
Nome civil: Eliéser Girão Monteiro Filho · 71 anos
Bananômetro
82/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 70% dos deputados · média do partido: 78
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 94%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 88%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 28%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 95%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 27%das 779 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 91%das 652 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
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- Telefone
- (61) 3215-5914
- Gabinete
- Gabinete 914, Anexo IV, 9º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
94%
Esteve em 367 de 391 sessões
Votou nas votações
88%
Registrou voto em 993 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 17 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
27%
Em 779 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
499 discursos na tribuna · de 05/02/2019 a 01/09/2026.
- 01/09/2026
O Deputado reiterou a defesa da suspensão dos trabalhos da Câmara dos Deputados para discutir ameaças à democracia. Além disso, repudiou a declaração do Presidente Lula sobre os garis, por considerar que o Presidente desqualificou a profissão ao chamá-la de “muito pobre”, e defendeu a dignidade e a importância de todo trabalho. Por fim, destacou a repercussão negativa da declaração nas redes sociais.
Palavras-chave oficiais: Processo legislativo,interrupção,Câmara dos Deputados,Debate,Democracia,Ameaça Presidente da República,Partido dos Trabalhadores (PT),Discurso político,declaração,Gari,Ofensa,Rede social digital,Repercussão social
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O SR. GENERAL GIRÃO (PL - RN. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu lamento muito ter que terminar a noite colocando água na fervura de tanta festa. Eu já fiz um pronunciamento anterior dizendo que nós deveríamos parar os trabalhos desta Casa, para que pudéssemos tratar da ameaça à democracia, como V.Exa. mesmo, quando se pronunciou ali, falou. Mas eu também quero falar também do meu repúdio, e veemente repúdio, a uma fala do Presidente da República tripudiando os garis, uma profissão nobre que ele chamou de profissão pobre. O termo que ele usou foi "uma profissão muito pobre", não foi nem só "pobre", foi "muito pobre", ainda usou um superlativo. Não existe trabalho pobre. Existe trabalho, e trabalho é orgulho. O trabalho, qualquer que seja ele, é motivo de orgulho. E eu lamento muito que o Presidente tenha, mais uma vez, aberto a boca para falar uma asneira tão grande quanto essa. Parece que incrível, mas já são inúmeros vídeos nas redes sociais, inclusive um deles feito por um jovem que, com certeza, deve ser filho de gari. Ele fez um vídeo desafiando o Presidente da República abre aspas: "Sugiro deixar o Brasil sem coleta por 3 dias e outros 3 dias sem você na Presidência da República, para vermos quem vai fazer mais falta, uma cidade limpa ou um governo sujo". É lamentável que nós estejamos vivendo uma situação dessas, muito lamentável! E eu deixo isso daí para ser colocado no final da noite. Eu gostaria de ter essa fala publicizada no programa A Voz do Brasil. - 01/09/2026
O Deputado leu o parecer da Deputada Bia Kicis pela aprovação do Projeto de Lei nº 3.710, de 2026, da Deputada Lêda Borges, que cria a Rota Turística da Fé Jardim da Imaculada, no Município de Cidade Ocidental (GO). Além disso, destacou que a iniciativa busca fortalecer o turismo religioso e cultural, estimular a geração de emprego e renda e promover o desenvolvimento econômico regional. Por fim, apontou que a proposta respeita a liberdade religiosa e a laicidade do Estado e é constitucional, jurídica e de boa técnica legislativa.
Palavras-chave oficiais: Parecer (proposição legislativa),Projeto de lei ordinária,Rota Turística da Fé,Cidade Ocidental (GO),Turismo religioso,Geração de emprego,Liberdade de religião,Laicidade,Aprovação
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O SR. GENERAL GIRÃO (PL - RN. Para proferir parecer. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, passo a ler o relatório. I - Relatório O Projeto de Lei nº 3.710, de 2026, de autoria da Deputada Lêda Borges (Republicanos/GO), cria a Rota Turística da Fé Jardim da Imaculada, no Município de Cidade Ocidental, no Estado de Goiás. A proposta define como integrantes da rota o Santuário Jardim da Imaculada, a Festa da Imaculada Conceição, celebrada anualmente em 8 de dezembro, o Festival Canta Jardim e outros eventos religiosos, culturais, formativos e devocionais, vinculados ao Santuário, à Milícia da Imaculada e à espiritualidade de São Maximiliano Maria Kolbe. O projeto estabelece também os objetivos da rota. Entre eles estão o desenvolvimento turístico, cultural e econômico de Cidade Ocidental e da Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (RIDE/DF); a valorização do santuário; o fortalecimento do turismo religioso, de peregrinação e cultural; e o estímulo à geração de emprego, renda e empreendedorismo local". Vou direto ao voto da Relatora. "II - Voto da Relatora II.1 Mérito Considero meritório e oportuno o projeto ora examinado, tendo em vista que a proposta reconhece e organiza, para fins turísticos e culturais, atrativos já existentes em Cidade Ocidental, no Estado de Goiás. O Santuário Jardim da Imaculada, as celebrações religiosas e os eventos culturais relacionados constituem elementos relevantes da identidade local e regional. O turismo religioso integra a atividade turística nacional. Ele pode contribuir para ampliar a circulação de visitantes, a oferta de serviços, a valorização das manifestações culturais e a geração de renda nas localidades que recebem peregrinações e eventos. A medida também se alinha ao dever constitucional de promover e incentivar o turismo como fator de desenvolvimento social e econômico. Diretriz estabelecida pela Constituição Federal em seu art. 180. Considera-se, ainda, que a criação da rota turística pode facilitar a articulação entre órgãos públicos, entidades religiosas, comunidades locais, empreendedores e agentes culturais. Essa articulação poderá apoiar a divulgação dos atrativos, a organização de eventos, a qualificação de serviços e o acolhimento dos visitantes. Reforça-se que a proposição em tela preserva a laicidade do Estado, uma vez que o projeto de lei ora em análise não impõe prática religiosa e não estabelece privilégio confessional. Seu objeto é tão somente o reconhecimento de elementos turísticos, culturais e históricos associados a manifestações que possuem ampla repercussão social e econômica na região. Por essas razões, a medida é oportuna e compatível com o fortalecimento do turismo regional e com o estímulo à economia criativa, a promoção da geração de empregos e renda e o fomento ao desenvolvimento econômico local sustentável. II.2 - Constitucionalidade, juridicidade e técnica legislativa A União possui competência para legislar sobre normas gerais de proteção ao patrimônio turístico e cultural. A Constituição Federal também atribui ao poder público o dever de promover e incentivar o turismo. A matéria está inserida no campo da competência legislativa da União e não invade a autonomia do Estado de Goiás ou do Município de Cidade Ocidental. O projeto prevê cooperação entre os entes federativos e não cria obrigações administrativas específicas para eles. A iniciativa parlamentar é adequada. A proposta não trata da criação ou da alteração da estrutura administrativa do Poder Executivo. Também não impõe atribuições novas e obrigatórias a órgãos federais. O projeto respeita os princípios da liberdade religiosa e da laicidade estatal. A criação da rota possui finalidade turística, cultural e regional. Ela não representa adesão do Estado a determinada crença ou prática religiosa. A proposição é juridicamente adequada. Seu conteúdo é compatível com o ordenamento jurídico e apresenta objeto determinado e a redação observa as regras da técnica legislativa da Lei Complementar nº 95, de 26/02/1998. II.3 - Conclusão do voto Ante o exposto, no âmbito da Comissão de Turismo, somos pela aprovação do Projeto de Lei nº 3.710, de 2026. No âmbito da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, somos pela constitucionalidade, juridicidade e boa técnica legislativa do Projeto de Lei nº 3.710, de 2026." É o relatório da Deputada Bia Kicis. - 01/09/2026
O Deputado afirmou nunca ter vivido, desde a formação na Academia Militar das Agulhas Negras até a posse na Câmara, momento tão grave de falta de democracia no País. Além disso, defendeu a paralisação das sessões da Câmara e do Senado para a convocação de sessão do Congresso destinada a discutir riscos à democracia. Também lamentou a censura à imprensa e o cerceamento do sigilo da fonte, que considerou ataques aos princípios democráticos.
Palavras-chave oficiais: Ministro do Supremo Tribunal Federal,Banco Master,Democracia,Ameaça,Sessão conjunta,Congresso Nacional
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O SR. GENERAL GIRÃO (PL - RN. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Presidente, eu, na condição de democrata, desde o primeiro momento quando entrei na Academia Militar das Agulhas Negras, em 1973, até quando tomei posse aqui, em 1º de fevereiro de 2019, depois de eleito, realmente eu nunca vivenciei um momento como o que estamos vivenciando, um estado de falta de democracia tão grave e tão crítico no País, principalmente no dia de hoje, que, para mim, entornou o caldo. Realmente, sinceramente, Presidente, se dependesse deste Deputado e talvez de muitos outros Deputados, nós teríamos as sessões da Câmara e do Senado paralisadas e uma sessão do Congresso convocada para discutirmos o risco à democracia que estamos vivendo. Essa é a minha fala, Presidente. Eu lamento bastante que estejamos vivendo isso. Sinceramente, a história poderá cobrar de muitos de nós a responsabilidade pela quebra de todos os princípios democráticos possíveis e imagináveis, inclusive pela censura à imprensa e pelo cerceamento do sagrado direito do segredo em relação à fonte. É um absurdo o que estamos vivendo, Presidente. Lamento muito o Brasil do momento. Muito obrigado. - 12/08/2026
O Deputado afirmou que a soberania nacional dependeria, além de discursos e acordos diplomáticos, da capacidade efetiva de proteger as fronteiras. Criticou a atuação do Governo Federal e do Judiciário no enfrentamento ao narcotráfico e ao crime organizado, defendendo que facções criminosas fossem classificadas como grupos terroristas. Criticou também a situação econômica do País, mencionando um déficit de R$ 91,2 bilhões no primeiro semestre, e afirmou que a defesa da soberania exigiria responsabilidade na gestão dos recursos públicos. Ao final, pediu mudanças nas eleições de 4 de outubro.
Palavras-chave oficiais: Soberania nacional,Diplomacia,proteção,Fronteira,Governo federal,Poder Judiciário,combate,Tráfico de droga,Crime organizado,Organização criminosa,Terrorista,Situação econômica,Deficit,Responsabilidade,Gestão pública,Recursos públicos,Eleições
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O SR. GENERAL GIRÃO (PL - RN. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente. Sr. Presidente, a minha fala de hoje é sobre um tema que a gente tem ouvido muito ser falado, é uma palavra que tem sido falada demais pelo atual Presidente da República, que é sobre a defesa da soberania. A soberania de uma nação não se constrói apenas com discursos diplomáticos ou tratados internacionais, ou muito menos com falas da boca para fora. Ela se materializa fundamentalmente na capacidade real de um país de proteger suas fronteiras, o que não é o nosso caso no momento. O Brasil enfrenta hoje uma ameaça silenciosa que corrói essa capacidade de dentro para fora, não só nas fronteiras com o narcotráfico, mas também com a capacidade, infelizmente, do crime organizado, dos grupos terroristas que se apossaram do nosso País. E os governos atuais, tanto o Executivo quanto o Judiciário, teimam em não querer classificar facções criminosas como grupos terroristas não temos como dissociar isso. E o pior, esse Governo atual está com a economia em frangalhos. Agora, nesse primeiro semestre, o déficit aproximou-se de 91,2 bilhões de reais, e a gente não pode aceitar isso de maneira nenhuma. Não se defende a soberania deixando os nossos cofres totalmente saqueados. Essa é uma realidade que a gente está enfrentando, da incompetência desse Governo, e a gente precisa realmente mudar. Eu espero que o povo brasileiro abra os olhos no dia 4 de outubro. - 11/08/2026Breves Comunicações
O Deputado criticou a Governadora do Rio Grande do Norte por alteração nos critérios de aprovação escolar, que passou a permitir a progressão de alunos do 2º e 3º anos com reprovação em até seis matérias. Apontou que essa mudança teria inflado artificialmente o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) do Estado, sem avanços reais nos resultados de matemática e português. Além disso, questionou os cortes orçamentários anunciados pelo Governo Federal nas áreas de defesa, saúde, educação, infraestrutura e Ministério das Cidades, assinalando a ausência de reduções nos gastos com propaganda. Por fim, cobrou atuação dos órgãos de controle, como o Tribunal de Contas da União (TCU) e o Ministério Público, diante do quadro apresentado.
Palavras-chave oficiais: Rio Grande do Norte,Governadora,Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb),alteração Governo federal,Saúde,Educação,Contingenciamento,Propaganda institucional,Crítica,Tribunal de Contas da União (TCU),atuação
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O SR. GENERAL GIRÃO (PL - RN. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, caros colegas, pessoas que nos assistem no Brasil e no mundo, o nosso tema relativo ao Rio Grande do Norte é um tema que nos causa preocupação. Infelizmente, nós lutamos para que a educação no País seja melhorada, mas parece que a nossa Governadora, que é professora, insiste em fazer maquiagem. Eu digo que a maquiagem é uma coisa bacana nas mulheres, às vezes, nos homens também. Maquiagem é uma coisa bonita, embeleza as pessoas. Os homens também fazem, eu também faço. O problema da maquiagem na educação é que é inaceitável. Pasmem, eles conseguiram fazer um artifício de mudar o enquadramento na aprovação dos alunos. Então, agora, os alunos do Rio Grande do Norte do 2º ano e 3º ano conseguem ser aprovados, passar de ano, se forem reprovados em até seis matérias, Sargento Fahur. Reprovado em até seis matérias, o aluno é considerado apto para passar de ano, ficando com dependência. Seis matérias? Se fossem duas, a gente até entenderia. Eu não sou contra essas medidas, não. Escolas militares também fazem isso, ou faziam, pelo menos na minha época. Mas com seis matérias reprovadas o aluno passa de ano. O que aconteceu? Com essa maquiagem do ano passado para este ano, o Ideb do Rio Grande do Norte mudou e ela foi comemorar nas ruas, fazendo vídeos com o candidato dela. Aliás, é interessante a gente comentar sobre o candidato dela, porque o candidato dela é "Cadu de Lula", não é "Cadu de Fátima". Caramba! Tinha que ser "Cadu de Fátima", se a Governadora é a líder dele. Infelizmente, é assim que as coisas acontecem no Rio Grande do Norte. Infelizmente, ela fez isso e o Ideb mudou. Vejam o cúmulo da hipocrisia da Governadora, que é professora: os números da matemática não mudaram e os de português mudaram um pouquinho. O Estado ainda permanece lá atrás na qualificação do Ideb. A gente pergunta: se não é capaz de fazer nem na área em que é especialista, como fica? Isso é lamentável demais. A gente precisa mudar essa realidade. Eu espero que o povo brasileiro esteja com os olhos bem abertos, porque chega de maquiar as coisas. Última notícia, Sr. Presidente, hoje foi anunciado que o Governo fez mais cortes no orçamento. Enquanto isso a propaganda não teve corte, não sei por quê. Não anunciaram cortes na propaganda. Anunciaram cortes na defesa, na saúde, na educação, na infraestrutura, no Ministério das Cidades, mas na propaganda não cortam. O dinheiro que vai para a Sra. Janja da Silva não mudou. O dinheiro que vai para fazer as mentiras do Lula da Silva cada vez mais serem propagadas aos quatro cantos não mudou. Eu pergunto: onde estão os órgãos de controle do País? Onde está o Tribunal de Contas da União? Onde estão os órgãos de controle, o Ministério Público? Está faltando vergonha na cara. Outubro vem aí! Muito obrigado, Presidente. - 07/07/2026
O Deputado homenageou os vaqueiros do Nordeste e os praticantes de games, defendendo o incentivo às vaquejadas e ao esporte como fatores de disciplina e formação educacional. Além disso, criticou o Presidente da República e a Primeira-Dama por supostos gastos excessivos, sigilo nas despesas e uso de terceirizados no Palácio do Planalto, bem como contestou a gestão das águas do Rio São Francisco no Rio Grande do Norte. Por fim, acusou o Governo de mentiras e malfeitos.
Palavras-chave oficiais: Vaqueiro,Região Nordeste,Vaquejada,Homenagem Presidente da República,Primeira-dama,Despesa pública,Transposição de Águas do Rio São Francisco,Rio Grande do Norte
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O SR. GENERAL GIRÃO (PL - RN. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Sra. Presidente, eu gostaria de começar a falar hoje rendendo as nossas homenagens aos vaqueiros do Nordeste, do nosso Sertão, porque, neste período intenso de festas juninas e julinas, muitas vaquejadas são realizadas no nosso Rio Grande do Norte em especial. Hoje eu estou aqui usando este chapéu de vaqueiro em homenagem a todos os vaqueiros que correm vaquejadas no nosso Estado do Rio Grande do Norte e em todo o Nordeste brasileiro, dizendo que vocês são aqueles portadores de uma tradição muito forte. A gente precisa, sim, cada vez mais incentivar essa tradição das vaquejadas. Meus cumprimentos a todos vocês. Permitam-me não nominá-los para não esquecer de ninguém, mas a nossa homenagem está aqui com o chapéu do GG. Ao mesmo tempo, também quero fazer uma saudação a todo o pessoal dos games, especialmente do Rio Grande do Norte, porque vocês fazem parte de um segmento muito importante do Brasil. Vocês têm atletas, jogadores de alta performance, no Brasil e no mundo. E a gente precisa, sim, apoiar o esporte, porque o esporte, para os jovens, traz a disciplina, traz o fortalecimento do caráter, o fortalecimento também da personalidade. Com isso, nós sabemos que vocês, jovens, que fazem os games, com certeza absoluta, ao final, vocês gritam: "GG! Good game!", estão conseguindo fazer uma coisa boa e são vencedores. Muito obrigado a vocês. Parabéns. Gostaria, Sra. Presidente, de fazer aqui uma fala muito rápida, porque o tempo é muito curto, só 5 minutos eu gostaria até que fosse um pouco maior , sobre o Presidente da República, a Primeira-Dama e os terceirizados. É interessante que o pessoal do Partido dos Trabalhadores numa hora dessas fica mouco, as oiças não funcionam. Eu quero dizer a vocês que a farra que eles estão fazendo com os terceirizados no Palácio do Planalto é algo assustador. Já está colocada no jornal, a imprensa já está começando a mostrar. Não bastasse o que fizeram antes com os móveis do Palácio do Alvorada, agora temos as despesas das viagens luxuosas e descabidas que o Presidente Lula da Silva tem feito com a Primeira-Dama. Aliás, em algumas viagens, ela tem chegado antes dele, passa 1 semana nas compras e tudo mais. Os gastos excessivos e os gastos com as terceirizadas estão sem tamanho. É gente que não acaba mais trabalhando para um casal! Que história é essa? E o pior de tudo: sigilo nas contas, nas despesas da Presidência da República. Isso é imoral! Se há sigilo é porque estão fazendo coisa errada. Aliás, coisa errada é o carimbo do PT, como o que fizeram no último final de semana no meu Rio Grande do Norte, levando água do São Francisco para um túnel sustentado com contêiner! Pelo amor de Deus! Eu queria que alguém aqui do PT desse uma desculpa para isso! Isso não tem desculpa, aliás, tem é mentira. Eu cobrei do Ministério, que disse que as águas do São Francisco nunca pararam de ser bombeadas, Deputado Evair Vieira de Melo! Elas foram paralisadas em janeiro de 2023 e não estão rolando, não estão sendo bombeadas. Foi feito agora um bombeamento genérico. Desculpe, genérico não, fake, porque há medicamento genérico que é muito bom, mas o bombeamento é fake: parou logo depois que eles foram embora. E o pior de tudo: o cara nem conhecia o candidato da Governadora. Rapaz, não é brincadeira não, é uma sucessão de malfeitos que eu fico pensando: "Esse cara que está sentado na cadeira de Presidente da República, será que ele não tem vergonha nessa cara mentirosa?" É uma cara mentirosa, Deputado Gilberto Silva. Desculpe, eu sei que V.Exa. não gostou. Desculpe, desculpe, V.Exa. não gostou. É muita mentira. Não é à toa que o apelido que foi colocado na cara dele é "Lulanóquio". Eu tenho um bonequinho; quem quiser conhecer, ele está lá no meu gabinete, o bonequinho "Lulanóquio". Aliás, toda hora que eu chego lá e olho de novo, Deputado Evair, o nariz cresceu um pouco mais. É porque o cara mente que nem sente. Gostaria que a nossa fala fosse divulgada pelo programa A Voz do Brasil, Presidente. - 07/07/2026
O Deputado criticou a gestão da Governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, ao afirmar que o Governo Estadual deixou de repassar aos Municípios recursos de Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS), Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), que, segundo informou, somavam mais de 250 milhões de reais. Além disso, assinalou que valores descontados de servidores para empréstimos consignados não teriam sido repassados às instituições financeiras. Por fim, também fez críticas à atuação de integrantes do Governo Estadual em relação à transposição do Rio São Francisco.
Palavras-chave oficiais: Rio Grande do Norte,Governo estadual,Governadora,repasse,recursos,Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS),Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA),Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb),Instituição financeira,Crédito consignado,Servidor público,Transposição de Águas do Rio São Francisco,Administração estadual
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O SR. GENERAL GIRÃO (PL - RN. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu não gostaria de falar mal do Governo de uma mulher. Insisto em dizer isso, porque a gente tem que tratar as mulheres com carinho, com atenção, com respeito, mas o Governo do Rio Grande do Norte, da Governadora Fátima Bezerra, é uma vergonha. Na verdade, não é somente uma vergonha, é o jeito que ela tem, é o jeito do partido dela. Infelizmente, a última dela agora é o seguinte: ela está deixando de recolher para os Municípios, neste ano de 2026, recursos do ICMS, do IPVA e do Fundeb, que, juntos, somam mais de 250 milhões, e que são dos Municípios, mas a Governadora não os recolhe. Não bastasse isso, para os servidores que têm empréstimos consignados, os empréstimos são tirados dos servidores para serem entregues ao banco, mas o banco não recebe os empréstimos consignados que foram descontados do servidor. Ela está ficando também com o secretário dela que hoje é seu candidato, que, por um acaso, Deputado Cabo Gilberto, esteve lá na divulgação da fake news sobre a transposição do Rio São Francisco. O cara esteve lá, e o Presidente da República perguntou: "Quem é esse cara? Quem é esse nome?" Eu não vou nem falar o nome para não enaltecer. Então, é uma vergonha, e a gente está mudando essa realidade lá no... (Desligamento do microfone.) - 17/06/2026
O Deputado criticou o Presidente Lula, acusando-o de mentir sobre sua posição ideológica, e manifestou solidariedade ao Padre Kelmon diante de episódio que classificou como intolerância política em São Bernardo do Campo (SP). Condenou também a decisão contra Eduardo Bolsonaro, afirmando que ela desrespeitaria garantias constitucionais como o devido processo legal, o contraditório, a ampla defesa e a imunidade parlamentar. Criticou ainda a condução da diplomacia brasileira, mencionou declarações atribuídas ao Presidente Donald Trump e afirmou que o Brasil vive um momento de enfraquecimento democrático. Por fim, demonstrou indignação com o atentado sofrido pelo Vereador Cabo Deyvison, em Mossoró (RN), que resultou na morte de um cinegrafista, cobrou apuração rigorosa do caso e pediu respeito às divergências políticas no País.
Palavras-chave oficiais: Presidente da República,declaração,Fato inverídico,Ideologia política solidariedade,Padre,São Bernardo do Campo (SP),intolerância,caráter político Ex-deputado federal,Condenação,desrespeito,Garantia ao contraditório,Direito à ampla defesa,Imunidade parlamentar Diplomacia,Relações internacionais,Estados Unidos Mossoró (RN),Atentado,Vereador,Homicídio,Cinegrafista,divergência,caráter político
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O SR. GENERAL GIRÃO (PL - RN. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Sr. Presidente, gostaria de pedir que a nossa voz pudesse ter repercussão no programa A Voz do Brasil, em função de que estaremos tratando de alguns assuntos aqui importantes. Primeiro deles, Sr. Presidente. Vejam só, fala do Presidente descondenado: "Nunca fui de esquerda". O "Lulanóquio" atacou outra vez. É isso. É só mentira só mentira. Quem quiser conhecer o "Lulanóquio" acesse nossas redes sociais, @GeneralGirão. Ele está lá, o bonequinho feito por um artesão, em desagravo às mentiras que são faladas pelo Presidente Lula. Gostaria também de destacar aqui a minha solidariedade a uma intolerância política decretada dentro da Câmara Municipal de São Bernardo do Campo contra o Padre Kelmon. Um Vereador de São Bernardo do Campo teve a ousadia de mandar o Padre Kelmon se calar, dizendo que ele não era padre e tudo mais. Realmente, a intolerância por parte da Esquerda não tem limites, não obedece nem o respeito à religiosidade das pessoas ou até mesmo a categoria de padre que o Padre Kelmon tem. Eu gostaria de deixar também a minha indignação profunda contra esta situação que estamos vivendo no nosso Brasil. A condenação de Eduardo Bolsonaro ontem não é apenas mais um episódio político: é um alerta grave para todos aqueles que ainda acreditam que, no Brasil, ninguém pode ser privado de sua liberdade, de seus direitos políticos, da sua honra e da sua dignidade sem o devido processo legal. É claro que a gente precisa reafirmar aqui: Eduardo Bolsonaro estava respaldado pelo art. 53 da Constituição Federal, e, mesmo assim, o Supremo Tribunal Federal resolveu passar por cima disso. Ainda assim, o art. 5º da Constituição, no inciso LIV, diz que ninguém será privado da liberdade ou de seus bens sem o devido processo legal. E o inciso LV assegura aos acusados em geral o contraditório e ampla defesa, com todos os meios e recursos a ela inerentes. Portanto, antes de qualquer condenação, deve haver o processo legal. Antes da pena, deve haver a defesa. E a gente está vendo isso daí, mais uma vez, acontecer contra um político da direita. Até parece, Deputado Cabo Gilberto Silva, que a direita nasceu para apanhar aqui no Brasil. É isso que esses caras estão fazendo há quase 4 anos. E nós temos que entender que o sentimento no exterior é de que o Brasil realmente é um país difícil. Aliás, vou abrir aspas de novo, o Presidente Donald Trump se referiu ao Brasil, no dia de hoje, na reunião do G7 aliás, reunião em que o Presidente Lula teve que perguntar para o embaixador do Itamaraty: "Somos vira-lata?" Atenção sociedade protetora dos animais, que eu também sou defensor da causa animal, os vira-latas não aceitam ser enquadrados ou assemelhados ao Presidente Lula. Não façam isso, revejam a sua afirmação. O Presidente Trump citou o Bolsonaro Júnior, o Eduardo Bolsonaro, dizendo que foi uma condenação, uma prisão injusta, e agora ele falou ainda mais assim, abrindo aspas de novo: "No Brasil, eles jogam sujo e mais pesado que os Estados Unidos. O Brasil está politicamente difícil e perigoso". Vejam só a motivação que levou Donald Trump a tratar o Presidente Lula como se fosse um ninguém naquela foto oficial. Ele passou olhando para o lado, não apertou a mão do Lula e apertou a mão dos demais. Então, realmente, a gente lamenta a nossa democracia brasileira ter chegado a este ponto. A diplomacia brasileira está sendo tratada como sendo uma diplomacia nanica. É isso que estamos vivendo no nosso País. Bem, Eduardo Bolsonaro foi condenado, e a gente aqui precisa, mais uma vez, relembrar o famoso italiano Nicolau Maquiavel, quando ele disse, há séculos passados, ele já alertava: "Um povo cansado, sofrendo e sem esperança se torna uma presa fácil de políticos que dominam a arte da manipulação". Meus amigos, minhas amigas brasileiras, o Lula da Silva, há uns anos, encantava os pobres, encantava a população; inclusive, classes A e B eram encantadas pelo Lula, pela maneira de pieguice, dizendo que era um nordestino, que tinha sofrido em São Paulo, que passou fome. Mas o povo cansou. O Brasil já acordou. Esse encantamento que o Lula tinha antes, hoje não tem mais. Sabe por quê? Porque o Lula não toma mais um cafezinho, não come mais um pastel na esquina e toma um caldo de cana, porque ele sabe que se ele for fazer isso, vai ser vaiado. É isso. Eu espero que não joguem ovo contra ele. Por favor, o ovo está muito caro. Não façam isso contra o Lula. Ele não merece isso daí. Pelo amor de Deus! O ovo está muito caro. Muito bem, a gente precisa prosseguir na nossa fala dizendo o seguinte: a intolerância política no Brasil, especialmente no meu Rio Grande do Norte, chegou ao auge do perigo e ao auge da sua representatividade. Nós não podemos aceitar que um pré-candidato a Deputado Federal do Partido Liberal, um colega nosso de partido, Vereador pelo Município de Mossoró, tenha sofrido um atentado na última segunda-feira; atentado este cometido contra ele e contra aqueles que estavam com ele. Inclusive, Sr. Presidente, quem foi atingido na cabeça mortalmente foi um profissional da mídia, um cinegrafista que filmava aquele vídeo que estava sendo feito pelo Vereador Cabo Deyvison. O Cabo Deyvison foi atingido, está no hospital, está sendo atendido, e o Alyson morreu. A família dele agora está chorando a perda de um filho, a perda de um cidadão, de um pai. Aí eu pergunto: quem vai pagar isso daí? A Governadora Governadora Fátima Bezerra rapidamente foi para a mídia dizer que lamentava a morte do rapaz e que iria mandar fazer a investigação. Gostaria aqui de destacar a competência da nossa polícia do Rio Grande do Norte, que já está investigando, sim, por competência, não porque a Governadora mandou. Eles têm, sim, a competência da polícia de investigar. Parece que já teriam prendido dois desses marginais. Agora, o tiro foi de 5.56. Meus amigos, Deputado Sargento Fahur, o calibre 5.56 é exclusivo das Forças Armadas. Então, isso quer dizer o seguinte: esse grupo criminoso, essa facção criminosa, que não é terrorista, causa o terror na frente de uma UPA, uma unidade de saúde, e simplesmente fica por isso mesmo. Eu pergunto para vocês: é este o Brasil que vocês querem? Esquerda, é este o Brasil que vocês querem? Se fosse alguém do nosso lado atirando em vocês, nós estaríamos aqui também falando contra. Então, vocês têm que cobrar isso daí também, cobrar a manutenção e o respeito das pessoas que pensam diferente de vocês. Nós não temos obrigação de pensar igual a vocês, mas eu respeito o direito de vocês pensarem, de vocês falarem, e vocês estão desrespeitando o nosso direito de pensar diferente. Isso é inaceitável numa democracia! O Brasil já perdeu há muito tempo a capacidade de dizer que nós somos uma democracia. Isso é vergonhoso! Eu espero, sim, que a Esquerda se pronuncie sobre isso. Muito obrigado, Presidente. - 17/06/2026
O Deputado relatou o recebimento, pela Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN), de comitiva de Parlamentares da Áustria, com quem foram debatidos temas como o acordo entre o Mercosul e a União Europeia e o combate ao crime organizado. Defendeu a classificação de facções criminosas como organizações terroristas, posição que, segundo o Parlamentar, já conta com consenso internacional, e cobrou que o Governo brasileiro adote o mesmo entendimento. Por fim, saudou a comitiva austríaca e reforçou os laços de amizade entre os dois países.
Palavras-chave oficiais: Áustria,Mercado Comum do Sul (Mercosul),Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN),União Europeia (UE),Parlamentar estrangeiro,Acordo de Livre Comércio Organização criminosa,Organização terrorista,classificação,Defesa
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O SR. GENERAL GIRÃO (PL - RN. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, caros colegas e todos que nos assistem pela TV Câmara, nós estamos aqui neste momento cumprindo um ritual da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional CREDN de receber uma comitiva de parlamentares da Áustria, alguns também integrantes do Parlamento Europeu. Eles estiveram conversando conosco na CREDN por mais de 1 hora, discutindo a realidade do Brasil e também comparando-a com a realidade da União Europeia, principalmente nos pontos relativos ao acordo recém-assinado entre o Mercosul e a União Europeia. Discutiu-se também a preocupação de todo o mundo com o crime organizado essa dicotomia que vivemos entre classificar ou não o crime organizado como organizações terroristas. E o mundo todo praticamente já tem um consenso a respeito disso: são, sim, organizações terroristas. A gente precisa que a Esquerda brasileira pare de teimar com o Governo, que insiste em não classificar organizações e facções criminosas como grupos terroristas. É assim que eles são e assim que devem ser tratados. À Comitiva da Áustria, digo que vocês são muito bem-vindos. Eu aproveitei também para fazer um pouco de propaganda, Sr. Presidente, do nosso Brasil, das nossas praias, que são belas. Não sei se o nosso futebol está tão bom, não, mas a Áustria ontem ganhou um jogo. A Áustria jogou ontem na Copa do Mundo e ganhou. Mas a gente está lá, fazendo parte das equipes que querem aquela taça. Que nós possamos, sim, receber sempre comitivas de países amigos, que possamos entrelaçar cada vez mais as nossas amizades. O Brasil e a Áustria estão sempre juntos. Contem conosco. (Palmas.) Muito obrigado. - 16/06/2026Breves Comunicações
O Deputado lamentou o atentado político ocorrido em Mossoró (RN), no qual um cinegrafista foi morto durante ação de facção criminosa contra um Vereador pré-candidato a Deputado Federal. Cobrou resposta da Governadora Fátima Bezerra diante do agravamento da violência no Estado e citou o Projeto de Lei nº 2.318, de 2025, que tipifica como homicídio qualificado o crime praticado para interferir no processo eleitoral ou no exercício de mandato. Além disso, defendeu penas mais rigorosas e o cumprimento integral da pena, com referência ao modelo adotado em El Salvador, e criticou a resistência do Governo e de partidos de esquerda em classificar facções criminosas como grupos terroristas.
Palavras-chave oficiais: Mossoró (RN),Crime organizado,Vereador,Homicídio,Governadora,atuação,Governo federal,Organização terrorista,classificação,Crítica Projeto de lei ordinária,Candidato a cargo eletivo,Crime contra a vida,Homicídio qualificado
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O SR. GENERAL GIRÃO (PL - RN. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, antes de começar a contar o meu tempo, eu poderia muito bem ter questionado V.Exa. por ter dado a vez ao Deputado Glauber Braga, porque eu já estava na tribuna, mas eu quero mostrar ao Deputado Glauber Braga que a tolerância e o respeito entre nós devem existir. V.Exa. deve lembrar que, nos últimos dias, quando V.Exa. estava sentado na mesa, eu lhe pedi educadamente que me desse a palavra, já que eu estava inscrito, V.Exa. me disse que não me daria a palavra. Então, Deputado Glauber, nesta sua volta, reflita um pouco sobre isto. Nós precisamos ter tolerância uns com os outros, porque todos nós aqui representamos pessoas. Eu representei V.Exa. aqui agora, apoiei V.Exa. e apoio a sua denúncia. Não concordo com nada que seja escuso, não concordo com conversas cabulosas. Sr. Presidente, pode me dar o tempo agora, por favor. O SR. PRESIDENTE (Charles Fernandes. Bloco/PSD - BA) - Pois não, nobre Deputado General Girão. Eu agradeço também a V.Exa. Aqui nesta cadeira, eu tenho procurado, de certa forma, ser tolerante com todos dentro das possibilidades da Presidência. O SR. GENERAL GIRÃO (PL - RN) - Reconheço isso, com certeza. O SR. PRESIDENTE (Charles Fernandes. Bloco/PSD - BA) - Eu agradeço a V.Exa. também pela tolerância. O Deputado Glauber Braga tinha 1 minuto e falou praticamente 3 minutos. V.Exa. sempre foi tolerante com esta Presidência. V.Exa. dispõe da palavra. O SR. GENERAL GIRÃO (PL - RN. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, gostaria que a nossa fala pudesse ter repercussão no programa A Voz do Brasil. Nós estamos diante de um cenário preocupante. Há pouco, foi falado aqui sobre a a crise da segurança pública na Bahia. Nós gostaríamos também de destacar a crise da segurança pública no Estado do Rio Grande do Norte. Ontem à noite, nós tivemos um atentado político. Gostaria de reforçar aqui: ontem à noite, Deputado Glauber, Deputado Paulão, houve um atentado político no Rio Grande do Norte. Uma facção terrorista, que não é facção criminosa, atentou contra um Vereador que é candidato a Deputado Federal do nosso partido lá na cidade de Mossoró. E levou a óbito um profissional da imprensa, um cinegrafista que estava com ele.s Isso tem que ser destacado. A imprensa do Rio Grande do Norte tem que repercutir isso também. Foi assassinado um profissional da imprensa que estava fazendo o seu trabalho junto a um pré-candidato a Deputado Federal que é Vereador de Mossoró, que é o primeiro e o maior opositor ao ex-Prefeito de Mossoró. Isso daí é ponto pacífico. Não existe questionamento. A Governadora Fátima foi lá declarar solidariedade à família de quem morreu e tal. Não adianta. Há menos de 5 meses, nós tivemos um Vereador assassinado em Extremoz. No passado, nós tivemos Prefeitos assassinados, Vereadores assassinados, tentativa de assassinato contra Prefeito, contra Vereador. Que diabo é isso? Governadora Fátima, a senhora está há quase 8 anos no mandato. Isso daí continua assim? Bem, eu apresentei nesta Casa o Projeto de Lei nº 2.318, de 2025, que altera o Código Penal, para tornar homicídio qualificado o crime praticado com a finalidade de interferir, restringir ou manipular o processo eleitoral ou o exercício regular do mandato. Gostaria de destacar também que, em 2022, nós tivemos o nosso gabinete agredido. Tentaram invadir o gabinete, picharam os muros. Eu levei a identificação com imagens para a Secretaria de Segurança Pública do Rio Grande do Norte, trouxe-a para a nossa Polícia Legislativa aqui da Câmara. Ninguém foi punido. Um atentado, um crime político aconteceu no meu gabinete, e ninguém foi punido, ninguém foi investigado. A impunidade faz com que haja, sim, interesse na reincidência criminal. Não tenho dúvida quanto a isso. Então, nós temos que lamentar essa situação. Eu cobro, sim, e exijo da Governadora Fátima Bezerra uma resposta imediata a isso. A polícia parece que já identificou gente. A nossa polícia é excepcional. A polícia é muito boa. O que falta é vontade política e vontade de leis mais rigorosas para punir o bandido, como tem que ser punido. Acabar com visita íntima. Nós estivemos recentemente, Sr. Presidente, em El Salvador. O Presidente Bukele resolveu isso daí facilmente. É palmatória, palmatória na delegacia, palmatória na cadeia, e cadeia sem benefício. Não existe benefício de regime semiaberto. Não existe nada disso, não. Vai cumprir a pena integral, e pena rigorosa, pena máxima. É isso o que a gente tem que fazer no Brasil. Enquanto isso não for feito, a segurança pública vai continuar com esse caos que a gente está vivendo. Eu lamento muito essa situação que nós estamos vivendo no Brasil e eu não sei onde a gente vai parar. Se não conseguirmos dar uma solução, é melhor fazer como naquela história: o último que sair fecha a porta e apaga a luz, porque é isso o que vai acontecer. Na semana passada, em Bruxelas, nós estivemos, junto com o Ministério Público de vários Estados do Brasil e a Fundação Getúlio Vargas, organizando um fórum para discutir o combate ao crime organizado. E este Governo insiste em não chamar... Este Governo e também o pessoal da Esquerda aqui, como o próprio PSOL, insistem em não chamar facções criminosas como grupos terroristas. Eles causam terror na população. Ontem ninguém mais saiu de casa em Mossoró. É o terror, que foi plantado na cidade. Por quê? Porque há grupo criminoso com metralhadora, Presidente, fuzil 5.56, arma de guerra. Não tem como aceitar isso de maneira nenhuma. Querem calar a Oposição no Rio Grande do Norte não irão calar! , como insistem em calar a gente aqui, chamando a gente de fascista, como uma Deputada me chamou na semana passada lá na CREDN. Não é assim que a gente faz a política acontecer. Não é assim que a gente leva o melhor para os nossos familiares. A gente lamenta que há gente com familiar morrendo por causa do crime organizado. A gente sabe que acontece isso. Então, a gente tem que ser rigoroso com o bandido, e o bandido tem que ser tratado como bandido, na base da chibata. É assim que tem que ser. Muito obrigado, Presidente. - 20/05/2026
O Deputado criticou a ausência do Diretor-Geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, em audiência pública da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados. Além disso, acusou o Governo Federal de desrespeitar prerrogativas do Congresso Nacional e apontou irregularidades na tentativa de transferência do ex-Deputado Alexandre Ramagem dos Estados Unidos, o que teria gerado atrito diplomático e a expulsão de um agente brasileiro. Em seguida, anunciou pedidos formais pela exoneração de Andrei Rodrigues. Por fim, relatou ataques de facções criminosas ao Morro do Careca, no Rio Grande do Norte, e a invasão armada ao Hospital Geral de Caicó (RN), conclamando as Forças Armadas a atuarem diante da crise de segurança no País.
Palavras-chave oficiais: Segurança pública,Diretor-Geral,Polícia Federal (PF),Exoneração,Audiência pública (processo legislativo),Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN),Ex-deputado federal,Estados Unidos,Diplomacia,Organização criminosa,Rio Grande do Norte,Caicó (RN),Forças Armadas
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O SR. GENERAL GIRÃO (PL - RN. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, caros colegas presentes, Sr. Presidente, peço que a nossa fala possa ter repercussão em todo o Brasil por intermédio do programa A Voz do Brasil. São dois temas muito importantes, Sr. Presidente, que eu preciso citar aqui agora, lamento muito ter que dizer que os dois temas dizem respeito à segurança do País. O primeiro deles trata do que aconteceu hoje na Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional Creden, quando nós tivemos uma afronta não somente à Comissão Creden, mas também a todos os Parlamentares desta Casa, pelas prerrogativas do nosso mandato, que defendemos. Fomos ofendidos pela ausência, sem justificativa porque disse que não poderia vir, mas não justificou do Sr. Andrei Rodrigues, Diretor-Geral da Polícia Federal. Era uma audiência pública para o qual ele já estava insistentemente sendo convidado, remarcado. E teria sido remarcado há 1 semana, para que, no dia de hoje, ele viesse. Acabou que ontem, no final da manhã, ele apresentou uma justificativa dizendo que não poderia vir. Realmente esta Casa continua sendo desmoralizada pelas autoridades deste Governo descondenado que está presente aqui no nosso País. O que ele teria que justificar para nós? A atuação da Polícia Federal, em um suposto acordo, falado pelo próprio Diretor-Geral, com as autoridades americanas para a prisão do nosso colega e ex-colega deles também, o Deputado Alexandre Ramagem. Infelizmente, ele fugiu da raia, o Dr. Andrei Rodrigues. Eu lamento muito, porque a nossa Polícia Federal é uma instituição acima de qualquer um dos seus integrantes. É uma instituição que já honrou muito o nosso País. Mas, ultimamente, parece que as decisões emanadas da cadeira de Presidente da República estão colocando em risco a história da nossa briosa Polícia Federal. Vamos lá. O Brasil testemunhou nesse período uma das páginas mais vergonhosas e perigosas da história recente da nossa segurança pública e da nossa diplomacia, por uma atuação ilegal, arbitrária e ideológica desse Diretor-Geral que extrapolou todos os seus limites legais ao tentar transferir o Deputado Ramagem para solo brasileiro, em uma verdadeira caixa às bruxas na política. A prisão de Ramagem não foi um ato de cooperação policial legítimo, foi uma grave violação da soberania que gerou um atrito diplomático sem precedentes com o Governo americano, até então o Governo de um país amigo ao Brasil. O próprio Departamento de Estado americano agiu com firmeza ao rechaçar a audácia dessa conduta. O Governo americano convidou na verdade, ele determinou a saída imediata do delegado brasileiro Marcelo Ivo de Carvalho, que era o responsável lá, o assessor internacional, acusando formalmente o agente enviado por Andrei Rodrigues de manipular o sistema de imigração americano, burlando os canais legais. Vejam a gravidade da situação que foi praticada em solo americano. Configura, sob a ótica da legislação brasileira, uma clara e frontal violação da Lei de Abuso de Autoridade, ao utilizar a máquina pública e agentes oficiais para contornar trâmites legais e formais de imigração. Muito bem. Houve desvio de finalidade nitidamente, porque o chefe daqui mandou que ele fosse para lá para que pudesse fazer agir junto a autoridades americanas, contando uma história diferente. A Polícia Federal brasileira, então, está sendo acusada pela maior potência do mundo, os Estados Unidos da América, de fraudar e contornar trâmites formais. Tudo isso para perseguir opositores políticos, inflar um espetáculo midiático longe das fronteiras nacionais. Espetáculo midiático admitido pelo próprio Andrei, que deu uma declaração dizendo que foi fruto de uma cooperação. E, depois, teve que aceitar calado. E continua calado, fugindo, usando fralda geriátrica, por não vir aqui se justificar perante a Comissão de Defesa Nacional e de Relações Exteriores. Sr. Presidente, protocolamos e protocolaremos, sempre que for possível e necessário, pedidos para que o Sr. Andrei Rodrigues seja exonerado da Direção-Geral da Polícia Federal o mais rápido possível. Comentamos que, há duas semanas, aconteceu um caso com um general, assessor parlamentar, e a decisão do Ministro da Defesa foi imediata, afastando e, depois, substituindo o general. Andrei Rodrigues não reúne mais condição nenhuma de continuar liderando a Polícia Federal do Brasil. Deputado Cabo Gilberto, nós temos que ser rigorosos com isso. Não é possível nós nos envergonharmos. Além de termos um Presidente da República descondenado, temos, agora, um Diretor-Geral da Polícia Federal totalmente desmoralizado e desmoralizando o nosso País. Isso é inaceitável! Não aceitaremos que isso continue! Vamos protocolar, sim, na semana que vem, pedido para que a Creden, na sua maioria, traga este assunto oficialmente à Presidência da Casa para que sejam feitas gestões junto ao Congresso Nacional, ao Senador Alcolumbre, para que saia um documento do Congresso Nacional dizendo que, em nome da defesa da diplomacia brasileira, em nome da defesa da honra do nosso País, ele deverá ser exonerado. Isso já deveria ter sido feito se tivéssemos um Presidente que tivesse honra, que entendesse o que significa o papel da honra. Para concluir, Sr. Presidente, eu preciso falar agora de dois itens importantes ocorridos no meu Estado do Rio Grande do Norte. Por incrível que pareça, o maior símbolo turístico do Estado do Rio Grande do Norte, o Morro do Careca, simplesmente, há dois dias, foi atacado por facções criminosas, que, na verdade, são grupos terroristas. O morro foi atacado colocando símbolo na areia da praia, em cima do Morro do Careca. A facção criminosa ofendeu o Estado do Rio Grande do Norte, ofendeu o brasileiro e ofendeu também a segurança pública do nosso País. É um absurdo que um grupo terrorista continue caminhando facilmente dentro do território nacional sem ser perturbado pelas forças de segurança. Isso também deveria ser diferente. O bandido se sente em casa pelas próprias falas do Presidente da República e também pela ação e pela inércia da nossa Governadora do Estado, a paraibana Fátima Bezerra. Se não bastasse isso, Deputado Cabo Gilberto, nós tivemos também uma ação em força dentro do Hospital Regional de Caicó. Bandidos armados invadiram o hospital na calada da noite, ameaçando profissionais da saúde, ameaçando pessoas que estavam lá hospitalizadas para roubarem armamento. Meus amigos, se isso não é motivo de desmoralização do nosso País, realmente, nós precisamos rever os nossos conceitos de sociedade. É impossível nós aceitarmos a continuidade desta situação. A segurança pública do Brasil pede socorro. E, mais uma vez, eu me dirijo às Forças Armadas brasileiras: o Brasil pede socorro. Vocês são a tropa mais armada que temos no Brasil e mais preparada. Socorro, Forças Armadas! Muito obrigado, Presidente. - 20/05/2026
O Deputado criticou a condução do debate sobre o Projeto de Lei nº 1.448, de 2026, afirmando haver pressa na sua aprovação sem que o mérito tenha sido devidamente debatido ou amplamente discutido pelos Parlamentares. Também questionou a atuação do Governo Federal em relação à regularização fundiária, alegando que, desde o início de 2023, não houve avanços na entrega de títulos de propriedade rural no Rio Grande do Norte. Acrescentou que, em vez de promover segurança jurídica e garantir dignidade aos moradores do campo, o poder público estaria incentivando novas invasões de terras.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Programa (administração),Família de baixa renda,Área periurbana,assentamento,Agricultura periurbana,tramitação,Debate Rio Grande do Norte,Governo federal,Regularização fundiária,ausência,Invasão de terra rural,incentivo,Crítica
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O SR. GENERAL GIRÃO (PL - RN. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, causa-nos espanto a pressa que vemos aqui, sem discutirmos o mérito, para que seja aprovado algo que não se discutiu corretamente, que foi colocado para nós, hoje, aqui, de surpresa. Não podemos aceitar isso de maneira nenhuma. Este Governo, agora, está dizendo que está preocupado em fazer regularização fundiária. No entanto, nós estamos desde o começo do ano de 2023, pelo menos, sem nenhuma entrega de título de área rural. O Rio Grande do Norte parou. O Governo está estimulando o Governo do Estado do Rio Grande do Norte está fazendo isso mais invasões de terras, em vez de priorizar uma entrega que dê dignidade ao ser humano, ao morador do campo. Causa-nos espanto esse tratamento diferenciado para a mesma situação. - 20/05/2026
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência ao Projeto de lei nº 1.448, de 2026, que institui o Programa Nacional de Assentamentos Periurbanos e Semirrurais (PNPAS), e dá outras providências.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Partido Liberal (PL),Voto contrário
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O SR. GENERAL GIRÃO (PL - RN. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, o PL orienta, inicialmente, "não" à urgência. Nós precisamos ser conscientes em relação a toda e qualquer regularização fundiária. Esta, em especial, pode prever algumas situações que ainda não foram bem estudadas pelos Deputados aqui. Em razão disso, nós insistimos que não merece ter urgência um PL que trata dessa situação. Qualquer tipo de regularização fundiária tem que obedecer a princípios legais, a fundamentos legais. Do jeito como está, nós não concordamos. O PL insiste em dizer que orienta "não" à urgência. - 13/05/2026Breves Comunicações
O Deputado prestou solidariedade à Deputada Heloísa Helena pela morte de seu filho. Ademais, criticou a política de segurança pública do Governo Federal, afirmando que o Presidente Lula e o Partido dos Trabalhadores (PT) não resolveram o avanço da violência no País. Além disso, citou pesquisa do Fórum Brasileiro de Segurança Pública segundo a qual 40,1% da população foi vítima de algum tipo de violência e associou a insegurança à leniência da Justiça Criminal, à atuação do Supremo Tribunal Federal (STF) e às audiências de custódia. Recriminou ainda a gestão da Governadora Fátima Bezerra no Rio Grande do Norte, apontando falta de investimentos na segurança e de prioridade às polícias. Ao final, defendeu o fortalecimento policial, a discussão da redução da maioridade penal e a adoção de medidas inspiradas em El Salvador.
Palavras-chave oficiais: Pêsames,Deputada federal,Rede Sustentabilidade (REDE),Falecimento,Filho Governo federal,Presidente da República,Partido dos Trabalhadores (PT),Política de segurança pública,Violência,Supremo Tribunal Federal (STF),Justiça penal,Audiência de custódia Governadora,Rio Grande do Norte,Política de segurança pública,Polícia,Investimento redução,Maioridade penal,El Salvador,Política de segurança pública,Polícia
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O SR. GENERAL GIRÃO (PL - RN. Sem revisão do orador.) - Boa tarde, Sr. Presidente, caros colegas que nos acompanham. Presto nossa solidariedade à colega Deputada Heloísa Helena. Só sabe a dor da perda quem já a sentiu. A gente fica muito triste quando a ordem natural da vida é invertida. Meus sentimentos à senhora. Sr. Presidente, eu subo hoje à tribuna para falar sobre violência e segurança pública, uma área em que eu trabalhei durante muito tempo. Nós temos uma realidade no Brasil que não pode ser combatida somente com anúncio de recursos de bilhões de reais 10 bilhões, 11 bilhões, 12 bilhões, ou o que for feito pelo Presidente da República. Por quê? Porque ele e o partido dele já estão no poder há mais de 20 anos e não resolveram o problema da violência. Pelo contrário, a violência só aumentou no nosso País. Essa é uma realidade retratada em dados estatísticos e vivida nas famílias. Vou apresentar alguns números para V.Exas. Uma recente pesquisa do Fórum Brasileiro de Segurança Pública mostrou que, num apanhado de 137 dos 5.570 Municípios, 40,1% da população com 16 anos ou mais quase metade da população brasileira com 16 anos ou mais foi vítima de algum tipo de violência. É muita coisa, é muita gente. Não falo só de assalto na rua ou roubo de celular para comprar uma cervejinha, como diz o Presidente da República. Não. A coisa também está acontecendo de forma eletrônica. Quando eu era Secretário de Segurança, tentei intervir junto à Febraban para que nós tirássemos a possibilidade de explosão de caixas eletrônicos. A federação dos bancos disse: "Não, o nosso problema maior não é esse; é o roubo eletrônico" já naquela época, 20 anos atrás. Esse medo do brasileiro em relação à violência no meio da rua não nasceu do nada, não. Ele nasceu exatamente disto aqui: de mães que perdem os filhos, de esposas ou esposos que perdem o seu cônjuge por conta da violência; da leniência da Justiça Criminal brasileira; da leniência da Alta Corte brasileira, que insiste em soltar bandidos, em deixar marginais soltos; da leniência na criação de uma tal de uma audiência de custódia, que só serviu para ser uma porta giratória do criminoso. Ele é preso, é levado para a delegacia e é solto quase que imediatamente, porque o juiz de plantão libera, já que não vê instrumentos de danos contra aquele criminoso que acabou de cometer o crime. Isso daí é uma realidade, é um retrato do Brasil. Agora, e o Rio Grande do Norte? O Rio Grande do Norte já foi chamado de Rio Grande da Morte, porque, infelizmente, os números da violência também só aumentam, de novo, no Rio Grande do Norte. Não vou dizer que antes não eram ruins, não. Os números são muito ruins, mas os 8 anos da Governadora Fátima ocorreram sem investimentos na segurança, sem prioridade para os policiais, tanto militares quanto civis; sem prioridade, por exemplo, para a sede do 12º Batalhão, que ela insistiu em não concluir, e eu já denunciei aqui nesta Casa. Mas isso não é tudo. Precisamos fortalecer as nossas polícias, precisamos dar seguro de vida para o policial, precisamos dar garantias de que ele vai sair e, se matar um bandido, não vai ser preso porque matou o bandido que mereceu ser morto porque resolveu enfrentar a polícia. Enquanto o Estado recua, o crime está avançando. Essa é uma realidade. Quem manda é a facção, e a gente não pode aceitar isso de maneira nenhuma. Gostaria de pedir, Sr. Presidente, que a nossa voz pudesse ter repercussão no programa A Voz do Brasil. Gostaria de dizer que lamento muito. Vamos agora discutir a maioridade penal, que é uma das necessidades. Eu visitei recentemente El Salvador, um país em que o Presidente da República adotou medidas rígidas. A Justiça de El Salvador sofreu uma limpeza, para que só ficassem juízes de primeira linha, que passassem a defender a população, sim. Com isso, o país está com números exemplares. Seria muito bom se a gente pudesse fazer um "copia e cola", "copiar" El Salvador e "colar" aqui no Brasil. Primeiro de tudo, teríamos que trocar esse Presidente da República, que nos envergonha. Muito obrigado, Presidente. - 12/05/2026
O Deputado criticou o Governo Federal, alertando para o risco de desabastecimento de diesel no País. Apontou que as medidas adotadas, como subvenções e taxação de 12% sobre exportações de petróleo, eram artificiais e eleitoreiras, sem foco no problema real, além de reduzirem os royalties devidos ao Rio Grande do Norte e a outros Estados produtores. Também alertou para os impactos do desabastecimento sobre o agronegócio, os caminhoneiros, a inflação e as Forças Armadas. Por fim, classificou o pacote de segurança pública anunciado pelo Governo, no valor de 11 bilhões, como promessa sem respaldo orçamentário, e criticou a Governadora do Rio Grande do Norte por anunciar obras sem recursos disponíveis.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,desabastecimento,Óleo diesel,Combustível,Royalty,Rio Grande do Norte,Forças Armadas,Motorista de caminhão,Agronegócio,Inflação,Importação Governo federal,Segurança pública,Recursos públicos,Governadora,Rio Grande do Norte,Obra pública
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O SR. GENERAL GIRÃO (PL - RN. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, gostaria inicialmente de pedir que a nossa fala tenha repercussão no programa A Voz do Brasil, para que o brasileiro saiba do que vou falar. Esse desgoverno, que não apoia a segurança pública, que não protege as mulheres, que não protege as crianças, que protege, sim, aqueles sindicatos de trabalhadores que querem quebrar o Brasil, agora está nos colocando em risco de desabastecimento. Vejam que 30% do diesel consumido no Brasil é importado. O País importou 1,5 milhão de metros cúbicos de diesel, mas a previsão deste mês de maio é de apenas 737 mil metros cúbicos, isto é, menos da metade. A oferta já está caindo, o desabastecimento vai bater à porta. O desgoverno está perdido. Por quê? Em vez de estimular a redução do consumo, ele está é taxando e liberando importação pelas empresas. Nenhuma medida tem foco no problema específico do desabastecimento: são medidas apenas eleitoreiras, artificiais. Hoje, Sr. Presidente, nós estamos vendo a Presidente da Petrobras com cara de cachorro em caminhão de mudança, com um olhar esbugalhado, dizendo que é provável que o preço dos combustíveis aumente nos próximos dias. Até agora, o Governo tentou tapar o sol com a peneira, e, com isso, nós sabemos como o Brasil vai acabar. Nenhuma destas medidas busca reduzir a demanda. Pelo contrário, estão mantendo os preços artificialmente por meio de subvenções. As empresas são obrigadas a vender o diesel por determinado preço e depois, sem prazo definido, vão receber a subvenção. A verdade é que o Governo está prometendo aquilo que não pode fazer. Nesta semana, no dia de ontem, Deputado Cabo Gilberto Silva e Deputado Sargento Fahur, o Governo prometeu 11 bilhões para a segurança pública. Ele vai tirar esse dinheiro de onde?! Descobriram, no fim do arco-íris, um baú cheio de tesouro?! Só pode ser, porque o Tesouro Público não tem dinheiro. O Governo meteu a mão, e a dívida pública já passou de 1 trilhão. O maior agente econômico do setor de óleo e gás do Brasil é a Petrobras, que, por decisão própria, parou de importar diesel, pois, se o fizer, terá de elevar o preço nas bombas. Com isso, o Governo assume o risco de deixar o País desabastecido. Isso é o mesmo que querer fugir da realidade. Em vez de enfrentar o problema, o Governo está incentivando a demanda com subvenções e colocando a conta para as empresas privadas, que são obrigadas a importar diesel para continuarem vendendo combustível e manterem os postos funcionando. O Governo está taxando as exportações de petróleo em 12% para pagar a despesa decorrente das subvenções. Mas ele vai ficar com esse dinheiro na mão? A gente sabe disto: não vai! São 52 bilhões a mais arrecadados quando taxa a exportação de petróleo. Cabe lembrar que a natureza deste imposto é extrafiscal. Estes 52 bilhões não podem ser usados, Deputado Cabo Gilberto Silva, para reforçar o Orçamento. Se usarem, vai ser para quê? Para aquele famoso lance da bicicleta: pedalada fiscal. Eu quero ver o Governo ter a coragem de fazer isso, porque nós vamos cobrar rigorosamente. Não podemos aceitar esta maquiagem que estão querendo fazer. O imposto de exportação reduz a base de cálculo dos royalties dos Estados produtores de petróleo, e, com isso, reduz-se a arrecadação. Vejam o exemplo do meu Rio Grande do Norte. Atenção, moradores do Rio Grande do Norte: o Governo do Presidente descondenado está querendo acabar com nosso Estado, está querendo acabar com os Municípios, reduzindo o que vocês recebem em royalties. Eu estou aqui defendendo aqueles que têm uma terrinha de onde sai petróleo. Essas pessoas não estão recebendo o valor correspondente, porque a Petrobras não está pagando. Aliás, o que o Governo está fazendo é só agravar a situação. Desabastecimento significa menos alimento nas prateleiras, mais inflação e uma coisa importantíssima que está sendo esquecida por todos. Eu não vi nenhum daqueles que defendem o Governo falar sobre isso, ninguém do Ministério da Defesa. Alô, Ministro, por favor, o senhor tem que vir à CREDEN para falar sobre o risco de desabastecimento de óleo diesel para nossas Forças Armadas! A Marinha depende de diesel para fazer os navios desatracarem. O Exército depende de diesel para fazer as viaturas deslocarem a tropa, para fazer funcionar as caldeiras que alimentam a tropa. A Força Aérea também depende de diesel para funcionar. Meus amigos, o risco de desabastecimento vai afetar rigorosamente o agro, vai afetar os caminhoneiros, vai afetar a todos nós brasileiros, por causa não apenas da inflação, mas também do possível desabastecimento. O Presidente descondenado talvez diga: "Eu não sabia. Não é culpa minha. A culpa é..." Ele vai arranjar um culpado, como sempre faz. Ele procura um culpado e não assume a responsabilidade. Esta é a realidade que nós estamos vivenciando no nosso Brasil. Sr. Presidente, há um segundo tema de que eu quero tratar rapidamente: a maquiagem do projeto de segurança pública que o Governo lançou no dia de ontem. Eu preciso que meus colegas Deputados Federais que defendem esse Governo abram os olhos. Isso é mais uma mentira do "Lulanóquio". Eu devia ter trazido o bonequinho para cá hoje vou trazê-lo amanhã. O "Lulanóquio" criou uma grande fantasia, uma grande maquiagem, uma piada, ao dizer que existem bilhões para investir na segurança pública. Nós sabemos que ele não tem. Ele não está terminando as obras do PAC, mas está lançando um novo PAC! A Governadora do Rio Grande do Norte lançou a ideia de fazer um novo PAC para Parnamirim, com obras de pavimentação e de saneamento para a cidade. Não há dinheiro, Governadora! Assuma a responsabilidade, deixe de ser mentirosa! O povo do Rio Grande do Norte não merece a propagação de mentiras na imprensa pela senhora e pelo seu Governo. São milhões que ela gasta com propaganda eleitoral! Sim, isso é propaganda eleitoral, e não propaganda de governo porcaria nenhuma! Parece que a população está olhando com a boca aberta e perguntando: "De onde vem esse dinheiro?" Eu acho que deve vir da Paraíba. A Paraíba vai emprestar ao Rio Grande do Norte? Ela é paraibana. Se a Paraíba não emprestar, ela vai voltar para a Paraíba. Deputado Cabo Gilberto Silva, é bom que a Paraíba empreste! Obrigado. - 11/05/2026Breves Comunicações
O Deputado criticou a gestão pública da Governadora do Rio Grande do Norte e afirmou que a demora na execução de emenda parlamentar de R$ 1,2 milhão para a construção de um batalhão da Polícia Militar em Mossoró (RN) evidencia a desorganização, além de apontar falhas na definição do terreno e no projeto, que teria sido iniciado sem muro. Além disso, assinalou descaso do Governo estadual com a segurança pública e relacionou a incompetência administrativa a problemas na saúde, como a fila de quase 50 mil cirurgias eletivas. Por fim, também criticou a não execução de R$ 1,2 milhão para videomonitoramento em Mossoró e defendeu reação política no Estado.
Palavras-chave oficiais: Rio Grande do Norte,Governadora,Gestão administrativa,Emenda,Recursos orçamentários,construção,Batalhão de polícia,Polícia militar,Mossoró (RN),Segurança pública,Saúde,Videomonitoramento
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O SR. GENERAL GIRÃO (PL - RN. Sem revisão do orador.) - Prezado Presidente Charles, gostaria de pedir desde já que este pronunciamento seja divulgado no programa A Voz do Brasil. Presidente Charles, meu amigo Deputado Luiz Lima, todos que nos assistem presencialmente ou virtualmente ou pela televisão, tenho uma demanda a fazer hoje a respeito de gestão pública. Todos nós sabemos que o gestor público no Brasil precisa ser apoiado por recursos de emendas parlamentares. Quando esses recursos de emendas parlamentares chegam, são motivo de festa, Deputado Luiz Lima. Eu aloquei, no ano de 2019, para 2020, 1,2 milhão de reais para se construir a sede de um batalhão da Polícia Militar na cidade de Mossoró. Morei lá, conheço bem as pessoas, e havia esse pedido. O batalhão fica num galpão alugado, às margens da BR-304. É um galpão quente, o calor é enorme, o local não é apropriado para hospedar a sede de um batalhão. Lá, pessoas estão em serviço, existe armaria, instalações para que aqueles que não moram em Mossoró possam pernoitar no batalhão. O valor do aluguel desse galpão, situado às margens da BR-304, é alto para o Erário do Estado do Rio Grande do Norte. Reitero que destinei, em 2019, para 2020, 1,2 milhão de reais para que o batalhão fosse construído. A Governadora Fátima realiza uma gestão desastrada, Presidente Charles, e diz que, em seu Governo, a gestão trabalha. Na verdade, sua gestão atrapalha. Ela é professora, e confundiu os termos. Atrapalha e trabalha, trabalha e atrapalha, não sei mais dizer direito. Enfim, atrapalha. Foi destinado 1,2 milhão de reais para execução em 2020. E somente em 2023, 3 anos depois, eles conseguiram definir o local onde seria construída a sede desse batalhão. A Polícia Militar também pediu que fosse construída às margens da BR-110, dentro da cidade, porque o local é de fácil acesso, de fácil circulação. Mesmo assim, a Governadora não se empenhou nesse sentido. O terreno é da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte Uern. A sede poderia ser construída tranquilamente na lateral do terreno. Mas, pasmem, parece que o conselho gestor da universidade não quis que a sede do batalhão da Polícia Militar ficasse dentro da área da universidade, que é enorme. Meus amigos, depois reclamam, dizem que a universidade estadual está lá e que não a apoiamos. Não damos apoio por causa disso. Precisamos ter parceria, é preciso acontecer isso. Mas a Governadora não teve pulso, não realizou ação enérgica em sua gestão. Na verdade, ela age com descaso em relação à Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Norte. O descaso levou a isso. Arranjaram um terreno fora da área de circulação em 2023. Olhem que o dinheiro foi alocado em 2019 para que a execução ocorresse em 2020. Após 3 anos, a obra já custava 1,2 milhão. Esse foi o valor do edital. Agora, pasmem, a coisa é até cômica. É até cômica. Merece, sim, piada na televisão do nosso País, porque é motivo de riso, de gargalhadas. O edital foi aprovado, e começaram a construção em 2023. Vejam só, estamos em 2026. Hoje é dia 11 de maio de 2026. No último final de semana, no sábado, visitei a obra. Fui lá fazer um vídeo a respeito da construção do batalhão. As pinturas estão sendo finalizadas. E, depois de 3 anos, descobriram que o projeto não previu a construção de muro. Simplesmente não há muro. O projeto não previu muro, m-u-r-o, muro. Não há como se ter segurança fechada no local porque não há muro. Meus amigos, então a obra parou. Mais uma vez, a obra parou. Vejam só: 6 anos! A incompetência não tem limite. Eu tenho dito isso. Coloquei isso também no texto que escrevi. A incompetência no Rio Grande do Norte não tem limite. Incompetência mata! Mata por quê? Incompetência na saúde, por exemplo, faz com que pessoas não tenham como realizar cirurgias. Deputado Luiz Lima, Deputado Coronel Chrisóstomo, quase 50 mil pessoas estão na fila de espera para realização de cirurgias eletivas. Existe gente com crise de vesícula. É difícil demais. Eu fico perguntando isto aqui: onde vamos parar? Não vamos parar. Não há como parar. Só para Mossoró eu aloquei, por meio do nosso mandato, quase 30 milhões de reais. O Prefeito que saiu agora para concorrer ao Governo, que se considera um excelente gestor, também não usou 1,2 milhão o valor é o mesmo para instalar um sistema de videomonitoramento na cidade que é permeada pelo novo cangaço. Então, nós precisamos, sim, reagir. O Rio Grande do Norte precisa reagir. Esquerda nunca mais! Muito obrigado, Presidente. - 05/05/2026Breves Comunicações
O Deputado afirmou que o Governo Federal e o Governo do Rio Grande do Norte, sob gestão do PT, teriam adotado práticas baseadas em narrativas e promessas não executadas. Citou atrasos e paralisações de obras vinculadas ao PAC no Estado, incluindo a Reta Tabajara, e atribuiu problemas à retirada de recursos em anos anteriores. Também mencionou iniciativas recentes apresentadas como projetos em articulação, com críticas ao estágio de execução e planejamento. Destacou questões de segurança pública em Mossoró (RN) e apontou dificuldades operacionais enfrentadas por policiais. Ao final, defendeu a priorização de obras de mobilidade urbana em Parnamirim (RN) e registrou posicionamento em defesa das Forças Armadas e do Exército brasileiro.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,Governo estadual,Rio Grande do Norte,avaliação negativa
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O SR. GENERAL GIRÃO (PL - RN. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, gostaria de iniciar as minhas palavras pedindo que a nossa voz tenha repercussão no programa A Voz do Brasil. Sr. Presidente, os Governos do PT, tanto em âmbito federal quanto em âmbito estadual, principalmente no Rio Grande do Norte, gostam de praticar uma política de ilusões. É assim que o PT está governando o Brasil, com narrativas e ilusões. Na verdade, esses Governos têm deixado até que sejam implantados Estados paralelos, em razão de o crime organizado estar tomando conta das nossas cidades e do País também. A impunidade é o assunto de que mais se ouve falar. Acabamos de ouvir o Deputado Cabo Gilberto falar sobre a impunidade de menores infratores, que, na verdade, são bandidos, são marginais. Eles não são vítimas da sociedade, como a Esquerda gosta de dizer. Mas eu preciso focar agora o Rio Grande do Norte, para dizer que as escolhas do povo potiguar precisam mudar. Deputado Luiz Lima, as escolhas do povo precisam mudar, porque a gente não aguenta mais as narrativas. Nesta semana, a Governadora Fátima Bezerra chegou a apresentar para a Prefeita de Parnamirim um PAC. Acho que é o PAC Sorriso, ou o PAC Sucesso. Usam tantas palavras bonitas que a gente fica até preocupado. No Rio Grande do Norte, várias obras do PAC de 2023 estão atrasadas, fora outras que estão inacabadas, como, por exemplo, a obra da Reta Tabajara. Mais uma vez, eu insisto em dizer que a culpa de a Reta Tabajara estar paralisada é da Governadora Fátima, que, há 3 anos, retirou 17,5 milhões de reais dessa obra. Isso é lamentável! A população precisa saber disso e cobrar na hora de apertar o botão "Confirma" na urna. Chega de desgoverno! Chega de narrativas! Chega de mentiras! Vamos voltar à história inicial. A Governadora Fátima foi à Prefeitura de Parnamirim para oferecer uma obra de drenagem e duplicação da Avenida Olavo Montenegro. É uma obra importante? É. Essa seria uma obra do Novo PAC Seleções o nome é até engraçado. A obra da Avenida Olavo Montenegro está em articulação, mas ela já apresentou os papéis como se fosse uma coisa real, para agora. Algumas obras desse PAC Seleções ainda nem começaram, e ela já está dizendo que vai fazer. E ainda ousou dizer que vai começar este ano. Isso está em articulação. O Governo Federal não tem dinheiro. Isso é só enganação. Então, é o "PAC enganação", um modelo de gestão de enganação. Por isso ela gasta rios de dinheiro com propaganda do Governo dela, em todas as áreas, inclusive na segurança pública. Lamentavelmente, nós voltamos a viver um clima de terror em Mossoró. Os nossos policiais se desdobram para conseguir resolver os problemas de segurança pública e de falta de apoio, inclusive falta de pagamento de diárias, para que eles possam exercer melhor suas funções. Então, o PAC Seleções está prometendo fazer uma obra na Avenida Olavo Montenegro, mas a obra ainda não tem custo, não tem projeto, e a gente não sabe o que vai acontecer. Eu peço, encarecidamente, à Prefeita de Parnamirim que dê atenção à obra da Via Verde, porque a Via Verde, sim, vai desafogar o trânsito tanto na cidade de Nova Parnamirim quanto na Coophab e nos parques residenciais daquela região. Isso, sim, é prioridade. Eu não estou dizendo que a Avenida Olavo Montenegro não seja prioritária, mas para essa obra da Via Verde já há dinheiro para ser colocado na conta, porque nós destinamos a ela uma emenda parlamentar de 5 milhões de reais, e a Prefeitura tem 1 milhão de reais na conta que podem ser usados para isso. E a Câmara de Vereadores ainda destinou 2 milhões de reais a essa obra. Então, Prefeita Nilda, nós precisamos fazer essa obra. Nós precisamos desafogar o trânsito, para que a população possa viver melhor. Você sair de casa para o trabalho ou vice-versa e não ficar 1 hora, 1 hora e meia em um engarrafamento sem fim como os que estão ocorrendo naquela região significa ter dignidade. Concluo, Sr. Presidente, deixando patente aqui a minha defesa das Forças Armadas, especialmente do Exército Brasileiro. Nós não podemos confundir alguns militares que possam estar desempenhando funções de forma não satisfatória com a instituição Exército Brasileiro. O Exército Brasileiro é o Exército de Caxias. É o imbatível Exército de Caxias que está sendo tratado como se fosse uma milícia pelo Governo Federal. É lamentável que o Presidente Lula insistentemente se dirija aos militares das Forças Armadas que trabalham para ele, como ele fez agora com o Comandante da Aeronáutica e também com um oficial da Força Aérea. É um absurdo chamar a atenção de um subordinado publicamente. Lula, aprenda a governar! - 28/04/2026
O Deputado elogiou o Presidente Lula pelo envio de cerca de R$ 240 milhões ao Rio Grande do Norte para auxiliar o Governo Estadual no pagamento de suas contas. Ademais, questionou a Governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, sobre a necessidade de recursos extras do Governo Federal para administrar o Estado. Além disso, afirmou que o Rio Grande do Norte é rico, mas se tornou devedor e incapaz de honrar seus compromissos. Por fim, pediu que a Governadora deixasse o cargo.
Palavras-chave oficiais: Presidente da República,Governo federal,Recursos públicos,Governo estadual,Governadora,Rio Grande do Norte,Pagamento,Despesa pública
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O SR. GENERAL GIRÃO (PL - RN. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, caros colegas, por incrível que pareça, eu vou fazer um elogio ao Presidente da República. Por que eu vou fazer esse elogio? Porque nesta semana chegaram 240 milhões de reais, mais ou menos, para o Estado do Rio Grande do Norte, ajudando a companheira Governadora Fátima Bezerra com recursos para poder pagar as contas do Estado. Agora, eu elogio o Presidente, mas, ao mesmo tempo, eu pergunto para a Governadora: que Governo é esse que, para ser governado, precisa receber dinheiro extra do Governo Federal? O que está acontecendo? O Rio Grande do Norte é um Estado rico. Mas, de repente, passou a ser um Estado devedor, um Estado que não consegue pagar as suas contas. É um absurdo isso aí. Por favor, Governadora, peça para sair. Que meu pronunciamento seja registrado no programa A Voz do Brasil, Presidente, por favor. - 15/04/2026Breves Comunicações
O Deputado saudou a visita de oficiais das escolas de altos estudos das Forças Armadas ao Congresso Nacional e destacou a realização de palestra com o Deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança. Ademais, celebrou o aniversário da Batalha de Montese, homenageando os integrantes da Força Expedicionária Brasileira (FEB) que lutaram na Itália. Além disso, alertou para o avanço do comunismo no País. Recordou ainda o Dia Nacional da Lembrança do Holocausto e ressaltou a importância de preservar a memória histórica. Criticou também a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF) em relação aos presos dos atos de 8 de janeiro, apontando punições coletivas e defendendo o devido processo legal. Por fim, condenou a decisão do STF de determinar investigação contra Senador por incluir Ministros da Corte em relatório da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do crime organizado e cobrou reação do Congresso Nacional.
Palavras-chave oficiais: Oficial das Forças Armadas,Escola de Altos Estudos (EAE),Congresso Nacional,Palestra,Deputado federal Homenagem,Força Expedicionária Brasileira (FEB),Tomada de Montese (1945),Itália,Segunda Guerra Mundial (1939-1945) Comunismo,Brasil Homenagem,Dia Nacional da Lembrança do Holocausto Supremo Tribunal Federal (STF),Ato antidemocrático,Preso,punição,Devido processo legal Ministro do Supremo Tribunal Federal,investigação,Senador,Relator,Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI),Crime organizado,Relatório (processo legislativo),Imunidade parlamentar,Congresso Nacional,Atuação parlamentar
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O SR. GENERAL GIRÃO (PL - RN. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, gostaria de pedir que a nossa fala tenha repercussão no programa A Voz do Brasil. Inicialmente, Presidente, eu gostaria destacar a visita das escolas de estudo e de altos estudos do Exército Brasileiro, da Marinha e da Aeronáutica, Escola Superior de Guerra, Escola de Comando de Estado-Maior da Marinha, do Exército e da Aeronáutica. Estão visitando hoje o Congresso Nacional e daqui a pouco terão uma palestra no Auditório Nereu Ramos, com o nosso colega Deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança. Sejam sempre muito bem-vindos! Segundo assunto, Sr. Presidente: ontem, dia 14, nós tivemos o aniversário da Batalha de Montese, a batalha mais sangrenta da história da Força Expedicionária Brasileira, lá nos campos da Itália. Minha continência a todos que lutaram, aos que tombaram e também aos que conseguiram retornar, em defesa da nossa democracia, em defesa da liberdade, contra o nazismo, contra o fascismo e contra o comunismo. Hoje, nós, que aqui ficamos, temos que manter essa luta contra o comunismo, porque insistem em trazer o comunismo, travestido de socialismo, e implantá-lo no nosso País. Lamentamos muito aqueles que defendem esse lado da história. Sr. Presidente, terceiro assunto: amanhã, dia 16 de abril, nós comemoraremos o Dia Nacional da Lembrança do Holocausto. Infelizmente, o Holocausto foi uma das maiores tragédias da história da humanidade e é um episódio que jamais pode ser esquecido. O Holocausto não foi construído de um dia para o outro, ele foi acontecendo aos poucos, dividindo a sociedade, criando núcleos, relativizando direitos. As ações eram justificadas como necessárias. Foi assim que a maior cultura do mundo, a cultura alemã, acabou se rendendo às loucuras de um maluco chamado Adolf Hitler. Agora nós precisamos olhar para o Brasil. Olhar para o Brasil por quê? Porque no Brasil, em 8 de janeiro, nós tivemos também um mini-Holocausto aqui. Nós estamos com mais de 1.400, 1.500 presos políticos no Brasil, e a gente não pode aceitar isso daí calado. A cada momento que se passa, nós seguimos ouvindo narrativas que tentam justificar todas as arbitrariedades que estão acontecendo em relação aos presos do 8 de Janeiro, absurdos atrás de absurdos. E nós não podemos nos calar. Não se trata de defender ilegalidades. Os responsáveis por aquelas agressões, por aquela quebradeira, pela depredação que aconteceu têm que ser punidos, mas o que aconteceu pelo STF foi punição coletiva, sem individualizar a punição, com raríssimas exceções, como o caso da Débora do Batom. Então, nós precisamos garantir que o Estado não ultrapasse os limites da lei. Eu espero, sinceramente, que a história possa contar este fato do 8 de janeiro de uma maneira diferente. Democracia não se defende com abuso. Justiça não se faz com excessos. A liberdade não pode ser seletiva. Temos que assumir o compromisso de não aceitar injustiça, de cobrar pelo devido processo legal, que não está acontecendo com os advogados que defendem os presos do 8 de janeiro. Temos que garantir que o Brasil continue sendo um País onde a lei vale para todos, sem exceção. Preocupa-nos mais ainda quando, nesta semana, com a CPI do crime organizado, nós tivemos uma ação do Supremo Tribunal Federal determinando que vão investigar o Senador que colocou os três Ministros no relatório, um absurdo que esperamos seja combatido por esta Casa. O Congresso Nacional não pode aceitar que um ato de sua competência, como uma CPI, seja desmoralizado e seja cerceado o direito do art. 53. Isso não pode continuar. Ou este Congresso reage, ou é melhor fechar. E o último que sair apague a luz. É isso, Presidente. - 08/04/2026Breves Comunicações
O Deputado afirmou que o País enfrentava desafios nas áreas de segurança pública e imigração, citando aumento no número de estrangeiros residentes no Brasil. Mencionou dados sobre beneficiários estrangeiros em programas sociais, incluindo venezuelanos no Bolsa Família, tema que tem sido objeto de debate público e orçamentário . Defendeu a revisão de políticas migratórias e criticou a destinação de recursos assistenciais a estrangeiros, relacionando o tema à segurança e à defesa nacional. Também pediu mobilização da população e orientação sobre regularização eleitoral, destacando o papel do voto no cenário político.
Palavras-chave oficiais: Imigração,Imigrante,Venezuela,Programa social,Voto
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O SR. GENERAL GIRÃO (PL - RN. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, caros colegas, hoje é mais um dia que lamentamos bastante em virtude dos números preocupantes em relação à segurança no nosso País. E, sim, falo com propriedade sobre a segurança e a defesa do nosso País. Nós tivemos notícias não apenas recentes, mas antigas, de que a Europa sofre um problema terrível com a imigração, com pessoas que foram chegando e ocupando espaços em países europeus. Hoje, nós já temos no Brasil quase 2 milhões de imigrantes. Esse número ainda é meio indeciso, mas com certeza isso não é menor que 2 milhões. Desses 2 milhões, nós temos aproximadamente 300 mil venezuelanos recebendo Bolsa Família. Sr. Presidente, o Bolsa Família é um recurso assistencial, não é previdenciário. Não faz parte de nenhum acordo internacional o pagamento de Bolsa Família para esses de fora que estão aqui; é recurso assistencial. O Brasil aceitou essa situação no colo, e a gente precisa repensar isso. Nós estamos enfrentando uma reação na CREDN, mas vamos prosseguir, apesar de a Oposição, que tem posição de esquerda, querer impedir que a gente aprove mudanças na Lei de Migração brasileira. O Brasil precisa levar a sério este assunto, que a Europa já enfrenta há algum tempo, de migrantes que querem impor a sua cultura, que querem usufruir de benefícios, em vez de os nacionais poderem receber esses benefícios. Com isso, nós estamos vivendo um grande dilema. Eu preciso destacar isso como importante no tema segurança pública, mas também importante no tema defesa nacional. Não é possível, com uma ideologia de esquerda, querer posar de bonzinho, e o brasileiro, sim, ficar desamparado. É um absurdo o que nós estamos vivenciando: são mais de 50 mil venezuelanos que já recebem aposentadoria do INSS. Não pode isso daí! Vejam que a Venezuela está devendo ao Brasil já há muito tempo. Desde antes do Petrolão, a Venezuela deve ao Brasil, e não vai pagar nunca a gente sabe disso. Então, deixo aqui um alerta para a população brasileira: falem com seus Parlamentares sobre isso, porque o Brasil não pode continuar andando para trás. Para concluir, Sr. Presidente, eu gostaria de pedir que a nossa voz pudesse ter repercussão no programa A Voz do Brasil. E faço um chamamento a cada brasileiro: nós precisamos que vocês repensem o papel de cidadão de vocês. Cada brasileiro tem, sim, o dever de cidadão de exercer o seu direito de voto. Para isso, jovens, idosos, vocês têm até o dia 6 de maio para regularizar a sua situação eleitoral. Façam isso, porque o Brasil precisa voltar a sorrir, mas não esse sorriso de Mandrake, levado às costas pelo Presidente Lula da Silva. Obrigado, Presidente.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 17/12/2019 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.