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Foto de General Girão

Deputado · Câmara

General Girão

PL · RN

Direitapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Eliéser Girão Monteiro Filho · 71 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 82 de 100, Cara Bom0406080100

82/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 70% dos deputados · média do partido: 78

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 94%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 88%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 28%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 95%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

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Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 27%das 779 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou

Vota com o próprio partido 91%das 652 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou

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E-mail
dep.generalgirao@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5914
Gabinete
Gabinete 914, Anexo IV, 9º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

94%

Esteve em 367 de 391 sessões

Melhor que 48% dos deputadosMédia do partido: 92%

Votou nas votações

88%

Registrou voto em 993 de 1.128 votações nominais

Melhor que 74% dos deputadosMédia do partido: 80%

Iniciativas que viraram lei

0

de 17 projetos apresentados (0%)

1 avançaram · 11 em andamento · 5 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

27%

Em 779 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 11% dos deputadosMédia do partido: 33%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

499 discursos na tribuna · de 05/02/2019 a 01/09/2026.

  • 25/03/2026Breves Comunicações

    O Deputado criticou declarações do Presidente Lula, interpretando falas recentes como demonstrações de posicionamentos equivocados sobre temas como segurança pública, valores sociais e relações internacionais. Em seguida, relatou a morte de dois pacientes em uma clínica de hemodiálise na cidade de Mossoró (RN). Cobrou apuração rigorosa sobre possíveis falhas, levantando questionamentos sobre a qualidade da água utilizada no tratamento; cumprimento de protocolos sanitários; frequência de fiscalizações; e responsabilidade dos órgãos competentes. Além disso, criticou a situação geral da saúde no Estado, mencionando falta de medicamentos e problemas de gestão, e afirmou que a população estaria sendo prejudicada por falhas estruturais. Por fim, manifestou solidariedade às famílias das vítimas e reforçou a necessidade de investigação e responsabilização pelos óbitos.

    Palavras-chave oficiais: Presidente da República,declaração,Opinião política,avaliação negativa Falecimento,Paciente,Clínica de diálise,Hemodiálise,Mossoró (RN),Saúde pública,Rio Grande do Norte,investigação,Vigilância sanitária

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GENERAL GIRÃO (PL - RN. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, muito obrigado por encerrar, por 2 dias seguidos, as nossas sessões. Eu gostaria de pedir que a nossa voz pudesse ser repercutida pelo programa A Voz do Brasil. Os meus temas, inicialmente, serão dois — hilários, mas tristes. O primeiro deles é a sequência de "sincericídios" cometidos pelo Presidente que, recentemente, foi exaltado aqui na tribuna por um colega Deputado. Lula admitiu, em eventos, que sempre combateu os costumes, a família e o patriotismo. Esse é o primeiro "sincericídio" dele. Preciso admitir que ele está falando a verdade; pela primeira vez, está falando a verdade. O segundo tema é também a fala do Presidente ontem, ao sancionar a Lei Antifacção: "O Brasil será um dos países mais respeitados no mundo do crime organizado". Mais uma vez, ele disse algo verdadeiro: estamos nos aproximando de países que apoiam o crime organizado e o terrorismo e nos afastando daqueles que defendem o lado do bem. Essa é a triste realidade do Brasil sob o comando de Lula da Silva. O que me entristece é que pessoas subam à tribuna para defender um cabra com essa estirpe de maldade. É, realmente, a personificação do capeta em formato de gente. Essa é a verdade que precisamos enfrentar. Eu gostaria de terminar minha fala expressando meus sentimentos mais profundos a duas famílias no Rio Grande do Norte. Sr. Presidente, de ontem para hoje, tivemos duas mortes dentro de uma clínica de hemodiálise na cidade de Mossoró. Pessoas que já demandavam cuidados especiais, por conta de falência renal, e que frequentavam quase diariamente a clínica vieram a óbito. E não se sabe ainda qual foi o motivo. Qual foi a última fiscalização ocorrida na clínica? Quando foi a última vez que foram feitos exames na água utilizada? O sistema de tratamento de água estava devidamente regular? Acreditamos que talvez não. Os protocolos da vigilância sanitária estavam sendo cumpridos? Onde ocorreu a falha maior? Na verdade, duas pessoas perderam a vida. Não podemos aceitar isso calados. Quem precisava cuidar falhou. E lamentamos que o nosso Rio Grande do Norte, Deputado Sargento Fahur, esteja sendo conhecido como o "Rio Grande da Morte". Repito, para concluir, Sr. Presidente: o Rio Grande do Norte está sendo conhecido como o "Rio Grande da Morte". Por quê? Porque a incompetência está matando pessoas: incompetência na falta de fiscalização ou na má fiscalização; incompetência nos cuidados com crianças, jovens, adolescentes e idosos; e, agora, incompetência com pessoas que são pacientes de doenças crônicas. É lamentável que faltem remédios; é lamentável que faltem medicamentos dentro das unidades hospitalares, porque a Unicat, a Unidade Central de Agentes Terapêuticos, que deveria providenciar a medicação, não consegue atender os pacientes. Muito obrigado, Sr. Presidente. Que Deus nos proteja e salve o Rio Grande do Norte!
  • 24/03/2026

    O Deputado saudou o ex-Prefeito de Natal (RN), Álvaro Dias, destacando sua presença na Câmara e sua pré-candidatura ao Governo Estadual. Em seguida, criticou a situação do Rio Grande do Norte, apontando dados de alfabetização infantil divulgados pelo Ministério da Educação, segundo os quais o Estado teria o pior índice do país. Na oportunidade, questionou a gestão estadual, mencionando atraso na liberação de emendas parlamentares e levantando suspeitas sobre despesas com publicidade. Por fim, defendeu maior fiscalização por órgãos de controle e criticou a condução administrativa do Governo Estadual, sugerindo inclusive a possibilidade de impeachment da Governadora.

    Palavras-chave oficiais: Pré-candidatura,Governo estadual,Ex-prefeito,Natal (RN),Câmara dos Deputados Rio Grande do Norte,Alfabetização básica,Ministério da Educação,Educação infantil,Administração estadual,Despesa pública,Publicidade,Impeachment,Governadora,Emenda

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GENERAL GIRÃO (PL - RN. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, caros colegas, os dias se sucedem, e a gente se surpreende. O Brasil é o País da piada pronta. Quer dizer que a camisa da Seleção Brasileira agora é "Brasa"? Mudaram o nome do País? É isso mesmo? (Risos.) Meus amigos, eu não acredito nisso. Eu vou conversar com o Presidente da CBF para saber que marmota é essa. Não é possível isso daí! Sr. Presidente, eu peço a V.Exa. que a nossa fala tenha eco no programa A Voz do Brasil. Na minha fala hoje, preciso cumprimentar o nosso colega ex-Deputado Federal, ex-Prefeito de Natal e pré-candidato ao Governo do Estado, Álvaro Dias, homem do Seridó, que está nos visitando aqui, hoje, Presidente. Sinta-se sempre em casa! E eu espero que a sua próxima casa seja no comando do Estado do Rio Grande do Norte, que é do que eu vou falar agora. Meus amigos, minhas amigas, Presidente Lula da Fonte, o Rio Grande do Norte registrou, mais uma vez, o pior índice de alfabetização de crianças do Brasil. Esse número foi revelado pelo próprio Ministério da Educação — que é do PT também! Mas não tiveram como esconder isso. É tanta sujeira que não dá para esconder. Esta é a realidade: o índice de crianças alfabetizadas é o pior do Brasil, mais uma vez. E a gente sabe que a criança, o jovem, é o futuro do nosso Estado, é o futuro do Brasil. Então, se o Governo da professora não está cuidando das crianças, fazer o quê? É o nosso Estado cada vez mais no buraco. Mas isso não é tudo, não. Vejam só! Saiu na Tribuna do Norte, esta semana, que, das emendas parlamentares de quase 150 milhões dos Deputados Estaduais, até hoje, dia 24 de março, não foi liberado nenhum centavo, e um quinto das emendas do ano passado estão presas em restos a pagar. Isso é um absurdo! Você, do Rio Grande do Norte, sabia que está sendo enganado pela Governadora? Vocês, Deputados Estaduais, sabiam de todo esse represamento de emendas? Isso tudo que ela faz é para que vocês não possam exercer sua liderança nem dar apoio aos Municípios, que, sabemos, dependem, sim, das emendas parlamentares para o custeio também, não é só para o investimento, não. Emenda parlamentar também é para o custeio. O que a gente tem a dizer? O discurso da Governadora é o mesmo discurso do Presidente Lula, é o discurso de investir em narrativas. E, se não bastasse isso, vejam só os números. A Governadora tem um valor enorme em despesas com pagamento para propaganda. Atenção, Tribunal de Contas do Estado! Atenção, Ministério Público do Estado! Atenção, Deputados Estaduais! Façam uma comparação! Perguntem! Eu vou fazer um ofício para a Governadora perguntando a ela para onde é que está indo esse dinheiro e como é que ela está pagando isso se não paga os fornecedores, não paga aqueles prestadores de serviço, recolhe dos servidores o consignado, mas não recolhe para os bancos, para as instituições financeiras. Então, realmente é um desgoverno o implantado no Rio Grande do Norte. O que a gente pode fazer é chorar, porque eu esperaria que os Deputados Estaduais cobrassem isso dela. Já que a Governadora não quis sair, vamos colocá-la para fora. Impeachment já! É isso que a gente espera. Muito obrigado, Presidente.
  • 19/03/2026

    O Deputado criticou decisões judiciais relacionadas aos atos de 8 de janeiro e manifestou apoio ao ex-Presidente Jair Bolsonaro. Além disso, tratou do aumento dos custos do frete rodoviário, atribuindo a situação à política econômica do Governo Federal e alertando para riscos de paralisação de caminhoneiros. Criticou ainda a gestão da Governadora Fátima Bezerra, apontando problemas administrativos e de segurança pública no Estado. Também mencionou recursos destinados à segurança em Mossoró (RN) e cobrou sua execução. Por fim, destacou a aprovação do Projeto de lei nº 3.780, de 2023, que endurece penas para crimes como furto, roubo e receptação, defendendo medidas mais rígidas no combate à criminalidade.

    Palavras-chave oficiais: Supremo Tribunal Federal (STF),Decisão,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),solidariedade,Ato antidemocrático Governo federal,Política econômica,Óleo diesel,Preço,Motorista de caminhão,paralisação Rio Grande do Norte,Governadora,Segurança pública,gestão,Crítica,Mossoró (RN),Deputado federal,Emenda,Recursos orçamentários,Execução financeira Projeto de lei ordinária,Crime contra o patrimônio,Roubo,Aumento da pena,Aprovação

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GENERAL GIRÃO (PL - RN. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, caros colegas, neste fim de sessão, neste fim de semana, a gente precisa fazer uma reflexão. Sr. Presidente, já peço que a nossa voz seja divulgada no programa A Voz do Brasil. Eu gostaria de deixar uma primeira reflexão. Nós estamos vivendo mais um dia de mais um mês do terceiro ano de injustiças em relação ao 8 de Janeiro. Hoje é dia 19. Daqui a 2 dias, o nosso ex-Presidente Jair Bolsonaro completará 71 anos. É uma pessoa de idade que enfrenta a maior tortura que um político brasileiro já pode ter recebido ainda vivo, que é não ter os seus direitos como cidadão de idade. É um cidadão que quase foi assassinado por iniciativa de pessoas ligadas... Não estou aqui querendo dizer nada, só sei o seguinte: o cara era afiliado ao PSOL, foi irracional, radical e resolveu partir para matar Bolsonaro. Não conseguiu. E não descobrimos quem o mandou matar. Infelizmente, daqui a pouco o cara estará solto, daqui a pouco Adélio Bispo estará solto, e nós não sabemos quem o mandou matar Bolsonaro. Mas eu quero destacar aqui os meus parabéns, os meus cumprimentos a Bolsonaro. Que Deus, o nosso grande Criador, Arquiteto do universo, possa continuar abençoando e protegendo Jair Bolsonaro! Que as diversas intervenções necessárias sejam feitas para que a saúde dele melhore e ele possa, no dia 21, bater palmas, cantar parabéns e pedir a Deus que lhe dê saúde e cuide da sua vida! Outra situação, Sr. Presidente, de que precisamos falar aqui é a das tarifas do frete rodoviário. Ontem, o Deputado falou aqui muito claramente da irracionalidade dos custos dos caminhoneiros nas estradas, do aumento do diesel, devido à irresponsabilidade do Governo de Luiz Inácio Lula da Silva, que deveria, sim, ter agido para zerar os impostos e estimular os Governadores a reduzirem o valor do ICMS. Ele deveria zerar os impostos como Bolsonaro fez na pandemia; como Bolsonaro fez quando houve o começo da guerra da Rússia contra a Ucrânia. Não foi feito isso. O Lula não está fazendo isso. Ele está conversando com os Governadores para que diminuam o ICMS, mas eles mesmos é que aumentaram o ICMS. Este é o Governo que taxa cada vez mais. Então, eu lamento muito e espero que se possa chegar a um acordo sobre isso, para que os caminhoneiros não entrem em greve e parem o Brasil. Nós não queremos a teoria do caos; queremos que o Brasil continue funcionando da forma o menos grave possível para a população. Infelizmente, isso vai trazer o que sabemos: inflação, paralisações e tudo o mais. Eu gostaria de falar também sobre o descaso que acontece no Rio Grande do Norte. São dois descasos. O primeiro é que a Governadora Fátima Bezerra admitiu o fracasso do seu Governo quando, ontem, Deputado Sargento Fahur, deu uma entrevista coletiva à imprensa para dizer que não vai sair mais: "Digo ao povo que fico." Foi o Dia do Fico para a Fátima Bezerra. O Estado do Rio Grande do Norte está chorando, porque esperávamos que ela saísse, para que pudéssemos colocar alguém responsável, que desse andamento às demandas do Estado. Bem, ela não está saindo, e o Governo do Rio Grande do Norte está sem pé nem cabeça, como se fosse uma nau sem rumo. Esperamos que os Deputados Estaduais façam a sua parte e cobrem do Governo o que lhes cabe cobrar nesse período final. O que couber ao nosso mandato, estaremos aqui com atitudes, exigindo, sim, que ela coloque o Estado de volta ao rumo certo, o que é muito difícil. O pior de tudo é que gastam um dinheiro enorme com propaganda enganosa. É a filhota do Lula da Silva, do "Lulóquio". É o "Lulóquio" e a "Fatóquia" agindo juntos para enganar o povo do Rio Grande do Norte. Gostaria também de destacar, Sr. Presidente, o descaso e a ingratidão do Prefeito de Mossoró, o Prefeito comandado. Por quê? O Prefeito de Mossoró está segurando 1 milhão e 200 mil reais de nossa emenda para a segurança pública. O Deputado Sargento Gonçalves acabou de falar sobre o descaso da segurança pública no Estado do Rio Grande do Norte pelo Governo daquele Estado. Além disso — faço minhas as palavras em defesa dos nossos profissionais da segurança pública do Estado —, há o descaso também de Mossoró. Quando destinamos 1 milhão e 200 mil reais, quase 4 anos atrás, era para que fosse implantado o sistema de videomonitoramento, numa cidade que já foi homizio ou área de dormitório de quadrilhas do novo cangaço. Esse videomonitoramento poderia ajudar na segurança do Município. Poderia ajudar não só o Estado do Rio Grande do Norte, mas também o Estado do Ceará. E 1 milhão e 200 mil reais estão parados na conta de Mossoró por descaso. Destaco também a ingratidão dele. Foi inaugurar recentemente uma importante e excelente obra no entorno de Mossoró, na manobra que vem com a BR-110, saindo de Areia Branca e Grossos, trazendo todo o sal que vai ser direcionado para os demais Estados e exportado para o restante do mundo. Falo de descaso e ingratidão porque ele usou recursos que foram direcionados por Bolsonaro e por Rogerio Marinho, mas simplesmente não convidou nenhum dos dois para fazerem parte da inauguração. Aliás, não convidou ninguém da direita. E ele se diz de direita ou de centro-direita! É uma pena. Eu espero que a história cobre dele, conforme precisa ser cobrado. Por último, eu gostaria de destacar também a aprovação nesta Casa, na noite de ontem, do Projeto de Lei nº 3.780, de 2023, que endurece as penas para crime de furto, roubo, receptação e latrocínio. Vejam só, quem recepta também faz parte da engrenagem da criminalidade. No dia em que nós pararmos de ter pessoas querendo comprar celular mais barato para vender mais barato e pessoas querendo comprar celular mais barato, nós acabaremos com o crime de receptação. Com isso, diminuiremos também a vontade daqueles que insistem em querer roubar celular — e não só celular, mas também carro, bicicleta, motocicleta e tudo mais. Nós temos que proteger a vítima, e não facilitar a vida do criminoso. Esta é uma realidade que a gente vive, infelizmente. Eu digo que nós estamos vivendo uma pandemia, a pandemia da impunidade. Quando tiraram um criminoso e os seus asseclas... O cara que completou 80 anos agora, o tal do José Dirceu, está estimulando o Brasil a ter uma revolução. Eles já estão sentindo que vão perder e querem gerar uma revolução no País para que a direita não possa voltar a assumir o poder. Endurecer penas não é excesso — eu ouvi algumas pessoas da Esquerda falarem isso. Endurecer penas é defesa das vítimas; é querer, sim, enquadrar os bandidos como bandidos e colocá-los detrás das grades; é proteger a família brasileira; é defesa da ordem; é respeito à sociedade. Mandato parlamentar se faz com atitudes, não com promessas. E a gente lamenta, mais uma vez, que esta Casa esteja cortando etapas e não permitindo que todos os projetos que chegam ao Plenário passem por todas as Comissões. Muito obrigado.
  • 19/03/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do Projeto de Decreto Legislativo nº 1.203, de 2025, que aprova o texto do Acordo de Coprodução Cinematográfica entre o Governo da República Federativa do Brasil e o Governo da República Popular da China, celebrado em Pequim, em 1º de setembro de 2017. Além disso, questionou a tramitação do projeto, afirmando que a proposta não teria passado pelas etapas regimentais adequadas, como análise em comissão específica e debate em plenário. Nesse sentido, defendeu o cumprimento das normas internas da Casa para garantir transparência no processo legislativo.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de decreto legislativo,Oposição política,Voto contrário,Processo legislativo,Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN),tramitação

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    O SR. GENERAL GIRÃO (PL - RN. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, existe um compromisso em João 8:32: "E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará". Este projeto não passou pela Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional. Deveria ter passado, porque o projeto trata de acordo internacional. Não passou pelo Plenário, para nós o discutirmos. Esta Casa, como eu falei, tem tradição nisso. Eu não estou fazendo nada de diferente que não seja exigir que a Casa cumpra o que está previsto no Regimento Interno. Desculpem-me aqueles que pensam de modo diferente, mas eu insisto: dinheiro público não pode ser utilizado para iniciativas pessoais. Pode se tratar de audiovisual, filme, curta-metragem, longa-metragem, seja o que for. Não pode ser utilizado dinheiro público para iniciativas pessoais, para iniciativas privadas. Eu vou morrer defendendo isso, mas parece que há quem queira isso. É bom que as pessoas o saibam. A SRA. ERIKA KOKAY (Bloco/PT - DF) - Presidente, peço a palavra pela Maioria, apenas para uma argumentação. O SR. PRESIDENTE (Ribeiro Neto. Bloco/PRD - MA) - Eu gostaria que V.Exa. registrasse a orientação, Deputado Girão, para seguirmos o rito. O SR. GENERAL GIRÃO (PL - RN) - A orientação é "não", Presidente.
  • 19/03/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do Projeto de Decreto Legislativo nº 1.203, de 2025, que aprova o texto do Acordo de Coprodução Cinematográfica entre o Governo da República Federativa do Brasil e o Governo da República Popular da China, celebrado em Pequim, em 1º de setembro de 2017.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de decreto legislativo,Oposição política,Voto contrário

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GENERAL GIRÃO (PL - RN. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, esta Casa tem um costume, um hábito, uma tradição: este tipo de projeto precisaria passar pelas Comissões. Eu estou na CREDN desde 2019, quando assumi o primeiro mandato. Este projeto não passou por lá. Nós não discutimos esta matéria, nós não burilamos o projeto, que veio direto para o Plenário. Por isso, alguma coisa está errada. Eu não sei o que o Presidente da Câmara está pensando em relação a isso: empurrar goela abaixo projetos que usam dinheiro público, como já falei anteriormente, para financiar iniciativas privadas. Isso não pode ser aceito por esta Casa. Eu estou vendo a Esquerda defender o projeto. Independentemente do que falou meu colega aqui em relação a termos o Governo na mão no ano que vem ou não, nós não podemos ser irresponsáveis a ponto de usar recursos públicos para financiar iniciativas que não são públicas. É isso, Presidente. O SR. PRESIDENTE (Ribeiro Neto. Bloco/PRD - MA) - A orientação, Deputado General Girão, é "sim" ou "não"? (Pausa.) Deputado Girão, sua orientação é "não"? O SR. GENERAL GIRÃO (PL - RN) - A orientação é "não", Presidente.
  • 19/03/2026

    O Deputado discutiu o Projeto de Decreto Legislativo nº 1.203, de 2025, que aprova o texto do Acordo de Coprodução Cinematográfica entre o Governo da República Federativa do Brasil e o Governo da República Popular da China, celebrado em Pequim, em 1º de setembro de 2017. Além disso, mencionou a aprovação do Projeto de Lei nº 646, de 2025, sobre a destinação de recursos para a Operação Carro-Pipa e reforçou que políticas públicas devem ter finalidade específica. Também questionou a condução da transposição do Rio São Francisco, alegando interrupção no bombeamento de água para Estados do Nordeste. Em seguida, cobrou explicações do Governo Federal e defendeu a retomada do fornecimento de água para atender populações e atividades produtivas.

    Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de decreto legislativo Aprovação,Projeto de lei ordinária,Operação Carro-pipa,Região Nordeste,Transposição de Águas do Rio São Francisco,Governo federal,Abastecimento de água

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GENERAL GIRÃO (PL - RN. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, acredito que, como sociedade, nós precisamos evoluir. Infelizmente, parece que estamos andando para trás ou para o lado, como caranguejo — algo comestível, que é muito valoroso para nós. O que acontece com essa parte da indústria cinematográfica? Nós precisamos repensar, sinceramente, a maneira como ela é financiada. Nós acabamos de aprovar aqui um projeto que torna obrigatória a destinação de recursos para programas como a Operação Carro-Pipa. Estão esquecendo que o recurso público deve ter uma finalidade específica? A finalidade da Operação Carro-Pipa é atender às demandas da seca no Sertão. Qual é a finalidade do financiamento de filmes? Não interessa se o acordo é com a China, com o Japão, com o raio que o parta! Eu lamento que isso seja colocado em votação e que os colegas apoiem. Eu espero que os eleitores cobrem V.Exas. pelo que está sendo aprovado aqui: o uso de recurso público para financiar iniciativas privadas. Essa é a grande verdade. Aliás, a expressão "iniciativas privadas" parece até que cai bem: nós sabemos que isto aqui é uma privada. Sr. Presidente, aproveito para falar do que nós acabamos de aprovar em relação à Operação Carro-Pipa. Infelizmente, eu preciso deixar patente isso e gostaria que a Esquerda e aqueles que apoiam o desgoverno Lula se pronunciassem sobre as águas do São Francisco. Ninguém fala! O nordestino precisa saber disto: desde janeiro de 2023, as águas do São Francisco pararam de chegar ao Rio Grande do Norte, à Paraíba e ao Ceará. Por que isso? Porque Lula mandou fechar, Lula mandou fechar as torneiras, mandou fechar o bombeamento. Eu gostaria — eu estou falando aqui de maneira muito tranquila e muito clara — de termos uma resposta sobre isso. Na verdade, não só uma resposta, mas a volta do bombeamento das águas. O sertanejo que fica lá no extremo do Sertão nosso se acostumou à chegada das águas, a ver a água passar, a ver o rio que antes era seco receber água. De repente, isso foi interrompido sem explicação. Não bastasse isso, Deputada Adriana, se formos ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, eles vão dizer que as águas estão sendo bombeadas. É uma grande mentira! Eu fui lá e filmei, está na minha rede social: onde havia água corrente, hoje há lodo na superfície e lodo no fundo dos canais de interligação. É triste ver isso. É triste ver o silêncio de quem sabe que está errado. Nós precisaríamos era aumentar a quantidade de água para o consumo animal, o que é justo demais, e para a produção de alimentos. É triste ver um Governo de mentira! Aliás, é a cara do líder deles, o "Lulanóquio".
  • 19/03/2026

    O Deputado discutiu o Projeto de Decreto Legislativo nº 1.023, de 2025, que aprova o texto do Acordo de Coprodução Cinematográfica e Audiovisual entre o Governo da República Federativa do Brasil e o Governo da República Francesa, celebrado em Brasília, em 8 de maio de 2017.

    Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de decreto legislativo,contrário

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    O SR. GENERAL GIRÃO (PL - RN. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, caros colegas, por incrível que pareça, talvez eu esteja adotando hoje uma postura contrária, mas eu preciso deixar muito claro o seguinte: recurso público tem que ser utilizado para suprir as necessidades do público, da sociedade, da cidadania. A gente está fazendo agora a discussão de um PDL que aprova um acordo internacional que vai levar recurso público para a produção cinematográfica. Depois isso acabará sendo cobrado no ingresso. Esse recurso acabará financiando algumas produções que, sinceramente, não colocam o Brasil de volta no cenário das boas produções cinematográficas. Nós precisamos nos posicionar e dizer onde é mais importante utilizar o dinheiro público. O dinheiro público tem que ser utilizado para suprir as necessidades da sociedade. A produção de cinema no Brasil, nas décadas de 40, 50, 60, época de Oscarito, chegou ao topo. O Brasil tinha produções maravilhosas não só no cineteatro. Tínhamos produções maravilhosas. Hoje, a gente tem produções com uma ideologização muito forte, com um viés de esquerda muito grande. Depois, na bilheteria, acabam cobrando ingresso. A gente sabe muito bem que, se foi utilizado dinheiro público, a cobrança de ingresso não deveria ser realizada. Esse é o nosso posicionamento, Sr. Presidente. Etapas são queimadas aqui na Casa, às vezes, em algumas situações. Esses dois projetos passaram por essa situação. Foi por isso que eu me inscrevi para falar contra, para que a população brasileira saiba que existem alguns Deputados aqui que são contra o uso de recurso público para financiar iniciativas pessoais, iniciativas privadas. É muito simples: se o investimento fosse em um filme público, a gente aceitaria, porque supriria uma necessidade ou, talvez, até seria uma utilidade pública. Este é o nome: utilidade pública. Aqui o recurso é para utilidade privada. Depois, ainda cobram ingresso. Eu sou contra o financiamento de festas públicas em que cobram ingresso. Isso também não pode acontecer. O cinema é uma arte. A gente precisa entender isso. O brasileiro precisa ver os recursos sendo utilizados para suprir as necessidades da sociedade, não as necessidades de alguns artistas que já são regiamente remunerados — vou dizer de novo: são regiamente remunerados. Inclusive, aparecem defendendo a pobreza na entrega do Oscar, mas estão usando relógios que custam 50 mil, 60 mil, 70 mil, 100 mil reais. É incrível a cara de pau de quem defende esse tipo de coisa.
  • 19/03/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do substitutivo ao Projeto de Lei nº 646, de 2025, que altera a Lei nº 12.340, de 2010, que dispõe obre as transferências de recursos da União aos órgãos e entidades dos Estados, Distrito Federal e Municípios para a execução de ações de prevenção em áreas de risco de desastres e de resposta e de recuperação em áreas atingidas por desastres e sobre o Fundo Nacional para Calamidades Públicas, Proteção e Defesa Civil; e dá outras providências, para prever a utilização do Fundo em programas de apoio a mitigação dos efeitos da seca, como a Operação Carro-Pipa.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Partido Liberal (PL)

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    O SR. GENERAL GIRÃO (PL - RN. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Deputado Duarte, eu me dirijo especialmente a V.Exa., mas também ao Presidente, a todos os demais que estão presentes e àqueles que nos acompanham também. Presidente, parece-me que há uma agregação de tempo. A situação da seca no Nordeste é algo muito mais complexo do que a gente imagina. Há mais de 50 anos, foi criado o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas — DNOCS. Infelizmente, a gente precisa admitir, Deputado Gonçalves, que o DNOCS está devendo nas ações de combate à seca. Por quê? Porque a seca é algo que nunca parou. Essa é uma grande realidade. O DNOCS repassou alguma coisa para os Estados, mas os Estados não conseguem cumprir a sua parte. A gente precisa atuar para combater a seca. Quando se falou na transposição do Rio São Francisco, Deputada Erika, eu estive em Jardim de Piranhas no momento da chegada das águas ao Rio Grande do Norte, que foi o último Estado que recebeu as águas do São Francisco. Eu estive lá em 19 de fevereiro de 2022, com o Presidente Bolsonaro e todo mundo. As águas chegaram ao Rio Grande do Norte, que foi o último Estado a que as águas chegaram. Em 1º de janeiro de 2023, o Presidente atual, o que está sentado na cadeira, o que foi colocado lá, mandou fechar o bombeamento das águas. Então, hoje as águas do São Francisco não são mais bombeadas nem para o Ceará nem para o Rio Grande do Norte. Elas estão somente a Pernambuco. Nós precisamos que isso volte a acontecer. Deputado Hildo Rocha, o sertanejo achava que, quando as águas do São Francisco chegassem, na casa dele haveria água. Só que essa transposição, Deputado Sargento Fahur, só leva água para consumo humano, não leva água para consumo animal e também para o plantio, que é o que o Nordeste precisa. A região é muito bem servida de solo, de sol e de povo que quer trabalhar. Infelizmente, parece que existe gente no Governo que quer manter esse povo no cabresto, sempre com o auxílio de uma "bolsa-esmola" da vida. A Operação Pipa não pode parar, só que do jeito que ela está... Sr. Presidente, eu acho que chegou também um pedido de tempo de Liderança da Oposição. Não? (Pausa.) O que está acontecendo? Se tirarmos a Operação Pipa das mãos do Exército Brasileiro, que hoje é o responsável, o coordenador, ela vai falhar, porque vai estar nas mãos de Prefeitos e Vereadores, que podem usar isso de forma política. Assim, vai cair por terra todo princípio de equilíbrio. Então, o que nós advogamos, Deputado Duarte Jr., é que esses recursos sejam, sim, fiscalizados. Queremos inclusive fiscalização federal. A grande solução seria que todos fôssemos honestos e que o caminhão-pipa estivesse nas prefeituras e pudesse atender a todo aquele pessoal da zona urbana ou rural que tem necessidade. Sr. Presidente, quando chegar o tempo de Liderança, eu complemento.
  • 18/03/2026

    O Deputado manifestou insatisfação com indicação política para o Conselho Fiscal da Companhia Docas do Rio Grande do Norte (Codern) e assinalou que a nomeação de ex-Deputada filiada ao MDB trouxe questionamentos em razão de menções a envolvimento em escândalo de roubo dos aposentados. Declarou que a Codern, após recuperação administrativa no Governo Bolsonaro, deveria estar voltada a investimentos e ao escoamento da produção do Estado. Além disso, evidenciou a importância de ampliar a capacidade operacional da companhia diante do crescimento da produção de frutas.

    Palavras-chave oficiais: Companhia Docas do Rio Grande do Norte (CODERN),Ex-deputada federal,Movimento Democrático Brasileiro (MDB),Nomeação,Conselho fiscal,envolvimento,Fraude,Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Aposentado Companhia Docas do Rio Grande do Norte (CODERN),atuação,escoamento,produção,Rio Grande do Norte

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    O SR. GENERAL GIRÃO (PL - RN. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu gostaria de falar sobre a Companhia Docas do Rio Grande do Norte — Codern, uma companhia que teve em sua gestão o Almirante Öberg e depois o Brigadeiro Carlos Eduardo. Terminamos os 4 anos do Governo Bolsonaro com esses dois Diretores-Presidentes colocando a Codern, de novo, no rumo certo. Agora, de ontem para hoje, estourou uma denúncia em relação a uma ex-Deputada, agora filiada ao MDB, indicada pelo MDB para o Rio Grande do Norte, para o Conselho Fiscal da Codern, e essa ex-Deputada está envolvida também no escândalo do roubo dos velhinhos e das velhinhas. Eu fico triste, porque uma Companhia Docas, que era para estar sendo recebida para investimentos, para a melhoria no escoamento da produção do Estado, está envolvida com pessoas que têm denúncias de desvio de dinheiro e tudo o mais. Eu lamento muito que as indicações políticas sejam a mola mestra que faz com que essas companhias funcionem. A Codern, Companhia Docas do Rio Grande do Norte, precisa, sim, ter capacidade operacional para escoamento dos produtos, que estão aumentando cada vez mais, porque a chegada das águas do São Francisco, que foi feita com o Bolsonaro e parou com o Lula, vai voltar, e nós precisamos, sim, aumentar a capacidade de produção de frutas. Eu lamento muito que isso tenha ocorrido, Presidente. Eu gostaria de pedir que a nossa voz pudesse ter repercussão no programa A Voz do Brasil. Muito obrigado.
  • 18/03/2026Breves Comunicações

    O Deputado manifestou insatisfação com a situação do ex-Presidente Jair Messias Bolsonaro e dos integrantes do Governo anterior. Declarou que houve violações de direitos humanos e assinalou que parlamentares europeus teriam tomado conhecimento desse quadro em reuniões na CREDN e na Comissão de Segurança Pública. Além disso, criticou o ativismo político nas Cortes, defendeu a derrubada de veto presidencial ao Projeto de Lei nº 2.162, de 2023, para viabilizar a anistia e questionou a condução da política externa brasileira em relação a Israel e ao Irã.

    Palavras-chave oficiais: Ex-presidente da República,integrante,Governo,Condenação judicial,Parlamentar,Europa,Violação do direito Derrubada de veto,Veto presidencial,Projeto de lei ordinária,Diminuição da pena,anistia Relações internacionais,Política externa,Israel,Irã,Guerra

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    O SR. GENERAL GIRÃO (PL - RN. Sem revisão do orador.) - Boa tarde, Sr. Presidente, caros colegas. Gostaria de pedir que a nossa voz pudesse ter repercussão no programa A Voz do Brasil. Eu virei, todos os dias da minha vida, enquanto a justiça não for restabelecida no Brasil, a esta tribuna dizer da tortura e da tentativa de assassinato que estão querendo fazer contra o ex-Presidente Jair Bolsonaro e todos os demais que o acompanharam no Governo e que estão devidamente condenados por uma narrativa de tentativa de golpe. O que estão fazendo com o Presidente Jair Bolsonaro é tortura em mais alto grau. É um absurdo! É falta de direitos humanos! Nós apresentamos essa demanda a uma comitiva do Parlamento Europeu que esteve conosco aqui até à tarde de hoje, dizendo a eles que levassem para a Europa, levassem para o Parlamento Europeu, a realidade e a verdade sobre o Brasil. Vários familiares e advogados de presos políticos nos encontraram na CREDN e também na Comissão de Segurança Pública ontem, e nós passamos essas informações para esses Parlamentares europeus, para que saíssem daqui devidamente informados. A informação deles, que nós gravamos também no programa A Voz do Brasil, com o Embaixador António Tânger, é que eles saíram daqui impressionados com a falta de democracia e respeito aos direitos humanos no Brasil. Esta é uma realidade. Outro assunto, Sr. Presidente, que precisamos tratar é que a balança da Justiça, há muito tempo, está desequilibrada, desde o momento em que o ativismo político adentrou as principais cortes do País. Digo principais cortes porque não é somente o Supremo Tribunal Federal; são várias cortes em que o ativismo político entrou. E a gente sabe: para um processo andar ou para não andar, depende de uma conversa de um político com um Ministro das Cortes. Meus amigos, isso é brincadeira! Nós já somos um país desmoralizado por muitas coisas, mas eu esperava que não fôssemos por uma Justiça politizada, uma Justiça que tem dois pesos e duas medidas. Isso precisa acabar. Eu peço a você, cidadão brasileiro, cidadã: precisamos votar em pessoas comprometidas. Eu não estou pedindo voto para ninguém e não peço votos, vocês sabem disso. Primeiro, que seja feita a sessão do Congresso Nacional para que tenhamos, sim, a derrubada do veto deste Presidente da República, que foi colocado na cadeira não pelo povo. Assim, que esse veto seja derrubado, para que nós possamos ter a anistia que foi possível aprovar no final do ano passado. Vejam só, ele vetou o projeto da anistia, talvez porque o anjo da guarda de orelha dele — aquele do lado esquerdo, a mulher que o acompanha hoje — disse a ele: "Ei, tem que vetar no dia 8 de janeiro, como mostra de uma afronta a quem tentou derrubar o seu Governo". Tentativa de golpe sem arma, sem tropa, sem cabeça, sem uma liderança? Não existe tentativa de golpe. O que está existindo, sim, é uma retirada do Brasil da lista dos países democráticos. Afinal de contas, nós já não estamos nela há muito tempo, desde o momento em que o Ministro das Relações Exteriores resolveu abominar o ataque ao Irã, que estava desenvolvendo armas nucleares, e não defender o Governo de Israel quando também fez a mesma coisa, e, ao mesmo tempo, não atacou o Irã quando resolveu distribuir bombas em vários países do Oriente Médio. Isso é um absurdo! Isso é inaceitável! O Irã é um governo do mal, que financia, sim, ditaduras. Eu recebi, um dia desses, uma carta da Embaixada do Irã aqui, dizendo que queria falar comigo. Eu disse: "Olha, desculpe, mas eu não tenho o que falar com vocês, porque conheço o histórico de vocês. É uma pena". Eu não tenho nada contra o muçulmano. O povo muçulmano é um povo justo, é um povo correto. O povo muçulmano é diferente. A religião muçulmana é diferente. Ela também professa a fé, a fé em Alá, que é o Deus deles. Agora, eu sou radicalmente contra o xiitismo radical, propagado no Irã. Aí sim, eu tenho que ser radicalmente contra, porque é inaceitável que queiram dizer que quem vai para o céu é quem mata as pessoas. Muito obrigado, Sr. Presidente. Que se possa ouvir a nossa fala no programa A Voz do Brasil!
  • 17/03/2026

    O Deputado registrou a visita de comitiva de Deputados do Parlamento Europeu à Casa, destacando representantes de Portugal, Áustria e Holanda, além de diplomata residente no Brasil. Em seguida, informou que o grupo havia recebido Parlamentares brasileiros em agenda internacional voltada ao debate sobre segurança e liberdade. Na sequência, ressaltou a importância do intercâmbio entre Parlamentos para o fortalecimento institucional. Ao final, afirmou que o Parlamento brasileiro reunia debates relevantes e contribuía para a construção de soluções.

    Palavras-chave oficiais: Saudação,Comitiva,Parlamentar estrangeiro,Parlamento Europeu,Portugal,Áustria,Holanda,Diplomacia,segurança

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    O SR. GENERAL GIRÃO (PL - RN. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Deputado Silvio, colega nosso de partido também. Muito obrigado pela deferência. Nós estamos com uma agenda corrida, Presidente. Eu queria anunciar aqui, com muito orgulho, que estamos recebendo, no momento, uma comitiva de Deputados do Parlamento Europeu: o Embaixador Antônio Tânger, morador no Brasil há muito tempo também; Tiago Moreira de Sá, também português; temos também aqui — o nome dela é difícil de se pronunciar — Elisabeth Dieringer, que é da Áustria; e também Sebastian Kruis, da Holanda. Nós estamos aqui recebendo essa comitiva, que nos acolheu muito calorosamente na Europa também, quando estivemos em um fórum discutindo a segurança e a liberdade no Brasil e no mundo. Agradeço a vocês. Sejam sempre muito bem-vindos. Esta é a nossa Casa do Parlamento Brasileiro e, com certeza absoluta, as grandes discussões e as grandes soluções acontecem aqui. Sejam bem-vindos!
  • 16/03/2026

    O Deputado manifestou preocupação com o estado de saúde de Jair Bolsonaro e criticou decisões judiciais relacionadas ao caso, defendendo a concessão de prisão domiciliar por razões humanitárias. Também abordou episódio envolvendo o Deputado Guilherme Boulos, relatando confronto com jornalistas no Rio Grande do Norte e cobrando respeito à liberdade de imprensa. Mencionou casos de violência no Estado, incluindo tentativa de atentado contra Prefeito de Francisco Dantas e o assassinato do Vereador Fábio Vicente. Destacou o aumento da intolerância política e pediu investigação dos crimes, além de solicitar um minuto de silêncio em homenagem à vítima.

    Palavras-chave oficiais: Ex-presidente da República,Preso,Saúde Jornalista,Rio Grande do Norte,Liberdade de imprensa Violência político-eleitoral,Prefeito,Vereador,Rio Grande do Norte,Homicídio

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    O SR. GENERAL GIRÃO (PL - RN. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu peço que a minha fala tenha repercussão no programa A Voz do Brasil. Sr. Presidente, Deputado Evair, Deputado Sargento Fahur, Deputado Coronel Chrisóstomo, eu quero começar a minha fala comentando uma frase de Jair Messias Bolsonaro — aspas: "Se alguma covardia acontecer comigo, continuem lutando". Sr. Presidente, vou ler o meu discurso porque não quero fugir de nenhuma vírgula. Subo a esta tribuna para registrar a minha mais profunda indignação com a situação do ex-Presidente Jair Bolsonaro. Estamos falando de um homem de 70 anos, com histórico severo de complicações clínicas, agravadas desde o atentado brutal de que foi vítima e também em razão das múltiplas intervenções cirúrgicas a que precisou se submeter ao longo dos últimos anos. Se Jair Bolsonaro, Deputado Coronel Chrisóstomo, não tivesse uma saúde extraordinariamente resistente — como nós militares temos, com a graça de Deus —, já teria sucumbido em decorrência das nove intervenções cirúrgicas que precisou sofrer. Por isso, é inaceitável que agora, diante de um quadro clínico grave, o Estado brasileiro — leia-se, Supremo Tribunal Federal — O SR. GENERAL GIRÃO (PL - RN. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu peço que a minha fala tenha repercussão no programa A Voz do Brasil. Sr. Presidente, Deputado Evair, Deputado Sargento Fahur, Deputado Coronel Chrisóstomo, eu quero começar a minha fala comentando uma frase de Jair Messias Bolsonaro — aspas: "Se alguma covardia acontecer comigo, continuem lutando". Sr. Presidente, vou ler o meu discurso porque não quero fugir de nenhuma vírgula. Subo a esta tribuna, Sr. Presidente para registrar a minha mais profunda indignação com a situação do ex-Presidente Jair Bolsonaro. Estamos falando de um homem de 70 anos, com histórico severo de complicações clínicas, agravadas desde o atentado brutal de que foi vítima e em razão das múltiplas intervenções cirúrgicas a que precisou se submeter ao longo dos últimos anos. Se Jair Bolsonaro, Deputado Coronel Chrisóstomo, não tivesse uma saúde extraordinariamente resistente — como nós militares temos, com a graça de Deus —, já teria sucumbido em decorrência das nove intervenções cirúrgicas que precisou sofrer. Por isso, é inaceitável que agora, diante de um quadro clínico grave, o Estado brasileiro — leia-se, Supremo Tribunal Federal — insista em agir com frieza, como se nada estivesse acontecendo. A deterioração de sua saúde não pode ser tratada com detalhe burocrático nem com pinimba e mi-mi-mi de ativismo judicial. Não se pode ignorar que há um histórico dramático, que começou com uma tentativa de assassinato, que marcou a vida nacional e cujas consequências recaem sobre Bolsonaro até hoje. E ressalto: uma tentativa de assassinato que nunca foi esclarecida para o povo. Deputado Sargento Fahur, quem mandou matar Bolsonaro? V.Exa. sabe? Ninguém sabe! O brasileiro, o Brasil e o mundo não sabem. Negar prisão domiciliar humanitária para Jair Bolsonaro, diante desse cenário, não é frieza, não é firmeza, é desumanidade. Eu vou dizer também que é falta de caráter, é crueldade institucional, é fechar os olhos para a realidade de um homem idoso, fragilizado e submetido novamente a sério risco. Depois, não me venham dizer que não sabiam do agravamento do quadro clínico dele. Essa é uma mentira descabida, deslavada e cabeluda, para quem não tem cabelo na cabeça e também não tem juízo. Não poderão alegar desconhecimento da gravidade do quadro clínico; não poderão fingir surpresa diante de um agravamento que já se apresenta de forma clara, preocupante. E isso não é recente, já faz tempo. Ninguém está pedindo privilégio. Ninguém está pedindo refresco aqui, não. O que se pede não é refresco, não é refrigério. O que se pede é humanidade, é justiça. Ninguém está pedindo impunidade. O que se exige é dignidade e humanidade, respeito à dignidade da pessoa humana e um mínimo de responsabilidade por parte de quem tem o dever de decidir, de fazer com que a justiça seja feita. O que estão querendo mais uma vez, Sr. Presidente, e agora de forma institucional... porque, antes, foi um vagabundo chamado Adélio Bispo, contratado por não sei quem — ninguém sabe —, defendido por um escritório de advocacia que chegou lá rapidamente de avião. Quem pagou por isso? Deve ter sido o Papa. Com todo o respeito ao Santo Papa, só pode ter sido o Papa. Não é possível um negócio desses! Quem pagou para matar Bolsonaro até hoje a gente não sabe. A gente só sabe que pagaram os advogados e o tal do Adélio Bispo, que está para ser solto. Sr. Presidente, eu vou terminar a minha fala com um tema regional, falando acerca de um fato ocorrido no Rio Grande do Norte. Pasmem, Sras. e Srs. Deputados, senhoras e senhores que nos acompanham! As jornalistas mulheres do Rio Grande do Norte foram agredidas por um tal de Boulos, Guilherme Boulos. Esse cabra, que não merece as cuecas que usa — se é que usa —, foi ao Rio Grande do Norte para fazer um salamaleque com o PT e participar de um evento político que tinha meia dúzia de gatos-pingados, em frente ao Midway. Foi uma vergonha! Governadora Fátima Bezerra, a senhora tinha que pedir desculpas ao povo do Rio Grande do Norte. A senhora escalou a polícia para fazer segurança para meia dúzia de gatos-pingados. Deputado Evair, foi vergonhoso. Só havia lá uma claque. Não havia cinquenta pessoas em frente ao Midway para ouvir Guilherme Boulos, um lugar onde, normalmente, a gente junta mil, 2 mil pessoas. Mas isso não foi o bastante. Boulos participou de uma entrevista no programa 12 em Ponto, na rádio 98 FM. A entrevista foi conduzida pelas jornalistas — a minha continência para vocês e o meu respeito; estou fazendo esta fala aqui para defender vocês — Andréia Freitas, Anna Karinna Castro, Anna Ruth Dantas e pelos jornalistas Tulio Lemos, que sabe que nós não temos algumas diferenças, e Saulo Spinelly. Durante o debate, ao ser confrontado com informações públicas sobre o pedido de arquivamento de investigações envolvendo o ex-Presidente Jair Bolsonaro, Boulos elevou o tom, acusou jornalistas, inclusive gritou com as mulheres. Ele gritou com as mulheres! Eu quero que a mídia e os demais políticos do Rio Grande do Norte defendam as nossas mulheres jornalistas, não somente por serem mulheres, mas também por serem jornalistas. E, ao vivo, chamando-as de mentirosas, disse: "Não mintam!" Mesmo após a bancada toda dizer que as informações estavam publicadas pelo STF em veículos nacionais. A liberdade de imprensa, senhoras e senhores, é pilar do Estado Democrático de Direito. O jornalista não está em estúdio para agradar a autoridade, mas para perguntar, confrontar versões, cobrar coerência e informar a população. Eu mesmo, Sr. Presidente, já fui instado de forma grosseira, em algumas entrevistas lá, por pessoas que têm viés de esquerda, mas eu sempre respondi de maneira educada. E vou tentar voltar à educação aqui. Peço desculpas por me exaltar aqui. É que este tema é tão gravoso que é difícil ficar calado, quieto, e não se exaltar aqui no plenário. O que está em jogo é o respeito às instituições, o respeito à imprensa livre e o direito do povo de receber informações baseadas em fatos. Sr. Presidente, peço desculpas mais uma vez por me delongar. Para concluir, sexta-feira passada, dia 13 março — por uma coincidência triste do destino, uma sexta-feira, 13 —, nós tivemos no Rio Grande do Norte um assassinato político e uma tentativa de assassinato. Da noite do dia 12 para o dia 13, tentaram assassinar o Prefeito de Francisco Dantas. Pelas graças de Deus, o tiro bateu no para-brisa, bateu na lateral do carro e não o atingiu, chegou a atingir até a direção do veículo, mas não atingiu o Prefeito. Eu já pedi a ele que rezasse e agradecesse a Deus. Mas a segunda tentativa teve sucesso, infelizmente, e matou um Vereador nosso do PL. Há algum tempo, mataram também outro Vereador lá em Extremoz. Infelizmente, não tiveram êxito a apuração e a investigação. Então, Sr. Presidente, o que preciso dizer aqui para todos é o seguinte: nós chegamos a um ponto inacreditável de intolerância. A intolerância já reinou neste plenário, com agressões físicas aqui dentro, e ninguém sofreu consequência alguma, ninguém foi mandado para fora, ninguém perdeu o mandato. A intolerância está no mundo. A intolerância está no Brasil de um jeito absurdo. A gente não pode aceitar que essa intolerância que aconteceu no Rio Grande do Norte — especialmente em Extremoz e em Francisco Dantas — volte a acontecer. A convivência com os contrários é necessária. Eu não vou negar que não consigo conversar com algumas pessoas lá do meu Estado que são do PT, que são da Esquerda. Eu não consigo conversar com elas porque vejo que é perda de tempo. A verdade é essa. A gente discute algumas coisas, eles acham uma coisa, achamos outra, não há concordância. Infelizmente, na minha opinião, eles estão do lado errado. É isso o que a população está dizendo, e eu espero que a população possa marcar isso. Então, deixo aqui os meus sentimentos à família do Vereador Fábio Vicente, que foi assassinado a tiros. Sr. Presidente, eu sei que é pedir muito, mas — em respeito aos mortos, esta Casa sempre faz 1 minuto de silêncio — gostaria de pedir a V.Exa. que nos autorizasse a fazer 1 minuto de silêncio em respeito ao Vereador Fábio Vicente, assassinado covardemente. Muito obrigado, Sr. Presidente. O SR. PRESIDENTE (Hildo Rocha. Bloco/MDB - MA) - Vamos atender o pedido do Deputado General Girão e solicitar ao Plenário 1 minuto de silêncio. (O Plenário presta a homenagem solicitada.) O SR. GENERAL GIRÃO (PL - RN) - Que a justiça possa ser feita, Sr. Presidente, e que a intolerância não reine em nosso País! Obrigado.
  • 11/03/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do substitutivo apresentado ao Projeto de Lei nº 727, de 2026, que dispõe sobre a comercialização, a aquisição, a posse e o porte de aerossol de extratos vegetais por mulheres para fins de defesa pessoal, estabelece penalidades pelo uso indevido e altera a Lei nº 10.826, de 22 de dezembro de 2003 (Estatuto do Desarmamento).

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Partido Liberal (PL),Voto favorável

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    O SR. GENERAL GIRÃO (PL - RN. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sra. Presidente, o PL orienta "sim". Mais uma vez, a gente gostaria de reforçar a nossa defesa do direito à mulher de se proteger. Nós precisamos, sim, trabalhar isso daí o mais rápido possível, em função dos números de feminicídio, dos números de agressões contra as mulheres. Nem as medidas protetivas que estão sendo aplicadas pela Justiça atendendo aos pedidos das mulheres, nem essas medidas protetivas estão fazendo efeito. Então, nós precisamos, sim, enquadrar mais rigorosamente, primeiro, o direito à defesa das mulheres, conforme a gente está querendo aqui agora com a liberação da comercialização e uso do spray de pimenta, como também com as penas contra aqueles que resolvem agredir as mulheres. Mais uma vez, Deputada Soraya, eu gostaria de dizer que aquele ditado que diz que "em uma mulher não se bate nem com uma flor" está errado. Em uma mulher não se bate de maneira nenhuma. Quem bater tem que ser colocado de cabeça para baixo dentro de um tonel com esterco, para que ele possa experimentar realmente as agruras do que é ser um cabra safado. É assim que a gente lida lá no Nordeste.
  • 11/03/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei nº 727, de 2025, que dispõe sobre a comercialização, a aquisição, a posse e o porte de aerossol de extratos vegetais por mulheres para fins de defesa pessoal, estabelece penalidades pelo uso indevido e altera a Lei nº 10.826, de 22 de dezembro de 2003 (Estatuto do Desarmamento).

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei ordinária,Voto contrário,Partido Liberal (PL)

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    O SR. GENERAL GIRÃO (PL - RN. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sra. Presidente, nós falamos com a Relatora, a Deputada Gisela, e ela entendeu a nossa ponderação. O PL é contra a retirada de pauta. Nós precisamos, sim, garantir o direito das mulheres de poderem se defender de agressores, sem causar danos irreparáveis a ninguém, inclusive a ela também. A regulamentação do uso do OC será feita pelo órgão competente, que é o Comando do Exército, e dos óleos vegetais, pela Anvisa. Isso vai ficar muito claro nos §§ 2º, 3º e 4º.
  • 11/03/2026

    O Deputado comentou o requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei nº 727, de 2025, que dispõe sobre a comercialização, a aquisição, a posse e o porte de aerossol de extratos vegetais por mulheres para fins de defesa pessoal, estabelece penalidades pelo uso indevido e altera a Lei nº 10.826, de 22 de dezembro de 2003 (Estatuto do Desarmamento).

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Spray de pimenta,Arma não letal,Defesa pessoal,Mulher,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia

    Ler a transcrição oficial
    O SR. GENERAL GIRÃO (PL - RN. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Deputada, é o seguinte: nós conversamos ontem com a Deputada Gisela e lhe agradecemos muito. Trouxemos os assessores do Comando do Exército aqui, que é o órgão responsável para deliberar sobre produtos controlados. A substância OC é produto controlado. Eu vou esperar a senhora poder me ouvir. (Pausa.) O OC é um produto controlado. Então, nós explicamos os danos que podem ser gerados em função do uso indevido ou inadequado de um spray à base de pimenta, que deveria ser de produtos oleaginosos vegetais. Então, esse spray contendo OC poderá causar dano irreparável à visão das pessoas. Então, a Deputada Gisela não concordou em retirar OC. Enfim, a gente teve uma certa discussão aqui, mas chegamos a um acordo que foi o seguinte: ela colocou depois em dois parágrafos... (Desligamento do microfone.) O SR. GENERAL GIRÃO (PL - RN) - Eu pediria que não fosse cortado o tempo em função do fato de que a gente está buscando um acordo aqui. Nos §§ 3º e 4º, ela colocou "os órgãos responsáveis". No § 3º, está muito claro: "Anvisa"; no § 4º não foi colocado o Comando do Exército. Então, a gente pediria que no § 4º fosse colocado o Comando do Exército Brasileiro, que é quem compete fazer a fiscalização de produtos controlados. Além disso, no § 2º, pela redação feita, a gente sugeriria, se fosse possível, reforçar, porque, no nosso idioma, a gente fala muito da pirataria semântica no português. A gente tem que escrever a coisa muito clara e muito precisa. Então, na nossa via aqui, no § 2º, após citar "spray de pimenta (oleoresina capsicum – OC) ou spray de extratos vegetais autorizados pelo órgão competente", aqui deveria ser: "autorizados pelos órgãos competentes". Não é só a Anvisa, porque o OC não é a Anvisa; o OC é o Comando do Exército. Então, para ficar bastante claro, a gente sugeriria ser colocado no § 2º: "autorizados pelos órgãos competentes, destinados à contenção temporária" e no § 4º: "Comando do Exército". É uma pequena correção na redação para podermos, por exemplo, retirar o requerimento de retirada de pauta. Nós somos a favor, Deputada, do direito de defesa da mulher. Ontem eu fui quase agredido aqui dizendo que eu não era a favor disso. O PL é a favor, sim, do direito de defesa da mulher. Ela precisa ter esse instrumento para que possa se defender de um agressor. Agora, o instrumento que ela vai usar para se defender do agressor não pode ser usado contra ela, causando um dano irreparável nela ou em outra pessoa que esteja no meio daquela confusão, daquela briga. É isso.
  • 11/03/2026Breves Comunicações

    O Deputado criticou denúncias relacionadas ao Banco Master e a supostos casos de irregularidades envolvendo benefícios do INSS. Afirmou que o País enfrenta sucessivos escândalos de corrupção e defendeu maior rigor na apuração dos fatos e na responsabilização de eventuais envolvidos. Também direcionou críticas à gestão do Governo do Rio Grande do Norte, mencionando problemas fiscais, aumento da dívida pública e questionamentos sobre gastos com pessoal, previdência e educação. Acrescentou que a situação financeira do Estado exige esclarecimentos das autoridades e atuação dos órgãos de controle.

    Palavras-chave oficiais: Banco Master,Denúncia,Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),envolvimento,investigação Rio Grande do Norte,Dívida pública,Despesa administrativa,Educação,Governo,Tribunal de contas,esclarecimento

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    O SR. GENERAL GIRÃO (PL - RN. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, caros colegas presentes no plenário, pessoas que nos assistem no Brasil e no mundo, boa tarde. Sr. Presidente, gostaria inicialmente de pedir que a nossa fala tivesse repercussão no programa A Voz do Brasil, porque nos dirigimos, sim, aos brasileiros do interior também, não só aos da capital; aos taxistas, aos caminhoneiros que viajam ouvindo o rádio, procurando saber notícias do nosso País — notícias que, sabemos, nem sempre são tão agradáveis. Eu vou tentar não ser tão pessimista, mas preciso falar algumas verdades. A primeira delas é: o Brasil não suporta mais os escândalos, a corrupção envolvendo toda a linhagem que está sendo associada ao escândalo do Banco Master. Também não aceitamos mais as proteções quanto ao escândalo do roubo dos velhinhos e das velhinhas do INSS, Deputado Luiz Lima. Parece que as pessoas estão se esquecendo disso. O Banco Master, que é um grande escândalo, talvez o maior da história da República, está tentando ocultar o roubo dos velhinhos e das velhinhas, que está envolvendo o filhinho do Presidente da República. Essa é a realidade. Eu não vejo aqui a Esquerda defender o filho do Presidente da República, Deputado Delegado Éder Mauro! Não defende! Por quê? Porque não há defesa. Ele está enfiado da cabeça aos pés — diga-se de passagem, de cabeça para baixo. Está enfiado na lama, da cabeça aos pés. Os pés estão um pouquinho de fora, mas ele está enfiado na lama. E, claro, com isso, o paizinho dele também vai junto. Por quê? Porque o próprio Vice-Presidente, Deputado Otoni de Paula, falou, antes de se candidatar a ser Vice-Presidente dele, que ele, como candidato, iria voltar à cena do crime. Meus amigos, este é o retrato do nosso Brasil. Eu estou rindo aqui, mas eu estou rindo de tristeza. Este é o retrato do nosso Brasil. Sr. Presidente, eu gostaria de falar sobre outro assunto que diz respeito tanto ao Rio Grande do Norte quanto ao Brasil. Onde o PT põe as mãos a desgraça acontece, o desvio acontece, as suspeitas acontecem e a sujeira acontece. Deputado Luiz Lima, hoje ficamos muito tristes lá no Rio Grande do Norte porque todos nós sabíamos que a Governadora — eu não preciso falar o nome dela, é a do golpe — iria sair para concorrer ao Senado, mas, hoje, como em um passe de mágica, ela disse que não vai sair mais. Que pena! Caramba! Governadora, concorra! A senhora tem chances de ser derrotada, fragorosamente. Concorra, pelo amor de Deus! Seja corajosa! Eu não vou dizer outra coisa, não. Seja corajosa! Concorra, porque o Brasil espera colocar a senhora, assim como este Presidente da República, com o pé no traseiro, para fora da política, porque nós nos envergonhamos com V.Exas. trabalhando como trabalham, aliás, atrapalhando como atrapalham. Deputado Reinhold, é incrível a propaganda dela na televisão, aliás, com muito dinheiro injetado: "É o Governo que trabalha". E as pessoas dizem, de maneira jocosa: "É o Governo que atrapalha". Até parece que o som, o fonema é quase igual: atrapalha. A senhora atrapalha. Vamos fazer aqui só um breve relato. A dívida é superior a 6 bilhões de reais. Ultrapassou o limite máximo de gastos com pessoal, 56,41% da receita líquida. Olhe que o limite da Lei de Responsabilidade Fiscal é 49%. O limite já foi estourado. Mas o Ministério Público concorda, o Tribunal de Contas concorda, a Assembleia Legislativa aceita. Srs. Deputados Estaduais do Rio Grande do Norte, vamos fazer valer a vontade da lei. Cumpra-se a lei, Srs. Deputados! Presidente da Assembleia Legislativa, cumpra-se a lei! Essa senhora deve se sentar lá numa cadeira para justificar todas essas esculhambações. Não termina por aí: o rombo previdenciário é de 100 milhões de reais mensais. Servidores têm valores consignados descontados, mas as instituições financeiras não recebem o valor consignado que foi descontado dos servidores. Mais de 200 milhões de reais estão sob suspeita. Eu estou aqui falando de fraudes e licitações suspeitas. Vou repetir, mais de 200 milhões de reais. Isso aqui está em um artigo de jornal que saiu hoje. O jornalista até está chamando a Governadora de "coveira" do Rio Grande do Norte, porque está enterrando o Estado de um jeito difícil de ser desenterrado. O Governo não conseguiu aplicar os 25% obrigatórios na educação. Há pagamento de salários a professores cedidos a sindicatos sem publicação no Diário Oficial. IBGE indica índices preocupantes com quase metade da população, 43,5%. Vejam, é dado do IBGE, que é de esquerda. Agora o Presidente do IBGE está sendo suspeito, deve ser afastado por desvios de função, notícias falsas, manipulação de dados. Estamos falando, sim, de falência total do Governo do Estado do Rio Grande do Norte. Por favor, Governadora, saia. Faça um favor à sua história política: saia, antes que a sujeira fique maior. Haja tapete para varrer a sujeira!
  • 03/03/2026Breves Comunicações

    O Deputado criticou o Presidente Lula e afirmou que o atual Governo retomou práticas que já ocorreram em gestões anteriores. Manifestou também preocupação com a escalada de tensões no Oriente Médio, especialmente envolvendo o Irã, alertando para o risco de ampliação do conflito e possíveis impactos internacionais, como o aumento no preço dos combustíveis caso o Estreito de Ormuz seja fechado. Por último, criticou a posição diplomática brasileira diante do conflito e defendeu que o tema seja debatido no Congresso, inclusive com questionamentos ao Itamaraty.

    Palavras-chave oficiais: Governo federal,Presidente da República,Conflito,Oriente Médio,Irã,impacto adverso,Preço,Combustível,Relações diplomáticas,Ministério das Relações Exteriores,questionamento

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    O SR. GENERAL GIRÃO (PL - RN. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, gostaria de pedir inicialmente que a nossa voz tenha repercussão no programa A Voz do Brasil. Sr. Presidente, às vezes, nesta Casa, nós nos deparamos com pessoas que procuram refletir sobre o que são em outras pessoas. Lamentamos muito que alguns Deputados aqui subam à tribuna e se esqueçam do que fizeram e do que aqueles que eles defendem continuam fazendo. Realmente, como disse o Vice-Presidente num passado não muito distante, deixar Lula voltar à Presidência seria fazer com que ele voltasse à cena do crime. Pronto, ele voltou à cena do crime e continuou fazendo aquilo que fazia antes. É lamentável que estejamos vivendo esse problema no Brasil hoje. Mas eu subo à tribuna, Sr. Presidente, para alertar o Brasil. O que está acontecendo no Oriente Médio não está muito distante de nós, não. O que está acontecendo lá é exatamente um combate, um enfrentamento do que se chama de tirania. Trata-se de defesa, sim, da vida das pessoas. A tensão cresceu de um jeito tal que dificilmente essa guerra que está acontecendo hoje lá no Irã ficará restrita somente àquele espaço aéreo, àquela região. A tendência é que seja ampliada cada vez mais. A resposta do Irã está indicando isso. Eles estão respondendo onde quer que seja. Já começaram com os atentados terroristas. Então, nós precisamos redobrar a segurança. Tenho muita preocupação quando o Governo brasileiro, por esse cara que está sentado na cadeira de Presidente da República, resolve tomar partido de uma república islâmica que é a favor da tortura de mulheres, não respeita o sexo oposto, é a favor de muita coisa errada, como sabemos, inclusive financiamento do terrorismo internacional. Nós lamentamos muito que o Brasil esteja sendo equiparado a países que apoiam o terrorismo. Espero que o terrorismo se mantenha longe do Brasil — eu me refiro ao terrorismo que utiliza bombas e tudo mais, porque já existe aqui uma espécie de terrorismo, que é o jeito petista de ser. É muito grave o momento. Ficou mais grave ainda depois de ontem, quando o Embaixador do Irã se pronunciou para agradecer a defesa que o Presidente Lula da Silva fez em relação ao fato de o Irã ter sido agredido. Ele se esquece, assim como colegas que nos antecederam aqui, de dizer que a República Islâmica do Irã, infelizmente, é sim violenta contra as mulheres, contra as crianças, não respeita direitos humanos, mata os opositores. Só está faltando haver esse tipo de atitude no Brasil também. Além do aspecto moral, existe um aspecto prático. Quando uma região estratégica entra em colapso, como ocorreu no Oriente Médio, uma região estratégica no que se refere a combustíveis, como aconteceu em períodos de guerras anteriores, espera-se que venha paulada que virá. Existe ameaça de o Estreito de Ormuz ser fechado pela Guarda Revolucionária Iraniana. Isso gerará aumento do preço dos combustíveis, com as suas consequências, como aumento do preço de vários outros produtos. Nós precisamos, sim, nesta Casa, questionar o Itamaraty. Estou indo agora à Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional desta Casa fazer isso. Precisamos questionar o Itamaraty e a Presidência da República. Agiu com irresponsabilidade o Presidente Lula.
  • 25/02/2026Breves Comunicações

    O Deputado criticou a Marcha dos Prefeitos, afirmando que o evento não trouxe resultados concretos e representaria desperdício de recursos públicos. Em seguida, sobre o fim da escala 6x1, disse ser favorável ao debate sobre melhores condições de trabalho, mas contrário à forma como a proposta vem sendo conduzida. Argumentou que a redução da jornada sem compensações pode gerar desemprego, informalidade e fechamento de empresas. Por fim, defendeu a necessidade de medidas como desoneração da folha e alternativas de financiamento, além de criticar o custo elevado de contratação no Brasil e o que considera excesso de gastos do Estado.

    Palavras-chave oficiais: Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios,Prefeito,Recursos públicos Escala de revezamento de trabalho,Turno de trabalho,Regime de trabalho,Condições de trabalho,redução,Jornada de trabalho,Desemprego,informalidade,Trabalho informal,Folha de pagamento,Financiamento,Despesa pública

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    O SR. GENERAL GIRÃO (PL - RN. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu gostaria de pedir que a nossa fala fosse repercutida no programa A Voz do Brasil. A primeira parte da nossa fala, Presidente, é sobre mais uma marcha dos Prefeitos a Brasília. Houve um chamamento que praticamente não resultou em nada. Trocando em miúdos, Deputado Gayer, eles convidaram os Prefeitos para organizarem a próxima reunião dos Prefeitos, a Marcha dos Prefeitos. Isso é brincadeira com o dinheiro público. Deveria haver uma responsabilização. Não é possível! O segundo tema é o debate sobre o fim da escala 6 por 1. O trabalhador merece dignidade, merece tempo com a família, merece saúde. Nós não somos contra discutir jornada de trabalho, discutir escala. Nós somos contra a forma como isso está sendo colocado, como se bastasse um estalar de dedos para a lei mudar magicamente e tudo melhorar. Os trabalhadores vão trabalhar menos, mas o que isso vai causar? Isso vai gerar desemprego, informalidade; empresas vão fechar. É muito bonito o discurso, mas onde está a compensação? Existem boas ideias. O Deputado Passarinho apresentou uma ideia acerca da desoneração da folha. Mas isso também não acontece assim. Nós estamos mudando o processo tributário no País e, com certeza absoluta, teremos problemas, principalmente, com os pequenos empresários. Se reduzirmos os dias de trabalho, a produtividade subirá? É mentira! É uma mentira cabeluda, como diziam meus antepassados. É conversa fácil. Como é que um motorista de ônibus vai produzir mais? Ele vai correr mais? Como é que um piloto de trem, um frentista ou um auxiliar de serviços gerais vai produzir mais? Não tem como! Infelizmente, essa é a verdade. Nós defendemos, sim, que sejam criadas melhores condições de trabalho. Isso se faz reduzindo para 40 horas, para 36 horas? Não sabemos. Isso tem que ser discutido. Lançar um projeto como esse e abraçá-lo em um ano eleitoral é irresponsabilidade — para não usar um palavrão. Contrapartidas e compensações aos empregadores precisam acontecer para que a informalidade não passe a ser a regra geral. Deve haver nova desoneração da folha para compensar o aumento de custos. Há uma proposta na mesa para discutir a forma de financiamento, a Proposta de Emenda à Constituição nº 1, de 2026, que troca a contribuição previdenciária patronal sobre a folha por uma cobrança sobre o faturamento bruto das empresas. Nós já sabemos que a Previdência brasileira está quebrada novamente. Neste desgoverno, a falta de responsabilidade com a gestão pública quebrou a Previdência. A falta de redução de custos quebrou a Previdência de novo. Os empregos a mais, os concursos a mais estão quebrando a Previdência de novo. A gente precisa cobrar isso. O que inibe o emprego é o alto custo para manter um empregado. Em muitos casos, o trabalhador recebe na ponta da linha. Isso é o resultado de um Estado pesado, arrecadador e ineficiente. Quer melhorar as condições de vida do povo? Comece reduzindo o peso do Estado, coisa que este Governo não faz. Aliás, não só não reduz o peso do Estado, como também viaja para dar a lua de mel dos sonhos à Primeira-Dama. É lamentável! Era isso, Presidente.
  • 24/02/2026Breves Comunicações

    O Deputado denunciou irregularidades envolvendo autoridades da República, citando reuniões e viagens que teriam objetivo de organizar desvios de recursos públicos. Criticou o cancelamento do Decreto nº 12.600, que integrava o Programa Nacional de Desestatização e permitiria investimentos em hidrovias da Região Amazônica, como Madeira, Tocantins e Tapajós, essenciais para navegação e escoamento de produção. Afirmou ainda que ocupações e atos de depredação, atribuídos à empresa Cargill, teriam motivado a anulação do decreto. Relacionou o episódio com a repressão do 8 de janeiro, destacando a injustiça sofrida por mais de 1.600 pessoas. Por fim, defendeu o uso das hidrovias para reduzir custos e acidentes no transporte e repudiou ações contrárias à produção nacional e ao desenvolvimento regional.

    Palavras-chave oficiais: Despesa pública,Recursos públicos,irregularidade,Governo federal,Crítica Decreto,Programa Nacional de Desestatização (PND),Hidrovia,Região Amazônica,cancelamento,Crítica

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    O SR. GENERAL GIRÃO (PL - RN. Sem revisão do orador.) - Caro Presidente Charles Fernandes, muito obrigado pelo espaço, pelo tempo. Peço que a nossa voz tenha repercussão no programa A Voz do Brasil. Caros colegas, todos os que assistem à sessão pela TV Câmara pelo Brasil e pelo mundo, nós vivemos momentos sombrios na República brasileira: conversas cabulosas entre autoridades da República, viagens mais cabulosas ainda em aviões particulares, almoços, jantares. Se fosse apenas um momento social, a gente ficaria calado, mas isso é para organizar desvio de dinheiro, para organizar falcatrua, para organizar — eu vou usar um termo muito forte, Presidente — patifaria. Essa é a grande realidade. Como se isso não bastasse, nós estamos vendo agora, Deputado Cabo Gilberto, nosso Líder da Oposição, o cancelamento do Decreto nº 12.600, de 2025. O cara que senta ali ao lado, que foi colocado na cadeira de Presidente, apresentou um decreto que incluiu, no Programa Nacional de Desestatização, a Hidrovia do Rio Madeira, a Hidrovia do Rio Tocantins e a Hidrovia do Rio Tapajós. Esse PND permitiria que empresas investissem nesses rios. Quem conhece a Região Amazônica in loco, ao vivo e a cores, sabe muito bem que, na maioria dos rios, há bancos de areia que precisam ser limpos, que precisam ser retirados, para que a navegação possa acontecer. Há, na empresa Cargill, uma ocupação. Tocaram fogo, quebraram, depredaram e ainda estão ocupando o espaço. Fizeram essa violência para que o decreto fosse revogado. O decreto foi anulado. Eu pergunto: quer dizer que a violência vale? Nós tivemos a narrativa do 8 de Janeiro — mais uma vez, eu preciso citar o 8 de Janeiro —, uma grande armadilha na qual aqueles patriotas foram enquadrados. Infelizmente, estão pagando por isso, sofrendo na pele. Mais de 1.600 pessoas estão sendo julgadas e condenadas de forma injusta, em cima de uma narrativa de tentativa de golpe. Essa é a verdade. Eu lamento muito que a empresa Cargill não esteja no Rio Grande do Norte. Eu estou aqui defendendo uma empresa brasileira que gera empregos, que defende, sim, o nosso País e que defende a democracia. Estou repudiando mais uma atitude do Governo Lula da Silva contrária à produção, contrária ao progresso do País. É um absurdo o que estão fazendo! Na FPA, nós vamos insistir nisso, para que o Governo volte atrás e autorize essa inclusão, para que a limpeza das calhas dos Rios Madeira, Tocantins e Tapajós possa acontecer. Assim nós teremos a redução do tráfego nas rodovias, diminuindo o risco de acidentes de trânsito, e o uso de um transporte mais barato pelas hidrovias. Muito obrigado, Sr. Presidente. O Brasil tem jeito! Fora, PT! Fora, Lula!
  • 24/02/2026

    O Deputado destacou a visita do Prefeito de São José do Campestre (RN), Eribaldo Lima, e do Deputado Estadual Coronel Azevedo, ressaltando a trajetória de parceria desde o início do mandato. Afirmou que a presença das lideranças era importante para discutir soluções e afirmou a necessidade de tirar o Estado do que chamou de “atoleiro”, destacando desafios administrativos e políticos enfrentados pelo Rio Grande do Norte.

    Palavras-chave oficiais: Prefeito,São José do Campestre (RN),Deputado estadual,Rio Grande do Norte,Saudação,Atuação parlamentar

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    O SR. GENERAL GIRÃO (PL - RN. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, é muito bom a gente receber aqui na Casa a visita de autoridades municipais e estaduais também. O Rio Grande do Norte está passando por um momento ímpar. A Governadora está dizendo que vai sair para concorrer ao Senado, o Vice-Governador também vai sair. Dessa forma, terá de ser feita uma eleição indireta. Eu quero agradecer a presença do meu Prefeito de São José do Campestre, o Eribaldo Lima, um cabra que está conosco praticamente desde o começo, quando assumiu o mandato; e a presença do nosso Deputado Estadual Coronel Azevedo. É sempre uma honra recebê-los aqui. Prefeito Eribaldo, seja sempre muito bem-vindo aqui. Que a gente possa tirar o Rio Grande do Norte desse atoleiro! É isso que a gente está vivendo no nosso Estado. Muito obrigado.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 17/12/2019 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.