
Nome civil: Carlos Alberto da Cunha · 49 anos
Bananômetro
73/100
Trabalha bem, com espaço para melhorar.
Nota maior que a de 37% dos deputados · média do partido: 74
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 87%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 69%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 58%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 52%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 67%das 604 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 93%das 503 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
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- dep.delegadodacunha@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5831
- Gabinete
- Gabinete 831, Anexo IV, 8º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
87%
Esteve em 341 de 391 sessões
Votou nas votações
69%
Registrou voto em 782 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 22 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
67%
Em 604 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
28 discursos na tribuna · de 21/03/2023 a 06/05/2026.
- 04/11/2024
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência ao Projeto de Lei nº 3.932 de 2024, que institui a Política Nacional de Conscientização e Combate ao Vício Tecnológico em crianças e adolescentes e altera a Lei nº 14.790, de 29 de dezembro de 2023, a fim de prever medidas adicionais de combate à participação de menores de 18 (dezoito) anos na condição de apostador em apostas de quota fixa.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Bloco parlamentar,União Brasil,Partido Progressista (PP) (2003),Voto favorável
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O SR. DELEGADO DA CUNHA (Bloco/PP - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Presidente, o bloco orienta "sim", mas, seguindo as palavras do Deputado Marcel, é fundamental nós estartarmos neste momento um processo de reversão da doença que vai virar a ludopatia e as questões tecnológicas entre os jovens. Esse passo é fundamental agora, porque depois perderemos o controle. Então, parabéns ao Deputado Marcel van Hattem pelas palavras! O bloco orienta "sim". - 08/10/2024Breves Comunicações
O Deputado lamentou um recente caso de latrocínio envolvendo um delegado de polícia em São Paulo. Ele foi assassinado após uma tentativa de assalto por um criminoso com histórico de crimes, que estava em regime aberto devido a falhas na comunicação de novos delitos às autoridades competentes. Também criticou a Lei de Execução Penal, que considera muito permissiva, e destacou a importância do cumprimento rigoroso dessa legislação. Por fim, anunciou a apresentação de um projeto de lei que visa permitir maior fiscalização de presos em regimes abertos ou semiabertos, reforçando a necessidade de regressão ao regime fechado para reincidentes.
Palavras-chave oficiais: Segurança pública,Lei de Execução Penal (1984),Latrocínio,Progressão de regime prisional,Delegado de polícia,São Paulo (SP),Projeto de lei ordinária,Compartilhamento de dados,Monitoração eletrônica,Condenado,fiscalização
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O SR. DELEGADO DA CUNHA (Bloco/PP - SP. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados, todos os brasileiros que, de alguma forma, acompanham esta sessão plenária na Câmara dos Deputados, o assunto é segurança pública, um assunto triste. Há três semanas aproximadamente, um delegado de polícia, junto com a sua esposa também delegada, saindo de casa e indo à padaria, foi abordado por um motoqueiro, um criminoso, que tentou efetivar um assalto, e surgiu um latrocínio. O delegado reagiu, baleou o criminoso, também foi baleado, e ambos faleceram. Aí vem a grande questão: a falha na Lei de Execução Penal. Esse criminoso que foi a óbito tinha passagens por roubo, por porte ilegal de armas, por receptação, diversas passagens, e ele deveria ter regredido de regime, mas estava nas ruas, no regime aberto. Entretanto, pela Lei de Execução Penal, a Lei nº 7.210, de 1984 a nossa é a mais benéfica do mundo, é uma mãe , ele ganhou o direito de cumprir pena no regime aberto. Por que ele ganhou esse direito, Srs. Deputados? Porque não houve a comunicação de que ele tinha caído em novo crime: porte ilegal de armas. Diante disso, nós já protocolamos um projeto de lei, de fundamental importância para a segurança pública do Brasil, construído juntamente com o Secretário Derrite, com o Major Vilardi e com outros Secretários de Segurança, que possibilita a fiscalização desses presos que estão no regime aberto, no semiaberto, e estão nas ruas praticando crimes. Através desse projeto de lei, outros órgãos de segurança pública, a Polícia Civil, a Polícia Militar, a Guarda Municipal, a própria Polícia Penal vão poder comunicar à Vara de Execução. Para quê, minha gente? Para que um criminoso que está num livramento condicional e pratica outro flagrante tenha que regredir para o regime fechado. O criminoso que está no semiaberto e pratica crime tem que regredir. E isso não aconteceu: um criminoso que deveria estar cumprindo pena no regime fechado estava na rua, foi praticar um roubo e matou um delegado de polícia de mais de 30 anos de carreira, que estava com sua esposa delegada. Minhas condolências a toda a família Guimarães Soares! O nosso projeto de lei já está protocolado. A sugestão, em nome da Polícia Civil de São Paulo, é que essa lei aprovada receba o nome de Lei Mauro Guimarães Soares, um delegado valente, com mais de 30 anos, vítima de um latrocínio na esquina de casa. Não podemos mais deixar de cumprir a Lei de Execução Penal. O Secretário Derrite aprovou o fim da "saidinha", mas está cheio de gente do regime semiaberto, à meia-noite, no boteco, no meio da cracolândia. O que acontece? Toda hora nós estamos discutindo uma série de reformas para o sistema penal. A Lei de Execução Penal tem que ser fielmente cumprida. Nós protocolamos um projeto de lei, é muito triste falar, mas é para dar força para o cumprimento da Lei de Execução Penal. Sr. Presidente, solicito que a nossa fala seja veiculada nos meios de comunicação desta Casa. Muito obrigado. - 12/03/2024
O Deputado orientou a bancada na votação do Requerimento de urgência ao Projeto de lei nº 545, de 2024, que altera a Lei nº 14.002, de 22 de maio de 2020, e a Lei nº 11.771, de 17 de setembro de 2008, para atualizar e aprimorar o regime jurídico a que se submete a Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo - Embratur.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Bloco parlamentar,União,Partido Progressista (PP) (2003),Partido Democrático Trabalhista (PDT),Voto favorável
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O SR. DELEGADO DA CUNHA (Bloco/PP - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, pela desburocratização, pela ampliação do turismo, pela facilitação e pelo crescimento da EMBRATUR, o bloco orienta "sim". - 27/02/2024
O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para apreciação do Projeto de Lei nº 234, de 2024, que visa garantir a impenhorabilidade dos bens de pessoas com deficiência.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Bloco parlamentar,União Brasil,Partido Progressista (PP) (2003),Voto favorável
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O SR. DELEGADO DA CUNHA (Bloco/PP - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sra. Presidente, este é um projeto de lei de fundamental importância. O princípio da igualdade é o de tratar de forma desigual os desiguais, à medida que se desigualam. Assim, para os deficientes, que com certeza têm uma série de prejuízos, salários menores, dificuldades e custos, com esse benefício, de alguma forma vai ser compensada e diminuída essa desigualdade. O bloco orienta "sim", Sra. Presidente. - 06/02/2024
O Deputado orientou a bancada na votação da Subemenda Substitutiva Global apresentada ao Projeto de Lei nº 402, de 2011, que proíbe a utilização de cerol ou produto industrializado nacional ou importado semelhante que possa ser aplicado nos fios ou linhas utilizados para manusear os brinquedos conhecidos como "pipas ou papagaios".
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Subemenda substitutiva global,Projeto de lei ordinária,Bloco parlamentar,União,Partido Progressista (PP) (2003),Voto favorável
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O SR. DELEGADO DA CUNHA (Bloco/PP - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, pelo Bloco do UNIÃO, PP e como delegado de polícia, primeiramente parabenizo o Deputado Coronel Telhada por relatar essa excelente iniciativa. Registro que, na semana passada, eu estava em uma comunidade acompanhando uma operação policial. Ao tentar tirar a lata de linha com cerol de um menor de 14 anos que tinha machucado uma mulher, esse menor virou para mim e falou que não existia legislação e que ele não era obrigado a entregar a lata. A orientação do bloco é "sim". Parabéns, Deputado Coronel Telhada. - 16/08/2023Breves Comunicações
Baixos recursos orçamentários destinados à segurança pública no País. Defesa de tratamento do setor como causa suprapartidária. Escalada dos crimes patrimoniais no Brasil. Necessidade de agravamento da pena para o crime de receptação.
Palavras-chave oficiais: Política de segurança pública,Receptação,Crime,Aumento da pena Ministério da Justiça e Segurança Pública,autonomia
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O SR. DELEGADO DA CUNHA (Bloco/PP - SP. Sem revisão do orador.) - Boa tarde, Sra. Presidente. Boa tarde, nobres colegas Parlamentares. Venho a esta tribuna falar para São Paulo e para todo o Brasil, mais uma vez, sobre a minha pauta principal: a segurança pública. A segurança pública é uma das três maiores demandas da população brasileira, juntamente com saúde e educação, mas, infelizmente, é sempre tratada em segundo plano, com baixo orçamento, com dificuldade para obtenção de equipamentos. E, nesta Casa, a segurança pública acaba virando pauta de discussões ideológicas da Esquerda e da Direita. A Esquerda quer que todos sejam soltos; a Direita quer pena de morte para todos. Eu queria alertar o Brasil e todos os Deputados de que chegou a hora de tratar a segurança pública como causa suprapartidária. Quando um ladrão, um criminoso, um assaltante aponta a arma para o rosto de um jovem para roubar o celular, para roubar a corrente, correndo o risco de dar um tiro no rosto desse jovem, ele não pergunta se aquele jovem é filho de alguém da Esquerda ou da Direita. E o crime de roubo é o que mais assombra a população brasileira. Quando uma pessoa tem uma arma apontada para o rosto para perder um bem, ela está com a vida em risco. E nós não conseguimos combater os crimes patrimoniais. Hoje, neste momento, milhares de celulares estão sendo furtados, e carros, roubados. Ontem, um carro forte foi roubado em São Paulo. Os furtos e os roubos, que são crimes patrimoniais, não diminuem, e eu vou dizer por quê, Sr. Presidente. Os furtos e os roubos não diminuem porque o crime de receptação atenção, Brasil! é a rainha dos crimes patrimoniais. Enquanto houver alguém para comprar celular roubado, alguém para comprar peça de carro roubada ou furtada, alguém para comprar um caminhão de celulares novos roubados, vai haver furto e vai haver roubo, e serão feitos boletins, boletins e boletins de ocorrência. Então, o que este País não enxerga e é pelo que eu venho aqui clamar é a necessidade de endurecimento da pena para o crime de receptação. O crime de receptação deveria ter uma pena idêntica à dos crimes de extorsão e de roubo. O maior vilão do crime patrimonial, acima do roubador e do furtador, é aquele que compra o objeto do crime para vender. Eu venho aqui lutar pela segurança pública do Brasil. Então, eu afirmo mais uma vez a nossa pauta, Brasil: precisamos de um Ministério da Segurança Pública autônomo e precisamos aumentar a pena para o crime de receptação. Muito obrigado, Presidente. - 31/05/2023Breves Comunicações
Criação da Frente Parlamentar em Defesa das Guardas Municipais. Empenho no reconhecimento constitucional da corporação.
Palavras-chave oficiais: Guarda municipal,Defesa,Frente parlamentar
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O SR. DELEGADO DA CUNHA (Bloco/PP - SP. Sem revisão do orador.) - Sra. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, demais membros, assessores, cidadãos brasileiros que acompanham atentamente o Plenário da Câmara dos Deputados pelos mais diversos veículos de comunicação, fui eleito pela pauta da segurança pública. Delegado de Polícia de carreira do Estado de São Paulo por mais de 20 anos, combati o PCC e por diversas vezes expressei críticas às políticas de segurança pública do nosso País. Hoje, venho aqui falar da Frente Parlamentar em Defesa das Guardas Municipais, uma frente parlamentar para a defesa, modernização e valorização das Guardas Municipais. A segurança pública no nosso País é extremamente deficitária, porque, quando nós vemos a eleição em nosso País, observamos que foi eleito um número muito grande de profissionais da segurança. E o povo clama por saúde, o povo clama por educação e o povo clama por segurança. Nós temos o Ministério da Justiça e Segurança Pública, que não é autônomo, temos o Ministério da Saúde e o Ministério da Educação, e onde entram as nossas GCMs, as nossas polícias municipais? Até hoje, as nossas polícias municipais não foram reconhecidas no art. 144 da Constituição, que trata da segurança pública, como órgãos policiais. Muitas vezes, muitos juízes anulam prisões perfeitas anulam! O Superior Tribunal de Justiça já fez isso, acontece na primeira instância. O policial municipal, o guarda, vai lá, bota a cara dele para tomar um tiro, defende o próximo, vai a uma biqueira de droga, efetua a prisão perfeita, mas não tem o respaldo constitucional. Como é engraçado o nosso País! Mais de 100 mil homens são reconhecidos pelo seu trabalho, nos mais diversos Municípios. Trabalham principalmente em pilares como o da violência doméstica. Ninguém é melhor do que a GCM, na Lei Maria da Penha, trabalhando em questões ambientais e vinculadas às escolas municipais. Hoje surge a frente parlamentar, cujo objetivo é o reconhecimento. Inicia-se uma luta para que os guardas municipais sejam reconhecidos, definitivamente, na Constituição. Presidente, há um detalhe mais importante: não existe no nosso País previsão orçamentária para que o Prefeito que quer fazer segurança pública possa estruturar seu Município. Qual é a divergência? É uma mentira! A Constituição não reconhece as guardas; nós fingimos que eles não existem; são mais de 100 mil homens protegendo o Brasil; e os Prefeitos que querem fazer, não têm onde buscar recursos. Está na hora de deixar a vaidade entre as instituições policiais e fazer com que a GCM seja reconhecida na Constituição. Esse é o meu pedido. Sra. Presidente, peço que autorize a divulgação da minha fala no programa A Voz do Brasil e nos meios de comunicação desta Casa. Obrigado. Boa tarde! - 21/03/2023
Relato da atuação do orador na condição de Delegado da Polícia Civil de São Paulo. Inexistência de política de segurança pública destinada às populações de baixa renda. Papel do esporte como instrumento de inclusão social. Compromisso de atuação parlamentar em defesa da segurança pública e dos excluídos.
Palavras-chave oficiais: Segurança pública,População de baixa renda,São Paulo (Estado),Roubo,Violência,Periferia urbana,Deputado federal,Delegado de polícia,Atuação parlamentar,Direito penal,Impunidade,Esporte,Política social
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O SR. DELEGADO DA CUNHA (PP - SP. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Srs. Deputados e Sras. Deputadas, meu nome é Carlos Alberto da Cunha. Sou brasileiro, negro, fruto de um projeto social na área de esporte. Fui delegado de polícia por 20 anos e há mais de 20 anos combato a facção criminosa que domina os presídios de São Paulo, o PCC, com a vida totalmente voltada para a carreira pública e para a defesa do próximo. Eu fui candidato a Deputado Federal depois de sofrer uma dura e árdua perseguição por parte de autoridades públicas do meu Estado somente porque fazia meu trabalho, oferecendo segurança pública para o povo carente das periferias da cidade de São Paulo e do restante do Estado de São Paulo. Nessa linha de trabalho, venho aqui, na condição de Deputado, falar de segurança pública, que é a minha principal bandeira. Não existe no Brasil, hoje, uma segurança pública que atenda as pessoas de baixa renda, a doméstica, o porteiro. As pessoas que podem contratar segurança privada a contratam. Hoje, os pobres em São Paulo são roubados em pontos de ônibus. As mães, quando saem da favela para trabalhar, têm medo que seus filhos sejam pegos pelo tráfico de drogas. Venho aqui falar qual é o objetivo do meu mandato: lutar por um direito penal efetivo, pelo fim da impunidade, para que o criminoso vá para cadeia e cumpra a pena. Como falei, venho de um projeto social esportivo e, se não fosse o esporte, provavelmente não estaria aqui. Acredito que o esporte é o caminho para as crianças e as pessoas de baixa renda se afastarem do caminho errado. E eu gostaria que todos os negros e pobres do Brasil pudessem sonhar, não com um curso técnico ou com um segundo ou terceiro emprego esses sonhos também são dignos , mas em serem médicos, Deputados. Então, hoje eu inauguro a minha fala nesta Casa informando para todo o Brasil que o Delegado da Cunha está aqui para defender o direito dos excluídos, lutar pelas minorias e fazer com que a lei penal seja cumprida. Sr. Presidente, peço que minha fala seja divulgada pelos órgãos de comunicação desta Casa e no programa A Voz do Brasil. Boa noite. Muito obrigado.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.