
Nome civil: Valdir Vital Cobalchini · 63 anos
Bananômetro
89/100
Aparece, vota e trabalha.
Nota maior que a de 90% dos deputados · média do partido: 71
Por que essa nota?
- Presença em sessõespeso 40% · 99%
Aparece para trabalhar?
- Participação em votaçõespeso 35% · 83%
Vota quando precisa? (votações com registro de nome)
- Iniciativas que avançarampeso 15% · 83%
Propõe coisas que andam? (comparado aos colegas)
- Atividade na tribunapeso 10% · 81%
discursos na tribuna (percentil)
A nota mede só o básico do mandato (aparecer, votar, propor e debater), de qualquer lado. Não diz se o político é bom segundo uma ideologia, e um "Bananão" fala do político, nunca de quem votou nele. Dúvidas sobre a nota?
Personalizar pesosComo vota · Mandato atual (2023–2027)
Vota com o governo 55%das 724 votações em que o líder do Governo pediu Sim ou Não e ele votou
Vota com o próprio partido 89%das 389 votações em que o partido (ou a federação) pediu Sim ou Não e ele votou
Fale com Cobalchini
Este é o canal oficial para você cobrar seu representante.
- dep.cobalchini@camara.leg.br
- Telefone
- (61) 3215-5358
- Gabinete
- Gabinete 358, Anexo IV, 3º andar – Câmara dos Deputados, Brasília-DF
Fonte: Câmara dos Deputados, dados abertos · consultado em 16/10/2026.
Números de Mandato atual (2023–2027)
Presença nas sessões
99%
Esteve em 389 de 391 sessões
Votou nas votações
83%
Registrou voto em 936 de 1.128 votações nominais
Iniciativas que viraram lei
0
de 70 projetos apresentados (0%)
Alinhamento com o governo
55%
Em 724 votações em que o Governo orientou
A maioria dos projetos de qualquer parlamentar nunca chega a ser votada. Por isso, poucos viram lei — e isso vale para todo mundo.
103 discursos na tribuna · de 15/02/2023 a 01/09/2026.
- 15/08/2023Breves Comunicações
Participação do orador em audiência pública ocorrida no Município de Seara destinada ao debate sobre a crise na produção de leite no Estado de Santa Catarina, com efeitos em todo o Brasil devido à importação do produto advindo de países como Uruguai e Argentina a preços muito baixos. Abandono das atividades pelos produtores de leite brasileiros devido aos prejuízos acumulados. Reunião com o Ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, para discussão de soluções para a crise. Pedido ao Ministro de ampliação dos recursos para a compra direta de leite dos produtores. Necessidade de solução para o trânsito de máquinas agrícolas nas rodovias, buscando regulamentações para garantia à segurança.
Palavras-chave oficiais: Leite,Importação,Seara (SC),Ministério da Agricultura e Pecuária,Audiência pública,Atuação parlamentar,Deputado federal,Movimento Democrático Brasileiro (MDB),Santa Catarina Conselho Nacional de Trânsito (Contran),Infraestrutura rodoviária,Máquina agrícola
Ler a transcrição oficial
O SR. COBALCHINI (Bloco/MDB - SC. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Presidente Gilberto Nascimento. É uma grande alegria estar aqui conversando com meu amigo e meu irmão Edinho Bez, que foi Deputado Estadual e Deputado Federal por seis mandatos. É um orgulho imenso, Edinho, tê-lo como companheiro de partido e como amigo! Eu queria dividir com este Plenário e com aqueles que nos acompanham pela TV Câmara e nos ouvem pelo programa A Voz do Brasil que, na última sexta-feira, eu participei de uma audiência pública na cidade de Seara, no oeste de Santa Catarina, que tratou da questão do leite. Nós vivemos uma crise em Santa Catarina, o que não é, no entanto, uma particularidade do nosso Estado, já que o Brasil vem sofrendo um processo de importação, especialmente do Uruguai e da Argentina, além de outros países. Os preços estão chegando não apenas ao nosso Estado, mas também ao País como um todo menores que os preços praticados internamente. Santa Catarina é o quarto Estado que mais produz leite no País, mas, infelizmente, muitos produtores estão deixando a atividade devido aos prejuízos que vêm acumulando. No início desta tarde, eu estive com o Ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, a quem levei o Ministro, é claro, já dispõe de informações detalhes da reunião que tivemos no Município de Seara. Eu sei que o Governo Federal já tomou algumas providências, como a liberação de 100 milhões de reais para a compra do produto, e o Ministério da Agricultura e o MDA devem anunciar a liberação de mais recursos para a compra de leite diretamente do produtor. Eu pedi ao Ministro Carlos Fávaro que amplie estes recursos. Nós precisamos, obviamente, encontrar uma solução. A solução imediata consiste em comprar o leite diretamente do produtor. Eu tenho certeza de que o Ministro Carlos Fávaro vai atender ao pleito que nós fizemos em nome do Governo Federal. Para concluir, aproveito para dizer que, não apenas em Santa Catarina, mas também nos Estados agrícolas e nas rodovias do Brasil, transitam máquinas grandes e pequenas, porque nós não temos uma rodovia paralelamente às que existem para nossas máquinas circularem. Com isso, foi tomada uma decisão que praticamente inviabiliza o trânsito de máquinas. Nós precisamos encontrar uma solução. Por isso, acompanhados de Deputados, nós estivemos com o Ministro dos Transportes para buscar uma solução no CONTRAN, a fim de que discipline horários, por meio de sinalizadores e batedores, para evitar a ocorrência de acidentes. Nós sabemos quão importante é a segurança. Eu peço que se atenda ao pedido dos agricultores não apenas de Santa Catarina, mas também de todo o País. Presidente, solicito a V.Exa. que meu discurso seja divulgado pelas redes de comunicação desta Casa. Muito obrigado. - 08/08/2023Breves Comunicações
Apelo ao Governo Federal por adoção de medidas em prol setor leiteiro nacional. Reunião do orador com o Superintendente Regional do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes - DNIT no Estado de Santa Catarina, Alysson Rodrigo de Andrade. Elevação dos recursos orçamentários destinados à malha rodoviária federal catarinense.
Palavras-chave oficiais: Produtor rural,Leite,Crise,Santa Catarina Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT),recuperação,Rodovia federal,Santa Catarina
Ler a transcrição oficial
O SR. COBALCHINI (Bloco/MDB - SC. Sem revisão do orador.) - Cumprimento nosso Presidente e os colegas Parlamentares. Eu vim de Santa Catarina ontem, visitei alguns Municípios do meu Estado. A região que eu represento produz 75% do leite de Santa Catarina nosso Estado é o quarto produtor de leite do País. Eu vim muito preocupado com a crise que vem atingindo este setor, que emprega em nosso Estado 30 mil famílias que vivem da produção de leite. As importações vindas da Argentina e do Uruguai, importações que têm aumentado neste ano, fazem com que o leite chegue aqui mais barato que o leite nacional. Quando eu falo do meu Estado, falo também de outros Estados brasileiros que vivem o mesmo drama que o nosso. Por isso, há pouco estive presente num almoço na Frente Parlamentar da Agropecuária, em que intercedi, clamei para que este assunto seja tratado com a máxima urgência, para que seja estancada a sangria em que se encontram esses produtores. Muitos deles já estão abandonando a atividade, devido aos prejuízos que se acumulam especialmente neste ano. Durante sua vida, aconteceram outras situações em que o produtor precisou abandonar esta atividade. Portanto, da tribuna desta Casa clamo ao Ministro da Agricultura, ao Ministro da Fazenda e ao Ministro do Desenvolvimento Agrário para que intercedam no Governo para levar a esse produtor de leite uma notícia alvissareira, a fim de que ele possa continuar na sua atividade. Presidente, eu gostaria de falar de outro assunto importante. Ontem eu estive numa audiência com o Superintendente do DNIT em Santa Catarina, o engenheiro Alysson. Saí muito satisfeito da reunião porque, efetivamente, agora se passou a elaborar o cronograma das novas obras. Antes, por causa dos escassos recursos, já não havia mais condições de elaborar um cronograma. O DNIT em Santa Catarina passou de 260 milhões de reais no ano passado para 1,4 bilhão de reais, neste ano, em investimentos nas nossas rodovias federais. Com isso, a BR-470 está conseguindo respirar, está podendo andar, assim como a BR-280, a BR-163, a BR-285, entre outras rodovias importantes do nosso Estado, além da BR-282, a principal rodovia de Santa Catarina. Várias obras estão sendo projetadas para começar ainda neste ano. Presidente, peço a V.Exa. que a minha manifestação seja veiculada pelos órgãos de comunicação desta Casa. Muito obrigado. - 02/08/2023
Defesa de realização, pelo Governo Federal, de maiores investimentos na infraestrutura do Estado de Santa Catarina. Pujança do agronegócio catarinense. Descentralização da saúde em benefício das populações interioranas.
Palavras-chave oficiais: Deputado federal,Atuação parlamentar,Santa Catarina,Agronegócio,Recursos orçamentários,Carga tributária,Saúde pública,Infraestrutura
Ler a transcrição oficial
O SR. COBALCHINI (Bloco/MDB - SC. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Boa noite, nosso querido Presidente, Deputado Pompeo de Mattos. Somos persistentes. Eu fiz a inscrição exatamente às 11h55min. Infelizmente, eu perdi o horário, devido às circunstâncias do nosso dia a dia, Deputada Bia Kicis, mas retorno aqui. E ainda que fôssemos o último, Deputado Paulão, ficaríamos aqui, porque é importante ocuparmos este espaço. Só existe este lugar no Brasil. Por isso, não podemos perder a oportunidade de falar com aqueles que confiam em nós, que nos enviaram para cá, que ouvem o programa A Voz do Brasil no interior do nosso País, lá em Santa Catarina, e querem ouvir a voz do seu representante. Há 6 meses aqui nesta Casa, depois de quatro mandatos de Deputado Estadual em Santa Catarina, procurei defender o meu Estado, as pautas mais importantes que reputo indispensáveis para Santa Catarina, que é um Estado reconhecidamente desenvolvido, mas que tem as suas carências, e não são poucas, como, por exemplo, na infraestrutura. Eu sempre tenho dito que Santa Catarina é o quinto Estado que mais arrecada impostos federais. No último ano, em 2022, mandou para Brasília 105 bilhões de reais, mas recebe muito pouco, em torno de 10 bilhões de reais por ano em investimentos, o que faz com que Santa Catarina tenha apenas uma rodovia federal duplicada, e isso porque ela foi concessionada. Então, uma das pautas que eu defendo é para que haja mais justiça no retorno daquilo que os Estados mandam para cá. E, obviamente, eu preciso defender aqui o meu Estado. Falei muito aqui também nesse período sobre o agronegócio em Santa Catarina. É um Estado de ponta, quando falamos em agronegócio. Falei muito aqui da descentralização da saúde. Muitas pessoas que moram distante dos maiores centros deste País não têm o mesmo tratamento, não têm acesso às habilitações em média e em alta complexidade e precisam se deslocar muitos quilômetros para ter o mesmo atendimento médico e hospitalar daqueles oferecidos aos que moram, por exemplo, nas capitais dos Estados. Vou concluir, Sr. Presidente. Procurei não me omitir. Procurei tratar de temas importantes para o meu Estado e para o País. E é com essa mesma energia que, agora, neste segundo semestre, vamos continuar votando as pautas importantes para o nosso Estado e para o nosso Brasil. Peço, Sr. Presidente, que V.Exa. determine aos órgãos de comunicação desta Casa que veiculem esta nossa manifestação. Muito obrigado. - 05/07/2023Breves Comunicações
Defesa de aprovação da Proposta de Emenda à Constituição nº 45, de 2019, sobre a alteração do Sistema Tributário Nacional.
Palavras-chave oficiais: Proposta de Emenda à Constituição,Reforma tributária,Defesa
Ler a transcrição oficial
O SR. COBALCHINI (Bloco/MDB - SC. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Deputado gaúcho Pompeo de Matos, colegas Deputadas e Deputados, não há como não falar do projeto da reforma tributária, que, infelizmente, muitos estão politizando. Quando fui eleito e empossado Deputado, uma das coisas que eu queria votar ao vir para cá era a reforma tributária, sobre a qual ouço há muitos anos lá em Santa Catarina. Acompanhei tantos projetos que vieram para cá, do Executivo, do Legislativo, mas quando estavam prestes a ser pautados, infelizmente, os projetos eram arquivados. Diferentemente do que muitos falam, este projeto, os projetos, as propostas de emenda à Constituição, as PECs, têm origem parlamentar. Uma PEC veio do Senado, a PEC 110/19, e a PEC 45/19 é aqui da Câmara, cujo autor é o colega Deputado Baleia Rossi. Esta reforma é para o Brasil. Temos muitos argumentos pró-reforma para votarmos a reforma tributária, como a simplificação do sistema, tornando o processo muito mais simples, mais transparente e com equidade fiscal para todo o País. Eu estava vendo um vídeo que me foi enviado e observei a incrível capacidade que alguns têm de inventar, de mentir, de dizer que a cesta básica vai aumentar 63%, quando, na verdade, vai haver desoneração de PIS e COFINS, estímulo ao empreendedorismo e ao investimento, combate à sonegação e à informalidade, estímulo à competitividade internacional. Ontem, eu participei de uma reunião com todos os Governadores do Sul e do Sudeste, com as respectivas bancadas. Quando o Governador de São Paulo, o Governador de Minas Gerais, o Governador do Rio de Janeiro do Rio Grande do Sul, do Paraná e de Santa Catarina dizem que são a favor da reforma, será que eles estão ficando malucos? Será que não conhecem o teor da reforma? Será que o Relator, que tem estado diuturnamente presente, participando de todas as... (Desligamento do microfone.) O SR. PRESIDENTE (Pompeo de Mattos. Bloco/PDT - RS) - Peço que conclua, Deputado. O SR. COBALCHINI (Bloco/MDB - SC) - Vou concluir, Presidente. Aliás, eu quero elogiar a condução do Presidente. Eu não o conhecia, passei a conhecê-lo agora, durante esse processo de discussão da reforma tributária. S.Exa. tem tido muita paciência para conversar com todas as bancadas, com todos os segmentos. Eu tenho certeza absoluta de que os ajustes necessários para que esta Casa possa votar a matéria com tranquilidade vão acontecer até amanhã. Era isso, Presidente. Eu peço que, por gentileza, meu pronunciamento seja veiculado nos órgãos de comunicação desta Casa. Muito obrigado. - 04/07/2023Breves Comunicações
Visita do Ministro dos Transportes, Renan Filho, a obras rodoviárias nos Municípios de Florianópolis, Blumenau e Jaraguá do Sul, Estado de Santa Catarina. Implementação do Programa Minha Casa, Minha Vida. Desempenho dos Ministérios dos Transportes e das Cidades.
Palavras-chave oficiais: Ministro de Estado,Ministério dos Transportes,Visita oficial,Santa Catarina,Obra pública,Rodovia,Florianópolis (SC),Blumenau (SC),Jaraguá do Sul (SC) Programa Minha Casa, Minha Vida (PMCMV),Política habitacional,Congratulação,Ministério das Cidades
Ler a transcrição oficial
O SR. COBALCHINI (Bloco/MDB - SC. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Presidente Maria do Rosário. Colegas Deputados, Deputada Ana Paula, na última semana, segunda-feira e terça-feira tivemos a visita em Santa Catarina do Ministro dos Transportes, Renan Filho. Ele visitou algumas obras a primeira delas, o Contorno de Florianópolis, a principal obra de infraestrutura que está sendo executada no Brasil, cujo cronograma avança com previsão de entrega este ano. Isso é um motivo para nós comemorarmos muito. O Ministro também fez visitas à sua terra, Deputada Ana Paula, Blumenau, para acompanhar a execução agora podemos falar assim , o cumprimento do cronograma de uma obra que se arrasta há muitos anos e nos envergonha a nós catarinenses. É uma rodovia que acumula acidentes, mortes, infelizmente. Agora passamos, sim, a acreditar, porque o Governo Federal alocou recursos. Agora a obra avança e se pode pensar na entrega dessa obra. Nós já tínhamos quase perdido as esperanças disso. Também o Ministro visitou as obras de duplicação da BR-280, com a perfuração de um túnel no Município de Jaraguá do Sul. Essas são grandes notícias, como a de ontem, de que foi aberto o programa do novo Minha Casa, Minha Vida, importantíssimo. Os Prefeitos Municipais e certamente as empresas de construção civil passarão agora a ter novamente casas para atender àquelas pessoas de baixa renda, a partir de dois salários mínimos. Falo de Santa Catarina, mas falo também do Brasil. Quantas famílias aguardam por sua casa própria? Mais de 8 milhões de famílias não têm onde morar. Por isso eu quero aqui comemorar o trabalho de duas áreas importantíssimas, a infraestrutura e o Ministério das Cidades, que coordena esse programa tão importante para o Brasil. Peço, Presidente Deputada Maria do Rosário, que faça incluir esta minha manifestação nas redes oficiais desta Câmara dos Deputados. Muito obrigado. - 20/06/2023
Encaminhamento aos Ministros da Fazenda, Fernando Haddad; da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro; e do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, de requerimentos de indicação para adoção de medidas em prol dos produtores de leite, diante das importações de laticínios pelo governo brasileiro.
Palavras-chave oficiais: Produtor agropecuário,Leite,Laticínio,Governo,autorização,Importação,Prejuízo,Agricultor
Ler a transcrição oficial
O SR. COBALCHINI (Bloco/MDB - SC. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Boa noite, Deputadas e Deputados ainda presentes nesta sessão. Boa noite, nosso Presidente Pompeo de Mattos e todos aqueles que nos acompanham pelo programa A Voz do Brasil e pelos demais meios de comunicação da Câmara. De antemão, peço, Presidente, que V.Exa. interceda em favor de que esta manifestação seja veiculada pelos órgãos de comunicação da Casa. Eu gostaria apenas de informar àqueles que nos veem e nos ouvem que protocolamos três requerimentos na data de hoje: ao Ministro da Fazenda, ao Ministro da Agricultura e ao Ministro do Desenvolvimento Agrário. Nosso Estado é o quarto produtor de leite do Brasil. Quando eu ouvi o Deputado Heitor Schuch, do Rio Grande do Sul, reclamar da situação do seu Estado, reitero que não é diferente no nosso Estado de Santa Catarina, aliás, em todo o Brasil. O País autorizou a importação de mais de 70 toneladas de leite em pó e de derivados dos países vizinhos Argentina e Uruguai. Obviamente, Santa Catarina tem tido um prejuízo enorme, até porque faz fronteira com a Argentina e é muito próxima do Uruguai. Portanto, é o primeiro Estado a ser afetado. São agricultores, Deputado Ricardo Maia, que acordam de madrugada e trabalham até à noite 7 dias por semana, 365 dias por ano, mas, infelizmente, hoje amargam um grande prejuízo, porque o leite que chega da Argentina e do Uruguai chega mais barato do que o praticado aqui no Brasil pelo nosso Estado. Nós estamos muito preocupados com a possível quebradeira que poderá ocorrer com nossos produtores. Por isso, faço, da tribuna da Câmara, um apelo. Nada tenho contra os países que exportam produtos para o Brasil, já que estamos todos no MERCOSUL, mas nós temos que nos proteger. O País precisa proteger seus produtores, seus agricultores, e nós estamos muito preocupados, como eu disse, porque, infelizmente, o que nós estamos vendo é que os agricultores já estão perdendo a esperança de continuar produzindo. Não posso, Presidente, deixar de me solidarizar com os mais de 30 mil agricultores que trabalham de sol a sol para sobreviverem, mas que hoje, infelizmente, passam por uma situação muito difícil. Muito obrigado. - 14/06/2023Breves Comunicações
Saudações aos Vereadores presentes na Casa. Concessão ao Município de Florianópolis, Estado de Santa Catarina, do certificado de Reconhecimento Nacional Rumo à Excelência na Governança e na Gestão Pública.
Palavras-chave oficiais: Vereador,Imaruí (SC),Saudação Florianópolis (SC),modelo,Gestão administrativa,Setor público,Prefeito,Elogio
Ler a transcrição oficial
O SR. COBALCHINI (Bloco/MDB - SC. Sem revisão do orador.) - Presidente Gilberto Nascimento, é uma alegria imensa, mais uma vez, voltar à tribuna da Câmara dos Deputados. Quero igualmente cumprimentar o nosso Vereador de Imaruí, de Santa Catarina, acompanhado de mais um Vereador, amigos do meu amigo Deputado Ricardo Guidi, que compartilhava até há pouco da nossa companhia. Eu gostaria de compartilhar com os brasileiros que o Município de Florianópolis recebeu prêmio nacional, ontem, em Brasília. Florianópolis é a primeira colocada em Modelo de Governança e Gestão Pública, entre as maiores cidades do Brasil. O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos do Governo Federal avalia sete fundamentos para a criação do ranking. A Capital de Santa Catarina é a cidade mais bem avaliada pelo Governo Federal em gestão, entre as maiores cidades do País. A Prefeitura de Florianópolis recebeu, ontem, o prêmio de primeira colocada em Modelo de Governança e Gestão Pública, ranking divulgado pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, em Brasília. O Prefeito Topázio Neto esteve em meu gabinete, junto com a sua equipe técnica, para compartilhar a premiação. Florianópolis foi campeã na modalidade Organizações Públicas, dentro da categoria de Municípios acima de 100 mil habitantes, englobando as maiores cidades do País. É a primeira vez que Florianópolis entra na disputa do prêmio e já conquista a primeira colocação. É motivo de orgulho saber que Floripa é referência para outros Municípios em inovação da gestão pública. Esse ranking é medido a partir de um modelo de referência em gestão organizacional que reúne os elementos necessários à obtenção de um padrão gerencial de classe mundial, oferecendo aos órgãos e entidades públicas parâmetros para a avaliação e melhoria contínua da maturidade da gestão. Os sete fundamentos avaliados são governança, estratégias e planos, sustentabilidade, compromisso com as partes interessadas, capital intelectual, orientação por processos e geração de valor público. Agradeço, Presidente, ao mesmo tempo em que cumprimento o Prefeito Topázio Neto, da nossa Capital de Santa Catarina, junto a toda a sua equipe técnica, pelo justo prêmio que recebeu na data de ontem e que muito orgulha a todos os catarinenses. Muito obrigado. O SR. PRESIDENTE (Gilberto Nascimento. Bloco/PSD - SP) - O.k., Deputado Cobalchini, lá da nossa Santa Catarina. O SR. COBALCHINI (Bloco/MDB - SC) - Presidente, solicito a veiculação do meu pronunciamento no programa A Voz do Brasil. - 13/06/2023
Regozijo com o anúncio, pela Ministra da Saúde, Nísia Trindade Lima, de descentralização para os Estados da habilitação para o tratamento de doenças de alta complexidade.
Palavras-chave oficiais: Ministra de Estado,Saúde,Estado (ente federado),tratamento,Doença,Assistência médica de alta complexidade
Ler a transcrição oficial
O SR. COBALCHINI (Bloco/MDB - SC. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Deputado Cabo Gilberto, Presidente desta sessão. Quero cumprimentar os colegas Deputados. Peço inicialmente que o meu pronunciamento seja divulgado pelo programa A Voz do Brasil e pelos demais meios de comunicação desta Casa. Gostaria de partilhar algo com o meu Estado e com todos aqueles que nos veem e nos ouvem. Hoje participei de uma audiência no Ministério da Saúde, com o Governador do nosso Estado, Jorginho Mello, e com a Secretária de Estado da Saúde, junto com o nosso fórum parlamentar. Dentre tantos assuntos, do que eu mais gostei foi da afirmação da Ministra da Saúde, Nisia Trindade, de que o Governo Federal vai descentralizar para os Estados a habilitação para o tratamento de doenças de alta complexidade. Os Estados perseguiram isso durante muitos e muitos anos. Em Santa Catarina, muitos doentes estão habilitados para tratamento apenas em Florianópolis. Eles saem do extremo oeste do nosso Estado e viajam 700 quilômetros dentro de uma ambulância porque somente lá existe habilitação, por exemplo, para pediatria e para algumas doenças. Então, depois de tantos e tantos anos, essa é a notícia que eu tenho a dar, de algo que sempre busquei como Deputado Estadual, para que cessasse a "ambulancioterapia" e para que a saúde chegasse próximo de onde as pessoas vivem. Eu imagino que nos locais mais distantes do País também seja assim. Eu quero partilhar com todos a alegria de ter participado daquela audiência, pelo avanço que representa para a saúde do Brasil. Muito obrigado. - 31/05/2023Breves Comunicações
Solidariedade a protesto do Deputado Jorge Goetten contra manifestações desrespeitosas de Parlamentares em sessão anterior. Regozijo com a contratação pelo Ministério dos Transportes de Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental EVTEA para realização de parcerias público-privadas destinadas à duplicação de rodovias no Estado de Santa Catarina. Elogio à gestão do Ministro Renan Filho, especialmente quanto ao compromisso com investimentos em infraestrutura rodoviária em Santa Catarina.
Palavras-chave oficiais: Ministério dos Transportes,Deputado federal,atuação,Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA),Rodovia federal,duplicação,Santa Catarina Ministro de Estado,Ministério dos Transportes,gestão,Elogio
Ler a transcrição oficial
O SR. COBALCHINI (Bloco/MDB - SC. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, grande Deputado, nosso Presidente Gilberto Nascimento. Meu colega, amigo catarinense Deputado Jorge Goetten, quero cumprimentá-lo pela sua manifestação. Eu estava ontem presente à sessão. Confesso que, muitas vezes, ficamos constrangidos com a falta de postura de muitos colegas Parlamentares aqui. Eu também me senti assim, Deputado Goetten. Mas quero falar de coisa boa e dividir com este Plenário, especialmente com o colega Deputado Goetten, o que vi na última segunda-feira. O Governo Federal, através do Ministério dos Transportes, contratou um EVTEA Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental para realizar um grande programa de parceria público-privada de um pacote de rodovias federais em Santa Catarina, começando lá pela BR-163, no extremo oeste, BR-158, BR-282, BR-153, BR-470, BR-280, BR-285 e incluindo mais 25 rodovias estaduais. Esses estudos se iniciam com vistas a lançar, no fim deste ano, um pacote de parceria público-privada de duplicação, espero, das rodovias federais, incluindo rodovias estaduais estratégicas. Há tempo eu tenho batido nessa tecla. Santa Catarina, mais uma vez, vou aqui reforçar, embora seja um dos Estados que tem economia pujante, seja desenvolvido, tem uma infraestrutura precária, o que faz com que ele esteja atrasado em infraestrutura há pelo menos 30 anos. Poderíamos ter mais rodovias duplicadas, mas só temos uma. Quem não é catarinense e frequenta só o litoral de Santa Catarina, só vai à Florianópolis, a Balneário Camboriú ou a Itapema não faz ideia do que é o interior do Estado, onde nenhuma das rodovias federais e estaduais é duplicada. Portanto, eu comemoro essa notícia, fruto também de audiências que nós tivemos com o Ministro Renan Filho, que, diga-se de passagem, é um grande Ministro dos Transportes. Nas oportunidades em que nós estivemos lá no Ministério e também quando esteve aqui na Comissão de Viação e Transportes, S.Exa. assumiu esse compromisso com Santa Catarina. Agora, eu vibro porque os estudos começam a acontecer em curto espaço de tempo. Nós queremos acreditar que teremos, sim, notícias concretas em relação à infraestrutura do nosso Estado. Para concluir, Presidente, peço a V.Exa. que veicule nos órgãos de comunicação desta Casa a nossa manifestação. Muito obrigado. - 24/05/2023Breves Comunicações
Análise sobre a crise do setor de leite do Estado de Santa Catarina, especialmente na região oeste catarinense, em face da importação crescente do produto da Argentina e do Uruguai.
Palavras-chave oficiais: Crise econômica,Produtor rural,Leite,Santa Catarina,Importação,Argentina,Uruguai,Agronegócio,Cadeia produtiva,Laticínio
Ler a transcrição oficial
O SR. COBALCHINI (Bloco/MDB - SC. Sem revisão do orador.) - Querido Presidente Newton Cardoso Jr, é uma alegria imensa ter V.Exa. na Presidência desta sessão. Quero falar hoje, colegas Deputados, sobre a crise do leite no Estado de Santa Catarina. O setor do leite está em crise. Isso se deve à crescente importação do produto que é fornecido pela Argentina e pelo Uruguai. Infelizmente, a diferença de preços entre a matéria-prima local e a fornecida por outros países está muito grande. Eu sou agricultor catarinense e não posso cruzar os braços diante disso. Santa Catarina é o quarto produtor de leite do Brasil. O leite é destaque no agronegócio do nosso Estado e envolve uma cadeia produtiva extensa. Mais de 70 mil famílias dependem desta atividade, que gera cerca de 8 mil empregos diretos. O leite tem um impacto social e econômico muito significativo para nosso Estado. O Brasil importou quase 70 mil toneladas de leite, de creme de leite e de laticínios no primeiro quadrimestre deste ano, de acordo com informações da plataforma ComexStat, do Governo Federal. O volume é quase o triplo das importações do intervalo entre janeiro e abril do ano passado, que somaram 21 mil toneladas. Também cresceram as importações de manteigas e outras gorduras derivadas do leite, de 1,04 mil para 1,55 mil toneladas, e de queijo e coalhada, de 7,5 mil para 12,4 mil toneladas. Se o consumo não começar a aumentar na mesma proporção, vai sobrar leite no mercado. O problema é que os consumidores não estão conseguindo pagar pelo produto acabado nos valores atuais. O leite que o Brasil importa de seus vizinhos sul-americanos é, tradicionalmente, 15% mais barato que o nacional, mas a escalada dos valores no Brasil faz a diferença percentual dobrar este valor. Dados do Observatório da Cadeia Láctea Argentina mostram que, enquanto o produto brasileiro foi vendido por cerca de 55 centavos de dólar em março, o da Argentina e do Uruguai teve médias de 41 e 42 centavos de dólar, respectivamente. Sr. Presidente, colegas Deputados, esta é a situação de Santa Catarina, especialmente na região oeste do nosso Estado, responsável por 75% da produção de leite em Santa Catarina. Muito obrigado. - 23/05/2023Breves Comunicações
Evolução do setor agropecuário do Estado de Santa Catarina. Realização de investimentos na infraestrutura rural. Debate, junto ao Ministério da Agricultura e Pecuária, do endividamento dos produtores rurais catarinenses provocado pela queda dos preços do milho e da soja.
Palavras-chave oficiais: Produção agropecuária,Santa Catarina,Agricultor,Infraestrutura,Ministério da Agricultura e Pecuária,Dívida agrária,Preço,Milho,Soja
Ler a transcrição oficial
O SR. COBALCHINI (Bloco/MDB - SC. Sem revisão do orador.) - Boa noite, Sr. Presidente, Deputado Gilberto Nascimento. Antes de iniciar, Sr. Presidente, eu gostaria de pedir que a nossa manifestação fosse veiculada nos meios de comunicação desta Casa. O agro de Santa Catarina cresce 13,8% e ultrapassa os 60 bilhões de reais. O produto de maior destaque da agropecuária catarinense em 2022 foi a suinocultura, com faturamento de 12,3 bilhões de reais. A avicultura, principal produto da pauta de exportações catarinense, faturou 9,7 bilhões de reais em 2022. Referência internacional na produção de alimentos de qualidade, Santa Catarina ampliou o faturamento do setor agropecuário em 2022. O Valor da Produção Agropecuária VPA chegou a 61 bilhões de reais, um aumento de 13,8% em relação ao ano anterior. A alta foi impulsionada principalmente pelo desempenho da produção animal e do setor florestal. Os dados foram analisados pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola EPAGRI/CEPA e divulgados pela Secretaria de Estado da Agricultura na última quinta-feira. Santa Catarina coleciona os títulos de maior produtor nacional de suínos, de cebola, de maçã, de pescados, de ostras e de mexilhões; é o segundo maior produtor de tabaco, de palmito, de aves, de pera e de arroz; é o terceiro maior produtor de madeira, de alho e de pêssego; e o quarto maior produtor de uva, de tilápia e de leite. Nosso Estado é destaque na produção rural. São grandes trabalhadores que produzem com excelência para o Brasil e para o mundo. Por isso, precisamos valorizar, investir e levar infraestrutura de qualidade para o campo. A produção de madeira e de produtos florestais quando falo de madeira, refiro-me a árvore plantada teve uma alta estimada de 30,9% no faturamento de 2022. O VPA do setor foi de 3,3 bilhões . A produção de madeira para a indústria teve a maior representatividade, com 2 bilhões de reais de valor de produção. O agro responde por 36% do faturamento total do Estado, um aumento de 15,9% em relação a 2021. Com todos esses números, Presidente, dos anos de 2021 e 2022, e com uma safra que está sendo concluída agora, nós imaginávamos que o crescimento do nosso Estado seria ainda maior, não fosse a queda brusca, especialmente do milho e da soja. Infelizmente, os preços de hoje não cobrem nem de longe os custos da produção. É um problema que nós queremos tratar com o Ministério da Agricultura, porque certamente o agricultor vai precisar de socorro para pagar suas dívidas e para fazer a próxima safra. Muito obrigado. - 17/05/2023Breves Comunicações
Apoio do MDB ao requerimento de apreciação em regime de urgência do Projeto de Lei Complementar nº 93, de 2023, sobre a instituição do regime fiscal sustentável para garantia da estabilidade macroeconômica do País; e a criação de condições adequadas ao crescimento socioeconômico, nos termos do disposto no art. 6º da Emenda Constitucional nº 126, de 2022, (novo arcabouço fiscal). Realização da reforma tributária. Reunião de representantes do Fórum Parlamentar Catarinense com a Secretária de Estado da Saúde.
Palavras-chave oficiais: Infraestrutura rodoviária,Rodovia Translitorânea,Rodovia,Santa Catarina Saúde pública,Cirurgia,Santa Catarina Projeto de lei complementar,Regime Fiscal Sustentável,Arcabouço fiscal,Requerimento de urgência
Ler a transcrição oficial
O SR. COBALCHINI (Bloco/MDB - SC. Sem revisão do orador.) - Sr. Presidente, Deputado Gilberto Nascimento, primeiro, eu gostaria de pedir que este pronunciamento seja veiculado nos meios de comunicação da Câmara. Hoje, pela manhã, fomos convidados pelo nosso Líder Isnaldo Bulhões Jr. e pelo Presidente do nosso partido, o colega Deputado Baleia Rossi, para uma reunião com o Relator do projeto que vai trazer os ajustes fiscais necessários para o nosso País. Disse ele, na reunião, que este não deve ser um projeto de oposição ou de governo, este deve ser um projeto de país. No Orçamento do nosso Brasil hoje não sobra quase nada para investimentos. Não investimos 1% do PIB em infraestrutura. Comparando-se os países que mais investem na América Latina e Caribe, o Brasil é o penúltimo entre todos eles. Para além do controle de gastos, nós precisamos aumentar a receita deste País, para que voltemos a ter capacidade de investimento. Em Santa Catarina, que é tido como um dos Estados mais desenvolvidos do Brasil, temos apenas uma rodovia duplicada, que é a BR-101, e uma segunda, que há 10 anos está sendo duplicada, embora tenham duplicado apenas 74 quilômetros, que é a BR-470. Por isso, nós estamos aqui, colega de bancada Deputado Ricardo Maia, para dizer que a nossa bancada hoje não tenho procuração do nosso Líder Isnaldo deve votar maciçamente para aprovar o requerimento de urgência e poder já, nos próximos dias, votar este projeto que é a salvação do nosso País. Eu entendo que há duas pautas importantes: uma é a questão fiscal; a outra é um projeto muito importante, o da reforma tributária. Nós estamos aqui para votar pautas importantes para o País. Devemos gastar a nossa energia com o que é essencial, tratar de pautas como infraestrutura e saúde. Hoje, pela manhã, o nosso Fórum Parlamentar Catarinense se reuniu com a Secretária de Saúde do nosso Estado. Certamente, o nosso fórum vai estar ao lado daqueles milhares de catarinenses que aguardam por uma cirurgia eletiva. Para concluir, Presidente, eu quero que dizer hoje vai ser um dos grandes dias desta Câmara dos Deputados, quando nós vamos dar o primeiro passo para alcançarmos, na semana que vem, um grande avanço para este País. Muito obrigado. - 10/05/2023
Homenagem à memória do ex-Governador do Estado de Santa Catarina, Luiz Henrique da Silveira, ao ensejo do transcurso dos 8 anos do seu falecimento.
Palavras-chave oficiais: Homenagem póstuma,Ex-governador,Santa Catarina,Movimento Democrático Brasileiro (MDB)
Ler a transcrição oficial
O SR. COBALCHINI (Bloco/MDB - SC. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, querido Presidente Pompeo de Mattos. Talvez a paciência seja uma virtude que eu carrego para que chegasse a nossa vez. O SR. PRESIDENTE (Pompeo de Mattos. Bloco/PDT - RS) - E é. O SR. COBALCHINI (Bloco/MDB - SC) - O que me traz hoje a esta tribuna é uma homenagem a um grande político brasileiro que nos deixou há 8 anos, em 10 de maio de 2015, quando exercia o mandato de Senador pelo Estado de Santa Catarina. Trata-se de Luiz Henrique da Silveira, político que orgulhou o nosso Estado e o nosso País. Foi Deputado Estadual por Santa Catarina e três vezes Prefeito de Joinville, a maior cidade do nosso Estado. Por cinco mandatos, esteve nesta Casa, onde ocupou inclusive a Liderança da nossa bancada do MDB. Entre 1993 e 1996, foi o Presidente Nacional do MDB. Durante o Governo do Presidente José Sarney, também foi Ministro da Ciência e Tecnologia. E, por dois mandatos, governou Santa Catarina, tendo sido o primeiro Governador reeleito no nosso Estado. Como Governador, marcou a sua trajetória com uma administração voltada para o interior do nosso Estado, descentralizando as ações de Governo. Luiz Henrique conseguiu o feito de ser um dos únicos Governadores brasileiros a pavimentar o acesso a 100% dos Municípios. À época, apenas o Estado do Espírito Santo e o Estado de Santa Catarina tinham essa condição. No momento em que a política brasileira precisa de serenidade para que, juntos, possamos enfrentar os grandes desafios do nosso Brasil, o exemplo sempre republicano de Luiz Henrique está vivo na minha mente. Fui seu Secretário da Casa Civil e aprendi a gostar desta frase que ele costumava repetir: "Precisamos olhar para a floresta, e não apenas para uma árvore, na hora de tomarmos as nossas decisões." É com essa frase do nosso saudoso Luiz Henrique que, junto com Ulysses Guimarães, combateu o bom combate da democracia e da luta pela justiça social neste plenário que os convido à reflexão. O Brasil precisa que deixemos de olhar apenas para o nosso umbigo ideológico e que consigamos olhar para o todo. Precisa que deixemos de lado nossas convicções partidárias e olhemos para todos os rincões deste País, que precisam de atitudes e ações urgentes. Quando Luiz Henrique chegou ao Senado, em 2011, perguntaram-lhe qual seria a sua posição política. Foi esta a sua resposta: "Eu tenho uma posição de objetivar o interesse nacional. Tudo o que for fundamental para o interesse nacional"... (Desligamento do microfone.) O SR. COBALCHINI (Bloco/MDB - SC) - É disto que precisamos: ter firme em nosso objetivo o interesse nacional, e não o individual. Esta é a minha homenagem, Presidente Pompeo de Mattos, a esse grande homem público, cuja trajetória marcou a minha vida e a de muitos catarinenses. Viva Luiz Henrique da Silveira! Muito obrigado. - 09/05/2023
Ameaça de desapropriação de terras de produtores rurais no Estado de Santa Catarina, em face da demarcação de reservas indígenas.
Palavras-chave oficiais: Deputado federal,Audiência pública,Cunha Porã (SC),Marco temporal,Demarcação de terra,Agricultor,Direito de propriedade
Ler a transcrição oficial
O SR. COBALCHINI (Bloco/MDB - SC. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Pompeo de Mattos. Sinto um imenso orgulho do nosso Rio Grande do Sul e um pouquinho de inveja, Deputado Afonso Hamm, no bom sentido. Gostaria que em Santa Catarina nós pudéssemos anunciar notícias assim tão auspiciosas, especialmente na área de infraestrutura, porque o nosso sistema viário, seja o federal, seja o estadual, é bastante precário. Mas parabenizo o Rio Grande. Eu gostaria de trazer aqui, Deputado Goetten, grande amigo catarinense, uma preocupação do nosso Estado. Há poucos dias, eu participei de uma audiência pública na cidade de Cunha Porã, com mais de mil pessoas presentes, em sua esmagadora maioria agricultores que estão ameaçados de perder as suas terras, terras que foram adquiridas de boa-fé, legitimamente, terras estruturadas, registradas, pagas. Agora essas pessoas se sentem ameaçadas diante da possível desapropriação de uma área cuja expansão alcança, em Santa Catarina, acredito, em torno de 50 mil hectares, se confirmada a área que hoje está sendo ameaçada. Há ali mais de 500 famílias de agricultores que produzem suínos, aves, leite, agricultores que geram a riqueza de Santa Catarina, que moram em terras que têm escritura pública há mais de 100 anos, agricultores da quarta geração. Vieram, na sua grande maioria, do Rio Grande, Deputado Pompeo de Mattos, e se instalaram em Santa Catarina. Mas hoje vivem um grande drama. Nós queremos partilhar com os brasileiros e catarinenses uma preocupação nossa. No próximo dia 7 de junho, recomeça a discussão em torno do marco legal, do marco temporal, para garantir que tudo aquilo que não estava ocupado até a promulgação da Constituição, 5 de outubro de 1988, não seja discutido dali para a frente, para que essas famílias possam lá permanecer. Elas não querem ser indenizadas. Elas querem permanecer no campo, trabalhando, tendo tranquilidade, segurança jurídica. Então, nós trouxemos esse assunto para que esta Casa nos ajude isso é um problema nacional, não está acontecendo apenas no Estado de Santa Catarina , para que não venha a ocorrer nada, absolutamente nada, contra os indígenas, porque eles não estão nem reivindicando. Nós somos a favor da propriedade. É isto o que nós queremos: que aqueles que ali moram, que compraram e que pagaram pela terra tenham a sua escritura pública e possam ali permanecer trabalhando. Isso é o que nós queremos, Presidente. - 03/05/2023Breves Comunicações
Saudação ao ex-Deputado Federal e ex-Ministro do Trabalho e Previdência Social, Reinhold Stephanes. Vultuosidade das exportações das cooperativas catarinenses do ramo agropecuário.
Palavras-chave oficiais: Ex-ministro de Estado,Ex-deputado federal,Santa Catarina,Homenagem Agronegócio,Agropecuária,Santa Catarina,Exportação
Ler a transcrição oficial
O SR. COBALCHINI (Bloco/MDB - SC. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Sr. Presidente, Deputado Pompeo de Mattos. Quero também cumprimentar, como catarinense e vizinho das cidades de Calmon e Matos Costa eu sou da cidade de Caçador , o sempre Ministro, a grande liderança do Brasil, que orgulha Santa Catarina, pois é um cidadão catarinense, o grande Deputado e Ministro Reinhold Stephanes. Parte da sua família ainda reside em Caçador e região. Parabéns! Sr. Presidente, colegas Deputados e Deputadas, gostaria de fazer breve registro sobre o crescimento das exportações pelo setor de cooperativas do nosso Estado. Conforme levantamento feito pela Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina OCESC, as cooperativas do ramo agropecuário obtiveram recorde de faturamento, movimentaram 9 bilhões de reais no comércio exterior em 2022. Com o significativo apoio dessas cooperativas, o agronegócio barriga-verde responde por 70% das exportações catarinenses. Os principais produtos exportados foram proteína animal carne de aves e suínos, principalmente , cereais, fertilizantes, frutas e derivados. Vou citar as principais cooperativas, as líderes em exportação: a Cooperativa Aurora, que tem sede em Chapecó, uma das grandes cooperativas do Brasil, Deputado Jorge Goetten; a COOPERALFA, também com sede em Chapecó; a COOPER A1, com sede em Palmitos; a COOPERSULCA, do sul de Santa Catarina, da cidade de Turvo, que exporta arroz; a FECOAGRO, que também atua na exportação de fertilizantes; a COPERAGUAS, lá do pequeno Município de Águas Frias, mas uma gigante no cooperativismo; a COOPERVIL, da cidade de Videira aliás, o Presidente da OCESC também é Presidente da COOPERVIL; a COPERMAP, de Brunópolis, uma cidade pequena do meio oeste de Santa Catarina, uma cidade que sedia essa grande cooperativa; a COOCAM, da cidade de Campos Novos, o celeiro agrícola do nosso Estado; e a SANJO, de São Joaquim, o principal produtor de maçãs do Brasil, que exporta maçãs para muitos países. Muito obrigado, Sr. Presidente. Gostaria de pedir que autorizasse a divulgação do meu pronunciamento em todos os meios de comunicação desta Casa. - 19/04/2023
Prioridade dos Parlamentares no debate sobre o resultado das eleições e no discurso de cunho ideológico, em detrimento da discussão de matérias de relevante interesse do País e da população brasileira.
Palavras-chave oficiais: Ideologia política,Eleições,resultado,Congresso Nacional,atuação,Pronunciamento parlamentar
Ler a transcrição oficial
O SR. COBALCHINI (Bloco/MDB - SC. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, grande Presidente Pompeo de Mattos. Eu fui paciente, fiz a minha inscrição, mas retornei no momento seguinte à minha inscrição e aguardei até o fim. No ano passado, no período eleitoral, aqueles partidos tradicionais que não portavam os números 22 ou 13 tiveram muitas dificuldades. Eu não votava à época, mas houve uma eleição no País em que se instituiu o voto vinculado alguém deve se lembrar disso , e o eleitor era obrigado a fazer o voto, de cima abaixo, com o mesmo número. Pois me parece que, nesta eleição, isso se repetiu e nós fomos vítimas, porque o voto, na sua grande maioria, foi no número do partido, muitas vezes nem sequer se conhecia o candidato. Mas eu tive uma grande ilusão. Eu imaginava que, no pós-eleição, quando assumíssemos os nossos mandatos, a polarização iria acabar, que aqueles vencidos se recolheriam e aceitariam o resultado e que os vencedores, como acontece em todas as eleições, governariam. Pois o que nós estamos vendo hoje, aqui? É um espetáculo deprimente o que acontece nas Comissões, o que acontece aqui no Plenário. Eu não consigo ouvir uma proposta, eu não consigo ouvir alguém que defenda infraestrutura para este País, alguém que apresente uma proposta para a educação ou para a saúde. Quem faz isso até parece que está errado, que é um Deputado antiquado, que está fora da moda, porque isso não dá visualizações nas redes sociais. Presidente, eu vou continuar nessa batida. E talvez seja por isso, por essa polarização que continua acontecendo, que se formaram blocos de partidos. V.Exas. prestaram atenção? O bloco a que eu pertenço tem 142 Deputados, cansados, cansados de ficar espremidos. Parece que aqui só existem duas tendências. Não! Nós temos os mesmos direitos. Fomos eleitos para vir aqui, trazer as demandas do nosso Estado e para falar do nosso País. Tomara e eu torço para isso que os Deputados e Senadores tratem das questões mais importantes do País, deixem de lado suas ideologias e o resultado das eleições, para que, a partir deste momento, possam, sim, pensar mais no Brasil, mais nos seus Estados. É por isso que eu estou aqui, Presidente. Ao concluir o meu pronunciamento, peço que este meu discurso seja divulgado nos meios de comunicação da Câmara dos Deputados. Muito obrigado. - 12/04/2023
Competência do Ministro dos Transportes, Renan Filho. Retomada de obras de infraestrutura rodoviária no Estado de Santa Catarina.
Palavras-chave oficiais: Ministro de Estado,Ministério dos Transportes,Audiência pública,Comissão de Viação e Transportes (CVT),esclarecimento,Obra pública
Ler a transcrição oficial
O SR. COBALCHINI (Bloco/MDB - SC. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Pompeo de Mattos. Caros colegas Deputados e Deputadas, Deputada catarinense Ana Paula Lima, hoje pela manhã, eu estive presente na Comissão de Viação e Transportes, na qual esteve o Ministro Renan Filho. Convidado para lá estar, ele chegou no horário previsto, às 9 horas, e permaneceu até depois das 13 horas. Confesso que vi no Ministro Renan Filho alguém que, em pouco mais de 3 meses, já exerce o domínio da Pasta. É como se, pessoalmente, ele tivesse ido a cada uma das Unidades da Federação. O Ministro se mostrou atualizado em relação a todas as obras, inclusive em relação aos cronogramas se é que nós podemos falar de cronogramas, porque, quando não há recursos financeiros, não há que se falar em cronograma. Falo isso porque, neste ano, o Ministério dos Transportes passou a ter condições de visitar os Estados e anunciar cronogramas físicos e financeiros. Já se anunciou muito cronograma sem haver o financeiro, o que é um jogo de faz de conta. Por isso, eu fiquei extremamente confortável. Em Santa Catarina, por exemplo, há obras que se arrastam há mais de 10 anos, a passo de tartaruga. É um desrespeito ao nosso Estado. Agora, com a posse do Ministro Renan Filho, renasce a esperança de tirarmos do plano das intenções e dos cronogramas de faz de conta as obras que, efetivamente, podem reiniciar e ter um cronograma de entrega. Presidente, eu faço esse registro porque até mesmo os Deputados de oposição ao Governo é legítimo que assim sejam veem no Ministro Renan Filho algo totalmente diferente daquilo que nós acompanhamos nos últimos anos. Muito obrigado. - 11/04/2023
Posse do orador na diretoria da Frente Parlamentar do Cooperativismo, como Coordenador da Região Sul. Relevância do papel desenvolvido pelo sistema cooperativista no setor agrícola catarinense.
Palavras-chave oficiais: Cooperativismo,Santa Catarina,Frente Parlamentar do Cooperativismo (FRENCOOP),Agropecuária
Ler a transcrição oficial
O SR. COBALCHINI (Bloco/MDB - SC. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Muito obrigado, Presidente Pompeo de Mattos. No final da tarde de hoje, tomamos posse na Frente Parlamentar do Cooperativismo, cuja diretoria é composta por 30 Parlamentares, entre Deputados Federais e Senadores. Orgulhosamente e com extrema responsabilidade faço parte dessa diretoria, na qualidade de coordenador da Região Sul do Brasil, representando os Estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná. Apenas em Santa Catarina, são cooperados 3,5 milhões de catarinenses, praticamente a metade da nossa população. Temos 255 cooperativas presentes em praticamente todas as atividades da nossa economia, como a agricultura, as cooperativas de crédito, nas áreas da saúde, da educação, dos transportes, da produção de energia e em tantas outras. São 100 mil empregados diretos apenas em Santa Catarina, onde 70% das atividades são de exportações, ficando como o sexto lugar dentre os 27 Estados da Federação. Somos o primeiro Estado do Brasil na criação de suínos, o segundo na criação de aves, o quarto na produção de leite e grãos. É um Estado muito destacado, especialmente no milho e na soja. Enfim, tenho muitos motivos para dizer que integramos essa Frente Parlamentar porque as cooperativas são responsáveis, de forma muito especial, pelo crescimento, pela produtividade da nossa agricultura, pela aplicação de altíssima tecnologia, o que transformou a economia do nosso Estado nos últimos anos. Sr. Presidente, peço a V.Exa. que esta minha manifestação seja veiculada pelos meios de comunicação da Casa e no programa A Voz do Brasil. Muito obrigado. - 29/03/2023
Precariedade da malha rodoviária catarinense gerida pelo poder público. Imediato lançamento, pelo Ministério dos Transportes, de projeto de concessão de rodovias no Estado de Santa Catarina. Apresentação de requerimento de criação da Frente Parlamentar em Defesa da Duplicação das BRs-282 e 470.
Palavras-chave oficiais: Prefeito,Barra Bonita (SC),Plenário,Saudação Confederação Nacional do Transporte (CNT),Santa Catarina,Rodovia federal,Ministro de Estado,Ministério dos Transportes,Concessão (administração pública),Frente parlamentar,duplicação,Rodovia
Ler a transcrição oficial
O SR. COBALCHINI (Bloco/MDB - SC. Pela ordem. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente Gilberto Nascimento. Saúdo os colegas presentes neste plenário e os que estão em seus gabinetes. Cumprimento o Prefeito do Município de Barra Bonita, do extremo oeste de Santa Catarina, presente neste plenário. Quero fazer um breve relato sobre publicação da Confederação Nacional do Transporte, segundo a qual Santa Catarina figura na décima sexta posição entre os Estados, em se tratando da qualidade das rodovias. Os números divulgados apontam que 68,2% das vias catarinenses encontram-se em condição regular, ruim ou péssima, em que 57,7% delas apresentam pavimento desgastado; 6,3% não possuem faixas centrais; e 54,2% estão sem acostamento. O estudo também traçou um paralelo entre a condição da rodovia e a forma de gestão. Segundo a Diretoria da Confederação Nacional do Transporte CNT, 89,8% das rodovias administradas pelo setor privado em Santa Catarina foram consideradas em ótimo ou em bom estado de conservação, enquanto as geridas pelo poder público alcançam 84,8% de classificação regular, ruim ou péssima. Essa é a realidade das rodovias em nosso Estado. Por isso, estive há poucos dias com o Ministro dos Transportes Renan Filho, Deputado Ricardo, e sugeri a ele providências urgentes para que lance um grande pacote de concessão de rodovias no nosso Estado, mas também no Brasil. Não há como nós prescindirmos da concessão de rodovias. Não tem como ficar aguardando recursos do Orçamento da União. Nós já perdemos 30 anos. O nosso Estado, Deputado Evair, é considerado um Estado importante da Nação, um Estado desenvolvido, apesar da sua péssima infraestrutura. Protocolei na data de hoje um requerimento para a formação de uma frente parlamentar. Peço a adesão de Deputados também de outros Estados. Também não tenho nenhuma dúvida de que vou aderir. Uma das rodovias é a BR-470, que liga o meio oeste de Santa Catarina ao litoral do nosso Estado, aos portos. Cerca de 70% das nossas exportações vêm do oeste de Santa Catarina, por onde também passa a BR-282, rodovia de maior extensão em nosso Estado, uma rodovia que alcança 700 quilômetros, que vem da divisa com a Argentina até as Pontes Pedro Ivo e Colombo Salles, na Ilha de Santa Catarina. Gostaria de comunicar isso aos colegas. Vamos viabilizar essa frente e, com isso, também convencer o Governo Federal da importância da concessão, pavimentação e duplicação dessas duas rodovias. Muito obrigado, Presidente. - 27/03/2023Breves Comunicações
Realização da 24ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios. Apoio à pauta municipalista. Defesa de pavimentação de estradas vicinais. Conveniência de implantação, pelo Governo Federal, de amplo programa de duplicação de rodovias federais por meio de concessão à iniciativa privada.
Palavras-chave oficiais: Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios,Apoio político,pavimentação,Estrada vicinal,duplicação,Rodovia
Ler a transcrição oficial
O SR. COBALCHINI (Bloco/MDB - SC. Sem revisão do orador.) - Obrigado, Presidente. Caros colegas Parlamentares, hoje já encontramos aqui na Câmara, e não diferente deve ser no Senado, os Prefeitos que vêm para a Marcha dos Prefeitos, que acontece todos os anos em Brasília. É a minha primeira vez como Parlamentar Federal. Antes eu até compus a marcha algumas vezes, como Deputado Estadual. Os Prefeitos vêm aqui, é claro, trazer as pautas dos seus Municípios. As pessoas não moram na União. Exceto em Brasília, que não tem Município, nos demais Estados nós temos 5.513 Municípios. As pessoas não moram, tampouco, nos Estados; moram nos Municípios. É lá que a população precisa de saúde, precisa de educação, precisa de infraestrutura para a cidade e para o interior. Falo, por exemplo, de Santa Catarina, que tem 295 Municípios. A base da nossa economia especialmente na região que eu represento, o oeste do Estado é o agronegócio. A agroindústria foi responsável em 2022 por 70% das exportações de Santa Catarina. Por isso, eu defendo que, assim como em países desenvolvidos da Europa, onde a área rural tem os acessos, praticamente todos, pavimentados, o Brasil, como forma de estímulo para garantir inclusive maior produtividade e escoamento da produção, tenha um programa de pavimentação rural, lá onde se produz. Também defendo falei com o Ministro dos Transportes sobre isto que o Governo Federal tenha um amplo programa de duplicação das nossas rodovias através de concessão. Seria ideal que o Estado Brasileiro tivesse recursos do seu orçamento para duplicar as nossas rodovias. Santa Catarina, apesar de ser a quinta economia, o quinto Estado que mais contribui com impostos para a União, tem apenas uma rodovia federal duplicada. Precisamos fazer com que outras rodovias, através de concessão, tenham a duplicação, como já acontece em outros Estados da Federação. Como eu disse na semana passada, nós vamos tratar de pautas importantes para o nosso Estado e para o País. Vamos gastar as nossas energias pensando no futuro do nosso Estado, dos nossos Municípios e do Brasil. Peço, Sr. Presidente, que inclua meu pronunciamento nas redes de comunicação da Casa, por gentileza.
Dados oficiais da Câmara dos Deputados. 1º voto registrado: 22/12/2023 (o início do mandato está na aba Trajetória). Como calculamos: metodologia.