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Foto de Heitor Schuch

Deputado · Câmara

Heitor Schuch

PSD · RS

Centro-direitapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Heitor Jose Schuch · 64 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 76 de 100, Tá no Caminho0406080100

76/100

Tá no Caminho

Trabalha bem, com espaço para melhorar.

Nota maior que a de 49% dos deputados · média do partido: 73

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 86%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 59%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 86%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 84%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

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Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 88%das 532 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou

Vota com o próprio partido 94%das 252 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou

Fale com Heitor Schuch

Este é o canal oficial para você cobrar seu representante.

E-mail
dep.heitorschuch@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5680
Gabinete
Gabinete 680, Anexo III – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

86%

Esteve em 338 de 391 sessões

Melhor que 15% dos deputadosMédia do partido: 93%

Votou nas votações

59%

Registrou voto em 660 de 1.128 votações nominais

Melhor que 8% dos deputadosMédia do partido: 75%

Iniciativas que viraram lei

0

de 33 projetos apresentados (0%)

8 avançaram · 18 em andamento · 7 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

88%

Em 532 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 71% dos deputadosMédia do partido: 79%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

280 discursos na tribuna e 3 entregues por escrito (não contam no Bananômetro) · de 05/02/2019 a 01/09/2026.

  • 21/05/2024

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para a apreciação do Projeto de Lei nº 1.564, de 2024, que dispõe sobre medidas emergenciais para atenuar os efeitos da crise decorrente de desastres naturais nos setores de turismo e de cultura do Estado do Rio Grande do Sul.

    Palavras-chave oficiais: Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Orientação de bancada,Voto favorável,Partido Socialista Brasileiro (PSB) (1987)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. HEITOR SCHUCH (PSB - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, o PSB orienta "sim". Estava aqui pensando em como vamos fazer agora, Presidente, com a Rota Romântica, cuja metade das estradas não existe mais, e com a região da Serra Gaúcha. Além disso, nós temos tantas outras rotas do turismo, da cultura, da gastronomia. Aqui nós estamos falando também do turismo rural, das agroindústrias, que produzem produtos excepcionais em qualidade e que, agora, não têm condição de atender às necessidades, porque o turismo vai sofrer, infelizmente, essa interrupção por outros fatores alheios à vontade deles. Nós aqui estamos dialogando também com as empresas de transporte, ônibus, translado e tantos outros que trabalham nessa área. Portanto, eu queria dizer que o PSB vota de forma consciente, tranquila, pela aprovação da urgência deste PL. Obrigado.
  • 21/05/2024

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para a tramitação do Projeto de Lei nº 3.890, de 2020, que institui o Estatuto da Vítima.

    Palavras-chave oficiais: Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Orientação de bancada,Voto favorável,Partido Socialista Brasileiro (PSB) (1987)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. HEITOR SCHUCH (PSB - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - O PSB orienta a favor do projeto do colega Deputado Rui Falcão. Eu até queria lembrar aos colegas Parlamentares que, por esses dias, um cidadão condenado a 170 anos de cadeia foi inocentado e libertado. Ele não é uma vítima? Com certeza, é. Nós vamos fechar os olhos a situações dessa natureza? Parabéns, Deputado Falcão. O PSB vota "sim".
  • 21/05/2024

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência ao Projeto de Lei nº 1.536, de 2024, que concede anistia ao pagamento das parcelas mensais de crédito de custeio adquiridos em 2024 pelos produtores rurais do Estado do Rio Grande do Sul para pagamentos até dezembro de 2024; suspende o pagamento das parcelas mensais de crédito de investimento e de comercialização adquiridos em 2024 pelos produtores rurais do Estado do Rio Grande do Sul pelo prazo de 2 (dois) anos; cria linha de crédito para catástrofes naturais; regulamenta o seguro de renda mínima ao produtor rural atingido por catástrofe. Além disso, destacou o retorno ao Rio Grande do Sul de uma caravana de dirigentes sindicais que participaram do movimento Grito da Terra Brasil, defendendo demandas da agricultura familiar.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Partido Socialista Brasileiro (PSB) (1987),Voto favorável Dirigente sindical,Produtor rural,Agricultura familiar,Rio Grande do Sul,Política agrícola,Movimento social,Reforma agrária

    Ler a transcrição oficial
    O SR. HEITOR SCHUCH (PSB - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, colegas Deputados e Deputadas, o PSB, logicamente, orienta o voto "sim". Eu sou do Rio Grande do Sul e vi in loco o estrago e as dificuldades. Quero registrar também que acaba de voltar hoje para o Estado uma caravana muito grande de dirigentes sindicais que esteve aqui no Grito da Terra Brasil, trazendo também as demandas e as necessidades, sobretudo da agricultura familiar. Há agricultores que perderam a produção, a casa, as ferramentas de trabalho, perderam tudo, menos a fé e a esperança de reconstruir. Portanto, o PSB orienta o voto favorável à urgência para a apreciação desse PL. Obrigado.
  • 14/05/2024

    O Deputado discutiu o Projeto de lei complementar nº 85, de 2024, que autoriza a União a postergar o pagamento da dívida de entes federativos afetados por calamidade pública, reconhecida pelo Congresso Nacional, mediante proposta do Poder Executivo federal, e a reduzir a taxa de juros dos contratos de dívida dos referidos entes com a União, altera a Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000, e a Lei Complementar nº 159, de 19 de maio de 2017, e dá outras providências.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei complementar,Discussão,favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. HEITOR SCHUCH (PSB - RS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente Deputado Arthur Lira, colegas Deputados e Deputadas, estimado povo brasileiro, venho aqui, em nome do nosso Partido Socialista Brasileiro, o PSB, dizer, mais uma vez, muito obrigado ao Brasil pelo apoio, pelas doações, muito obrigado aos homens e mulheres que largaram tudo e foram ao Rio Grande do Sul ajudar a salvar vidas, a procurar pessoas. Quando eu falo de vidas, falo de vidas humanas e de vidas de animais. Quem não tem pelo seu pet um amor extraordinário, como se tem por um membro da família? Então, o Rio Grande do Sul mais uma vez agradece a solidariedade dos brasileiros e a solidariedade que veio de todos os cantos do mundo. O voluntariado brasileiro e mundial nos ajudou e continua ajudando. Eu quero cumprimentar, de forma muito efusiva, o Deputado Afonso Motta, Relator deste PLP, que trabalhou para que pudéssemos avançar com agilidade. Parabéns, Deputado, pelo parecer claro, altivo, conforme a Constituição Federal. Isso vai nos dar tranquilidade sobre o que é possível fazer nesta hora tão difícil, que exige o esforço de todos, dos Municípios, dos Estados, do Estado do Rio Grande do Sul em especial, e também do Brasil. O povo do Rio Grande do Sul é um povo trabalhador, guerreiro, bravo, firme nas suas convicções, tem a sua música, tem a sua cultura, a sua gastronomia. Os gaúchos estão esparramados pelo País inteiro, com sua garra e valentia. Mas nós somos também um Estado estratégico para a geopolítica do MERCOSUL, que faz a conexão com os países vizinhos. E somos um grande celeiro produtor de alimentos, não só de grãos, mas de industrializados que alimentam os brasileiros, e somos um grande exportador desses produtos, que alimentam o mundo e, logicamente, trazem divisas não só para o Estado, mas para o País. O Rio Grande do Sul forjou muitos líderes políticos, Presidentes da República, lideranças nacionais, gente que fez bonito aqui nesta Casa e no Senado. Mas hoje estamos em estado de calamidade pública e precisamos do Estado brasileiro. Precisamos da aprovação deste projeto. Eu quero reiterar meu apelo para que retirem esses destaques que estão circulando por aí, porque não é hora de divisão, é hora de união, é hora de fortalecimento de todos e de todas pela reconstrução do Estado do Rio Grande do Sul, para o bem do Rio Grande e para o bem do Brasil. Quero concluir dirigindo-me aos colegas Parlamentares que dizem aqui que temos que fazer agora tudo que não fizemos em 50 anos, e anistiar as contas, deixar de pagá-las, zerar as contas. Eu quero lembrar que há muito tempo nós falamos em auditoria da dívida pública. Quando o sol voltar, quando a chuva parar, talvez esta Casa encontre um bom momento para discuti-la.
  • 14/05/2024

    O Deputado expressou sua tristeza e vergonha diante das manifestações de alguns colegas no plenário, pedindo que eles vissem a situação real das famílias no Rio Grande do Sul após as enchentes. Enfatizou a importância da solidariedade nacional e agradeceu às doações e ao envio de profissionais para ajudar a região. Reconheceu o trabalho das Forças Armadas, do Governo Estadual, das Prefeituras, das igrejas, escolas, empresários e voluntários. Apesar da devastação, afirmou que o Estado se reerguerá com base no trabalho e agradeceu a todos que contribuíram para os esforços de socorro e reconstrução.

    Palavras-chave oficiais: Chuva,Enchente,Inundação,Desastre ambiental,Rio Grande do Sul

    Ler a transcrição oficial
    O SR. HEITOR SCHUCH (PSB - RS. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, colegas Deputados e Deputadas, estimado povo brasileiro, quero dizer, antes de mais nada, que esta é a minha manifestação mais triste nesta Casa durante todo o mandato. Além de ficar triste, Sras. e Srs. Deputados, eu me sinto, de certa maneira, envergonhado ao ouvir neste plenário as manifestações de alguns colegas que, antes de falarem, deveriam ir ao Rio Grande do Sul puxar enxada, empurrar carrinho de mão, ajudar a limpar casas, ver a situação de famílias que estão há 12 dias sem luz, sem água, sem Internet, sem telefone, sem comida. Pessoas perderam familiares. E aqui se faz discurso como se o problema fosse o Governo. Meus amigos, vamos botar o pé no barro, vamos ajustar as coisas e vamos falar, primeiro, em solidariedade às pessoas que perderam familiares que até hoje não foram achados. Hoje eu não quero falar sobre a reconstrução do Estado. Vou deixar isso para outro dia. Também não quero falar do apoio ao setor agropecuário, da infraestrutura da Defesa Civil, da realocação de famílias que perderam tudo, do câmbio climático, das políticas públicas. Hoje eu quero dizer muito obrigado ao Brasil! Obrigado pela solidariedade, pelas doações, pelo envio de profissionais para salvar o Rio Grande. Se não fosse isso, em vez de estarmos falando hoje da perda de pouco mais de cem vidas, o que já é muito, certamente estaríamos falando da perda de milhares de pessoas. Muito obrigado, Brasil, por esse apoio, por essa solidariedade. Quero registrar o meu agradecimento, de forma muito especial, ao Exército Brasileiro, à Marinha, à Aeronáutica, às Forças Armadas, que chegaram lá de pronto; ao Governo do Estado, com a Brigada Militar, o Corpo de Bombeiros, a Polícia Civil, entre tantos outros; aos Municípios, às Prefeituras que trabalharam dia e noite, noite e dia, o tempo inteiro na chuva, salvando pessoas, abrindo caminhos para que o remédio pudesse chegar, para que as pessoas pudessem levar um doente. Parabenizo as Igrejas, as escolas, as comunidades, os clubes de serviço, os empresários que doaram equipamentos, maquinários, que ofereceram veículos, caminhões e até aeronaves. Esses 3 minutos são pouco tempo para agradecer a tanta gente que ajudou levando medicamento, alimento, colchão, roupa, água, enfim, tudo que se precisa em uma hora dessas. Para concluir, Presidente, eu queria dizer que o Rio Grande do Sul está arrasado, o Rio Grande do Sul está de joelhos, mas nós vamos nos reerguer. Nós vamos fazer isso com base no trabalho. Antes de mais nada, nós queremos dizer um fraterno muito obrigado aos voluntários e às voluntárias do Rio Grande do Sul e do Brasil que ajudaram neste primeiro momento. Vamos precisar de muita ajuda, mas nós queremos começar a reconstrução dizendo muito, muito, muito obrigado.
  • 23/04/2024Breves Comunicações

    O Deputado defendeu as cooperativas de crédito, criticando a proposta dos grandes bancos de aumentar a tributação sobre elas. Ele argumentou que as cooperativas representando apenas 7% do sistema financeiro, têm uma estrutura diferente dos bancos privados, distribuindo os lucros entre os associados. Enfatizou a importância das cooperativas para o desenvolvimento econômico e social do país e destacou a necessidade de manter o sistema atual que as beneficia.

    Palavras-chave oficiais: Cooperativa de crédito,Desenvolvimento socioeconômico,Sistema Financeiro Nacional (SFN),Tributação,Sistema bancário

    Ler a transcrição oficial
    O SR. HEITOR SCHUCH (PSB - RS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, colegas Deputados e Deputadas, li no jornal O Globo a seguinte manchete: "Grandes bancos propõem maior tributação para cooperativas". É até de dar risada, Presidente. Os grandes bancos brasileiros têm preocupações e se dizem prejudicados pela competição desigual com as cooperativas de crédito, isso em razão de as cooperativas de crédito, como SICREDI, SICOOB, CRESOL, serem isentas do Imposto de Renda, PIS, COFINS e ISS. Ora, todas essas cooperativas juntas representam 7% — repito, 7% — do Sistema Financeiro Nacional. Fato é que nesses grandes bancos, que lucram muito, que são privados, os lucros ficam com os seus donos, enquanto as cooperativas de crédito distribuem as sobras entre os seus associados. Portanto, Sr. Presidente, o sistema atual que beneficia as cooperativas de crédito está justo, está correto, precisa continuar. Banco é diferente de cooperativa, e cooperativa de crédito é o que realmente contribui para o desenvolvimento econômico e social do Brasil. Vivam as cooperativas de crédito do Brasil!
  • 17/04/2024Breves Comunicações

    O Deputado destacou a presença do Deputado Estadual, do PSB do Rio Grande do Sul, que veio a Brasília para se unir à luta do Grito da Terra Brasil em defesa das políticas públicas, especialmente relacionadas ao crédito rural, ao novo PROAGRO e ao pagamento por serviços ambientais, além da infraestrutura rural para a agricultura familiar. Mencionou problemas enfrentados por agricultores devido à falta de energia elétrica no Rio Grande do Sul e informou sobre um dossiê entregue à ANEEL para resolver a situação causada pela CEEE Equatorial.

    Palavras-chave oficiais: Deputado estadual,Rio Grande do Sul,Plenário,Saudação,Agricultura familiar,Crédito rural Rio Grande do Sul,Energia elétrica,Agricultor,Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. HEITOR SCHUCH (PSB - RS. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Presidente Gilberto Nascimento. Quero registrar aqui a presença do nosso colega Deputado Elton Weber, do PSB do Rio Grande do Sul, Deputado de terceiro mandato na Assembleia. Hoje, veio a Brasília para se somar à luta do Grito da Terra Brasil, da pauta de negociação das políticas públicas, em especial do crédito rural, do novo PROAGRO, do pagamento por serviços ambientais, da infraestrutura rural para a nossa agricultura familiar do Brasil que está em curso. Ao mesmo tempo, quero registrar, Presidente, que estivemos tratando de uma pauta importante no Ministério do Trabalho por causa da contratação de mão de obra e de outra pauta na ANEEL, porque no Rio Grande do Sul ainda há agricultores que estão há 24 dias sem energia elétrica por causa das chuvaradas, das ventanias. Imagine, Presidente! Não há como ficar no meio rural tantos dias às escuras, produzindo sem energia, sem conseguir despachar a produção, sem produzir o leite. O Deputado Elton trouxe um dossiê, que foi entregue hoje à ANEEL, para que tome providências urgentes para resolver essa questão da CEEE Equatorial, que está deixando muita gente às escuras e com grandes problemas. Muito obrigado, Presidente.
  • 10/04/2024Breves Comunicações

    O Deputado repudiou as três resoluções do Conselho Monetário Nacional (CMN) que afetam o Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (PROAGRO), seguro agrícola fundamental para a agricultura familiar. Alertou sobre os impactos negativos dessas resoluções, especialmente diante dos desafios climáticos enfrentados pelo Rio Grande do Sul. Apresentou dados que evidenciam a importância do PROAGRO na proteção das lavouras e na segurança alimentar do País. Ressaltou a posição da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (CONTAG) e da Federação dos Trabalhadores na Agricultura (FETAG) contrários às resoluções que excluem os agricultores do seguro agrícola. Por último, solicitou a revogação urgente das resoluções, propondo a realização de audiência pública na Comissão da Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) com o Ministro da Fazenda para discutir o assunto.

    Palavras-chave oficiais: Resolução,Conselho Monetário Nacional (CMN),Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro),Seguro agrícola,Agricultura familiar,Rio Grande do Sul,Desastre ambiental,Segurança alimentar e nutricional,Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (CONTAG),Revogação,Audiência pública,Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR),Ministro de Estado da Fazenda

    Ler a transcrição oficial
    O SR. HEITOR SCHUCH (PSB - RS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, colegas Deputados e Deputadas, estimado povo brasileiro, quero fazer desta tribuna um espaço para mostrar a minha indignação, a minha insatisfação e o meu repúdio com a resolução do Conselho Monetário Nacional, ou melhor, com as três resoluções do Conselho Monetário Nacional que liquidam o PROAGRO, o seguro para a agricultura familiar produzir com mais tranquilidade. Quem não nos ouviu falar, nos últimos tempos, que o Estado do Rio Grande do Sul teve três safras prejudicadas pela seca, enfrentou enchentes, catástrofes, mortes? Aí, quando precisamos do seguro agrícola, enquanto agricultores, enquanto empreendedores rurais, as regras mudam no meio do jogo. Isso não dá para aceitar. Trouxe alguns números para ilustrar o que estou falando: em 2023, foram feitos 160 mil contratos, ou seja, 160 mil agricultores contrataram o seguro, pagaram a sua parte, para ter a cobertura de 2 milhões e 500 mil hectares. Estou falando do Rio Grande do Sul, mas precisamos ampliar esses números para outros Estados que têm a mesma política federal. O PROAGRO e o PROAGRO Mais são os principais instrumentos de mitigação de riscos escolhidos pelos agricultores para proteger as suas lavouras. Quero reiterar que, quando nós falamos de PROAGRO, que talvez para o Governo seja um pouco caro, porque tem havido muitas intempéries, é porque ele é muito barato e será muito mais barato enquanto pudermos produzir o alimento que vai à mesa do povo brasileiro. Se o agricultor brasileiro não fizer isso, amanhã ou depois talvez tenhamos que importar alimentos. Aí, sim, nós vamos pagar um preço além da conta. Quero reiterar a manifestação recebida da CONTAG — Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura, do Presidente Aristides Veras, e da FETAG, do Presidente Carlos Joel da Silva: "Essas resoluções excluem milhares de agricultores do PROAGRO e do Garantia-Safra". Nesse cenário, Sr. Presidente, é preciso deixar claro para os brasileiros que não estão lá no campo que as resoluções causam prejuízo para o campo. O que o Governo fez, através do Conselho Monetário Nacional, não coopera para a produção de alimentos saudáveis. Reduzir o limite de enquadramento e reduzir os limites de garantia vão na contramão do desenvolvimento rural e da política pública. O Conselho Monetário Nacional, Sr. Presidente, precisa revogar isso de forma urgente, imediata, para que a agricultura possa continuar produzindo. Pedimos a realização de audiência pública na Comissão da Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural desta Casa, para discutir o assunto, e uma audiência com o Ministro da Fazenda, para que, junto com os movimentos do campo, da nossa agricultura, do agronegócio familiar, debatamos esse assunto e suspendamos essas resoluções do Conselho Monetário Nacional.
  • 09/04/2024Breves Comunicações

    O Deputado destacou a sua firme oposição a qualquer aumento de impostos no Brasil, seja em nível federal, estadual ou municipal. Ressaltou que a reforma tributária tinha como objetivo reduzir a carga tributária e preservar a receita dos Estados e Municípios. Criticou a tentativa do Governador do Rio Grande do Sul de aumentar o ICMS, explicando que isso foi rejeitado no Congresso Nacional e não deve ser aceito pelos Estados. Expressou solidariedade ao Deputado Estadual Elton Weber, que também se opõe ao aumento de impostos. Concluiu reiterando sua posição firme contra qualquer medida que eleve a carga tributária sobre alimentos e a agricultura, propondo discussões sobre incentivos fiscais e outras alternativas para suprir a necessidade de receita sem onerar os contribuintes.

    Palavras-chave oficiais: aumento,Carga tributária,Rio Grande do Sul,Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS),Governador,Reforma tributária,Deputado estadual

    Ler a transcrição oficial
    O SR. HEITOR SCHUCH (PSB - RS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, colegas Deputados, Deputadas e estimado povo brasileiro, não cabe mais aumento de impostos. Digo, sublinho e repito: não cabe mais aumento de impostos no Brasil, nem na esfera federal, nem na esfera estadual, nem na esfera municipal. Vale dizer que um dos pressupostos da reforma tributária foi exatamente este: reduzir o número de impostos e tributos. E foi exatamente com esta perspectiva que se votou e aprovou nesta Casa a reforma tributária, para preservar a receita de Estados e Municípios. No meu Estado do Rio Grande do Sul, o Governador apresentou um projeto de lei elevando o ICMS em 2 pontos percentuais, inicialmente com o argumento de que era necessário em função da reforma tributária votada no Congresso Nacional, e dava a entender que a participação dos Estados no bolo tributário se daria com base na receita futura dos Estados. Esse argumento foi derrubado no Plenário desta Casa, retirando o argumento dos Governadores que buscavam aumentar as suas receitas. Esse assunto está vencido. Como a Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul não se dispôs a votar o aumento de tributos, o Governador, então, publicou um conjunto de decretos tributando, basicamente, a cesta básica e o setor primário, o setor rural, a partir de 1º de abril, mas, devido à pressão das entidades majoritariamente empresariais, adiou a entrada em vigor deles para tentar novamente passar o projeto do aumento de impostos na Assembleia — o que, convenhamos, dificilmente será aprovado. Eu quero aqui prestar a minha solidariedade ao meu colega de profissão, ao meu colega de partido, Deputado Estadual de terceiro mandato, o mais votado do PSB, Deputado Elton Weber, que tem votado sistematicamente contra o aumento de carga tributária e que já manifestou que vai votar contra de novo se o projeto for reapresentado. Ele foi, inclusive, vítima de mentiras, de inverdades espalhadas pelo Rio Grande do Sul de que ele seria a favor, teria votado a favor, o que não é verdade. E o que é mais grave? Um jornal até escreveu que este Deputado que vos fala, Heitor Schuch, que é Deputado Federal, teria votado e aprovado o projeto na Assembleia Legislativa, algo que não tem nenhum fundamento. Por fim, Presidente, eu reitero que nós somos contra qualquer aumento de tributos, em especial sobre a agricultura e os alimentos que chegam à mesa do povo brasileiro. Se os Governos vão precisar de mais tributos, de mais receitas, precisamos avançar na discussão dos incentivos fiscais, da dívida pública e de outras questões. Repito e termino: somos contra o aumento de impostos. Nós não vamos votar isso, e, portanto, eu quero concluir com a frase que eu comecei: não cabe mais aumento de impostos no Brasil! Tenho dito. Muito obrigado.
  • 12/03/2024

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei nº 81, de 2024, que assegura a atualização automática da faixa de isenção do Imposto de Renda das pessoas físicas (IRPF) ao valor de 2 (dois) salários mínimos.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei ordinária,Partido Socialista Brasileiro (PSB) (1987),Voto contrário

    Ler a transcrição oficial
    O SR. HEITOR SCHUCH (PSB - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. O PSB encaminha o voto contrário à retirada de pauta por uma questão muito simples: como vamos cobrar Imposto de Renda de uma senhora, uma viúva que ganha um salário mínimo de aposentadoria e um salário mínimo de pensão? Onde é que nós estamos? Nós temos que votar esse projeto, aprová-lo e fazer com que os nossos idosos que trabalharam a vida inteira, que contribuíram para a Previdência, que contribuíram para o Brasil, ajudaram a fazer esta Pátria, possam ter tranquilidade. Não se deve cobrar Imposto de Renda das pessoas mais humildes deste País. Nosso voto é "não".
  • 12/03/2024

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência do Projeto de Lei nº 545, de 2024, que atualiza e aprimora o regime jurídico a que se submete a Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo - Embratur.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Partido Socialista Brasileiro (PSB) (1987),Voto favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. HEITOR SCHUCH (PSB - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - O PSB, Sr. Presidente, orienta favoravelmente. Nós temos a compreensão de que precisamos atualizar essa burocracia, essa papelada, essa documentação, fazer com que as coisas andem com mais leveza, com mais rapidez. O tema do turismo é importantíssimo para o País. O turismo é a indústria sem chaminé. É recurso que vem para desenvolver a pequena empresa, a pequena indústria, o comércio, os serviços. A sociedade de modo geral se ocupa do turismo. Os pequenos Municípios e as regiões mais abastadas do Brasil em termos de belezas naturais certamente vão agradecer muito. Portanto, o PSB vota "sim".
  • 05/03/2024

    O Deputado prestou uma homenagem à Gazeta do Sul, jornal que está prestes a completar 80 anos de existência. Fundado em 26 de janeiro de 1945, em Santa Cruz do Sul, é reconhecido por seu pioneirismo, dedicação e compromisso com a informação imparcial e verdadeira. Ao longo de sua história, a Gazeta do Sul expandiu sua atuação para além do jornal impresso, incluindo rádios, portais online, editora e fundação. Destacou a importância dos pioneiros e líderes que contribuíram para o sucesso do Grupo Gazeta de Comunicação, bem como o investimento em infraestrutura e tecnologia. Parabenizou a direção, colaboradores e lideranças envolvidas nessa jornada de quase oito décadas.

    Palavras-chave oficiais: Homenagem,Aniversário de fundação,Jornal,Rio Grande do Sul,Santa Cruz do Sul (RS)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. HEITOR SCHUCH (PSB - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, colegas Deputados e Deputadas, estimado povo brasileiro, quero fazer aqui hoje uma homenagem muito especial a um veículo de comunicação social que está caminhando para os 80 anos. São 8 décadas de trabalho e de informação séria e honesta. No dia 26 de janeiro de 1945, há 79 anos, foi fundado, em Santa Cruz do Sul, a minha terra natal, o jornal Gazeta do Sul, que circula diariamente até hoje. A Gazeta do Sul tem a sua história marcada por pioneirismo e dedicação. Desde a primeira edição, o jornal se destacou pelo compromisso em manter a comunidade informada de maneira imparcial e crítica e, ao mesmo tempo, com a verdade. O jornal foi crescendo, a mídia foi sendo ampliada, e hoje se fala na comunicação do Grupo Gazeta, na multimídia, nas rádios, com a Gazeta da Serra, o portal Gaz, a Editora Gazeta, as emissoras de rádio, repito, gráfica e fundação, dedicadas ao saudoso jornalista Francisco J. Frantz. Atualmente a direção da empresa está a cargo do Sr. André Jungblut, com a sua equipe, fazendo crescer cada vez mais o Grupo Gazeta. Mas, quando se fala em 80 anos, é preciso lembrar os pioneiros: Willy Carlos Froehlich, Leopoldo Morsch, Bruno Agnes, Arthur Carlos Kliemann, Rolph Bartholomay, Erny Ludwig e Ricardo Scherer. O Grupo Gazeta de Comunicação investiu em infraestrutura física, em tecnologias e, sobremodo, nas pessoas. Nesse momento especial de celebração, quero pedir a publicação, nos meios de comunicação social desta Casa, do reconhecimento sobre o importante papel que esse grupo de comunicação desempenha na nossa cidade, no nosso Município, na região e no Estado do Rio Grande do Sul. Que esse marco seja celebrado com alegria e gratidão a todos aqueles que contribuíram para a história e para o sucesso do Grupo Gazeta de Comunicação. Parabéns à direção, aos colaboradores e às lideranças que tornaram possível essa jornada de quase 8 décadas! Que a Gazeta do Sul continue iluminando mentes e conectando corações por muitos anos. Que a história possa ser construída a cada dia com sabedoria. Muito obrigado.
  • 28/02/2024Breves Comunicações

    O Deputado destacou a visita dos ministros Jader Filho, das Cidades e Paulo Pimenta, da Secretaria de Comunicação Social, ao Município de Muçum, no Rio Grande do Sul, em 29 de fevereiro, quando serão iniciadas ações de reconstrução da região, com recursos federais e estaduais destinados à construção de 600 moradias para agricultores afetados pela catástrofe ambiental.

    Palavras-chave oficiais: Ministro de Estado,Muçum (RS),Inundação,Enchente,Habitação,reconstrução,Desastre ambiental

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    O SR. HEITOR SCHUCH (PSB - RS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, colegas Deputadas e Deputados, eu quero registrar que amanhã, dia 29 de fevereiro — na verdade, é uma data um tanto inusitada até no calendário —, também é dia de o Ministro Jader Filho e o Ministro Paulo Pimenta estarem, mais uma vez, no Rio Grande do Sul, no Vale do Taquari, no Município de Muçum, talvez, simbolicamente, o mais atingido por aquela grande catástrofe, para continuar o apoio de reconstrução do Vale do Taquari e de todos os Municípios que fazem parte daquela grande região. Parabéns! Amanhã recursos federais e recursos do Estado estarão sendo colocados lá, simbolicamente, recomeçando a construção de 600 moradias para os agricultores que perderam tudo: perderam as panelas, perderam as enxadas e perderam a própria casa. Parabéns a todos!
  • 21/02/2024

    O Deputado orientou a bancada na votação do parecer favorável da Comissão Mista referente à Medida Provisória nº 1.188, de 2023, que abre crédito extraordinário, em favor dos Ministérios da Defesa, da Integração e do Desenvolvimento Regional e do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, no valor de R$ 360.900.000,00, para os fins que especifica.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Parecer (proposição legislativa),Comissão mista,Medida provisória,Voto favorável,Partido Socialista Brasileiro (PSB) (1987)

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    O SR. HEITOR SCHUCH (PSB - RS. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, o PSB orienta "sim". Nós temos plena consciência da importância desta medida provisória para a reconstrução dos estragos daquela grande catástrofe que ocorreu lá no Estado do Rio Grande do Sul. O PSB vota unido. Todos os seus Parlamentares votam a favor. Obrigado.
  • 21/02/2024

    O Deputado discutiu a Medida Provisória nº 1188, de 2023, que abre crédito extraordinário, em favor dos Ministérios da Defesa, da Integração e do Desenvolvimento Regional e do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, no valor de R$ 360.900.000,00, para os fins que especifica.

    Palavras-chave oficiais: Discussão,Medida provisória,favorável

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    O SR. HEITOR SCHUCH (PSB - RS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, colegas Deputados e Deputadas, estimado povo brasileiro, na nossa Ordem do Dia está hoje a Medida Provisória nº 1.188, do ano passado, que trata de crédito extraordinário no valor de 360 milhões de reais, em especial para socorrer as pessoas, as entidades, as instituições, a indústria, o comércio, os serviços, a agricultura e também o poder público diante das intempéries que se abateram sobre o Estado do Rio Grande do Sul. É importantíssimo lembrar que o Rio Grande do Sul veio de três secas consecutivas, com safras pequenas e prejuízos enormes. Começou a chover e não parou mais. Com isso, houve problemas na Região Celeiro, problemas na região do litoral e, por último, o grande problema da catástrofe havida, inclusive, na região do Vale do Taquari, que se estendeu até a Grande Porto Alegre. Então, queria dizer que o Governo do Rio Grande do Sul fez um belíssimo trabalho de socorro, através de todas as suas autarquias, setores e entidades ligados ao setor público e ao setor privado. O Governador acampou na região, e o Governo Federal não fez diferente. O Governo Federal esteve lá, inclusive o Vice-Presidente da República e diversos Ministros, realizando reuniões com os Prefeitos, com as bancadas dos Deputados Federais e Estaduais e com lideranças que abraçaram a causa. Se existe alguém cuja solidariedade precisa ser registrada aqui com louvor, é o povo gaúcho. Gente saiu de casa com pá, com vassoura, com carrinho de mão, com balde, com tudo o que é apetrecho de limpeza e acampou na região, limpou a Prefeitura, limpou as casas, ajudou as pessoas a terem de novo esperança. Eu estive lá, pisei o barro, sei do que eu estou falando. Quero dizer, em alto e bom som, que muita gente falou da enchente, mas nem foi lá ver o que aconteceu. Portanto, eu quero pedir o voto favorável a todas as bancadas, do Brasil inteiro, para que nós possamos concluir esse trabalho. Muita coisa foi feita, mas, pelo tamanho da catástrofe, muita coisa ainda precisa ser feita. O Parlamento precisa também fazer a sua parte. Sr. Presidente, será colocado dinheiro na Defesa Civil, na Segurança Alimentar e Nutricional, na Inclusão Produtiva Rural, na Proteção Social e no Sistema Único de Assistência Social — SUAS, combinado com as Forças Armadas. Parabéns pela solidariedade, povo gaúcho! Parabéns a todos os que ajudaram, à Marinha, ao Exército, à Aeronáutica, a todos os que estiveram lá! Ainda há até hoje gente trabalhando para recuperar aquela região. Em princípio, o Ministro vai lá semana que vem. Obrigado.
  • 13/12/2023Breves Comunicações

    O Deputado abordou os desafios climáticos enfrentados pelo Rio Grande do Sul em 2023, destacando a solidariedade da população diante das tragédias. Ele também mencionou o trabalho da Comissão de Indústria, Comércio e Serviços, que aprovou diversos projetos para promover o crescimento da indústria nacional. O Deputado elogiou a recriação de Ministérios e a retomada da CEITEC em Porto Alegre.

    Palavras-chave oficiais: Mudança climática,Rio Grande do Sul Comissão de Indústria, Comércio e Serviços (CICS),Indústria nacional Centro Nacional de Tecnologia Eletrônica Avançada (CEITEC),Porto Alegre (RS)

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    O SR. HEITOR SCHUCH (Bloco/PSB - RS. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado. Sr. Presidente, colegas Deputados e Deputadas, estimado povo brasileiro, 2023 foi o ano em que a natureza colocou o Estado Rio Grande do Sul de joelhos. Começamos com secas sucessivas, e, quando começou a chover, não parou mais, transformando-se a enchente inclusive numa catástrofe que acabou ceifando muitas vidas. Diante disso, eu quero registrar aqui que é urgente os Governos Municipais, Estadual e Federal colocarem em prática as políticas públicas para a sustentabilidade, a fim de retomarmos o equilíbrio. Faço um registro todo especial acerca da população gaúcha, do Sul do Brasil: o maior destaque nessa tragédia foi a solidariedade dos irmãos e das irmãs gaúchas no que diz respeito à reconstrução da região e, num primeiro momento, ao socorro às famílias que perderam tudo. Se olharmos para o setor primário, Presidente, vamos ver as consequências das questões climáticas: um reflexo direto negativo no PIB e, consequentemente, um aumento no preço dos alimentos e uma qualidade menor. Vamos olhar para esta Casa. Eu quero registrar que a nossa Comissão de Indústria, Comércio e Serviços, criada justamente com o propósito de avançar no debate da neoindustrialização, da descarbonização, conseguiu votar e aprovar — parabenizo as Deputadas e os Deputados da Comissão, as assessorias dos gabinetes e das bancadas dos mais diversos partidos — mais de 30 projetos de lei, aplainando o caminho para a retomada do crescimento da indústria nacional. Fizemos mais de 20 audiências públicas, que consolidaram esse processo. Quero, portanto, de público, agradecer a todos o trabalho. Registro também a alegria que tivemos nós gaúchos pelo ressurgimento, este ano, em Porto Alegre, da CEITEC, a única fabricante de chips e semicondutores da América Latina. Louvo a iniciativa do Governo Lula e Alckmin de retomada do incentivo especial e de criação do Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte. Essas empresas são fundamentais e estão esparramadas pelo País inteiro. Também louvo a recriação do Ministério do Desenvolvimento Agrário. Por último, Presidente, eu queria agradecer em nome da nossa Comissão e dizer que espero que 2024 seja um ano mais tranquilo em termos de clima, que a eleição transcorra num ambiente... (Desligamento do microfone.)
  • 29/11/2023Breves Comunicações

    O Deputado saudou a presença do Vereador Eligio Weschenfelder, conhecido como Muchila, do Município de Venâncio Aires, no Rio Grande do Sul e manifestou seu apoio ao povo de Venâncio Aires, enviando saudações a empresários, agricultores e líderes locais.

    Palavras-chave oficiais: Venâncio Aires (RS),Vereador,Câmara dos Deputados,Saudação

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    O SR. HEITOR SCHUCH (Bloco/PSB - RS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, colegas Deputados e Deputadas, queria saudar a todos e dizer que estou aqui com o Vereador Eligio Weschenfelder, o popular Muchila, do querido Município Venâncio Aires, a terra da FENACHIM, no Rio Grande do Sul. O Vereador está aqui conosco fazendo uma série de agendas, sempre em busca de recursos para a saúde da população venâncio-airense, que mora no nosso coração — meu avô era venâncio-airense. Seja bem vindo, Vereador. Parabéns pelo teu trabalho na defesa da comunidade. O Vereador, que também é servidor público municipal, está sempre preocupado com o tema da reforma administrativa, que dialoga diretamente com os servidores. Estamos à disposição do povo de Venâncio Aires. Leve um abraço a todos os empresários, às pessoas da indústria, do comércio, dos serviços, aos agricultores, enfim, às lideranças e ao Município de Venâncio Aires. Seja bem-vindo, Vereador Muchila. Muito obrigado.
  • 28/11/2023Breves Comunicações

    O Deputado abordou a importância da seguridade social, especialmente no que diz respeito à previdência complementar. Destacou a preocupação dos associados dos fundos de pensão POSTALIS, FUNCEF e PETROS. Enfatizou que os recursos dos fundos não devem ser investidos em projetos de alto risco e que é necessário cuidado na gestão para garantir que os aposentados recebam seus benefícios de forma integral.

    Palavras-chave oficiais: Seguridade social,Previdência complementar,Instituto de Seguridade Social dos Correios e Telégrafos (Postalis),Fundação dos Economiários Federais (Funcef),Fundação Petrobras de Seguridade Social (PETROS)

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    O SR. HEITOR SCHUCH (Bloco/PSB - RS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, colegas Deputados e Deputadas, estimado povo brasileiro, se existe uma área que exige seriedade e cuidados é a da seguridade social. Quem quer chegar à terceira idade — ou à velhice, como alguns gostam de dizer — sem nenhuma segurança previdenciária? Ninguém. Portanto, é preciso olhar para esse assunto com muito amor, com muito carinho e, ao mesmo tempo, com muito cuidado. Nós sabemos do sacrifício que muitas pessoas fazem para pagar mensalmente as suas contribuições, a fim de que tudo esteja em dia, porque, no futuro, talvez precisem de atendimento, de um benefício, e não tê-lo é o grande problema. Muitas vezes, pessoas economizam nas despesas da casa, fazem um rancho menor, compram produtos mais baratos para que possam estar em dia com o seu plano de aposentadoria, com o Sistema Único de Saúde, com o plano público ou privado, ou então com previdência complementar. Chego aqui, senhores, e digo que recebi um documento, uma carta que demonstra a preocupação dos associados dos fundos POSTALIS, FUNCEF, PETROS, que estão tendo que aportar recursos extras, há muito tempo, para dar equilíbrio a esses fundos, que estão sendo mantidos pelos próprios trabalhadores, aposentados em sua maioria. Para não perderem tudo, deixam de receber e pagam de volta ao fundo. Os fundos de previdência complementar foram criados para dar sustentabilidade e garantir a aposentadoria de seus associados. Não se pode admitir que nossos recursos sejam investidos em segmentos de risco. Não é perfil arriscado que deve embasar a decisão. Cautela, conservadorismo, inexistência de prejuízo, risco mínimo precisam ser levados em conta como fatores subjetivos e, é claro, uma análise de risco e de retorno do investimento muito técnica e embasada. Chega de perder dinheiro em projetos em que o "inteligente" (entre aspas) entra com a ideia, e o fundo de pensão "trouxa" (entre aspas) entra com o dinheiro. Temos muitos exemplos disso. Não permitam que os fundos sejam usados como "boi de piranha" (entre aspas) para que os espertos levem vantagem. Esse é o apelo que recebo de homens de bem, de pessoas de idade, que contribuíram para os seus planos e estão vendo que, agora que a idade chegou, agora que já estão afastados de sua atividade laboral, precisam cada vez mais da saúde, precisam cada vez mais do seu salário integral, no final do mês, para dar conta das despesas, da compra de medicamentos. Portanto, cuidemos bem dos planos que existem, em especial desses servidores associados dos fundos POSTALIS, FUNCEF, PETROS e outros. Muito obrigado.
  • 21/11/2023Breves Comunicações

    O Deputado manifestou solidariedade aos habitantes do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, regiões atingidas por enchentes e catástrofes climáticas. Lamentou a perda de vidas e propriedades, reconhecendo a força e a união do povo sulista diante de adversidades. Destacou os impactos dessas catástrofes no setor agropecuário, ressaltando as consequências econômicas e sociais para a Administração Pública e para o setor privado. Lastimou também a seca na Região Norte. Enfatizou que a crise climática afeta todos os brasileiros, inclusive provocando o aumento de preços e a escassez de alimentos. Por fim, elogiou os esforços do Governo Federal e dos Governos Estaduais em prover assistência e encorajou a resiliência e a persistência do povo gaúcho.

    Palavras-chave oficiais: solidariedade,Rio Grande do Sul,Santa Catarina,Paraná,Desastre ambiental,Catástrofe natural,Enchente,Ciclone,Inundação,Agropecuária,Inflação,Economia,Crise climática,Produção agrícola,Alimento,Região Norte,Seca

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    O SR. HEITOR SCHUCH (Bloco/PSB - RS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente colega gaúcho Deputado Pompeo de Mattos, colegas Deputados e Deputadas, estimado povo brasileiro, também quero trazer um abraço de solidariedade e de fraternidade aos gaúchos e às gaúchas, mas também aos catarinenses e aos paranaenses. Afinal, o Sul do Brasil é muito único, é muito unido, é muito forte. Esse povo irmão está passando por enchentes, catástrofes, ciclones, com a perda de casas, de veículos, de patrimônio e, logicamente, de pessoas. Muitas pessoas já não estão mais no nosso meio porque a enchente de setembro as levou. Agora outra enchente levou mais um tanto. Quero enviar daqui o meu fraterno abraço a todas as famílias, a todos os Municípios, a todas as autoridades e lideranças municipais que estão enfrentando, com o seu trabalho, com o seu voluntariado, a segunda enchente em 60 dias, algo que o Rio Grande do Sul conheceu apenas na década de 40, no século passado. Se olharmos um pouco para o setor agropecuário, veremos que os reflexos disso na sociedade como um todo são imensuráveis. Se o setor agropecuário tem problemas, também terão problemas os Governos dos Estados, os Governos dos Municípios, a União; também terão problemas a indústria, o comércio, o setor de serviços. Tenham certeza, senhoras e senhores, de que esta conta, com o aumento do preço dos alimentos e com a escassez por causa do clima, vai chegar à casa e à mesa de todos nós. Nem a dona de casa vai ficar incólume. Portanto, eu queria enviar daqui o meu fraterno abraço e a minha solidariedade, como gaúcho, como alguém que está lá no meio desses irmãos e dessas irmãs, que estão bravamente relutando e resistindo nesse momento tão difícil. Para encerrar, Presidente, eu queria lembrar a cada um dos colegas Parlamentares do Brasil inteiro que, no Norte, não chove, está seco, não há água; no Sul, estamos afogados. O trigo que colhemos tem baixo PH, ou seja, não serve para fazer pão nem pode ser usado para tantas outras coisas. Frutas e verduras foram perdidas com as chuvas, com as enchentes. Muitos arrozeiros plantaram, mas perderam a produção; outros não vão conseguir nem entrar na lavoura. O setor de lácteos está com problemas. O milho também tem muitas falhas. A soja, nas coxilhas, se planta, mas nas outras áreas não se consegue plantar. A mesma coisa ocorre com o tabaco, com as aves, com os suínos, com o setor de carnes. Portanto, todos estão com problemas. Nós vamos ser justos aqui. O Governo Federal e o Governo Estadual fizeram um esforço enorme para ajudar depois da primeira catástrofe, Presidente Pompeo, e agora vão precisar ajudar muito mais, para que os nossos companheiros irmãos e irmãs gaúchos possam se restabelecer, porque gaúcho que é gaúcho não desiste da peleia. Um abraço! Muito obrigado.
  • 26/10/2023Breves Comunicações

    O Deputado registrou a presença, na Casa, do presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul (FCDL-RS), Ivonei Pioner, e de outros integrantes do órgão, que estão em Brasília para participar do Fórum Nacional do Comércio. Também deu as boas-vindas a Ricardo Bartz, um dos organizadores da Oktoberfest.

    Palavras-chave oficiais: Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL),Federação,Brasília (DF),Rio Grande do Sul,Evento,Comércio Presença,Organizador e gestor de eventos,Santa Catarina

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    O SR. HEITOR SCHUCH (Bloco/PSB - RS. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, colega Deputado Pompeo de Mattos, troco minha inscrição por 1 minuto, e lhe agradeço muito. Estamos aqui hoje recebendo a visita da FCDL — Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul, do povo que cuida do setor das lojas, do varejo e do atacado, do povo que faz o comércio neste País. Está aqui o Ivonei Pioner, de Caxias, que é o seu Presidente, com toda a caravana. Eles vieram a Brasília para participar do Fórum Nacional do Comércio. Eu estive ontem lá. Na condição de Presidente da Comissão de Indústria, Comércio e Serviços, quero saudar aqui, de forma especial, o meu conterrâneo Ricardo Bartz, que também exerce uma função extraordinária em Santa Cruz, na organização da maior festa da alegria, a Oktoberfest. Enfim, quero desejar as boas-vindas a eles e boa sorte nessa empreitada, nessa discussão também da reforma tributária, que é muito importante para todos nós. Espero que as coisas andem bem, que o mundo tenha paz, que terminemos com esses conflitos e que todos possam ter o pão nosso de cada dia na sua mesa! Saúde e paz ao povo do comércio, da CDL e da FCDL do Rio Grande do Sul e do Brasil! Obrigado, Presidente.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 15/12/2015 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.