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Detector de Bananada
Foto de Eli Borges

Deputado · Câmara

Eli Borges

REPUBLICANOS · TO

Direitapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Eli Dias Borges · 66 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 81 de 100, Cara Bom0406080100

81/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 66% dos deputados · média do partido: 76

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 96%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 83%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 28%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 98%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

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Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 34%das 689 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou

Vota com o próprio partido 93%das 513 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou

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Este é o canal oficial para você cobrar seu representante.

E-mail
dep.eliborges@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5248
Gabinete
Gabinete 248, Anexo IV, 2º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

96%

Esteve em 349 de 365 sessões

Melhor que 60% dos deputadosMédia do partido: 94%

Votou nas votações

83%

Registrou voto em 873 de 1.046 votações nominais

Melhor que 57% dos deputadosMédia do partido: 80%

Iniciativas que viraram lei

0

de 15 projetos apresentados (0%)

1 avançaram · 9 em andamento · 5 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

34%

Em 689 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 17% dos deputadosMédia do partido: 75%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

908 discursos na tribuna · de 07/02/2019 a 02/09/2026.

  • 17/03/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação da subemenda substitutiva ao Projeto de Lei Complementar nº 6, de 2024, que disciplina o processo de desmembramento simplificado de Municípios com o fim exclusivo de solucionar conflitos territoriais.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Subemenda substitutiva,Projeto de lei complementar,Voto favorável,Minoria parlamentar

    Ler a transcrição oficial
    O SR. ELI BORGES (PL - TO. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu tenho uma proposta nesse sentido. Para V.Exa. ter uma ideia, existem distritos, no Estado do Pará, que estão a mil quilômetros da sede. No meu Estado, nós temos distritos que são maiores do que a sede. Nós temos vários casos no Brasil em que, em função da Constituição de 1988 e da ausência de um projeto de lei complementar, estamos sofrendo porque a sede não oferece a um distrito que é maior do que o Município e do que a sede condições como são oferecidas onde existem Prefeito, Vereadores, Secretários. Portanto, a orientação, Sr. Presidente, é "sim". E é um "sim" com louvor. O Brasil precisa rediscutir essa matéria e essa proposta.
  • 17/03/2026Breves Comunicações

    O Deputado criticou a Esquerda e o Governo Federal, destacando a corrupção no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e no Banco Master, além dos prejuízos em empresas estatais. Ademais, condenou a Esquerda por impedir o depoimento do filho do Presidente Lula, o Lulinha, na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS e por atuar contra a quebra de seu sigilo bancário. Além disso, declarou que não discrimina os homoafetivos, mas defende seu direito de discordar da condução da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher pela Presidente, tendo em vista que a Comissão trata de aspectos biológicos femininos. Ao final, condenou o uso de palavras de baixo calão proferidas contra Parlamentares pela Presidente da Comissão.

    Palavras-chave oficiais: Esquerda política,Governo federal,Corrupção,Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Banco Master,Empresa estatal,convocação,Filho,Presidente da República,Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI),Quebra de sigilo bancário,Atuação parlamentar Presidenta,Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher (CMULHER),Atuação parlamentar

    Ler a transcrição oficial
    O SR. ELI BORGES (PL - TO. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, é muito assunto para debater neste País. Eu poderia divagar sobre os milhões roubados do INSS, sobre um dos maiores escândalos do Brasil, ainda a nível de ponta de iceberg, que é o do Banco Master, sobre as estatais dando prejuízo, sobre os posicionamentos do Governo escondido atrás de uma santidade que, na prática, não existe. A Bíblia é muito clara quando diz que contra fatos não há argumento. Só o fato de a Esquerda impedir que o Lulinha vá depor e lutar para que ele nunca vá depor, só o esforço no sentido de que não abra as contas dele já é prova contundente dos fatos. Quem não deve não teme. A Esquerda está lutando para que ele não seja convocado para que possa dizer a verdade que deveria dizer. Nesta tarde, Presidente, quero falar sobre um fato. Eu nunca discriminei qualquer pessoa que tenha feito uma opção homoafetiva. Para mim, a intimidade tem que ser vivida na intimidade. Acontece que a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher é uma Comissão que vai tratar da questão biológica da mulher, é uma Comissão que vai tratar daquilo que biologicamente a mulher sente, como a TPM, até porque mulher tem útero e sabe o que significa todos os estágios biológicos. Eu não quero aqui agir em detrimento de nenhuma Deputada que assim se identifica. Aliás, faço parte daquela Comissão e respeitarei a Deputada como Presidente ali. Todavia, eu não posso concordar que aquela Comissão, que nasceu com esta visão de fazer tratativas biológicas, possa, Sr. Presidente, ter esta condução. Em outro ângulo, as palavras de baixo calão que foram citadas tentando diminuir Deputados, Parlamentares, é outra prova do que quem preside aquela Comissão não deveria estar fazendo. A Deputada tem o meu respeito. Porém, concordar ou discordar é meu sagrado direito parlamentar, até porque é uma Comissão que faz tratativas biológicas. Obrigado.
  • 25/02/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do Projeto de Decreto Legislativo nº 50, de 2026, que aprova o texto do Acordo sobre a 15ª Reunião da Conferência das Partes da Convenção sobre a Conservação das Espécies Migratórias de Animais Silvestres, assinado em Nairóbi, Quênia, em 21 de dezembro de 2025.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de decreto legislativo,Partido Liberal (PL),Voto contrário

    Ler a transcrição oficial
    O SR. ELI BORGES (PL - TO. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu me lembro de uma frase muito interessante: Deus deu com suficiência; os homens é que não sabem dividir. Desta vez, falo matematicamente. A COP 15 vai custar o equivalente a 26 mil salários mínimos; a outra custou 473 mil. A COP 15 vai custar o equivalente a 400 mil cestas básicas, que poderiam ir para os pobres; a outra custou 6,3 milhões de cestas. A COP 15 vai custar o equivalente a 500 casas populares; a outra custou 7.570 casas. Isso é uma vergonha! A outra não levou nada, nada. Contra fatos, não há argumentos. Agora querem gastar mais 43 milhões de reais para discutir ave migratória. Lembrem-se do pobre. Ocupem-se dele, não de narrativas e discursos que não são verdadeiros.
  • 25/02/2026

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de decreto legislativo,Partido Liberal (PL),Voto contrário

    Ler a transcrição oficial
    O SR. ELI BORGES (PL - TO. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu fiz um registro matemático. A famosa COP30, que não levou nada a nada, jogou fora 7.570 casas populares, ou 473 mil cestas básicas... Ou 6,3 milhões de cestas básicas, que poderiam alimentar 500 mil famílias num ano. Com esse projeto, 26 mil salários mínimos estão sendo jogados fora; 400 mil cestas básicas vão ser jogadas fora; 500 casas populares vão ser jogadas fora. Por favor, Presidente, ficam falando de vale gás, vale gás, vale gás, enquanto o pessoal está passando necessidade. Estão gastando para atender pessoas que vêm de outros países, um absurdo desse. Esta COP que propõem é um erro. Nós orientamos "não" e pedimos ao Parlamento que se posicione pelos pobres do Brasil.
  • 25/02/2026

    O Deputado registrou a presença do Vereador Nilo Farinha, do Município de Guaraí (TO). Destacou a atuação do representante municipal e afirmou que ele esteve em Brasília em busca de recursos e melhorias para a cidade. Também elogiou a trajetória e o preparo do Vereador, ressaltando seu compromisso com a população local.

    Palavras-chave oficiais: Guaraí (TO),Vereador,Plenário,Saudação

    Ler a transcrição oficial
    O SR. ELI BORGES (PL - TO. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, primeiro, estarei sempre na torcida para elegê-lo Presidente desta Casa em algum momento, um bom baiano comandando democraticamente. Quero apresentar o meu Vereador Nilo Farinha, de Guaraí, um Vereador competente, histórico, que é muito, muito preparado para defender aquela comunidade, uma pessoa muito especial, que hoje nos honra com a presença aqui em Brasília, buscando recursos para o Município de Guaraí, aquela acolhedora cidade. Eu aproveito a presença dele para mandar um abraço para todos os guaraienses, dizendo que o Nilo é um Vereador que faz a diferença lá e aqui em Brasília, buscando condições melhores para a sua gente. Obrigado, Presidente.
  • 25/02/2026Breves Comunicações

    O Deputado afirmou que houve interpretação equivocada sobre seu voto na matéria que tratou da taxação das apostas esportivas. Segundo o Parlamentar, ao votar “não” a um destaque, manteve o texto do relator que previa a cobrança de impostos das bets. Reiterou posição contrária aos jogos de azar e declarou que, diante da regulamentação, defende tributação elevada. Também informou que assinou pedidos de CPMI relacionados ao Banco Master e ao Instituto Nacional do Seguro Social, afirmando que a adesão às comissões demonstra compromisso com apuração dos fatos.

    Palavras-chave oficiais: Proposição legislativa,Aposta esportiva,Taxa,favorável,esclarecimento Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI),Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Banco Master,Fraude,Apoiamento

    Ler a transcrição oficial
    O SR. ELI BORGES (PL - TO. Sem revisão do orador.) - Eu lhe agradeço, Presidente, a disposição e o bom comando. Agradeço também ao Deputado José Nelto, meu amigo goiano, porque eu terei que sair em seguida. Eu quero fazer dois registros, Presidente. Ontem o SBT News divulgou uma posição minha, como se eu fosse contra a taxação das bets. Talvez quem analise este Parlamento não entenda que votar "não" ontem significava votar pela taxação das bets. Vou explicar. A matéria está colocada, o Relator determina a taxação das bets, faz-se um destaque, e, então, quem quer aprovar o texto vota "não" ao destaque. Pegaram isso e estão dizendo que votar "não" significava votar pela não taxação. Não é isso. Votei "não" ao destaque para manter o texto do Relator, exatamente para que se cobrem impostos das bets, até porque essa foi uma luta minha. A vida toda eu fui contra os jogos de azar, briguei muito por isso. Infelizmente esse monstro está destruindo famílias, está destruindo pessoas, pessoas estão se suicidando, mas, já que foram aprovadas, e o meu voto foi contra o tempo todo, espero que paguem muito imposto. Espero que o SBT News corrija esse erro, porque o voto era "não" ao destaque, o que significa voto "sim" ao texto que determina a taxação. Presidente, eu lhe agradeço, lembrando que eu vejo muitas falácias aqui sobre Banco Master, INSS. O Brasil tem que aprender a fazer a leitura dos fatos. Como diz a Bíblia, a árvore é conhecida pelos frutos que dá; os juristas dizem que contra fatos não há argumentos. Eu deixo claro: basta ver quem está assinando os pedidos de CPIs para perceber quem está lutando para moralizar o Brasil. Eu assinei o pedido para a criação da CPMI do Banco Master e do INSS. Esta é a prova, esta é a essência. Não adianta verbalizar da tribuna. Assinar a favor de uma CPI significa coragem, desprendimento e disposição para moralizar, porque é uma vergonha o caso do Banco Master, é uma vergonha o caso do INSS. Se alguém aqui me critica, basta ver quem as assinou ou não.
  • 24/02/2026

    O Deputado afirmou que manteve posição contrária à liberação das bets na votaão do Projeto de Lei nº 5.582, de 2025, que trata do Marco Legal de Combate ao Crime Organizado e altera a Lei nº 12.850, de 2 de agosto de 2013, o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal, o Decreto-Lei nº 3.689, de 3 de outubro de 1941 – Código de Processo Penal, a Lei nº 8.072, de 25 de julho de 1990, a Lei nº 7.960, de 21 de dezembro de 1989, e a Lei nº 7.210, de 11 de julho de 1984, para dispor sobre o combate às organizações criminosas no País, e relembrou que alertou para impactos sociais da medida. Citou dados sobre endividamento, inadimplência e uso de recursos do Bolsa Família em apostas, além de casos de ludopatia e consequências para famílias. Informou que a Frente Parlamentar Evangélica atuou contra a jogatina, mas foi vencida. Relatou que, na votação sobre destinar parte da taxação das bets à segurança pública, apoiou a manutenção do texto do Relator para ampliar a tributação, como forma de compensar o que classificou como erro do Parlamento.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Marco regulatório,combate,Crime organizado,Tributação,Aposta esportiva

    Ler a transcrição oficial
    O SR. ELI BORGES (PL - TO. Como Líder. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, talvez eu não vá gastar todo o tempo. Na votação da questão da segurança, ficaram questionamentos acerca da posição deste Parlamentar e, naturalmente, da permissão do nosso Presidente Gilberto Nascimento, da Frente Parlamentar Evangélica. Uma das maiores lutas, Presidente, que eu travei neste Parlamento foi no sentido de não se liberar a jogatina no Brasil. Nós avisávamos das consequências disso para a sociedade brasileira. Com as bets, era como se os cassinos saíssem de determinados lugares, geograficamente construídos, e, em tese, fossem para as mãos de milhões de brasileiros, por meio do celular. Eu lembro que naquele dia retornei para o meu Estado do Tocantins muito contrariado com a visão do Poder Legislativo, que não teve a grandeza de se posicionar contra a jogatina. Hoje, os números são alarmantes, Sr. Presidente. As bets tiraram da economia, tiraram do comércio varejista em torno de 103 bilhões de reais; 42% dos apostadores estão inadimplentes; 7,5 milhões de brasileiros estão com a renda familiar comprometida; 3 bilhões de apostas vieram daqueles que ganham bolsa-família. A ludopatia, que é uma doença que torna o cidadão impulsivo para jogar, tem levado muitos brasileiros a endividamento, tem destruído famílias, tem destruído vidas de brasileiros, que se suicidam porque não podem pagar suas dívidas. Dizem que muitas das apostas da jogatina — no caso específico das bets, não — acontecem com dinheiro que o cara tira no banco e depois tem que pagar. A jogatina no Brasil é uma vergonha. A Frente Parlamentar Evangélica, altas horas da madrugada, estava aqui lutando contra isso. Nós dissemos que ela seria um dos maiores desastres para o Brasil. Hoje, Presidente, nessa matéria que nós votamos para destinar parte dos recursos da taxação das bets para a segurança pública, eu pessoalmente assim me posicionei: já que esse tremendo erro, já que essa matéria horrível foi aprovada por este Poder que naquele dia não representou a sociedade, então que pagassem mais impostos, então que se taxassem as bets. Este foi o meu voto. Eu não queria jogatina. Infelizmente, fomos vencidos neste Parlamento. Então, que fique registrado para todo o Brasil: que a taxação das bets sirva pelo menos para que, daquilo que foi um erro, subtrairmos alguma coisa, para melhorar a segurança no Brasil. Respeito o meu partido, que finalmente liberou a bancada, mas a minha posição interna no partido e a minha posição como membro da Frente do Parlamentar Evangélica é que deveríamos ter mantido o texto do Relator, para taxar as bets, para que esse erro, repito, cometido pelo Parlamento pelo menos gerasse um percentual para ajudar a segurança do Brasil. Fui voto vencido outra vez aqui, porque fiquei com o Relator, votei pela taxação das bets. É lamentável o resultado, mas este é o Poder Legislativo, onde a maioria ganha. Eu inclusive gostaria, Presidente, de verdade, que a votação fosse nominal, para registrar a posição. Muito obrigado.
  • 24/02/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação da proposição Autônoma do Art. 3, II, d, da Lei n 13.756/2018, constante do art. 14 do Substitutivo do Senado Federal, do Art. 30-A a 30-H da Lei n 13.756/2018, constante do art. 15 do Substitutivo do Senado Federal, e, por decorrência, a expressão "ressalvados os montantes correspondentes à contribuição de intervenção no domínio econômico incidente sobre a exploração de apostas de quota fixa (Cide-Bets), na forma dos arts. 30-A a 30-H da Lei nº 13.756, de 12 de dezembro de 2018, e do regulamento" disposto no § 1º do art. 21-A da Lei nº 14.790/2023, constante do art. 16 do Substitutivo do Senado Federal, art. 20 a 24 do Substitutivo do Senado Federal, bem como o inciso I do art. 27 do Substitutivo do Senado Federal, apresentado  ao Projeto de Lei nº 5.582, de 2025, que trata do Marco Legal de Combate ao Crime Organizado e altera a Lei nº 12.850, de 2 de agosto de 2013, o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal, o Decreto-Lei nº 3.689, de 3 de outubro de 1941 – Código de Processo Penal, a Lei nº 8.072, de 25 de julho de 1990, a Lei nº 7.960, de 21 de dezembro de 1989, e a Lei nº 7.210, de 11 de julho de 1984, para dispor sobre o combate às organizações criminosas no País.

    Palavras-chave oficiais: Dispositivo legal,Substitutivo,Senado Federal,Projeto de lei ordinária,Orientação de bancada,Partido Liberal (PL),Voto contrário

    Ler a transcrição oficial
    O SR. ELI BORGES (PL - TO. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, a bancada evangélica e o Partido Liberal sempre lutaram contra a jogatina no Brasil. Isso é fato. Nós sabíamos os males que viriam para a sociedade. Os números estão aí e mostram bilhões de reais perdidos, quebradeira, famílias destruídas, pessoas se suicidando. É uma coisa horrível o que se fez aprovando as bets no Brasil. Mas, já que aprovaram essa coisa errada, para destruir boa parte da sociedade, que seja feita a sua taxação. Não queríamos as bets. Aconteceu, infelizmente. Então, agora têm que ser taxadas. Portanto, a orientação do PL é "não".
  • 24/02/2026Breves Comunicações

    O Deputado abordou a situação da Ilha do Bananal, no Estado do Tocantins, ao relatar determinação de órgãos ambientais para retirada dos rebanhos bovinos da área, sob o argumento de preservação ambiental. Informou que aproximadamente 200 mil cabeças de gado estão na ilha e que parte da população indígena tem sofrido pela insuficiência de políticas públicas e depende da atividade pecuária como fonte de renda. Além disso, questionou restrições relacionadas à BR-242, cuja travessia e obras estão condicionadas a licenciamento ambiental, o que tem impactado a economia regional e o escoamento da produção, inclusive em direção ao Estado de Mato Grosso. Além disso, mencionou a região do Cantão, uma das maiores produtoras no Tocantins, onde exigências ambientais burocráticas estão abrangendo diversos Municípios e comprometendo atividades produtivas e a economia. Por fim, apelou por revisão das políticas ambientais, defendendo a rediscussão do modelo de gestão territorial e ambiental, com busca de equilíbrio entre preservação do meio ambiente, desenvolvimento econômico, atividade agropecuária e direitos das comunidades indígenas.

    Palavras-chave oficiais: Ilha,Tocantins,Rebanho,Bovino,retirada,Preservação ambiental,Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama),Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio),Burocracia,Licenciamento ambiental,Política ambiental,Gestão territorial,Desenvolvimento econômico,Desenvolvimento sustentável,Agropecuária,Direitos indígenas,Grupo indígena

    Ler a transcrição oficial
    O SR. ELI BORGES (PL - TO. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu quero trazer à baila um tema que considero problemático para se comentar da tribuna deste Parlamento. Eu me refiro ao povo indígena do meu Estado e, naturalmente, do meu País. Estou indo para a Ilha do Bananal por determinação do Ibama, do Instituto Chico Mendes e dos órgãos ambientais. Todos os proprietários de rebanhos que estão dentro da ilha precisaram retirar os seus rebanhos de lá. O que se sabe, Presidente, é que, na visão dos ambientalistas, a permanência desses rebanhos naquele local prejudica a ilha, e as cidades limítrofes vão receber esses rebanhos exatamente pela questão ambiental. Mas é preciso deixar claro que os quase 200 mil bovinos que estavam dentro da ilha eram também o ganha-pão dos índios, que muitas vezes são desassistidos por políticas do Governo. A priori, nós imaginamos que a terra é dos índios, mas ela não é dos índios. O Governo tem controle total dessas terras, e parte dos índios lá do meu Estado — não todos — passa necessidade por falta de apoio do Governo. Com a retirada desses rebanhos, perdem-se recursos. E há ainda a proibição de se atravessar a Ilha do Bananal pela BR-242, para que a população do Estado de Mato Grosso alcance os grandes centros do Brasil. Os órgãos ambientais, que dificultam a liberação da construção da rodovia, ou pelo menos o aterro inicial da BR-242, têm sido um problema para o povo indígena da Ilha do Bananal. Sr. Presidente, eu não venho aqui defender a destruição do meio ambiente, mas também não venho defender a proibição do uso da ilha de forma organizada, até porque nós temos acompanhamento de satélites, e a ocupação evita inclusive que alguém coloque fogo na ilha, o que acontece todos os anos. É preciso rediscutir essa política ambiental que tem sido muito séria no meu Estado. Nós temos outra região, chamada Cantão, que poderia ser uma das regiões mais produtoras do Tocantins, mas há muita burocracia. A questão ambiental envolve treze Municípios, comprometendo a economia, e ninguém está lá para prejudicar o meio ambiente, mas para achar um ponto de equilíbrio. Este é o clamor que eu faço em defesa do agro, da comunidade indígena: uma rediscussão do modelo que envolve indígenas, terra, agro e preservação. Precisamos disso com urgência. Sr. Presidente, peço o registro do meu pronunciamento no programa A Voz do Brasil.
  • 24/02/2026Breves Comunicações

    O Deputado lamentou a apresentação da escola de samba Acadêmicos de Niterói (RJ) no carnaval do Rio de Janeiro e afirmou que o desfile desrespeitou valores religiosos e a família tradicional. Também contestou narrativas sobre discriminação no País e defendeu a liberdade religiosa. Por fim, questionou a destinação de recursos públicos ao evento e levantou dúvidas sobre eventual promoção política, cobrando posicionamento da Justiça diante dos fatos relatados.

    Palavras-chave oficiais: Escola de samba,Rio de Janeiro (RJ),Recursos públicos,Carnaval,Propaganda eleitoral,Crítica,Liberdade de religião,Defesa

    Ler a transcrição oficial
    O SR. ELI BORGES (PL - TO. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu assomo a esta tribuna, como fizeram outros Parlamentares, para lamentar o que aconteceu com a Escola de Samba Acadêmicos de Niterói, do Rio de Janeiro, que ficou em último lugar, talvez, por provocar indevidamente o Brasil, no qual a imensa maioria é conservadora; por desrespeitar frontalmente o segmento religioso, quer seja católico, quer seja evangélico; por desrespeitar a família tradicional, que nós conhecemos como família judaico-patriarcal, que tem, nos seus valores e na sua construção, a visão futura na formação do caráter do ser humano dentro dos princípios bíblicos. Presidente, dizem que no Brasil existe homofobia. Aliás, a Esquerda vive dizendo isso, mas essa não é a verdade. A verdade é que no Brasil há muito mais bibliofobia, igrejofobia, cristofobia. Isso é que existe no Brasil. São feitos ataques de baixo calão, ataques de desrespeito profundo. A Esquerda, que apoia isso ou fica em silêncio, não compreende que também veio da família judaico-patriarcal. Eles não compreendem que permitir isso significa perder o direito de adentrar as igrejas e dizer que são santos e que defendem a liberdade religiosa. Digo isto respondendo talvez a S.Exa. o Lula, que diz assim, com aquele vozeirão rouco que ele tem: "Nós temos que nos aproximar dos evangélicos". Ora, perguntaram se nós somos um partido político. Eu disse: "Não. Nós somos uma Igreja que tem valores, tem princípios, tem postura. E, como Igreja, nós ficamos do lado daqueles que defendem a vida, defendem a liberdade, defendem a família. Nós nos opomos a essas aberrações feitas em nome de uma tal cultura que destrói valores de uma sociedade em que a maioria é conservadora". Há outra coisa, Presidente: e o dinheiro que foi gasto lá? Quem vai explicar isso? Pode fazer propaganda antecipada? Pode promover personagens com dinheiro público? Agora eu quero ver como é que a Justiça brasileira vai se posicionar. Obrigado.
  • 10/02/2026

    O Deputado justificou seu voto favorável ao Substitutivo oferecido ao Projeto de Lei Complementar nº 14, de 2026, que dispõe sobre a redução das alíquotas da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins incidentes sobre a indústria química e petroquímica e altera a Lei nº 11.196, de 2005, e a Lei nº 10.865, de 2004. Ademais, defendeu a redução de impostos como medida relevante para a geração de emprego e renda. Além disso, apontou a elevada carga tributária do País como obstáculo ao crescimento econômico. Por fim, reforçou que a minoria liberou a bancada.

    Palavras-chave oficiais: Carga tributária,Crescimento econômico,redução,Tributo,Política fiscal,justificativa,Voto favorável,Projeto de lei complementar,Benefício fiscal,Indústria petroquímica,Indústria química,Geração de emprego,Minoria parlamentar,liberação,Bancada parlamentar

    Ler a transcrição oficial
    O SR. ELI BORGES (PL - TO. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, a Minoria liberou a bancada, e eu registrei a minha posição favorável, na compreensão de que não é por fatores externos que vou deixar de praticar a boa política da redução de impostos, incentivando indiretamente geração de emprego e renda. É claro que ao mau uso dessas ferramentas jurídicas que se dá neste Parlamento precisa sim ser feito um bom combate. Porém, compreendo que uma das maiores cargas tributárias do mundo está no Brasil. Talvez por isso não crescemos tanto como deveríamos crescer. A posição é muito clara: eu sou plenamente favorável a este projeto, até porque essa é a minha política desde a época em que eu era Vereador. Agora, a Minoria libera a sua bancada. Obrigado, Presidente.
  • 10/02/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do Substitutivo oferecido ao Projeto de Lei Complementar nº 14, de 2026, que dispõe sobre a redução de alíquotas da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins incidentes sobre a indústria química e petroquímica, e altera a Lei nº 11.196, de 2005, e a Lei nº 10.865, de 2004.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei complementar,Minoria parlamentar,liberação,Bancada parlamentar

    Ler a transcrição oficial
    O SR. ELI BORGES (PL - TO. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, o brasileiro trabalha 162 dias por ano só para pagar impostos. O Brasil tem uma das maiores cargas tributárias do mundo. Este Deputado, que já foi Vereador e Deputado Estadual, nunca se posicionou a favor de aumento de impostos, sempre foi favorável à sua diminuição. Entendo ser esse um caminho de geração de empregos. Quando se geram empregos, indiretamente estamos no lucro, mesmo perdendo, aparentemente, impostos. Essa questão das indústrias que têm o petróleo como base de muitos subprodutos está relacionada a uma cadeia, que vai desde as grandes indústrias até o pequeno consumidor. Portanto, este é um grande projeto. A Minoria libera a bancada, mas eu sou favorável a esta proposição, Presidente.
  • 10/02/2026

    O Deputado discutiu o Projeto de Lei Complementar nº 14, de 2026, que dispõe sobre a redução de alíquotas da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins incidentes sobre a indústria química e petroquímica, e altera a Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005, e a Lei nº 10.865, de 30 de abril de 2004.

    Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei complementar,favorável

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    O SR. ELI BORGES (PL - TO. Sem revisão do orador.) - Presidente, este é um projeto cuja importância nós precisamos de compreender por várias razões. A indústria petroquímica precisa de receber mais estímulo do Governo na redução da carga tributária e outros itens pela sua importância no contexto nacional uma vez que o Brasil tem autossuficiência na produção da matéria-prima, mas muitas vezes exporta e importa produtos para abastecer as indústrias petroquímicas. Eu estava analisando aqui, Presidente, são exatamente essas indústrias que nascem da força do petróleo, no exemplo claro para que o Brasil entenda que, muitas vezes, nós temos os derivados para melhorar a questão do agro, que é a questão dos fertilizantes, de perfumes, tecidos, medicamentos. São aproximadamente 300 mil itens derivados, que nascem dessa força e da importância, portanto, da aprovação deste projeto, que são as indústrias petroquímicas. O que se lamenta neste País é que, diferentemente de muitos países no mundo, nós não utilizamos toda a força da nossa produção. Muitas vezes, exportamos para depois importar e abastecer as indústrias petroquímicas. Mas esse é um setor que produz milhares de empregos. Nós importamos, Presidente, muita coisa de outros países, quando poderíamos aqui fortalecer as indústrias que produzem o fertilizante. Mas falta política de governo, falta política de incentivo fiscal. Alguém vai dizer que vamos perder recursos com esses incentivos. Aparentemente, sim, mas se gera emprego e há perspectiva de um grande crescimento. Precisamos da aprovação deste projeto. Obrigado, Presidente.
  • 10/02/2026

    O Deputado discutiu o Projeto de Lei nº 6.133, de 2025, que cria a Universidade Federal do Esporte.

    Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,favorável

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    O SR. ELI BORGES (PL - TO. Sem revisão do orador.) - Presidente, inicialmente lhe agradeço pela sua boa disposição de fazer a democracia prevalecer na rotina deste Parlamento. Registro que meu filho Thiago, Vereador da capital, se faz presente. De fato, o PL é um dos partido que está se posicionando muito preocupado com o aumento do número de universidades, tendo a compreensão de que setores universitários já faziam esse trabalho. Porém, Presidente, eu pedi permissão ao partido tendo a compreensão de que nós estamos vendo, neste tempo do País, uma necessidade muito grande de resgatar pessoas que, muitas vezes por falta de ocupação, muitas vezes por falta de uma dinâmica específica de uma universidade do esporte, podem se perder nesse viés da brasilidade em que falta oportunidades. Então, eu compreendo profundamente a posição do partido. Presidente, há um trabalho no meu Estado no qual atendemos praticamente 2 mil crianças nesse setor, na compreensão de que essa seria uma contribuição na formação do caráter, na formação dessas crianças, na formação da disciplina, pela importância que o esporte é para o Brasil. É claro que esse não seria um mecanismo único para se desenvolver esse trabalho. A estrutura já existente poderia, em um setor específico, oferecer aquilo que se propõe nesse projeto. Evidentemente, um projeto específico vem com uma estrutura específica, vem com um orçamento específico. A minha posição, perante a análise da importância do esporte para o Brasil, para a juventude, para as crianças, é favorável, compreendendo esse aspecto do PL também, mas com posição favorável, Sr. Presidente. Muito obrigado.
  • 03/02/2026

    O Deputado criticou declarações atribuídas ao cantor Peninha sobre eleitores evangélicos, classificando-as como ofensivas e desrespeitosas à comunidade cristã. Destacou o papel social das igrejas evangélicas no Brasil, mencionando ações de acolhimento e programas sociais, e defendeu a responsabilização judicial do artista. Por fim, afirmou que há preconceito contra cristãos no País e criticou setores da esquerda, encerrando com um apelo por respeito aos cristãos brasileiros.

    Palavras-chave oficiais: Cantor,declaração,Ofensa,Cristão,Eleitor,Igreja evangélica,desrespeito,Preconceito,caráter religioso,Esquerda política,responsabilização

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    O SR. ELI BORGES (PL - TO. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu quero lamentar a fala do cantor Peninha, que diz: "Evangélico tem que ficar no culto pastando e não votar. Voto de eleitor evangélico é retrógrado, reacionário, nefasto". Presidente, eu lamento esse cidadão, que só da Caixa faturou mais de 3 milhões de reais com o seu livro. Eu lamento esse cidadão, que não reconhece a importância do povo evangélico no Brasil e o equilíbrio social que trazem os grandes programas sociais, os acolhimentos, as iniciativas, que têm praticamente custo zero para o Presidente, para o Governo. E esse cantor Peninha faz um registro desse nível... Com certeza, é preciso processá-lo. (Desligamento do microfone.) O SR. PRESIDENTE (Charles Fernandes. Bloco/PSD - BA) - Peço que conclua, Deputado. V.Exa. tem a palavra por 1 minuto. O SR. ELI BORGES (PL - TO) - É preciso processá-lo, porque, como tenho dito, falam que no Brasil há homofobia, e é mentira! O Brasil tem muito mais cristofobia, bibliofobia, igrejafobia, crentefobia, e a Esquerda muitas vezes deixa isso muito claro nas Comissões e neste Plenário. O Peninha se sente — não sei como, talvez ache que é — superior, mas faz um registro nessa baixaria, nesse nível. É lamentável. Respeite os cristãos do Brasil!
  • 03/02/2026Breves Comunicações

    O Deputado criticou o Governo e afirmou haver distância entre discursos oficiais e a realidade do país. Citou episódios ligados ao 8 de janeiro, questionando investigações, penas aplicadas e o que considerou ausência de proporcionalidade no tratamento de casos de corrupção. Também mencionou denúncias envolvendo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e Banco Master, defendendo apuração e responsabilização, e criticou instituições por suposta omissão. Na área econômica, apontou aumento de impostos, crescimento da dívida pública e prejuízos em estatais, citando a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) como exemplo. Contestou o debate sobre isenção do Imposto de Renda, argumentando que a correção da tabela deveria ter sido mais ampla. No campo, defendeu segurança jurídica para produtores e criticou invasões de terra, propondo que a reforma agrária ocorresse por compra de áreas. Por fim, cobrou execução efetiva do Plano Safra anunciado, afirmando que programas anteriores não teriam chegado à ponta e pedindo medidas de recuperação para produtores endividados.

    Palavras-chave oficiais: Corrupção,Governo federal,Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Banco Master Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) Imposto de renda,isenção Segurança jurídica,Produtor rural,Invasão de terra rural,Reforma agrária Plano Safra,Dívida agrária Crime contra o Estado Democrático de Direito,Tentativa (crime),Golpe de Estado (crime)

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    O SR. ELI BORGES (PL - TO. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu o parabenizo pela condução de excelência. Um bom baiano preside os trabalhos desta Casa. Eu anotei alguns itens e vou lê-los, porque estou extremamente preocupado com o País. Há o Brasil da Esquerda, que faz narrativas, e o Brasil da rotina, porque, como diz a Bíblia, é pelo fruto que se conhece a árvore. Em 8 de janeiro: uma caminhada pacífica; esconderam as provas; o Presidente Bolsonaro estava nos Estados Unidos; quem estava no comando não acionou a Guarda Nacional. De repente, a Débora do batom pega 14 anos e quem roubou demais nem preso está. É uma vergonha! No caso do INSS, Presidente, milhões de brasileiros tiveram um pedacinho do salário retirado. O filho do Presidente recebe uma mesada de 300 mil reais e há o boicote na Comissão para que ele não deponha. Que vergonha! O Banco Master alimentou centenas de políticos brasileiros — inclusive, está inserido o Supremo Tribunal Federal, com a esposa do Sr. Alexandre de Moraes. Cadê a Procuradoria-Geral da República que não aciona, no seu papel, a Justiça para fazer o bom combate da corrupção, já que todos são iguais perante a lei? O devido processo legal não foi respeitado. O Presidente Lula foi julgado em várias instâncias, e as pessoas envolvidas no 8 de Janeiro e o Presidente Bolsonaro não tiveram o devido processo legal. Estão presas! Pessoas que roubaram milhões estão soltas. Que vergonha! A segurança no campo é atacada, permanentemente, por esse Movimento Sem Terra. Que eles tenham direito a terra, mas que o Governo a compre, para que eles tenham a sua terra e não invadam terras de terceiros. Que vergonha! Prejuízo das estatais, Brasil! Vejam todas as estatais. Os Correios não davam prejuízo na época do Bolsonaro, mas voltaram a dar prejuízo. Assim ocorre com outras estatais. Presidente, quase trinta impostos foram aumentados no período deste Governo. Que vergonha! Aumento da dívida pública, em tão pequeno tempo, em quase 7%. Que vergonha! E agora falam da isenção do Imposto de Renda para quem ganha até 5 mil reais, mas esqueceram de dizer da correção da tabela, que deveria ter ocorrido e que resultaria em um valor maior do que 5 mil reais. Esse é outro problema. As narrativas são muito fortes. Agora eu vou pagar para ver o Plano Safra de mais de 500 bilhões de reais. Espero que este não seja como o anterior, pois anunciaram que seria o maior Plano Safra do Governo Federal, mas, na prática, o produtor quebrou, e não existe nenhuma política de recuperação daqueles que provaram que trabalharam, que produziram e que merecem uma segunda chance, exceto para um pequeno percentual, na última medida provisória que apresentaram aqui. Eu espero que o Plano Safra chegue à ponta neste ano de 2026, porque, nos outros, ele não chegou. Obrigado, Presidente. Peço que este pronunciamento seja divulgado no programa A Voz do Brasil.
  • 02/02/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do Projeto de Lei de Conversão nº 12, de 2025, que altera a Lei nº 14.237, de 19 de novembro de 2021, para modificar a denominação do Auxílio Gás dos Brasileiros para Auxílio Gás do Povo, criar modalidades de operacionalização do auxílio e instituir o Programa de Acesso ao Cozimento Limpo; e altera as Leis nº 8.176, de 8 de fevereiro de 1991, nº 9.478, de 6 de agosto de 1997, nº 13.203, de 8 de dezembro de 2015, nº 14.601, de 19 de junho de 2023, e Lei nº 14.871, de 28 de maio de 2024.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei de conversão,Minoria parlamentar,liberação Medida provisória,Auxílio Gás do Povo,Gás Liquefeito de Petróleo (GLP),Família de baixa renda,gratuidade

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    O SR. ELI BORGES (PL - TO. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, é preciso registrar que o Governo Federal deveria ter feito isso no início do mandato, mas está fazendo isso a 8 meses da eleição. Isso é o que faz o Brasil questionar: qual é o interesse? É o interesse eleitoreiro. O Deputado Eli Borges é plenamente favorável a esta matéria, em nome de milhões de brasileiros pobres que não conseguem cozinhar sua comida, em nome dos menos favorecidos. Essa é a minha posição individual. Em nome da Minoria, anuncio que fica liberada a bancada, com a minha posição individual favorável à matéria, e lamento que só agora, depois de mais de 3 anos, o Governo venha a adotar essa medida. Ele deveria ter feito isso antes. Sou favorável à matéria. A bancada da Minoria está liberada.
  • 02/02/2026

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta da Medida Provisória nº 1.313, de 2025, que altera a Lei nº 14.237, de 2021, para modificar a denominação do Auxílio Gás dos Brasileiros para Auxílio Gás do Povo e criar nova modalidade de operacionalização do auxílio.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Medida provisória,Minoria parlamentar,Voto contrário

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    O SR. ELI BORGES (PL - TO. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, não posso votar contra uma matéria que traz para as pessoas menos favorecidas, sobretudo as que recebem o BPC, o direito de ter um botijão de gás. Naturalmente, esta é uma matéria que, sabemos, tem um cunho populista. Isso é um feitio do Governo atual quando chega perto das eleições, é um estilo. Porém, em nome de milhões de brasileiros que recebem o BPC, ou mais um pouco, que vai ter 50% do valor do botijão, que já dava o Presidente anterior, eu me posiciono com o voto "não", no sentido de que possamos aprovar essa matéria muito importante para o menos favorecido, Presidente.
  • 17/12/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação da Subemenda Substitutiva apresentada ao Projeto de Lei Complementar nº 128, de 2025, que altera a Lei Complementar nº 200, de 30 de agosto de 2023, para reduzir os benefícios federais de natureza tributária, financeira e creditícia em, no mínimo, 10% (dez por cento).

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Subemenda substitutiva,Projeto de lei complementar,Partido Liberal (PL)

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    O SR. ELI BORGES (PL - TO. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, o PL orienta obstrução. Fizemos uma discussão e percebemos que o preço dos medicamentos, por exemplo, vai aumentar muito, em função de concessões que eram feitas. Isso é um item, dentre tantos e tantos. Em tese, nós estamos piorando muito o Custo Brasil, e isso é muito grave. Eu estou me comprometendo publicamente a apresentar projeto específico sobre as bets, porque para elas eu quero que aumente o imposto mesmo. Então, nós estamos em obstrução.
  • 16/12/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de encerramento da discussão e do encaminhamento da votação do Projeto de Lei Complementar nº 128, de 2025, que altera a Lei Complementar nº 200, de 30 de agosto de 2023, para reduzir os benefícios federais de natureza tributária, financeira e creditícia em, no mínimo, 10% (dez por cento).

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de encerramento de discussão,Projeto de lei complementar,Minoria parlamentar,Voto contrário

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    O SR. ELI BORGES (PL - TO. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, eu ouvi o que foi dito sobre a bancada evangélica. O primeiro ponto, que eu deixo claro aqui, não é que a bancada evangélica não se posicionou nessa questão. O segundo ponto é que a bancada evangélica pede — e eu apresentarei isso — um projeto para tratar exclusivamente das bets. Eu entendo que tem que aumentar o imposto. Eu entendo que a questão da jogatina está errada e que tem que se pagar mais de verdade por isso. Inclusive, a nossa luta é para tirar pessoas que estão morrendo e adoecendo por causa do jogo. O problema é que esse é um item entre tantos e tantos outros que, no peso e contrapeso, é um chamarisco para arrebentar o Brasil na questão da tributação, para arrecadar mais 40 bilhões de reais. E aí nós temos que ter uma posição. Portanto, orientamos "não" a esta matéria.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 17/12/2019 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.