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Foto de Enfermeira Rejane

Deputada · Câmara

Enfermeira Rejane

PCdoB · RJ

Esquerdapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Rejane de Almeida · 63 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 83 de 100, Cara Bom0406080100

83/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 72% dos deputados · média do partido: 84

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 96%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 86%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 45%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 69%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

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Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 97%das 361 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ela votou

Vota com o próprio partido 97%das 278 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ela votou

Fale com Enfermeira Rejane

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E-mail
dep.enfermeirarejane@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5313
Gabinete
Gabinete 313, Anexo IV, 3º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

96%

Esteve em 186 de 193 sessões

Melhor que 67% dos deputadosMédia do partido: 96%

Votou nas votações

86%

Registrou voto em 480 de 555 votações nominais

Melhor que 66% dos deputadosMédia do partido: 89%

Iniciativas que viraram lei

0

de 36 projetos apresentados (0%)

2 avançaram · 31 em andamento · 3 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

97%

Em 361 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 88% dos deputadosMédia do partido: 96%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

55 discursos na tribuna · de 05/02/2025 a 02/09/2026.

  • 28/10/2025

    A Deputada fez um apelo à Deputada Soraya Santos para que não houvesse retirada de pauta dos projetos relacionados à saúde da mulher, especialmente o de sua autoria sobre a episiotomia. Reconheceu o trabalho conjunto das Parlamentares e destacou as dificuldades em aprovar proposições voltadas às mulheres. Além disso, ressaltou a trajetória da Deputada Soraya Santos na defesa dessas causas e pediu união para garantir o avanço das matérias, lembrando que ainda precisarão tramitar no Senado. Manifestou confiança de que, com diálogo e apoio do Presidente Hugo Motta, seria possível consolidar uma pauta positiva e aprovar as propostas na sessão em andamento.

    Palavras-chave oficiais: Ordem do Dia do Plenário,Pauta (processo legislativo),consensualidade,Saúde,Mulher,Projeto de lei ordinária,proibição,Episiotomia,Senado Federal

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. ENFERMEIRA REJANE (Bloco/PCdoB - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Sra. Presidente, uma das polêmicas é um projeto que coloquei sobre a questão da episiotomia. Eu queria fazer um apelo à Deputada Soraya Santos. Deputada Soraya Santos, na realidade, eu a conheço do Rio de Janeiro, sei o trabalho que V.Exa. faz pelas mulheres no Estado do Rio de Janeiro. Aliás, V.Exa. é uma das pessoas que mais luta pela pauta das mulheres no interior do Rio de Janeiro. Deputada Soraya Santos, V.Exa. está me escutando? A SRA. SORAYA SANTOS (Bloco/PL - RJ) - Sim, eu a estou escutando. A SRA. ENFERMEIRA REJANE (Bloco/PCdoB - RJ) - Eu queria fazer um apelo a V.Exa. Eu não participei desse processo todo. Eu reconheço a importância desse trabalho conjunto que as mulheres fazem aqui dentro. Não é fácil pautar nem avançar com projetos de lei para as mulheres. Eu queria fazer um apelo a V.Exa. para que a gente avance nessa pauta, porque eu acho que é tão difícil a gente aprová-la. Ainda vai passar no Senado. No Senado pode haver pessoas que vetem. Quero fazer um apelo para que a gente possa trabalhar em conjunto. Acho que, se a gente concordar e falar com o Presidente Hugo Motta, ele, com certeza, vai encarar essa nossa pauta como positiva. Então, Deputada Soraya Santos, que sempre foi Presidente da Comissão e Defesa dos Direitos da Mulher, sempre foi uma Deputada que pautou muitas questões das mulheres aqui dentro, se a gente pudesse avançar nesses dois projetos, não retirar de pauta e deixar passar, eu agradeceria muito a V.Exa., que compreende a pauta das mulheres e compreende a importância dessa votação na data de hoje.
  • 28/10/2025Breves Comunicações
    Ler a transcrição oficial
    A SRA. ENFERMEIRA REJANE (Bloco/PCdoB - RJ. Sem revisão da oradora.) - Presidente, primeiramente, desejo bom dia ao senhor, aos servidores e aos Deputados aqui presentes. Esta sessão começou hoje às 9 horas da manhã em ponto, e é importante frisar isso, Presidente, porque hoje é o Dia do Servidor Público. Por isso, eu venho a esta tribuna falar do servidor público. Há vários servidores nesta Casa, e iniciar este dia falando do servidor é valorizar uma classe de trabalhadores e trabalhadoras que serve ao País. O servidor público serve ao País. De 4 em 4 anos tem um Presidente, tem um patrão, porque é de 4 anos o mandato para o qual foi eleito. Eu também sou servidora pública, fui servidora de um Município do Rio de Janeiro, do Município de Duque de Caxias, e eu sempre falava isto: o patrão do servidor é aquele eleito para de 4 em 4 anos fazer a gestão do Município, do Governo Estadual, do Governo Federal. Eu também sou servidora pública, fui servidora do Município de Duque de Caxias, do Rio. E eu sempre falava isto: quem é o patrão do servidor é aquele que é eleito, de 4 em 4 anos, para fazer a gestão do Governo municipal, do Governo estadual e do Governo Federal. Ou seja, na realidade, o servidor serve a população e a sociedade. Hoje é dia de celebrar. Inclusive, em vários Estados, é feriado. E eu queria chamar a atenção, Presidente, porque, desde a reforma de Bresser Pereira, o servidor vem sendo atacado nos seus direitos, sempre. O Fernando Collor de Melo passou falando para todo o Brasil que o problema era o servidor público, que tinha que tirar direitos do servidor, como o direito de férias. Na realidade, o servidor não tem fundo de garantia justamente para ter outros direitos. Desde o Bresser Pereira, que sisou a Constituição do nosso País, permitindo contratações para o serviço público, daquele momento em diante, o servidor está sofrendo vários ataques. E um dos piores foi dizer que o problema do País era o servidor público. É o fim de licença-prêmio, aumento da idade e do tempo de contribuição, a terceirização e a precarização do trabalho. E eu, como enfermeira, vi que não houve mudança na área da saúde. Nada, nada mudou. Simplesmente agora se colocam organizações sociais para fazer a gestão dos hospitais, contratam as pessoas de diversas formas, precarizando o trabalho, mas o serviço do atendimento à população não melhorou. Precisamos, mesmo assim, valorizar esses servidores, porque está vindo, mais uma vez, uma proposta dizendo que se resolve o problema do País através da retirada de direitos dos servidores. Então, quero falar da dedicação e do compromisso de muitos servidores. Sem eles, o Brasil para. Sem o servidor, a máquina pública para. E nós não podemos simplesmente falar que vamos terceirizar o serviço, porque vai melhorá-lo, porque não é por aí. Vamos valorizar o servidor! Aquele que não quer trabalhar, temos que abrir o processo, dar o amplo direito de defesa e botar na rua. A Constituição é clara, ela permite demitir o servidor que não quer trabalhar. Para terminar, Presidente, eu reafirmo que a dedicação e o compromisso dos servidores seguem firmes, porque é importante nós mantermos uma máquina pública isenta daquele que, de 4 em 4 anos, passa a ser o gestor e o patrão. Então, não aceitaremos nenhuma reforma que retire os direitos desses servidores e destrua o serviço público. Seguimos na luta, valorizando toda a classe trabalhadora, em especial, no dia 28 de outubro, os servidores públicos. Obrigada.
  • 27/10/2025

    A Deputada encaminhou a votação do requerimento de urgência ao Projeto de Lei nº 2.768, de 2025, que dispõe sobre a proibição da prática rotineira de episiotomia na assistência ao parto normal por profissional de saúde legalmente habilitado no âmbito das instituições de saúde públicas e privadas.

    Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,favorável

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. ENFERMEIRA REJANE (Bloco/PCdoB - RJ. Sem revisão da oradora.) - Boa noite a todos e a todas. Primeiro, quero parabenizar a Deputada Jack Rocha por estar comandando esta plenária tão importante, com a votação de PLs que dizem respeito a nós mulheres, principalmente no período gravídico-puerperal. Analisamos agora a urgência de um PL que diz respeito a todas as mulheres que entram numa maternidade, principalmente as públicas, e têm à frente o processo de ruptura do períneo por conta de uma cirurgia, feita muitas vezes sem consentimento, por simples avaliação, em que não é levado em consideração o momento da mulher. A episiotomia, para quem não sabe, é um corte feito no períneo, a região entre a vagina e o ânus, uma região de músculo, uma região muscular. Muitas vezes, as mulheres, no parto, têm rupturas, mas são mais benignas do que o corte feito na região. É um procedimento cirúrgico feito sem o consentimento da mulher. É um procedimento que leva riscos para as mulheres: riscos de hemorragia, risco de dor mesmo, depois do parto. O que se está falando aqui é de uma reivindicação de anos, uma reivindicação do movimento de mulheres, mulheres que não admitem passar por esse tipo de cirurgia traumática que rompe o períneo, rompe a anatomia da mulher. O que estamos pedindo é que os Deputados levem em consideração este projeto de lei, levem em consideração — aqui está a Deputada Soraya, que fez a orientação — que há um movimento há anos nesta Casa para que a gente possa votar o processo de urgência deste PL, que fala da mulher e do que a gente precisa: tirar esses procedimentos invasivos e cirúrgicos da nossa vida. Obrigada.
  • 27/10/2025

    A Deputada defendeu que o Parlamento priorize o debate sobre os problemas que afetam diretamente a população, independentemente de ideologias políticas. Enfatizou a necessidade de fortalecer as políticas públicas, especialmente nas áreas da saúde, educação e segurança. Destacou a precariedade do atendimento materno-infantil no Rio de Janeiro (RJ) e relatou visitas a maternidades municipais, onde observou falta de pediatras, infiltrações, mofo, presença de baratas e ratos, além de riscos à saúde de mães e recém-nascidos. Ao final, informou que pediu providências ao Prefeito do Rio de Janeiro (RJ) e defendeu dignidade e condições adequadas de trabalho aos profissionais da saúde e de atendimento às mulheres nas maternidades públicas.

    Palavras-chave oficiais: Parlamento,Atuação parlamentar,Debate,Ideologia política,Política pública,Saúde,Educação,Segurança pública Rio de Janeiro (RJ),Política de saúde,Saúde pública,Visita oficial,Maternidade (unidade de saúde),Atendimento médico,Riscos (segurança),Mãe,Recém-nascido,Prefeito,Profissional de saúde,Condições de trabalho

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. ENFERMEIRA REJANE (Bloco/PCdoB - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, eu não venho a esta tribuna hoje para falar sobre Bolsonaro ou Lula, nem sobre Esquerda ou Direita, mas sobre o que realmente a população está precisando. Porque neste Brasil imenso nós temos o Governo do Presidente Lula, mas em diversos Estados nós temos Governo do PL, do PDT, do União Brasil, enfim, governos de todos os partidos. E o que a população realmente quer? Que dentro desta Casa a gente possa debater e discutir sobre os problemas pelos quais a população passa, seja onde ela estiver, no Município ou no Estado, ou no âmbito do Brasil, no âmbito do Governo Federal. A população precisa de políticas públicas que realmente facilitem e deem condição de a população viver. Então, eu trago aqui as questões da área da saúde, como já trouxe da área da segurança e da área da educação. Trago hoje aqui a questão da área da saúde, a questão das mulheres que precisam de atendimento materno-infantil dentro das maternidades. E nós precisamos discutir. Eu trago aqui a situação do Rio de Janeiro. No Rio de Janeiro, nós estamos vivendo e verificando que as mulheres estão em condições que necessitam de mecanismos e equipamentos abertos que deem atenção à saúde. Nesta semana, eu visitei duas maternidades municipais, sendo que uma ficava em Madureira. A segunda maternidade é a Maternidade Carmela Dutra. Sras. e Srs. Deputados, o que nós vimos é um caos total. Nós estamos muito preocupados no Rio de Janeiro com a questão do atendimento às mulheres. Na área federal, o Instituto de Ginecologia foi fechado por conta da falta de verba para que aquela unidade se mantivesse aberta. Nós estamos fazendo um esforço muito grande para que aquele instituto consiga verba para atender as mulheres com câncer. Na área municipal, duas maternidades preocupam. A que fica em Madureira não tem pediatra aos fins de semana, e está sendo fechada. As crianças não têm onde nascer ali naquela região do subúrbio carioca. Hoje de manhã, eu estive na Maternidade Carmela Dutra, a qual não tem condição de atender as mulheres. Há infiltração e mofo em todas as salas. Inclusive, as crianças estão nascendo e tendo contato com esse fungo, apresentando problemas respiratórios sérios. Então, Srs. e Srs. Deputados, o que a gente está fazendo é oficiar ao Prefeito da cidade do Rio de Janeiro. Nós nos colocamos à disposição, porque as mulheres precisam de dignidade para ser atendidas. Então, essas elevadas taxas de mortalidade tanto infantil quanto materna precisam estar no foco da Prefeitura do Rio de Janeiro, que tem aberto muitas unidades de saúde. No entanto, essas unidades antigas estão abandonadas. Essa Maternidade Carmela Dutra tem 78 anos de atendimento à população no Rio de Janeiro. Essa maternidade precisa se manter aberta. Então, nós precisamos estar aqui, pensando junto a saúde, porque é fundamental que os profissionais possam atender bem a população. As usuárias, as mulheres que todos os dias procuram essa unidade para ter os seus filhos não podem estar à mercê de baratas. Digo isso, porque nós vimos hoje baratas na maternidade. Nós vimos mofo. Nós vimos ratos andando pelas enfermarias. Senhoras e senhores, nós não podemos aceitar que a saúde — peço mais 1 minuto para concluir, Presidente —, na qual cada Deputado aqui dentro tem que botar metade das suas emendas, que equipamentos de saúde, que postos de saúde, que hospital e que maternidade, que são públicos, deem essas condições de atendimento à nossa população. Então, precisamos botar em foco a questão do atendimento materno-infantil na pauta da população, na pauta do Governo do Rio de Janeiro, na pauta da Prefeitura. As mulheres precisam de dignidade na saúde pública do nosso Estado. Eu peço que a minha primeira fala e esta segunda, se possível, sejam divulgadas no programa A Voz do Brasil. Obrigada, Presidente.
  • 27/10/2025Breves Comunicações

    A Deputada alertou para a escalada da violência contra profissionais de saúde no Estado do Rio de Janeiro, afirmando que médicos, enfermeiros e demais trabalhadores atuam expostos a riscos dentro das unidades hospitalares. Relatou invasões de traficantes a hospitais para assaltos e resgates de criminosos, ressaltando que a segurança patrimonial não protege vidas. Lembrou que, na condição de Deputada Estadual, realizou várias audiências públicas, em que foram apuradas pelas Delegacias várias ocorrências policiais contra profissionais de saúde. Ademais, destacou a apresentação de Projeto de Lei, de sua autoria, o Ronda da Saúde, inspirado no Ronda Escolar, que prevê viaturas de apoio para dar proteção e tranquilidade aos profissionais de saúde. Ao final, solicitou ao Governador Cláudio Castro que garanta condições dignas e seguras de trabalho para quem salva vidas.

    Palavras-chave oficiais: Violência,Profissional de saúde,Rio de Janeiro (Estado),Médico,Enfermeiro,Hospital,Política de segurança pública,Audiência pública (processo legislativo),Assembleia Legislativa,Deputada estadual,Atuação parlamentar pregressa,Projeto de lei ordinária,Veículo de segurança pública,Governador

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. ENFERMEIRA REJANE (Bloco/PCdoB - RJ. Sem revisão da oradora.) - Presidente, demais Deputados, agradeço a oportunidade de falar aqui para todos os Deputados e também para V.Exa. Eu me inscrevi hoje, neste momento, antes de iniciarmos propriamente os trabalhos do plenário, para falar sobre a violência contra os profissionais de saúde no Rio de Janeiro. Não é de hoje, Deputados, que vimos alertando sobre a violência como um todo. A população clama pela tomada de medidas efetivas a fim de reduzir a violência que ela sofre no dia a dia, uma violência que se manifesta de todas as formas. Todos os dias, na televisão e nas redes sociais, acompanhamos cenas de violência em uma das cidades mais importantes do País, na qual o crime organizado está em tudo quanto é lugar. Em relação especificamente aos profissionais de saúde, senhoras e senhores, o que a gente vê é um total descaso das autoridades. Seja nos hospitais federais, seja nos hospitais estaduais, seja nos hospitais municipais — principalmente naqueles que possuem porta aberta, ou seja, emergência aberta para a população —, os profissionais estão à mercê da violência. Vários traficantes têm invadido unidades de saúde, seja para assaltar pessoas que estão ali aguardando atendimento — o que representa uma dupla violência, pois a pessoa já está doente e ainda sofre dentro da unidade de saúde —, seja para resgatar bandidos que estão sob custódia nos hospitais de emergência. A única segurança que esses profissionais têm é a patrimonial, que não cobre a vida deles. Nós temos visto médicos, profissionais de enfermagem e de fisioterapia, psicólogos, fonoaudiólogos serem agredidos, passarem por diversos tipos de violência, inclusive física, coronhadas que esses profissionais têm levado. Além disso, eles sofrem muita violência psicológica, porque ninguém consegue trabalhar com a sua vida sendo exposta dessa forma. Estamos fazendo várias audiências públicas e debates com a sociedade, para tratar da violência contra os profissionais de saúde. Quando eu era Deputada estadual, nós fizemos audiência pública, dentro da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, e levantamos junto às delegacias policiais o quantitativo desses registros. Pasmem, eram muitos registros. Nós resgatamos um projeto de lei que foi apresentado no Rio de Janeiro, o Ronda da Saúde, e estamos apresentando na Casa, nos mesmos moldes do Ronda Escolar, em que uma viatura dá um suporte, uma sensação de segurança aos alunos, aos professores e aos profissionais de educação. Apresentamos projeto parecido, o Ronda da Saúde, com uma viatura plotada, para tentar minimizar e dar um pouco mais de segurança a esses funcionários que estão ali salvando vidas. Isso é importante porque nós aproveitamos a oportunidade, quando o Governador Cláudio Castro estava na Casa, numa audiência pública, para tratar da falta de segurança no Rio de Janeiro, para pedir, pleitear a ele que faça alguma coisa em relação aos profissionais de saúde. A gente sabe que é um tema complexo, envolve vários mecanismos de controle, de polícia, de órgãos públicos municipais, estaduais e federais, mas a proposta a ser apresentada ao Governador é concreta e viável para que os profissionais de saúde que estão passando por esse sufoco, por essa condição, que não é de trabalho, possam minimamente ter a sua vida salvaguardada, atuar com dignidade e salvar a vida do povo. É preciso olhar para os profissionais de saúde, médicos, profissionais de enfermagem, que querem atuar com dignidade e, ao valorizar sua vida, estão colocando como pauta principal a segurança nas unidades de saúde, porque é uma pauta que cuida não só dos profissionais, mas principalmente daquela população que está ali para ser atendida e não passar por situações de risco de vida dentro das unidades de saúde. Então, Ronda da Saúde é um projeto viável, que pode ser uma proposta para as unidades de saúde.
  • 22/10/2025

    A Deputada destacou a preocupação com a segurança dos profissionais de saúde no Rio de Janeiro, relatando invasões a unidades de saúde e ameaças a médicos e enfermeiros. Mencionou audiência com o Governador do Estado, na qual sugeriu a implementação de medidas de proteção, incluindo o Programa Ronda da Saúde, inspirado na ronda da educação, para aumentar a segurança nas unidades e proteger tanto os profissionais quanto os pacientes.

    Palavras-chave oficiais: Rio de Janeiro (Estado),Unidade de saúde,Profissional de saúde,segurança,Governador,providências,Deputada federal,solicitação

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. ENFERMEIRA REJANE (Bloco/PCdoB - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, muito obrigada. Eu estou aqui para falar sobre a segurança dos profissionais de saúde no Rio de Janeiro. Algumas unidades de saúde têm sido invadidas por bandidos, e os profissionais estão em uma insegurança muito grande. Não é a primeira vez que bandidos invadem unidade de saúde e retiram de lá paciente sob custódia, colocando arma na cabeça de médicos e de profissionais de enfermagem. Hoje, nós tivemos uma audiência com o Governador, na qual eu disse a ele que, quando fui Deputada Estadual, apresentei um projeto de lei que instituía o Programa Ronda da Saúde. Ele funcionaria do mesmo jeito que funcionava a ronda da educação, com uma viatura policial dando mais segurança às unidades de saúde. Solicitei que algo seja feito, que o Governador coloque em prática alguma coisa que dê mais segurança aos profissionais de saúde e à própria população que está sendo atendida nas unidades de saúde. Presidente, gostaria, se possível, que o meu pronunciamento fosse divulgado nos meios de comunicação da Casa. Muito obrigada por este espaço.
  • 14/10/2025

    A Deputada fez um apelo ao Presidente Lula para que indique uma mulher negra à vaga aberta no Supremo Tribunal Federal (STF) com a saída do Ministro Luís Roberto Barroso. Ressaltou que essa é uma reivindicação do movimento de mulheres, especialmente do movimento de mulheres negras, que vem realizando campanhas nas redes sociais e na mídia em defesa dessa pauta. Lembrou que as mulheres são mais de 50% da população, mas ainda têm pouca representação nos espaços de poder, particularmente no STF, e classificou a demanda como justa e necessária para promover mais diversidade e representatividade nas instituições.

    Palavras-chave oficiais: Negros,Mulher,Ministra do Supremo Tribunal Federal,Supremo Tribunal Federal (STF),Diversidade étnico-racial,Representatividade feminina,indicação,Presidente da República

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. ENFERMEIRA REJANE (Bloco/PCdoB - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, com a saída do Ministro Barroso, eu trago aqui a voz do movimento de mulheres, principalmente do movimento de mulheres negras, que está usando as redes sociais e a mídia televisiva, numa grande campanha, para que o Governo Lula indique uma jurista negra para assumir a vaga do Ministro Barroso. Essa é uma reivindicação justa. As mulheres são mais de 50% da população e, nesses espaços de poder, há poucas mulheres, principalmente no Supremo Tribunal Federal. Então, a gente deixa aqui um apelo ao Governo Lula, ao Presidente da República, para que indique uma mulher negra para ter assento no Supremo Tribunal Federal. Obrigada, Presidente.
  • 01/10/2025Breves Comunicações

    A Deputada defendeu a importância da votação da isenção do Imposto de Renda para quem ganha até 5 mil reais (Projeto de Lei nº 1.087, de 2025) como forma de promover justiça social tributária. Criticou a desigualdade do sistema atual, no qual trabalhadores pagam impostos sobre bens simples enquanto grandes fortunas e patrimônios ficam isentos. Ademais, alertou para possíveis manobras da Oposição que buscam beneficiar os "BBB's", bancos, bilionários e bets (empresas de apostas e jogos on-line). Além disso, destacou a situação da categoria da enfermagem, que recebe salários baixos mesmo após a criação do piso, e defendeu que esses profissionais tenham direito à isenção. Por fim, apelou pelo apoio da população para a aprovação do projeto.

    Palavras-chave oficiais: Votação,Aprovação,Projeto de lei ordinária,Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (IRPF),Isenção tributária,Benefício fiscal,Tributação,Contribuinte de alta renda,Oposição política,Banco,Aposta esportiva,Jogo online Enfermagem,Enfermeiro,Técnico de enfermagem,Piso salarial

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. ENFERMEIRA REJANE (Bloco/PCdoB - RJ. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Sr. Presidente. Presidente, eu vou pedir logo que a minha fala seja divulgada no programa A Voz do Brasil, para eu não esquecer. Eu não poderia me furtar de vir à tribuna para falar sobre a votação de isenção do Imposto de Renda, que nós vamos fazer hoje aqui. E por que eu, além de vários Deputados que já vieram aqui, trago essa questão? Porque o Brasil, senhoras e senhores, é um país muito desigual; o Brasil tem uma chaga tributária que não é de hoje. Há muitos e muitos anos, discute-se aqui, nesta Casa, a justiça social tributária. Quem ganha mais deve pagar mais. E hoje acontece o contrário: quem ganha pouco paga mais no nosso País. Quem tem um carrinho, um fusquinha paga o imposto do carro, mas quem tem seu jato, seu iate não paga. Nós vamos discutir mais tarde a isenção do Imposto de Renda. Quem ganha até 5 mil reais deve ficar isento desse imposto. No entanto, temos que ficar alertas, e a população mais ainda, porque manobras vão acontecer aqui dentro da Casa. A Oposição vai querer que quem ganha até 10 mil reais não pague Imposto de Renda. A Oposição vai trazer aqui a proposta de não taxar os BBBs. A população já entende que BBBs são bancos, bilionários e bets, que são as empresas dos jogos on-line. A Oposição vai trazer isso para cá tentando desvirtuar o que nós vamos votar aqui. É importante que a sociedade saiba que há muitos anos essa proposta tramita aqui na Casa. Então, é necessário que a gente possa avançar para que a população tenha mais igualdade. Quero falar também da minha categoria. Não é justo que a enfermagem — que ganha tão pouco e, na prática, não consegue ganhar nem o piso salarial que foi implementado aqui de 4.700 reais —, essa categoria que salvou vidas durante a pandemia, não consiga ter o direito de não pagar o Imposto de Renda. Eu estou falando isso para a população entender o que vai acontecer mais tarde. Por isso, faço este apelo: que a gente possa aprovar, de fato, a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até 5 mil reais. Obrigada, Presidente.
  • 20/08/2025Breves Comunicações

    A Deputada destacou os 103 anos de existência do Partido Comunista do Brasil (PC do B) e reafirmou o compromisso do partido com a soberania nacional e os direitos do povo brasileiro. Informou que estão sendo realizadas conferências democráticas no Estado do Rio de Janeiro, com renovação de quadros, planejamento estratégico e fortalecimento da militância. Mencionou os encontros em Petrópolis (RJ), São João da Barra (RJ) e Paty do Alferes (RJ), e convidou homens e mulheres a se engajarem, ressaltando que o PCdoB se apresenta como o único partido revolucionário do País.

    Palavras-chave oficiais: Partido Comunista do Brasil (PC do B),Soberania nacional,Rio de Janeiro (Estado),Militância política,Petrópolis (RJ),São João da Barra (RJ),Paty do Alferes (RJ)

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. ENFERMEIRA REJANE (Bloco/PCdoB - RJ. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Sr. Presidente. Eu já peço que este meu pronunciamento seja retransmitido no programa A Voz do Brasil. Eu quero informar que o Partido Comunista do Brasil, um partido com 103 anos de existência, segue firme na construção efetiva das prerrogativas do povo brasileiro. Esse partido está realizando, em todo o Rio de Janeiro, um processo democrático de conferências, com renovação de seus quadros de gestão, planejamento estratégico e aprofundamento de seu compromisso com a soberania nacional. Presidente, este final de semana, as conferências acontecerão nas cidades de Petrópolis, São João da Barra e Paty do Alferes, do Rio de Janeiro. Então, eu reforço o convite a todos e todas que defendem o povo brasileiro a estar junto conosco e entrar nas fileiras do PCdoB, o único partido... (Desligamento do microfone.) O SR. PRESIDENTE (Charles Fernandes. Bloco/PSD - BA) - Deputada, V.Exa. quer concluir? A SRA. ENFERMEIRA REJANE (Bloco/PCdoB - RJ) - Eu quero convidar homens e mulheres a participarem das conferências e reforçarem a soberania de um partido que é o único partido revolucionário do País. Obrigada.
  • 16/07/2025

    A Deputada denunciou episódios recorrentes de racismo estrutural na Câmara dos Deputados, afirmando que essa prática tem se manifestado por meio de abordagens discriminatórias, especialmente por parte de seguranças e funcionários, que exigem identificação antes mesmo de reconhecerem o broche parlamentar. Assinalou que a situação é reincidente e, por isso, decidiu registrar e relatar os casos ao Presidente da Casa. Propôs a realização de programas de formação sobre racismo estrutural, com a participação do movimento negro, voltados a servidores e seguranças. Reforçou ainda o compromisso de continuar denunciando e declarou que não se calará diante das injustiças.

    Palavras-chave oficiais: Palácio do Congresso Nacional (Brasília, DF),Deputada federal,acesso,Polícia legislativa,Racismo estrutural

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. ENFERMEIRA REJANE (Bloco/PCdoB - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Sr. Presidente. Subo a esta tribuna mais uma vez para não deixarmos passar em branco o que é o racismo estrutural. E percebemos que esta Casa de Leis é uma casa onde o racismo impera. Esta não é a primeira vez. Eu já vim à tribuna fazer denúncias sobre o que estou passando aqui dentro. Mas, como se trata de um incidente reincidente — já está acontecendo diversas vezes —, eu me senti no dever de vir aqui falar dessa importante questão que temos que trazer para esta Casa. O racismo aqui dentro é estrutural. Os seguranças, os funcionários, primeiro, nos abordam pedindo o crachá, Deputada Kokay, pedindo que nos identifiquemos, para depois observar que nós estamos com o broche. Como está sendo reincidente essa questão, eu resolvi tomar medidas por mim mesma. Eu resolvi que, cada vez que acontecer um caso como este, eu tiro uma foto da pessoa, registro e preparo um relatório para o Presidente. Aliás, eu conversei com o Presidente para que o movimento negro esteja aqui, fazendo um programa de formação com os funcionários e os seguranças, para falar sobre o que é o racismo estrutural. Faço esta sugestão porque a pessoa não percebe, mas ela comete o ato racista antes mesmo de identificar com quem está falando. Eu conversei com o Presidente há pouco e lhe propus que trouxesse para cá o movimento negro e vários outros, de modo a promoverem esta formação sobre o racismo estrutural, principalmente conosco, as mulheres negras, que precisamos o tempo todo denunciar. Eu não vou me calar. É preciso que esta Casa e os demais tomem ciência disso. Era o que tinha a dizer. Muito obrigada. O SR. PRESIDENTE (Pompeo de Mattos. Bloco/PDT - RS) - Muito obrigado, Deputada Enfermeira Rejane. Deputada, eu quero expressar minha solidariedade, nosso carinho e respeito a V.Exa. pelo grande trabalho que faz. Com certeza, sua manifestação será divulgada pelo programa A Voz do Brasil e pelos demais meios de comunicação desta Casa. A próxima inscrição é a do Deputado Cabo Gilberto Silva. Antes, porém, concedo 1 minuto ao Deputado Orlando Silva. Depois, falará o Deputado Rodolfo Nogueira. Tem a palavra o Deputado Orlando Silva.
  • 16/07/2025Breves Comunicações

    A Deputada destacou a importância do plebiscito popular realizado no Auditório Nereu Ramos, que propôs a redução da jornada de trabalho na escala 6 por 1, visando melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores, especialmente da categoria da enfermagem, majoritariamente composta por mulheres. Ressaltou que essa jornada atual compromete o convívio familiar e o descanso, e defendeu a redução sem perda salarial. Também abordou a necessidade de reformar o sistema tributário, apontando a injustiça de os mais pobres pagarem proporcionalmente mais, enquanto bilionários, bancos e apostas permanecem isentos. Informou que o plebiscito busca ampliar a participação popular para assegurar direitos e promover justiça social.

    Palavras-chave oficiais: Auditório Nereu Ramos (Câmara dos Deputados) (Brasília, DF),Plebiscito,Jornada de trabalho,Imposto sobre a Renda das Pessoas Físicas Mínimo (IRPFM),redução,Contribuinte de alta renda,Rendimento tributável

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    A SRA. ENFERMEIRA REJANE (Bloco/PCdoB - RJ. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, muito obrigada por esta oportunidade. Sras. e Srs. Deputados, hoje, estivemos no Auditório Nereu Ramos numa grande manifestação popular sobre um plebiscito, instrumento constitucional que, assim como outros instrumentos previstos na nossa Constituição, permite maior participação da sociedade organizada nas propostas para a nossa sociedade. Nós estamos diante de um debate fundamental para o futuro do nosso País, Sr. Presidente, para alcançarmos um país mais justo, que valorize o trabalho, que combata os privilégios e que assegure direitos para a maioria da população. Esse plebiscito fala sobre acabar com a jornada de trabalho 6 por 1, que é uma jornada que faz com que a maioria dos trabalhadores não tenha uma vida digna. Eu represento uma categoria basicamente de mulheres, a categoria da enfermagem, que tem uma jornada de trabalho de 12 horas por 36 horas. Essas trabalhadoras, quando voltam para casa, ainda têm que se dedicar aos afazeres domésticos. Hoje, milhões de trabalhadores enfrentam essa exaustiva jornada, que rouba o tempo de convívio com a família, de lazer e de descanso. É urgente, Sr. Presidente, que façamos a redução dessa escala sem redução salarial, porque dignidade não pode ser um luxo, dignidade tem que ser um direito. E essa escala ultrapassa a nossa condição de convívio com a nossa família. Porém não basta mexer apenas na jornada de trabalho. Precisamos corrigir distorções estruturais no nosso sistema tributário, Sr. Presidente. Não é justo que quem ganhe menos pague, proporcionalmente, mais. Os bancos, os bilionários, hoje, não pagam absolutamente nada. É preciso aliviar quem sofre, companheiros. E quem sofre, neste País, são os mais pobres. É por isso que esse plebiscito propõe não só a redução da jornada de trabalho, mas também a tributação dos bilionários, das bets e dos bancos. Além disso, propõe também a redução no Imposto de Renda, porque essa é uma forma mais justa de tratar a nossa sociedade. É, por isso, Sr. Presidente, que esse plebiscito, que é uma forma de nós usarmos um instrumento previsto na nossa Constituição, está sendo passado para toda a população, para todos os trabalhadores. Muito obrigada pela oportunidade.
  • 16/07/2025

    A Deputada reclamou ter sido vítima de mais um episódio de racismo dentro da Câmara dos Deputados, ao ser novamente abordada, na entrada, por um segurança da Casa, mesmo estando identificada com o broche parlamentar. Ressaltou que passará a registrar esses atos com fotos e organizará um relatório para formalizar as denúncias. Ainda, exigiu providências concretas por parte da direção da Casa, sobretudo no que diz respeito à atuação dos servidores. Por fim, reafirmou sua posição como mulher negra, Deputada Federal e representante de mais de 3 milhões de profissionais com recortes de raça e gênero, declarando que não aceitará mais esse tipo de discriminação.

    Palavras-chave oficiais: reclamação,Deputada federal,Racismo,Discriminação racial,Discriminação de gênero

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    A SRA. ENFERMEIRA REJANE (Bloco/PCdoB - RJ. Para uma reclamação. Sem revisão da oradora.) - Eu queria novamente denunciar racismo aqui dentro da Casa. Eu fui parada, mais uma vez, pelo segurança aqui da entrada. Isso não é possível. A gente reclama, a gente denuncia, e agora eu estou tirando foto — tenho esta aqui. Vou tirar foto de quem praticar racismo contra mim, vou fazer um relatório e entregar a Casa. Eu faço isso para denunciar, porque não podemos nos calar. Racismo é crime. Esta Casa tem que começar a tomar providência concreta em relação aos funcionários. Não dá mais para dizer: "Ah, eles confundem os funcionários". Não dá mais para falar dessa forma. O broche está aqui em cima, na camisa, e a gente não pode aceitar racismo nesta Casa. Como mulher, como negra, como Deputada Federal, como representante de mais de 3 milhões de profissionais, que tem recorte de raça, que tem recorte de gênero, eu não posso mais aceitar esse tipo de coisa na Casa. Gostaria que o senhor também tomasse providência perante as chefias aqui. Obrigada. O SR. PRESIDENTE (Charles Fernandes. Bloco/PSD - BA) - Deputada Rejane, é lamentável estar aqui presidindo a sessão e ouvir de um colega ou de uma colega um pronunciamento como o que V.Exa. termina de fazer. Eu não tenho dúvida nenhuma de que o nosso Presidente, Deputado Hugo Motta, não deixará passar impunes as declarações que V.Exa. termina de fazer aqui. E não é só por ser V.Exa. Deputada, mas é porque isso não tem mais lugar aqui no nosso País. É lamentável. Sentado aqui presidindo esta sessão, eu só tenho a lamentar a fala de V.Exa. Eu tenho certeza, repito, que o Presidente Hugo Motta vai tomar as providências cabíveis em relação ao relato que V.Exa. termina de fazer. Lamento. Com a palavra o Deputado Sargento Gonçalves.
  • 07/05/2025Breves Comunicações

    A Deputada apelou ao Ministro da Educação para se posicionar contrariamente à oferta do curso de Enfermagem por plataformas de ensino a distância, por considerar que a formação profissional exige prática supervisionada, empatia e contato direto com pacientes. Alertou que os egressos de cursos a distância apresentaram desempenho inferior no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), refletindo menor qualificação para a prática clínica. Defendeu que cuidar de pessoas exige vivência humana, sensibilidade e comunicação, aspectos impossíveis de serem plenamente desenvolvidos por meio de telas. Ao final, incentivou o fortalecimento de políticas de subsídios e considerou que a proibição ao ensino remoto para o curso de Enfermagem representaria um avanço na valorização da categoria e na segurança dos pacientes.

    Palavras-chave oficiais: Ministro de Estado da Educação,Enfermagem,Educação a distância,Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade),Educação e formação profissional,Saúde pública,Educação presencial,segurança,Paciente

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    A SRA. ENFERMEIRA REJANE (Bloco/PCdoB - RJ. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, subo hoje à tribuna para tentar mandar um recado ao Ministro da Educação. Trata-se de um recado em defesa da qualidade da formação dos profissionais de saúde no Brasil, em especial dos profissionais de enfermagem, uma categoria que está na linha de frente do cuidado com a vida, pilar fundamental do nosso Sistema Único de Saúde. Sr. Ministro, não podemos permitir que o curso de Enfermagem continue sendo ofertado de forma simplificada e inadequada, por meio do exclusivo processo de plataformas de ensino a distância e de educação a distância, na camada da prática da enfermagem. Ao ensino a distância eu digo "não". Não dá para formar profissionais de enfermagem a distância. A formação exige prática, presença, empatia, vivência humana e cuidados diretos ao paciente. Não é possível preparar adequadamente enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem sem o tratamento contínuo supervisionado em hospitais. Sras. e Srs. Deputados, isso se evidencia nos alarmantes dados do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes, o Enade. Os egressos de cursos de EaD apresentaram uma formação mais frágil e uma menor qualificação para a prática profissional. Cuidar de pessoas não é apenas aplicar técnicas. A enfermagem é antes de tudo uma profissão que conecta. É preciso olhar nos olhos, sentir, acolher e se envolver ativamente com o paciente. Esses aspectos são essenciais de quem cuida e não podem ser desenvolvidos diante de uma tela de computador. O cuidado não pode e não deve ser reduzido ao ensino mediado apenas por tecnologia. A prática clínica envolve o domínio de técnicas, mas também o desenvolvimento da comunicação, da empatia e da sensibilidade para agir nessas situações. Meu apelo ao MEC, diante disso, é para que se coloque o bem-estar do povo brasileiro acima de qualquer outra discussão. O Ministério da Educação está no caminho certo. Essa decisão seria um passo decisivo a favor da segurança dos pacientes e da valorização da categoria de enfermagem. Sugiro ainda ao Ministro que fortaleça a programação de subsídios, para que a gente consiga, de fato, ter profissionais que atendam verdadeiramente à saúde da nossa população. "Não" ao ensino a distância para o curso de Enfermagem.
  • 06/05/2025

    A Deputada manifestou indignação diante das fraudes praticadas no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) contra aposentados e pensionistas. Afirmou que debater sobre a responsabilidade do Governo Bolsonaro ou do Governo Lula não resolve o problema e defendeu que os partidos que ocuparam o Ministério da Previdência desde o início da fraude deveriam arcar com o ressarcimento aos prejudicados. Enfim, propôs que os valores desviados sejam restituídos por meio do fundo partidário de legendas como o Partido Democrático Trabalhista (PDT) e outras que se omitiram diante dos crimes cometidos.

    Palavras-chave oficiais: Fraude,Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Desconto,Aposentado,Pensionista,Governo federal,Presidente da República,Governo,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Partido político,Partido Democrático Trabalhista (PDT),Ministério da Previdência Social,ressarcimento,Crime,Corrupção

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    A SRA. ENFERMEIRA REJANE (Bloco/PCdoB - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, eu me sensibilizei com a fala do Deputado Dimas Gadelha e eu gostaria de me posicionar também, porque acho um disparate o que estão fazendo e o que fizeram com os nossos aposentados e pensionistas do Brasil inteiro. Falar agora que teve início no Governo Bolsonaro ou que se deu continuidade no Governo Lula não resolve a questão. Eu acredito, Presidente, que partidos políticos que estiveram à frente dessa Pasta, desde o ano em que essa fraude começou, deveriam pagar e ressarcir os aposentados. Esse dinheiro deveria sair do fundo partidário, tanto do PDT quanto de todos os partidos que passaram por esse Ministério e fecharam os olhos para o que se roubou de cada aposentado, de cada aposentada e de cada pensionista do nosso País. Então, eu queria me manifestar em relação a isso, porque, quem sofre é o povo mais pobre. O dinheiro tem que sair do fundo partidário de todos os partidos que assumiram esse Ministério. Obrigada.
  • 05/05/2025

    A Deputada denunciou episódios recorrentes de assédio e constrangimento que tem sofrido ao acessar as dependências do Congresso Nacional, mesmo estando identificada com o broche parlamentar. Afirmou ser constantemente questionada sobre sua identidade como Deputada, tanto ao entrar no prédio quanto ao utilizar elevadores e demais espaços da Casa. Indagou se esses episódios estariam relacionados à sua cor ou aparência, apontando para um possível viés racial no tratamento recebido. Solicitou providências à Presidência da Câmara para garantir respeito e igualdade no exercício de seu mandato.

    Palavras-chave oficiais: Deputada federal,Constrangimento,acesso,Congresso Nacional,Bóton,Parlamentar,identificação,Racismo,Aparência física

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    A SRA. ENFERMEIRA REJANE (Bloco/PCdoB - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigado, Presidente. Eu queria deixar registrado o assédio que estou sofrendo em todos os momentos que adentro tanto o prédio do Congresso quanto o plenário. Eu acho, Presidente, que os funcionários e as funcionárias da Casa têm instrumentos para reconhecer quem é Deputado ou Deputada. Até mesmo o uso do broche nos identifica quando entramos na Casa. Todas as vezes que entro sou barrada, e me perguntam se sou ou não Deputada. E estou sempre usando o meu brochinho. Eu acho, Deputado, Presidente em exercício, que talvez seja pela minha cor, mas não é possível que a gente precise ser identificada pela cor. Ao entrar aqui agora, com o uso do broche, fui barrada porque queriam saber se eu era ou não Deputada. Só que isso está acontecendo todas as vezes que entro no elevador, que entro no prédio. Não sei se é por conta da minha roupa, não sei se é por conta da minha cor. Eu queria fazer esse registro e pedir providências a V.Exa. para não ser barrada. Não é possível que isso só aconteça comigo. Eu já estou achando que é por conta da minha cor. Infelizmente, os funcionários deste Congresso não podem verificar a presença ou não dos Deputados por conta de roupa ou de cor. Eu uso o meu broche todas as vezes. Sei que existe uma relação com a fotografia de todos os Deputados e não gostaria mais que isso voltasse a acontecer aqui na Casa. Muito obrigada.
  • 29/04/2025Breves Comunicações

    A Deputada se posicionou contra a formação de profissionais de enfermagem por meio do ensino a distância (EaD), reforçando a necessidade de uma formação acadêmica presencial e de qualidade. Unindo-se à Deputada Ana Paula, alertou que a prática inadequada desses profissionais pode aumentar o risco de mortes de pacientes. Criticou a iminente aprovação de um marco regulatório que pode favorecer a abertura de cursos EaD, mencionando que o Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) tem judicializado o tema e que em Estados como Rondônia, Amazonas e Rio de Janeiro houve ações bem-sucedidas para cancelar cursos desse tipo. Por fim, solicitou uma audiência com o Ministro da Educação e pediu apoio da Presidência da Câmara para discutir a questão, denunciando a pressão do lobby de universidades privadas.

    Palavras-chave oficiais: Enfermagem,Educação a distância,Formação acadêmica,Marco regulatório,Conselho Federal de Enfermagem (Cofen),Amazonas,Rio de Janeiro (Estado),Rondônia,Judicialização da saúde,Ministro de Estado da Educação,Presidência da Câmara dos Deputados,Lobby,Universidade privada

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    A SRA. ENFERMEIRA REJANE (Bloco/PCdoB - RJ. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Eu vim à tribuna para me juntar à voz da Deputada Ana Paula, do Ceará, em relação à formação universitária, à formação da graduação dos profissionais de enfermagem. Presidente, quando as pessoas estão internadas no hospital, elas acreditam que vão ficar boas, querem sair dali, querem ser bem atendidas. Para isso, nós precisamos ter profissionais de saúde que tenham uma formação acadêmica adequada. Nós estamos, há vários meses, discutindo, com o Ministério da Educação, a questão do ensino a distância para os profissionais de saúde, em especial os profissionais de enfermagem. Tivemos um momento, no ano de 2023, em que o Ministro cancelou a abertura de cursos a distância para a formação desses profissionais. Só que agora nós estamos na iminência de um marco regulatório para essa questão. Por isso é importante nós virmos a esta tribuna para falar sobre a questão da qualidade e do comprometimento desses profissionais. Se não forem formados adequadamente, com certeza, o risco de morte de um paciente será muito maior. Se não falarmos sobre o dia a dia desses profissionais nas unidades de saúde, com certeza, nós vamos ter problemas sérios com a qualidade dessa assistência. O Conselho Federal de Enfermagem tem ingressado com várias ações judiciais para que esses cursos a distância não sejam referendados, não sejam implementados nos vários Estados brasileiros. Deputada Ana Paula, cursos em Rondônia e no Amazonas foram cancelados. Eu consegui, quando estava Deputada Estadual no Rio de Janeiro, o cancelamento e a proibição da abertura de cursos de técnico de enfermagem a distância. O SR. PRESIDENTE (Charles Fernandes. Bloco/PSD - BA) - Conclua, Deputada. A SRA. ENFERMEIRA REJANE (Bloco/PCdoB - RJ) - É necessário que esses profissionais tenham formação acadêmica adequada, tenham formação dentro dos laboratórios. E é temeroso, quando aprovamos e quando o Ministro da Educação permite a abertura de várias universidades de ensino a distância. É a vida dos nossos pacientes, é a vida da população que está em risco. O SR. PRESIDENTE (Charles Fernandes. Bloco/PSD - BA) - Por favor, conclua, Deputada. A SRA. ENFERMEIRA REJANE (Bloco/PCdoB - RJ) - Usarei a palavra, realmente, só para terminar. Nós estamos solicitando uma audiência. E nós contamos com o apoio do Presidente Hugo Motta, inclusive, contamos com o apoio de V.Exa., Presidente, para que nós consigamos essa audiência com o Ministro da Educação. Vamos pautar o ensino a distância, porque o lobby das universidades privadas está muito grande. Presidente, solicito a divulgação do meu pronunciamento no programa A Voz do Brasil e pelos meios de comunicação da Casa.
  • 28/04/2025

    A Deputada se pronunciou sobre a greve dos trabalhadores da Eletronuclear, em Angra dos Reis (RJ), afirmando que a paralisação teve legalidade reconhecida pela Justiça. Criticou a falta de diálogo da empresa e defendeu que os trabalhadores reivindicavam direitos antigos, como acesso à moradia e cumprimento do acordo coletivo. Destacou que a unidade da Eletronuclear representa risco potencial à população e que sua paralisação pode gerar impactos relevantes. Solicitou que o Governo Federal e o Ministro de Minas e Energia intervenham para garantir a negociação com os grevistas. Reafirmou o apoio ao movimento e à pauta dos trabalhadores.

    Palavras-chave oficiais: Greve,Eletrobras Termonuclear (Eletronuclear),Angra dos Reis (RJ)

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    A SRA. ENFERMEIRA REJANE (Bloco/PCdoB - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Presidente. Eu venho aqui para falar sobre a greve dos trabalhadores da Eletronuclear, em Angra dos Reis. Esses trabalhadores continuam com suas atividades paralisadas, e a empresa se nega a negociar. A informação que temos é de que seria trocada a direção da empresa. Os trabalhadores estão reivindicando o que é direito deles, que é a moradia. Há muitos anos, eles tinham o direito de morar em casas que foram erguidas justamente para beneficiar os funcionários, e a empresa está tirando esse direito dos trabalhadores. Há vários anos, eles não têm o acordo coletivo cumprido. A última informação que tenho, Presidente, é que a greve foi garantida pela Justiça, ou seja, a greve é legal. Então, nós estamos pedindo encarecidamente que o Governo e o Ministro de Minas e Energia olhem pela a empresa lá em Angra dos Reis e forcem a negociação com os trabalhadores. Os trabalhadores estão reivindicando um direito. E nós aqui estamos nos colocando à disposição para ajudar trabalhadores e trabalhadoras, porque Angra dos Reis precisa ser vista, até porque aquela unidade é perigosa para toda a sociedade e, se ela ficar paralisada, pode gerar sérios problemas. Muito obrigada, Presidente e Deputado.
  • 22/04/2025

    A Deputada denunciou um episódio de intolerância religiosa ocorrido no Hospital Universitário Gaffrée e Guinle, no Rio de Janeiro, onde uma paciente com câncer teve seu colar de contas descartado durante a internação. Explicou que, segundo o relato, há suspeitas de envolvimento de profissionais da própria unidade hospitalar no ato discriminatório. Anunciou que apresentará um requerimento de informação para apurar responsabilidades e cobrar providências. Ressaltou que o caso contrasta com os valores de respeito e paz promovidos pelo Papa Francisco, cuja morte também foi lembrada.

    Palavras-chave oficiais: Discriminação religiosa,Hospital universitário,internação,Paciente,Câncer,Requerimento de informações Papa,Homenagem póstuma,Pessoa homenageada

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    A SRA. ENFERMEIRA REJANE (Bloco/PCdoB - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, eu queria trazer a esta Casa um caso de intolerância religiosa que aconteceu no Hospital Universitário Gaffrée e Guinle, do Rio de Janeiro. Uma jovem internada com câncer usava seu colar de contas, e, por intolerância religiosa dentro do hospital, jogaram fora esse seu amuleto, esse seu apego. Eu queria trazer isso ao conhecimento da Casa porque há suspeita de que os próprios profissionais do hospital estão agindo com intolerância. No momento em que falece o Papa Francisco, um homem que ensinou tanto a tolerância e pregou tanto a paz, nós vemos essa intolerância religiosa dentro de um hospital do Rio de Janeiro. Precisamos investigar esse caso. Estamos apresentando um requerimento de informação ao hospital, para que apure quem se desfez do colar de contas, quem jogou fora um objeto de afeto daquela paciente com câncer, a Tainá da Paz. Nós estamos exigindo que se investigue quem jogou no lixo o colar.
  • 09/04/2025

    A Deputada questionou a indefinição sobre a realização da Ordem do Dia no plenário da Câmara. Relatou que parte expressiva dos Deputados, de diferentes espectros políticos, estava reunida no Conselho de Ética, enquanto não havia informação clara sobre o andamento das votações. Pediu que a Presidência esclarecesse a situação e solicitou liberação dos presentes caso não houvesse deliberação prevista.

    Palavras-chave oficiais: Ordem do Dia,Falta,definição

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    A SRA. ENFERMEIRA REJANE (Bloco/PCdoB - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, muito obrigada por este 1 minuto. Eu só queria saber se vai haver ou não vai haver Ordem do Dia no plenário. Eu fui ao Conselho de Ética. Metade do Plenário está lá, tanto de esquerda quanto de direita. Já são 18 horas, e ficamos sem saber se vai haver Ordem do Dia ou se não vai haver. Avisem para nos liberar logo. Obrigada.
  • 09/04/2025

    A Deputada registrou a greve dos funcionários da Eletronuclear em Angra dos Reis (RJ). Relatou que os trabalhadores enfrentam salários congelados e risco de corte de benefícios essenciais. Destacou que essa é a primeira greve da categoria e alertou para os riscos à segurança, inclusive nacional, diante do impasse. Pediu apoio dos Parlamentares e classificou a situação como uma injustiça.

    Palavras-chave oficiais: Greve,Empregado,Eletrobras Termonuclear (Eletronuclear),Angra dos Reis (RJ),Riscos (segurança),Segurança nacional

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    A SRA. ENFERMEIRA REJANE (Bloco/PCdoB - RJ. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, em Angra do Reis, agora, na terça-feira, os funcionários da Eletronuclear entraram em greve. Eles estão reivindicando a questão salarial, porque o salário está congelado, e há riscos de corte dos benefícios que garantiam o mínimo para esses trabalhadores. Lá em Angra do Reis, com as últimas chuvas, as casas dos moradores foram alagadas. E a direção da Eletronuclear está tirando a casa dos trabalhadores, o alojamento onde eles ficam. Pediram que a gente fizesse a denúncia aqui na Casa, pediram apoio, porque isso é uma injustiça. Pela primeira vez, esses trabalhadores estão fazendo greve, e é perigoso para a segurança, inclusive para a segurança nacional. Então, queria deixar este registro aqui na Casa.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 17/12/2025 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.