
Nome civil: Guilherme Castro Boulos · 44 anos
Bananômetro
83/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 72% dos deputados · média do partido: 82
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 93%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 80%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 58%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 85%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 85%das 559 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 99%das 613 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
Redes oficiais de Guilherme Boulos
Fora de exercício: o gabinete não atende mais. Restam as redes informadas à Câmara.
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
93%
Esteve em 278 de 299 sessões
Votou nas votações
80%
Registrou voto em 707 de 880 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 34 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
85%
Em 559 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
133 discursos na tribuna · de 07/02/2023 a 15/10/2025.
- 15/10/2025pela ordemBreves Comunicações
O Deputado homenageou os professores do Brasil pelo Dia do Professor, ressaltando a figura de Paulo Freire como símbolo da educação nacional e criticando a postura de Parlamentares que o atacam sem terem sequer lido seus materiais. Assinalou que a educação exige coragem e manifestou apoio aos educadores do Estado de São Paulo, que estão sendo alvo de ataques por parte do Governador Tarcísio, como militarização de escolas, sanções por licenças médicas e projetos de privatização da rede pública. Por fim, proferiu uma mensagem de esperança, destacando a continuidade do papel dos docentes na formação das futuras gerações.
Palavras-chave oficiais: Homenagem,Dia do Professor Professor,Governador,São Paulo (Estado),militarização,Escola,Penalidade administrativa,Licença para tratamento da saúde,Privatização,Escola pública,Rede pública de ensino
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O SR. GUILHERME BOULOS (Bloco/PSOL - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Quero parabenizar as professoras e os professores de todo o Brasil e, em nome deles, faço questão de lembrar o professor brasileiro mais lido em todas as universidades do mundo, um professor que é tão criticado nesta Casa por gente que nunca leu uma página inteira dele: o Patrono da Educação Brasileira, Paulo Freire. Paulo Freire dizia que a educação é um ato de coragem. E eu quero parabenizar a coragem dos professores de todo o Brasil, em particular dos professores e professoras de São Paulo, que estão enfrentando um ataque sem precedentes do Governador Tarcísio: militarização de escolas, punição de professores por licença médica e projeto para privatizar unidades escolares. A esses professores, eu digo: Tarcísio e o seu Secretário Feder vão passar; os professores, porém, vão continuar educando as próximas gerações deste País. Feliz Dia do Professor a todos os educadores brasileiros! - 07/10/2025pela ordemOrdem do Dia
O Deputado declarou apoio à Proposta de Emenda à Constituição nº 14, de 2021, em discussão, reconhecendo a atuação heroica dos trabalhadores da saúde na pandemia do coronavírus.
Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,Agente de combate às endemias,Agente comunitário de saúde,Aposentadoria especial,Sistema Único de Saúde (SUS),Vínculo empregatício,Defesa,Pandemia,Coronavírus,atuação
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O SR. GUILHERME BOULOS (Bloco/PSOL - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Eu quero cumprimentar todos os agentes comunitários de saúde e os agentes de combate às endemias que estão acompanhando esta sessão. Esta Câmara tem a oportunidade de dar um gesto para o povo, porque não adianta dizer que valoriza o SUS e não valorizar os trabalhadores do SUS. Não adianta dizer, na pandemia, que os trabalhadores da saúde são heróis e não valorizá-los adequadamente. A PEC 14 busca justamente essa valorização, com aposentadoria especial, com garantias para esses trabalhadores que estão no campo, no dia a dia, combatendo a epidemia de dengue, acompanhando as famílias nas periferias deste País. Por isso, o nosso voto vai ser sim à PEC 14. Queremos conclamar para que essa seja a posição majoritária da Câmara dos Deputados. Obrigado, Presidente. - 30/09/2025pela ordemBreves Comunicações
O Deputado defendeu a aprovação do projeto do Governo Lula que amplia a faixa de isenção do Imposto de Renda. Destacou que, atualmente, um trabalhador com renda mensal de 5 mil reais paga cerca de 4,3 mil reais por ano de tributo, mas que, com a proposta, deixaria de pagar. Também enfatizou que a medida beneficiaria 90% da população brasileira. Ademais, ressaltou que a compensação viria da cobrança de 10% sobre lucros e dividendos de quem recebe mais de 1 milhão de reais por ano, afirmando que é hora de fazer “o andar de cima” contribuir.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Isenção tributária,Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (IRPF),Imposto sobre a Renda das Pessoas Físicas Mínimo (IRPFM),Contribuinte de alta renda,Tributação,Lucro,Dividendos,Justiça tributária
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O SR. GUILHERME BOULOS (Bloco/PSOL - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Amanhã, a Câmara dos Deputados terá a oportunidade histórica de se alinhar com o sentimento do povo brasileiro. Hoje, um trabalhador que ganha 5 mil reais paga 4 mil e 300 reais por ano de Imposto de Renda. Com o projeto do Governo Lula, que vai ser votado amanhã, ele não vai pagar mais nada. Vai zerar; vai acabar o Imposto de Renda para 90% da população brasileira. E a compensação é que quem ganha mais de 1 milhão de reais por ano e hoje não paga nada sobre lucros e dividendos vai passar a pagar 10%. Nós temos o dever com o povo brasileiro de amanhã aprovar esse projeto integralmente não só a parte de zerar o Imposto de Renda, mas também a de fazer o andar de cima começar a pagar a conta. Obrigado, Presidente. - 24/09/2025pela ordemOrdem do Dia
O Deputado orientou a bancada na votação da Emenda Aglutinativa à Medida Provisória nº 1.301, de 2025, que institui o Programa Agora Tem Especialistas, dispõe sobre o Grupo Hospitalar Conceição S.A., altera a Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, a Lei nº 8.958, de 20 de dezembro de 1994, a Lei nº 9.656, de 3 de junho de 1998, a Lei nº 12.732, de 22 de novembro de 2012, a Lei nº 12.871, de 22 de outubro de 2013, e a Lei nº 13.958, de 18 de dezembro de 2019. Além disso, criticou o PL e aliados do ex-Presidente Bolsonaro por tentarem obstruir a votação, após terem sido derrotados nas ruas no último domingo. Acrescentou que a próxima luta seria pela aprovação da isenção do Imposto de Renda para a população e pela taxação dos super-ricos.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Emenda aglutinativa,Medida provisória,Federação PSOL REDE,Voto favorável Partido Liberal (PL),Pauta (processo legislativo),obstrução,Manifestação pública,contrário,Crítica Imposto sobre a Renda das Pessoas Físicas Mínimo (IRPFM),redução,Contribuinte de alta renda,Tributação,Defesa,Projeto de lei ordinária
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O SR. GUILHERME BOULOS (Bloco/PSOL - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, a Federação PSOL REDE defende o SUS, defende que no SUS haja especialistas, em todos os cantos do Brasil. Por isso, a nossa orientação é "sim" à medida provisória. Aliás, o PL e os bolsonaristas não aprendem. Depois da surra de rua que tomaram no domingo, ainda tentaram obstruir, com retirada de pauta, a votação de um projeto sobre levar mais médicos, mais especialistas para a saúde pública do Brasil. Não cansam de trabalhar contra o povo. (Manifestação no plenário: Em que mundo ele vive?) São incansáveis na sua missão de atuar contra o povo brasileiro. Agora vamos brigar para aprovar, na semana que vem, a isenção do Imposto de Renda para o povo e a taxação dos super-ricos. O voto é "sim". - 24/09/2025pela ordemBreves Comunicações
O Deputado enalteceu a mobilização popular ocorrida no domingo, atribuindo-lhe a rejeição da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 3, de 2021, que dispõe sobre as prerrogativas parlamentares, na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, bem como o avanço de outras pautas. Ademais, destacou que, após as manifestações, foi negada a manobra da Minoria para constituir como seu líder o Deputado Eduardo Bolsonaro, abrindo caminho para a sua cassação. Além disso, foi agendada a votação do Projeto de Lei nº 1.087, de 2025, encaminhado pelo Presidente Lula, que amplia a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até cinco mil reais. Ao final, parabenizou a população que foi às ruas e defendeu a continuidade da agenda popular, com a taxação dos super-ricos e o fim da jornada de trabalho seis por um.
Palavras-chave oficiais: Manifestação pública,Movimento de protesto,Proposta de Emenda à Constituição,Prerrogativa constitucional,Parlamentar,Senado Federal (SF). Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ),Pauta (processo legislativo),Jornada de trabalho,Tributação,População rica,Agenda legislativa Líder da minoria,Deputado federal,Atuação parlamentar,Estados Unidos,cassação,Perda de mandato parlamentar Agenda legislativa,Pauta (processo legislativo),Projeto de lei ordinária,Isenção tributária,Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (IRPF)
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O SR. GUILHERME BOULOS (Bloco/PSOL - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Como é bonito quando o povo entra em cena! Foi isso que aconteceu no domingo. A maioria desta Casa brincou com a paciência do povo. Foi PEC da blindagem, anistia, manutenção do mandato do Eduardo Bolsonaro, mesmo com ele conspirando lá fora. Além disso, estamos há mais de 6 meses sem votar a isenção do Imposto de Renda para o povo. Nós aqui falamos, gritamos, na semana passada, e não fomos ouvidos. Mas, quando o povo grita, não tem jeito. Na segunda-feira, um dia depois dos atos, já se negou a manobra de Liderança da Minoria para o Eduardo Bolsonaro, abrindo o caminho para a cassação dele; na terça-feira, ontem, agendou-se a votação da proposta do Governo Lula para zerar o Imposto de Renda para o povo; e hoje a CCJ do Senado derrubou a vergonhosa PEC da blindagem. Parabéns a todos que foram às ruas no domingo, a esse povo sem medo, que representou a voz da maioria do povo brasileiro! Agora é seguirmos em frente para aprovarmos a taxação dos super-ricos, o fim da escala 6 por 1 e a agenda que interessa à maioria, não a privilegiados. Obrigado, Presidente. - 17/09/2025pela ordemOrdem do Dia
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de destaque de preferência para votação da Emenda Aglutinativa 1 em relação ao Projeto de Lei de Conversão nº 4, de 2025, apresentado à Medida Provisória nº 1.300, de 2025, que trata da Tarifa Social de Energia Elétrica, da liberdade de escolha dos consumidores e da divisão de custos. Além disso, destacou a presença em plenário do jurista Walfrido Warde, Presidente do Instituto para Reforma das Relações entre Estado e Empresa (IREE), que assinou a ação do PSOL no Supremo Tribunal Federal para barrar o uso de emendas parlamentares.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Emenda aglutinativa,Projeto de lei de conversão,Medida provisória,Voto favorável,Federação PSOL REDE,Requerimento de destaque de preferência Jurista,Assinatura,Ação judicial,Partido Socialismo e Liberdade (PSOL),Supremo Tribunal Federal (STF),Emenda,Recursos orçamentários
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O SR. GUILHERME BOULOS (Bloco/PSOL - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. A Federação PSOL REDE orienta "sim", mas é importante notar a vergonha de bolsonaristas que querem obstruir um projeto que reduz a conta de luz para o povo! Só querem votar PEC da blindagem e anistia para o chefinho golpista deles, mas não querem votar benefício para o povo. É a turminha ali da 5ª série, do chiqueirinho. Presidente, encerrando a orientação, aproveito para ressaltar a presença em plenário do Dr. Walfrido Warde, Presidente do Instituto IREE, que assinou a peça protocolada pelo meu partido, o PSOL, no Supremo Tribunal Federal, uma ADI para acabar com a farra das emendas parlamentares. Os bolsonaristas não gostaram, porque adoram uma farrinha, mas o Dr. Walfrido Warde assinou a peça, pela democracia brasileira. Obrigado. - 15/07/2025breves comunicaçõesBreves Comunicações
O Deputado criticou os aliados de Donald Trump no Brasil, chamando-os de “traidores da Pátria” e comparando-os aos golpistas de 1964. Disse que os Estados Unidos historicamente exploram interesses no Brasil por meio de brasileiros submissos e denunciou a tentativa de pressionar o Brasil por causa da política externa soberana do Governo Lula e sua atuação no Agrupamento Brasil-Rússia-Índia-China-África do Sul (BRICS). Afirmou que a tentativa de anistia ao ex-presidente Bolsonaro não prosperará e que ele será preso. Defendeu a soberania nacional, a reeleição de Lula e criticou o “vira-latismo” da extrema-direita. Encerrou com palavras de exaltação ao povo brasileiro.
Palavras-chave oficiais: Extrema direita,Presidente da República,Estados Unidos,Golpe de Estado (1964),Política externa,Governo federal,Agrupamento Brasil-Rússia-Índia-China-África do Sul (BRICS),anistia,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Prisão,Soberania nacional,Reeleição
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O SR. GUILHERME BOULOS (Bloco/PSOL - SP. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Alguém respeita puxa-saco? Não! Puxa-saco é o ser humano mais desprezado que há. É por isso que Donald Trump não respeita Bolsonaro, o "Bananinha", o Tarcísio. A questão é que os Estados Unidos sempre encontraram aqui traidores dispostos a defender os interesses deles e usam estes traidores, o que torna essa gente ainda mais desprezível. Foi assim, Deputada Benedita da Silva, em 1964. Os Estados Unidos queriam explorar o minério de ferro do Brasil com as empresas deles. João Goulart não topou, e os traidores golpistas fizeram o serviço sujo. É assim hoje. Trump está incomodado com a soberania brasileira, com o BRICS, com a possibilidade de o dólar deixar de ser uma moeda mundial, e, por isso, usa os golpistas de hoje. Tanto os golpistas do passado, como os golpistas de hoje são traidores da Pátria. O curioso é que sempre usam os símbolos nacionais para tentarem esconder o "vira-latismo" deles. Enganam por um tempo, mas depois vão para o destino que fala mais alto: a lata do lixo da história. É para onde sempre vão os golpistas e os traidores da Pátria. É isso que está em jogo hoje novamente no nosso País. Não se iludam: não vai haver anistia! Bolsonaro será preso, e Lula vai se reeleger. O Brasil é muito maior que os vira-latas da extrema direita e que aqueles que querem trair o País. Viva nossa soberania! Viva o povo brasileiro! - 09/07/2025pela ordemOrdem do Dia
O Deputado criticou um general do Exército brasileiro por se alinhar a traidores da Pátria. Respondeu a um Deputado de Minas Gerais, acusando-o de fazer "lacração e gracinha" e questionou se teria coragem para falar com trabalhadores do Vale do Aço, que perderão empregos devido às taxações dos Estados Unidos, chamadas por ele de "taxa Bolsonaro". Por fim, afirmou que a verdadeira face dos falsos patriotas foi revelada, classificando-os como lambe-botas dos EUA e lacaios do imperialismo americano, reforçando que não há mais argumentos a apresentar sobre o tema.
Palavras-chave oficiais: Estados Unidos,Taxa,Tributação,Importação,Produto nacional,Desemprego
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O SR. GUILHERME BOULOS (Bloco/PSOL - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. É uma vergonha ver um general do Exército brasileiro se alinhar com lesa-pátria, com traidores da Pátria. Agora, respondendo ao Deputado mineiro que falou aqui antes, ele fez o que ele sabe: lacração e gracinha. Eu quero ver se ele vai ter condição de fazer gracinha para falar com os trabalhadores do Vale do Aço, de Minas Gerais, que vão perder emprego com a taxação do Donald Trump, com a "taxa Bolsonaro". Agora a máscara dos falsos patriotas caiu! São patriotas coisa nenhuma! São lambe-botas dos Estados Unidos, lacaios do imperialismo americano! É isso que eles são, alinhados com lesa-pátria. A máscara caiu! Não tem mais o que dizer, Presidente. - 09/07/2025pela ordemOrdem do Dia
O Deputado declarou que o episódio da taxação imposta pelos Estados Unidos expôs a incoerência de figuras políticas que se diziam patriotas durante as eleições, mas que agora estariam ao lado de interesses estrangeiros. Criticou o ex-Presidente Bolsonaro e aliados, responsabilizando-os pela medida, que classificou como a “taxa Bolsonaro”, e alertou para seus impactos negativos sobre o emprego no Brasil. Por fim, questionou se líderes políticos como Bolsonaro, Tarcísio e Nikolas voltarão a apoiar o ex-Presidente Trump, acusando-os de agir contra os interesses nacionais.
Palavras-chave oficiais: Estados Unidos,Taxa,Tributação,Importação,Produto nacional,Ex-presidente da República,Apoio político
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O SR. GUILHERME BOULOS (Bloco/PSOL - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Agora as máscaras vão cair. Aqueles que usavam a Bandeira do Brasil em tempo de eleição, dizendo-se patriotas e que se mostraram patriotas da Shopee falsos patriotas agora vão ter que decidir se estão do lado do Trump ou do Brasil. Aliás, essa taxa do Trump já tem nome. Se ele disse que é por causa do Bolsonaro é a "taxa Bolsonaro" que querem impor ao Brasil, que vai tirar emprego dos trabalhadores brasileiros para levar emprego para os Estados Unidos. E agora? E agora? Eu quero saber do Seu Bolsonaro, do Seu Tarcísio, do Seu Nikolas, se vão usar bonezinho do Maga de novo. Se vão ser traidores da Pátria novamente. Agora o Brasil vai saber! - 01/07/2025pela ordemOrdem do Dia
O Deputado criticou a reação de Parlamentares incomodados com as críticas recebidas nas redes sociais por apoiarem o aumento do IOF, da conta de luz e do número de Deputados. Afirmou que a melhor resposta seria aprovar medidas de justiça fiscal, como o Projeto de Lei (PL) nº 4.413, de 2023, de sua autoria, que busca acabar com os supersalários e cuja urgência ainda não foi votada. Ademais, defendeu o PL nº 1.087, de 2025, que trata da isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil, bem como a taxação dos super-ricos, incluindo bilionários, bancos e casas de aposta. Por fim, sustentou que tais medidas enviariam ao País uma mensagem positiva e fariam o Congresso ser valorizado pela população.
Palavras-chave oficiais: Parlamentar,Rede social digital,aumento,Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF),Conta de energia elétrica,Deputado federal,Congresso Nacional,Atuação parlamentar,Política fiscal,Ajuste fiscal,Tributação,População rica,Banco,Aposta Projeto de lei ordinária,Autor (proposição legislativa),Salário,Subsídio (remuneração),Política salarial,Setor público
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O SR. GUILHERME BOULOS (Bloco/PSOL - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu vi muitos Parlamentares incomodados com as críticas que receberam nas redes sociais, porque foram contra o aumento do IOF ou porque defenderam o aumento do número de Deputados e o aumento da conta de luz. O caminho para resolver isso é muito fácil, Presidente: colocar para votar, por exemplo, o projeto que acaba com os supersalários. Eu apresentei um projeto há 6 meses, o PL 4.413. V.Exa., à época, como Líder do União Brasil, ajudou e assinou a urgência. Mas a urgência não foi votada até hoje. Vamos acabar com os supersalários. Deve-se votar também a isenção de Imposto de Renda zero de Imposto de Renda para quem ganha até 5 mil reais. Os super-ricos, os bilionários, os bancos, as bets é que devem pagar. É justiça! Se o Congresso der essa mensagem à sociedade, não tenham dúvida de que todos os Parlamentares vão ser elogiados nas redes sociais e nas respectivas cidades. Agora, é preciso dar esta mensagem: acabar com os supersalários, taxar BBB bilionário, banqueiro e bets. É isso o que nós precisamos passar para o Brasil. Eu não tenho a menor dúvida de que o Congresso será celebrado. - 16/06/2025pela ordemBreves Comunicações
O Deputado criticou a Direita e o setor financeiro da Faria Lima por defenderem cortes de gastos públicos enquanto apoiam isenções fiscais para grandes produtores do agronegócio e grandes corporações. Ademais, ressaltou que as isenções somam R$ 615 bilhões, valor superior ao orçamento de programas sociais como o Bolsa Família, o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e o Farmácia Popular. Além disso, condenou a resistência desses grupos em aceitar cortes em emendas parlamentares e supersalários. Adicionalmente, defendeu propostas do Presidente Lula, como a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil e o aumento do IOF, argumentando que tais medidas afetam apenas os mais ricos. Por fim, repudiou a Direita por agir com hipocrisia ao proteger interesses de bilionários e de manter vínculos estreitos com o mercado financeiro e os banqueiros.
Palavras-chave oficiais: Direita política,Mercado financeiro,São Paulo (SP),corte,Despesa pública,Isenção tributária,Agronegócio,Empresariado,Programa social,Política social,Emenda,Parlamentar,Banco,População rica Governo federal,Presidente da República,Isenção tributária,Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (IRPF),Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF),População rica
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O SR. GUILHERME BOULOS (Bloco/PSOL - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - É uma várzea, não é, Presidente? É cada coisa que a gente tem que ouvir, mas é melhor do que ser surdo! Agora, é muita hipocrisia a gente ver a Direita e a Faria Lima, que ficam atacando o Presidente Lula falando em corte de gastos, aprovarem e defenderem isenção fiscal para bilionários do agronegócio não é para o pequeno produtor, é para os grandes; o pequeno não tem isenção , para grandes corporações. São 615 bilhões de reais em isenção fiscal para os grandes, mais que o dobro do Bolsa Família, do BPC e do Farmácia Popular somados. Isso eles defendem. O que eles querem cortar é no lombo do povo. Querem cortar no SUS, na educação pública. Pergunto para eles se topam cortar em emenda parlamentar. Não topam. Pergunto para eles se topam cortar supersalários. Não topam. Isso eles não topam. Aí o Presidente Lula vem e propõe aumento do IOF. Povo não paga IOF. Quem paga são os grandes. Eles querem derrubar isso. O Presidente Lula propõe isentar de Imposto de Renda quem ganha até 5 mil, e os super-ricos pagarem mais; eles são contra. Eles não são contra imposto. Eles são contra o fato de que bilionários paguem imposto. Essa é a hipocrisia da Direita brasileira, junto com o mercado financeiro e os banqueiros, porque eles andam assim, ó! Dizem que são contra o sistema, mas são tudo turminha do sistema, na coleira do sistema. É isso o que eles são. Agora querem derrubar o IOF e atacar o Governo. É uma vergonha a hipocrisia dessa gente que a gente vê no Congresso Nacional e na imprensa! - 11/06/2025pela ordemBreves Comunicações
O Deputado denunciou ações do Governador Tarcísio de Freitas e do Prefeito Ricardo Nunes que, segundo ele, promovem uma onda de despejos em São Paulo (SP), atingindo comunidades como o Jardim Pantanal, Jorge Hereda e Areião. Criticou a proposta de pagar R$ 600 a famílias removidas, valor que considera insuficiente para alugar um cômodo na cidade. Entretanto, elogiou o programa Minha Casa, Minha Vida do Governo Lula, que oferece moradia digna à população. Por fim, defendeu que, antes de qualquer remoção, o poder público garanta habitação adequada às famílias e declarou que seguirá mobilizado contra os despejos e pela permanência das comunidades em seus territórios.
Palavras-chave oficiais: São Paulo (SP),Governador,Prefeito,Comunidade,Desocupação coletiva,Crítica Governo federal,Programa Minha Casa, Minha Vida (PMCMV),Elogio
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O SR. GUILHERME BOULOS (Bloco/PSOL - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Enquanto o Lula dá casa para o povo, com o Minha Casa, Minha Vida, o Tarcísio e o Ricardo Nunes, lá em São Paulo, querem arrancar a casa do povo. Em dezenas de comunidades, neste momento, famílias estão ameaçadas de despejo. Uma delas é a Jardim Pantanal, com mais de 5 mil pessoas, na Zona Leste de São Paulo, que está lá há 20 anos, 30 anos. E eles querem tirá-las de lá, pura e simplesmente. A região sofre com enchentes. No entanto, em vez de fazer obra para resolver o problema das enchentes, o Ricardo Nunes quer tirar as pessoas das casas e dar a elas 600 reais, o que não paga hoje o aluguel de um cômodo em São Paulo. Eu o desafio a ir morar com a família dele numa casa alugada por 600 reais. Podiam garantir casas. Se eles têm que tirar alguém, que garantam casas para as pessoas. Dinheiro há. E, se pegassem o dinheiro de máfia das creches, de esquemas de obra emergencial, daria para doar casa boa a todo mundo e ainda sobraria. Não é só no Jardim Pantanal que isso está acontecendo. Eu estive também, este fim de semana, na comunidade Jorge Hereda, na Zona Leste, onde as famílias estão sendo ameaçadas de despejo. Estive no Areião, onde as pessoas também estão sendo ameaçadas de despejo. Eles querem fazer uma onda de despejos na cidade de São Paulo. Eu quero dizer, Presidente, que nós não vamos permitir isso. Junto com o Governo do Presidente Lula, nós vamos garantir casa para o povo e derrotar a sanha de despejos do Tarcísio e do Ricardo Nunes. Obrigado. - 27/05/2025pela ordemBreves Comunicações
O Deputado anunciou o protocolo do Projeto de lei nº 2.479, de 2025, conhecido como PL dos Entregadores de Aplicativo. Informou que a proposta prevê piso mínimo de R$ 10 por entrega, acréscimo por quilômetro rodado com reajuste anual pela inflação e exigência de transparência nos algoritmos das plataformas. Acrescentou que o projeto conta com apoio suprapartidário, com assinaturas de nove legendas, e busca regime de urgência para acelerar a tramitação.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Entregador por aplicativo,Mototaxista,Remuneração mínima,Apoiamento
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O SR. GUILHERME BOULOS (Bloco/PSOL - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Na semana passada, nós protocolamos o Projeto de Lei nº 2.479, que é o PL dos entregadores de aplicativo entregadores que, semanas atrás, fizeram uma grande paralisação no Brasil inteiro para levar a pauta deles. Nós havíamos nos comprometido em transformar essa pauta num projeto de lei, e a transformamos. Protocolamos um projeto de lei que garante o piso mínimo de 10 reais por entrega, mais o quilômetro rodado, ajustado anualmente pela inflação várias categorias já têm pisos aprovados por este Congresso , e a transparência no algoritmo pelo iFood e as empresas de aplicativo. Nós estamos trabalhando para conseguir assinaturas dos Líderes para o regime de urgência. Acho que vamos conseguir isso já nesta semana. Fizemos um projeto com assinaturas de representantes de nove partidos desta Casa, para mostrar que o interesse dos trabalhadores tem que estar além de disputa partidária. Infelizmente, o Partido Liberal acabou optando por não assinar, o que eu lamento, mas temos assinaturas de Parlamentares do Republicanos, do PP, do MDB, do PSOL, do PT, de nove partidos desta Casa. Vamos trabalhar para aprovar o projeto de lei. Obrigado. - 21/05/2025pela ordemBreves Comunicações
O Deputado manifestou apoio às mais de 2 mil famílias do Complexo Jaguaribe, em Osasco (SP), que enfrentam ameaça de despejo após décadas de ocupação. Criticou a desconexão de discursos políticos com a realidade das pessoas que lutam por moradia. Também destacou que as famílias são formadas por trabalhadores e crianças que correm o risco de ficarem sem teto. Ao final, informou que representantes da comunidade, presentes no plenário da Câmara, estão em Brasília para dialogar com o Ministério das Cidades e a Secretaria-Geral da Presidência na tentativa de impedir o despejo.
Palavras-chave oficiais: Osasco (SP),Família,Desocupação coletiva,Ameaça,Plenário
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O SR. GUILHERME BOULOS (Bloco/PSOL - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Uma coisa é a fantasia de quem não conhece a realidade das pessoas que lutam por moradia e terra, outra coisa é a realidade. Estou trazendo a realidade aqui hoje. Estamos recebendo aqui no plenário a Graça e a Michele, lideranças do Complexo Jaguaribe, uma comunidade em Osasco onde as pessoas moram há mais de 30 anos e agora estão ameaçadas de despejo, com uma mão na frente e outra atrás. São mais de 2 mil famílias, Presidente, com crianças, pessoas trabalhadoras, e essas pessoas hoje podem ficar sem um teto. Eu pergunto a qualquer Deputado aqui o que faria se visse sua família sem um teto. É fácil subir à tribuna e dizer um monte de coisas. Difícil é viver a realidade que essas mulheres aqui e mais de 2 mil famílias vivem. Elas vieram hoje a Brasília para fazer reuniões com representantes do Ministério das Cidades, da Secretaria-Geral da Presidência, para impedirmos esse despejo absurdo das famílias do Complexo Jaguaribe. Nós não vamos permitir esse despejo em Osasco, na Região Metropolitana de São Paulo. Vamos trabalhar para que essas famílias tenham sua casa e sua dignidade respeitadas. Obrigado, Presidente. - 20/05/2025breves comunicaçõesBreves Comunicações
O Deputado afirmou que o esquema de repasses indevidos a entidades que descontavam valores dos benefícios de aposentados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) teve início no Governo Bolsonaro, em 2019, e foi encerrado no Governo Lula. Explicou que os repasses às entidades saltaram de R$ 400 mil em 2019 para R$ 202 milhões em 2023, com envolvimento de lobistas e doações dessas entidades a campanhas de aliados do ex-Presidente, como Onyx Lorenzoni. Destacou que o atual Governo acionou a Controladoria-Geral da União e a Polícia Federal (PF) para investigar e acabar com as irregularidades, e criticou Parlamentares bolsonaristas por tentarem inverter os fatos.
Palavras-chave oficiais: Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Aposentado,Fraude,Polícia Federal (PF),investigação,Governo federal,Ex-presidente da República,Controladoria-Geral da União,Corrupção
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O SR. GUILHERME BOULOS (Bloco/PSOL - SP. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Eu quero falar justamente sobre o INSS. É importante, Presidente, que a gente traga as coisas como elas são. Veja, o esquema de roubo de velhinhos, de aposentados, por entidades pilantras começou com o Bolsonaro, em 2019, e agora acabou, com o Lula. Quem começou o esquema foi o Bolsonaro, e quem terminou o esquema foi o Lula! O Lula acabou com a roubalheira que o Bolsonaro abriu em 2019. Eu vou trazer dados, Presidente. Em 2019, os repasses anuais para as entidades eram 400 mil reais. Em 2023, ou seja, o que o Bolsonaro deixou, eram 202 milhões de reais. O "careca do INSS", o lobista que articulou a roubalheira entre funcionários corruptos do INSS e entidades pilantras, doou dinheiro para o Bolsonaro! Lideranças dessas entidades que roubaram os velhinhos doaram dinheiro para a campanha do Onyx Lorenzoni, que foi Ministro da Previdência do Bolsonaro e também foi Deputado aqui. Outras entidades doaram para o Oliveira, que substituiu o Onyx Lorenzoni como Ministro da Previdência do Bolsonaro. As pessoas têm que parar de querer maquiar a realidade com mentiras. O Bolsonaro criou o esquema. Os bolsonaristas que estão aqui gritando foram cúmplices do esquema. O Presidente Lula entrou e mandou a CGU investigar, a Polícia Federal investigar, e acabou com o esquema de roubo dos velhinhos criado em 2019, no Governo Bolsonaro. Eu pergunto: quem governava o Brasil em 2019? Era o Lula? Era o Bolsonaro. Ficam gritando aqui, tentando inverter valores, para enganar as pessoas. Ficam contando mentira nas redes sociais. Mas não vai colar. A PF está investigando. A CGU está investigando. O Presidente Lula acabou com o esquema criado pelo Bolsonaro para roubar aposentados no Brasil. Esta é a verdade, doa a quem doer. Obrigado, Presidente. - 20/05/2025pela ordemBreves Comunicações
O Deputado denunciou os altos lucros dos bancos no Brasil, destacando as taxas de juros elevadas no rotativo do cartão de crédito e no cheque especial, que prejudicam famílias e investidores. Criticou o Santander, banco espanhol que demitiu 18 mil funcionários nos últimos cinco anos, mesmo com lucros expressivos. Ressaltou a diferença entre as taxas cobradas pelo Santander no Brasil, de 65% ao ano, e na Espanha, de 3,5%, classificando essa prática como injustificável. Informou que recebeu a visita de Aline Molina, Presidenta da Federação dos Trabalhadores em Empresas de Crédito de São Paulo (Fetec), que participou de um seminário sobre a conduta do banco. Por fim, enfatizou a necessidade de respeito aos trabalhadores e a redução das taxas bancárias.
Palavras-chave oficiais: Lucro,Banco privado,Taxa de juros,Crítica,Cartão de crédito,Cheque especial
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O SR. GUILHERME BOULOS (Bloco/PSOL - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. A farra dos bancos no Brasil é uma coisa que não tem limite. Além dos lucros exorbitantes que obtêm em cima de taxa de juros do rotativo do cartão de crédito e do cheque especial que asfixia a população brasileira, que asfixia as famílias brasileiras, que asfixia quem quer investir, e além do spread bancário brasileiro que está entre os três mais altos do mundo, o Santander, um banco espanhol que é um dos maiores do Brasil, demitiu 18 mil funcionários nos últimos 5 anos! Lucram, lucram, lucram em cima do endividamento do povo, e depois ainda demitem trabalhador. Nós estamos recebendo aqui hoje a visita da Aline Molina, Presidente da Fetec, que é a Federação dos Trabalhadores em Empresas de Crédito de São Paulo. Ela veio a Brasília participar de um seminário sobre essa atitude do Banco Santander. Reforçamos no plenário desta Casa a importância de os bancos respeitarem os trabalhadores bancários e baixarem esses juros escorchantes que cobram. Termino, Presidente, dizendo que o Santander, para a mesma linha de crédito, cobra da pessoa física na Espanha 3,5%, e aqui no Brasil, 65% ao ano! Isso é injustificável! É um roubo! Obrigado, Aline Molina, Presidenta da Fetec, por nos visitar hoje. Obrigado, Presidente. - 07/05/2025questão de ordemOrdem do Dia
O Deputado apresentou Questão de Ordem, com base no art. 165 do Regimento Interno, cobrando a realização de debate em lenário sobre a proposta de sustação da ação penal contra o Deputado Delegado Ramagem. Argumentou que, por se tratar de uma matéria de extrema gravidade, envolvendo acusações de tentativa de golpe de Estado, não seria admissível que a votação ocorresse sem discussão. Lembrou que a denúncia inclui planos para assassinar o Presidente Lula e o Vice Alckmin, prender Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e utilizar órgãos do Estado, como a Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), para viabilizar um golpe. Elogiou a conduta até então equilibrada do Presidente Hugo Motta, mas alertou que este caso abre precedentes perigosos para o funcionamento do Parlamento e a separação dos Poderes. Encerrou fazendo um apelo para que o rito respeitasse a exigência de debate público e transparente, reafirmando que não se tratava apenas de proteger um Parlamentar, mas de tentar blindar os responsáveis por uma trama golpista.
Palavras-chave oficiais: Questão de ordem,Imunidade parlamentar,Deputado federal,Ação penal,sustação,Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC),Supremo Tribunal Federal (STF),Constituição Federal (1988),Inconstitucionalidade,Tentativa (crime),Golpe de Estado (crime),Homicídio,Agência Brasileira de Inteligência (ABIN),Presidente da Câmara dos Deputados,Princípio da separação dos Poderes,Debate,Regimento Interno da Câmara dos Deputados
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O SR. GUILHERME BOULOS (Bloco/PSOL - SP. Para uma questão de ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Deputado Hugo Motta, peço a palavra para uma questão de ordem, com base no art. 165, sobre a obrigatoriedade das discussões de todas as matérias. Sr. Presidente, nós estamos tratando aqui de uma questão muito grave. V.Exa. sabe disso. V.Exa. tem se destacado, Sr. Presidente, desde que assumiu a Casa, pela disposição de diálogo com todas as bancadas, com todos os Líderes, por dar maior previsibilidade, o que era uma demanda do conjunto desta Casa, e também por não fazer atropelos. Uma matéria tão grave como esta, primeiro, não deveria nem ter sido trazida a plenário. Agora, se trazida, não pode estar sujeita a atropelos desta natureza. Debater o trancamento de uma ação penal... E não é de qualquer ação penal. Nós estamos falando de uma ação penal que condena figuras políticas, inclusive um Parlamentar desta Casa, por tentativa de golpe de Estado, que, se fosse bem-sucedida, esta Casa não estaria funcionando hoje normalmente! Isso é inadmissível! Isso deve ser discutido aqui com todos os Parlamentares de maneira exaustiva. Isso abre precedentes em relação ao método daqui. Isso abre, isso inaugura um período difícil de conflito entre Poderes e isso é uma forma de legitimar a tentativa de golpe de Estado. Eu quero falar com quem está nos assistindo: olha, era o plano matar o Lula e o Alckmin foi o 8 de Janeiro; era o plano prender Ministros do Supremo Tribunal Federal. Era gente acampada em frente a quartel pedindo intervenção militar, era gente fazendo símbolo de arminha com a mão, achando que era da SWAT, era gente utilizando a Abin, como fez Ramagem, para viabilizar um golpe de Estado. Agora, no momento de serem punidos, o lobo veste a pele de cordeiro. Não dá para ser assim! Não enganam ninguém! Nós estamos falando de uma tentativa de golpe de Estado gravíssima. Sr. Presidente Hugo e Líderes comprometidos com a democracia nesta Casa, apelo para que abram a discussão, seguindo o art. 165. - 06/05/2025pela ordemBreves Comunicações
O Deputado denunciou o uso da plataforma Discord como espaço para propagação de discursos de ódio e organização de crimes por extremistas de Direita, citando casos como a transmissão ao vivo de um assassinato e uma ameaça de bomba em um show da cantora Lady Gaga no Rio de Janeiro (RJ). Afirmou que o Discord não tem Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) no Brasil nem se submete às leis nacionais e, por isso, apresentou ao Ministério Público Federal (MPF) uma representação pedindo investigação e a suspensão da plataforma até sua adequação legal. Concluiu reforçando a urgência da regulamentação das redes sociais no país.
Palavras-chave oficiais: Rede social,Plataforma digital,Discurso de ódio,Show,Rio de Janeiro (RJ),Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ),Ministério Público Federal (MPF),investigação,Extrema direita,Transmissão ao vivo,Homicídio
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O SR. GUILHERME BOULOS (Bloco/PSOL - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Primeiro, foi uma transmissão ao vivo de um assassinato de um morador de rua. Agora, houve uma ameaça a bomba, no show da Lady Gaga, no Rio de Janeiro. Os dois casos e muitos outros foram estimulados a partir de uma plataforma chamada Discord, uma plataforma sem nenhum tipo de moderação e que se tornou um criadouro de discurso de ódio de extremistas de direita, uma plataforma que nem sequer tem CNPJ no Brasil e não se adéqua às leis brasileiras. Foi por isso que nós entramos com uma representação no Ministério Público Federal para investigação da plataforma Discord e entramos hoje com um pedido de suspensão da plataforma no Brasil, até que ela se adéque às nossas leis. Não dá para rede social ser terra de ninguém, porque ela se torna terra de crimes, sobretudo de extremistas, de fascistas que fazem o que poderia ter configurado uma tragédia no Rio de Janeiro, se uma bomba explodisse no show da Lady Gaga. Por sorte, a Polícia Civil interceptou isso e outras tragédias que estão sendo produzidas. Basta! Basta de terra de ninguém nas redes sociais! É preciso regulamentação já! - 29/04/2025pela ordemBreves Comunicações
O Deputado criticou o reajuste anunciado pelo iFood aos entregadores — R$ 0,50 para ciclistas e R$ 1,00 para motociclistas —, considerando-o insuficiente e desrespeitoso diante dos lucros da empresa, estimados em R$ 1 bilhão neste ano. Lembrou que o aumento foi resultado da paralisação recente dos entregadores e reafirmou o compromisso de seguir cobrando a pauta apresentada por esses trabalhadores: taxa mínima de 10 reais por entrega, adicional de 2,50 reais por quilômetro, limite de 3 km para entregas com bicicleta e fim do sistema de entregas agregadas. Por fim, destacou que um novo breque dos entregadores já estaria previsto, e reiterou a necessidade de diálogo efetivo por parte da empresa.
Palavras-chave oficiais: reajuste,Serviço de entrega por aplicativo,Motociclista,Paralisação do trabalho,Entregador por aplicativo,Greve,Ciclista,Direitos do trabalhador
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O SR. GUILHERME BOULOS (Bloco/PSOL - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Hoje, a empresa iFood anunciou um reajuste para os entregadores, aliás, produto da luta do breque dos entregadores de 1 mês atrás, mas um reajuste decepcionante, Presidente: 50 centavos por viagem para os ciclistas e 1 real para os motoqueiros. Não dá! O iFood precisa respeitar os trabalhadores que fazem a entrega. Nós fizemos aqui uma audiência pública com os entregadores na semana passada e quero reiterar que nós vamos seguir cobrando aquilo que o iFood se comprometeu, em público, na audiência: receber e dialogar a pauta dos entregadores, com uma taxa mínima de 10 reais por entrega, 2,50 reais por quilômetro, restrição de 3 quilômetros para as bicicletas e acabar com as entregas agregadas, em que o entregador é pago uma única vez ou com valor menor nas seguintes para várias entregas. Então, nós vamos seguir nessa luta com os entregadores. Os entregadores já têm outro breque marcado. É inaceitável que uma empresa, que prevê lucrar 1 bilhão de reais este ano, trate os trabalhadores com 50 centavos ou 1 real de acréscimo. Obrigado, Presidente. - 28/04/2025pela ordemBreves Comunicações
O Deputado rebateu críticas ao Governo Lula, destacando que foi durante o Governo Bolsonaro que ocorreram medidas prejudiciais aos aposentados, como a reforma da Previdência, que reduziu benefícios e dificultou o acesso à aposentadoria. Reforçou que o escândalo de desvios no INSS também teve início em 2019, na gestão anterior. Ironizou a postura de Bolsonaro, questionando sua relação com os idosos, e afirmou que os bolsonaristas tem o hábito de atribuir a outros os próprios erros.
Palavras-chave oficiais: Ex-presidente da República,Aposentado,Reforma Previdenciária (2019),Fraude,Corrupção,Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Idoso
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O SR. GUILHERME BOULOS (Bloco/PSOL - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Eu não vou citar ninguém, para não ficar aqui numa discussão infindável. Fique tranquilo. O SR. PRESIDENTE (Icaro de Valmir. Bloco/PL - SE) - Muito obrigado. O SR. GUILHERME BOULOS (Bloco/PSOL - SP) - Mas, Presidente, falar em roubar velhinho? Quem é que fez a reforma da Previdência neste País, que reduziu a aposentadoria dos trabalhadores, dos velhinhos, fez o pessoal se aposentar mais tarde, ganhando menos? Foi Bolsonaro! Em que Governo, em 2019, começou o escândalo de desvio do INSS? Foi no Governo Bolsonaro. Eu não sei por que Bolsonaro tem tanta raiva dos velhinhos. É difícil entender. Não sei. E depois quer apontar para os outros? Eu, Presidente, tive a oportunidade de me formar em psicanálise, fiz meu mestrado em psiquiatria. E a psicanálise tem um mecanismo que Freud definiu, chamado projeção, que é uma característica sua que você joga no outro. Os bolsonaristas aprenderam a fazer projeção. Obrigado.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. Primeiro registro: 21/12/2023. Como calculamos: metodologia.