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Detector de Bananada
Foto de Gilson Marques

Deputado · Câmara

Gilson Marques

NOVO · SC

Direitapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Gilson Marques Vieira · 45 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 98 de 100, Cara Bom0406080100

98/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Uma das maiores notas entre os deputados · média do partido: 90

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 100%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 98%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 92%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 99%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

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Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 18%das 859 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou

Vota com o próprio partido 100%das 958 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou

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E-mail
dep.gilsonmarques@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5431
Gabinete
Gabinete 431, Anexo IV, 4º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

100%

Esteve em 391 de 391 sessões

Melhor que 94% dos deputadosMédia do partido: 96%

Votou nas votações

98%

Registrou voto em 1.107 de 1.128 votações nominais

Melhor que 99% dos deputadosMédia do partido: 90%

Iniciativas que viraram lei

1

de 47 projetos apresentados (2%)

9 avançaram · 33 em andamento · 4 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

18%

Em 859 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 0% dos deputadosMédia do partido: 19%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

1.117 discursos na tribuna · de 07/02/2019 a 03/09/2026.

  • 17/12/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação da Subemenda Substitutiva apresentada ao Projeto de Lei Complementar nº 128, de 2025, que altera a Lei Complementar nº 200, de 30 de agosto de 2023, para reduzir os benefícios federais de natureza tributária, financeira e creditícia em, no mínimo, 10% (dez por cento).

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Subemenda substitutiva,Projeto de lei complementar,Partido Novo (NOVO)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GILSON MARQUES (NOVO - SC. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, nós vamos orientar obstrução. Eu gostaria que alguém me ajudasse a explicar os três textos de hoje. Qual é a diferença do segundo texto para o primeiro texto e do terceiro texto para o segundo texto? Alguém sabe me explicar? (Pausa.) Ninguém sabe me explicar? Deputado José Guimarães, V.Exa. sabe a diferença entre o terceiro texto e o segundo texto e entre o segundo texto e o primeiro texto? (Pausa.) O NOVO orienta obstrução. Ninguém sabe explicar. Quem diria? O último texto foi apresentado à meia-noite e treze minutos. São só 40 bilhões de reais para o custo do brasileiro, são 25 páginas de um texto importante. (Pausa.) Tinha que ser à meia-noite e treze minutos, é verdade, um desastre. O NOVO orienta obstrução, Presidente.
  • 17/12/2025

    O Deputado apresentou questão de ordem alegando descumprimento do Regimento quanto ao interstício mínimo de 10 minutos após a disponibilização do parecer para o início da votação do Projeto de Lei Complementar nº 128, de 2025. Argumentou que o texto foi protocolado durante a leitura e que o prazo deveria ser contado apenas após a conclusão dessa etapa.

    Palavras-chave oficiais: Questão de ordem,Interstício,Parecer (proposição legislativa),Regimento Interno da Câmara dos Deputados,Projeto de lei complementar

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GILSON MARQUES (NOVO - SC. Para uma questão de ordem. Sem revisão do orador.) - O art. 157, § 6º, diz que precisa haver interstício de 10 minutos após a leitura do parecer, Presidente. Esse já é o terceiro texto disponibilizado. Dez minutos é o mínimo do mínimo do mínimo do mínimo para se fazer essa análise, conforme o Regimento. Já tínhamos discutido, ele estava lendo, e não tinha subido o relatório da subemenda ainda — foi à meia-noite e treze minutos, se não me engano. O SR. PRESIDENTE (Hugo Motta. Bloco/REPUBLICANOS - PB) - Deputado Gilson Marques, o parecer foi protocolado à meia-noite e treze minutos. O SR. GILSON MARQUES (NOVO - SC) - Durante a leitura. Isso mesmo. Foi durante a leitura, à meia-noite e treze minutos. O SR. PRESIDENTE (Hugo Motta. Bloco/REPUBLICANOS - PB) - Sim, à meia-noite e treze minutos foi protocolado. É o momento em que, regimentalmente, a Mesa começa a contar o horário. Agora nós temos o horário de meia-noite e vinte e seis minutos. Então, o prazo foi atendido. Foram mais de 10 minutos, foram 13 minutos. O SR. GILSON MARQUES (NOVO - SC) - Não, não, não! É após a disponibilização, não é na disponibilização. Ele terminou a leitura agora. O SR. PRESIDENTE (Hugo Motta. Bloco/REPUBLICANOS - PB) - Ele foi disponibilizado publicamente à meia-noite e treze minutos, protocolado no sistema.
  • 16/12/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de encerramento da discussão e do encaminhamento da votação do Projeto de Lei Complementar nº 128, de 2025, que altera a Lei Complementar nº 200, de 30 de agosto de 2023, para reduzir os benefícios federais de natureza tributária, financeira e creditícia em, no mínimo, 10% (dez por cento).

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de encerramento de discussão,Projeto de lei complementar,Partido Novo (NOVO)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GILSON MARQUES (NOVO - SC. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu acho algo curioso. Perguntem para qualquer pessoa que entende mais ou menos de administração pública, de economia: o caminho da prosperidade é mais imposto ou menos imposto? Dos trinta países que mais cobram imposto, o Brasil está na posição catorze. Isso nem é um problema por si só. O problema é a relação custo-benefício, em que o Brasil é o pior. Este projeto faz o seguinte: cobra mais imposto. O Congresso, inexplicavelmente, está votando "sim" para criação de imposto. "Ah, mas é para fintech." Eu quero saber quem é tão inocente que acha que fintech, Relator, vai pagar e não vai repassar isso para o correntista, que, muitas vezes, é doente, aposentado. Isso é inacreditável. Isso é só para levar dinheiro para os políticos, para a política, para fazer o que eles querem. O NOVO orienta "obstrução".
  • 16/12/2025

    O Deputado discutiu o Projeto de lei complementar nº 128, de 2025, que altera a Lei Complementar nº 200, de 30 de agosto de 2023, para reduzir os benefícios federais de natureza tributária, financeira e creditícia em, no mínimo, 10% (dez por cento).

    Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei complementar,contrário

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GILSON MARQUES (NOVO - SC. Sem revisão do orador.) - Um conhecido me mandou uma mensagem agora: "O que estão votando a esta hora da noite?" Eu disse: "Aumento de arrecadação, aumento de imposto". No Congresso, é assim: um cachorro late, aumentam imposto; Neymar cai em campo, aumentam imposto. Quarenta bilhões de reais é mais ou menos o que está sendo aumentado em relação a carga de trabalho para o setor produtivo, para cada trabalhador. É muito engraçado, era para o projeto fazer um corte de benefício fiscal. Aí ele sofreu mutação, sofreu uma simbiose. E hoje, para surpresa, ele foi protocolado depois das 10 horas da noite para ser deliberado hoje. Pior: depois da leitura, veio o texto novo, e o Relator não se manifestou ainda para dizer qual é a diferença entre o texto novo e o anterior. O primeiro texto foi apresentado às 10 horas da noite. O engraçado é que o Presidente disse que houve mais ou menos um consenso no Colégio de Líderes. O NOVO não deu o seu aval ao consenso. Eu fui claro: nós somos contrários a qualquer tipo de aumento tributário, qualquer um, seja qual for. "Ah, porque é para as bets; ah, porque é para isso..." Não importa, somos contrários. Se forem cobrar mais imposto das bets, o cara vai para o mercado irregular. Este é o problema, ninguém pensa na consequência. Inclusive, por este texto, o cara que vai investir capital próprio vai pagar mais imposto do que quem joga em bets. Isso é um absurdo. O engraçado é que um projeto anterior dizia que imposto estimula a pessoa a deixar de tomar refrigerante. Agora, tributar juros sobre capital próprio faz o quê? Também incentiva a não investir, incentiva a não ter emprego, incentiva as pessoas a irem para o Paraguai, como já está acontecendo! Sem-vergonha! A consequência de um projeto é uma coisa, e a de outro é outra? São 40 bilhões de reais! Eu quero saber do Relator e deste Parlamento onde está no texto o corte de despesa, porque esta é a solução: corte de despesa, de privilégio, de conta. No meu voto em separado lá na Comissão do IR está escrito, não é de saúde, segurança e educação. Para quem não sabe, isto aqui é um imposto direto, porque traz consequências: aumento dos preços de combustível, comida e medicamentos! Medicamento fica mais caro. Isso está no colo do Governo Lula, está no colo do Congresso, que está ratificando aumento do custo de vida do cidadão. Nós precisamos recusar com força esta proposta de novo. Já fizemos isso três vezes! O voto é "não"!
  • 16/12/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei Complementar nº 128, de 2025, que altera a Lei Complementar nº 200, de 2023, para reduzir os benefícios federais de natureza tributária, financeira e creditícia em, no mínimo, 10% (dez por cento).

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei complementar,Partido Novo (NOVO),Obstrução parlamentar

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GILSON MARQUES (NOVO - SC. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, passamos muitos dias aqui nesta Câmara votando nome de ponte, dia disso, dia daquilo, feriado. E, quando chega o final do ano, para o impacto de 20 bilhões de reais, para criar quatro impostos, aí falta tempo. Quer dizer, é muito mais, porque são 20 bilhões de reais só para acabar com as isenções, fora os tributos, que não têm levantamento, e estão falando que têm. Subiu agora faz 15 minutos... Não há levantamento de impacto orçamentário de quanto isso representa. Não há! Aí temos que votar com pressa, temos que votar urgentemente. Há pressa para encher de impostos o bolso dos políticos em ano eleitoral. Para isso, há pressa. Para isso, temos que votar rápido. É inacreditável! É uma vergonha! É uma vergonha para este País! O NOVO está em obstrução.
  • 16/12/2025

    O Deputado criticou a falta de previsibilidade e de cuidado na condução de pautas relevantes, com base em análise do discurso de posse do Presidente da Câmara dos Deputados. Ademais, ressaltou que, naquele pronunciamento, a matéria tratada no Projeto de Lei Complementar nº 128, de 2025, que altera a Lei Complementar nº 200, de 2023, para reduzir os benefícios federais de natureza tributária, financeira e creditícia em, no mínimo, 10% (dez por cento), foi considerada como pauta essencial e solicitou que o Presidente da Casa proceda conforme o compromisso assumido.

    Palavras-chave oficiais: Discurso parlamentar,Posse,Presidente da Câmara dos Deputados,Pauta (processo legislativo),Atuação parlamentar,Proposição legislativa

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GILSON MARQUES (NOVO - SC. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu acabei de fazer o levantamento, com máxima vênia, do seu discurso de posse e confesso que, quando o escutei — tenho ele na memória —, o que mais me incomodou foi a falta de previsibilidade, de análise e de cuidado com pautas importantes. No seu brilhante discurso de posse, V.Exa. deixou muito claro que esta seria uma pauta essencial. Então, com base naquele seu discurso, que serve como fundamento para esta minha fala, eu solicito encarecidamente que nós façamos exatamente aquilo que V.Exa. disse que faríamos. Obrigado, Presidente.
  • 16/12/2025

    O Deputado levantou questão de ordem, segundo os artigos 67 e 74 do Regimento Interno, no sentido de que a Sessão Extraordinária deveria se limitar à discussão e votação das matérias da Ordem do Dia, que naquele momento continha apenas uma proposição sem parecer, o Projeto de Lei Complementar nº 128, de 2025, que altera a Lei Complementar nº 200, de 2023, para reduzir os benefícios federais de natureza tributária, financeira e creditícia em, no mínimo, 10% (dez por cento). Na continuidade, disse que não havia possibilidade de deliberação sem relatório e questionou menções a temas e tributações que não constavam no texto, sugerindo falta de transparência. Além disso, criticou a insistência em manter a Sessão após uma hora de suspensão e classificou a pauta como invisível. Argumentou que a matéria teria impacto superior a R$ 20 bilhões e que, mesmo com eventual inclusão do parecer, não haveria condições de análise. Por fim, solicitou o encerramento da Sessão.

    Palavras-chave oficiais: Questão de ordem,Sessão extraordinária,Pauta (processo legislativo),Projeto de lei complementar,Parecer (proposição legislativa),Ordem do Dia

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GILSON MARQUES (NOVO - SC. Para uma questão de ordem. Sem revisão do orador.) - A questão de ordem agora, Presidente, é com base no art. 67, cumulado com o art. 74 do Regimento Interno. Diz o art. 67: Art. 67. A sessão extraordinária será destinada exclusivamente à discussão e votação das matérias constantes da Ordem do Dia. A Ordem do Dia hoje tem um único projeto pendente, que não tem parecer. Não existe possibilidade de termos uma sessão onde um item importante, que é o único da pauta, não tem parecer. E me abisma que ele trate, como V.Exa. disse muito bem, de 10% de forma mais ou menos linear — no § 2º, ele escolhe, ele pinça o que é linear ou não. E, para surpresa de muitos, o Deputado Túlio Gadêlha disse que vai haver outras matérias e que ele gostaria de discutir outras matérias que não estão no texto. Então, eu questiono como será essa tributação que não está no texto e quais são as demais informações privilegiadas mais específicas que o Deputado Túlio Gadêlha tem e que nós não temos. Já que é para discutir conjunturas ou proposições futuras que não estão na proposta... Inclusive, as que ele mencionou esta Câmara já recusou por três vezes, uma delas em MP. Por que agora, às 10 horas da noite, sem texto, depois de 1 hora de suspensão da sessão, que tem somente um item na pauta, a gente ainda vai insistir nesta pauta invisível? Talvez, aqui na Câmara, esteja se pretendendo o que virou uma meta de qualquer setor público: sigilo eterno, sigilo para sempre. Eu não sei como os Parlamentares não têm vergonha de uma sessão nesta condição e até mesmo como V.Exa. não tem vergonha de estar presidindo esta sessão. Por conta de tudo isso, Presidente, eu solicito o encerramento da sessão, porque, ainda que esse relatório, que tem um impacto de mais de 20 bilhões de reais ou de, no mínimo, 20 bilhões de reais de impacto, venha ao sistema agora, é impossível, é inviável e não é recomendável deliberar sobre ele agora. Obrigado, Presidente.
  • 16/12/2025

    O Deputado levantou questão de ordem com base no art. 152, § 1º, inciso II, do Regimento Interno, afirmando que o pedido de retirada de pauta de um projeto sem parecer não havia sido deliberado antes da suspensão da sessão. Disse que a Presidência havia interrompido os trabalhos por uma hora para análise do texto, e que a sessão foi reaberta em outro ponto da pauta, sem decisão sobre o requerimento. Por fim, solicitou o encerramento da sessão, ao argumentar que não havia outros itens em pauta além da matéria sem relatório.

    Palavras-chave oficiais: Questão de ordem,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,interrupção,Sessão extraordinária,Parecer (proposição legislativa)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GILSON MARQUES (NOVO - SC. Para uma questão de ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu fui à tribuna fazer um pedido de retirada de pauta, que não foi deliberado. O Presidente Hugo Motta, sensibilizado com o meu argumento, pois o parecer não estava no sistema, disse que suspenderia a sessão por 1 hora e que, nesse período, a assessoria poderia analisar o texto. Eu achei extremamente exíguo o prazo de 1 hora para essa análise. A sessão foi reaberta e, para minha negativa surpresa, o texto ainda não está no sistema. Foram reabertos os trabalhos não do ponto em que se encontravam: com a retirada de pauta de um projeto que não tem parecer. Isso está em conflito com o Regimento, no seu art. 152, § 1º, inciso II, que dispõe que, obviamente, para que haja qualquer deliberação na Câmara dos Deputados, é necessário um parecer. Esse foi o motivo pelo qual foi pedida a retirada de pauta do projeto, que não foi decidida em virtude da suspensão da sessão há 1 hora. Então eu solicito, Presidente, que nós encerremos a sessão de hoje, haja vista que nenhum outro projeto, além do projeto que não tem parecer, se encontra na pauta. Obrigado, Presidente. A SRA. ADRIANA VENTURA (NOVO - SP) - Presidente... O SR. TÚLIO GADÊLHA (Bloco/REDE - PE) - Presidente... O SR. PRESIDENTE (Hildo Rocha. Bloco/MDB - MA) - Eu quero apenas dizer ao Deputado Gilson que a sessão foi reaberta justamente para recebermos o parecer. Ele está sendo disponibilizado neste momento. O SR. GILSON MARQUES (NOVO - SC) - Mas nós estamos no meio da deliberação da retirada de pauta. Vamos continuar com a deliberação da retirada de pauta.
  • 16/12/2025

    O Deputado encaminhou a votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei Complementar nº 128, de 2025, que altera a Lei Complementar nº 200, de 2023, para reduzir os benefícios federais de natureza tributária, financeira e creditícia em, no mínimo, 10% (dez por cento).

    Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei complementar,favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GILSON MARQUES (NOVO - SC. Sem revisão do orador.) - Gostaria de ter a atenção deste Plenário. Este é um pedido de retirada de pauta de um item importantíssimo que não tem relatório! Diz o Presidente: "Pendente de pareceres". Eu sou advogado há mais de 20 anos e sempre alertei os meus clientes e os meus colegas da seguinte forma: se alguém disser, Senador Esperidião Amin, "assine rápido; isto precisa ser decidido agora", não assine, porque é arapuca. Agora, este Congresso quer votar algo importantíssimo, que terá consequência para mais de 200 milhões de pessoas, para o País inteiro, sem que saibamos qual é o texto! Precisamos retirar a matéria de pauta também sem saber qual é o texto que será retirado de pauta ou não! É uma vergonha! É uma vergonha! Acham que isto aqui é o quê? Um churrasco? Se eu não soubesse da arapuca, seria menos pior, mas o pior é que eu sei! Querem inserir, por debaixo do pano, depois das 8 horas da noite, três novos impostos! Colocam na pauta o projeto, a princípio, mais ou menos bom, na última semana do ano, para aprovar mais impostos, sem o conhecimento do texto pelos Parlamentares, sem relatório colocado no sistema para que eles tenham acesso. Quantas páginas tem o relatório, Deputado Hildo Rocha? Quantos artigos tem a matéria? Quantos artigos tem a matéria, Deputado José Medeiros? Não tenho a mínima ideia. Alguém aqui sabe? Não sabem porque não há como saber! Mas temos que votar! Mas querem votar! É para o "bem" da população! Nossa, como deve ser bonito! Deputado Joaquim Passarinho, Deputado Delegado Caveira, nada gera mais indignação do que isso. É uma falta de respeito ao representante da população, que precisa, Deputado Kim Kataguiri, analisar, avaliar, conhecer, ter dados suficientes e estudo para saber qual é o impacto para a população. Como se faz isso? Com bola de cristal? Com telecinesia? Com mágica? Alguém que está me ouvindo conhece o texto de que estou falando agora? Eu estou tendo que convencer as pessoas a retirarem de pauta um texto desconhecido! Parece óbvio! O SR. PRESIDENTE (Hugo Motta. Bloco/REPUBLICANOS - PB) - Deputado Gilson, após ter ouvido atentamente o pronunciamento de V.Exa., vou suspender a sessão. Eu comecei a votação achando que o Relator já havia subido o texto. Os pontos que o texto trará serão os pontos que nós tratamos na reunião de Líderes. Então, não há, da nossa parte, nenhum tipo de interesse de avançar no debate da matéria sem que se conheça previamente o relatório. Então, eu vou suspender a sessão para que o Relator inclua o texto no sistema. Depois, voltaremos com a apreciação do requerimento de retirada de pauta. Tem a palavra o Deputado Gilson Marques. O SR. GILSON MARQUES (NOVO - SC) - Presidente, eu gostaria de retomar o meu pedido de retirada de pauta com base...
  • 16/12/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do inciso II, § 2º, do art. 422, inserido pelo art. 174 do substitutivo do Senado ao Projeto de Lei Complementar nº 108, de 2024, que institui o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (CGIBS), dispõe sobre o processo administrativo tributário relativo ao lançamento de ofício do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), sobre a distribuição para os entes federativos do produto da arrecadação do IBS, e sobre o Imposto sobre Transmissão Causa mortis e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos (ITCMD), e dá outras providências.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Dispositivo legal,Substitutivo,Projeto de lei complementar,Partido Novo (NOVO),Minoria parlamentar,Voto favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GILSON MARQUES (NOVO - SC. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Caros colegas, hoje é um dia esquisito, entre tantos outros. Os políticos estão escolhendo em que o consumidor vai pagar mais imposto. Agora a escolha é pelo refrigerante. Você, brasileiro, se acaso optar por consumir refrigerante, vai ter que pagar mais imposto. Os Parlamentares do lado de lá estão que nem a Miriam Leitão: "Entendam como isso é bom, como deve ser gostoso tomar refrigerante pagando mais imposto!" E é engraçado, é fantástico o malabarismo, o contorcionismo criado para dizer que isso é legal. Agora, a culpa pelo problema da obesidade e de outras doenças é do refrigerante, como se houvesse essa conexão. Não é culpa da educação... Os resultados do Pisa são uma loucura. O aluno termina o segundo grau sem saber matemática e sem conseguir interpretar texto. Não é culpa da falta de cultura, que é responsabilidade do Governo. Vocês querem ajudar o consumidor? Vocês querem ajudar a saúde? Deixem o dinheiro no bolso do cidadão! Ele vai escolher e vai comprar o que ele quiser. Nada é mais saudável do que isso. Não dá certo o político escolher o que vai ser mais caro e o que vai ser menos caro para o consumidor — só para encher o próprio bolso. "Ah, porque é melhor!" Então vamos cobrar, Deputado Luiz Lima, mais imposto sobre tênis que não tenha amortecedor, afinal de contas é óbvio que tênis com amortecedor é melhor para a coluna. Ou vamos obrigar o cidadão a comer salada, cobrando mais imposto sobre a batata frita. É isso que nós vamos fazer? Vamos tirar a liberdade da população sob o pretexto de que ela é amada e de que precisamos ajudá-la? Na verdade só querem encher o próprio bolso, e coincidentemente em ano eleitoral. Hoje, a pauta desta porcaria é exatamente esta, um projeto que nem está na pauta ainda, mas que vem para criar mais imposto — eu sei que está vindo para isso. Toda hora surge um pretexto para dizer o que é bom para você e para encher o bolso. "Ah, se tem mais imposto, a pessoa vai consumir menos refrigerante!" Que balela! Se fosse assim, não haveria ninguém bêbado, porque o imposto sobre a bebida alcoólica é de mais de 70%. Pois o cara está caindo de bêbado, e fica o quê? Bêbado e pobre! Continua não saudável. Dizem que é um absurdo a pessoa tomar refrigerante, que não contribui para a saúde pública, e que a saúde pública terá que cobrir o atendimento. Eu quero ver algum dado sério que diga que isso é culpa do refrigerante. Fazem um contorcionismo para dizer que o refrigerante paga menos imposto do que a água mineral. Como isso é mentiroso! Eles estão considerando um refrigerante específico que é produzido na Zona Franca, que tem um benefício setorial local. Ele não tem nada a ver com todos os outros refrigerantes produzidos Brasil afora. No Nordeste, por exemplo, há a cajuína e sei lá quantas outras marcas. Então, eles é que querem beneficiar um setor específico. Eu não vou ser maldoso aqui, porque poderia ser maldoso e dizer que eles querem beneficiar o setor de produção de água mineral. É disto que estão nos acusando: nós queremos menos impostos porque estamos cedendo ao lobby dos refrigerantes. Por essa lógica, pela régua deles, eles estão cedendo ao setor de água mineral. Na verdade, nós estamos cedendo a um setor que é pagador de impostos, pela liberdade de escolha dele. O Deputado Hildo Rocha acabou de dizer que toma refrigerante conscientemente, sabendo que faz mal. Assume a responsabilidade. Inclusive, se continuar tomando refrigerante, sabendo que faz mal, assumindo a responsabilidade, vai fazer isso pagando mais caro, porque os colegas dele assim decidiram. Eu continuo usando sapato sem amortecedor, muito embora tenha um problema crônico na coluna. Os políticos não devem determinar a vida dos outros, sob o pretexto de estarem ajudando. Há sempre, sempre uma mentira para colocar mais dinheiro no bolso. Quando o político faz isso, em vez de resolver um problema, ele causa um problema, porque, com menos dinheiro, o cidadão tem menos educação, tem menos saúde e tem menos responsabilidade pelas suas escolhas. Não existe virtude alguma em uma decisão correta quando você é obrigado a tomá-la. Um País que não assume responsabilidade e que não confia na liberdade da sua população nunca chegará ao sucesso. Essa é uma verdade. Os políticos não poderão controlar a vida alheia nunca. Nunca! Todas as vezes que eles fazem isso, mundo afora, ocorre um desastre. Sempre se quer dar mais poder para um sistema parasitário e menos poder para a sociedade que produz, que tem as suas escolhas livres, que paga menos. Eu não ouvi ninguém falar — isso não está no projeto — por que nós não educamos as pessoas a não tomar refrigerante. Eu, por exemplo, não tomo refrigerante, mas não tenho nada contra quem toma. Eu só não quero que essa pessoa pague a mais. Por quê?! Vamos cobrar a mais, então, do Campari? Talvez não, porque os políticos fazem festas com o Campari. Eu não quero que o imposto seletivo seja um expoente de desculpas dos políticos para, a todo tempo, escolherem itens, sob o pretexto de estarem ajudando, para se cobrar mais. É isso que está sendo feito hoje. Hoje é com o refrigerante, amanhã é com a batata frita, depois é com a batata com maionese e assim por diante, porque todos esses produtos, mais ou menos, fazem mal. O pretexto de cobrar mais porque faz mal não faz sentido algum! Nada faz mais mal do que tirar mais dinheiro da população que trabalha até final de maio já para pagar imposto. Pelo amor de Deus, coloquem a mão na consciência! Que arrumem outra forma de conscientizar as pessoas! A verdadeira distribuição de riqueza não é dar dinheiro, muito menos retirar dinheiro, mas, sim, dar conhecimento, entregar liberdade com responsabilidade, entregar poder à população, e não retirar. Os políticos sempre — sempre! —, aqui de Brasília, presumem a ignorância alheia. "Ah, os mais pobres tomam refrigerante porque são ignorantes." Essa é a presunção que os políticos fazem, infelizmente. E não é verdade. A maioria sabe que faz mal e, mesmo assim, assume a responsabilidade de tomar. Alguém aqui nesta Câmara, alguém aqui no plenário não sabe que refrigerante faz mal? Lá em cima, alguém da Mesa, alguém que está me ouvindo, não sabe? Agora, sabendo ou não, você vai pagar mais caro. Por quê? Porque os políticos dizem que é ruim para você, e pagar imposto vai ser bom. É isso que está sendo votado? É isso que está sendo decidido agora? É inacreditável: todos os dias esta Câmara trabalha contra a população. Por quê? Porque ela tributa, retira tempo de vida, esforço, suor e sangue de cada trabalhador e empreendedor. O político de Brasília gosta do empreendedor e do trabalhador assim como o carrapato gosta da vaca, mas até o carrapato sabe que não pode matar a vaca, porque, senão, não sai mais leite. O refrigerante no Paraguai hoje já tem a metade da tributação do Brasil. Vejam quantas empresas estão indo para o Paraguai empreender lá e não ficam aqui! E, a todo tempo, em vez de o Brasil tomar o caminho de menos burocracia, menos regulamentação e menos impostos, ele faz o caminho contrário e fica cada vez pior. E o que ele faz para cobrir esse déficit? Ele cobra mais impostos. Mal sabe ele que esse é um caminho de servidão. É por isso que o País está empobrecendo; é por isso que, em 2023, houve 100 bilhões de reais de arrecadação a mais e não adiantou porcaria nenhuma, porque ele gastou 250 bilhões de reais a mais. O que se precisa fazer é cortar gastos, cortar privilégios. Por isso, o NOVO, a Minoria vai orientar o voto "sim", contra os impostos, contra a... (Desligamento do microfone.)
  • 16/12/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do artigo 293, sobre o Regime de Tributação Específica do Futebol (TEF) das Sociedades Anônimas do Futebol (SAFs), da Lei Complementar nº 214, de 2025, alterada pelo artigo 174 do Substitutivo do Senado Federal ao Projeto de Lei Complementar nº 108, de 2024, que institui o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (CGIBS), dispõe sobre o processo administrativo tributário relativo ao lançamento de ofício do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), sobre a distribuição para os entes federativos do produto da arrecadação do IBS, e sobre o Imposto sobre Transmissão Causa mortis e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos (ITCD).

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Dispositivo legal,Lei complementar,Substitutivo,Senado Federal,Projeto de lei complementar,Partido Novo (NOVO),Voto favorável

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    O SR. GILSON MARQUES (NOVO - SC. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, o NOVO orienta "sim". Como eu sempre repito, toda pauta em que existe algum tipo de redução de imposto significa mais dinheiro no bolso do cidadão, e o NOVO sempre será favorável a isso. Não precisa perguntar. Em qualquer que seja a atividade, qualquer que seja o setor, qualquer que seja a localidade, qualquer que seja a renda da vítima tributária, o NOVO vai orientar para que o dinheiro fique no setor produtivo e menos no setor parasitário. Quem gera renda, quem produz, quem faz, quem se esforça para entregar bons produtos e serviços é quem trabalha, acorda cedo, e não quem vive da renda alheia e quer cada dia mais. O NOVO orienta "sim".
  • 16/12/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do art. 146 da Lei Complementar nº 214, de 2025, alterada pelo art. 174 do Substitutivo do Senado, apresentado ao Projeto de Lei Complementar nº 108, de 2024, que institui o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços - CG-IBS, dispõe sobre o processo administrativo tributário relativo ao lançamento de ofício do Imposto sobre Bens e Serviços - IBS, sobre a distribuição para os entes federativos do produto da arrecadação do IBS, e sobre o Imposto sobre Transmissão Causa mortis e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos - ITCMD, e dá outras providências. Além disso, solicitou apoio ao projeto de lei, de sua autoria, que estabeleceu a imunidade tributária para medicamentos no País.

    Palavras-chave oficiais: Substitutivo,Senado Federal,Dispositivo legal,Projeto de lei complementar,Orientação de bancada,Partido Novo (NOVO),Voto favorável Projeto de lei ordinária,Imunidade tributária,Medicamento

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    O SR. GILSON MARQUES (NOVO - SC. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, nós orientamos "sim". E é incrível, porque eu sempre fui um crítico da enganação do Governo quando diz que cobra imposto para dar saúde, segurança e educação. Se fosse verdade isso, não cobrava imposto sobre remédio, não cobrava imposto sobre prótese de gente amputada. Esse destaque faz isto: ele reduz o imposto sobre medicamento, não o quanto queríamos e não na abrangência que gostaríamos. Aproveito aqui para pedir apoio desta Presidência e dos meus colegas Parlamentares para o meu projeto de lei que dá imunidade a todos os medicamentos do Brasil, ou seja, para que o doente, o aposentado roubado, quem tem algum problema de saúde possa comprar remédio sem imposto. Isso é o essencial, o mínimo de um País que diz cuidar da saúde das pessoas e só engana. A orientação é "sim". Obrigado.
  • 16/12/2025

    O Deputado encaminhou a votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei Complementar nº 108, de 2024, que institui o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços - CG-IBS, dispõe sobre o processo administrativo tributário relativo ao lançamento de ofício do Imposto sobre Bens e Serviços - IBS, sobre a distribuição para os entes federativos do produto da arrecadação do IBS, e sobre o Imposto sobre Transmissão Causa mortis e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos - ITCMD, e dá outras providências.

    Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei complementar,favorável

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    O SR. GILSON MARQUES (NOVO - SC. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Infelizmente estamos chegando aos últimos capítulos de uma péssima novela, que é esta reforma tributária. Era tão desejada, tão necessária, e apresentaram uma armadilha para o povo brasileiro. O que mais precisamos é de descentralização e menos impostos. Esta reforma, no entanto, fez exatamente o contrário, ela promoveu centralização. No fim das contas, ela representa mais impostos. "Ah, Gilson, mas simplificou: é só IBS, CBS, IVA". Eu nem estou falando sobre isso porque, na verdade, substituiu por cinco impostos, não dois. Estou falando em aumento de arrecadação. Estou falando em valores, em dinheiro que sai do bolso do cidadão. Para o cidadão, pouco importa se ele paga cinco impostos, seis impostos, o mais importante é quanto ele paga. "Ah, Gilson, mas vai simplificar". Ainda que isso fosse verdade, é ruim um sistema mais simples e mais fácil que vai cobrar mais. Eu não quero um sistema mais fácil que me ferre. Essa é a verdade. O teor deste projeto é a regularização de um comitê gestor. O que é esse comitê gestor? São políticos ou pessoas indicadas por políticos que vão fazer a administração de todos os recursos do País. Praticamente a metade dos recursos produzidos por toda a comunidade vai ser administrada por políticos. Trinta por cento do gasto do PIB está relacionado à manutenção do Estado. Esses caras vão decidir como administrar os recursos, quanto vão devolver e para onde vão devolver. Deputado Ismael, aquela Darf paga lá em Blumenau não vai ter como beneficiário o Município de Blumenau. Vai vir aqui para Brasília, que será a beneficiária. E sabe-se lá como, quando, por que e quanto vai ser devolvido para Blumenau. A quantia, pasmem, será menor, com certeza, do que a atual. Lembro aqui que Santa Catarina recebe menos de 20% daquilo que arrecada anualmente. É um sistema centralizador que cobra mais e entrega menos. Infelizmente, toda essa toada vem no sentido de cobrar mais imposto, mais tributo. Lembro aqui que, em 2023, arrecadaram 100 bilhões de reais a mais. Sabem de que adiantou? De nada, porque gastaram 250 bilhões de reais. Para cada real que arrecadam a mais, gastam outros 2, quase 3 a mais. Obrigado, Presidente.
  • 02/12/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do parecer apresentado à Medida Provisória nº 1.308, de 2025, que dispõe sobre o licenciamento ambiental especial, visando à consecução eficiente e eficaz de atividades e empreendimentos estratégicos, nos termos que especifica.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Medida provisória,Parecer (proposição legislativa),Partido Novo (NOVO),Voto favorável

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    O SR. GILSON MARQUES (NOVO - SC. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, se puder me dar um minutinho a mais, eu não utilizarei depois o tempo de encaminhamento. Presidente, apenas para recuperar um pouco a memória, nós aprovamos aqui o licenciamento ambiental, uma luta de muitos anos. E, para nossa surpresa, o Presidente Lula vetou diversos dispositivos. Este Congresso, de novo, dando um recado e protegendo o texto, derrubou inúmeros desses vetos. E o Governo, não contente, no tapetão, fez uma medida provisória e recuperou parte desses dispositivos, que inseriu nesta MP. Por sorte, esta MP caiu nas mãos do Relator Zé Vitor, que fez um texto novo e melhorou vários trechos. O Partido Novo não acha o texto perfeito nem morre de amores por ele. O texto tem vários pontos positivos e também tem vários pontos negativos, entre os quais apontamos a problemática de exigir mais documentos e burocracia, de deixar a decisão do que é ou não estratégico ao poder da caneta e de dividir em fases o que era somente em uma fase, o que facilitaria os procedimentos de licença, entre outros. Apesar disso, ao se fazer a análise legislativa, nós concluímos, com certa dificuldade, que, na maior parte, o texto é positivo. Portanto, apesar dos defeitos que se encontram no texto, nós orientamos "sim" e parabenizamos o Relator por salvar boa parte da MP enviada pelo Governo. Obrigado, Presidente.
  • 26/11/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do § 5º do art. 310 do Decreto-Lei nº 3.689, de 1941, alterado pelo art. 2° do Substitutivo apresentado ao Projeto de Lei nº 4.333, de 2025, que altera o Código de Processo Penal para dar mais celeridade e eficiência aos processos penais decorrentes de prisão em flagrante, e dá outras providências.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Dispositivo legal,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Partido Novo (NOVO),Voto favorável

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    O SR. GILSON MARQUES (NOVO - SC. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, com todo o respeito que tenho pelo Deputado Tarcísio Motta, eu vou discordar veementemente de S.Exa. A pauta essencial do Brasil hoje é segurança. A criança vai à escola sem saber se chega lá. Parece que aqui ninguém viu uma esquina perigosa. Precisamos fazer o contrário: autoritarismo, sim, contra vagabundo. Precisamos da redução da idade criminal. Precisamos de prisão em segunda instância. Chega de saidinha como benefício! Chega de ter uma pena grande e sair depois de cumprir menos da metade dela. Esse destaque faz com que não haja, que não precise, que seja dispensável o reaproveitamento de prova. Ora, para que serve, então, a audiência de custódia? Pasmem! Eu já sou contra isso, porque geralmente é para passar a mão na cabeça de vagabundo, para dizer que o policial não bateu na coitadinha da vítima da sociedade. É brincadeira! Mesmo que a prova exista, ela não pode ser aproveitada? Ora, o que estão querendo dizer nas entrelinhas é que o processo precisa ser mais moroso, para que o vagabundo, o acusado, o estuprador tenha maior prazo, que o processo demore mais. Nós não queremos isso. O Brasil não pode mais esperar. Precisamos que a segurança, o Judiciário, toda a rede policial investigativa e ostensiva tenham mais poder, sim, contra aqueles que cometem crimes. Essa é a linha que nós precisamos ter. Essa é a linha mestra. Essa linha mestra está sendo desvirtuada com esse destaque feito pelo PSOL. Por isso, nós orientamos o voto "sim" ao texto do Relator, que é mais duro. Obrigado.
  • 25/11/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do Projeto de Lei nº 1.496, de 2021, que altera a Lei nº 7.210, de 11 de julho de 1984 (Lei de Execução Penal), e a Lei nº 12.037, de 1º de outubro de 2009, para dispor sobre a obtenção do perfil genético na identificação criminal.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei ordinária,Partido Novo (NOVO),Voto favorável

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    O SR. GILSON MARQUES (NOVO - SC. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, este projeto precisa ser aprovado. A orientação do partido é "sim". Finalmente vamos criar, através de lei, um incentivo a que se faça coleta de material genético de preso. É inacreditável que, em 2025, ainda não exista isso. Mais inacreditável ainda é que seja preciso uma lei para dizer o óbvio. Se essa criatura, após solta, cometer um novo crime, vai haver um histórico, um banco de dados, para que se saiba quem é quem. É óbvio que isso é necessário. A nosso ver, a lei é branda demais. É óbvio que promove evolução, mas é branda. Deveria, sim, ser algo obrigatório, não deveria haver redução de pena por conta disso. Mas este país é o Brasil, onde o Governo passa a mão na cabeça do bandido. É o que temos, infelizmente. Avança-se bastante. Por isso, a orientação é "sim". Obrigado.
  • 05/11/2025
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    O SR. GILSON MARQUES (NOVO - SC. Sem revisão do orador.) - Presidente, lá vamos nós a mais uma votação que privilegia o próprio Estado e, para surpresa, o Judiciário. Nós teríamos como prioridade a saúde, a segurança e a educação da população. Mas esse é um argumento menor. O argumento maior é o de que este projeto substitui cargos de juiz por cargo de desembargador. Ou seja, três cargos vagos de juiz são substituídos por um cargo de desembargador. Nós não concordamos com isso, porque a população precisa muito mais do juiz da base, da primeira instância, do que de desembargador. É muito raro, tem um percentual menor, é muito mais difícil aquela ação de primeira instância ou jurisdicionada alcançar o segundo grau, ainda mais na Justiça do Trabalho, em que existe uma série de requisitos. O terceiro ponto é o gasto. O projeto diz equivocadamente que não existe gasto, já que trata de uma substituição de cargos. Acontece que esses cargos não são ocupados. Ou seja, a partir do momento em que se substituem cargos de juízes não ocupados por um cargo de desembargador que será ocupado, obviamente o dinheiro vai ser retirado do caixa. Se esse dinheiro vai ser retirado do caixa, evidentemente se possui um gasto, e isso é um problema, porque a população não aguenta mais pagar essa conta. Perguntem a qualquer trabalhador: "Quanto você está disposto a pagar a mais em tributo ou a trabalhar a mais para pagar o salário ou as despesas de mais um desembargador?" Eu tenho certeza de que a resposta vai ser: "Zero. Nada". Por isso nós somos contrários a este projeto. Obrigado, Presidente.
  • 05/11/2025

    O Deputado encaminhou a votação do  §8 do art. 9º da Lei nº 8.629, de 1993, contido no art. 3º da Subemenda Substitutiva, apresentado ao Projeto de Lei nº 4.357, de 2023, que altera a Lei da Reforma Agrária, impossibilitando a desapropriação por interesse social para fins de reforma agrária de propriedade produtiva por descumprimento da função social.

    Palavras-chave oficiais: Dispositivo legal,Subemenda substitutiva,Projeto de lei ordinária,Encaminhamento de votação,contrário

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    O SR. GILSON MARQUES (NOVO - SC. Sem revisão do orador.) - Meu Deus do céu! Às vezes eu penso que o nosso ouvido é penico. Vou dizer! É tanta loucura: mi-mi-mi, mó-mó-mó, la-ra-ri, lo-ro-ró. Resumo da ópera: o projeto determina o que é função social. O destaque está querendo reduzir, para facilitar a desapropriação. De novo, na mesma linha: "Dinheiro não traz felicidade. Propriedade tem que ser socializada. Dê a sua para mim e seja feliz". É isso o que eles pensam, é isso o que eles querem. É óbvio que nós estamos aqui pelo contrário! Estamos aqui para defender a propriedade privada, para defender o dinheiro resultante do trabalho, e não incentivar quem não trabalha e quer roubar o que é dos outros para si! Nós orientamos "sim", com gosto!
  • 05/11/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do § 5º do art. 9º da Lei nº 8.629/1993, contido no art. 3º da Subemenda Substitutiva, apresentado ao Projeto de Lei nº 4.357, de 2023, que altera a Lei da Reforma Agrária, impossibilitando a desapropriação por interesse social para fins de reforma agrária de propriedade produtiva por descumprimento da função social.

    Palavras-chave oficiais: Dispositivo legal,Subemenda substitutiva,Projeto de lei ordinária,Orientação de bancada,Partido Novo (NOVO)

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    O SR. GILSON MARQUES (NOVO - SC. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - O Deputado que me antecedeu está preocupado com a produtividade da terra dos outros: "Ah! Porque ela não aumentou, porque ela não diminuiu". O que te importa? A terra é dos outros! Se é terra dos outros, você não tem nada que botar a mão! A propriedade privada tem que ser respeitada! Se ele produz e se essa produção fica a mesma, é por culpa de uma ideologia como a de vocês, que a todo tempo tributa e que tira aos poucos. Quando não tira aos poucos, quer desapropriar, para tirar tudo ao mesmo tempo. Um absurdo! A orientação é "sim".
  • 05/11/2025

    O Deputado encaminhou a votação do § 5º do art. 9º da Lei nº 8.629/1993, contido no art. 3º da Subemenda Substitutiva, apresentado ao Projeto de Lei nº 4.357, de 2023, que altera a Lei da Reforma Agrária, impossibilitando a desapropriação por interesse social para fins de reforma agrária de propriedade produtiva por descumprimento da função social.

    Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Dispositivo legal,Subemenda substitutiva,Projeto de lei ordinária,contrário

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    O SR. GILSON MARQUES (NOVO - SC. Sem revisão do orador.) - Presidente, a Esquerda é hipócrita demais, e não gosta de lógica. É engraçado: eles defendem que o Estado vá lá e retire a cerca, que vá lá e resolva o conflito e tire a terra do proprietário, mas são contra o Estado combater o crime lá no morro. É inacreditável. Para um lado, pode, para retirar de alguém a propriedade privada, mas, por outro lado, não se pode controlar o crime ao subir o morro — a isso são contrários. É óbvio que nós orientamos "sim". Nós defendemos a propriedade privada, e não o contrário. Aliás, a Esquerda também defende a propriedade, mas só quando é dela. Ela quer desapropriar a dos outros para receber de forma gratuita. É isso o que não podemos aceitar. A orientação é "sim", assim como a de todos os outros destaques. Obrigado.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 17/12/2019 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.