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Detector de Bananada
Foto de Glauber Braga

Deputado · Câmara

Glauber Braga

PSOL · RJ

Esquerdapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Glauber de Medeiros Braga · 44 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 77 de 100, Tá no Caminho0406080100

77/100

Tá no Caminho

Trabalha bem, com espaço para melhorar.

Nota maior que a de 50% dos deputados · média do partido: 82

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 95%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 84%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 0%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 96%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

Personalizar pesos

Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 75%das 657 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou

Vota com o próprio partido 93%das 713 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou

Fale com Glauber Braga

Este é o canal oficial para você cobrar seu representante.

E-mail
dep.glauberbraga@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5362
Gabinete
Gabinete 362, Anexo IV, 3º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

95%

Esteve em 316 de 334 sessões

Melhor que 53% dos deputadosMédia do partido: 91%

Votou nas votações

84%

Registrou voto em 845 de 1.007 votações nominais

Melhor que 58% dos deputadosMédia do partido: 83%

Iniciativas que viraram lei

0

de 8 projetos apresentados (0%)

0 avançaram · 4 em andamento · 4 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

75%

Em 657 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 38% dos deputadosMédia do partido: 85%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

932 discursos na tribuna · de 05/02/2019 a 02/09/2026.

  • 02/09/2026

    O Deputado questionou a atuação de Ministros do Supremo Tribunal Federal em relação ao Banco Master, afirmou que houve encontro fora da agenda pública e apontou contradições entre a versão apresentada sobre a reunião e mensagens trocadas por um advogado. Além disso, sustentou que os Ministros Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e André Mendonça não teriam condições de julgar o caso, por suposto envolvimento em relações indevidas com o banqueiro, e defendeu a responsabilização de todos os envolvidos.

    Palavras-chave oficiais: Ministro do Supremo Tribunal Federal,Banco Master,Reunião,Banqueiro

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GLAUBER BRAGA (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Imaginemos uma situação: um advogado auxilia um candidato a Ministro do Supremo Tribunal Federal Essa figura chega ao Supremo. Esse advogado, então, passa a ter uma relação de amizade com aquele que foi candidato e hoje é Ministro do Supremo, aprovado em sabatina no Senado Federal. Esse advogado, então, compartilhando dessa amizade, vai com o Ministro para cortar um terno para ele — não deve ser um terno barato. Mas isto é o que tem a menor importância: o preço do terno, pelo menos frente às cifras que estão se falando que o instituto do atual Ministro do Supremo tem arrecadado, milhões de reais. Presidente, aí o que acontece? O advogado tira uma foto com o Ministro do Supremo e manda para o dono de um banco, o Banco Master. E ele diz na mensagem: "Vorcarinho, estou aqui te ajudando. André quer se encontrar contigo numa reunião". Só que não ficou só no disse me disse. O Ministro do Supremo se encontra numa agenda não pública com aquele que o advogado chamou de "Vorcarinho". Só que ele, além de não divulgar, quando é descoberto em relação a esse encontro, falou que só tratou do tema de precatórios. Recebeu o dono do banco no seu instituto, fora da agenda. Presidente, o próprio advogado, na troca de mensagens, vira para ele e fala: "O André já está sabendo de tudo da sua história lá em relação ao Banco Central". Ué, não era sobre precatórios a agenda? Como é que o advogado interlocutor falou algo completamente diferente? (Desligamento do microfone.) Presidente, obrigado pela generosidade de V.Exa. Deputado Fahur, o Alexandre de Moraes não tem condições de julgar nada em relação ao Banco Master — quem cometeu crime tem que ser responsabilizado —, o Sr. Toffoli também não tem e o Sr. André Mendonça também não tem, porque se lambuzou junto no Banco Master e está utilizando o seu cargo para ser um interlocutor privilegiado da campanha de Flávio Bolsonaro. Ou V.Exa. — e falo com todo respeito — vai negar que o André Mendonça está mergulhado em milhões do seu instituto, ganhando com palestras, inclusive em Municípios que foram financiados pelo Banco Master no Estado de São Paulo? Que sejam responsabilizados todos os que se envolveram em relações criminosas com o banqueiro!
  • 02/09/2026

    O Deputado manifestou solidariedade aos trabalhadores e às trabalhadoras da Eletronuclear, da Indústria Nucleares do Brasil - INB e da Nuclebrás Equipamentos Pesados S.A - Nuclep, que reivindicaram direitos e rejeitaram o abandono de atividades essenciais do Programa Nuclear Brasileiro. Além disso, afirmou que a valorização desses profissionais está ligada à soberania do País, a qual não poderia ficar sob controle do setor privado nem dos Estados Unidos.

    Palavras-chave oficiais: Eletrobras Termonuclear (Eletronuclear),Programa Nuclear Brasileiro,Trabalhador,valorização,Direitos do trabalhador

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GLAUBER BRAGA (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Eu queria aqui manifestar a minha solidariedade aos trabalhadores e às trabalhadoras da Eletronuclear, da INB e da Nuclep, que realizam um trabalho fundamental, são trabalhadores altamente qualificados do Programa Nuclear Brasileiro, e que estão reivindicando os seus direitos. Não é nenhum favor. O que eles querem é que não haja um abandono das suas atividades, que são fundamentais, inclusive, para a soberania brasileira. Neste momento, eles estão organizados, em luta, os sindicatos, as associações, todos aqueles e aquelas que fazem essa luta cotidianamente estão trabalhando para garantir aos trabalhadores e trabalhadoras, repito, os seus direitos. E isso, vale a pena frisar mais uma vez, tem tudo a ver com a soberania do nosso País, que não pode estar nas mãos do setor privado, nem dos Estados Unidos. Muito obrigado.
  • 02/09/2026

    O Deputado questionou a relatoria do Ministro do Supremos Tribunal Federal, André Mendonça, em processo envolvendo o Banco Master, ao mencionar reunião fora da agenda com Vorcaro. Por fim, apontou possível favorecimento ao candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, e defendeu a apuração de eventuais relações criminosas, sem blindagem, nos Poderes Judiciário, Legislativo e Executivo.

    Palavras-chave oficiais: Banco Master,Relatoria,Ministro do Supremo Tribunal Federal,Conflito de interesses,Banqueiro,Reunião,favorecimento,Senador,Poder Judiciário,Poder Legislativo,Poder Executivo,apuração

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GLAUBER BRAGA (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, André Mendonça não pode ser Relator de qualquer forma de um processo que envolva o Banco Master. Por quê? É evidente que Alexandre de Moraes não pode, por todas as informações que estão aí. Toffoli também não pode. Agora André Mendonça vai lá e faz uma reunião escondida com o Vorcaro. Como é que é isso? Uma reunião fora da agenda? Também não pode. E tem mais. Além disso, ele está utilizando desse processo para fazer campanha para Flávio Bolsonaro, ou não vai também abrir o sigilo em relação a tudo que envolve Flávio Bolsonaro? Ele tem que abrir o sigilo em relação às questões que envolvem Flávio Bolsonaro. Não vai ter busca e apreensão contra Flávio Bolsonaro? Como é que é isso? Não pode Ministro do Supremo Tribunal Federal utilizar da cadeira para ser cabo eleitoral, articulador da campanha de candidato a Presidente da República, que é isso que o Sr. André Mendonça está fazendo. Que respondam todos, no Judiciário, no Legislativo, no Executivo. Teve relação criminosa com o banqueiro? Que responda. Mas blindar Flávio Bolsonaro, não.
  • 01/09/2026

    O Deputado reafirmou compromisso com a derrubada do Veto nº 50, de 2025, aposto ao Projeto de Lei nº 1.791, de 2019, sobre o aproveitamento e a realocação de empregados de empresas públicas federais do setor elétrico que foram desestatizadas no âmbito do Programa Nacional de Desestatização - PND. Além disso, sustentou a proteção do Centro de Pesquisas de Energia Elétrica - Cepel e criticou a mudança de espaço para o Porto Maravilha prevista para 2026, por considerar a medida incompatível com o planejamento apresentado. Por fim, declarou apoio à mobilização das categorias e reiterou a defesa da reestatização da Eletrobras.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Centrais Elétricas Brasileiras (Eletrobras),Sociedade subsidiária,Desestatização,Empregado,garantia,direitos,Derrubada de veto,Centro de Pesquisas de Energia Elétrica (Cepel),proteção,Reestatização

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GLAUBER BRAGA (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, senhoras e senhores, eu quero reafirmar o meu compromisso com a derrubada do Veto nº 50. O que trabalhadores e trabalhadoras que deram a sua vida pelo sistema elétrico brasileiro, pelo setor de energia estão solicitando não é nenhum favor, é a garantia do mínimo de respeito. A mesma coisa em relação ao Cepel. Não tem o menor cabimento nesse planejamento, entre aspas, açodado, a modificação do espaço para o Porto Maravilha, ainda no ano de 2026. Trabalhadores e trabalhadoras estão mobilizados, mobilizadas, e o nosso mandato está junto com eles nessa luta fundamental. Nós não pararemos de brigar pela reestatização da Eletrobras. Enquanto isso não acontece, é fundamental que essas medidas possam respeitar os trabalhadores que deram a sua vida de contribuição.
  • 01/09/2026

    O Deputado defendeu a responsabilização de integrantes dos Poderes Judiciário, Legislativo e Executivo por eventuais crimes. Além disso, criticou o Ministro André Mendonça por propor análise das relações entre Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro pelo Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF), enquanto não teria adotado a mesma postura em relação às acusações contra o Senador candidato a Presidente da República, Flávio Bolsonaro.

    Palavras-chave oficiais: Ministro do Supremo Tribunal Federal,Banco Master,Senador,Filho,Ex-presidente da República,parcialidade,Candidato a cargo eletivo,Presidência da República Poder Judiciário,Poder Legislativo,Poder Executivo,Transparência pública

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GLAUBER BRAGA (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, estou vendo aqui os Deputados da extrema direita falando sobre a decisão do Ministro André Mendonça, que disse inclusive que o tema das relações de Alexandre Moraes com o Sr. Vorcaro deve ser levado ao Plenário do Supremo. Se cometeu crime na relação com o banqueiro, como estão evidenciadas nas mensagens que foram publicizadas, que responda pelos crimes cometidos, seja do Judiciário, do Legislativo ou do Executivo. Agora, eu acho engraçado porque o Ministro André Mendonça não pede que o Plenário do Supremo Tribunal Federal analise os mais variados crimes comprovados, com provas abundantes em relação ao Sr. Flávio Bolsonaro. Tem um Ministro do Supremo Tribunal Federal que está agindo como cabo eleitoral de um candidato a Presidente da República, que é Senador da República, e que está protegendo o Sr. Flávio Bolsonaro. É isso o que está acontecendo, Presidente. É isso que nós não podemos aceitar. Cometimento de crime, seja no Judiciário, no Legislativo ou no Executivo, responsabilização. Ministro do Supremo Tribunal Federal articulando blindagem de Senador candidato a Presidente da República, isso é inconcebível! Sr. Ministro André Mendonça, quando o caso de Flávio Bolsonaro vai ao Plenário do Supremo Tribunal Federal?
  • 01/09/2026Breves Comunicações

    O Deputado defendeu a Proposta de Emenda à Constituição nº 221, de 2019, que trata do fim da escala de trabalho 6 por 1, afirmando que a proposta contava com amplo apoio popular e atendia aos interesses da classe trabalhadora. Além disso, criticou o Senador Flávio Bolsonaro e aliados por articularem contra a medida, apontando tentativa de substituir o salário mínimo mensal pelo pagamento por hora, o que prejudicaria trabalhadores e famílias. Por fim, afirmou que a extrema direita teria se posicionado contra direitos trabalhistas e cobrou que Deputados defendessem publicamente essa tese.

    Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,redução,Jornada de trabalho,Extrema direita,Candidato a cargo eletivo,Presidência da República,Pagamento por unidade de tempo,Salário mínimo,Trabalhador,Direito do trabalho

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GLAUBER BRAGA (Bloco/PSOL - RJ. Sem revisão do orador.) - Presidente, Sras. e Srs. Deputados, está na pauta de amanhã da CCJ do Senado Federal uma matéria fundamental para a sociedade brasileira e para a classe trabalhadora, Senadora, Deputada Benedita da Silva: o fim da escala 6 por 1. Essa pauta é imprescindível e conta com o apoio de 70%, pelo menos, da população brasileira, segundo apontam, Deputado André, várias pesquisas de opinião. Qual não é a nossa surpresa, mas a nossa indignação em saber que o Sr. Senador da República Flávio Bolsonaro está com seus comparsas, neste momento, articulando para que o fim da escala 6 por 1 não seja aprovado no Senado Federal. É uma vergonha ver o Senador, candidato a Presidente da República, fazer isso. E mais: ele já disse publicamente o que quer: que o trabalhador ganhe por hora. Quando ele fala isso, grita o não dito. Se o trabalhador vai ganhar por hora, na prática ele está acabando com o salário mínimo mensal, um direito consagrado das famílias, das trabalhadoras, dos trabalhadores brasileiros, que na mão grande o Sr. Senador Flávio Bolsonaro está procurando tirar. Não é à toa que esse cidadão está perdendo intenção de voto nas pesquisas. Ele se juntou com o Sr. Luciano Hang, da Havan, para fazer lobby e pressão, porque os seus compromissos são com os grandões. Quando é para ter qualquer medida de benefício a um trabalhador ou a uma trabalhadora, eles correm, eles boicotam, eles se esquivam. Eu faço um desafio a qualquer Deputado da extrema direita aqui neste Plenário. Se me indicar um projeto importante aprovado pelo Sr. Senador Flávio Bolsonaro como Senador, eu peço desculpas do que estou dizendo aqui neste momento. O único projeto de relevância e nefasto que o Senador trabalhou durante o período de quase oito anos foi o projeto de privatização das praias brasileiras. Esse absurdo não pode prevalecer. Presidente, eu concluí, mas se o senhor me deu mais 30 segundos, não é tempo demais, porque não faltam assuntos para falar das barbaridades que o Sr. Flávio Bolsonaro tem proposto à população brasileira. Eu gostaria que algum Deputado da extrema direita viesse a este microfone e defendesse que o trabalhador ganhe por hora, acabando na prática com salário mínimo mensal. Eu duvido que um Deputado vai ter coragem de fazer isso. Nós assumimos a nossa posição, pelo fim da escala 6 por 1; os Deputados da extrema direita assumem que querem acabar com o salário mínimo mensal. Isso é uma vergonha, Srs. Deputados! Uma vergonha!
  • 01/09/2026

    O Deputado criticou o Ministro André Mendonça por ter solicitado manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre mensagens entre o banqueiro Daniel Vorcaro e o Ministro Alexandre de Moraes, enquanto não teria adotado a mesma postura diante de acusações contra o Senador Flávio Bolsonaro. Argumentou que eventuais crimes deveriam resultar em responsabilização independentemente do cargo ocupado. Em seguida, questionou se haveria tratamento distinto entre os envolvidos e acusou o Ministro de blindar o Senador, que era candidato à Presidência da República. Por fim, cobrou explicações à sociedade brasileira e cobrou manifestação da PGR sobre Flávio Bolsonaro.

    Palavras-chave oficiais: parcialidade,Ministro do Supremo Tribunal Federal,Senador,Candidato a cargo eletivo,Presidência da República,Banqueiro,Procuradoria-Geral da República (PGR)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GLAUBER BRAGA (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, o Sr. Ministro André Mendonça manda à PGR uma solicitação de manifestação em relação à troca de mensagens do Sr. Vorcaro com o Ministro Alexandre de Moraes. Cometeu um crime, que seja devidamente responsabilizado, seja Ministro do Supremo, seja Deputado Federal, seja Senador. Agora, vai ficar o Ministro do Supremo Tribunal Federal, no caso, o Sr. Ministro André Mendonça, blindando o Sr. Flávio Bolsonaro até quando? Por que o Ministro André Mendonça não solicitou também à PGR, de maneira contundente, uma manifestação sobre o conjunto de crimes cometidos pelo Sr. Flávio Bolsonaro? São dois pesos e duas medidas? (Desligamento do microfone.) O SR. GLAUBER BRAGA (Bloco/PSOL - RJ) - ...tendo um articulador dentro da Corte da campanha de um Senador que é candidato à Presidência da República. Repito: cometeu o crime, que seja responsabilizado! Agora, Ministro do Supremo blindando, repito, candidato a Presidente da República, no caso, o Sr. Flávio Bolsonaro, é inaceitável! O Sr. Ministro André Mendonça deve explicações à sociedade brasileira. Não vai cobrar da PGR medidas contra Flávio Bolsonaro?
  • 12/08/2026

    O Deputado criticou a previsão de incentivo fiscal à FIFA no Projeto de Lei Complementar nº 114, de 2026, que dispõe sobre regras para renúncias de receita destinadas a mitigar impactos econômicos decorrentes do choque no mercado internacional de energia. Além disso, questionou a concessão do benefício diante do faturamento atribuído à entidade e argumentou que os recursos correspondentes à renúncia fiscal poderiam ser destinados à saúde e à educação públicas. Por fim, rejeitou a justificativa de que a FIFA poderia retirar a realização da Copa do Mundo do Brasil e defendeu que o País não concedesse o benefício fiscal à entidade.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei complementar,Federação Internacional de Futebol (FIFA),Incentivo fiscal,Benefício fiscal,Isenção tributária,Renúncia fiscal,Saúde pública,Educação pública,Recursos públicos,Copa do Mundo Feminina

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GLAUBER BRAGA (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, entre outras coisas, esta proposta estabelece o incentivo fiscal para a Fifa. Vamos aos números: num período de 4 anos, o faturamento da Fifa é de 15 bilhões de dólares, 75 bilhões de reais. E nós temos que votar isenção fiscal para a Fifa, isenção fiscal esta que vai incidir diretamente sobre recursos que poderiam ser utilizados na saúde e na educação pública? Evidentemente que não! "Ah, mas eles vão chantagear para não ter a Copa do Mundo no Brasil". Nós temos que enfrentar os chantagistas da Fifa contra essa tentativa permanente de esses caras ficarem ricos, ficarem nadando em dinheiro, e termos que ver um espetáculo pela televisão com o Presidente da Fifa se aliando ao Sr. Donald Trump para fazer as maiores barbaridades. E nós aqui, no Brasil, vamos dar isenção fiscal para a Fifa? Não! Evidentemente, essa não é a prioridade!
  • 12/08/2026

    O Deputado discutiu o Projeto de Lei Complementar nº 114, de 2026, que dispõe sobre regras para renúncias de receita com o objetivo de mitigar os impactos econômicos causados pelo choque no mercado internacional de energia decorrente do conflito no Oriente Médio. Além disso, defendeu a retomada da proposta original, sem alterações da Relatora, e condenou a manutenção de R$ 60 bilhões em emendas parlamentares, que considerou incompatível com cortes em áreas sociais.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei complementar,Renúncia fiscal,Petróleo,Guerra,Oriente Médio,Discussão,contrário

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    O SR. GLAUBER BRAGA (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Onde é que estão os Deputados do Distrito Federal? Este relatório, do jeito que foi colocado, vai incidir diretamente sobre o piso constitucional do Distrito Federal. Onde é que estão os Deputados e as Deputadas do Distrito Federal para que essa matéria não seja aprovada desse jeito? Acabou de sair no jornal Valor Econômico que esta matéria "incide diretamente sobre o piso da saúde e sobre o Fundo Constitucional do Distrito Federal". Num cálculo rápido, levando em consideração as receitas do petróleo, só no ano de 2025 nós teríamos uma diminuição de 3 bilhões de reais no piso da saúde! É possível que a gente vote um relatório já indicando ajuste para o ano de 2027? Serão 3 bilhões de reais a menos para a saúde, para o seu piso, sem falar da educação! Deputados e Deputadas, eu tenho uma proposta para os senhores: tiremos, então, das emendas parlamentares, do orçamento secreto! É uma vergonha este relatório! É uma vergonha diminuir a base de cálculo para aquilo que vai ser o mínimo da saúde para a população brasileira! Repito, Deputados do Distrito Federal, se vai atingir diretamente o Fundo Constitucional do DF uma das propostas que circula aqui, a oposição a essa matéria tem que ser contundente e firme! A Relatora colocou no seu texto algo que não veio na proposta original. É por isso que a bancada do PSOL, como disse aqui o nosso Líder Tarcísio Motta, está defendendo que tenhamos um retorno à discussão original. Sem essas alterações, Deputada Fernanda, Deputado Chico, Deputada Luciene, eles escancaram a retirada de dinheiro da saúde e da educação pública. É um tapa na cara do povo brasileiro termos 60 bilhões de reais para emendas parlamentares! Deputado que votar a favor de retirar, pelo menos, 3 bilhões de reais para a saúde pública e mantiver 60 bilhões de reais para emenda parlamentar, desculpe-me, não tem moral para pedir voto para a sociedade brasileira nas próximas eleições!
  • 12/08/2026

    O Deputado afirmou que o PSOL era favorável ao Projeto de Lei Complementar nº 114, de 2026, mas rejeitou a inclusão, no relatório, de medidas que atacariam o piso da saúde, defendendo que a Relatora retirasse esse trecho do texto. Manifestou também apoio aos trabalhadores da Nuclebrás Equipamentos Pesados S.A. (Nuclep), que, teriam sofrido assédio, pressões e demissões arbitrárias durante os Governos Bolsonaro e Michel Temer. Ao final, defendeu a revisão dos processos que considerou injustos e destacou a importância dos trabalhadores da Nuclep para a soberania nacional.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei complementar,renúncia,Receita,Impacto econômico,Mercado internacional,Conflito,Oriente Médio,Partido Socialismo e Liberdade (PSOL),Rejeição,inclusão,Relatório (processo legislativo),Piso salarial,Saúde Trabalhador,Nuclebrás Equipamentos Pesados (NUCLEP),Assédio moral,Demissão,Conduta arbitrária,Governo,Ex-presidente da República,revisão,Processo judicial,Soberania nacional

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GLAUBER BRAGA (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, senhoras e senhores, o PSOL tinha uma orientação favorável ao PLP 114. Agora, inserir nesse texto o ataque, como está no relatório, ao piso da saúde, não, não tem o menor cabimento. Não existe qualquer possibilidade de essa matéria ser aprovada dessa forma. Esperamos que a Relatora retire isso do texto. E eu quero aqui também falar dos trabalhadores da Nuclebrás Equipamentos Pesados S.A. — Nuclep, que foram duramente atacados, trabalhadores concursados, durante os Governos Bolsonaro e Michel Temer. Esses trabalhadores se revoltam agora, porque passaram por todo tipo de assédio naquele período, passaram por todo tipo de pressão, demissões arbitrárias, e agora eles querem que aquilo que aconteceu possa ser revisto. Não dá para o Centrão, para a Direita continuarem mandando — vou concluir, Presidente —, não dá para continuarem mandando e fazendo com que, na Nuclep, esses trabalhadores que historicamente têm posições fundamentais para a soberania do País, não tenham esses processos injustos que foram colocados em prática contra eles revistos. Tem que ser revisto aquilo que aconteceu na Nuclep. Toda a nossa solidariedade aos trabalhadores!
  • 11/08/2026Breves Comunicações

    O Deputado criticou a abertura de processo no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados contra a Deputada Erika Hilton após ataques sofridos, enquanto permaneciam paradas representações contra Parlamentares ligados ao orçamento secreto e a desvios de emendas. Também denunciou possíveis irregularidades na destinação de R$ 6 milhões em emendas Pix para o Município de São José da Laje (AL), citando vínculos entre responsáveis pela execução dos recursos e o gabinete do Deputado Alfredo Gaspar. Ao concluir, defendeu o fim do orçamento secreto e a responsabilização dos envolvidos em denúncias de corrupção.

    Palavras-chave oficiais: Conselho de Ética e Decoro Parlamentar,Representação (processo legislativo),Deputada federal,Partido Socialismo e Liberdade (PSOL),Deputado federal,Corrupção,Emenda,Orçamento secreto,São José da Laje (AL),fiscalização,Recursos públicos,Congresso Nacional

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GLAUBER BRAGA (Bloco/PSOL - RJ. Sem revisão do orador.) - Obrigado. Presidente, senhoras e senhores, e, principalmente, aqueles e aquelas que assistem à sessão neste momento, o "Conselho sem Ética" tem que acabar. Está virando praxe: atacam, agridem, e depois, quando a pessoa se defende, tocam o Conselho de Ética para cima para tentar calar vozes divergentes. O que aconteceu hoje no Conselho de Ética, em relação à Deputada Erika Hilton, é um absurdo, uma covardia. A Deputada Erika Hilton foi atacada, foi agredida. Aí, quando ela se defende, o Conselho de Ética da Câmara dos Deputados abre um processo para avaliar a cassação da Deputada Erika Hilton. Isso é uma vergonha! Toda a solidariedade à Deputada Erika Hilton! O "Conselho sem Ética", repito, tem que acabar! Eu quero saber quando o "Conselho sem Ética" vai avaliar algum caso de Parlamentares envolvidos com orçamento secreto. Quando é que isso vai acontecer? A representação contra a Deputada Erika Hilton é do mês de março. Agora, então, inicia-se um processo com a admissibilidade. Só que, também no mês de março, o PSOL anunciou o protocolo de uma representação para a cassação do mandato dos Deputados que já foram condenados pelos Tribunais Superiores por desvio de dinheiro público, por desvio de emenda, mais especificamente pelo orçamento secreto. E a notícia que eu tenho — e eu pergunto à Mesa Diretora se é isso mesmo — é que, apesar de a representação ter sido protocolada no mesmo mês, essa não chegou ao Conselho de Ética para deliberação. Dois Deputados Federais já foram condenados por desvio de dinheiro público, por desvio de dinheiro de emenda, por orçamento secreto, e o processo deles está parado na Mesa, enquanto avançam com a retaliação contra a Deputada Erika Hilton. Eu vou além. Entrei com uma representação junto à Corregedoria para que o Deputado Sóstenes Cavalcante, Líder do PL, pudesse ser responsabilizado pelos mais de 400 mil reais que foram encontrados no armário dele. Eu pergunto: aquilo era dinheiro do orçamento secreto? Até agora não tenho notícia de qualquer andamento dado pela Corregedoria em relação a esse caso. Vamos para os últimos acontecimentos. Deputado Alfredo Gaspar foi anunciado candidato a Vice-Presidente do Sr. Flávio Bolsonaro. Alfredo Gaspar indica, em emenda Pix, 6 milhões de reais para um Município de Alagoas chamado São José da Laje — 6 milhões de reais em emenda Pix! O Tribunal de Contas da União faz uma auditoria e diz: "Tem mutreta". Essas palavras quem está utilizando evidentemente sou eu, mas, na leitura popular do que estava naquele relatório — sem rastreabilidade, sem a possibilidade de conferência efetiva do que tinha sido feito com o recurso público —, é evidente que a ausência de fiscalização leva a essa situação e a essa circunstância. O Deputado que é hoje, então, candidato a Vice-Presidente com Flávio Bolsonaro vem a público e diz: "Eu não tenho nada a ver com isso, eu só fiz a indicação da emenda" — 6 reais milhões em emenda Pix! Foi a resposta do candidato a Vice-Presidente da chapa de Flávio Bolsonaro. "Quem tem a obrigação de fiscalizar não sou eu, são os órgãos de controle. Eu não tenho nada a ver com isso. A Prefeitura é que tem que prestar contas." Eu trago uma denúncia que até agora muitos dos senhores e das senhoras não sabem. O Deputado não pode dizer que não tinha nada a ver com isso. Chegou ao meu gabinete uma denúncia — eu fui fazer a conferência, e a denúncia está correta — de que estava nomeada no gabinete do candidato a Vice-Presidente a Vice-Prefeita do Município de São José da Laje, antes de se tornar Vice-Prefeita. Mas aí você pode dizer: “Não, mas ainda assim ele não tinha nada a ver com isso”. Saiu a Vice-Prefeita, mas quem é que entrou no lugar dela? O marido dela, o companheiro dela! Ele estava no gabinete do Deputado Alfredo Gaspar, indicado a Vice-Presidente na chapa de Flávio Bolsonaro. Como é que ele diz que não tem nada a ver com isso, que essa é uma responsabilidade da Prefeitura, se os responsáveis pela execução dessa grana lá na ponta, no Município, estavam, até pouquíssimo tempo — um deles, inclusive, até o ano de 2026 —, nomeados no gabinete dele? Esse cidadão não vai conseguir se sustentar como candidato a absolutamente nada! Não dá para ele dizer que a responsabilidade não é dele, porque as digitais estão colocadas nessa emenda Pix de 6 milhões de reais para esse Município de 20 mil habitantes, nessa cidade que recebe articulação e influência também do ex-Presidente da Câmara, o Sr. Arthur Lira. E isso não é novidade para absolutamente ninguém. Vai ficar por isso mesmo? Se não fosse o suficiente, quando é que o Conselho de Ética vai se debruçar sobre a denúncia que eu fiz neste plenário de que a Sra. Mariângela Fialek, conhecida como Tuca, conhecida como operadora prática do orçamento secreto, continua exercendo suas atividades no gabinete do Vice-Presidente da Câmara dos Deputados? Quando é que a Câmara dos Deputados vai utilizar os seus órgãos de fiscalização não para perseguir quem se rebela contra a corrupção, e, sim, para responsabilizar aqueles que praticam corrupção? A Sra. Mariângela Fialek foi pega, então. O celular dela foi apreendido e, no celular, estão as conversas dela com um personagem muito conhecido da história brasileira, que, há 10 anos, estava ali, naquela cadeira de Presidente, conduzindo a sessão com a primeira etapa do golpe, com o impeachment da ex-Presidente Dilma Rousseff. Eu falo de Eduardo Cunha. Eduardo Cunha não está exercendo o mandato de Deputado Federal. Ele ficou inelegível por um período de 10 anos. Tentou articular a minha cassação neste plenário. Vários Deputados vieram me relatar: "Recebi ligação do Eduardo Cunha, pedindo para te cassar"; "Recebi ligação do Arthur Lira, pedindo para te cassar". Por quê? Por que esta presença aqui incomoda tanto? Será que é porque, mesmo sem ser Deputado Federal, o Sr. Eduardo Cunha mandou emenda, mandou verbas para vários Municípios de Minas Gerais de maneira ilegal, exatamente por ele ser candidato a Deputado Federal em Minas? Vejam só, eu não vou adjetivar, mas vou utilizar o adjetivo dos outros. Aquele que foi escolhido candidato a Governador de Minas Gerais, sabem quem é? O Sr. Cleitinho, do Republicanos. O partido dele é o Republicanos. Foi ele quem disse, a respeito de Eduardo Cunha, que é do mesmo partido, o Republicanos: "Tem um bandido circulando aqui por Minas Gerais, o tal de Eduardo Cunha. Não podemos aceitar que esse bandido volte à vida pública por Minas Gerais". Vão querer reclamar de mim? Reclamem do Sr. Cleitinho, que foi o candidato a Governador escolhido pelo partido do Sr. Eduardo Cunha em Minas Gerais. Estão aí as declarações públicas dele. Eu não preciso adjetivar ninguém, eu só estou utilizando as aspas e os adjetivos que foram utilizados por um companheiro do partido dele. Se não fosse suficiente, vem o Sr. Valdemar Costa Neto — cada vez que ele marca uma entrevista, eu imagino que é porque ele quer, Deputado Rollemberg, se autoincriminar. Ele vai para a entrevista, Deputado Chico Alencar, e diz: "Não, não tinha problema nenhum. O Deputado não tinha para quem indicar emenda, então quem indicava era eu. Isso é normal, isso não tem nenhum tipo de problema". Ele está se autoincriminando, mas quer naturalizar aquilo que não pode ser naturalizado. Quando a Câmara dos Deputados, nos seus órgãos de controle e de avaliação da conduta dos Deputados, vai fazer algum tipo de avaliação em relação aos Deputados que fizeram essa articulação com Eduardo Cunha e com Valdemar Costa Neto? Quando isso vai acontecer? Quando a Câmara dos Deputados vai se debruçar sobre o que aconteceu em Alagoas, mais especificamente no Município de Rio Largo? Está escrachado para o Brasil, para todo mundo. Operação Beco da Pecúnia, Deputado Daniel: alguém em um carro, em um beco, entrega dinheiro a uma pessoa em outro carro. Esse carro vai e entrega o dinheiro na Prefeitura. Quem recebe o dinheiro é GG, Gilberto Gonçalves, aliado do ex-Presidente da Câmara Deputado Arthur Lira, afastado da Prefeitura por desvio de dinheiro do orçamento secreto. Ele já foi preso quatro vezes por atos dos mais diversos relacionados à corrupção. E quem tem que ser punido sou eu por estar dizendo isso? Quem tem que ser punida é a Deputada Erika Hilton como forma de retaliação, por se defender dos ataques que foram desferidos contra ela? Quem tem que ser penalizada é a bancada do PSOL por estar dizendo a verdade neste espaço parlamentar? Senhoras e senhores, após o primeiro discurso que eu fiz após o retorno à Câmara dos Deputados, depois dos 6 meses de suspensão, um Deputado se aproximou de mim e falou: "Glauber, agora para, porque aqui voto de opinião igual ao seu são só 3%". Eu não sei de onde ele tirou esse número, mas ele disse 3%. "O resto dos Deputados depende das verbas." A minha resposta para ele foi: "Eu estou cumprindo a minha tarefa e continuarei cumprindo". Posso fazer isso sem utilizar adjetivações, como fiz aqui no dia de hoje, mas não vou me autocassar, não vou deixar de exercer o mandato parlamentar com medo das consequências de eventuais perseguições. O "Conselho sem Ética", Deputado Chico Alencar, com honrosas exceções, das quais evidentemente o senhor faz parte, não pode ser instrumento de perseguição contra inimigos políticos e de blindagem de aliados daqueles que têm relação com a estrutura do chamado orçamento secreto. O orçamento secreto tem que acabar. O Congresso Nacional capturar um quarto do orçamento público, aproximadamente 60 bilhões de reais, tirando a capacidade de investimento para projetos fundamentais para o Brasil, não é coerente, não é razoável. A sociedade brasileira está do nosso lado contra essa farra. Senhoras e senhores, desculpem-me se eu não posso deixar de dizer.
  • 15/07/2026

    O Deputado discutiu a Medida Provisória nº 1.346, de 2026, que abre crédito extraordinário, em favor do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar. Na oportunidade, criticou a diferença de recursos entre o Ministério do Desenvolvimento Agrário e o Ministério da Agricultura. Ademais, questionou a atuação da Presidência da Câmara em relação à indicação de emendas parlamentares por pessoas sem mandato, mencionando Eduardo Cunha e Valdemar Costa Neto, e defendeu o fim do orçamento secreto, por considerar que a prática comprometia a transparência e a lisura do processo orçamentário.

    Palavras-chave oficiais: Discussão,Medida provisória,favorável Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar,Ministério da Agricultura e Pecuária Presidência da Câmara dos Deputados,Emenda,Mandato parlamentar,Orçamento secreto,indicação,transparência,Processo legislativo orçamentário

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    O SR. GLAUBER BRAGA (Bloco/PSOL - RJ. Sem revisão do orador.) - Quem é que vai ter uma posição contrária à liberação de um crédito de 20 milhões de reais para o Ministério do Desenvolvimento Agrário, ainda mais numa situação de desastre? Evidentemente, a nossa posição é favorável, mas não dá para deixarmos de falar sobre a desproporção entre o que tem o Ministério do Desenvolvimento Agrário e o que tem o Ministério da Agricultura. Esta lógica no Brasil de se ter um Ministério para cuidar do grande produtor rural e um Ministério para cuidar do agricultor familiar, só que com muito menos dinheiro, não pode se sustentar ao longo do tempo. Não dá também para tratar desse tema sem falar no orçamento, nas emendas secretas. Faço uma pergunta direta ao Presidente da Câmara, Deputado Hugo Motta: Deputado Hugo Motta, o senhor teve participação direta na autorização para que Eduardo Cunha negociasse emendas com a Sra. Mariângela Fialek, a Tuca, o que indicou a investigação da Polícia Federal? A Mesa Diretora da Câmara, mais especificamente a Presidência, tem uma relação direta com essa autorização? Se sim, evidentemente isso exige responsabilização. Se não, quais são as medidas que estão sendo adotadas pela Presidência da Câmara para que isso não se repita, para que o Sr. Valdemar e o Sr. Eduardo Cunha não mandem no orçamento? O Sr. Valdemar vai a programas de entrevista e faz inclusive a sua própria condenação. Ele não faz a sua defesa. Ele faz a sua autocondenação. Ele diz: "Não, é isso mesmo. Deputado que não tem Prefeito manda a emenda para mim, e eu é que resolvo para onde essa emenda vai". Que conversa é essa?! Isso não tem nada a ver com uma interlocução possível ou legal, em que ele, como Presidente de partido, apresentaria uma necessidade em uma região. Não, ele está mandando no orçamento, assim como Eduardo Cunha, que se coloca agora como candidato a Deputado Federal em Minas Gerais. Foi ele que articulou quais são os Municípios de Minas que vão receber recursos. Isso desequilibra as eleições de maneira fraudulenta. O orçamento secreto tem que acabar! Isso não pode continuar, porque se trata de uma farra com dinheiro público!
  • 15/07/2026

    O Deputado questionou a aplicação do Projeto de Lei nº 5.500, de 2019, sobre suspensão da prescrição em casos de fuga, buscando esclarecer se a regra valeria para condenados no Brasil que estivessem fora do País e se alcançaria situações envolvendo os ex-Deputados Eduardo Bolsonaro e o Alexandre Ramagem.

    Palavras-chave oficiais: questionamento,alcance,Projeto de lei ordinária,alteração,Código Penal (1940),critério,Contagem de prazo,Evasão de pessoa presa,Revogação,Livramento condicional,Preso condenado,Ex-deputado federal

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    O SR. GLAUBER BRAGA (Bloco/PSOL - RJ. Sem revisão do orador.) - Eu queria perguntar, então, ao Deputado Fraga: numa situação hipotética de uma condenação existente no território nacional, e aquele que tenha que cumprir a pena não esteja no território, esteja fora do Brasil, nesse caso específico se valeria a mesma regra, ou seja, até que essa pessoa retorne ao Brasil para o seu cumprimento de pena, não valeria, então, a prescrição? Esse é o meu questionamento ao Deputado Fraga. O SR. ALBERTO FRAGA (PL - DF. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, o ordenamento jurídico é muito claro. Trata-se de preso condenado aqui, pelo tribunal brasileiro, dentro do nosso ordenamento jurídico. Se alguém foi condenado aqui e depois fugiu, aí vale, sim, o que está previsto no que nós vamos aprovar agora. Mas para alguém condenado lá fora não é o caso do projeto. Se foi condenado aqui e fugiu, isso se aplica, evidentemente, a ele também. O SR. GLAUBER BRAGA (Bloco/PSOL - RJ) - Presidente, até para ser mais objetivo com o Deputado Fraga, caso o processo a que responde o Deputado Eduardo Bolsonaro venha a condená-lo e ele não retorne ao Brasil para o cumprimento de pena, fica, então, suspensa a prescrição, nesse caso? O SR. ALBERTO FRAGA (PL - DF) - Não, veja bem. O projeto fala em fugir, não fala que ele foi condenado. O projeto fala o seguinte: para o preso que fugir ou estiver em livramento condicional no período em que ele está fugido é que se suspende a pena de prescrição. Não se aplica ao caso. O Eduardo Bolsonaro não fugiu, não fugiu. O SR. PRESIDENTE (Otoni de Paula. Bloco/PSD - RJ) - O.k., dirimida a dúvida. O SR. GLAUBER BRAGA (Bloco/PSOL - RJ) - Só a última dúvida, Presidente. O SR. PRESIDENTE (Otoni de Paula. Bloco/PSD - RJ) - Por favor. O SR. GLAUBER BRAGA (Bloco/PSOL - RJ) - Valeria, então, para o ex-Deputado Ramagem, mas não valeria para o Eduardo Bolsonaro, é isso? O SR. ALBERTO FRAGA (PL - DF) - É, porque o Ramagem foi condenado aqui. O SR. PRESIDENTE (Otoni de Paula. Bloco/PSD - RJ) - Isso é caso a caso. Vamos lá. Passa-se à votação.
  • 15/07/2026

    O Deputado defendeu a aposentadoria especial para os agentes comunitários de saúde e de enfrentamento às endemias, rejeitando a caracterização da proposta como "pauta-bomba". Argumentou que o impacto estimado de 20 bilhões de reais em 10 anos representa menos de 10% do volume previsto de emendas parlamentares no mesmo período, calculado em 600 bilhões de reais. Por fim, sustentou que o custo da medida poderia ser custeado com recursos das próprias emendas, classificando a aposentadoria especial como um direito dos trabalhadores do Sistema Único de Saúde (SUS), e não um favor.

    Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,Agente comunitário de saúde,Agente de combate às endemias,Aposentadoria especial,Defesa

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    O SR. GLAUBER BRAGA (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, estão fazendo uma covardia com os agentes comunitários de saúde e de enfrentamento às endemias, com uma cobertura dizendo se tratar de uma pauta-bomba. Que pauta-bomba? A garantia de aposentadoria especial para esses trabalhadores e essas trabalhadoras, que representam um papel fundamental no fortalecimento do SUS. Para eles, que são tão atacados e são tão abandonados ao longo do tempo, é correta a aposentadoria especial porque se trata de um direito. E digo mais, Presidente, falam em um impacto de 20 bilhões de reais nos próximos 10 anos. Vamos partir do pressuposto de que esse dado é correto. Nos próximos 10 anos de emendas parlamentares, nós vamos falar de 600 bilhões de reais, se mantida a proporção que existe no dia de hoje. Se chegasse a 60 bilhões de reais de impacto, essa garantia dos direitos dos agentes comunitários de saúde não seria ainda 10% do que existe de destinação minimamente possível de emendas parlamentares. Ah, de onde que vai tirar o dinheiro? Tira das emendas, tira do orçamento secreto, garante para esses trabalhadores e essas trabalhadoras fundamentais para o fortalecimento do Sistema Único de Saúde a garantia de um direito básico, básico: diminuir alguns anos de aposentadoria para que esses trabalhadores possam ter, repito, os seus direitos garantidos. Não se trata de nenhum favor. Não é pauta-bomba. É garantia de direitos. Se tem que tirar de algum lugar, que se tire das emendas.
  • 08/07/2026

    O Deputado criticou o cenário político do Estado do Rio de Janeiro e citou casos envolvendo autoridades e lideranças que foram presas, tornaram-se inelegíveis ou passaram a responder a investigações relacionadas a desvios de recursos públicos. Além disso, defendeu a necessidade de modificar e reestruturar essa política por meio de ampla mobilização social e popular, para enfrentar a cúpula comprometida por corrupção.

    Palavras-chave oficiais: Política,Governo estadual,Rio de Janeiro (Estado),investigação,Prisão,Ex-governador,Candidato a cargo eletivo,Senado Federal,Inelegibilidade,Recursos públicos,mobilização

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    O SR. GLAUBER BRAGA (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - A política no Estado do Rio de Janeiro é atividade de altíssimo risco. Está caindo um por um. O Governador, que era o candidato de Senador Flávio Bolsonaro no Estado do Rio, foi preso. O candidato ao Senado está preso com uma especulação baseada em evidências de desvios relacionados à política de combustíveis, bilhões de reais. O outro candidato ao Senado está inelegível por fraudes evidentes relacionadas aos mais variados recursos desviados do Estado do Rio de Janeiro. Não! Não dá para aguentar essa política podre, que precisa ser modificada, reestruturada a partir de um amplo processo de mobilização social e popular. Quem será o próximo a cair dessa cúpula apodrecida dos Poderes do Estado do Rio de Janeiro, Deputado Tarcísio? Quem será o próximo que não ficará de pé depois daqueles que já caíram por desvios evidentes de recursos públicos no Estado?
  • 01/07/2026

    O Deputado comentou a repercussão de manchete sobre Flávio Bolsonaro e Michelle, afirmou que o Senador negou ter participado da festa de Vorcaro e relacionou essa negativa a outra resposta dada sobre pedido de dinheiro ao empresário. Além disso, sustentou que as ligações de Flávio Bolsonaro com Vorcaro vinham sendo expostas e que a situação política do Senador se complicava.

    Palavras-chave oficiais: Senador,ligação,relacionamento,Banqueiro,Banco Master

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    O SR. GLAUBER BRAGA (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Vestiu a carapuça! Manchete dos jornais: Flávio critica Michelle após post sobre festa de Vorcaro. O Senador, que é pré-candidato a Presidência da República, diz: "Desinformada". Ele está dizendo que é mentira que ele esteve nessa festa do Vorcaro. Parece um pouco com aquela negativa que ele também deu quando o jornalista perguntou o que ele achava, qual era a informação, a resposta dele ao dinheiro que ele tinha pedido ao Vorcaro. Ele riu sem graça e disse: "Que isso! Você é militante. Isso é mentira". O Sr. Flávio Bolsonaro se enrola dia após dia. As suas relações íntimas com o Vorcaro cada vez mais, o seu amigão, o seu irmão, vêm à tona. Ele está muito enrolado.
  • 01/07/2026

    O Deputado criticou a cobrança de uma taxa para acesso à Ilha Grande, classificando a medida como uma privatização indevida do acesso à ilha. Relatou que a iniciativa da Prefeitura de Angra dos Reis (RJ) impõe uma cobrança abusiva aos visitantes e moradores, prejudicando o turismo e a população local. Questionou ainda a participação de uma empresa privada na operação, alegando ausência de licitação e possíveis irregularidades, e defendeu o encerramento imediato da cobrança, em apoio às reivindicações de moradores de Ilha Grande, Angra dos Reis e Mangaratiba.

    Palavras-chave oficiais: Cobrança indevida,Taxa,acesso,Ilha,Privatização,Prefeitura,Angra dos Reis (RJ),Conduta abusiva,Prejuízo,Turismo,População,Empresa privada,ausência,Licitação,irregularidade,Mangaratiba (RJ)

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    O SR. GLAUBER BRAGA (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, uma privatização de acesso à Ilha Grande na prática é o que a Prefeitura de Angra dos Reis está fazendo. Um absurdo completo! As famílias estão sendo prejudicadas, o turismo está sendo muito prejudicado por essa medida, com uma taxa abusiva, sem proporção e com o envolvimento de uma empresa privada, sem licitação, de forma fraudulenta. A nossa reivindicação se junta à dos moradores e das moradoras de Angra dos Reis, de Ilha Grande, de Mangaratiba, de toda a região, para que a Prefeitura Municipal cesse imediatamente essa cobrança abusiva e absurda de acesso à Ilha Grande. Não há o menor cabimento. Vamos colocar todos os esforços para que essa medida arbitrária cesse.
  • 01/07/2026

    O Deputado acusou o Líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante, de apresentar justificativas inconsistentes sobre a origem de mais de R$ 400 mil apreendidos em uma investigação da Polícia Federal. Afirmou que a alegação de que os recursos seriam provenientes da venda de um imóvel teria sido enfraquecida pela ausência inicial da escritura pública e por informações de que o suposto comprador não teria movimentações financeiras compatíveis com a transação. Relatou ainda ter acionado a Corregedoria da Câmara para apurar o caso e cobrou esclarecimentos sobre a origem dos valores, levantando questionamentos sobre possíveis irregularidades relacionadas aos recursos encontrados.

    Palavras-chave oficiais: Líder do partido,Partido Liberal (PL),ausência,justificativa,Dinheiro,apreensão,Polícia Federal (PF),Corregedoria Parlamentar da Câmara dos Deputados,apuração,irregularidade

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    O SR. GLAUBER BRAGA (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, o Líder do PL está completamente enrolado na Operação Galho Fraco 2. O Sr. Sóstenes Cavalcante disse que os mais de 400 mil reais encontrados em seu armário eram decorrentes da venda de um imóvel. No entanto, quando a Polícia Federal foi procurar a escritura, constatou que ela não existia. Celebraram e lavraram a escritura somente depois da operação policial. Simula-se, então — essa é uma possibilidade —, uma operação de compra e venda de uma casa em Minas Gerais. Só que agora surge um novo fato: o Sr. Tiago de Paula, que seria o comprador, não possui nenhum lastro de saque realizado em suas contas no período da operação. São informações que vêm à tona no dia de hoje. Imaginem só, Sras. e Srs. Deputados: celebra-se um contrato em Minas Gerais. Depois disso, o dinheiro é entregue em espécie em Minas Gerais, entra em um carro, viaja até Brasília e vai parar dentro do armário do Líder do PL. E o Parlamentar justificou que aquele dinheiro ainda estava no armário porque ele simplesmente "esqueceu" de depositar! Depois disso, pergunta-se: cadê a escritura? Não tinha; foi feita após a operação. Entrei na Corregedoria para que o Líder do PL, Sr. Sóstenes Cavalcante, seja devidamente responsabilizado por esse escândalo. Não existe informação dada por ele que seja minimamente consistente. É fundamental que ele responda pelos seus atos. De que é esse dinheiro? É de cota? É de orçamento secreto? É das relações com o Malafaia? O Líder do PL tem que se explicar.
  • 30/06/2026

    O Deputado criticou a atuação do Senador Romário, afirmando que não seria razoável receber remuneração do Senado enquanto estava nos Estados Unidos e fazia comentários sobre a Copa do Mundo de futebol. Além disso, apontou como desmoralizante a assinatura de proposta que alterava o salário mínimo mensal para pagamento por hora e informou que apresentou solicitação ao Senado para cortar o salário do Parlamentar.

    Palavras-chave oficiais: Senador,corte,Remuneração,Senado Federal,atuação,Comentário,Copa do Mundo,Futebol,Estados Unidos,Apoio político,alteração,Salário mínimo,Salário mínimo-hora,incoerência

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    O SR. GLAUBER BRAGA (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Deputado Charles. Presidente, V.Exa. é Deputado pelo Estado do Rio de Janeiro. É razoável que o Senador do nosso Estado esteja nos Estados Unidos ganhando para fazer comentários na transmissão da Copa e recebendo pelo Senado Federal como se nada estivesse acontecendo? Não, Presidente, não é razoável. Ainda mais que o mesmo Senador assinou, num primeiro momento, uma proposta para que o trabalhador brasileiro ganhe por hora, acabando com o salário mínimo mensal. Como é que o povo brasileiro olha para aquilo, com ele lá nos Estados Unidos, recebendo pelo Senado, e não pensa que isso é uma enorme desmoralização? Eu estou entrando, no Senado Federal, com uma solicitação para que o mínimo seja feito: que se corte o pagamento do Sr. Romário, Senador pelo PL do Estado do Rio de Janeiro. Isso é o mínimo do mínimo. Ele que deveria tomar essa iniciativa. Mas como não o faz — e pelo visto não está nem ligando — nós estamos entrando com uma solicitação para que o seu salário seja cortado.
  • 30/06/2026

    O Deputado manifestou solidariedade ao povo venezuelano em razão das consequências do terremoto e das dificuldades enfrentadas pelo País. Além disso, divulgou campanha de arrecadação promovida pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) para apoiar as vítimas, expressou apoio às famílias atingidas e às equipes de resgate e defendeu a mobilização solidária em favor da população venezuelana.

    Palavras-chave oficiais: Terremoto,Venezuela,Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST),Assistência humanitária,solidariedade,Desastre ambiental,arrecadação,Campanha solidária

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    O SR. GLAUBER BRAGA (Bloco/PSOL - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, toda a solidariedade ao povo venezuelano, que está sofrendo e sofrendo muito com o terremoto e com as consequências anteriores de um embargo econômico que dificulta agora o processo de recuperação e de acolhimento às famílias. O MST faz uma postagem de uma campanha de solidariedade e de apoio aos irmãos venezuelanos. Chave PIX: solidariedade@brasilpopular.org.br. A solidariedade é a ternura dos povos. Diante da situação enfrentada pelos nossos irmãos venezuelanos, nos mobilizamos em ações de solidariedade. Expressamos nosso apoio às famílias das vítimas, às cidades, bairros e comunidades atingidas, aos trabalhadores e trabalhadoras que enfrentam as consequências desse desastre, bem como às equipes que atuam para salvar vidas. O nosso agradecimento ao MST, que está fazendo essa articulação solidária pelo povo venezuelano e a nossa solidariedade a todas as famílias, aos irmãos e irmãs venezuelanos, que estão passando por tanta restrição, tanta dificuldade e sofrimento nesse momento.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 16/12/2009 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.