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Foto de General Girão

Deputado · Câmara

General Girão

PL · RN

Direitapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Eliéser Girão Monteiro Filho · 71 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 88 de 100, Cara Bom0406080100

88/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 87% dos deputados · média do partido: 78

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 94%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 88%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 68%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 95%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

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Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 27%das 779 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou

Vota com o próprio partido 91%das 652 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou

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Este é o canal oficial para você cobrar seu representante.

E-mail
dep.generalgirao@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5914
Gabinete
Gabinete 914, Anexo IV, 9º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

94%

Esteve em 367 de 391 sessões

Melhor que 48% dos deputadosMédia do partido: 92%

Votou nas votações

88%

Registrou voto em 993 de 1.128 votações nominais

Melhor que 74% dos deputadosMédia do partido: 80%

Iniciativas que viraram lei

0

de 17 projetos apresentados (0%)

4 avançaram · 8 em andamento · 5 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

27%

Em 779 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 11% dos deputadosMédia do partido: 33%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

500 discursos na tribuna · de 05/02/2019 a 14/10/2026.

  • 14/07/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do Substitutivo apresentado ao Projeto de Lei Complementar nº 234, de 2024, que dispõe sobre incentivos e benefícios para fomentar as atividades de caráter desportivo e dá outras providências. Além disso, chamou atenção para um projeto aprovado na Câmara que visa proteger ex-atletas e associações esportivas, mas que estaria sendo alterado no Senado sob pressões externas. Criticou a possibilidade de extinção das Associações de Garantia aos Atletas Profissionais (Agap) e federações, defendendo que os atletas não sejam abandonados após o fim da carreira. Reivindicou que a Lei de Incentivo ao Esporte beneficie também pequenos atletas e professores do interior, e não apenas artistas de “alto rendimento”, como ocorre, em sua visão, com as Leis Paulo Gustavo e Rouanet. Finalizou com um apelo por mais inclusão e valorização do esporte.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,PLP (Projeto de lei complementar),Oposição política,Voto favorável Proposição legislativa,Senado Federal,extinção,Federação,associação,Ex-atleta,Lei de Incentivo ao Esporte (2006),benefício,Atleta,Profissional de Educação Física,Interior (cidade),valorização,Esporte

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GENERAL GIRÃO (Bloco/PL - RN. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, a Oposição também orienta "sim", mas nós gostaríamos de destacar, Sr. Presidente — e pediríamos a atenção de V.Exa. —, que já está tramitando no Senado um projeto que vai acabar com a ajuda a ex-atletas profissionais, que vai acabar com a federação e com as associações garantidoras. Eu e meu colega Deputado Afonso Hamm conseguimos aprovar o projeto nesta Casa e ele foi para o Senado. Recebendo pressão — Deus sabe lá de quem —, o Senado está modificando o projeto. Nós não podemos aceitar que os atletas, que são os artistas do futebol ou de qualquer outro esporte, sejam prejudicados, sejam jogados no limbo depois que termina o tempo de atuação deles. Então, Presidente, nós pedimos que em relação a esse projeto haja, sim, responsabilidade e pedimos ajuda para não permitir que as Agap e as federações sejam extintas. Sr. Presidente, nós gostaríamos que esta lei tivesse um tratamento diferenciado daquele que estão tendo à Lei Paulo Gustavo e à Lei Rouanet. O SR. PRESIDENTE (Hugo Motta. Bloco/REPUBLICANOS - PB) - Peço que conclua. O SR. GENERAL GIRÃO (Bloco/PL - RN) - Só estão privilegiando os artistas de alto rendimento, como dizemos. Nós queremos que a Lei de Incentivo ao Esporte chegue até os pequenos atletas, àqueles pequenos professores das cidades do interior, para que as aulas de judô, as aulas de caratê, as aulas de natação e de futebol sejam também privilegiadas. Vida longa ao esporte!
  • 14/07/2025Breves Comunicações

    O Deputado relatou sua participação na 52ª edição da Vaquejada de Currais Novos (RN0 exaltando a vaquejada como uma tradição cultural, esportiva e profissional do Sertão nordestino. Lembrou a atuação parlamentar, em 2019, em defesa da atividade diante de ameaças à sua continuidade e elogiou a organização do evento, que contou com cerca de 1.200 vaqueiros e ampla participação popular. Destacou também a cobertura da Sidy's TV e a presença de crianças e mulheres no esporte. Por fim, mencionou sua participação na abertura dos festejos de Sant'Ana, em Currais Novos e Caicó (RN), enaltecendo o caráter religioso e comunitário da celebração.

    Palavras-chave oficiais: Deputado federal,Atuação parlamentar,Vaquejada,Rio Grande do Norte,Currais Novos (RN),Festa religiosa,Caicó (RN)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GENERAL GIRÃO (Bloco/PL - RN. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, caros colegas, todos que nos assistem no Brasil e no mundo, eu venho falar hoje sobre o fim de semana que passamos no Rio Grande do Norte, muito agradável, quando participei da 52ª edição da Vaquejada de Currais Novos. A vaquejada, na verdade, é uma profissão, porque o vaqueiro é um profissional, mas virou esporte há mais de 80 anos em nosso Sertão. Eu tenho muito orgulho de dizer que somos apoiadores da vaquejada. No ano de 2019, nós lutamos nesta Casa para impedir que o prédio vizinho da Câmara, mas não do lado direito, acabasse com a vaquejada. Deputado Jordy, a vaquejada é uma atividade tradicional, cultural e profissional. Os vaqueiros treinam a habilidade de correr atrás do boi no meio do Sertão, entre as algarobas e juremas, que são árvores espinhosas, para pegá-lo e contê-lo. Na verdade, quando o vaqueiro pega o boi, tem que derrubar o animal para que possa laçá-lo e levá-lo até a manada ou ao curral. O Supremo queria impedir a vaquejada no Brasil, e nós conseguimos fazer com que ela não desparecesse, com que fosse mantida essa tradição cultural do nordestino. Eu tenho muito orgulho de dizer que apoiamos, sim, a vaquejada. Estivemos na Vaquejada de Currais Novos, uma atividade sensacional. Talvez seja uma das maiores vaquejadas do Nordeste hoje. Havia quase 1.200 vaqueiros inscritos. Foram 5 dias de vaquejada. A nossa vaqueira Jardilene organizou esse evento. Fiquei muito feliz de poder contar também com o apoio da mídia. A Sidy's TV, que é a TV a cabo mais antiga do Norte e do Nordeste, fez a cobertura ao vivo, para que as pessoas que não puderam estar presentes lá também assistissem à vaquejada. Havia muitas crianças, meninos e meninas, adolescentes e, é claro, adultos, fazendo a vaquejada, inclusive mulheres. É um esporte familiar, um esporte tradicional do nosso Sertão brasileiro, que eu tenho orgulho de apoiar. Já foi o tempo em que eu podia fazer alguma coisa nesse sentido, porque, hoje, acho que nem bater esteira consigo mais. Gostaria também, Sr. Presidente, de destacar outro evento. Na última semana de julho, participaremos das festas de Sant'Ana — Santa Ana é a mãe de Maria. Vamos participar das festas em Caicó. São festas muito tradicionais. Nesse final de semana participamos de uma missa. Foi a abertura dos festejos de Sant'Ana. Em Currais Novos, acontecerá no próximo fim de semana e, em Caicó, no último final de semana de julho. Participamos da missa e, depois, de um leilão beneficente para apoiar a realização das festas. Essa festa tem uma característica especial. Os filhos do Seridó, especialmente os filhos de Caicó, todos eles se deslocam de onde estão morando, no Brasil ou em outros países, e vão para Caicó participar dos festejos. É feita uma grande quermesse na frente da igreja, e todos ali se divertem. E nós, é claro, contribuímos para que a ajuda que a igreja dá aos necessitados possa ser melhorada. Que Sant'Ana nos proteja deste Governo que aí está instalado! Obrigado, Sr. Presidente
  • 09/07/2025

    O Deputado respondeu a um pronunciamento que fazia menção ao seu nome e reafirmou sua identidade como militar, defendendo a honra dos generais como servidores do Estado. Criticou o Presidente Lula, acusando-o de prejudicar a imagem do Brasil no cenário internacional e de impor excesso de tributos. Ademais, afirmou que o atual Governo estaria conduzindo o País a um agravamento de sua crise interna, com decisões que comprometem a soberania e a economia nacional.

    Palavras-chave oficiais: General de exército,Honra,Servidor público Presidente da República,Economia,Relações internacionais,Política fiscal

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GENERAL GIRÃO (Bloco/PL - RN. Para uma questão de ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, a questão de ordem é com base no art. 175. Eu fui citado, meu nome político é General. Então, eu gostaria de ter o direito... O SR. PRESIDENTE (Hugo Motta. Bloco/REPUBLICANOS - PB) - V.Exa. tem 1 minuto para fazer a sua... O SR. GENERAL GIRÃO (Bloco/PL - RN) - Presidente, eu vou falar bem explicado para que ninguém tenha dúvida: tolos são aqueles que abrem a boca para falar a palavra "general" sem se dirigirem de maneira nobre, de maneira respeitosa, porque juramos defender a Pátria, com o sacrifício da própria vida. Não temos carteira de trabalho, Presidente, mas somos servidores do Estado brasileiro. Algumas pessoas tolas talvez nem carteira de trabalho tenham. Quem sabe, se no futuro, caso venham a tê-la, eu possa assinar essas carteiras de trabalho. Fora isso, Presidente, o que a gente precisa reafirmar aqui é que o batoré diplomático — e eu não o chamo mais de anão; eu vou trazer para um termo nosso, batoré — Lula da Silva está botando o Brasil num buraco cada vez maior. Quando não está fazendo isso, está taxando!
  • 09/07/2025

    O Deputado criticou a postura do Presidente da República durante a recente reunião do BRICS, destacando a presença de Vice-Presidentes na reunião, o que evidenciou a perda de importância diplomática do País. Reprovou ainda o ato do Presidente, que carregou um cartaz contra a Justiça argentina, atitude que considerou indignante e permitida pelo cerimonial da Presidência. Alertou ainda para os impactos negativos dessa conduta no setor produtivo brasileiro, especialmente nos exportadores de camarão, pescado e frutas para os Estados Unidos, que poderão sofrer com novas taxações.

    Palavras-chave oficiais: Presidente da República,Agrupamento Brasil-Rússia-Índia-China-África do Sul (BRICS),Relações internacionais,Estados Unidos,Taxa,Tributação,Importação,Produto nacional

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GENERAL GIRÃO (Bloco/PL - RN. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, o Barão do Rio Branco deve estar se mexendo na tumba. Lamentavelmente, nós tivemos, em data recente, nessa reunião do BRICS, uma reunião de Vice-Presidentes, porque os Presidentes desconsideraram a importância do anão diplomático que o Brasil representa hoje. E o pior, se não bastasse isso, esse anão diplomático foi afrontar a Justiça argentina carregando um cartaz. Ficamos preocupados por que o cerimonial da Presidência da República, composto por diplomatas e militares, permitiu que esse Presidente de araque carregasse um cartaz. É um papel muito baixo, muito indigno para um Presidente da República. E agora está tomando porrada dos Estados Unidos. Na verdade, quem está sendo prejudicado, Presidente, é o setor produtivo do Brasil, os exportadores brasileiros de alimentos, especialmente de camarão e de pescado do Brasil, que exportam muito para os Estados Unidos, assim como os de frutas, que também exportam muito para os Estados Unidos. Eles serão prejudicados agora com essa taxação. E tudo por quê? Porque alguém se olha no espelho, acha-se um vira-lata e agora fica acusando os outros desse complexo de vira-lata. É lamentável essa postura do Governo brasileiro! Fora, Lula!
  • 09/07/2025

    O Deputado criticou o governo Lula, destacando a instabilidade econômica e a perda de apoio popular, afirmando que “só o impeachment vai resolver o problema do Brasil”. Em contraste, elogiou o Presidente argentino Javier Milei por supostamente promover avanços significativos na economia da Argentina e por demonstrar autoridade ao evitar um encontro com Lula durante visita de Lula à ex-Presidente Cristina Kirchner. Encerrando, Girão afirmou que o país sofre não só com questões econômicas, mas também com “falta de vergonha na cara”.

    Palavras-chave oficiais: Estabilidade econômica,Impeachment,Presidente da República,Governo federal,Política econômica Argentina,Presidente,País estrangeiro,Política econômica

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GENERAL GIRÃO (Bloco/PL - RN. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Caro Presidente, eu gostaria de pedir que a nossa fala tivesse repercussão no programa A Voz do Brasil. A nossa fala de hoje, Presidente, é para fazer uma breve comparação do Brasil com a Argentina. Infelizmente, cada vez mais, nós estamos andando para trás no nosso País. Não é o que ocorre com a Argentina, sob a égide do Presidente Milei, que pegou aquele país num buraco sem tamanho, mas já mudou todos os números negativos e está levando a Argentina adiante. Agora ele deu uma demonstração de autenticidade e de autoridade, na ocasião dessa visita que o Presidente Lula da Silva fez à colega condenada Cristina Kirchner. Além de exaltar a Argentina, eu quero lamentar a situação que estamos vivendo aqui no Brasil. A situação é lamentável porque, infelizmente, o Governo Lula, cada vez mais, bate cabeça na economia. Ele já não tem o apoio popular. Ele já não consegue mais tomar aquele cafezinho no barzinho no meio da rua. Não, ele não tem mais o apoio popular. Se perder o apoio político, só o impeachment vai resolver o problema do Brasil. Haja desgoverno! Haja economia ruim! O problema não é só o cafezinho, não é só a picanha; é também a falta de vergonha na cara!
  • 08/07/2025

    O Deputado lamentou o falecimento de um cidadão potiguar que aguardava por uma cirurgia cardíaca na rede pública estadual, e denunciou o descaso do Governo do Rio Grande do Norte. Criticou a gestão da Governadora Fátima Bezerra e apontou que profissionais de saúde têm atuado sem respaldo oficial para realizar cirurgias em hospitais regionais. Destacou que há mais de 100 mil procedimentos eletivos na fila de espera e considerou a situação inaceitável. Por fim, anunciou o protocolo de pedido de intervenção federal na saúde do Estado junto ao Ministério da Saúde.

    Palavras-chave oficiais: Falecimento,Cidadão,Cirurgia cardiovascular,Rede pública de saúde,Lista de espera,Governadora,Rio Grande do Norte,Governo estadual,Política de saúde,Saúde pública,Profissional de saúde,Cirurgia eletiva,Intervenção federal,Ministério da Saúde

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GENERAL GIRÃO (Bloco/PL - RN. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, gostaria de fazer uso da palavra de forma bastante sentida, lamentando o falecimento de mais um potiguar. Nós perdemos, de ontem para hoje, infelizmente, um potiguar que ficou esperando a bondade do Governo do Estado do Rio Grande do Norte para que pudesse ter direito a uma cirurgia do coração. É descaso? É irresponsabilidade? É destino? Triste o destino do potiguar se precisar de uma cirurgia. A Governadora Fátima Bezerra está fazendo um dos piores, senão o pior Governo de toda a história do povo potiguar. Agora, a pessoa, para não morrer, além de pedir a Deus, tem que conseguir uma cirurgia eletiva. Médicos e profissionais na área da saúde se viram nos trinta para conseguir fazer cirurgias em hospitais regionais, sem o aval do Governo do Estado, por conta desse momento de luto que vivemos no Rio Grande do Norte. Realmente, há um descaso com a saúde pública. São mais de 100 mil cirurgias eletivas que aguardam na fila. É esse o tamanho dela. Isso é inaceitável, é irresponsabilidade demais! Então, quero informar que nós estamos protocolando um pedido ao Ministério da Saúde para que haja uma intervenção na área de saúde do Estado, a fim de que o povo pare de morrer por falta de atendimento, em função da irresponsabilidade daquele Governo.
  • 08/07/2025

    O Deputado apresentou o jovem Elionai, brasileiro residente na França, destacando sua participação em um fórum em Milão, na Itália, e elogiando seu engajamento em defesa dos valores patrióticos. Ressaltou o orgulho de ver a juventude brasileira, dentro e fora do país, comprometida com princípios cívicos. Afirmou que a presença de Elionai na Câmara simboliza uma nova geração de cidadãos atentos e ativos na política, diferente de tempos anteriores, quando poucos levantavam bandeiras patrióticas no Parlamento. Desejou que o jovem possa, futuramente, integrar a Casa Legislativa.

    Palavras-chave oficiais: Jovem,Juventude,Brasileiro,França,Fórum,Itália,Conservadorismo,Câmara dos Deputados,Pessoa homenageada,Participação política

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GENERAL GIRÃO (Bloco/PL - RN. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, só quero apresentar aqui este jovem brasileiro, o Elionai, que mora na França, mas é um patriota acima de tudo. Estivemos juntos recentemente num fórum lá em Milão, na Itália, para onde ele se deslocou para participar junto conosco. Eu fico orgulhoso de ver que a juventude brasileira, morando no Brasil ou no exterior, defende, sim, os nossos princípios e valores patrióticos. Com certeza absoluta, a passagem dele aqui hoje está sendo para identificar que na Câmara nós temos muitos patriotas, diferentemente de como era no passado, quando havia só um ou dois aqui disputando as bandeiras do patriotismo e da nossa cidadania. Parabéns, Elionai! Que você possa ser um futuro integrante desta Casa! Muito obrigado, Sr. Presidente.
  • 08/07/2025Breves Comunicações

    O Deputado comparou o Brasil a uma grande orquestra, destacando a riqueza natural e cultural do País, mas questionando a ausência de liderança capaz de unificar e conduzir a nação com harmonia. Criticou o atual Governo por não exercer esse papel, apontando que o País vive um cenário de desorganização, censura, violência e escândalos envolvendo recursos públicos, como fraudes em programas sociais. Alertou para a importância da escolha consciente de líderes e representantes, cobrando responsabilidade de todos os cidadãos. Encerrou com um apelo à reflexão nacional e um desejo de sucesso ao Fluminense nas finais.

    Palavras-chave oficiais: Programa social,Recursos públicos,Fraude,Gestão pública,Orquestra,comparação,Governo federal Time esportivo,Futebol

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GENERAL GIRÃO (Bloco/PL - RN. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Deputado Paulo, muito obrigado. Gostaria que nossa fala pudesse ter repercussão no programa A Voz do Brasil, de um jeito talvez o mais direto possível, porque eu pretendo hoje, nesta tribuna, falar de uma maneira que talvez nunca tenha sido falada nesta Casa. O momento que vivemos é muito sensível no Brasil, e nós, como cidadãos brasileiros, precisamos parar para refletir, fazendo uma reflexão diferente daquelas que costumamos fazer. O Brasil é, sem dúvida, um dos países mais alegres do mundo. Somos um povo vibrante, abençoado, com um território de riquezas incomparáveis e uma cultura que nos diferencia de todos os demais países. Somos hospitaleiros, sorridentes. Temos como costume sentirmos as dores uns dos outros, nos importamos com os nossos semelhantes. Mas, diante dessa beleza natural e humana, deixo uma pergunta simples: o que falta para que o Brasil, com tudo isso que Deus nos concedeu, se torne, enfim, um País que possamos dizer que deu certo? O que está faltando? Penso no Brasil como uma grande orquestra. Cada cidadão, cada instituição, cada setor da sociedade é como se fosse um instrumento com sua função específica, seu timbre único, sua responsabilidade na construção de uma grande sinfonia. Mas, infelizmente, o que se ouve por aqui e o que se nota por aqui é um ruído desorganizado, como se apenas a percussão tivesse voz e cada tambor tocasse em um ritmo diferente. Eu deixo uma pergunta a todos do Brasil e a todos que somos cidadãos responsáveis: será que temos maestro? Deputado Luiz Lima, com certeza, o Fluminense hoje tem um maestro, que é o técnico Renato Gaúcho. Mas será que o Brasil tem um maestro? Parece que não tem. Esta figura essencial está em falta no nosso País: alguém que oriente, alguém que una o Brasil, não somente da boca para fora, como tem o título este Governo que está de plantão, mas que transforme a diversidade dos instrumentos em uma melodia coerente. Falta um maestro que dê direção, sentido e harmonia à nossa Nação. Então, eu deixo uma segunda pergunta, ainda mais incômoda: onde estão aqueles que deveriam exercer o papel de maestro? Vivemos em um tempo em que muitos ouvem a música da política nacional sem compreender sua composição. É um tempo de censura, um absurdo em uma democracia; de falta de compaixão com o próximo; de assassinatos inúmeros que temos no Brasil; de roubalheira, roubando sonhos de muitas pessoas; de extrema violência e alta criminalidade; de escândalo de roubo contra os mais pobres. Os velhinhos foram roubados. Há fraudes acontecendo, uma atrás da outra. Agora há a fraude no seguro-defeso. Peço mais 1 minuto para concluir, por favor, Sr. Presidente. Poucos refletem sobre o papel de cada ator público e menos ainda percebem a importância de escolher uma responsabilidade para quem deve conduzir esta orquestra chamada Brasil. Deixo aqui essa reflexão ao povo brasileiro. Quando chegar o momento de escolhermos os nossos representantes, os nossos líderes, os nossos maestros, que o façamos com consciência, com responsabilidade, com compromisso de que todos nós possamos assim, enfim, ouvir uma música justa, honesta, harmônica e bela, uma música que nos encha de orgulho e faça, de olhos fechados, com que possamos apreciar esta melodia chamada Brasil. Esperamos hoje que o nosso Fluminense vá para as finais! Muito obrigado, Sr. Presidente.
  • 16/06/2025

    O Deputado contestou a comparação entre o Presidente da República e um general, argumentando que o Presidente jamais serviu às Forças Armadas e desconhece a realidade da carreira militar, que exige mérito e dedicação. Além disso, defendeu o direito de Israel à autodefesa, classificando como legítima a ação preventiva realizada contra o Irã, tendo em vista o avanço do programa nuclear iraniano e o objetivo declarado de destruir o Estado de Israel.

    Palavras-chave oficiais: Presidente da República,General de exército,Discurso parlamentar,comparação Israel,Guerra,Irã,Defesa,Programa (administração),Energia nuclear

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GENERAL GIRÃO (Bloco/PL - RN. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu fui citado na fala anterior pelo Deputado Alfredo. Fui citado porque ele comparou o Presidente da República a um general. Eu quero aqui deixar o meu repúdio em relação a isso, porque, primeiro, ele não serviu para servir, não passou nenhum dia no quartel, então não sabe nem o que é ser recruta. Chegar a general é uma coisa meio complicada, porque tem que ter muito merecimento, e eu tenho a certeza absoluta de que isso ele não tem. Deixo aqui o meu repúdio ao meu colega que fez essa comparação. Quero dizer também que Israel tem todo o direito de se defender. A justificativa da ação de Israel em cima do Irã é a de que é uma ação preventiva, porque o Irã tem, sim, praticamente já certo domínio da bomba atômica. Isso daí não poderia ser permitido, porque faz parte dos objetivos permanentes do iranianos a destruição do Estado de Israel. Muito obrigado, Presidente. Gostaria que a minha fala pudesse ter repercussão.
  • 16/06/2025Breves Comunicações

    O Deputado criticou o fim do programa de escolas cívico-militares, defendido pelo Governo Federal, e afirmou que essa medida afronta o desejo da população por ensino de qualidade. Atribuiu à aplicação do método Paulo Freire a queda nos indicadores educacionais do País e destacou os colégios militares como modelo de disciplina e desempenho. Também mencionou que escolas cívico-militares seguem essa metodologia e contam com grande adesão de pais e alunos. Por fim, ressaltou que o Supremo Tribunal Federal reconheceu a legalidade dessas escolas, e que a decisão de mantê-las deve ser dos Governadores, Prefeitos e das famílias.

    Palavras-chave oficiais: Escola cívico-militar,Governo federal,extinção,Crítica,Supremo Tribunal Federal (STF),legalidade,Governador,Prefeito,Decisão

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GENERAL GIRÃO (Bloco/PL - RN. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, caros colegas e todos que nos acompanham pela TV Câmara, gostaria que nossas palavras possam ter repercussão no programa A Voz do Brasil. Presidente, a gente precisa destacar que, ao longo desses últimos anos, qualquer pesquisa que se faça no Brasil identifica que a população deseja mais segurança. Depois, a população deseja uma educação melhor. O problema do Brasil, dizem, está na educação. Na verdade, eu gostaria de fazer uma observação quanto a isso: não é na educação, porque a educação vem de berço, de casa. Começa em casa e deve ter maior força em casa. O maior problema do Brasil está no ensino. Desde que foi implantado o método Paulo Freire no ensino aqui no Brasil, a educação começou a ir para o buraco. Então, eu estou fazendo essa comparação porque, na verdade, o problema está no ensino. O método Paulo Freire, que a Esquerda gosta tanto de exaltar, levou a gente para um caminho sem fim, um buraco fundo, como se fosse uma mina que cada vez mais afunda. Então, nós precisamos repensar isso. O Lula, quando começou este terceiro Governo, simplesmente disse: "Vamos acabar com as escolas cívico-militares". Mas vejam só, os colégios militares, Deputado Sargento Fahur, têm a melhor metodologia de ensino do Brasil. Pautou-se exatamente nos colégios militares para que as escolas cívico-militares pudessem funcionar. E estão funcionando! Temos exemplos em São Paulo, no Sul e em vários locais. Inclusive, existem colégios militares que funcionam especificamente com a atuação das polícias militares. Nesses locais, a procura pelos pais não consegue ser atendida, porque as vagas são poucas. Pensou-se, então, no colégio cívico-militar porque ali há uma coordenação militar que impõe não somente a disciplina, mas também a segurança. Aí vem o Governo da Esquerda, que não quer que a população seja bem instruída, e diz: "Vamos acabar com os colégios cívico-militares". Isso é uma afronta à sociedade brasileira! Pensem vocês, eleitores, sobre isso. Quem for contra a escola cívico-militar é porque não quer que você seja instruído. Essa é a grande verdade! Vocês sabem que eu tenho restrições a respeito dos julgamentos do Supremo, mas ele mesmo julgou uma ADI e liberou para que continuem existindo essas escolas cívico-militares. Depende do Governador, depende do Prefeito e depende dos pais dos alunos. Se eles querem uma escola que tenha disciplina, que tenha frequência cobrada, que tenha aula sendo ministrada corretamente, que eles possam ter isso. É simples assim! Não há imposição; a escolha é voluntária. Se for valer a vontade, todos vão querer. Lamento mesmo que a Esquerda queira impedir isso. Lamento e concito vocês, pais e responsáveis pelos alunos, a não permitirem que vingue, onde não é respeitado o querer, a imposição para acabar com as escolas cívico-militares e com os colégios militares, a fim de que a gente possa ter um ensino pelo menos de melhor qualidade. É lamentável o atraso da Esquerda!
  • 11/06/2025

    O Deputado destacou a presença do advogado José Carlos, representante do setor de transportes do Rio Grande do Norte, e mencionou a realização de seminário sobre o transporte rodoviário de cargas, no Auditório Nereu Ramos da Casa. Ressaltou a importância do tema para a economia nacional e elogiou a iniciativa da Agência Nacional Transportes Terrestres (ANTT) e do Ministério dos Transportes. Além disso, criticou o Ministro Fernando Haddad por se ausentar de audiência pública e atribuiu ao Governo Lula um rombo fiscal e medidas que prejudicam o setor produtivo.

    Palavras-chave oficiais: Seminário,Transporte rodoviário,Transporte de carga,Auditório Nereu Ramos (Câmara dos Deputados) (Brasília, DF),Segurança no trânsito,Logística,Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT),Ministério dos Transportes,Rio Grande do Norte Ministro de Estado da Fazenda,Audiência pública (processo legislativo),Governo federal,Economia,Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GENERAL GIRÃO (Bloco/PL - RN. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Deputado Paulo. Eu gostaria de destacar a presença do nosso amigo advogado Dr. José Carlos, que é empresário e está representando aqui o sindicato das empresas de transporte do Rio Grande do Norte. Hoje, eles estão realizando um seminário muito importante no Auditório Nereu Ramos, para discutir diversos temas. Por incrível que pareça, Deputado Paulo, o primeiro item abordado em relação à situação dos transportes é a deficiência na logística de transporte e a deficiência basicamente na segurança. Nós sabemos que os transportadores, tanto de cargas como de pessoal, fazem correr o sangue dentro da nossa Pátria amada, porque as estradas funcionam como se fossem as artérias de um corpo humano, e o sangue são os carros, caminhões e ônibus que circulam por elas. Eu estou louvando a Agência Nacional Transportes Terrestres, o Ministério dos Transportes e a Secretaria Nacional de Transporte Rodoviário pela iniciativa de realizar esse seminário. Nós esperamos que, para que nós possamos cumprir bem o nosso papel como legisladores, nós tenhamos, sim, propostas que possam melhorar a segurança do transporte de cargas, a segurança daqueles que operam esse transporte e a segurança, acima de tudo, dos transportadores. Infelizmente, o Ministro Haddad, o "Taxad", fugiu hoje da audiência pública, como já foi dito aqui anteriormente, havendo ainda alguns inscritos para fazer indagações a ele. Nós sabemos muito bem, caros colegas que assistem a esta sessão, que o Governo do Lula começou com um aporte de 120 bilhões de reais e um superávit de 50 bilhões de reais. Ao final do primeiro ano de Governo, eles deixaram um furo de mais de 100 bilhões de reais. É interminável essa má gestão do Governo Lula, e nós não conseguimos saber aonde isso vai parar. Eu até brinco, dizendo que este Governo começou com um arcabouço e terminou no calabouço. O programa deste Governo que não tem como se sustentar. Agora, para resolver o problema do IOF, ele está com essa invenção de tributar letras de câmbio. Ele vai acabar com o setor imobiliário e com os setores de produção do nosso País. Isso é lamentável! Fora, PT!
  • 10/06/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei nº 4.497, de 2024, que dispõe sobre a ratificação dos registros imobiliários decorrentes de alienações e concessões de terras públicas situadas nas faixas de fronteira e altera a Lei nº 13.178, de 22 de outubro de 2015.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei ordinária,Partido Liberal (PL),Voto contrário

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    O SR. GENERAL GIRÃO (Bloco/PL - RN. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, o PL vota "sim" ao projeto e "não" ao requerimento de retirada do projeto da pauta. As terras que compreendem a faixa de fronteira, Presidente, são fundamentais e ricas para o nosso País. Existem riquezas ainda na faixa de fronteira que são desconhecidas. Desde a promulgação da Constituição Federal de 1988, essas terras, que são chamadas de terras da União, já deveriam ter sido colocadas à disposição e destinadas a Governos de Estados para que pudessem fazer o trabalho com essas terras. A Região Sul, a Região Norte e a Região Centro-Oeste sofrem muito com essas demandas. Então, nós precisamos sim dar celeridade a este projeto, porque é impossível frearmos continuamente a força do agronegócio no nosso País. Muito obrigado, Presidente.
  • 10/06/2025Breves Comunicações

    O Deputado avaliou como positiva a situação do ex-Presidente Bolsonaro durante as oitivas do Supremo Tribunal Federal (STF), destacando que nenhum depoimento, incluindo os de militares de alta patente, apresentou provas que corroborassem a delação do Coronel Cid. Ademais, criticou a tentativa de criminalização das emendas parlamentares pelo Governo Lula, com apoio do STF, e defendeu a importância desses recursos para os Prefeitos e para a população. Lamentou a perda de uma emenda de 1,38 milhão de reais destinada à compra de um tomógrafo para Currais Novos (RN), responsabilizando o antigo Prefeito pela situação. Por fim, reprovou o requerimento de urgência para o Projeto de Lei (PL) nº 3.097, de 2024, que altera o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal), a Lei nº 1.079, de 10 de abril de 1950 e o Decreto-Lei nº 201, de 27 de fevereiro de 1967, para instituir sanções penais e administrativas para gestores estaduais e municipais que não transferirem ou executarem, no prazo máximo de 60 dias, recursos provenientes de emendas parlamentares individuais e de bancada, e dá outras providências.

    Palavras-chave oficiais: Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Depoimento,Oitiva,Supremo Tribunal Federal (STF),Militar,Delação,Ex-,Ajudante de ordens Governo federal,Presidente da República,criminalização,Emenda,Recursos públicos,Supremo Tribunal Federal (STF),Prefeito,Currais Novos (RN) Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Sanção penal,Penalidade administrativa,Prefeito,Governador,execução,Recursos orçamentários,Emenda,Prazo

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    O SR. GENERAL GIRÃO (Bloco/PL - RN. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente. Sr. Presidente, caros colegas, todos que nos acompanham, a finalidade da nossa fala hoje aqui tem alguns objetivos muito claros. Eu gostaria de pedir que eles sejam repercutidos no programa A Voz do Brasil. O primeiro objetivo, o maior, é o seguinte: hoje, em mais um dia de oitivas lá no Supremo Tribunal Federal, Bolsonaro entrou grande, sorrindo, e saiu gigante. Ele saiu gigante porque nenhuma narrativa, nenhuma delação, nada pôde ser comprovado. Em todas as falas, de todas as pessoas, especialmente os militares de alta patente que estão lá prestando depoimento, nenhuma delas apresentou alguma coisa que possa corroborar com a delação lamentável do Coronel Cid. Lamento, lamento muito que um militar formado naquela nossa fábrica, a Academia Militar das Agulhas Negras — Aman, tenha chegado a esse ponto. Lamento muito! Só posso ter uma justificativa para isso: ele foi pressionado psicologicamente de um jeito tal que não restou a ele outra coisa que não fosse tentar proteger a família. Mas, mesmo assim, é injustificável o que aconteceu. O segundo ponto que eu gostaria de destacar é que os Prefeitos dependem especificamente das nossas emendas parlamentares para conseguirem sobreviver. A emenda parlamentar está sendo criminalizada. É claro que interessou ao PT e ao Governo de Lula da Silva criminalizar as emendas com a ajuda do Supremo, porque eles tiveram, na eleição passada, em 2024, suas emendas liberadas, enquanto as nossas ficaram presas — só foram liberadas algumas no final do ano de 2024. Então, é hora de romper com essa narrativa perigosa que vem consolidando, no debate público, essa criminalização das emendas. Emenda não é desvio de dinheiro. Emenda não é orçamento secreto. Emenda é ajuda para a ponta da linha. Emenda é ajuda para os Prefeitos e para as pessoas que se beneficiam, que são os cidadãos. E é claro que nos preocupa agora essa tentativa, como o primeiro requerimento de urgência hoje, de impor aos Prefeitos a obrigatoriedade de que eles tenham só 60 dias para aplicar as emendas. Eu lamento muito, Sr. Presidente. O Prefeito anterior de Currais Novos recebeu uma emenda de 1 milhão e 380 mil reais do nosso mandato para comprar um tomógrafo, equipamento importantíssimo para a região do Seridó e das serras. Infelizmente, no final do ano retrasado, este Prefeito perdeu a emenda. Neste caso, sim, ele teria de ser responsabilizado. Teria de haver uma lei — e votarei com uma emenda neste sentido — para que ele fosse responsabilizado pela perda do recurso, e não o Prefeito que não usá-la em 60 dias. Precisamos respeitar quem está com a corda no pescoço, porque os Prefeitos hoje estão com a corda no pescoço. Então, eu lamento muito mais essa iniciativa deste Governo. Muito obrigado.
  • 28/05/2025Breves Comunicações

    O Deputado criticou o arcabouço fiscal e responsabilizou o Ministro da Fazenda pelos cortes que comprometeram o funcionamento das universidades públicas, defendendo que o ensino deve ser prioridade. Ademais, repudiou a investigação contra o Deputado Eduardo Bolsonaro, citando editorial do Estadão e alegando abuso de autoridade por parte da Procuradoria-Geral da República (PGR) e do Supremo Tribunal Federal (STF). Além disso, condenou o novo Plano Nacional de Políticas sobre Drogas do Governo Lula por excluir a dimensão religiosa e espiritual no tratamento de dependentes químicos, elogiando o papel das comunidades terapêuticas, às quais tem destinado recursos por meio de emendas parlamentares. Ao final, reprovou as respostas insatisfatórias do Ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, em audiência pública na Câmara dos Deputados.

    Palavras-chave oficiais: Ministro de Estado da Fazenda,Política fiscal,Recursos públicos,Universidade pública,Educação pública,Governo federal Investigação criminal,Deputado federal licenciado,Abuso de autoridade,Procuradoria-Geral da República (PGR),Supremo Tribunal Federal (STF) Plano Nacional de Políticas sobre Drogas,Governo federal,Tratamento de saúde,Dependente químico,Comunidade terapêutica,Crença religiosa,Deputado federal,Atuação parlamentar,Recursos públicos,Emenda Ministro de Estado das Relações Exteriores,Audiência pública,Câmara dos Deputados,Resposta

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    O SR. GENERAL GIRÃO (Bloco/PL - RN. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, gostaria que a nossa fala tivesse repercussão no programa A Voz do Brasil. Vou tratar de três temas básicos que interessam a toda a sociedade brasileira. Quanto ao primeiro deles, faço minhas as palavras do Deputado Chico Alencar, que acabou de se pronunciar e reclamou desse "calabouço" fiscal. Na verdade, ele disse "arcabouço", mas eu chamo de "calabouço" esse projeto de governo, esse plano de governo, esse plano fiscal, esse plano financeiro. Sei lá qual é o nome que o Ministro Haddad utiliza. Esse arcabouço fiscal é uma vergonha. Agora eles cortaram na carne, tirando a possibilidade de as universidades se sustentarem. As universidades públicas devem ser respeitadas sim. É uma pena, isso deve ter sido feito sem o conhecimento do Presidente Lula, que sempre diz que não sabia, que nada é dele, é do amigo dele. Deve ter acontecido isso. O Presidente Lula não deve ter culpa, não. A culpa é do Ministro Haddad, que cortou recursos das universidades. Isso precisa ser corrigido, porque o ensino tem que ter prioridade. Quanto ao segundo assunto, menciono o editorial de hoje do Estadão, que trata de abuso de autoridade. Eu participei aqui da aprovação, em 2019, da lei sobre abuso de autoridade. Essa lei é muito clara ao dizer que ninguém pode ser indiciado, ou ser alvo de proposição de indiciamento, sem que haja provas concretas, provas robustas. O próprio editorial está dizendo que o libelo acusatório que a PGR apresentou ao STF pedindo investigação a respeito do Deputado Eduardo Bolsonaro fala em ilações. Ora, ilações não são provas, são ilações! O STF tem utilizado a palavra "ilações" também em outros processos. Nós precisamos rever isso. Fica difícil convencer os atuais alunos de Direito de que ilação pode ser suficiente para incriminar alguém. Eu peço aos juristas brasileiros, à OAB, aos próprios Ministros do STF que se debrucem sobre essa questão, para que isso possa ser investigado. Ilação não é prova substancial, ilação é um pensamento, uma ideia. Por favor, isso precisa ser corrigido. O terceiro assunto diz respeito à política sobre drogas. O Governo Federal está cerceando literalmente as comunidades terapêuticas que cuidam das pessoas que têm deficiência por conta de dependência química. O enfrentamento do uso abusivo de drogas é um dos maiores desafios sociais e de saúde pública do Brasil. Diante da gravidade do problema, toda política pública que se propõe eficaz deve considerar o ser humano em sua totalidade: corpo, alma, mente e espírito. Infelizmente, o novo Plano Nacional de Políticas sobre Drogas, elaborado pelo Governo Lula, ignora totalmente esse aspecto fundamental. Inclusive, eles estão ousando proibir a orientação religiosa. Essa exclusão da orientação religiosa é não apenas uma falha estratégica, que tem gerado preocupação entre especialistas, mas também, acima de tudo, uma falta de respeito com a sociedade e com as famílias. A família em que há dependente químico precisa ser apoiada. Hoje, quem a apoia no Brasil são as comunidades terapêuticas. Temos apoiado as comunidades terapêuticas, com recursos de emendas parlamentares, para que possam dar vazão a isso. Lamento muito que a espiritualidade e a religiosidade estejam sendo deixadas de lado. Sr. Presidente, o Governo Lula, onde mete a caneta, comete erros. Isso é uma vergonha! Não é possível que não exista um assessor do Governo Lula que possa pensar corretamente. Um assessor! Hoje recebemos o Ministro Mauro Vieira, que, infelizmente, não respondeu corretamente esta pergunta: "O senhor protegeu o seu chefe, dizendo que a responsabilidade foi sua, a de buscar Nadine Heredia?"
  • 28/05/2025

    O Deputado agradeceu ao Vereador Raério Araújo, da Câmara Municipal de Mossoró (RN), por reconhecer o apoio de seu mandato ao Município desde 2019. Destacou a destinação de mais de 20 milhões de reais à cidade e reafirmou seu compromisso com a população local. Ao final, celebrou o Título de Cidadão Mossoroense que recebeu com orgulho.

    Palavras-chave oficiais: Vereador,Mossoró (RN),Deputado federal,Atuação parlamentar,Recursos públicos,Emenda,Título de Cidadão Honorário

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    O SR. GENERAL GIRÃO (Bloco/PL - RN. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente Charles Fernandes, eu gostaria que a minha fala, que é um agradecimento, pudesse ter repercussão no programa A Voz do Brasil. Eu quero agradecer ao Vereador Raério Araújo, da Câmara Municipal de Mossoró. O Vereador atende a várias reclamações que recebe, e teve a coragem — foi justo e honesto — de reconhecer que o nosso mandato, desde 2019, tem apoiado Mossoró. Destinamos mais de 20 milhões de reais para aquele Município. Eu tenho muito orgulho de dizer ao Vereador Raério e ao Vereador Joelson que o nosso mandato sempre esteve à disposição de Mossoró. O Município sempre contou comigo por ser Deputado Federal da região, e até tive a grata satisfação de receber o Título de Cidadão Mossoroense, o que me orgulha muito. Mossoró é uma cidade muito boa, progressista, e faz divisa com o Ceará, onde eu nasci. Muito obrigado.
  • 27/05/2025Breves Comunicações

    O Deputado criticou a atuação do Poder Judiciário e da Advocacia-Geral da União por cercearem a liberdade de expressão, em desacordo com o art. 19 da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Ademais, condenou a Esquerda por buscar silenciar o Deputado Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos. Além disso, reprovou o pedido do Presidente Lula ao Governo chinês por apoio na regulação das redes sociais, classificando-o como afronta à soberania nacional. Adicionalmente, reprovou o uso da Força Aérea Brasileira (FAB) em viagens da Primeira-Dama, alegando abuso de prerrogativas. Por fim, reafirmou que o poder de legislar pertence ao Parlamento e reprovou a política de gênero da Esquerda.

    Palavras-chave oficiais: Poder Judiciário,Advocacia-Geral da União (AGU),Esquerda política,Liberdade de expressão,Declaração Universal dos Direitos Humanos (DHDH) (1948),Deputado federal,Estados Unidos Presidente da República,regulação,Rede social digital,Governo,China Força Aérea Brasileira (FAB),Primeira-dama,Viagem,Governo federal Esquerda política,Ideologia de gênero Parlamento,Atuação parlamentar,Poder Legislativo

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    O SR. GENERAL GIRÃO (Bloco/PL - RN. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, muito obrigado pela oportunidade. Sr. Presidente, preocupa-nos muito quando vários colegas Deputados, principalmente aqueles que se sentam daquele lado, o lado que não gera honra — a Bíblia diz que é o lado direito que gera honra para as pessoas —, falam sobre direitos humanos. O art. 19 da Declaração Universal dos Direitos Humanos estabelece o seguinte: Todo ser humano tem direito à liberdade de opinião e expressão; esse direito inclui a liberdade de, sem interferência, ter opiniões e de procurar, receber e transmitir informações e ideias por quaisquer meios e independentemente de fronteiras. Esse artigo é simplesmente esquecido pelos Poderes hoje, especialmente o Poder Judiciário, que insiste em nos calar, e o Poder Legislativo também, quando Deputados da Esquerda, como vimos recentemente, entram com um processo no STF para que Eduardo Bolsonaro seja calado nos Estados Unidos. Então, eles estão extrapolando as fronteiras. Já não é de hoje, mas, realmente, isso é um absurdo. Agora, depois dessa viagem maravilhosa, que deve ter trazido muitos acordos sensacionais para o Brasil, Deputado Gustavo Gayer, soubemos que o Presidente Lula, na China, pediu apoio do Governo chinês para mandar para cá alguém que possa orientar o PT, o "Partido das Trevas", a aplicar medidas de regulação das redes sociais. Eu pergunto a V.Exas.: cadê a soberania brasileira? O próprio Presidente da República abre as pernas. É isso que ele está fazendo. Não era isso que ele deveria fazer, mas está fazendo. Então, a AGU vem e pede ao STF medidas urgentes contra conteúdos classificados como criminosos nas redes sociais. É mais uma tentativa autoritária vinda desse Governo. O STF, não é de hoje, ultrapassa os próprios limites. E precisamos, sim, que esta Casa assuma o papel dela. Aqui estão os legítimos representantes do povo. Aqui estão aqueles que, na Constituição brasileira, aparecem em primeiro lugar, compondo os três Poderes — Legislativo, Executivo e Judiciário. O Judiciário é o último. Claro, os Poderes devem agir com independência e harmonia entre si, o que sabemos que só existe quando há interesses escusos. A Advocacia-Geral da União protege a imagem da Primeira-Dama o tempo inteiro. E a Primeira-Dama não recebeu nenhum voto. Ela não foi eleita e não tem o direito de fazer viagens como está fazendo, inclusive, usando as aeronaves da Força Aérea Brasileira, de maneira que sabemos que só Chefe de Estado faz. Peço desculpas aos meus colegas da FAB por discordar do que eles estão fazendo hoje. A FAB virou uma companhia de transporte, leva todo mundo. Eu trabalhei na Presidência da República e, na época, apenas o Presidente da República e os integrantes dos órgãos essenciais da Presidência eram transportados. Hoje, transporta-se todo mundo. Eu lamento muito isso e digo mais uma vez: o poder de legislar é desta Casa. Sr. Presidente, peço a V.Exa. que a minha fala seja divulgada no programa A Voz do Brasil e que possamos pedir a Deus proteção, porque, agora, somente pedindo a Deus teremos uma solução. Se possível, também podemos ir a Roma pedir proteção ao Papa Leão XIV, que já disse só existir dois gêneros no mundo, criação de Deus: o homem e a mulher. E a Esquerda insiste em dizer que há todos, todas e todes. Isso é um absurdo, é um palavrão. Muito obrigado, Sr. Presidente.
  • 27/05/2025Homenagem

    O Deputado discursou na Sessão Solene em homenagem aos 65 anos da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e ao Dia Livre de Impostos. Ressaltou a importância do setor lojista como motor da economia nacional. Ao destacar sua trajetória pelo Nordeste e seu trabalho na Frente Parlamentar Mista em Prol do Semiárido, defendeu a valorização da produção e criticou o atual arcabouço fiscal, que classificou como “calabouço”. Destacou que o comércio é sinônimo de progresso e deve ser reconhecido como atividade essencial para a dignidade das famílias. Por fim, parabenizou ainda as CDLs de Mossoró (RN), Natal (RN) e Roraima e reafirmou a força da união entre os brasileiros.

    Palavras-chave oficiais: Sessão solene,Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL),Aniversário,Dia da Liberdade de Impostos,Homenagem

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    O SR. GENERAL GIRÃO (Bloco/PL - RN. Sem revisão do orador.) - Meu nome é General Girão. Pronto! É só isso? (Palmas.) Meus amigos e minhas amigas aqui presentes, vocês representam a locomotiva que carrega o Brasil. E vocês fazem isso porque nós brasileiros, assim como todo mundo, precisamos consumir. Cumprimento todos os presentes de uma vez para não perder tempo. Eu nasci no Ceará, fui adotado pelo Rio Grande do Norte, mas também bebi a água do Rio Branco. Morei ainda em Recife, em Brasília. Eu sou filho do Nordeste e brasileiro com muito orgulho, assim como eu tenho certeza de que vocês também têm orgulho de serem brasileiros. Desde 2019, quando fui eleito Deputado, tenho sob minha responsabilidade aqui na Câmara a Frente Parlamentar Mista em Prol do Semiárido Brasileiro. Assim sendo, tenho trabalhado muito em função, exatamente, da produção, para acabarmos com essa situação de pagarmos impostos o tempo inteiro. Sabemos que, cada vez mais, esse arcabouço fiscal que foi criado tem virado um calabouço, porque é fundo, profundo, sem luz, úmido e destruidor. Esse arcabouço fiscal, na verdade, é um grande calabouço. As Regiões Nordeste e Norte do Brasil têm inúmeras capacidades ainda desconhecidas. E nós temos, sim, a capacidade de transformar o Brasil em uma grande locomotiva. Deixem-me dizer uma coisa aqui a vocês. Há aqui aqueles que ficam do lado direito e aqueles que ficam do lado esquerdo. Esse é um costume da Casa. Por quê? Porque é um costume bíblico. A Bíblia diz muito claramente que o lado direito é o lado da honra, o lado da força, o lado da luz, o lado do poder; o lado esquerdo, infelizmente, não é assim. Desculpem-me aqueles que estão sentados à esquerda. Eu sei que vocês não sabiam disso, mas esse é o costume da Casa. Eu estou sempre sentado aqui do lado direito e tenho trabalhado muito para me contrapor a essas outras forças aqui. (Palmas.) Onde há progresso, há comércio. Onde há comércio, há vendas. Onde há vendas, há pessoas que se sustentam com essas vendas. Meu avô paterno era caixeiro-viajante, em Morada Nova, no Ceará. E quero dizer que nos dão orgulho todos aqueles que vendem, em qualquer parte do Brasil, qualquer que seja o tamanho da venda. Valorizem o vendedor, valorizem o produtor, valorizem o cidadão que vai comprar, porque ele tem o desejo de atender a algumas demandas. Muito obrigado a vocês. Parabéns pelos 65 anos da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas — CNDL! Parabéns também pelos 63 anos da Câmara de Dirigentes Lojistas — CDL de Mossoró e pelos 62 anos da CDL de Natal, no Rio Grande do Norte. Quantos anos tem a CDL de Roraima? (Pausa.) Ela deve ser muito nova, porque o Estado de Roraima foi criado em 1988. Que Deus nos ajude! Juntos somos mais fortes, mas unidos somos imbatíveis. É isso que esperamos para todos os setores. Muito obrigado, Sr. Presidente.
  • 26/05/2025

    O Deputado encaminhou a votação do Projeto de lei nº 1.708, de 2025, que autoriza o Banco do Nordeste do Brasil S.A. a constituir subsidiárias integrais ou controladas.

    Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Projeto de lei ordinária,contrário

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    O SR. GENERAL GIRÃO (Bloco/PL - RN. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, nós precisamos repetir a nossa preocupação em relação ao uso do dinheiro público. No Brasil, há inúmeros casos de corrupção, que são cada vez mais mostrados pela grande mídia e pelas redes sociais. E, claro, eles sempre envolvem pessoas ligadas a beneplácitos políticos de cargos públicos. Será que é o caso de aumentarmos mais ainda esse risco? A Região Nordeste, pelas riquezas que possui, deveria ser uma região independente, deveria ser uma região rica. Sempre que os empresários na Região Nordeste trabalham seriamente e investem seus recursos — alguns vão ao banco buscar financiamento —, buscando o uso racional, o melhor uso da terra, o melhor uso dos benefícios da natureza, como o vento e o sol, eles se tornam empresários de sucesso. Agora, todas as vezes que eles vão atrás de algum financiamento público, eles entram numa corrente que normalmente é mortal, que leva ao buraco, que leva à quebradeira total. Eu repito que lamento muito o posicionamento adotado pelo Governo em relação a esse projeto de criação de subsidiárias. O que vai acontecer é que isso vai aumentar o desvio de dinheiro público. O dinheiro vai ser escondido Deus sabe onde. Existe o histórico de esconderem dinheiro em vários locais. Então, a gente precisa cuidar disso. Eu não acredito que os nossos colegas Deputados do Centrão possam votar a favor do mérito desse projeto. Não é possível engrossarmos uma estrutura que está errada, que está doente, criando mais estrutura de empregos, de cargos, de possibilidades de desvio de dinheiro, de possibilidades de ocupação de cargos públicos sem merecimento, apenas pelo compadrio, apenas porque se conhece alguém que possa indicá-lo. Precisamos refletir sobre isso. Mais cedo ou mais tarde, isso vai ser mais um motivo de vergonha para a nossa sociedade brasileira: vergonha de desvios públicos de dinheiro, vergonha de operações da polícia, porque vão voltar a acontecer as operações para pegar aqueles que estão desviando ou vão desviar recursos públicos. Isso é um absurdo! Somos contra!
  • 26/05/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de adiamento da votação do Projeto de lei nº 1.708, de 2025, que autoriza o Banco do Nordeste do Brasil S.A. a constituir subsidiárias integrais ou controladas.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de adiamento da votação,Projeto de lei ordinária,Partido Liberal (PL),Voto favorável

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    O SR. GENERAL GIRÃO (Bloco/PL - RN. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, como já foi dito anteriormente aqui, nós votamos pelo adiamento da discussão. Nós gostaríamos que os colegas refletissem sobre isso que foi amplamente falado por pessoas que têm conhecimento técnico e conhecimento de vivência na Região Nordeste. A nossa região é muito rica e merece, sim, que os recursos disponíveis para investimentos na produção sejam utilizados com esse fim. Não adianta inchar a estrutura do Banco do Nordeste, que é uma estrutura doentia, mal administrada, com penduricalhos políticos que são incríveis e sempre envolvem aqueles que estão acostumados ao desvio de dinheiro. Lamento muito a apresentação desta proposta no momento em que estamos vivendo, quando precisamos, sim, é de investimento sério, para que não haja desvio de recursos. Muito obrigado.
  • 26/05/2025

    O Deputado discutiu o Projeto de lei nº 1.708, de 2025, que autoriza o Banco do Nordeste do Brasil S.A. a constituir subsidiárias integrais ou controladas.

    Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GENERAL GIRÃO (Bloco/PL - RN. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, o que nos preocupa em relação a esse engordamento de uma estrutura que já existe há mais de 70 anos é exatamente o porquê de ela não funcionar bem. Faço minhas as palavras do Deputado Luiz Lima e sei, porque sou morador da região, porque sou nordestino, tenho conhecimento dos muitos escândalos de corrupção, muitos escândalos, que envolveram recursos que deveriam estar sendo utilizados para auxiliar os produtores, os moradores rurais, a serem realmente pessoas independentes. O Nordeste é o campeão do Bolsa Família, o Nordeste é campeão do auxílio ao produtor rural, porque muitos preferem receber o Bolsa Família em vez de trabalhar. O grande escopo do Banco do Nordeste, que deveria ser o de financiar a produção, é o de financiar o desvio de dinheiro, o de financiar o ladrão. Isso tem sido notícia há vários anos, há décadas, e envolve inclusive servidores do Banco do Nordeste, pessoas que se dizem advogados, promotores, pessoas do Judiciário. Enfim, são muitos os envolvidos em escândalos de corrupção no Banco do Nordeste. Então, mais uma vez eu insisto com os colegas: não vamos dar um cheque em branco a uma estrutura que infelizmente está doente. Nós precisamos melhorar o controle interno, fazer auditorias, como já foi dito, buscar a reorganização administrativa do banco, para que saia o cabide de emprego, para que saia o empreguismo político, para que entre a parte técnica, para que as pessoas que forem para lá trabalhar estejam engajadas tecnicamente e em serem honestas, em buscarem o financiamento do produtor rural, para que ele possa, sim, tornar o Nordeste independente. A nossa Região Nordeste é muito rica, Sr. Presidente. Nós temos capacidade de ser autossuficientes também em alimentação, como já o somos em energia elétrica. É um absurdo que o Banco do Nordeste seja inchado estando doente. Quando você incha uma estrutura que está doente, você aumenta a doença nela. Infelizmente, a corrupção é uma doença endêmica dentro do Banco do Nordeste, envolve os diretores-presidentes e toda a estrutura do banco. Nós lamentamos muito isso. Eu solicito aos colegas que reflitamos sobre isso. Vamos discutir mais e vamos pedir ao Banco do Nordeste que faça o seu dever de casa. Depois que se reestruturar, ele nos manda uma proposta de novo para avaliarmos aqui. Era isso, Sr. Presidente.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 17/12/2019 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.