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Detector de Bananada
Foto de Coronel Assis

Deputado · Câmara

Coronel Assis

PL · MT

Direitapor que esse rótulo?● Em exercício

Nome civil: Jonildo José de Assis · 50 anos

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Bananômetro

Bananômetro: 85 de 100, Cara Bom0406080100

85/100

Cara Bom

Aparece, vota e trabalha.

Nota maior que a de 80% dos deputados · média do partido: 78

Por que essa nota?
  • Presença em sessõespeso 40% · 96%

    Aparece para trabalhar?

  • Participação em votaçõespeso 35% · 86%

    Vota quando precisa? (votações com registro de nome)

  • Iniciativas que avançarampeso 15% · 45%

    Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)

  • Atividade na tribunapeso 10% · 95%

    discursos na tribuna (percentil)

A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?

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Como vota · Mandato atual (2023–2027)

Vota com o governo 28%das 756 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou

Vota com o próprio partido 56%das 641 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou

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E-mail
dep.coronelassis@camara.leg.br
Telefone
(61) 3215-5415
Gabinete
Gabinete 415, Anexo IV, 4º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF

Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.

Números de Mandato atual (2023–2027)

Presença nas sessões

96%

Esteve em 376 de 391 sessões

Melhor que 65% dos deputadosMédia do partido: 92%

Votou nas votações

86%

Registrou voto em 975 de 1.128 votações nominais

Melhor que 66% dos deputadosMédia do partido: 80%

Iniciativas que viraram lei

0

de 49 projetos apresentados (0%)

2 avançaram · 38 em andamento · 9 arquivados ou rejeitados

Alinhamento com o governo

28%

Em 756 votações em que o Governo orientou

Mais governista que 12% dos deputadosMédia do partido: 33%

A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.

331 discursos na tribuna · de 09/02/2023 a 08/07/2026.

  • 09/09/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do requerimento de urgência do Projeto de Lei nº 226, de 2024, que altera o Decreto-Lei nº 3.689, de 3 de outubro de 1941 (Código de Processo Penal), para dispor sobre as circunstâncias que recomendam a conversão da prisão em flagrante em preventiva, sobre a coleta de material biológico para obtenção e armazenamento do perfil genético do custodiado e sobre os critérios para aferição da periculosidade do agente para concessão de prisão preventiva, inclusive quando da audiência de custódia.

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária,Voto favorável,União

    Ler a transcrição oficial
    O SR. CORONEL ASSIS (Bloco/UNIÃO - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, o UNIÃO orienta "sim", uma vez que é inadmissível, como eu disse anteriormente, que Parlamentares, eleitos pelo povo, no momento em que o Brasil vive uma verdadeira crise na segurança pública, digam que uma matéria dessas é ruim. Sr. Presidente, o policial acaba prendendo a mesma pessoa 28 vezes — e essa pessoa já passou inúmeras vezes pela tal audiência de custódia, que, infelizmente, não agrega nada, em nosso País, ao sistema de justiça criminal. Só para o senhor ter uma ideia, semana passada, tivemos vídeos de uma magistrada que tratava o criminoso como se fosse um coitadinho, um filhinho, alguém de dentro de casa. É impossível imaginar que a magistratura vá aceitar esse tipo de coisa! Por isso, temos que mudar, sim, essa questão da audiência de custódia. É um absurdo o que acontece hoje no Brasil, onde vagabundo está sendo solto só por dizer que foi, talvez, mal... (Desligamento do microfone.)
  • 09/09/2025outros

    O Deputado encaminhou o requerimento de urgência do Projeto de Lei nº 226, de 2024, que altera o Decreto-Lei nº 3.689, de 3 de outubro de 1941 (Código de Processo Penal), para dispor sobre as circunstâncias que recomendam a conversão da prisão em flagrante em preventiva, sobre a coleta de material biológico para obtenção e armazenamento do perfil genético do custodiado e sobre os critérios para aferição da periculosidade do agente para concessão de prisão preventiva, inclusive quando da audiência de custódia.

    Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Requerimento de urgência,Projeto de lei ordinária

    Ler a transcrição oficial
    O SR. CORONEL ASSIS (Bloco/UNIÃO - MT. Sem revisão do orador.) - É quase impensável imaginar que, em relação a um projeto como este, que, com certeza, vem contribuir muito para o combate à impunidade, principalmente dentro desse escopo que foi aqui apresentado pelo competente Relator, existam ainda Parlamentares nesta Casa que não estejam dispostos a fazer um acordo para que a gente vote a matéria. Nós estamos vivendo hoje, Sr. Presidente, infelizmente, uma verdadeira insurgência criminal em nosso País. É bom que fique claro que praticamente 26% da nossa população está hoje sob o jugo, o comando, a governança do crime organizado. Há áreas extremamente dominadas, de maneira física ou oculta, mas sempre com o apelo da violência, e é claro que lá se comete todo tipo de crime. Com certeza, dentro desses tipos de crime, incluem-se também os crimes de violência contra a mulher, por exemplo. E aqui, nesta Casa, quando se aportam matérias como essa, que vão contribuir para que a gente combata esse tipo de ação, esse tipo de crime, existem ainda Parlamentares, ou lideranças, ou agremiações partidárias que encaminham desfavoravelmente, que fazem jogo duro para a aprovação de uma matéria como essa. É muito bom, Sr. Presidente, que o Brasil possa ver isso. É muito bom que você que está nos acompanhando pela TV Câmara possa, sim, saber que a Esquerda brasileira passa pano para vagabundo, passa pano para criminoso e não quer, sobremaneira, que as penas sejam aumentadas e que nós entreguemos a esse criminoso um tratamento rigoroso, o que é fundamental, porque só assim diminuiremos a violência criminal em nosso País. E não se iluda, Sr. Presidente: para doença ruim, tem que existir remédio amargo. E como se faz para tratar com o crime organizado, que impõe a sua vontade através de um domínio territorial, através de uma violência extrema, através de uma situação que faz com que o brasileiro se torne refém? Eu gostaria muito que hoje a Esquerda brasileira dissesse: "Vamos fazer um acordo, vamos votar simbolicamente essa matéria, para que entreguemos algo às vítimas da violência no País", mas isso não acontece. Nós encaminhamos favoravelmente à proposta apresentada pelo Relator, Sr. Presidente.
  • 09/09/2025Breves Comunicações

    O Deputado criticou o julgamento em curso no Supremo Tribunal Federal, classificando-o como “jogo de cartas marcadas” e questionando a imparcialidade do Ministro Alexandre de Moraes, a quem atribuiu os papéis de vítima, acusador e juiz. Além disso, rebateu discursos sobre soberania nacional, citando o domínio de facções criminosas e acusando a Esquerda de omissão. Também criticou a política econômica do Governo Federal, relatando alta nos preços e juros, e ironizou o debate sobre uso de símbolos estrangeiros, mencionando bandeiras dos Estados Unidos, Irã, Hamas e a recepção ao presidente venezuelano Nicolás Maduro. Por fim, pediu respeito à divergência de opiniões no Parlamento.

    Palavras-chave oficiais: julgamento,Supremo Tribunal Federal (STF),parcialidade,Ministro do Supremo Tribunal Federal,Autoritarismo,Esquerda política,Soberania nacional,Crime organizado,Economia,Democracia,Bandeira,País estrangeiro,Estados Unidos,Hamas,Irã,Venezuela

    Ler a transcrição oficial
    O SR. CORONEL ASSIS (Bloco/UNIÃO - MT. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, realmente hoje nós vimos um verdadeiro jogo de cartas marcadas, uma verdadeira missa encomendada de corpo ausente, e todos nós já sabíamos o resultado desse julgamento que ora se realiza lá no STF, que é uma coisa inédita na justiça — ou na injustiça — brasileira. Nós temos, no mesmo processo, muito frágil, com provas totalmente questionáveis, um juiz que é a vítima, é o promotor e é também quem julga a ação. Infelizmente, Sr. Presidente, nós estamos vivendo isso de uma maneira muito ruim dentro do nosso País. E aqui a gente vê a Esquerda brasileira falar sobre soberania. Pelo amor de Deus, que cara de pau, meu amigo! Que desfaçatez! Soberania? E os territórios ocupados pelas facções criminosas, pelas organizações criminosas? V.Exas. nunca levantaram a voz nesta tribuna ou nesta Casa para falar a respeito disso. O que é isso? Lá os criminosos estabelecem leis, normas, exploram recursos lícitos e ilícitos, julgam e colocam o nosso povo sob o jugo pesadíssimo do crime organizado. E ninguém fala nada, e cria-se uma narrativa aqui, em razão de uma questão de relacionamento e também de diplomacia do nosso País, pela incompetência da atual gestão do nosso Governo. Infelizmente, Sr. Presidente, essa usurpação da nossa soberania já existe há décadas, e nunca alguém da extrema esquerda levantou a voz para falar sobre isso. Ainda bem que vivemos em uma democracia, Sr. Presidente! Graças a Deus, vivemos em uma democracia, onde eles podem falar, e nós temos que escutar. No entanto, não iremos concordar, de maneira alguma, com isso. Nós temos a nossa opinião e o nosso posicionamento, e esperamos que eles também entendam isso e respeitem a nossa opinião. Falar aqui que a economia está indo bem, pelo amor de Deus! V.Exas. não estão indo ao supermercado? Na semana passada, eu fui ao supermercado e fiz uma compra de aproximadamente 1.800 reais, Sr. Presidente. Os produtos não ocuparam nem a metade do carrinho. O que é isso? E veja que eu fui ao atacadão, Sr. Presidente. É inadmissível falar que a economia está indo bem. V.Exas. estão vivendo em uma redoma? Talvez sejam os salários que recebem aqui ou outras vantagens que há por aí. Se for para viver com o salário que o cidadão brasileiro vive, realmente V.Exas. estão muito enganados com o que está acontecendo. E vejam só os juros do nosso País! E aqui a bandeira dos Estados Unidos, Sr. Presidente. Meu Deus! Antes, em um Estado Democrático de Direito, a pessoa podia usar a bandeira dos Estados Unidos. E o que se diz de mostrar a bandeira do Irã, do Hamas, ou, quem sabe, de receber um narcogovernante terrorista — uma pessoa que infringe todos os direitos humanos dentro do seu país, a Venezuela — aqui no tapete vermelho do nosso País, como o Nicolás Maduro? Isso, sim, é ter uma síndrome de vira-lata: apoiar regimes ditatoriais que infringem e desrespeitam os direitos humanos. Peço a V.Exa. que a nossa fala também seja divulgada nos meios oficiais de comunicação desta Casa, Sr. Presidente.
  • 04/09/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação da Emenda de Plenário n° 14 ao Projeto de Lei nº 1.546, de 2024, que altera a Lei nº 8.213, de 24 de julho de 1991, para dispor sobre exigência de escritura pública, instrumento particular com firma reconhecida ou assinatura eletrônica qualificada, para autorização de desconto de mensalidades de associações e demais entidades de aposentados legalmente reconhecidas em benefícios administrados pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Partido Socialista Brasileiro (PSB) (1987),Projeto de lei ordinária,União Brasil,Emenda de plenário,Voto contrário

    Ler a transcrição oficial
    O SR. CORONEL ASSIS (Bloco/UNIÃO - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - O UNIÃO orienta "não" à emenda, Sr. Presidente, uma vez que, na verdade, o que foi exposto aqui é o contrário. O roubo, a falcatrua e toda essa bandalheira que aconteceu nesse escândalo do INSS ocorreram justamente porque o sistema era este aqui, onde a assinaturazinha era falsificada e coisa e tal. Hoje não. A proposta do texto é justamente que se agreguem a essa autorização questões tecnológicas, questões de biometria, que vão trazer mais segurança a essa operação. Como eu disse, a confusão mental e o malabarismo das palavras tentam confundir o povo. Tentam jogar o povo contra o real, e o irreal contra a verdade.
  • 03/09/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do art. 9° do substitutivo apresentado ao Projeto de Lei nº 1.546, de 2024, que altera a Lei nº 8.213, de 24 de julho de 1991, para dispor sobre exigência de escritura pública, instrumento particular com firma reconhecida ou assinatura eletrônica qualificada, para autorização de desconto de mensalidades de associações e demais entidades de aposentados legalmente reconhecidas em benefícios administrados pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Dispositivo legal,União Brasil,Projeto de lei ordinária,Voto favorável,Substitutivo

    Ler a transcrição oficial
    O SR. CORONEL ASSIS (Bloco/UNIÃO - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, o UNIÃO orienta "sim". Eles tentam explicar o que não tem explicação, tentam defender o que é indefensável, e são muito bons nisso, são verdadeiros malabaristas com as palavras. Mas também, quem apresentou este destaque foi justamente o Líder do Partido dos Trabalhadores. Então, o UNIÃO orienta "sim", tendo em vista que o texto está muito bom. Além de garantir o ressarcimento, ele veda o uso de recursos da Seguridade Social, Sr. Presidente.
  • 03/09/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do art. 7º do substitutivo apresentado ao Projeto de Lei nº 1.546, de 2024, que altera a Lei nº 8.213, de 1991, para dispor sobre exigência de escritura pública, instrumento particular com firma reconhecida ou assinatura eletrônica qualificada, para autorização de desconto de mensalidades de associações e demais entidades de aposentados legalmente reconhecidas em benefícios administrados pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Dispositivo legal,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,União Brasil,Voto favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. CORONEL ASSIS (Bloco/UNIÃO - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, quero somente fazer uma comparação aqui entre os dois conselhos. Nós temos um conselho extremamente político e populista, formado pelo Ministério da Previdência, INSS, sindicato dos trabalhadores, sindicato dos empregadores. Lembro que esses dois últimos, Sr. Presidente, são os verdadeiros gatunos do dinheiro dos aposentados, porque todo o rolo aconteceu aqui — e é isso que eles querem fazer. No outro conselho, nós temos o Ministério da Fazenda, o Ministério do Planejamento e o Banco Central. Então, são decisões técnicas dentro da política monetária nacional. Ou seja, pessoas que sabem e entendem que, no mercado, não existe almoço de graça: se nós aumentarmos ou abaixarmos os juros, alguém será impactado. Por isso, o texto tem que ser preservado. O União Brasil orienta o voto "sim", pela manutenção do texto.
  • 03/09/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do inciso VII, do art. 115, da Lei nº 8.213, de 1991, alterada pelo art. 6º do Substitutivo do Relator, com finalidade de suprimir o dispositivo apresentado ao Projeto de Lei nº 1.546, de 2024, que altera a Lei nº 8.213, de 1991, para dispor sobre exigência de escritura pública, instrumento particular com firma reconhecida ou assinatura eletrônica qualificada, para autorização de desconto de mensalidades de associações e demais entidades de aposentados legalmente reconhecidas em benefícios administrados pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Dispositivo legal,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,União Brasil,Voto favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. CORONEL ASSIS (Bloco/UNIÃO - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, o UNIÃO orienta "sim" também, mas, infelizmente, a desfaçatez da Esquerda brasileira, a questão de buscar esse populismo para tentar jogar a opinião pública contra um texto que vai proteger os aposentados e os pensionistas do INSS realmente nos deixa de queixo caído aqui nesta Casa. É impossível pensar que eles, que defendem a taxação total do brasileiro, do ganho do trabalhador que sua dia a dia, sol a sol, estão agora preocupados com os juros de bancos ou com o que o banco vai cobrar de alguém. Isso é uma grande mentira! Na verdade, eles estão polemizando e tentando levar para o lado populista, desqualificando um excelente projeto que irá, sim, acabar com a farra que eles estavam fazendo, porque esse dinheiro, com certeza, é para servir a Esquerda no seu projeto de poder em nosso País. Por isso, o UNIÃO orienta "sim".
  • 03/09/2025

    O Deputado orientou a bancada na votação do parágrafo § 1º, constante do art. 3º do substitutivo apresentado ao Projeto de Lei nº 1.546, de 2024, que altera a Lei nº 8.213, de 24 de julho de 1991, para dispor sobre exigência de escritura pública, instrumento particular com firma reconhecida ou assinatura eletrônica qualificada, para autorização de desconto de mensalidades de associações e demais entidades de aposentados legalmente reconhecidas em benefícios administrados pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

    Palavras-chave oficiais: Orientação de bancada,Dispositivo legal,Substitutivo,Projeto de lei ordinária,União Brasil

    Ler a transcrição oficial
    O SR. CORONEL ASSIS (Bloco/UNIÃO - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, nós vamos orientar "não" a este destaque, uma vez que nós precisamos preservar o texto. É impossível pensar que nós tenhamos... O SR. PRESIDENTE (Altineu Côrtes. Bloco/PL - RJ) - Para preservar o texto, a orientação é "sim". O SR. CORONEL ASSIS (Bloco/UNIÃO - MT) - Vamos orientar "sim, com certeza, "sim" ao texto e "não" a este destaque, porque realmente é um absurdo o que estão querendo fazer. Estão querendo deturpar um belo projeto de lei, que com certeza vai contribuir para evitar futuros roubos a aposentados e pensionistas do INSS. Então, o União orienta "sim".
  • 03/09/2025

    O Deputado discutiu o Projeto de Lei nº 1.546, de 2024, que altera a Lei nº 8.213, de 24 de julho de 1991, para dispor sobre exigência de escritura pública, instrumento particular com firma reconhecida ou assinatura eletrônica qualificada, para autorização de desconto de mensalidades de associações e demais entidades de aposentados legalmente reconhecidas em benefícios administrados pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

    Palavras-chave oficiais: Discussão,Projeto de lei ordinária,favorável

    Ler a transcrição oficial
    O SR. CORONEL ASSIS (Bloco/UNIÃO - MT. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, na verdade, é uma grande desfaçatez. Eu acho que nós precisaríamos de um caminhão-tanque de óleo de peroba hoje aqui na frente desta Casa, no Congresso Nacional, porque é impossível imaginar que alguém possa, em sã consciência — alguém que foi eleito para representar o povo e, entre esse povo, estão aposentados e beneficiários do INSS —, votar contra uma matéria como esta aqui. É inadmissível um pensamento como esse. Que bom que os meios oficiais de divulgação desta Casa estão dispostos a mostrar a todos os brasileiros a verdade, para que eles possam constatar o que acontece na Câmara dos Deputados. Eu gostaria de dizer aqui, Sr. Relator, que o trabalho feito por V.Exa. está muito bom. Não há outra forma, Sr. Presidente: para doença ruim, remédio amargo. Que história é essa? Nós estamos falando aqui de um dos maiores escândalos de roubo já acontecidos na história moderna da República brasileira. Ou alguém aqui já se esqueceu disso? Onde está o irmão do Presidente Lula, o tal Frei Chico? Por que se tem tanto medo que ele venha aqui à CPMI e dê declarações sobre a situação lá que ele recebeu, vamos dizer assim, na sua entidade picareta, como já foi aqui falado? Onde está o Careca do INSS, meus amigos? Que absurdo! Já pensaram que ninguém está preso? E me vêm ainda com ideias mirabolantes, querendo promover emendas ao texto para permanecerem os descontos. Pelo amor de Deus, o que é isso? Eu gostaria de dizer aqui, Sr. Relator, que nós estamos orientando, pedindo voto favorável a esse projeto, porque ele assegura a proteção dos dados, o que também é muito importante. Todo mundo pegava dados do aposentado, do beneficiário, e fazia empréstimo, fazia o que queria com essa situação. Há também a questão que vai disciplinar o sequestro dos bens das pessoas que cometeram o crime, além de outros dispositivos que estão sendo tratados aqui, que vão dificultar esse tipo de roubo. Então, nós encaminharemos também "sim", nesta discussão. E pedimos o voto a favor, porque é impossível imaginar que nós iremos votar contra isso. Nós precisamos acabar com esse tipo de situação. E, volto a dizer, não tem como nós deixarmos que ainda continue acontecendo esse tipo de desconto. Nós temos uma situação muito boa aqui porque, antes, os contratos eram renovados anualmente, mas, agora, toda vez que a pessoa fizer um empréstimo, por exemplo, ela vai ter que renovar isso novamente, com todos os critérios estabelecidos neste projeto de lei. Então, nós encaminhamos pela aprovação.
  • 02/09/2025

    O Deputado comemorou a aprovação do Projeto de Lei nº 5.482, de 2020, que dispõe sobre o uso, a conservação, a proteção e a recuperação do bioma Pantanal. Ademais, destacou que a medida promoverá justiça social nas comunidades mais afastadas. Além disso, elogiou o trabalho do Senador Wellington Fagundes, de Mato Grosso, que se empenhou pela aprovação da matéria no Senado. Ressaltou também que a proposição aprovada atenderá aos pantaneiros, garantindo tanto a preservação do bioma quanto a subsistência das famílias que dele dependem. Ao final, enalteceu o Pantanal Mato-Grossense como uma das maiores riquezas do Brasil e convidou todos a conhecerem a região.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Conservação ambiental,Bioma,Pantanal Mato-Grossense,Justiça social,Senador,Mato Grosso,Autor (proposição legislativa),Preservação ambiental,Pantaneiro

    Ler a transcrição oficial
    O SR. CORONEL ASSIS (Bloco/UNIÃO - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, só quero parabenizar V.Exa. e a Casa, mais uma vez, por entregarem uma legislação que, com certeza, vai promover justiça social lá nos rincões brasileiros. E aqui eu falo em nome também do Senador Wellington Fagundes, nosso conterrâneo lá do Estado do Mato Grosso, que trabalhou e labutou muito para que esta matéria fosse aprovada no Senado da República. Sr. Presidente, nós estamos entregando algo ao homem e à mulher pantaneiros, que, além do sentimento de preservação desse maravilhoso ecossistema, também estarão presentes para utilizá-lo na sua subsistência. Com certeza, vamos fazer com que isso entregue algo de bom a essa família, a esse homem que vive do Pantanal, o Pantanal Mato-Grossense, essa riqueza do Estado brasileiro e uma das maiores belezas da humanidade. E quem não conhece, está convidado a conhecer Mato Grosso e o nosso Pantanal. Parabéns, Presidente!
  • 02/09/2025

    O Deputado parabenizou a Presidência e o Relator pela aprovação do Projeto de Lei nº 3.073, de 2025, que endurece as penas para o crime de receptação, destacando que a Câmara entregava uma medida relevante à sociedade. Contudo, observou que o Governo Federal passou três anos sem avanços na área de segurança pública e só agora havia apresentado a proposta. Criticou ainda declarações passadas de integrantes do Governo sobre furtos de celulares, mas reconheceu a mudança de postura. Por fim, afirmou que a medida representava um instrumento importante contra a impunidade e poderia indicar que o Executivo finalmente havia se alinhado às pautas de segurança demandadas pela população.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,Furto,benefício,Terceiro,Aumento da pena,Receptação,Telefone celular,Governo federal,Política de segurança pública

    Ler a transcrição oficial
    O SR. CORONEL ASSIS (Bloco/UNIÃO - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, quero parabenizar, mais uma vez, V.Exa. e o Relator. Realmente, esta Casa hoje entrega algo consubstancial à sociedade brasileira. Entretanto, eu quero fazer uma observação: o Governo pode ter tido a iniciativa de concordar com isso e trazer os colegas da Esquerda para votar o aumento de pena para o crime de receptação, porém, nós passamos 3 anos da atual gestão do Governo Federal sem que se fizesse nada pela segurança pública. Agora eles vêm com esse projeto, que, com certeza, vai trazer algo à população. Esse mesmo Governo dizia que roubar um celular para comprar uma cervejinha não tinha nada a ver, mas que bom que agora mudou de opinião, porque só não muda de opinião quem não tem opinião. Então, parabéns à Casa e parabéns ao povo brasileiro, que vai ter mais esse instrumento de combate à impunidade. Quem sabe o Governo venha para as pautas da segurança pública?
  • 02/09/2025

    O Deputado destacou que o julgamento iniciado contra o ex-Presidente Jair Bolsonaro tem caráter histórico, mas sublinhou que não havia crime nem provas. Defendeu que o sistema de justiça estava sendo instrumentalizado como arma de perseguição política. Acrescentou que o verdadeiro golpe consistia no uso da força do Estado para eliminar um adversário que não se consegue derrotar nas urnas, destacando Bolsonaro como o único capaz de enfrentar esse sistema. Por fim, associou o Governo Lula e o Partido dos Trabalhadores (PT) ao retorno da corrupção no País.

    Palavras-chave oficiais: julgamento,Ex-presidente da República,Partido Liberal (PL),Crime,Prova (direito penal),Perseguição política,Processo penal,Poder Judiciário,Governo federal,Presidente da República,Partido dos Trabalhadores (PT),Corrupção

    Ler a transcrição oficial
    O SR. CORONEL ASSIS (Bloco/UNIÃO - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, realmente, hoje é um dia histórico, dia em que se começa um julgamento com o qual se poderá prender novamente um Presidente da República. Porém, trata-se de um Presidente da República que não está sendo acusado de corrupção nem de desvio de dinheiro nem de nenhum outro crime. O que estamos vendo é que não há crime, não há provas. O que existe, infelizmente, Sr. Presidente, nada mais é do que a instrumentalização do sistema de justiça brasileiro como arma de perseguição política. E digo mais: o verdadeiro golpe é o uso da força do Estado para perseguir e eliminar um adversário que não se consegue vencer nas urnas. Sabem por quê? Porque o Presidente Bolsonaro é o único que pode bater de frente e vencer esse sistema que hoje está aí no Brasil. O cheiro de corrupção paira no ar da nossa Nação, graças, novamente, a esse Governo de esquerda levado pelo PT, pelo Presidente Lula.
  • 02/09/2025Breves Comunicações

    O Deputado questionou se o julgamento do ex-Presidente Jair Bolsonaro representa justiça ou vingança política. Afirmou que a justiça deve ser imparcial e objetiva, enquanto a vingança distorce a lei. Criticou o Supremo Tribunal Federal (STF), levantando pontos como: Ministros que já manifestaram posições contra Bolsonaro julgarem o caso; falta de direito a recurso em outra instância; prisões e processos baseados em opiniões políticas; perseguição a jornalistas e políticos de direita; e até intimação em momentos de fragilidade de saúde. Por fim, alertou que, se prevalecer a vingança, ela pode destruir também quem a pratica.

    Palavras-chave oficiais: julgamento,Perseguição política,Ex-presidente da República,Supremo Tribunal Federal (STF),Judicialização da política,retaliação,Censura,Direita política

    Ler a transcrição oficial
    O SR. CORONEL ASSIS (Bloco/UNIÃO - MT. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, julgamento de Bolsonaro: justiça ou vingança política? Lembro, Sr. Presidente, que justiça é a aplicação da lei de forma objetiva e imparcial. Vingança é a famosa justiça feita com as próprias mãos, em desacordo com a lei. Ou seja, vingança é injustiça. Qual é o conceito de justiça hoje em nosso País, Sr. Presidente? É justo que o gabinete de um Ministro do STF tenha conspirado para manter pessoas presas com base nas suas opiniões políticas? É justo que um juiz escolha primeiro quem deva ser investigado para depois procurar algum crime? É justo que, na ausência desse crime, esse mesmo juiz instrua seus subordinados a usarem a criatividade? Pergunto: é justo que um homem seja julgado pela suposta vítima dos seus crimes? Sr. Presidente, é justo que esse mesmo homem, sem cargo público, seja julgado por um tribunal antes reservado apenas a autoridades com foro para serem julgadas nesse tribunal? É justo, Sr. Presidente, que essa personalidade pública seja julgada por antigos aliados do seu maior opositor? É justo ser julgado por um juiz que já o processou, por outro juiz que já o difamou e por outro juiz que já declarou ter objetivo na sua derrota? É justo, Sr. Presidente, que esse homem seja julgado apenas por um tribunal, sem direito a apelar, recorrer a outro órgão da Justiça? Eu pergunto: é justo que um homem seja impedido de falar e de ser ouvido antes mesmo de ser julgado? Será que este é o Brasil da justiça, onde alguém que é tão atacado publicamente não tem o direito de se defender publicamente? É justo, Sr. Presidente, que apenas jornalistas, influenciadores, políticos da Direita sejam excluídos das redes sociais e perseguidos juridicamente pelas suas opiniões? É justo que um homem idoso seja intimado em um quarto de UTI, horas após uma cirurgia de risco feita nas suas vísceras? Quero aqui deixar a minha última frase, Sr. Presidente. Acha que tudo isso é justiça ou é vingança? Se for vingança, meu amigo, tome muito cuidado, porque, segundo o dito popular, quem vive a vida em busca de vingança deverá, no fim, cavar duas covas. Com certeza, isso não é justiça. Peço a V.Exa., Sr. Presidente, que autorize a divulgação deste pronunciamento pelos órgãos de comunicação desta Casa.
  • 02/09/2025

    O Deputado fez contraponto a posicionamentos políticos, ao mencionar dois episódios legislativos recentes relacionados à segurança pública. Ressaltou que partidos como o PSOL e o PT e membros da extrema Esquerda votaram contra a proposta de aumento, para 80%, do tempo de cumprimento em regime fechado para crimes hediondos (Projeto de Lei nº 1.112, de 2023). Além disso, afirmou que o Governo atual, sendo de extrema Esquerda, recusou classificar facções criminosas, como PCC e Comando Vermelho, como organizações terroristas (Projeto de Lei nº 1.283, de 2025). Por fim, ressaltou que há uma distinção clara entre quem combate o crime e quem protege criminosos, conclamando a sociedade a formar sua opinião sobre o tema.

    Palavras-chave oficiais: Partido dos Trabalhadores (PT),Crime hediondo,Partido Socialismo e Liberdade (PSOL),Regime fechado,Extrema esquerda,Governo,Segurança pública,Organização terrorista,Organização criminosa,Voto contrário,Projeto de lei ordinária

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    O SR. CORONEL ASSIS (Bloco/UNIÃO - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, só quero fazer contraponto a determinadas narrativas que são impostas nesta Casa. Nós vamos citar apenas dois exemplos, e a sociedade brasileira tire as suas conclusões: quem protege criminoso e quem luta contra criminoso. Semanas atrás, tivemos uma votação aqui na qual nós aumentaríamos o tempo para o cumprimento, em regime fechado, de 80%, para quem cometesse crime hediondo. Quem votou contra essa medida? PSOL, PT e membros da extrema esquerda. Classificação das organizações de facções criminosas brasileiras como PCC e Comando Vermelho como terroristas. Qual foi o Governo que negou essa classificação? O Governo atual que comanda o Estado brasileiro, ou seja, o Governo da extrema esquerda, do PT. A sociedade brasileira tire as suas conclusões: quem protege vagabundo e quem combate a impunidade.
  • 27/08/2025

    O Deputado encaminhou a votação do Projeto de Lei nº 1.532, de 2025, que altera a Lei nº 13.178, de 22 de outubro de 2015, para ampliar o prazo para requerer a certificação de georreferenciamento e a atualização do Sistema Nacional de Cadastro Rural para fins de ratificação de registros de imóveis rurais na faixa de fronteira.

    Palavras-chave oficiais: Encaminhamento de votação,Projeto de lei ordinária,favorável

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    O SR. CORONEL ASSIS (Bloco/UNIÃO - MT. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, é quase uma loucura, numa sessão da Câmara dos Deputados, ouvir determinados Parlamentares da extrema esquerda, que não devem conhecer nada de fronteira, nunca devem ter colocado o pé em uma região de fronteira, dizerem que prorrogação de prazo para regularização fundiária é grilagem. Pelo amor de Deus, Sr. Presidente, a que ponto chegamos! Quem tem essa narrativa, quem faz esse tipo de coisa, na verdade, é a Esquerda. Está aí o MST, estão aí os dissidentes do MST, presentes em todo canto do Brasil, promovendo desordem e promovendo o quê? Grilagem e invasão de terra. Quando falamos aqui na possibilidade de se prorrogar o prazo para se fazer a regularização, Sr. Presidente, nós estamos falando justamente de dar oportunidade àquele homem, àquela mulher, àquela família que está presente na região de fronteira há 3 séculos labutando, trabalhando, tentando construir um Estado, um Brasil melhor, produzindo para o Brasil. Eu digo isso, Sr. Presidente, porque trabalhei quase a minha vida toda como policial militar na fronteira de Mato Grosso com a Bolívia. Sei quanto aqueles produtores lá sofrem para produzir e subsistir naquela região. Com certeza, lá existe muita gente de bem que trabalha e que luta para sobreviver. Não cabe, portanto, essa falácia que é pregada aqui, com que se tenta desqualificar esse aumento de prazo. Ninguém está se furtando a fazer a regularização. Vamos aos fatos, Sr. Presidente. Esse sistema que é usado pelo Governo Federal não funciona, não consegue conversar com o sistema do Governo Estadual. Essa é uma falha que precisa ser corrigida. E nós vamos fazer o quê? Penalizar esse produtor, penalizar essa pessoa que está lá há 3 séculos trabalhando? Vamos fazer isso por causa de uma falha deste Governo, que não está nem aí? Eles querem saber é de invasão de terra. E isso não podemos aceitar. Mais uma vez, Sr. Presidente, com certeza esta Casa entrega hoje algo substancial às pessoas que vivem em região de fronteira. Tenho plena convicção de que o homem e a mulher que estão lá trabalhando e produzindo querem a regularização sim. E é dever desta Casa, através do voto dos seus representantes, promover essa prorrogação, ou a não prorrogação. Se os senhores tiverem voto para ganhar, com certeza não haverá prorrogação, mas, se não tiverem, vai haver prorrogação.
  • 27/08/2025

    O Deputado destacou a relevância do Projeto de Lei nº 1.532,de 2025, que trata da regularização de propriedades em áreas de fronteira. Explicou que, no Mato Grosso, há cerca de 150 km de linha divisória com inúmeras propriedades rurais ocupadas há décadas por famílias que contribuem tanto para a soberania nacional quanto para a produção agropecuária e geração de empregos. Afirmou também que a nova legislação é justa e beneficiará de forma legal esses homens e mulheres.

    Palavras-chave oficiais: Projeto de lei ordinária,aumento,Prazo,Certificação,Georreferenciamento,Imóvel rural,Sistema Nacional de Cadastro Rural (SNCR),Faixa de fronteira,Mato Grosso,Família,Soberania nacional,Produção agropecuária,Geração de emprego

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    O SR. CORONEL ASSIS (Bloco/UNIÃO - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, quero falar da importância desse projeto, uma vez que a região de fronteira é extremamente impactada em relação a isso. No meu Estado, Mato Grosso, nós temos praticamente 150 quilômetros da linha divisória entrando no Estado. São inúmeras propriedades rurais que serão impactadas com essa questão do prazo para a regularização das propriedades na região de fronteira. Eu posso dizer a V.Exa., Sr. Presidente: trabalhamos firmemente por quase 2 anos na região de fronteira e conhecemos todos os proprietários que estão ali há mais de 20 anos, 30 anos, 40 anos ou 50 anos, primeiro, garantindo a soberania do Brasil, e, segundo, promovendo a produção do emprego, a produção agropecuária no País. Não é justo. Esta Casa hoje está entregando uma legislação que, de maneira legal, vai beneficiar esses homens e mulheres.
  • 27/08/2025

    O Deputado registrou a presença do Secretário de Planejamento e Gestão do Mato Grosso, Basílio; e do Secretário de Administração do Piauí e Presidente do Conselho Nacional de Secretários de Estado da Administração, Samuel. Ressaltou que ambos participaram de um grande encontro realizado em Brasília e estiveram na Casa para acompanhar os trabalhos legislativos.

    Palavras-chave oficiais: Saudação,Secretário Estadual,Piauí,Mato Grosso,Administração pública

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    O SR. CORONEL ASSIS (Bloco/UNIÃO - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, quero só fazer a apresentação de duas pessoas que estão nos visitando, Secretários da área de gestão: o Secretário de Estado de Planejamento e Gestão, o Basílio, do meu Estado do Mato Grosso; e o Secretário de Estado de Administração do Piauí, o Samuel, que também é Presidente do Conselho Nacional de Secretários de Estado da Administração. Eles estão em um grande encontro aqui. Está registrada a presença deles hoje na nossa Casa, visitando esta Casa de Leis. Obrigado, Sr. Presidente.
  • 27/08/2025

    O Deputado criticou a decisão de manter policiais dentro da residência do ex-Presidente Jair Bolsonaro, questionando a necessidade desse monitoramento adicional, uma vez que ele já está em prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica. Classificou a medida como injusta e questionou se se trata de justiça ou perseguição, ressaltando que ações desse tipo não são aplicadas a criminosos comuns, como traficantes ou homicidas, e concluiu pedindo que prevaleça a justiça em vez da perseguição.

    Palavras-chave oficiais: Decisão,Policial,Residência,Ex-presidente da República,Prisão domiciliar,Tornozeleira eletrônica,monitoramento,Perseguição política

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    O SR. CORONEL ASSIS (Bloco/UNIÃO - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, é um verdadeiro absurdo essa decisão de se colocarem policiais dentro da casa do Presidente Bolsonaro para monitorá-lo. Esta é uma decisão que realmente nos deixa muito triste no Brasil. Por quê? Na verdade, Sr. Presidente, qual é esse medo? Ele não está preso numa prisão domiciliar? Ele já não está usando tornozeleira e sendo monitorado? Isso não basta, Sr. Presidente? O que é isso? Isso é justiça ou perseguição? Qual é o medo? É medo de uma fuga? Sr. Presidente, infelizmente, nós não conseguimos enxergar esse tipo de ação por parte da Justiça em relação a criminosos, como traficantes, estupradores, latrocidas e homicidas. Não existe isso para manter esse povo preso dentro do Brasil. Meu Deus do céu, o que é que está acontecendo com a Justiça brasileira? Nós não precisamos disso. Precisamos de justiça e não de perseguição.
  • 27/08/2025Breves Comunicações

    O Deputado criticou o Governo Lula, acusando-o de tentar desviar a atenção sobre o roubo no INSS e impedir a convocação, na CPMI, de Frei Chico, vice-presidente de um sindicato envolvido em irregularidades. Repudiou a fala de Lula sobre não gostar do Presidente do União Brasil, destacando que divergências políticas não significam inimizade e reforçando a necessidade de respeito às siglas partidárias e à Federação União Progressista.

    Palavras-chave oficiais: Governo federal,Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Fraude,Aposentado,Pensionista,Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI),convocação,Dirigente sindical,Frei,irregularidade,Presidente da República,declaração,contra,Presidente,União Brasil,Federação,Progressistas (PP)

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    O SR. CORONEL ASSIS (Bloco/UNIÃO - MT. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, parece que existem coisas que só acontecem no Brasil. Nesta semana foi instalada e deu início aos trabalhos a CPMI do INSS, sobre aquele roubo a aposentados do Brasil. E o Governo, o Presidente Lula e essa turma da extrema esquerda estão movendo céus e terras para não deixar que seja convocado aquele tal Frei Chico, aquele camarada que recebeu um rio de dinheiro e é vice-presidente de um dos sindicatos que mais roubou dinheiro do INSS, dos velhinhos, dos aposentados. Por que será que não querem que Frei Chico seja convocado? Será que é porque ele deve? Como diz o dito popular, quem não deve não teme. Sr. Presidente, olhe a loucura e o despautério do Governo Lula. Eles estão agora tentando implantar uma narrativa, a de que o roubo no INSS começou há muito tempo, passou inclusive pela gestão do Presidente Bolsonaro, e teve seu fim agora no Governo Lula. Parece que pensam que o povo é besta, que o povo é bobo. De maneira alguma, Sr. Presidente! Se eles tinham acabado com o roubo no INSS, por que mandaram o Ministro Lupi embora? Por que reformularam todo o INSS e o Ministério justamente depois que se escancarou esse que é um dos maiores escândalos da República brasileira na atualidade? Também quero, Sr. Presidente, externar todo o meu repúdio àquela fala do Presidente Lula. O camarada, infelizmente, não se comporta como Chefe de Estado. Refere-se desta maneira ao presidente de um partido que hoje compõe a federação que tem o maior número de Parlamentares nesta Casa e no Senado da República, dizendo que não gosta daquelas pessoas? Ora, Sr. Presidente, a arte da política é conviver com pessoas de quem não se gosta. Nós temos divergências com os colegas da Esquerda, mas não somos inimigos de ninguém. E, é claro, esta é a Casa da democracia. Se eles querem alguma coisa, têm que ganhar no voto. Se não ganharem, têm que respeitar também a nossa vontade. Deixo registrado meu repúdio à fala do Presidente Lula em relação ao Presidente do União Brasil. Não se faz política dessa forma. Se quer ter uma boa relação política, respeite as siglas partidárias, respeite o União Brasil, respeite a Federação União Progressista. Sr. Presidente, peço que este pronunciamento seja divulgado pelos meios de comunicação desta Casa.
  • 21/08/2025

    O Deputado convocou a população conservadora a participar das manifestações do dia 7 de Setembro, destacando que a data celebra a Independência do Brasil e a conquista do direito de definir os próprios rumos como Nação. Enfatizou que os atos terão como propósito a defesa da fé em Deus, da Pátria, da família, da liberdade de ir e vir e, sobretudo, da liberdade de expressão. Por fim, convidou os cidadãos a comparecerem às ruas em todas as capitais do País, trajando camisetas verde e amarela, em celebração à data.

    Palavras-chave oficiais: Manifestação pública,Dia da Independência do Brasil,Liberdade de expressão,Liberdade individual,Família,Crença religiosa,Patriotismo

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    O SR. CORONEL ASSIS (Bloco/UNIÃO - MT. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, no dia 7 de Setembro, nós comemoramos a Independência do Brasil. Nós nos tornamos independentes de Portugal, com certeza, passando a ser uma Nação onde tomaríamos os nossos próprios rumos a partir daquele ponto da história. Neste 7 de Setembro, nós estamos convocando toda a população conservadora do Brasil para que vá às ruas, para que se manifeste, para que nós possamos ter o direito de cultuar o nosso Deus, de lutar pela nossa Pátria e também de lutar pelas nossas famílias, e mais do que isso, Sr. Presidente, de lutar pela nossa liberdade de ir e vir e, principalmente, pela nossa liberdade de expressão. Dia 7 de Setembro, não se esqueça: em todas as capitais do Brasil, vista a sua camiseta verde a amarela e venha para as ruas.

Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.