
Nome civil: Glauber de Medeiros Braga · 44 anos
Bananômetro
77/100
Trabalha bem, com espaço para melhorar.
Nota maior que a de 50% dos deputados · média do partido: 82
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 95%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 84%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 0%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 96%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 75%das 657 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 93%das 713 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
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- dep.glauberbraga@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5362
- Gabinete
- Gabinete 362, Anexo IV, 3º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
95%
Esteve em 316 de 334 sessões
Votou nas votações
84%
Registrou voto em 845 de 1.007 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 8 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
75%
Em 657 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
934 discursos na tribuna · de 05/02/2019 a 14/10/2026.
- 10/09/2025
O Deputado criticou a decisão do Ministro Luiz Fux no STF, apontando incoerência em sua declaração sobre a suposta incompetência da Corte para julgar os envolvidos nos atos de 8 de janeiro, já que ele havia acolhido denúncias relacionadas anteriormente sem questionar a competência. Destacou que, apesar da decisão ser previsível, não altera o curso do julgamento principal. Também reforçou a necessidade de responsabilização dos golpistas e criticou declarações internacionais sobre intervenção militar no Brasil, afirmando que o País não pode aceitar ameaças externas e que a Justiça deve ser aplicada aos responsáveis pelos ataques à democracia.
Palavras-chave oficiais: Supremo Tribunal Federal (STF),Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),julgamento,Ministro do Supremo Tribunal Federal,Voto,contradição,Estados Unidos,Ameaça,Crítica
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O SR. GLAUBER BRAGA (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Previsível o voto do Ministro Luiz Fux, mas incoerente e não guarda proporção com aquela que já foi a posição dele em passado recente. Ele diz, a esta altura do campeonato, que o Supremo Tribunal Federal não tem competência para fazer este julgamento, mas ele próprio já julgou diversas pessoas em relação ao 8 de Janeiro e não tinha feito essa declaração anteriormente. Se ele considerava que o Supremo não tinha essa competência, por que, então, admitiu e acolheu a denúncia ao Supremo Tribunal Federal, quando teve a possibilidade de se manifestar sobre o tema, e só o faz agora? Evidentemente, ainda que previsível, é incoerente a decisão do Ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal. Que os golpistas sejam devidamente responsabilizados! Tudo indica que o que saiu da decisão do Ministro Fux hoje não vai modificar o julgamento como um todo. O Brasil está sob ataque. Ontem a porta-voz do Governo dos Estados Unidos teve a coragem de falar até em intervenção militar, em utilização de meios militares para a defesa do que seriam direitos humanos pelo mundo, citando o caso do Brasil quando confrontada a respeito de Bolsonaro. Nós não podemos aceitar isso. "Responsabilização dos golpistas!" Obrigado. - 04/09/2025
O Deputado relatou reunião com o Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação do Rio de Janeiro, que representa profissionais da educação de Araruama (RJ) e Saquarema (RJ). Afirmou que os trabalhadores lutam pelo cumprimento do piso nacional do magistério e pela paridade entre ativos e aposentados. Criticou ainda a Prefeitura de Araruama, que teria recursos para pagar o piso, e a de Saquarema, que paga apenas o mínimo e adota um abono considerado abusivo, com descontos até para quem apresenta atestado médico. Por fim, convocou para o Grito dos Excluídos no 7 de setembro, defendendo direitos sociais e responsabilização de golpistas.
Palavras-chave oficiais: Sindicato,Profissional da educação,Rio de Janeiro (Estado),Araruama (RJ),Saquarema (RJ),Piso salarial,âmbito nacional,Magistério,paridade,Servidor público em exercício,Aposentado,Prefeitura,descumprimento,Conduta abusiva Dia da Independência do Brasil,Grito dos Excluídos e Excluídas,Direitos sociais,responsabilização,Tentativa (crime),Golpe de Estado (crime)
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O SR. GLAUBER BRAGA (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, ontem eu estive em uma reunião importante com o Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação do Rio de Janeiro Sepe, Núcleo Costa Litorânea, que atende as cidades de Araruama e Saquarema. Eles estão mobilizados em defesa de ativos e aposentados, para o cumprimento da lei sobre o piso nacional de salários nesse ponto falo especificamente do Município de Araruama e da paridade para os inativos, inclusive na concessão de qualquer abono. Em Araruama existem recursos suficientes para a garantia do pagamento do piso nacional de salários. Em Saquarema, cidade bilionária, estão pagando ao magistério somente o piso e instituíram um tipo de abono que, segundo todos os relatos, representa um assédio permanente, com alterações draconianas nos rendimentos de professores e professoras. E não se fez a revisão do plano de cargos e salários. Só para se ter uma ideia, existe a obrigação de o professor e a professora trabalharem doentes, senão há desconto, mesmo com atestado médico, no pagamento de abono, um absurdo completo. Eu queria dizer que estou solidário aos professores e professoras, aos trabalhadores da educação de Araruama e de Saquarema. Minha solidariedade também ao sindicato. Nós vamos estar aqui no Parlamento repercutindo essas lutas, que são fundamentais. Em 30 segundos, Presidente, quero dizer que, no próximo domingo, dia 7 de setembro, acontecerá mobilização em todas as regiões do Brasil, o Grito dos Excluídos, um movimento de caráter nacional, reivindicando direitos das populações que são desrespeitados há muito e muito tempo e também a responsabilização dos golpistas de plantão, num contraponto a mobilizações que tentam constranger a sociedade brasileira numa tentativa de anistia que, além de ilegal e inconstitucional, é uma ação de natureza imoral. Vivam os movimentos sociais e o conjunto das organizações de luta que estão mobilizados também para o dia 7, no Grito dos Excluídos, de maneira nacional! Muito obrigado. - 04/09/2025
O Deputado fez um alerta sobre o cenário internacional, denunciando um carregamento de aço brasileiro com destino à IMI Systems em Israel, programado para sair do Porto de Santos para Haifa em 7 de setembro de 2025. Relatou tratar-se de barras de aço de duplo uso que alimentariam a indústria militar israelense. Finalizou pedindo pressão imediata sobre as autoridades para revogarem a licença de exportação, afirmando que o Brasil não pode contribuir para o genocídio do povo palestino nem manter acordos militares que fortaleçam a produção de armas por Israel.
Palavras-chave oficiais: Exportação,Aço,produção,Indústria bélica,Arma,Israel,Genocídio,Palestina,Revogação,Licença (administração pública)
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O SR. GLAUBER BRAGA (Bloco/PSOL - RJ. Sem revisão do orador.) - Presidente, nós não vamos obstruir a pauta do dia de hoje porque, de antemão, ela foi tratada como consenso, mas é fundamental que, nas sessões de quinta-feira, quando se discute a pauta internacional, a gente consiga ir aos pontos daquilo que tem ocorrido no mundo de maneira mais do que sensível e, em determinados momentos, de maneira dramática. Eu queria fazer aqui um alerta urgente! Parem as exportações brasileiras de aço para as indústrias militares genocidas israelenses! A gente recebeu documentação comprovando que um carregamento de 48 caixas de barras de aço de duplo uso, em dois contêineres, com carga de mais de 28 toneladas cada, está programado para sair do Porto de Santos com destino final no Porto de Haifa, em 7 de setembro de 2025, daqui a alguns dias. A empresa exportadora é a Villares Metals, brasileira, e a importadora é a IMI Systems, subsidiária da Elbit Systems e principal produtora de munições de Israel. Então, a gente reivindica aqui pressão pública imediata sobre as autoridades brasileiras para que revoguem a licença de exportação desse carregamento, antes de sua saída do Porto de Santos. Nós não podemos aceitar o genocídio do povo palestino como se fato consumado fosse. Não! Nós temos que gritar, nós temos que falar, nós temos que pressionar a comunidade internacional contra esse genocídio. Para começar, para que isso aconteça, temos que parar de exportar insumos que garantam a produção de armas, ou de firmar acordos militares de cooperação com o Estado de Israel. Viva a luta do povo palestino! Não ao genocídio! Interrupção imediata da exportação desse carregamento de aço! - 04/09/2025
O Deputado discutiu o Projeto de Decreto Legislativo nº 270, de 2024, que aprova o texto do Acordo de Cooperação entre o Governo da República Federativa do Brasil e o Governo da República do Benin em Matéria Militar, assinado no Rio de Janeiro, em 12 de abril de 2023. Além disso, denunciou a perseguição política ao ex-Presidente Evo Morales, na Bolívia. Relatou ter recebido, junto a outros Parlamentares, o ex-Chanceler boliviano para discutir o assédio e as ameaças contra Morales, inclusive a possibilidade de criminalização internacional com apoio dos Estados Unidos. Criticou também a intervenção norte-americana na América Latina e lembrou declarações de Elon Musk sobre o golpe na Bolívia e o interesse de empresas estrangeiras no lítio e em terras raras. Por fim, prestou solidariedade aos povos indígenas que protegem Morales e condenou o uso do “lawfare” para fragilizar lideranças políticas.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de decreto legislativo,favorável Bolívia,Ex-presidente da República,Perseguição política,Lawfare,criminalização,âmbito internacional,Estados Unidos,Lítio,Terras raras,América Latina,Intervenção
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O SR. GLAUBER BRAGA (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, a orientação da Liderança do PSOL é favorável à aprovação desta matéria. Essas matérias aprovadas nas quintas-feiras normalmente são objeto de consenso. E, já que nós estamos tratando de temas internacionais, é fundamental falar aqui também do que está acontecendo agora na Bolívia. Eu, junto com o Deputado Ivan Valente e outros companheiros, acabo de receber, na Liderança do PSOL, o ex-Ministro de Relações Exteriores da Bolívia. Ele veio a nós para, em diálogo, explicar o que tem acontecido com o assédio político e a perseguição ao ex-Presidente Evo Morales. Um candidato que pode ser considerado de direita mais moderada e um de extrema direita foram para o segundo turno nas eleições. E em novembro ocorre a finalização desse pleito. Evo Morales está sendo protegido por povos indígenas, em espaços de floresta, de uma investida do Governo Donald Trump para criminalizá-lo internacionalmente, inclusive com ameaça de levá-lo para Guantánamo. Isso é inconcebível! Nós não podemos aceitar que os Estados Unidos se coloquem como xerifes do mundo, tentando intervir no que tem acontecido em várias regiões, e mais especificamente na América Latina. Elon Musk, no passado, disse, em relação ao golpe ocorrido na Bolívia, que eles davam golpe onde quisessem, quando confrontado sobre a exploração do Lítio. Agora, a bola da vez são as terras raras. Estão de olho no Brasil, que é a segunda reserva de terras raras no mundo, e continuam a assediar também a Bolívia. Nós não podemos permitir esse tipo de criminalização em relação ao ex-Presidente Evo Morales, com a condução, muitas vezes, inclusive do ponto de vista judicial, de acusações sem fundamento, sem lastro probatório, sem a garantia do direito à defesa, aquilo que ficou conhecido internacionalmente como lawfare. Eu presto toda a solidariedade aos povos indígenas da Bolívia contra a perseguição ao ex-Presidente Evo Morales. - 02/09/2025
O Deputado criticou os que minimizam as ações que antecederam os ataques golpistas no Brasil. Enumerou uma série de episódios atribuídos ao grupo ligado ao ex-Presidente Bolsonaro, tais como: minuta de golpe, grampos, consulta a comandantes das Forças Armadas, uso da Polícia Rodoviária Federal para favorecer a eleição do então Presidente e supostos planos de assassinato de autoridades. Denunciou ainda que um dos filhos do ex-Presidente estaria, atualmente, conspirando nos Estados Unidos. Concluiu, afirmando tratar-se de uma tentativa de golpe que exige responsabilização dos envolvidos.
Palavras-chave oficiais: Ato antidemocrático,Tentativa (crime),Golpe de Estado (crime),Ex-presidente da República,minuta,Escuta telefônica,Polícia Rodoviária Federal (PRF),Eleições,plano,Homicídio,Autoridade,Filho,Deputado federal,Conspiração (crime),Estados Unidos,responsabilização
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O SR. GLAUBER BRAGA (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. "Não teve nada, não teve nada..." Nada?! Depois de tudo que fizeram? Um: fizeram uma minuta de golpe; dois: grampearam meio mundo; três: chamaram os comandantes das Forças para consultar sobre o golpe; quatro: depois de Lula já ter sido diplomado, Vice-Presidente disse que, se eles ficassem, um interlocutor poderia entregar um currículo na Casa Civil; cinco: a Polícia Rodoviária Federal foi mobilizada para facilitar a eleição para o inelegível; seis: fizeram plano de assassinato do Presidente eleito, de Ministro do Supremo e do Vice-Presidente eleito. Querem mais o quê? Eles chamam isso de nada. E agora, o filho conspirando nos Estados Unidos, tentando dar continuidade a uma ação de natureza golpista. O que nós queremos é simplesmente a responsabilização daqueles que tentaram dar um golpe no nosso País. Obrigado. - 27/08/2025
O Deputado respondeu a críticas de colega Parlamentar, afirmando que este demonstrava uma “obsessão” com sua atuação. Destacou que o adversário correu ao microfone para se opor, em vez de focar em seu próprio mandato. Ressaltou que foi eleito pelo povo do Rio de Janeiro e afirmou que continuava exercendo suas funções parlamentares. Lembrou sua trajetória de denúncias contra o orçamento secreto e confrontos com o ex-Presidente da Câmara. Acrescentou que permaneceu no País defendendo a democracia, em contraposição a quem conspirava contra o Brasil fora de suas fronteiras.
Palavras-chave oficiais: Deputado federal,Atuação parlamentar,Balanço
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O SR. GLAUBER BRAGA (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu acho que o Deputado que me antecedeu no microfone tem uma verdadeira obsessão pela minha pessoa. (Risos.) Eu hoje estava fazendo aqui um comentário sobre uma proposta, um projeto, uma PEC que apresentei, e ele rapidamente se dirigiu ao microfone dizendo: "Vou correr para fazer a assinatura, senão não dará tempo". Ele pensa nos atos, nas propostas a serem apresentadas pelo nosso mandato provavelmente 24 horas por dia. Antes de se preocupar com o mandato que eu estou aqui plenamente exercendo e quero dizer ao Deputado que ainda estou aqui e permanecerei aqui porque fui eleito pelos moradores do Estado do Rio de Janeiro , ele deveria se preocupar, isto é o que ele deveria fazer, Presidente, com aqueles que são os temas relevantes para o Brasil e com as definições que deveria fazer no seu próprio mandato. Deputado, eu honrei a vida de minha mãe a defendendo, eu denunciei e denuncio o orçamento secreto, bati de frente com o ex-Presidente da Câmara, eu não estou fora do Brasil conspirando contra o nosso País. Quem tem que ser responsabilizado é quem está fazendo isso. - 27/08/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência ao Projeto de Lei nº 1.532, de 2025, que altera a Lei nº 13.178, de 2015, para ampliar o prazo para requerer a certificação de georreferenciamento e a atualização do Sistema Nacional de Cadastro Rural para fins de ratificação de registros de imóveis rurais na faixa de fronteira.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Partido Socialismo e Liberdade (PSOL),Rede Sustentabilidade (REDE),Voto contrário
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O SR. GLAUBER BRAGA (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, senhoras e senhores, existe uma enorme preocupação com a votação desta matéria. A faixa de fronteira corresponde a 150 quilômetros de largura ao longo das divisas terrestres do Brasil e é área estratégica, tanto do ponto de vista da soberania nacional quanto da proteção socioambiental. A manutenção de cadastros imprecisos ou incompletos nessa região fragiliza o controle fundiário, abre margem para graves problemas, como sobreposição de registros, grilagem de terras públicas, validação de títulos irregulares e incidentes sobre territórios indígenas e quilombolas, em violação direta ao art. 231 da Constituição Federal e à própria jurisprudência do Supremo Tribunal Federal. Por todos esses motivos, o PSOL e a REDE orientam contra a urgência. - 27/08/2025
O Deputado alertou para a cobiça internacional sobre as terras raras, recurso estratégico cuja maior reserva está na China e a segunda no Brasil. Criticou a família Bolsonaro por querer entregar esse patrimônio e destacou que os Estados Unidos, liderados por Trump, têm interesse direto nesse setor. Informou que para proteger a soberania nacional, está recolhendo assinaturas para uma Proposta de Emenda à Constituição que estabelece o monopólio da União sobre a exploração de terras raras, impedindo que multinacionais e potências estrangeiras se apropriem dessas riquezas. Por fim, convidou os colegas Parlamentares a assinarem a proposta.
Palavras-chave oficiais: Terras raras,China,Brasil,Estados Unidos,Setor mineral,Soberania nacional,Proposta de Emenda à Constituição,Monopólio da União,Empresa multinacional,Impedimento,Patrimônio,Ex-presidente da República,Família
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O SR. GLAUBER BRAGA (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, o que Trump quer? Terras raras. O que o Deputado Eduardo Bolsonaro e a sua família querem entregar? Terras raras. O que o mundo está cobiçando? Terras raras. Qual é o maior produtor e explorador de terras raras no mundo hoje? A China, como território. A segunda maior reserva está no Brasil. Nós temos que ter política para isso, e uma política que defenda a nossa soberania. Eu estou recolhendo assinaturas para uma proposta de emenda à Constituição que torna a exploração de terras raras monopólio da União, contra a cobiça das corporações estrangeiras, multinacionais, e contra a cobiça do Governo dos Estados Unidos. Deputados que queiram defender a nossa soberania, por favor, assinem essa PEC. - 27/08/2025
O Deputado manifestou preocupação com a situação das famílias do Acampamento Terra Prometida, localizado próximo ao Plano Piloto, em Brasília (DF), denunciando o abandono e o descaso enfrentados por essas comunidades. Relatou que, apesar de terem encontrado espaço na Comissão de Legislação Participativa para expor suas dificuldades, os moradores continuam sendo ameaçados com despejos e ações contra sua permanência. Por fim, reivindicou que os poderes competentes escutem essas famílias e deem uma solução digna e definitiva a elas.
Palavras-chave oficiais: Direitos sociais,Política habitacional,Despejo,Acampamento,Brasília (DF),Comissão de Legislação Participativa (CLP),Câmara dos Deputados
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O SR. GLAUBER BRAGA (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, obrigado pela sua atenção. Eu quero falar de uma região que, inclusive, está muito próxima daqui do Plano Piloto. Cada vez que recebo um vídeo do Acampamento Terra Prometida, eu fico com o coração apertado. São famílias batalhadoras, lutadoras, com crianças sofrendo. São famílias lutando pelo direito à sobrevivência e à terra. E eles vivem uma situação de abandono, de descaso total. Na Comissão de Legislação Participativa, ano passado, eles encontraram um espaço para falar sobre aquilo que têm vivenciado, sobre a dificuldade em conseguir uma solução para morar, para viver. E a gente tem tido muita dificuldade em encontrar eco para aquilo que eles têm dito. Cada dia, há uma nova dificuldade, ameaça de derrubada, ameaça contra os moradores. Nós reivindicamos que o conjunto dos poderes competentes recebam de maneira definitiva as famílias do Terra Prometida, que possam ouvi-las e dar uma solução. As pessoas estão reivindicando o direito a viver, a morar, a existir, e isso não pode ser negado. Muito obrigado. - 26/08/2025
O Deputado relatou reunião com trabalhadores dos Correios de Nova Friburgo (RJ) e declarou apoio às reivindicações da categoria. Destacou a necessidade de reposição imediata do quadro de funcionários, contratação emergencial e convocação dos aprovados em concurso, além de melhores condições de trabalho e respeito ao direito de greve. Também criticou o desconto aplicado nos contracheques dos grevistas, realizado sem justificativa clara, e defendeu a revogação da medida. Por fim, reafirmou o compromisso do seu mandato com a valorização dos Correios e com a garantia de direitos aos trabalhadores.
Palavras-chave oficiais: Nova Friburgo (RJ),Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT),Greve,contratação,Desconto salarial,Revogação,Deputado federal,atuação
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O SR. GLAUBER BRAGA (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, muito obrigado. O nosso mandato se reuniu com trabalhadores e trabalhadoras dos Correios de Nova Friburgo. E eu quero dizer que estou junto com eles nas justas reivindicações que fizeram: reposição imediata do quadro de funcionários, com contratação emergencial e convocação urgente dos aprovados no concurso; melhores condições de trabalho, com equipamento de qualidade, contra a insalubridade no ambiente de trabalho; e respeito ao seu direito de greve, sem ameaça de desconto dos trabalhadores. No entanto, esses mesmos trabalhadores, em greve, receberam on-line um contracheque com desconto dos dias de paralisação, mas sem especificação da razão do desconto. Isso não é correto. Essa decisão de desconto tem que ser revogada, para que esses trabalhadores possam exercer livremente o seu direito de reivindicação, de mobilização. O nosso mandato está junto com eles nessa luta em defesa de um Correios forte e de trabalhadores respeitados. - 20/08/2025Breves Comunicações
O Deputado alertou para o risco de ingerência estrangeira na América Latina, denunciando que um parlamentar brasileiro teria conspirado nos Estados Unidos a favor de sanções econômicas contra o próprio País. Mencionou o deslocamento de três embarcações norte-americanas para a costa da Venezuela e relatou reunião do encarregado de negócios dos EUA com organizações privadas brasileiras para tratar do interesse em terras raras. Criticou a presença de uma aeronave das Forças Armadas dos EUA no Rio Grande do Sul, fato que motivou pedido de informações apresentado pela Deputada Fernanda Melchionna. Classificou tais ações como tentativas de intimidação e advertiu que poderiam representar risco de guerra. Reforçou que os parlamentares brasileiros deviam defender a soberania nacional e repudiou apoio a iniciativas que considerou imperialistas contra países da região.
Palavras-chave oficiais: Política externa,Estados Unidos,América Latina,Interferência externa,Venezuela
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O SR. GLAUBER BRAGA (Bloco/PSOL - RJ. Sem revisão do orador.) - Presidente, três embarcações. Nós não estamos falando de 1964, mas de 2025. O que está acontecendo é muito, muito grave. Quem diria? Um Deputado brasileiro se dirige aos Estados Unidos, conspira contra o seu próprio País, trabalha para impor um embargo econômico, sanções, contra o seu País, festeja essas sanções. Donald Trump agora desloca três embarcações dos Estados Unidos para a costa venezuelana. Aquele que é o encarregado de negócios, que é como se fosse o Embaixador dos Estados Unidos no Brasil, faz uma reunião com organizações brasileiras privadas, dizendo ter interesse nas terras raras do Brasil, como um recado dado ao Governo brasileiro de que tem a intenção de fazer essa exploração. É tão evidente o que está acontecendo e a gravidade do que ocorre, que, sem dúvida nenhuma, se a gente comparar o que ocorre agora com o que já aconteceu no passado, os capítulos atuais chamam a atenção pela desfaçatez. Mas, como a história não se repete, é fundamental que a sociedade brasileira reaja a essa articulação golpista. A Deputada Fernanda Melchionna deu entrada numa solicitação de informações para saber qual é a motivação de uma aeronave das Forças Armadas dos Estados Unidos ter pousado no aeroporto do Rio Grande do Sul. Eu também quero saber! Ao mesmo tempo, há três embarcações indo para a costa venezuelana. Esperamos que não seja, mas, além de uma tentativa de intimidação, isso pode ser o indicativo e ter como consequência uma guerra. É um ataque imperialista contra a Venezuela, é um ataque imperialista contra o Brasil. Para concluir, Presidente, nós não somos Deputados dos Estados Unidos, nós somos Parlamentares e Deputados do Brasil. É uma vergonha apoiar ataques imperialistas contra o Brasil, contra a Venezuela ou contra qualquer outro país irmão da América Latina. Fora Trump! - 20/08/2025
O Deputado denunciou perseguições políticas contra representantes de partidos de esquerda em diferentes Municípios: o Vereador Hamilton, do PSOL, Salvador (BA), a Vereadora Brisa, do PT, Natal (RN) e a Vereadora Professora Angela, do PSOL, Curitiba (PR). Classificou as tentativas de cassação de mandatos como perseguição da direita local e reafirmou seu apoio aos Parlamentares, destacando que a intimidação política da extrema direita e da Direita não deve prevalecer.
Palavras-chave oficiais: Perseguição política,Vereador,Esquerda política,Partido Socialismo e Liberdade (PSOL),Partido dos Trabalhadores (PT),Salvador (BA),Natal (RN),Curitiba (PR),Extrema direita,Direita política
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O SR. GLAUBER BRAGA (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu queria muito a sua atenção para o que eu vou dizer agora. O que faz com que haja uma conexão entre o Vereador Hamilton, do PSOL de Salvador; a Vereadora Brisa, do PT de Natal, no Rio Grande do Norte; e a Vereadora Professora Angela, do PSOL de Curitiba, no Paraná? O que junta essas três personalidades políticas importantes e de luta? Eles estão sofrendo processos, com uma tentativa de cassação dos seus mandatos. É uma perseguição evidente por parte da direita local nos seus respectivos Municípios. Como os golpistas sabem que vão ser responsabilizados nacionalmente, eles tentam, Presidente, dar o troco, perseguindo mandatos de luta espalhados pelo Brasil. Isso é um absurdo! Nós não podemos aceitar esse tipo de prática. Mais uma vez, eu quero reafirmar o meu apoio ao Vereador Hamilton, à Vereadora Brisa e à Vereadora Professora Angela. Esse tipo de intimidação da extrema direita e da Direita não vai prevalecer. Muito obrigado. - 20/08/2025
O Deputado condenou a atuação do Deputado Eduardo Bolsonaro, a quem chamou de “Traidor da Pátria”, por atacar a economia nacional e conspirar contra o País. Ademais, advertiu que o Projeto de Lei nº 7.488, de 2017, de autoria do Parlamentar, em tramitação na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC), pretende extinguir o monopólio postal dos Correios, abrindo caminho para a privatização da estatal. Por fim, manifestou apoio aos movimentos sociais e aos trabalhadores dos Correios e seus sindicatos para rejeitar a proposta, defendendo a soberania nacional e o caráter público do serviço postal.
Palavras-chave oficiais: Deputado federal,Estados Unidos,Economia,Brasil,Atuação parlamentar,Projeto de lei ordinária,extinção,Monopólio,Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT),Privatização,Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC)
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O SR. GLAUBER BRAGA (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, o Deputado Eduardo "Traidor da Pátria" Bolsonaro, além de atacar a economia brasileira e conspirar contra o nosso País, ainda no exercício do mandato de Deputado, também tem um projeto que está trazendo preocupação em relação a nossa soberania, porque eles querem privatizar tudo. Esse projeto trata especificamente da situação dos Correios. Trata-se do Projeto de Lei nº 7.488, de 2017, de autoria desse senhor, em tramitação na CCJ, onde foi escolhido Relator o Deputado príncipe. Na prática, o projeto fala na extinção do monopólio da atividade dos Correios, mas o que eles querem fazer, na verdade, é privatizar a entidade. Eu quero dizer que o nosso mandato está junto com os movimentos sociais, junto com os trabalhadores e as trabalhadoras dos Correios e os seus sindicatos contra essa intenção de privatização que eles tentam viabilizar de todo jeito. Muito obrigado. - 20/08/2025
O Deputado manifestou apoio à luta de trabalhadores de Pernambuco contra a privatização da Companhia Pernambucana de Saneamento e do Metrô, afirmando que processos de privatização não podem ocorrer contra a vontade da população. Citou como exemplo a privatização da Cedae no Rio de Janeiro, que resultou em aumento de tarifas e insatisfação popular. Também criticou a possibilidade de o BNDES financiar privatizações, defendendo que o banco público mantenha seu papel de fortalecimento do setor público, sem atuar como instrumento de venda de estatais. Concluiu reafirmando sua posição contrária às privatizações de serviços essenciais.
Palavras-chave oficiais: Privatização,Metrô,Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa),Pernambuco,Trabalhador,Companhia Estadual de Águas e Esgotos (RJ) (CEDAE),Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES),Setor público
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O SR. GLAUBER BRAGA (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu estava aqui lendo as manifestações de Jones Manoel, do Sindicato dos Metroviários de Pernambuco, e também de trabalhadores e trabalhadoras do Sindicato dos Urbanitários de Pernambuco e da Compesa Companhia Pernambucana de Saneamento. Eles estão numa luta contra a privatização da companhia de água e contra a privatização do Metrô. Eu quero dizer que eu estou junto nessa luta. Não é natural e razoável que uma rodada de privatização, num Estado importante como o de Pernambuco, seja realizada contra a vontade da maioria da população. No Rio de Janeiro, privatizaram a Cedae Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro: desastre total, preço da conta de água nas alturas, insatisfação popular total. É um absurdo também imaginar que o BNDES possa financiar qualquer proposta de privatização de uma empresa pública ou de uma companhia do Estado brasileiro. Isso não é razoável. Não há Deputado aqui que tenha defendido mais o BNDES do que eu na CPI do BNDES, quando tentaram criminalizá-lo, mas nós queremos o BNDES como banco público, e não como articulador de qualquer privatização. "Não" à privatização do Metrô e "não" a qualquer privatização da água em Pernambuco. Muito obrigado. - 13/08/2025
O Deputado respondeu às críticas feitas pelo Deputado Luiz Lima, afirmando que o colega buscava criar uma polarização por interesse eleitoral após ter redução expressiva de votos entre eleições. Relatou episódio em que Luiz Lima, em encontro pessoal, teria se colocado à disposição para defendê-lo em processo no Conselho de Ética, o que demonstrava incoerência entre declarações públicas e privadas. Afirmou manter a mesma postura dentro e fora do plenário e criticou a tentativa de desviar responsabilidades de partidos ligados a atos golpistas. Ressaltou ainda que não caberia comparação entre quem denunciou irregularidades no orçamento secreto e quem, como o Deputado Eduardo Bolsonaro, foi acusado de articular conspirações contra a soberania nacional.
Palavras-chave oficiais: Deputado federal,contra,Brasil,Perda de mandato parlamentar,Defesa
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O SR. GLAUBER BRAGA (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Eu vou responder com todo o respeito. O Deputado Luiz Lima, de alguns dias para cá, tem tentado polarizar comigo. Muito provavelmente porque ele teve uma diminuição robusta da sua votação de uma eleição para outra e está tentando se agarrar nessa tentativa de conflito para ver se melhora a sua votação. Esse é o primeiro ponto. O segundo ponto é que eu acho que o Deputado Luiz Lima poderia ter uma palavra só. Um dia, Presidente, eu estava jantando no restaurante Caminito, e o Deputado Luiz Lima, por conta própria, vem à minha mesa e diz o seguinte: "É um absurdo, é uma injustiça isso que estão fazendo com você, Glauber. Conte comigo inclusive para testemunhar a seu favor". Deputado, eu tenho uma palavra e uma cara só. O que eu falo no microfone eu falo fora do microfone também. Não adianta tentar criar um factoide para retirar a responsabilização do seu partido e daqueles que têm que responder pelos seus atos golpistas. Não queira comparar quem defende a honra da sua mãe e denuncia o orçamento secreto com quem tenta dar um golpe de Estado e quem conspira contra o Brasil no exterior, como é o caso do Sr. Eduardo Bolsonaro. - 13/08/2025
O Deputado manifestou solidariedade ao professor João Paulo Cabrera, demitido pelo Governo do Rio de Janeiro após denunciar práticas de perseguição política contra docentes. Também relatou que Cabrera participou de relatório que expôs o uso de sindicâncias e mecanismos de vigilância para reprimir professores, conduzidos por policiais militares e agentes de segurança na Secretaria de Educação. Nesse contexto, criticou decreto estadual que facilita demissões e apontou risco na elaboração de um novo Estatuto dos Servidores com viés punitivo. Ao concluir, classificou a atuação do Governador Cláudio Castro como perseguidora e defendeu os professores atingidos.
Palavras-chave oficiais: solidariedade,Professor,Rio de Janeiro (Estado),Governador,Perseguição política,Sindicância,Servidor público
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O SR. GLAUBER BRAGA (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Cláudio Castro, perseguidor de professores! Minha solidariedade a João Paulo Cabrera, que está sendo perseguido. Ele foi demitido pelo Governo do Estado por quê? Porque ousou se insurgir, junto com demais professores e professoras, contra a política de terra arrasada do Governo Estadual. O Prof. João Paulo participou de um relatório sobre o uso de sindicâncias como perseguição política, com o rompimento de mecanismos democráticos nos processos feitos por policiais militares e agentes da força de segurança na Secretaria de Educação. Inclusive, foi criado um núcleo de vigilância na Internet contra o terrorismo, que não tem transparência sobre os procedimentos adotados para esse "trabalho" entre aspas. O corregedor e os sindicantes foram para a Corregedoria do Estado, e houve a denúncia de um decreto editado no ano passado que agiliza e flexibiliza demissões de servidores. Tudo isso foi denunciado. Agora se discute a elaboração de um novo Estatuto dos Servidores nessa mesma lógica policialesca. Esse caso está ganhando tanta proporção porque desmascara toda essa manobra. Toda a solidariedade a João Paulo Cabrera e aos demais professores e professoras perseguidos por Cláudio Castro! - 13/08/2025
O Deputado chamou atenção para a situação dos aprovados no concurso da Caixa Econômica Federal (CEF) de 2024, que contou com mais de 1 milhão de inscritos. Relatou que 6 mil candidatos concluíram todas as etapas e estavam aptos a assumir funções, mas o edital restringiu a convocação a 1.600 vagas imediatas e apenas 400 em cadastro de reserva, número inferior à praxe em concursos federais. Além disso, alertou que, dos 2 mil inicialmente contemplados, apenas 300 ainda aguardavam chamada, criando risco de déficit de pessoal. Por fim, defendeu a ampliação do cadastro para todos os aprovados, garantindo convocações progressivas e fortalecendo o papel social da Caixa como banco público.
Palavras-chave oficiais: Candidato aprovado,Caixa Econômica Federal (CEF),Cadastro de reserva,Concurso público,Banco público,Papel social
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O SR. GLAUBER BRAGA (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Senhoras e senhores, Caixa Econômica Federal, concurso público de 2024 para técnico bancário, esse concurso foi disputado por mais de 1 milhão de inscritos. Ao final, 6 mil candidatos e candidatas foram aprovados em todas as etapas, superaram a prova objetiva, a redação, atenderam a todos os requisitos. Então, eles estão prontos para servir ao Brasil, fortalecer a Caixa Econômica Federal como banco público. Entretanto, há uma interpretação restritiva do próprio edital, que previa 1.600 vagas imediatas e um cadastro de reserva muito pequeno, de quatrocentas vagas. Isso representa 25% das vagas imediatas, quando a praxe, até mesmo nos concursos federais, é um cadastro de reserva pelo menos três vezes maior que o número de vagas. Vou concluir, Presidente. Agora essa situação é dramática, porque, dos 2 mil classificados, restam apenas trezentos candidatos disponíveis para a convocação. Então, o que está se solicitando para que haja o fortalecimento da Caixa, com todo o papel social que ela exerce? A criação de um novo cadastro de reserva com todos os 6 mil aprovados, seguindo a ordem de classificação, para convocação progressiva, conforme a necessidade real. Recebi essa justa demanda e gostaria de levá-la ao conjunto dos Parlamentares para que ela possa ser atendida, pelo fortalecimento da Caixa Econômica Federal e seu papel fundamental para o Brasil. Muito obrigado. - 12/08/2025
O Deputado levantou Questão de Ordem com base no art. 77, §4º, criticando a presença de integrantes do movimento Missão nas galerias da Câmara. Afirmou que, se movimentos sociais tradicionais têm restrições de acesso, a Mesa Diretora deveria aplicar os mesmos critérios a esse grupo, que, segundo relatórios citados, teria vínculos com o supremacismo branco e organizações nazistas no Brasil. Questionou inclusive se Benjamin Pontes, ligado a esse tipo de articulação, estaria presente. Reforçou que o movimento Missão estaria tentando se legalizar como partido político e alertou que, ao chegar ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), essas denúncias de ligações com grupos extremistas deverão ser analisadas. Por fim, destacou que o Brasil não precisa de um partido nazista e afirmou que os sorrisos irônicos de seus opositores se transformarão em responsabilização judicial.
Palavras-chave oficiais: Questão de ordem,Movimento social,Dependência física,Câmara dos Deputados,Galeria,acesso,Supremacismo,Nazismo,Tribunal Superior Eleitoral (TSE),Radicalismo político,responsabilização
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O SR. GLAUBER BRAGA (Bloco/PSOL - RJ. Para uma questão de ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, a minha questão de ordem tem como base o art. 77, § 4º. Eu não tenho dificuldades em relação a movimentos sociais muito pelo contrário, eu os incentivo que participam dos espaços da Câmara Federal. Agora, esse artigo e esse parágrafo expressam o que normalmente é utilizado pela Presidência, quando vem um movimento social ligado a uma história de luta, para restringir a participação das galerias. A Mesa Diretora tem que fazer a mesma coisa em relação a esses sujeitos que estão aqui. (Apupos nas galerias.) (O Sr. Presidente faz soar as campainhas.) Não adianta. Questiono inclusive se o Sr. Benjamin Pontes, ligado ao supremacismo branco e a grupos de nazistas, está presente aqui, neste momento, na galeria, junto com esses que representam um guarda-chuva... O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ) - Estou contando quatro negros na plateia. O SR. GLAUBER BRAGA (Bloco/PSOL - RJ) - Sr. Presidente, esses representam um guarda-chuva de articulação com grupos nazistas no Brasil. (Manifestação nas galerias.) Não adianta virem para essas galerias e tentarem intimidar, porque nós já sabemos e temos relatórios bastante consistentes da relação desse grupo Missão com nazistas e com o supremacismo branco! Eu quero ver... (Manifestação nas galerias.) (O Sr. Presidente faz soar as campainhas.) O SR. GLAUBER BRAGA (Bloco/PSOL - RJ) - Eles estão tentando se regularizar como partido político. Eu quero ver quando isso chegar à mão, para a definição final, do Tribunal Superior Eleitoral, quando tiver o Ministro na frente dele o relatório das ligações desse grupo com organizações nazistas e defensoras do supremacismo branco. O Brasil não precisa de um partido nazista, o Brasil não precisa de um partido que defenda e que traga para dentro das suas articulações as relações com o supremacismo branco. O SR. LUIZ LIMA (NOVO - RJ) - Na porrada pode, não é? O SR. GLAUBER BRAGA (Bloco/PSOL - RJ) - Aqueles que estão aqui presentes neste momento, é claro, vão ter aqui os seus interlocutores, é claro que vão ter aqueles que os defendem, mas isso não me causa nenhuma outra impressão que não seja a de repúdio àqueles que imaginam que vão fazer com que nós nos calemos. Aliás, sobre aqueles que estão me dando tchau, quero dizer que poderiam fazer uma coisa, Presidente. Eles poderiam perguntar ao provocador, que naquela época era do MBL e a quem eu reagi, se ele vai fazer uma delação premiada, porque ele saiu do MBL e agora faz acusações gravíssimas a esse movimento o provocador, o mesmo! E agora? Como é que ficam os senhores? Os sorrisos amarelos, podem ter certeza, vão se transformar em lágrimas a partir do momento em que forem responsabilizados. - 12/08/2025
O Deputado criticou o pagamento de salário e verba de gabinete ao Deputado Eduardo Bolsonaro, que estaria nos Estados Unidos, sem exercer o mandato e conspirando contra o Brasil. Afirmou que a situação é um acinte e um escárnio, e pediu à Mesa Diretora da Câmara que interrompa imediatamente esses pagamentos, citando que outros Parlamentares já tomaram medidas semelhantes.
Palavras-chave oficiais: Deputado federal,Pagamento,Salário,Verba de gabinete,Estados Unidos,Conspiração (crime),Crime de alta traição à Pátria,Mesa Diretora da Câmara dos Deputados
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O SR. GLAUBER BRAGA (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, não tem o menor cabimento um Deputado que pediu uma licença fraudulenta, que não está no exercício do mandato, que está nos Estados Unidos, que está conspirando contra o Brasil, que está celebrando medidas contra o povo brasileiro e a nossa economia o desemprego no Brasil foi celebrado por ele , estar recebendo salário, estar tendo seu salário depositado numa conta. Mais do que isso, mais de 120 mil reais de verba de gabinete estão sendo disponibilizados para o Deputado Eduardo Bolsonaro. Isso é um acinte! Isso é um escárnio! Nós não podemos aceitar isso como se natural fosse. Eu hoje estou encaminhando à Mesa Diretora da Câmara uma solicitação para que sejam interrompidos imediatamente esses pagamentos, como já fizeram outros Parlamentares. Nós não podemos aceitar isso. - 12/08/2025
O Deputado denunciou a tentativa de privatização do serviço de abastecimento de água em cinco Municípios do norte e noroeste do Rio de Janeiro: Bom Jesus do Itabapoana, Italva, Cardoso Moreira, Quissamã e Conceição de Macabu. Afirmou que, mesmo com protestos populares, reuniões nas Câmaras Municipais e ações civis públicas contrárias, as Prefeituras mantêm o projeto, que voltou ao Tribunal de Contas. Relatou, ainda, que a medida é conduzida pelo consórcio presidido pelo Prefeito de Italva (RJ), ignorando a oposição da maioria da população. Concluiu, manifestando solidariedade às comunidades afetadas e reafirmando que água não deve ser tratada como mercadoria.
Palavras-chave oficiais: Abastecimento de água,Privatização,Município,Rio de Janeiro (Estado),Bom Jesus do Itabapoana (RJ),Italva (RJ),Cardoso Moreira (RJ),Quissamã (RJ),Conceição de Macabu (RJ),Ação civil pública,contra,Prefeitura,Tribunal de contas
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O SR. GLAUBER BRAGA (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, a política no norte e no noroeste do Estado do Rio de Janeiro está pegando fogo. Há uma tentativa de privatização da água em cinco Municípios dessas regiões. Eram seis, mas Porciúncula saiu. Agora, vivem essa situação: na região noroeste, Bom Jesus de Itabapoana e Italva; na região norte, Cardoso Moreira, Quissamã e Conceição de Macabu. Já houve tentativa de privatização, e o projeto voltou para o Tribunal de Contas. Esses Municípios criaram um consórcio, que é presidido pelo Prefeito de Italva. A população já fez uma série de reuniões na Câmara de Vereadores e protestos no centro da cidade contra a privatização. A Prefeitura está fazendo de tudo para privatizar, contra a vontade da maioria esmagadora do povo, o que gerou uma série de ações civis públicas. Toda a nossa solidariedade à população dessas cidades. "Não" à privatização! Água não é mercadoria!
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 16/12/2009 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.