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Detector de Bananada
Foto de Coronel Fernanda

Deputada · Câmara

Coronel Fernanda

PL · MT

Direitapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Rubia Fernanda Diniz Robson Santos de Siqueira · 51 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 87 de 100, Cara Bom0406080100

87/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 84% dos deputados · média do partido: 78

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 90%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 82%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 97%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 76%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

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Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 28%das 714 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ela votou

Vota com o próprio partido 97%das 581 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ela votou

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E-mail
dep.coronelfernanda@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5242
Gabinete
Gabinete 242, Anexo IV, 2º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

90%

Esteve em 350 de 391 sessões

Melhor que 25% dos deputadosMédia do partido: 92%

Votou nas votações

82%

Registrou voto em 928 de 1.128 votações nominais

Melhor que 52% dos deputadosMédia do partido: 80%

Iniciativas que viraram lei

1

de 47 projetos apresentados (2%)

15 avançaram · 26 em andamento · 5 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

28%

Em 714 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 12% dos deputadosMédia do partido: 33%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

78 discursos na tribuna · de 08/03/2023 a 14/07/2026.

  • 14/07/2026

    A Deputada defendeu a aprovação da urgência do Projeto de Decreto Legislativo nº 171, de 2026, para sustar o aumento da Reserva Taiamã, em Cáceres, no Mato Grosso, e afirmou que a área já era preservada pela população local e pelos produtores rurais. Além disso, criticou o Governo Federal por ampliar a reserva sem ouvir os moradores, sem oferecer compensações e sem enfrentar problemas como saúde, segurança e narcotráfico na fronteira. Por fim, pediu apoio dos Deputados para evitar insegurança jurídica e proteger quem produz e preserva o meio ambiente.

    Palavras-chave oficiais: Requerimento de urgência,Projeto de decreto legislativo,sustação,aumento,Reserva ecológica (Resec),Cáceres (MT),População,Produtor rural,Preservação ambiental,Governo federal,ausência,compensação,Saúde,segurança,Tráfico de droga,Fronteira,Insegurança jurídica

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. CORONEL FERNANDA (PL - MT. Como Líder. Sem revisão da oradora.) - Presidente, quero agradecer ao senhor pela oportunidade de estar defendendo o Estado de Mato Grosso. Essa reserva já existia. Ela era cuidada, ela é cuidada e ela é preservada pela população de Cáceres. O Governo Federal, fazendo a sua mídia social, como sempre, dentro da sua ideologia, aumentou essa reserva para um tamanho inadmissível, sem trazer nada para ofertar à população, sem dar condições para que aquela população continue preservando, sem dar condições para que aqueles produtores que estão lá continuem fazendo o que sabem fazer bem: trazendo recursos e riqueza para o Estado de Mato Grosso e para o Brasil. Eu preciso que vocês entendam que nós não somos contra a preservação, pelo contrário. A briga da população da região de Cáceres é porque eles já preservam essa área; não é de hoje que eles preservam. E eles preservam essa área sozinhos, sem apoio de ninguém, sem apoio do Poder Público, sem nenhuma garantia, sem nenhuma avaliação, sem nada. De repente, o Governo Federal, neste Governo do desgoverno do Lula, acaba criando, de uma forma desrespeitosa com a população daquela região de Cáceres, o aumento de uma reserva que ele não sabe nem como é nem como fica, ouvindo apenas aqueles que são os seus aproximados, seus guaxebas, seus colegas, esquecendo de ouvir realmente quem mora na cidade, quem mora próximo à reserva e quem cuida da reserva. Há dois anos, nós tivemos o problema do incêndio em toda a região do Pantanal. Quem cuidou e apagou o incêndio lá foram os moradores dessa reserva. Quem cuida até hoje da reserva são os moradores, são os pequenos os médios e grandes produtores rurais. Mas Governo Federal até hoje não foi lá saber o que essas pessoas gastaram para combater o fogo, o que elas perderam no período do fogo. Agora o Governo Federal vem a toca de caixa, para atender os seus comparsas, aumentar essa reserva sem comunicar à população. A cidade está em polvorosa! Cáceres está numa fase de crescimento, de expansão econômica, com condições melhores para a sua população. E o Governo Federal, em vez de apoiar aqueles que já preservam a reserva, aumentam a área da reserva — sem pagar nada, sem ajudar com nada, sem reconhecer nada —, prejudicando os produtores, dando a eles mais responsabilidade. Nós precisamos entender que o Governo Federal não pode mais ficar intervindo naquilo que está dando certo. Quem está promovendo a preservação lá não é o Governo Federal; é o povo de Cáceres, são os produtores rurais de Cáceres. Eles precisam, neste momento, dizer "não" para o Governo Federal e dizer "sim" para a preservação, porque quem preserva são eles. E eu preciso do apoio de todos os Deputados Federais para que seja aprovado o regime de urgência deste PDL. A população de Mato Grosso espera isso dos Deputados Federais. Nós não podemos deixar mais a insegurança jurídica promovida por este desgoverno continuar assolando aqueles que fazem o melhor pelo nosso País: os produtores rurais, os ribeirinhos. O Governo Federal deveria ir lá ver o que a população está precisando, em termos de saúde e segurança pública. Esta reserva fica bem na fronteira entre Brasil e Bolívia. O Governo Federal não vai lá para combater o narcotráfico, que traz droga para o nosso País; não vai lá para promover a saúde da população da região; não vai lá para promover mais segurança para as mulheres que estão sendo vítimas de feminicídio, de violência. Entretanto, ele vai lá para tirar o pão de cada dia do povo de Mato Grosso, daqueles que produzem, daqueles que cuidam de verdade do meio ambiente, sem ganhar um centavo. Ele fazem isso por paixão pela região. Essa é verdade, tanto é que o Governo não sabe nem onde fica a reserva. Dizer que a reserva fica no Mato Grosso do Sul é uma piada! A Reserva Taiamã fica no Município de Cáceres, no Estado de Mato Grosso, o meu Estado. Eu vou trabalhar firme, para que isso não aconteça mais. Mato Grosso está cansado de ser roubado e furtado pelo Governo Federal que aí está! Precisamos acordar. Se nós não protegemos aqueles que fazem com que o nosso Brasil seja respeitado lá fora, nós vamos sofrer muito. Quem coloca comida no nosso prato não é este Governo que está aí não, são aqueles que produzem no campo. Obrigada, Presidente.
  • 14/07/2026

    A Deputada orientou a bancada na votação do requerimento de urgência ao Projeto de Decreto Legislativo nº 171, de 2026, que susta os efeitos do Decreto nº 12.887, de 23 de março de 2026, que amplia a Estação Ecológica de Taiamã, localizada nos Municípios de Cáceres e Poconé, Estado de Mato Grosso.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de decreto legislativo,Oposição política,Voto favorável

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. CORONEL FERNANDA (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, a Oposição orienta "sim". Quero só esclarecer que o Estado, no caso, não é Mato Grosso do Sul, é Mato Grosso. Essa área já é preservada pelas pessoas que moram na região. Quando há fogo, são eles que combatem o fogo, sem apoio do Governo Federal. Quando há qualquer problema de preservação, são eles que resolvem o problema, sem apoio do Governo Federal. O Governo Federal nem sequer indenizou os moradores de lá. Quem cuida do rio são esses moradores, e eles não foram ouvidos. Está sendo causado um prejuízo social muito grande na região de Cáceres. Não podemos fechar os olhos. Se o Governo Federal quiser fazer algum papagaio, faça na casa dele e não no Estado de Mato Grosso.
  • 14/07/2026

    A Deputada encaminhou a votação do requerimento de urgência ao Projeto de Decreto Legislativo nº 171, de 2026, que susta os efeitos do Decreto nº 12.887, de 23 de março de 2026, que amplia a Estação Ecológica de Taiamã, localizada nos Municípios de Cáceres e Poconé, Estado de Mato Grosso.

    Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Requerimento de urgência,Projeto de decreto legislativo,favorável

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. CORONEL FERNANDA (PL - MT. Sem revisão da oradora.) - Presidente, quero conclamar os colegas a me apoiarem neste pedido, uma vez que o Governo Federal aumentou essa reserva sem observar as características da região, sem ouvir a população, sem entender que essa reserva já existe e já é cuidada pela população que lá está. Ele está tirando dos produtores rurais aquele espaço — espaço que foi cuidado por eles —, como forma de punição, prejudicando o Município de Cáceres e toda a região. Esse Município está crescendo. É um Município importante para o Estado de Mato Grosso. O Governo Federal não pode intervir dessa maneira, por simples prazer, sem ouvir a população, causando um prejuízo econômico muito grande para todos que estão lá. A população de Cáceres e região conclama os membros desta Casa para que votem a favor desse PDL, a fim de que seja derrubado esse decreto. Não dá para continuar prejudicando aqueles que fazem o melhor pelo Estado de Mato Grosso, o melhor pelo Brasil, que são os produtores rurais e a população, principalmente a população ribeirinha de Cáceres, a população que trabalha em Cáceres, a população que espera, um dia, ter a oportunidade de ver o importante Município crescer como merece. Então, peço o apoio de todos para que seja aprovado hoje o regime de urgência para o projeto relativo a esse decreto. Espero que, se Deus quiser, logo, logo, o mérito da matéria seja apreciado aqui também. Obrigada, Presidente.
  • 24/03/2026

    A Deputada orientou a bancada na votação do Projeto de Lei n 5.189, de 2019, que institui o Dia Nacional em Memória das Vítimas do Trânsito.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei ordinária,Voto favorável,Partido Liberal (PL),Minoria parlamentar,Oposição política

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. CORONEL FERNANDA (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - O PL, a Minoria e a Oposição orientam "sim" ao projeto. Precisamos reconhecer a existência das vítimas de trânsito e sempre estar atentos para melhorias nesse sentido. Então, nós orientamos "sim".
  • 24/03/2026

    A Deputada orientou a bancada na votação do Projeto de Lei nº 3.675, de 3025, que institui o Dia Nacional do Concessionário de Veículos Automotores de Via Terrestre.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Projeto de lei ordinária,Voto favorável,Minoria parlamentar,Oposição política,Partido Liberal (PL)

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. CORONEL FERNANDA (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Sr. Presidente, a Minoria, a Oposição e o PL orientam "sim" à matéria. Apesar da crítica que a gente encontra, às vezes, no plenário, nós não podemos ficar pautados só nisso. Nós devemos evoluir e reconhecer os setores que contribuem para a economia do nosso País. Nada nos afeta em relação a homenagear setor A, setor B. É a gente fazer o reconhecimento de quem faz a diferença pelo nosso País. Às vezes, a gente vota aqui assuntos que são constrangedores em vários sentidos, mas, nesse, a gente só está contribuindo. Obrigada.
  • 24/03/2026

    A Deputada proferiu parecer ao Projeto de Lei nº 3.675, de 3025, que institui o Dia Nacional do Concessionário de Veículos Automotores de Via Terrestre.

    Palavras-chave oficiais: Parecer do relator,Projeto de lei ordinária,Dia Nacional do Concessionário de Veículos Automotores de Via Terrestre

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. CORONEL FERNANDA (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, vou direto ao mérito. "II.2. Mérito A análise desta proposição em plenário se beneficia da análise preliminar e relatório elaborado pelo Deputado Alex Manente na Comissão de Cultura. Trata-se de homenagem ao Concessionário de Veículos Automotores, de Via Terrestre, que desempenha um papel fundamental na cadeia logística nacional, na formação do produto interno bruto e na sustentabilidade econômica de várias localidades. Segundo o autor da proposição, esse segmento da economia nacional marca presença em 951 Municípios: 'As 8.225 mil concessionárias são responsáveis por intermediar a venda de automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, implementos rodoviários, motocicletas e máquinas agrícolas, garantindo não apenas o acesso da população a esses bens, mas também assegurando serviços de manutenção, garantia, peças e assistência técnica, representando os legítimos interesses e defesa dos consumidores brasileiros.' As concessionárias desempenham função estratégica ao intermediar interesses da indústria, do comércio, dos serviços e do consumidor final, assegurando padrões de qualidade, segurança e atendimento previstos na legislação. O reconhecimento oficial com a instituição de uma data nacional contribui para fortalecer a imagem pública desse segmento, valorizando trabalhadores, empresas e profissionais que movimentam importante parcela da economia nacional e impulsionam o desenvolvimento de cidades médias e pequenas. A proposição alinha-se à tradição legislativa de homenagear categorias que contribuem para a formação da identidade nacional, para a dinâmica econômica e para o bem-estar coletivo. II.3 - Conclusão do voto Ante o exposto, no âmbito da Comissão de Cultura, somos pela aprovação do Projeto de Lei nº 3.675, de 2025. Está lido, Presidente.
  • 24/03/2026

    A Deputada elogiou a votação de proposições em defesa das mulheres, mas alertou para o aumento dos casos de feminicídio no Brasil e para a insuficiência das medidas diante da gravidade do problema. Ademais, defendeu a necessidade de revisão das estratégias de enfrentamento à violência contra a mulher. Além disso, destacou que o Estado de Mato Grosso ocupa o terceiro lugar no índice de feminicídios. Por fim, ressaltou que não basta legislar, sendo essencial garantir a efetiva aplicação das leis.

    Palavras-chave oficiais: Feminicídio,Violência contra a mulher,Atuação parlamentar,Proposição legislativa,Política pública,Mato Grosso,efetividade,Aplicação da lei

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. CORONEL FERNANDA (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, esta semana está sendo uma semana importante de valorização das mulheres, principalmente neste o Parlamento, de projetos de lei que estão vindo a defender as mulheres e a reconhecê-las. Mas nós temos que estar atentos ao que está acontecendo no nosso País. O número de feminicídio aumentou, e aumentou consideravelmente. Apesar das ações que estão sendo propostas, muitas delas são ínfimas à realidade. Nós precisamos provocar uma nova avaliação: o que podemos fazer para diminuir tanto a violência contra as mulheres quanto o feminicídio? É uma união de todos os setores, Presidente. Nós não podemos permitir isso. Meu Estado, hoje, é o terceiro maior no índice de feminicídios. Nós temos que trabalhar juntos, não só nas leis aqui, mas na aplicação da lei, que não está ocorrendo lá fora. Obrigada, Presidente.
  • 24/03/2026

    A Deputada agradeceu à Relatora Deputada Roberta Roma e aos Parlamentares pela aprovação do Projeto de Lei nº 2.805, de 2025, de sua autoria, que institui o Dia Nacional da Mulher Rural. Além disso, denunciou violência política contra a Prefeita de Várzea Grande (MT), do Partido Liberal, apontando que o Presidente da Câmara Municipal, filiado ao MDB, está impedindo a votação de requerimento para destinar mais de sete milhões de reais à saúde municipal. Por fim, informou que a Procuradoria adotará providências sobre o caso.

    Palavras-chave oficiais: Aprovação,Projeto de lei ordinária,Autora (proposição legislativa),Dia Nacional da Mulher Rural,Relatora Violência política contra a mulher,Prefeita,Várzea Grande (MT),Partido Liberal (PL),Presidente,Câmara Municipal,Movimento Democrático Brasileiro (MDB),Votação,requerimento,Recursos públicos,Saúde pública

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. CORONEL FERNANDA (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, só um minuto. Como autora do projeto que foi aprovado, quero agradecer à Deputada Roberta Roma por ter sido Relatora desse projeto e por termos conseguido aprová-lo, além de agradecer a todos os colegas que nos apoiaram em relação a ele. Vamos aproveitar os últimos segundos, Presidente, para essa homenagem feita às mulheres do campo e para fazer uma denúncia, Deputada Soraya. No meu Estado, no Município de Várzea Grande, o atual Presidente da Câmara Municipal, do partido MDB — inclusive, já estou notificando o partido aqui nesta Casa — está cometendo violência política contra a Prefeita. Nesse momento, já pela terceira vez, ele impede que entre em pauta o pedido do requerimento para que sejam incluídos mais de 7 milhões de reais na saúde de Várzea Grande, causando prejuízo à população daquele Município, com o único objetivo de prejudicar a Prefeita, que, inclusive, é do PL. Aproveito este momento em que estamos tratando de mulheres para fazer mais uma denúncia de violência política, e informo que a Procuradoria tomará providências em relação a esse caso. Obrigada, Presidente. Obrigada, Deputada Roberta Roma.
  • 24/03/2026

    A Deputada defendeu a aprovação do Projeto de Lei nº 2.805, de 2025, que institui o Dia Nacional da Mulher Rural. Ademais, reconheceu o papel das produtoras rurais diante das dificuldades climáticas e de acesso a recursos financeiros. Além disso, destacou que o agronegócio sustenta o protagonismo do Brasil na produção de grãos. Ao final, contestou o voto contrário do Deputado Kim Kataguiri com uma repreensão inadequada ao funcionamento da Casa, ressaltando que o Parlamento deve valorizar as mulheres do campo.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Dia Nacional da Mulher Rural,Homenagem,Produtor rural,Agronegócio,Contestação,Voto contrário,Deputado federal,funcionamento,Atuação parlamentar,Câmara dos Deputados

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. CORONEL FERNANDA (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, a homenagem é para o reconhecimento da mulher que trabalha no campo, seja ela pequena produtora rural, seja ela média, seja ela grande. Só ela sabe a dificuldade que é trabalhar no campo, enfrentar intempéries do clima, conseguir recursos para investimento. São mulheres que dispõem toda a vida em prol da sociedade. Lembro que o agro brasileiro é responsável pelo reconhecimento do Brasil como grande campeão na produção de grãos. Eu até concordo com o Deputado Kim em algumas situações. Eu acho que deveríamos homenagear muito mais essas mulheres, mas não votar "não" como justificativa de repreender esta Casa. Esta Casa tem que, cada vez mais, homenagear aquelas que fazem com que o Brasil continue crescendo, e as mulheres do agro merecem esse reconhecimento. Por isso, nós estamos fazendo essa homenagem. Eu queria que essa homenagem fosse muito maior. Que jamais se diminuam as mulheres para atribuir a responsabilidade a outros lugares. Estou muito feliz com a aprovação deste projeto, em reconhecimento às mulheres de todos os Estados e de todos os Municípios do Brasil. Parabéns, mulheres rurais!
  • 04/03/2026

    A Deputada orientou a bancada na votação do substitutivo oferecido ao Projeto de Lei nº 2.525, de 2024, que institui protocolo penal para a atuação das autoridades competentes nos casos de crime de estupro, com base no Código Penal e no Código de Processo Penal Brasileiro, estabelecendo prazos para a realização do exame de corpo de delito, administração de coquetéis profiláticos, e audiência de custódia, bem como outras medidas de atendimento à vítima e preservação de provas.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,Partido Liberal (PL),Minoria parlamentar,Oposição política,Voto favorável

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. CORONEL FERNANDA (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, pelo PL, pela Minoria e pela Oposição, nós orientamos "sim". Esse projeto foi trabalhado e pensado para facilitar, principalmente, o trabalho da segurança pública no atendimento às mulheres vítimas de violência sexual e de violência doméstica, assim como a crianças e idosos. Quero agradecer à Deputada Soraya Santos e a todos que nos ajudaram a construir um texto que realmente vem ao encontro da realidade que nós vivemos hoje. Nós precisamos trabalhar juntos para tentar da melhor forma possível diminuir essa violência. Eu quero só agradecer. Que Deus possa abençoar todos os Parlamentares que estão unidos em prol das mulheres brasileiras. Obrigada.
  • 18/11/2025

    A Deputada afirmou que o Governo desrespeitou o Congresso ao autorizar novas demarcações de terras indígenas enquanto o tema ainda era discutido no Supremo Tribunal Federal. Ainda sobre o assunto, relatou que essas decisões alcançaram áreas produtivas ocupadas há décadas por famílias incentivadas pelo próprio Estado, citando caso recente ocorrido em um Município do Mato Grosso. Defendeu demarcações legítimas, mas rejeitou aquelas que classificou como fabricadas. Ademais, ressaltou que estão sendo adotadas medidas para barrar tais decisões e conclamou Parlamentares a reagirem, argumentando que o agro foi prejudicado pelas ações do Governo.

    Palavras-chave oficiais: Demarcação de terra,Terras indígenas,Supremo Tribunal Federal (STF),Governo federal,Congresso Nacional,Propriedade produtiva,Agronegócio,Mato Grosso

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. CORONEL FERNANDA (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada. Presidente, hoje tomei ciência de que este Governo, mais uma vez, faz um absurdo, faz novamente algo ridículo, age com desrespeito a esta Casa, ao Senado, ao Congresso. Ele autorizou decretos de demarcação de áreas indígenas, sendo que nós estamos com uma discussão no STF sobre esse tema. Um absurdo! O pior é que estão fazendo demarcações de áreas indígenas em áreas produtivas em que o próprio Governo, décadas atrás, colocou pessoas para desmatar, para desbravar, para produzir e fazer acontecer. Isso está acontecendo. No meu Estado, foi feita uma nova demarcação em um Município. Não vamos aceitar isso. Estamos tomando todas as medidas possíveis. Isso é um desrespeito a esta Casa, é um desrespeito aos Deputados, é um desrespeito ao povo brasileiro. Devem ser feitas demarcações corretas? Devem sim, aquelas que são de direito, mas não aquelas fabricadas por este Governo que está aí, que só sabe destruir aquele que produz e que faz acontecer no nosso Brasil, que é o agro brasileiro. Não vamos permitir isso, Presidente. Vamos tomar todas as medidas possíveis. Conclamo todos os Deputados para barrarem esse absurdo feito por este desgoverno que aí está! Não vamos aceitar isso. Agro, estamos juntos. Vamos nos levantar! Obrigada, Presidente.
  • 08/10/2025

    A Deputada posicionou-se contra a Medida Provisória nº 1.303, de 2025, e defendeu que a proposta perdesse a validade. Afirmou que o Brasil já enfrentava uma carga tributária excessiva, com empresas pagando cerca de 56% em impostos, e criticou o Governo Federal por não reduzir despesas. Ademais, rejeitou a ameaça de bloqueio no pagamento de emendas parlamentares, lembrando que os recursos destinam-se à população e não aos Deputados. Concluiu pedindo o fim do aumento de tributos e a valorização do crescimento econômico.

    Palavras-chave oficiais: contrariedade,Medida provisória,Tributação,Aplicação financeira,Caducidade,Carga tributária,Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (IRPF),Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas (IRPJ),Emenda,Governo federal

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    A SRA. CORONEL FERNANDA (Bloco/PL - MT. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, hoje é um dia importante para os Parlamentares que são a favor do povo brasileiro. Digam "não" a essa medida provisória. Ela tem que caducar urgentemente. Ninguém aguenta pagar mais impostos. Para a pessoa jurídica, hoje, se somarmos todas as taxas de impostos, isso corresponde a 56%. Está sobrando apenas 44% de lucro para as empresas. E o Governo, em vez de cortar na carne, economizar, vem com ameaças para esta Casa, ao dizer que, se aqui não for aprovada essa medida provisória, ele não vai fazer o pagamento das emendas. Lembro que as emendas não são do Parlamentar, mas do povo brasileiro. Elas vão para as cidades, vão para os Estados, vão para as ações sociais. Este Governo, em vez de diminuir a despesa que tem, quer repassá-la para o povo brasileiro. Não podemos permitir que isso aconteça. Chega de pagar mais impostos! Vamos transformar o Brasil em um país que cresce todo dia, mas não com tanto imposto desse jeito. Ninguém aguenta mais! Essa é a situação.
  • 01/10/2025

    A Deputada convidou as Parlamentares e demais mulheres presentes na Câmara dos Deputados para participarem, no Salão Nobre, da solenidade de abertura do Outubro Rosa, dedicado ao combate ao câncer de mama. Ademais, elogiou a importância da iniciativa para a saúde da mulher e defendeu a união feminina nessa causa.

    Palavras-chave oficiais: solenidade,abertura,Outubro Rosa,Câncer de mama,Salão Nobre da Câmara dos Deputados (Brasília, DF),Saúde pública,Mulher

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    A SRA. CORONEL FERNANDA (Bloco/PL - MT. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, agradeço a V.Exa. Quero convidar todas as Parlamentares e todas as mulheres que estiverem aqui na Câmara a comparecerem, daqui a pouco, ao Salão Nobre, para a abertura do Outubro Rosa de combate ao câncer de mama. Convido todas as mulheres que estão aqui na Câmara no dia de hoje para que estejam conosco neste momento tão importante, porque é sobre a saúde da mulher, e devemos estar todas unidas. Obrigada, Presidente.
  • 30/09/2025

    A Deputada comentou os desdobramentos de uma sessão da CPMI do INSS, na qual ficou evidente o envolvimento do fundador e Presidente da CONAFER, Carlos Roberto, em um esquema de corrupção voltado à obtenção de benefícios pessoais, familiares e de amigos, em prejuízo de aposentados e pensionistas. Criticou a atuação dele como delegado na ONU e integrante da COP30, declarando que suas ações no Brasil representam crime. Além disso, mencionou denúncias recebidas sobre a oferta, no site da CONAFER, de um catálogo de serviços que não são efetivamente prestados. Por fim, conclamou a população que tenha sofrido descontos associativos indevidos a denunciar à CPMI e colaborar para que os fatos sejam devidamente apurados.

    Palavras-chave oficiais: Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI),Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Desconto fraudulento em benefício previdenciário,Aposentado,Pensionista,Presidente,Fundador,Confederação Nacional de Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais (CONAFER),Organização das Nações Unidas (ONU),Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP30) (30: 2025, Belém (PA)),Denúncia,Sítio (internet),Fraude,Corrupção

    Ler a transcrição oficial
    A SRA. CORONEL FERNANDA (Bloco/PL - MT. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, ontem na reunião da Comissão Parlamentar de Inquérito do INSS foi deixado claro para todos os que a estavam acompanhando que o Sr. Carlos Roberto, o atual Presidente da Conafer, que também é a pessoa que criou a Conafer, criou uma teia de corrupção, com benefícios particulares para ele, para familiares e amigos e prejudicou os nossos aposentados e pensionistas. Eu quero deixar claro, Presidente, que esse mesmo senhor tem um assento na ONU, como Delegado da ONU, e vai fazer parte da COP 30. Precisamos denunciar que isso que ele está fazendo aqui no Brasil contra aposentados e pensionistas é crime, além das ações que ele propõe num site, como um catálogo de serviços. Ele não presta, e nós recebemos denúncias. Não podemos mais deixar que criminosos falem mal do nosso País, do nosso agronegócio e ganhem vantagens com mentiras lá fora. Esse é um caso claro, um crime cometido pelo Presidente da Conafer e pela Conafer. Presidente, é importante que a população brasileira saiba disso. Peço a quem teve desconto associativo da Conafer que denuncie para a CPMI, que entre nas nossas redes sociais. Somos inúmeros Parlamentares e precisamos do apoio da população, para que a verdade chegue até nós. Obrigada, Presidente.
  • 23/09/2025

    A Deputada informou ter apresentado requerimento na Comissão de Agricultura para convocar a Ministra Marina Silva e protocolado denúncia no Tribunal de Contas da União contra o Ministério do Meio Ambiente, acusando-o de agir contra os produtores rurais e em defesa da moratória da soja. Afirmou que a lei deve ser cumprida integralmente e garantiu que seguirá defendendo os agricultores de Mato Grosso no Parlamento. Ademais, criticou manifestações com artistas custeados pela Lei Rouanet e disse que os atos da Direita ocorrem por iniciativa popular. Finalizou reiterando apoio à anistia e projetando as eleições de 2026 como resposta política.

    Palavras-chave oficiais: Requerimento de convocação,Ministra de Estado,Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima,Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR),Denúncia,Tribunal de Contas da União (TCU),Produtor rural,Soja,Moratória,Mato Grosso Manifestação pública,Esquerda política,Artista,Lei Rouanet (1991),Direita política,Participação popular,Iniciativa popular Apoio político,anistia,Eleições

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    A SRA. CORONEL FERNANDA (Bloco/PL - MT. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Obrigada, Sr. Presidente. Sr. Presidente, venho a esta tribuna para dar um recado ao povo brasileiro e aos nossos produtores rurais. Na semana passada, fiz um requerimento, que vai ser colocado em pauta na Comissão de Agricultura, para convocação da Ministra Marina Silva. Também fizemos encaminhamento ao Tribunal de Contas da União, denunciando a atuação do Ministério do Meio Ambiente em desfavor dos produtores rurais e a favor da moratória da soja, acordo entre privados. Nós devemos dizer ao povo brasileiro: as leis existem, e quem está à frente da administração pública ou no Parlamento deve seguir a lei. Ela não dá meio-termo ou oportunidade para você colocar o seu entendimento ou a sua vontade: tem que se cumprir lei. Enquanto eu estiver aqui neste Parlamento, vou exigir que os Ministérios cumpram a lei. E nós vamos brigar e lutar pela proteção aos produtores rurais de Mato Grosso. Peço mais 10 segundos, Sr. Presidente, só para complementar a fala. Aproveito para dizer o seguinte: fazer manifestação com show de graça é fácil — e não é show de graça, não, é com dinheiro público, porque a Lei Rouanet está aí para bancar atores e cantores da Esquerda, enquanto as manifestações da Direita são de livre e espontânea vontade. Vamos continuar trabalhando pela anistia, sim. Vamos continuar trabalhando pelo povo brasileiro. E podem ter certeza: 2026 está bem aí, e nós vamos saber o resultado que o povo tanto quer pelo bem do Brasil. Obrigada, Sr. Presidente.
  • 20/08/2025

    A Deputada orientou a bancada na votação da Subemenda Substitutiva oferecida ao Projeto de Lei nº 2.628, de 2022, sobre a proteção de crianças e adolescentes em ambientes digitais. Além disso, parabenizou o Senador Carlos Viana pela presidência da CPMI do INSS e o Deputado Alfredo Gaspar pela relatoria. Afirmou que a Oposição saiu vitoriosa ao enfrentar o Governo com estratégia e firmeza e enfatizou ainda a necessidade de conduzir as investigações com responsabilidade, reforçando a defesa do interesse público.

    Palavras-chave oficiais: Subemenda substitutiva,Voto favorável,Orientação de bancada,Oposição política,Projeto de lei ordinária Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI),Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Presidente,Relator,Oposição política,investigação,Interesse público

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    A SRA. CORONEL FERNANDA (Bloco/PL - MT. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, a Oposição orienta "sim" e parabeniza V.Exa. pela coragem de tomar esse tema como importante para o dia de hoje, bem como todos os Parlamentares que estiveram nele envolvidos. Quero dizer que as nossas crianças precisam ser protegidas sempre e que tenho certeza de que este Parlamento vai ter o maior cuidado com elas. Aproveito para parabenizar o Senador Carlos Viana, que assumiu a Presidência da CPMI do INSS, e o Deputado Alfredo Gaspar, que está na função de Relator da Comissão. Hoje, a Oposição foi reconhecida pelo nocaute que deu no Governo. Nós nocauteamos o Governo com muita maestria, muita sabedoria e muita estratégia. Parabéns! Espero que nós estejamos unidos para dizer ao povo brasileiro que nós vamos investigar esse caso com responsabilidade. Obrigada, Presidente.
  • 19/08/2025Breves Comunicações

    A Deputada celebrou a decisão do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) que suspendeu os efeitos da moratória da soja, acordo privado firmado por entidades como a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (ABIOVE) e Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec), que, segundo ela, desrespeitava as leis brasileiras e prejudicava regiões em desenvolvimento, como o Norte e o Centro-Oeste. Além disso, lembrou que desde 2023 denunciava o caso na Comissão de Agricultura, promovendo audiências, reuniões e seminários para expor os impactos da medida. Destacou que o Cade identificou indícios de formação de cartel e que a decisão abre caminho para ressarcimento dos produtores afetados. Por fim, agradeceu o apoio de entidades como a Aprosoja-MT, Aprosoja Brasil e Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), e reafirmou seu compromisso de lutar pelo fim definitivo da moratória e pela valorização do agro brasileiro, em especial o de Mato Grosso.

    Palavras-chave oficiais: Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade),Soja,Moratória,Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (ABIOVE),Cartel,Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil),Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA),Agronegócio,Mato Grosso,Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR),Produtor rural

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    A SRA. CORONEL FERNANDA (Bloco/PL - MT. Sem revisão da oradora.) - Boa tarde, Presidente. Boa tarde, Parlamentares. Venho à tribuna falar de um dia de vitória para o agro brasileiro. Ontem, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica — Cade determinou a suspensão imediata dos efeitos da chamada moratória da soja. Nós estamos na luta contra essa moratória desde o ano de 2023. Há quase 1 ano, nós realizamos a denúncia, por meio de um requerimento na Comissão de Agricultura, para que o Cade investigasse as ações realizadas pela Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais — Abiove, pela Associação Nacional dos Exportadores de Cereais — Anec e pelas trades que são signatárias dessa moratória da soja. Durante todo esse período, nós realizamos inúmeras ações: audiências públicas, reuniões, seminários, para debatermos os prejuízos causados e o que seria essa moratória da soja. A moratória da soja é um acordo privado que desrespeita totalmente as leis brasileiras. O Código Florestal está aí para auxiliar os produtores a cumprirem as regras necessárias para a preservação do meio ambiente, e assim eles têm feito. A moratória da soja veio para proibir o crescimento das regiões do nosso País que ainda estão em desenvolvimento, como a Região Norte e a Região Centro-Oeste, que, apesar da moratória, têm se destacado no Brasil e no mundo como regiões entre as maiores produtoras de alimentos deste País e do mundo. Eu estou muito feliz, estou muito alegre com o fato de que a nossa iniciativa de denunciar as ações da Abiove e da Anec está mostrando que nós estávamos no caminho correto. Nós estamos no caminho correto. Nós vamos conseguir fazer com que a denúncia, agora aceita pelo Cade, que identificou indícios de formação de cartel, chegue ao fim, provando que essas instituições, desde o início da aplicação da moratória no nosso País, estavam cientes dos crimes que estavam cometendo. Além disso, faremos com que os produtores rurais sejam ressarcidos pelos danos sofridos durante todo o período em que a moratória vigeu no nosso País. Nesse processo de moratória, Presidente, após a nossa ação junto ao Cade, nós tivemos como amigos da causa: a Aprosoja de Mato Grosso, que fez parte do processo, a Aprosoja Brasil e outras entidades, como a própria CNA. Juntos trabalhamos para levar as informações necessárias para que o Cade acolhesse a ação e tomasse a medida que foi tomada na data de ontem. Então, continuo na luta em prol dos nossos produtores rurais, para acabarmos de vez com essa maldita moratória da soja. Eu tenho certeza de que quem ganha com isso é o povo brasileiro, em especial o do meu Estado, o Mato Grosso. Peço que se divulgue o meu pronunciamento nos meios de comunicações desta Casa. Obrigada, Presidente.
  • 13/08/2025

    A Deputada proferiu parecer às Emendas de Plenário do Projeto de Lei nº 582, de 2015, que acrescenta o art. 232-A ao Decreto-Lei 1.001, de 21 de outubro de 1969, Código Penal Militar, tipificando o assédio sexual.

    Palavras-chave oficiais: Parecer do relator,Assédio sexual,Projeto de lei ordinária,Código Penal Militar (1969),Emenda de plenário

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    A SRA. CORONEL FERNANDA (Bloco/PL - MT. Para proferir parecer. Sem revisão da oradora.) - Presidente, na condição de militar, hoje eu fico muito envaidecida por nós estarmos tipificando o assédio sexual. Para quem já vivenciou esse crime, o momento é complicado. Eu tanto conduzi como protegi policiais militares que, como eu, sofreram assédio sexual na carreira. Não é fácil, e isso prejudica não só a militar, mas toda a sua família e também a convivência no local de trabalho. Tipificar esse crime é importante demais. Eu tenho que agradecer a todos os que contribuíram para a elaboração deste projeto. Vou direto ao voto, Presidente. "Durante a discussão da matéria, foi apresentada uma emenda de Plenário que assegura aos militares, federais e estaduais, vítimas de assédio sexual o direito a atendimento imediato e integral por órgãos civis ou militares competentes, incluindo o acompanhamento psicológico especializado; a possibilidade de transferência funcional, para proteção da vítima; o acesso sigiloso e célere à ouvidoria; a adoção de medidas protetivas de urgência; e a prioridade em todas as fases dos procedimentos administrativos, com garantia de escuta qualificada e de prevenção à revitimização. Preveem-se ainda o direito da vítima de ser acompanhada por pessoa de sua confiança e a obrigação do Estado de capacitar permanentemente os profissionais envolvidos no acolhimento e encaminhamento das reclamações. Então, após amplo diálogo com diversos Líderes partidários, resolvemos apresentar uma subemenda substitutiva que contempla a contribuição de diversos Parlamentares. Nossos mais profundos agradecimentos ao Deputado Pedro Aihara, autor do PL 3.511/2023; à Deputada Talíria Petrone, autora do PL 2.859/2023; e à Deputada Renata Abreu, autora do PL 778/2022. Deixamos também o nosso reconhecimento aos ex-Deputados Fábio Trad e Cabo Sabino e ao saudoso Major Olímpio, cujas iniciativas foram igualmente consideradas." Eu quero fazer ainda um agradecimento ao consultor desta Casa Sergio Senna, que foi importante também nesse trabalho. Sem ele, talvez o trabalho não chegasse ao nível a que chegou. Então, deixo o meu muito obrigado ao consultor Sergio Senna. Quero também agradecer aos meus colegas Parlamentares que estão aqui e que estão apoiando este projeto que veio ao encontro da realidade que vivemos. Muito obrigada a todos os Deputados que estão nesta Casa. "A todos os que colaboraram, os meus mais sinceros agradecimentos pelas sugestões que permitiram a elaboração de uma proposta mais completa, que não se limita ao âmbito do Direito Penal, mas que proporcionou a gênese de uma futura lei de prevenção ao assédio sexual nos ambientes militares. Acolhendo todas as sugestões a nós encaminhadas, nossa emenda substitutiva tem como objetivo estabelecer garantias específicas para a proteção de militares vítimas de assédio sexual, reconhecendo as assimetrias de poder e os obstáculos estruturais presentes no ambiente militar. Para isso, são definidos os conceitos operacionais como escuta qualificada, revitimização, autoridade competente e reclamado, assegurando a adoção de medidas administrativas e protetivas desde a fase inicial da reclamação. Previmos, ainda, o afastamento funcional preventivo do reclamado e o direito da vítima ao atendimento psicológico, à proteção contra retaliações e ao acompanhamento por pessoa de confiança durante todas as etapas. Além das medidas de acolhimento e proteção, procuramos inovar ao prever ações permanentes de prevenção nas instituições militares, incluindo formação ética, diagnósticos organizacionais e protocolos de reclamação com sigilo e responsabilização por omissão. Ao articularmos prevenção, acolhimento, proteção e responsabilização, buscamos oferecer uma abordagem sistêmica e contínua para o enfrentamento do assédio sexual, de forma a promover a dignidade, a igualdade e o fortalecimento institucional nas corporações militares. Em nossa estratégia redacional, optamos pelo uso da palavra 'reclamação' e de suas variantes para designar a comunicação inicial dos fatos à instituição militar, distinguindo-a da 'denúncia' originada no Ministério Público. Essa escolha evita confusão terminológica com o ato processual penal e reforça que as providências decorrentes da reclamação têm natureza administrativa, podendo ser adotadas imediatamente pela autoridade competente, sem necessidade de ordem judicial. A utilização uniforme do termo também facilita a padronização dos fluxos internos, assegura que o atendimento e as medidas protetivas que previmos sejam acionadas desde o primeiro relato e preserva a possibilidade de encaminhamento posterior ao Ministério Público, quando presentes elementos de tipificação penal. Ante o exposto, no âmbito da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional, somos pela aprovação da Emenda de Plenário nº 2, na forma da subemenda substitutiva anexa. Na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, somos pela constitucionalidade, juridicidade e boa técnica legislativa da Emenda de Plenário nº 2 e da subemenda substitutiva da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional e, no mérito, pela aprovação da Emenda de Plenário nº 2, na forma da subemenda substitutiva da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional." Este é o nosso voto, Presidente.
  • 12/08/2025

    A Deputada orientou a bancada na votação do requerimento de urgência ao Projeto de Lei nº 2.859, de 2023, que atualiza a definição de estupro no Código Penal Militar e transfere o foro de julgamento, em casos cometidos por militares, para a Justiça comum. Ademais, criticou a Esquerda por não defender crianças e adolescentes envolvidos com tráfico e exploração sexual, acusando-a de hipocrisia ao impedir uma mãe da Oposição de amamentar no plenário da Casa. Além disso, repudiou ataques covardes e discriminatórios contra mulheres da Direita e da Oposição. Por fim, reiterou seu compromisso com a defesa da mulher brasileira.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Oposição política,Voto favorável Esquerda política,Atuação parlamentar,Criança,Adolescente,Exploração sexual,Mãe,Oposição política,Amamentação,Plenário da Câmara dos Deputados,Mulher,Direita política

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    A SRA. CORONEL FERNANDA (Bloco/PL - MT. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, a Oposição orienta o voto "sim". Esse é um tema importante, porque prepara a caserna, seja militar da União, seja militar estadual, para a proteção dos seus integrantes. Aproveito para falar que a Esquerda fala muito em proteção de criança e adolescente, e isso dá vontade de rir, porque seus integrantes não são capazes de proteger crianças e adolescentes envolvidas com tráfico e com prostituição infantil, que estão sendo abusados dia e noite. Eles não defendem essas crianças. Eles estão defendendo proibir uma mãe de amamentar dentro deste plenário. Estão brigando com uma mulher porque ela estava amamentando uma criança e porque ela é de oposição. Como eles defendem crianças? Se a criança é de alguém da Oposição, ela não merece proteção; se a criança é de alguém da Esquerda, ela tem que ser protegida. Esse discurso é uma mentira e é uma vergonha, ainda mais vindo de um homem para atacar uma mulher. Parem de atacar as mulheres da Direita! Parem de atacar as mulheres da Oposição! Sejam corajosos e falem a verdade. Querem proteger crianças? Protejam crianças sem definição partidária. Isso é uma vergonha, e não vamos aceitar. Se queriam briga com as mulheres da Direita, nós vamos brigar, porque nós sabemos proteger a mulher brasileira. Obrigada, Presidente.
  • 12/08/2025

    A Deputada orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para apreciação do Projeto de Lei nº 2.859, de 2023, que altera o Decreto-lei nº 1.001, de 21 de Outubro de 1969 e o Decreto-lei nº 1.002 de 21 de Outubro de 1969, visando atualizar o tipo penal de estupro no Código Penal Militar e transferir o foro de julgamento, nos casos cometidos por militares, para a justiça comum. Além disso, relatou ter sido alvo de ataques, assim como uma colega Parlamentar, durante obstrução no Plenário, por estar acompanhada da neta. Enfatizou que não admite esse tipo de conduta e destacou o compromisso das mulheres com seus filhos e netos. Reafirmou ainda que é direito da mulher amamentar em qualquer ambiente, lembrando que a Casa já aprovou essa lei.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Partido Liberal (PL),Voto favorável Obstrução parlamentar,Deputada federal,Crítica,Mulher,Mãe,Avó,Criança,Plenário,Amamentação

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    A SRA. CORONEL FERNANDA (Bloco/PL - MT. Pela ordem. Sem revisão da oradora.) - Presidente, o PL orienta "sim". Aproveito este momento para dizer ao Brasil que nós temos que lutar pelas mães e mulheres e respeitá-las. Na semana passada, uma colega Parlamentar foi atacada, e inclusive eu também sofri ataque de várias pessoas da Esquerda, porque a minha neta estava aqui neste plenário. Nós estávamos em obstrução, que é um direito nosso, e fomos atacadas. Não admito esse tipo de ataque. Respeitem as mães! Respeitem as avós! Nós somos pessoas direitas e sabemos da nossa responsabilidade e do nosso compromisso, muito mais com aqueles que amamos, os filhos e netos. Por isso, eu deixo aqui registrado para todos mais uma vez: é direito da mulher, sim, amamentar o seu filho em qualquer ambiente. Esta Casa aprovou essa lei. Obrigada, Presidente.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.