
Nome civil: Paulo Francisco Muniz Bilynskyj · 39 anos
Bananômetro
88/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 87% dos deputados · média do partido: 78
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 98%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 97%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 45%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 78%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 22%das 853 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 89%das 689 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
Fale com Delegado Paulo Bilynskyj
Este é o canal oficial para você cobrar seu representante.
- dep.delegadopaulobilynskyj@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5509
- Gabinete
- Gabinete 509, Anexo IV, 5º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
98%
Esteve em 385 de 391 sessões
Votou nas votações
97%
Registrou voto em 1.098 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 52 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
22%
Em 853 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
93 discursos na tribuna · de 08/02/2023 a 09/06/2026.
- 11/06/2025
O Deputado encaminhou a votação do requerimento de adiamento da discussão do Projeto de Lei nº 4.149, de 2004, que aumenta a pena de reclusão para o crime de disparo de arma de fogo, quando for de uso restrito ou proibido.
Palavras-chave oficiais: Requerimento de adiamento da discussão,Projeto de lei ordinária,favorável,Encaminhamento de votação
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O SR. DELEGADO PAULO BILYNSKYJ (Bloco/PL - SP. Sem revisão do orador.) - Presidente, esse projeto progrediu muito em relação ao que era inicialmente. Mas, mesmo assim, da forma como está construído, ele não está combatendo propriamente aquilo a que se propõe. O que nós deveríamos estar discutindo aqui é a prática do crime de tráfico de entorpecente com arma de fogo. Esse crime é que deve ser combatido, Presidente. Nós estamos usando a medida incorreta para o problema existente. O problema que nós temos no Brasil hoje é a prática do crime de tráfico de entorpecente com arma de fogo, seja ela revólver, pistola, metralhadora ou fuzil. O nosso problema não são as armas de fogo em si. É isso que nós estamos discutindo. O Relator foi muito sensível a diversos pontos. E isso foi resultado de uma construção, como ele mesmo narrou, pois ouviu diversas partes. O principal ponto que foi inserido no relatório e que foi derrubado pelo Governo, por influência do Ministério da Justiça, foi a não penalização do proprietário de arma de fogo legal. Essa não penalização, que seria justa e necessária, não foi incluída no relatório final. É por isso que nós orientamos pela retirada de pauta, é por isso que nós orientamos pelo adiamento da discussão. Nós argumentamos que este projeto não está na sua forma ideal. E, por não estar na sua forma ideal, ele não deve ser votado agora, uma vez que ele vai criar um problema que não é o que nós estamos enfrentando. Nós estamos enfrentando o tráfico de drogas praticado com arma de fogo, e não a existência da arma de fogo em si. Portanto, Presidente, orientamos a retirada de pauta num primeiro momento. Orientamos o adiamento da discussão num segundo momento. E vamos continuar orientando contra o PL 4.149/2004, não por acreditar que o crime organizado não deva ser combatido, mas, sim, por acreditar que o crime organizado deve ser combatido com a medida correta. Estamos falando do tráfico de drogas, com a utilização de armas de fogo, e não da arma de fogo em si. Muito obrigado, Presidente. - 27/05/2025Breves Comunicações
O Deputado criticou o novo sistema de inscrições de discursos da Casa. Além disso, defendeu o Deputado Eduardo Bolsonaro, alvo de investigação da Procuradoria-Geral da República por denúncias feitas nos Estados Unidos sobre violações de direitos humanos no Brasil. Ressaltou que a investigação representa uma inversão de valores e demonstra a politização do Judiciário. Por fim, alertou para o risco de se criminalizar denúncias legítimas e afirmou esperar que a justiça prevaleça no País.
Palavras-chave oficiais: Câmara dos Deputados,Inscrição de oradores,Plenário,critério,Crítica Deputado federal,investigação,Procuradoria-Geral da República (PGR),Denúncia,Estados Unidos,violação,Direitos humanos,Poder Judiciário,Participação política,criminalização
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O SR. DELEGADO PAULO BILYNSKYJ (Bloco/PL - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, se o Deputado quiser falar primeiro, ele pode fazê-lo. Obviamente, este sistema de fala, de acordo com as inscrições, é mais justo do que essa aberração que foi criada, que não permite a um Deputado dedicado, que quer vir à tribuna, falar. O SR. PRESIDENTE (Paulo Folletto. Bloco/PSB - ES) - Deputado, essa decisão não teve o meu aval. O SR. DELEGADO PAULO BILYNSKYJ (Bloco/PL - SP) - Perfeito, Presidente! A Câmara criou um sistema em que o Deputado se inscreve, mas, como já foi dito, ele dá o lugar a outros Deputados que demoraram para se inscrever, que perderam a inscrição ou que não falam faz muito tempo. Isso é um absurdo! Criaram cota para aqueles que não gostam de trabalhar. Criaram cota para aqueles que não gostam de chegar cedo para se inscrever e falar. É um absurdo esse sistema! Vamos falar sobre o que realmente importa. A Procuradoria-Geral da República encaminha para o Supremo Tribunal Federal uma investigação contra Eduardo Bolsonaro. Qual o motivo desta investigação? O motivo é que Eduardo Bolsonaro, que está nos Estados Unidos, denuncia o absurdo que nós estamos vivendo, denuncia graves violações dos direitos humanos. Agora é crime denunciar uma violação dos direitos humanos! Que absurdo é esse que nós estamos vivendo?! É algo sem pé nem cabeça, literalmente. Vamos recorrer a quem? Não podemos recorrer ao Poder Judiciário, porque ele já não julga, nem decide: ele é um partido político. Não podemos recorrer a órgãos internacionais porque, do contrário, estaremos praticando o crime de denunciar! Sr. Presidente, o absurdo é tão grande, que investigar Eduardo Bolsonaro por ele denunciar violações de direitos humanos presume que os americanos são burros, idiotas! Presume que o Governo mais poderoso do mundo vai simplesmente ouvir qualquer baboseira de qualquer pessoa que chegar lá e implementar alguma sanção. De duas, uma: ou as coisas vão melhorar muito, porque a justiça vai ser feita, ou as coisas vão piorar muito, porque nós vamos ter um cenário em que denunciar um violador de direitos humanos é crime, e este cenário é absurdo. Pelo bem do futuro do Brasil, eu espero que a justiça seja feita. É um prazer falar aqui como primeiro inscrito, por mérito, no momento da inscrição, por vontade de trabalhar. É um prazer! Muito obrigado. - 05/05/2025Breves Comunicações
O Deputado criticou a disparidade na distribuição de recursos federais e de representação parlamentar, afirmando que o Estado de São Paulo entrega anualmente R$ 540 bilhões à União, mas recebe apenas R$ 47 bilhões de volta. Reprovou a proposta de aumento no número de Deputados, alegando que São Paulo continuará sub-representado, com apenas 10% das cadeiras, apesar de abrigar 20% da população nacional. Ressaltou que a medida visa beneficiar outras regiões, como Norte e Nordeste, à custa do povo paulista. Concluiu afirmando que a bancada de São Paulo votará contra a proposta.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei complementar,alteração,quantidade,Deputado federal,Representação política,Ente federado,Retorno econômico-social,São Paulo (Estado),Região Nordeste,Região Norte,Bancada estadual,Voto contrário
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O SR. DELEGADO PAULO BILYNSKYJ (Bloco/PL - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, novamente, o Estado de São Paulo está pagando a conta. Nós, paulistas, povo que trabalha, povo que produz, entregamos nas mãos da União 540 bilhões de reais por ano dinheiro do seu bolso, que poderia estar indo para a sua família, para a sua mesa, para a educação dos seus filhos. Este valor está indo para o Governo Federal, um Governo Federal que devolve para o Estado de São Paulo meros 47 bilhões de reais. Repito: entregamos à União 500 bilhões de reais por ano de impostos e vamos pagar a conta novamente. Agora esta Casa está querendo aumentar o número de Deputados, aumentar a despesa do povo brasileiro. Eu pergunto: São Paulo vai ser mais bem representado? Não. A proporcionalidade continua sendo atacada. Hoje o Estado de São Paulo é responsável por 20% da população do Brasil, mas tem 10% da representação aqui na Câmara. A gente paga a conta e tem que ficar quieto. Não temos poder para trazer as nossas decisões para o Plenário. São Paulo tem setenta Deputados, mas deveria ter, pela proporcionalidade, 140. Nós somos a metade do que deveríamos ser. A nossa bancada tem a metade do tamanho que deveria ter. Enquanto isso, inúmeros Estados vivem do Bolsa Família. Tem mais gente ganhando Bolsa Família do que trabalhando com carteira assinada. Esses Estados que só usam o nosso dinheiro estão aqui com oito, dez ou vinte Deputados. É um absurdo. São Paulo está pagando a conta para vir aqui decidir coisas que são contrárias ao interesse do povo brasileiro. São Paulo não aguenta mais. Nós somos a maior economia do País. A cidade de São Paulo, a capital, é a terceira maior economia do Brasil. O povo paulistano e o povo paulista dão o sangue, trabalham, ralam, para quê? Para chegar aqui e ver o número de Deputados aumentado para agradar Norte e Nordeste. É um absurdo, um absurdo. Votaremos contra, Presidente. A bancada inteira do Estado de São Paulo vai votar contra esse projeto, porque ele só serve para aumentar a discrepância entre a representatividade e a realidade. - 23/04/2025Breves Comunicações
O Deputado criticou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) apresentada pelo Governo Federal, referindo-se a ela como “PEC da insegurança pública”. Alegou que a medida não contribui para a redução da criminalidade nem beneficia o cidadão comum. Ressaltou que a proposta amplia poderes da União e da Polícia Federal sem oferecer soluções práticas para os problemas de segurança. Também criticou a inclusão das Guardas Civis Metropolitanas no art. 144 da Constituição sem o reconhecimento pleno como polícia municipal e apontou restrições à atuação dessas guardas em áreas rurais. Ao finalizar, classificou a proposta como ineficaz e concentradora de poder.
Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,Segurança pública,Criminalidade,Guarda municipal,Constituição Federal (1988),Área rural,Governo federal,Ministro de Estado da Justiça e Segurança Pública,Polícia federal
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O SR. DELEGADO PAULO BILYNSKYJ (Bloco/PL - SP. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Presidente. Hoje, o Lula protocola a "PEC da insegurança pública". Foram 3 anos sem dar segurança ao povo brasileiro, sem dar atenção ao povo brasileiro, e, agora, ele marca esse gol contra. Trata-se de uma PEC absolutamente inútil, que não traz nada positivo para o cidadão de bem. Vai haver menos roubo? Não! Vai haver menos estupro? Não! Vai haver menos tráfico de drogas? Não! O que essa PEC traz, então? Por que eles a chamam de PEC da Segurança Pública, se ela não traz segurança pública? Pelo mesmo motivo de sempre: nada que o Lula faz tem sentido. A única coisa que o Lula faz e que, para ele, realmente tem sentido é roubar, é ajudar os seus amigos bandidos. Isso faz sentido para o Lula. Segurança para o cidadão? Zero! Bandidos sendo ajudados? Todos eles. Olhem que interessante: a PEC altera a competência legislativa da União em relação à segurança pública. O que isso melhora? Nada! A PEC amplia os poderes da Polícia Federal. Em que isso ajuda? Em nada! Continua o efetivo de 10 mil homens para o Brasil inteiro. A Polícia Federal, que não dá conta de impedir que drogas e armas entrem no Brasil diuturnamente, agora quer investigar todo mundo? A Polícia Rodoviária Federal está sendo transformada numa guarda bolivariana, sendo utilizada para intervir nos Estados. E a Guarda Civil Metropolitana? Agora, os GCMs são parte do art. 144 da Constituição Federal. Agora, a Guarda Civil Metropolitana será reconhecida como polícia. Só não tem "polícia" no nome, não é, Ministro? Uma bola dentro você podia ter dado: polícia municipal. Quantos Municípios estão brigando judicialmente para terem reconhecida sua polícia municipal! O que o Ministro faz? Outra bola fora. Parece que este é o objetivo: fazer só gol contra. A GCM, a partir dessa proposta de emenda à Constituição, só vai poder atuar na zona urbana. Na área rural, não pode! Atenção, Municípios que têm área rural, que têm cidadãos na área rural: a GCM não vai poder te ajudar, porque o Ministro não quer, porque o Lula não quer! Então, que fique claro: essa PEC que será apresentada hoje pelo Lula aqui na Câmara dos Deputados é uma PEC inútil. Não ajuda em nada. Só concentra poder na União, poder que a gente sabe que eles só usam para roubar e fazer maldade. Muito obrigado, Presidente. - 22/04/2025Breves Comunicações
O Deputado relembrou o caso do "departamento de propinas" da empreiteira Odebrecht, que teria distribuído R$ 10 bilhões em subornos entre 2006 e 2014, inclusive relacionados ao Presidente Lula e ao sítio de Atibaia. Criticou a atuação da empresa em esquemas internacionais de corrupção, citando como exemplo o financiamento da campanha presidencial no Peru com propina repassada à esposa do ex-presidente peruano, que foi condenada a 15 anos de prisão. Denunciou, também, que o Governo brasileiro, sob Lula, teria enviado um jato da FAB para buscar a condenada no Peru e oferecer-lhe asilo político, o que ele classificou como prova de cumplicidade e banalização da corrupção. Finalizou acusando o Governo de querer apagar da memória pública os escândalos envolvendo a Odebrecht e a impunidade no Brasil.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,Corrupção,Presidente da República,Construtora,Suborno,Propina,âmbito internacional,Financiamento eleitoral,Peru (País),Avião,Força Aérea Brasileira (FAB),Asilo político,Condenado,Impunidade
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O SR. DELEGADO PAULO BILYNSKYJ (Bloco/PL - SP. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente. Eu não sei se os nossos amigos aqui, nossos ouvintes, se lembram do departamento de propinas da Odebrecht é bonito, não é? Você pensa que é um departamento de uma empresa, que tem uma salinha com o nome "Departamento de Propinas", com um diretor, uma secretária, um contador. Esse departamento de propinas da Odebrecht distribuiu 10 bilhões de reais 10 bilhões! entre os anos de 2006 e 2014. Foram 10 bilhões de reais! Nesses 10 bilhões de reais que o departamento de propinas da Odebrecht distribuiu, estava um certo sítio de Atibaia, que pertence a um certo "nove dedos". Não sou eu; é "outro nove dedos", é o "nove dedos" que foi preso porque recebeu dinheiro de propina da Odebrecht, materializado em um sítio em Atibaia. Pois é, a empresa Odebrecht não pagava propina só para o PT, só para o Lula. Ela também pagava propina para a Primeira-Dama do Peru ou, na verdade, para o Presidente do Peru. E o Presidente do Peru, como era muito esperto, colocava esse dinheiro na mão da esposa dele, para ela fazer a lavagem. Lavagem de dinheiro é você pegar dinheiro ilícito e transformá-lo em lícito para poder gastar; é você pegar o dinheiro da Odebrecht e transformar num sítio em Atibaia "que não era meu, era do meu amigo". Isso é lavagem de dinheiro. Bom, o departamento de propinas da Odebrecht, que pagou 10 bilhões de reais em propina pelo mundo, ajudava a financiar a campanha política desses esquerdistas, que depois davam contratos para a Odebrecht. É o "toma lá, dá cá". "Você me dá dinheiro para financiar a minha campanha; eu lhe dou contratos para você fazer obras superfaturadas, para você separar um dinheirinho, colocar no seu bolso e depois entregar para mim". Pois é, essa Primeira-Dama foi condenada a 15 anos de cadeia por lavagem de dinheiro do dinheiro ilícito que ela recebeu da Odebrecht, a mesma empresa que deu o sítio para o Lula. Essa Primeira-Dama, depois de condenada a 15 anos de cadeia, de prisão, pediu asilo político para quem? Para o Lula! E o Lula mandou um jato da FAB, da Força Aérea Brasileira, buscar essa mulher condenada a 15 anos de prisão por lavagem de dinheiro de propina que recebeu da Odebrecht, 3 milhões de dólares que a Odebrecht pagou para financiar a campanha do Presidente do Peru, que depois daria à Odebrecht os contratos para a Odebrecht continuar ganhando dinheiro e bancando, dentre outras pessoas, o Lula. O Lula mandou um jatinho da Força Aérea Brasileira buscar essa mulher que foi condenada a 15 anos de prisão lá no Peru e trazê-la para o Brasil, para dar asilo política para ela. Afinal de contas, ela está sendo "perseguida", assim como o Lula diz que foi perseguido. O Lula pegou dinheiro da Odebrecht e foi preso após ser condenado, em três instâncias diferentes, por dez juízes diferentes, mas ele diz que é só um perseguido político, que o departamento de propinas da Odebrecht, que gastou 10 bilhões de reais em propina pelo mundo, não era de verdade. Essa é a história que o Brasil quer que você esqueça. O Brasil quer que você esqueça que a Odebrecht pagou dinheiro para o Lula corrupção. O Brasil quer que você esqueça que essa empresa Odebrecht, corrupta, a mesma empresa que pagou ao Lula, pagou ao Presidente do Peru para ele fazer campanha. Quando era para a mulher dele ir em cana, ela pegou um jatinho da FAB e veio aqui para o Brasil, para não ser presa. Vocês entendem o nível da corrupção, que é internacional, no Brasil? Agora, nós brasileiros usamos um jato da Força Aérea Brasileira para tirar do Peru uma mulher condenada a 15 anos por corrupção e lavagem do dinheiro da empresa Odebrecht, a mesma empresa que pagou ao Lula. Essa mulher, agora, está no Brasil e não vai ser presa. Afinal de contas, corrupção no Brasil não é crime. Crime é pichar estátua com "Perdeu, mané!" - 08/04/2025Breves Comunicações
O Deputado criticou a Proposta de Emenda à Constituição da Segurança Pública anunciada pelo Governo, apontando falhas graves no texto, especialmente na limitação da atuação da Guarda Civil Municipal apenas a áreas urbanas. Considerou essa restrição injustificável e um desrespeito aos trabalhadores rurais, além de questionar a influência do Ministro Lewandowski na formulação da proposta. Afirmou que a Câmara deverá corrigir esses erros. Por fim, exaltou a manifestação popular ocorrida na Avenida Paulista, em São Paulo (SP) em apoio à anistia, classificando-a como um ato de justiça e humanitário.
Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,Segurança pública,Governo federal,Crítica,limitação,atuação,Guarda municipal,Área urbana,desrespeito,Trabalhador rural,Ministro de Estado da Justiça e Segurança Pública,formulação,Texto legislativo,Câmara dos Deputados,correção,erro Manifestação pública,Avenida,São Paulo (SP),anistia,Preso,Janeiro,Brasília (DF),Ato antidemocrático
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O SR. DELEGADO PAULO BILYNSKYJ (Bloco/PL - SP. Sem revisão do orador.) - Presidente, o Governo acabou de anunciar a PEC da Segurança Pública. Está aqui o texto. Uma leitura um pouco mais apropriada vai mostrar uma série de marcações feitas neste texto, com caneta marca-texto. O que são essas marcações, Presidente? São problemas muito graves na PEC. Eu sou delegado de Polícia Civil, sou pós-graduado em segurança pública, criminologia, política criminal, tenho 12 anos de atuação na Polícia Civil de São Paulo, sou Deputado Federal. Eu consigo enxergar problemas gravíssimos num texto que era para ser simples. Era só inserir a GCM como Polícia Municipal, no art. 144, e ampliar a atuação da Polícia Rodoviária Federal. Mas, não, o que o Governo quis fazer? O Governo quis colocar a GCM, mas nem tanto. Então, a GCM pode desempenhar trabalho de polícia, mas só na área urbana. Pasme, Brasil, na área rural ela não pode desempenhar papel de polícia. Por quê? Não existe justificativa. Na verdade, sim, existe. O Ministro Lewandowski explicou que era para reproduzir o voto do Supremo Tribunal Federal. Agora temos Ministro do Supremo fazendo PEC?! Tá maluco?! Independência dos Poderes não existe? Isso é absurdo! É óbvio que a Polícia Municipal tem que atuar tanto na área urbana quanto na área rural. Eu trabalhei em Juquiá, Presidente, no Vale do Ribeira, cidade de 17 mil habitantes e de área territorial maior do que o Líbano. Desses 17 mil habitantes, 7 mil moravam na área rural. Então, agora o Prefeito pode criar uma Guarda Civil Metropolitana, mas a Guarda não pode trabalhar na área rural? É isto que o trabalhador rural merece, ser esquecido pela segurança pública por causa de uma decisão de um Ministro do Supremo? Isso é absurdo! Esse texto eu tenho certeza absoluta de que será corrigido pela Câmara dos Deputados. Peço mais 30 segundos, Presidente, para concluir. Quero falar sobre a grande vitória que vimos na Avenida Paulista no último domingo. O povo mostrou de forma maciça adesão à anistia. É um ato humanitário, um ato de justiça. Parabéns, povo paulista! Parabéns, povo brasileiro, por estar presente nessa manifestação maravilhosa. Vocês são demais. Vamos lutar! Muito obrigado, Presidente. - 01/04/2025Breves Comunicações
O Deputado criticou a atuação da Esquerda e afirmou que o atual Governo perdeu apoio popular diante da alta da inflação e da insatisfação com o custo de vida. Declarou que as manifestações recentes organizadas por setores governistas foram esvaziadas e convocou a população a participar de um ato na Avenida Paulista, em São Paulo, no próximo domingo, atendendo a chamado do ex-Presidente Jair Bolsonaro. Também defendeu a anistia para os presos dos atos de 8 de janeiro e citou o caso de Débora, que segue cerceada em liberdade domiciliar. Por fim, acusou o Supremo Tribunal Federal (STF) de agir com ilegalidades e declarou que a justiça será feita “pelas mãos do povo”.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,Inflação,População,Esquerda política,manifestação,Custo de vida São Paulo (SP),manifestação,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),convocação anistia,Prisão,Preso,Ato antidemocrático Supremo Tribunal Federal (STF),atuação
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O SR. DELEGADO PAULO BILYNSKYJ (Bloco/PL - SP. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Presidente. A Esquerda é um fracasso. São fracassados em diversos sentidos. O principal fracasso da Esquerda ficou claro no último domingo. O que a gente pôde assistir? Manifestações vazias. A Esquerda não tem capacidade de colocar o povo na rua. Sabe por quê? Porque esse povo está de saco cheio da inflação. Esse povo está de saco cheio de não conseguir comprar ovo, não conseguir comprar café, não conseguir colocar gasolina no carro ou pagar a escola do filho. A Esquerda não aguenta mais o Lula. É só olhar os níveis recordes de rejeição. Lula nunca foi tão rejeitado pelos seus próprios eleitores. É uma piada. A Esquerda é uma piada. E para mostrar como é que realmente se faz, para mostrar quem é que tem o apoio popular, no próximo domingo, às 14 horas, estaremos na Avenida Paulista. Uma grande convocação foi feita pelo nosso Presidente Jair Messias Bolsonaro, para que possamos lutar por justiça. A justiça verdadeira é acabar com as punições absurdas contra pessoas que não praticaram crime. Não há crime nenhum em escrever "Perdeu, Mané" em uma estátua. Não há crime nenhum! O Ministro Alexandre de Moraes concedeu prisão domiciliar para Débora, e muita gente achou que é uma grande vitória. Sim, é uma vitória. Só que a Débora não pode dar entrevista. A Débora não pode sair de casa. A Débora não pode utilizar a rede social. A Débora está amordaçada. Por que o Ministro tem medo de que ela fale com os meios de comunicação? Eu digo para vocês: ele sabe que ela vai narrar o que realmente aconteceu com ela; como ela foi covardemente presa, privada do convívio dos seus filhos por 2 anos, por uma decisão ilegal. Por isso, nós temos que estar presentes na Avenida Paulista, às 14 horas, no domingo, para lutar por justiça. A única forma de alcançar justiça no Brasil hoje é a anistia. Não há outra opção. As decisões do Supremo Tribunal Federal são absurdas, ilegais, e, a partir de agora, nós vamos deixar claro, pela força do povo, que a justiça será feita, sim, pelas mãos do povo. Muito obrigado, Presidente. - 25/03/2025Breves Comunicações
O Deputado elogiou a postura do ex-Presidente Jair Bolsonaro ao comparecer ao Supremo Tribunal Federal (STF), comparando sua atitude à coragem de seu avô ao enfrentar criminosos. Disse que Bolsonaro demonstrou firmeza e ausência de culpa ao "encarar seus algozes". Em seguida, criticou a proposta do Governo Federal de permitir empréstimos com garantia no Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), acusando o Presidente Lula de querer cobrar juros sobre o próprio dinheiro dos trabalhadores, uma medida que representaria exploração do cidadão e serviria como “cortina de fumaça” para desviar a atenção da suposta perseguição a Bolsonaro. Encerrando, afirmou que leis não justificam injustiças, fazendo referências históricas a regimes totalitários.
Palavras-chave oficiais: Ex-presidente da República,Supremo Tribunal Federal (STF),Poder Judiciário,Perseguição política Empréstimo,Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS),Trabalhador,Governo federal,Juros
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O SR. DELEGADO PAULO BILYNSKYJ (Bloco/PL - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, quando o nosso Presidente Jair Messias Bolsonaro entrou hoje no plenário do Supremo Tribunal Federal e encarou nos olhos os seus algozes, eu me lembrei do meu avô, o Sr. Francisco. Quando ele foi assaltado, depois de os criminosos roubarem os seus pertences, eles disseram-lhe: "Ajoelhe-se, porque agora você vai morrer". E o meu avô se levantou e falou: "Você pode até atirar, mas você vai atirar olhando no meu olho". Foi exatamente essa a postura do Presidente Bolsonaro hoje ao encarar de frente aqueles que o perseguem, aqueles que o acusam, de forma falsa e mentirosa, de ter praticado um crime. Essa postura firme do nosso Presidente mostra que ele não tem medo, mostra que ele não tem, em momento algum, nenhuma culpa. Para finalizar, Sr. Presidente, eu trago o escândalo do FGTS. Enquanto é jogada essa cortina de fumaça em cima dos brasileiros, o Presidente Lula teve uma ideia muito genial, uma ideia de bandido. Por quê? Porque o dinheiro do FGTS é seu. É o seu dinheiro que está depositado numa conta do Governo. E ele empresta para você o seu dinheiro e cobra juros. Lula, se você quer ajudar o cidadão de bem, permita que ele use o dinheiro dele. Se eu tenho hoje 10 mil reais na minha conta do FGTS, eu tenho que pedir um empréstimo para o Governo para usar o meu dinheiro e tenho que pagar juros para o Lula? O que é isso? É como se eu tivesse que pagar para o Lula o aluguel da minha casa, que é minha. O meu dinheiro que está lá depositado no FGTS é meu, não é do Governo. Ele vai lhe emprestar o dinheiro, e ainda vai cobrar juros. Ele está fazendo o brasileiro de palhaço! Ele está fazendo o brasileiro de trouxa. Enquanto isso, a única coisa que aparece no Jornal Nacional é a perseguição ao nosso Presidente Jair Messias Bolsonaro. Finalizando, Presidente, para aqueles que dizem que o Judiciário está aplicando a lei, eu quero dizer o seguinte: lembrem-se de que os comunistas que mataram os nossos antepassados no Gulag também disseram que estavam cumprindo a lei, e de que os nazistas estavam cumprindo a lei quando mataram milhões de judeus. A lei não é desculpa para a injustiça, nunca, em nenhuma hipótese. Muito obrigado, Presidente. - 19/03/2025Breves Comunicações
O Deputado assumiu a Presidência da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, destacando seu compromisso com a segurança dos brasileiros. Agradeceu ao ex-Presidente Jair Bolsonaro, ao Presidente do PL, Valdemar Costa, e ao Deputado Eduardo Bolsonaro por seu apoio. Criticou o Governo Lula pela falta de segurança e afirmou que a Comissão trabalhará para atender às demandas da população. Também homenageou São José do Rio Preto pelo aniversário da cidade e reforçou sua dedicação à causa da segurança pública.
Palavras-chave oficiais: Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado (CSPCCO),Segurança pública,Partido Liberal (PL),Ex-presidente da República,Deputado federal,Governo federal Aniversário,São José do Rio Preto (SP),Homenagem
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O SR. DELEGADO PAULO BILYNSKYJ (Bloco/PL - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, assumo hoje, com muita honra e muita satisfação, a Presidência da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado. Antes de qualquer coisa, eu quero deixar registrado aqui o meu agradecimento ao nosso Presidente Jair Messias Bolsonaro; ao Presidente do nosso partido, Valdemar Costa; e, principalmente, ao Deputado Federal Eduardo Bolsonaro. Nós estamos aqui e eu estou aqui graças ao trabalho do Presidente Bolsonaro e do Deputado Eduardo Bolsonaro. O trabalho deles é que proporcionou que cada um de nós estivesse aqui trabalhando pelo povo. Hoje, na Comissão de Segurança Pública, eu assumo o compromisso de continuar a liderança do nosso Presidente, a liderança do Eduardo Bolsonaro. A falta de segurança pública é a maior dor do povo brasileiro; é a maior causa de prejuízo à educação, à saúde, à economia. O brasileiro não consegue trabalhar sem segurança; não consegue estudar sem segurança; não consegue ter paz em sua casa sem segurança. O Governo Lula não entrega segurança para o povo brasileiro. Afirmo o nosso compromisso na Comissão, junto com uma equipe fantástica de Deputados dedicados. Eu tenho certeza absoluta de que a Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados e a Comissão de Segurança Pública do Senado Federal vão entregar aquilo que o povo realmente pede, aquilo que o povo realmente precisa. Deixo aqui o meu agradecimento e também uma lembrança especial a São José do Rio Preto. Hoje é aniversário de São José do Rio Preto, a cidade que acolheu a mim e a minha família. Na verdade, hoje é Dia de São José, o pai adotivo do Nosso Senhor Jesus Cristo, um homem que teve como valores principais o trabalho, a dedicação, a força e a fé inabalável. É dessa forma, Sr. Presidente, que vamos conduzir os trabalhos na Comissão. É dessa forma que, junto com a Oposição, vamos lutar no Congresso Nacional, em especial aqui na Câmara dos Deputados. Muito obrigado. Receba a minha homenagem especial, São José do Rio Preto. Muito obrigado, Presidente. - 18/03/2025Breves Comunicações
O Deputado defendeu seu colega Eduardo Bolsonaro, a quem se referiu como o Deputado Federal mais votado da história do Brasil. Afirmou que Eduardo está exilado por temer prisão, confisco de passaporte e retaliações, o que, segundo ele, demonstraria o nível de insegurança jurídica e perseguição política no país. Afirmou que só se tornou Deputado por incentivo direto de Eduardo Bolsonaro, que teria aberto mão de protagonismo para apoiar novos nomes na política. Destacou ainda que, se não fosse a ameaça de prisão, Eduardo estaria hoje presidindo a Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN). Classificou o atual cenário como o de uma ditadura e disse que Eduardo continua a representar o país, agora a partir dos Estados Unidos, devido a essa perseguição judicial, especialmente vinda do Supremo Tribunal Federal (STF).
Palavras-chave oficiais: Deputado federal,Prisão,Presidência de Comissão,Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN),Ditadura,Estados Unidos,Perseguição política,Supremo Tribunal Federal (STF),Segurança jurídica
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O SR. DELEGADO PAULO BILYNSKYJ (Bloco/PL - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, o Deputado Federal mais votado da história do Brasil está exilado. Essa é a realidade que vivemos hoje. A insegurança jurídica é tão intensa que um Deputado Federal eleito por São Paulo, o Estado mais forte do Brasil, não tem garantia de que vai conseguir exercer o seu mandato. Quem seria eu se não fosse o Deputado Eduardo Bolsonaro? O Deputado Eduardo abriu mão dos votos dele para mim. Como sempre fez, ele colocou o Brasil e o Estado de São Paulo acima dele mesmo, acima da família dele, acima da tranquilidade dele. Ele abre mão de representar seus eleitores no Parlamento, de estar aqui, presencialmente, ao lado do seu pai, dos seus amigos, dos seus familiares, abandona essa tranquilidade, essa segurança, a convivência com a família, porque não existe, no Brasil, segurança para que um Deputado Federal consiga exercer o seu mandato. Olhe o estado de coisas em que vivemos! Isso é revoltante, Sr. Presidente. Eu não seria Deputado Federal, se o Deputado Eduardo Bolsonaro não tivesse me ligado e dito: "Bilynskyj, no PL você tem espaço. Venha! A gente precisa de gente boa. O PL precisa de bons Deputados". Eu tenho certeza, Sr. Presidente, de que a decisão do Deputado Eduardo foi extremamente acertada. Eu tenho certeza absoluta de que, se ele tivesse a garantia de que poderia exercer o seu mandato, de que não teria o passaporte confiscado, de que não seria preso, ele estaria aqui hoje, assumindo a Presidência da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional. Esta é a realidade do Brasil hoje: nós temos um Deputado Federal eleito que está exilado, filho do Presidente Jair Bolsonaro, ameaçado de prisão, perseguido pelo Supremo Tribunal Federal. Nunca se esqueçam do que disse o assessor do Alexandre: "O Eduardo é a vítima. O Alexandre quer pegá-lo". Foi isso que motivou um pai de família a deixar o pai, a mãe, os irmãos, os amigos, para buscar segurança e continuar trabalhando por nós. Eu tenho certeza de que o Deputado Eduardo vai continuar nos representando nos Estados Unidos, em razão da perseguição e da ditadura que vivemos. Muito obrigado. - 12/03/2025
O Deputado rebateu críticas à gestão econômica do ex-Presidente Bolsonaro, comparando os preços da gasolina no fim do Governo anterior e na atual gestão. Afirmou que o valor era menor sob Bolsonaro e destacou o impacto da guerra na Ucrânia no mercado global de combustíveis.
Palavras-chave oficiais: comparação,Preço,Gasolina,Economia,Ex-presidente da República,Presidente da República
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O SR. DELEGADO PAULO BILYNSKYJ (Bloco/PL - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Justo. Isso é estólido, Deputado. Isso é estólido. Vejam bem, se pesquisarmos agora o preço da gasolina aqui no Distrito Federal, onde V.Exa. abastece seu carro, encontraremos o valor de R$6,62 o litro. No fim do Governo Bolsonaro, o valor era de R$4,96. Eu acho que V.Exa. precisa aprender matemática: R$4,96 é menos do que R$6,62. Lembro que nosso Presidente Bolsonaro enfrentou uma invasão russa na Ucrânia, que prejudicou o fornecimento de combustíveis para o mundo. Então, eu acredito que V.Exa. faz um favor a essa tribuna, permanecendo calado. Muito obrigado. - 12/03/2025Breves Comunicações
O Deputado criticou a alta da inflação no Brasil, atribuindo a responsabilidade ao Governo Lula. Afirmou que o aumento dos preços afeta itens essenciais como moradia, educação, energia elétrica, alimentos e combustíveis, enquanto o Governo investe em propaganda para minimizar o problema. Mencionou dificuldades até na Câmara, como o racionamento de café. Além disso, declarou que o País enfrenta uma piora contínua e convocou manifestações contra o Presidente Lula nos dias 16 de março, no Rio de Janeiro, e 6 de abril, em São Paulo. Também defendeu a anistia para manifestantes de Direita e acusou a Esquerda de perdoar crimes graves enquanto rejeita a anistia para atos políticos recentes.
Palavras-chave oficiais: Inflação,Economia,Governo federal,anistia,Esquerda política,Direita política
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O SR. DELEGADO PAULO BILYNSKYJ (Bloco/PL - SP. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. A inflação no Brasil é a maior dos últimos 20 anos. Mas está tudo bem, não se preocupe. A inflação só vai influenciar quem gasta com moradia; só vai influenciar quem gasta com educação; só vai influenciar quem paga a conta de energia elétrica, quem faz compra no mercado, quem compra ovo, quem compra carne, quem compra gasolina. Não se preocupe, a inflação não vai afetar você. É isso que o Governo Lula está fazendo, ele está investindo bilhões de reais em marketing, em mentiras vendidas para o povo brasileiro simplesmente para dizer: "Não se preocupe, a inflação não vai afetar você". Aumenta o preço da gasolina, aumenta o preço do ovo, aumenta o preço da carne, aumenta o preço da energia elétrica. Sabiam que aqui na Câmara já não há café? Não sei se está acontecendo isso no seu gabinete, Deputado Carlos Jordy, mas a garrafa de café agora vem vazia, com café só no fundinho. O café da Câmara dos Deputados está sendo racionado, mas não se preocupe, não vai afetar; o preço do café não vai afetar o povo brasileiro. Eu acho que a gente tem que lançar aqui uma investigação para descobrir se a Esquerda parou de tomar café, porque, no meu gabinete, não tem mais café. Na Câmara dos Deputados não tem mais café. A realidade é que o Brasil está ladeira abaixo. Só piora dia a dia, mês a mês. É por isso que no dia 16, neste domingo, eu espero todos vocês, a convite do Presidente Bolsonaro, em Copacabana, para a maior manifestação que o Rio de Janeiro já viu. E não se preocupem, ela vai acontecer, em sequência, também em São Paulo, no dia 6 de abril, na Avenida Paulista. Nós vamos nos manifestar de forma clara: Fora, Lula! A favor da nossa anistia! A Esquerda falou que é contra a anistia. Então, faz o seguinte, Esquerda: confesse que vocês anistiaram 150 assaltos, mais de 100 homicídios, 6 sequestros de embaixadores, envolvendo a morte do Embaixador do Reino Unido, e aí digam que uma senhora que escreveu "perdeu, mané" numa estátua não merece anistia. Quem merece anistia é o assaltante esquerdista, é o sequestrador esquerdista, é o homicida esquerdista! Esse merece! A senhorinha, não! Muito obrigado, Presidente. - 11/03/2025Breves Comunicações
O Deputado defendeu a cassação do mandato do Deputado André Janones, após sua confissão de prática do crime de rachadinha, cobrando uma posição da Esquerda sobre o tema. Ademais, sustentou que um criminoso confesso não deveria continuar influenciando as decisões do Brasil. Além disso, lamentou o ataque a Frei Gilson, classificando-o como um ataque ao catolicismo e afirmando que os cristãos sempre perseveraram, apesar das perseguições. Por fim, afirmou que protocolou um projeto de lei para criminalizar a perseguição contra líderes religiosos, acusando a Esquerda de usar a censura para atacar religiosos.
Palavras-chave oficiais: cassação,Deputado federal,Rachadinha (crime),Esquerda política,Perda de mandato eletivo Discriminação religiosa,Esquerda política,Frei,Catolicismo,Cristianismo,Projeto de lei ordinária,criminalização
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O SR. DELEGADO PAULO BILYNSKYJ (Bloco/PL - SP. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Presidente. Hoje nós temos, do lado da Esquerda, um réu confesso: Janones confessou a rachadinha. Para a execução do acordo de não persecução penal, é requisito legal a confissão do crime. Janones confessou; é óbvio, é claro, está escrito no processo. Ele confessou a rachadinha. E o que a Câmara dos Deputados fará a respeito, Presidente? Vai permitir que se desmoralize, mantendo um criminoso, um rachador, aqui, votando matérias que influenciam o bem do Brasil? Qual é o posicionamento da Esquerda sobre isso? O que vão dizer, subindo à tribuna? Que são a favor da rachadinha? Que bandido deve continuar votando o destino do Brasil? Presidente, nós somos terminantemente contra a continuidade do mandato do Deputado André Janones. Bandido confesso tem que ser cassado! Essa é a providência que o PL vai tomar contra o Janones. Eu quero saber quem é que vai subir daquele lado de lá da tribuna para defender bandido rachador. Presidente, nós tivemos um episódio muito triste de ataque ao Frei Gilson durante esse final de semana, um ataque vergonhoso da Esquerda, um ataque contra o catolicismo. Eu só quero dizer uma coisa para vocês que estão atacando o Frei Gilson: o cristão está acostumado a ser perseguido, Presidente. Eu pergunto para vocês: cadê o descendente de César? Cadê o herdeiro do trono de Roma? Não existe. Cadê o herdeiro de Alexandre, o Grande? Não existe. O que existe é o Papa, o herdeiro de Pedro. Ele está lá. Nós cristãos somos perseguidos e perseveramos sempre! O nosso Papa, o nosso herdeiro do trono de Pedro está lá. Não adianta perseguir o Frei Gilson, não adianta perseguir o cristão, o católico. A nossa Santa Igreja vai continuar. Protocolei hoje um projeto de lei que criminaliza a perseguição contra líderes religiosos. Vocês esquerdistas não vão atacar os nossos líderes e ficar ilesos, em paz. É para isso que serve a censura deles, Presidente. A censura deles serve para nos atacar, nunca para nos proteger. Eles não querem ser criticados por serem criminosos, rachadores, mas eles querem, sim, calar a voz do povo de Deus! Muito obrigado, Presidente. - 25/02/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do Projeto de lei nº 4.187, de 2024 que Institui o dia 17 de fevereiro como Dia Nacional da Axé-Music.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei ordinária,Partido Liberal (PL),Voto contrário
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O SR. DELEGADO PAULO BILYNSKYJ (Bloco/PL - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - O PL orienta "não", obviamente. Não tem nada a ver com dia, com axé, não tem nada a ver com isso. A questão é simples. Qualquer profissional de segurança pública sabe que carnaval é a festa do crime, do crime organizado, dos bicheiros lá do Rio de Janeiro, dos bandidos, não é? É uma festa de droga, é uma festa de prostituição, é uma festa de vagabundagem. Todo mundo aqui é contra esse negócio. Mas tem Deputado que gosta até demais, não é, Deputado Sargento Fahur? Nós não. Orientamos "não", Presidente. - 25/02/2025
O Deputado discutiu o Projeto de Lei nº 4.187, de 2024, que institui o dia 17 de fevereiro como Dia Nacional da Axé-Music.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,contrário
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O SR. DELEGADO PAULO BILYNSKYJ (Bloco/PL - SP. Sem revisão do orador.) - Presidente, são 21h46min, e nós estamos aqui discutindo o axé. Dentro da justificativa desse projeto, um item muito importante diz o seguinte: "(...) propomos a instituição do Dia Nacional da Axé Music, a ser celebrado anualmente no dia 17 de fevereiro, data que se iniciou o primeiro carnaval após o lançamento da música Fricote, de Luiz Caldas, considerada a precursora da axé." Quando damos uma olhada na letra dessa música, vemos que se canta mais ou menos assim: Nega do cabelo duro Que não gosta de pentear Quando passa na Praça do Tubo O negão começa a gritar O autor dessa música, o Luiz Caldas, já falou que nunca mais vai cantar essa música, porque ela é misógina, preconceituosa, se refere à mulher afrodescendente como "nega do cabelo duro". E é isso aí que vocês estão votando. Parabéns! Estão votando a favor do Dia d Axé-Music, dia 17 de fevereiro, porque há um maluco que escreveu uma música dizendo "nega do cabelo duro". Vai votar a favor, Deputado Sargento Fahur? O SR. SARGENTO FAHUR (Bloco/PSD - PR) - Fora. O SR. DELEGADO PAULO BILYNSKYJ (Bloco/PL - SP) - Fora. Excelente. Falamos sobre política de pão e circo. É o que o Deputado aqui estava defendendo. O Deputado subiu à tribuna para falar: "O carnaval é importante, porque o pobre vai lá celebrar". Celebrar o quê? Celebrar o ovo que ele não pode comprar? Celebrar o café que ele não pode comprar? Isso é a definição de pão e circo! Essa é a definição. Não tem nada para comemorar. O Brasil está uma merda. Mas, semana que vem, é carnaval, a festa profana. E aí todos os problemas serão esquecidos. Não tem problema não ter dinheiro para comprar ovo, para comer carne, a picanha. Não tem problema, é carnaval, axé. É isso aí. Parabéns! - 25/02/2025
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei nº 4.187, de 2024, que institui o dia 17 de fevereiro como Dia Nacional da Axé-Music.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei ordinária,Partido Liberal (PL),Voto favorável
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O SR. DELEGADO PAULO BILYNSKYJ (Bloco/PL - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, o carnaval é uma festa profana. Não há nada de construtivo para a sociedade brasileira numa festa em que há uso de drogas, prostituição, sexo promíscuo, entre outros elementos reprováveis. O gosto pela axé-music é uma questão individual. Cada um ouve o que gosta, mas gastar o tempo da Câmara dos Deputados, o salário dos Deputados para trabalhar um projeto deste por horas é um absurdo. É por isso que o Partido Liberal orienta "sim" à retirada de pauta. - 25/02/2025Breves Comunicações
O Deputado criticou o Governo Lula, destacando o impacto negativo da suspensão do Plano Safra, essencial para o agronegócio brasileiro. Comparou os investimentos do Governo em diferentes áreas, mencionando que a Lei Rouanet recebeu 16 bilhões de reais, enquanto para o agronegócio foi destinado apenas 4 bilhões de reais e para a segurança pública, 2,5 bilhões de reais. Considerou que esse direcionamento de recursos favoreceu artistas em detrimento de setores essenciais. Além disso, criticou a Defensoria Pública de São Paulo por se opor ao uso de inteligência artificial na identificação de criminosos durante o carnaval, argumentando que essa postura é incoerente em face da violência enfrentada pela sociedade.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,suspensão,Plano Safra,Investimento,Lei Rouanet (1991),Prejuízo,Agronegócio,Segurança pública,favorecimento,Artista Defensoria pública estadual,São Paulo (Estado),Inteligência artificial,identificação,Criminoso,Carnaval,Violência,incoerência
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O SR. DELEGADO PAULO BILYNSKYJ (Bloco/PL - SP. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente. A cada dia, fica mais claro de que lado este Governo está. Nós temos, de um lado, o agronegócio brasileiro, aquele que alimenta o mundo. A produção agrícola brasileira alimenta o mundo e coloca dinheiro na conta do brasileiro, ou seja, o agro não só alimenta o mundo, como também alimenta o brasileiro. O agro sofreu um golpe baixo do Governo Lula na última quinta-feira. O Plano Safra não é apenas uma necessidade: é uma condição sine qua non. Não existe agro sem o Plano Safra! São 500 bilhões de reais que estão suspensos. Aí, o Governo coloca lá um crédito extraordinário de 4 bilhões de reais. Sr. Presidente, basta fazermos uma comparação. Qual foi o orçamento para pagar a artista lacrador? Quanto dinheiro Lula colocou no bolso de artista que não produz nada, artista lixo? Artista que precisa de dinheiro do Governo não é artista, é funcionário público. Foram 16 bilhões de reais para a Lei Rouanet; 4 bilhões de reais para o agro; 2,5 bilhões de reais para a segurança pública. Repito: 16 bilhões de reais para a Lei Rouanet! É muito diferente, não é? Está bem claro de que lado nós estamos. Está bem claro que o Brasil é governado por bandidos, para bandidos e contra o cidadão de bem. Para encerrar, registro que a Defensoria Pública de São Paulo teve a coragem de pedir ao Prefeito Ricardo Nunes que não utilize a inteligência artificial para identificar criminosos nos bloquinhos de carnaval. Não use a inteligência artificial e deixe o bandido pular carnaval?! Defensor público é funcionário público. Vamos ver se eles continuarão com essa opinião depois que a esposa deles for estuprada, for roubada; o filho deles for sequestrado. Está bem claro de que lado nós estamos e quem está governando o Brasil. Muito obrigado, Presidente. - 19/02/2025
O Deputado questionou a decisão do ministro Alexandre de Moraes de liberar, apenas agora, o acesso da defesa à delação premiada de Mauro Cid. Levantou a hipótese de que, ao agir dessa forma, Moraes estaria admitindo que cerceou o direito de defesa durante o processo. Criticou a abertura do prazo de 15 dias para a defesa após a apresentação da denúncia e chamou a atenção dos operadores do direito para o que considerou uma violação dos direitos legais.
Palavras-chave oficiais: Ministro do Supremo Tribunal Federal,acesso,Delação premiada,Ajudante de ordens,Ex-presidente da República,Direito à ampla defesa,Violação do direito
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O SR. DELEGADO PAULO BILYNSKYJ (Bloco/PL - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, quero só concluir o raciocínio. Alexandre de Moraes liberou hoje acesso à defesa para analisar a delação premiada de Mauro Cid. Por que ele só abriu agora? Não é uma espécie de confissão de que, durante todo o curso do processo, ele estava, sim, cerceando o direito de defesa? Eu deixo essa mensagem para todos os operadores do direito, os advogados, os promotores, os juízes. Respondam-me isto: se a delação era o ponto principal da denúncia, por que só se abriu os 15 dias de vista depois que a denúncia já foi apresentada? Isso é cerceamento de defesa. Sejam... vocês sabem o quê. É isso, Presidente. - 19/02/2025Breves Comunicações
O Deputado criticou a denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal contra o ex-Presidente Bolsonaro, considerando-a vazia e sem provas concretas. Questionou a credibilidade do documento, afirmando que ele não contém evidências que liguem Bolsonaro aos fatos alegados. Chamou a denúncia de "venda de fumaça" e criticou o uso do Ministério Público para fins políticos, destacando que a denúncia se baseia em suposições e delações circunstanciais.
Palavras-chave oficiais: Denúncia,Ministério Público Federal (MPF),Ex-presidente da República,ausência,Prova (direito penal),uso político,Delação
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O SR. DELEGADO PAULO BILYNSKYJ (Bloco/PL - SP. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Presidente. Duzentas e setenta e duas páginas! Eu duvido que aquele pessoal ali tenha lido isto. Eu li, Presidente. Sabe o que tem aqui dentro? Nada. É a denúncia da criatividade. Esta denúncia, esta vergonha, mancha a imagem do Ministério Público Federal, uma instituição que deveria fiscalizar a lei, aplicar a lei, garantir a justiça, e que está sendo utilizada politicamente: um órgão de Estado agindo como órgão de Governo. Sou formado em direito. Sou delegado de polícia. Mas não é preciso ser nada disso para conseguir perceber que isto aqui não tem nada, é vazio, é fumaça. "Vender fumaça". Esse termo significa entregar algo que não existe. Dá para vender fumaça? Não dá para vender fumaça, meu irmão. Esta denúncia é como vender fumaça. Meses, anos investigando, agindo, cumprindo mandados de busca, cumprindo mandados de prisão, e para apresentar isto aqui?! Façam uma experiência. Puxem o ChatGPT e joguem este documento, esta comédia de documento. Perguntem se existe algum documento, alguma prova que faça ligação direta entre o Presidente Jair Messias Bolsonaro e os fatos alegados na denúncia. E a resposta da inteligência artificial é: "Não, são circunstanciais". O que é circunstancial? Quer dizer que, usando a criatividade, existe um ângulo bem distorcido. "Ele deveria saber", porque era um Presidente onisciente. É um absurdo! Eu sinto vergonha ao saber que há membros do Ministério Público assinando a denúncia. Isto aqui é uma vergonha! Acusar Jair Messias Bolsonaro de qualquer crime é ridículo, é inexistente, é um nada jurídico. Eu vos apresento o nada jurídico: 272 páginas de conversinha para boi dormir. E, se alguém aqui tiver alguma coisa para falar, vai ter que apontar a página, porque já estudamos e sabemos exatamente o que tem aqui dentro. É nada! Para concluir, Sr. Presidente, essa denúncia se apoia na delação premiada do Mauro Cid. E o Ministro Alexandre de Moraes somente... (Desligamento do microfone.) - 18/02/2025Breves Comunicações
O Deputado denunciou o que considera um escândalo envolvendo a Deputada Erika Hilton (PSOL-SP), acusando-a de destinar R$ 1,5 milhão em emendas parlamentares para uma ONG ligada à sua própria frente parlamentar. Também mencionou um suposto desvio de R$ 5 milhões em quentinhas fantasmas e afirmou que o PSOL está envolvido em irregularidades, pedindo investigação da Polícia Federal. Além disso, celebrou o desempenho do ex-Presidente Jair Bolsonaro em pesquisas de opinião, alegando que ele venceria tanto no primeiro quanto no segundo turno, e convocou manifestações para o dia 16 de março pedindo "Fora, Lula" e anistia aos presos do 8 de janeiro, argumentando que as penas foram desproporcionais e sem devido processo legal.
Palavras-chave oficiais: Denúncia,Corrupção,Deputada federal,Partido Socialismo e Liberdade (PSOL),destinação,Emenda,Organização não governamental (ONG),Frente parlamentar,desvio,Recursos públicos,Alimento,Polícia Federal (PF),investigação Ex-presidente da República,Pesquisa de opinião,desempenho,Eleições,avaliação positiva Manifestação pública,protesto,Presidente da República,Pena,desproporcionalidade,Condenação,anistia,Ato antidemocrático
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O SR. DELEGADO PAULO BILYNSKYJ (Bloco/PL - SP. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente. Um milhão e meio de reais destinados, via emenda Parlamentar, a uma ONG que trabalha para a frente parlamentar criada pela Deputada Erika Hilton. Então a Deputada destinou 1 milhão e meio de reais em emendas parlamentares para ela mesma! O que é isso? Qual é a lógica de usar o dinheiro público para si? Esse é mais um dos escândalos semanais do PSOL. Semana passada, 5 milhões de reais para as quentinhas fantasmas. Não existem. Quentinhas vazias. Esta semana, 1 milhão e meio para a frente parlamentar da Deputada. Isso não é trabalhar pelo povo, isso é trabalhar em benefício próprio, isso é desvio do dinheiro público. Já representamos no TCU, já representamos na CGU, e agora a Polícia Federal tem que entrar nessa parada, porque há algo muito errado com o PSOL. Eu quero saber qual vai ser a treta da semana que vem. Toda semana tem. Qual é a próxima? Presidente, aproveito este espaço para comemorar o desempenho do nosso Presidente Jair Messias Bolsonaro numa pesquisa de opinião. Fizeram uma pesquisa eleitoral sem o nome Presidente. Ficou ali uma dúvida sobre quem eram os candidatos. Colocaram o Presidente, ele ganha no primeiro turno e ganha no segundo turno. É isso. Quem queria tirar o Presidente Jair Messias Bolsonaro da pesquisa era uma Deputada de esquerda: "Não, ele não pode participar de pesquisa". Está aí! Façam uma pesquisa verdadeira, perguntem ao povo quem ele quer na Presidência do País. A resposta é clara: em primeiro turno e em segundo turno, Jair Messias Bolsonaro. E aproveito para conclamar todos os meus amigos, todos os meus conterrâneos de São Paulo, a, no dia 16 de março, nós deixarmos bem claro: "Fora, Lula!" "Pela anistia!" Esta é a nossa pauta principal aqui na Câmara dos Deputados: anistia aos presos do 8 de janeiro. Essa anistia é necessária porque, primeiro, as penas foram aplicadas de forma completamente desproporcional, segundo, sem atenção ao devido processo legal e, terceiro, sem direito ao duplo grau de jurisdição. Sr. Presidente, agradeço demais a oportunidade. Eu gostaria que a minha fala fosse repercutida nos meios de comunicação da Casa. Muito obrigado.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.