer residência médica." Eu, quando vou ao médico, não quero saber se o médico é preto, se o médico é branco, mas se o médico é bem formado. Então, gente, há uma solução: acabar com a cota racial e criar uma cota social. Ou vocês não gostam de pobre? Não! A Esquerda, não! É branco ou não branco. Ai de alguém que falar atravessado, porque vão dizer que é racismo. E quando disserem que vocês são racistas, vocês têm que ter vergonha na cara e processar. Peguem os Anais da Casa, provem que não são racistas e processem, porque não podem imputar a vocês fala racista. "Ele é racista". Não temos que aceitar isso, não! Já basta eu, que processo várias pessoas que me chamam de capitão do mato, nego disso, daquilo, e não ganho um processo na Justiça. E a bancada negra não vem defender: "O Deputado Helio é negro". Ou não sou negro? Ou, para ser negro, tem que estar na mesma luta deles? Querem dividir o Brasil entre cores? Eu sou negro, sim. Meus olhos são amarelos, meu dente é amarelo. Olhem a palma da minha mão, como é que é preta. E sou filho de negro, e sou contra a cota racial, sim. Para melhorar o Brasil, a cota tem que ser social. (Palmas. Manifestação no plenário: Muito bem, negão!) Se querem dar um passo à frente, vamos aperfeiçoar a cota racial: acaba a cota racial e bota para pobre. "Ah, mas, se botar para pobre, eu perco o conceito de voto". A minha pauta ideológica não vale a cor da pele. Vocês não lutam por reparação histórica, nem lutam para melhorar o Brasil. Lutam é pelo voto. Então, eu quero que alguém fale só assim: "O Deputado Helio falou isso ou aquilo". Eu quero que falem assim: "Deputado, eu sou contra a cota social". Mas não são vocês que estão falando que a pobreza é negra? Olhem a incoerência! Não pode falar "peste negra", "mulata", "criado negro", mas pode comemorar o Dia da Consciência Negra. Mais do que absurdo! Mais do que absurdo! Sr. Presidente, vou passar o minuto que falta aqui para a indígena, por gentileza. - 13/11/2024
O Deputado criticou a discussão sobre cotas raciais em concursos públicos, considerando o tema ultrapassado e prejudicial à união nacional. Apresentou dados indicando que 55% da população brasileira é composta por pretos e pardos e defendeu substituir cotas raciais por cotas sociais, por acreditar que estas promovem igualdade sem dividir o Brasil em grupos.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,reserva,Cota,Concurso público,Negros,Pardos,Indígenas,Quilombolas,Sistema de cotas raciais,Sistema de cotas sociais
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O SR. HELIO LOPES (PL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, é um absurdo que em 2024, nesta Casa, ainda estejamos discutindo cota racial em concurso público. Muita gente não sabe o conceito de negro. Somando-se os cidadãos autodeclarados pretos, que são 10,2% vou trazer dados , com os autodeclarados pardos, 45,3%, dá um total de 55% de negros. É um absurdo! Eu tenho um projeto nesta Casa para acabar com a cota racial! Se são a favor, votem em meu projeto da cota social! (Palmas.) Parem de dividir o Brasil entre negros e não negros, porque a soma do Brasil é a união do seu povo! Somos um só povo, um só Brasil! (Desligamento do microfone.) - 13/03/2024Breves Comunicações
O Deputado parabenizou as pessoas que estão nos Estados Unidos denunciando a situação do Brasil, destacando valores como Deus, pátria, família e liberdade. Ele enviou um abraço ao seu conterrâneo Marcus Santos, eleito Deputado em Portugal, elogiando sua postura contrária às cotas raciais e defendendo a cota social como forma de dar oportunidades às pessoas em vulnerabilidade social.
Palavras-chave oficiais: Estados Unidos,Denúncia,Política,Brasil Eleição,Brasileiro,Deputado,Portugal,Sistema de cotas,Vulnerabilidade social
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O SR. HELIO LOPES (PL - RJ. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, quero parabenizar os Parlamentares que saíram do Brasil e estão nos Estados Unidos denunciando tudo o que está acontecendo aqui no país. Nós somos de direita, defendemos Deus, pátria, família e liberdade liberdade essa tão preciosa que está perdendo o seu valor. Então, meus parabéns a todos que estão nos Estados Unidos denunciando tudo o que acontece aqui no Brasil. E eu aproveito a oportunidade para mandar um abraço para o meu irmão negro Marcus Santos, eleito Deputado em Portugal. Marcus, um abraço! Que este vídeo chegue até você. Você é contra a cota racial, defende a família, acredita em Deus, é carioca, filho de militar. Que Deus abençoe a sua vida! Continue defendendo esses princípios que você aprendeu aqui, no Rio de Janeiro, como carioca. Você foi para fora para mostrar o que o negro pensa. Somos a favor da cota social. Eu acredito que o Brasil só vai dar jeito quando der oportunidade às pessoas em vulnerabilidade social. Um abraço! Fique com Deus! - 26/10/2023Breves Comunicações
O Deputado criticou a Esquerda política por suas posições em relação a Israel, aborto e ideologia de gênero. Afirmou que tais ideias ameaçam os valores da maioria da população brasileira.
Palavras-chave oficiais: Atuação parlamentar
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O SR. HELIO LOPES (PL - RJ. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, muito obrigado pela oportunidade. Srs. e Sras. Parlamentares, venho aqui trazer três coisas para você que votou na Esquerda nunca mais votar novamente. A primeira é a forma como a Esquerda luta pela destruição de Israel, a forma como a Esquerda fica defendendo o Hamas, sem reconhecê-lo como um grupo terrorista. A segunda é a forma como a Esquerda luta nesta Casa para defender o aborto. Eu, um cristão evangélico, sei que a Esquerda, com essa ideia nefasta, quer destruir a família. Nós temos um entendimento: a vida começa na concepção. Deus sabe da vida antes, durante e depois da concepção. Deus sabe tudo! A terceira coisa é a forma como a Esquerda defende a ideologia de gênero, a erotização das crianças na escola. Estão tentando, de todas as formas, destruir os nossos valores, aquilo em que a maioria da população brasileira acredita. Temos aqui na Casa um pastor de um partido da Esquerda que defende essas pautas. Isso é um absurdo! Eu faço essas colocações aqui para que todos façam uma reflexão, Sr. Presidente, Deputado Abilio Brunini, Deputado Osmar Terra, Deputada Bia Kicis. Façam uma reflexão e meditem sobre isto: se Jesus Cristo fosse um cidadão brasileiro, hoje, como eleitor, vocês acham que ele votaria na Esquerda? Muito obrigado, Sr. Presidente. Que Deus abençoe todos vocês! - 19/09/2023Breves Comunicações
O Deputado protestou contra a inclusão na pauta da Casa de requerimento de apreciação em regime de urgência de proposta sobre o Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza. O orador esclareceu que a proposta não é boa porque divide a população.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei complementar,Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza,Desigualdade regional,combate,contrário
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O SR. HELIO LOPES (PL - RJ. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, com muita tristeza eu tomei conhecimento do requerimento de urgência que vai ser colocado em pauta hoje que dispõe sobre o Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza, que, mesmo dentro da miserabilidade, o pessoal tenta dividir. Querem aplicar esse recurso para combater a desigualdade social. Querem combater a desigualdade social onde há miserabilidade. A pobreza não tem cor a pobreza não tem cor. Trago a conhecimento desta Casa uma notícia que não é muito boa. Quando olharmos para a pobreza, temos que olhar para o pobre, para a miserabilidade e pensar num programa para resgatar, e não para dividir o Brasil, como tem sido feito: pretos contra brancos, ricos contra pobres, homossexuais contra heterossexuais. Esperamos que projetos como esses não entrem nesta Casa. Estarei aqui para combater isso. Presidente, peço que seja divulgado este meu pronunciamento no programa A Voz do Brasil. Muito obrigado. - 09/08/2023
Discussão do Projeto de Lei nº 5.384, de 2020, sobre a alteração da Lei nº 12.711, de 2012, com vista à transformação, em caráter permanente, da reserva de vagas nas universidades federais e nas instituições federais de ensino técnico de nível médio.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,contrário
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O SR. HELIO LOPES (PL - RJ. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, demais Parlamentares, querem dividir o Brasil através da cor da pele. Eu sou totalmente contra as cotas raciais (palmas). Meus filhos são negros, mas têm que concorrer com igualdade de condições. Sabem por quê? Porque pobreza não tem cor. Se vão dar cota social, ela tem que ser por causa da vulnerabilidade. Quem fala aqui é um cidadão que, entre os 10 e 12 anos, carregava lavagem da casa das pessoas no mesmo bairro aonde hoje eu vou como Deputado Federal. Quem fala aqui passou em concurso público sem usar cotas raciais. Meu nome é Barbosa, porque meu bisavô era de uma fazenda que pertencia à família Barbosa. Eu tenho minha posição por história de vida. É preciso parar com esse negócio de querer dividir preto contra branco, rico contra pobre, homossexual contra heterossexual. Eu sou totalmente contra! Em lugar nenhum, a divisão racial deu certo. Desafio alguém a vir aqui em cima falar onde deu certo? "Ah, os Estados Unidos não deram certo." O assunto foi votado lá. Eu convido todos aqui a lerem o livro, excelente, por sinal, Ação afirmativa ao redor do mundo. Hoje estão aqui defendendo esta política, estão batendo palmas, mas, no final, V.Exas. vão ver a consequência de tudo isso. Uma delas é que branco não vai falar com preto. Além deste, há o pardo. Graças a Deus, havia um tribunal racial, pois o cidadão passava numa prova, e o tribunal racial dizia: "Não, você não tem direito porque não tem nariz fino. Você não tem direito porque é pardo". Seu cabelo não é igual ao meu: meu cabelo é duro. Eu sou negro, tenho olhos vermelhos, dentes amarelos e unhas pretas. Sou negro! Sou negro mesmo e sou contra a cota racial. Deixo aqui meu repúdio. Isso é uma vergonha! Viva o Brasil! Viva a democracia! - 10/05/2023
Repúdio ao entendimento do Juiz Marcos Augusto Ramos Peixoto, da 37ª Vara Criminal do Rio de Janeiro, a respeito da expressão capitão do mato.
Palavras-chave oficiais: Expressão textual,Racismo,Deputado federal,Injúria racial
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O SR. HELIO LOPES (PL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu sou o Deputado Federal Helio Lopes, mas todos me chamam de Helio Negão. Sou chamado assim desde a minha adolescência, com muita honra. Acho que é uma forma carinhosa, porque eu sou negão, sim. Sr. Presidente, eu quero falar de uma decisão do Juiz Marcos Augusto Ramos Peixoto, da 37ª Vara Criminal do Rio de Janeiro. Pasmem! Ele decide que chamar o Deputado Helio Lopes de capitão do mato não é racismo. Há um silêncio do pessoal da Esquerda. Está todo o mundo ali. Não é racismo? Eu já falei o nome desse juiz, mas vou falar novamente: Juiz Marcos Augusto. Ele entendeu que a expressão "capitão do mato" não é injúria racial. Na verdade, historicamente, o capitão do mato poderia ser negro, branco, mestiço. Eu sou negro, com muito orgulho. Vou ler uma parte da decisão: A expressão "capitão do mato", portanto, se ofensiva é, pode ser dirigida com igual ofensividade tanto a negros quanto a brancos (...) por se referir a agente que perseguia pessoas escravizadas (...). (...) Exemplificando: chamar alguém de "racista" é ofensivo e injurioso, mas se chamo uma pessoa negra de "racista" não estou cometendo injúria racial só por isso o mesmo se aplica à expressão "capitão do mato". Sr. Presidente, com todo o respeito ao pessoal do Judiciário, o negócio não é quem fala; é contra quem se fala. Se aqui alguém tivesse chamado o Deputado Orlando Silva de capitão do mato, haveria uma operação na casa de quem falou, pegariam o celular dele, iriam ao gabinete do Parlamentar da Direita que dissesse isso. A questão não é ser de direita ou de esquerda; a questão é quem fala. Estão banalizando um assunto muito sério. Eu tenho que exigir respeito! Eu tenho que exigir respeito! Não podem banalizar um assunto sério como esse. Que fique dado o recado! - 22/03/2023
Congratulações à Polícia Federal pelo impedimento de atentado contra a vida do Senador Sergio Moro. Apreensão do orador quanto à segurança do ex-Presidente Jair Bolsonaro.
Palavras-chave oficiais: Polícia federal,Tentativa (crime),Homicídio,Ex-juiz,Senador Ex-presidenta da República,retorno,Brasil,segurança
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O SR. HELIO LOPES (PL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu venho aqui parabenizar a Polícia Federal, porque ela desmantelou um plano que estava organizado contra a vida do Senador Sergio Moro, a quem deixo aqui uma palavra de consolo: "Senador Sergio Moro, Deus está no controle de tudo". A quem interessava esse plano para tentar tirar a vida de Sergio Moro? A quem interessava esse plano, quando tentaram tirar a vida do meu irmão Jair Messias Bolsonaro, em 2018? Agora eu fiquei com uma dúvida: será que o Brasil é um país tranquilo para a volta do meu irmão Jair Messias Bolsonaro? Será que este Brasil é um país tranquilo para o retorno do meu irmão Jair Messias Bolsonaro? Eu deixo aqui uma meditação aos senhores: onde nós vamos parar com um procedimento igual a esse, de o Presidente falar o que falou, esse desgoverno, do Sergio Moro, que teve mão pesada, foi rígido quando era Ministro do Governo Bolsonaro?
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 17/12/2019 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.