
Nome civil: Gilson Marques Vieira · 45 anos
Bananômetro
98/100
Aparece, vota e trabalha.
Uma das maiores notas entre os deputados · média do partido: 90
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 100%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 98%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 92%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 99%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 18%das 859 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 100%das 958 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
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- dep.gilsonmarques@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5431
- Gabinete
- Gabinete 431, Anexo IV, 4º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
100%
Esteve em 391 de 391 sessões
Votou nas votações
98%
Registrou voto em 1.107 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
1
de 47 projetos apresentados (2%)
Alinhamento com o governo
18%
Em 859 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
1.117 discursos na tribuna · de 07/02/2019 a 03/09/2026.
- 03/03/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de adiamento da discussão do Projeto de Lei nº 5.490, de 2025, que dispõe sobre a criação de cargos efetivos, cargos em comissão e funções comissionadas no Quadro de Pessoal do Conselho Nacional de Justiça.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de adiamento da discussão,Projeto de lei ordinária,Partido Novo (NOVO),Voto favorável
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O SR. GILSON MARQUES (NOVO - SC. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, na terça-feira, às 8 da noite, nós estamos aqui votando o escândalo do INSS. Não, não, eu me enganei. Nós estamos deliberando sobre o escândalo do Banco Master. Não, também não. Nós estamos avaliando redução de tributos. Não, também não. Nós estamos fazendo o quê? Estamos criando 240 cargos não é brincadeira para o CNJ. Estamos agindo como se combinássemos um churrasco no Brasil é assim , mas não há churrasco e, mesmo assim, querem aumentar o tamanho da banda e pagar mais. Isso aqui é pura sacanagem! Eu queria que o eleitor, o pagador de imposto, o trabalhador deixasse de ver novela e olhasse essa sacanagem que faz com que isso seja pago com dinheiro do bolso dele. É óbvio que nós queremos adiar esta discussão. A orientação é "sim". - 03/03/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei nº 5.490, de 2025, que dispõe sobre a criação de cargos efetivos, cargos em comissão e funções comissionadas no Quadro de Pessoal do Conselho Nacional de Justiça.
Palavras-chave oficiais: Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei ordinária,Orientação de bancada,Voto favorável,Partido Novo (NOVO)
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O SR. GILSON MARQUES (NOVO - SC. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, o Deputado Rubens Pereira Júnior disse que o valor é pequeno, é irrisório. Olhem só: são 30 milhões de reais por ano 30 milhões! Daria para construir um baita hospital regional com mais de cem leitos de UTI. Eu queria alertá-los de que dinheiro não dá em árvore. Quando você gasta com uma coisa, é impossível gastar o mesmo dinheiro com outra coisa. Quando você escolhe, conscientemente, gastar esse dinheiro com 240 cargos no CNJ, você conscientemente está decidindo não ter esse hospital, não ter esses leitos de UTI. Essa é a nossa crítica. O objetivo deveria ser saúde, segurança e educação, mas nunca é. O objetivo sempre é criar cargos, aumentar o Estado, aumentar salário, fazer concurso, botar comissionado, nomear gente, gastar o dinheiro do outro; nunca é servir ao outro. Por isso, a orientação é "sim". - 03/03/2026
O Deputado encaminhou a votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei nº 5.490, de 2025, que dispõe sobre a criação de cargos efetivos, cargos em comissão e funções comissionadas no Quadro de Pessoal do Conselho Nacional de Justiça.
Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei ordinária,favorável
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O SR. GILSON MARQUES (NOVO - SC. Sem revisão do orador.) - Presidente, seguindo o ritmo deste Congresso, nós vamos votar o PL que cria vinte cargos para o CNJ. Desculpem! Eu me enganei. São cinquenta cargos para o CNJ. Aliás, desculpem novamente: são cem cargos para o CNJ. Não! Eu errei: são 240 cargos para o CNJ. Agora votamos o aumento para servidores do MP. Na semana passada ou retrasada, foi para o Legislativo. Toda semana, votamos alguma coisa para aumentar a própria estrutura, o número de cargos, o salário. Eu queria saber o que se faz para o cidadão comum. Eu lembro que o Judiciário brasileiro já é o mais caro do mundo: custa 1,4% do PIB, Deputado Tarcísio. O segundo país que mais gasta com o Judiciário é a Venezuela. Sabem quanto? O país gasta 0,34% do PIB. E ainda querem criar mais cargos, mais estrutura, mais salário, como se o Judiciário fosse melhorar por causa disso. Vejam a demora! A cada real que entra no Judiciário, recupera-se quanto? Treze centavos? A média da OCDE são 70 centavos; na Inglaterra, 90 centavos. Eles acham que, colocando mais dinheiro, mais cargos, mais salários, mais estrutura, a coisa vai melhorar?! Não. Isso é o mesmo que colocar água em mangueira furada. Só prejudica o cidadão. Trata-se de uma estrutura forte, uma estrutura cara, para um país pobre, que não tem esgoto, que não tem água tratada, que não tem saúde, que não tem segurança, que não tem educação. Mas sempre é melhor se servir de quem trabalha. Reclamam da escala 6 por 1, mas dela retiram 2 dias e meio para o próprio benefício, para a própria estrutura. É isso que faz, todos os dias, este Congresso Nacional, esta Câmara dos Deputados. Quando digo que é melhor que não funcione, é porque projetos como este geram despesas, despesas enormes para o cidadão comum pagar com o suor do seu rosto, com o seu sangue. Este sistema é parasitário, pois tira o leite da vaca, quando, na verdade, está saindo apenas sangue e, daqui a pouco, mata. É isso que faz a Câmara dos Deputados. Eu queria saber do trabalhador a copeira, o cidadão que se esforça, que pega ônibus, que leva o filho para o colégio como mais de 240 cargos no CNJ, só por este projeto, vão fazer bem a ele. É óbvio que temos... (Desligamento do microfone.) - 03/03/2026
O Deputado declarou apoio ao Projeto de Lei nº 4.716, de 2025, que instituiu no Código Penal o crime de “gerontocídio”, ao afirmar que o ordenamento já vinha criando qualificações específicas, a exemplo do feminicídio, e que a ampliação de pena para homicídio contra pessoa idosa representava um avanço possível no momento. Também defendeu o aumento de penas para todos os tipos de homicídio, ao sustentar que a gravidade do crime não deveria variar conforme idade, sexo ou cor da vítima.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Crime contra a vida,Tipicidade penal,Gerontocídio,Aumento da pena,Homicídio,Lesão corporal,Idoso
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O SR. GILSON MARQUES (NOVO - SC. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado. Presidente, este projeto introduz um novo crime no nosso Código Penal, com o nome de "gerontocídio". Ou seja, hoje não basta ter o crime de homicídio tipificado. Estão sendo criados cada vez mais outros crimes, assim como o feminicídio. De nossa parte, nós gostaríamos de aumentar a pena de todos os tipos de homicídio. Isso não é possível, porque alguém quer escolher para, dependendo da vítima, a pena ser maior. A gente concorda que sejam aumentadas as penas de todos os homicídios, inclusive contra o idoso. Por isso, nós somos favoráveis a este projeto. O nosso sonho é ver chegar o dia em que as vidas não sejam mensuradas com base em características que elas tenham, como a idade, o sexo ou a cor. Quem sabe um dia a gente consiga aumentar as penas de forma igualitária. No momento, o que temos é este projeto. Então, a orientação é "sim" ao projeto. Obrigado. - 03/03/2026
O Deputado discutiu o Projeto de Lei nº 3.879, de 2024, que altera a Lei nº 13.316, de 20 de julho de 2016, que dispõe sobre as carreiras dos servidores do Ministério Público da União e as carreiras dos servidores do Conselho Nacional do Ministério Público. Ademais, contestou o Relator da proposição, ressaltando que o Deputado Kim Kataguiri não é contra servidor, trabalhador ou serviço público, mas que a questão é debater a carga tributária imposta à população em razão do aumento salarial do funcionalismo público. Além disso, alertou para a elevada alíquota decorrente da reforma tributária, que prioriza o próprio Governo e seus funcionários em detrimento do povo. Por fim, declarou que quem gosta de trabalhador e de servidor defende um Estado enxuto e eficiente.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,contrário Relator,Deputado federal,Servidor público,Trabalhador,Setor público,Carga tributária,População,Aumento salarial,Funcionalismo público,Alíquota,Governo federal,Reforma Tributária (2023),Estado brasileiro
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O SR. GILSON MARQUES (NOVO - SC. Sem revisão do orador.) - Obrigado. Presidente, eu não tenho procuração do Deputado Kim Kataguiri, mas o Relator da matéria fez uma crítica ao Deputado Kim, dizendo que ele é contra o servidor, que ele é contra o serviço público, que é contra o trabalhador. A minha defesa é no sentido de que o Relator da matéria não entendeu que esse não é um discurso contra o servidor. A questão não é se ele merece, se ele é bom ou não. A pergunta que fica é se o trabalhador aguenta pagar. Quanto você trabalhador que pega ônibus todo dia e se esforça para comprar remédio e comida está disposto a pagar a mais de imposto para o servidor público ter aumento? Esse projeto é engraçado não trata de aumento. Concede 8% em julho de 2026, 8% em julho de 2027 e 8% em julho de 2028, obviamente um ano cumulativo com o anterior, ou seja, essa é uma garantia não só do salário, porque servidor tem garantia vitalícia pelo menos os que são concursados. É uma garantia de aumento anual num percentual garantido, ainda que a inflação não chegue a esse padrão. Isso é mais ou menos o seguinte: se nós estamos num prédio, a luz está com conta atrasada, o elevador está quebrado, o prédio está sujo, faz-se uma reunião do síndico, e o que a reunião do síndico define? Dá aumento para o segurança, para o porteiro, para o síndico e para mim mesmo. Essa é a decisão. Não é cuidar do escopo, do objetivo principal. A pergunta que fica é: o servidor deve servir à população, ou se servir dela? Esse é o questionamento. Eu não vejo ninguém que trabalha todo dia e esteja disposto a pagar mais imposto. Estou dizendo que não é chororô, não é mi-mi-mi, não. Foi votada uma reforma tributária, e todo mundo sabe que a alíquota vai ficar a segunda maior do mundo. Eu garanto que, quando ela começar a se operacionalizar, por isso e por outras coisas, vai ser, sim, a maior do mundo, porque não para, não sossega. A fome é imensa. Este é o grande problema: primeiro se pensa no próprio Governo, nos seus próprios comissionados, nos seus próprios funcionários. Pouco importa quem vai pagar a conta. Isso não é representar a população. Quem representa e gosta do trabalhador e do servidor é aquele que quer um Estado enxuto, eficiente, quando é positivo, e mais barato para quem paga a conta. Isso, sim, ajuda o Brasil. A orientação é "não". - 03/03/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei nº 3.879, de 2024, que altera a Lei nº 13.316, de 20 de julho de 2016, que dispõe sobre as carreiras dos servidores do Ministério Público da União e as carreiras dos servidores do Conselho Nacional do Ministério Público.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei ordinária,Partido Novo (NOVO),Voto favorável
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O SR. GILSON MARQUES (NOVO - SC. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu prestei atenção ao que disse o Deputado Chico Alencar, que é uma pessoa que eu sei que lê os projetos, e, de fato, não houve reajuste até o relatório de ontem. Pode ser que tenha sido esse que ele leu. No entanto, hoje, ao meio-dia, veio um relatório novo dizendo, sim, que haverá um reajuste. E, ao contrário do que ele fala, obviamente, haverá, sim, um impacto. Serão 2 bilhões de reais, aproximadamente, em 3 anos 2 bilhões de reais a mais para o brasileiro pagar. E isso está muito longe de não ser impacto, está muito longe de ser só uma denominação. Isso, para mim, tem outro nome: é um subterfúgio para dizer ou não dizer claramente que é um aumento, sim, que está acontecendo agora, com impacto de 2 bilhões de reais em 3 anos. A orientação é "sim". - 03/03/2026
O Deputado encaminhou a votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei nº 3.879, de 2024, que altera a Lei nº 13.316, de 20 de julho de 2016, que dispõe sobre as carreiras dos servidores do Ministério Público da União e as carreiras dos servidores do Conselho Nacional do Ministério Público.
Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei ordinária
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O SR. GILSON MARQUES (NOVO - SC. Sem revisão do orador.) - Obrigado. Presidente, existe uma métrica nesta Câmara dos Deputados, em que não passa uma semana que não se faça uma de duas coisas: ou se aumenta a estrutura, ou se aumenta o tamanho do Estado; ou se cria cargo, ou se aumenta o número de benefício; ou se aumenta salário do setor público, ou se aumenta e se cria tributo; ou se aumenta alíquota, ou se faz uma enorme maracutaia para aumentar a arrecadação. E, não raro, se fazem as duas coisas. Nós, recentemente, Deputado Marcon, criamos 200 cargos para o Supremo Tribunal Federal, aumentamos o Legislativo, os benefícios do Legislativo Federal. Agora é o Ministério Público. No ano passado, foi o Tribunal Eleitoral, que tem gastos enormes, uma entidade que orienta, fiscaliza, julga, custa bilhões por ano, mesmo nos anos em que não temos eleição. E agora, como é o trem da alegria, é a vez do Ministério Público. O Ministério Público vai ter uma denominação diferente e melhor para alguns cargos e, lógico, quem iria desconfiar, um aumento de salário. Só que tem uma verdade que jamais é dita, e eu gostaria de falar neste microfone. Sempre que você, de qualquer forma, aumenta o tamanho do Estado, sendo por criação de mais cargos ou com aumento de salários e benefícios, essa estrutura é paga por uma única pessoa: o pagador de imposto, seja ele empreendedor ou trabalhador. A maioria é composta por trabalhadores pobres: 52% ganham menos de três salários mínimos. É esse cidadão que elege seus representantes, os quais chegam aqui prometendo ajudar os mais pobres e oferecer saúde, segurança e educação. Contudo, fazem exatamente o contrário: criam despesas para si próprios, para o Estado, para que a população pague esse boleto. Ocorre justamente isso. Prova disso é que, anualmente, o déficit nominal e a arrecadação aumentam, enquanto a população não vê nada de benefício concreto. Eu queria ver uma única pessoa, um único pagador de imposto dizer: "Puxa é legal pagar mais imposto para aumentar os benefícios do Ministério Público". A orientação é "não". - 03/03/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para tramitação do Projeto de Lei nº 4.183, de 2024, que garante o internamento voluntário de menores para tratar dependência química, bem como, a permanência, destes quando estejam sob a tutela de pais ou mães dependentes químicos em tratamento voluntário, de forma a garantir a continuidade do vínculo familiar durante o processo de recuperação, em instituições de tratamento credenciadas pelos órgãos públicos, assegurando ambiente apropriado e recursos especializados.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Partido Novo (NOVO),Voto favorável
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O SR. GILSON MARQUES (NOVO - SC. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. O Partido Novo tem alguns problemas com o texto. O partido não considera que ele está bem escrito, mas acredita que esses problemas devem ser solucionados por ocasião da discussão de mérito. Neste momento, diante da importância da matéria, e até porque se trata de internamento voluntário, a orientação é "sim". Obrigado. - 25/02/2026
O Deputado encaminhou a votação do Projeto de Decreto Legislativo nº 50, de 2026, que aprova o texto do Acordo sobre a 15ª Reunião da Conferência das Partes da Convenção sobre a Conservação das Espécies Migratórias de Animais Silvestres, assinado em Nairóbi, Quênia, em 21 de dezembro de 2025. Além disso, questionou a coerência do discurso oficial de combate à pobreza diante da ampliação de benefícios sociais e citou que 25% da população recebe Bolsa Família. Também afirmou que a distribuição de botijões, antes enquadrada como crime eleitoral, hoje está prevista em lei. Por fim, criticou gastos do Governo com eventos e a população depende de programas assistenciais, deixando em segundo plano áreas como saúde, segurança e educação.
Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Projeto de decreto legislativo,contrário Governo federal,Despesa pública,Evento,População,Pobreza,Bolsa Família,distribuição,Gás Liquefeito de Petróleo (GLP),Crime eleitoral,Discurso político
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O SR. GILSON MARQUES (NOVO - SC. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu escutei a Deputada Erika falar do gás de cozinha. Olhem a preocupação dos Deputados do PT: o preço do gás de cozinha. Então, é preciso fazer um programa para dar gás de cozinha, porque existem 15 milhões de famílias que não têm gás para fazer a própria comida. Essa é a preocupação, essa é a realidade dita por ela! Mas, para gastar 43 milhões de reais, no mínimo, para fazer uma conferência sobre espécies migratórias e conservação, existe dinheiro. Há mais uma coisa engraçada. O Lula não tinha tirado todo mundo da pobreza, não tinha resolvido o problema da fome? Ué! Isso então parece contraditório, porque ele precisa dar o gás! Aliás, Deputado Luiz Lima, no passado, era crime dar um botijão de gás em troca de voto. Isso era crime, era compra de voto. Hoje está na lei. Você pode dar botijão de gás; está tranquilo, está legalizado. E você pode dar botijão de gás, coincidentemente, em ano eleitoral. Na verdade, existe uma dissonância, uma contradição enorme, porque eles decidem e dizem que vão salvar o planeta, que vão salvar o Brasil, que vão salvar a população, mas tudo o que fazem é empobrecê-la, para deixá-la dependente dos políticos de sempre, para que esteja pronto o círculo vicioso que entrega quase nada e consome tudo. Eles pegam 40 milhões de reais para fazer conferência para engravatados e dão um botijão de gás. Eles prometem saúde, segurança e educação e fazem uma conferência para as pessoas se esbanjarem com passagem aérea, hotel, frigobar e comida. Isso está na lei, não sou eu que estou inventando. Todas as despesas ficam para o país sede. O Brasil parece um primo rico, porque está com dinheiro sobrando! Eu fico abismado, porque eles sabem que não é assim, uma vez que precisa haver um programa para dar gás de cozinha, e há 25% da população recebendo o Bolsa Família. Mas qual é a prioridade? "Ah, vamos fazer a COP 15 para gastar o dinheiro do trabalhador." Decerto, todo trabalhador está muito feliz de trabalhar 3 dias por semana para pagar essa despesa escolhida pelos políticos, empurrada à força no lombo dele. Falam de exploração do trabalho, mas a exploração do trabalho é feita pelo Estado, pelos políticos essa é a grande verdade , que fazem escolhas que as pessoas jamais fariam voluntariamente de bom gosto, jamais! A única coisa que as pessoas esperam é que eles façam o mínimo: saúde, segurança e educação, mas eles estão muito menos preocupados com isso, ainda mais em ano eleitoral. Isso é uma vergonha vergonha! - 25/02/2026
O Deputado encaminhou a votação do requeriemtno de adiamento da votação da Mensagem nº 112, de 2026, que trata do Acordo sobre a 15ª Reunião da Conferência das Partes da Convenção sobre a Conservação das Espécies Migratórias de Animais Silvestres, assinado em Nairóbi, Quênia, em 21 de dezembro de 2025.
Palavras-chave oficiais: Mensagem do Poder Executivo,Encaminhamento de votação,Requerimento de adiamento da votação,favorável
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O SR. GILSON MARQUES (NOVO - SC. Sem revisão do orador.) - Presidente e querida Lia, que vai nos deixar e vai fazer muita falta, muita mesmo, eu fico imaginando chegar à minha cidade, Deputado Carlos Jordy, e as pessoas me perguntarem: "Como é que foi lá em Brasília? O que vocês decidiram?" para quem não sabe, o Congresso Nacional decide o destino dos recursos captados à força de cada trabalhador , e eu ter que dizer aos meus eleitores que o Congresso decidiu, na quarta-feira, pegar 40 milhões de reais de todos os brasileiros e fazer uma COP 15 para a conservação dos animais silvestres migratórios, sendo que já fez a COP 30. O Congresso tinha uma escolha: podia gastar com saúde, com segurança, com educação, com merenda escolar, com livro, com aparelho de mamografia, com equipamento médico, com estrada, com inúmeras coisas. Mas o que ele decidiu fazer? Parece piada, mas a galera está votando nisso, está escolhendo conscientemente votar a favor de se fazer a COP 15, para pagar por uma conferência sobre animais silvestres migratórios, e pagar a conta de forma integral, para outros engravatados virem ao Brasil falar bonito, tirar selfie em palco e dizer que vão salvar o planeta e os animais migratórios. Ainda que fossem salvos, isso é inacreditável! Nem o Chico Anysio faria uma piada dessas com o dinheiro dos outros. É inacreditável como a maioria esmagadora concorda com isso. E ninguém chegou a esta Casa por Sedex. Foram os representados, os eleitores, que votaram nessas pessoas que acham que isso é prioridade e urgência ou que acham que saúde, segurança e educação estão bem, estão boas. Eu não consigo justificar para nenhum trabalhador que paga imposto à força, com 40% de tudo o que produz, que se deve pagar por uma conferência sobre aves migratórias para engravatados de outros países virem ao Brasil comer, beber, ficar em hotel, abrir estrada, poluir, a exemplo da vergonha internacional que foi a COP 30. Aliás, o planeta não foi salvo depois disso, infelizmente eu vou dizer a verdade a V.Exas. , tanto que é preciso fazer mais uma conferência, a COP 15. Agora vai! Agora os conferentes, as palestras... É sério que V.Exas. acham que o Brasil precisa de uma conferência para defender isso? Ou precisa investir, dar liberdade às pessoas, desburocratizar, desregulamentar, retirar impostos, trabalhar por saúde, por segurança, por educação, por segurança jurídica, respeitar contrato, diminuir o tamanho do Estado, parar de pagar conta para os outros, parar de explorar o cidadão? Esquecem-se disso tudo, para fazer uma conferência e gastar 43 milhões de reais. E esse é o valor previsto, porque, para a COP 30, foram previstos 250 milhões de reais, mas gastaram 750 milhões de reais. É a mágica da multiplicação do dinheiro, na qual o setor público é expert, para depois passar a conta. Aí reclamam que a dívida pública está alta. Por que será? A orientação é "não". - 25/02/2026
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O SR. GILSON MARQUES (NOVO - SC. Sem revisão do orador.) - Obrigado. Presidente, eu vou tentar explicar por que esse projeto, assim como inúmeros outros, é nefasto. Ele engana a população e faz escolhas erradas de prioridade e urgência. As pessoas acham que o brasileiro vai ter saúde, segurança e educação e, por isso, precisa sustentar este Estado e os políticos através dos impostos. Pois o brasileiro não tem saúde, não tem segurança e não tem educação. Educação? É só ver o índice do Pisa: o aluno sai do segundo grau sem saber matemática básica, sem interpretar textos. A saúde é uma lástima. Cobram-se 35% do medicamento, do remédio de que o cidadão precisa. Cobra-se imposto sobre prótese de gente amputada. Segurança? O Judiciário está mais preocupado com o que eu posto no Twitter do que ir atrás de 350 mil mandados de prisão em aberto. No Brasil, não há saúde, segurança e educação, mas há mais de 450 estatais e se gasta dinheiro com uma montoeira de coisas, menos com o que deveria, que são as três prioridades máximas. Está incluído isto aqui: pagar, financiar, arcar com todas as despesas de uma conferência para conservação de espécies migratórias e animais silvestres no Brasil, decidida em dezembro para fazer no mês que vem, com programação de despesas de 43 milhões de reais, Deputado Lafayette. Depois não se sabe por que não há dinheiro para saúde, segurança e educação. Por que será? Porque se gastou dinheiro com outra coisa: simples assim. "Ah, Gilson, mas você é contra os pássaros que voam e que migram de um país para outro?" É claro que não, mas a conferência não vai resolver isso. Se fosse assim, nós estaríamos com uma natureza espetacular agora porque se acabou de fazer a conferência da COP 30, que gastou 700 milhões de reais. E o que melhorou? Nada! Continuamos num país que também não cuida da natureza. A metade da população não tem saneamento básico. Há um lixo a céu aberto, uma vergonha. A criança pisa no cocô para ir à escola quando há escola , mas se vai ter que pagar engravatado para tirar selfie internacional, para ir de avião, para se hospedar em hotel caro, para dizer que está defendendo a natureza mundial. Faça-me um favor! Que lorota para boi dormir! Brasileiro, acorde, olhe o que você está pagando. Diga para o seu representante que você não quer pagar por isso. Diga para ele que você quer saúde, segurança, remédio, que você não quer sustentar esse sistema que o empobrece, que o escraviza, que tira sua liberdade. É com isso que a gente tem que acabar. A gente tem que botar prioridade, urgência, e não esse tipo de vergonha que este Congresso compartilha porque, de certa forma, aproveita-se. É "não" à matéria! - 25/02/2026
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O SR. GILSON MARQUES (NOVO - SC. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Olha, eu vou dizer: é por esse tipo de projeto, Deputado Danilo Forte, que eu perco a esperança no Brasil. Realmente, eu me decepciono com o Congresso Nacional. Eu fico pensando qual é o trabalhador, o empreendedor, o cara que se ferra lá, que diz: "Eu vou pagar imposto para eles fazerem uma conferência lá em Campo Grande"? Foi decidido no mês passado, no final do ano, que o Brasil ia fazer uma conferência chamada COP 15. Para que seria essa conferência? Para a conservação das espécies migratórias e animais silvestres. E com qual custo? O custo aproximado é de 43 milhões de reais, que todo brasileiro, querendo ou não, concordando ou não com as espécies migratórias e animais silvestres, lá em Campo Grande, vai ter que pagar: para ter palco, para ter diária, para ter comida, para ter avião, para fazer selfie internacional, para ter gente da ONU de vários lugares, com benefícios de outros países. Eu escuto alguém dizer: "Ah, mas você é contra isso, porque você é contra os animais". Gente, vocês acham mesmo que essa conferência vai resolver o problema dos animais silvestres migratórios? São mais de 40 milhões de reais. Se quisessem proteger o clima, a natureza, metade da população brasileira não estaria sem esgoto, com lixo a céu aberto. Há escola sem merenda, nem vou falar sobre o material escolar. Existe hospital com maca no cavalete. Isto aqui é uma vergonha. Com o dinheiro só dá para fazer uma coisa, você não consegue fazer as duas. O Brasil está em déficit, tem dívida lá nas alturas, cobra imposto enorme cada vez mais. E é engraçado porque os políticos enganam, dizendo que vão dar saúde, segurança e educação, quando, na verdade, eles revertem para eles mesmos para fazer o quê? Conferência, para fazer palco, para aparecer, para fazer discurso, sendo que acabaram de fazer, no ano passado, a COP 30 também no Brasil. E o Brasil, como é ricão, vai pagar tudo. Lá, na COP 30, foram gastos mais de 700 milhões de reais. Coitado do brasileiro, coitado do trabalhador, do lombo do brasileiro. E falam: "Ah, vamos fazer escala 6 por 1 porque o trabalhador é explorado". Sim, é explorado pelo Governo! Ele trabalha 2 dias e meio para sustentar o Governo, através dos impostos, para fazer este tipo de porcaria. A orientação é "sim" ao adiamento da discussão. - 25/02/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência à Mensagem nº 112, de 2026, que dispõe sobre o Acordo sobre a 15ª Reunião da Conferência das Partes da Convenção sobre a Conservação das Espécies Migratórias de Animais Silvestres, assinado em Nairóbi, Quênia, em 21 de dezembro de 2025.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Mensagem do Poder Executivo,Partido Novo (NOVO),Voto contrário
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O SR. GILSON MARQUES (NOVO - SC. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, isto aqui é um escárnio! Acabamos de pagar mais de 700 milhões de reais pela COP 30 e agora vamos gastar mais de 40 milhões de reais para a COP 15. Daqui a pouco, vai ser feita a COP 45, vai ser feita a COP 50. Para quê? Para discutir no Brasil, para o brasileiro pagar, a conservação de espécies migratórias de animais silvestres. Se o Brasil estivesse preocupado com o meio ambiente, não haveria 100 milhões de pessoas sem esgoto, não haveria lixão a céu aberto. Dá para comprar muita merenda escolar de qualidade com isto, dá para construir hospital regional. Isto aqui é uma vergonha! Fazer a COP 15, para o brasileiro pagar, lá na cidade de Campo Grande, que, de novo, não tem estrutura, para pagarem passagem aérea e hotel para engravatado fazer discurso e selfie internacional?! O NOVO vai votar e orientar com força o voto "não"! Com força, o voto é "não", "não" e "não"! - 10/02/2026
O Deputado discutiu o Projeto de Lei nº 6.132, de 2025, que cria a Universidade Federal Indígena.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,contrário
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O SR. GILSON MARQUES (NOVO - SC. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Este é um assunto delicado. É interessante porque alguns dizem: "O Gilson é contra o projeto, então é contra os indígenas". Eu conversei com a Deputada Célia, uma querida. Ela me explicou os argumentos, e eu tenho oportunidade de explicar os meus. De que trata este projeto? Ele cria a Universidade Federal Indígena Unind, cuja sede será em Brasília, caso o projeto seja aprovado. Por quais motivos eu considero o projeto ruim? Não atende a comunidade indígena, pelo menos não na minha visão de mundo. Primeiro, nós vamos criar uma nova estrutura permanente, que tem, obviamente, um gasto, e esse gasto é pago pelos mais pobres, que deveriam ou poderiam também acessar a universidade. Lembro, Deputado Uczai, que 52% de toda arrecadação do Brasil é feita por quem ganha menos de três salários mínimos. A universidade federal muitas vezes é cursada por um médico rico, que, inclusive, paga meia-entrada no cinema; a filha do empregado não acessa a universidade e ainda tem que pagar entrada cheia no cinema. Nós temos o impacto de funcionários permanente; nós temos o problema de que a universidade federal deveria ficar em segundo plano, em comparação ao ensino fundamental. E este projeto estimula o nível superior, e não o ensino básico. Gasta-se três vezes mais com o ensino superior do que com o ensino básico! Esse é o acesso que se deveria ter. E o principal argumento: nós já temos universidades federais no Brasil inteiro. Todos os indígenas podem e deveriam fazer cursos nas universidades federais. Não há proibição nenhuma! Qual o motivo de se ter uma universidade federal específica para indígenas? Então, vamos criar uma para negros? Vamos criar uma para anão? Vamos criar uma para imigrantes? Não faz sentido! O que faz a cultura é o arroz com feijão, é a mistura, as pessoas estarem juntas, alunos e professores de todas as raças. Isso é crescimento, isso é evolução, isso é conhecimento. Aliás, o Brasil não consegue manter com qualidade as universidades federais que já tem. É como se você tivesse um carro quebrado na garagem e financia um outro carro quebrado em sua conta. É isso que vai acontecer, infelizmente. Então, nós precisamos estimular e melhorar as universidades que já temos hoje, estimular o ensino fundamental, e não o superior, e estimular todos os brasileiros de todas as raças a estudarem e compartilharem as suas culturas de forma conjunta, e não separada. Eu fico pensando em quem é de Santa Catarina, Deputado Pedro Uczai, por exemplo, de José Boiteux, onde há uma tribo indígena. Vamos dizer a ele que vai haver universidade federal e vamos fazê-lo se deslocar para onde? Enfim, Presidente, a orientação é "não". Obrigado. - 10/02/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do Substitutivo oferecido ao Projeto de Lei Complementar nº 14, de 2026, que dispõe sobre a redução de alíquotas da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins incidentes sobre a indústria química e petroquímica, e altera a Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005, e a Lei nº 10.865, de 30 de abril de 2004.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei complementar,Partido Novo (NOVO),Voto contrário
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O SR. GILSON MARQUES (NOVO - SC. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, repito a preocupação. O Presidente Lula vetou o projeto anterior, em que havia uma solução melhor. O Congresso não se manifestou em relação a esse veto de Lula. Para resolver o problema, ele mandou outro projeto pior, para variar. Ele pretende, além de maior arrecadação, um benefício artesanal para uma empresa, que se chama Braskem. No caso da Braskem, quase a metade pertence à Petrobras, e a outra metade, à Odebrecht, a mesma dos escândalos mensalão e petrolão. Este projeto é ruim porque, além de satisfazer o Governo e o Presidente Lula, tanto que eles são favoráveis a ele, beneficia uma única empresa. É lógico que a orientação será "não". - 10/02/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei Complementar nº 14, de 2026, que dispõe sobre a redução de alíquotas da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins incidentes sobre a indústria química e petroquímica, e altera a Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005, e a Lei nº 10.865, de 30 de abril de 2004.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei complementar,Partido Novo (NOVO),Voto favorável
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O SR. GILSON MARQUES (NOVO - SC. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu gostaria de dialogar com o meu amigo Deputado Fraga. Ele argumentou que a orientação era "não" por conta da redução tributária. Eu gostaria de pedir uma reanálise, porque deve haver algum equívoco. É justamente o contrário: está-se aumentando carga, Deputado, tanto é que o Lula vetou o projeto-mãe, e esta Casa não derrubou. Agora o projeto aumenta carga, tanto é que o Governo Lula está orientando a favor do projeto. Se V.Exa. tivesse razão, seria a primeira vez na face da Terra que o Lula estaria reduzindo carga. Não é isso. É uma mentira. V.Exa. está enganado, equivocado. Está-se aumentando carga. O Lula não está sendo bondoso agora. Isso não existe. A orientação é "sim". - 10/02/2026
O Deputado encaminhou a votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei Complementar nº 14, de 2026, que dispõe sobre a redução de alíquotas da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins incidentes sobre a indústria química e petroquímica, e altera a Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005, e a Lei nº 10.865, de 30 de abril de 2004.
Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei complementar,favorável
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O SR. GILSON MARQUES (NOVO - SC. Sem revisão do orador.) - Presidente, este assunto é extremamente complexo. O Congresso Nacional aprovou uma lei que trata desta matéria e, para a surpresa de todos, o Presidente Lula a vetou. Com isso, houve consequências, especialmente um gap com relação a determinado período de um benefício fiscal. Para corrigir o erro, este projeto foi apresentado, porém, aumentando a carga tributária para este tipo de operação, quando o correto seria o Congresso derrubar o veto de Lula e fazer permanecer o que já estava valendo até então. Qual é o problema de aprovarmos este projeto, essencialmente? Primeiro, vai haver um aumento o que não se quer da carga tributária e, segundo, haverá um beneficiado específico, artesanal, que é a Braskem. O beneficiado por esta lei não é, genericamente, toda a indústria química, como deveria ser quando existe algum tipo de benefício fiscal. Basicamente uma única empresa, no entanto, será beneficiada, cujo nome falo aqui é Braskem. A Braskem não é uma empresa comum: é uma empresa cujos maiores acionistas são a Odebrecht e a Petrobras. Sim, a Odebrecht, vinculada a um dos maiores escândalos de corrupção do Brasil! Não faz sentido agora o Congresso, sem analisar a derrubada do veto do Presidente da República, fazer uma lei que cobra mais imposto, beneficiando, desta forma, uma única empresa, em detrimento de todo o setor desta mesma indústria química e, muito mais, de todos os outros setores para o bolso brasileiro. Por isso e até por causa da complexidade desta matéria, é óbvio que nós precisamos retirá-la de pauta, para fazer a análise do impacto e, evidentemente, derrubar o veto primeiramente feito pelo Presidente da República. Lembro que nós fizemos um pedido para votação nominal. - 10/02/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para apreciação do Projeto de lei nº 6.133, de 2025, que cria a Universidade Federal do Esporte.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Partido Novo (NOVO),Voto contrário
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O SR. GILSON MARQUES (NOVO - SC. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, se tem uma coisa que o Brasil não precisa é de mais universidade federal para formar militante, para gastar mais dinheiro público. Na minha época de vestibular, meu sonho era fazer faculdade na Universidade Federal de Santa Catarina. Há uns 3 meses eu fui fazer uma palestra lá. É de dar dó, Presidente. Está tudo largado, fedido, perigoso. Está mais próximo de uma cracolândia do que de uma universidade federal, infelizmente. O Brasil não consegue fazer educação básica. O jovem sai do segundo grau sem saber matemática básica, sem interpretar texto. O Brasil não consegue cuidar das universidades federais e da educação básica de hoje. E agora ele quer criar mais e outras em ano eleitoral? É só para contratar comissionado para trabalhar na campanha, aumentar a estrutura, aumentar a verba, criar imposto. Isto aqui é um absurdo. A orientação é "não"! - 17/12/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do Art. 8 do substitutivo apresentado ao Projeto de Lei Complementar nº 128, de 2025, Projeto de Lei Complementar nº 128, de 2025, que altera a Lei Complementar nº 200, de 30 de agosto de 2023, para reduzir os benefícios federais de natureza tributária, financeira e creditícia em, no mínimo, 10% (dez por cento).
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Dispositivo legal,Substitutivo,Projeto de lei complementar,Partido Novo (NOVO),Voto contrário
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O SR. GILSON MARQUES (NOVO - SC. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu fui criticado por um Deputado que disse: "Ah, você é um liberal. Você veio à tribuna, porque não defende equilíbrio fiscal". Esse Deputado não entende nada de liberalismo. Nós defendemos, sim, o equilíbrio fiscal, mas entendemos que ele tem que vir com corte de despesa. O Deputado não sabe o que é corte de despesa. Quero saber qual linha, trecho ou artigo do texto diz que vai haver corte de despesa. A gente quer cortar despesa da Janja. A gente quer cortar despesa do nosso Judiciário, que é o mais caro do mundo custa 1,5% do PIB. A gente quer cortar despesa da Lei Rouanet para artista rico. A gente quer cortar despesa do Congresso. A gente quer cortar despesa de estatais, que em 10 anos deram 160 bilhões de reais de prejuízo. A gente quer cortar despesa com privilégios, quer cortar despesa com imprensa. Equilíbrio fiscal é isso. A nossa orientação é "não". - 17/12/2025
O Deputado encaminhou a votação do Art. 8 do substitutivo apresentado ao Projeto de Lei Complementar nº 128, de 2025, que altera a Lei Complementar nº 200, de 30 de agosto de 2023, para reduzir os benefícios federais de natureza tributária, financeira e creditícia em, no mínimo, 10% (dez por cento).
Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Dispositivo legal,Substitutivo,Projeto de lei complementar,contrário
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O SR. GILSON MARQUES (NOVO - SC. Sem revisão do orador.) - Este destaque é importantíssimo. Ele pretende retirar uma tributação de JCP juros sobre capital próprio. Um país que não tem poupança em investimento não cresce. A gente precisa estimular, incentivar a poupança em investimento, e não tributar, e não penalizar. O Brasil faz o contrário. Ele penaliza quem poupa e investe e dá dinheiro para homens saudáveis que não trabalham. Não tem como um país desses prosperar. Não tem. É engraçado porque essa turma que está aprovando esta matéria sabe disso. Nós votamos hoje, sob o pretexto de persuadir, de convencer a população de que não se podem tomar bebidas açucaradas, mais impostos sobre bebidas açucaradas. Isso iria fazer com que as pessoas não tomassem bebidas açucaradas. Se usarem a mesma lógica, é óbvio que as pessoas não vão fazer poupança em investimento se cobrarem impostos sobre poupança em investimento. É óbvio! Por que isso não dá certo? Vou ter que ensinar o bê-á-bá? Porque é com poupança em investimento que se faz a melhor política social que existe, que é o emprego. Se não se tem poupança, se não se tem investimento, não se tem emprego. Nós estamos no caminho do precipício, com um quarto da população recebendo algum tipo de benefício sem trabalhar. Nós estamos justamente acentuando esse problema, prejudicando quem poupa e investe, desincentivando quem poupa e investe, tendo uma concorrência com os outros países que é uma lástima. Pouco tempo atrás, nós fazíamos piada com o Paraguai. Agora o Paraguai faz piada conosco e está levando empresas daqui para lá, porque lá existem, sim, incentivos. Por outro lado, o Brasil penaliza penaliza quem produz, cobra de quem produz, cada vez mais, todo dia. Não é pouca coisa. É inacreditável. Por isso, eu sustento que todo imposto, já repeti, engloba o preço de custo de qualquer produto e serviço. Você vai cobrar imposto de qualquer atividade? O preço daquele produto e serviço vai ser mais caro. Toda a população paga a conta. Você tem duas opções: deixar o recurso ou no setor produtivo, ou no setor político. A escolha daqui, infelizmente, é para o setor político, que não tem boas decisões.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 17/12/2019 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.