
Nome civil: Jonildo José de Assis · 50 anos
Bananômetro
85/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 80% dos deputados · média do partido: 78
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 96%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 86%
Vota quando precisa?
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 46%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 95%
discursos na tribuna (percentil)
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- dep.coronelassis@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5415
- Gabinete
- Gabinete 415, Anexo IV, 4º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
96%
Esteve em 376 de 391 sessões
Votou nas votações
86%
Registrou voto em 975 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 49 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
28%
Em 756 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
331 discursos na tribuna · de 09/02/2023 a 08/07/2026.
- 08/07/2026breves comunicaçõesBreves Comunicações
O Deputado criticou uma promotora de justiça do Rio de Janeiro por afirmar que mencionar Deus seria inconstitucional, sustentando que o Estado laico não impediu a manifestação de fé nem autorizou constrangimento religioso. Além disso, defendeu moção de repúdio, cobrou respeito à liberdade religiosa e à Constituição. Associou a violência em Mato Grosso à atuação de criminosos e facções. Por fim, atacou o Governo Lula, apontando aumento da população em situação de rua, endividamento e crise econômica.
Palavras-chave oficiais: Liberdade de religião,Discriminação religiosa Violência,Mato Grosso,Crime organizado Governo federal,População em situação de rua,Crise econômica,aumento
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O SR. CORONEL ASSIS (PL - MT. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, aconteceu algo muito grave em nosso País. Lá no Estado do Rio de Janeiro, uma promotora de justiça volto a dizer aqui que ela não é nem representa o Ministério Público, em que nós acreditamos que defende a sociedade e o cidadão brasileiro , em uma reunião, disse que era inconstitucional falar ou mencionar a palavra de Deus. Isso é um verdadeiro absurdo, Sr. Presidente. Sra. Promotora, ouça bem o que nós, que somos representantes eleitos pelo povo, estamos dizendo aqui: inconstitucional não é falar de Deus. Inconstitucional é constranger um brasileiro a manifestar a sua fé. Inconstitucional é usar a autoridade do cargo público para intimidar pessoas que creem. Inconstitucional é confundir Estado laico com Estado antirreligioso, Sr. Presidente. O Brasil é um Estado laico, mas Estado laico não é Estado ateu. Estado laico não é o Estado contra Deus, Sr. Presidente. A Constituição autoriza o agente público; não autoriza nenhum agente público a silenciar quem deseja mencionar Deus, orar ou professar a sua fé. E aqui eu faço um desafio: então, Sra. Promotora, venha a esta Casa e retire aquela Bíblia que está ali, na tribuna da Mesa Diretora. Venha aqui e mude o nosso Regimento Interno, que, no seu art. 79, fala até mesmo a frase com que nós iniciamos todas as nossas sessões: "Sob a proteção de Deus e em nome do povo brasileiro iniciamos nossos trabalhos". Sr. Presidente, isso é um verdadeiro absurdo. Nós temos que fazer uma moção de repúdio a essa servidora pública, porque não dá para constranger o cidadão comum. Não dá para constranger as pessoas simples. Isso é muito fácil. Difícil é sustentar esse mesmo discurso aqui no Parlamento brasileiro. O Brasil é um país de maioria cristã, Sr. Presidente, e, com certeza, isso não autoriza a perseguição a ninguém, mas também não autoriza que cristãos sejam perseguidos, constrangidos ou silenciados por quem ocupa um cargo público. Respeitem a fé do brasileiro. Respeitem a Constituição do nosso País. Respeitem a liberdade religiosa. Sr. Presidente, eu tenho outra situação aqui para dizer: um evento aconteceu lá no meu Estado, onde havia um vagabundo, um criminoso. E na matéria está aqui dizendo que um ex-PM foi morto com um tiro. Ele era pistoleiro e integrante do Comando Vermelho. Realmente a PM fez justiça, mandou esse vagabundo embora porque estava fazendo coisa errada. Ele já era de uma fação criminosa que atua no meu Estado. Só que esse mesmo vagabundo aqui, Sr. Presidente, grande criminoso, já tinha se envolvido justamente em outra situação. Ele tinha ameaçado e tentado matar um empresário, dono de um jornal, lá na nossa capital, em Cuiabá, e estava promovendo essa mesma ação lá em Sinop, ameaçando outro empresário, talvez, querendo matá-lo também. Aí, fica a pergunta, Sr. Presidente: por que raios esse vagabundo, esse bandido, esse criminoso estava solto? Eu quero saber das autoridades mato-grossenses. Isso nós iremos oficiar à Secretária de Segurança Pública, para saber de que forma, em que pé está o inquérito do dono do Estadão, porque esse cara foi preso, celulares foram apreendidos. Nós precisamos saber, a sociedade precisa saber, sob pena de acontecer mais coisas como essa. Esse mesmo criminoso estava para fazer a mesma coisa. Sorte que apareceu ali um cidadão, um iluminado que, com certeza, sob ameaça de morte, desferiu um tiro e matou esse vagabundo. Este que estou citando nunca mais vai tentar matar empresário ou constranger o cidadão mato-grossense sob a bandeira da facção. É isso que tem que ser feito. Parabéns a quem teve essa atitude, e, claro, que as famílias dessas pessoas, que não têm nada a ver com isso, possam ser consoladas. Sr. Presidente, há mais uma situação. Realmente, nós vivemos o Governo da mentira. Veja: a população em situação de rua quase dobra no Governo Lula. Registros do CadÚnico cresceram 97,4% desde 2022. A expansão persiste, mesmo com o Plano Federal de 982 milhões de reais. Realmente, o pai dos pobres está fazendo com que o brasileiro fique mais pobre, Sr. Presidente. Também, nós tínhamos um Ministro da economia que não entendia da economia. Com certeza, tratou a economia brasileira como sei lá, talvez a conta, o orçamento pessoal dele, porque não existe você gastar mais do que você arrecada. Logo, nós estaremos em déficit. Logo, o endividamento das famílias brasileiras está aumentando, e, por isso, está aqui este resultado: gente na rua, no Governo dos pobres, o Governo da mentira, o desgoverno que, com certeza, acaba em outubro deste ano. Srs. Parlamentares, o café está ficando frio, e eu tenho certeza de que nós iremos vencer essas eleições. Teremos, com certeza, um período de lamúria, um período em que nós iremos penar, mas nós iremos nos levantar. O Brasil precisa crescer, e com essa turma aí, Sr. Presidente, nós só regredimos. Peço a V.Exa. que o nosso pronunciamento seja colocado nos meios oficiais de divulgação desta Casa. Obrigado, Sr. Presidente. - 09/06/2026breves comunicaçõesBreves Comunicações
O Deputado criticou a condução das políticas de segurança pública e econômica do Governo Federal. Afirmou que o País registrava aumento da atuação de facções criminosas, alta nos índices de feminicídio e fragilidades no controle das fronteiras. Na área econômica, apontou crescimento dos gastos públicos, avanço da dívida, perda de confiança de investidores, juros elevados e risco de desequilíbrio orçamentário a partir de 2027. Também associou esses fatores à política econômica adotada pelo Governo Lula e citou editorial do jornal O Estado de S. Paulo para sustentar o alerta sobre a situação fiscal e econômica do País.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,Crime organizado,Feminicídio,Dívida pública,aumento,Juros,Desequilíbrio fiscal,Política econômica,Crítica
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O SR. CORONEL ASSIS (PL - MT. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu sempre venho a esta tribuna para fazer alguns alertas, principalmente, na questão da Segurança Pública, que foi relegada a terceiro, quarto, quinto plano pela atual gestão do Governo Federal. Infelizmente, o Governo Lula não entregou nada à Segurança Pública do Brasil. Nós temos hoje fronteiras extremamente abertas, nós temos o maior índice histórico de feminicídios em nosso País, nós temos 88 facções dominando o nosso território, e eles ainda querem falar de soberania. Porém, Sr. Presidente, hoje, o alerta é um alerta econômico. Nós temos acompanhado que o Brasil não vai bem das pernas. Nós tivemos uma política econômica extremamente debilitada, levada a efeito por um Ministro da Economia que não sabia patavinas da economia, que só procurou ferrar o bolso do contribuinte através de taxas, através de impostos, através de expropriação do dinheiro desse contribuinte. E aqui, com o editorial do Estado de S. Paulo de hoje, eu quero chamar atenção para cinco fatores que indicam que o Brasil vai quebrar, Sr. Presidente. A voz do povo é a voz de Deus. Está todo mundo falando que a economia vai mal das pernas. O Brasil vai quebrar, e há cinco fatores: primeiro, a explosão dos gastos públicos acima da capacidade de arrecadação não tem como, é o nosso orçamento doméstico. Se você gasta mais do que você ganha, logo você vai viver em déficit. Por isso, o Brasil não aguenta mais este Governo gastador. Segundo, o crescimento acelerado da dívida pública. Nunca antes na história deste País nós tivemos uma dívida pública tão gigantesca como a atual. Isso com certeza vai gerar um reflexo gigantesco na economia. Terceiro, a perda da confiabilidade de investidores nacionais e estrangeiros. Meus amigos, todo mundo está vendo: empresas, empresários e pessoas estão indo se estabelecer no Paraguai. Por quê? As condições econômicas no Brasil estão de mal a pior e ninguém faz nada, ninguém fala nada. A extrema esquerda se cala, não ouve e não se manifesta. Quarto, juros elevados que sufocam a economia. Não preciso nem falar, taxa Selic deve ficar acima de "larará" 14% um absurdo, Sr. Presidente! Quando se compra ou se financia uma casa, paga-se quase 3%. Quinto: risco de colapso orçamentário a partir de 2027. Sr. Presidente, existem estudos, até mesmo do Tesouro Nacional, que apontam um colapso econômico em 2027, culpa deste Governo que não está nem aí para a economia em nosso País. Sr. Presidente, peço que autorize a divulgação do meu pronunciamento nos meios de comunicação desta Casa. Muito obrigado. - 09/06/2026pela ordemBreves Comunicações
O Deputado registrou a presença, na Câmara dos Deputados, do tenente Roney Cruz, policial militar de carreira com atuação no sistema penitenciário de Roraima, e do empresário Dalai, de Boa Vista. Destacou a experiência de Roney Cruz na área de segurança pública e afirmou que ambos desenvolviam relevante trabalho social no Estado.
Palavras-chave oficiais: Roraima,Policial militar,Plenário,Saudação
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O SR. CORONEL ASSIS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, obrigado pela gentileza. O Deputado Hildo é sempre um grande gentleman aqui na nossa Casa. Quero apresentar dois grandes amigos que vieram lá do Estado de Roraima. Estão aqui acompanhando a nossa semana legislativa na Câmara dos Deputados. O Tenente Roney Cruz, ele que é um policial militar de carreira, atuou por muito tempo dentro do sistema penitenciário lá do Estado de Roraima e tem uma experiência gigantesca na segurança pública, está conosco, hoje, aqui fazendo essa visita, juntamente com o Dalai, que é um empresário da cidade lá de Boa Vista. Ambos prestam serviço social relevante ao nosso Estado. Desejo a vocês boas-vindas. Que vocês possam ver aqui, nesta visita, um pouco do que se trata aqui, para que nós possamos fazer com que o Brasil cresça ainda mais. Levem o nosso abraço ao nosso querido povo do Estado de Roraima. Muito obrigado, Sr. Presidente - 20/05/2026breves comunicaçõesBreves Comunicações
O Deputado criticou o decreto do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva que atribuiu à Autoridade Nacional de Proteção de Dados atribuições de regulação e fiscalização relacionadas ao Marco Civil da Internet. Afirmou que o governo ultrapassou limites de regulação e mencionou tentativas anteriores de aprovação de medidas sobre redes sociais no Congresso Nacional. Declarou oposição a iniciativas que classificou como controle de conteúdo digital e defendeu que propostas dessa natureza fossem debatidas no Parlamento. Também tratou da redução da maioridade penal e defendeu análise do tema.
Palavras-chave oficiais: Decreto,alteração,Marco Civil da Internet (2014),regulação,Big techs redução,Maioridade penal,Defesa
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O SR. CORONEL ASSIS (PL - MT. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, quem controla o presente controla o passado; quem controla o passado controla o futuro. Parece uma frase, uma expressão ficcional de George Orwell, no livro 1984. Só que, Presidente, isso aqui está mais parecendo a realidade em nosso País. Lula assina um decreto e atribui à Agência Nacional de Proteção de Dado ANPD o papel de regular e de fiscalizar o Marco Civil da Internet. Sr. Presidente, o Governo Federal, na pessoa do Presidente Lula, extrapolou todo e qualquer limite de regulação hoje com esse decreto. Eles já tentaram, de toda forma, vir aqui e tentar passar uma lei neste Parlamento para tentar regular as redes sociais. Nós brasileiros não podemos aceitar esse tipo de situação. A lei da mordaça, a lei da regulação e da censura não pode ser feita goela abaixo, ela tem que passar neste Parlamento, embora eles queiram travesti-la de uma questão de defesa, de uma questão de poder proteger pessoas, mas, no fundo, no fundo, eles querem controlar a narrativa através da Internet. Querem cancelar e retirar do ar toda e qualquer publicação que for contra esse desgoverno que hoje comanda o País. O País está afundado em dívidas. Está parecendo este Governo a verdadeira Porta da Esperança toda hora, mais gastos, toda hora, mais ajuda! Eu não estou dizendo que não temos que ajudar os brasileiros menos favorecidos. Temos que fazer isso, mas não da forma irresponsável que o Governo Lula está fazendo. Sr. Presidente, eu quero deixar claro também que a extrema esquerda, o tempo todo, tenta implantar mentiras e narrativas. Estão dizendo agora que nós estamos lutando na CCJ pela admissibilidade da PEC da redução da maioridade penal porque nós queremos promover uma cortina de fumaça. Isso é uma mentira. Isso é uma mentira, porque V.Exas. sabem que essa matéria foi palco de discussão na PEC da Segurança Pública e ela foi retirada, por meio de um acordo com o Presidente Hugo Motta e com os demais partidos, para que nós pudéssemos tratá-la em uma PEC específica, e a admissibilidade dessa PEC específica está sendo tratada lá na CCJ. Nós iremos lutar para que ela seja aprovada, doa a quem doer. Não adianta chorar. Não existe o "Não tem xixi, minha nega" aqui não, Sr. Presidente! Nós iremos aprovar a admissibilidade da redução da maioridade penal. Isso não é apenas uma promessa; isso é uma missão, e nós iremos cumpri-la lá na CCJ para que possamos abrir a Comissão Especial, e, a partir daí, promover todas as discussões, e que a matéria venha ao Plenário, para que, sim, possamos reduzir a maioridade penal a fim de diminuir a impunidade no Brasil. Sr. Presidente, peço a V.Exa. que o nosso pronunciamento seja divulgado pelos meios oficiais de divulgação desta Casa. - 30/04/2026questão de ordemOrdem do Dia
O Deputado levantou questão de ordem para contestar o uso de questão de ordem pelos Parlamentares da Esquerda para proferirem discursos ideológicos sem relação com a matéria em debate. Ademais, criticou o Governo Lula, ressaltando que o Projeto de Lei (PL) nº 5.582, de 2025, que dispõe sobre o combate ao crime organizado - PL Antifacção - e a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 18, de 2025, denominada PEC da Segurança Pública, que dispõe sobre competências da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios relativas à segurança pública, continham medidas insuficientes de combate ao crime organizado e que ambos foram aperfeiçoados pela Oposição. Ao final, condenou a Esquerda por tentar desmoralizar o Presidente do Congresso Nacional, Senador Davi Alcolumbre.
Palavras-chave oficiais: Questão de ordem,Parlamentar,Esquerda política,Discurso parlamentar,Ideologia política,Processo legislativo,Proposição legislativa,Presidente do Congresso Nacional Governo federal,Presidente da República,Projeto de lei ordinária,combate,Crime organizado,Organização criminosa,Proposta de Emenda à Constituição,Política de segurança pública,Atuação parlamentar,Oposição política
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O SR. CORONEL ASSIS (PL - MT. Para uma questão de ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu quero suscitar a questão de ordem com base no art. 131, § 1º, do Regimento Comum. Sr. Presidente, o que está acontecendo aqui é uma verdadeira palhaçada jurídica e institucional, porque, na verdade, os nossos colegas da extrema esquerda estão usando o tempo da questão de ordem prevista no nosso Regimento Interno para fazer discurso, para trazer pautas ideológicas, que não têm nada a ver com a matéria que está sendo discutida. Isso é proibido pelo nosso Regimento. Se não sabem do Regimento, não façam uso dele nem o vilipendiem. Aqui, Sr. Presidente, quero trazer mais um plano também. Nós estamos atônitos quando se fala em hipocrisia. Hipocrisia é realmente o que eles fazem. Dizer aqui que o Governo Lula encaminhou para cá propostas de combate ao crime organizado é mentira! Não existe isso, porque o PL Antifacção era um PL que trazia somente medidas homeopáticas, e nós o mudamos e fizemos com que ele pudesse ir para cima das facções. E a PEC da Segurança Pública era uma PEC água de salsicha, Sr. Presidente. E digo mais: como é que dizem aqui que querem defender a democracia... Eu quero que V.Exa. garanta a minha fala, Sr. Presidente. Garanta a minha fala! Garanta a minha fala, por favor! (Soa a campainha.) O SR. PRESIDENTE (Davi Alcolumbre. UNIÃO - AP) - Deputado, V.Exa. está falando para fazer uma questão de ordem e acusando outros Parlamentares de fazerem o que V.Exa. está fazendo agora. O SR. CORONEL ASSIS (PL - MT) - Não, senhor! Eu quero que V.Exa. garanta a minha fala, justamente porque eu estou expondo a V.Exa. o que está acontecendo aqui. Eu quero que V.Exa. indefira isso. V.Exa. tem a prerrogativa de indeferir isso. O que eles estão fazendo aqui é nos chamar de hipócritas, é chamar V.Exa. de mentiroso, é desmoralizar a figura do Presidente do Congresso Nacional. E isso está errado. Isso não faz parte do dispositivo que trata da questão de ordem, inserido no Regimento Comum e nos Regimentos das Casas deste Congresso Nacional. E V.Exa. tem, sim, a prerrogativa de impedir que isso aconteça. E V.Exa., hoje, já desmascarou a Esquerda, que dizia que nós iríamos beneficiar bandidos. Obrigado, Sr. Presidente. - 29/04/2026pela ordemOrdem do Dia
O Deputado orientou a bancada na votação do recurso contra a tramitação conclusiva do Projeto de Lei nº 580, de 2023, que submete a desconstituição da coisa julgada tributária, contrária à decisão proferida em controle concentrado ou em sede de repercussão geral, à ação rescisória.
Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Recurso (proposição legislativa),contra,Projeto de lei ordinária,Voto contrário,Minoria parlamentar
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O SR. CORONEL ASSIS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Pela Minoria, orientamos "não", Sra. Presidente. Entendemos que essa proposta realmente vai acarretar prejuízos ao povo brasileiro. Nós não podemos compactuar com isso, porque a pessoa vai pagar duas vezes pela mesma coisa. Isso é inadmissível na atual conjuntura em que um governo que só pensa em gastar, com certeza, só faz mal à política econômica de um país que sofre, com gente que não tem o que comer e paga muito imposto. - 29/04/2026pela ordemBreves Comunicações
O Deputado registrou a presença do Vereador Coronel Rosses, do Município de Manaus (AM), em visita à Câmara dos Deputados. Destacou a trajetória profissional do visitante, com atuação anterior na Polícia Militar, e mencionou o trabalho desenvolvido no Legislativo municipal.
Palavras-chave oficiais: Manaus (AM),Vereador,Plenário,Saudação
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O SR. CORONEL ASSIS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - É verdade, Sr. Presidente. É bondade de V.Exa. Eu só queria agradecer a oportunidade de poder apresentar um grande amigo dos idos ainda da nossa carreira na Polícia Militar, quando labutávamos na especialidade técnica das operações policiais especiais. Aqui está o nosso Vereador por Manaus, o Coronel Rosses. Ele está visitando a nossa Casa. Ele é um grande Vereador naquele Município, no Estado do Amazonas, e faz um trabalho fantástico de defesa das forças policiais, de combate à violência contra a mulher. É um homem honrado, que defende os princípios, os valores conservadores brasileiros e que, com certeza, tem muito ainda a contribuir na sua vereança e, quiçá, em outros cargos eletivos. Com certeza, a carreira de Coronel Rosses irá decolar cada vez mais. Seja bem-vindo a esta Casa, a Casa do Povo! Em breve, se Deus quiser, também será a Casa de V.Exa. Obrigado, Sr. Presidente. - 23/04/2026pela ordemBreves Comunicações
O Deputado criticou discursos sobre a taxação de altas rendas e afirmou que dados econômicos contradizem argumentos apresentados por setores da esquerda. Classificou a abordagem como incoerente e disse que números oficiais evidenciam diferenças significativas em relação ao que é divulgado no debate público. Também fez críticas à condução da política econômica, mencionando o desempenho do Ministério da Fazenda e questionando a consistência de informações apresentadas pelo Governo.
Palavras-chave oficiais: Contribuinte de alta renda,Taxa,Esquerda política,Discurso parlamentar,contradição Ministério da Fazenda,Política econômica,desempenho,Crítica
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O SR. CORONEL ASSIS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, falar em narrativas aqui é muito importante. O mais importante de tudo é desmontar a narrativa, como a narrativa implantada pela Esquerda sobre a taxação dos super-ricos. Eu vou mais além: eu não digo que nem é narrativa, mas hipocrisia. Sabe por quê, Sr. Presidente? Porque os números não mentem. Sr. Presidente, isso é uma diferença de 97%, desbancando a mentira que a Esquerda brasileira tentou implantar na cabeça do trabalhador, na cabeça do mais pobre. Fazer o quê, Sr. Presidente? Ter um Ministro da economia que não sabe quanto é cinco vezes cinco, realmente dá nisto: mentiras, narrativas que são desmascaradas pelos números da economia brasileira. Eles estão aqui para quem quiser ver. - 23/04/2026breves comunicaçõesBreves Comunicações
O Deputado fez críticas à Gestão Federal ao mencionar indicadores relacionados a gastos públicos, carga tributária, uso de cartões corporativos e desempenho de estatais. Citou dados sobre segurança pública, fronteiras e combate a facções criminosas, além de questionar ações do Ministério da Justiça. Mencionou investigações envolvendo o Banco Master e possíveis desdobramentos relacionados ao caso. Por fim, abordou despesas previstas para a realização da COP 30, incluindo contratação de estrutura de hospedagem, e defendeu a necessidade de apuração de responsabilidades em eventuais irregularidades.
Palavras-chave oficiais: Governo federal,Despesa administrativa,Cartão de Pagamento do Governo Federal (CPGF),Carga tributária,Crime organizado,combate,Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP30) (30: 2025, Belém (PA)),Hospedagem,Crítica Banco Master,Proprietário,Delação,Governo federal,envolvimento
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O SR. CORONEL ASSIS (PL - MT. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, também quero desejar bom dia às nossas crianças. Sejam bem-vindas à Casa do Povo! É uma honra tê-las conosco. Vocês são o futuro da nossa Nação, o futuro do Brasil, e nós acreditamos muito na educação, nos pais de vocês e, com certeza, no futuro da Nação brasileira. Presidente, eu quero fazer justiça ao Governo da Esquerda que ora comanda o nosso País. Aqui vou falar de realizações do Governo do Lula. Este é o Governo que tem o maior gasto público da história; é o Governo que mais criou impostos na história da República moderna brasileira; é o Governo que mais gastou em cartões corporativos nos últimos anos da República brasileira e, pior, decretou sigilo de 100 anos sobre os gastos com os cartões corporativos; é o Governo que presenciou o maior roubo no INSS da República brasileira. Esses são os recordes do Governo Lula. Este é também o Governo com o maior prejuízo nas estatais, vide caso dos Correios; é o Governo com o maior índice de feminicídios da história da República moderna brasileira; é o Governo com os piores resultados no combate às facções criminosas e na segurança pública, em todos os tempos da República brasileira. Sr. Presidente, as fronteiras brasileiras estão largadas. Está entrando de tudo pelas nossas fronteiras. Nós tivemos dois Ministros da Justiça e Segurança Pública que nada fizeram, ficaram apenas com falácias, querendo acusar atiradores, caçadores e colecionadores, querendo responsabilizar outros e criar cortinas de fumaça para não discutir esse assunto. Se não fosse o Congresso Nacional, a Câmara dos Deputados, com o PL Antifacção, que nós alteramos, que nós elaboramos, não teríamos entregado nada à população. Se não fôssemos nós com a PEC da Segurança Pública, nada teria sido feito, porque eles mandaram para cá propostas legislativas que eram como água de salsicha, homeopáticas, e nada fizeram. Sr. Presidente, olhe só isto aqui: Ex-Presidente do BRB vai pedir transferência para fechar delação. Deve ter gente aqui em Brasília que não está dormindo, Sr. Presidente. Há pessoas que estão acabando com o estoque de calmante das nossas farmácias. Sabe por quê? Porque essa delação será uma bomba atômica. Isso aqui, com certeza, vai implicar gente do Governo que deve muito nesse escândalo do Banco Master. Olhe só que coisa! O Governo Lula gastou 350 milhões de reais com aluguel de navio de cruzeiro para a COP 30. Pelo amor de Deus! Belém, no Pará, bem como o restante do Brasil, carece de saneamento básico, de infraestrutura, e o Presidente gastou 350 milhões de reais com aluguel de navio de cruzeiro. Isso é um absurdo! E pasmem! esse navio é do sócio do Vorcaro. Sim, falo do Vorcaro, aquele cara do Banco Master, o criminoso que disse que iria quebrar os dentes da mulher, que disse que iria quebrar a cara de um jornalista. É junto com esse pessoal que o Governo fica. Aqui fica a pergunta, Sr. Presidente: isso não vai dar em nada? Será que isso não vai dar em nada? Onde estarão as respostas para esse que se configura como o maior escândalo financeiro da atualidade? Precisamos saber disso, Sr. Presidente, com certeza. Nós estaremos aqui, atentos, cobrando, para que nós possamos saber a verdade, doa a quem doer. As pessoas que forem implicadas, no Legislativo, no Judiciário ou no Executivo, têm que pagar pelos seus crimes! Sr. Presidente, peço que meu pronunciamento seja divulgado nos meios de comunicação oficiais desta Casa. Obrigado, Sr. Presidente. - 08/04/2026breves comunicaçõesBreves Comunicações
O Deputado criticou o Governo Federal, afirmando que a gestão está associada a notícias negativas, e mencionou a parcialidade do Presidente Lula em conversa com o Ministro Alexandre de Moraes sobre investigação relacionada a Daniel Vorcaro e ao Banco Master. Além disso, destacou que o tribunal da Flórida, nos Estados Unidos, irá buscar os bens ocultos de Daniel Vorcaro e pessoas associadas ao Banco Master, e que isso tem deixado muitos integrantes dos Poderes da República preocupados. Ademais, lamentou o encerramento da CPMI do INSS e mencionou que o mesmo pode vir a ocorrer com a CPI do Crime Organizado. Destacou que isso mostra a falta de compromisso que a Câmara e o Senado têm para com o povo brasileiro, sustentando que Comissões Parlamentares de Inquérito constituem instrumentos relevantes para a elucidação de fatos e para o apoio a investigações policiais. Por fim, ressaltou o recorde, de mais de 80%, de endividamento das famílias brasileiras e criticou a política econômica do Governo da Esquerda, atribuindo o agravamento das dificuldades econômicas ao gasto público excessivo e à falta de compromisso fiscal.
Palavras-chave oficiais: Crítica,Governo federal,Presidente da República,Partido dos Trabalhadores (PT),parcialidade,Diálogo,Ministro do Supremo Tribunal Federal,Banco Master Crítica,encerramento,Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI),Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI),Crime organizado,Organização criminosa Crítica,Governo federal,Partido dos Trabalhadores (PT),Política econômica,endividamento,Dívida,Inflação,Despesa pública,Responsabilidade fiscal
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O SR. CORONEL ASSIS (PL - MT. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, hoje, infelizmente, como foi dito anteriormente aqui, o Governo Federal está nas páginas de notícias, e, como sempre, é só notícia ruim. Lula diz a Moraes: "Não permita que esse caso Vorcaro jogue fora sua biografia". Olhem as aspas: "Eu disse para o companheiro Alexandre de Moraes" Lula, companheiro de Alexandre de Moraes "e vou dizer para vocês exatamente o que eu disse para ele. É o seguinte: você construiu uma biografia histórica neste País com o julgamento do 8 de janeiro. Não permita que esse caso do Vorcaro jogue fora a sua biografia". Sr. Presidente, que absurdo isso! Um Presidente da República, que tinha que se manter neutro, lutando para que a verdade fosse esclarecida, para que os criminosos fossem punidos, quer que o cara lute pela biografia dele. Não é possível, Sr. Presidente, sabe por quê? Porque aqui eu trago notícia que diz: "Tribunal dos EUA autoriza investigação ligada ao Master e a Vorcaro". A Corte da Flórida vai fazer uma grande busca dos bens ocultos de Daniel Vorcaro e da turminha do Banco Master. Vem novidade por aí, Sr. Presidente! Eu tenho certeza de que muitos poderosos no Legislativo, no Executivo e no Poder Judiciário estão tomando calmante. Eu tenho certeza de que o estoque de calmante em Brasília está por um fio, com os dias contados. Trago outra notícia aqui, Sr. Presidente: "O triunfo da impunidade". Pelo amor de Deus! Realmente, enterrar a CPMI do INSS era o que o crime organizado do Brasil queria o crime de colarinho branco e o crime de fraude. Eles queriam justamente enterrar a CPMI do INSS e também, agora, a CPI do Crime Organizado. Infelizmente, isso mostra a falta de compromisso, talvez, que esta Casa, juntamente com o Senado da República, tem para com o povo brasileiro, porque CPI e CPMI são instrumentos de investigação que servem para elucidar muita coisa e, às vezes, até trazer subsídio para que a investigação policial também possa colocar as mãos nesses criminosos que arrebentam o nosso País. E a última notícia que trago, Sr. Presidente, diz: "Endividamento atinge 80,4% das famílias e bate novo recorde". A CNC projeta que a inflação pode pressionar o orçamento nos próximos meses, e o impacto tende a ser maior entre as famílias de menor renda. Veja a política deturpada do Governo da Esquerda. Infelizmente, gastam demais, não têm compromisso fiscal e, com certeza, trazem um prejuízo gigantesco ao incentivarem o consumo desenfreado e o endividamento da família brasileira, que, a cada dia, está sofrendo na mão da política econômica dessa turma, que realmente só fez o mal para o Brasil. Ao Fernando Haddad eu posso dizer: tchau, querido! Graças a Deus, ele foi embora do Ministério da Economia. E a prova de que ele já foi tarde são essas notícias que mostram que o povo brasileiro está endividado e que a família brasileira vai passar fome! Sr. Presidente, peço a V.Exa. que a minha fala seja divulgada nos meios de comunicação desta Casa. Muito obrigado. - 08/04/2026comissão geralComissão Geral
O Deputado discursou na Comissão Geral sobre o feminicídio e destacou que a impunidade é o principal fator que alimenta a violência contra a mulher no Brasil, mesmo diante da existência de três marcos legais: a Lei Maria da Penha, a tipificação do feminicídio e o Pacto Antifeminicídio. Apontou o aumento dos homicídios femininos e alertou para a gravidade da situação no Estado de Mato Grosso (MT). Relatou a sua atuação como ex-Comandante-Geral da Polícia Militar, quando implementou, em Mato Grosso (MT), a Patrulha Maria da Penha, programa de policiamento para a segurança de mulheres sob medidas protetivas de urgência. Defendeu ainda a atuação integrada dos Poderes e cobrou a participação do Poder Judiciário. Criticou também decisões brandas em casos de descumprimento de medidas protetivas e defendeu a prisão dos agressores. Ao final, informou que apresentou o Projeto de Lei (PL) nº 6.120, de 2023, que estabelece diretrizes e procedimentos para a avaliação da insanidade mental do acusado, visando aprimorar e tornar mais rigorosa a instauração do incidente de insanidade mental no processo penal, e o PL nº 723, de 2026, que altera o Código de Processo Penal para estabelecer prioridade e medidas de celeridade na tramitação dos processos relativos ao crime de feminicídio no âmbito do Tribunal do Júri.
Palavras-chave oficiais: Violência contra a mulher,Impunidade,Lei Maria da Penha (2006),Tipificação de conduta,Pacto Nacional Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio,Mato Grosso,Patrulha Maria da Penha,Ex-,Comandante,Polícia militar,Política de segurança pública,integração,Poder Judiciário,Poder Legislativo,Poder Executivo,Medida protetiva de urgência,Prisão,Agressor,Deputado federal,Atuação parlamentar,Projeto de lei ordinária,Incidente processual,avaliação,Transtorno mental,Código de Processo Penal (1941),Tribunal do júri,Autor (proposição legislativa),Comissão geral,Feminicídio
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O SR. CORONEL ASSIS (PL - MT) - Sra. Presidente, agradeço a oportunidade de estar aqui falando a respeito de um tema tão sensível como este. Também quero cumprimentar, em nome da Deputada Lídice da Mata, a nossa Ministra e todas as demais mulheres que se encontram aqui presentes. A impunidade, infelizmente, é o combustível da violência contra a mulher em nosso País. No Brasil, nós temos atualmente, minhas senhoras e meus senhores, três marcos legais que promovem a luta contra a violência contra a mulher. O primeiro marco legal é a Lei Maria da Penha; o segundo é a tipificação do crime de feminicídio; e o terceiro é o Pacto Antifeminicídio, uma lei dura, uma lei forte, para lutar contra a questão do feminicídio em nosso País. Ainda assim, o Brasil bate recordes de mortes de mulheres a cada ano. Só para vocês terem uma ideia, no ano de 2026 o Brasil teve o maior índice de homicídios contra mulheres dos últimos 10 anos. E nessa pesquisa foi feito um recorte do ano de 2025. Eu quero trazer para a minha realidade, lá do meu Estado, o Estado do Mato Grosso, que também tem altíssimos índices de feminicídio. Meus amigos, eu não luto essa pauta de agora como Parlamentar ou para fazer videozinho para ficar lacrando em questões ideológicas na Internet. Eu faço isso porque sou policial militar. Fui Comandante-Geral da Polícia Militar do Mato Grosso e, no meu Estado, institucionalizei e criei a Patrulha Maria da Penha, um programa de policiamento que salva a vida de mulheres. Sabem por quê? Porque nós, Deputada Lídice, trabalhamos com mulheres que estão sob medidas protetivas de urgência. Isso precisa ser dito, sabem por quê? Porque às vezes, meus amigos, as pessoas acham que estamos aqui discutindo isso talvez por modismo ou por busca de sensacionalismo. Não, pessoas que estão aqui hoje falando sobre esse tema já lutam e travam uma batalha contra isso há muito tempo. E aqui pergunto aos senhores e às senhoras: qual a solução para isso? Leis mais duras? Ações efetivas do Poder Executivo nos âmbitos federal, estadual e municipal? Ou ações do próprio Poder Judiciário? Quero deixar claro que não é uma crítica, mas uma observação, Sra. Ministra. Se a senhora puder levar ao Governo Federal, eu falo isso também aos Governos Estaduais e aos Governos Municipais, porque não possível tratar de forma unilateral: isso aqui é uma situação de rede. Ou nos unimos para lutar contra as mortes de mulheres, ou isso vai continuar acontecendo. Portanto, realmente, embora seja válida a questão do pacto, mas aconteceu em 2026. Isto era para estar acontecendo há muito tempo: trazer à baila essa discussão, trazê-la para os Poderes. Fico realmente agradecido aqui, mas também bronqueado por ter demorado tanto para podermos falar sobre este assunto. Aqui eu quero fazer uma fala, Deputada Delegada Katarina, Deputada Lídice da Mata, Sras. e Srs. Parlamentares e quem está aqui também: nós precisamos chamar para sentar a esta mesa aqui o Poder Judiciário. Sabem por quê? Porque nós temos três marcos legais, meus amigos, três leis que falam sobre isso, Deputada Benedita. Temos três leis! E cadê o Poder Judiciário aqui? Cadê? Porque não dá para pegar um cara que infringe uma medida protetiva de urgência e dar a ele uma advertência, uma "broncazinha", Ministra, porque o cara que infringe uma medida protetiva de urgência que foi pedida por um delegado de polícia, em cima de uma ação criminosa que o cara cometeu, e exarada por um juiz, um magistrado de carreira, aquele cara tem disposição para matar uma pessoa sim. Então, um cara desses tinha que estar preso na cadeia, na cadeia brava, Deputada! Podem vir me dizer: "Ah, mas não temos vaga". Que se vire o Poder Executivo Federal ou Estadual! Faça, construa vagas para pessoas que matam mulheres! Parece uma solução simplória, meus amigos, mas quero dizer aqui: como é que você vai evitar a morte de alguém? Prendendo quem quer matar. Ou alguma pessoa vai morrer antes. Só para encerrar, eu quero dizer que eu também tenho várias iniciativas legislativas aqui, oito projetos de leis protocolados e em andamento, que falam sobre a situação da questão da violência contra a mulher. Quero destacar dois. Um trata do estabelecimento de critérios objetivos para o exame de sanidade mental, Deputada Maria. Há muito vagabundo, muito criminoso que bate em mulher, que comete violência contra mulher, e depois começa a dizer que está ouvindo vozes, através de um laudozinho que ele pega em qualquer médico de beira de esquina. Isso precisa mudar. Essa é uma legislação de 1941. Esse meu projeto está lá na CCJ. Tem que ser aprovado. Tem que vir para cá e subir para o Senado da República, para termos medidas efetivas contra esse tipo de criminoso. Lembram-se do cara que deu sessenta porradas na cara da mulher lá em Natal, o cara bombadão? Pois é, ele está alegando isso e vai se dar bem, porque há as brechas nessa lei, que precisa ser mudada. Há outra legislação também. Isto aqui já passou, mas precisa ser dito: nós precisamos dar celeridade à questão do Tribunal do Júri para quem fez isso, para quem matou mulher. Sabem por quê? Porque a impunidade é o oxigênio da barbárie. Ou nós fazemos isso, ou nós vamos estar fadados a ficar aqui discutindo, talvez, medidas tão pouco efetivas. Volto a dizer: chamem o Judiciário. Não estou falando aqui para desrespeitar, para brigar com outro Poder, mas para chamá-los à responsabilidade. O magistrado precisa ter a caneta pesada em cima de situações como essas, senão vamos ter mulheres sendo mortas todo santo momento e todo dia. Obrigado, Sra. Presidente. - 07/04/2026pela ordemBreves Comunicações
O Deputado apresentou e deu boas-vindas a três jovens de Cuiabá (MT), integrantes do PL Jovem, que visitavam a Câmara dos Deputados. Destacou que a participação da juventude na política é importante, afirmou que os jovens representam o futuro do país e defendeu a necessidade de atuação política com consciência, honestidade e compromisso para o desenvolvimento do Brasil.
Palavras-chave oficiais: Jovem,Juventude,Partido Liberal (PL),Cuiabá (MT),Câmara dos Deputados,Participação política
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O SR. CORONEL ASSIS (PL - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, mais uma vez, quero agradecer V.Exa. a deferência. Quero apresentar visitantes que hoje estão conosco nesta Casa, do meu Estado de Mato Grosso do Sul, da minha cidade de Cuiabá, nossa capital. Quero dar as boas-vindas ao Alexandre, o Pedro e o Miguel, membros da Executiva Municipal do PL Jovem. Trata-se de jovens mato-grossenses, jovens brasileiros, que hoje estão em Brasília e aproveitam para conhecer um pouco da nossa rotina na Câmara dos Deputados. Sejam todos bem-vindos! Vocês são o futuro da nossa Nação, do nosso Estado, das nossas cidades. São jovens que já estão se interessando pela política brasileira. Isso é importante, porque nós precisamos de consciência política, precisamos fazer política com altivez e, com certeza, com honestidade, para fazermos com que o Brasil cresça, avance e saia da estagnação em que hoje se encontra. Muito obrigado. - 17/03/2026breves comunicaçõesBreves Comunicações
O Deputado manifestou preocupação com proposta que amplia a atuação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) sobre grandes plataformas digitais, questionando se a medida poderia resultar em maior controle sobre as chamadas Big Techs. Citou o Ministro Fernando Haddad e criticou iniciativas do Governo relacionadas à regulação do ambiente digital, levantando dúvidas sobre possíveis impactos nas redes sociais e no cenário eleitoral. Também mencionou repercussões internacionais da proposta, incluindo possíveis reações da Casa Branca, e afirmou que acompanhará o tema com atenção. Em seguida, abordou investigações envolvendo o empresário Daniel Vorcaro, ligado ao Banco Master, defendendo que ele colabore com as autoridades por meio de um acordo de delação premiada. Por fim, afirmou que eventuais esclarecimentos poderiam envolver agentes de diferentes esferas do poder público e pediu apuração completa dos fatos.
Palavras-chave oficiais: Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade),Plataforma digital,Big techs,Ministro de Estado da Fazenda,regulação,Rede social digital,Eleições,Estados Unidos,Interferência externa Banco Master,investigação,Empresário,Delação premiada,Acordo de delação premiada
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O SR. CORONEL ASSIS (Bloco/UNIÃO - MT. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, realmente parece que estamos com o nosso País de cabeça para baixo. Veja a pauta que temos aqui: "Câmara acelera projeto que amplia poder do Cade sobre big techs". Sr. Presidente, na verdade, será que este projeto de iniciativa do Governo Federal, maquiado através do Ministério da Fazenda, seria um novo censura geral? Será que é isso, Sr. Presidente? Existe essa vontade louca da Esquerda brasileira de censurar. Será que eles querem criar o que com essa superintendência? Esta matéria diz que o Ministro Fernando Haddad está indo embora. Tchau, Fernando Haddad. Realmente, não vai deixar saudade. Fala aqui que eles querem ampliar o poder regulatório sobre grandes plataformas digitais, mas que isso vai, com certeza, tensionar as relações com elas. Eu fico muito preocupado. Nós estamos num período eleitoral, Sr. Presidente. A gente sabe que já houve manifestações, inclusive, da S.Exa., a Ministra Gleisi Hoffmann, dizendo que ou eles censuram ou eles vão perder a eleição. Será que é isso que a Esquerda brasileira quer? E há outro porém. Nós temos a questão internacional. O que será que a Casa Branca vai pensar sobre isso? O que a comunidade internacional vai pensar sobre isso? Há um Governo que prega a democracia, mas quer, através de uma cortina de fumaça, de uma maquiagem tosca, tentar regular novamente as redes sociais. Nós estaremos de olho nisso, Sr. Presidente. Com certeza, vamos buscar saber mais sobre essa matéria. Mas há outro assunto, Sr. Presidente, que eu acho que é a base de uma manifestação, a manifestação delação já! O passarinho quer cantar, Sr. Presidente, aliás, ele está doido para cantar, ele está na gaiolinha, na Polícia Federal, mas ele quer cantar, sim, eu tenho certeza disso. Esse passarinho chama-se Daniel Vorcaro. Ele já até trocou de advogado. Esse tal Dr. Juca que ele contratou é um especialista em acordos de delação premiada, Sr. Presidente, vide o que aconteceu na Lava-Jato. É preciso informar e lembrar a Vorcaro que a delação só é validada quando informar coisas que a investigação não sabe. E outra: segundo notícias, Sr. Presidente, Vorcaro chegou a esmurrar a parede, quando soube da manutenção da sua prisão preventiva. Será? Com raiva de quê? Será que Vorcaro estava com raiva por ter sido abandonado pelos poderosos com os quais ele tinha contato? Será que é isso, Sr. Presidente? Então, Vorcaro precisa falar. Vorcaro tem que entregar os poderosos que se relacionavam com ele, Sr. Presidente. Essa é a máxima que o Brasil precisa ouvir. O Brasil precisa saber quem eram os poderosos do Judiciário, aqui do Legislativo e lá do Poder Executivo que frequentavam as festinhas de Vorcaro e que, com certeza, tinham os benefícios financeiros do escândalo do Banco Master. Isso precisa ser esclarecido, Sr. Presidente. Delação já! Sr. Presidente, peço que meu pronunciamento seja divulgado nos meios de comunicação desta Casa. - 17/03/2026pela ordemBreves Comunicações
O Deputado declarou apoio à Proposta de Emenda à Constituição nº 19, de 2024, que trata da jornada e do piso salarial dos profissionais de enfermagem. Afirmou que a proposta garantiria melhores condições de trabalho e alinhamento com recomendações da Organização Mundial da Saúde, que indicam carga semanal de 30 horas. Informou que a matéria aguarda análise na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, com parecer favorável do Senador Fabiano Contarato. Por fim, cobrou que o Senador Otto Alencar paute a proposta, para que avance no processo legislativo e seja apreciada pelo Congresso Nacional.
Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,Enfermeiro,Piso salarial,Jornada de trabalho,Senado Federal,tramitação
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O SR. CORONEL ASSIS (Bloco/UNIÃO - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu quero manifestar aqui o meu apoio à PEC 19/2024, que trata dos direitos dos profissionais da enfermagem brasileira. Infelizmente, esta PEC está parada na CCJ do Senado da República, com parecer pronto do Senador Fabiano Contarato pela sua aprovação. Esta proposta vai trazer dignidade a esses profissionais. Afinal, a Organização Mundial de Saúde recomenda que eles trabalhem somente 30 horas por semana. Além da jornada máxima, a PEC vai estabelecer o piso salarial nacional desses profissionais, que fazem toda a diferença na saúde particular e na pública do nosso Brasil. Nós precisamos fazer pressão para que o Senador da República Otto Alencar pauta esta matéria na Comissão para que ela seja aprovada e siga o processo legislativo, com todas as prerrogativas democráticas que as duas Casas do Congresso Nacional possuem. - 10/03/2026breves comunicaçõesBreves Comunicações
O Deputado cobrou esclarecimentos sobre mensagens que, segundo reportagens, teriam sido trocadas entre Daniel Vorcaro e o Ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, após perícia da Polícia Federal. Afirmou que o caso levantou questionamentos sobre a atuação das instituições e defendeu apuração dos fatos. Também mencionou julgamento sobre a prisão de Vorcaro e manifestou expectativa de manutenção da medida para permitir investigações. Por fim, registrou homenagem póstuma à jornalista Lauristela Guimarães, do Mato Grosso, destacada por sua atuação no jornalismo investigativo e policial.
Palavras-chave oficiais: Banco Master,Fraude,Proprietário,Ministro do Supremo Tribunal Federal,Mensagem,investigação,Prisão,manutenção Mato Grosso,Jornalista,Pêsames
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O SR. CORONEL ASSIS (Bloco/UNIÃO - MT. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, em uma democracia ninguém está acima da lei! A pergunta é a seguinte: será que no Brasil isso ainda vale para todos? Senhores, é inadmissível deixar de falar o que está acontecendo hoje no Brasil. Vejam as matérias que estão sendo veiculadas com mensagens trocadas entre Vorcaro e Alexandre Moraes, extraídas e periciadas pela Polícia Federal. Sr. Presidente, isso é um grande absurdo! Em um país sério, isso seria inadmissível! Como é que uma pessoa presa, cumprindo medida cautelar, em prisão domiciliar, está mandando mensagem para um Ministro da Suprema Corte? Pelo amor de Deus, isso precisa ser esclarecido! O povo brasileiro clama por respostas, porque, na verdade, uma situação como esta aqui com certeza desqualifica totalmente a nossa justiça. O que é que está acontecendo com o Brasil? É uma situação muito ruim, justamente. E cada enxadada que se dá, Sr. Presidente, é um bando de minhoca que sai. Veja bem, Vorcaro pagou degustação de uísque em Londres a Ministros e Diretor-Geral da PF. Jesus, onde é que nós vamos parar se um cara que é mafioso paga degustação de uísque e charutos em Londres para autoridades brasileiras?! Realmente, eu acho que o Brasil pode declarar falência, porque isso aqui é inadmissível. E não se iludam, não, Sras. e Srs. Parlamentares, essa situação do Vorcaro já chegou lá na Dona Maria, no Seu Zé, que acorda às 4 horas da manhã para pegar sua condução e trabalhar para ganhar o pão de cada dia. Talvez, eles não saibam o que é capital garantidor, o que são fundos de pensão, o que é fundo de investimento, mas eles sabem que Vorcaro é um canalha, um mafioso que quis bater em mulher, que quis quebrar dentes de jornalistas, que quis ameaçar o povo através de um tal Sicário, que morreu porque, talvez, soubesse de muita coisa. E, aqui, fica a nossa situação. O julgamento da prisão de Vorcaro será pela Segunda Turma do STF. Oxalá, S.Exas. Ministro Gilmar Mendes, Ministro Toffoli esse mesmo , Ministro Fux, Ministro Cássio Nunes e Ministro André Mendonça votem pela manutenção da prisão preventiva desse mafioso, desse marginal, desse canalha chamado Daniel Vorcaro! Sr. Presidente, precisa-se dessa manutenção, para se poder esclarecer, para que ele dê com a língua nos dentes, para que o passarinho possa cantar e expor a figura dos poderosos que estão envolvidos nesse e demais escândalos em nosso País. E, aqui, Sr. Presidente, para encerrar, eu gostaria de dizer que nós tivemos a comemoração do Dia Internacional da Mulher. Lá no meu Estado, nós perdemos uma grande mulher, uma jornalista que foi ícone do jornalismo mato-grossense, pioneira no jornalismo policial, investigativo, uma mulher à frente do seu tempo. Ela enfrentou uma guerra insólita contra um câncer que a consumiu pouco a pouco. É uma amiga que, com certeza, eu conheço há muito tempo; primeiro, como seu fã nos programas que ela fazia; depois, como seu companheiro. Ela me ajudou nas comemorações de 25 anos do Batalhão de Operações Policiais Especiais. Ela era editora-chefe, tinha uma revista que divulgava o Estado de Mato Grosso, o turismo. Além disso, ajudava muita gente. O nome dela é Lauristela Guimarães, uma grande jornalista, uma mãe, uma avó, uma pessoa que realmente deixará saudades nos corações dos mato-grossenses, uma pessoa que nos deixou ontem e ontem mesmo foi sepultada lá na capital do Estado, justamente com uma caravana de pessoas, que acompanhou não só a sua vida, mas toda a sua trajetória profissional. E ficam aqui nossas homenagens a este ícone do jornalismo, este ícone que representava todas as mulheres mato-grossenses e brasileiras: Lauristela Guimarães, uma grande amiga, uma pessoa fantástica. Peço a V.Exa., Sr. Presidente, que o nosso pronunciamento também seja divulgado nos meios oficiais de divulgação desta Casa. Muito obrigado. - 10/03/2026pela ordemBreves Comunicações
O Deputado registrou a presença de lideranças comunitárias de Várzea Grande (MT), durante sessão na Câmara dos Deputados. Apresentou Sandra Regina e Alex, conhecido como Força Jovem, que visitaram Brasília para tratar de demandas pessoais e acompanhar os trabalhos legislativos.
Palavras-chave oficiais: Várzea Grande (MT),Líder comunitário,Plenário,Saudação
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O SR. CORONEL ASSIS (Bloco/UNIÃO - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente Otoni de Paula, obrigado pela deferência. Obrigado, meu amigo Deputado Delegado Marcelo Freitas, pela gentileza de ceder esse tempo. Eu não poderia deixar de apresentar aqui dois grandes amigos lá da minha cidade de Várzea Grande, em Mato Grosso. Ambos são líderes comunitários. A minha amiga Sandra e o meu amigo Alex Força Jovem vieram a Brasília para resolver algumas questões particulares e hoje nos dão o prazer de recebê-los aqui na Câmara dos Deputados, a Casa do Povo. Eles trabalham com o povo, atendem o povo lá da minha cidade. Nada mais justo do que eu fazer esta apresentação, desejando-lhes boas-vindas. Que esta visita de vocês aqui seja realmente muito proveitosa e que vocês possam entender um pouquinho do trabalho desses Parlamentares, que lutam pelo povo brasileiro, assim como vocês lutam pelo povo de Várzea Grande! Obrigado pela visita. Obrigado, Presidente, pela deferência. - 04/03/2026encaminhamento de votaçãoOrdem do Dia
O Deputado encaminhou a votação do requerimento de encerramento de discussão da Proposta de Emenda à Constituição nº 18, de 2025, que altera os art. 21, art. 22, art. 23, art. 24 e art. 144 da Constituição, para dispor sobre competências da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios relativas à segurança pública.
Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Proposta de Emenda à Constituição,Requerimento de encerramento de discussão,favorável
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O SR. CORONEL ASSIS (Bloco/UNIÃO - MT. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, nós encaminhamos favoravelmente ao encerramento da discussão, uma vez que a matéria é pertinente e, com certeza, de cada dez brasileiros, oito indicam que a segurança pública é um dos maiores, senão o maior, problema hoje enfrentado pelo brasileiro. Nós temos muita fé na aprovação dessa legislação, que será, com certeza, algo positivo entregue à sociedade brasileira, no sentido de podermos, sim, talvez, fazer frente ao crime organizado, uma vez que hoje o integrante do crime organizado, mesmo depois de condenado ou até mesmo processado, não passa de um criminoso comum. Não existe diferenciação, Presidente, entre o criminoso comum e o criminoso do crime organizado, um faccionado que promove, por exemplo, o crime de domínio territorial. Então, nós precisamos que essa PEC seja aprovada para que possamos ter, sim, esse guarda-chuva constitucional para tratarmos, no âmbito penal, no âmbito processual penal e na Lei de Execução Penal, justamente, de maneira desigual, esses criminosos que não são criminosos comuns. Hoje, nós temos 88 facções atuando no solo brasileiro. E aqui, Sr. Presidente, eu tenho plena convicção de que temos, sim, divergências; temos pontos a serem acrescentados lá nos destaques que dizem respeito às nossas carreiras policiais, que são importantes para termos, sim, uma segurança pública de resultado. Mas nós sabemos que o texto original, que foi encaminhado pelo Governo Federal, por meio do ex-Ministro Lewandowski, que pediu para sair, justamente por motivos que nós nem sabemos quais são talvez seja alguma coisa relativa a um determinado banco, que, infelizmente, não vem ao caso , era um texto homeopático, um texto "água de salsicha", que não trazia nada de efetivo ao combate ao crime organizado. Por isso, nós mudamos aqui e estamos entregando uma legislação de resultado ao povo brasileiro, uma vez que teremos ferramentas para poder combater esses criminosos. E, graças a Deus, com esse guarda-chuva constitucional, nós não teremos partidos aqui que vão entrar lá no STF para dizer que a legislação é inconstitucional, como é prática feita por V.Exas. aqui nesta Casa e também lá no Senado da República. Portanto, Sr. Presidente, encaminhamos pelo encerramento da discussão, para que possamos votar, porque o povo está oprimido; o povo precisa de segurança pública. - 04/03/2026breves comunicaçõesBreves Comunicações
O Deputado expressou preocupação com a votação da Proposta de Emenda à Constituição nº 18, de 2025, que altera os art. 21, art. 22, art. 23, art. 24 e art. 144 da Constituição, para dispor sobre competências da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios relativas à segurança pública, enviada pelo Governo Federal, trazendo avanços limitados no combate a facções criminosas. Destacou a necessidade de atenção às pautas das classes de segurança e afirmou que o sistema deve tratar desigualmente criminosos desiguais. Também comentou a prisão de Vorcaro, acusando-o de ameaçar jornalistas e cidadãos e relacionando o caso ao sentimento de impunidade no Brasil. Comparou decisões de magistrados da Suprema Corte sobre sigilos bancários e financeiros de familiares de figuras públicas, questionando a eficácia da Justiça no País.
Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,Segurança pública,Organização criminosa Banco Master,Banqueiro,Prisão,Ministro do Supremo Tribunal Federal
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O SR. CORONEL ASSIS (Bloco/UNIÃO - MT. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, eu subo a esta tribuna hoje para dizer da nossa preocupação com a votação da PEC da Segurança Pública, que veio do Governo Federal, uma verdadeira PEC água de salsicha. Mas o que esperar de um Presidente que entende que o traficante é vítima do usuário? Realmente, nós não esperamos nada em relação ao combate efetivo a facções e organizações criminosas. Quando esta PEC chegou aqui, nós conseguimos alguns avanços no sistema de política criminal no sentido de poder tratar com desigualdade os criminosos desiguais, ou seja, os faccionados. No entanto, nós precisamos também dar uma atenção ao homem e à mulher da segurança pública. E nós não podemos fechar os olhos para as pautas das classes que estão aí. Precisamos, sim, também atendê-los. Por isso, fica aqui o nosso alerta e também a nossa preocupação em relação a isso. Eu quero falar também, Sr. Presidente, sobre impunidade no Brasil. Nós vimos hoje a prisão de Vorcaro, aquele bandido, sacripanta, vagabundo, que arrebentou o sistema financeiro brasileiro. Ele estava ameaçando pessoas. Ele estava ameaçando até mesmo empregadas domésticas, jornalistas. Tudo isso em função do sentimento de impunidade. Eu quero fazer um paralelo, Sr. Presidente, entre duas decisões emanadas por magistrados da Suprema Corte. Estou falando aqui de decisão: da decisão de Alexandre Moraes, que, com certeza, suspendeu os sigilos bancários e financeiros dos irmãos do Ministro Dias Toffoli; e da decisão do Ministro Flávio Dino, que também suspendeu o sigilo do Lulinha, filho do Lula, este mesmo que já admitiu ter passagens e viagens pagas pelo Careca do INSS. E aqui, Sr. Presidente, realmente fica a pergunta: até quando nós iremos viver com este sentimento de impunidade no Brasil? Quantos Vorcaros irão surgir para ameaçar jornalistas e empregadas domésticas? Porque, com certeza, a Justiça não faz justiça. E não venham aqui querer justificar o injustificável, porque V.Exas., a Esquerda brasileira, sempre passaram pano para o crime no nosso País e são os maiores defensores da criminalidade. Peço a V.Exa., Sr. Presidente, que o nosso pronunciamento seja divulgado nos meios oficiais de comunicação da Casa. - 04/03/2026pela ordemBreves Comunicações
O Deputado criticou o empresário Daniel Vorcaro após a divulgação de mensagens atribuídas a ele no contexto das investigações sobre o Banco Master. Defendeu que o conteúdo revelado indicaria ameaças contra jornalistas e contra uma trabalhadora doméstica. Além disso, mencionou que Vorcaro estaria preso por determinação do Ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça, e defendeu que o empresário colabore com as investigações, apontando possíveis envolvidos no caso. Por fim, reiterou a necessidade de instalação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para apurar as denúncias relacionadas ao Banco Master e eventuais irregularidades envolvendo agentes públicos e privados.
Palavras-chave oficiais: Banco Master,Empresário,investigação,Ministro do Supremo Tribunal Federal,Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI),Liberdade de imprensa,Trabalhador doméstico,Ameaça
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O SR. CORONEL ASSIS (Bloco/UNIÃO - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, veja o nível em que este vagabundo e canalha do Vorcaro vocalizava, nas mensagens interceptadas. "Tem que moer essa vagabunda: dono do Banco Master mandou 'Sicário' atacar empregada doméstica". Não foi só isso. Ele também ameaçou jornalistas, Sr. Presidente. Este canalha está preso hoje sob ordem do Ministro Mendonça. Nós queremos muito que ele abra o bico, que ele dê com a língua nos dentes, que ele entregue os poderosos que mamaram na teta gorda do Banco Master, que não era banco, que não tinha capital, mas enganou o Brasil. Isso aqui, Sr. Presidente, tem que ser a nossa pauta no Congresso. CPMI do Banco Master já! - 03/03/2026pela ordemBreves Comunicações
O Deputado criticou o pedido apresentado por Gilberto Rodrigues para descaracterizar um crime de furto e, assim, buscar acesso a trabalho e estudo no sistema prisional para remição de pena. Afirmou que o condenado foi responsável pelo assassinato de quatro mulheres no Município de Sorriso (MT), e casos dessa gravidade não deveriam ter facilidades para redução de pena. Também afirmou que o Brasil enfrenta um cenário de alta incidência de feminicídios, citando dados segundo os quais quatro mulheres seriam assassinadas por dia no país. Criticou a atuação do Governo Federal no enfrentamento do problema e destacou que Municípios de Mato Grosso, como Cáceres, Lucas do Rio Verde, Sinop, Sorriso, Rondonópolis, Várzea Grande e Cuiabá, registrariam índices de homicídios de mulheres acima da média nacional. Por fim, cobrou a ampliação da estrutura de atendimento às vítimas no Estado, afirmando que existem apenas oito delegacias especializadas para atender mais de três milhões de habitantes em Mato Grosso, sendo que somente a unidade de Cuiabá funciona 24 horas.
Palavras-chave oficiais: Feminicídio,Homicídio,Remição da pena,Furto,Mulher,Sorriso (MT),Cáceres (MT),Lucas do Rio Verde (MT),Sinop (MT),Rondonópolis (MT),Várzea Grande (MT),Cuiabá (MT)
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O SR. CORONEL ASSIS (Bloco/UNIÃO - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, é realmente absurda a tentativa desse monstro chamado Gilberto Rodrigues de descaracterizar o crime de furto justamente para tentar uma vaga de trabalho e assim remir sua pena por meio do trabalho e também do estudo. Ele matou quatro mulheres, Sr. Presidente! Hoje, o Brasil vive uma epidemia de feminicídio. Quatro mulheres são assassinadas por dia no País. Isso é um absurdo! E nós vemos o Governo Federal, o Governo da Esquerda, não fazer nada, não mover uma palha, Sr. Presidente. No meu Estado também acontece isso. Nós temos cidades com 15 mortes de mulheres para cada 100 mil habitantes, cidades como Cáceres, Lucas do Rio Verde, Sinop, Sorriso, Rondonópolis, Várzea Grande, Cuiabá, todas com índice de homicídios acima da média nacional. Sr. Presidente, fica uma cobrança. Nós só temos no Mato Grosso oito delegacias especializadas, para atender mais de 3 milhões de cidadãos, e somente a unidade de Cuiabá funciona 24 horas. A autorização de que precisamos para termos mais delegacias nunca chegou. Nós precisamos... (Desligamento do microfone.)
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. Primeiro registro: 22/12/2023. Como calculamos: metodologia.