
Nome civil: Adriana Sauthier Accorsi · 53 anos
Bananômetro
77/100
Trabalha bem, com espaço para melhorar.
Nota maior que a de 52% dos deputados · média do partido: 80
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 92%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 72%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 58%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 66%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 98%das 655 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ela votou
Vota com o próprio partido 100%das 655 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ela votou
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- dep.delegadaadrianaaccorsi@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5740
- Gabinete
- Gabinete 740, Anexo IV, 7º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
92%
Esteve em 360 de 391 sessões
Votou nas votações
72%
Registrou voto em 815 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 62 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
98%
Em 655 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
49 discursos na tribuna · de 15/02/2023 a 30/09/2025.
- 12/12/2024
A Deputada encaminhou a votação do requerimento de adiamento de discussão do Projeto de Lei nº 1.637, de 2019, que altera o art. 97 do Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 - Código Penal, para dispor sobre a imposição da medida de segurança para inimputável.
Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Requerimento de adiamento da discussão,Projeto de lei ordinária,favorável
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A SRA. DELEGADA ADRIANA ACCORSI (Bloco/PT - GO. Sem revisão da oradora.) - Muito obrigada, Sr. Presidente. Mais uma vez, boa tarde a todas e a todos os colegas. Estou aqui para defender que possamos dialogar mais sobre este tema tão importante. Precisamos ter responsabilidade. Estamos falando da vida de pessoas acometidas de transtornos mentais, pessoas em situação de vulnerabilidade. Nós avançamos aqui, e mente quem diz que não é o Congresso Nacional que está deliberando sobre isso, porque a Lei da Reforma Psiquiátrica foi aprovada pelo Congresso Nacional! É uma lei extremamente humana, uma lei que avançou e que dispõe, sim, sobre os casos em que há periculosidade e a respeito de como devem ser mantidas essas pessoas, sob cuidados psiquiátricos necessários, e prevê também a proteção à sociedade. Isso é verdade em relação inclusive a casos que foram citados aqui, como o do Vampiro de Niterói. Essa pessoa está internada há décadas! São ditas mentiras sobre essa lei. Diz-se que não há esse tratamento, que não há proteção da sociedade, que não há internação nos casos necessários. Isso acontece, sim. O CNJ fez uma recomendação. E o Ministério da Saúde, prontamente, de forma séria, responsável, instituiu um grupo de trabalho para preparar uma transição para aquelas pessoas que forem consideradas, com base na ciência, como pessoas passíveis de tratamento ambulatorial, que possam conviver com suas famílias, que não ofereçam riscos à sociedade, e para aquelas pessoas que, de fato, necessitam permanecer internadas. É importante dizer que precisamos dialogar mais sobre o tratamento psiquiátrico que está previsto neste projeto de lei. Atualmente, a previsão é de que a situação do paciente sob medida de segurança é verificada todos os anos. Ele passa por consulta com um profissional da psiquiatria. E este projeto propõe que isso aconteça de 3 em 3 anos. Isso reduz a avaliação, reduz o contato com a ciência, com os médicos, fazendo com que essas pessoas fiquem abandonadas. Isso não existe mais. No mundo inteiro, estão sendo modernizados os tratamentos, as medicações, a convivência com a sociedade. É por isso que propomos que possamos debater mais, como estávamos fazendo com o meu colega Deputado Delegado Palumbo. Nós pretendíamos avançar nesse diálogo, mas, infelizmente, ele não pôde estar aqui. Nós estamos solicitando que possamos discutir este assunto de maneira mais aprofundada nesta Casa. Queremos, portanto, adiar esta votação. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 12/12/2024
A Deputada orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei nº 1.637, de 2019, que altera o art. 97 do Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 - Código Penal, para dispor sobre a imposição da medida de segurança para inimputável.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei ordinária,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto favorável
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A SRA. DELEGADA ADRIANA ACCORSI (Bloco/PT - GO. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, nesta semana, conseguimos aprovar vários projetos na área de segurança pública. Houve diálogo para modificar alguma questão, a fim de que pudéssemos votar e aprovar os projetos. Neste caso, estávamos negociando, estávamos dialogando com o Relator, meu colega Delegado Palumbo, que não pôde estar presente aqui. Nós apresentamos esse requerimento para que possamos avançar, uma vez que inverdades estão sendo colocadas aqui. O Ministério da Saúde tem uma equipe técnica trabalhando nessa questão da internação das pessoas que oferecem risco à sociedade e necessitam da medida de segurança. Portanto, ao tratar da vida das pessoas com transtorno mental, nós precisamos ter calma, serenidade e muita responsabilidade. Solicitamos esse requerimento, para que possamos dialogar mais sobre esse assunto. O voto é "sim" à retirada. - 12/12/2024
A Deputada orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para apreciação do Projeto de Lei nº 5.352, de 2023, que altera a Lei nº 10.826, de 22 de dezembro de 2003, para aumentar a pena em crime de posse ou porte de arma de fogo de uso restrito ou proibido que possuam alto potencial destrutivo.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Partido dos Trabalhadores (PT),Voto favorável
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A SRA. DELEGADA ADRIANA ACCORSI (Bloco/PT - GO. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, nós já orientamos a votar "sim", mas eu gostaria de informar, como policial, que este projeto do Deputado Aureo é excelente, porque ele traz uma penalidade maior para aquelas pessoas que, de forma ilegal, ilícita, portam armas de calibre restrito. Para quem não sabe, estas armas são as que têm maior potencial letal. Se a pessoa que porta este tipo de arma disparar em via pública, ela vai trazer mais riscos à vida dos cidadãos. Trata-se de uma arma ilegal. As armas de calibre restrito estão definidas pelo Exército Brasileiro e pela Polícia Federal. Não há nenhuma dúvida de que este projeto é excelente. Por isso, nós votamos "sim". Muito obrigada. - 12/12/2024
A Deputada tratou do Projeto de Lei nº 3.976, de 2020, que dispõe sobre o cadastro de pedófilos, alterando a Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990, Estatuto da Criança e do Adolescente. Condenou acusações de que partidos de Esquerda defenderiam pedófilos, afirmando que o tema não deve ser usado de forma partidária. Destacou que um Deputado Federal do PL, em Goiás, está sendo investigado por pedofilia, e que assessores dele foram presos por ameaçarem uma criança com arma de fogo. Classificou as acusações feitas no plenário como mentirosas e cobrou respeito durante os debates. Reiterou seu compromisso com a proteção de crianças e encerrou afirmando que a federação havia liberado a votação.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,alteração,Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) (1990),Pedofilia,Criança,Estupro,cadastro Pedofilia,Partido Liberal (PL),Goiás,Deputado federal
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A SRA. DELEGADA ADRIANA ACCORSI (Bloco/PT - GO. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, em primeiro lugar, eu quero dizer que, se for preciso, nós vamos pedir aqui as gravações, porque já houve a orientação. Não foi colocada lá. Eu fiz a orientação aqui. O SR. PASTOR EURICO (PL - PE) - Coloquem lá, então! A SRA. DELEGADA ADRIANA ACCORSI (Bloco/PT - GO) - Eu fiz a orientação aqui. E o senhor me respeite, porque eu estou falando. Eu não tenho medo de... O SR. PASTOR EURICO (PL - PE) - Vá defender pedófilo em outro canto! O SR. PRESIDENTE (Gilberto Nascimento. Bloco/PSD - SP) - Nós temos uma Deputada na tribuna! A SRA. DELEGADA ADRIANA ACCORSI (Bloco/PT - GO) - Eu quero falar, Sr. Presidente. Essas pessoas estão mentindo aqui quando falam que assunto de pedofilia não é de partido A ou B e acusam os partidos de esquerda de defender. O Deputado Federal acusado de pedofilia hoje, no Estado de Goiás, é do PL! Assessores dele foram presos hoje, ameaçando criança com arma de fogo em Goiás. Está sendo acusado de pedofilia um Deputado Federal do PL! Isso está na imprensa. É Deputado do PL! Vocês parem de mentir aqui! O SR. PRESIDENTE (Gilberto Nascimento. Bloco/PSD - SP) - Srs. Deputados, há uma Deputada no microfone. Por favor! A SRA. DELEGADA ADRIANA ACCORSI (Bloco/PT - GO) - Vocês não defendem criança coisa nenhuma! Obrigada, Sr. Presidente. A federação liberou a votação. - 12/12/2024
A Deputada ressaltou a importância de respeitar os acordos previamente firmados pelos Líderes, apontando que uma emenda aprovada não fazia parte do debate inicial. Reconheceu a relevância da aprovação do Projeto de Lei nº 3.976, de 2020, que dispõe sobre o cadastro de pedófilos, alterando a Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990, Estatuto da Criança e do Adolescente. Reforçou o apelo ao diálogo e ao cumprimento dos consensos para garantir a continuidade das votações de projetos fundamentais, reafirmando o esforço conjunto dos membros da Comissão de Segurança Pública e o reconhecimento de colegas pelo trabalho realizado.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,alteração,Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) (1990),Pedofilia,Criança,Estupro,cadastro Segurança pública,Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado (CSPCCO),Pauta (processo legislativo)
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A SRA. DELEGADA ADRIANA ACCORSI (Bloco/PT - GO. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, esta semana, nós temos avançado muito na pauta da segurança pública. Votamos diversos projetos de lei importantes. E está aqui o Presidente da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, que é testemunha do nosso esforço, para dialogar e termos acordo sobre a maioria dos projetos de lei. Esta votação está desrespeitando inclusive a minha colega Deputada Delegada Katarina, que colocou aqui a questão de que esta emenda não fazia parte dos projetos de lei acordados pelos Líderes. Sr. Presidente, com todo respeito a V.Exa., quero retomar essa discussão. Eu votei "sim" e a nossa federação está liberando a votação devido às divergências. Porém, de fato, como a própria Deputada Delegada Katarina colocou, isso não fazia parte do debate e dos acordos. Nós estamos aprovando um cadastro de pedófilos, algo extremamente importante. Então, chamamos atenção para que continuemos com o bom senso dos acordos que foram firmados, porque nós temos feito um esforço muito grande aqui, que inclusive foi reconhecido ontem pelo colega Alberto Fraga, para aprovarmos esses projetos importantes. E temos também vários outros a serem aprovados hoje. Então, precisamos continuar o debate. Apelo ao bom senso de todos, Sr. Presidente. Obrigada. - 12/12/2024
A Deputada orientou a bancada na votação do substitutivo ao Projeto de Lei nº 3.976, de 2020, que dispõe sobre o cadastro de pedófilos, alterando a Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990, Estatuto da Criança e do Adolescente. Na oportunidade, parabenizou a Relatora, a Deputada Delegada Katarina.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei ordinária,Partido dos Trabalhadores (PT),Voto favorável
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A SRA. DELEGADA ADRIANA ACCORSI (Bloco/PT - GO. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, a Federação vota "sim" à realização de um cadastro de pessoas condenadas por pedofilia no Brasil, no projeto de lei que traz esta informação importante para que as famílias e as instituições possam proteger as crianças destes criminosos. Quero parabenizar a Relatora, a Deputada Delegada Katarina, por ter atendido nosso pedido, para que o tema castração química passe por um debate nesta Casa que realmente traga todos os elementos, o que não havia sido colocado no projeto original. Parabéns à Deputada Delegada Katarina! Votamos "sim" ao cadastro de pedófilos. - 11/12/2024
A Deputada proferiu parecer ao Projeto de Lei nº 2.573, de 2023, e apensados, que cria a obrigatoriedade de Assistência Psicológica para Servidores da Segurança Pública.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Assistência psicológica,Profissional da segurança pública,Parecer (proposição legislativa)
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A SRA. DELEGADA ADRIANA ACCORSI (Bloco/PT - GO. Para proferir parecer. Sem revisão da oradora.) - Muito obrigada, Sr. Presidente. Com a permissão de V.Exa., vou direto ao voto. "II - Voto da Relatora O Projeto de Lei nº 2.573, de 2023, de autoria do Deputado André Janones, pretende criar a obrigatoriedade de assistência psicológica para servidores e servidoras da segurança pública. Foram apensados os seguintes Projetos de Lei: PL 2.710/23, de autoria do Deputado General Pazuello, que propõe a criação de um Serviço de Apoio Psicossocial nas Polícias Militares e Civis, assim como nos Corpos de Bombeiros Militares dos Estados e do Distrito Federal, com foco no suporte contínuo aos profissionais destas categorias; PL 5.860/23, de autoria do Deputado Alberto Fraga, que sugere a inclusão de artigo na Lei nº 13.675, de 11 de junho de 2018, com o objetivo de determinar assistência psicológica ou psiquiátrica imediata para os profissionais de segurança pública e defesa social em casos de ações com resultado letal, alto nível de estresse ou violência doméstica; e o PL 1.276/24, de autoria do Deputado Amom Mandel, que busca regulamentar o fornecimento de assistência à saúde física e mental nos programas de proteção e segurança destinados aos policiais que atuam no enfrentamento do crime organizado. Cada uma destas proposições complementa e reforça a relevância de prover suporte adequado à saúde mental e física dos agentes de segurança pública, abordando diferentes aspectos e necessidades específicas dentro desta temática. A saúde mental é um tema de crescente relevância, especialmente em profissões de alto estresse como as que compõem a segurança pública. Os profissionais enfrentam frequentemente situações traumáticas e lidam constantemente com riscos, levando a altos índices de depressão, ansiedade e outras manifestações de sofrimento psíquico. Os projetos sob análise propõem garantir assistência psicológica contínua e gratuita para os servidores da segurança pública, incluindo a disponibilização de atendimentos individuais e em grupo, campanhas de conscientização e um prazo para regulamentação. A aprovação desta matéria poderá trazer benefícios diretos aos servidores da segurança pública, promovendo mais estabilidade emocional e garantindo melhores condições de trabalho. Além disso, ao oferecer suporte psicológico gratuito, o Estado atenderá a uma demanda urgente e fortalecerá as instituições de segurança pública. (...) Da análise do projeto, dos apensados e dos substitutivos, observa-se que as proposições contemplam matéria de caráter essencialmente normativo, não acarretando repercussão direta ou indireta significativa na receita ou na despesa da União. Nestes casos, torna-se aplicável o art. 32, X, 'h', do Regimento Interno desta Casa, que dispõe que somente as proposições que importem aumento ou diminuição de receita ou de despesa pública estão sujeitas ao exame de compatibilidade ou adequação financeira e orçamentária. (...) As proposições em análise atendem aos requisitos constitucionais formais relativos à competência legislativa da União (arts. 22 a 24 da CF/88) e à iniciativa parlamentar (art. 61 da CF/88), que é legítima, uma vez que não se trata de tema cuja competência seja reservada a outro Poder. Por fim, revela-se adequada a veiculação da matéria por meio de lei ordinária, visto não haver exigência constitucional de lei complementar ou outro veículo normativo para disciplina do assunto. Por fim, observamos que a redação e a técnica legislativa estão em conformidade com a Lei Complementar nº 95, de 1998. II.1 - Conclusão do voto Ante o exposto, no âmbito da Comissão de Saúde, somos pela aprovação do Projeto de Lei nº 2.573, de 2023, dos apensados PL 2.710/23, PL 5.860/23 e PL 1.276/24, e do substitutivo da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, na forma do substitutivo da Comissão de Saúde, anexo. Na Comissão de Finanças e Tributação, somos pela não implicação em receitas ou despesas públicas do Projeto de Lei nº 2.573, de 2023, dos apensados, do substitutivo da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado e do substitutivo da Comissão de Saúde. Na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, somos pela constitucionalidade, juridicidade e boa técnica legislativa do Projeto de Lei nº 2.573, de 2023, dos apensados, do substitutivo da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado e do substitutivo da Comissão de Saúde." Por isso, Sr. Presidente, pedimos o voto de todos os colegas, para garantirmos uma política pública de saúde mental para todos os trabalhadores e trabalhadoras da segurança pública do Brasil. - 11/12/2024
A Deputada orientou a bancada na votação do Substitutivo apresentado ao Projeto de Lei nº 9.433, de 2017, que altera o art. 25 da Lei nº 10.826, de 22 de dezembro de 2003, para estabelecer que as armas apreendidas, quando não mais interessarem à persecução penal, serão doadas para utilização pelas Forças Armadas e pelos órgãos de segurança pública da União, dos Estados e do Distrito Federal. Ademais, parabenizou o Relator, Deputado Ismael Alexandrino, pela disposição ao diálogo.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),liberação
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A SRA. DELEGADA ADRIANA ACCORSI (Bloco/PT - GO. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Sra. Presidenta, a Federação, em primeiro lugar, quer parabenizar o Deputado Ismael Alexandrino, que se dispôs ao diálogo. Desde ontem estamos conversando. Modificamos várias questões no projeto, que eu entendo que são avanços para o debate sobre a segurança pública no Brasil. Eu quero, então, parabenizar S.Exa., em nome da Federação, pela disposição ao diálogo. Como nós temos divergências o Partido dos Trabalhadores é contrário às mudanças no Estatuto de Desarmamento, porém, outro partido é favorável , a Federação libera a votação dos seus integrantes. Muito obrigada. - 11/12/2024
A Deputada orientou a bancada na votação da Subemenda Substitutiva Global ao Projeto de Lei nº 714, de 2023, que altera o artigo 310, do Decreto-Lei nº 3.689, de 3 de outubro de 1941, (Código de Processo Penal) para tornar obrigatória a decretação de prisão preventiva na audiência de custódia em casos de crimes hediondos, roubo, associação criminosa qualificada e quando for configurada reincidência criminal. Ademais, celebrou a recuperação da saúde do Presidente Lula.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Subemenda substitutiva global,Projeto de lei ordinária,Voto favorável,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL) Presidente da República,Saúde
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A SRA. DELEGADA ADRIANA ACCORSI (Bloco/PT - GO. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, a Federação do PT, PCdoB e PV analisou este projeto de forma muito criteriosa no sentido de buscar o maior rigor da lei, mas também a garantia do Estado de Direito, dos direitos de todas as pessoas. Propusemos ao Deputado Lafayette de Andrada uma emenda para que o juiz seja determinado a transformar a prisão em flagrante em prisão preventiva nas situações em que há fundadas razões, indício de materialidade e de autoria. Isso foi aceito. Eu quero aqui agradecer ao Deputado Lafayette pela compreensão e realmente pela intenção de realizar um excelente trabalho. Por isso, votamos "sim", Sr. Presidente. Termino celebrando a excelente saúde do nosso querido Presidente Lula, que está muito bem, conversando, lúcido. Graças a Deus, em breve, estará trabalhando conosco. - 10/12/2024
A Deputada discutiu o Projeto de lei nº 373, de 2015, que acrescenta inciso V ao art. 302 do Decreto-Lei nº 3.689, de 3 de outubro de 1941, Código de Processo Penal, para tipificar mais uma hipótese de flagrante, o denominado "flagrante provado".
Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,favorável
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A SRA. DELEGADA ADRIANA ACCORSI (Bloco/PT - GO. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, boa noite. Mais uma vez, eu quero saudá-los por este momento de debate de projetos sobre segurança pública, para que tenhamos uma segurança que proteja, cada vez mais, a vida das pessoas e para que se cumpram a legislação e a nossa Constituição Federal. É nesse sentido que eu venho aqui dizer, como delegada de polícia há quase 25 anos, que entendo ser importante este projeto de lei e que nós votaremos a favor, principalmente após o Relator, o Deputado Aluisio Mendes, acatar uma solicitação minha e do Deputado Pastor Henrique Vieira para que exista a garantia de um prazo para esse novo tipo de flagrante. O flagrante é justamente a prisão no calor do momento, é a prisão que acontece logo após o crime ou durante a perseguição após o crime. Criando-se essa nova modalidade, é imprescindível que exista um prazo para que essa perseguição aconteça. É claro que, se acontecer além desse prazo, há outros instrumentos na legislação penal e criminal brasileira, como os pedidos de prisão preventiva e de prisão temporária. É importante que esse novo tipo de prisão em flagrante tenha um prazo definido. Também é importante a definição de critérios para o conjunto probatório que vai fundamentar essa prisão, Deputado Delegado Éder Mauro. É preciso haver critérios para fundamentar a prisão. De fato, principalmente no combate aos crimes de feminicídio, frequentemente nós chegamos ao local do crime, onde está uma mulher ou uma menina assassinada, e muitas vezes não conseguimos efetuar a prisão naquele momento. Portanto, havendo uma filmagem que nos traga a dinâmica do crime para que possamos elucidar a autoria, considero importante a existência dessa nova modalidade. Quero agradecer e parabenizar principalmente o Relator, o Deputado Aluisio Mendes, que nos ouviu e colocou critérios muito bem definidos, que garantem a constitucionalidade deste projeto de lei. Portanto, o Partido dos Trabalhadores vota favoravelmente ao novo tipo de prisão em flagrante. Eu também votarei a favor. Espero que, dessa forma, mais crimes sejam elucidados. Sobretudo, chamo a atenção para o combate à impunidade nos crimes de feminicídio, que tanto acontecem no nosso País. Obrigada, Sr. Presidente. - 10/12/2024
A Deputada discutiu o Projeto de Lei nº 3.125, de 2021, que acrescenta dispositivo à Lei nº 10.406, de 2002, Código Civil, e à Lei nº 9.503, de 1997, Código de Trânsito Brasileiro, para responsabilizar civilmente o agente que provocar acidente com dolo ou culpa e que esteja sob a influência de álcool ou qualquer outra substância psicoativa que altera a capacidade de discernimento.
Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,favorável
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A SRA. DELEGADA ADRIANA ACCORSI (Bloco/PT - GO. Sem revisão da oradora.) - Boa noite, Sr. Presidente. Boa noite a todos os colegas. É uma satisfação estarmos hoje à noite aqui, conversando, debatendo e votando relevantes projetos de lei sobre a questão da segurança pública, assunto que tanto angustia a nossa população. É um dever nosso realmente aprimorar a legislação, para que ela seja mais competente, mais preparada, para que os trabalhadores e trabalhadoras da segurança tenham condições de buscar fazer justiça, trazer paz social, sempre respeitando a Constituição Federal e a legislação brasileira e promovendo os direitos de todas as pessoas. Neste caso, o projeto é extremamente relevante. A bancada do Partido dos Trabalhadores votará favoravelmente a ele, pois traz um conjunto de medidas para tornar mais rigorosa a punição daquelas pessoas que, seja após o uso de entorpecentes lícitos, como o álcool, seja após o uso de entorpecentes ilícitos, causem acidentes que levem sofrimento às famílias, como vem acontecendo hoje no Brasil. Infelizmente, nesses casos, o que tem imperado no Brasil é a impunidade, como aconteceu no Estado de Goiás, onde até autoridades, Deputada Erika Kokay, já cometeram crime como esse e ficaram impunes. Por isso, queremos pena rigorosa para quem, embriagado ou sob o efeito de outros entorpecentes, cause acidentes, traga ferimentos para as pessoas ou até a morte, como acontece em muitos casos. Mais do que isso, este projeto de lei traz punição cível, para o pagamento das despesas daquela pessoa ferida ou para o sustento da família que perdeu um ente querido devido a essa situação tão covarde e que pode ser, inclusive, motivada por dolo, delegada, minha colega, ou em situação de culpa. A nossa legislação muito bem coloca que, se ingerimos uma substância entorpecente, lícita ou ilícita, e vamos dirigir, optamos realmente por assumir o risco de causar aquele resultado, o acidente, o ferimento ou o assassinato, porque isso é um verdadeiro assassinato. Então, a nossa bancada vota favoravelmente ao projeto. Queremos que de fato esta legislação seja aplicada e se torne realidade para todas as pessoas, inclusive para autoridades, para pessoas que se acham importantes e que praticam esse tipo de crime, como tem acontecido há vários dias, ultimamente, com proprietários de veículos de luxo que atropelam, causam acidentes, mas ficam impunes, não são presos, não pagam despesas, sendo que, muitas vezes, a vítima e sua família ficam simplesmente abandonadas pelo poder público. Por isso votamos favoravelmente, Sr. Presidente. - 10/12/2024
A Deputada orientou a bancada na votação do Substitutivo oferecido ao Projeto de Lei nº 4.017, de 2023, que cria o Dia e a Semana Nacional da Segurança Pública Cidadã, e dá outras providências.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto favorável
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A SRA. DELEGADA ADRIANA ACCORSI (Bloco/PT - GO. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, pela Federação do Partido dos Trabalhadores, votamos a favor do projeto do Deputado Alberto Fraga. Entendemos que é muito importante a conscientização sobre segurança cidadã, segurança comunitária, próxima do cidadão e que, de fato, protege a vida das pessoas. Parabéns, Deputado! - 18/11/2024
A Deputada destacou o protagonismo do Brasil no combate à fome durante a Cúpula dos Líderes do G20, no Rio de Janeiro (RJ), liderada pelo Presidente Lula. Criticou o Governador de Goiás, que alegou ausência de crimes no Estado, enquanto há uma epidemia de feminicídios e crimes contra mulheres e meninas. Defendeu a PEC da Segurança Pública para integrar forças no enfrentamento ao crime organizado e reiterou que a impunidade alimenta a criminalidade. Concluiu condenando a proposta de anistia a crimes contra a democracia e o Estado Democrático de Direito, incluindo os atos antidemocráticos de 8 de janeiro, em Brasília (DF), e enfatizou a necessidade de punições rigorosas, inclusive para o ex-Presidente Bolsonaro.
Palavras-chave oficiais: Fome,Presidente da República,Governo federal,Cúpula dos Líderes do G20 (2024, Rio de Janeiro (RJ) (Brasil)). Governador,Goiás,Crime,Segurança pública,Política de segurança pública,Feminicídio,Violência contra a mulher Proposta de Emenda à Constituição,Segurança pública,Crime organizado,Criminalidade Ato antidemocrático,Golpe de Estado (crime),Tentativa (crime),Brasília (DF),anistia,Democracia,Ex-presidente da República,punição,Estado Democrático de Direito,Projeto de lei ordinária
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A SRA. DELEGADA ADRIANA ACCORSI (Bloco/PT - GO. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Muito obrigada, Sr. Presidente. Boa noite a todos os colegas e a todos e a todas que nos acompanham neste dia tão importante em que o Brasil recebe os maiores líderes do mundo todo, o que confirma nosso protagonismo como liderança mundial no combate à fome e à miséria, ocasião em que o Presidente Lula demonstra todo o seu conhecimento, a sua credibilidade e a sua liderança no mundo. Eu quero falar sobre a importância da PEC da Segurança Pública, uma iniciativa do Presidente Lula para unir todo o País, para que nós tenhamos a integração das forças de segurança e o compartilhamento de informações no combate a todos os tipos de crimes, sobretudo o crime organizado, que é interestadual e internacional. Lamentavelmente, o Governador do Estado de Goiás, nesta reunião, o qual surpreendeu a todos quando tentou antecipar uma disputa presidencial que ele quer a todo custo, disse que se recusa a votar a favor desta PEC porque, segundo ele, em Goiás não existe crime. Eu quero manifestar minha indignação. Hoje nós completamos 48 feminicídios no Estado de Goiás, além de centenas de tentativas de feminicídios, de agressões, de ameaças, de estupro contra, principalmente, crianças de até 12 anos de idade que são ignoradas pelo Governo de Goiás. Apesar dos esforços da Polícia Civil e de todas as forças de segurança, Goiás hoje vive uma epidemia de feminicídios. No entanto, vemos o desprezo do Governo goiano em relação à vida das mulheres e das meninas. Hoje, a capa do G1 Goiás traz três crimes contra as mulheres: um feminicídio, um estupro seguido de assassinato e um estupro de outra mulher. Em Goiás, ocorre crime, sim, sobretudo contra as mulheres e as meninas. Nós exigimos que seja feita justiça também por elas. Eu termino falando novamente em crime. Não podemos imaginar que nós vamos pacificar nosso País com impunidade. A impunidade jamais traz a paz! A impunidade traz mais crimes. Por isso, não cabe anistia a quem cometeu crimes, quando tentou invadir a sede da Polícia Federal e feriu policiais; a quem colocou um caminhão cheio de explosivos na véspera do Natal no Aeroporto de Brasília, quando tentou matar centenas de pessoas; nem a quem invadiu as sedes dos três Poderes. Sem anistia, principalmente, a todos e a todas que cometerem crimes contra a democracia e contra o Estado Democrático de Direito! É preciso haver uma punição rigorosa a todos estes criminosos, para que isso nunca mais aconteça. Esta punição tem que chegar não apenas aos incitadores, mas também ao ex-Presidente inelegível. Muito obrigada. - 05/11/2024
A Deputada registrou a presença dos Vereadores de Barra do Piraí (RJ), na Câmara dos Deputados: Elves, reeleito; Beto Jabá, suplente; e Paulista Pet, que não foi reeleito.
Palavras-chave oficiais: Vereador,Barra do Piraí (RJ),Eleição municipal,Resultado eleitoral,Atuação parlamentar
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A SRA. DELEGADA ADRIANA ACCORSI (Bloco/PT - GO. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Muito obrigada, Sr. Presidente. Eu gostaria de registrar, representando o meu colega Deputado Reimont, a presença dos Vereadores de Barra do Piraí, Rio de Janeiro: o Elves, que foi reeleito; o Beto Jabá, que é suplente; e o Paulista Pet, que não foi reeleito. Sejam bem-vindos a esta Casa para acompanhar o nosso trabalho. Obrigada, Presidente. - 05/11/2024Breves Comunicações
A Deputada enfatizou sua preocupação com a segurança pública, destacando a necessidade de colaboração entre as forças de segurança — Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícias Civis, Militares, Penais, Guardas Civis e Metropolitanas. Elogiou a iniciativa do Presidente Lula de propor a PEC da Segurança Pública, com foco na integração entre Estados e Municípios para combater o crime organizado. Além disso, criticou o Governador de Goiás por minimizar a criminalidade no Estado, sublinhando o aumento de feminicídios e crimes contra crianças e adolescentes em Goiás. Reafirmou o compromisso do seu mandato no combate ao feminicídio, que considera uma "epidemia" e uma questão que exige a união nacional para proteger a vida das mulheres e meninas no Brasil.
Palavras-chave oficiais: Segurança pública,Política de segurança pública,Profissional da segurança pública,colaboração,Presidente da República,Proposta de Emenda à Constituição,Goiás,Governador,declaração Deputada federal,Feminicídio,combate
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A SRA. DELEGADA ADRIANA ACCORSI (Bloco/PT - GO. Sem revisão da oradora.) - Muito obrigada, Sr. Presidente. Boa tarde a todos os colegas. Boa tarde a todos e todas que nos acompanham hoje. Venho aqui como delegada de polícia para falar sobre um tema que é verdadeiramente urgente e que angustia a população de todos os Estados em nosso País: a segurança pública. Apesar de todos os esforços das nossas forças de segurança da Polícia Federal, que hoje indicou o primeiro brasileiro que vai chefiar a Interpol, motivo de grande orgulho para nós; da Polícia Rodoviária Federal; das Polícias Civis, Militares e Penais em todos os Estados; das Guardas Civis e das Guardas Metropolitanas , nós vemos que a sociedade está angustiada com a criminalidade. Preocupam-nos todos os tipos de crime: atos terroristas que atentam contra a democracia brasileira, assaltos, homicídios, crimes contra mulheres e crianças. Além disso, há o crime organizado, que é interestadual e, muitas vezes, internacional. Eu quero parabenizar o Presidente Lula pela importante iniciativa de convidar, de forma extremamente democrática, todos os Governadores e todas as Governadoras do nosso País para conversar sobre uma iniciativa que vai muito além da sua prerrogativa e da sua obrigação como Presidente da República diante da Constituição Federal, que é propor a PEC da Segurança Pública, que traz a ideia da integração. A ideia é fazer um trabalho em conjunto com todos os Estados e Municípios para combater todos os tipos de crime, sobretudo a criminalidade organizada, que, como eu disse, transcende os Estados, transcende o próprio País, é internacional e se moderniza. Esse combate precisa ser trabalhado de forma conjunta em todo o Brasil. Infelizmente, o Governador do Estado de Goiás, já antecipando uma pretensa disputa presidencial, veio criticar esta PEC na primeira reunião com os Governadores. Ainda teremos reuniões com as forças de segurança, com as entidades que representam as polícias no nosso País. Ele veio dizer que em Goiás não ocorrem crimes. Eu quero dizer que isso é um desrespeito às forças de segurança de Goiás, pois, todos os dias, homens e mulheres arriscam a vida para nos proteger, para combater, sim, o crime, como as dezenas de feminicídios e as centenas de homicídios que aconteceram só neste ano no Estado. Digo isso em nome da jovem que foi assassinada no sábado na minha cidade natal, Itapuranga. Nadilane Ferreira, de 18 anos, foi vítima de um feminicídio cruel e covarde. Dezenas de outros feminicídios aconteceram no Estado, onde houve o aumento dos crimes de violência sexual contra crianças e adolescentes. Isso mostra que em Goiás há crime, sim, e que nós precisamos combatê-lo. Precisamos de integração. Precisamos de apoio entre as polícias. Precisamos melhorar o contato e a troca de informações para combater esses crimes. Por esse motivo, eu quero parabenizar o Presidente da República por essa iniciativa, que transcende sua obrigação inscrita na Constituição Federal, de buscar os Governadores, os Prefeitos e as Prefeitas para, juntos, combatermos a criminalidade no Brasil. Quero dizer que será prioridade no nosso mandato fazer o combate ao feminicídio, também como motivo de união da nossa Nação, para que todos juntos e todas juntas possamos proteger a vida das mulheres e das meninas brasileiras, porque hoje nós vivemos uma epidemia de feminicídios. Isso precisa ser tratado também como assunto nacional. Obrigada. - 27/05/2024Breves Comunicações
A Deputada destacou a importância das ações de socorro aos atingidos pela tragédia no Rio Grande do Sul, mas enfatizou a necessidade de medidas preventivas locais para proteger vidas. Mencionou a situação crítica de alagamentos em Goiânia (GO), ressaltando a falta de ação da Prefeitura, apesar dos recursos disponíveis. Pediu responsabilidade dos governantes em preparar as cidades para chuvas e tragédias, e prometeu urbanizar a ocupação Lótus — Emanueli em Goiânia, beneficiando 500 famílias.
Palavras-chave oficiais: Enchente,Inundação,Rio Grande do Sul Alagamento,Goiânia (GO),Chuva,Inundação,Enchente,Urbanização,ocupação,Habitação
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A SRA. DELEGADA ADRIANA ACCORSI (Bloco/PT - GO. Sem revisão da oradora.) - Muito obrigada, Sr. Presidente. Meus amigos e minhas amigas, hoje venho a esta tribuna com uma grande preocupação. Acredito que são muito importantes essas ações que estão ocorrendo em socorro aos nossos irmãos e irmãs do Rio Grande do Sul que atravessam uma grande tragédia. São importantes e essenciais as ações do Governo Federal, as ações de solidariedade da população brasileira, as orações, tudo isso é muito importante. Mas é imprescindível que este aviso seja ouvido por todos nós. Nós, autoridades, políticas, políticos de todo o País, temos a obrigação de ouvir esse sinal e proteger as vidas das pessoas em cada cidade deste País. A minha cidade de Goiânia, por exemplo, há poucos meses, atravessou também um momento de grande dificuldade, com vários pontos de alagamento em toda a cidade, cerca de 99 pontos de alagamento, 33 áreas de risco. Essas pessoas estão com a sua vida também em risco, porque medidas não foram tomadas para evitar esses alagamentos e proteger as famílias que vivem nessas áreas. Visitei recentemente uma ocupação na qual vivem cerca de 500 famílias, uma área que pode ser urbanizada e tornada digna para essas famílias viverem. Porém, infelizmente, a Prefeitura não toma essas providências, mesmo nós já tendo conseguido o recurso junto ao Governo Federal para que a ocupação Lótus Emanueli seja urbanizada e as vidas das pessoas que ali vivem sejam protegidas. Isso não foi feito, as providências não foram tomadas. Nós temos obrigação, em cada cidade, em nossos Estados, de tomar as providências necessárias para proteger a vida das pessoas. Em Goiânia, na região metropolitana, nos últimos meses, uma criança de 6 anos foi levada das mãos da sua mãe e morreu ao ser carregada pela enxurrada numa situação de alagamento. Nós temos que tomar as medidas necessárias para que as cidades estejam preparadas para o momento das chuvas, para não haver mais tragédias como essa que aconteceu no Rio Grande do Sul repetindo-se em todo o País, principalmente pela falta de compromisso, de responsabilidade e de seriedade dos governantes, dos Prefeitos e Prefeitas. Precisamos proteger a vida das pessoas. Por isso, em Goiânia, nós vamos tomar essas providências. Na ocupação Lótus Emanueli, nós levaremos esse recurso para urbanizar o local e levar dignidade para aquelas 500 famílias que vivem ali. Nós vamos levar esse exemplo para todo o País. Sr. Presidente, eu peço que o nosso pronunciamento seja divulgado no programa A Voz do Brasil e nos órgãos de comunicação. Obrigada. - 27/02/2024
A Deputada orientou a bancada na votação do requerimento de urgência do Projeto de Lei nº 5.996, de 2023, que altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece diretrizes de bases da educação nacional, a fim de regulamentar a utilização de aparelhos tecnológicos dentro das instituições de ensino.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto favorável
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A SRA. DELEGADA ADRIANA ACCORSI (Bloco/PT - GO. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidenta, a Federação vota "sim" à urgência, mas, no mérito, queremos debater uma série de questões relacionadas a este projeto. Trata-se de um tema preocupante para toda a sociedade. Por isso, votamos "sim" à urgência. Obrigada. - 27/02/2024
A Deputada orientou a bancada na votação do requerimento de urgência do Projeto de Lei nº 2.459, de 2023, que estabelece a obrigatoriedade de afixação de cartazes e veiculação de mensagem sonora nos portos e aeroportos brasileiros sobre o direito de solicitação de refúgio.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto favorável
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A SRA. DELEGADA ADRIANA ACCORSI (Bloco/PT - GO. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Sra. Presidente, a federação orienta "sim". Trata-se de um projeto humanitário. É um projeto que traz esclarecimentos e informações. Ele não muda a legislação no que diz respeito a direitos, ele torna mais acessíveis informações a essas pessoas. Por isso, votamos "sim". - 27/02/2024
A Deputada orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para apreciação do Projeto de Lei nº 234, de 2024, que visa garantir a impenhorabilidade dos bens de pessoas com deficiência.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL),Voto favorável
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A SRA. DELEGADA ADRIANA ACCORSI (Bloco/PT - GO. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Boa noite, Sra. Presidenta. Eu gostaria, em primeiro lugar, de parabenizar os colegas Deputados Beto Richa e Duarte Jr. pela propositura deste projeto brilhante. A federação vota "sim" à urgência e também ao mérito. São quase 19 milhões de pessoas com deficiência no Brasil, que passam por situações de vulnerabilidade social, sobretudo em um momento de dificuldade financeira. Portanto, é um projeto de humanidade, para que essas pessoas tenham mais oportunidades. Votamos "sim", Sra. Presidenta. - 04/10/2023
A Deputada orientou a bancada na votação do requerimento de adiamento da discussão, por uma sessão, do Projeto de Lei nº 2.245, de 2023, que institui a Política Nacional de Trabalho Digno e Cidadania para População em Situação de Rua - PNTC PopRua.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de adiamento da discussão,Projeto de lei ordinária,Voto contrário,Federação Brasil da Esperança (FE BRASIL)
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A SRA. DELEGADA ADRIANA ACCORSI (Bloco/PT - GO. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, a Federação do PT e PCdoB orienta "não". Entendemos que é um projeto brilhante Deputada Erika, parabéns , mas é um projeto urgente. Essas populações, essas pessoas em situação de rua precisam de atendimento, precisam de humanidade e de política pública. Este é um projeto de lei excelente, que vai trazer integração entre os entes públicos e também vai trazer dignidade e garantia dos direitos dessas populações. Votamos "não" ao adiamento.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.