
Nome civil: Dimas de Paiva Gadelha Junior · 51 anos
Bananômetro
77/100
Trabalha bem, com espaço para melhorar.
Nota maior que a de 52% dos deputados · média do partido: 80
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 98%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 83%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 28%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 47%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 98%das 730 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 99%das 757 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
Fale com Dimas Gadelha
Este é o canal oficial para você cobrar seu representante.
- dep.dimasgadelha@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5512
- Gabinete
- Gabinete 512, Anexo IV, 5º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
98%
Esteve em 383 de 391 sessões
Votou nas votações
83%
Registrou voto em 940 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 30 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
98%
Em 730 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
22 discursos na tribuna · de 01/03/2023 a 16/09/2025.
- 16/09/2025Breves Comunicações
O Deputado apresentou o Projeto de Lei nº 4.584, de 2025, que propõe instituir o Dia Nacional da Soberania e Democracia Brasileira, em 11 de setembro. Afirmou que a data simboliza a resistência e a fortaleza da democracia, após tentativas de desestabilização, como ataques a instituições, desacreditação do sistema eleitoral e ações de violência, incluindo o 8 de janeiro. Também destacou que o projeto visa consolidar o 11 de setembro na memória histórica do Brasil, enviando uma mensagem de que ninguém está acima da democracia e reforçando o exemplo de defesa democrática para a geração atual e futuras gerações.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Dia Nacional da Soberania e da Democracia Brasileira,Data comemorativa
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O SR. DIMAS GADELHA (Bloco/PT - RJ. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, nobres Deputados, eu subo a esta tribuna hoje para informar que dei entrada a um projeto de lei nesta Casa. O Projeto de Lei de nº 4.584, de 2025, institui o Dia Nacional da Soberania e da Democracia Brasileira. O 11 de setembro, sem sombra de dúvida nenhuma, vai ficar na memória e na história dos brasileiros, principalmente por três motivos: primeiro, porque transformou uma data que poderia ter sido uma ameaça à democracia brasileira em uma data que vai significar a resistência e a fortaleza da democracia brasileira; segundo, por eternizar uma data que, sem sombra de dúvida, manda um recado do Brasil, da jovem democracia brasileira, em alto e bom tom, para todo o mundo de que aqui no Brasil ninguém está acima da democracia; e, terceiro, porque deixa o exemplo para essa geração e para as gerações futuras de que ninguém jamais atente contra a democracia brasileira. O dia 11 de setembro, Sr. Presidente, é uma data em que a democracia brasileira mostra resistência. Foram várias as tentativas de desestabilizá-la. Primeiro, como foi na última eleição, ao desacreditarem o sistema eleitoral brasileiro, com o qual elegemos os representantes do povo nesta Casa por mais de 30 anos. Segundo, ao tentarem desestabilizar a nossa democracia provocando desordem com vários atos, como a tentativa de explosão de bomba no aeroporto, como o 8 de Janeiro. Terceiro, ao promoverem ataques constantes às instituições democráticas brasileiras. E, por último, Sr. Presidente, ao ameaçarem a soberania brasileira, buscando parceria fora do Brasil para desestabilizar as nossas instituições. O objetivo principal do nosso projeto de lei é transformar o dia 11 de setembro em uma data importante para o Brasil e colocá-la na memória do brasileiro no mesmo patamar em que hoje se encontram o 7 de Setembro e o 15 de Novembro. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 02/09/2025Breves Comunicações
O Deputado afirmou que o 8 de janeiro representou um ataque direto à democracia e ao patrimônio coletivo do povo brasileiro. Comparou a invasão das sedes dos Poderes à invasão da casa e agressão à família de qualquer cidadão, ressaltando que democracia é a “casa comum” da Nação. Destacou que o julgamento em curso é histórico, pois mostra que no Brasil ninguém está acima da lei, nem mesmo um ex-Presidente. Além disso, recordou fatos como a tentativa de explosão no aeroporto, a depredação dos prédios públicos e a existência da minuta de golpe “Punhal Verde e Amarelo”, que previa assassinatos de autoridades. Concluiu dizendo que a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) honra os que no passado lutaram pela democracia e serve de exemplo às gerações futuras, reafirmando que nunca se deve ousar contra o Estado Democrático de Direito.
Palavras-chave oficiais: Golpe de Estado (crime),Tentativa (crime),Crime contra o Estado Democrático de Direito,Democracia,Patrimônio comum,julgamento,Ex-presidente da República,Explosão,Aeroporto,depredação,Imóvel público,minuta,Autoridade,Homicídio,Supremo Tribunal Federal (STF),Estado Democrático de Direito
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O SR. DIMAS GADELHA (Bloco/PT - RJ. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, nobres Deputados, eu gostaria de iniciar minha fala fazendo uma pergunta a cada um dos nobres Deputados. É uma pergunta simples, mas que diz muito sobre os valores que cada um de nós dá às nossas conquistas, principalmente às nossas conquistas coletivas. Que pena dariam a um agressor, a uma pessoa que tentasse invadir a casa dos nobres Deputados, tentasse agredir a família dos nobres Deputados e atentasse contra o patrimônio dos nobres Deputados? Por que estou fazendo essa pergunta, Sr. Presidente? Porque foi exatamente isso que aconteceu no dia 8 de janeiro. Quando alguém atenta contra a democracia brasileira, está atentando contra esta Casa, que é a nossa Casa, é a Casa do povo brasileiro. Quando alguém atenta contra a democracia, está atentando contra a nossa casa coletiva, que é a nossa Nação, a casa que nos abriga, e nos acolhe, e nos dá proteção. Sr. Presidente, hoje é um dia histórico. É um dia histórico porque essa jovem democracia brasileira, de apenas 37 anos, manda dois importantes recados para o mundo. Primeiro, o da sua força e da sua resiliência, apesar de ser jovem. Segundo, o do exemplo que ela dá para outras democracias, inclusive democracias muito mais antigas, centenárias, o de que aqui no Brasil ninguém está acima da democracia, nem Presidente nem ex-Presidente. É importante nos lembrarmos dos fatos que nos trouxeram até aqui, até a data de hoje. Houve uma tentativa de explosão de uma bomba no Aeroporto de Brasília. Já imaginaram a tragédia que teria acontecido? Invadiram e depredaram as sedes dos Poderes federais. Havia minuta de golpe pronta. Sr. Presidente, havia um plano. E quem disse isso o Deputado disse ali que o padre havia mentido não foi o padre, não, Deputado. Quem disse isso foi a Polícia Federal. Havia um plano, chamado Punhal Verde e Amarelo, para assassinar o Presidente, o Vice-Presidente e Ministro da Suprema Corte. Volto a dizer: este é um dia que vai ficar marcado nos livros que contam a história da política brasileira, simplesmente por dois motivos. Primeiro, pela mensagem e pela homenagem que rende aos nossos bravos companheiros do passado que lutaram, derramaram sangue, foram torturados, foram violentados, perderam sua vida para defender a democracia brasileira, em que foi construída a Constituição Cidadã, de 1988. Segundo, pelo exemplo que dá às gerações futuras e à presente, para que ninguém jamais ouse atentar contra a democracia brasileira. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 12/08/2025Breves Comunicações
O Deputado criticou a oposição por priorizar temas como a anistia a golpistas em vez de pautas relevantes para a população, e celebrou avanços em políticas públicas voltadas a grupos vulneráveis. Destacou que o Brasil deixou novamente o Mapa da Fome, resultado de programas como Bolsa Família, Cozinha Solidária e Programa de Aquisição de Alimentos, elogiando o Ministro Wellington Dias e o Presidente Lula. Mencionou a recuperação de mais de R$ 1 bilhão para 1,6 milhão de aposentados e pensionistas vítimas de fraude no INSS iniciada em 2020. Parabenizou o Presidente da Câmara pela prioridade a projetos que garantam segurança às crianças na internet e apresentou seu Projeto de lei nº 785, de 2025, que estabelece regras para crianças influenciadoras digitais, incluindo autorização judicial, apoio pedagógico e psicológico, preservação do lazer e poupança dos rendimentos.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Criança,Influenciador digital,Autorização judicial,atuação Bolsa Família,Cozinha Comunitária (programa),Programa de Aquisição de Alimentos (PAA),Ministro de Estado,Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome,Presidente da República,Mapa da Fome,Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Aposentado,ressarcimento Presidente da Câmara dos Deputados,Pauta (processo legislativo),Internet,Criança,segurança Oposição política,Pauta (processo legislativo),anistia,Crítica
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O SR. DIMAS GADELHA (Bloco/PT - RJ. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, nobres Deputados, enquanto eu estava ouvindo os gritos que vêm da tribuna contralateral a esta, eu me lembrei de uma frase, muito popular no Brasil, que diz o seguinte: "Os cães ladram, e a caravana passa". Por que eu estou dizendo isso? Porque, enquanto os Deputados de direita tentam, a qualquer custo, priorizar pautas que não são importantes neste momento para o povo brasileiro, como a anistia a golpistas, em detrimento de outras pautas relevantes, nós subimos a esta tribuna para comemorar e saudar marcos importantes das políticas públicas brasileiras, principalmente por se tratar de políticas que atingem, em cheio, os grupos mais vulneráveis do nosso País, como os que passam fome. Há 2 anos, 24 milhões de brasileiros passavam fome. Na semana passada, a ONU deu uma boa notícia: pela segunda vez, o Brasil deixou o Mapa da Fome. Porém, isso não se dá ao acaso: é fruto de políticas públicas e, acima de tudo, de gestores que priorizam estas políticas públicas. Quero parabenizar nosso Ministro Wellington Dias e o Presidente Lula por priorizarem políticas como o Bolsa Família, o Cozinha Solidária e o Programa de Aquisição de Alimentos. Segundo grupo: os idosos. Todo mundo lembra que, quando a Polícia Federal deflagrou a operação sobre a fraude no INSS, descobriu-se que esta fraude havia começado em 2020. Durante 2 anos, o Governo passado não quis investigar ou não teve competência para investigar. Foi preciso este Governo entrar pesado. A Polícia Federal está investigando e, com certeza, vai punir os culpados. O Governo já começou a devolver o dinheiro: mais de 1 bilhão de reais para mais de 1,6 milhão de aposentados e pensionistas que, neste momento, estão recebendo seus recursos e vendo a justiça ser feita. Por último, quero elogiar V.Exa., Presidente, pela declaração de que esta Casa vai priorizar, nas próximas semanas, os projetos de lei que visam garantir segurança às nossas crianças na Internet. Todos nós ficamos assustados, embora isto não seja uma novidade, com o fato de que a Internet se configurou como campo de muito perigo para nossas crianças. Foi necessário o vídeo de Felca explodir para que nós tomássemos a decisão de priorizar esta pauta. Quero lembrar uma proposição que eu apresentei nesta Casa, o Projeto de Lei nº 785 de 2025, que visa garantir segurança às nossas crianças, primeiro, estabelecendo que, para que crianças sejam influencers, é necessário ordem judicial, como já acontece com atores mirins; segundo, garantindo que esta criança tenha acesso a apoio pedagógico, psicológico e tempo para lazer, pois muitas delas têm a inocência e a infância roubadas, sem acesso à área de lazer; terceiro, assegurando que recursos provenientes do trabalho desta criança fiquem depositados em uma poupança, para garantir seu futuro, visto que muitas hoje não têm acesso a este recurso. O SR. PRESIDENTE (Hugo Motta. Bloco/REPUBLICANOS - PB) - Peço que conclua, Deputado Dimas. O SR. DIMAS GADELHA (Bloco/PT - RJ) - Sr. Presidente, concluo dizendo que este projeto não trata de uma proibição, mas sim da garantia de segurança e de um ambiente saudável na Internet para as crianças, que também é importante para seu desenvolvimento e aprendizado. Muito obrigado. - 10/07/2025Breves Comunicações
O Deputado criticou a medida anunciada por Donald Trump de impor tarifas ao Brasil, responsabilizando o Deputado Eduardo Bolsonaro por estimular a decisão, que prejudica tanto brasileiros quanto americanos. Ironizou o impacto sobre o setor do suco de laranja, importante para os Estados Unidos, e classificou o vídeo de Eduardo Bolsonaro lendo a carta de Trump como “chantagem” e “imaturidade”. Rejeitou a subserviência aos Estados Unidos, acusando Bolsonaro e seus aliados de traição à Pátria. Também condenou a postura do ex-Presidente diante das eleições, do 8 de janeiro e da tentativa de anistia, apontando um padrão de covardia e manipulação.
Palavras-chave oficiais: Estados Unidos,Tributação,Taxa,Produto nacional,Responsabilidade,Deputado federal,Filho,Ex-presidente da República,Prejuízo,Brasileiro,Estrangeiro,manipulação
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O SR. DIMAS GADELHA (Bloco/PT - RJ. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, V.Exa. gosta de suco de laranja? Como todo nordestino, V.Exa. gosta. Eu também gosto muito. E lá em casa todo mundo gosta. Mas existem pessoas que gostam de suco de laranja ainda mais do que a gente, Deputado Helder. São os americanos. Infelizmente, eles vão ter que ficar sem o suco de laranja deles, no café da manhã, por causa da irresponsabilidade do Deputado Eduardo Bolsonaro. Essa medida anunciada por Trump não prejudica apenas o Brasil, ela prejudica também os americanos, afinal de contas, a cadeia produtiva do suco de laranja lá gera 30 mil empregos diretos e indiretos. Eu assisti ao vídeo do Deputado Eduardo Bolsonaro lendo a carta de Trump, e parece um sequestrador chantageando o refém. Aquilo é um absurdo! Quanta imaturidade mental! Quanta irresponsabilidade! Eu quero dizer uma coisa ao Deputado Eduardo Bolsonaro. O Brasil não vai se submeter aos Estados Unidos. Se você é um lambe-botas de americanos, nós brasileiros não vamos ser lambe-botas de americanos. É um absurdo essa medida do Donald Trump! Ele podia pelo menos ter estudado, ter visto qual setor iria tarifar sem prejudicar os americanos. Isso mostra que essa foi uma decisão extremamente política. Amigos, não se enganem, não dá para confiar em americano. Não fiquem achando que eles estão aqui só por causa do Bolsonaro. Há interesses por trás disso também, não é só para defender o Bolsonaro, não. Eles estão apenas usando o Bolsonaro. Eles estão preocupados é com o crescimento do Brasil. O Brasil tem se relacionado bem, com a possibilidade de o BRICS ser um bloco forte. O Brasil tem feito muito bonito na geopolítica. Semana passada, eu fiz um vídeo criticando o Silas Malafaia por aquela fala dele, só que, infelizmente, eu tenho que dar razão ao Silas Malafaia. Traidores! Traidores! Eles são traidores da Pátria! São vendilhões! Sabem por quê? Até quando vai essa irresponsabilidade do Bolsonaro? Primeiro, quando perdeu a eleição, ele quis questionar as urnas. Perdeu o debate, não conseguiu apresentar provas. Segundo, ele preparou um golpe para o dia 8 de janeiro de 2023. Perdeu de novo e, covardemente, disse que não tem culpa naquilo. Terceiro, antes de ser julgado, já pediu anistia. Ele se acovardou de novo! Quarto, tentou articular com o Congresso, mas o Congresso não aceitou a anistia, porque aqui defendemos o direito do povo, e não o direito de um grupo político. Agora, mandou o filho para os Estados Unidos, para chorar diante dos americanos por ajuda, como a criança que é dona da bola e, quando fica fora do jogo, chama o papai para resolver os problemas. Imaturidade! Irresponsabilidade! Esse ato marca um momento importante. A gente sempre escutou a Direita abrir a boca para dizer que é patriota. Agora é a hora da verdade! Chegou a hora em que vamos ver quem está defendendo o Brasil de verdade! Patriota que bate continência para bandeira americana é traidor, é vendilhão! - 10/06/2025Breves Comunicações
O Deputado questionou a eficácia das ações policiais nas comunidades do Rio de Janeiro (RJ). Citou o caso ocorrido na comunidade Santo Amaro, onde um jovem de 24 anos, Herus Guimarães Mendes, que trabalhava como office boy, foi atingido junto a outros cinco adolescentes enquanto ensaiavam para uma festa junina. Enfatizou que essa situação revela um modelo recorrente de violência, que atinge principalmente moradores que nada têm a ver com o crime, aumentando a dor nas comunidades. Propôs que, em vez de usar apenas a violência policial, o poder público invista na capacitação das tropas, em estratégias de inteligência, na apreensão de armas, na educação, na cultura, na assistência social e na criação de alternativas para os jovens.
Palavras-chave oficiais: Rio de Janeiro (RJ),Operação policial,Jovem,Festa junina,Vítima,capacitação,Inteligência,Investimento,Defesa
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O SR. DIMAS GADELHA (Bloco/PT - RJ. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, nobres Deputados, eu subo a esta tribuna hoje para compartilhar com os senhores uma pergunta que não tem saído da minha cabeça e que tem me convidado a reflexão mais profunda sobre a política de segurança pública que nós estamos adotando no nosso Estado do Rio de Janeiro e em alguns outros Estados do Brasil. O que motiva a pergunta é um fato que aconteceu nessa última semana, na comunidade Santo Amaro, onde a Polícia Militar adentrou em uma de suas incursões, e aí já se viu: tiro para tudo quanto é lado, pessoas atingidas... Dessa vez não foi policial nem traficante. Um grupo estava ensaiando para uma festa junina. Um jovem de 24 anos, de nome Herus Guimarães Mendes, office boy, foi atingido na porta de casa, e outros cinco adolescentes que também estavam lá ensaiando, um deles o Emanuel da Silva, de São Gonçalo, ficaram feridos. Será que nós não estamos apagando fogo com gasolina? É sobre essa pergunta que eu quero convidar os senhores a refletir. Parece que estamos vivendo um déjà-vu todas as vezes que acontece uma ação da Polícia Militar no Estado do Rio de Janeiro, como aquele filme que estamos acostumados a ver em várias reprises na Sessão da Tarde. O roteiro é sempre o mesmo: a polícia invade, é tiro para tudo quanto é lado, horror, violência, e, no final, corpo estendido no chão. Quando não é do policial militar ou do traficante, é de pessoas que não têm nada a ver com aquilo: cidadãos de bem, crianças, adolescentes e jovens. Essas ações têm implicação muito grande para a nossa sociedade. Elas dividem a nossa sociedade: uns acham que elas só geram mais violência; outros aprovam as ações, porque compartilham da opinião de que bandido bom é bandido morto; e outros, cansados de toda essa situação, defendem um uso maior da força no combate ao crime organizado no Rio de Janeiro. Eu prefiro perguntar aos senhores se essas ações estão dando resultado ou se estamos apenas enxugando gelo. Será que não seria mais importante colocar como prioridade investimento na nossa Polícia Militar, na qualificação, na capacitação dos nossos policiais, em equipamentos de tecnologia e inteligência? Será que não seria mais importante investir em estratégia, tecnologia e inteligência nas nossas investigações, desenhar a rota do dinheiro do crime, combater com mais eficácia o tráfico de armas? Será que não seria mais importante disputar os nossos territórios com equipamentos públicos como Cras, Creas, escola, unidades básicas de saúde? Será que não seria mais importante disputar com cultura, esporte, educação, acesso à universidade, emprego, profissionalização para os nossos jovens? Por fim, a pergunta que não quer calar: será que é com bala, fuzil e violência que vamos combater o crime no Estado do Rio de Janeiro, ou só estamos colocando mais gasolina nesse fogo? Muito obrigado, Sr. Presidente. - 28/05/2025Breves Comunicações
O Deputado expressou preocupação com os efeitos das redes sociais sobre a sociedade e a política, destacando dois episódios recentes. Criticou a ofensa feita à Ministra Marina Silva por um Parlamentar, classificando o ato como um desrespeito à democracia, às mulheres e ao meio ambiente. Comentou ainda a convocação da influenciadora Virgínia à CPI das Bets, apontando que a audiência perdeu o foco diante da estratégia midiática adotada. Alertou para o crescimento de queixas contra a empresa da influenciadora, cujos produtos são classificados pela Anvisa como ineficazes, e defendeu maior responsabilidade na atuação parlamentar diante da desinformação digital.
Palavras-chave oficiais: Rede social digital,Ministra de Estado,Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima,Ofensa,Parlamentar,desrespeito,Mulher,Meio ambiente,Influenciador digital,Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI),Mídia digital,Direito do consumidor,reclamação,Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa),Atuação parlamentar,Desinformação
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O SR. DIMAS GADELHA (Bloco/PT - RJ. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, nobres Deputados, eu subo a esta tribuna hoje para manifestar todo o meu receio e indignação com os rumos que a nossa sociedade e a política brasileira estão tomando. Acho que nenhum dos Parlamentares aqui presentes tem dúvida de quanto as redes sociais podem influenciar e vêm influenciando os costumes, os hábitos, os valores, a construção da sociedade moderna. Quero trazer dois exemplos que são sintomas claros de que essa influência é cada vez mais marcante. Um é o caso que aconteceu agora com a nossa Ministra Marina Silva, aqui dentro deste Congresso, quando um Parlamentar faltou com respeito a uma mulher negra, que carrega uma bandeira de luta há muito tempo, bandeira essa que é importante para o futuro deste País: o meio ambiente, o clima. Por mais que as pessoas tenham divergências e achem que a bandeira dela não seja válida, faltou-se com respeito também à democracia, porque esta Casa tem que dar o exemplo de que opiniões diferentes das nossas precisam ser respeitadas. E ainda há um terceiro problema, porque tudo que a gente diz aqui reverbera também nas redes sociais, com uma retroalimentação. A rede social alimenta a sociedade e a política, da mesma forma que a política e a sociedade alimentam a rede social, e a gente vive um ciclo vicioso que gera ódio, desrespeito e intolerância com aqueles que pensam diferentemente de nós. O segundo caso é o da Virgínia, que voltou a ficar em alta nas redes sociais devido à sua separação. Aliás, ela nunca deixa de estar em alta nas redes sociais, porque ela tem a estratégia correta. Essa senhora foi convocada a vir aqui há algumas semanas para falar de um assunto muito importante, na CPI das Bets, a influência que ela pode ter sobre a vida das pessoas no vício em jogo, um problema de saúde pública hoje e um problema para várias famílias. Ela, simplesmente, conseguiu ridicularizar o debate com toda aquela estratégia que usou e que é usada nas redes sociais. E, infelizmente, a gente não conseguiu debater o que tinha que ser debatido de fato. Curiosamente, Sr. Presidente, a empresa dessa Virgínia, da qual ela anuncia produtos de beleza, hoje é campeã de reclamações no site Reclame Aqui, na Internet. E o Reclame Aqui, por décadas, teve como empresas com mais reclamações as empresas de telefonia e os bancos. Ela conseguiu superar essas empresas em número de reclamações. Sabem por quê? Porque os produtos que ela anuncia na Internet são classificados pela Anvisa como produtos de grupo 1, ou seja, produtos que não têm eficácia. Até quando, Srs. Parlamentares, nós vamos ficar quietos, deixando que debates superficiais dominem esta Casa e a Internet, sem assumir a nossa responsabilidade de debater pautas importantes para este País? Em nome de uma falsa liberdade, nós não podemos nos furtar da nossa responsabilidade e, acima de tudo, da responsabilidade que temos com quem usa a sua palavra e a sua influência na Internet para enganar pessoas. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 20/05/2025
O Deputado registrou a presença do Vereador Juliano Freitas, de São Gonçalo (RJ), no plenário da Câmara dos Deputados. Destacou o trabalho do Parlamentar municipal em defesa da população mais vulnerável e elogiou a recente realização de uma plenária voltada à valorização das vidas negras na cidade. Ao concluir, reafirmou apoio ao mandato de Juliano Freitas e desejou força para que siga representando os interesses do povo mais humilde de São Gonçalo (RJ).
Palavras-chave oficiais: Saudação,Vereador,São Gonçalo (RJ),Atuação parlamentar,População em situação de vulnerabilidade social,População negra,Direitos humanos
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O SR. DIMAS GADELHA (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Boa tarde, Sr. Presidente. Eu gostaria de anunciar, com imensa satisfação, a presença aqui do Vereador Juliano Freitas, de São Gonçalo, a segunda maior cidade em população do Estado do Rio de Janeiro. Agradeço a presença do Juliano. Quero dizer que fico muito feliz com a sua visita a esta Casa. V.Exa. tem feito um trabalho, um mandato exemplar lá na cidade, buscando sempre defender aqueles menos favorecidos. V.Exa. acabou de fazer uma grande plenária lá na cidade em defesa das vidas negras. Então, parabéns, Juliano! Que Deus lhe dê muita força para V.Exa. continuar este mandato e defendendo o povo mais humilde da nossa cidade. - 07/05/2025Breves Comunicações
O Deputado destacou a instalação da Comissão Especial da reforma tributária sobre a renda, classificando-a como um dos trabalhos mais relevantes da Câmara. Defendeu mudanças no sistema atual, que considerou arcaico e injusto, onde trabalhadores de baixa renda pagam proporcionalmente mais impostos que os super-ricos. Criticou a isenção sobre lucros e dividendos no Brasil e elogiou medidas já adotadas pelo Presidente Lula, como a correção das faixas de isenção e a proposta de ampliar a isenção para quem ganha até R$ 5 mil. Concluiu defendendo a promoção da justiça social e maior contribuição dos mais ricos.
Palavras-chave oficiais: Comissão especial,Reforma tributária,Projeto de lei ordinária,Sistema tributário,População de baixa renda,Isenção tributária,Lucro,Justiça social,Tributação
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O SR. DIMAS GADELHA (Bloco/PT - RJ. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, nobres Deputados, ontem, esta Casa deu um passo importante para fazer história na política brasileira: foi instalada a Comissão Especial que vai tratar da reforma tributária sobre a renda brasileira. Nós aprovamos, no ano passado, a reforma tributária sobre o consumo. Agora, tramitará a tão esperada reforma tributária sobre a renda dos brasileiros. Talvez esse seja um dos trabalhos mais importantes desta Casa, porque, no Brasil, nós temos um sistema tributário arcaico, ultrapassado, desigual, um dos mais injustos do mundo. Quem ganha de dois a três salários mínimos chega a pagar mais, proporcionalmente, do que quem ganha mais de 320 mil reais. Os super-ricos, aqueles que ganham acima de 320 mil reais, que não são 0,1% da população brasileira eu disse 0,1% da população brasileira , não pagam 5% sobre a renda. Enquanto isso, a massa dos trabalhadores brasileiros, que corresponde a 30% da população brasileira, que ganha de dois salários mínimos a 5 mil reais, chega a pagar até 27,5% sobre a renda. Isso é desigual! Sr. Presidente, sabe por que isso acontece? Ao contrário de vários países do mundo, o Brasil não tributa lucros nem dividendos. Isso é uma covardia com o trabalhador. Enquanto ele tem o seu salário moído no contracheque, os super-ricos ficam fora do radar e não são tributados. Essa história vai mudar. Aliás, essa história já está mudando. O Presidente Lula já corrigiu as faixas que estavam congeladas desde 2015 e já isentou cerca de 10 milhões de trabalhadores brasileiros, quando tornou isento quem ganha até dois salários mínimos. Agora, com essa proposta que ele encaminha para esta Casa, que a gente vai debater, mais de 10 milhões de brasileiros podem ser isentados se a gente aprovar a isenção de quem ganha até 5 mil reais. No total, 20 milhões de trabalhadores brasileiros serão isentados. Sabe o que isso significa, Sr. Presidente? Mais dinheiro no bolso do trabalhador brasileiro, mais renda, uma economia mais forte. Há quem diga assim: "Ah! mas nós devemos ter responsabilidade fiscal". Sim, devemos ter e teremos! Mas, acima de tudo, devemos ter responsabilidade com a justiça social e colocar os mais ricos para pagarem essas contas. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 06/05/2025Breves Comunicações
O Deputado responsabilizou o Governo Bolsonaro pelo escândalo de corrupção no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), afirmando que ações adotadas entre 2019 e 2022 enfraqueceram a estrutura do órgão e o tornaram vulnerável a fraudes. Destacou cortes de pessoal, terceirizações, loteamento de cargos estratégicos e o desmonte dos órgãos de controle interno como medidas que contribuíram para o atual cenário. Por fim, ressaltou que as fraudes só foram descobertas porque o Governo Lula teve coragem de abrir a “caixa-preta” do INSS e expor as irregularidades.
Palavras-chave oficiais: Governo,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Corrupção,Fraude,Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Governo federal,Presidente da República,Investigação criminal
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O SR. DIMAS GADELHA (Bloco/PT - RJ. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, nobres Deputados, o assunto do momento é, sem sombra de dúvida nenhuma, o escândalo de corrupção no INSS. Não é por menos. O que eles fizeram com os nossos aposentados foi, no mínimo, covarde e de uma falta de humanidade enorme. Esse crime não deve ter perdão, mas eu quero trazer luz aqui aos fatos porque há muita cortina de fumaça. Esse crime, Sr. Presidente, tem origem, tem pai, tem CPF, tem DNA, e é o Governo Bolsonaro. E por que eu digo isso, Sr. Presidente? Porque, em administração pública, toda ação tem a sua consequência, não existe coincidência. E foram nos anos do Governo Bolsonaro, de 2019 até 2022, que as ações do Governo prejudicaram a estrutura do INSS. Eles vulnerabilizaram e deixaram o INSS suscetível a essas situações. Eu poderia passar a tarde inteira aqui enumerando essas ações que tiveram essas consequências no Governo Bolsonaro, mas vou ater-me apenas a quatro delas. Em primeiro lugar, houve os cortes, as reduções, as demissões dos supervisores desta instituição; em segundo lugar, as terceirizações das funções estratégicas desta instituição; em terceiro lugar, a nomeação para cargos estratégicos através de loteamento e interesses obscuros e; por último, a ação que eles fizeram para desmontar todos os órgãos de controle interno da instituição. E isso só foi revelado, a verdade só veio à tona porque o Governo Lula teve a coragem de abrir esta caixa-preta. Se não fosse o Governo Lula, os brasileiros ainda estariam sem saber o que estava acontecendo no INSS. É importante que a gente diga isto: essa falta de respeito com os nossos aposentados, esse caso escandaloso que houve no INSS foi gerado no Governo Bolsonaro, com ações que tiveram como consequência o enfraquecimento do INSS, deixando a instituição vulnerável a esses ataques. E foi o Governo Lula que teve coragem de colocar o dedo nessa ferida. - 30/04/2025Breves Comunicações
O Deputado homenageou o Dia 1º de Maio, ressaltando seu profundo simbolismo histórico e social. Destacou que a data vai além de um simples feriado: representa as lutas dos trabalhadores por direitos como jornada de trabalho reduzida, 13º salário, férias e carteira assinada. Reforçou a necessidade de combater a escala 6 por 1, ampliar a faixa de isenção do Imposto de Renda e reduzir o custo da cesta básica. Relembrando suas origens no Sertão nordestino e sua trajetória até São Gonçalo (RJ), afirmou que jamais esquecerá suas raízes e que sua atuação parlamentar é comprometida com a dignidade, a voz e os direitos dos trabalhadores brasileiros. Finalizou desejando um feliz Dia do Trabalho a todos.
Palavras-chave oficiais: Dia do Trabalho,Homenagem,Trabalhador,Direitos do trabalhador,Atuação parlamentar,São Gonçalo (RJ)
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O SR. DIMAS GADELHA (Bloco/PT - RJ. Sem revisão do orador.) - Bom dia, Sr. Presidente. Bom dia, colegas Deputados, Parlamentares. Eu queria começar a minha fala com uma pergunta, uma pergunta simples, porém, de grande potência: o que significa, para você, o Dia 1º de Maio? Para muitos, é apenas mais um feriado, um dia de descanso, de lazer, de estar com a família. Para outros, é um marco histórico, é dia de se lembrar de batalhas do passado, das greves, das perseguições, da coragem dos trabalhadores e trabalhadoras brasileiras que lutaram muito por melhores condições de trabalho, como a redução da carga horária, o 13º Salário, as férias, a carteira assinada. Para outros, ainda, é tempo de renovar a força e é tempo de se comprometer com as lutas do presente e do futuro. E aqui eu queria citar algumas delas: o fim da escala 6 por 1, que rouba do trabalhador a vida, que rouba o tempo com a família, que rouba dele a sua saúde; o aumento da faixa da alíquota do Imposto de Renda, que possibilita mais qualidade de vida e mais renda para o trabalhador brasileiro; a redução da alíquota da cesta básica, garantindo mais alimentação na mesa do trabalhador brasileiro. Muita gente vai perguntar: "E para você, Dimas, o que significa o dia 1º de maio?" Para mim, Sr. Presidente, nobres Deputados, o Dia 1º de Maio significa que eu jamais devo esquecer as minhas origens, que devo lembrar sempre o propósito que me trouxe aqui, a esta Casa, que devo me lembrar a minha infância no Sertão nordestino, lugar de povo forte, onde, desde cedo, aprendi com meus pais o valor e a importância do trabalho e de se ter esperança. O Dia 1º de Maio é dia de assumir o compromisso com a minha cidade, que me acolheu, que me viu crescer, que me fez crescer, uma cidade de operários, a nossa São Gonçalo, no Estado do Rio de Janeiro, cidade de gente que acorda cedo, que pega ônibus lotado, que enfrenta trânsito caótico, que passa por problemas de segurança, mas que dá duro o dia inteiro para poder colocar o pão de cada dia à mesa, à mesa da sua família. É dia de lembrar a luta do meu Estado, que, ao lado de vários militantes, luta por mais segurança, mais saúde, mais trabalho, mais oportunidade, mais educação para todos. É dia de lembrar o orgulho que tenho da bandeira do meu partido, que é o partido que nasceu nas greves, no chão da fábrica, que nasceu da coragem do trabalhador brasileiro. E, por fim, significa também estar aqui neste Congresso Nacional com o compromisso de defender o trabalhador brasileiro, aquele da mão calejada, a trabalhadora brasileira, aquela que, muitas vezes, tem a sua voz silenciada. Enfim, Sr. Presidente, o Dia 1º de Maio é o dia de renovar o compromisso com as lutas do passado, do presente e do futuro daqueles que desenvolvem este País. Feliz Dia do Trabalho para todos os trabalhadores brasileiros! - 29/04/2025Breves Comunicações
O Deputado destacou o Dia Mundial da Educação, ressaltando a importância do investimento no setor para o desenvolvimento humano, social e econômico. Apontou quatro políticas públicas fundamentais na educação brasileira: a criação do Fundeb, a ampliação das escolas técnicas federais e universidades, o programa Pé-de-Meia e, como mais relevante, o Prouni e o Fies. Também defendeu o projeto de lei de sua autoria, denominado Fies sem Teto, que propõe eliminar o teto de financiamento para estudantes de cursos com mensalidades elevadas, como medicina e odontologia.
Palavras-chave oficiais: Dia Internacional da Educação,Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb),Universidade,Programa Pé-de-Meia,Programa de Aquisição de Alimentos - PAA Emergencial,Política pública Projeto de lei ordinária,Fundo de Financiamento Estudantil (Fies),limite máximo,proibição
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O SR. DIMAS GADELHA (Bloco/PT - RJ. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, nobres Deputados, ontem nós celebramos o Dia Mundial da Educação, uma data importante que nos convida a fazer uma reflexão sobre a sociedade que nós queremos e também nos convida para realizar as ações necessárias para que consigamos atingir esse objetivo. Todos nós sabemos que a educação é a principal ferramenta para a transformação da vida das pessoas. Para cada 1 real que investimos na educação de um jovem, multiplicamos isso em desenvolvimento humano, social e econômico. E eu queria aqui fazer uma reflexão sobre as quatro grandes principais ações que nós tivemos ao longo desses anos na educação pública. Tivemos várias, mas essas eu considero as quatro mais importantes, sendo que a última é a mais importante de todas no meu ponto de vista. Primeiro, cito a criação do Fundeb, que garantiu a expansão do ensino básico. Segundo, a criação das escolas técnicas federais e a ampliação das universidades, que permitiu levar esses serviços para áreas antes não assistidas. Terceiro, o recém-criado programa Pé-de-Meia, que combate a evasão escolar, garantindo renda para os nossos jovens. E, por último, que eu considero mais importantes, o Prouni e o Fies, que garantem aos nossos jovens o sonho de um diploma universitário. Aqui cabe um parêntese para pedir o apoio dos Deputados desta Casa para um projeto de lei nosso, chamado Fies sem Teto. Não sei se V.Exas. sabem, Deputados, mas o Fies hoje estabelece um teto para o pagamento das universidades. E muitos alunos, principalmente aqueles que cursam medicina, odontologia, direito, que cursam faculdades com um valor alto, não conseguem arcar com esse custo porque, infelizmente, não possuem condições financeiras. E o que acontece? Ao longo do ano, eles adquirem uma dívida; no final do ano, eles não conseguem fazer a matrícula e continuar na faculdade porque, infelizmente, não têm capacidade de pagar essa dívida. E aí perde o Governo, que fez esse investimento, perde a sociedade e perde, acima de tudo, o aluno, que não continua os estudos e não consegue concluir o curso. Então, eu queria aproveitar o Dia da Educação para lembrar a esta Casa que nós temos um dever a cumprir e um compromisso com as políticas públicas que garantem que os nossos talentos não se percam por falta de oportunidades. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 04/02/2025
O Deputado criticou a grave situação de violência no Rio de Janeiro, destacando a insegurança enfrentada pelos cidadãos diariamente. Relatou casos recentes de assassinatos, assaltos a veículos e a sensação de medo generalizado. Apontou a falta de investimento em políticas públicas, especialmente nas áreas de emprego, educação e segurança, como causas do problema. Elogiou iniciativas do Governo Federal para incentivar a indústria naval, que pode gerar milhares de empregos. Também cobrou maior investimento em educação, cultura e segurança, destacando a necessidade de reforçar a Polícia Militar e garantir melhores condições de trabalho aos agentes.
Palavras-chave oficiais: Política de segurança pública,Rio de Janeiro (Estado),Violência,aumento,Polícia militar Governo federal,Indústria naval,Rio de Janeiro (RJ)
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O SR. DIMAS GADELHA (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, nobres Deputados, subo a esta tribuna hoje para falar de uma situação que tem sido uma vergonha para o Estado do Rio de Janeiro. O Estado do Rio de Janeiro, que tem orgulho de ser um dos lugares mais bonitos do mundo, com belas paisagens que são um cartão postal, hoje é também o Estado da violência e do medo. O cidadão fluminense não aguenta mais tanta violência. São comuns, todos os dias, manchetes de jornais mostrando como está a situação do Rio de Janeiro. O cidadão sai para trabalhar, o trabalhador sai para trabalhar, e não sabe se volta para casa. As crianças vão para a escola, e nós sabemos que elas não estão seguras lá. A dona de casa sai para o mercado e sabe que pode ser assaltada. Só para que se tenha uma ideia, Sr. Presidente, na minha cidade, hoje pela manhã, um senhor de 52 anos foi assassinado, vítima de bala perdida. Há 2 dias, no domingo, foi um subtenente em outro bairro da cidade. Semana passada, foi um motorista de aplicativo. O Estado do Rio de Janeiro vive uma verdadeira epidemia de assalto a veículos. Foram mais de 800 veículos assaltados em apenas 4 dias. Só na minha cidade, no último domingo, 55 carros foram assaltados. Isso é um absurdo! Sr. Presidente, longe de mim querer responsabilizar alguém. Como todos sabemos, esse problema é complexo, é crônico, vem de longa data e é principalmente fruto da falta de investimento em políticas públicas, a começar pelo emprego e pela renda. O Estado do Rio de Janeiro viveu nas últimas décadas um processo de desindustrialização muito grande. Quero elogiar o Governo Federal, que vem apontando para a indústria naval como vocação do Estado. Hoje eu estive com o Presidente da TRANSPETRO. Ele me comunicou que vai assinar o contrato para a construção de quatro navios ainda no mês de fevereiro e vai licitar a construção de mais oito navios. Ele me disse que só isso é capaz de gerar mais de 8 mil empregos para o nosso Estado. Falta também investimento na educação. E aqui eu quero responsabilizar os Municípios. É inaceitável que Prefeitos façam investimentos em obras de maquiagem, em obras que não vão dar resultado, e esqueçam a educação, negligenciem a educação. Também é necessário fazer investimento em cultura. Acima de tudo, o Governo do Estado também tem que assumir a sua responsabilidade e fazer investimento no fortalecimento da PM do Estado do Rio de Janeiro. É necessário investir no aumento do contingente, é necessário investir em novos batalhões, em equipamentos, em viaturas, em tecnologia e em inteligência. Eu estive num batalhão de uma grande cidade há pouco tempo e constatei que o efetivo é quatro ou cinco vezes menor do que o recomendado. Enquanto cada um não assumir a sua responsabilidade, o povo fluminense vai continuar sofrendo, vai continuar desacreditado das políticas públicas e do poder público. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 11/12/2024Breves Comunicações
O Deputado abordou a grave situação da falta de água potável no Rio de Janeiro, destacando o impacto na vida dos moradores da Região Metropolitana, especialmente em cidades como São Gonçalo, Itaboraí, Maricá e Niterói. Criticou a privatização dos serviços de água e esgoto para a empresa Águas do Rio, ressaltando que agravou o problema. Também denunciou os gastos públicos de quase 24 bilhões de reais em obras ineficazes e o aumento das tarifas, enquanto a água continua escassa para a população. Por fim, pediu uma maior fiscalização dos investimentos.
Palavras-chave oficiais: Abastecimento de água,Rio de Janeiro (Estado),precariedade,Privatização,Esgoto sanitário,aumento,Tarifa de água
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O SR. DIMAS GADELHA (Bloco/PT - RJ. Sem revisão do orador.) - Boa tarde, Sr. Presidente, nobres Deputados. Eu subo a esta tribuna hoje para falar de um tema urgente e importante. Todos nós sabemos que o acesso à água potável é um direito fundamental para todos nós. Ocorre que no nosso Estado, o Rio de Janeiro, Sr. Presidente, esse direito está sendo negligenciado. Todos os dias são registradas inúmeras queixas de milhares de moradores da Região Metropolitana do Estado do Rio de Janeiro. Em São Gonçalo, em Itaboraí, na própria Capital, em Maricá, em Niterói, pessoas estão sem água. Em alguns lugares, a água não cai há mais de 30 dias. Não existe água para as necessidades básicas, para escovar os dentes, para cozinhar, para viver. Sem água não há vida digna, Sr. Presidente. No Estado do Rio de Janeiro, essa negligência tem nome e sobrenome: empresa Águas do Rio. Há 3 anos, o Governo do Estado resolveu privatizar alguns serviços da Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro CEDAE: serviços de entrega de água e serviços de coleta de esgoto. Fez isso com o pretexto de que os investimentos melhorariam e ampliariam esse serviço para a população do Rio de Janeiro. De lá para cá, o que vimos foi exatamente o contrário. O Estado do Rio de Janeiro gastou quase 24 bilhões de reais com obras desnecessárias, com obras de maquiagem, e o serviço só piorou. Esse é o típico exemplo de que a privatização não deu certo. O Estado mostrou-se ineficaz para cobrar os investimentos necessários e fiscalizar esse contrato. Há algumas semanas, o Governador do Estado chegou ao ponto de vir a público admitir que houve uma falha no edital de venda desse serviço pela CEDAE e autorizou um reajuste na tarifa cobrada por esse serviço. Sr. Presidente, chega a conta, chega o aumento, mas a água não chega à torneira dos moradores do Estado do Rio de Janeiro. Alguns dias atrás, o PROCON aplicou uma multa milionária nessa empresa, mas ainda não é o suficiente. É necessário que cobremos dos órgãos responsáveis que os investimentos sejam feitos e que o Estado fiscalize e cobre esses investimentos, para a melhoria da vida do povo carioca. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 27/05/2024Breves Comunicações
O Deputado solicitou o apoio dos colegas Parlamentares para dois projetos de lei de sua autoria. O primeiro, Projeto de Lei nº 353, de 2024, busca conceder incentivos fiscais a empresas que contratam cuidadores de pessoas com deficiência ou mães atípicas, reconhecendo a importância dessa medida para a inclusão social. O segundo projeto, o Projeto de Lei nº 2.090, de 2024, visa oferecer incentivos fiscais para empresas que contratam mães solo e estabelece critérios para obter o selo "Empresa Amiga da Maternidade Solo". O Deputado ressaltou a sensibilidade dessas propostas diante dos desafios enfrentados por mulheres em sua jornada profissional e materna. Além disso, convidou os Deputados para participarem da confecção do maior tapete de sal da América Latina em São Gonçalo (RJ), sua cidade natal, no feriado de Corpus Christi. Por fim, expressou solidariedade ao Deputado Otoni de Paula pelo falecimento de seu pai, o Deputado Estadual Otoni de Paula Pai.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Incentivo fiscal,contratação,Cuidador de deficientes,Mãe atípica,Mãe solo Corpus Christi,Tapete,São Gonçalo (RJ) Deputado estadual,Rio de Janeiro (Estado),Falecimento,Pêsames,Deputado federal
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O SR. DIMAS GADELHA (Bloco/PT - RJ. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu subo a esta tribuna hoje para pedir o apoio dos nobres Deputados a dois projetos de lei de minha autoria que tramitam nas Comissões desta Casa. Um deles é o Projeto de Lei nº 353, de 2024, que busca dar incentivos fiscais para as empresas que contratarem cuidadores de pessoas com deficiência ou mães atípicas. Sabemos da importância dessa política pública para a justiça social e para a correção de algumas distorções. Sabemos o quanto é difícil para uma mãe atípica conseguir um emprego, competir às vezes com um homem, em razão do trabalho que ela também realiza em casa. Depois que eu apresentei esse projeto de lei, várias mães solo entraram em contato conosco, para também ser contempladas. Então apresentamos o segundo projeto, o Projeto de Lei nº 2.090, de 2024, que visa oferecer incentivos fiscais para as empresas que contratarem mães solo e define critérios para que as empresas obtenham o selo Empresa Amiga da Maternidade Solo. Esses são dois projetos de enorme sensibilidade. Sabemos da importância da mulher para a construção de uma sociedade, para a educação em um lar e para a geração de renda. Eu consegui me formar como médico porque tive uma grande mãe em casa, professora, que investiu tudo na minha educação. Quero aproveitar esta oportunidade para convidar os Deputados a, no feriado de Corpus Christi, na próxima quinta-feira, Deputada Benedita, participarem da confecção do maior tapete de sal da América Latina, em São Gonçalo, minha cidade. Serão mais de 2 quilômetros de tapete de sal. Todos estão convidados para essa linda festa. E sou mais um aqui a registrar toda a solidariedade ao Deputado Otoni de Paula pelo falecimento do seu pai, o ilustre Deputado Estadual Otoni de Paula Pai, um grande líder político e religioso, como já foi muito bem colocado. Muito obrigado, Presidente. - 22/05/2024Breves Comunicações
O Deputado elogiou o Presidente Lula e sua equipe governamental por priorizarem os projetos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) de forma técnica e responsável. Destacou a importância dos investimentos urbanos e criticou a má estão de recursos em São Gonçalo (RJ). Reconheceu os esforços do Governo Federal em ouvir e investir na cidade, especialmente em áreas como urbanização e combate a enchentes. Expressou gratidão pela sensibilidade e responsabilidade do Presidente Lula em relação aos investimentos em São Gonçalo.
Palavras-chave oficiais: São Gonçalo (RJ),Governo federal,Programa de Aceleração do Crescimento (PAC),Urbanização,combate,Enchente,agradecimento
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O SR. DIMAS GADELHA (Bloco/PT - RJ. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, nobres Deputados, eu venho a esta tribuna hoje para saudar o Presidente Lula e toda a equipe do Governo, que, de forma técnica, responsável, lúcida e republicana, vêm fazendo as escolhas dos projetos prioritários do PAC no Brasil. Nós sabemos da importância, Presidente, do investimento nas cidades, porque é na cidade que as pessoas moram, é na cidade que as pessoas sofrem com falta de investimento em políticas públicas. E o Presidente tem priorizado as cidades, independentemente de ideologia e disputa partidária. Eu sou do Município de São Gonçalo, a segunda maior cidade do Rio de Janeiro. Recentemente foi contemplada com mais de 1 bilhão de reais em decorrência da venda da Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro CEDAE, mas vimos o dinheiro se perder, não foi feito investimento em áreas prioritárias que mudam a vida das pessoas. Houve muito investimento em asfalto e não em drenagem, em saneamento básico. Hoje, toda vez que chove na cidade, é um deus nos acuda. Ela é a quinta pior cidade brasileira no que se refere a saneamento básico, é uma das cidades mais violentas, carece de creches, escolas, e nós vimos esse investimento se perder. Ao contrário disso, o Governo Federal dá aula de como investir. Apesar de o Prefeito da cidade ser do PL e, na disputa para Presidente, ter agido contra o povo de Lula, ter proibido que pudéssemos fazer comícios em clubes da cidade, apesar de tudo isso, o Presidente Lula vem escutando os nossos pedidos e investindo na cidade. O investimento agora é de mais de 450 milhões de reais através do PAC. Esse dinheiro vai mudar a vida das pessoas que moram no Bairro Jardim Catarina, que vai receber investimento para urbanização e combate a enchentes, numa localidade chamada Ipuca. Acontecerá investimento no Porto Novo. Nessa área, sempre houve alagamento. Mas agora o Presidente Lula aloca recursos ali. A cidade já havia sido contemplada com uma creche no Bairro Bom Retiro, com um centro de cultura no Bairro Neves, com uma quadra poliesportiva também no Bairro Bom Retiro. Agradeço a sensibilidade e a responsabilidade do Presidente Lula por todo esse investimento e pelo carinho com o povo de São Gonçalo. Muito obrigado, Presidente. - 15/05/2024Breves Comunicações
O Deputado manifestou solidariedade ao povo do Rio Grande do Sul, destacando as severas consequências das recentes catástrofes. Ele criticou a proliferação de fake news, que agravam a situação e dificultam o trabalho coordenado. Ressaltou a colaboração entre os Poderes Legislativo e Executivo, mencionando aprovações de propostas e esforços para enviar recursos e ajuda ao Estado. Elogiou iniciativas como a isenção de impostos sobre insumos médicos e o envio de mais médicos. Sublinhou o investimento federal e a atuação do Presidente Lula, pedindo união e solidariedade em vez de oportunismo político.
Palavras-chave oficiais: Rio Grande do Sul,Enchente,Inundação,solidariedade,Notícia falsa (fake news),Poder Legislativo,Poder Executivo,Apoio logístico,Auxílio financeiro,Luta política
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O SR. DIMAS GADELHA (Bloco/PT - RJ. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, nobres Deputados, eu queria, mais uma vez, manifestar toda a minha solidariedade ao povo do Rio Grande do Sul, que vem sofrendo muito com uma das maiores catástrofes que este País já viu. Muita gente está sofrendo porque perdeu tudo. Muitas vidas foram ceifadas. Eu queria ressaltar, Presidente, que não é só a chuva que vem castigando o povo do Rio Grande do Sul. As fake news também são uma praga, um desastre. Nós temos visto fake news de tudo quanto é tipo. As fake news destroem, maltratam, matam, complicam, impedem que trabalhemos de forma mais ordenada. Nós temos visto vários esforços de todos os Poderes. Eu quero ressaltar a união dos Poderes Legislativo e Executivo. Esta Casa tem feito o seu dever. Esta Casa tem ajudado muito. Foram aprovadas aqui várias propostas que visam amenizar esse sofrimento e impulsionar o envio de recursos e de todo tipo de ajuda para o Rio Grande do Sul. Hoje mesmo, na Comissão de Saúde, nós debatemos sobre um requerimento ao Ministério da Fazenda para isentar, nesse período de calamidade pública, todos os insumos, equipamentos, aparelhos médicos e hospitalares que forem usados no Sistema Único de Saúde. É uma iniciativa louvável desta Casa. Também fizemos um requerimento ao Ministério da Saúde para que disponibilize mais médicos. Esta Casa vem fazendo a sua parte. Vários Deputados, por iniciativa própria, colocaram recursos de emendas individuais para ajudar o Rio Grande do Sul, assim como fizeram algumas bancadas. O Poder Executivo também vem fazendo a sua parte. O Governo Federal vai investir mais de 60 bilhões de reais, mobilizou mais de 27 mil profissionais, disponibilizou mais de 5 mil equipamentos na área de saúde, implantou 7 hospitais de campanha, distribuiu quase 450 toneladas de alimentos, transportou mais de 4 mil toneladas de doações. Neste momento, o Presidente Lula está no Estado. Há pouco, ele anunciou um auxílio de 5.100 reais para as famílias desabrigadas. Infelizmente, apesar de toda a dor, ainda temos que enfrentar essas fake news. Eu solicito união neste momento. É preciso deixar essa politicagem de lado. É preciso deixar essa covardia de lado. Não é o momento de agir com oportunismo. O momento é de união de forças, de solidariedade, para ajudarmos esse povo sofrido e amenizar a sua dor. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 08/11/2023Breves Comunicações
O Deputado expressou tristeza e indignação pelo brutal assassinato do Vereador Cici Maldonado, em São Gonçalo, Rio de Janeiro. Apontou a crescente violência na cidade e pediu investigação rápida e solução para o crime, ressaltando a necessidade de ação das autoridades.
Palavras-chave oficiais: Homicídio,Vereador,São Gonçalo (RJ),Segurança pública
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O SR. DIMAS GADELHA (Bloco/PT - RJ. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, nobres Deputados, eu subo a esta tribuna hoje para compartilhar com vocês a minha intensa tristeza e também indignação porque, mais uma vez, a minha cidade, São Gonçalo a segunda maior cidade do Estado do Rio de Janeiro em população acordou estarrecida com mais um crime brutal, desta vez um crime político. Ontem à noite, o Vereador Cici Maldonado, do PL da cidade, foi assassinado na porta da sua casa com dois tiros na cabeça. Segundo relato que eu ouvi hoje pela manhã na GloboNews, o delegado que está investigando o caso descarta a possibilidade pelas características do crime de assalto e trabalha com a possibilidade de um assassinato, de uma execução. Não é a primeira vez que um Vereador é morto na minha cidade. Já ocorreu em outras três oportunidades, em outros períodos, de Vereadores serem assassinados na cidade. São Gonçalo é hoje, Presidente, uma das cidades mais violentas do Estado do Rio de Janeiro. É uma cidade onde o crime organizado tomou grande parte do território. As chamadas barricadas, que impedem a população de ir e vir na cidade, aumentaram quase 40% no território, hoje tomado por elas. O Cici Maldonado, apesar de ser um Vereador de oposição ao meu partido, ao PT, tinha muito diálogo comigo. Trabalhávamos muito lá em São Gonçalo para melhorar a qualidade de vida do povo. Ultimamente, vínhamos conversando muito, inclusive sobre as ações necessárias na segurança pública da cidade. Eu fiz um ofício e hoje vou encaminhá-lo ao Ministro da Justiça, Flávio Dino, e também às autoridades competentes do Governo do Estado, para que esse crime possa ser solucionado, para que não seja mais um crime que fique sem solução, como os dos outros Vereadores na cidade de São Gonçalo. Deixo aqui a minha solidariedade à família e a todos os amigos do Vereador Cici Maldonado. Fica a certeza de que basta, chega de violência! Vamos cobrar das autoridades competentes para que o caso seja solucionado. Muito obrigado, Presidente. - 13/04/2023Breves Comunicações
Presença no plenário do Deputado Estadual Renato Machado, Presidente da Comissão de Assuntos Municipais da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro.
Palavras-chave oficiais: Deputado estadual,Rio de Janeiro (Estado),Partido dos Trabalhadores (PT),Saudação
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O SR. DIMAS GADELHA (Bloco/PT - RJ. Sem revisão do orador.) - Bom dia, Presidente. Obrigado pelo espaço. Eu gostaria de anunciar a presença do nosso ilustre Deputado Estadual, do PT do Rio de Janeiro, Renato Machado, que é também Presidente da Comissão de Assuntos Municipais daquela Casa. Seja muito bem-vindo, Renato! - 22/03/2023
Importância dos investimentos governamentais no setor de saneamento básico. Indignação do orador com a classificação obtida pelo Município de São Gonçalo, Estado do Rio de Janeiro, no ranking nacional dos indicadores de saneamento básico. Não realização de investimentos na área de saneamento pelo gestor da municipalidade.
Palavras-chave oficiais: São Gonçalo (RJ),Saneamento básico,Pesquisa,Companhia Estadual de Águas e Esgotos (RJ) (CEDAE),Privatização,Investimento
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O SR. DIMAS GADELHA (Bloco/PT - RJ. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Boa noite, Sr. Presidente, nobres Deputados, servidores da Casa. Hoje eu gostaria de falar de um tema muito sensível para mim, que sou médico sanitarista. Falarei sobre saneamento básico. O Deputado Daniel Soranz, que é um gestor, acompanha o tema. Sabemos que, para cada 1 real que investimos no saneamento básico, economizamos 5 reais na saúde. Um ambiente, um território que não tem saneamento básico não é um território saudável. As crianças não crescem com saúde, as pessoas adoecem, as empresas não gostam de se fixar em lugares onde não há saneamento básico. E por que estou argumentando isso, Sr. Presidente? Foi divulgada ontem pela grande imprensa uma pesquisa realizada nas cem maiores cidades do Brasil, em que foram avaliados indicadores de saneamento básico. E, pasmem, o meu Estado do Rio de Janeiro, das vinte piores, tem quatro cidades citadas. A minha cidade, São Gonçalo, que tem 1 milhão de habitantes e fica na região metropolitana, é a quinta pior do País. Nunca uma cidade do Rio de Janeiro teve um resultado como esse. É a quinta pior do País e é a pior do Rio de Janeiro. Isso é lamentável. Há 2 anos foi vendida a Companhia Estadual de Águas e Esgotos CEDAE do Estado do Rio de Janeiro, que foi a maior venda já feita, 37 bilhões de reais na época. A minha cidade recebeu um cheque de 1 bilhão de reais. O que o Prefeito fez com esse cheque? Em vez de investir em saneamento básico, ele resolveu botar capa de asfalto pela cidade, sem fazer o dever de casa, que é o saneamento básico, a micro e a macrodrenagem. Transformou a cidade numa piscina de asfalto. Hoje, toda e qualquer chuva que cai na cidade gera transtorno aos moradores, que perdem tudo. Isso aconteceu em São Gonçalo, e agora vem o resultado. Esse é o chamado "efeito Cinderela", em que se faz um investimento em maquiagem que, com o tempo, cobra um preço muito alto. Por isso, Deputado Daniel, estou propondo que, todas as vezes em que houver investimento externo, como foi feito, investimento extra, pensemos em medidas para que o saneamento básico sempre seja prioridade. Assim, o investimento será feito de forma correta. Sr. Presidente, eu gostaria que minha fala fosse divulgada nos canais oficiais da Casa. Muito obrigado. - 16/03/2023Breves Comunicações
Aplausos à Ministra da Saúde, Nísia Trindade, pela condução da política de saúde pública. Excelência do Programa Nacional de Imunizações. Queda da cobertura vacinal no País nos últimos quatro anos. Realização de investimentos na área de saúde para a redução das demandas no âmbito do Sistema Único de Saúde - SUS. Anúncio de lançamento do Programa Mais Saúde, nova versão do Programa Mais Médicos.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,Ministra de Estado,Saúde,Política pública,Congratulação,Programa Nacional de Imunizações (PNI),Programa Mais Médicos,Investimento Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Saúde,gestão,Crítica
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O SR. DIMAS GADELHA (Bloco/PT - RJ. Sem revisão do orador.) - Bom dia, Sr. Presidente, Srs. Parlamentares, servidores da Casa. Ontem, Presidente, eu tive a oportunidade de participar de audiência com a Ministra da Saúde, no Ministério da Saúde, acompanhado por alguns Deputados. Eu fiquei muito feliz. Gostaria de elogiar a condução da política pública de saúde do Governo e também da Ministra Nísia Trindade. É muito bom vermos a ciência voltar a dar luz à saúde. Durante 4 anos, a saúde no Brasil viveu períodos de trevas. Todos os Parlamentares hoje presentes aqui estão saudáveis graças à decisão de nossas mães, lá atrás, de nos vacinarem. O Programa Nacional de Imunizações do Brasil já foi um dos melhores do mundo. Infelizmente, vimos, ao longo dos últimos anos, a cobertura vacinal cair e várias doenças que já tinham sido erradicadas voltarem. Além disso, faltou sensibilidade para investir na redução das filas. Nos últimos 4 anos, ficou difícil conseguir realizar procedimentos. Cada um dos Deputados que está aqui hoje conhece alguém que está sofrendo na fila do SUS para conseguir uma cirurgia de catarata, um procedimento na área de oncologia ou de outras especialidades. Então, vermos investimentos nessas políticas públicas traz luz de novo ao nosso povo. Em breve será lançado o Programa Mais Saúde para o Brasil, que é uma versão nova do Programa Mais Médicos. Nós vamos levar não apenas médicos para as áreas mais carentes, mas também outros profissionais, como cirurgiões-dentistas e fisioterapeutas, com uma definição maior de saúde pública, que não depende apenas do médico. Eu queria, então, elogiar a condução das políticas públicas e dizer que o Brasil está no caminho certo. Chega de negacionismo, chega de período de trevas! Vamos em frente com Lula! Se Deus quiser, vamos vencer a dificuldade que o Brasil passou durante 4 anos na área da saúde. Muito obrigado, Sr. Presidente.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.