
Nome civil: Fernando Bezerra de Souza Coelho Filho · 42 anos
Bananômetro
66/100
Trabalha bem, com espaço para melhorar.
Nota maior que a de 17% dos deputados · média do partido: 74
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 96%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 75%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 0%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 16%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
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- dep.fernandocoelhofilho@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5662
- Gabinete
- Gabinete 662, Anexo IV, 6º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
96%
Esteve em 377 de 391 sessões
Votou nas votações
75%
Registrou voto em 843 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 0 projetos apresentados
Alinhamento com o governo
84%
Em 650 votações em que o Governo orientou
5 discursos na tribuna · de 07/08/2019 a 30/10/2025.
- 30/10/2025pela ordemOrdem do Dia
O Deputado orientou a bancada na votação do art. 3º - F da Lei nº 10.848, de 2024, constante no art. 9º do Projeto de Lei de Conversão nº 10, de 2025, referente à Medida Provisória nº 1.304, de 2025, que altera legislações relacionadas ao setor energético e ao mercado de gás natural.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Dispositivo legal,Projeto de lei de conversão,Medida provisória,Voto favorável,União Brasil
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O SR. FERNANDO COELHO FILHO (Bloco/UNIÃO - PE. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, mais uma vez, reforço o amplo debate, o diálogo que nós fizemos na Comissão sobre o texto do Senador Eduardo Braga. Deputado Lafayette, como eu falei, reafirmo e V.Exa. tem meu apreço: nós estamos preservando todos os direitos adquiridos pelos autogeradores na Lei nº 14.300, de 2022, aprovada por este Congresso, estipulando apenas o encargo fixo daqui para frente para os novos entrantes. Inclusive, foi um pedido do Deputado Pedro Uczai eu estava na sala quando S.Exa. conquistou com o Relator a isenção de microgeração do pagamento desse encargo para que a gente pudesse fazer uma sinalização correta. Aqui ninguém está querendo acabar com nenhum segmento. Aqui ninguém está querendo impedir a autogeração. A gente está querendo tentar ajudar a sustentabilidade do setor elétrico, mas respeitando as regras. Então, quem já está não paga nada, daqui para a frente, o que não for micro pagará uma pequena taxa. E dizem que é, muitas vezes, a bandeira vermelha. A bandeira vermelha é só um acréscimo, porque ele já está pagando na tarifa. Os 5 reais a que refere são apenas um incremento. Então, não pagam só 5 reais, 1,28 reais; 5 reais são um valor a mais. Então, eu queria pedir a todos que estão nos assistindo que pudéssemos manter o compromisso feito na Comissão, com a discordância do Deputado Lafayette, de votarmos "sim" ao texto do Relator, mantendo o texto original. - 30/10/2025pela ordemOrdem do Dia
O Deputado rebateu posicionamento do Parlamentar Lafayette de Andrada quanto à interpretação do artigo 3º-F da Lei nº 10.848, de 2024, constante no art. 9º do Projeto de Lei de Conversão nº 10, de 2025, referente à Medida Provisória nº 1.304, esclarecendo que as solicitações de acesso e aumento de potência realizadas após a publicação do artigo estão sujeitas às novas regras. Ressaltou compromisso assumido com a geração distribuída de não mexer em direitos adquiridos de todos protegidos pela Lei nº 14.300, de 2022, até entrada em vigor de nova lei, estando tais direitos preservados. Afirmou ainda que a partir de nova lei, que o Congresso Nacional tem legitimidade de aprovar ou não, as regras seguem vigentes, inclusive escalonamento do fio, porém com acréscimo de encargo. Reconheceu possibilidade de divergência quanto à opinião sobre o encargo, mas rejeitou afirmação de que estavam mexendo em gerador que já estava protegido pela Lei nº 14.300.
Palavras-chave oficiais: Dispositivo legal,Projeto de lei de conversão,Medida provisória,Direito adquirido,Legislação,Promulgação de lei
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O SR. FERNANDO COELHO FILHO (Bloco/UNIÃO - PE. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, com todo o respeito e carinho que tenho pelo Deputado Lafayette, ele leu o art. 3º-F e eu vou repetir o que ele leu: "As solicitações de acesso e de aumento de potência de unidades consumidoras participantes do Sistema de Compensação de Energia Elétrica (SCEE), realizadas após a publicação do presente artigo..." após a publicação do presente artigo. O SR. LAFAYETTE DE ANDRADA (Bloco/REPUBLICANOS - MG) - A partir de hoje. O SR. FERNANDO COELHO FILHO (Bloco/UNIÃO - PE) - Hoje, não, a partir de amanhã. Vai para o Senado e vai ser sancionado a partir de amanhã. O SR. LAFAYETTE DE ANDRADA (Bloco/REPUBLICANOS - MG) - Isso. O SR. FERNANDO COELHO FILHO (Bloco/UNIÃO - PE) - Então, o que eu, como Presidente, sobretudo, e o Senador Eduardo Braga, como Relator, falamos é que até a entrada em vigor da lei nenhum produtor... O SR. LAFAYETTE DE ANDRADA (Bloco/REPUBLICANOS - MG) - Sim. O SR. FERNANDO COELHO FILHO (Bloco/UNIÃO - PE) - Não. Você está dizendo que estamos mexendo para trás. Foi o que V.Exa. disse na tribuna. O SR. LAFAYETTE DE ANDRADA (Bloco/REPUBLICANOS - MG) - Não, estou dizendo que, a partir de agora, está-se matando a geração distribuída. O SR. FERNANDO COELHO FILHO (Bloco/UNIÃO - PE) - Não, não. A partir de agora nós vamos cobrar um encargo para quem está... O SR. LAFAYETTE DE ANDRADA (Bloco/REPUBLICANOS - MG) - Que inviabiliza a geração distribuída. O SR. FERNANDO COELHO FILHO (Bloco/UNIÃO - PE) - É a sua opinião, Deputado Lafayette de Andrada. O SR. LAFAYETTE DE ANDRADA (Bloco/REPUBLICANOS - MG) - Pois não. O SR. FERNANDO COELHO FILHO (Bloco/UNIÃO - PE) - Nós temos, eu, particularmente, e o Senador Eduardo Braga e muitas outras pessoas... (Desligamento do microfone.) Só 1 minuto para que a gente possa deixar isso muito claro, porque o compromisso que nós assumimos com a geração distribuída é o de não mexer em nenhum direito adquirido de todos os que estão protegidos pela Lei nº 14.300, até a entrada em vigor de uma nova lei. Então, isso está preservado. A partir de uma nova lei, que o Congresso Nacional tem toda a legitimidade de aprovar ou não, estamos aqui dizendo que as regras seguem vigentes, inclusive, a do escalonamento do fio, que foi aprovada na Lei 14.300, porém com o acréscimo de um encargo. V.Exa. pode dizer que é contra o encargo, que o encargo é muito, é pouco, e eu respeito as opiniões divergentes. Agora, não diga que estamos mexendo em quem já está hoje gerando energia, protegido pela Lei nº 14.300. Por isso, quero aqui, com todo o carinho, respeito e admiração que tenho pelo Deputado Lafayette, ser contra a defesa que ele fez. - 30/10/2025pela ordemOrdem do Dia
O Deputado agradeceu aos Presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e ao Líder pela confiança depositado nele como relator da Medida Provisória (MPV) nº 1.300, de 2025, que instituiu o programa Luz do Povo e como Presidente da Comissão da MPV nº 1.304, que trata sobre temas do setor elétrico. Destacou a amplitude de discussões, com seiscentas e quatrocentas emendas respectivamente, além de audiências públicas e participação Parlamentares. Ressaltou que o relatório da MPV 1.304, que foi aprovado por vinte e dois votos favoráveis, respeitou direitos adquiridos dos autogeradores pela Lei nº 14.300, mantendo isenções para microgeradores. Além disso, apontou soluções para o curtailment e abertura do mercado livre em até vinte e quatro meses, permitindo ao consumidor escolher fornecedor de energia. Por fim, agradeceu equipes técnicas da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), ONS e Senado Federal, reiterando que o texto aprovado representava solução possível e adequada ao setor elétrico e aos consumidores brasileiros.
Palavras-chave oficiais: Medida provisória,reformulação,Setor elétrico,Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE),reabertura Medida provisória,Comissão especial,Presidente,Geração de energia elétrica,Setor elétrico
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O SR. FERNANDO COELHO FILHO (Bloco/UNIÃO - PE. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente Hugo, queria que as minhas primeiras palavras fossem de agradecimento a V.Exa. e ao Presidente Senador Davi Alcolumbre pela confiança em ter me apontado como Relator da Medida Provisória nº 1.300 e Presidente da Comissão da Medida Provisória nº 1.304. Quero agradecer também a confiança e a indicação do meu Líder Pedro Lucas Fernandes, pela oportunidade de representar o União Brasil nessas duas Comissões. Nós fizemos um acordo político para aprovar em tempo hábil a Medida Provisória n° 1.300, que instituiu o programa Luz do Povo, a ampliação da tarifa social de energia elétrica no País, já sancionada pelo Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva. Levamos para a Medida Provisória n° 1.304, de relatoria do Senador Eduardo Braga, diversos temas que afligem ainda o setor elétrico brasileiro. Só para nossos colegas terem ideia da repercussão que essas duas medidas provisórias tiveram, tivemos seiscentas emendas apresentadas à Medida Provisória n° 1.300 e mais de quatrocentas, se não me engano, à Medida Provisória n° 1.304. Fizemos diversas audiências públicas, ouvimos diversos Parlamentares. O Senador Eduardo Braga apresentou um relatório extenso e fez uma complementação de voto. Ouvimos, durante a discussão, mais de dezesseis Parlamentares. Todos os Parlamentares que se inscreveram e que estavam presentes, seja remotamente ou fisicamente, no plenário, tiveram direito à fala. Nós, evidentemente, não fizemos um relatório perfeito, mas fizemos o relatório possível naquele momento, que foi aprovado com 22 votos favoráveis e só dois votos contrários. Nós tratamos de diversos temas. Óbvio que eu não vou tratar de todos aqui, mas eu queria sublinhar que nós respeitamos o pleito de muitos Parlamentares quanto aos direitos adquiridos dos autogeradores que foram atingidos e contemplados pela Lei n° 14.300, a lei que instituiu a geração distribuída no nosso País. Todos os que estão protegidos pela Lei n° 14.300, até a entrada em vigor, se for aprovada pela Câmara e pelo Senado, da Medida Provisória nº 1.304, não serão atingidos em absolutamente nada. Então, a quem está nos assistindo e é autoprodutor de energia na sua casa, da microgeração estou vendo aqui o Deputado Pedro Uczai, que lutou por isso e acompanhou esse nosso debate nas duas medidas provisórias , não muda absolutamente nada do que nós votamos na Lei n° 14.300. "Mas e o escalonamento do fio?" Segue tudo o que foi definido pelo Congresso Nacional quando da Lei da GD. Evidentemente, daqui para frente, o Senador Eduardo Braga colocou uma contribuição apenas para os novos entrantes, não da microgeração, da mini, porque o microgerador, que faz a geração na sua casa, no seu local, continua isento dessa tarifa. Nós procuramos apontar também o que foi uma preocupação do Parlamento de poder apresentar soluções para o chamado curtailment, que é o corte de geração que tem afligido diversos geradores, principalmente no Nordeste do Brasil. Evidentemente que alguns tinham preferências, Parlamentares sugeriram outros textos. Respeitamos, mas chegamos a um texto que achamos adequado, que aponta uma solução para trás e tem méritos naquilo que vai ser ressarcido para frente, procurando preservar o consumidor de energia elétrica brasileira. Houve atendimentos em autoprodução e em algo importante que é a abertura do mercado livre para a gente poder dar o direito ao consumidor brasileiro de escolher de quem ele quer comprar energia. Com responsabilidade, nós estamos deixando prazos suficientes para que o setor de distribuição possa se preparar, a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica CCEE possa se preparar e a Agência Nacional de Energia Elétrica ANEEL possa se preparar para fazer a abertura do mercado de forma responsável e dar ao consumidor brasileiro em até 24 meses a oportunidade de escolher de quem ele quer comprar energia elétrica. Diversos outros atendimentos foram feitos. Eu queria aqui encerrar as minhas palavras agradecendo à equipe da Comissão do Senado Federal, agradecendo aos técnicos da ANEEL, agradecendo aos técnicos da ONS e aos técnicos do partido disponibilizados pelo Líder Pedro Lucas para nos auxiliar e levar a voto hoje, aprovado por ampla maioria na Comissão, como eu disse, o texto possível. Evidentemente sempre há correções ou aprimoramentos que podem feitos, mas naquele momento aprovamos o texto possível, que esperamos chegue logo mais ao plenário da Câmara dos Deputados para, se pudermos, Presidente, fazer a votação o quanto antes e não passar pelo que passamos na MP 1.300, que saiu daqui já no final da tarde, o Senado a concluiu no último dia, já no tardar da noite, havendo poucas horas para a sua aprovação. Então, logo o texto chegue, se pudermos votá-lo, eu acho que será muito importante para o consumidor e para o setor elétrico brasileiro, Presidente Hugo Motta. - 02/03/2023breves comunicaçõesBreves Comunicações
Congratulações ao Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, pela manutenção da competitividade do etanol com relação ao combustível fóssil. Contrariedade à taxação das exportações brasileiras de petróleo.
Palavras-chave oficiais: Elogio,Ministro de Estado da Fazenda,Tributação,Imposto,Combustível,Etanol,Governo federal Crítica,Tributação,Exportação,Petróleo,Imposto de Exportação,Commodities,Competitividade internacional,Indústria nacional
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O SR. FERNANDO COELHO FILHO (Bloco/UNIÃO - PE. Sem revisão do orador.) - Presidente, obrigado pela oportunidade. Vamos ter a chance aqui de falar a respeito deste assunto posteriormente, mas quero só fazer um registro sobre a medida corajosa acho que ninguém gosta de reonerar combustíveis, mas é uma medida corajosa tomada pelo Ministro Haddad. Quero parabenizá-lo por ter mantido a competitividade do etanol com relação ao combustível fóssil. O motivo da minha fala, no entanto, é a preocupação com a taxação relativa à exportação de petróleo. Nós somos um dos maiores exportadores desse produto, que é uma commodity internacional. O preço é definido levando-se em conta o mercado internacional. Vamos acabar perdendo a competitividade. Nessa indústria, não compete o Rio de Janeiro com São Paulo, com o Espírito Santo, com a Bahia. Nós competimos com o Golfo do México, competimos com outros países do mundo, e poderemos perder esses investimentos se não tivermos atenção quanto a esse tema da exportação. Trago essa preocupação a respeito dessa taxação da exportação do petróleo brasileiro porque, seja de imediato, seja num longo prazo, o sinal é muito ruim para a indústria nacional. Obrigado pela oportunidade. - 07/08/2019breves comunicaçõesBreves Comunicações
Importância da inauguração, pelo Presidente Jair Bolsonaro e pelo Ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, de usina solar flutuante no reservatório de Sobradinho, Estado da Bahia. Congratulações à Presidência pela condução das votações, em segundo turno, da proposta de reforma previdenciária. Importância da matéria para o crescimento econômico do País.
Palavras-chave oficiais: FERNANDO COELHO FILHO, EX-MINISTRO DE ESTADO, LIBERAÇÃO, RECURSOS PÚBLICOS, PESQUISA E DESENVOLVIMENTO, COMPANHIA HIDROELÉTRICA DO SÃO FRANCISCO (CHESF), INAUGURAÇÃO, USINA SOLAR, RESERVATÓRIO ARTIFICIAL, USINA HIDRELÉTRICA, SOBRADINHO (BA). RODRIGO MAIA, PRESIDENTE DA CÂMARA DOS DEPUTADOS, APROVAÇÃO, PEC 6/2019, PROPOSTA DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO, REFORMA PREVIDENCIÁRIA (2019), SEGUNDO TURNO, CONGRATULAÇÃO.
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O SR. FERNANDO COELHO FILHO (DEM - PE. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu queria aproveitar a oportunidade para registrar que, na segunda-feira, houve inauguração da usina solar flutuante no reservatório de Sobradinho, na Bahia, evento que contou com a presença do Presidente Bolsonaro e do Ministro Almirante Bento. O programa de P&D foi autorizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica, e nós tivemos a alegria, ainda no ano de 2017, enquanto Ministro de Estado, de autorizar a liberação dos recursos pela CHESF. Agora, esse empreendimento ficou completamente pronto e foi entregue pelo Presidente na segunda-feira passada. Isso é importantíssimo para o Vale do Submédio São Francisco, que é famoso pela sua irrigação e pelo potencial agrícola que tem, porque, quanto mais energia gerada do vendo, energia gerada do sol, mais água sobra para que possamos irrigar e continuar desenvolvendo o Seminário brasileiro. Então, eu queria fazer o registro na Câmara dos Deputados desse evento importante. Mesmo sabendo que é um programa de pesquisa e desenvolvimento com um investimento ainda pequeno, apenas 1 megawatt, eu não tenho a menor dúvida de que isso vai possibilitar que outros experimentos como esse possam ser desenvolvidos Brasil afora para que o nosso País possa liderar essa geração de energia renovável. Queria aproveitar esta oportunidade nesta manhã de hoje para fazer esse registro. Quero também parabenizar V.Exa. pela condução ontem da votação em segundo turno da reforma da Previdência, aumentando a votação que nós tivemos, que já era expressiva, para que o Brasil, a partir dessa aprovação, possa se reencontrar com o crescimento econômico, porque é disto que nós precisamos: gerar emprego, gerar renda, gerar oportunidade de trabalho a todos os brasileiros. Parabéns a V.Exa. pela condução dos trabalhos!
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. Primeiro registro: 27/11/2007. Como calculamos: metodologia.