
Nome civil: Rejane de Almeida · 63 anos
Bananômetro
83/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 72% dos deputados · média do partido: 84
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 96%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 86%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 45%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 69%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 97%das 361 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ela votou
Vota com o próprio partido 97%das 278 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ela votou
Fale com Enfermeira Rejane
Este é o canal oficial para você cobrar seu representante.
- dep.enfermeirarejane@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5313
- Gabinete
- Gabinete 313, Anexo IV, 3º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
96%
Esteve em 186 de 193 sessões
Votou nas votações
86%
Registrou voto em 480 de 555 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 36 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
97%
Em 361 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
55 discursos na tribuna · de 05/02/2025 a 02/09/2026.
- 08/04/2025Breves Comunicações
A Deputada defendeu a valorização do futebol feminino e o fortalecimento de políticas para a igualdade de gênero no esporte. Também fez referência à sua atuação na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, onde criou leis para promover o empoderamento e o crescimento do futebol feminino. Destacou o recente jogo da Seleção Brasileira feminina e propôs a criação de uma Frente Parlamentar em Defesa do Futebol Feminino, com foco em empoderamento, saúde e inclusão. Ao concluir, pediu apoio dos colegas para ampliar o reconhecimento e as oportunidades para as mulheres no futebol.
Palavras-chave oficiais: Futebol feminino,Empoderamento feminino,Esporte,Igualdade de oportunidade,Igualdade entre os sexos,Assembleia Legislativa,Rio de Janeiro (RJ),Atuação parlamentar pregressa,Frente parlamentar,Saúde,inclusão,Mulher
Ler a transcrição oficial
A SRA. ENFERMEIRA REJANE (Bloco/PCdoB - RJ. Sem revisão da oradora.) - Presidente, inicialmente quero agradecer os 3 minutos. Eu queria falar hoje sobre o futebol feminino. Enquanto Deputada Estadual, Presidente, eu apresentei três leis referentes ao futebol feminino. Criei a lei do empoderamento do futebol feminino no Rio de Janeiro; criei a Lei Marta, que institui no Estado o Dia do Futebol Feminino. E nós também apresentamos uma lei ao Estado que arrecada meio por cento de todos os jogos realizados no Maracanã para o empoderamento, o crescimento do futebol feminino. Na realidade, isso faz com que o futebol continue sendo um importante meio para promover a igualdade de gênero e a inclusão social. Então, nós precisamos avançar. Ontem houve o jogo do Brasil, das meninas do futebol feminino. Nós, aqui na Casa, estamos pedindo, Presidente e Deputados, que V.Exas. empoderem o futebol feminino com uma pauta importante, que é a criação da frente do futebol feminino, para empoderamento, saúde e igualdade para as mulheres. Todo mundo sabe que o esporte é uma forma de fomentar a saúde. E, como enfermeira que sou, acho que nós precisamos realmente garantir espaço para as mulheres no futebol feminino. Até bem pouco tempo atrás, na década de 40, 50, o futebol era um esporte proibido para as mulheres. Então, é preciso muito mais. O desafio é igualar as oportunidades, valorizar as mulheres e visibilizar esse esporte que é fundamental para que as mulheres atinjam os espaços necessários para o seu engrandecimento. Presidente, peço aos Deputados que viabilizem, que assinem a criação dessa Frente Parlamentar em Defesa do Futebol Feminino, e que possamos aqui, na Câmara Federal, garantir legislações que deem visibilidade às mulheres no esporte feminino. Muito obrigada mais uma vez pela oportunidade. - 02/04/2025
A Deputada se posicionou contra a paralisação dos trabalhos legislativos promovida pela Oposição, que pressiona pela votação de uma anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro. Defendeu que o Congresso concentre esforços em pautas prioritárias para a população, como saúde, educação e o combate à alta dos alimentos. Também afirmou que quem atentou contra a Constituição deve ser responsabilizado e criticou tentativas de reabilitação política do ex-Presidente Jair Bolsonaro. Ao final, reiterou que a Câmara não deve atender a interesses eleitorais ou particulares e rejeitou a inclusão da anistia na pauta legislativa.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Manifestação pública,Ato antidemocrático,participação,anistia,Ex-presidente da República,interesse,Obstrução parlamentar Câmara dos Deputados,Pauta (processo legislativo),População,interesse
Ler a transcrição oficial
A SRA. ENFERMEIRA REJANE (Bloco/PCdoB - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, muito obrigado. Eu queria só deixar registrada aqui a minha posição a respeito do que está acontecendo nesta Casa. Nós temos que tocar os trabalhos neste Parlamento. Não dá para a Oposição fazer o que está fazendo, que é tentar paralisar a Casa para que o Congresso Nacional vote a anistia. Nós temos que abordar a pauta da saúde, a pauta da educação, a pauta relacionada ao preço dos alimentos. Isso, sim, é o que quer o povo que votou em nós para que o representássemos nesta Casa. Nós precisamos que a Casa volte a funcionar. Para isso, temos que deixar bem claro que quem cometeu crime, quem foi contra a Constituição Federal tem que ser julgado. Esta Casa não pode ser paralisada só porque um lado quer que se vote a anistia. Faço este registro. Nós precisamos cuidar do nosso povo, falar com o nosso povo e não atender interesses particulares, como o de tornar elegível o Seu Bolsonaro para que, em 2026, dispute novamente a Presidência do País e continue polarizando o Brasil, que não aguenta mais isso. Temos que fazer com que este Governo possa cuidar do povo. É nosso papel enquanto Deputadas e Deputados eleitos, para que o Brasil siga o seu rumo. O Brasil está sob ataque dos Estados Unidos, do Governo Trump, e a responsabilidade desta Casa é muito grande. Não podemos pautar a anistia. Cada um que sofra as consequências dos seus atos. Se tivesse sido a Esquerda a fazer vandalismo em Brasília, a quebrar tudo aqui, agora eles estariam querendo que essas pessoas fossem julgadas e condenadas. Fica registrada a minha posição. Não temos que pautar a anistia. Fora, quem quer paralisar o Congresso Nacional! Obrigada. - 25/03/2025
A Deputada orientou a bancada na votação da subemenda substitutiva apresentada ao Projeto de Lei nº 4.306, de 2020, que altera a Lei 13.431, de 4 de abril de 2017, que estabelece o sistema de garantia de direitos da criança e do adolescente vítima ou testemunha de violência, para prever o direito da criança ou adolescente de pleitear a exclusão de informações pessoais de sites de pesquisa ou de notícias que possam causar-lhe constrangimentos ou danos psicológicos e dá outras providências.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Subemenda substitutiva,Projeto de lei ordinária,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto favorável
Ler a transcrição oficial
A SRA. ENFERMEIRA REJANE (Bloco/PCdoB - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, primeiro quero dizer que a Internet ainda é um espaço de muito debate, muito entendimento sobre o que é essa Internet para toda a população. Em relação a este PL, quero dizer que nós temos que defender as crianças. Nós não podemos permitir que as crianças sejam expostas. Essas imagens, que não deveriam estar lá, naquele momento, devem ser imediatamente retiradas desse processo de exposição, porque isso pode afetar, inclusive psicologicamente, não só as crianças, mas também a família e toda a população, enfim, os envolvidos no caso. Então, quero parabenizar este Plenário porque conseguimos fazer com que esse fosse o entendimento da Casa. O voto é "sim". Isso é importante para as crianças do nosso País. - 25/03/2025
A Deputada destacou a importância do Projeto de Lei nº 4.272, de 2021, que visa garantir atendimento especializado para pacientes com câncer, ressaltando a necessidade de capacitação dos profissionais de enfermagem e integração com outras áreas da saúde. Elogiou a Deputada Benedita da Silva e o Governo Lula pela iniciativa, enfatizando o papel essencial da enfermagem no cuidado contínuo aos pacientes, muitas vezes sem apoio familiar.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Atendimento especializado,Paciente,Câncer,Educação e formação profissional,Profissional de saúde,Enfermagem,Governo federal
Ler a transcrição oficial
A SRA. ENFERMEIRA REJANE (Bloco/PCdoB - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Sra. Presidente, eu queria deixar registrada a importância deste projeto de lei. Nós tivemos aqui dentro várias interpretações e falamos da importância de ter todos os profissionais de enfermagem capacitados, de ter as escolas de enfermagem e as universidades, de outras categorias da área da saúde também, integradas nessa formação, para que o paciente com diagnóstico de câncer ou com suspeita de câncer receba tratamento especial. Então, eu queria valorizar a Deputada Benedita da Silva e todo o Governo do PT, o Governo Lula, por este projeto, que leva em consideração não só o paciente que está agonizando lá no leito, mas também todos os profissionais de saúde, em especial os profissionais de enfermagem, os que se dedicam 24 horas do dia, nos 365 dias do ano, para salvar pacientes que muitas vezes estão entregues a absolutamente ninguém, nem a seus familiares. Obrigada, Deputada Benedita. Obrigado, Plenário, por fazer passar este projeto. - 25/03/2025
A Deputada proferiu parecer à emenda de plenário ao Projeto de Lei nº 4.272, de 2021, que altera a Lei nº 14.238, de 19 de novembro de 2021, que institui o Estatuto da Pessoa com Câncer, para criar o sistema nacional de acompanhamento da pessoa com suspeita ou diagnóstico de câncer, com o objetivo de realizar a navegação desses pacientes no Sistema Único de Saúde.
Palavras-chave oficiais: Parecer (proposição legislativa),Projeto de lei ordinária,Emenda de plenário,Estatuto da Pessoa com Câncer (2021),Sistema Nacional de Acompanhamento da Pessoa com Suspeita ou Diagnóstico de Câncer,Sistema Único de Saúde (SUS)
Ler a transcrição oficial
A SRA. ENFERMEIRA REJANE (Bloco/PCdoB - RJ. Para proferir parecer. Sem revisão da oradora.) - Presidenta, eu li o parecer, o meu voto à emenda de plenário, com subemenda substitutiva, mas vou ler de novo, para esclarecimento. "Ante o exposto, no âmbito da Comissão de Saúde, somos pela aprovação da Emenda de Plenário nº 1, na forma da subemenda substitutiva anexa. Na Comissão de Finanças e Tributação, somos pela não implicação sobre as despesas ou receitas públicas da Emenda de Plenário nº 1 e da subemenda substitutiva da Comissão de Saúde. Na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, somos pela constitucionalidade, juridicidade e boa técnica legislativa da Emenda de Plenário nº 1 e da subemenda substitutiva da Comissão de Saúde." É o parecer. PARECER ESCRITO ENCAMINHADO À MESA PELA SRA. DEPUTADA ENFERMEIRA REJANE. [[CONTEÚDO DO DISCURSO ENCAMINHADO NÃO ENCONTRADO]] - 25/03/2025
A Deputada proferiu parecer ao Projeto de Lei nº 4.272, de 2021, que altera a Lei nº 14.238, de 19 de novembro de 2021, que institui o Estatuto da Pessoa com Câncer, para criar o sistema nacional de acompanhamento da pessoa com suspeita ou diagnóstico de câncer, com o objetivo de realizar a navegação desses pacientes no Sistema Único de Saúde.
Palavras-chave oficiais: Parecer (proposição legislativa),Projeto de lei ordinária,Estatuto da Pessoa com Câncer (2021),Sistema Nacional de Acompanhamento da Pessoa com Suspeita ou Diagnóstico de Câncer,Paciente,Sistema Único de Saúde (SUS)
Ler a transcrição oficial
A SRA. ENFERMEIRA REJANE (Bloco/PCdoB - RJ. Para proferir parecer. Sem revisão da oradora.) - Muito obrigada, Presidente. Antes de ler o relatório, eu queria agradecer à Secretária da Mulher, a Deputada Benedita da Silva, pela generosidade, pelo trabalho que tem feito aqui dentro da Casa e por ter escolhido uma profissional da saúde em especial, da enfermagem para fazer essa relatoria, porque esse paciente precisa muito da equipe multiprofissional e da equipe de enfermagem. Então, agradeço à Deputada Benedita da Silva por ter indicado meu nome para relatar este projeto, que altera a Lei nº 14.238, de 19 de novembro de 2021, que institui o Estatuto da Pessoa com Câncer, para criar o sistema nacional de acompanhamento da pessoa com suspeita ou diagnóstico de câncer, com o objetivo de realizar a navegação desses pacientes no Sistema Único de Saúde. "I. Voto da Relatora Durante a discussão da matéria, foi apresentada uma emenda de plenário. A Emenda nº 1 propõe o aperfeiçoamento do Programa Nacional de Navegação da Pessoa com Diagnóstico de Câncer, por meio de alterações na Lei nº 14.758, de 19 de dezembro de 2023, em vez da modificação prevista pelo Projeto de Lei nº 4.272, de 2021, original, que alterava a Lei nº 14.238, de 19 de novembro de 2021, que institui o Estatuto da Pessoa com Câncer. A modificação faz-se necessária porque o parecer aprovado pela antiga Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF) antecedeu a edição da Lei nº 14.758, de 2023, que trata sobre o Programa Nacional de Navegação da Pessoa com Diagnóstico de Câncer, matéria do projeto de lei em tela. Com o objetivo de aprimorar o texto proposto, bem como de assegurar a valorização dos profissionais de enfermagem na assistência oncológica, apresentamos subemenda com algumas deliberações." Fizemos o possível para esses profissionais, que são os profissionais lá da ponta que ficam 24 horas por dia, 365 dias por ano, cuidando desses pacientes. "Ela estabelece que, imediatamente após o diagnóstico ou alta suspeição de câncer, o paciente deve ter acesso garantido à orientação individual e coletiva, suporte, informações educativas sobre prevenção, evolução clínica e tratamento, ações de coordenação do cuidado e outras medidas necessárias ao sucesso terapêutico. Ademais, o texto determina a implementação de mecanismos de controle, monitoramento e avaliação para garantir o cuidado individualizado, conforme os protocolos do SUS, bem como prevê ações específicas para identificar e eliminar fatores que impeçam, dificultem ou retardem o diagnóstico (...). A subemenda também assegura a capacitação dos profissionais de saúde em navegação do cuidado e apoio a pacientes e familiares para superar obstáculos biopsicossociais, estabelece a articulação da coordenação entre diferentes serviços e níveis de atenção, e determina que as instâncias gestoras pactuem a navegação considerando diretrizes de descentralização, integralidade, regionalização e intersetorialidade. Por fim, ela estabelece que os dados coletados serão utilizados para planejamento, avaliação, coordenação, controle e regulação dos serviços, com o objetivo de melhorar a qualidade e ofertar o cuidado em tempo oportuno, de modo a promover o acolhimento humanizado do usuário. Ante o exposto, no âmbito da Comissão de Saúde, somos pela aprovação da Emenda de Plenário nº 1, na forma da subemenda substitutiva anexa. Na Comissão de Finanças e Tributação, somos pela não implicação sobre as despesas ou receitas públicas da Emenda de Plenário nº 1 e da subemenda substitutiva da Comissão de Saúde. Na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, somos pela constitucionalidade, juridicidade e boa técnica legislativa da Emenda de Plenário nº 1 e da subemenda substitutiva da Comissão de Saúde." Esse é o relatório, Sr. Presidente. Obrigada. PARECER ESCRITO ENCAMINHADO À MESA PELA SRA. DEPUTADA ENFERMEIRA REJANE. [[CONTEÚDO DO DISCURSO ENCAMINHADO NÃO ENCONTRADO]] - 25/03/2025
A Deputada saudou os oficiais de justiça presentes. Ademais, reclamou que apenas algumas centrais sindicais foram convidadas para participarem da viagem ao Japão e ao Vietnã juntamente com o Presidente Lula, reivindicando a participação das demais centrais, especialmente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB).
Palavras-chave oficiais: Oficial de Justiça,Câmara dos Deputados Central sindical,Viagem,Vietnã,Presidente da República,Japão,Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB)
Ler a transcrição oficial
A SRA. ENFERMEIRA REJANE (Bloco/PCdoB - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Primeiramente, eu quero saudar todos os agentes aqui presentes. Uma comitiva do Presidente Lula foi ao Japão e ao Vietnã. Quero deixar registrado que, junto com essa comitiva, foram também as centrais sindicais. São seis as centrais sindicais, mas somente três estão lá presentes. Gostaríamos de registrar que é necessária a amplitude desse processo. É necessário escutar os trabalhadores, escutar as outras centrais sindicais, que também reivindicam a participação nos eventos do Governo. Então, é necessário registrar aqui que a CTB, que é uma central que luta para valer, tem que estar representada nesses espaços. - 12/03/2025
A Deputada celebrou a primeira manifestação de 2025 em Brasília, promovida pela enfermagem, que reivindicou a redução da jornada de trabalho para 30 horas semanais e o financiamento do piso salarial da categoria. Além disso, manifestou solidariedade ao Partido Comunista do Brasil (PCdoB) de Pinheiros, em São Paulo (SP), após o atentado terrorista atribuído ao partido, cobrando a investigação do caso para que não haja impunidade. Por fim, repudiou os atos criminosos praticados por fascistas, bolsonaristas e milicianos, exigindo a prisão dos responsáveis.
Palavras-chave oficiais: Manifestação pública,Enfermagem,Brasília (DF),Jornada de trabalho,Financiamento,Piso salarial Partido Comunista do Brasil (PC do B),Terrorismo,Atentado,São Paulo (SP),Prisão,Investigação criminal,Milícia privada,Fascismo
Ler a transcrição oficial
A SRA. ENFERMEIRA REJANE (Bloco/PCdoB - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, eu queria deixar registrado nos meios de comunicação da Casa e, se possível, no programa A Voz do Brasil que a primeira manifestação ocorrida no ano de 2025 nas ruas de Brasília foi a manifestação da enfermagem, que está nas ruas exigindo que a jornada de trabalho seja de 30 horas semanais e que haja recurso financeiro para pagar o piso salarial a estes trabalhadores, que tanto contribuem para a saúde no Brasil. Deixo registrada, igualmente, nossa solidariedade ao PCdoB de Pinheiros, São Paulo, diante da bomba que foi atribuída ao PCdoB. Nós queremos a investigação deste atentado terrorista, para que este episódio não passe impune. Fascistas, bolsonaristas seguem tacando fogo no Brasil. Cavalheiros e damas das milícias têm que ir para a cadeia! Muito obrigada. - 19/02/2025
A Deputada destacou a gravidade dos crimes cometidos pela organização criminosa denunciada pela Procuradoria-Geral da República (PGR). Além disso, reforçou a importância da investigação completa para garantir transparência e fortalecer a democracia no Brasil.
Palavras-chave oficiais: Democracia,Denúncia,Organização criminosa,Procuradoria-Geral da República (PGR),investigação
Ler a transcrição oficial
A SRA. ENFERMEIRA REJANE (Bloco/PCdoB - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, quero também enfatizar a gravidade dos crimes cometidos por essa organização criminosa, crimes denunciados ontem pela PGR. É necessário destacar a importância desse caso e solicitar que tudo seja investigado, para que se possa acreditar na democracia neste País. - 18/02/2025
A Deputada discutiu o Projeto de Lei nº 4.413, de 2021, que dispõe sobre a organização e funcionamento dos Conselhos Federal e Regionais de Enfermagem.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,favorável
Ler a transcrição oficial
A SRA. ENFERMEIRA REJANE (Bloco/PCdoB - RJ. Sem revisão da oradora.) - Presidente, boa noite. Eu falo aqui em nome dos mais de 3 milhões de profissionais de enfermagem que possuem o seu órgão de classe, que é o Sistema COFEN/COREN. Esse sistema é regido pela Lei nº 5.905, de 1973, uma lei obsoleta, uma lei que precisava mudar para que nós pudéssemos garantir o processo democrático em todo o País. Nove enfermeiros representam 27 unidades federativas, onde existem 3 milhões de profissionais. Nós precisávamos mudar essa legislação. E é isto que estamos pedindo aos Srs. Parlamentares: que votem favoravelmente a este projeto de lei. Trata-se de uma categoria que tem um recorte de gênero muito grande, somos mulheres; nós temos um recorte de raça, porque somos negros e negras; e um recorte social muito importante. Portanto, o processo que muda aqui essa legislação, para haver 27 profissionais representando o Brasil inteiro, é mais do que justo, é mais do que necessário. Além disso, a lei anterior punia, em 10% da anuidade, o profissional que não votasse. Hoje nós conseguimos avançar nesta Casa, conseguimos que esse valor fosse diminuído e correspondesse a somente 3%. Então, nós queremos aqui dizer para os senhores que é necessário avançar muito mais; no entanto, foi nisso que deu para avançar hoje. Esta matéria que ora está na pauta representa o anseio de 3 milhões de trabalhadores. Nós, que fomos chamados de heróis durante a pandemia, estamos pedindo a V.Exas. que votem favoravelmente a este projeto de lei. Temos também que pensar nos representantes de auxiliares e técnicos de enfermagem, que precisam ter seu papel garantido no Conselho Federal de Enfermagem. Vamos avançar muito mais. E é isso o que esperamos do Parlamento, com cinco Deputados que, pela primeira vez, compõem a bancada da enfermagem aqui em Brasília. Muito obrigada. - 13/02/2025
A Deputada destacou a proximidade do Dia Internacional da Mulher, em 8 de março, ressaltando sua importância para a categoria da enfermagem, composta majoritariamente por mulheres e marcada por desigualdades sociais e raciais. Celebrou os avanços promovidos pelo Governo Lula, como a equiparação salarial entre homens e mulheres e o fortalecimento das políticas de combate à violência contra as mulheres, incluindo a violência no ambiente de trabalho na área da saúde. Por fim, criticou o Governo anterior por negar pautas de gênero e reforçou a necessidade de continuar lutando por direitos e reconhecimento das mulheres.
Palavras-chave oficiais: Dia Internacional da Mulher,Enfermagem,Desigualdade social,Desigualdade étnico-racial,Governo federal,Equiparação salarial,Desigualdade entre os sexos,combate,Violência contra a mulher,Violência ocupacional,comparação,gestão,Ex-presidente da República
Ler a transcrição oficial
A SRA. ENFERMEIRA REJANE (Bloco/PCdoB - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, demais Deputados, venho à tribuna para lembrar que estamos na iminência dos debates e das discussões do dia 8 de março, o Dia Internacional da Mulher. Neste ano, a data cairá num sábado, logo depois do carnaval. No Rio de Janeiro, será feita uma grande comemoração, na segunda-feira. Eu participo de uma categoria, a categoria da enfermagem, que tem um recorte de gênero muito grande nós somos mais de 80% de mulheres e também um recorte de raça, somos negros e negras, de uma condição social baixa. Neste 8 de março, é importante nós trazermos o quanto foi feito no atual Governo Lula. Assim que entrou, o Governo Lula apresentou o seu respeito às mulheres a partir de um pacote em que foi trazida a proporcionalidade dos salários entre homens e mulheres. Para nós, isso é fundamental, e eu falo na condição de representante da categoria de enfermagem, porque vivemos numa condição precária, em que os salários são baixos. É necessário que a questão do gênero seja colocada na pauta da área da saúde. Eu falo também da importância de o Governo ampliar a política de enfrentamento à violência contra as mulheres. E lembro que a categoria de enfermagem sofre as piores violências no seu local de trabalho, inclusive violências sexuais, Sr. Presidente. É por isso que nós temos que enaltecer, no dia 8 de março, todos os avanços que nós estamos vivendo, porque, o Governo passado e é importante nós ressaltarmos isto dentro desta Casa , o Governo Bolsonaro, negava a questão de gênero, negava os avanços e as pautas das mulheres na sociedade. Aliás, quando nasceu a sua filha, ele disse que teve uma caída, e aí nasceu uma menina. Então, nós temos que valorizar todo o avanço que se traz por meio de um governo democrático em relação às pautas das mulheres. Muito obrigada. Viva o 8 de março, o Dia Internacional da Mulher! - 13/02/2025Breves Comunicações
A Deputada alertou para as condições precárias enfrentadas pelos profissionais de enfermagem na rede pública e privada de saúde, destacando os efeitos negativos da terceirização e privatização. Além disso, criticou a terceirização da rede pública pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH), por organizações sociais e pelo Grupo Hospitalar Conceição, que tem agravado as condições de trabalho, com atrasos nos pagamentos, retirada de direitos trabalhistas e locais de descanso inadequados. Ademais, cobrou providências da Câmara dos Deputados, do Ministério Público e do Ministério da Saúde para apurar situações análogas à escravidão enfrentadas pelos profissionais de enfermagem. Por último, repudiou a exoneração da chefe de enfermagem do Hospital Cardoso Fontes, classificando-a como uma afronta ao processo democrático da categoria, e pediu a revogação da decisão pelo Ministério da Saúde.
Palavras-chave oficiais: Enfermagem,Profissional de saúde,Condições de trabalho,Terceirização,Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh),Direito do trabalho,Investigação criminal,Redução a condição análoga à de escravo,Ministério da Saúde,Ministério público,Câmara dos Deputados,Exoneração,Chefe,Hospital público
Ler a transcrição oficial
A SRA. ENFERMEIRA REJANE (Bloco/PCdoB - RJ. Sem revisão da oradora.) - Saúdo V.Exa., Presidente em exercício, os Deputados presentes, os trabalhadores, funcionários e assessores da Casa. Eu venho a esta tribuna falar da categoria à qual eu pertenço, a categoria da enfermagem, que precisa muito ter voz em Brasília, ter voz neste plenário. A categoria da enfermagem sofre todos os dias, em todas as redes de saúde, sejam privadas, sejam públicas municipais, estaduais e federal , por causa das terceirizações e privatizações que acontecem no serviço público, não só no Estado do Rio de Janeiro, de onde recebo muitas denúncias, mas em todo o País. A terceirização está matando os profissionais de saúde. Alguns anos atrás, esses profissionais foram aplaudidos e chamados de heróis, mas, infelizmente, o que vemos é a rede pública ser terceirizada pela EBSERH, por organizações sociais, pelo Grupo Hospitalar Conceição. O resultado dessa terceirização é o ataque a um grupo de trabalhadores que não têm o seu pagamento feito a contento, pois suas verbas trabalhistas acabam sendo pagas com atraso. Isso quando são pagas, porque o denunciado é que essas pessoas estão trabalhando em regime de escravidão. Essas pessoas não recebem o salário no fim do mês e têm direitos retirados: direito a férias, direitos trabalhistas, direito a local de descanso. Muitas vezes, essas pessoas recebem um tratamento desigual no dia a dia, até mesmo na alimentação, que é fornecida para certos segmentos, mas, para outros, não. Eu já recebi uma denúncia, senhoras e senhores, de que o local de descanso da enfermagem fica ao lado do necrotério no hospital público da rede municipal de saúde no Irajá. Nós trazemos esta denúncia e pedimos encarecidamente a esta Casa, ao Ministério Público, ao Ministério da Saúde que passem a averiguar essas condições análogas à escravidão por que passam os profissionais de saúde. Aproveito o meu tempo para repudiar a exoneração da chefe de enfermagem do Hospital Cardoso Fontes, um hospital público que realiza há mais de 20 anos um processo eleitoral democrático para essa escolha. A categoria decide quem será seu representante na chefia de enfermagem. Pois esse processo democrático foi hoje frontalmente desrespeitado com a exoneração da chefia de enfermagem. Em consequência disso, todas as chefias do hospital pediram exoneração. Nós repudiamos esse tratamento desrespeitoso, essa atitude antidemocrática da Ministra Nísia Trindade. Pedimos que o Ministério da Saúde reveja sua posição e revogue imediatamente essa decisão, para manter o respeito ao processo democrático na enfermagem dos hospitais. Muito obrigada. - 11/02/2025Breves Comunicações
A Deputada denunciou a Eletronuclear por assediar seus funcionários e por supressão de direitos dos trabalhadores da empresa, alertando para risco nuclear em Angra dos Reis (RJ) e a possibilidade de demissão coletiva.
Palavras-chave oficiais: Eletrobras Termonuclear (Eletronuclear),Assédio moral,Demissão coletiva,Direito do trabalho,Trabalhador,Riscos (segurança),Acidente nuclear,Angra dos Reis (RJ)
Ler a transcrição oficial
A SRA. ENFERMEIRA REJANE (Bloco/PCdoB - RJ. Sem revisão da oradora.) - Muito obrigada, Sr. Presidente. Eu trago aqui uma denúncia sobre a Eletronuclear no Rio de Janeiro. Os funcionários estão sendo assediados, por ação do Diretor Administrativo, Sidnei Bispo. Está tirando direitos desses trabalhadores, Sr. Presidente, de anos. Então, há risco nuclear em Angra dos Reis. Pode ocorrer demissão coletiva de superintendentes e gerentes da empresa, que estão insatisfeitos com a forma como estão sendo tratados. Trabalhadores com longos anos de dedicação àquela empresa estão sendo tratados dessa maneira. Está feita a denúncia e o registro dos trabalhadores da Eletronuclear em Angra dos Reis. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 05/02/2025
A Deputada expressou sua felicidade e compromisso em representar a categoria da enfermagem, composta principalmente por mulheres, negras e de classes sociais periféricas. Destacou a importância do Sistema Único de Saúde (SUS) e a defesa dos trabalhadores da saúde. Afirmou apoio ao Governo Lula, mencionando a revogação de reformas que retiraram direitos da classe trabalhadora, como a reforma trabalhista e da Previdência. Ademais, defendeu pautas essenciais para a população, como a jornada de trabalho de 30 horas para os profissionais de enfermagem e garantias de reajustes no piso salarial, além de promover a valorização das mulheres, negros e moradores das periferias.
Palavras-chave oficiais: Enfermagem,Mulher,Negros,Classe social,Periferia urbana,Sistema Único de Saúde (SUS),Governo federal,Revogação,Reforma trabalhista,Reforma previdenciária,redução,Jornada de trabalho,reajuste,Piso salarial
Ler a transcrição oficial
A SRA. ENFERMEIRA REJANE (Bloco/PCdoB - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Boa noite a todos, todas e todes. Eu queria inicialmente cumprimentar o Deputado em exercício da Presidência dos trabalhos. Venho dizer para todo o Brasil, em especial para o Rio de Janeiro, que estou muito feliz em subir a esta tribuna pela primeira vez e poder deixar registrado nos Anais desta Casa que venho a este Parlamento com a missão muito importante de representar a maior categoria da área da saúde, uma categoria formada por mulheres, uma categoria que tem esse recorte de gênero, mas também tem um recorte de raça somos negros e negras e um recorte social, porque não somos as patricinhas que moram na Zona Sul. Trabalhamos em defesa de um Sistema Único de Saúde que favoreça a toda a população. É por isso que estamos em cada canto das unidades de saúde, sejam hospitais da rede básica, sejam maternidades. Em todos os serviços está a categoria da enfermagem. Lutamos pelos trabalhadores da área da saúde, não só pelos da enfermagem, mas por todos os trabalhadores que fazem o SUS acontecer. Por isso, aqui no Congresso Nacional defendemos o Governo Lula, um Governo que tem compromisso social, inclusive o de revogar as reformas que tiraram direitos da classe trabalhadora, como a reforma trabalhista e a reforma da Previdência, anteriores ao terceiro Governo Lula. Precisamos votar pautas essenciais para a população, como a jornada de trabalho 6 por 1. Há muitos anos defendemos a jornada de trabalho de 30 horas para a enfermagem. Defendemos também que esse piso salarial aprovado nesta Casa tenha garantia de reajustes, um compromisso com essa categoria que salva a vida do povo brasileiro. E precisamos que esta Casa paute projetos que valorizem as mulheres, a população negra e a população periférica. Daqui para a frente defenderemos com o nosso discurso o nosso Governo e as mulheres da classe trabalhadora. Muito obrigada. - 05/02/2025
A Deputada orientou a bancada na votação do substitutivo ao Projeto de lei nº 2.950, de 2019, que dispõe sobre normas gerais de proteção aos animais em situação de desastre e altera a Lei n° 9.605, de 12 de fevereiro de 1998 (Lei dos Crimes Ambientais), para tipificar crime de maus tratos a animais relacionado à ocorrência de desastre, e a Lei n° 12.334, de 20 de setembro de 2010 (Lei de Segurança de Barragens), para incluir na Política Nacional de Segurança de Barragens (PNSB) os cuidados com animais vitimados por desastres.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei ordinária,Maioria parlamentar,Voto favorável,Substitutivo
Ler a transcrição oficial
A SRA. ENFERMEIRA REJANE (Bloco/PCdoB - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Muito obrigada, Presidente. Como eu fazia no Rio de Janeiro: sou Enfermeira Rejane, com muito prazer. Encaminhando pela Maioria, primeiro, parabenizo o Deputado Marcelo Queiroz, do Rio de Janeiro, um Deputado que sempre lutou pelas causas dos animais. Diz o ditado: "Quanto mais conheço os homens, mais amo o meu cachorro". Esse projeto de lei nos quer dizer que precisamos cuidar dos animais, seja numa catástrofe, seja nas grandes enchentes, seja dentro de casa. Nós vemos, cada dia mais, as pessoas descontando nos animais a sua raiva do dia a dia. Então, parabenizo-o mais uma vez. Pela Maioria, o voto é "sim", Presidente. Obrigada.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 17/12/2025 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.