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Foto de General Girão

Deputado · Câmara

General Girão

PL · RN

Direitapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Eliéser Girão Monteiro Filho · 71 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 88 de 100, Cara Bom0406080100

88/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 87% dos deputados · média do partido: 78

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 94%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 88%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 68%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 95%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

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Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 27%das 779 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou

Vota com o próprio partido 91%das 652 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou

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Este é o canal oficial para você cobrar seu representante.

E-mail
dep.generalgirao@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5914
Gabinete
Gabinete 914, Anexo IV, 9º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

94%

Esteve em 367 de 391 sessões

Melhor que 48% dos deputadosMédia do partido: 92%

Votou nas votações

88%

Registrou voto em 993 de 1.128 votações nominais

Melhor que 74% dos deputadosMédia do partido: 80%

Iniciativas que viraram lei

0

de 17 projetos apresentados (0%)

4 avançaram · 8 em andamento · 5 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

27%

Em 779 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 11% dos deputadosMédia do partido: 33%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

499 discursos na tribuna · de 05/02/2019 a 01/09/2026.

  • 23/10/2025
    Ler a transcrição oficial
    O SR. GENERAL GIRÃO (Bloco/PL - RN. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, caros colegas, eu gostaria de destacar hoje que o Santo Papa João Paulo II, Karol Wojtyla, estaria completando este ano 95 anos de idade. Ele foi o terceiro papa mais longevo no papado. Tenho muito orgulho de ter morado na Polônia e ter tido a oportunidade de visitar e conhecer sítios, considerados sítios históricos e santos, por onde Karol Wojtyla morou e trabalhou. Gostaria de destacar esta data porque o Santo Papa Karol Wojtyla foi conhecido, e é chancelado, como sendo o Papa que enfrentou o comunismo por causa das ações dele. Já como Papa, a partir de 1978, ele conseguiu derrubar o Muro de Berlim. Foram as ações de Karol Wojtyla que levaram o Muro de Berlim abaixo. Eu gostaria de trazer aqui uma fala do Papa Pio XI, na Encíclica de 1937: "O comunismo é, por sua própria natureza, anticristão e não se pode admitir que alguém que professe a religião católica colabore com ele de modo algum". Então, aqueles que querem implantar o comunismo e o socialismo no Brasil estão indo na contramão da cristandade, e nós não podemos aceitar isso de maneira nenhuma. Sociedade brasileira, vamos reagir! Não ao socialismo e comunismo! Muito obrigado, Sr. Presidente.
  • 23/10/2025Breves Comunicações

    O Deputado criticou a Governadora Fátima Bezerra e o Governo Federal, denunciando um suposto rombo previdenciário de R$ 54,3 bilhões no Rio Grande do Norte. Disse que esse déficit ameaça o pagamento dos aposentados e evidencia o “caos da gestão petista” no Estado, com crise na saúde, na segurança pública e na administração financeira. Questionou a falta de fiscalização do Tribunal de Contas do Estado e dos aliados da Governadora, afirmando que o problema “explodiu no colo de Fátima” e que o Partido dos Trabalhadores (PT) “vive de maquiar crises e proteger os seus”. Em seguida, elogiou a decisão do Conselho de Ética da Câmara que absolveu o Deputado Eduardo Bolsonaro, dizendo que o processo era “infundado” e que há perseguição política contra conservadores. Citou Carla Zambelli, Paulo Figueiredo e Allan dos Santos como exemplos de brasileiros “exilados injustamente” por medo de prisões arbitrárias. Por fim, comentou um episódio na Assembleia de Madri, elogiando o Presidente do parlamento espanhol por interromper uma sessão até que fosse retirada uma pessoa com um cachecol do Hamas, e afirmou que o mundo estaria reagindo ao comunismo.

    Palavras-chave oficiais: Rio Grande do Norte,Fraude,Previdência social,Aposentado,Tribunal de contas estadual,Administração estadual,Governo estadual,Governadora,Arcabouço fiscal,Partido dos Trabalhadores (PT),Governo federal Conselho de Ética e Decoro Parlamentar,Deputado federal,Golpe de Estado (crime),Tentativa (crime),Perseguição política,Absolvição Palestina,Hamas,Faixa de Gaza,Comunismo,Terrorismo,Madri (Espanha),Parlamento estrangeiro,Presidente

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GENERAL GIRÃO (Bloco/PL - RN. Sem revisão do orador.) - Bom dia a todos os que nos assistem. Bom dia, Plenário, hoje muito bem representando pelo meu amigo e Deputado Sargento Fahur, combatente da segurança pública. Muito nos honra estar junto com ele desde o primeiro ano deste mandato. Bom dia, meu caro amigo Deputado Hildo Rocha. Como bom nordestino, eu não poderia deixar de começar falando sobre o nosso Estado do Rio Grande do Norte. Deputado Sargento Fahur, no Governo Fátima Bezerra, no Estado do Rio Grande do Norte, foi identificado um rombo previdenciário no valor de 54,3 bilhões de reais. Eu vou repetir: o povo potiguar aposentado, que recebe salários do Governo do Estado, está ameaçado, porque o rombo previdenciário que foi identificado é de 54,3 bilhões de reais. Eu começo perguntando o seguinte: por que só identificaram agora um rombo dessa magnitude? O que houve com o Tribunal de Contas do Estado? O que aconteceu com a fiscalização que é feita por meio das mídias, por meio até mesmo de nós políticos? Qual é o papel dos políticos da base da Governadora Fátima para justificarem um rombo de 54,3 bilhões de reais? O Governo precisa contratar mais pessoal. Curso para os profissionais da segurança pública está acontecendo. Existem demandas reprimidas dos profissionais da saúde. No entanto, o Governo esqueceu os aposentados, virou as costas para eles. Eu pergunto para vocês e para o meu amigo Deputado Fahur: a preocupação com os aposentados é algo que faz parte do interesse do PT, do interesse dos partidos que são sindicalizados? A gente não sabe quem nasceu primeiro, se foi o ovo ou a galinha. Eu não estou falando do Presidente da República. Eu estou falando do rombo dos previdenciários, do rombo dos aposentados. Quem começou a fazer isso? A gente não sabe. A gente só sabe o seguinte: Fátima Bezerra tem, no colo dela, uma bomba fazendo tique-taque, tique-taque, tique-taque. Eu não sei qual é a maquiagem que vai ser feita para esconder isso ou buscar uma solução. Com todo o respeito a todos os profissionais aposentados do nosso Estado, eu lamento que isso esteja acontecendo. A gestão pública do Estado do Rio Grande do Norte, independentemente desse rombo de 54 bilhões de reais, já é um caos. A área da saúde não dá resposta às diversas demandas que o povo tem em relação à saúde. A segurança pública, apesar do trabalho excepcional que fazem os seus profissionais, é outro caos. Então, não sei o que a gente pode elogiar. Não há elogio; só há demérito. Vale dizer que isso é a cara do Governo Fátima Bezerra e do Governo do PT. Por onde eles andam, não se interessam em mérito. A turma só se interessa em enriquecimento pessoal próprio, de seus e de seus companheiros. Essa é a realidade desse Governo sindicalista que está implantado no Rio Grande do Norte, realidade que, por acaso, é a mesma do Governo do Brasil. Na verdade, eu descobri um elogio para a Governadora Fátima. Petistas do Brasil, vou elogiar a Governadora de vocês. A senhora falou uma verdade, Governadora, quando assumiu. A senhora disse: "Vou fazer pelo Rio Grande do Norte a mesma coisa que o Presidente Lula está fazendo pelo Brasil". Eles estão colocando ambos, Brasil e Rio Grande do Norte, num buraco sem fim, num buraco cujo fundo a gente não enxerga, no fundo do poço. Fundo do poço, Deputado Fahur, é a marca deles. Desde o começo, o tal do "Taxadd", Ministro, criou o arcabouço fiscal. Naquela oportunidade, em 2023, eu o apelidei de "calabouço fiscal", porque nós sabíamos que aquele projeto era algo que não tinha futuro, era algo fétido, era algo sem luz, era algo que não ia permitir que o Brasil voltasse a ocupar o ponto que merecia ocupar, pelas riquezas que temos, inclusive a riqueza de pessoal, o brasileiro, que é rico, o nordestino, que é, antes de tudo, forte. Eu lamento muito esse estado de coisas no Rio Grande do Norte. Gostaria de aproveitar a oportunidade e pedir ao meu amigo Deputado Sargento Fahur que nós destacássemos aqui o resultado de uma votação do Conselho de Ética ontem. Depois de muitas delongas, o Conselho de Ética, ontem, por um placar expressivo, absolveu o Deputado Eduardo Bolsonaro da acusação infundada de estar trabalhando contra o Brasil. Eduardo Bolsonaro está no exterior, assim como outros também, o Paulo Figueiredo, o Allan dos Santos, que foi o primeiro a fugir do nosso País para não ser preso. Nós temos brasileiros que estão exilados, como a Deputada Carla Zambelli. Brasileiros estão exilados para não serem presos aqui de maneira injusta. Seriam prisões injustas, assim como a daqueles que caíram na armadilha do 8 de Janeiro. Eu gostaria de destacar isso e pedir que a nossa palavra também tivesse repercussão, fosse divulgada no programa A Voz do Brasil. E, para completar, eu quero dizer a vocês da minha alegria com o que fez o Presidente da Assembleia de Madri. Ontem, Deputado Fahur, apareceu lá uma pessoa com um cachecol que representava a parte xiita da Palestina, e o Deputado parou a sessão. Ele só autorizou que ela recomeçasse depois que essa pessoa que estava com o cachecol fosse retirada do plenário da assembleia. Eu quero ver isso acontecer aqui quando alguém aparecer com o símbolo do Hamas. Apesar de todas as defesas que fizeram desse grupo terrorista, o Hamas, ao reassumir Gaza, começou a justiçar, dentro de Gaza, os palestinos que não são do grupo terrorista que eles representam. Então, meus amigos, este é o Brasil. Enquanto o mundo reage ao comunismo, o Brasil quer trazer o comunismo para cá. Esta não é a cara do Brasil. Não entendo essa postura. Forte abraço! Presidente, espero que o programa A Voz do Brasil divulgue a nossa fala. Muito obrigado.
  • 22/10/2025Breves Comunicações

    O Deputado criticou o Governo do Partido dos Trabalhadores (PT), tanto em nível nacional quanto estadual, com foco na gestão da Governadora Fátima Bezerra no Rio Grande do Norte. Afirmou que o Estado está “falido”, com R$ 54 bilhões em dívidas, previdência quebrada, saúde em colapso e educação com o pior Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Criticou as obras de recuperação de estradas, apelidadas pela população de “estradas sonrisal”, que, segundo ele, “somem com a primeira chuva”. Disse que a situação é trágica e pediu que a Governadora renunciasse. Em seguida, denunciou esquemas de fraude no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) no Rio Grande do Norte, envolvendo servidores, advogados e entidades de fachada. Citou várias operações da Polícia Federal (PF) — como Ilha de Vera Cruz (2023), Vicarius (2024), Centenária (2024) e Sem Desconto (2025) —, com prejuízos de milhões de reais. Segundo ele, mais de 51 mil potiguares foram vítimas de descontos indevidos em benefícios, parte de um rombo nacional de bilhões de reais. Por fim, cobrou responsabilidade do Governo Federal e da PF, afirmando que “a roubalheira dos velhinhos e velhinhas” é uma vergonha nacional e que o Estado vive uma “realidade triste de incompetência e abandono”.

    Palavras-chave oficiais: Administração federal,Governo federal,Partido dos Trabalhadores (PT),Rio Grande do Norte,Previdência social,Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Fraude,Governadora,Governo estadual,Maxaranguape (RN)

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GENERAL GIRÃO (Bloco/PL - RN. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, caros colegas e todos os que nos acompanham no Brasil e no exterior, mais uma vez, agradeço pela oportunidade de me expressar nesta Casa e dizer um pouco das verdades que o Brasil precisa ouvir, verdades que sempre revelam o desastre que tem sido o retorno do PT ao poder, não somente no Brasil, mas também no Estado do Rio Grande do Norte. Deputado José Medeiros, o meu Estado está nas mãos da Profa. Fátima Bezerra, o que é motivo não só de vergonha, mas também de escárnio, porque o Estado tem uma dívida de 54 bilhões de reais, a previdência estadual está quebrada, a saúde estadual está na UTI, já desenganada pelos médicos, e o ensino tem o pior indicador no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica — Ideb. Governadora Fátima, a senhora tem que ter vergonha na cara! Não é possível estarmos desse jeito! E o pior: ela diz que está investindo em recuperação de estradas com o dinheiro que ganhou do presidentezinho dela, e as estradas que ela está fazendo estão sendo batizadas pela população como estradas "sonrisal". Sabem por quê? Porque, na primeira chuva, as estradas somem. Nós estamos rindo, mas deveríamos chorar, porque as pessoas estão perdendo a vida, estão perdendo a saúde, porque precisam usar as estradas para se deslocar e até para serem socorridas em ambulâncias, que trafegam em estradas totalmente esburacadas. Governadora Fátima, peça para sair, vá embora! Entregue o Governo para o MDB e vá embora. Não ouse nem tentar concorrer a algum cargo político eletivo, porque eu tenho certeza absoluta de que o povo potiguar vai dar resposta à sua incompetência nas próximas eleições. Sr. Presidente, eu gostaria que a nossa fala tivesse repercussão no programa A Voz do Brasil, porque tenho um segundo assunto, mais importante ainda, envolvendo o nosso Estado do Rio Grande do Norte. Vejam só: na fraude do INSS, se não bastasse a roubalheira de velhinhos e velhinhas, com gente envolvida até o pescoço lá no Rio Grande do Norte... No mês de junho de 2023, nós tivemos uma operação em Touros, a Operação Ilha de Vera Cruz, sobre a criação de benefícios com entidades forjadas: 499 mil reais de prejuízo imediato e risco de 4 milhões de reais de prejuízo. Em março deste ano, tivemos a Operação Vicarius, em Maxaranguape, um grupo falsificava e sequestrava benefícios e cooptava idosos rurais: 4,35 milhões de reais de prejuízo e 20 milhões de reais de prejuízos evitados com ações preventivas. Em novembro de 2024, tivemos a Operação Centenária, fraudes em pensões e aposentadorias. Em abril deste ano, tivemos a Operação Sem Desconto, que investigou descontos ilegais de associações; houve bloqueio de 2,8 bilhões de reais em bens de entidades, consultorias e escritórios; e levou ao afastamento do então Presidente do INSS. As apurações apontam redes criminosas, redes formadas por servidores, advogados e dirigentes de entidades de fachada. Entre 2020 e 2025, mais de 51 mil potiguares foram vítimas de descontos associativos indevidos, compondo parte do rombo nacional, que não sabemos se são 6,3 bilhões de reais ou muito mais. O número de vítimas no Estado do Rio Grande do Norte chega a quase 80 mil pessoas. Aí eu pergunto: onde está o Governo do Estado? Onde está o Governo Federal, que não conseguiu impedir essa roubalheira de velhinhos e velhinhas? Onde estão os órgãos de controle? Onde está a Polícia Federal, que não foi a fundo para investigar e fez ouvido de mercador? Desculpem-me os profissionais da Polícia Federal, mas é isso. Talvez estejam tão assoberbados de missões que não conseguem mais cumprir todas as missões que lhes cabem. Essa é a realidade de nosso Estado do Rio Grande do Norte, triste realidade. Espero que Deus nos proteja e evite que mais pessoas possam morrer pela incompetência! Obrigado.
  • 21/10/2025Breves Comunicações

    O Deputado lamentou o assassinato do jovem Isaac Augusto de Brito Vilhena de Moraes, aluno do Colégio Militar de Brasília, morto durante um assalto. Afirmou que o crime foi cometido por um menor reincidente e defendeu mudanças urgentes no Estatuto da Criança e do Adolescente, argumentando que a legislação atual gera impunidade. Também criticou o Presidente da República e cobrou do Congresso a votação de propostas que endureçam as punições para adolescentes envolvidos em crimes graves. Concluiu enfatizando que a segurança pública exige leis firmes e a responsabilização efetiva de todos os criminosos.

    Palavras-chave oficiais: Homicídio,Adolescente,Brasília (DF),Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) (1990),Impunidade,Segurança pública,Adolescente em conflito com a lei,Aumento da pena,Criminalidade

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GENERAL GIRÃO (Bloco/PL - RN. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Deputado Charles, mais uma vez, é sempre uma satisfação estar aqui no plenário com a Mesa sendo presidida por V.Exa. Eu gostaria de pedir a V.Exa. que o meu pronunciamento tenha repercussão nesta Casa, especialmente no programa A Voz do Brasil. Sr. Presidente, caros colegas, todos que nos acompanham, o momento é de tristeza que assola as famílias brasileiras, especialmente as famílias brasilienses e, mais ainda, a família militar. No último dia 17 de outubro, nós tivemos uma vida ceifada. O jovem de 16 anos, Isaac Augusto de Brito Vilhena de Moraes, aluno do Colégio Militar de Brasília, foi assaltado na 112 Sul e assassinado brutalmente. Sete menores estão envolvidos no assalto, entre eles, o assassino, aquele que atacou o jovem Isaac com uma faca e o matou, ferindo-o mortalmente. A polícia do Distrito Federal merece os nossos cumprimentos porque imediatamente identificou os autores. Mas pasmem: o autor do crime, que não pode ter seu nome divulgado porque é menor, protegido pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, tinha estado preso na semana anterior por tráfico de drogas. Então, eu pergunto a vocês, pergunto ao cidadão brasileiro: "O que está faltando para nós mudarmos o ECA e trancafiarmos esse tipo de criminoso a partir do momento em que ele comete o crime?" Quando eu era Secretário de Segurança em Roraima, um garoto de 13 anos de idade começou a cometer crimes. Com 15 anos, ele já tinha matado duas pessoas; com 17 anos, foi assassinado. Por quê? Porque, de tanto cometer crimes, acabou se metendo com quem não podia, estava devendo. Pergunto: "O que está faltando para esta Casa colocar na pauta uma mudança, uma alteração do Estatuto da Criança e do Adolescente?" O Presidente da Câmara tem que tirar isso da gaveta, o Senado tem que tirar isso da gaveta. Chega de perdermos pessoas por conta da impunidade! O Brasil é o país da impunidade. Como se não bastasse isso, nós temos um Presidente da República descondenado por firulas jurídicas, firulas jurídicas! É um absurdo! Eu não vou aqui contar detalhes desse homicídio cometido, mas é um absurdo. Grande parte dos menores, os ditos menores infratores, que são bandidos menores, são cooptados pelas facções criminosas. Na hora de entregar, dizem: "Não, vai você, porque você vai ficar preso no máximo até os 18 anos — no máximo até os 18 anos —, cumprindo medidas socioeducativas". Vejam como é a pirataria semântica. Vou concluir, Sr. Presidente. Veja só, em 2024 foram quase 500 mil celulares furtados e 419 mil roubados, segundo dados do Anuário Estatístico de Segurança Pública, anuário este, aliás, que protege esses menores infratores, como eles chamam. Não, a gente não tem que proteger esse pessoal! É dura lex, sed lex. Esta é a lei de Chico de Brito, como a gente chama lá no Nordeste. É uma coisa que funciona. Se os pais educam o filho, ensinam-lhe a não cometer crimes, o garoto não vai para o caminho do crime. Se for, é porque realmente é raça ruim, como a gente diz lá. Fora isso, é tratar debaixo da chibata mesmo! É isso que está faltando no nosso Brasil, com bandidos soltos ou sentados na cadeira de Presidente da República. E Lula diz que roubo de celular é para comprar uma cervejinha. Ridículo!
  • 15/10/2025Breves Comunicações

    O Deputado denunciou a crise na saúde pública do Rio Grande do Norte, afirmando que 33 mil potiguares aguardavam cirurgias eletivas, com hospitais como Walfredo Gurgel e Tarcísio Maia funcionando apenas como corredores de atendimento. Relatou que ambulâncias do Samu permaneciam paradas devido à falta de macas e criticou a atuação do Governo do Estado, atribuindo a situação a problemas administrativos e descaso. Pediu a intervenção do Ministério Público Estadual e Federal para investigar os hospitais. Também fez referência a casos de corrupção envolvendo políticos do PT, conectando o histórico à gestão atual, e classificou o cenário como um caos instalado no Brasil, destacando a necessidade de responsabilização e ações efetivas para a população.

    Palavras-chave oficiais: Crise,Saúde pública,Rio Grande do Norte,Corrupção,Partido dos Trabalhadores (PT),Governo estadual

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GENERAL GIRÃO (Bloco/PL - RN. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu gostaria de pedir que a nossa voz fosse divulgada no programa A Voz do Brasil e nos demais instrumentos de comunicação desta Casa. Sr. Presidente, mais uma vez, nós nos deliciamos aqui no plenário ao nos dirigirmos a todos os colegas e a todos que assistem à sessão para falar sobre saúde. Seria muito bom se nós pudéssemos dizer ao povo potiguar: "Saúde para vocês!" Infelizmente, se depender da saúde do Estado, eu não tenho como dizer "saúde" com a boca cheia. Deputado Sargento Gonçalves, a saúde no Estado do Rio Grande do Norte está um caos cada vez mais profundo — é como um avestruz enfiando a cabeça no buraco. A saúde pública está em estado de alerta. E isso não é força de expressão, é a realidade. Hoje, o Secretário de Saúde de Natal disse que há 33 mil potiguares aguardando uma cirurgia eletiva. Esse número é assustador. Estamos falando de gente que sente dor, de gente que perde o trabalho, de gente que está morrendo. Infelizmente, o Estado fica empurrando isso com a barriga. Nós visitamos um hospital no fim de semana passado e vimos mais uma unidade de saúde que sofre com a ausência do Estado. O Estado é incompetente! Eu já falei isso aqui várias vezes, mas, infelizmente, o Ministério da Saúde faz ouvido de mercador e fecha os olhos para essa situação. Por quê? A Governadora é do PT, infelizmente. É o compadrio na incompetência. Os números são absurdos. Tanto o Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel quanto o Hospital Tarcísio Maia estão fazendo atendimento nos corredores. Há uma quantidade enorme de ambulâncias do Samu paradas por conta das macas. As pessoas feridas ou doentes que são transportadas pelo Samu não podem sair das macas porque não têm onde ficar. Vão colocá-las no chão? O descaso é muito grande! É caso de polícia! Eu faço uso da minha voz aqui para conclamar o Ministério Público Estadual e o Ministério Público Federal a visitarem os hospitais do Rio Grande do Norte — todos eles — e verificarem o que está acontecendo e por que há esse descaso. Isso pode ser resultado da falta de repasse de recurso federal, por incompetência aqui em Brasília. Não estou querendo jogar nada no ventilador, mas alguém tem que fazer alguma coisa. Eu estou aqui denunciando o que os Vereadores e os Deputados Estaduais me trazem. A gestão da Governadora Fátima é sempre um caos. Onde o PT mete a mão, há somente caos. Eu gostaria de pedir mais 30 segundos, Presidente, para tentar encadear as ideias. Vejam só o que argumentou o Presidente João Batista Figueiredo, em 1980: se houvesse o reconhecimento do Partido dos Trabalhadores como partido político — era um sindicato —, nós iríamos nos arrepender, porque, para tirá-lo do poder, seria à custa de muito sangue brasileiro. Não houve sangue, mas nós temos a injustiça cometida contra os presos do 8 de Janeiro. O primeiro escândalo do Governo Lula ocorreu em fevereiro de 2004, quando foi divulgado que o assessor Waldomiro Diniz havia sido gravado, em 2002, com dinheiro desviado para campanha, num caso envolvendo o bicheiro Carlinhos Cachoeira. Depois, em 2005, tivemos o mensalão, quando Lula foi colocado na parede. A partir dali, começaram as investigações. O José Dirceu dançou. Em 2006, a Polícia Federal fez uma batida quando integrantes do PT tentavam negociar um falso dossiê para incriminar José Serra e Geraldo Alckmin. Depois, em 2006, Antonio Palocci... (Desligamento do microfone.) O SR. PRESIDENTE (Dr. Zacharias Calil. Bloco/UNIÃO - GO) - Peço que conclua, Deputado. Já se passaram 3 minutos. O SR. GENERAL GIRÃO (Bloco/PL - RN) - Em 2006, Antonio Palocci renunciou ao cargo de Ministro da Fazenda e abriu o verbo, falou todos os podres. Mesmo assim, firulas jurídicas tiraram o cara da cadeia e o colocaram na cadeira de Presidente da República. Meus amigos, isso é o caos instalado no Brasil. Isso é o caos do PT. Só falta arranjarem uma guerra externa. Esperamos que não a arranjem, porque as nossas Forças Armadas teriam dificuldades para combatê-la. Muito obrigado, Presidente.
  • 18/09/2025

    O Deputado pediu moção de louvor à memória do Padre Kazimierz Wojno, vítima de latrocínio, e lembrou sua atuação pastoral e obras na Paróquia Nossa Senhora da Saúde, em Brasília (DF). Defendeu maior proteção à vida de religiosos e elogiou a apresentação da Proposta de Emenda à Constituição nº 18, de 2025, sobre segurança pública, mas criticou a ideia de que o problema fosse recente. Também citou assassinatos recentes e cobrou apuração sobre mandantes de crimes, inclusive no caso do atentado ao ex-Presidente Jair Bolsonaro.

    Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,Política Nacional de Segurança Pública e Defesa Social (PNSPDS),Segurança pública,Competência da União,Competência federativa Brasília (DF),Padre,Latrocínio,Moção de louvor Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Homicídio,Tentativa (crime),Vítima,apuração

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GENERAL GIRÃO (Bloco/PL - RN. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, caros colegas Deputados e todos que nos assistem, hoje temos uma motivação muito forte, relacionada a um requerimento que mandamos para a Mesa. Trata de moção de louvor à memória de um religioso, o Padre Kazimierz Andrzej Wojno, que era pároco do Santuário Nossa Senhora da Saúde, em Brasília. Fazemos esse pedido pelo fato de o Padre Casemiro, como dizemos em português — seu nome é de origem polonesa —, ter sido um dos grandes construtores do Santuário Nossa Senhora da Saúde. Em 21 de setembro de 2025, completam-se 6 anos do falecimento do Padre Kazimierz Wojno, Padre Casemiro, que foi vítima de latrocínio logo após celebrar a Santa Missa nessa igreja, na Paróquia Nossa Senhora da Saúde, que fica na 702 Norte. A data reacende na comunidade a memória de um pastor de voz serena e mãos incansáveis, que transformou a paróquia em lugar de acolhimento, oração e amizade. Eu tive contato pessoal com o Padre Casemiro porque, em 2019, antes de ser submetido a uma cirurgia de coração, estive rezando lá com ele. Ao final da missa, ele me levou até um local próximo da imagem de Nossa Senhora da Saúde e fez uma oração muito forte, que nos emocionou. Logo após, quando voltei da cirurgia, estive novamente lá, para agradecer as orações. O Padre Casemiro, nascido em 3 de fevereiro de 1948, na cidade de Sklody Borowe, na Diocese de Lomza, na Polônia, integra a tradição de tantos missionários poloneses que encontraram no Brasil, e em Brasília, o campo de sua vocação, ajudando a erguer comunidades vivas e solidárias. Em sua presença entre nós, vimos encontro fecundo de culturas. Um coração estrangeiro se fez casa para muitos. Ele visitava doentes, amparava famílias, formando gerações na esperança, inclusive com presença constante junto a enfermos no Hospital Regional da Asa Norte — HRAN, que fica próximo da Paróquia Nossa Senhora da Saúde. Cumpre registrar com sobriedade a dinâmica dos fatos. Após a celebração, o Padre Casemiro foi rendido na casa paroquial, que estava em obra, nos fundos da igreja, juntamente com o caseiro. Foi mantido sob coação por várias horas, com mãos e pés amarrados. Teve o pescoço envolto por um instrumento que o levou à asfixia. Os criminosos reviraram a residência, arrombaram cofres e subtraíram pertences da igreja e das vítimas. Lembrando, mais uma vez, que Padre Casemiro arrecadava donativos para terminar a construção do Santuário Nossa Senhora da Saúde. A investigação concluiu tratar-se de roubo seguido de morte, latrocínio, como dizemos. Os autores foram posteriormente denunciados e condenados pelo Poder Judiciário. Conseguimos identificar os autores. Infelizmente, gozavam da confiança do padre, em razão do período em que trabalharam na construção da paróquia. É igualmente significativo que, por decisão judicial, os bens apreendidos em nome do sacerdote tenham sido destinados à própria paróquia, reconhecendo-se o vínculo indissociável entre sua vida e a comunidade a que ele serviu, preservando sua memória junto da obra que ajudou a edificar. A violência no Brasil, caro Presidente, caros colegas e caros cidadãos brasileiros, que dolorosamente já alcança até quem se consagra, por vocação cristã, ao serviço do próximo em nome de Jesus, fere também o coração de nossa tradição. Em um país de raízes profundamente católicas, onde o sacerdócio sempre foi sinal de amparo, esperança e presença da fé junto aos mais frágeis, é especialmente grave e doloroso ver um padre tombar pela mão do crime. Ao recordá-lo, quando se completam 6 anos de sua ausência, reiteramos que a vida sacerdotal merece respeito e proteção. E reconhecemos que valores que nos formaram como sociedade — a inviolabilidade à vida, a caridade, a solidariedade e a fraternidade — não podem se perder na indiferença e na banalização da violência. Esta homenagem, portanto, é também um chamado a reavivar tais valores na convivência pública e na formulação de políticas que defendam cada pessoa, sobretudo aqueles que se dedicam a cuidar de todos. Por causa disso, é muito justo recordarmos a memória do Padre Casemiro. Faço mais um comentário pessoal, particular. Padre Casemiro, em uma das falas, quando nos conhecemos e conversamos, disse-nos que tinha sido soldado do exército polonês, Wojsko Polskie. Foi impressionante. Ele confessou que, como soldado, tinha sido selecionado como atirador de escol, atirador de elite. Depois de certo tempo, nos afazeres dele como soldado, viu a necessidade de mudar de lado, não acabar com vidas em nome da defesa da sociedade, em nome da defesa própria, resolveu partir para salvar vidas. Esse talvez tenha sido o grande feito que caracterizou o Padre Casemiro. Nós que frequentamos clubes de tiro, nós que somos colecionadores de armas e atiradores, nós que praticamos tiro ao alvo como esporte defendemos sim que essa prática significa defesa. Defesa pessoal é o último recurso que alguém precisa usar para se defender, para defender a família e também para defender seus bens. O Padre Casemiro nos passou essa mensagem e eu a deixo a cada um de vocês que nos assistem agora. Nós precisamos intensificar a defesa da vida, desde a concepção. Se preciso for, somente em último caso se deve utilizar arma, seja branca, seja de fogo, para defender a própria vida e a sociedade. Sr. Presidente, acabamos de sair de uma das audiências públicas promovidas pela Comissão Especial relativa à Proposta de Emenda à Constituição nº 18, de 2025. A PEC 18 tem uma grande missão, um grande desafio, que é propiciar que políticas públicas e legislação possam ajudar a defender a sociedade. É claro que precisamos criticar o que está errado e elogiar o que está certo. Deixo, primeiro, um elogio ao Ministro da Justiça por ter tido a coragem, depois de muitas idas e vindas, de apresentar a PEC 18, para que pudéssemos — estamos fazendo isto — trabalhar os temas da segurança pública, a fim de que a população brasileira tenha sim uma garantia e a segurança de que leis estão sendo estabelecidas em favor de sua defesa. Agora faço uma crítica. Quanto ao primeiro parágrafo, talvez o Ministro tenha sido mal assessorado, infelizmente. Ousou colocar que a segurança pública é, hoje, um desafio para a nossa sociedade. Desculpe-me, Ministro, esse desafio não é de hoje. A segurança pública, há décadas, tem ficado no topo do ranking das preocupações da sociedade brasileira em relação ao que podemos e devemos fazer para melhorar a nossa segurança, melhorar a convivência entre os cidadãos no Brasil. Nesta semana aconteceu o assassinato de um ex-delegado-geral de polícia, em São Paulo. Até pela forma como aconteceu, temos confiança de que o Secretário, o Capitão Derrite, nosso colega Deputado, e o Governador Tarcísio, com sua firmeza de atitude, envidarão todos os esforços para identificar não somente os que perpetraram o crime mas também os mandantes. Precisamos chegar à raiz do crime, e a raiz do crime está relacionada sempre ao mandante, não apenas a quem executa os tiros. Digo agora que existe, é claro, mancha na história do Brasil. É preciso que haja esclarecimento a respeito dessa mancha. Sei que, com este Governo que está aí, não haverá, nem com aquelas pessoas que fizeram a investigação, como o ex-delegado que foi preso ontem pela Polícia Federal. Eu me refiro à identificação dos autores do atentado à vida do nosso então Presidente Jair Bolsonaro. Prender o executor não é suficiente, não foi suficiente, até porque foi protegido por um instrumento jurídico, o que disse que ele não tem as faculdades mentais plenas. Infelizmente, nem o escritório de advocacia que o defendeu foi investigado, e muito menos houve investigação sobre os recursos com que foi paga a defesa. Queremos saber: quem mandou matar Jair Bolsonaro? Atualmente, sabemos quem está querendo matar Bolsonaro, porque a coação e a humilhação a que ele é submetido hoje realmente configuram algo inaceitável. Presidente, gostaria que este discurso fosse divulgado no programa A Voz do Brasil. Muito obrigado.
  • 17/09/2025

    O Deputado leu trechos de um texto do Deputado Marcelo Crivella que citam a promessa de Lula, após vencer as eleições, de governar para todos os brasileiros. Afirmou não acreditar nessas palavras e chamou o Presidente de “grande mentiroso”, acusando-o de não cumprir o compromisso de união nacional.

    Palavras-chave oficiais: Governo federal,Plataforma política,Eleições,Presidente da República,Candidato eleito,Leitura,Deputado federal,Autor (publicação)

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    O SR. GENERAL GIRÃO (Bloco/PL - RN. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu vou falar olhando para a esquerda do plenário, sem dizer o nome de ninguém. Eu gostaria de pedir que V.Exas. dessem uma lida no texto maravilhoso produzido pelo Deputado Marcelo Crivella, que fala mais ou menos assim, em um dos seus parágrafos: A essa reflexão junte-se a benfazeja manifestação do recém-eleito Presidente Luiz Inácio "Lula" da Silva, em seu primeiro pronunciamento após o anúncio da vitória nas urnas. Confiramos: "A partir de 1º de janeiro de 2023 vou governar para 215 milhões de brasileiros, e não apenas para aqueles que votaram em mim". Caramba! Eu acreditei nisso, o Brasil acreditou nisso! E continua: "Não existem dois Brasis. Somos um único país, um único povo, uma grande nação. Não interessa a ninguém viver numa família onde reina a discórdia." Eu vou parar por aqui. Sr. Presidente, eu não acredito nisso. Esse cara disse isso, então, mais uma vez, ele demonstrou que é um grande — me ajudem — mentiroso!
  • 17/09/2025

    O Deputado criticou a "farsa do julgamento do golpe" no STF, envolvendo o ex-Presidente Bolsonaro e militares. Assinalou a desconsideração pelo tempo de serviço dos militares e pelas circunstâncias atenuantes, além da ausência de provas concretas, resultando em uma dosimetria sem nexo. Repudiou ainda o ocorrido e solicitou que os Comandantes das Forças Armadas se manifestassem, pois carreiras honrosas foram destruídas, mesmo sem evidências.

    Palavras-chave oficiais: Supremo Tribunal Federal (STF),julgamento,Golpe de Estado (crime),Ex-presidente da República,Militar,Ato de ofício,Dosimetria da pena

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    O SR. GENERAL GIRÃO (Bloco/PL - RN. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, caros colegas, todos que nos acompanham, eu gostaria de fazer uma fala hoje em relação à farsa do julgamento do golpe, no STF, envolvendo não só o ex-Presidente Bolsonaro, como também os nove militares do chamado Núcleo 1. Sr. Presidente, caros colegas, em nenhum momento aquele julgamento levou em consideração o tempo de serviço que esses militares tinham. Em nenhum momento, levou-se em consideração que, desde a época do Direito Romano, fala-se em circunstâncias atenuantes. Os juízes sangravam pela boca de vontade de quase assassinar aquelas pessoas que estavam colocadas ali como réus. E, ao final, nós tivemos uma dosimetria, mais uma vez, totalmente sem nexo. Então, o Brasil assistiu àquilo perplexo. Agora eu me dirijo aos Comandantes das Forças Armadas, a cada um deles. É inaceitável que V.Exas. calem em função de tudo isso que aconteceu. O passado de cada um desses militares — eu não vou citar o nome deles aqui —, no Brasil e no exterior, só nos trouxe honra, só nos trouxe orgulho. Então, por conta de uma narrativa, não podemos deixar que se acabem com vidas com um julgamento absurdo daqueles. Eu deixo aqui o meu repúdio máximo ao que está acontecendo no Brasil. E peço a vocês, brasileiros, que apurem que são esses militares, consultem a história de vida de cada um deles e vejam as circunstâncias do julgamento, com condenações sem provas. Por mais que a Esquerda, envergonhada, queira dizer que houve provas, não houve. Não havia nenhuma prova concreta. E carreiras militares foram jogadas no lixo, o que é um absurdo!
  • 17/09/2025

    O Deputado elogiou o projeto social Judô pela Vida, do medalhista olímpico Tiago Camilo, que atende crianças em 21 Municípios, inclusive em Macaíba (RN), com forte participação das famílias e foco em disciplina e esporte, sem caráter eleitoreiro. Por fim, criticou o Governo Lula por não liberar emendas destinadas ao esporte e por reajuste no preço do botijão de gás, chamando a gestão de “Governo do atraso”.

    Palavras-chave oficiais: Projeto social,Atleta olímpico,Judô,Macaíba (RN),Rio Grande do Norte,Esporte Governo federal,Esporte,Administração federal,Gás Liquefeito de Petróleo (GLP),Reajuste de preços

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    O SR. GENERAL GIRÃO (Bloco/PL - RN. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, nós gostaríamos de destacar que, há pouco, tivemos a visita no nosso gabinete do atleta de judô, medalhista olímpico brasileiro, o Tiago Camilo, que tem um projeto de judô pela vida, com crianças carentes em bairros carentes em 21 Municípios do País. Nós temos esse projeto lá no Rio Grande do Norte, que tem um resultado maravilhoso. Ele foi implantado na Prefeitura de Macaíba. Aliás, mando um abraço ao Prefeito Emídio. Esse projeto é um sucesso. As famílias estão engajadas, as mães, os pais, as crianças. Não se trata de um projeto eleitoreiro, diferentemente desse Pé de Meia ou do botijão de gás — que, aliás, aumentou 5 reais agora, lá no Rio Grande do Norte. Mas é um projeto que visa, sim, levar as crianças para o esporte e lhes mostra disciplina. Então, a gente está muito feliz de ter o Tiago Camilo como parceiro. Espero que possamos, em 2026, aumentar muito mais a parceria, porque esporte precisa de investimento. Diferentemente do que estamos vendo aí, colocamos algumas emendas para o esporte, e nenhuma emenda para o esporte foi liberada até agora, dia 17 de setembro. Eu não sei o que o Governo Lula da Silva está fazendo com as nossas emendas. Nós precisamos ter uma resposta quanto a isso. Este é o Governo do atraso. Muito obrigado.
  • 17/09/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação da expressão "situados nas regiões abrangidas pela SUDAM e SUDENE, conforme diretrizes da ANEEL", contida no § 8°do art. 4° da emenda aglutinativa de plenário, com fins de supressão, apresentada à Medida Provisória nº 1.300, de 2025, que trata da Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE), liberdade da escolha dos consumidores e da divisão de custos.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Expressão textual,Dispositivo legal,Emenda aglutinativa,Medida provisória,Minoria parlamentar,Voto contrário

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    O SR. GENERAL GIRÃO (Bloco/PL - RN. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, a Minoria orienta "não". Mas nós gostaríamos de destacar que, por incrível que pareça, colegas Deputados, a gente estava observando ali atrás uma coletiva de imprensa da Esquerda. Meus senhores, minhas senhoras, brasileiros e brasileiras — como dizia o José Sarney —, a Esquerda não consegue mais enganar a população. As coletivas de imprensa deles são vazias, não há quase ninguém, a mídia não tem interesse. O ilusionismo que era praticado pelo Presidente descondenado não engana mais ninguém. O cara não consegue convencer nem as paredes. É triste a gente ver essa Esquerda querendo cantar de galo, estando, sinceramente, afundando o nosso Brasil. A orientação da Minoria é "não".
  • 17/09/2025

    O Deputado saudou a presença, no plenário da Câmara dos Deputados, do Prefeito de Boa Vista (RR), Arthur Henrique, e do Subtenente Velton, integrante do Partido Liberal (PL). Ademais, destacou que o Prefeito está em processo de filiação ao PL, o que contribuirá para fortalecer a política em Roraima. Ao final, enalteceu a representatividade do povo macuxi na figura do Prefeito.

    Palavras-chave oficiais: Prefeito,Boa Vista (RR),Subtenente,Partido Liberal (PL),Roraima,Representatividade política,Indígenas,Câmara dos Deputados

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    O SR. GENERAL GIRÃO (Bloco/PL - RN. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, temos a honra de receber no plenário, no dia de hoje, o meu Prefeito de Boa Vista, Arthur Henrique, acompanhado do Subtenente Velton, também um colega nosso de farda, já aposentado. O Subtenente Velton está no PL, é um integrante do nosso Partido Liberal, e o Prefeito de Boa Vista está vindo para o PL também, para que nós possamos fortalecer cada vez mais a política feita em Roraima. Então, o povo macuxi, com certeza, tem no Prefeito de Boa Vista uma grande representatividade política. Que a gente permita novos voos! Que as asas dos voos mais fortes do Partido Liberal lá em Boa Vista possam fazê-lo chegar a novas paragens! Conte com o nosso apoio, conte com o nosso mandato! Se Deus quiser, cada vez mais Boa Vista estará mais bem representada. Seja bem-vindo, Prefeito!
  • 16/09/2025

    O Deputado expressou preocupação com Proposta de Emenda à Constituição nº 3, de 2021, que altera os arts. 14, 27, 53, 102 e 105 da Constituição Federal, para dispor sobre as prerrogativas parlamentares e dá outras providências, com a perda do princípio da oportunidade na aplicação do artigo 53 da Constituição, que garante inviolabilidade a Deputados e Senadores por suas opiniões, palavras e votos. Criticou interpretações da Presidência da Mesa, desde 2019, que teriam limitado a proteção apenas às manifestações feitas na tribuna da Câmara, contrariando o alcance do termo “quaisquer” previsto no caput do artigo. Informou que a aplicação restritiva havia sido reforçada pelo Supremo Tribunal Federal, tornando necessária a revisão do entendimento para assegurar a plenitude das prerrogativas parlamentares. Enfatizou que a medida visava corrigir distorções e garantir a liberdade de expressão dos Deputados em todos os contextos de sua atuação.

    Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,alteração,prerrogativa,Parlamentar

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    O SR. GENERAL GIRÃO (Bloco/PL - RN. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, em relação ao que estamos votando hoje, causa-nos preocupação perdermos o princípio da oportunidade. O art. 53 tem sido banalizado já há algum tempo no País por interpretações da Presidência da Mesa, de 2019 até agora, por pelo menos duas vezes. Na interpretação do caput do art. 53, quando cita que os Deputados e Senadores são invioláveis por quaisquer de suas opiniões, palavras e votos, esse "quaisquer" representa qualquer local, qualquer opinião, qualquer voto. A interpretação que tem sido dada pela Mesa, instigada pelo Supremo Tribunal Federal, tem sido de que só vale se for na tribuna do plenário da Câmara. Isso está errado, e nós tínhamos que mexer nisso daí. Eu peço... (Desligamento do microfone.)
  • 16/09/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta da Proposta de Emenda à Constituição nº 3, de 2021, que altera os arts. 14, 27, 53, 102 e 105 da Constituição Federal, para dispor sobre as prerrogativas parlamentares e dá outras providências.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Proposta de Emenda à Constituição,Partido Liberal (PL),Voto contrário

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    O SR. GENERAL GIRÃO (Bloco/PL - RN. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, caros colegas, o PL reuniu a bancada hoje, e acertamos que a nossa orientação é a favor desta PEC 3. Assim, neste caso agora, orientamos "não" ao requerimento de retirada de pauta. Tudo que nós precisamos é que as nossas prerrogativas sejam obedecidas. Nós vamos conversar com o Relator, o Deputado Claudio Cajado, e vamos tentar trabalhar para que as nossas prerrogativas sejam obedecidas. O Constituinte, em 1988, quando deliberou e houve essa mudança na Constituição, deixou muito claro que nós, Deputados e Senadores, temos que ser invioláveis por quaisquer opiniões, palavras e votos. Apesar do caput do art. 53 estar sendo mantido, é importante que isso esteja muito bem esclarecido. Por isso, vamos conversar com o Deputado Claudio Cajado. A nossa orientação à retirada de pauta é "não".
  • 16/09/2025

    O Deputado elogiou a Governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, pela recuperação da RN-288, estrada que liga Caicó (RN) a Jardim de Piranhas (RN). Destacou a importância da manutenção da sinalização em trechos perigosos e mencionou a homenagem feita a Willy Saldanha, parente de sua esposa, na rodovia. Também reforçou a necessidade de concluir a Reta Tabajara, cobrando atenção do DNIT e da gestão estadual para garantir segurança e infraestrutura adequadas à população e aos usuários da região.

    Palavras-chave oficiais: Caicó (RN),Jardim de Piranhas (RN),Governadora,Rodovia federal,Pavimentação asfáltica,Elogio,Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT),segurança

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    O SR. GENERAL GIRÃO (Bloco/PL - RN. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, caros colegas, por incrível que pareça, eu preciso fazer um elogio à Governadora do Rio Grande do Norte. Governadora Fátima Bezerra, V.Exa. está de parabéns pela recuperação da RN-288, que liga Caicó à cidade de Jardim de Piranhas. Nós precisamos dar atenção ao povo, não somente o que mora ali, que trabalha ali, mas também o que circula pela região. A RN foi plenamente recuperada. Há alguns trechos muito arriscados, muito perigosos, a gente precisa que essa sinalização seja mantida. Inclusive, a RN tem um nome em homenagem a um dos amigos nossos que já está na morada eterna, Willy Saldanha, parente de minha esposa. Com certeza absoluta, eu tenho o prazer de fazer essa referência. Agora, por favor, Governadora, vamos melhorar e vamos terminar a Reta Tabajara. O DNIT esqueceu o Rio Grande do Norte, e V.Exa. tem que cobrar isso do PT.
  • 10/09/2025

    O Deputado lamentou o assassinato do militante conservador Charlie Kirk, nos Estados Unidos, e citou episódios de violência política na América Latina, como os homicídios de Villavicencio, no Equador, e de Miguel Uribe, na Colômbia, além dos atentados contra o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Recordou também o atentado contra Jair Bolsonaro e criticou a impunidade. Ademais, acusou o Presidente Lula de corrupção e repudiou Ministros do Poder Judiciário por se manifestarem fora dos autos e anteciparem julgamentos, citando o exemplo da Ministra Maria Elizabeth Rocha, do Superior Tribunal Militar (STM). Ao final, condenou a decisão do Governo Lula de repassar às Prefeituras a responsabilidade pelo custeio do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e afirmou ter encaminhado denúncia ao Ministério Público Federal.

    Palavras-chave oficiais: Homicídio,Estados Unidos,Vítima,Militante político,Conservadorismo,Violência política (crime),América Latina,Colômbia,Equador,Atentado,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Impunidade Governo federal,Custeio,Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU),Prefeitura,Município,Deputado federal,representação,Ministério Público Federal (MPF) Ministro do Superior Tribunal Militar,Poder Judiciário Corrupção,Presidente da República

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    O SR. GENERAL GIRÃO (Bloco/PL - RN. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, caros colegas, boa noite a todos que nos assistem. Os dias se sucedem e os fatos nos assustam, não somente no Brasil, mas também no exterior. Nós temos que lamentar, mais uma vez, a morte de um cidadão, nesse caso um cidadão americano, o Charlie Kirk, que foi brutalmente assassinado numa manifestação pacífica, conservadora, nos Estados Unidos da América. Este é um momento em que podemos recordar, Sr. Presidente, que, em 2018, um militante do PSOL quase conseguiu, com apoio, assassinar o então candidato Jair Bolsonaro. E nada foi feito para prender não o autor da tentativa, mas aqueles que registraram a presença dele aqui no Plenário da Câmara e que o apoiaram com um escritório de advocacia rapidamente, para ele poder se defender. É claro que havia gente envolvida, havia envolvimento de peixe graúdo do partido a que ele era afiliado. Esta é uma realidade que não foi investigada pela Polícia Federal, que hoje tem uma sanha de prender pessoas que estavam vendendo pipoca ou algodão-doce. Enfim, este é um fato. Houve outros fatos. Miguel Uribe, pré-candidato à Presidência da Colômbia agora em 2025, foi morto. Ele também era um pré-candidato que estava no topo das pesquisas para ser eleito. Em 2023, Villavicencio, no Equador, foi igualmente assassinado. Esta é a realidade da América do Sul. Vou para a América do Norte. A gente tem que lembrar também que tentaram matar duas vezes o Donald Trump, atual Presidente dos Estados Unidos. Então, eu pergunto: até quando e até onde vai essa impunidade, essa decisão de se contrapor aos opostos matando, eliminando as pessoas? Será que o Brasil vai virar realmente uma "republiqueta das bananas"? Esta é a realidade que a gente está vivendo no nosso País e nos países vizinhos, com a liberdade ameaçada. Eu presto a minha continência para muitos juízes, porque a continência do militar, mesmo na reserva, a do reformado, ainda é um sinal de respeito. Eu saí do Exército para não prestar continência para um ladrão, que hoje está sentado na cadeira de Presidente da República. É claro: ele não foi inocentado, ele foi descondenado. Então, se ele foi descondenado, é porque roubou e deixou roubar. Contudo, eu me preocupo quando vejo que alguns Ministros do Poder Judiciário teimam em se pronunciar fora dos autos, Deputado Sargento Fahur. É uma regra básica da Justiça internacional a de que um juiz só deve falar nos autos. Mas não, aqui vemos Ministros dando entrevistas para periódicos escritos e televisados e para rádios, falando abertamente, opinando e inclusive antecipando julgamentos, antecipando posicionamentos de julgamentos. Isso é muito triste. Eu quero citar aqui uma situação da atual Ministra do Superior Tribunal Militar, Maria Elizabeth Rocha. Ela tem moldado a opinião dela em público de maneira, vamos dizer assim, duvidosa, porque uma hora diz uma coisa, outra hora diz outra. Ministra Maria Elizabeth, aguarde os autos chegarem ao STM. Não envergonhe o nosso STM mais do que ele já foi envergonhado por alguns posicionamentos lamentáveis, num passado não muito distante. Antecipação de cenários em relação a julgamentos deve fazer parte da imprensa, deve fazer parte das pessoas normais, das pessoas públicas. Magistrado de alta Corte não antecipa cenário. Esta é a verdade em relação a isso. Nós sabemos que cada um de nós tem o direito de ser o que quer. A senhora falou publicamente, pronunciou-se sobre ser feminista e progressista, ter convicções pessoais legítimas, mas eu quero lembrá-la de que a senhora está ocupando a presidência de um tribunal. Na Presidência do Superior Tribunal Militar, a senhora tem que se pronunciar pelos autos. Infelizmente, essa sobriedade está faltando aí. Gostaria também, Sr. Presidente, de pedir que os Magistrados do STF também pudessem pensar a respeito do que estão fazendo com a história. E volto a um passado não muito distante, quando o então Ministro Joaquim Barbosa, em Plenário, lamentou o posicionamento de outros Ministros, dizendo que eles estariam colocando o Supremo Tribunal Federal num caminho enlameado, do qual ele se envergonhava. Logo depois, o então Ministro Joaquim Barbosa pediu passagem para a aposentadoria. Não disse o porquê, e ficou a pergunta. E eu pergunto agora ao Ministro Joaquim Barbosa: por que é que o senhor saiu? Explique para nós. Tinha alguma sujeira envolvendo algum Ministro da Alta Corte naquela oportunidade? Diga para nós. O Brasil precisa saber disso, Ministro Joaquim Barbosa! Nós não podemos ficar só aguentando o que vimos hoje. O voto do Ministro Fux, um Magistrado com raízes na Magistratura, faz honrar a Magistratura brasileira. Ele deu uma aula. Não só deu uma aula, mas deu uma lição de julgamento. Eu fico imaginando... Eu procurei olhar, mas a televisão não estava mostrando, a fisionomia facial — para não dizer a cara, porque quem tem cara é cavalo, mas parece que não — dos demais Ministros que já tinham apresentado o seu voto de um jeito, vamos dizer assim, não imparcial. O Ministro de uma Corte, um juiz, tem que ser imparcial. Ele julga e condena, mas diz assim: “Olha, não é nada pessoal, é de acordo com o que está nos autos.” O primeiro voto do Relator foi altamente parcial. A fala dele, o semblante dele nos envergonhou como brasileiros e, com certeza absoluta, causou espanto também em outros países. E a gente espera que isso possa chegar aonde tem que chegar. Sr. Presidente, antes de concluir o meu pronunciamento, eu gostaria de pedir que a nossa fala tivesse repercussão no programa A Voz do Brasil. Apresento agora uma denúncia desse Governo Lula da Silva. O Ministério da Saúde resolveu apresentar a conta, Deputado Sargento Fahur, do Samu para as Prefeituras. Ora, Samu é responsabilidade do Estado brasileiro. É o Ministério que tem que transferir o recurso para que o Estado, a unidade federativa, possa sustentar o Samu. O que é que está acontecendo? Simplesmente, o Estado está dizendo que não pode pagar. O Samu diz que precisa continuar existindo. E os Municípios dizem: “Olha, nós já gastamos além do mínimo, que é 15%. Nós já gastamos 25%, 30%”. Essa realidade, no Estado do Rio Grande do Norte, está sendo denunciada por mim, por escrito, para o Ministério Público Federal, para todas as fontes nas quais a gente ainda acredita neste nosso País. Essa é a realidade da saúde do Brasil no Governo Lula. Muito obrigado.
  • 10/09/2025

    O Deputado elogiou a Prefeita Jussara Salles, de Extremoz (RN), destacando sua reeleição, o trabalho à frente do Município e a recente posse como Presidente do PL Mulher no Estado. Ressaltou a competência e o caráter cristão da equipe da Prefeita e relatou uma denúncia levada por ela sobre a derrubada de mais de 30 barracas tradicionais de praia, existentes há décadas. Informou, ainda, que a queixa foi protocolada no Ministério Público Federal, no Patrimônio da União e no Ministério Público Estadual. Por fim, criticou a Governadora Fátima Bezerra por estar em viagem ao exterior enquanto a população enfrenta essa situação.

    Palavras-chave oficiais: Prefeita,Extremoz (RN),Reeleição,Posse,Partido Liberal (PL),Mulher,Denúncia,retirada,Barraca de praia,tradição,Ministério Público Federal (MPF),Patrimônio,Ministério público estadual,Governadora,Viagem internacional

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    O SR. GENERAL GIRÃO (Bloco/PL - RN. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, meu amigo Deputado Paulão, por ter cedido um tempo para nós. Sr. Presidente, caros amigos, o Deputado Sargento Gonçalves e eu queremos destacar a presença aqui da querida Prefeita Jussara Sales, da cidade de Extremoz. Extremoz é uma das cidades mais antigas do Rio Grande do Norte, possui uma igreja jesuíta de São Miguel Arcanjo, que, no passado, foi muito importante. Ela fica às margens de uma lagoa, e por ali passavam as mercadorias em pequenas embarcações. Hoje Extremoz tem, sim, orgulho dessa nossa amiga Prefeita reeleita, que tem aceitação quase unânime da população. Sabemos que a unanimidade é burra. Por isso, eu digo que ela tem grande aceitação. Nós estamos muito felizes porque, recentemente, por intermédio do Presidente do PL no Estado, a Prefeita Jussara assumiu a Presidência do PL Mulher no Rio Grande do Norte. Nós temos orgulho da competência e da inteligência dela e da sua equipe. Isso porque, Deputado Sargento Gonçalves, Jussara tem uma equipe em Extremoz que nos orgulha, uma equipe cristã. Eu gostaria de destacar que ontem ela trouxe uma denúncia para nós. Vamos protocolar a denúncia — e vamos colher assinaturas para isto — no Ministério Público Federal, na Secretaria do Patrimônio da União e no Ministério Público do Estado. Isto porque parece que pegaram simplesmente mais de 30 barracas de beira de praia! Deputado Paulão, as nossas praias do Nordeste têm aquelas barraquinhas na beira da praia. Nas barracas antigas, de 30 anos, feitas de palha, você se sentava num banco de madeira, feito de troncos, e comia peixe frito, lagosta. A lagosta comida ali não tem preço! Pois essas barracas jogaram no chão. Expulsaram os donos e derrubaram as barracas. É um absurdo isso! Sabemos que, lamentavelmente, não podemos nem reclamar com a Governadora. Por quê? Porque ela está em Paris. Ela foi passear na França enquanto o povo chora a humilhação e a falta de respeito. Muito obrigado, Prefeita. Parabéns pela sua denúncia!
  • 10/09/2025

    O Deputado criticou a presença de uma suposta líder do tráfico no evento do Presidente Lula na Favela do Moinho (SP), questionando a atuação da segurança e da assessoria presidencial. Também apontou um contrato de 3,1 milhões de reais da Presidência da República e do Ministério da Defesa com a distribuidora Rede Sol Fuel, sugerindo vínculos do Governo com o crime organizado.

    Palavras-chave oficiais: Traficante,Evento,participação,Distribuidor de combustível,São Paulo (SP),Crime organizado,Favela,Contrato,Presidente da República,Crítica,Ministério da Defesa

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    O SR. GENERAL GIRÃO (Bloco/PL - RN. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, preocupa-nos — e gostaríamos que o programa A Voz do Brasil repercutisse isso — que o Presidente Lula tenha feito um evento em São Paulo, na Favela do Moinho, e nesse evento tenha estado simplesmente uma das damas do tráfico de lá, uma das comandantes — claro, o português certo é este: comandantes — do tráfico de lá, que foi presa na semana passada. Essa mulher conviveu com o Presidente Lula num evento, e a gente pergunta: cadê a assessoria do Lula? Cadê o pessoal da segurança? Ah, cometi um erro agora, Presidente. Desculpe-me. Talvez o pessoal da segurança tenha pedido a ela segurança para que fosse feito lá o evento do Presidente Lula. Isso é uma vergonha! É vergonhoso demais! Mas não paramos por aí. Investigação constatou, na semana passada, que a distribuidora de combustível chamada Rede Sol Fuel — nome até bonito; nome estrangeiro — tem um contrato, Presidente, de 3,1 milhões de reais com a Presidência da República, com o Ministério da Defesa, parece que com o Comando da Aeronáutica, por conta dos aviões. Enfim, é uma promiscuidade muito complicada a deste Governo com o crime organizado. E aí eu pergunto aos que defendem esse cara: tem defesa algo assim? De maneira alguma! Crime tem que ser tratado na base da chibata, Presidente! Muito obrigado.
  • 09/09/2025Breves Comunicações

    O Deputado elogiou o trabalho social do Instituto Vida Videira, no Rio Grande do Norte, e criticou discursos da Esquerda, que classificou como revanchista e ligada a práticas criminosas do passado. Em seguida, manifestou apoio ao Governador Tarcísio de Freitas e defendeu valores conservadores. Além disso, denunciou a ausência de repasses do Plano Safra da Agricultura Familiar, acusando o Governo Federal de atrasar recursos enquanto produtores sofrem com a seca. Também criticou a Governadora Fátima Bezerra por viajar ao exterior em meio à crise hídrica no Rio Grande do Norte e destacou ações realizadas em gestões anteriores, como entrega de títulos de terra, perfuração de poços, tratores e apoio à piscicultura e apicultura.

    Palavras-chave oficiais: Trabalho social,Rio Grande do Norte Esquerda política,retaliação,Governador,São Paulo (Estado),Apoio político Plano Safra da Agricultura Familiar,repasse,Recursos públicos,Seca,Crise hídrica,Rio Grande do Norte,Política pública,Governo federal,Governadora

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    O SR. GENERAL GIRÃO (Bloco/PL - RN. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu gostaria que a nossa fala tivesse voz e repercussão no programa A Voz do Brasil. Caros colegas e todos que nos acompanham, cumprimento o Instituto Vida Videira, da Igreja Videira do Rio Grande do Norte, pelo excelente trabalho feito no final de semana passado, o Ame o seu vizinho. Que coisa maravilhosa! A gente fica feliz quando vê pessoas levarem benefício para outras pessoas. Isso é muito bom, é diferente das falas da Esquerda aqui, da Esquerda revanchista, da Esquerda envergonhada porque roubou, assaltou, sequestrou, matou, foi exilada, e voltou querendo ter voz, querendo dar ordem aqui na Casa. Tarcísio é um excelente Governador. Tenho orgulho do Governador Tarcísio. Que ele prossiga o que está fazendo! Sua liderança nos orgulha aqui no lado da Direita. E não é Direita extrema, não, nós somos Direita, e com muito orgulho, nós somos patriotas conservadores, amamos a Deus, amamos à Pátria, respeitamos a família e a vida e queremos a liberdade, não a injustiça que está acontecendo nesse julgamento. Em relação à Esquerda, eu posso usar uma frase em latim, Deputado Osmar Terra: purgamentum init, exit purgamentum. Traduzam, e vão entender o que isso significa. Bem, eu gostaria também de me dirigir ao agricultor familiar do Estado do Rio Grande do Norte. Num momento interessante, em que o Estado do Rio Grande do Norte enfrenta seca e falta de comida, a Governadora Fátima Bezerra foi para onde? Para a França. Foi passear. Mais uma vez foi para Paris, gastar o dinheiro do contribuinte em viagem de primeira classe, de classe executiva. É claro! A Governadora não pode viajar junto com os perebas que somos nós. Na agricultura familiar, Sr. Presidente, a produção cai com a seca, os animais morrem, falta tudo. Mas a gente precisa dizer que o Governo Federal anunciou aí um Plano Safra, de setecentos e oitenta e não sei quantos milhões, um Plano Safra da Agricultura Familiar. Sabe quanto chegou até agora? Zero! Sabe por quê? Porque nós estamos no meio de setembro. O dinheiro vai chegar só em dezembro, talvez, quando os animais já tiverem morrido e a seca já tiver acabado com o plantio. Essa é a realidade do Garantia-Safra deste Governo mentiroso, que só gosta de fazer propaganda. Esta é a realidade. Sr. Presidente, nós não ficamos só nisso. Nós entregamos 1.500 títulos de terra nos anos de Governo Bolsonaro. Ano passado, entregamos mais quatrocentos, com recursos destinados ainda por Bolsonaro. Além disso, foram 230 poços artesianos em comunidades rurais, cinquenta tratores equipados com implementos agrícolas, famílias beneficiadas com kit de irrigação, agroindústria produtora, apoio à piscicultura, à apicultura e à atividade leiteira, incentivo à pesca e à produção de camarão, kits de suporte forrageiro para silagem para que o agricultor possa se organizar, retroescavadeiras, caminhões caçamba, reforma em barreiros, açudes e barragens subterrâneas. Meus amigos, enquanto a Esquerda mente e faz propaganda mentirosa, a gente está produzindo e ajudando o povo que merece. Eu espero que esse povo saiba muito bem botar o dedo na urna ano que vem — infelizmente, a votação ainda é somente eletrônica. É isso que a gente está fazendo. Muito obrigado.
  • 03/09/2025

    O Deputado criticou o que chamou de perseguição política e abuso do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmando que opositores são punidos enquanto corruptos ficam impunes, e que militares estão sendo injustamente acusados de um “golpe fantasioso”. Disse confiar na justiça divina e na reação popular. Em seguida, repudiou a retirada do Brasil da Aliança Internacional de Memória do Holocausto (IHRA), chamando a decisão de erro moral, histórico e diplomático. Por fim, defendeu que memória, educação e combate ao antissemitismo são deveres do Estado, pedindo que o Governo Lula reveja a medida.

    Palavras-chave oficiais: Perseguição política,Supremo Tribunal Federal (STF),Ex-presidente da República,Tentativa (crime),Golpe de Estado (crime),Justiça penal,Cristianismo Aliança Internacional para a Memória do Holocausto (IHRA),Brasil,Antissemitismo,Governo federal,revisão

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    O SR. GENERAL GIRÃO (Bloco/PL - RN. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, caros colegas e todos que nos assistem, boa tarde. A nossa fala de hoje começa por tratar do incrível mundo em que vivemos. Pois é, existem mundos inimagináveis. Não estou falando de algo parecido com o mundo de Peter Pan. Nesse mundo, a verdade dá lugar à mentira. E muitos batem palmas, adorando ser enganados. Pensem: isso é realmente inacreditável. O povo, uma minoria, incrivelmente, gosta de ser usado. Mas não param por aí as coisas incríveis que acontecem por lá. É possível praticar roubos diversificados de dinheiro público e privado, e, mesmo assim, continuar solto, sem devolver o que foi desviado e muito menos ser preso. Nesse mundo, a prisão existe apenas para aqueles que não são amigos do rei. Aliás, esse mesmo povo teve esperanças quando o rei atual foi enjaulado um tempo atrás. Mas tudo foi por água abaixo quando esse mesmo rei foi descondenado apenas por considerarem que o lugar onde foi feito o julgamento não era o local apropriado. Vejam, as provas eram irrefutáveis. Recursos e dinheiro público foram devolvidos. Mesmo assim, as coisas são assim por lá. Ainda podem ser mais incrédulos alguns fatos, porque nesse mundo circense e quase fantasioso é possível juízes e advogados julgarem e advogarem casos em que familiares deles também são acusados ou vítimas. Ora bolas, mas isso, para eles, não tem nada de antiético ou imoral, porque é o que importa. É claro que nesses, entre aspas, "negocinhos da China" é inimaginável o que acontece debaixo dos panos, assim como a própria existência desse mundinho. Na política, então, o objetivo é viver sem oposição, pois as pessoas e os casos que surgem contrários aos que estão no poder são resolvidos rapidamente com a ajuda do Judiciário, de parte considerável do universo acadêmico e da mídia, amestrada e muito bem remunerada. Não é maravilhoso esse mundinho? Bem, tudo poderia ser um paraíso se não houvesse outros detalhes, como segurança e justiça, que, infelizmente, ficam em plano secundário. Entretanto, nem tudo são flores, assim como na poesia. Deveriam existir pessoas mal-humoradas que reclamam da falta de patriotismo e de outras banalidades parecidas, como respeito ao próximo, transparência nos atos, valorização do merecimento para obtenção de altos cargos e honestidade. Quem iria ligar para essas besteiras, se é possível se dar bem do nada? Vejam este exemplo: um limpador de bostas num zoológico ficou super-rico, de uma hora para outra, apenas por ser filho de uma autoridade do Governo. Bem, esse é apenas um dos exemplos. Podem ter certeza que há uma fila enorme de outros personagens desejando fazer a mesma coisa. Caso vocês que estejam lendo ou ouvindo este texto se interessem por esse lugar, sugiro que procurem, no continente sul-americano, às margens do Oceano Atlântico Sul, um local bonito e abençoado por Deus, uma antiga colônia portuguesa, porque, para mim, encheu o saco ser contra tudo que está acontecendo nesse mundinho. Se não bastassem essas afirmações, ainda podemos citar que — peço atenção, Sr. Presidente — militares que honraram a farda e suas histórias militares, no exterior e no mundinho, estão respondendo à acusação de participação em um golpe fantasioso em que não havia armas de espécie nenhuma, cuja única denúncia foi fundamentada por alguém que sofreu tortura psicológica e cedeu, ao afirmar mentiras. As Forças Armadas, ou desarmadas, desse mundinho estão sangrando de medo e de vergonha sob a justificativa de serem disciplinadas e apolíticas. Talvez tenham esquecido, esses que usam farda no mundinho, que as tradições históricas que possuíam, antes de a Esquerda se apropriar dos poderes, eram tradições de honra, de respeito e de amor do povo por aqueles que usam farda nesse mundinho. A história deverá cobrar àqueles que estão errando por omissão de seus deveres ou por ação e inércia. Moradores desse mundinho que pensam como eu, resta-nos pedir ajuda externa, já que o livro da lei é alterado de acordo com os desejos de togados desse mundinho, que, por coincidência, não obtiveram direito nenhum à representatividade do povo — isso não é fantástico? — e, mesmo assim, ali legislam. Enfim, considerando que o povo é cristão nesse mundinho, vai restar a fé e a esperança de dias melhores, de que a justiça divina possa prevalecer ou de que uma comoção social possa dar um basta e fazer com que o povo reaja. Este é o desabafo de um Deputado Federal sonhador que se sente decepcionado por não ter maioria para votar em defesa de princípios e valores cristãos, mas esperançoso da justiça de Deus, já que a justiça dos homens é falha nesse mundinho. Meu segundo tema, Sr. Presidente, diz respeito a um ato cometido em um país chamado Brasil por uma Presidência da República que se esqueceu do povo que representa, que se esqueceu das centenas de milhares de judeus que moram no País. Eu vou ler um texto, o testemunho de um sobrevivente do Holocausto de 97 anos de idade. O filho desse sobrevivente nos enviou este pequeno texto, que diz assim: Meu pai tem 97 anos. Carrega nas costas o peso de Auschwitz, a dor de ter perdido o pai, o irmão, os bens — tudo — quando era obrigado a participar daquela página negra da história do mundo, o campo de concentração de Auschwitz, na Polônia. E, ainda assim, construiu uma vida linda, ensinando o oposto do que viveu: respeito, amor, cultura e esperança. Enquanto isso, em pleno 2025, temos um Presidente da República que jamais leria este testemunho, que nunca entenderia o que significa a palavra "Shoá". Um Presidente que flerta com o antissemitismo, desrespeita a memória, despreza a cultura e governa com o som da ignorância ecoando pelos corredores do Poder — ignorância e bestialidades faladas sob palmas de uma claque insana. Mas meu pai está vivo. E sua existência já é um protesto. Cada respiração dele é um lembrete de que a civilização resistirá ao ódio — outra vez. Porque onde há memória, há vida. E onde há verdade, nem a escuridão do governo — cego pela ideologia de esquerda — apaga a luz da história. A reconstrução do País precisa se dar pela via do respeito, do amor, da cultura e da esperança. A existência dele é um protesto: onde há memória, há vida; onde há verdade, a luz da história não se apaga, caro sobrevivente de Auschwitz. Negacionismo, relativização, antissemitismo não são opiniões; são agressões à dignidade e uma afronta à Constituição brasileira. Racismo é crime inafiançável e imprescritível. Rechaço veementemente a decisão de retirada do Brasil da Aliança Internacional de Memória do Holocausto. Negação do Holocausto é um erro moral, histórico e diplomático. É lamentável! O Barão de Rio Branco deve estar se remexendo em sua cova, na sua história, por conta de decisões! Há três razões objetivas para reverter essa retirada do Brasil da aliança: memória não é agenda partidária, é pilar civilizatório e garante a verdade histórica; educação não é adereço diplomático, é barreira contra o negacionismo que ameaça jovens democracias; combate ao antissemitismo não é opcional, é dever legal e moral de um Estado. É hora de o Presidente Lula da Silva rever essa decisão. É compromisso desta Casa ser contra distorções da história, contra apologia ao ódio. Precisamos reagir. Concito todos os colegas aqui, de direita e de esquerda: vamos reagir! O Brasil não aguenta mais!
  • 21/08/2025

    O Deputado homenageou os maçons pelo Dia do Maçom, celebrado em 20 de agosto, destacando sua fraternidade e princípios de fazer o bem. Ademais, lamentou a persistência da compra de votos no Nordeste, que classificou como exploração da miséria, e defendeu legislação mais rigorosa para combatê-la. Além disso, relatou articulações de presidentes de partidos de Centro e de Direita em busca de unidade política e criticou o Presidente Lula por gastos excessivos, defendendo seu impeachment. Relembrou ainda o atentado contra o ex-Presidente Jair Bolsonaro em 2018 e cobrou da Polícia Federal e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) investigações sobre os mandantes. Alertou também para a crise na Venezuela e o risco de guerra, cobrando do Governo Federal medidas de apoio a Roraima e uma postura firme diante do Presidente Nicolás Maduro. Adicionalmente, reprovou o Governo Federal por criar atritos comerciais e diplomáticos com os Estados Unidos e por mentir sobre abertura de mercados internacionais. Ao final, destacou o cancelamento de exercício militar conjunto com os EUA e protestou contra o Partido dos Trabalhadores (PT) e o Presidente da República.

    Palavras-chave oficiais: Homenagem,Dia do Maçom Compra de voto,Região Nordeste,Pobreza,Legislação eleitoral Diálogo político,Presidente,Partido político,Direita política Presidente da República,Despesa pública,Impeachment Atentado,Homicídio,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Investigação criminal,Autor (direito penal),Autor intelectual,Polícia Federal (PF),Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Presidente da República,Venezuela,Guerra,Roraima,Governo federal,Política externa Política externa,Governo federal,Estados Unidos,Mercado internacional,Presidente da República,Partido dos Trabalhadores (PT),Exercício militar,Forças Armadas,Brasil

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    O SR. GENERAL GIRÃO (Bloco/PL - RN. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, gostaria que fosse agregado o meu tempo de Liderança. Sr. Presidente, nós estamos no dia 21 de agosto, e ontem foi o Dia do Maçom, que é uma data internacional. A gente sabe muito bem que os maçons procuram fazer o bem sem ver a quem. É uma fraternidade de irmãos da qual a gente tem orgulho de participar há mais de 34 anos. Minha saudação a todos os maçons brasileiros e do mundo. Que nós continuemos fazendo o nosso trabalho de acordo com os nossos princípios e valores! Graças a Deus, nós temos saúde e podemos, sim, lutar para mudar esta realidade do nosso País, realidade que também se repete em alguns Estados, principalmente na minha Região Nordeste. Eu lamento muito, porque o povo nordestino, apesar de ser forte, sofre com os desmandos, sofre com as incompetências instaladas por conta muitas vezes da compra de votos, que a Justiça Eleitoral, a segurança, principalmente as Polícias, não conseguem impedir. Deputado Sargento Fahur, nós precisamos trabalhar numa legislação para coibir de maneira rigorosa a compra de votos no Nordeste. Precisamos urgentemente fazer isso. Infelizmente, os Tribunais Regionais Eleitorais não conseguem atuar, a Polícia Federal não tem efetivo para isso, e a gente fica sujeito, às vezes, à exploração da miséria alheia. Esta é a grande realidade: a compra de votos é uma exploração da miséria alheia, e deveria haver um impedimento em relação a isso. Esse é um assunto seriíssimo. Eu lamento que poucos Deputados aqui tenham a coragem de falar sobre isso no plenário. Prosseguindo no nosso assunto, nós estamos diante de um momento bastante sensível no nosso País. Nós tivemos a ideia de conversar com alguns políticos, principalmente com alguns presidentes de partido, pedindo a eles que procurassem, dentre o universo dos presidentes de partido... E algumas reuniões já estão acontecendo. Quero cumprimentar o Dr. Rueda, conterrâneo nosso, nordestino, nascido em Pernambuco, Presidente do União Brasil. Dr. Rueda patrocinou uma reunião que contou com a participação dos presidentes de partidos de centro e de direita — isso não é segredo — para tentar unir esses partidos em torno de um nome: Brasil. Hoje o ex-Governador de São Paulo João Doria também está fazendo uma reunião do Lide, lá no Rio de Janeiro, que vai contar com a presença dos presidentes dos partidos. Eu espero que, nessa reunião, eles possam traçar algumas diretrizes para que seus representantes aqui na Câmara e no Senado trabalhem arduamente para nós mudarmos essa realidade do Brasil. A compra de votos tem que parar. Esses desmandos têm que parar. O gasto de dinheiro, a lua de mel que o Lula está tendo, desde que assumiu esse novo mandato, gastando, gastando e gastando, sem trazer benefícios para o nosso País, tem que acabar. Ele já era para ter sido impichado há muito tempo. Outro assunto foi à tona ontem. Foram interessantes as investigações em cima do ex-Presidente Bolsonaro, de sua família e de todos nós também, quase quarenta Deputados — respondemos na Justiça Federal, especialmente no STF, por atos antidemocráticos. Eu digo isso porque é fácil a gente relembrar, inclusive eu sei que os Deputados da Esquerda também têm conhecimento desta realidade, que, na hora em que foi preso o Adélio Bispo, o cabra que foi assassinar Bolsonaro lá em Juiz de Fora — e nem era para ele ter sido preso, pelo que foi programado pelos autores desse atentado —, nessa mesma hora um escritório de advocacia caríssimo foi acionado para ir defendê-lo. Não foi permitido, Deputado Sargento Fahur, que esse escritório de advocacia fosse investigado. Não foi permitido que o celular de Adélio Bispo fosse apreendido, para que as mensagens pudessem ser lidas. Não foram apreendidos os celulares dos advogados que correram para Juiz de Fora, a fim de defender Adélio Bispo. O que aconteceu em relação a isso? Por que não houve essa investigação? A Polícia Federal nos deve essa resposta. A Polícia Federal precisa lembrar que ela é uma instituição de Estado; ela não é de Governo. Eu conheço muitos policiais federais e lamento por aqueles que se venderam a este Governo, se venderam à Esquerda, se venderam a essa camuflagem de tentativa de assassinato do Presidente Bolsonaro. Até hoje, a gente não sabe quem mandou matar Bolsonaro. É incrível como o Brasil fica silente. É incrível como a mídia fica silente. Se fosse o contrário, se fosse uma tentativa de assassinato do Lula, esse negócio já teria virado um inferno. Então, o Brasil espera essa resposta — não apenas o Brasil, mas também o mundo —, porque essa, talvez, tenha sido uma das maiores ameaças à democracia que nós já tivemos no nosso País. Lamento a postura da OAB — lamento bastante. Mesmo mudando o seu Presidente, a OAB nacional não interpôs nenhum recurso até hoje para identificar os autores, os mandantes dessa tentativa de assassinato de Bolsonaro. Prosseguindo na nossa fala, Presidente, eu pediria, de antemão, que ela pudesse ser veiculada no programa A Voz do Brasil. Nós estamos diante de uma crise terrível na América do Sul. Os Estados Unidos da América, em virtude de continuados atos contrários à democracia, deslocaram três navios de guerra para o litoral — com certeza não é mar venezuelano, mas estão no mar internacional, em frente à Venezuela. A Venezuela é nossa vizinha. A Venezuela faz fronteira com o Amazonas e também com Roraima, Estado pelo qual eu tenho um carinho muito grande. Morei lá 11 anos. A crise internacional vivida no momento pode gerar uma guerra. E, se isso gerar uma guerra, o que vai acontecer com os venezuelanos? A maioria da população venezuelana mora no litoral. Ela vai se interiorizar mais ainda. Deputado Sargento Fahur, a Operação Acolhida, montada em Roraima, recebe, em média, duzentos venezuelanos todos os dias, pessoas que vão lá pedir refúgio. Alguns são militares que estão sendo perseguidos pelo ditador Maduro, cuja cabeça agora está a prêmio: 50 milhões de dólares. Meus amigos, isso não é brincadeira. Nós estamos a ponto de iniciar uma guerra na América do Sul, coisa que fazia tempo que não acontecia, desde o fim da década de 80 do século passado, com a crise nas Ilhas Falkland. Agora, nós estamos correndo o risco de as guerras voltarem a aumentar. E o Governo brasileiro não anunciou nenhuma medida. O Governo brasileiro não está levando reforços, ajuda para Roraima. Eu morei em Roraima. Eu tenho amigos em Roraima. Eu tenho familiares em Roraima. Então, eu estou aqui pedindo a este Governo Lula da Silva que se digne a abrir uma central de crise, um gabinete de crise, seja lá o que for, para poder ajudar o Governo de Roraima. Não é possível que os nossos brasileiros que lá moram... Lá há muitos cearenses, muitos nordestinos, muitos maranhenses, gaúchos também, pessoas do sul, e a gente precisa dar acolhida a esse pessoal, dar proteção a esse pessoal e cobrar respostas da Venezuela. Tenha coragem, Lula! Cobre respostas do Maduro, para que o Brasil não seja ameaçado! Aliás, nós não vimos nenhuma cobrança do Lula a respeito da taxação de 70%. O Itamaraty ficou calado. O Assessor-Chefe da Assessoria Especial esteve conosco na CREDN nesta semana e não respondeu nada sobre isso. Cobrou do Maduro por que 70% de taxa nos produtos? Se bem que é pouca coisa que o Brasil compra da Venezuela, mas compramos energia para Roraima — 70%. É um absurdo isso daí! É algo impensável nós termos um Governo conivente. Crise Brasil-Estados Unidos. Lula da Silva, com esse seu desgoverno, permitiu que fosse criada uma crise com o maior parceiro comercial brasileiro de todos os tempos. Esse parceiro comercial é um vizinho que compra muito da gente. Temos muitos americanos morando aqui. O turismo americano no Brasil é uma grande fonte de renda. E, simplesmente, por questões político-partidárias, Lula da Silva resolveu comprar uma crise com os Estados Unidos. Não teve a humildade de ligar para o Presidente Trump dizendo que se trata de defesa da soberania. Não teve a humildade ou a responsabilidade, como Chefe de Estado, de ligar para o Presidente americano para negociar as taxas. Isso daí é algo inaceitável! E a Esquerda está calada, concordando com isto: que venham as taxas em cima dos produtores brasileiros, que aumente a inflação e que a gente possa aqui parar de vender — porque o que vai acontecer é isso. Aí ele vem e anuncia 389 novos mercados. Devem ser mercados que compram um alfinete. É uma vergonha, porque ele disse um número absurdo, que eu acho que nem existe isso no mundo, quase 400 novos mercados. Não anunciou quais são esses mercados e não anunciou qual será a troca de mercadorias. É mentira atrás de mentira. Aliás, é o jeito PT de governar falar mentiras. É por isso que existe o "Lulanóquio", aquele boneco que eu trouxe um dia destes para o Plenário, porque artesãos do Nordeste o fizeram e me deram de presente. Eu pergunto: que soberania ele está defendendo, se poderá faltar comida, poderá faltar produtos, poderá haver uma loucura na nossa economia em virtude desta simples brincadeira? Parece que ele está brincando: "Parte aqui!" (Aproxima as pontas dos dedos indicadores.) Só faltou ele dizer assim: "Trump, parte aqui!" (Aproxima as pontas dos dedos indicadores.) Coisa de brincadeira, coisa de menino de calça curta e de bunda suja. É um absurdo isso daí! Eu não consigo aceitar essa postura internacional que o Lula da Silva está tendo no Brasil. Realmente, é algo vergonhoso. Se não bastasse tudo isso, Sr. Presidente, e vou concluir, agora nós tivemos o cancelamento de um exercício militar de que os Estados Unidos iriam participar aqui. É parceiro militar nosso antigo, talvez desde a Proclamação da República. Cancelaram o exercício militar, isto é, a jiripoca vai piar para cima das Forças Armadas também. Lamento muito este desgoverno implantado. Fora, Lula! Fora, PT!

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 17/12/2019 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.