
Nome civil: Ulysses Freitas Pereira de Araújo · 53 anos
Bananômetro
89/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 89% dos deputados · média do partido: 74
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 97%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 88%
Vota quando precisa?
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 76%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 80%
discursos na tribuna (percentil)
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- dep.coronelulysses@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5231
- Gabinete
- Gabinete 231, Anexo IV, 2º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
97%
Esteve em 379 de 391 sessões
Votou nas votações
88%
Registrou voto em 994 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 31 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
38%
Em 781 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
102 discursos na tribuna · de 08/02/2023 a 02/06/2026.
- 02/06/2026pela ordemBreves Comunicações
O Deputado registrou a visita de três convidados: a produtora rural Jozileide Pacheco, a médica Thaynã Pacheco e o menino João Felipe Pacheco, de 4 anos, vindo do Acre. Informou que João Felipe estava em Brasília (DF) para realizar um tratamento de saúde e que tinha o desejo de conhecer a Câmara. Relatou que a visita ao Congresso representou a realização desse sonho para a criança. Por fim, desejou êxito no tratamento de João Felipe e dirigiu mensagens de apoio à família, destacando a importância do momento vivido pelos visitantes durante a passagem pela Casa Legislativa.
Palavras-chave oficiais: Produtor rural,Médico,Criança,Acre,Saudação
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O SR. CORONEL ULYSSES (Bloco/UNIÃO - AC. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, muito obrigado. Nós estamos recebendo três visitas ilustres, pela primeira vez, na nossa Câmara Federal: a nossa produtora rural do Acre, do agronegócio, a nossa amiga Jozileide Pacheco, a médica Thaynã Pacheco e principalmente o João Felipe Pacheco, que tem 4 anos de idade, que veio a Brasília fazer um tratamento de saúde. Ele tinha vontade de conhecer a Câmara e eu o trouxe hoje ao plenário para realizar esse sonho. Que Deus abençoe o tratamento dele e que dê tudo certo. Que Deus abençoe cada um de nós. Muito obrigado. - 02/06/2026breves comunicaçõesBreves Comunicações
O Deputado criticou declarações atribuídas ao Governo Federal sobre a classificação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas pelos Estados Unidos. Associou o avanço das facções criminosas à atuação de Governos do PT e relatou sua experiência de mais de 30 anos na segurança pública, incluindo o período em que comandou a Polícia Militar do Acre. Relatou que as organizações criminosas exercem controle territorial, impõem restrições à população e desafiam o poder público. Defendeu o endurecimento da legislação penal e afirmou que sua atuação no Congresso esteve voltada ao combate ao crime organizado e à proteção dos cidadãos. Também prestou homenagem aos profissionais da segurança pública que atuaram no enfrentamento à criminalidade.
Palavras-chave oficiais: Organização criminosa,Terrorista,Estados Unidos,Política de segurança pública,Governo federal,Crítica
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O SR. CORONEL ULYSSES (Bloco/UNIÃO - AC. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, causa-nos estranheza e indignação o fato de o desgoverno Lula vir à imprensa e dizer que está triste porque os Estados Unidos chamou o PCC e o Comando Vermelho de terrorista. Ele chega a falar "nossos criminosos"... "Nossos" não! Quem comemorou a vitória do Lula quando ele foi eleito foram os presidiários, foi o crime organizado. As pessoas de bem, os trabalhadores, os homens honestos deste País não comemoraram; pelo contrário, era tristeza, porque sabiam que ia acontecer exatamente o que está acontecendo hoje no nosso País. Triste está a mãe que perdeu seu filho para o tráfico. Triste está o trabalhador que fecha o seu comércio por causa de toque de recolher ou, muitas vezes, por ter de pagar uma determinada "caixinha" para poder funcionar, senão não funciona. Triste está a família que vive cercada por barricadas, ameaças, execuções e por medo diante desse desgoverno de um PT e uma esquerda criminosa que tem coluio com o crime, que caminha simplesmente para proteger criminosos e bandidos e nunca para endurecer as leis que protegem o cidadão de bem. Criminoso não pertence ao povo brasileiro. Criminoso não representa soberania. Quem representa o Brasil é o cidadão de bem. O PCC e o Comando Vermelho não são apenas facções criminosas; são organizações que dominam territórios, impõem regras, recrutam e aliciam jovens, executam rivais, ameaçam famílias, fecham o comércio, constroem barricadas, espalham o terror dentro das comunidades, cometem absurdos, estupros e desafiam o poder público, o Estado brasileiro e toda a população. Eles cometem verdadeiros atos de terrorismo, e isso não é boato: eles cometem terrorismo contra a população brasileira. Eu fui Comandante-Geral da Polícia Militar do Acre. Passei mais de 30 anos na segurança pública. Fui fundador da COI, do BOPE e do Gefron. E lembro quando começou essa história de facção lá no meu Estado: começou no Governo do PT. Não cuidaram, passavam a mão na cabeça de bandido, e o Estado do Acre chegou a ter 63 homicídios por cada 100 mil habitantes. Chegamos a ser o segundo Estado mais violento do País, e Rio Branco, a capital mais violenta do País. Tivemos muito trabalho. Eu estava na ativa e, enquanto muita gente fazia discurso em gabinete, homens e mulheres da segurança pública, policiais masculinos e femininos, estavam lá lutando, trazendo segurança para a população, perdendo o sono, muitas vezes defendendo o cidadão de bem e perdendo a vida naquele confronto, naquele embate. Nós viemos para cá para endurecer as leis contra o crime, para desestimular o cometimento de delitos, porque é disso que precisamos: que o crime seja realmente defenestrado do nosso meio. Dê-me mais um minuto, Sr. Presidente, para concluir. Nós não podemos aceitar que o PCC e o Comando Vermelho sejam defendidos dentro desta Casa pela Esquerda e pelo PT, porque essas pessoas foram eleitas para defender o povo de bem, o cidadão brasileiro, não para defender bandido e criminoso, como vemos aqui. E o Lula ainda os chama de "nossos criminosos" criminosos deles! O Lula chegar a estar com pena de bandido causa revolta e indignação, Sr. Presidente. Que Deus abençoe o nosso País! Tenho certeza de que vamos continuar lutando, como temos feito aqui, endurecendo a lei, mesmo com o PT e a Esquerda votando contra todas as vezes. Eles vieram aqui para defender os criminosos, para defender os bandidos, mas nós estamos do lado do cidadão de bem e vamos continuar lutando por um Brasil melhor. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 26/05/2026breves comunicaçõesBreves Comunicações
O Deputado homenageou os 110 anos da Polícia Militar do Acre, destacando a importância histórica da corporação na proteção da população e na consolidação do Estado. Ressaltou a dedicação dos policiais militares e defendeu maior valorização da segurança pública, com melhores condições de trabalho, estrutura e reconhecimento aos profissionais da ativa e veteranos. Também lembrou a atuação histórica da instituição desde sua criação, em 1916, e homenageou o patrono da corporação, Plácido de Castro.
Palavras-chave oficiais: Acre,Polícia militar,Aniversário de fundação,Homenagem
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O SR. CORONEL ULYSSES (Bloco/UNIÃO - AC. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, obrigado pela oportunidade. Sras. e Srs. Deputados, subo a esta tribuna para prestar uma justa homenagem à gloriosa Polícia Militar do Estado do Acre, instituição que completou 110 anos de história, dedicação e serviços prestados ao nosso povo. A história da Polícia Militar do Estado do Acre se confunde com a história do próprio Estado do Acre. Criada em 25 de maio de 1916, por meio do Decreto Federal nº 12.077, ainda como Companhias Regionais, a nossa Polícia Militar nasceu com a missão de garantir a ordem, proteger a população e ajudar a consolidar a presença do Estado em uma terra marcada por desafios, distâncias e coragem. Desde o ciclo da borracha, passando pela formação do território federal, pela consolidação do nosso Estado, chegando aos dias atuais, a Polícia Militar sempre esteve presente. Esteve nas ruas, nos rios, nas fronteiras, nos seringais, nas comunidades mais distantes e insalubres do nosso Estado, nos 22 Municípios acrianos. A Polícia Militar do Acre não é apenas uma instituição de segurança pública; é uma tropa formada por homens e mulheres que deixam suas famílias em casa para proteger famílias que muitas vezes nem conhecem; é a farda que chega primeiro quando o cidadão liga pedindo socorro; é a presença que traz paz à comunidade; é a mão firme contra o crime e, ao mesmo tempo, a mão amiga estendida ao cidadão de bem. Esses verdadeiros heróis são anjos da guarda da sociedade. Eu falo isso não apenas como Deputado Federal, mas também como Coronel da Polícia Militar, como alguém que dedicou mais de 30 anos da vida à segurança pública. Falo isso como operador de segurança que conhece a realidade da rua, da madrugada, das ocorrências difíceis, da escala pesada, do risco real e da responsabilidade de tomar decisões em segundos para proteger e salvar vidas. Eu sei o que é vestir uma farda com orgulho, sei o que é sentir o peso da missão, sei o que é sair de casa sem poder prever como será o retorno, sei o que é comandar tropa, enfrentar situações de crise, atuar no terreno e olhar nos olhos do policial que está na linha de frente. Fui Comandante-Geral dessa importante instituição da Polícia Militar do Acre, fui comandante do Bope, participei da construção de unidades operacionais importantes, como o COE e o Gefron. Aprendi, ao longo da vida, que segurança pública não se faz apenas com discurso. Segurança pública se faz com valorização, estrutura, treinamento, equipamento, comando, presença e respeito aos profissionais que arriscam a própria vida pelo povo. Por isso, quando homenageio a Polícia Militar do Acre, homenageio cada soldado, cada cabo, cada sargento, cada subtenente, cada oficial, cada policial da ativa e da reserva, cada veterano que ajudou a construir essa história. A Polícia Militar do Acre carrega como patrono o Coronel José Plácido de Castro, líder da Revolução Acriana, símbolo de coragem, liderança e amor por esta terra. Esse espírito continua vivo em cada policial militar que serve ao Acre com disciplina, honra e compromisso. Ao longo desses 110 anos, a Polícia Militar do Acre mudou de nome, de estrutura e de organização, mas nunca mudou a sua essência: servir e proteger o povo acriano. Por isso, deixo aqui o meu reconhecimento, o meu respeito e a minha gratidão a essa instituição, que faz parte da minha história, da história da família do Acre e da história do nosso Estado do Acre. Que Deus abençoe a Polícia Militar do Acre! Que Deus abençoe e proteja cada homem e cada mulher que veste essa farda! Que a nossa gloriosa Polícia Militar do Acre continue firme, forte e honrada, servindo, protegendo e cuidando da segurança do povo acriano! Muito obrigado, Sr. Presidente. - 06/05/2026pela ordemBreves Comunicações
O Deputado defendeu a redução da maioridade penal. Citou casos de crimes graves envolvendo adolescentes em diferentes estados e afirmou que episódios recentes reforçavam o debate sobre mudanças na legislação penal. Informou que parte desses atos ocorreu porque os autores tinham conhecimento de que não sofreriam punições equivalentes às aplicadas a adultos. Também manifestou solidariedade às famílias de vítimas de violência e afirmou que a medida atendia a uma demanda da sociedade. Destacou pesquisas que indicaram apoio majoritário da população à alteração da maioridade penal.
Palavras-chave oficiais: Maioridade penal,redução
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O SR. CORONEL ULYSSES (Bloco/UNIÃO - AC. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, o meu apelo também é para que nós possamos colocar em pauta, o mais rápido possível, a proposta de redução da maioridade penal. Houve uma situação, lá em São Paulo, em que menores estupraram uma moça e filmaram a cena, um caso realmente gravíssimo. Eles tiveram essa audácia de filmar porque sabiam que não iria acontecer nada com eles. Lamentavelmente, ontem, no Estado do Acre, aconteceu também um fato envolvendo um menor de idade, que, de maneira fria e calculista, assassinou duas mulheres, duas servidoras da educação, dentro da escola. Aqui eu quero me solidarizar novamente com as famílias, com as pessoas que perderam seus entes queridos. Nós temos que realmente colocar em pauta esta matéria para diminuir a maioridade penal, porque isso é um anseio da sociedade. Mais de 60% da população quer que esse projeto seja aprovado. - 06/05/2026breves comunicaçõesBreves Comunicações
O Deputado defendeu a aprovação do Projeto de Lei nº 5.744, de 2023, que altera os arts. 121 e 129 do Código Penal, bem como o art. 1º da Lei dos Crimes Hediondos, para recrudescer o tratamento penal dispensado aos crimes de homicídio e de lesão corporal contra integrante da Segurança Privada, no exercício da função ou em decorrência dela, ou contra seu cônjuge, companheiro ou parente consanguíneo até segundo grau, em razão dessa condição. Por fim, afirmou que a medida faz justiça a uma categoria exposta à violência e disse que apresentou emenda para incluir também os profissionais da segurança pública.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,alteração,Código Penal (1940),Lei dos Crimes Hediondos (1990),Aumento da pena,Homicídio,Lesão corporal,Profissional,Segurança privada
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O SR. CORONEL ULYSSES (Bloco/UNIÃO - AC. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Sras. e Srs. Parlamentares, hoje nós vamos votar pelo menos está na pauta de hoje o Projeto de Lei nº 5.744, de 2023, que endurece as penas para quem cometer crime de homicídio e de lesão corporal contra vigilantes e contra profissionais da segurança privada, abrangendo também seus familiares até o segundo grau, quando o crime for cometido no exercício da função desses profissionais. Hoje nós temos a oportunidade de fazer justiça a uma categoria que há anos trabalha na linha de frente da segurança pública do Brasil como força complementar e muitas vezes é invisível e desvalorizada: os vigilantes e os profissionais da segurança privada, homens e mulheres que saem de casa todos os dias sem saber se vão voltar, devido à violência que comanda este País. Eles estão sempre ali, protegendo bancos, escolas, hospitais, comércios, e protegendo a vida das pessoas que nesses recintos se encontram. Mesmo assim, não recebem do Estado a devida proteção quando são vítimas de violência. O projeto de lei que está hoje na pauta vem exatamente corrigir essa grave distorção. Ele endurece a pena para crimes de homicídio e de lesão corporal praticados contra vigilantes no exercício da sua função e até mesmo contra seus familiares até segundo o grau e ainda inclui esses crimes no rol de crimes hediondos. Quero lembrar que isso não é privilégio, que isso é justiça a esses profissionais, porque um criminoso, quando ataca um vigilante, ele não está atacando somente um trabalhador, ele está atacando a segurança da própria sociedade. Foi por entender isso que eu apresentei e defendi o requerimento de urgência para o PL 5.744, para que ele viesse ao plenário e esta Casa pudesse votá-lo. Agora precisamos dar o passo seguinte, que é exatamente aprovar o projeto. Apresentei uma emenda ao projeto, para incluir os profissionais da segurança pública, de modo que eles sejam contemplados juntamente com os vigilantes e os profissionais da segurança privada. A segurança pública não se faz apenas com o Estado, ela também se faz com a segurança privada, que atua de forma complementar e essencial. Valorizar esses profissionais é fortalecer todo o sistema de proteção da sociedade. Fica um apelo aos colegas Parlamentares. Vamos votar favoravelmente a este projeto! Vamos dar uma resposta clara à sociedade! Vamos mostrar que este Parlamento está ao lado de quem trabalha, de quem protege, de quem arrisca a própria vida em favor do próximo! Muito obrigado, Sr. Presidente. - 05/05/2026pela ordemBreves Comunicações
O Deputado prestou solidariedade às famílias de vítimas de tiroteio ocorrido em escola no Município de Rio Branco (AC), destacando a morte de duas servidoras da educação que atuaram na proteção de crianças durante o ataque. Em seguida, reconheceu o impacto do episódio sobre alunos e comunidade escolar e afirmou que a ocorrência evidenciou a necessidade de reforço na segurança em ambientes educacionais. Também ressaltou que situações de violência não devem ocorrer em escolas, que devem garantir proteção e acolhimento. Ao concluir, manifestou condolências às famílias e declarou luto diante da tragédia no Estado.
Palavras-chave oficiais: solidariedade,Família,Vítima,Ataque violento,Violência escolar,Professor,Aluno,Escola,Acre,Luto
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O SR. CORONEL ULYSSES (Bloco/UNIÃO - AC. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu venho aqui prestar minha solidariedade à família das Sras. Alzenir e Raquel, que acabaram de falecer em virtude de um tiroteio que aconteceu dentro de uma escola lá em Rio Branco, no Acre. Elas se colocaram como heroínas para ajudar e proteger crianças. Como servidoras da educação, praticaram esse ato heroico. Eu queria aqui não somente prestar solidariedade aos seus familiares, mas também aos familiares dos alunos que foram alvejados. Infelizmente, nós tivemos essa situação que entendemos que não deveria ocorrer numa escola, uma questão de violência. A escola é um ambiente onde temos que ter segurança. Então, temos de analisar muito bem o que nós podemos fazer para que isso não se repita, não aconteça novamente. A minha solidariedade, os meus pêsames, os meus sentimentos e condolências a todas as pessoas vítimas dessa situação, que realmente é muito triste e que coloca o meu Estado do Acre, principalmente a capital Rio Branco, em luto neste momento. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 05/05/2026breves comunicaçõesBreves Comunicações
O Deputado criticou posicionamentos do PT sobre anistia, ao afirmar que a esquerda já teria sido beneficiada por medidas semelhantes no passado. Assim, avaliou que decisões recentes do Congresso, como a rejeição da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal e a derrubada do veto presidencial à dosimetria, representaram resposta às demandas da população. Além disso, relatou percepção de apoio popular às medidas e expectativa de reequilíbrio entre os Poderes. Por fim, contestou críticas ao projeto e defendeu sua futura promulgação.
Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Manifestação pública,motivação política,participante,anistia,Derrubada de veto,Partido dos Trabalhadores (PT),Ideologia política,Crítica,promulgação Presidente da República,Supremo Tribunal Federal (STF),indicação,Senado Federal,Rejeição,População,interesse Supremo Tribunal Federal (STF),Congresso Nacional,Princípio da harmonia entre os Poderes
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O SR. CORONEL ULYSSES (Bloco/UNIÃO - AC. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, é incrível como o PT e a Esquerda mentem descaradamente e são hipócritas. O Deputado que acabou de nos anteceder falou que não pode haver perdão para criminosos em questão de anistia, sendo que o PT e a Esquerda foram os mais beneficiados com a anistia: criminosos, assassinos, assaltantes de banco, só pilantra, tudo anistiado, ganhando dinheiro do nosso povo, dinheiro que sai do imposto do trabalhador. Eu queria dizer que o povo brasileiro está feliz com aquela faísca de esperança que o Congresso concedeu a eles. Foram duas derrotas realmente avassaladoras. A primeira foi a rejeição de Jorge Messias, que estava indo para o STF para fazer parte da ditadura da toga não foi aceito. É mais um amigo de Lula que nós conseguimos derrubar. A segunda foi a dosimetria. A população está feliz, porque pessoas que estão presas de maneira injusta, que pegaram penas acima das que elas deveriam estar cumprindo, foram beneficiadas. Lula vetou o projeto, e nós derrubamos esse veto. Eu vi o olhar das pessoas, agora estava lá no Acre, conversei com a população. A população está feliz, sentindo uma faísca de esperança, vendo que o Congresso, que é o poder que emana do povo, realmente está tomando de volta para si o poder que é proteger e fazer com que o nosso País realmente seja um país democrático e soberano. Eu quero dizer mais, Sr. Presidente, as pessoas com quem tive a oportunidade de falar, não somente do meu Estado, mas até dentro do avião, onde encontrei pessoas de outros Estados, todas elas estão com esperança de que o Congresso vá trazer de volta o equilíbrio entre os Poderes. O PT está chorando, a Esquerda já está chorando. E o choro é livre, tem que chorar mesmo. Mas eu já estou vendo aqui que eles estão dizendo que vão entrar no STF para tentar derrubar o veto que foi votado aqui pelos representantes do povo. Olhem só, no Metrópoles já saiu: "STF vai respeitar decisão do Congresso sobre dosimetria". Está no Metrópoles: "STF vai respeitar decisão do Congresso sobre dosimetria". No mesmo sentido, O Globo falou a mesma coisa. Eles não estão em condições de rejeitar aquilo que foi decidido pelos representantes do povo, e nós vamos manter. Infelizmente, eles vêm com a mentira de que o projeto visa proteger criminosos da mais alta periculosidade. Isso é conversa fiada, é uma mentira! Pode chorar, PT! Pode chorar, Esquerda! A dosimetria vai valer e vai ser promulgada, mesmo que Lula não a assine. Nós, do Congresso, vamos promulgá-la, ela vai valer e vai alcançar as pessoas que dela mais necessitam hoje. Sr. Presidente, peço que meu discurso seja divulgado pelos meios de comunicação da Casa. Muito obrigado. - 30/04/2026orientação de bancadaOrdem do Dia
O Deputado orientou a bancada na votação do Veto Total nº 3, de 2026, aposto ao Projeto de Lei nº 2.162, de 2023, que trata da dosimetria da pena.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Veto total,Projeto de lei ordinária,Bloco parlamentar,União Brasil,Progressistas (PP),Partido Social Democrático (PSD) (2011),Republicanos (partido político),Movimento Democrático Brasileiro (MDB),Federação PSDB Cidadania,Podemos (PODE) (2016),Voto contrário
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O SR. CORONEL ULYSSES (Bloco/UNIÃO - AC. Para orientar a bancada. Sem revisão do orador.) - A federação vota "não", para que as pessoas que estão presas sejam liberadas. - 15/04/2026encaminhamento de votaçãoOrdem do Dia
O Deputado encaminhou a votação do requerimento de urgência ao Projeto de Lei nº 5.744, de 2023, que altera os arts. 121 e 129 do Decreto-Lei nº 2.848, de 1940 (Código Penal), bem como o art. 1º da Lei nº 8.072, de 1990 (Lei de Crimes Hediondos), para recrudescer o tratamento penal dispensado aos crimes de homicídio e de lesão corporal contra integrante da Segurança Privada, no exercício da função ou em decorrência dela, ou contra seu cônjuge, companheiro ou parente consanguíneo até segundo grau, em razão dessa condição.
Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,favorável
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O SR. CORONEL ULYSSES (Bloco/UNIÃO - AC. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, obrigado. Eu gostaria de pedir aos nobres Deputados que nós pudéssemos aprovar este requerimento. É um requerimento de extrema urgência, tendo em vista que ele abrange a categoria da segurança privada. Nós temos aqui abrangidos vigilantes, guardas municipais, guardas civis, agentes socioeducativos e também a Polícia Legislativa. A autoria deste projeto foi da Comissão de Legislação Participativa e também foi sugestão do Conasep, que é o Conselho Nacional de Segurança Privada. O nosso amigo Hassem, Alan Hassem, deu esse encaminhamento. O Relator, que muito bem pautou este projeto aqui, foi o Deputado Capitão Alden, a quem parabenizo pela relatoria deste projeto. Também quero dizer que o projeto é de extrema importância porque o seu objetivo principal é endurecer as penas para crimes de homicídio e lesão corporal cometidos contra integrantes da segurança privada, contra os vigilantes. Como eu falei, a proposta abrange agentes socioeducativos, policiais legislativos e guardas civis no exercício de suas funções e, devido a essas razões, contra seus familiares próximos, como cônjuge, companheiro ou parentes até segundo grau. Eu gostaria de fazer esse pedido a V.Exas. Esse é um tema de extrema importância. Trata-se de pessoas que trabalham cuidando, servindo, protegendo a sociedade. São verdadeiros anjos da guarda, complementares da segurança pública. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 15/04/2026pela ordemBreves Comunicações
O Deputado fez referência ao Projeto de Lei nº 5.744, de 2023, apresentado a partir de sugestão do Conasep, aprovado na Comissão de Legislação Participativa e cujo requerimento de urgência consta na Ordem do Dia. Destacou que o projeto de lei visa tornar hediondos os crimes de homicídio e de lesão corporal praticados contra vigilantes, agentes socioeducativos, policiais legislativos e guardas municipais, bem como contra familiares desses profissionais até o segundo grau de parentesco. Ademais, pediu apoio dos Parlamentares para a aprovação da matéria, sustentando que a iniciativa reconhece a relevância desses trabalhadores na proteção da sociedade, do patrimônio e da vida. Por fim, informou que o provável Relator do projeto seja o Deputado Delegado da Cunha e manifestou expectativa de que a tramitação conduza à aprovação da proposta.
Palavras-chave oficiais: Apoio político,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Sugestão de iniciativa legislativa,Conselho Nacional da Segurança Privada (CONASEP),Comissão de Legislação Participativa (CLP),Crime hediondo,Homicídio,Lesão corporal,Vigilante,Segurança privada,Guarda municipal,Policial legislativo,Agente socioeducativo
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O SR. CORONEL ULYSSES (Bloco/UNIÃO - AC. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, hoje, no quarto item da pauta, nós vamos ter o requerimento de urgência do Projeto de Lei nº 5.744, de 2023. Esse projeto de lei foi uma sugestão do Conasep e foi aprovado na Comissão de Legislação Participativa. Ele trata exatamente de tornar crime hediondo a lesão corporal ou o homicídio contra os seguranças privados, ou seja, vigilantes. O projeto englobou também os agentes socioeducativos e os policiais legislativos. Nós conseguimos colocar na pauta o requerimento de urgência para esse projeto. Vai ser colocado aqui ainda para aprovação, e eu queria pedir o apoio de todos para que nós pudéssemos realmente aprovar esse projeto, que beneficia ou, na verdade, reconhece o direito dos policiais legislativos, dos agentes de segurança socioeducativos, dos agentes de segurança privada, todos os vigilantes, tornando crime hediondo o homicídio ou lesão corporal não somente desses profissionais, mas também dos familiares desses profissionais até o segundo grau de parentesco. Eu queria também, desde já, dizer que provavelmente o Relator desse projeto vai ser o Deputado Delegado da Cunha. Já pedi para que ele tenha todo o cuidado, todo o carinho para que nós possamos ter a aprovação desse projeto que tanto vai beneficiar esses profissionais, que não somente servem o povo brasileiro, a sociedade, mas também cuidam do patrimônio e cuidam da vida, salvam vidas. Neste momento, eu queria pedir o apoio de todos os nossos Deputados aqui presentes para que nós possamos aprovar o quarto item da nossa pauta, que trata de tornar crime hediondo o homicídio e a lesão corporal grave contra vigilantes, agentes socioeducativos, guardas municipais, que estão incluídos também, e a polícia legislativa. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 15/04/2026breves comunicaçõesBreves Comunicações
O Deputado criticou o Governo do Partido dos Trabalhadores (PT) pela corrupção e pela impunidade no País. Ademais, condenou o Presidente do Senado, Davi Alcolumbre, por não dar andamento a pedidos de impeachment contra Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e por atuar para impedir a aprovação de relatório da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do crime organizado. Além disso, repudiou os Ministros do STF Dias Toffoli e Gilmar Mendes por reagirem ao relatório com medidas que buscam a blindagem da Corte e defendeu que autoridades públicas devem ser investigadas diante de indícios de irregularidades.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,Partido dos Trabalhadores (PT),Corrupção,Impunidade,Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI),Relatório (processo legislativo),Crime organizado,Presidente do Senado Federal,Impeachment,Ministro do Supremo Tribunal Federal,investigação,Autoridade pública,irregularidade,indiciamento
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O SR. CORONEL ULYSSES (Bloco/UNIÃO - AC. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, a situação do Brasil hoje está muito grave. O Governo do PT trouxe de volta para o nosso País a roubalheira, a ladroagem e a corrupção e, o pior de tudo, a impunidade. Criminosos que estão sendo protegidos e blindados. Ontem, nós tivemos o relatório da CPI do Crime Organizado e rapidamente houve um movimento dos três Poderes coordenados. A Presidência, quando viu que tínhamos três Ministros que estavam sendo indiciados dentro da CPI do Crime Organizado, começou a oferecer benefício lá para o Senado. O Presidente do Senado, infelizmente, Alcolumbre, que tem vários pedidos de impeachment contra esses Ministros aí, está sentado sobre esses pedidos de impeachment, não tomou providências. Pelo contrário, ajudou a que o relatório não fosse aprovado, tirando pessoas que estavam ali isentas para votar e colocando pessoas do PT, da Esquerda para votarem contra o relatório, contra a investigação lá nessa CPI. Um absurdo! E o pior de tudo: os Ministros do STF, a reação deles, ao invés de apurarem, de investigarem, o quê é que eles fizeram? A reação foi se blindarem, se autoprotegerem. Um absurdo! Aí vem o Ministro Toffoli dizer que o Senador cometeu abuso de poder e que vai ser investigado. Ora, ele não toma nenhuma providência e nem tem moral hoje para falar nada porque ele está naquela situação do Banco Master. Aí vem o Ministro Mendes também acusar o Senador que está fiscalizando, exercendo o papel para o qual ele foi, não só eleito, mas que institucionalmente lhe cabe de acordo com a Constituição, porque ela diz que ele tem que fiscalizar o STF. O Senador está sendo agora ameaçado porque ele colocou... E, olha só, o Ministro está acusando o Senador de ter ligações com milicianos, com o crime. E por que nada fizeram então, até hoje, não tomaram nenhuma providência a respeito dessa situação? Tudo isso, um absurdo! Olha só, nós respeitamos o STF como instituição necessária, essencial, mas os Ministros não estão imunes. Se eles estão sendo investigados, se têm indícios de irregularidades, eles têm que ser investigados. Nós não podemos aceitar que somente vá para a cadeia ou seja investigado o ladrão, o pobre. Os ricos e poderosos, que estão hoje no poder, também têm que ser investigados. Sr. Presidente, gostaria que o nosso relatório fosse divulgado no programa A Voz do Brasil. Muito obrigado. - 24/03/2026breves comunicaçõesBreves Comunicações
O Deputado criticou o que classificou como um histórico de corrupção em Governos recentes, citando casos como o Mensalão e o Petrolão. Afirmou que a CPMI do INSS apontaria irregularidades envolvendo aposentados e idosos, e acusou setores da esquerda de dificultar investigações. Também defendeu a continuidade das apurações e associou o cenário político e econômico do País a problemas em áreas como saúde, segurança e educação. Ao final, afirmou que mudanças dependeriam do resultado das eleições e da renovação de representantes no Congresso e no Executivo.
Palavras-chave oficiais: Partido dos Trabalhadores (PT),Governo,Petróleo Brasileiro (Petrobras),envolvimento,Corrupção,Crítica Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Fraude,Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI),prorrogação Eleição,Presidente da República,Congresso Nacional,Representante,renovação,Defesa
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O SR. CORONEL ULYSSES (Bloco/UNIÃO - AC. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, nunca na história do Brasil, nem na história mundial, um político, um Presidente ou um partido cometeu tanta corrupção ou tanta roubalheira como a que estamos vendo na atualidade, um padrão que segue o dos Governos anteriores: o petrolão, o mensalão, questões que envolvem fundos, a Petrobras, a Eletrobras, a Transpetro. Enfim, a lista de roubalheira e de corrupção é imensa. A coisa não para por aí. A CPMI do INSS demonstra claramente o que o atual Vice-Presidente disse: "Voltaram à cena do crime". Continuam cometendo os mesmos delitos, a mesma corrupção, a mesma roubalheira, mas, desta vez, contra os aposentados, contra os idosos, algo inescrupuloso, algo hediondo. É inimaginável que pessoas que passaram a vida toda trabalhando, que passaram a vida inteira contribuindo, foram lesadas e roubadas. O pior de tudo é que a Esquerda canalha, corrupta, continua blindando, na CPMI, os criminosos nesta investigação. Eu queria elogiar o Ministro André Mendonça, que, judicialmente, determinou a prorrogação da CPMI, porque queriam encerrá-la e impedir as investigações sobre um rombo bilionário, simplesmente porque já está detectado que existem pessoas ligadas ao Presidente. Lulinha, o filho do presidente, até agora vem sendo blindado pela Esquerda, que não quer a verdade, que não quer investigar, pelo contrário: continua fazendo o jogo de proteger bandidos e criminosos da mais alta periculosidade. Este é o ano da mudança. Outubro está logo ali, e nossos destinos são definidos pelas nossas escolhas. Que possamos fazer as escolhas certas porque, infelizmente, hoje o Brasil está sofrendo: é um país quebrado economicamente e com todas as áreas comprometidas, como segurança, educação e saúde. Sr. Presidente, a solução está nas urnas, com as pessoas que vão promover a mudança neste ano. A solução é tirar desta Casa, do Senado e do Planalto aquilo que não presta. Muito obrigado. - 11/03/2026breves comunicaçõesBreves Comunicações
O Deputado criticou a posição do Governo Federal sobre a classificação de facções criminosas como organizações terroristas. Afirmou que o Governo do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva não demonstraria disposição para enquadrar grupos como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho como organizações terroristas. Argumentou que essa classificação poderia ampliar mecanismos de fiscalização financeira internacional e combate à lavagem de dinheiro ligada ao crime organizado. Também defendeu o endurecimento da legislação penal e cobrou medidas mais rigorosas para enfrentar as facções criminosas e proteger a população.
Palavras-chave oficiais: Organização criminosa,Organização terrorista,classificação,Governo federal,contrário,Crítica,Legislação penal,atualização
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O SR. CORONEL ULYSSES (Bloco/UNIÃO - AC. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, quem protege o crime organizado de ser classificado como terrorista está optando por proteger as organizações criminosas e as facções, está optando por não proteger o cidadão de bem. Fala-se sobre a proteção de soberania, mas infelizmente este Governo não consegue proteger nem sequer o cidadão de bem, o trabalhador, o pagador de imposto. Infelizmente, quando nós olhamos o desgoverno Lula colocando que não quer classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas, nós vemos de que lado ele está. No mínimo, conluio; no mínimo, uma participação, ainda que indireta. Às vezes, nós temos até que fazer uma investigação para ver se não há uma participação direta nesse tipo de situação, porque é inadmissível que não se classifiquem essas organizações criminosas como terroristas. Eu fui estudar um pouco. O problema não é que eles têm medo de os Estados Unidos entrarem aqui e nos invadirem. Isso é narrativa falsa. Isso não vai acontecer. O problema está na fiscalização dos ativos, dos recursos e do dinheiro. Uma vez que forem classificados pelos Estados Unidos como organizações terroristas, eles vão ter que prestar contas a toda a rede de financiamento de bancos mundiais de onde vem esse dinheiro, que é lavado muitas vezes. Nós temos crime de lavagem de dinheiro, em atividades que eles executam, inclusive fazendo com que esse dinheiro circule, como se fosse dinheiro limpo, em fintechs, em empresas de fachada, em postos de combustível, porque o faturamento dessas organizações criminosas gira em torno de 100 bilhões de reais. É muito dinheiro! Nós temos que apoiar essa ação dos Estados Unidos, para que possamos ter uma intervenção aqui, já que o Governo Federal não tem interesse nenhum em combater o crime organizado, as facções, o PCC e o Comando Vermelho. Para o Brasil, para este Governo, aliás, terrorista é diferente. Terrorista é a Débora do Batom. Terrorista é a senhorinha que tinha uma Bíblia e que estava se manifestando de maneira pacífica. Terrorista, para esse Governo, é o Clezão, que morreu lá dentro do presídio, e tantas outras pessoas de bem. E aquelas pessoas que vivem decapitando cabeças, que vivem queimando pessoas nos pneus lá no morro, que vivem matando, destruindo famílias, para esse Governo, essas pessoas não são terroristas. É lamentável o posicionamento desse Governo em proteger o bandido e o criminoso. É isso que é a Esquerda. E nós temos que, cada dia mais, endurecer as nossas leis e exigir o cidadão tem que exigir que a Esquerda vote a favor do cidadão de bem e contra o crime. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 10/03/2026breves comunicaçõesBreves Comunicações
O Deputado afirmou que o País enfrentou crise institucional e criticou o que classificou como retorno de escândalos de corrupção. Citou denúncias relacionadas ao Banco Master e defendeu a instalação de comissão parlamentar de inquérito para apurar os fatos. Também mencionou reportagens que apontaram supostas interações entre Daniel Vorcaro e autoridades, incluindo Ministros do Supremo Tribunal Federal, e pediu investigação sobre as informações divulgadas. Ao concluir, defendeu medidas para preservar a credibilidade das instituições e garantir transparência na apuração de denúncias.
Palavras-chave oficiais: Banco Master,Fraude,Ministro do Supremo Tribunal Federal,Proprietário,interação,investigação,Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI),instalação,Instituição pública,preservação
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O SR. CORONEL ULYSSES (Bloco/UNIÃO - AC. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, obrigado. A Bíblia fala que, quando o justo governa, o povo é feliz; e quando o ímpio governa, o povo geme, o povo sofre, e é isso que está acontecendo no nosso País. O povo está sofrendo porque o justo está preso e o ímpio está desgovernando o nosso País. Voltou a corrupção. Os maiores roubos existentes neste País fazem parte deste atual Governo. Só neste Governo nós já temos a CPMI do INSS, que foi um rombo exponencial e, o pior de tudo, veio essa questão da fraude do Banco Master, que superou a questão da CPMI do INSS. E o nosso País hoje virou uma zona, uma vergonha. Você pega os jornais, só são notícias ruins. O Estadão coloca que a reputação de Moraes e Toffoli morreu com o caso Master e que resta saber se o STF quer ser enterrado junto. Eu pergunto ao senhor, Ministro Fachin, que é o Presidente do STF: o Senhor vai permitir que o STF continue afundando nesse lamaçal, sem a credibilidade do povo e com Ministros bilionários à custa dessa função que eles estão exercendo? Uma vergonha para qualquer país do mundo. O crime está insustentável, segundo a Gazeta do Povo, e toma conta do STF após revelações sobre o Banco Master. O Vorcaro pagou degustação de uísque em Londres, com Moraes, Gonet, Toffoli e o Diretor-Geral da Polícia Federal saiu no UOL. E sabem quanto eles gastaram? A bagatela de 3 milhões de reais! Está aqui: degustação de 3,3 milhões de reais. Isso foi pego no vazamento do celular do Vorcaro, que revela conta de luxo para o Moraes, o Toffoli, o PGR e até o Diretor-Geral da Polícia Federal. O pior de tudo é a questão da hipocrisia. O Alexandre de Moraes, além de ter trocado o número para tentar enganar e dizer que não tinha recebido as mensagens do Vorcaro, apagou as mensagens. Aqui no Estadão saiu que Moraes trocou mensagens que somem com Vorcaro e criticou textos apagados por Débora do Batom ou seja, no direito xandônico, apagar mensagem é ocultar provas, só não vale para ele, o Xandão. Isso é um absurdo! Nós queremos que a CPMI seja aberta. Nós não podemos permitir, Sr. Presidente, que essas pessoas fiquem impunes. Isso tem que ser investigado. Temos inclusive a questão dos 129 milhões de reais, do contrato com a mulher do Alexandre de Moraes. Nós precisamos investigar o Moraes. Nós precisamos investigar o Toffoli. Nenhuma pessoa está acima da lei. Têm que ser investigados, porque a população exige que nós tenhamos o conhecimento disso. E quem tiver de ser preso tem que ser preso, quem tiver de devolver dinheiro tem que devolver dinheiro, mas nós não podemos permitir que o nosso País caia nesse descrédito, nessa situação que nós estamos hoje, principalmente o STF, que deveria ser o guardião da Constituição e hoje é o maior violador da Constituição. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 24/02/2026breves comunicaçõesBreves Comunicações
O Deputado condenou a situação caótica do Brasil na saúde, educação, segurança e economia. Ademais, criticou o Presidente Lula e o Partido dos Trabalhadores (PT), responsabilizando-os pelo retorno da corrupção, aumento da pobreza e gastos elevados no cartão corporativo. Questionou ainda a reputação de Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Além disso, citou a divulgação de repasses milionários do Banco Master à empresa do Ministro Dias Toffoli e à esposa do Ministro Alexandre de Moraes, bem como a inércia da Procuradoria-Geral da República (PGR) na abertura de investigação sobre esses fatos. Apontou também que houve aumento de 276% nas falências de empresas e que os Correios estão falindo. Ao final, defendeu a instalação de Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Banco Master.
Palavras-chave oficiais: Presidente da República,Corrupção,Pobreza,Despesa pública,Cartão de Pagamento do Governo Federal (CPGF),Governo federal,Partido dos Trabalhadores (PT) Ministro do Supremo Tribunal Federal,repasse,Banco Master,Investigação criminal,Procuradoria-Geral da República (PGR),Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) Falência,Empresa,Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT)
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O SR. CORONEL ULYSSES (Bloco/UNIÃO - AC. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, o Brasil vive uma situação caótica em todas as áreas na área da saúde, na área da educação, na área da segurança, na área da economia. Nós já sabíamos que esse seria o resultado do projeto socialista e comunista da Esquerda, através do PT. A volta do descondenado Lula trouxe de volta a corrupção, a pobreza, a miséria. Enquanto ele está viajando, fazendo turismo, gastando quase 1,5 bilhão de reais no cartão corporativo, a gente está vendo que há fome e miséria na periferia. Muitas pessoas estão sofrendo. Não há uma solução por parte deste Governo para melhorar a vida dessas pessoas. O pior de tudo é que nós estamos vendo um lamaçal em todos os Poderes. Observamos recentemente que o STF deixou de ser aquela Corte composta de Ministros com reputação ilibada. Infelizmente, até mesmo pelo exemplo do Poder Executivo através da corrupção que o Lula e o PT trouxeram novamente para a nossa Nação, hoje vários Ministros do STF estão envolvidos em situações vexatórias. A imprensa divulgou que a empresa do Dias Toffoli recebeu repasses milionários do Vorcaro. A esposa do Moraes receberia 129 milhões de reais. Até agora, ninguém abriu nenhum tipo de investigação a respeito disso. A própria PGR não fez nada. Moraes, no momento em que foi questionado, calou. Além disso, perseguiu o Presidente da Unafisco Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal, num ato de censura, algo que infelizmente o nosso País está vivendo há muito tempo. Tivemos no País um aumento de 276% no número de empresas falidas. Até mesmo os Correios, empresa que não tem concorrente, estão falindo. Só no Brasil há uma Suprema Corte que tem Ministros ficando bilionários em razão de sua função. Então, nós temos que abrir a CPMI do Banco Master, doa a quem doer. Quem tiver rabo preso que pague! Fora, Lula! Fora, Moraes! - 03/12/2025breves comunicaçõesBreves Comunicações
O Deputado criticou a decisão do Ministro Gilmar Mendes, afirmando que ela representa uma afronta ao Congresso e evidencia a omissão do Senado na fiscalização do Supremo Tribunal Federal. Ressaltou que a decisão monocrática configura uma “blindagem vergonhosa” de um Poder que teria perdido a credibilidade perante a população. Afirmou ainda que o Congresso, por ser o órgão que representa a vontade popular, precisa reagir, defendendo o fim das decisões monocráticas, o término da vitaliciedade dos Ministros e a criação de mecanismos que permitam o impeachment de membros do Supremo.
Palavras-chave oficiais: credibilidade,Supremo Tribunal Federal (STF),Congresso Nacional,Ministro do Supremo Tribunal Federal,Decisão monocrática,blindagem,Impeachment,Falta,Vitaliciedade,Decisão,Respeito à vontade popular
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O SR. CORONEL ULYSSES (Bloco/UNIÃO - AC. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, hoje o Brasil, mais uma vez, foi aviltado com aquela decisão do Ministro Gilmar Mendes, uma decisão que nos envergonha, principalmente o Senado, que é responsável por fiscalizar o STF, que fica de joelhos e envergonhado, exatamente porque, até hoje, não houve uma postura sua corajosa e por agir exatamente, ao contrário disso, de maneira covarde e omissa. Já tinha que ter mostrado qual é o lugar do STF. Infelizmente não se fez isso, agora o STF vem para cima deste Congresso com a decisão monocrática de blindagem vergonhosa, alegando que é para fortalecer a Justiça. Primeiro que nós não temos Justiça neste País há muito tempo. Então, essa isso não é para fortalecer a Justiça, não, isso é uma blindagem vergonhosa de um Poder em que hoje inclusive as pessoas não acreditam, não tem a credibilidade da população. Se for fazer uma pesquisa, não tem. E aí quer ter essa credibilidade à força, na marra. Isso não pode acontecer, isso é um absurdo! Isso, sim, é um ataque ao Estado Democrático de Direito, um ataque à soberania. Isso, sim, pode ser considerado um golpe. Infelizmente, temos que reconhecer que não tomamos a decisão correta, principalmente o Senado. Eu falo "nós", porque nós fazemos parte do Congresso, mas o Senado, que era responsável para colocar o STF no lugar, não colocou, e agora está de joelhos. Nós temos que acabar com essa interferência do STF neste Congresso. O Poder que legisla é o Congresso. O Poder que emana do povo é o Congresso. Nenhum Ministro jamais recebeu um voto popular. Todos que estão aqui foram votados, escolhidos pelo povo. Esse, sim, representa a vontade popular, a vontade do povo. Infelizmente, agora, estamos correndo atrás do prejuízo. Nós temos que decidir e votar com a maior urgência possível que os cidadãos brasileiros, sim, tenham na legislação a possibilidade de "impeachmar" um Ministro. Isso sim. Que acabemos aqui com as decisões monocráticas e também com a vitaliciedade desses Ministros. É um absurdo essas pessoas passarem 10 anos, 20 anos, 30 anos, 40 anos, a vida toda rasgando a Constituição, porque isso é o que tem acontecido. Hoje nós temos Ministros que rasgam a nossa Constituição Federal! Eles deveriam estar lá para proteger, para serem guardiões, e fazem exatamente o contrário. Nós não podemos admitir essa ofensa que eles estão fazendo em relação ao Congresso. Senado, pelo amor de Deus, vamos deixar de omissão! Tenha coragem para colocar o STF no seu devido lugar! Muito obrigado, Sr. Presidente. - 26/11/2025breves comunicaçõesBreves Comunicações
O Deputado retomou críticas às prisões relacionadas aos eventos de 8 de Janeiro e afirmou que houve violações de direitos humanos. Relatou que, em março de 2024, protocolou denúncia na Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA, acompanhada por 76 Parlamentares, incluindo Deputados e Senadores. Relatou que o grupo apresentou casos de cidadãos sem histórico criminal que teriam sido presos por longos períodos, além da morte de um detido, identificada como consequência de decisões judiciais. Informou que a OEA solicitou esclarecimentos ao Estado brasileiro sobre condenações, condições de prisão e investigações pendentes.
Palavras-chave oficiais: Prisão,Ex-presidente da República,Golpe de Estado,Repúdio,Organização dos Estados Americanos (OEA)
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O SR. CORONEL ULYSSES (Bloco/UNIÃO - AC. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Sr. Presidente. Eu quero começar lembrando algo que nós não podemos esquecer aqui nesta Casa: a dor das famílias, a angústia dos injustiçados e o silêncio daqueles que deveriam garantir a lei e a Constituição em relação aos presos do 8 de Janeiro. Por isso que, no dia 8 de março de 2024, eu protocolei na Comissão Interamericana de Direitos Humanos, da Organização dos Estados Americanos OEA, uma denúncia contra o Estado brasileiro e, inclusive, uma denúncia de violação dos direitos humanos cometida pelo Ministro Alexandre Moraes. Isso não foi um gesto isolado, porque 76 Parlamentares, Deputados e Senadores, assinaram essa petição junto comigo. Nós a protocolamos no sistema digital que eles têm, mas também estivemos na sede da OEA, em Washington. Inclusive, um dos Deputados que assinaram a petição está aqui presente, o Deputado Gustavo Gayer, e ele esteve lá na OEA conosco para relatar o que estava acontecendo no Brasil: abuso de autoridade e total violação dos direitos humanos após os eventos de 8 de janeiro de 2023. O que apresentamos lá não foi só discurso e manifestação política, apresentamos fatos reais de violação dos direitos humanos. Aqui eu relato algumas atrocidades que foram denunciadas. Primeiro, não houve crime de golpe de Estado. Houve, sim, a criminalização de cidadãos comuns, muitos sem qualquer histórico criminal. Pessoas do Acre e do Pará foram presas por até 180 dias, mesmo estando a mais de 2 mil quilômetros de distância dos fatos. Denunciamos a morte do Clezão, vítima direta da omissão e das decisões ilegais que o mantiveram preso. Expusemos a existência de um tribunal de exceção dentro do STF, violando o princípio do juiz natural e impedindo a defesa daquelas pessoas que estavam presas injustamente. O que pedimos à OEA? O envio dos processos para a Justiça Federal, dada a incompetência do STF; habeas corpus para os acusados que pudessem responder em liberdade; investigação e responsabilização pela morte do Cleriston, o Clezão; indenização às vítimas em reconhecimento das violações cometidas pelo Estado brasileiro. Não pedimos favor, pedimos justiça. E o legal, senhores, é que ontem eu recebi da OEA um documento. Quero esclarecer que a OEA pediu informações sobre cada uma das 104 pessoas condenadas pelo STF. A OEA quer saber se tiveram direito a recurso e até que ponto foram injustiçadas; quer saber se essas pessoas ainda estão presas e em quais condições está se dando essa manutenção da prisão; quer saber se houve investigação real sobre a morte do Clezão; e quer informações sobre doze pessoas lá do Acre que ficaram presas injustamente. Inclusive, o Ministério Público já arquivou o processo porque as considera inocentes. A OEA está pedindo exatamente aquilo que nós pedimos, que é justiça, para que essas pessoas que estão hoje presas possam ser colocadas em liberdade. Por isso, é muito necessário que nós venhamos a aprovar a anistia. A OEA já reconhece, a partir de agora, através da Comissão Interamericana de Direitos Humanos, que houve violação de direitos humanos aqui. Muito obrigado, Sr. Presidente. - 25/11/2025breves comunicaçõesBreves Comunicações
O Deputado reafirmou apoio às autoescolas e elogiou a atuação do Deputado Coronel Meira na defesa do setor. Declarou solidariedade ao ex-Presidente Jair Bolsonaro, afirmando que sua prisão ocorreu de forma injusta e sem provas, segundo sua avaliação. Criticou decisões do Judiciário, especialmente do Ministro Alexandre de Moraes, e mencionou casos que considerou violações de direitos. Também comentou a prisão de generais, citando o General Heleno, e avaliou como fraca a postura do atual comandante do Exército. Ao final, defendeu a necessidade de pautar uma anistia geral para pessoas investigadas nos atos de 8 de janeiro, alegando haver prisões de inocentes.
Palavras-chave oficiais: Supremo Tribunal Federal (STF),Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Militar,Golpe de Estado,Prisão,Comandante do Exército,Crítica,Pauta (processo legislativo),anistia Centro de Formação de Condutores (CFC),Trabalhador,solidariedade
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O SR. CORONEL ULYSSES (Bloco/UNIÃO - AC. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, inicialmente, eu queria parabenizar o Deputado Coronel Meira pela defesa das autoescolas. Quero dizer, senhores e senhoras que estão aqui presentes, que nós também apoiamos a causa de vocês. Podem contar com o Deputado Coronel Ulysses. Eu não poderia também deixar de falar a respeito do nosso Presidente Bolsonaro. Infelizmente, hoje, de maneira covarde e injusta, foi decretado o trânsito em julgado da sentença dele, que está preso mesmo sendo inocente e não havendo provas contundentes, qualquer tipo de prova para colocá-lo na prisão. Ele é um homem que cometeu o único erro de jogar dentro das quatro linhas. Infelizmente, ele, um homem honrado e honesto, não percebeu que o jogo estava sendo jogado fora das quatro linhas e que ele, dentro das quatro linhas, estava no jogo errado. O Presidente Bolsonaro está de parabéns porque, mesmo ao jogar dentro das quatro linhas, por ser um homem honesto, nunca encontraram um pingo de corrupção contra ele ou alguém da família dele. Neste sentido, deixo aqui a minha solidariedade ao nosso Presidente Bolsonaro. Deus é o nosso juiz. Que Deus o abençoe e proteja, porque Ele é o nosso refúgio e a nossa fortaleza! Tenho certeza de que Deus está junto com ele porque protege aqueles que são injustiçados. Quero também dizer que nós não podemos deixar passar este caso do Bolsonaro, porque o que o Ministro Alexandre de Moraes quer é matar o Bolsonaro como matou o Clezão. Ele usou o sistema para matar o Clezão e deveria ser responsabilizado pela morte do Clezão. E ele quer isto: usar o sistema para matar o Bolsonaro. Nós sabemos que o Ministro Alexandre de Moraes é um homem violador dos direitos humanos. Num país sério, ele já teria sido "impeachmado"; num país sério, ele responderia pelo homicídio do Clezão; num país sério, ele estaria sentado no banco dos réus. E ele ainda vem falar sobre democracia. Hoje, sim, nós vemos que estamos sofrendo um ataque à nossa democracia, inclusive com generais sendo presos. O General Heleno, um homem de 77 anos e honrado, foi condecorado inclusive por comandar uma missão de paz da ONU, por defender não somente o nosso País, mas também outros países. Infelizmente, o nosso atual Comandante do Exército demonstra total fraqueza e incapacidade de enfrentar o sistema. E nós não podemos acreditar numa instituição que, hoje, está sendo comandada por um comandante fraco. Esta é a verdade. Quero dizer, só para complementar, que nós precisamos e vamos pautar, urgentemente, a anistia geral, ampla e irrestrita, porque estão presas pessoas inocentes, pessoas que estavam com bíblias e a "Débora do batom". Enquanto isto, eu fiz um levantamento que mostra que o STJ concedeu mais de 9 mil habeas corpus para traficantes só em 2024. Presidente, peço que a minha fala conste dos meios de comunicações da Casa. Muito obrigado. - 18/11/2025pela ordemOrdem do Dia
O Deputado orientou a bancada na votação do substitutivo do Projeto de Lei nº 5.582, de 2025, que altera a Lei nº 12.850, de 2 de agosto de 2013, o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal, o Decreto-Lei nº 3.689, de 3 de outubro de 1941 – Código de Processo Penal, a Lei nº 8.072, de 25 de julho de 1990, a Lei nº 7.960, de 21 de dezembro de 1989, e a Lei nº 7.210, de 11 de julho de 1984, para dispor sobre o combate às organizações criminosas no País.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Minoria parlamentar,Voto favorável
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O SR. CORONEL ULYSSES (Bloco/UNIÃO - AC. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, a Minoria orienta "sim" a este projeto da mais alta relevância para o Brasil, porque nós vamos combater as facções e o narcoterrorismo. E olhe só, preste atenção, Brasil, como vão votar o PT e a Esquerda criminosa. Eles vão votar a favor do criminoso, do traficante, do narcoterrorismo. Nós votamos "sim". Parabéns, Deputado Derrite, pelo projeto que você elaborou, um projeto realmente feito em prol e em defesa do cidadão de bem, do trabalhador, daquelas pessoas que realmente merecem ser protegidas. Muito obrigado. - 18/11/2025pela ordemOrdem do Dia
O Deputado orientou a bancada na votação do Requerimento de encerramento da discussão do Projeto de lei nº 5.582, de 2025, que altera a Lei nº 12.850, de 2 de agosto de 2013, o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal, o Decreto-Lei nº 3.689, de 3 de outubro de 1941 – Código de Processo Penal, a Lei nº 8.072, de 25 de julho de 1990, a Lei nº 7.960, de 21 de dezembro de 1989, e a Lei nº 7.210, de 11 de julho de 1984, para dispor sobre o combate às organizações criminosas no País.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de encerramento de discussão,Projeto de lei ordinária,Minoria parlamentar,Voto favorável
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O SR. CORONEL ULYSSES (Bloco/UNIÃO - AC. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, a Minoria orienta a favor do encerramento da discussão. Todo o Brasil já está ciente do que está acontecendo e sabe separar o joio do trigo, o bem do mal, sabe quem protege o cidadão de bem e quem protege o criminoso, quem vê no cidadão de bem a verdadeira vítima e quem vê no traficante a vítima. Está muito claro quem defende bandido e quem defende o cidadão de bem. Parabéns, Relator! Foi dito aqui que o senhor não entende de segurança. São bem eles que entendem? Parabéns a vocês que entendem. Quem foi que acreditou que o PT iria apresentar um projeto para defender o cidadão de bem? Isso é impossível. Ele só tem projetos para beneficiar criminoso. Isso é patente. A vida toda deles é essa! Lá no presídio, quando eles ganharam, houve baderna e aplausos, houve festa. Pelo Brasil e pelo cidadão de bem, "sim"!
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. Primeiro registro: 22/12/2023. Como calculamos: metodologia.