
Nome civil: Mario Palumbo Junior · 52 anos
Bananômetro
95/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 99% dos deputados · média do partido: 76
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 98%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 99%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 89%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 77%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 26%das 865 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 38%das 448 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
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- dep.delegadopalumbo@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5192
- Gabinete
- Gabinete 192, Anexo III – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
98%
Esteve em 384 de 391 sessões
Votou nas votações
99%
Registrou voto em 1.114 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 72 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
26%
Em 865 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
82 discursos na tribuna · de 16/03/2023 a 30/06/2026.
- 30/06/2026
O Deputado defendeu o endurecimento da legislação penal e afirmou que a redução da criminalidade dependeria da atuação conjunta dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Além disso, cobrou a aprovação de propostas para extinguir a progressão de regime, a audiência de custódia e o auxílio-reclusão, ao sustentar que esses mecanismos favoreceriam a impunidade. Também criticou agentes políticos que não apoiavam medidas voltadas ao fortalecimento da segurança pública e contestou declarações do Governo Federal sobre o combate ao crime organizado. Por fim, reiterou seu compromisso com a aprovação de projetos voltados ao aumento das penas e à restrição de benefícios penais.
Palavras-chave oficiais: Segurança pública,Legislação penal,Progressão de regime prisional,Audiência de custódia,Auxílio-reclusão,Crime organizado,Poder Executivo,Poder Judiciário,Poder Legislativo
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O SR. DELEGADO PALUMBO (Bloco/PODE - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente. Subo a esta tribuna para falar novamente sobre segurança pública. Dias atrás, um policial de rota tomou um tiro na cabeça, tentaram executá-lo, está entre a vida e a morte. Aqui todos nós, que queremos ver bandidos se estrepando, temos projetos de lei para tornar a vida de bandido mais difícil, mas é um custo para passar. Eu já vi aqui nesta Casa aprovar regime de urgência para projeto mudar nome de ponte, mas para acabar com a progressão de regime, para acabar com o benefício, para acabar com o auxílio-reclusão, é um Deus nos acuda. A segurança pública se faz com o conjunto dos três Poderes: O Executivo, com o Presidente da República, mandando projetos para esta Casa ou apoiando projetos para acabar com benefícios de vagabundo. O Legislativo, com leis pesadas e o Judiciário não servindo cafezinho em audiência de custódia, nem soltando um bando de vagabundos na audiência de custódia. Eu tenho projetos de leis também para acabar com a progressão de regime, para tornar a vida de bandido mais difícil. Aqui nós somos responsáveis, mas, infelizmente, vemos um monte de lorota, um monte de bravateiro subindo na tribuna, falando, esbravejando, que protege as mulheres, mas quando tem que assinar uma PEC para acabar com a progressão de regime, não assina. Isso começa lá na base, começam como Vereadores. Há muitos Vereadores bravateiros que não ajudam a Guarda, fazem podcasts, ficam esbravejando, mas na hora de votarem contra o Prefeito, votam a favor, por exemplo, do aumento do IPTU. Não têm peito para enfrentar o Prefeito, nem para ajudar a Guarda, mas para ficarem gritando em podcast são uns leões. Deputados estaduais, não importa se o Governo é de direita ou esquerda, falam, falam, falam, mas basta o Governador falar qualquer coisa que eles recuam e não ajudam os praças da Polícia Militar, policiais civis, penais, científicos que sofrem, inclusive, no Estado de São Paulo. Os Deputados ficam lá puxando o saco do Governador, mas não ajudam, são incapazes de votar qualquer coisa contra eles. Nós ficamos aqui brigando, lutando para que nossos projetos sejam aprovados. Não é um projeto de pauta da Direita ou da Esquerda; é um projeto de apoio ao povo. Afinal de contas, a dona Maria, o seu Mário, o seu José, estão lá nos semáforos, estão nas madrugadas esperando o ônibus sendo roubados, estão cuspindo nas mãos para arrancar a aliança, para arrancar a aliança. Eu escuto o Presidente da República fazendo propaganda no rádio, falando que está combatendo o crime organizado. Não está, loroteiro, não está. Se estivesse, já teríamos aprovado há muito tempo o fim dessa porcaria de audiência de custódia, progressão de regime, benefício e auxílio-reclusão. Eu vou continuar lutando, mesmo sozinho, passos curtos e firmes, sem apoio de quase nenhum político, mas sem vender-me. - 04/03/2026Breves Comunicações
O Deputado abordou o aumento dos casos de feminicídio no país e defendeu mudanças na legislação penal para endurecer as punições contra agressores de mulheres. Afirmou que o número de assassinatos motivados por violência de gênero continua elevado e medidas protetivas nem sempre conseguem impedir novos crimes. Criticou o sistema de progressão de regime previsto na legislação penal e defendeu a retirada de benefícios para condenados por feminicídio, além da discussão sobre redução da maioridade penal para 16 anos. Também citou a necessidade de fortalecer a aplicação da Lei do Feminicídio. Afirmou ainda que políticas de proteção às mulheres dependem não apenas de leis mais rígidas, mas também de estrutura adequada para as forças de segurança. Nesse contexto, mencionou déficit de efetivo nas polícias do Estado de São Paulo, apontando falta de policiais, equipamentos e salários competitivos para garantir patrulhamento e atendimento adequados. Ao final, defendeu a ampliação do efetivo policial e melhores remunerações para profissionais da segurança pública como parte das medidas necessárias para combater a violência e proteger a população.
Palavras-chave oficiais: Feminicídio,Legislação penal,Violência contra a mulher,Violência de gênero,Homicídio,Mulher,Progressão de regime prisional,Maioridade penal,Lei do Feminicídio (2015),Órgão de segurança pública,São Paulo (Estado),Polícia,Efetivo militar,Segurança pública,Violência,Profissional da segurança pública,Remuneração
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O SR. DELEGADO PALUMBO (Bloco/MDB - SP. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente. Subo a esta tribuna para falar mais uma vez da defesa das mulheres. Quatro mulheres estão morrendo todos os dias neste País vítimas de feminicídio. A cada cinco medidas protetivas decretadas, um agressor vai até o local onde está a mulher e a mata. Não adianta ficar com um discursinho, esse blablablá, conversa para boi dormir, se a gente não votar aqui na Câmara dos Deputados projetos de lei tirando benefícios desses criminosos covardes, dessas pessoas que matam as mulheres todos os dias e que literalmente estão se lixando para a legislação. Não adianta a pena do feminicídio ser de 40 anos, se o agressor cumpre parte dela e vai para a rua no regime semiaberto, depois no aberto. Se um indivíduo jovem de 20 anos matar uma mulher, com 30 anos ele está na rua. Ele vai arrumar outra mulher e vai matar. Agora, dia 8 de março, a gente vai comemorar o Dia Internacional das Mulheres. A gente vai ver um monte de passeata, um monte de blablablá, um monte de Deputado da Esquerda falando, falando, falando. Porém, na hora de votar para tirar benefícios desses criminosos, eles não votam a favor, não assinam uma PEC para tirar, por exemplo, a progressão de regime em caso de feminicídio. Não assinam. Não há nenhuma assinatura numa Proposta de Emenda Constitucional de minha autoria para acabar com isso. Eles não querem. Então, falam uma coisa e fazem outra. Com relação à PEC da Segurança, não é um bom momento para a gente diminuir a maioridade penal para 16 anos? Ou vocês acham que um cavalo de 16 anos, 17 anos, não sabe o que está fazendo? Sabe muito bem o que está fazendo. Aí, vai parar na Fundação Casa, fica 3 anos internado e vai para a rua novamente. Contudo, não querem, mais uma vez. Aí, ficam com blablablá, dizem que defendem as mulheres, que querem acabar com os criminosos. Não adianta ficar no discursinho. A gente tem que mostrar aqui o que nós estamos votando. E, infelizmente, a Esquerda não quer acabar com benefícios de criminosos. Se houver qualquer projeto de lei para ferrar a vida desses vagabundos, eu sou o primeiro a assinar, sou o primeiro a votar, independente de partido, porque as mulheres estão morrendo, as pessoas estão morrendo. Também, não adianta absolutamente nada a gente ter uma legislação pesada, como, por exemplo, a lei do feminicídio, que fala que pode pegar até 40 anos, se o criminoso sai. Também não adianta a gente ter rondas para proteger as mulheres, se não há policiais, se existe um déficit de mais de 10 mil policiais civis, se as delegacias de São Paulo estão fechadas, se não há patrulhamento, se faltam 20 mil policiais militares, se há policial revezando o colete, se falta viatura, se a viatura é velha, se existe policial civil em São Paulo servindo de zelador policial, se a delegacia fica fechada à noite. De que adianta estar muito bonito no papel "patrulha para defender as mulheres", se na prática não há efetivo para fazer isso? Então, é preciso haver legislação, que depende da gente aqui, e Governadores para contratar mais policiais, mas contratar com salário alto. Não adianta colocar um salário pífio. Peço só mais 30 segundos, Sr. Presidente. Não adianta colocar um salário pífio, porque vai acontecer o que a gente está vendo em São Paulo: de quinhentos delegados na academia de polícia, trinta, quarenta, vão embora durante a formação, porque ganham uma merreca e preferem prestar concurso em outro Estado. Não adianta um soldado da Polícia Militar ganhar 5 mil reais e isso foi promessa de campanha. O Governador é de direita, eu sou de direita, mas eu tenho que ser justo. Se prometeu, tem que cumprir. Cadê as polícias do Estado de São Paulo no topo salarial do Estado? Obrigado. - 09/12/2025Breves Comunicações
O Deputado abordou o feminicídio, destacando que quatro mulheres são assassinadas por dia no Brasil. Criticou artistas e Parlamentares que fazem discursos públicos, mas não apoiam medidas que realmente endureçam as penas para agressores. Defendeu o fim da progressão de regime em casos de crimes hediondos, como feminicídio, afirmando que criminosos deveriam cumprir integralmente penas que podem chegar a 40 anos. Argumentou ainda que medidas como boletim de ocorrência, tornozeleira ou cursos de reeducação não intimidam agressores, e que apenas a prisão prolongada seria eficaz. Além disso, fez referências a casos recentes de violência extrema e reiterou que a questão não é de Direita ou Esquerda, mas de proteção às mulheres. Por fim, criticou decisões judiciais que tratam criminosos com benevolência em audiências de custódia.
Palavras-chave oficiais: Feminicídio,Violência contra a mulher,Progressão de regime prisional,Crime hediondo,Boletim de ocorrência policial,Prisão,Direita política,Esquerda política,Mulher,Audiência de custódia,Decisão judicial
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O SR. DELEGADO PALUMBO (Bloco/MDB - SP. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado. Subo nesta tribuna mais uma vez para falar sobre o crime de feminicídio. Todo mundo sabe que, a cada 24 horas, quatro mulheres perdem a vida neste País. Eu estou vendo um monte de artista que fez o L, um monte de Parlamentar gritando aos quatro ventos, só que vocês não querem tornar a vida desses covardes mais difícil. O que vocês acham que merece um rapaz, um bandido, um crápula como aquele que arrastou aquela menina por metros, quilômetros? Ele merecia ficar preso 40 anos, não ter progressão de regime, mas vocês não querem acabar com a progressão de regime. Para quem não sabe o que é a progressão de regime muita gente que nos escuta não sabe , se pegou 40 anos, vai ficar 40 anos. Isso é o que merece um crápula como aquele, mas vocês não querem. Há diversos projetos de lei nesta Casa, inclusive de minha autoria, para acabar com isso, somente em caso de crimes hediondos. Vocês não querem. Depois sobem em trio elétrico, vão na Paulista, chamam os artistas, fica todo mundo cantarolando, mas, na hora de votar para ferrar a vida desses criminosos, vocês não querem. Aqui acho que todo mundo tem mãe, pode ser que tenha irmã, tenha mulher. Enquanto esses criminosos não entenderem que, se eles baterem numa mulher, vão ficar presos, eles vão continuar batendo. Ou vocês acham que um pedaço de papel, um BO, vai segurar um covarde como esse? "Ah, vamos colocar uma tornozeleira! Vamos fazer um cursinho para ele não bater mais na mulher!" Ele vai voltar para a casa dele e vai espancar a mulher. Não está nem aí para um pedaço de papel um cara que bate numa mulher. Eu tenho uma irmã, eu tenho mãe, eu tenho filha. Um cara que bate numa mulher tem que ficar enjaulado, não pode ficar solto, só que vocês não entendem isso. Vocês acham que pegar um bando de artista que recebe pela Lei Rouanet e ficar gritando vai adiantar. O que vai adiantar para esses animais que batem em mulher é jaula, não adianta. São homens covardes! Isso não é pauta da Direita ou da Esquerda, isso é pauta das mulheres. Então, se vocês da Esquerda quiserem realmente defender as mulheres, vamos para a prática, vamos votar para acabar com os benefícios desse bando de vagabundos que fica espancando mulher todos os dias; que agridem, que batem, que arrastam. Depois, o chorão ainda vai à audiência de custódia e crucifica os policiais. Aí, um juiz e uma promotora que devem defender bandidos não falam nada sobre o crime de denunciação caluniosa, que é acusar alguém que sabe ser inocente. O crime deita e rola. Aquele feminicida só faltou sair como vítima do ano da audiência de custódia. Uma vergonha! Muito obrigado, Presidente. - 26/11/2025Breves Comunicações
O Deputado reiterou a defesa do Projeto de Lei nº 2.162, de 2023, que concede anistia aos participantes das manifestações reivindicatórias de motivação política, ocorridas entre o dia 30 de outubro de 2022 e o dia de entrada em vigor desta Lei, e dá outras providências. Afirmou que era cobrado diariamente por eleitores e criticou a falta de pauta para o tema, mesmo após a aprovação do regime de urgência. Declarou que pessoas presas por danos patrimoniais poderiam responder em liberdade e comparou esses casos a decisões judiciais que beneficiaram líderes de facções criminosas. Também criticou a atuação do STF e a postura de Parlamentares e Senadores, afirmando que o Congresso deveria assumir suas responsabilidades e votar a matéria.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,anistia,Golpe de Estado,Votação
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O SR. DELEGADO PALUMBO (Bloco/MDB - SP. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente. Subo a esta tribuna para falar, mais uma vez, da anistia. Todos os dias, eu sou cobrado nas ruas e nas redes sociais quanto a isso. E o povo tem que cobrar mesmo! Sou funcionário do povo. Porém, a omissão e a covardia não são minhas. Infelizmente, esta Casa está literalmente de cócoras, ou, em português claro, de quatro, levando chineladas nas nádegas, mais uma vez, dadas por um Poder que não deveria ser absoluto, o STF. Alguns Deputados e Senadores se borram de medo de subir à tribuna e dizer a sigla STF. A covardia e a omissão não são minhas. O Presidente da Casa é que tem que pautar o projeto. Aliás, já foi aprovado o regime de urgência. Coloque o projeto em votação! Se for derrotado, foi o povo que quis, afinal de contas, nós somos representantes do povo. Não é o Supremo Tribunal Federal que tem que decidir isso. Porém, simplesmente não se coloca o projeto em pauta. Enquanto isso, há pessoas presas, pessoas que até deveriam ser condenadas por dano, mas que assinariam um termo circunstanciado e iriam para a rua. Quem passa batom numa estátua, no máximo, chutando alto, vai para a delegacia por crime de dano e depois para a rua! Enquanto isso, a gente vê chefe de facção saindo da cadeia para cumprir pena em casa, a gente vê André do Rap, do PCC, na rua, por uma canetada. Poderíamos acabar com as decisões monocráticas, mas aqui não se pauta isso. A covardia não é minha. Eu não tenho medo de me indispor com absolutamente ninguém e não vou deixar de falar. Infelizmente, a Casa está aqui, subserviente, como capacho, omissa. É preciso falar também do Senado. Vamos falar do Senado um pouquinho. Eu não sou candidato a Senador porque partido nenhum vai me dar legenda, já que eu falo o que penso. Eu represento o povo, não represento político nem partido. Então, não se preocupem comigo, porque eu nunca vou ter uma legenda para o Senado, acredito. Só que ali ao lado, um bando de Senadores, muitos, e o Presidente continuam calados, quietos. Poderíamos dar um basta nisso, se o Senado colocasse o processo de impeachment para frente, mas não coloca. Todos eles estão se borrando. Infelizmente é isso. E aqui, como eu já disse uma vez, é muito mais perigoso ser Deputado Federal e dizer a verdade e eu não sou partidário da política de xingar ninguém, não, só estou falando a verdade do que trocar tiro com bandido, como eu fazia lá em São Paulo, na Divisão de Operações Especiais, porque o bandido está lá com um fuzil querendo me matar, eu quero prendê-lo ou matá-lo, e está tudo certo. Aqui não! Aqui é tapinha nas costas, mas ninguém pauta o que o povo pede, a anistia. Coloquem o projeto em votação! É o que o povo deseja. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 25/11/2025Breves Comunicações
O Deputado cobrou do Governador de São Paulo o cumprimento da promessa de reajuste salarial para policiais, lembrando que o mandato se aproximava do terceiro ano sem que o compromisso fosse atendido. Afirmou que parte dos índices divulgados pelo Governo correspondia a aumentos concedidos pela gestão anterior e destacou que policiais continuavam enfrentando baixos salários, estrutura precária, equipamentos insuficientes e unidades deterioradas. Declarou que sua atuação não dependeria de alinhamento político e reiterou que policiais civis, militares e penais compunham o público que representava. Afirmou que continuaria cobrando melhorias e pediu ampla divulgação de sua manifestação.
Palavras-chave oficiais: Reajuste salarial,Policial,São Paulo (Estado),Defesa
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O SR. DELEGADO PALUMBO (Bloco/MDB - SP. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente. Venho a esta tribuna para fazer um apelo ao Governador do Estado de São Paulo, Tarcísio de Freitas: o senhor, na pré-campanha e na campanha, prometeu bom salário aos policiais. Estamos no fim do terceiro ano do seu mandato e até agora o senhor não cumpriu a sua promessa. Eu sou de direita, mas eu tenho a obrigação de defender os meus pares. É uma pena que outros que se elegeram usando a polícia, usando o cargo, como eu eu uso "Delegado" antes do "Palumbo" e ganhei muitos votos por causa disso; assim como outros usam "sargento", "major", "capitão" , não façam o mesmo. "Ah! o Governo é de direita!" O Governo é de direita, mas nós não podemos esquecer as nossas raízes. Eu não posso me esquecer de onde eu vim. Se o Governo for de direita, de centro, de esquerda ou de nada, eu vou falar do mesmo jeito, porque tenho gratidão. Há um monte de notícias dizendo que o senhor deu 45%. Isso não é verdade. Vamos agir com a verdade. Quem deu 20% desses 45% que o senhor está considerando foi o antigo Governador João Dória. O senhor está ganhando os louros de outro Governador. Então, isso não é verdade. A grande verdade é que as polícias continuam suplicando por um salário digno. O senhor prometeu. Então, tem que cumprir. Pronto! Acabou! A palavra não pode fazer curva. E que os Deputados de esquerda não venham dizer: "Olhem lá o Delegado Palumbo, de direita, indo contra o Governador". Vocês, se fosse o Haddad lá, não falariam nada! Isso se chama hipocrisia. Eu quero ver vocês fazerem o que eu faço. Eu subo a esta tribuna e cobro o Governador. Eu sou da base do Governador, eu o apoiei, eu pedi votos para ele, mas não me esqueço de onde eu vim. Governador, cumpra! Já não basta a situação em que está o policial de São Paulo, revezando colete, com bases insalubres, comprando bota e gandola com o próprio dinheiro? Policiais do Deic, que é a elite da polícia, que faz investigações brilhantes e coloca um monte de faccionados na cadeia, estão andando de Blazer velha. Delegacias estão fechadas. Pode fazer quantos concursos quiser que não vai conseguir suprir a demanda oferecendo um salário desse tamanho. Sr. Governador do Estado de São Paulo, não é nada pessoal contra o senhor, mas eu fui eleito porque tenho um "delegado" antes do meu nome. Eu tenho gratidão e honra. Não quero nem saber se o Governo é de direita ou de esquerda. Eu vou continuar lutando pelo povo; e os policiais militares, civis, penais e científicos fazem parte do povo. Eu tenho a obrigação de subir aqui e cobrar do senhor que cumpra a sua palavra. Se prometeu melhores salários, cumpra! Ainda dá tempo. Se o senhor fizer isso, eu vou subir aqui e vou aplaudi-lo. Presidente, peço que a minha fala seja veiculada nos meios de comunicação, em especial no programa A Voz do Brasil. Muito obrigado. - 28/10/2025Breves Comunicações
O Deputado criticou o Governo Federal, acusando-o de não classificar as facções criminosas como organizações terroristas, apesar do uso de drones, armas de grande calibre e violência contra policiais. Argumentou que o Governo trata traficantes como vítimas e minimiza crimes cometidos, enquanto deixa a população das comunidades à mercê da criminalidade. Lembrou ainda que medidas como o fim da “saidinha” foram vetadas, mostrando que o governo protege criminosos, e concluiu alertando a população sobre os riscos de apoiar a esquerda, que não promoveria segurança pública efetiva.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,ausência,classificação,Organização criminosa,Organização terrorista,Veículo Aéreo Não Tripulado (VANT),Arma,Violência,contra,Política Nacional para Assuntos Antárticos (Polantar),Criminalidade,proteção,Criminoso,Veto presidencial,extinção,Saída temporária,Preso,Esquerda política,Segurança pública,Traficante
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O SR. DELEGADO PALUMBO (Bloco/MDB - SP. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente. Infelizmente, o Governo Federal não quer classificar as facções criminosas como organizações terroristas, mas as facções usam drones para jogar bomba em policial e usam arma calibre .50. Para quem não sabe o que é calibre .50, essa é a medida de uma munição, que tem, mais ou menos, 14 centímetros de comprimento. Ela atravessa um carro blindado como se fosse papel. Outros armamentos usados são: .30, 7.62, 5.56, granada, barricada. O Brasil não tem o controle dos territórios no Rio de Janeiro, mas, para o Governo Federal, não se pode classificar as facções criminosas como terroristas; os traficantes não são terroristas. Aliás, para o Presidente da República, os traficantes são vítimas dos usuários. Essa visão desrespeita milhares de mães e pais de usuários. Ele não sabe o que é o sofrimento de uma mãe que tem um filho usuário, cujo traficante vende a droga na porta da escola e sai na audiência de custódia, quando é preso, com a desculpa esfarrapada de que era pouca quantidade. Esse é o nosso Governo Federal, cuja companheira companheira lá do Rio de Janeiro vê lógica no assalto. E o próprio Governo Federal diz que só roubou para tomar uma cervejinha. Porém, no ano que vem tem eleição. Os "anti-horários" defendem bandidos, porque, nesses territórios, dois ou três partidos conseguem entrar para fazer campanha; o resto não entra. E o povo fica subjugado nessas comunidades. O povo do bem tem que votar nos candidatos deles. Eles não querem enrijecer as penas, as leis, tornar a vida do criminoso mais difícil. E depois ficam com essas desculpas esfarrapadas de que estão combatendo o crime. Não estão nada! Se estivessem, não teriam vetado o fim da saidinha. Vetou, e nós derrubamos o veto aqui. Esse é o Governo Federal que defende e sempre defendeu bandido. Enquanto eles estiverem no poder, vão continuar defendendo bandido. Povo do bem, você que cai na narrativa falaciosa da Esquerda, pense bem. Você quer mais segurança? Não vote nesse povo, não, porque a única coisa que eles sabem fazer é enganar vocês e defender bandido. - 08/10/2025Breves Comunicações
O Deputado criticou as operações policiais para fiscalização de trânsito realizadas em São Paulo, afirmando que elas punem trabalhadores em vez de combater o crime. Afirmou que as operações servem apenas para arrecadar dinheiro, apreendendo veículos por irregularidades leves, enquanto crimes graves seguem sem enfrentamento. Defendeu que as blitz ocorram à noite e em locais de risco, não em horários comerciais, e anunciou possíveis medidas para impedir apreensões desnecessárias. Encerrou afirmando que a polícia foi feita para prender bandido, não para arrecadar.
Palavras-chave oficiais: Segurança pública,Ribeirão Preto (SP),Operação policial,Fiscalização de trânsito,Região metropolitana,São Paulo (SP),Segurança no trânsito,Santo André (SP),Guarulhos (SP),Segurança viária,São Paulo (Estado),arrecadação
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O SR. DELEGADO PALUMBO (Bloco/MDB - SP. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente. O brasileiro já trabalha 5 meses só para pagar impostos, e no Estado de São Paulo, na cidade de São Paulo, nas cidades do entorno Santo André, Guarulhos e outras cidades , só se vê blitz para ferrar trabalhador. Eles montam essas blitze durante a semana, no horário comercial, e ficam parando trabalhadores. Aí colocam trinta motos em cima de um guincho e mandam para o pátio, para alguém ganhar dinheiro. De vez em quando pegam um procurado, um foragido. Uma das cidades está usando o Grupo de Operações Especiais da Polícia Civil. Policial com fuzil 7,62 está ajudando a Prefeitura a arrecadar. "Não há crime, não?" Há bastante. Há roubo, há assalto, há latrocínio. Estão roubando aliança, estão roubando o cidadão, e o que vemos são essas blitze. Muita gente me questiona: "Você é contra?". Sou, porque estão ferrando o trabalhador! Eles vão lá ver se o para-brisa do veículo tem um "trinquinho" e apreendem o carro do trabalhador. O trabalhador não consegue pagar o licenciamento? Eles vão lá e apreendem o carro. Enquanto isso, há biqueira, há pancadão. Façam essas blitze na porta do pancadão! A população não aguenta mais esse inferno chamado "pancadão". Façam blitz à noite, para pegar pessoas embriagadas, que encham a lata e matam os outros, mas não para pegar trabalhador, usando o Grupo de Operações Especiais. E não me venham com essa desculpa esfarrapada de que pegam um procurado, de que pegam um foragido. É muito pouco. A população não merece isso. Eu tenho projetos de lei para acabar com isso. Pegou a moto de um trabalhador, e há trinta motos em cima de um guincho? Que se divida por 30 ou que não se pague pelo guincho. Há um "trinquinho" no para-brisa do carro? Não atrapalha em nada a segurança viária? Não apreenda o carro, faça uma notificação e devolva o veículo, com prazo para ele arrumar. Não conseguiu pagar o IPVA porque não conseguiu licenciar? Dá um prazo para o cidadão. Às vezes, o carro ou a moto é o único instrumento para ele ganhar dinheiro. Parem com essas blitze para ferrar trabalhador e vão atrás de bandido, de bandido! Polícia não foi feita para ser instrumento de arrecadação do Estado e da Prefeitura! Até na minha terra, a cidade de Ribeirão Preto, isso acontece. Outro dia cheguei lá e me deparei com uma blitz. Parei. Lá estava a gloriosa Polícia Militar, junto com agentes da Prefeitura. Só havia carro de trabalhador! Olha que há crime para caramba sendo cometido lá em Ribeirão Preto. Em 20 anos como policial, nunca multei ninguém, nenhum trabalhador. Polícia foi feita para prender bandido, para atrasar o lado de vagabundo, e não para ser instrumento de arrecadação de Estado ou de Prefeitura. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 07/10/2025Breves Comunicações
O Deputado lamentou o assassinato do advogado Dr. Pacheco, ocorrido em São Paulo, e criticou a postura de setores da Esquerda e do Governo em relação à segurança pública. Afirmou que o crime foi cometido por um reincidente e defendeu o endurecimento das leis penais. Além disso, mencionou projetos que propõem o fim da progressão de regime para crimes hediondos, como latrocínio e feminicídio, e criticou o veto presidencial à proposta que extinguia as saídas temporárias de presos. Ao concluir, acusou o Governo de adotar uma postura contraditória diante da violência e defendeu medidas mais rígidas contra criminosos como forma de garantir justiça e segurança à população.
Palavras-chave oficiais: Homicídio,Advogado,São Paulo (SP),Esquerda política,Governo federal,Segurança pública,Aumento da pena,Progressão de regime prisional,Saída temporária,Crime hediondo,Lei de Execução Penal (1984)
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O SR. DELEGADO PALUMBO (Bloco/MDB - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, muito obrigado. Infelizmente, mataram um advogado em São Paulo, mataram com crueldade um advogado muito conhecido da Esquerda, o Dr. Luiz Fernando Pacheco. Eu jamais faria qualquer tipo de escárnio, mesmo sendo de direita. Eu lamento a morte do Dr. Pacheco, lamento mesmo. Infelizmente, quando acontece do outro lado, vemos um bando de imbecis fazer escárnio com a morte de um cidadão de bem, independentemente do viés político-ideológico dele. O que me chamou a atenção no velório do Dr. Pacheco é que havia um monte de gente ligada ao Governo um monte! reclamando da segurança pública. Mas essas mesmas pessoas, inclusive o Presidente da República, vetaram, por exemplo, o projeto sobre o fim da "saidinha". Há projetos de lei sobre o fim da progressão de regime, no caso de latrocínio, que foi o que aconteceu com o Dr. Pacheco, e o criminoso ficaria preso por 40 anos. Aliás, esse criminoso de que falei já tinha passagem pela polícia e foi solto. Mas ninguém da Esquerda quer prejudicar criminoso. Não é nem prejudicar, não quer fazer justiça contra criminoso. A Esquerda não vota absolutamente nada, nada contra criminoso. Poderíamos acabar com a progressão de regime, mas não querem. Acabamos com a "saidinha", o Presidente da República vetou, derrubamos aqui. Poderíamos aumentar a pena para diversos crimes, mas eles não querem. Depois vão, com a maior cara de pau, ao velório de um advogado morto em São Paulo dizer que a política de segurança púbica está dando certo. O Governo é vocês! A lei penal é federal! Mandem um projeto de lei para cá para ferrar bandido, para vocês verem se nós não vamos apoiar! É claro que vamos, é lógico que vamos apoiar, mas vocês não querem. Isso tem um nome: hipocrisia. O povo não é idiota, e provo isso para vocês. Na proposta de emenda à Constituição de minha autoria sobre o fim da progressão de regime, só para crimes hediondos, como latrocínio e feminicídio, não há nenhuma assinatura, zero, zero assinatura de Deputados do PT e do PSOL. Por que será, hein? Será que querem agradar o eleitorado? Só pode ser isso. Se alguém mata uma mulher, o feminicida, vocês acham que ele tem que ter progressão de regime. Vocês acham que pedofilia é doença, vocês acham isso normal, não querem castração química de pedófilo. Acham normal uma criança de 12 anos de idade mudar de sexo. Vai entender essa Esquerda! Muito obrigado, Sr. Presidente. Peço que minha fala seja veiculada nos meios de comunicação da Casa. - 16/09/2025Breves Comunicações
O Deputado lamentou o assassinato do Dr. Ruy Ferraz Fontes em São Paulo e criticou a ausência de assinaturas de Deputados do PT e do PSOL em apoio a uma PEC que visa acabar com a progressão de regime para crimes hediondos. Também questionou decisões do Judiciário que liberam criminosos reincidentes, denunciando falhas na proteção de autoridades que combatem o crime organizado. Por fim, defendeu a criação de projeto de lei para garantir escolta a promotores e outros agentes de segurança, afirmando que a responsabilidade pela segurança e pela vida dessas pessoas recai sobre o Congresso, o Judiciário e o Estado.
Palavras-chave oficiais: Proposição legislativa,Crime hediondo,Progressão de regime prisional,extinção,Partido dos Trabalhadores (PT),Partido Socialismo e Liberdade (PSOL),Apoiamento,ausência Poder Judiciário,Criminoso,Reincidência,liberação Proposição legislativa,Promotor de Justiça,Agente de segurança,proteção
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O SR. DELEGADO PALUMBO (Bloco/MDB - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, na última noite, o Dr. Ruy Ferraz Fontes foi assassinado em São Paulo. O sangue dele e de milhares de vítimas também está aqui nesta Casa, quando a gente apresenta projetos, por exemplo, para acabar com a progressão de regime somente em caso de crimes hediondos essa PEC precisa de 171 assinaturas , e não há nenhuma assinatura de Deputados do PT e do PSOL. Isso não é coincidência. Afinal, o líder máximo desta Nação, o líder deles, acha normal roubar para tomar uma cervejinha. A outra, uma socióloga do PT, fala que vê lógica no assalto. Então, o sangue dessas pessoas que estão morrendo no farol, em pontos de ônibus também está aqui nesta Casa, porque eles defendem bandidos. Peço que me expliquem por que eles não assinaram a PEC que acaba com a progressão de regime em caso de crimes hediondos. Pegou 40 anos, em caso de feminicídio, fica preso 40 anos. Por que não vemos assinaturas do PT e do PSOL? Isso não é pauta da Direita ou da Esquerda, isso é pauta da população. Todos esses bandidos que mataram o Dr. Ruy devem ter passagens criminais, e eu não tenho dúvida disso. O sangue também está nas mãos do Judiciário, quando a gente vê um juiz casado com a socióloga que vê lógica no assalto soltar um ladrão que foi preso 86 vezes. Quer dizer, o Estado deu 86 chances para esse ladrão voltar para as ruas. Quando uma juíza, por exemplo, serve cafezinho na audiência de custódia, dá risada para o ladrão, para o assassino, e fala "o que eu faço com você? Me ajuda a te ajudar", ela dá um tapa na cara da sociedade. É uma vergonha, é um esculacho. O povo está morrendo. Eu tenho um projeto de lei para garantir a segurança dessas autoridades que combatem o crime. O Dr. Lincoln Gakiya, promotor, quando se aposentar, ficará sem escolta. O Dr. Ruy, que combateu o PCC durante décadas, morreu sem escolta. Isso é absurdo, isso é desumano! Eu lembro, quando era Vereador, que enfiei o dedo na ferida, na máfia dos transportes. Eu pedi uma CPI, e a minha família foi ameaçada, a minha mulher foi ameaçada, os meus filhos foram ameaçados. Eu pedi escolta. E o Estado, através de um delegado que nunca prendeu nem o dedo na porta da primeira seccional, falou que não era preciso. Até hoje eu me viro com os meus assessores policiais, eu me viro com a minha família, porque o Estado corrobora com isso também, a partir do momento em que deixa uma autoridade que combate o crime organizado a ver navios. Então, o sangue está na mão desta Casa, de juízes, de políticos e do Estado. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 03/09/2025
O Deputado criticou a atuação da Prefeitura de Santo André (SP), que transformou a cidade na “capital nacional da multa” com operações semanais que resultaram em centenas de veículos apreendidos, a maioria pertencente a trabalhadores. Também questionou o uso de grupos de operações especiais armados com fuzis 7.62 para fiscalizar carros, apontando desproporcionalidade na medida. Relatou ainda ter presenciado irregularidades em veículos da própria administração municipal durante uma blitz, o que evidencia falta de exemplo por parte do poder público. Ao concluir, afirmou que seguirá fiscalizando e não se deixaria intimidar.
Palavras-chave oficiais: Prefeitura,Santo André (SP),fiscalização,Automóvel,Multa de trânsito,Fuzil,apreensão
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O SR. DELEGADO PALUMBO (Bloco/MDB - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente. Santo André vai se tornar, ou já se tornou, a capital nacional da multa, através das arrecadações. Há ali blitz toda semana, ferrando o trabalhador, com dezenas, talvez centenas, de carros mandados para o pátio. A maioria dos carros, mais de 90%, é de trabalhadores. Usa-se o grupo de operações especiais, com homens portando fuzis 7.62, para prender carros de trabalhadores. Eles não dão o exemplo. Estive em uma blitz em que a moto da Prefeitura e os guinchos estavam irregulares. Seria como se um policial embriagado quisesse exigir de alguém que fizesse o teste do bafômetro. Deem o exemplo, porque eu vou continuar fiscalizando, e vocês não irão me intimidar. Muito obrigado, Presidente. - 19/08/2025Breves Comunicações
O Deputado criticou a proposta de regulamentar as redes sociais, afirmando que o objetivo real do Governo seria censurar a população e restringir a liberdade de expressão. Disse que crimes continuariam ocorrendo independentemente da regulação e acusou a Esquerda de ser “conivente com criminosos” por defender a audiência de custódia e vetar o fim das saídas temporárias de presos. Defendeu penas mais duras para pedófilos e estupradores, sem progressão de regime, e reiterou que a prioridade deve ser punir criminosos, não limitar o uso das redes sociais.
Palavras-chave oficiais: Rede social digital,regulamentação,Liberdade de expressão,Governo federal Saída temporária,Audiência de custódia,Esquerda política,Segurança pública,Pedofilia,Estupro,Aumento da pena
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O SR. DELEGADO PALUMBO (Bloco/MDB - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, vamos desmontar a narrativa da Esquerda, que fala que temos que regular as redes sociais. É só a gente imaginar aqui que ninguém tem mais rede social. O que vai acontecer? Vai continuar havendo crimes, porque a Esquerda e esse Governo são a favor do crime. Basta ver que o Governo Federal vetou o fim da saidinha, o que nós derrubamos aqui neste Congresso. Eles não querem aumentar pena, eles não querem acabar com a audiência de custódia e ficam com esse blá-blá-blá para regular as redes sociais. Eles estão desesperados porque, no ano que vem, haverá eleição e sabem que políticos estão ganhando as campanhas com isto aqui, o aparelho de celular e as redes sociais. Eu não usei 1 real de fundo na minha campanha para Vereador nem para Deputado. Tive mais de 250 mil votos! Agora, eles não. Vêm com a desculpa esfarrapada de que é para regular, regular, regular. Mentira! Eles querem censurar. Querem tirar o direito do cidadão de bem de se expressar nas redes sociais. De que adianta você censurar, regular se eles veem normalidade em soltar um pedófilo? Se eles acham normal soltar um cara com 86 passagens na polícia criminal. O juiz que o soltou na audiência de custódia, ontem, é casado com uma filósofa, socióloga que vê lógica no assalto. É isso. De que adianta a gente regular as redes sociais, fazendo censura, se todo dia, a cada 24 horas, quatro mulheres perdem a vida? Eles não querem colocar bandido na cadeia. Vamos acabar com a audiência de custódia, essa porcaria, essa excrescência criada pelo Lewandowski, quando ele estava no CNJ. Vamos acabar com essa porcaria. "Não! A audiência de custódia é boa." Boa para quem? Só se for para criminoso, porque lá não se pergunta nada para a vítima, não se pergunta absolutamente nada. É uma desculpa esfarrapada. E agora eles vêm falando "A gente tem que proteger nossas crianças". Então, vamos aumentar a pena para o pedófilo, para o estuprador. Vamos tirar deles o benefício de progressão de regime. Pedófilo e estuprador não vão mais ter progressão de regime. Pegou pena de 30 anos, vai ficar preso 30 anos. Eu duvido que essa Esquerda hipócrita apoie esse projeto. Eles não apoiam. Eles querem censurar, tirar do cidadão de bem o direito de falar. Não vamos aceitar isso. Se colocarem qualquer projeto de lei aqui para ferrar a vida de vagabundo, eu sou o primeiro a assinar, e pode ser da Esquerda, pode ser inclusive do PSOL eu assino. Porém, eles não querem isso. Tudo o que eles queriam é um youtuber vir aqui falar que está havendo pedofilia, para eles virem com essa desculpa esfarrapada para tirar o direito do cidadão de bem de se expressar, e eles deitarem e rolarem. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 13/08/2025Breves Comunicações
O Deputado criticou a decisão do plenário de votar, em regime de urgência, Projeto de Lei nº 1.856, de 2025, que denomina “Viaduto Papa Francisco” o viaduto rodoviário localizado no Km 2,3 da rodovia BR-488, no Município de Aparecida (SP), enquanto propostas de maior impacto social permaneciam paradas. Mencionou projetos que tratavam de segurança pública, como o fim da audiência de custódia, da progressão de regime e de benefícios a presos, que, segundo ele, não avançavam na Casa. Ressaltou que, diante de problemas graves em saúde, educação e segurança, a mudança de nome de obras públicas não poderia ser considerada prioridade. Por fim, defendeu que tais matérias seguissem o trâmite normal e pediu maior fiscalização da sociedade sobre a atuação parlamentar.
Palavras-chave oficiais: Regime de urgência,Projeto de lei ordinária,denominação,Viaduto,Trecho rodoviário,Aparecida (SP),Papa,Homenagem póstuma Pauta (processo legislativo),Segurança pública,Audiência de custódia,Progressão de regime prisional,prioridade,Saúde,Educação
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O SR. DELEGADO PALUMBO (Bloco/MDB - SP. Sem revisão do orador.) - Salve, Maria. Muito obrigado, Sr. Presidente. Boa tarde a todos. Ontem votamos nesta Casa, em regime de urgência, um projeto de lei regime de urgência, isso mesmo para mudar nome de viaduto, de ponte. (Palmas.) São 513 Deputados e 81 Senadores que vêm aqui, com dinheiro público, avião, hotel bom, comida, para decidirmos o futuro da Nação. E o que é votado em regime de urgência? "Vamos mudar o nome da ponte de X para Y." Enquanto isso, um monte de projetos de lei sérios, que poderiam realmente impactar a vida da população, estão parados, e tratam de economia, saúde, segurança pública. Minha senhora, imagine-se, no ponto de ônibus, sendo roubada, às 4 horas da manhã. E a senhora vê o mesmo bandido que a roubou, na comunidade, solto, porque saiu a audiência de custódia. Há projeto de lei aqui para acabar com a audiência de custódia. Vejam se pautam isso em regime de urgência. Não, não pautam: "O importante mesmo é a gente mudar o nome do viaduto". Pelo amor de Deus, as pessoas estão morrendo na fila dos hospitais. Não há saúde, não há educação, não há segurança, e é pautada, em regime de urgência, a mudança do nome do viaduto de X para Y. Tenham santa paciência! O povo não merece isso. Pode até haver o projeto, mas que se faça o seu trâmite normal, sem regime de urgência, que não pode ser carne de vaca. Há proposta de emenda à Constituição para acabar com a progressão de regime, de minha autoria e de outros Deputados, e não anda. Há proposta para acabar com a audiência de custódia, e não anda. Há proposta para acabar com benefícios de presos, e não anda. E aqui se pauta, em regime de urgência, a mudança do nome da ponte. É para acabar mesmo! Povo de Deus, povo do Brasil, fiscalize os seus políticos, principalmente os Deputados e os Senadores. Vejam o que está sendo pautado nesta Casa. Eu tenho certeza de que mudar o nome de ponte não é prioridade neste País. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 12/08/2025Breves Comunicações
O Deputado criticou a atuação do Supremo Tribunal Federal e acusou o Congresso Nacional de omissão diante do que classificou como interferência de um Poder sobre o outro. Defendeu o fim das decisões monocráticas e maior pressão do Legislativo sobre o Judiciário, afirmando que a pauta não é ideológica, mas de justiça. Destacou também problemas enfrentados pela população, como falta de atendimento médico, violência e feminicídios, e criticou a necessidade de mobilização externa, como vídeos virais, para pautar medidas contra a criminalidade. Por fim, declarou ter assinado pedidos de impeachment de Ministros do Supremo Tribunal Federal e afirmou que seguirá defendendo mudanças, cobrando que a população se lembre dos Parlamentares que se omitirem.
Palavras-chave oficiais: Supremo Tribunal Federal (STF),Poder Judiciário,interferência,Princípio da separação dos Poderes,Congresso Nacional,omissão,Decisão monocrática,Ideologia,Pauta (processo legislativo),Vídeo,Youtuber Profissional,Impeachment,Ministro do Supremo Tribunal Federal,Criminalidade
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O SR. DELEGADO PALUMBO (Bloco/MDB - SP. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente. Aprendi em Ribeirão Preto, na Universidade de Ribeirão Preto, que o poder emana do povo. Mentira! Conversa fiada! O poder emana do Supremo Tribunal Federal, por covardia do Congresso Nacional, com Deputados e Senadores omissos, muitos deles covardes, que nem sequer têm coragem de subir nesta tribuna e pronunciar: "Supremo Tribunal Federal". Omitem-se o tempo todo. Enquanto isso, vamos abaixando, abaixando, abaixando, o fundilho aparece, e nós vamos tomando literalmente chineladas nas nádegas. Isto aqui é uma vergonha. Todos os dias nós somos cobrados nas ruas todos os dias! Um Poder não pode mandar no outro. Eu sei que cabe aos Senadores "impeachmar" Ministro do STF. Sabemos disso. A pressão desta Casa também pode surtir efeito. Acabar com as decisões monocráticas também pode surtir efeito. Mas não, nós vamos nos calando cada vez mais, mais, mais. E isso não é pauta de direita e de esquerda, isso é pauta de justiça. No meu Estado, o Estado de São Paulo, eu tenho certeza absoluta de que há agora alguém morrendo por falta de medicação, por falta de médico, por falta de tratamento. E a população que está na periferia não está nem aí para essa guerra de direita e esquerda, direita e esquerda o tempo todo. Mas um Poder não pode mandar no outro. Enquanto isso, a população sofre o tempo todo com assaltos, latrocínios, homicídios, feminicídios. Quatro mulheres morrem por dia neste País. Uma mulher é estuprada a cada 8 minutos. Esta Casa está cheia de projeto para acabar com regalia de criminoso, e é preciso um youtuber fazer um vídeo, ter quase 30 milhões de visualizações, para se pautar alguma coisa a respeito. Está cheia de projeto. Há projeto de minha autoria. Se for projeto da Esquerda contra bandido, eu vou votar a favor. Não importa o lado! A população está sofrendo na rua. Enquanto isso, esta Casa está de joelhos, subjugada por um Poder que não pode ser absoluto, tampouco supremo perante os demais. Por isso, vocês que me cobram na rua, podem cobrar. Eu tive pelo menos a coragem de assinar o pedido de impeachment do Presidente, de Ministro. Eu não vou me omitir. Eu vou honrar todos os votos que tive. Espero que vocês se lembrem disso, principalmente daqueles que se omitiram, no ano que vem. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 28/05/2025Breves Comunicações
O Deputado criticou o Programa Pena Justa do Governo Federal, que prevê aulas de jiu-jítsu para detentos. Considerou a medida inadequada diante dos altos índices de violência contra a mulher, como estupros a cada 8 minutos e feminicídios a cada 6 horas. Argumentou que oferecer técnicas de luta a criminosos amplia os riscos à sociedade, especialmente diante da reincidência de 70% entre os presos. Além disso, questionou por que o benefício não é destinado a crianças e cidadãos de bem, em especial os mais pobres. Relatou casos recentes de violência urbana e defendeu o fim das regalias no sistema prisional. Ao final, afirmou ser impossível apoiar um Governo que favorece criminosos em detrimento da população honesta.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,Plano Nacional para o Enfrentamento do Estado de Coisas Inconstitucional nas Prisões Brasileiras (Pena Justa),Jiu-jítsu,Preso,Violência contra a mulher,Política de segurança pública,Reincidência,Benefício penal,Sistema carcerário,Criminoso
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O SR. DELEGADO PALUMBO (Bloco/MDB - SP. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente. Neste País, a cada 8 minutos, uma mulher é vítima de estupro; a cada 6 horas, uma mulher perde a vida vítima de feminicídio; e o Governo Federal, através do Pena Justa, quer implementar aulas de jiu-jítsu para criminosos. É isso mesmo: jiu-jítsu, a arte suave. Eu fico imaginando o bandido usando isso quando sair da cadeia. A gente tem que lembrar que, de cada dez presos, sete voltam a cometer o mesmo tipo de delito, ou seja, 70% dos presos. E o Governo Federal tem essa ideia esdrúxula de colocar aulas de jiu-jítsu para criminosos, para vagabundos. Eu fico imaginando uma vítima tomando um mata-leão ou uma vítima se atracando com um bandido e tendo o braço quebrado num armlock. Pelo amor de Deus, vocês estão brincando! Por que não colocam aulas de jiu-jítsu inclusive, eu sou fã da arte suave para crianças, para cidadãos de bem, para cidadãos periféricos, para pessoas que não têm recurso? Não! Colocam jiu-jítsu para bandidos! Vocês só podem estar de brincadeira! Este Governo Federal é paspalhão, é fanfarrão! Não há outro adjetivo possível. Pessoas estão morrendo nos semáforos. Uma médica tomou um chute na costela e teve sua aliança arrancada à dentada! Aí vem o Governo Federal e propõe o Pena Justa: "Vamos colocar jiu-jítsu para criminoso". Só pode estar de brincadeira! Há muitas pessoas de bem que não têm dinheiro para absolutamente nada. Poderiam colocar aulas de jiu-jítsu para os filhos dessas pessoas. Em vez disso, vão treinar esses marmanjos mais para a frente, se voltarem a cometer crimes, eles vão saber se defender. Nem a polícia treina assim! Eu trabalhei um tempão em grupos de operações especiais. A gente tinha treinamento quando um professor dava aulas de graça. A gente treinava submission porque professores davam aulas de graça. O Governo Federal, agora, quer fazer essa lambança, que é ensinar bandido a lutar. Só pode estar de brincadeira! Governo fanfarrão! Não tem como apoiar este Governo. É impossível apoiar este Governo. Pessoas estão morrendo nas ruas. Em vez de aumentarem pena, acabarem com benefício de preso, acabarem com regalias, vão ensinar vagabundos a lutarem jiu-jítsu. Enquanto vocês não entenderem que, para bandido, é jaula ou vala, pessoas de bem, inclusive pais de família, vão continuar perdendo a vida neste País. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 07/05/2025Breves Comunicações
O Deputado criticou a condução dos trabalhos legislativos na Câmara, ao denunciar a rápida aprovação de projetos sem respaldo popular, como o que prevê aumento no número de Deputados, com custo superior a R$ 50 milhões. Afirmou que propostas de interesse direto da população, como o fim da progressão de regime, o endurecimento das penas e a proibição da apreensão de veículos de trabalhadores que não consegue pagar o licenciamento, seguem paradas. Também condenou o uso de policiais civis do Grupo de Operações Especiais para apoiar blitz do Detran em São Paulo, classificando a prática como um desvio de função vergonhoso que beneficia financeiramente o Estado à custa da população.
Palavras-chave oficiais: Câmara dos Deputados,Proposição legislativa,População,interesse,tramitação São Paulo (Estado),Policial civil,Departamento de Trânsito (Detran),Fiscalização de trânsito,Desvio de função Projeto de lei ordinária,Progressão de regime prisional,Condenado,cumprimento,Pena Projeto de lei ordinária,Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV),Débito,Remoção de veículo Projeto de lei complementar,Ente federado,Censo demográfico,Deputado federal,Representação política
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O SR. DELEGADO PALUMBO (Bloco/MDB - SP. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente. Subo a esta tribuna para pedir aos que estão exercendo a Presidência desta Casa que pautem projetos de interesse da população. Ontem à noite, o que aconteceu neste plenário foi vergonhoso e triste. A população brasileira não quer mais Deputados de jeito nenhum. Serão gastos mais de 50 milhões de reais com essa medida. A população não deseja isso. E a velocidade com que foi aprovado o projeto de lei que trata sobre esse assunto, tanto no requerimento de regime de urgência quanto no mérito, foi absurda. Enquanto isso, projetos de interesse da população estão parados, como projetos para acabar com a progressão de regime, para aumentar penas, para tornar a vida de bandido mais difícil, para impedir apreensões, em blitz de trânsito, de veículo de trabalhador que não consegue pagar o licenciamento. O Senador Cleitinho tem um projeto de lei sobre isso no Senado, eu tenho um aqui, mas não andam de jeito nenhum. Nós estamos aqui para atender aos anseios da população, e não para servir político ou partido político. Isso é uma vergonha! A gente apanha na rua todos os dias por causa de atitudes como essa. Onde estão os projetos de lei de interesse da população? Eles não são pautados aqui. Isso é um absurdo! A gente vê blitz atrás de blitz para apreender carro de trabalhador. Lá em São Paulo, no ABC, o Grupo de Operações Especiais, do qual eu fiz parte durante 7 anos, portava fuzil, enfrentava o crime, enfrentava o novo cangaço, debaixo de bala de fuzil, mas hoje o Grupo de Operações Especiais e não sei se a pedido da Prefeitura ou do Governo do Estado de São Paulo vai dar apoio ao Detran, na apreensão de carro de trabalhador! Olhem que vergonha! Esses policiais investigadores que estão lá devem estar extremamente envergonhados. A culpa não é deles, mas de quem está lá em cima, delegados ou secretários que autorizam o Grupo de Operações Especiais a ficar parado com fuzil 762 fazendo segurança para o Detran. Depois, vêm com uma desculpa esfarrapada: "Sabe por que eles estão lá, delegado? Porque, às vezes, aparece um procurado ou carro roubado". Polícia Civil foi feita para investigar. O Grupo de Operações Especiais, depois da investigação, vai dar o bote em bandido. Ele não serve para ficar dando apoio ao Detran. Mas é claro que há uma explicação: se você apreende 30 motos e 10 carros, isso vai dar lucro para o Estado; se você prende um vagabundo, isso vai dar prejuízo para o Estado. Polícia Civil não foi feita para isso! Essa situação é vergonhosa! Eu tenho vergonha de ver o Grupo de Operações Especiais se prestando a um papel ridículo desse para apreender carro de trabalhador lá em São Caetano, em Santo André, no ABC. Isso é vergonhoso! Vocês deveriam ter vergonha na cara. E não falo de tira, não, nem de agente; falo de delegado que fica se abaixando toda hora. Só falta tomar chinelada nas nádegas. Tenham vergonha na cara! Muito obrigado, Sr. Presidente. - 06/05/2025Breves Comunicações
O Deputado criticou o reajuste salarial concedido aos policiais civis, militares e técnico-científicos pelo Governo do Estado de São Paulo, classificando-o como insuficiente frente à inflação acumulada. Afirmou que, apesar de ser de Direita, manteve sua postura crítica, como já fazia em mandatos anteriores, e reforçou seu compromisso com as forças de segurança. Denunciou más condições de trabalho, como viaturas sucateadas, delegacias deterioradas e revezamento de coletes balísticos entre policiais. Também relatou ter alertado o Governador sobre casos de corrupção dentro da Polícia Civil. Afirmou que sua atuação é pautada pela gratidão aos profissionais da segurança, sem interesses em cargos ou benefícios políticos.
Palavras-chave oficiais: Reajuste salarial,Polícia,São Paulo (Estado),Profissional da segurança pública,Atuação parlamentar,Segurança pública
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O SR. DELEGADO PALUMBO (Bloco/MDB - SP. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado. Sr. Presidente, subo a esta tribuna, para representar os milhares de policiais civis, militares, técnico-científicos que receberam um aumento vergonhoso do Governo do Estado de São Paulo. Eu sou de direita, sim, mas, desde a época que era Vereador, já cobrava o então Governador João Dória. A minha conduta não pode mudar agora, porque o Governador é de direita. Sempre faço questão de repetir que nunca entrei em delegacia, batalhão da Polícia Militar para pedir voto e vou continuar assim. Repito: se não fosse o delegado antes do Palumbo, eu jamais seria eleito. Então, eu tenho gratidão pelas forças de segurança. As polícias estão sofrendo. Cinco por cento não cobrem nem a inflação de 2023 e 2024, que bate quase 10%, ou seja, é uma vergonha. Durante mais de duas décadas, as polícias sofreram nas mãos de um mesmo partido que prometia, prometia, prometia. Governador do Estado de São Paulo, nós apoiamos o senhor maciçamente. Eu pedi voto para o senhor, embora eu não tenha me escorado na sua figura do senhor, tampouco na figura do Jair Bolsonaro. Eu sou de direita e, agora, sinto-me na obrigação de lutar por aqueles que mais sofrem: o soldado, o cabo, o sargento, o investigador, o agente, os policiais científicos. A Polícia Civil está caída, falida, mal paga. As delegacias estão caindo aos pedaços. As viaturas são velhas, Parati e Blazer. Isso não dá. Como ela vai ofertar um trabalho de segurança de excelência desse jeito? Policiais militares da região de Campinas estão revezando colete balístico. Isso é absurdo! Para quem trabalha na rua eu trabalhei na rua mais de 18 anos, tenho mais de 20 anos de polícia trabalhando em grupos de operações especiais , o colete é como se fosse uma camisa, depois de 12 horas, fica fedendo a jaula. Não dá para revezar um colete, Governador. Eu tinha avisado o senhor na pré-campanha: "Eu conheço todas as ratazanas da minha instituição. Se um dia o senhor quiser conversar, estou à vontade". Eu não tenho nenhum cargo no Governo do Estado de São Paulo, não quero ter, não faço ingerência política, mas falei isso para o senhor. Infelizmente, o senhor não quis conversar. Hoje, a gente está vendo escândalo atrás de escândalo de corrupção dessas mesmas ratazanas, sobre as quais eu queria alertar o senhor. Isso é lamentável. Meus colegas policiais civis, militares, técnico-científicos, penais e GCM, saibam de uma coisa: o meu caminho é reto, eu não mudo a minha conduta. Independentemente de ser de direita, eu sempre vou lutar por vocês, embora não peça voto. Isso se chama gratidão. E quem não tem gratidão não tem caráter. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 23/04/2025Breves Comunicações
O Deputado fez um apelo direto ao Governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, criticando a situação dos pátios credenciados do Detran e do DER, onde os cidadãos são maltratados, enfrentam cobranças abusivas e demoras injustificadas para a liberação de veículos. Denunciou o caráter arrecadatório de blitze nas marginais, que resultam na apreensão de veículos de trabalhadores por inadimplência no IPVA, e defendeu um projeto de lei que proíbe esse tipo de apreensão. Também criticou a utilização da polícia para fiscalizações em vez do combate ao crime, e denunciou o sucateamento da Polícia Civil, o baixo salário dos policiais e a retirada do adicional de insalubridade, afirmando que continuará lutando em defesa das forças de segurança.
Palavras-chave oficiais: Governador,São Paulo (Estado),tratamento,Cidadão,Departamento de Trânsito (Detran),Departamento de Estradas de Rodagem (DER),apreensão,Veículo,Cobrança,liberação,Fiscalização de trânsito,Via marginal,Projeto de lei ordinária,proibição,Débito,Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA),Polícia militar,combate,Crime,sucateamento,Polícia civil,Órgão de segurança pública
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O SR. DELEGADO PALUMBO (Bloco/MDB - SP. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente. Venho a esta tribuna fazer um apelo ao Governador do Estado de São Paulo, Tarcísio de Freitas. Governador, eu não fico em gabinete. Eu pego a minha Kombi e saio fiscalizando principalmente unidades básicas de saúde e hospitais e também pátios credenciados do Detran e do DER. Tenho visto e delatado absurdos, que encaminho para V.Exa. e para o Ministério Público. Nesses pátios, a população é literalmente esculachada, maltratada! Eles não sabem quanto têm que pagar. Na maioria das vezes, depois que o cidadão paga todas as taxas, o Detran ainda demora de 2 a 3 dias para liberar o veículo, de que a pessoa precisa para trabalhar. A pessoa tem que pagar todos esses dias por uma demora que é culpa do Detran. Além disso, o Detran não abre nos finais de semana nem nos feriados, e o cidadão fica pagando. Isso é um desrespeito pela população. E isso sem falar nas blitze que acontecem nas marginais, principalmente na do Rio Pinheiros, que têm intuito unicamente arrecadatório. Querem ver se o licenciamento foi pago, se o IPVA foi pago, e se não foi levam o carro desse trabalhador para o pátio. Aí tem canseira... É lógico que alguém está ganhando o seu, e não de forma correta. Não é possível maltratar tanto o cidadão pagador de impostos! Apresentei um projeto de lei para impedir essas apreensões em caso de falta de pagamento de IPVA. Isso é absurdo! Se o veículo não oferece nenhum risco ao trânsito, ao tráfego viário, por que apreender o carro do trabalhador, Governador? Siga o exemplo de outros Estados, que estão proibindo a polícia de fazer isso. O maior problema do Estado de São Paulo hoje é na segurança pública, e ficamos vendo muito policial aplicando multa. A culpa não é de soldado, cabo ou sargento, a culpa é do comando, que fica mandando fazer essas blitze. Pessoas estão perdendo a aliança, o celular, a vida, e a polícia, sentando a caneta! Polícia não foi feita para arrecadar, polícia foi feita para combater o crime. Faço um último apelo, Governador. A Polícia Civil continua sucateada, falida e mal paga, basta o senhor ver as viaturas da Polícia Civil de São Paulo. É Blazer velha, Paraty velha, caindo aos pedaços. E agora essa decisão de acabar com o adicional de insalubridade para os policiais, que já ganham uma merreca, que não estão satisfeitos. E não é só o policial civil, não. Soldado, cabo e sargento também não estão satisfeitos. Ganham uma merreca! Não mexa no pouco que eles ganham, Governador! Isso é absurdo. Isso é inaceitável. Nós não podemos admitir. Eu só fui eleito porque tenho o nome "Delegado" antes de "Palumbo". Sou muito grato à minha instituição. Sem ela eu jamais seria eleito. Então, vou sempre lutar pelas forças policiais. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 01/04/2025Breves Comunicações
O Deputado defendeu Proposta de Emenda à Constituição (PEC) apresentada a pedido de Ana Carolina Oliveira, mãe de Isabella Nardoni, que visa alterar o art. 5º, inciso XLIII, da Constituição Federal para impedir a progressão de regime e garantir o cumprimento integral da pena em casos de crimes hediondos, tortura e terrorismo. Criticou o sistema penal brasileiro, destacando a soltura de Alexandre Nardoni após 16 anos de prisão, embora condenado a 32 anos pelo assassinato da filha. Mencionou também o caso de Suzane von Richthofen, já em liberdade, como outro exemplo de impunidade. Acusou partidos como o Partido dos Trabalhadores (PT) e o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) de se recusarem a assinar a PEC, alegando que esses partidos, apesar de se dizerem defensores das mulheres, estariam na prática protegendo criminosos. Classificou a proposta como uma pauta da sociedade e não de espectros ideológicos, e apelou por apoio parlamentar para alcançar as 171 assinaturas necessárias para tramitação da proposição.
Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,Progressão de regime prisional,Crime hediondo,Direito penal,Esquerda política,Mulher,Crime contra a mulher,Apoiamento,tramitação,Pauta (processo legislativo),Homicídio,Segurança pública
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O SR. DELEGADO PALUMBO (Bloco/MDB - SP. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Presidente Cabo Gilberto Silva. Subo a esta tribuna para fazer um apelo. Eu protocolei a PEC chamada Isabella Nardoni, a pedido da mãe, Ana Carolina Oliveira, minha amiga e hoje Vereadora na cidade de São Paulo. Sobre o que versa esta PEC? Em caso de crimes hediondos, crimes mais graves, terrorismo e tortura, o bandido vai cumprir a pena integralmente. Nós estamos tentando mudar o art. 5º, inciso XLIII, da Constituição Federal. Não é possível que um criminoso como Alexandre Nardoni, que jogou a própria filha pela janela, pegue 32 anos, mas, depois de míseros 16 anos, saia pela porta da frente para passar o réveillon no Guarujá, junto com Anna Carolina Jatobá. Isso não é justo! Todos os dias a mãe de Isabella Nardoni chora, e ela não tem direito nenhum. O máximo que ela pode fazer é ir até o cemitério levar flores para Isabella Nardoni. Enquanto isso, esses criminosos não só eles, outros também, como Suzane von Richthofen, que matou os pais a pauladas já estão soltos. O povo brasileiro não aguenta mais isso! Nós precisamos de 171 assinaturas. Quem vocês acham, povo brasileiro, que não estão assinando a PEC? PT e PSOL. Quando Ana Carolina faz um discurso na Câmara de Vereadores, os petistas e os "psolentos" ficam lá na frente chorando e vão abraçá-la. Peça a eles que falem com os Deputados daqui para que assinem a PEC. Ou V.Exas. estão defendendo um assassino que joga o filho pela janela?! Estão defendendo estupradores?! V.Exas. dizem que defendem as mulheres, mas a cada 6 horas uma mulher é vítima de feminicídio neste País. Por que V.Exas. não querem assinar a PEC? Porque V.Exas. defendem bandido, porque são hipócritas, porque estão sempre do lado errado! Eu quero ver V.Exas. assinarem a PEC. Assinem esta PEC! Não é uma pauta da Direita, não é uma pauta da Esquerda: é uma pauta do povo brasileiro, que não aguenta mais ver seus filhos morrerem vítimas de latrocínio. Esta PEC trata apenas de crimes pesados, de crimes mais graves, de crimes hediondos e equiparados. Mas V.Exas. não assinam a PEC Isabella Nardoni. Não se trata de uma pauta de direita nem de esquerda. É uma pauta do povo brasileiro, que não aguenta mais ver seus filhos morrerem. Para V.Exas. que veem lógica num assalto, que dizem que é só para tomar uma cervejinha, vão conversar com a Ana Carolina Oliveira, mãe da Isabella Nardoni. Muito obrigado. - 27/11/2024Breves Comunicações
O Deputado criticou os abusos de autoridade cometidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e pela Polícia Federal, que violam a garantia da imunidade parlamentar prevista na Constituição Federal de 1988. Ademais, questionou a omissão do Presidente da Câmara dos Deputados diante dos abusos cometidos contra Parlamentares e a negligência dos Senadores em iniciar o processo de impeachment contra Ministro do STF. Por fim, afirmou que o povo está cobrando uma reação dos Parlamentares e que a perseguição atual aos Deputados de Direita pode se voltar contra a Esquerda em outro momento.
Palavras-chave oficiais: Supremo Tribunal Federal (STF),Polícia federal,Abuso de autoridade,Imunidade parlamentar,Presidente da Câmara dos Deputados,Prerrogativa constitucional,Poder Legislativo,Senador,Impeachment,Ministro do Supremo Tribunal Federal,Perseguição política,Deputado federal,Direita política,Esquerda política
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O SR. DELEGADO PALUMBO (Bloco/MDB - SP. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente. Eu subo a esta tribuna para alertá-los sobre os abusos de autoridade cometidos pelo Supremo Tribunal Federal e pela Polícia Federal. O art. 53 da Constituição Federal é muito claro. Até uma criança de 11 ou 12 anos saberia interpretá-lo. Ele é tão claro quanto a luz solar. Não cabe aplicação de jurisprudência nenhuma. "Os Deputados e Senadores são invioláveis, civil e penalmente, por quaisquer de suas opiniões, palavras e votos." Quando nós temos um delegado da Polícia Federal... E eu sou delegado também, viu? Fico com vergonha desse tipo de atitude, até mais do que isso. Ele está cometendo crime de abuso de autoridade. Aqui, onde eu estou, em plenário, as palavras que eu disser não podem ensejar punição, porque isso está expresso na Constituição Federal. O que eles estão fazendo é rasgar a Constituição Federal. E não importa se o Deputado é de direita, de centro, de nada. As palavras ditas aqui por um Deputado devem ser respeitadas. Por isso, eu clamo ao Presidente desta Casa que não seja omisso. Está ficando feio para nós. Nós saímos à rua e somos cobrados pelo povo. E o povo tem que cobrar mesmo. Eu tenho vergonha na cara. Todas as vezes que o povo me cobra, eu digo: "Olha, eu estou lutando, estou tentando, mas não depende de mim, depende do Presidente da Casa. Se ele não pautar o projeto, eu não posso fazer nada". Impeachment de Ministro depende dos Senadores. Eu não sei como a maioria desses Senadores consegue ir ao aeroporto, andar pelas ruas. Eu sinceramente não sei. Acho que está faltando óleo de peroba. Daqui a pouco, isso vai abrir precedente. Aliás, já abriu. Hoje, estão fazendo com os Deputados de direita. Amanhã, farão com os de esquerda. E aí? Nós vamos ficar quietos, de cócoras, tomando chinelada nas nádegas, dadas por outro Poder, que não pode ser absoluto? Muito obrigado, Sr. Presidente. - 26/11/2024Breves Comunicações
O Deputado destacou a presença e a reeleição de Cabo Angelo como Vereador em Diadema (SP), elogiando sua longa atuação em favor da segurança pública e seu compromisso com a população local.
Palavras-chave oficiais: Vereador,Diadema (SP),Candidato reeleito,Resultado eleitoral,Segurança pública,Saudação
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O SR. DELEGADO PALUMBO (Bloco/MDB - SP. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Presidente. Quero apresentar o Cabo Angelo, reeleito em Diadema, que foi muito bem votado. São décadas a favor da segurança pública do Estado de São Paulo, onde ele faz um brilhante trabalho em prol da população de Diadema. Seja bem-vindo, Cabo Angelo! Muito obrigado.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.