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Foto de Coronel Assis

Deputado · Câmara

Coronel Assis

PL · MT

Direitapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Jonildo José de Assis · 50 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 85 de 100, Cara Bom0406080100

85/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 80% dos deputados · média do partido: 78

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 96%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 86%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 45%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 95%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

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Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 28%das 756 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou

Vota com o próprio partido 56%das 641 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou

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E-mail
dep.coronelassis@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5415
Gabinete
Gabinete 415, Anexo IV, 4º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

96%

Esteve em 376 de 391 sessões

Melhor que 65% dos deputadosMédia do partido: 92%

Votou nas votações

86%

Registrou voto em 975 de 1.128 votações nominais

Melhor que 66% dos deputadosMédia do partido: 80%

Iniciativas que viraram lei

0

de 49 projetos apresentados (0%)

2 avançaram · 38 em andamento · 9 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

28%

Em 756 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 12% dos deputadosMédia do partido: 33%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

331 discursos na tribuna · de 09/02/2023 a 08/07/2026.

  • 01/07/2025Breves Comunicações

    O Deputado criticou o Governo Lula, mencionando pesquisa que apontou 51,1% de avaliação negativa e classificando a gestão como um “governo fracassado”. Condenou a Portaria nº 961, de 2025, do Ministério da Justiça, que, segundo ele, centraliza e engessa a atividade de inteligência policial nos Estados, comprometendo o combate ao crime organizado. Também rechaçou o tratamento criminalizante dado às ações de inteligência e anunciou apoio a um Projeto de Decreto Legislativo para sustar os efeitos da medida. Ao final, ironizou a situação das Forças Armadas, afirmando que os caças da FAB estariam sem combustível, como reflexo da política econômica federal.

    Palavras-chave oficiais: Presidente da República,Pesquisa de opinião,avaliação negativa,Força Aérea Brasileira (FAB),Avião,Combustível,ausência,Crítica Ministério da Justiça e Segurança Pública,Portaria,contrário,Proposição legislativa,sustação

    Ler a transcrição oficial
    O SR. CORONEL ASSIS (Bloco/UNIÃO - MT. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, é inegável que o Governo Lula afunda a cada dia. Nós temos aqui uma pesquisa que mostra que a avaliação do Governo é de 23,9%. E o pior — ou o melhor para o Brasil — é que 51,1% classificam o mandato como um péssimo mandato, enquanto 24% acreditam que é um Governo regular. Isso é graças a todas essas medidas, como a política econômica do Governo Lula e a política de segurança pública do Governo Lula, que realmente deixam a desejar. O reflexo está na pesquisa. O povo desaprova o Governo Lula. Está aqui para qualquer um que queira ver. Então, é justamente um Governo fracassado que está indo para o fundo do poço. E aqui, Sr. Presidente, eu também quero fazer uma crítica à Portaria nº 961, de 2025, do Ministério da Justiça e Segurança Pública. É uma portaria que visa regular a atividade de inteligência no Brasil. Sr. Presidente, eu fui Comandante-Geral da Polícia Militar lá no meu Estado. Sabemos da importância da atividade de inteligência, da importância da produção de conhecimento para que nós possamos, sim, fazer frente ao crime organizado, às facções criminosas. E parece que essa portaria vem na contramão de tudo, porque, afinal, existe um excesso de centralização, eles querem dizer o que é que as inteligências das polícias estaduais vão fazer. É um absurdo! Eles fazem também um engessamento operacional. Eles querem engessar a ação dos agentes de inteligência, até mesmo em fontes abertas, Sr. Presidente. Isso vai arrebentar a atividade operacional das polícias nos Estados. Há outra situação também: dar um tratamento criminalizante, imaginar que toda ação de inteligência é uma ação errada. Muito pelo contrário, os nossos agentes de inteligência são extremamente controlados pelas agências centrais da Polícia Civil, da Polícia Militar, da Polícia Penal. Nós não aceitaremos isto aqui! Nós já temos um PDL, que está em curso, para poder sustar os efeitos desta portaria, que invade até competências. Há coisa aqui que é preciso tratar em lei, não em portaria. Para completar nossa declaração, leio o seguinte: "Ministro de Lula disse que caças da FAB não voam por falta de combustível". Este é o reflexo da política econômica do PT: o Governo não tem dinheiro sequer para abastecer os caças da Força Aérea. Imaginem como estão as Forças Armadas! Um verdadeiro caos! Governo Lula, preste atenção nisto. Infelizmente, V.Exa. está levando o País para um buraco sem fundo. Sr. Presidente, peço que meu pronunciamento seja divulgado pelo programa A Voz do Brasil e pelos demais meios de comunicação da Casa. Muito obrigado.
  • 01/07/2025

    O Deputado criticou a ação da Advocacia-Geral da União no Supremo Tribunal Federal contra a derrubada do decreto do IOF, afirmando que o Congresso tem a prerrogativa constitucional de sustar atos do Executivo. Definiu a iniciativa do Governo como uma afronta à separação dos Poderes e classificou como ditatorial a tentativa de judicializar decisões do Legislativo. Defendeu o respeito à autonomia do Parlamento e alertou que a interferência do Executivo pode representar o fim da democracia no Brasil.

    Palavras-chave oficiais: Advocacia-Geral da União (AGU),Supremo Tribunal Federal (STF),Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF),Princípio da separação dos Poderes,Decreto presidencial,Congresso Nacional,Judicialização da política,autonomia,Democracia

    Ler a transcrição oficial
    O SR. CORONEL ASSIS (Bloco/UNIÃO - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, realmente, é de cair o queixo o que nós estamos vivendo hoje no Brasil. Olhem a notícia de hoje: AGU anuncia ação no STF contra a derrubada do decreto do IOF: "Congresso violou a separação dos Poderes". Pelo amor de Deus! Fechem o Congresso Nacional, porque, a partir do momento em que nós representantes do povo brasileiro não podemos fazer esse tipo de suspensão de um decreto, realmente nós temos de fechar as portas, e cada um voltar para o seu Estado e viver a sua vida! O Governo, com essa medida, assume um aspecto ditatorial, Sr. Presidente, porque é inadmissível pensar que nós, que representamos cada Estado, cada cidadão brasileiro, não tenhamos esse direito. Eles estão violando a Constituição, violando a independência dos Poderes, porque é atribuição desta Casa e do Senado da República, com certeza, sustar efeitos de decretos ou de medidas provisórias feitas pelo Governo Federal. Governo Federal, pelo amor de Deus, pare com narrativas, pare de querer judicializar a democracia brasileira! Isso é o fim da democracia, Sr. Presidente!
  • 16/06/2025

    O Deputado defendeu que o Congresso tem, sim, respaldo constitucional para sustar o decreto que aumenta o IOF, citando o artigo 49, inciso V, da Constituição. Afirmou que o decreto representa um abuso do poder de tributar, utilizado de forma indevida para fazer caixa. Destacou que a Câmara deu uma resposta firme à sociedade ao aprovar a urgência do Projeto de Decreto Legislativo nº 314, de 2025, e reforçou o apelo para que o mérito seja votado o quanto antes.

    Palavras-chave oficiais: Congresso Nacional,Constitucionalidade,sustação,Decreto,aumento,Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF),Abuso de poder,Regime de urgência,Mérito,Projeto de decreto legislativo

    Ler a transcrição oficial
    O SR. CORONEL ASSIS (Bloco/UNIÃO - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, foi arguida aqui a questão constitucional da votação feita hoje na Casa. E esta Casa está de parabéns. Com certeza, é atribuição, sim, do Congresso Nacional, de acordo com o art. 49, inciso V, da Constituição Federal do Brasil, sustar os atos normativos do Poder Executivo que exorbitem do poder regulamentar. E é justamente esse caso, porque o decreto do IOF é um abuso do poder de tributar por decreto, usado para fazer caixa. Isso é um absurdo, Sr. Presidente. Com certeza, esta Casa dá uma resposta imediata à sociedade brasileira. Rogamos a V.Exa. e ao Colégio de Líderes que votemos o mérito, Sr. Presidente. Ninguém aguenta mais pagar imposto. Essa turma só pensa nisto: tomar dinheiro do pobre, fazer com que os preços aumentem. E isso, realmente, é um absurdo.
  • 16/06/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência para apreciação do Projeto de Decreto Legislativo nº 314, de 2025, que susta, nos termos do art. 49, V, da Constituição Federal, os efeitos do Decreto nº 12.499, de 11 de junho de 2025, que regulamenta o Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, ou relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF)..

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de decreto legislativo,União Brasil,Voto favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. CORONEL ASSIS (Bloco/UNIÃO - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, o UNIÃO vota "sim". O partido é contra aumento de impostos. É inadmissível pensar que um país da magnitude do Brasil hoje, com a capacidade econômica de desenvolvimento e de produção de riquezas, baseie sua economia na espoliação do povo brasileiro. Em economia, não existe almoço de graça! Quando se aumenta o imposto de um setor, esse imposto, sem dúvida, será repassado ao trabalhador, que vive do seu salário. Os preços estão aumentando, e a conta do brasileiro não fecha. Por isso, o União Brasil vota "sim", a favor do requerimento de urgência.
  • 16/06/2025

    O Deputado criticou o Governo Lula por priorizar conflitos no Oriente Médio enquanto negligencia a violência interna no Brasil. Destacou que, no ano anterior, foram registradas 38.722 mortes violentas no País e condenou a ineficácia da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 18, de 2025, de iniciativa do Ministério da Justiça e Segurança Pública, que altera os art. 21, art. 22, art. 23, art. 24 e art. 144 da Constituição, para dispor sobre competências da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios relativas à segurança pública. Além disso, reclamou do aumento de 82% no preço do café em 12 meses e apontou que, além da falta de segurança e de estabilidade econômica, a população também enfrenta dificuldades para consumir itens como picanha e cerveja.

    Palavras-chave oficiais: Governo federal,Presidente da República,Guerra,Oriente Médio,Política de segurança pública,Violência,Morte violenta,Brasil,Proposta de Emenda à Constituição,Ministério da Justiça e Segurança Pública Governo federal,Inflação,Preço,Café,Política econômica,Picanha,Cerveja

    Ler a transcrição oficial
    O SR. CORONEL ASSIS (Bloco/UNIÃO - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, a hipocrisia da Esquerda brasileira é gigantesca. Infelizmente, o Governo Lula quer meter o bedelho em uma guerra que está acontecendo lá no Oriente Médio, mas se esquece da guerra que acontece aqui em nosso País todos os anos, todos os dias, a todo instante. Trago só um dado para V.Exa., Sr. Presidente: no ano passado foram registradas 38.722 mortes violentas em nosso País. O que o Governo Lula fez? O que o Ministério da Justiça e Segurança Pública fez? Nada, a não ser apresentar uma "PEC água de salsicha", uma PEC que não vai levar nada a lugar nenhum. Quero também deixar registrado que o preço do café subiu 82% em 12 meses. É um absurdo! Nem picanha, nem cervejinha, nem café, nem segurança e, agora, nem economia temos. Governo Lula, tome vergonha na cara!
  • 16/06/2025

    O Deputado criticou a ausência do Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, durante o debate sobre o aumento do IOF. Afirmou que o aís enfrenta uma crise econômica que exige atenção imediata, especialmente por afetar diretamente os trabalhadores mais pobres. Demonstrou indignação com o fato de o Ministro estar de férias em meio à polêmica tributária e pediu sua saída do cargo. Por fim, classificou a política econômica do Governo como prejudicial à população de baixa renda e cobrou responsabilidade do Executivo diante do cenário enfrentado pelo Brasil.

    Palavras-chave oficiais: Ministro de Estado da Fazenda,ausência,Comissão de Finanças e Tributação (CFT),Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF),Debate,Crítica,Demissão,Defesa Governo federal,Política econômica,População de baixa renda,Prejuízo

    Ler a transcrição oficial
    O SR. CORONEL ASSIS (Bloco/UNIÃO - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, infelizmente, parece que o Brasil está largado às traças. Em meio à crise do aumento do IOF, quando nós teríamos que estar aqui debruçados sobre essa questão, discutindo-a, porque isso tem um impacto na vida das pessoas que mais precisam, que são os trabalhadores brasileiros, o Ministro Haddad, segundo a notícia que vemos, tira férias. Meu Deus do céu! O que está acontecendo com o Brasil, Srs. Parlamentares?! O Ministro da Fazenda tira férias num momento em que nós estamos vivendo uma crise econômica! Meu Deus! O que vai acontecer com o povo brasileiro, Sr. Presidente?! Ministro Haddad, peça para sair! Fora essa política econômica, que não tem nada de bom para o pobre brasileiro! Pelo amor de Deus, Lula, você nunca foi o pai dos pobres!
  • 11/06/2025

    O Deputado discutiu o Projeto de Lei nº 4.149, de 2004, que dá nova redação ao art. 15 da Lei nº 10.826, de 22 de dezembro de 2003, que dispõe sobre registro, posse e comercialização de armas de fogo e munição, sobre o Sistema Nacional de Armas (Sinarm), define crimes e dá outras providências.

    Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,contrário

    Ler a transcrição oficial
    O SR. CORONEL ASSIS (Bloco/UNIÃO - MT. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, infelizmente, a Esquerda brasileira tenta, mais uma vez, maquiar um projeto que tinha tudo para entregar algo de bom à sociedade brasileira. Nós sabemos que a atual gestão do Governo Federal, o Governo de esquerda, o Governo de Lula, eles não são a favor do armamento civil em nosso País. Não tenham dúvida de que hoje o calibre 22 semiautomático é permitido, mas amanhã pode se tornar, sim, um calibre proibido. Sr. Presidente, a situação fica complicada para que a Direita brasileira possa votar um projeto como este, que tinha tudo para ser um bom projeto, mas, infelizmente, foi deturpado dentro desse jabuti... Não, jabuti não! Foi deturpado dentro dessa tartaruga de Galápagos que foi colocada dentro deste projeto. E aqui se nota a todo instante que eles vêm com uma falácia, vêm com uma narrativa, vêm com uma proposta mirabolante para tentar resolver o problema da segurança pública. Não é assim que iremos resolver isso. Nós precisamos urgentemente criar um ambiente jurídico diferenciado para tratar com as facções e as organizações criminosas. Sr. Presidente, são 88 facções em todo o País, de sul a norte, de leste a oeste, dominando territórios. É assim lá no Estado de V.Exa., onde as facções dominam territórios, têm leis próprias, têm regimentos próprios. Lá não existe Estatuto do Desarmamento. Lá a polícia não entra para tomar as armas do tráfico. Não é disso que está se tratando aqui. Estão tentando colocar uma teia de aranha para pregar as pessoas que são de bem e que preenchem os requisitos formais para possuir uma arma de fogo. Então, ou mudamos este projeto, ou pedimos encarecidamente aos Parlamentares: não votem este projeto. Vamos melhorá-lo. Vamos tirá-lo de pauta. Vamos fazer algo para que isso seja uma boa mensagem legislativa ao povo brasileiro, e não tentar maquiar mais uma vez uma punibilidade a homens e mulheres de bem. Isso não pode acontecer, Sr. Presidente. Fica o nosso alerta: cuidado com o que nós aprovamos aqui, porque hoje pode ser uma coisa, amanhã pode ser outra coisa. Obrigado, Sr. Presidente.
  • 11/06/2025

    O Deputado rebateu o discurso da esquerda sobre armas no Brasil. Citou um estudo realizado em 2024 no Rio de Janeiro, que apontou que 94,68% dos fuzis apreendidos no Estado são de origem estrangeira e entram no Brasil por fronteiras como Bolívia, Colômbia e Paraguai. Afirmou, ainda, que é uma mentira associar as armas legais ao crime organizado e classificou como covardia a tentativa de criminalizar quem possui arma de fogo dentro da legalidade.

    Palavras-chave oficiais: Discurso político,Esquerda política,Arma de fogo,legalidade,Crime organizado,criminalização,Rio de Janeiro (Estado),Estudo,Fuzil,apreensão,Produto estrangeiro

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    O SR. CORONEL ASSIS (Bloco/UNIÃO - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, faço um registro só para que a gente possa fomentar um pouco mais esta discussão e quebrar a narrativa da extrema esquerda. Um estudo inédito, do ano de 2024, feito no Rio de Janeiro, Sr. Presidente, comprovou por A mais B que 94,68% dos fuzis apreendidos naquele Estado são de origem estrangeira. Trata-se de fuzis fabricados nos Estados Unidos, na República Tcheca, na Alemanha, na Rússia, enfim, fuzis que entraram pela Bolívia, pela Colômbia e pelo Paraguai. Digo isso para rechaçar essa mentira que dizem aqui de que as armas legais sustentam o crime organizado. Isso é uma falácia, uma mentira! Criminalizar quem tem uma arma de fogo e cumpre os requisitos legais para ter essa arma de fogo é uma covardia da Esquerda brasileira.
  • 11/06/2025

    O Deputado destacou a entrevista coletiva realizada pela Federação União Progressista Brasileira, formada pelos partidos União Brasil e Progressistas, na qual os Parlamentares reafirmaram posição contrária ao aumento de impostos proposto pelo Governo Lula. Criticou o Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, condenando o crescimento da arrecadação acompanhado pelo aumento excessivo dos gastos públicos. Por fim, justificou sua atuação na Oposição em defesa dos interesses da população.

    Palavras-chave oficiais: Entrevista,Federação,Parlamentar,União Brasil,Progressistas (PP),contrário,aumento,Imposto,Governo federal,Ministro de Estado da Fazenda,Arrecadação tributária,Despesa pública,Oposição política,Atuação parlamentar

    Ler a transcrição oficial
    O SR. CORONEL ASSIS (Bloco/UNIÃO - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, hoje tivemos um pronunciamento, por meio de uma entrevista coletiva, da Federação União Progressista Brasileira, da qual participaram inúmeros Parlamentares do partido União Brasil e do partido Progressistas. Eles enfatizaram categoricamente que são contra o aumento de impostos pelo Governo Lula. A gestão do Ministro Haddad realmente deixa muito a desejar, Sr. Presidente. E esses dois partidos, que hoje formam a Federação União Progressista, firmaram posição. Em que pese o Governo ter aumentado suas arrecadações, aumentou também, de forma exponencial, toda a questão do gasto público. Isso é um absurdo. Isso nós não podemos aceitar. Então, Sr. Presidente, são essas e outras que nos colocam na Oposição, no sentido de defender o povo brasileiro. "Não" à taxação! "Não" ao Governo Lula! "Não" ao Ministro Haddad!
  • 10/06/2025

    O Deputado registrou a visita de dois oficiais da Polícia Militar de Mato Grosso: o Coronel Roque e o Tenente-Coronel Fagner. Afirmou que a Casa se sentiu honrada em recebê-los. Defendeu a regularização fundiária na faixa de fronteira, destacando as dificuldades enfrentadas pelos produtores rurais da região. Criticou o sistema de georreferenciamento em uso, que não funcionava de forma adequada. Pediu apoio da Presidência da Câmara e da Frente Parlamentar da Agropecuária para garantir prazos e condições que permitissem aos produtores regularizar suas terras dentro das exigências legais.

    Palavras-chave oficiais: Oficial da Polícia Militar,Mato Grosso,Saudação Regularização fundiária,Faixa de fronteira

    Ler a transcrição oficial
    O SR. CORONEL ASSIS (Bloco/UNIÃO - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, quero registrar a presença aqui de dois oficiais da Polícia Militar do Estado de Mato Grosso: o Coronel Roque e o Tenente-Coronel Fagner. Eles estão fazendo hoje uma visita a esta Casa, que se sente muito honrada de receber grandes oficiais dessa nossa instituição de Mato Grosso. Sr. Presidente, agora quero dizer que a regularização fundiária da faixa de fronteira é muito importante. Contamos com V.Exa. O produtor rural quer a regularização, mas enfrenta dificuldades. Esse sistema geo não está funcionando. Nós precisamos de prazo para que o produtor rural que vive e que luta na faixa de fronteira possa promover a regularização fundiária para ficar dentro dos parâmetros. O que está acontecendo não podemos aceitar. V.Exa. e a FPA precisam sim estar à frente... (Desligamento do microfone.)
  • 10/06/2025Breves Comunicações

    O Deputado criticou o que considera um debate simplista sobre a segurança pública na Câmara, relacionando com as posições do Governo Lula e do Ministro Ricardo Lewandowski. Citou uma matéria mostrando que uma operação policial no Rio de Janeiro, destinada ao cumprimento de setenta mandados, resultou no fechamento de vias importantes na cidade, sendo essa situação fruto da reação de grupos criminosos. Afirmou que é preciso adotar medidas severas, como um tratamento jurídico específico, tanto na esfera penal quanto na execução das penas, para conter a violência causada pelas facções. Por fim, enfatizou que os policiais estão na linha de frente dessa situação, enquanto muitos estão protegidos por um esquema de segurança privado, sendo que a população é a que sofre.

    Palavras-chave oficiais: Segurança pública,Ministro de Estado,Câmara dos Deputados,Debate,Rio de Janeiro (RJ),Via de acesso,interrupção,Organização criminosa,combate

    Ler a transcrição oficial
    O SR. CORONEL ASSIS (Bloco/UNIÃO - MT. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, infelizmente, discutir segurança pública de forma aleatória ou de forma simplória aqui nesta Casa é rezar a cartilha do Governo Lula, do Ministro Ricardo Lewandowski. O Brasil vive hoje uma grande inversão de valores. Para o senhor ter uma ideia, veja só o título desta matéria jornalística: Operação causa caos e fecha vias importantes no Rio de Janeiro. Sr. Presidente, uma operação foi desenvolvida pela Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro em cumprimento de setenta mandatos em uma área sob domínio de narcoterroristas, que, reagindo à operação policial, sim, causaram caos e fecharam vias importantes do Estado do Rio de Janeiro. Dizer que nós teremos uma solução milagrosa, que estabeleceremos uma situação que resolverá o problema da segurança pública e dos territórios ocupados no Rio de Janeiro e em outros Estados brasileiros sob influência das facções criminosas é uma grande mentira, é uma grande falácia, é tentar enganar o povo brasileiro, Sr. Presidente. Infelizmente, nós precisamos de medidas severas. Nós precisamos criar um ambiente jurídico diferenciado no âmbito penal e processual penal e na execução penal, para botar medo no coração dessa turma, desses criminosos sanguinários, psicopatas, sociopatas que não têm o mínimo de empatia pelo povo, só pensam no lucro e na tomada do poder em território nacional. Deixo o nosso protesto contra essas falas que não somam nada. Talvez não entendam nada de segurança pública, ou vivam dentro de uma redoma, com segurança particular, com todo um aparato que garante a segurança da sua família. O povo brasileiro sofre. O povo brasileiro tem pressa. Por isso não podemos nos calar diante de conversas fiadas como essa. Dizem que as polícias são o problema... Não! As polícias não são o problema, elas fazem parte da solução para a segurança pública nacional. Sr. Presidente, peço a V.Exa. que autorize a divulgação do nosso pronunciamento nos meios de comunicação desta Casa. Muito obrigado.
  • 10/06/2025

    O Deputado criticou o uso de recursos públicos pelo Governo para monitorar a oposição nas redes sociais. Citou uma matéria do jornal O Estado de S. Paulo que revela um orçamento de R$ 54,1 milhões destinado ao Instituto Rede Minerva para a produção de relatórios que incluem a análise de postagens de influenciadores de direita e até de Deputados Federais. Argumentou que, essa despesa é desnecessária e revela um desvirtuamento do uso do dinheiro público, enquanto o Governo busca, ao mesmo tempo, ampliar a regulação das redes.

    Palavras-chave oficiais: O Estado de S. Paulo (Estadão),Governo federal,Recursos públicos,Oposição política,Internet,monitoramento,Crítica

    Ler a transcrição oficial
    O SR. CORONEL ASSIS (Bloco/UNIÃO - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, veja que absurdo: Governo gasta R$ 54 milhões para monitorar oposição nas redes sociais. Existe uma tal de rede Minerva, um instituto que está com orçamento de 54,1 milhões de reais para produzir relatórios que incluem análise de postagens de influenciadores de oposição, inclusive Deputados Federais. Toda essa trama foi revelada por uma matéria do jornal O Estado de S. Paulo. Meu Deus, o Governo gasta 54 milhões para monitorar rede social de Deputados e de influenciadores de direita?! Sr. Presidente, o dinheiro público está sendo usado para nada, está indo para o ralo. Isso é gasto desnecessário. É por isso que querem a todo instante regular as redes sociais.
  • 10/06/2025

    O Deputado criticou a posição das Nações Unidas a favor do fim das escolas cívico-militares no País. Afirmou que esses colégios estão entre os mais bem classificados nas avaliações de ensino e considerou um absurdo um organismo externo dizer o que é bom ou ruim para o Brasil. Também acusou o PSOL de São Paulo de prestar um desserviço à população, ao apoiar essa mudança, e defendeu a manutenção das escolas cívico-militares como um modelo que traz resultados para a educação.

    Palavras-chave oficiais: Escola cívico-militar,Organização das Nações Unidas (ONU),contrário,Partido Socialismo e Liberdade (PSOL),atuação,Crítica

    Ler a transcrição oficial
    O SR. CORONEL ASSIS (Bloco/UNIÃO - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, é um verdadeiro absurdo o que a Organização das Nações Unidas está fazendo no nosso País. E isso foi provocado por um partido político aqui do nosso Estado brasileiro. Eles estão indicando o fim das escolas cívico-militares. Sr. Presidente, pelo amor de Deus, onde é que nós estamos vivendo? Vejam todas as avaliações de ensino que são feitas em nosso País. Eu faço um desafio ao povo brasileiro. Tenho plena convicção e certeza de que as escolas cívico-militares são as mais bem classificadas nessas avaliações. Aí me vem um organismo lá de fora dizer o que é bom e o que é ruim para o nosso País? Não iremos aceitar esse tipo de coisa, Sr. Presidente! Com certeza, esse partido, o PSOL lá do Estado de São Paulo, presta um desserviço ao povo brasileiro. Que fique registrado o nosso pronunciamento nos meios de comunicação da Casa.
  • 28/05/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei nº 3.224, de 2024, que institui a Campanha Nacional de Utilização Consciente da Tecnologia Digital, que se destina a incentivar o uso ponderado e responsável de jogos eletrônicos, redes sociais, programas computacionais, softwares, e similares conectados à internet ou a outra rede de comunicações, e dá outras providências.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de retirada de proposição da Ordem do Dia,Projeto de lei ordinária,Oposição política,Voto favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. CORONEL ASSIS (Bloco/UNIÃO - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, a Oposição orienta "sim", pela retirada de pauta, uma vez que, em que pese a importância da matéria para podermos combater esse tipo de crime, precisamos de tempo, precisamos que a matéria corra as Comissões, para podermos entregar muito mais ao País. Eles querem a bancarrota, querem criar uma forma de censurar a liberdade de expressão.
  • 27/05/2025Breves Comunicações

    O Deputado denunciou que líderes da organização criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) estão refugiados na Bolívia, protegidos por redes de corrupção e pela omissão dos Governos brasileiro e boliviano. Criticou o estado atual da segurança pública no Brasil, classificando-o como um colapso, e cobrou ações diplomáticas para o enfrentamento do crime organizado. Propôs a criação do programa "Pena Dura", com penas severas, como 30 anos de reclusão, sem progressão, para quem for flagrado com arma de fogo, e prisão perpétua para crimes hediondos. Por fim, repudiou o Programa Pena Justa do Governo Lula por favorecer infratores em detrimento da sociedade.

    Palavras-chave oficiais: Organização criminosa,Bolívia,Governo federal,Política de segurança pública,Relações diplomáticas,Crime organizado transnacional,Aumento da pena,Prisão perpétua,Crime hediondo,Arma de fogo,Plano Nacional para o Enfrentamento do Estado de Coisas Inconstitucional nas Prisões Brasileiras (Pena Justa)

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    O SR. CORONEL ASSIS (Bloco/UNIÃO - MT. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, depois do refúgio dos criminosos nas comunidades controladas pelos narcoterroristas do Rio de Janeiro, nós temos uma novidade. Diz um Promotor de Justiça: "Líderes do PCC se refugiam na Bolívia, com o apoio de redes de corrupção. A Bolívia virou um verdadeiro esconderijo de chefes do PCC: Patrick Forjado, Chacal, André do Rap, entre outros, estão vivendo livres no país vizinho, protegidos por uma rede de corrupção e pela omissão do Governo boliviano e, também, pela omissão do Governo brasileiro". O que o Governo brasileiro está fazendo em relação a isso, Sr. Presidente? É preciso ir lá, sim, e colocar a diplomacia brasileira atrás desses criminosos. Sabe por quê? Porque eles comandam o tráfico e o terror das facções criminosas da Bolívia aqui em nosso País. Até agora, nós estamos discutindo platitudes de uma PEC que não vai levar nada a lugar algum. Sr. Presidente, o que está acontecendo com o nosso País? Infelizmente, estamos vivendo um colapso na segurança pública. Nós queremos entregar, de bandeja, de graça, um novo programa para o Governo Lula, para os nossos amigos governistas. Que tal nós criarmos um programa chamado "Pena Dura"? O programa é simples: o criminoso, o bandido que for pego com um fuzil pegará 30 anos de cadeia, sem direito a nenhuma progressão de regime ou a qualquer benefício que a lei lhe garanta; a pessoa que matar ou que cometer algum outro crime hediondo pegará prisão perpétua. Imagine, Sr. Presidente, um programa como esse levado em conta pelo Governo do PT! A popularidade subiria estrondosamente e enterraria a Direita brasileira. Pensem bem: se o PT e o Governo Lula criarem o programa "Pena Dura", ganharão a eleição com o pé nas costas, com certeza. Em vez disso, nós temos o Pena Justa, um programa que não faz nada mais do que fomentar a política do desencarceramento. A pena é justa para quem? É para a vítima? É para a sociedade, que precisa ficar livre do criminoso? Não! É para o bandido, para o criminoso, para o inimigo da sociedade. Por isso, o Brasil está indo de mal a pior. Tirem as suas conclusões! Sr. Presidente, peço a V.Exa. que coloque a nossa fala nos meios de comunicação desta Casa.
  • 27/05/2025Homenagem

    O Deputado discursou na Sessão Solene em homenagem aos 65 anos da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e ao Dia Livre de Impostos. Destacou a importância da CNDL na luta por justiça tributária. Saudou os representantes do Mato Grosso presentes e mencionou a trajetória de David Pintor, hoje Deputado Federal, como exemplo de compromisso com o setor. Reforçou anda a necessidade de fortalecimento do comércio para a geração de empregos e reafirmou seu apoio às pautas dos lojistas no Congresso Nacional. Por fim, declarou seu mandato à disposição da CNDL e de seus representantes.

    Palavras-chave oficiais: Sessão solene,Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL),Aniversário,Dia da Liberdade de Impostos,Homenagem

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    O SR. CORONEL ASSIS (Bloco/UNIÃO - MT. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, quero parabenizar, mais uma vez, a iniciativa desta sessão solene em comemoração aos 65 anos da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas. E também quero aqui fazer referência a todos os representantes do Estado do Mato Grosso que aqui estão, homens e mulheres que trabalham muito pelo fortalecimento do comércio. A Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas tem um papel importantíssimo nas discussões, principalmente na da busca da justiça tributária, que é tão premente para todo o setor. E, não tenham dúvidas, aqui quero registrar também na pessoa do nosso representante do Mato Grosso, o David Pintor, que aquele jovem aspirante oficial lá atrás, no início da sua carreira, que comprava material de construção para fazer a casa da sua mãe lá na loja da sua família, hoje é Deputado Federal aqui pelo nosso Estado, o Estado do Mato Grosso, e está aqui pronto para defender as pautas do setor. Temos, sim, que lutar pelo setor lojista dentro do nosso País, para que possamos fortalecer o emprego e entregar, sim, justiça tributária ao nosso povo. Contem comigo! Reafirmo a minha disposição e deixo meu mandato à disposição dos senhores. Muito obrigado, Sr. Presidente. Muito obrigado a todos os presentes nessa sessão solene. Viva a CNDL!
  • 26/05/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência do Projeto de Lei nº 1.283, de 2025, que altera a Lei nº 13.260, de 16 de março de 2016 (Lei Antiterrorismo), para ampliar as motivações do crime de terrorismo, especificar infraestruturas críticas e serviços de utilidade pública, estender a aplicação da lei a organizações criminosas e a milícias privadas que realizem atos de terrorismo, além de estabelecer majorante para ato de terror cometido por meio de recurso cibernético. Destacou que o Brasil enfrenta a atuação de 88 facções espalhadas por todo o território nacional, que exercem controle sobre comunidades por meio da violência e do medo. Informou que não reconhecer essas facções como terroristas representa omissão diante da gravidade do problema. Também elogiou a condução do Presidente da Câmara, que, segundo ele, cumpriu o compromisso de priorizar o tema da segurança pública no Parlamento.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,União Brasil,Voto favorável Crime organizado,Terrorismo,Comunidade Presidente da Câmara dos Deputados,Segurança pública

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    O SR. CORONEL ASSIS (Bloco/UNIÃO - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, o UNIÃO orienta "sim", pela urgência. Realmente, V.Exa. está de parabéns por cumprir uma de suas promessas de campanha, que é justamente priorizar a segurança pública nesta Casa. Infelizmente, o Brasil hoje está tomado pela ação das facções criminosas. São 88 facções criminosas catalogadas de sul a norte, de leste a oeste, em todo o território brasileiro. Não classificá-las como organizações terroristas que promovem o domínio de áreas e o domínio do povo pelo estabelecimento do mito da violência é realmente dizer que nós não estamos fazendo nada. A sociedade cobra isso, Sr. Presidente. Por isso, o UNIÃO orienta "sim" pela urgência e parabeniza V.Exa. por essa belíssima iniciativa.
  • 26/05/2025Breves Comunicações

    O Deputado criticou decisões recentes do Governo Federal na área econômica, destacando o aumento do IOF anunciado e revogado no mesmo dia, o que gerou instabilidade no mercado. Cobrou do Executivo mais responsabilidade fiscal e condenou medidas que buscam agradar a base eleitoral sem sustentabilidade econômica. Também questionou uma possível nova regulação das redes sociais, apontando riscos de censura e restrição à liberdade de expressão. Ainda rebateu declarações do Presidente Lula sobre o preço do gás de cozinha, afirmando que a responsabilidade pela gestão da Petrobras é do próprio Governo.

    Palavras-chave oficiais: Política econômica,Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro ou Relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF),aumento,Preço,Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) regulação,Rede social digital,Censura,Liberdade de expressão

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    O SR. CORONEL ASSIS (Bloco/UNIÃO - MT. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, infelizmente, nós estamos muito impressionados com matérias que saíram nos últimos dias, aqui em nosso País, principalmente as matérias que dizem respeito à economia brasileira. Na verdade, parece que estamos vivendo um pastelão italiano, em que as decisões são tomadas sem se medir as consequências dessas decisões. Há pouco tempo, o Sr. Fernando Haddad, Ministro da Fazenda, aumentou o Imposto sobre Operações Financeiras — IOF indiscriminadamente. Isso teve impacto muito negativo no mercado. Então, na mesma data em que isso foi anunciado, tiveram que rever a decisão quase à meia-noite, com o fato sendo comunicado via X, o antigo Twitter. Aqui nós tivemos uma manifestação sobre isso, de S.Exa. o Presidente desta Casa, o Deputado Hugo Motta, que disse o seguinte — aspas: "O Executivo não pode gastar sem freio e depois passar o volante para o Congresso. O Brasil não precisa de mais imposto, precisa de menos desperdício". Disse tudo! O nosso Presidente disse tudo! Nós precisamos que o Governo Federal, o Governo Lula, tenha uma consciência de política econômica segundo a qual ele gaste menos do que arrecada. Isso é matemática simples. Nós não podemos nunca gastar mais do que nós recebemos. Sr. Presidente, isso é básico. Agora, eles vêm com medidas e mais medidas populistas. Nós alertamos sobre isso aqui em breves comunicados, nos apartes que são feitos aqui nesta Casa, dizendo que este Governo, de agora até o ano que vem, vai querer adotar um monte de medidas para tentar se reaproximar da sua base, que é o povo. Mas isso não adianta. Não existe almoço de graça na economia, Sr. Presidente. Nós precisamos de uma política econômica austera que possa, sim, levar desenvolvimento ao povo menos favorecido, em detrimento dessa máquina que, infelizmente, eles insistem em inchar. Tivemos inúmeras outras manifestações com essa. Por exemplo, dias atrás, houve uma matéria dizendo que o Governo prepara um segundo projeto de lei a ser encaminhado ao Congresso Nacional com o intuito de regular as redes sociais. Meu Deus do céu! Será que o Brasil está tão bem assim que não temos prioridades sobre a regulação das redes sociais? Sr. Presidente, por que a Esquerda brasileira tem medo de uma Internet livre, em que as pessoas podem se manifestar, em que nós podemos colocar as nossas ideias? Sr. Presidente, será que é medo da eleição no ano que vem? Será que é medo de 2026, que está se aproximando? Será que esse pessoal está temeroso porque hoje a verdade está estampada nas redes sociais e faz com que o Seu Zé e a D. Maria possam reclamar do preço do gás de cozinha? Realmente, isso nos deixa muito preocupados. Nós estaremos aqui, nesta Casa, lutando contra esse controle, essa "regulamentação", entre aspas, que, na verdade, tem cara de censura, tem cara de ditadura, tem cheiro de despotismo, Sr. Presidente. Nós não aceitaremos isso. Eu também quero fazer uma manifestação em relação ao discurso do Presidente Lula, lá no Estado de Mato Grosso, sobre o preço do gás de cozinha. Ele disse que o botijão sai da Petrobras a não sei quantos reais, que acha que existe alguém ganhando em cima disso. Sr. Presidente, a Petrobras é uma estatal. Quem a comanda é o Governo Federal. Então, que conversa doida é essa? Com todo respeito à figura do Presidente da República, ele não pode ir ao lançamento de um projeto agrícola para a agricultura familiar e sair falando essas besteiras. Se você não dá conta do seu quintal, como é que você vai querer arrumar a casa do vizinho? Então, deixo aqui o nosso alerta e o nosso protesto em relação a essa situação. O Brasil precisa de uma política econômica verdadeira e austera. Peço que divulgue o nosso discurso nas redes oficiais desta Casa. Muito obrigado, Sr. Presidente.
  • 21/05/2025Breves Comunicações

    O Deputado criticou a atuação do Ministro da Justiça e Segurança Pública, Lewandowski, afirmando que, apesar de sua presença frequente no Congresso, não apresentou propostas concretas para combater o crime organizado e as facções criminosas. Relembrou a morte do policial civil José Antônio Lourenço, vítima de um ataque feito por meio de uma “seteira”, estrutura usada para disparos em operações policiais. Também denunciou o domínio das facções criminosas em várias áreas do País e classificou a PEC da Segurança Pública como ineficaz. Por fim, cobrou respostas sobre o ressarcimento dos valores desviados dos aposentados do INSS e defendeu a instalação de uma CP para investigar o caso.

    Palavras-chave oficiais: Ministro de Estado,Ministério da Justiça e Segurança Pública,atuação,Crítica Proposta de Emenda à Constituição,Política Nacional de Segurança Pública e Defesa Social (PNSPDS),ineficácia Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Fraude,Aposentado,ressarcimento,Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI),Defesa

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    O SR. CORONEL ASSIS (Bloco/UNIÃO - MT. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, hoje temos a visita em uma audiência pública de S.Exa. o Ministro Lewandowski, o Ministro da Justiça e Segurança Pública. Com certeza, temos que fazer justiça à figura do Ministro, que, toda vez que é convocado ou convidado, vem a esta Casa e ouve todos os Parlamentares que aqui se encontram. Porém, o Ministro nunca traz nada de concreto para o combate ao crime organizado e às facções criminosas do nosso País. Sr. Presidente, recentemente, no Estado do Rio de Janeiro, nós tivemos a morte de um policial civil, o policial José Antônio Lourenço, de 39 anos. José Antônio Lourenço era policial da Coordenadoria de Recursos Especiais — Core, unidade de elite da Polícia Civil do Rio de Janeiro que estava fazendo uma operação na Cidade de Deus. E ele foi morto de forma covarde, na trairagem, através de uma seteira. O Brasil precisa saber o que é uma seteira. A seteira é um túnel construído dentro de um bunker, de uma barreira fixa, onde cabe o cano de um fuzil, o que permite que o marginal aperte o gatilho e dispare na direção do policial que por ali passa. E José Antônio Lourenço foi morto covardemente dessa forma. Uma coisa, Sr. Presidente, é morrer no combate, quando homens estão combatendo, cada um de um lado, e a pessoa tem a sua vida tirada, cumprindo com o seu dever. Porém, essa foi uma forma brutal, uma forma que está sendo feita constantemente. O Brasil, Sr. Presidente, é o País das barricadas, onde as facções criminosas dominam o território e implantam uma nova política econômica, uma nova política de saúde, uma nova política de segurança e uma nova política de justiça. Este é o Brasil, e nós temos aqui o Ministro Lewandowski sem trazer nada de concreto nesta PEC água de salsicha, nesta PEC da mentira, que é a PEC da Segurança Pública, que não traz nada em relação ao combate efetivo às facções criminosas. Quero também fazer uma pergunta aqui, Sr. Presidente: onde estão os valores roubados dos aposentados do INSS? Quando vão pagar esses valores? De que forma vão pagar esses valores? O Governo se calou. A CPI está parada nesta Casa. Nós precisamos, sim, instalar a CPI ou quiçá a CPMI, lá no Senado da República, embora eu ache que o nosso instrumento tenha a capacidade de poder esclarecer mais coisas. E aqui volto à pergunta: como irão pagar o dinheiro dos aposentados? É um roubo, uma covardia, uma coisa horrível feita por pessoas que não têm compromisso com gente honesta que trabalhou a vida toda para poder ter dignidade na velhice. Sr. Presidente, conclamo todos os brasileiros, todos os Srs. Deputados e as Sras. Deputadas para que nós possamos, sim, falar com o nosso Presidente Hugo Motta, para que ele tenha coerência e paute a nossa CPI, para que possamos descortinar esse grande esquema criminoso e nefasto, que, com certeza, trouxe o Brasil para muito, muito abaixo do que se espera de um País democrático que defende quem sempre trabalhou para a construção de uma Nação. Sr. Presidente, peço a V.Exa. que o nosso pronunciamento seja encaminhado às redes oficiais de divulgação desta Casa. Muito obrigado.
  • 20/05/2025

    O Deputado parabenizou a Câmara dos Deputados pela iniciativa legislativa de proibir os descontos abusivos que têm lesado os aposentados brasileiros. Além disso, saudou a presença, na Câmara dos Deputados, da Vereadora Michelly Alencar, de Cuiabá (MT), destacando seu compromisso com os valores da Direita mato-grossense e sua atuação social. Ao final, enviou cumprimentos à Câmara Municipal de Cuiabá (MT).

    Palavras-chave oficiais: Câmara dos Deputados,Atuação parlamentar,proibição,Desconto,Fraude,Aposentado,Projeto de lei ordinária Vereadora,Cuiabá (MT),Câmara Municipal,Atuação parlamentar,Direita política,Mato Grosso

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    O SR. CORONEL ASSIS (Bloco/UNIÃO - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, inicialmente, quero parabenizar esta Casa pela iniciativa de fazer uma legislação que irá proibir os descontos abusivos, com que roubaram os aposentados brasileiros. Eu também quero fazer aqui a apresentação da nossa Vereadora Michelly Alencar, da minha cidade de Cuiabá, a nossa capital. Ela é uma grande defensora também do pensamento conservador, da Direita mato-grossense. Defende a família, defende pessoas que trabalham e lutam para sobreviver com o trabalho social que ela desenvolve. Ela é uma grande Parlamentar municipal que hoje nos dá o prazer de estar aqui nesta Casa. Ela veio conhecer um pouquinho da nossa rotina como Parlamentares aqui no Distrito Federal. Seja bem-vinda, Michelly! Leve um abraço aos Vereadores da Câmara Municipal de Cuiabá, em nome da Câmara dos Deputados.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.